fonte: Assessoria Agropecuária FF Velloso e Dimas Rocha
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
Leilão da GAP Genética chega a faturamento de R$ 7 milhões
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
10:10
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Simulado de emergência sanitária em febre aftosa recebe grande público
Com uma diversidade de atividades, são realizadas capacitações de profissionais da área
A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação do estado do Rio Grande do Sul (SEAPI), promove simulação de emergência sanitária em febre aftosa. A mesma está ocorrendo desde o dia 22 de setembro, no Parque de Exposições Augusto Pereira de Carvalho, em Sant’Ana do Livramento. O treinamento terá encerramento no dia 29 deste mês.
O objetivo do simulado é treinar a capacidade decorrente da resposta do serviço veterinário direcionado à ocorrência de uma emergência real sanitária. A ocasião serve para capacitar servidores, para que em um pequeno prazo de tempo possam garantir aplicações de medidas cabíveis e necessárias para conter um possível foco de febre aftosa.
Em entrevista realizada ontem com Susana Mohr, médica veterinária e coordenadora de Educação Sanitária, a mesma explicou: “Trabalhamos com vigilância ativa e na suspeita de qualquer sintoma similar à febre aftosa em caso real, precisaríamos da ajuda do Exército. Os sintomas da doença é a salivação em excesso, claudicação (manqueira), aftas na língua e na boca, cascos e tetas com ferimentos, febre alta, perda de apetite, com perdas na produção de leite e carne. Os últimos focos reais detectados de aftosa no estado do Rio Grande do Sul, os mesmos ocorreram entre os anos de 2000 e 2001. Este é o primeiro simulado a ser realizado em 2016. Hoje, aqui no Parque da Rural, estamos divididos em 9 equipes, sendo elas: epidemiologia, vigilância, biossegurança, taxações, sacrifício e aterro, educação sanitária, trânsito, almoxarifado e laboratório, coordenação geral. O apoio com hospedagens e alimentação está sendo cedido pela FUNDESA”, finalizou.
Estão participando do simulado servidores da SEAPI, também participam do treinamento fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (ADAPAR), da Secretaria de Agricultura de Sant’Ana do Livramento e do Serviço Veterinário Oficial do Uruguai, envolvendo mais de 80 técnicos na atividade.
Atenção
É de extrema importância o envolvimento de prevenção da doença. Além de seguir corretamente a vacinação dos animais, em períodos estabelecidos pelo SEAPI/RS, também é fundamental a informação imediata a Inspetoria de Defesa Agropecuária de seu município quando observar qualquer animal com sintoma parecido com febre aftosa, sempre manter atualizado o cadastro de todos os animais existentes na sua propriedade na Inspetoria de Defesa Agropecuária de seu município e trânsitar com animais somente acompanhados da Guia de Trânsito Animal (GTA), além de exigir este documento no momento da aquisição dos animais, assim garantindo a sanidade dos animais.
É de extrema importância o envolvimento de prevenção da doença. Além de seguir corretamente a vacinação dos animais, em períodos estabelecidos pelo SEAPI/RS, também é fundamental a informação imediata a Inspetoria de Defesa Agropecuária de seu município quando observar qualquer animal com sintoma parecido com febre aftosa, sempre manter atualizado o cadastro de todos os animais existentes na sua propriedade na Inspetoria de Defesa Agropecuária de seu município e trânsitar com animais somente acompanhados da Guia de Trânsito Animal (GTA), além de exigir este documento no momento da aquisição dos animais, assim garantindo a sanidade dos animais.
Por: Marthina Martins – marthinamartins@jornalaplateia.com
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
09:10
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
terça-feira, 20 de setembro de 2016
Desempenho das carnes na segunda semana de setembro
| Mesmo registrando, na média diária, redução de 7,5% em relação à primeira semana de setembro, as carnes mantêm resultado excepcional na receita cambial, pois a média registrada nos primeiros seis dias úteis do mês (US$71,629 milhões/dia) corresponde ao segundo melhor desempenho do setor em todos os tempos. Ou seja: até aqui é superado, apenas, pelos US$71,748 milhões/dia de outubro de 2014. O bom desempenho está presente nas três carnes. Pois a tendência de aumento mensal chega a 48% para a carne suína, 33% para a carne bovina e 23% para a carne de frango. Já em relação ao mesmo mês do ano passado é sinalizado aumento de 88% da carne suína, 14% da carne bovina e 22% da carne de frango. É verdade que, na rotina dos portos, feriados como o recente 7 de setembro acabam sendo dias úteis comuns e, assim, os resultados até agora registrados podem estar distribuídos por sete dias úteis e não apenas seis. Porém, mesmo que isso tenha ocorrido (e que, em decorrência, o mês tenha 22 dias de embarques), as perspectivas continuam sendo promissoras. Pois a carne suína pode chegar às 76,5 mil toneladas, aumentando 33% e 69% sobre, respectivamente, o mês anterior e o mesmo mês de 2015. A bovina ficaria próxima de 100 mil toneladas, com incrementos de 19% no mês e 2% no ano. E a carne de frango atingiria 347 mil toneladas, volume que representa aumento mensal de 5% e anual de 4%. A expectativa cresce já que os atuais resultados correspondem a menos de um terço do mês. Ou seja: tem-se ainda 15 ansiosos dias úteis pela frente. | |
| fonte:AviSite Redação |
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
17:59
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
AH e Marfrig fazem o primeiro embarque de carne in natura para os EUA
- 1
- 2
No último dia 18/09/16, a Agropecuária AH e a Marfrig realizaram o primeiro embarque de carne in natura para o EUA. Estiveram presentes neste momento importante para cadeira produtiva da bovinocultura, Marcos Molina, Presidente do Conselho do Grupo Marfrig e Helder Höfig, CEO da Agropecuária AH.
Com a abertura do mercado americano, a indústria brasileira terá uma excelente oportunidade para ocupar parte significativa da quota, sem taxação, de 64 mil toneladas destinadas ao Brasil e outros países da América Latina, uma vez que esse volume nunca foi totalmente atingido, e que alguns dos países que atualmente usam a maior parte dele terão acesso ilimitado ao mercado americano a partir de 2020, como consequência da implementação do CAFTA, liberando ainda mais espaço para a carne brasileira. A exportação de carne in natura brasileira aos EUA é resultado do empenho do Ministério da Agricultura que com agilidade e desburocratização do sistema conseguiu, em tempo recorde, efetivar a abertura do mercado americano e, em apenas 45 dias após a assinatura da abertura do mercado, o Brasil embarca o primeiro contêiner de carne in natura para os EUA. As equipes da Divisão Beef no Uruguai e da Divisão Keystone nos EUA contribuíram para que a Marfrig pudesse ser a primeira empresa brasileira a exportar carne bovina in natura aos EUA.
Fonte: AH, adaptado Revista BEEF
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
16:16
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sexta-feira, 16 de setembro de 2016
NOVAS REGRAS PARA EMISSÃO DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA DE PRODUTORES RURAIS GAÚCHOS
NOVAS REGRAS PARA EMISSÃO DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA DE PRODUTORES RURAIS GAÚCHOS
O uso da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) em substituição ao talão de produtor será obrigatório, a partir de 1º de outubro deste ano, para produtores do Sistema Integrado, produtores estabelecidos como empresa (CNPJ) e para as lavouras temporárias, estas que se compreende a área plantada ou em preparo para o plantio de culturas de curta duração e que necessita de novo plantio a cada colheita.
De acordo com a Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul (Sefaz RS), a utilização da NF-e vai substituir as mais de 8 milhões de notas fiscais de produtor que circulam anualmente, reduzindo o custo do Estado de R$ 3,5 milhões/ano na confecção e distribuição dos modelos em papel. Além de maior agilidade e segurança, os produtores igualmente terão despesas menores, não precisando mais se deslocarem até as prefeituras para retirar e devolver talões.
Buscando auxiliar o produtor rural do Rio Grande do Sul, o diretor técnico contábil da Safras & Cifras, Enio de Paiva destacou as principais orientações:
Utilização de um Certificado Digital
O certificado digital é um documento eletrônico que contém dados sobre a pessoa física ou pessoa jurídica e, é utilizado para a comprovação de sua autenticidade, ou seja, é a assinatura digital do contribuinte.
O certificado será necessário para a emissão das NF-e e pode ser adquirido junto à uma autoridade certificadora credenciada, a ICP-Brasil, a qual no Rio Grande do Sul existem várias empresas habilitadas. Após a aquisição do certificado digital em nome do contribuinte, o próximo passo será a emissão da Nota Fiscal Eletrônica.
Emissão de Notas Fiscais Eletrônicas
Mesmo sem a Sefaz ter disponibilizado um programa gerador de Nota Fiscal Eletrônica específico para Pessoa Física, o produtor poderá utilizar a Nota Fiscal Eletrônica Avulsa, disponibilizada no site:
https://www.sefaz.rs.gov.br/NFE/NFEindex.aspx, no item Nota Fiscal Avulsa Eletrônica > Nota Fiscal Avulsa Eletrônica para Produtor Rural .
Enio salienta que a Nota Fiscal Eletrônica somente poderá ser emitida em local com acesso à internet, fato este que pode inviabilizar a emissão da nota fiscal, já que, muitos produtores não têm tal acesso em suas propriedades e lavouras. “A orientação nesses casos, é o produtor emitir nota de produtor modelo 4, apenas para a cobrir o transporte até local que ofereça condições para a emissão da nota fiscal eletrônica, posteriormente todas as vias da nota fiscal modelo 4 deverão ser juntadas ao talão contendo a informação – Substituída pela NF-e nº…”, esclarece.
Para auxiliar o produtor na emissão da NF-e, o Sefaz RS disponibiliza em seu site (www.sefaz.rs.gov.br) um material explicativo contendo as três etapas da emissão da Nota Fiscal Eletrônica Avulsa:
1ª – Como acessar o programa,
2ª – Como preencher a NF-e
3ª – Como validar e transmitir a mesma
2ª – Como preencher a NF-e
3ª – Como validar e transmitir a mesma
Ainda de acordo com a Sefaz RS, a substituição gradativa do talão de produtor segue um cronograma diferenciado conforme o tipo de transações. Nas etapas entre outubro deste ano e outubro de 2017, estarão obrigados a utilizarem a NF-e apenas os maiores produtores rurais, que representam, segundo o Censo, menos de 15% do total e 50% da produção. Os micro produtores rurais que não participam de Sistema Integrado só estarão obrigados a aderir à NF-e em 2019. É importante, porém, que estejam com seus cadastros atualizados.
O diretor técnico, Enio ainda salienta que o Decreto 52.940 de 09 de março de 2016 traz também consigo futuras alterações no que se refere a obrigatoriedade da NF-e nas demais operações de saída, conforme segue:
- 01/01/2017 em operações com produtos da pecuária, exceto microprodutores rurais;
- 01/04/2017 operações com produtos de lavouras permanentes, exceto microprodutores rurais;
- 01/10/2017 operações com os demais produtos primários, exceto microprodutores rurais;
- 01/01/2019 todas operações efetuadas por microprodutor e produtor rural.
Para finalizar, Enio ressalta a importância dos produtores rurais se adequarem às novas regras para as operações de saída, sejam elas internas ou interestaduais. “A fim de evitar problemas futuros com a Receita Estadual, inclusive com a retenção de veículos transportando produtos e, consequentemente, com a Receita Federal por falta e/ou emissão de forma errônea de suas notas fiscais, nós da Safras & Cifras estamos à disposição para auxiliar e sanar as dúvidas que possam surgir no decorrer deste processo”, finaliza.
fonte: Safras & Cifras
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
00:52
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
domingo, 11 de setembro de 2016
Expofeira Pelotas passa ser maior evento técnico-científico da região
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
12:29
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sábado, 10 de setembro de 2016
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
XI Jornada Nespro - A Pecuária de corte como solução à crise
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
17:36
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Embarques de gado em pé crescem no 4º bi
Com Líbano como principal destino, Brasil exportou 61.714 cabeças de bovinos nos meses de julho e agosto de 2016
Alisson Freitas
As exportações de gado vivo do Brasil se mantiveram em alta no quatro bimestre de 2016. Entre julho e agosto deste ano, foram embarcados 61.714 bovinos vivos pelo Brasil, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviço.
Na comparação com o mesmo período do ano passado, o desempenho é 51,4% superior. A receita das vendas também subiu, saindo de US$ 35,4 milhões em 2015 para US$ 45,8 milhões neste ano.
No acumulado do ano, já foram exportados 190.961 animais, alta de 16,3% em relação aos 164.241 animais embarcados de janeiro a agosto de 2015. Embora os números sejam crescentes, o desempenho ainda é muito inferior aos 488.423 bovinos vivos exportados pela Brasil nos oito primeiros meses de 2014.
Destinos - Com desempenho similar ao de 2015, o Líbano foi o principal destino das exportações no quarto bimestre deste ano, com 19.194 cabeças. A Turquia foi o segundo principal mercado, com 16.836 animais, seguida pela Jordânia, com 12.747.
No acumulado do ano, a Turquia tem sido o principal comprador de gado vivo do Brasil. De janeiro a agosto, já foram exportados 102.737 animais para o país, equivalente a 53,8% dos animais exportados pelo Brasil no período.
Fonte: Portal DBO
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
17:32
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
terça-feira, 6 de setembro de 2016
Farsul faz balanço positivo da Expointer e projeta vendas melhores nas feiras de primavera
FOTO FARSUL - Foto Marco Quintana Sistema Farsul
A venda de animais foi de R$ 11,77 milhões nos nove dias de feira, ficando 24,97% abaixo da receita obtida em 2015, informou a Federação da Agricultura do RS (Farsul).
O maior volume de vendas de animais veio da raça Crioula, com R$ 8,79 milhões (74% do total). Em oito remates, foram comercializados 280 lotes entre animais inteiros, cotas, embriões e coberturas. O exemplar mais valorizado foi a égua Guria Bragada, no remate da Estância Vendramin, no dia 25 de agosto, vendida por R$ 350 mil.
O grande destaque neste ano foi a venda de exemplares rústicos. A Feira de Novilhas, promovida pela Farsul, comercializou R$ 990,5 mil. Segundo a entidade, a mostra sinaliza a alta genética que vai ser comercializada nos remates e feiras de Primavera – são 32 programadas nesta temporada.
O presidente da Farsul, Carlos Sperotto, considerou como positiva a edição da 39ª da Expointer. Disse que foi uma feira pacífica e sem falsas polêmicas. Afirmou que as vendas menores de animais são normais. Ele projetou melhores vendas das feiras de primavera.
fonte: reportagem de Eduardo Leães, da Rádio Agert.
Edição: Jornalista Roger Nicolini
Dep.de Jornalismo da Rádio Planetário/Luzia Camargo
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
09:05
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
90ª EXPOFEIRA PELOTAS
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
19:19
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Farsul aponta queda de mais de 24% na venda de animais na Expointer
Dirigentes da Farsul apontam queda em vendas de animais, e associam com resultado em cavalos
CLAITON DORNELLES/ESPECIAL/JC
A venda de animais na Expointer 2016 ficou 24,87% abaixo da receita obtida em 2015, segundo a Federação da Agricultura do Estado (Farsul). O valor ficou em pouco mais de R$ 11,7 milhões, frente aos R$ 15,5 milhões da edição passada.
A direção da federação indicou que a queda nos negócios com cavalo crioulo, que puxou para cima o resultado de 2015, determinou o resultado este ano. A raça recuou de R$ 11 milhões para R$ 8,8 milhões em vendas. A venda de animais rústicos, usados diretamente na reprodução do rebanho para produção, teve saldo maior e garantiu que a comercialização não fosse pior. A feira de novilhas, promovida pela Farsul, ficou em quase R$ 1 milhão em vendas.
O presidente da Farsul, Carlos Sperotto, disse que a expectativa será daqui para frente o impacto do padrão de vendas da feira nas demais mostras e remetes que virão. Até o fim do ano, são 32 eventos. Sperotto ainda definiu a edição deste ano como a "Expointer do silêncio", pois não houve protestos como anos anteriores.
As manifestações acabaram esvaziadas, pois a abertura deste ano foi no começo da feira, dia 27 de agosto. O desfile dos campeões foi na sexta-feira (2), mas sem atrair manifestações. "É a Expointer do silêncio, pois não teve divergência do discurso", justificou Sperotto.
Sobre a redução de animais em exposição na Expointer, na área de argolas (exemplares criados a galpão para melhoria genética dos plantéis), que chegou a 20% em número absoluto, o diretor administrativo, Francisco Schardong, alegou que o alto custo para trazer e manter por 15 a 20 dias os animais em Esteio, estimado em R$ 5 mil por animais (quando o expositor for do Rio Grade do Sul), influenciou. As cabanhas trouxeram menor número. Para 2017, a Farsul motivou a busca de parcerias para que os produtores e associações amenizam os custos.
fonte: Farsul
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
13:53
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sábado, 3 de setembro de 2016
EXPOSIÇÃO INCENTIVO
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
14:08
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
Cadeia produtiva da pecuária cresce 27% e movimenta R$ 483,5 bilhões em 2015
A movimentação da cadeia produtiva da pecuária foi de R$ 483,5 bilhões em 2015, registrando um crescimento de mais de 27% sobre o ano anterior. Os números fazem parte do Perfil da Pecuária no Brasil – Relatório Anual, desenvolvido pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), em conjunto com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), parceira da entidade no projeto Brazilian Beef.
Os dados da cadeia bovina foram calculados pela Agroconsult, a partir de uma metodologia adotada e desenvolvida em 2010, pela Pensa USP – Centro de Conhecimento em Agronegócios, coordenada pelo professor Marcos Fava Neves. Este é o terceiro estudo encomendado pela ABIEC como parte do trabalho da entidade em construir uma sólida base de informações do setor.
“Consolidar essas informações é essencial não só para que o setor possa se comunicar de maneira transparente com a sociedade, mas também para a tomada de decisão de agentes públicos e privados envolvidos ou interessados de alguma forma no desenvolvimento da cadeia produtiva da pecuária”, afirma Antônio Jorge Camardelli, presidente da ABIEC.
Movimentação da cadeia
Dos R$ 483,5 bilhões totais movimentados pela cadeia produtiva da pecuária em 2015, R$ 147,03 bilhões se devem às atividades anteriores e nas próprias fazendas; R$145,88 bilhões nas indústrias; e R$176,36 bilhões no varejo. “Desde a primeira quantificação realizada em 2010, houve um crescimento de 44,7% no montante movimentado pela cadeia”, destaca Camardelli.


Representação da pecuária
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil chegou a R$ 5,9 trilhões em 2015. O PIB do agronegócio alcançou R$ 1,26 trilhão, representando 21% do PIB total brasileiro. Já o PIB da pecuária chegou a R$ 400,7 bilhões, 30% do agronegócio brasileiro.
Em 2015, o saldo da balança comercial brasileira foi de US$ 19,69 bilhões. As exportações do agronegócio, que atingiram US$ 88,22 bilhões, contribuíram para o saldo positivo do setor, que por sua vez foi fundamental para o saldo positivo da balança comercial brasileira. Já as exportações de carne bovina geraram receita de US$ 5,9 bilhões em 2015, que representaram, em receita, 3% de tudo o que o Brasil exportou em 2015.
“O agronegócio continua sendo um dos principais pilares do desenvolvimento econômico do País e a sustentação de nossa balança comercial. Contrariando a onda negativa que afeta a maioria dos setores da economia brasileira, o agronegócio continua em crescimento, e o sistema agroindustrial da carne bovina é um dos mais dinâmicos no setor”, ressalta Camardelli.


Clique aqui para ver o relatório completo: Perfil da Pecuária no Brasil – Relatório Anual.
Fonte: Abiec, adaptada pela Equipe BeefPoint.
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
17:09
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
RS: Angus pontua qualidade e bons preços médios da Expointer 2016, destaca ABA
As vendas da Expointer 2016 se caracterizaram por excelentes negócios para quem levou animais para comercialização em Esteio. A alta qualidade da oferta, com animais certificados pela Associação Brasileira de Angus, rendeu médias aquecidas e acima de anos anteriores. No Leilão de Rústicos, a média atingiu R$ 7.630,00 (alta de 6%) e na Feira da Novilha, R$ 1.716,99 (alta de 4,3%).
"O que se vendeu na Expointer 2016 foi muito bem vendido, com preços que sinalizam para uma Primavera aquecida e de alta qualidade na oferta de animais Angus. Isso mostra um amadurecimento da raça, e que o pecuarista está consciente da importância de investir em animais de qualidade", salientou o presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber, na manhã desta sexta-feira (02).
A raça Angus movimentou R$ 1.140.345,00 com a comercialização de 541 animais na Expointer de 2016. Em 2015, a raça negociou R$ 2 milhões, mas a importância computava as vendas de 880 exemplares. A principal justificativa para a redução está na menor oferta de animais e na não-realização do Leilão Catanduva, que tradicionalmente integra a agenda da raça na Expointer.
O maior faturamento veio da Feira da Novilha, onde o resultado da raça alcançou R$ 891,49 mil. O preço top da exposição foi atingido no Leilão da Agropecuária Reconquista, que vendeu a grande campeã da ExpoLondrina 2016, Reconquista TE 2225 Lookout Quebracho, por R$ 41,6 mil. O remate particular atingiu média de R$ 22,4 mil.
"O que se vendeu na Expointer 2016 foi muito bem vendido, com preços que sinalizam para uma Primavera aquecida e de alta qualidade na oferta de animais Angus. Isso mostra um amadurecimento da raça, e que o pecuarista está consciente da importância de investir em animais de qualidade", salientou o presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber, na manhã desta sexta-feira (02).
A raça Angus movimentou R$ 1.140.345,00 com a comercialização de 541 animais na Expointer de 2016. Em 2015, a raça negociou R$ 2 milhões, mas a importância computava as vendas de 880 exemplares. A principal justificativa para a redução está na menor oferta de animais e na não-realização do Leilão Catanduva, que tradicionalmente integra a agenda da raça na Expointer.
O maior faturamento veio da Feira da Novilha, onde o resultado da raça alcançou R$ 891,49 mil. O preço top da exposição foi atingido no Leilão da Agropecuária Reconquista, que vendeu a grande campeã da ExpoLondrina 2016, Reconquista TE 2225 Lookout Quebracho, por R$ 41,6 mil. O remate particular atingiu média de R$ 22,4 mil.
Fonte: Expointer
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
16:07
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Ministério da Agricultura pretende criar aplicativo com informações sobre clima
Um aplicativo que auxilie os produtores rurais quanto às condições climáticas deve ser criado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A possibilidade da criação da ferramenta foi questionada pelo ministro interino Eumar Novacki durante visita à sede do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) na última quinta-feira, 1º de setembro.
Novacki, que é secretário-executivo do Ministério da Agricultura, ocupará o cargo de ministro interino enquanto Blairo Maggi encontrar-se na Ásia acompanhando o presidente Michel Temer e em Missão Ministerial e Empresarial em busca de novos mercados para o Brasil.
O ministro interino da Agricultura, Pecuária e Abastecimento questionou aos técnicos do Inmet a possibilidade de desenvolvimento de um aplicativo sobre a previsão do tempo voltado para o setor produtivo.
Medidas do Plano Agro + irão elevar poder de competitividade do agronegócio, afirma Novacki
A produção brasileira de grãos caiu 9,5% nesta safra 2015/2016 frente a anterior, conforme números da Companhia Nacional do Abastecimento (Cona), divulgados no mês de agosto. O recuo foi de 207,7 milhões de toneladas para 188,1 milhões. Mato Grosso, principal produtor de grão do Brasil, amargou uma quebra de 14,6%, de 51,7 milhões de toneladas para 44,1 milhões de uma safra para a outra.
O clima foi o principal fator para a quebra na produção nacional de grãos, o que elevou os preços, vindo a afetar no custo de produção de bovinos, suínos, aves. A retração, inclusive, afetou o bolso do consumidor brasileiro que chegou a pagar mais de R$ 15 pelo pacote de um quilo de feijão.
O clima durante a safra 2015/2016 em Mato Grosso provocou prejuízos de aproximadamente R$ 1 bilhão somente na soja, havendo registros de replantio e até mesmo plantio de milho sobre a soja, uma vez que não compensava a colheita da oleaginosa. No milho as perdas somam, a princípio, 7 milhões de toneladas.
O diretor do Inmet, Francisco de Assis Diniz, em resposta ao questionamento de Novacki, afirmou que o órgão possui técnicos capacitados para o desenvolvimento do aplicativo com informações sobre o tempo voltado aos produtores brasileiros.
Durante a visita do ministro interino no órgão, o diretor do Inmet e equipe apresentaram o sistema do Instituto. Diniz ainda destacou que o Inmet possui informações precisas sobre o tempo que podem auxiliar aos produtores.
Conforme o Ministério da Agricultura, o objetivo com o aplicativo é que os produtores possam acessar as informações de previsão do tempo, umidade do ar e temperatura por meio do celular de forma mais simples, rápida e de qualquer lugar.
Novacki revelou no encontro que o ministro Blairo Maggi tem a intenção de fortalecer o órgão, pois entende o qual fundamental o mesmo é para o setor produtivo. O ministro interino destacou ainda para viabilizar alguns projetos irá propor parcerias com o setor produtivo.
“Em um momento de crise como esse temos que ser criativos. Vamos procurar as associações e federações do agronegócio e tentar firmar parcerias que possibilitem a melhoras ao órgão”, pontuou Novacki na visita ao Inmet.
Novacki, que é secretário-executivo do Ministério da Agricultura, ocupará o cargo de ministro interino enquanto Blairo Maggi encontrar-se na Ásia acompanhando o presidente Michel Temer e em Missão Ministerial e Empresarial em busca de novos mercados para o Brasil.
O ministro interino da Agricultura, Pecuária e Abastecimento questionou aos técnicos do Inmet a possibilidade de desenvolvimento de um aplicativo sobre a previsão do tempo voltado para o setor produtivo.
Medidas do Plano Agro + irão elevar poder de competitividade do agronegócio, afirma Novacki
A produção brasileira de grãos caiu 9,5% nesta safra 2015/2016 frente a anterior, conforme números da Companhia Nacional do Abastecimento (Cona), divulgados no mês de agosto. O recuo foi de 207,7 milhões de toneladas para 188,1 milhões. Mato Grosso, principal produtor de grão do Brasil, amargou uma quebra de 14,6%, de 51,7 milhões de toneladas para 44,1 milhões de uma safra para a outra.
O clima foi o principal fator para a quebra na produção nacional de grãos, o que elevou os preços, vindo a afetar no custo de produção de bovinos, suínos, aves. A retração, inclusive, afetou o bolso do consumidor brasileiro que chegou a pagar mais de R$ 15 pelo pacote de um quilo de feijão.
O clima durante a safra 2015/2016 em Mato Grosso provocou prejuízos de aproximadamente R$ 1 bilhão somente na soja, havendo registros de replantio e até mesmo plantio de milho sobre a soja, uma vez que não compensava a colheita da oleaginosa. No milho as perdas somam, a princípio, 7 milhões de toneladas.
O diretor do Inmet, Francisco de Assis Diniz, em resposta ao questionamento de Novacki, afirmou que o órgão possui técnicos capacitados para o desenvolvimento do aplicativo com informações sobre o tempo voltado aos produtores brasileiros.
Durante a visita do ministro interino no órgão, o diretor do Inmet e equipe apresentaram o sistema do Instituto. Diniz ainda destacou que o Inmet possui informações precisas sobre o tempo que podem auxiliar aos produtores.
Conforme o Ministério da Agricultura, o objetivo com o aplicativo é que os produtores possam acessar as informações de previsão do tempo, umidade do ar e temperatura por meio do celular de forma mais simples, rápida e de qualquer lugar.
Novacki revelou no encontro que o ministro Blairo Maggi tem a intenção de fortalecer o órgão, pois entende o qual fundamental o mesmo é para o setor produtivo. O ministro interino destacou ainda para viabilizar alguns projetos irá propor parcerias com o setor produtivo.
“Em um momento de crise como esse temos que ser criativos. Vamos procurar as associações e federações do agronegócio e tentar firmar parcerias que possibilitem a melhoras ao órgão”, pontuou Novacki na visita ao Inmet.
fonte: Agro Olhar
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
15:11
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Farsul e Polícia Civil assinam protocolo para combate ao abigeato
Intenção é desenvolver software para cadastro de marcas
Estado, entidade do setor rural e órgão de segurança unidos
Crédito: Marco Quintana/Especial FS
A Polícia Civil e a Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) assinaram, na quarta-feira, um protocolo de intenções para viabilizar o desenvolvimento, em conjunto, de um software para dispositivos móveis, como os aparelhos celulares, para auxiliar no combate ao abigeato. O aplicativo vai proporcionar uma plataforma na qual os produtores rurais poderão cadastrar suas marcas, facilitando a identificação de animais que forem encontrados em situação suspeita. A ideia surgiu a partir de recorrentes reclamações dos produtores sobre a insegurança no campo.
O vice-governador, José Paulo Cairolli, destacou que “o que a Farsul está fazendo é modernizar a relação do campo com a polícia e dar mais agilidade no combate ao crime”. Adiantou que, até o fim do ano, haverá a possibilidade de efetuar o registro on-line de ocorrências de furto abigeato.
O chefe de Polícia, delegado Émerson Wendt, explicou que, com a inserção de informações em um ambiente virtual, o trabalho da polícia será mais eficaz no combate ao abigeato: “O policial poderá identificar rapidamente os animais, sem manuseio de livros ou papéis, e assim dar um maior retorno ao produtor rural”. Wendt ainda destacou a importância dessa proposta conjunta como um processo colaborativo de melhoria na área da segurança.
O ato de assinatura do protocolo ocorreu na Expointer e contou, também, com a presença do secretário da Agricultura, Irrigação e Pecuária, Ernani Polo; o deputado federal Afonso Hamm (PP), o deputado estadual Frederico Antunes (PP); e o delegado de polícia João Goulart, diretor do Departamento de Polícia do Interior.
O vice-governador, José Paulo Cairolli, destacou que “o que a Farsul está fazendo é modernizar a relação do campo com a polícia e dar mais agilidade no combate ao crime”. Adiantou que, até o fim do ano, haverá a possibilidade de efetuar o registro on-line de ocorrências de furto abigeato.
O chefe de Polícia, delegado Émerson Wendt, explicou que, com a inserção de informações em um ambiente virtual, o trabalho da polícia será mais eficaz no combate ao abigeato: “O policial poderá identificar rapidamente os animais, sem manuseio de livros ou papéis, e assim dar um maior retorno ao produtor rural”. Wendt ainda destacou a importância dessa proposta conjunta como um processo colaborativo de melhoria na área da segurança.
O ato de assinatura do protocolo ocorreu na Expointer e contou, também, com a presença do secretário da Agricultura, Irrigação e Pecuária, Ernani Polo; o deputado federal Afonso Hamm (PP), o deputado estadual Frederico Antunes (PP); e o delegado de polícia João Goulart, diretor do Departamento de Polícia do Interior.
fonte: Folha do Sul
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
15:00
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Principais indicadores do mercado do boi – 01-09-2016
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio
| 31/08/16 | Diferença | |||
| 30/Ago | 24/Ago | 29/Jul/16 | ||
| Boi Gordo – Esalq/BM&F à vista | R$ 148,63 | 0,04% | -0,91% | -3,20% |
| Bezerro – Esalq/BM&F à vista | R$ 1.301,06 | 0,37% | 3,93% | 1,02% |
| Margem bruta na reposição | R$ 1.151,34 | -0,33% | -5,87% | -7,56% |
| Boi Gordo – em dólares | US$ 45,88 | 0,42% | -1,01% | -3,24% |
| Dólar | R$ 3,24 | -0,38% | 0,10% | 0,04% |
| Fonte: Esalq/BM&F, Bacen, elaboração BeefPoint | ||||
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista apresentou alta de 0,04%, nessa quarta-feira (31) sendo cotado a R$ 148,63/@. O indicador a prazo foi cotado em R$ 150,50.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta

O indicador Esalq/BM&F Bezerro apresentou alta de 0,37%, cotado a R$ 1301,06/cabeça nessa quarta-feira (31). A margem bruta na reposição foi de R$ 1151,34 e apresentou baixa de 0,33%.
Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar

Na quarta-feira (31), o dólar apresentou baixa de 0,38% e foi cotado em R$ 3,24. O boi gordo em dólares registrou valorização de 0,42%, sendo cotado a US$ 45,88. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 31/08/16
| Vencimento | Fechamento | Diferença do dia anterior | Contratos em aberto | Contratos negociados | |
| Ago/16 | 149,14 | -0,17 | 2.556 | 512 | |
| Set/16 | 149,60 | -1,28 | 4.031 | 468 | |
| Out/16 | 152,48 | -1,21 | 14.339 | 2.766 | |
| Nov/16 | 153,95 | -1,22 | 2.006 | 255 | |
| Dez/16 | 154,25 | -1,25 | 1.474 | 96 | |
| Jan/17 | 155,45 | -1,26 | 108 | 0 | |
| Fev/17 | 150,99 | -1,20 | 0 | 0 | |
| Mar/17 | 147,71 | -1,22 | 528 | 36 | |
| Abr/17 | 157,54 | -1,29 | 145 | 0 | |
| Indicador de Preço Disponível do Boi Gordo Esalq/BM&F – Estado de SP | Indicador de Preço Disponível do Bezerro Esalq/BM&F – Estado de MS | ||||
| Data | À vista R$/@ | A prazo R$/@ | Data | À vista R$/cabeça | A prazo R$/cabeça |
| 23/08/16 | 147,85 | 149,00 | 23/08/16 | 1252,06 | 1282,24 |
| 24/08/16 | 150,00 | 149,77 | 24/08/16 | 1251,84 | 1273,66 |
| 25/08/16 | 149,61 | 150,37 | 25/08/16 | 1273,06 | 1271,78 |
| 26/08/16 | 149,51 | 149,95 | 26/08/16 | 1264,03 | 1282,94 |
| 29/08/16 | 149,37 | 151,83 | 29/08/16 | 1259,58 | 1283,96 |
| 30/08/16 | 148,57 | 148,45 | 30/08/16 | 1296,29 | 1303,97 |
| 31/08/16 | 148,63 | 150,50 | 31/08/16 | 1301,06 | 1308,75 |
| Fonte: Esalq/BM&F, elaboração BeefPoint. | |||||
O contrato futuro do boi gordo para ago/16 apresentou baixa de R$ 0,17 e foi negociado a R$ 149,14 em relação ao dia anterior.
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para ago/16

Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seção cotações.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
| 31/08/16 | Diferença | |||
| 30/Ago | 24/Ago | 29/Jul/16 | ||
| Traseiro (1×1) | R$ 11,10 | 0,00% | 0,91% | 11,00% |
| Dianteiro (1×1) | R$ 7,50 | 0,00% | -1,32% | -1,32% |
| Ponta Agulha | R$ 7,60 | 0,00% | 0,00% | 0,00% |
| Equiv. Físico | R$ 159,48 | 0,00% | 1,32% | 10,29% |
| Spread Eq. Físico/Esalq | R$ 10,85 | -0,55% | 46,62% | -221,36% |
| Fonte: Boletim Intercarnes, elaboração BeefPoint | ||||
No atacado da carne bovina, o equivalente físico foi fechado a R$ 159,48. O spread (diferença) entre os valores da carne no atacado e do indicador do boi gordo foi de R$ 10,85 e sua variação apresentou baixa de R$ 0,06 no dia. Conforme mostra a tabela acima.
Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico

O Spread é a diferença entre os valores da carne no atacado e do Indicador do boi gordo. Desta forma, um Spread positivo significa que a carne vendida no atacado está com valor superior ao do boi comprado pela indústria, deixando assim esta margem bruta positiva e oferecendo suporte ou potencial de alta para o Indicador, por exemplo.
fonte: BeefPoint
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
17:51
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Assinar:
Postagens (Atom)


