quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

História da Raça: Gado Caracu

História da Raça: Gado Caracu
Gado Caracu: Animal de origem europeia, que permite o cruzamento com as mais diversas raças, obtendo um excelente resultado, esta é uma das principais características do destaque da História da Raça desta semana.
Caracu Fazenda GuaraúnaEste tipo de animal, manso e dócil, é identificado por sua pelagem amarelada, estrutura longilínea, linha de dorso plana, mucosa alaranjada, cascos claros, avermelhados ou rajados.
Em resumo, José Luiz Strapassonsuperintende da ABC Caracu (Associação Brasileira de Criadores de Caracu) destaca as quatro principais qualidades do Caracu: Rusticidade, Longevidade, Habilidade Materna, Docibilidade (temperamento tranquilo).
O Caracu é adaptável ao clima tropical e sub-tropical, o que significa que pode ser criado de Norte a Sul do Brasil.
Este animal resiste ao calor, a endo e ectoparasitas, tem muita facilidade de locomoção, cascos que resistem tanto a solos duros como a solos encharcados, tem muita capacidade de digerir fibras grosseiras e facilidades de parto.
Segundo a ABC Caracu, em regime exclusivo de pasto, o peso médio das vacas está em torno de 550 a 650 quilos, atingindo uma máxima de 750 quilos, sendo que a fêmea consegue produzir até 2,1 mil quilos de leite por lactação, com 5% de gordura, em regime de pasto com pequena suplementação.
Outro destaque das vacas caracu é a alta fertilidade, uma vez que são colocadas para cruzar a partir dos 14/15 meses, podendo gerar bezerros até os 21 anos no máximo, tendo de 11 a 13 partos durante toda a vida.
Já os touros pesam ao redor de 1.000 quilos, podendo chegar a 1.200 kg.
Em relação aos animais de reposição, aos dois anos as novilhas atingem cerca de 400 quilos, existindo alguns animais que chegam a pesar 500 kg. Já os bezerros de um ano atingem uma média de 300 quilos devido à boa habilidade materna das matrizes.
rebanho Caracu é formado de aproximadamente 1 macho para 50 fêmeas em estação de monta normal.Rebanho Caracu - Fazenda Guaraúna
De acordo com entidade, o primeiro passo para criar esta raça é após a compra dos animais, associar a uma entidade local e pedir orientações.
O sistema de criação é extensivo e preferencialmente a pasto, sendo esta uma raça cosmopolita, qualquer produtor em todo o Brasil pode adquirir raças Caracu.
Dependendo da alimentação, o animal rende entre 52% e 54% equivalente carcaça.

FONTE: RURAL CENTRO

Boi: Demanda não aquece como esperado

Neste início de dezembro, a demanda por carne bovina não aqueceu conforme o esperado por agentes colaboradores do Cepea. Após quase duas semanas de queda, a carcaça casada de boi no atacado da Grande SP até apresentou algumas recuperações nos últimos dias, mas ainda tímidas. Já quanto ao boi gordo, tomando-se como referência o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, que representa o mercado paulista, mantém-se em queda há quase duas semanas. Entre 30 de novembro e 7 de dezembro, o Indicador caiu 1,65%, fechando a R$ 102,88 nessa quarta-feira, 7.
Fonte: Cepea

Confira a entrevista com Caio Junqueira - Cross Investimentos sodre o mercado do Boi Gordo

Boi Gordo: Pressão de baixa continua forte. Atacado não consegue reagir diante do consumo lento no varejo. Em São Paulo, maior parte dos negócios já ocorre abaixo dos R$ 100/@, à vista.



FONTE: NOTICAS AGRICOLAS

Marfrig e Sadia: negócio fechado



A Marfrig e a BRFoods/Sadia fecharam nesta madrugada uma permuta que vai balançar o setor de carnes e alimjentos. A BRFoods cederá à Marfrig todas as marcas e fábricas que o Cade a obrigou vender, depois que houve a fusão com a Perdigão.
A Marfrig cederá parte dos ativos da Quickfood – empresa do grupo instalada na Argentina, incluindo a marca Paty, líder do mercado de hambúrgueres naquele país -, granjas de suínos no Mato Grosso e fará um pagamento de 200 milhões de reais em até seis anos.
No pacote que a BRF está se desfazendo estão incluídas as marcas Rezende, Wilson, Texas, Tekitos, Patitas, Escolha Saudável, Light Ellegant, Fiesta, Freski, Confiança; Doriana e Delicata.
A Marfrig leva também oito centros de distribuição em cinco estados, dois abatedouros de frangos,, um de suíno, seis unidades processadoras, equipamentos, imóveis e os funcionários.
Surpreendentemente, ao contrário de todos os últimos negócios do setor, este não tem dinheiro do BNDES envolvido.
O negócio será anunciado ainda hoje. Aliás, Marcos Molina, controlador da Marfrig e Wilson Melo no lugar dele, diretor de assuntos corporativos da BRF, se reúnem hoje com o Cade, em Brasília, para comunicar o fechamento do negócio.
Por Lauro Jardim
FONTE: VEJA

Pará exporta mais bovinos vivos

Os resultados das exportações paraenses de gado em pé para engorda em novembro foram superiores aos de outubro


Em novembro, as exportações de bovinos vivos do Pará aumentaram. O estado faturou US$45,18 milhões, valor 19,5% maior que em outubro.
Foram embarcadas 39.500 cabeças, 17,8% mais que no mês anterior. O preço médio subiu 1,3%, ficando em US$1.151,00 por cabeça.
O faturamento total do Brasil, que neste mês iguala os resultados do Pará, foi de US$45,18 milhões, valor 0,16% menor do que o faturamento total de outubro, que considerou também os resultados do Rio Grande do Sul.
Atualmente, os dois estados são os únicos exportadores de bovinos vivos para engorda do país. Em novembro, o Rio Grande do Sul não exportou gado em pé.

O faturamento paraense está 10,1% inferior quando comparado com novembro de 2010. O número de animais exportados caiu 19,3%, ao contrário do preço médio por cabeça, que aumentou 11,3%.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

JBS-Friboi fechará 2011 com equilíbrio

A JBS/Friboi deve fechar o ano com equilíbrio na receita devido a melhora do mercado brasileiro e a ligeira desvalorização do dólar, que garantiu maior competitividade das carnes nacionais no exterior. A avaliação é do membro do conselho consultivo da empresa, José Batista Júnior, que foi homenageado como a "Personalidade de Visão Global" pela Associação dos Dirigentes de Vendas de Marketing do Brasil (ADVB), durante esta semana.
Para Júnior, o ano de 2011 foi bom para a JBS. "Consolidamos nossas aquisições [compras e incorporações] de anos anteriores e conseguimos colocar nossa receita dentro do esperado, apesar de problemas tanto no Brasil como nos Estados Unidos, onde temos grande parte de nossa operação", disse Júnior ao DCI.
Segundo o executivo, o grande problema nos Estados Unidos foi a elevação no preço do milho. "Isso afetou principalmente a produção de frangos, que têm no grão a base de sua alimentação", disse. Já no Brasil, a crítica fica com a cotação do dólar. "A supervalorização do real frente a moeda americana atinge em cheio a nossa competitividade no mercado internacional. Tanto que, quando o governo decidiu por uma desvalorização pequena, o resultado positivo veio imediatamente. Se a política de câmbio nossa seguisse nessa trilha, nossas exportações cresceriam muito."
Júnior lembra que o foco principal da JBS é a exportação. "Temos uma estrutura e um quadro funcional de alto custo o que remete nossa atuação para o mercado externo", explica. Mas este ano, segundo o executivo, o mercado interno teve um peso significativo reduzindo a pressão na redução das exportações.
Para Júnior, a JBS fechará o ano em equilíbrio. Para ele, o terceiro trimestre será melhor que os demais. A empresa encerrou o terceiro trimestre de 2011 com uma receita líquida de R$ 15,6 bilhões, desempenho 10,6% superior ao mesmo período do ano passado. Em moeda local, todas as unidades de negócio da companhia registraram crescimento superior a dois dígitos em relação ao mesmo período ano anterior. As vendas de carne de frango da JBS USA totalizaram US$ 1,9 bilhão e avançaram 10%. Já as divisões de suínos e bovinos (incluindo a Austrália), também da subsidiária americana, tiveram faturamento de US$ 867,1 milhões e US$ 4,2 bilhões, com crescimento de 12,3% e 25,4%. No caso do Mercosul, as vendas foram 11,9% maiores e atingiram R$ 3,9 bilhões no terceiro trimestre.
2012 - Para o ano que vem, Júnior acredita que o mercado internacional de carnes continuará aquecido e com preços elevados. "Se a crise persistir ou até mesmo piorar, a tendência é que as pessoas cortem coisas supérfluas, mas não a alimentação", calcula. "A demanda por alimentos é crescente e isso deve permanecer. Mas, na hipótese de haver uma queda na procura teremos redução nos preços mas os volumes continuarão em alta."
O executivo lembra também que a economia dos EUA tem apresentado melhoras neste final de ano. E, na sua opinião, deve evoluir ainda mais no próximo ano. "Os sinais são de que os americanos vão avançar na recuperação econômica e isso irá refletir nos resultados da JBS", acredita.
Já a Ásia, embora reconheça ser um mercado promissor, não é o foco da JBS, de acordo com Júnior. "Nosso foco é quem tem melhor rentabilidade", disse. "A Ásia, sem dúvida, é um grande mercado, mas como não tem uma cultura de consumo de carne, os preços pagos são menores. Ao contrário da Europa e da Rússia, que têm a melhor remuneração."
Com relação aos russos, Júnior garante que não houve surpresa. "A política russa é de conveniência e sempre foi assim", afirma. "O fato de um ou outro frigorífico nosso ser barrado nunca foi problema, pois temos outras plantas que são autorizadas a exportar para o país e continuamos embarcando normalmente."
Novo presidente - A JBS informou ontem a nomeação de José Augusto de Carvalho Júnior como novo presidente das operações da empresa no Mercosul. Ontem mesmo ele assumiu o cargo. O novo presidente da companhia no cone sul do continente americano está na empresa há seis anos e ocupava a presidência da Piligrim's Pride, no México, antes de assumir a nova posição. Carvalho é formado pelo Instituto Militar de Engenharia e tem uma experiência de 15 anos em empresas do setor petroquímico, como Shell e Esso, além de cinco anos no setor de siderurgia, como a CSN.
"A nova presidência é mais um passo importante no contínuo processo de profissionalização da JBS e trará uma oportunidade para que a companhia siga com o objetivo de obter ganhos de sinergias e aumentar sua eficiência, oferecendo assim melhores resultados para seus acionista", afirmou a empresa em uma nota.

FONTE: AVICULTURA INDUSTRIAL

Oriente Médio segue como o principal destino da carne bovina brasileira




Em novembro, grupo de países da região importou 23,47 mil toneladas equivalente carcaça do Brasil




PORTAL DO AGRONEGÓCIO

O Oriente Médio foi, em novembro, o principal destino da carne bovina brasileira, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O grupo de países foi o destino de 23,47 mil toneladas equivalente carcaça (tec).
Quase não houve mudanças na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 23,34 mil tec. Entretanto, houve aumento de 10,29% em comparação com outubro último, quando foram exportadas 21,28 mil tec.
Apesar da estabilidade, o faturamento aumentou. Em novembro deste ano, a receita foi de US$86,05 milhões ante US$84,49 milhões em igual período do ano passado.
No acumulado do ano, foram embarcadas 285,04 mil tec. Já de janeiro a novembro de 2010, as exportações somaram 379,48 mil tec, queda de 24,88% em 2011.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Confira a entrevista com Lygia Pimentel - Consultora de Mercado sobre o mercado do Boi Gordo

Boi Gordo: semana de pressão negativa continua. Consumo do início de mês sustentou preços, mas não refletiu em alta para a arroba. Diminuição no poder de compra do consumidor diminui demanda aquecida de dezembro. Mercado desaquecido permanece no curto prazo, na expectativa da entrada em volume de bois de pasto em janeiro.


FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS

Frigoríficos mantêm a pressão

Os frigoríficos pressionam por preços menores. Porém, nos valores mais baixos os negócios não fluem.

Em São Paulo, segundo levantamento da Scot Consultoria, há ofertas de compra de até R$98,00/@ à vista, livre de imposto, R$4,00/@ abaixo da referência do levantamento de ontem (6/12).

Algumas indústrias relataram melhores compras ontem, mas, de maneira geral, o mercado está travado. As escalas médias de abate em São Paulo atendem quatro dias.

No mercado atacadista de carne bovina com osso, apesar do volume de negócios ainda reduzido, os vendedores já se posicionam com preços mais altos.

A expectativa é que nos próximos dias as vendas evoluam. Ainda no fechamento de ontem, o boi casado de animais castrados ficou cotado em R$6,64/kg, equivalente a uma carcaça de R$99,60/@.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Uruguai: busca por mercados de exportação de carne bovina

Hoje, os exportadores uruguaios e os importadores russos estão no meio de uma guerra de preços, porque sabem que não há cota (a de 2011 já se expirou) e, além disso, não há carne. Isso porque o Uruguai fechará o ano com os abates mais baixos dos últimos anos. Com a escassez de gado, esse ano serão abatidos cerca de 2,2 milhões de bovinos.

Segundo gerente da empresa exportadora de carnes e outros alimentos do Uruguai, Mirasco Internacional, Samy Ragi, a cota nova (ano de 2012) será conhecida após 10 de janeiro. Em 2011, os países que formam a Federação Rússia conseguiram se manter como os principais mercados para a carne bovina uruguaia e os miúdos.

Segundo dados do Instituto Nacional de Carnes do Uruguai (INAC), até 26 de novembro, o país exportou à Rússia 103.425 toneladas peso carcaça, quando no mesmo período de 2010, tinham sido exportados 107.896 toneladas.

Por outro lado, o operador valorizou a possibilidade de que o Centro de Divulgação do Islã para a América Latina (Cedial), organismo com sede no Brasil, comece a certificar abates Halal. O Uruguai teve autorização expirada do ritual em vários centros islâmicos que não estavam habilitados para terceiros países.

A solução desse problema permitirá aos frigoríficos uruguaios chegar a mercados como Malásia e outros nichos que somam valor, mas que requerem controles estritos sobre os alimentos que compram e sobre o ritual de abate. "A nova certificadora ajudará bastante. O Cedial é a certificadora mais importante do Brasil e conta com um grande respeito".

Fonte: site El País Digital, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

BOI GORDO: Frigoríficos continuam com pressão por preços menores

Os frigoríficos pressionam por preços menores. Porém, nos valores mais baixos os negócios não fluem.

Em São Paulo existem ofertas de compra de até R$98,00/@, R$4,00/@ abaixo da referência.

Algumas indústrias relataram melhores compras hoje, mas, de maneira geral, o mercado está travado.

As escalas médias de abate em São Paulo atendem quatro dias.

No mercado atacadista de carne bovina com osso, apesar do volume de negócios ainda bem reduzido, os vendedores já se posicionam com preços mais altos.

A expectativa é que nos próximos dias as vendas evoluam. Este fato, somado ao mercado enxuto, deve propiciar altas, ainda que graduais, no curto prazo.

O boi casado de animais castrados está cotado em R$6,64/kg, equivalente a uma carcaça de R$99,60/@.

Fonte: Scot Consultoria

PREÇOS DE BOI GORDO E VACA GORDA PARA CARNE A RENDIMENTO



REGIÃO DE PELOTAS
*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 06.12.2011

BOI: R$ 6,30 a R$ 6,60
VACA: R$ 6,10 a R$ 6,30

PRAZO: 30 DIAS



FONTE: PESQUISA REALIZADA

PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO/KG VIVO






EM 06.12.2011
REGIÃO DE PELOTAS

KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 3,15 A R$ 3,30
VACA GORDA: R$ 2,75 A R$ 2,95



FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br



PREÇOS MÉDIOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO



EM 06.12.2011  REGIÃO DE PELOTAS

TERNEIROS R$ 3,50 A R$ 3,60
TERNEIRAS R$ 3,10 A R$ 3,20
NOVILHOS R$ 3,20 A R$ 3,30
NOVILHAS R$ 3,00 A R$ 3,20
BOI MAGRO R$ 3,00 A R$ 3,20
VACA DE INVERNAR R$ 2,50 A R$ 2,60

*GADO PESADO NA FAZENDA

FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br


Confira a entrevista com André Criveli - Operador de Mercado da InterBolsa sobre o mercado do Boi Gordo

Boi Gordo: queda de 60% nas exportações para Rússia colabora para pressão baixista do mercado, mas demanda desaquecida por carne bovina ainda é principal motivo de baixa. Frigoríficos estão abastecidos e esperam escoar produto na segunda quinzena do mês, quando expectativa do consumo pode melhorar.



FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS

Principais indicadores do mercado do boi - 06/12/11

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio



O indicador Esalq/BM&F Bovespa boi gordo a vista teve desvalorização de 0,10% nessa segunda-feira (05), sendo cotado a R$104,10/@.

Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta



O indicador Esalq BM&F Bezerro permaneceu estável a R$716,47/cabeça nesta segunda-feira (05). A margem bruta na reposição foi de R$1001,18 com desvalorização de 0,16%.

Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar



Na segunda-feira (05), o dólar foi cotado em R$1,78 com desvalorização de 0,07%. O boi gordo em dólares teve desvalorização de 0,02% sendo cotado a US$58,41. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 01/11/11



O contrato do boi gordo para janeiro/2012 foi negociado a R$99,56 com alta de R$0,32.

Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para Janeiro/12



Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seçãocotações.

No atacado da carne bovina, o equivalente físico se manteve constante. O spread entre o índice do boi gordo e equivalente físico foi de R$4,67, com baixa de R$0,10 no dia. Confira a tabela abaixo.

Tabela 3. Atacado da carne bovina



Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico

FONTE: BEEFPOINT

MT: custo do confinamento é 19,8% maior que em 2010

Preços da semana

A média da arroba do boi gordo para esta semana foi cotado a R$ 90,53, uma queda de 2,59% frente ao preço da semana anterior. Já a vaca gorda, com recuo de R$ 1,73 em seu preço, terminou com a arroba cotada a R$ 83,23, variação negativa de 2,03%.

Noroeste: com a arroba do boi gordo à vista cotada na semana anterior a R$ 92,98, hoje a mesma arroba se encontra com uma precificação 3,59% menor, R$ 89,65.

Norte: registrando uma queda acumulada em R$ 1,94 na arroba do boi gordo, a média da região foi de R$ 91,59, recuo de 2,07% frente aos R$ 93,52 da arroba da semana anterior.

Nordeste: registrando a maior variação entre os preços do mercado do boi gordo, na parte nordeste do estado a arroba é comprada a R$ 89,34, queda de 3,69% em comparação à última média.

Médio-Norte: esta porção do Estado registrou queda de 3,02% no preço da arroba, finalizando a semana a R$ 90,79. Queda de R$ 2,82 em seu preço médio.

Oeste: esta região obteve a menor variação de média semanal do Estado em relação à semana anterior, 1,72%. A arroba do boi gordo à vista hoje é comprada a R$ 90,03, enquanto que a semana passada, a arroba foi cotada a R$ 91,61.

Centro-Sul: a arroba do boi gordo na região centro-sul registrou baixa de 1,90% em seu preço. Hoje a arroba é cotada a R$ 91,25, acumulando uma queda de R$ 1,76 em seu preço em relação à média semanal anterior, quando registrou média de R$ 93,01.

Sudeste: com média semanal de R$ 91,28 na arroba do boi gordo à vista, o mercado acumula queda de 2,57% frente à média da semana anterior, quando a arroba do boi foi cotada a R$ 93,68. Houve negócios, na terça-feira, de R$ 92,00 na arroba do boi gordo.



Reposição

Como se pode observar no gráfico, o preço médio do boi magro em Mato Grosso acumulou valorização de 26,9% entre janeiro e novembro de 2010. Essa alta foi reflexo do movimento do mercado do boi gordo, que acumulou forte alta de 47,1% no mesmo período.

No entanto, apesar da maior valorização por parte do preço pago na arroba do boi gordo, este, após o pico de novembro, passou a trabalhar em menores patamares, diferentemente do mercado para o animal de reposição.

O boi magro continuou em alta, devido à grande alta procura pelo animal, fazendo com que sua cotação ficasse acima dos R$ 1.050/cabeça ao longo do ano de 2011. Deste modo, enquanto a média da arroba do boi gordo em novembro foi cotada a R$ 91,71, a cabeça do boi magro foi negociada a R$ 1.102,31.



Custo de produção

Segundo levantamento realizado pelo Imea, com relação ao custo médio para o confinamento no Estado de Mato Grosso, observou-se em 2011 uma elevação do custo operacional total (COT) de 19,8%, em relação ao calculado para o ano de 2010.

Este aumento foi influenciado, principalmente, pela alta com os custos da alimentação, e com a compra do gado magro.

Somente o custeio com alimentação sofreu um reajuste de 51%, passando de R$ 2,00 para R$ 3,02/cab./dia, resultando em um aumento de R$ 1,02/cab./dia. O custo para a aquisição do animal registrou alta de 14,8%, resultando em um aumento absoluto de R$ 1,18/cab./dia.

Com isso, o custo médio da diária em confinamento, em que se exclui o custo com a compra do boi magro, sofreu um aumento de 31,5%, passando de R$ 3,41/cab./dia em 2010 para R$ 4,48/cab./dia neste ano.



Fonte: IMEA, adaptada pela Equipe BeefPoint.

CNA 60 ANOS

Para marcar as comemorações de 60 anos dedicados aos produtores rurais e ao Brasil, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil lança novo vídeo institucional.
O potencial e a força do campo brasileiro na economia do País e do mundo. Trabalho de homens e mulheres de todos os cantos do Brasil que produzem em 27,7% do território brasileiro e preservam 61% com vegetação nativa. 
Assista ao vídeo:
Assessoria de Comunicação da CNA
(61) 2109-1382
www.canaldoprodutor.com.br 

Demanda tem gerado pressão de baixa no mercado do boi gordo

O mercado do boi gordo teve poucos negócios nesta segunda-feira.

Em São Paulo as escalas de abate atendem cerca de quatro dias.

Boa parte dos frigoríficos começou a semana fora das compras, à espera de uma definição melhor do mercado.

Segundo levantamento da Scot Consultoria, o preço referência está em R$102,50/@, à vista, livre de imposto. As ofertas de compra variam bastante.

Veja na figura 1 a evolução dos preços do boi gordo desde o início do ano.




Comparando com os valores de um mês atrás, a cotação vigente é 2,5% maior.

Em relação ao início do ano o preço atual é 0,5% maior, considerando valores nominais.

No mercado atacadista de carne com osso os preços estão estáveis, mas a demanda não tem correspondido às expectativas para o início de mês.

Os abates estão em ritmo lento, o que pode colaborar com o cenário no mercado atacadista, devido à diminuição da oferta.
FONTE: SCOT CONSULTORIA

Minerva vê mercado em crescimento em 2012

O Minerva, que deve fechar o ano com receita entre R$ 4 bilhões e R$ 4,2 bilhões - cerca de 15% acima de 2010 -, espera que a demanda continue crescente no mercado interno em 2012. "O mercado doméstico deve ser pujante no próximo ano", disse Fernando Galetti de Queiroz, diretor-presidente do Minerva.

Além da expectativa de demanda doméstica firme, a empresa também aposta em um mercado externo aquecido em 2012, apesar da crise no continente europeu. A demanda pela carne bovina brasileira deve seguir firme nos países em desenvolvimento, como os do Oriente Médio, Leste Europeu e Extremo Oriente, avalia Queiroz. "Está se estreitando o 'gap' de consumo entre os países desenvolvidos e os em desenvolvimento", observou ontem durante almoço de fim de ano com jornalistas.

Até o terceiro trimestre deste ano, o mercado doméstico respondeu por 46% da receita do Minerva e as exportações, por 54%.

Segundo Queiroz, a demanda deve continuar aumentando num momento em que a oferta de bovinos para abate começa a se normalizar no Brasil e segue em queda nos EUA e Europa. "Neste ano, nasceram 50 milhões de bezerros no Brasil. Estamos num ciclo favorável enquanto os concorrentes estão em ciclo desfavorável".

Questionado sobre possíveis aquisições, o presidente do Minerva disse que o foco da empresa é "seguir no crescimento orgânico" em busca de desalavancagem. "Não vamos adquirir alavancando a empresa", completou.

De acordo com ele, a desalavancagem virá por meio de geração de caixa. Além disso, a empresa vai manter, em 2012, o montante de investimentos previstos para este ano, na casa dos R$ 20 milhões a R$ 25 milhões por trimestre, basicamente para manutenção, segundo Edison Ticle, diretor financeiro do Minerva.

No fim do terceiro trimestre, quando a empresa lucrou R$ 15,5 milhões, a alavancagem (medida pela relação entre a dívida líquida e o Ebitda) ficou em 3,88 vezes.

Diante de um cenário financeiro internacional turbulento, Ticle disse que a empresa não tem planos para novas emissões de dívida. "Mas se [o mercado de dívida] abrir, vamos olhar oportunidades de alongar prazo e reduzir custos", afirmou.

Queiroz minimizou eventual interesse no bloco de ativos que a BRF - Brasil Foods colocou à venda, condição imposta pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para aprovar a fusão entre Perdigão e Sadia. O presidente do Minerva afirmou que "não é parte da estratégia do Minerva estar em abate de aves e suínos". Ele admitiu que a BRF tem ativos de distribuição " interessantes". Mas como o Cade definiu que a venda deve ser feita em bloco, Queiroz descartou o negócio. "Em cenário de venda em bloco, não temos interesse".

Valor Econômico

Governo assina programa de desenvolvimento da pecuária catarinense

Com o intuito de valorizar a vocação econômica de Santa Catarina, em especial da região serrana, o governador Raimundo Colombo participou, nesta segunda-feira (5), da apresentação e da assinatura de convênios do Programa de Desenvolvimento da Pecuária de Corte Catarinense. O evento foi realizado no Sindicato Rural de Lages.

Na solenidade, o secretário-adjunto da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, informou como vai funcionar o programa que visa o desenvolvimento da pecuária de corte por meio de investimentos. Os incentivos serão usados na melhora dos indicadores técnicos que tratam do aumento da taxa de natalidade de terneiros, melhorias genéticas, redução da idade de abate e melhora da produtividade com eficiência na utilização dos campos nativos.

Atualmente, a região serrana possui cerca de 80 mil terneiros e, com o novo programa, a expectativa é chegar, em 2014, com 140 mil cabeças. De acordo com dados apresentados pela Secretaria da Agricultura, Santa Catarina importa 40% da carne bovina consumida no Estado e apresenta expectativas positivas também no mercado internacional. "O programa vai ajudar na renda do pecuarista e, por sua vez, na dinamização da economia regional. Com a economia aquecida, geram-se mais empregos e a região se dinamiza", afirma o governador.

O Programa funcionará com concessão de bônus para pagamento de juros previstos para as operações de crédito do Programa para Agricultura de Baixo Carbono (ABC). Os agricultores poderão financiar até R$ 1 milhão para ser pago em até oito anos, com três anos de carência. A Secretaria da Agricultura subvenciona os juros quando o valor não ultrapassar R$ 80 mil.
“O Programa funcionará nos moldes do Juro Zero, o agricultor financia e nós pagamos os juros dos empréstimos”, ressalta o secretário-adjunto. O Banco do Brasil disponibilizou R$ 65 milhões para execução do Programa que deve atender 1,5 mil produtores rurais.

Convênios

Na apresentação, também foram assinados convênios com a Universidade do Estado de Santa Catarina - Udesc, no valor total de R$ 800 mil, para o desenvolvimento de pesquisas na pecuária de corte e de leite. Os convênios também contemplam o aproveitamento de dejetos suínos para a compostagem na cultura de árvores frutíferas.

Os parceiros no Programa de Desenvolvimento da Pecuária de Corte Catarinense são: Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Epagri), Banco do Brasil, Secretaria Executiva de Assuntos Estratégicos, Secretaria de Estado da Fazenda e Fundação de Amparo a Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc).
FONTE: www.adjorisc.com.br

Presidente do frigorífico Minerva diz que guerra fiscal entre indústria e governo de SP pode acabar em 2011

As negociações entre frigoríficos e o governo do Estado de São Paulo sobre a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) podem ter uma solução ainda em 2011. Esta é a expectativa do diretor e presidente do frigorífico Minerva, Fernando Galletti de Queiroz.

– A guerra fiscal é ruim para o produtor, para a indústria e para o setor produtivo como um todo. Estão acontecendo conversas. Estão seguindo, andando bem e acreditamos que vai ter uma solução positiva para todos – afirma.

Ele aponta que a indústria de carne bovina vive um momento favorável e prevê que a empresa deve encerrar o ano com uma receita líquida entre R$ 4 bilhões e R$ 4,2 bilhões. Nos 12 meses até setembro, o montante era de R$ 3,750 bilhões.

– É só fazermos a conta: a companhia vem crescendo 15% em receita. No último trimestre, que geralmente é mais aquecido em termos de vendas, é crescer esse porcentual mais a inflação do período. No geral, estamos ganhando participação de mercado tanto interno quanto externo – diz.

Para 2012, os planos do Minerva para o exterior focam os países emergentes, principalmente no Leste europeu, África e Oriente Médio. Porém, a aposta maior é no mercado interno, que deve ter um forte aumento na demanda. A ideia é aumentar a distribuição para o pequeno e médio varejo e atuar mais no Nordeste do Brasil.

– Os países em desenvolvimento têm tido um aumento de renda e isso se traduz em maior demanda por proteínas de carne bovina. No mercado interno, nós vemos também uma dinâmica positiva, com o Brasil evoluindo, com as classes C e D consumindo mais. E a carne bovina é um produto que está no topo da lista de prioridades do consumidor no país – aponta.

Ao final de setembro, a composição da receita líquida era 46% oriunda de mercado interno e 54% de exportações.

– Como no final de ano a demanda doméstica é mais forte, devemos aumentar essa participação de dois a três pontos porcentuais – explica.

Para o ano que vem, o objetivo é ter um equilíbrio de receita: 50% oriunda de cada mercado. Com relação a preços no mercado interno, no quarto trimestre e para o início do ano que vem, Queiroz afirmou que não terá surpresa.

– A tendência no final do ano é aumentar um pouco por conta de demanda, mas no início do ano que vem, arrefece. Essa variação, geralmente, é de 5% tanto para cima quanto para baixo, devido às sazonalidades. No geral, vamos ter um quarto trimestre bem mais positivo do que o mesmo período do ano passado – declara.

Aquisições

O presidente do Minerva garante que os planos de expansão desconsideram aquisições, pelo menos, por enquanto. Atualmente, a empresa tem 10 plantas de abate e uma de processamento. Segundo Queiroz, a estratégia envolve apenas o crescimento orgânico com o objetivo de reduzir o endividamento calculado em R$ 2 bilhões.

Questionado sobre uma eventual compra de ativos da BRF-Brasil Foods (empresa resultante da fusão entre Sadia e Perdigão, obrigada pelo governo a vender parte do patrimônio), Queiroz diz que não faz parte da estratégia entrar no ramo de abates de aves e suínos. Revela, porém, que a área de distribuição desperta interesse. O problema é o modelo de venda de ativos em bloco, definido pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

– Os ativos de distribuição são interessantes, mas não há sinal de venda independente. A estratégia é venda em bloco e, nessa situação, não há interesse. Se houver mudança, vamos avaliar – aponta.

Fonte: Canal Rural e Agência Estado

COTAÇÕES

Carne Pampa

PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 06/12/2011
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 05/12/2011 - PRAÇA RS


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MACHOSPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 6,60R$ 6,51
KG VivoR$ 3,30R$ 3,26
FÊMEASPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 6,25R$ 6,17
KG VivoR$ 2,97R$ 2,93
** Programa - Indicador Esalq/Cepea MaxP L(6)
*** H & B - Indicador Esalq/Cepea Prz L(4)
PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA
FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Confira a entrevista com Hyberville Neto - Scot Consultoria sobre o mercado do boi gordo

Boi Gordo: consumo mais lento continua pressionando o mercado. Atacado tenta enxugar os estoques para dar ritmo aos abates. Aumento gradativo da oferta ao longo de dezembro, somado à demanda desaquecida deve permanecer na primeira quinzena do mês.





fonte: noticias agricolas

Não há concorrência relevante para o Brasil em carnes, segundo o Minerva

Frigorífico diz não ter interesse nos ativos da BRF

minerva-unidade

Minerva: expectativa de receita para o ano fica entre 4 bilhões de reais e 4,2 bilhões de reais.

São Paulo- Para o frigorífico Minerva, o Brasil vive um momento favorável e os concorrentes internacionais um período desfavorável. O frigorífico espera um mercado interno pujante em 2012 e um mercado externo enfrentado dificuldades - enquanto o rebanho no Brasil seguirá aumentando. "não há concorrência importante para o Brasil", disse Fernando Galletti de Queiroz, CEO do Minerva.

O Brasil é um dos únicos países do mundo que terá aumento de rebanho no próximo ano, segundo o CEO. A estimativa para 2011 é de produzir 50 milhões de bezerros. "O mundo tem demanda crescente e nossa posição é única", disse.

"Vemos um estreitamento no intervalo entre o consumo de países desenvolvidos e subdesenvolvidos", disse o CEO. O executivo destacou, no exterior, o Oriente Médio, o leste Europeu e o extremo oriente, como um bloco importante em 2011.

No próximo ano o frigorífico vai manter seu foco no mercado interno e no crescimento orgânico. O aumento do salário mínimo deve gerar um impacto positivo, segundo o CEO. A expectativa de receita para o ano está entre 4 bilhões de reais e 4,2 bilhões de reais. O Minerva acredita que a taxa de ocupação das plantas será de 80% no final desse ano e afirma que vem ganhando participação no mercado – enquanto empresas “mais informais” vem perdendo.

Dólar

O câmbio forte em 2011 foi importante para o crescimento no mercado interno, segundo o CEO. A expectativa do CFO do Minerva, Edison Ticle, é que o dólar mantenha-se no intervalo entre 1,65 real e 1,90 real no próximo ano. “Para nós, o problema é a falta de previsibilidade”, disse Ticle.

BFR

A empresa não tem interesse nos ativos da BRF, segundo o CEO, por não ter interesse em abate de frango e suínos. Galletti vê, no entanto, ativos interessantes em distribuição, mas, a ideia da BRF é vender os ativos para uma mesma empresa.

Guerra fiscal

O sindicato do setor mantém conversas com o governo do estado de São Paulo sobre os impostos na região, segundo o CEO. Um acordo pode ser anunciado ainda em 2011. “Guerra fiscal é um problema que o Brasil tem e é grande no nosso setor, especialmente em quem opera em São Paulo”, disse Galletti. O Minerva possui duas plantas de abate e uma de processamento no estado. Outras empresas também já reclamaram da falta de incentivos em São Paulo.

FONTE: EXAME.com