sexta-feira, 19 de julho de 2013

Una misma región, una misma tendencia


El precio del gordo se afirmó en Uruguay. Es la primera semana luego de tres meses en los que logra una recuperación. La última había sido en la segunda semana de abril, cuando —de acuerdo a las referencias de FAXCARNE— alcanzó los US$ 3,85 el kilo carcasa. Cayó a un piso de US$ 3,50 a mediados de junio y esta semana termina con varios negocios a US$ 3,55 y algunos —todavía esporádicos— a US$ 3,60.
No es coincidencia que en la región esté sucediendo lo mismo, aunque llama la atención el tan fino paralelismo. Al igual que en Uruguay, el índice del Novillo Mercosur que elabora FAXCARNE —pondera el precio del novillo en las principales regiones exportadoras del bloque— subió esta semana, algo que no sucedía desde la segunda semana de abril, tres meses atrás.
Pero las coincidencias no terminan allí. La baja en Uruguay hasta la semana pasada fue de 9,1%, una caída de US$ 35 centavos. El Índice Mercosur bajó en el mismo lapso US$ 31 centavos, de US$ 3,34 en abril a US$ 3,03 la semana pasada. La diferencia también es de 9,1%.
Es razonable que en una misma región, que vuelca sus excedentes al mercado internacional, los precios tengan tendencias similares. Pero la similitud es realmente llamativa.
La demanda interna intentó llevar los precios del gordo a valores cercanos a los de sus principales competidores. Pero no lo logró, ya que en éstos las bajas fueron de similares proporciones.
A pesar de eso, la muy fuerte caída de la oferta equilibró el mercado y los precios arrancan la segunda quincena de julio con tono firme.
fonte: Tardaguila Agromercados

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Indonésia planeja importar mais gado; cita "situação de emergência"

 A Indonésia permitirá um aumento nas importações de gado vivo a partir deste mês, disseram representantes do governo nesta quarta-feira, com a meta de cobrir um potencial déficit e estabilizar os preços domésticos da carne bovina.

Os detalhes das novas importações, o que poderia dar um impulso para fornecedores australianos, serão anunciados na quinta-feira e atenderão "qualquer que seja a necessidade do mercado", disseram representantes dos ministérios da Agricultura e do Comércio em conferência com a imprensa sobre segurança alimentar em Jacarta.

"Para aumentar a oferta teremos de importar gado pronto para o abate para qualquer que seja a necessidade do mercado porque esta é uma situação de emergência", disse o ministro da Agricultura indonésio Suswono. "A carne bovina começará a entrar no mercado a partir deste mês."

O Ministério do Comércio decidirá quais os importadores terão permissão para comprar o gado, ele acrescentou.

As cotas de importação de carne bovina em 2013 foram fixadas em 32 mil toneladas, das quais aproximadamente 20 por cento são de cortes mais nobres. E a cota para importar animais é de 267 mil cabeças de gado.

No mês passado, a Indonésia relaxou as restrições em algumas importações para conter os preços da carne bovina e evitar déficits durante o período do Ramadã, quando a demanda aumenta.

O ministro do Comércio Gita Wirjawan disse na semana passada que a Indonésia poderá sofrer um déficit de oferta no quarto trimestre deste ano e poderá ter de emitir cotas extras de importação.

(Reportagem de Yayat Supriatna)
Reuters
fonte: swissinfo.ch

AVISO METEOROLÓGICO 18/07/2012


  GEADA, NEVE, TEMPORAIS, CICLONE, AGITAÇÃO MARÍTIMA E TEMPERATURAS NEGATIVAS
GEADA, NEVE, TEMPORAIS, CICLONE, AGITAÇÃO MARÍTIMA E TEMPERATURAS NEGATIVAS

Por Glauco Freitas - Meteorologista Irga/Fepagro
Todos estes fenômenos meteorológicos devem acontecer nos próximos sete dias.  Nesta quinta-feira (18/07) o avanço de uma frente fria deverá provocar chuva na maioria das regiões começando pela Campanha e Litoral Sul. No centro até o Norte pode haver temporais, com rajadas de 70km/h. Na sexta-feira (19/07), sábado (20/07) , Domingo (21/07) e segunda-feira (22/07) as instabilidades ainda devem ocorrer no Leste e no Norte.
Os mapas e a análise do comportamento da atmosfera mostram que está massa de ar polar que deverá atingir o Estado está entre as mais fortes dos últimos anos. Este ar frio começa ingressar no domingo (21/07) quando as máximas ficam entorno dos 10°C e 13°c. Mas é a partir da segunda-feira (22/07) até quinta-feira (25/07), que as temperaturas ficam negativas principalmente nas regiões próximas a Santa Catarina, onde também podem ter registro de geada negra.  Nas demais regiões o frio e a geada também se farão presentes e junto com o vento sul a sensação térmica será de mais frio. Também poderemos ter ocorrência de neve. Isto porque vários mecanismos para ocorrência deste fenômeno meteorológico começam a se fazer presente no decorrer do domingo (21/07) e também na segunda-feira (22/07).  Porém, todos os mecanismos que provocam a neve têm que interagir ao mesmo tempo, se um não ocorrer não terá neve.
Na segunda-feira, um Ciclone Extratropical, junto à costa com seu centro em alto-mar que poderá provocar vento constante com intensidade próximas dos 80 km/h, principalmente no Litoral Sul e parte da Campanha. No restante da faixa litorânea e também da região metropolitana as rajadas de vento serão menores. Este sistema se afastará do Estado, mas deixando o mar revolto. Depois o frio intenso e tempo seco predominam no Rio Grande do Sul.


VACAS DE INVERNAR A VENDA

VACAS DE INVERNAR
Lote: 0175
Quantidade: 35
Peso Médio: 390
Sexo: Fêmeas
Tipo idade: Anos
Idade: 4/6
Raça: Cruza Angus
Animal: Vacas de Invernar
Valor: R$ 2,90
Cidade: Rio Grande
Estado: RS
País: Brasil
Observação: EXCELENTE LOTE DE VACAS NOVAS PARA INVERNAR, PREPARADAS, PRONTAS PARA TERMINAR RAPIDAMENTE EM PASTAGEM.
Imagens do lote


VACAS DE INVERNAR
Lote: 0173
Quantidade: 40
Peso Médio: 360
Sexo: Fêmeas
Tipo idade: Anos
Idade: 5/6
Raça: Cruzamento
Animal: Vacas de Invernar
Valor: R$ 2,90
Cidade: Canguçu
Estado: RS
País: Brasil
Observação: CARRAPATEADAS
Imagens do lote


VACAS DE INVERNAR
Lote: 0169
Quantidade: 20
Peso Médio: 370
Sexo: Fêmeas
Tipo idade: Anos
Idade: 5/6
Raça: Cruzamento
Animal: Vacas de Invernar
Valor: R$ 2,80
Cidade: Canguçu
Estado: RS
País: Brasil
Observação: vacas cruzas Charoles x Tabapuã.Carcaçudas, carrapateadas.
Imagens do lote

O Cocho e suas inter-relações: o maior gargalo para mineralização correta do rebanho

A suplementação mineral evoluiu muito nos últimos anos, com a geração de mais informações pelos órgãos de pesquisa (EMBRAPA, Universidades, Empresas Particulares, etc...) e com a entrada de várias empresas no setor, gerando pesquisas próprias e evoluindo tecnologicamente para uma maior produtividade no campo. Hoje empresas como a Brasão do Pampa estão investindo cada vez mais, com a previsão de construção de uma fábrica totalmente automatizada para fornecer aos seus clientes produtos cada vez melhores, possibilitando maiores ganhos de produtividade e rentabilidade para o pecuarista. Porém, um dos maiores problemas encontrados no campo se referem ao cocho, o prato do boi.


Cochos mal dimensionados para o tamanho do lote que ele serve, localizados em lugares inadequados, sem cobertura, sem manutenção com a formação de atoleiros em volta dos mesmos, dentre tantos outros problemas são apenas alguns dos motivos pelo qual muitas vezes o pecuarista acha que aquela mineralização proposta por determinada empresa não está funcionando para o seu rebanho. Nesses mais de 15 anos que trabalho com suplementação mineral sou capaz de afirmar que 95% dos problemas relatados pelos pecuaristas de consumo muito baixo ou muito alto estão intimamente relacionados ao cocho.


Para começarmos a solucionar alguns problemas recorrentes aos cochos temos que entender melhor o comportamento bovino. Os bovinos são animais de hábitos gregários, ou seja, se agregam em lotes de tamanhos variados, pois este convívio em grupo trás algumas vantagens adaptativas, como por exemplo, na defesa contra predadores, facilidade para se reproduzir, etc... Ao se formarem os lotes há um aumento na competição por recursos e desta forma começam a existir interações agressivas entre animais do mesmo grupo ou rebanho surgindo assim os dominantes e os submissos. A dominância define quem terá prioridade no acesso a comida, água, sombra, etc... atacando os demais impunemente e tendo assim prioridade em qualquer competição. Essa hierarquia normalmente é definida por peso, idade e raça. Esse conhecimento é de suma importância para que se possa melhorar o manejo da suplementação mineral.


Para entendermos melhor, todo dimensionamento de cocho deve levar em consideração o consumo diário esperado de determinado produto, o que para a Linha Tradicional ou Linha Branca está diretamente relacionado ao teor de sal branco (%NaCl) que tem o suplemento. Quanto maior a quantidade de sal branco menor o consumo. O pecuarista deve tomar cuidado, pois se estes níveis forem muito elevados (mais de 50%) o consumo será muito baixo e haverá a possibilidade de não estarem sendo atendidas todas as outras exigências minerais dos animais para uma maior produtividade. Sendo assim, para um sal mineral com consumos esperados na faixa de 70 gramas por animal por dia o cocho deve disponibilizar o espaço mínimo de 4 cm por animal, ou seja, um cocho padrão com 2 metros de comprimento, onde os animais tem acesso pelos dois lados, deverá suplementar um lote de 100 animais.


Para os proteinados esta relação muda e apenas o teor de sal branco já não pode nos indicar os níveis de consumo, visto que a maioria dos proteinados possui farelos na sua formulação tornando-os mais palatáveis e consequentemente os animais dominantes permanecerão mais tempo no cocho não deixando os submissos se mineralizar. Para produtos com consumo esperado de 200-400 gramas por dia o dimensionamento do cocho deverá ser o dobro do sal mineral da linha tradicional, ou seja, 8 cm por animal, sendo que desta forma o mesmo cocho de 2 metros do exemplo anterior só servirá para 50 animais. Em nível de campo, poucos são os pecuaristas que aumentam o número de cochos quando estão usando proteinados e muitas vezes esse é um dos maiores problemas relacionados a menores índices alcançados do que aqueles preconizados pelas empresas que produzem sal mineral e são fontes constante de insatisfação dos pecuaristas. A maioria das empresas antes de lançar um produto já os testou em várias propriedades e já possui dados de campo suficientes que possibilitem um maior retorno para o pecuarista.


Para proteinados de alto consumo e suplementos proteico energéticos, com consumos estimados na faixa de 500-1000 gramas por animal por dia, há necessidade de uma quantidade ainda maior de cochos. Seguindo o mesmo raciocínio, para uma mineralização correta usando estes produtos, que normalmente possibilitam um ganho de peso maior, o mesmo cocho de 2 metros só servirá a 25 animais. Quando não há um dimensionamento correto para estes produtos observa-se um lote contemporâneo muito heterogêneo, pois os dominantes não deixam o restante do lote chegar ao cocho antes de estarem saciados.


Outro fator também de suma importância para o sucesso da suplementação mineral em nível de campo se refere a localização correta do cocho. A literatura a respeito deste assunto é divergente e sempre tentou dar um norte ao produtor quanto a melhor localização do cocho no potreiro. Alguns trabalhos dizem que o cocho de sal deverá ficar perto da água, o que garantiria maior consumo do sal e melhor mineralização do rebanho. Outros trabalhos dizem que o cocho poderia ser uma boa ferramenta de manejo do campo nativo ficando do lado oposto à aguada e forçando assim que o animal aproveite todo potencial forrageiro do potreiro. Mas afinal, qual a melhor localização do cocho? De maneira geral o mais interessante é que o próprio gado escolha a localização correta do cocho, ou seja, que este esteja localizado onde o gado deita para ruminar, onde todo o lote passa bastante tempo neste local, possibilitando que não só os dominantes consigam lamber o sal, mas também os submissos. Desta forma, a tendência é que se tenham lotes mais parelhos e todo rebanho seja mineralizado. Além do mais, a própria manutenção do cocho será melhor, visto que os bovinos procuram deitar para ruminar em locais mais secos evitando assim a formação de atoleiros. Não importa se estes locais são próximos ou longe das aguadas. O cocho não pode estar apenas num local de passagem do gado ou de fácil acesso para o abastecimento do pecuarista (próximo à estrada), pois animais de hábito gregário permanecerão sempre juntos e se estiver em local de passagem os dominantes lamberão o sal e seguirão adiante e os submissos seguirão os dominantes e lideres e não lamberão sal, podendo ter o seu desempenho comprometido.


Outro gargalo não menos importante, está no manejo da suplementação como um todo, envolvendo principalmente a mão de obra da propriedade. De nada adianta a Brasão do Pampa produzir o melhor sal mineral para o pampa gaúcho, o pecuarista comprar os melhores cochos da região e instalá-los no paradouro do gado se ele ou o seu funcionário não colocar regularmente o produto no cocho deixando-o sempre à disposição dos animais. É muito comum estarmos fazendo visitas técnicas a campo, pararmos para ver os cochos antes de chegar ao pecuarista e vermos os cochos completamente vazios.


Para finalizar, outro aspecto muito importante diz respeito ao melhor horário para o abastecimento do cocho, principalmente quando se usam produtos de maior consumo como os proteinados e energéticos. O melhor horário é sempre depois que o gado deita no paradouro para ruminar, já tendo aproveitado bem para pastejar o campo nativo ou pastagem. Muitos me questionam isso no campo, mas a explicação é que o gado tem o hábito de pastar mais nos horários mais frescos do dia, tanto pela manhã como à tardinha. Outro aspecto é que o bovino é um animal curioso e se habitua a ir para beira do cocho quando este está sendo abastecido. Desta forma, se esse abastecimento ocorrer muito cedo poderá haver um efeito substitutivo com a perda desse pastejo matinal e com isso uma diminuição do desempenho e maior consumo do produto. Mesmo que se mantenha o cocho sempre cheio, essa curiosidade do animal poderá fazer com que ele deixe de pastar e vá mais cedo para beira do cocho na hora do reabastecimento do mesmo, seja pelo barulho do trator, camionete, etc..., seja pelo cheiro do pó que levanta quando o cocho está sendo cheio. Recentemente, saindo para viajar às 7 da manhã, observei na beira da BR 290 um lote inteiro de bois correndo em direção ao cocho que estava sendo abastecido. Andando de carro via animais a quilômetros do cocho parando de pastar e correndo em direção ao cocho. Esse pastejo de 7 às 11 da manhã ficou comprometido. Seria como se colocássemos na mesa do almoço o pudim, o mousse, a sobremesa antes do arroz e feijão.


A fim de deixar um parâmetro para os pecuaristas que mineralizam os seus rebanhos, para os que só dão sal branco (NaCl) e até para os que nunca deram sal e estão pensando em começar, segue informação para saberem se estão dando a quantidade correta pros seus animais.Vale a seguinte regra: média de 10 Kg de sal branco por animal adulto por ano;1 saco (25 Kg) de sal mineral da Linha Tradicional ou Linha Branca por animal adulto por ano;  2,5 sacos de sal mineral proteinado de baixo consumo por animal adulto por ano (6 meses de Linha Tradicional e 6 meses de proteinado) e 5 sacos de sal mineral para aqueles que usam proteinados no outono e inverno e energéticos na primavera e verão.


Por exemplo, se um pecuarista tem 500 animais e só dá produtos da Linha Tradicional, para que o seu rebanho esteja bem mineralizado ele tem que estar investindo em torno de 500 sacos de sal por ano, senão há algum problema e certamente terá grande chance de estar relacionado ao prato do boi, o cocho.


Maurício Lara dos Santos
Supervisor Brasão – Fronteira RS

URUGUAY - Arabia Saudí y Pakistán se abren a las exportaciones uruguayas de ganado en pie

Los técnicos de sanidad animal sauditas y pakistaníes ya confirmaron que darán su aprobación a la posibilidad que rodeos uruguayos en pie, puedan ser embarcados con destinos a esos países musulmanes, lo que se suma a las ya confirmadas intenciones de Turquía en ese sentido que si bien aprobó los protocolos aún no realizó compras.


Foto: AFP

























Las razas de ganado para carne son de interés fundamental de esos países. Con Pakistán ya se cumplieron todos los requisitos y ahora se ajustan los protocolos necesarios que determinaran los formatos de las ventas. En cuanto a Arabia Saudí, el mes pasado visitaron nuestro país técnicos de la nación árabe los que dieron a conocer días atrás un informe aprobando los métodos y tecnologías que se aplican en el país.
El director de Sanidad Animal del MGAP, Federico González, confirmó la especie, señalando en cuanto a la falta de negocios todavía con Turquía que el hecho refiere estrictamente a aspectos comerciales según publica el diario El Observador.
En lo que va del año se exportaron 20.194 bovinos en pie a Turquía en el mes de enero,  y existen varios permisos de exportación vigentes.

Buena noticia cuando se anticipa zafra récord de terneros

Desde el sector se ve con optimismo la apertura de nuevos mercados para animales en pie,máxime cuando se anticipa una zafra récord de terneros del orden de los 3 millones de cabezas, superando los 2,7 millones de la temporada anterior.
Se entiende que si hubiere algún inconveniente en la colocación industrial, la exportación en pie constituirá una herramienta idónea para  respaldar a los criadores, en tanto se elimina la circunstancial coyuntura de precios al alza ante escasa cantidad de terneros y viceversa, que tanto ha impedido una evolución más marcada de la producción.
fonte: La Rede 21

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Por que Angus é uma carne tão especial?

Você provavelmente ouviu falar de Angus nos últimos dois ou três meses. Isso porque o nome dessa raça bovina tem sido muito divulgado pela mídia, principalmente pelo fato de que recentemente a rede de fast food McDonalds firmou parceria com a ABA, Associação Brasileira de Angus, onde o selo de qualidade da carne vai estampado em dois lanches do restaurante.
Angus, Touro mocho e emo!
Angus, Touro mocho e emo!

Por que Angus é a melhor carne?

Não é a toa que a raça obtém os melhores prêmios do setor em diversas partes do mundo. Ela atende exigências de mercados como o europeu, por exemplo, por ser de altíssima qualidade. Um dos motivos é porque a camada de gordura contida nas carnes de Angus é considerada perfeita, nem fina nem grossa e ainda é marmorizada, ou seja, ela é entremeada na musculatura do animal o que acaba deixando a carne mais magra com o mesmo sabor da carne mais gorda, sem necessariamente consumir tanta gordura.
A carne é muito macia.

Mas não é só isso…

A efeverscência de mercado agradece muito às características produtivas da raça. O Angus é de origem escocesa e vem sendo estudado e modificado geneticamente desde 1800. Para o pecuarista é importante não só que o boi alcance a pesagem ideal pra corte o mais rápido possível, o que a espécie Aberdeen Angus consegue, mas também que gere matrizes férteis e que tenham grande capacidade de reprodução, com menor número de perdas. Além disso é o parto bovino mais facilitado, a recuperação da fêmea é mais rápida o que acelera mais ainda o ciclo produtivo.
O Angus ainda tem uma grande resistência a enfermidades além de se adequar facilmente a condições climáticas, conseguir sobreviver em locais secos ou alagados, altos ou baixos, as fêmeas continuarem amamentando com eficácia mesmo em regiões onde o pasto está mais escasso justamente pelo motivo que faz a carne ser gostosa: a gordura marmorizada, uma reserva de energia.

Desvantagem?

A única desvantagem, do ponto de vista do consumidor, é que é uma carne um pouco mais cara. Apesar de ter seu custo minimizado pela facilidade de procriação, tem todo um processo com elevado grau de profissionalização e tecnologia para produzí-la.
Para complementar o post trago um mapa das carnes do Angus. Clique nele para ampliar.
Mapa do Angus
Mapa do Angus


Avançam discussões para licitação da travessia de balsa entre Arroio Grande e Rio Grande

Fotos/Marjuliê Martini
Reunião ocorreu na sede do MP
Em reunião ocorrida nesta quarta-feira, 17, ficou definida a elaboração de uma minuta de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), por parte do Promotor de Justiça Especializada de Rio Grande, Alexandre Zachia Alan, para determinar a retomada do serviço de travessia de balsa entre Arroio Grande e Rio Grande enquanto não é finalizada uma licitação para a concessão do serviço.

O encontro foi presidido pelo Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Institucionais, Marcelo Dornelles, e teve a participação do Superintendente de Portos e Hidrovias (SPH), Pedro Obelar, do economista da pasta, José Sayago, do Conselheiro da Agergs, Ayres Apolinário, da Procuradora do Estado Georgine Visentini, dos Deputados Miriam Marroni e Catarina Paladini; acompanhados pelo Prefeito de Arroio Grande, Luís Henrique e pelo Vereador da cidade José Cláudio da Silva.

A minuta de TAC será encaminhada a todos os presentes na reunião e, depois de finalizadas as condições, será anexada a um expediente que já tramita na Procuradoria-Geral do Estado sobre o assunto, para a celebração do termo entre todas as instituições envolvidas. 

Principais indicadores do mercado do boi – 17-07-2013

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista teve valorização 0,46% nessa terça-feira (16) sendo cotado a R$103,26/@. O indicador a prazo foi cotado em R$103,37.
A partir de 2/jan/12 o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa deixou de considerar o Funrural.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta
O indicador Esalq/BM&F Bezerro registrou valorização de 0,03%, cotado a R$809,12/cabeça nessa terça-feira (16). A margem bruta na reposição foi de R$894,67 e teve valorização de 0,84%.
Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar
Na terça-feira (16), o dólar desvalorizou 0,87% e foi cotado em R$2,23. O boi gordo em dólares registrou valorização de 1,34% sendo cotado a US$46,21. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 16/07/13
O contrato futuro do boi gordo para Ago/13 teve desvalorização de R$0,33 e foi negociado a R$104,08.
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para ago/13
Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seçãocotações.
No atacado da carne bovina, o equivalente físico manteve-se estável, fechado a R$99,60. O spread (diferença) entre os valores da carne no atacado e do Indicador do boi gordo foi de -R$3,19 e sua variação teve baixa de R$0,08 no dia. Confira a tabela abaixo.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
fonte: Beefpoint

URUGUAY - Terneros cotizaron ayer a US$ 416 por cabeza en Plazarural


Walter Hubo Abelenda y Alejandro Zambrano trabajando en la comercialización de los terneros, que comenzó lenta y culminó con un ritmo fluido.
La comercialización de los terneros comenzó ayer con dificultades y luego “se formó el mercado” —como explican habitualmente los rematadores— y los negocios se hicieron fluidos y con un elevado porcentaje de colocación en el remate de Plazarural. En total se colocaron 2.133 reses de la categoría, de las cuales casi 900 fueron de la división más pesada, de más de 180 kilos y algo más de 700 cabezas de peso intermedio, entre 140 y 180 kilos.
El valor medio en pie se ubicó 10 centavos por debajo del promedio del remate anterior, pero el valor por cabeza superó en US$ 15 la pieza la cotización de los terneros en el último remate de junio.
En la categoría de novillitos el precio en pie estuvo US$ 15 centavos arriba respecto al mes pasado, pero correspondió a ganados más livianos, que en la cotización por pieza estuvieron por debajo de los valores de entonces.
Hugo una mayor oferta de novillos formados de 2 a 3 años, más de 500 reses, que se pagaron 10 centavos arriba del mes pasado y también lograron mejor precio por cabeza.
Hoy el remate continuará a partir de las 9:30 horas, con dos lotes de ovinos, a los que seguirán la oferta de vacas de invernada y continuará posteriormente con toda la oferta de vientres con destino a la cría.
fonte: Tardáguila Agromercados

Preços da carne e do pão voltarão a subir

TATIANA FREITAS
A alta dos preços agropecuários no atacado deve chegar ao consumidor nos próximos meses. Ele sentirá mais no bolso o peso da carne bovina, do frango e de derivados do trigo, como a farinha, massas e o pão francês.
Após subirem 0,57% em junho, os preços agrícolas no atacado aceleraram para 0,80% em julho, segundo o IGP-10, da FGV.
Para o consumidor, o repasse deve se concentrar em agosto e em setembro, quando o grupo alimentos e bebidas mostrará taxas de 0,16% e 0,49% no IPCA, segundo estimativa da LCA Consultores.
"Considerando a deflação do grupo de 0,27% que deve ser registrada em julho, as altas dos meses seguintes não são desprezíveis", diz Fabio Romão, economista da LCA.
Editoria de Arte/Folhapress
O alívio de julho deve-se a novas quedas no preço do tomate -o vilão da inflação no primeiro trimestre- e a reduções no valor da batata e de frutas, que subiram acima do habitual nos últimos meses e devem voltar à normalidade.
Nos dois meses seguintes, porém, as carnes e os derivados de trigo exercerão pressão contrária sobre a inflação no varejo. Nas últimas medições de preços no atacado, esses itens estiveram entre os destaques de alta.
Segundo Romão, a inflação de alimentos ficará no teto da média histórica para o período nos próximos meses, mas longe dos patamares de 2012. No ano passado, a seca na América do Sul e nos EUA reduziu drasticamente a produção de grãos, impactando os alimentos em geral.
QUEM SOBE
No IGP-10 divulgado ontem, os preços no atacado dos bovinos subiram 2% em julho, ante deflação de 0,8% no mês anterior. O movimento reflete a alta do boi gordo, de 4% só neste mês, segundo a Informa Economics FNP.
O inverno úmido desestimula a venda de animais para o abate, pois melhora as condições das pastagens, reduzindo a oferta de bovinos para os frigoríficos.
As aves, que aceleraram de -7% para -0,4%, refletem um ajuste na oferta dos animais, depois de os preços do frango terem atingido níveis baixos no início deste ano.
Como os preços da ave viva continuam subindo -pesquisa da Folha aponta alta de 19% em 30 dias em São Paulo-, espera-se novos reajustes no atacado e varejo.
Os derivados de trigo também são candidatos a aumentos de preços. Em sete dias, a saca de 60 quilos do cereal subiu 8% no país, segundo a Folha. Levantamento da GO Associados confirma a tendência, com reajuste de 5% do trigo no atacado em julho.
"O repasse ao consumidor deve chegar entre 30 e 60 dias", diz Fábio Silveira, economista da GO Associados.
Pelo menos 60% do trigo consumido no país é importado, e o principal fornecedor, a Argentina, decidiu barrar as exportações para conter os preços internos de derivados.
A medida encontrou os estoques no pior nível dos últimos anos no Brasil -73% menores do que há um ano. Espera-se aumento de 28% na produção na próxima safra.
"Os preços só devem ceder no último trimestre, com o avanço da colheita", diz Renata Maggian, do Cepea.

fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 16 de julho de 2013

Pecuária de corte do Brasil precisa investir em tecnologia, diz Cepea


Para pesquisadores, demanda pela proteína tem avançado em ritmo mais acelerado que a oferta, principalmente em países emergentes

por Estadão Conteúdo
Editora Globo
Para pesquisadora, com suplementação alimentar bem feita é possível aumentar a produção de carne bovina por área sem elevar muito os custos (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo)
A pecuária de corte no Brasil precisa investir em tecnologias que elevem sua produtividade para se manter em posição de destaque no mundo, destacam o professor da Esalq/USPe coordenador dos projetos de pecuárias do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), Sergio De Zen, e a analista de mercado do Cepea, Mariane Crespolini dos Santos. Segundo eles, a demanda pela proteína tem avançado em ritmo ainda mais acelerado que a oferta, principalmente em países emergentes, onde a renda tem aumentado de forma mais acentuada. 

"O mundo precisa cada vez mais de alimentos, e a carne, no Brasil, concorre em área com culturas como cana-de-açúcar, soja e milho. Há 10 anos, o pecuarista brasileiro não tinha essa limitação nas fronteiras agrícolas e a terra era mais barata", disse De Zen, em nota. Para Mariane, com técnicas como rotação de pastagens e suplementação alimentar bem feita é possível aumentar a produção de carne bovina por área sem elevar muito os custos. 

Segundo levantamentos do Cepea em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), propriedades de 13 Estados típicas dos cinco sistema produtivo da pecuária nacional - cria, cria-recria, recria-engorda, ciclo completo e engorda -, mostram que a taxa de lotação vai de 0,48 Unidade Animal (UA - 450 kg peso vivo) por hectare (Pará/cria) a 2,98 UA/ha (São Paulo/engorda). "Se as fazendas brasileiras tivessem, em média, 1 UA por hectare, a produtividade aumentaria em 28%; se a média chegasse a 1,5 UA por hjectare, o acréscimo seria de 88% e, no caso de atingir 2 UA por hectare, o avanço seria de 149%", explica o professor. 

Os especialistas participaram, no mês passado, da 11º Conferência de Ovinos e Bovinos do Agri Benchmark em York, na Inglaterra. Na ocasião, foi destacado que o preço da carne bovina teve aumentos consideráveis principalmente nos países em desenvolvimento. No Brasil e na Argentina, por exemplo, as altas estiveram ao redor de 150%, enquanto que na China chegaram aos 400%. 

Os custos também tiveram elevação, mas em menor proporção. No Brasil e na Argentina, o crescimento foi de 100% entre 2005 e 2012. Em países desenvolvidos, como Alemanha, Itália, Reino Unido e outros europeus, o encarecimento da produção se limitou ao intervalo de 10% a 20%. Austrália e Estados Unidos registraram aumento de 30% e 50%, respectivamente. 

Em valores reais, o custo de produção da carne brasileira ainda é muito competitivo - em 2012, o custo para se produzir 100 kg de carcaça na China foi quase três vezes superior ao do Brasil. Na Europa, duas vezes maior e, nos Estados Unidos, uma vez e meia. No entanto, de acordo com os pesquisadores, essa vantagem vem diminuindo, o que reforça a necessidade do aumento de produtividade da proteína.

TERNEIROS A VENDA - POVO NOVO

TERNEIROS
Lote: 0170
Quantidade: 25
Peso Médio: 200
Sexo: Machos
Tipo idade: Meses
Idade: 10
Raça: Cruza Angus
Animal: Terneiros
Valor: R$ 4,00
Cidade: Rio Grande
Estado: RS
País: Brasil
Observação: BOM LOTE DE TERNEIROS , MAMANDO, CARRAPATEADOS E CASTRADOS.
Imagens do lote

TERNEIROS A VENDA - RIO GRANDE

TERNEIROS
Lote: 0171
Quantidade: 95
Peso Médio: 200
Sexo: Machos
Tipo idade: Meses
Idade: 8
Raça: Aberdeen Angus
Animal: Terneiros
Valor: R$ 4,00
Cidade: Rio Grande
Estado: RS
País: Brasil
Observação: ÓTIMO TERNEIROS, MAMANDO, INTEIROS E POUCO CARRAPATEADOS.
Imagens do lote

NOVILHOS A VENDA - JAGUARÃO

NOVILHOS
Lote: 0172
Quantidade: 110
Peso Médio: 340
Sexo: Machos
Tipo idade: Anos
Idade: 2,5
Raça: Cruza Européia
Animal: Novilhos
Valor: R$ 3,60
Cidade: Jaguarão
Estado: RS
País: Brasil
Observação: GADO CRUZA EUROPÉIA COM PREDOMINÂNCIA DE ANGUS.CARRAPATEADOS

Indústria de ração animal pessimista com cenário econômico – entenda porquê [Sindirações]

A indústria brasileira de rações passa por um momento delicado. Afetada fortemente pelos preços altos do milho e do farelo de soja, que chegaram a custar o dobro em meados do ano passado, somados à desvalorização rápida do real e à retração da demanda industrial, o setor está diante de um cenário preocupante.
De acordo com o vice-presidente do Sindirações, Ariovaldo Zani, também já está se percebendo redução na demanda do consumo da população, não só por carnes, aves e suínos, mas também por produtos como rações para pets.
Segundo Zani, a dependência de insumos importados é outro ponto contra, já que a maior parte dos produtos utilizados pela indústria de rações vem de fora, com exceção da lisina, produzida no Brasil. Zani afirma que de um lado, estão os fornecedores das matérias-primas importadas, mais caras com a alta do dólar, e do outro o varejo, que reflete o humor do consumidor, mais cauteloso nas compras.
No primeiro quadrimestre deste ano, houve recuo da demanda de ração para bovinos de corte e leite e queda nos pedidos de rações para suínos, um dos principais mercados do setor. Segundo o vice-presidente, os empresários, que sempre acreditaram na recuperação da economia, iniciaram o segundo semestre sem grandes esperanças e se o cenário continuar ruim, talvez nem as perdas de 2012, que foram da ordem de 3%, conseguirão recuperar.
Francisco Turra, presidente-executivo da União Brasileira de Avicultura (Ubabef) e representante da indústria de aves no país reforça a preocupação de Zani, ao dizer que o setor avícola também foi afetado e nunca enfrentou uma crise tão forte quanto a de 2012. Em plena safra, viram-se as cotações do milho subirem 50%, por conta da quebra de safra norte-americana. Ao mesmo tempo, a soja, outro importante insumo, mais que dobrou de preço após a estiagem ocorrida no Sul do país. Segundo ele, a soja e o milho representam mais de 90% da ração e esta, por sua vez, é o principal custo do setor.
Apesar da preocupação, o representante da Ubabef acredita que o ano será de recuperação das perdas passadas. Os custos estão mais equilibrados, embora em patamares mais elevados que no ano anterior, e a remuneração das vendas no mercado internacional estão recuperando, tardiamente, os prejuízos sofridos em 2012.
Mas ele salienta que este tem sido um ano em que a cadeia do frango está refletindo sobre formas de ampliar a capacidade competitiva, com investimentos em tecnologia de produção e por soluções em logística.
Entre os segmentos que mais têm sofrido com o cenário desfavorável estão o setor de produção de bovinos, a avicultura e a suinocultura. Zani comenta que um dos únicos segmentos que ainda não foram afetados por essa conjuntura é a piscicultura, que tem crescido, apesar do cenário. Até o segmento Pet, que vinha crescendo a passos largos no Brasil, neste ano deve sofrer com a retração.
Zani explica que o consumidor está endividado e mais cauteloso, e isso começa a impactar a venda de rações para animais domésticos também. Esse setor movimentou cerca de R$ 9,5 bilhões em vendas no ano passado, mas ainda corresponde a apenas 3% do volume de rações comercializadas.
Como consequência da alta nos preços dos insumos, Turra revela que os custos de produção do setor de avicultura subiram mais de 40%, enquanto os preços internacionais das exportações sofreram redução. Ele explica que foram muitos problemas e o setor pagou caro por isso. Algumas empresas entraram em recuperação judicial, outras, reduziram o ritmo e mais de 10 mil trabalhadores perderam seus empregos.
Sobre a recuperação judicial de empresas do setor, Zani também enxerga com preocupação, já que, segundo ele, apesar do processo garantir uma sobrevida para aquelas que estão em situação financeira ruim, isso acaba prejudicando o credor, que deixa de receber e afeta toda a cadeia produtiva, que sofre com os efeitos, em um cenário já complicado.
O executivo do Sindirações considera que o setor do agronegócio vive em um estado de hipocrisia. Segundo ele, quando o produtor de grãos míngua, com preços baixos, o segmento de carnes está satisfeito com a queda do custo. Quando o contrário acontece, o setor de alimentação padece.
Por isso, ele defende a discussão entre todos os elos da cadeia, de alternativas e soluções para que o setor todo volte a entrar nos trilhos. Zani alega que é preciso um debate, desde o produtor de insumos, até o varejista, para falar sobre custos, cenário econômico, juros, demanda, enfim, um amplo debate que inclua todos os elos, inclusive as redes de fast food. Só assim pode-se criar um plano conjunto para enfrentar esses desafios.
Fonte: Sindirações, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.