segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Exportações gaúchas de carne sobem quase 40%

Patrícia Comunello
MARCO QUINTANA/JC
Europa paga mais para ter produtos oriundos de linhagens britânicas
Europa paga mais para ter produtos oriundos de linhagens britânicas
As vendas gaúchas de carne bovina para o Exterior mostram avanço mais vigoroso do que a média do País no segmento até setembro. Enquanto as divisas brasileiras totais do produto cresceram 11% nos nove primeiros meses do ano (alcançando um total de US$ 5,3 bilhões), o faturamento da exportação local subiu quase 40%, chegando a US$ 50,5 milhões, ante US$ 36,6 milhões do mesmo período de 2013. O volume mostrou expansão ainda maior, de 42,13%, conforme dados levantados pelo Centro de Informações e Estatísticas da Fundação de Economia e Estatística do Estado (FEE). A quantidade enviada pelo País cresceu 8%. 

O desempenho da carne bovina destoou também dos demais rebanhos, com maior representação na balança gaúcha, mas que fecharam o ciclo de nove meses com recuos. Suínos registraram US$ 244,4 milhões, queda de 18,3%, frente ao ano anterior, associada à menor oferta de matéria-prima, e frangos geraram divisas de US$ 915,2 milhões até setembro, 6,5% abaixo da receita de janeiro a setembro de 2013. Segundo o economista Guilherme Risco, que elaborou o comparativo pela FEE, o item carnes desossadas congeladas despachadas para Hong Kong, Egito, Irã e Venezuela foi decisivo na arrancada este ano. “Foram US$ 11,9 milhões a mais que 2013, o que explica o crescimento”, contrastou Risco.

Outros destaques no fluxo externo da cadeia bovina, na qual o Brasil é líder mundial, foi a retomada dos embarques para o Irã, que passou de receita zerada no período em 2013 para US$ 4,5 milhões até setembro, ficando em terceiro nas aquisições. Egito ganhou peso, ficando em segundo lugar (US$ 5,8 milhões) e Hong Kong firma-se como principal destino, com US$ 25,5 milhões, metade da divisa. Até o Uruguai, considerado modelo na gestão comercial e marketing de carne de qualidade, buscou mais matéria-prima no vizinho gaúcho, somando US$ 2,4 milhões, 143% a mais que o ano passado.

Para ampliar ainda mais as vendas aproveitando a alta de quase 150% nos preços internacionais desde 2003, a cadeia produtiva da carne bovina gaúcha almeja mais espaço no mercado europeu, que paga mais para ter carne de linhagem britânica (raças Hereford e Angus, por exemplo, com maior rebanho no Estado), mas exige mais também. A União Europeia (UE) comprou US$ 6,2 milhões até setembro (ante US$ 4,9 milhões de 2013), mas o avanço em outras regiões rebaixou a fatia europeia, que passou de 13,6% da receita (ano passado) para 12,3% até setembro.

O aproveitamento desse fluxo envolve aumento do rebanho rastreado (cumprindo normas europeias), demanda que o Marfrig, com maior volume de abates no Estado e com três plantas em operação habilitadas a exportar, coloca como essencial para manter aberto o frigorífico de Alegrete. Grupo criado por iniciativa do Sindicato Rural de Alegrete e que reúne produtores, industrias e governo pretende buscar formas de ampliar a cobertura do Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Bovinos e Bubalinos (Sisbov). Mercado interno com mais consumo de carne e valorização de preços também disputa a oferta de carcaças, cujo volume se mantém estável nos últimos anos. 
Segundo o Ministério da Agricultura (Mapa), apenas 153 mil bovinos de 139 propriedades gaúchas estavam registrados no Sisbov em 2013, menos de 4% do total rastreado no País, de 4,2 milhões de cabeças. O Estado responde hoje por 7% do rebanho bovino nacional (corte e leite), com total de 200 milhões de cabeças. Em outubro, técnicos da UE inspecionaram propriedades e frigoríficos no País. Foram duas fazendas (Bagé e Dom Pedrito) e uma unidade de abates (Bagé) no Estado. O Mapa informou que os auditores, ligados ao órgão europeu que fiscaliza alimentos de origem a animal, não finalizaram o relatório, mas teriam considerado o Sisbov “robusto com bons controles oficiais”.

Programas de certificação de raças britânicas atendem europeus

Consagrado como maior exportador global de carne bovina, o Brasil atingiu o status vendendo majoritariamente carcaça de Nelore, raça que domina os maiores rebanhos no Centro-Oeste e Norte. De origem índica, o Nelore atende o mercado chamado de commodity da carne. Os programas de qualidade e certificação de raças britânicas, como Hereford e Angus, com maior plantel no Estado, buscam a diferenciação para entrar com tudo na praça europeia explorando o quesito qualidade.

No recente Salão Internacional da Alimentação (Sial), em Paris, na França, maior feira da área no mundo, representantes dos programas das raças detectaram o baixo conhecimento sobre selos de certificação e mesmo da carne produzida. O gerente do programa Carne Pampa, da Associação Brasileira de Hereford e Bradford, Alfredo Drisen, foi a Sial e confirmou que há espaço para se credenciar a compras de traders importadores, com os quais estabeleceu contato no salão.

“O trade conhece a carne de nelore. Na Sial, mostramos que, além do produto commodity, podem obter a mesma carne de qualidade produzida pelo Uruguai e pela Argentina”, observou o gerente da Carne Pampa. A referência à matéria-prima dos vizinhos dá a dimensão da percepção que compradores têm de cada produtor. “Os importadores associam carne de qualidade a estes dois mercados e a Austrália. No Uruguai, 100% da carne é de qualidade e lá foi criado o Instituto da Carne. Das 44 milhões de cabeças abatidas ao ano no Brasil, 1% é de programas certificadores”, compara o representante da Carne Pampa.

Drisen avalia que o trabalho das associações aporta quesitos como procedência e certificação buscados pela UE. Além disso, há exigência de rastreabilidade. “Mas só funciona se tiver integração entre produtores, indústria e governo”, aponta o gerente do programa do Hereford, que deve certificar 50 mil cabeças em abates em 2014, todos feitos só no Estado. O Paraná terá o primeiro frigorífico no Carne Pampa, em Pato Branco. O rebanho de Hereford e Bradford é estimado em 3,5 milhões de animais, dos quais 2,5 milhões em propriedades gaúchas.

O presidente da Associação Brasileira de Angus, raça com maior abrangência entre as britânicas, Paulo de Castro Marques, avalia que o País está alterando o conceito e já briga pelo fluxo de matéria-prima de qualidade. O programa Carne Angus Certificada, criado há 11 anos, deve alcançar 300 mil cabeças em 2014.  O crescimento de cruzamentos com nelore e exportação de genética por propriedades do Estado a outras regiões deve acelerar a oferta. A venda cresceu 15%, e o Angus lidera o mercado de inseminação. Antes, a raça Nelore reinava.

O dirigente garante que 100% dos animais classificados são inspecionados. “O protocolo é rigoroso, e a carcaça sofre inspeção antes e depois do abate. Se não tiver qualidade, é enquadrada como commodity”, explica Marques. O produtor recebe bonificação de, no mínimo, 9% do valor da arroba, podendo chegar a 17% e 18%. No Exterior, a abertura de mercado à carne in natura brasileira nos Estados Unidos, tratativa que envolve governo e Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) com a representação norte-americana, pode ampliar o acesso a regiões que primam pela qualidade, como a UE. “Se vende aos EUA pode vender a qualquer um”, justifica Drisen.
fonte: Jornal do Comercio

Leilão Certificado Nº 5 INSCRIÇÕES ABERTAS


Genética Angus da GB e Chalet tem alta liquidez

O leilão virtual da GB Agropecuária e da Chalet realizado no dia 04 de novembro, no Jockey Club do RS via Canal Rural,  teve 100% de liquidez, com  todos os lotes muito disputados por compradores do RS, PR, MG, MS e SP. Foram 174 animais comercializados sendo 123 fêmeas e 48 machos e, uma oferta especial de  03 prenhezes elite da raça Angus que alcançaram preço médio de R$ 12.000,00. 


O leilão que foi conduzido pelo leiloeiro Fábio Crespo, fechou um faturamento de R$ 788.940,00. Os lotes de machos, assim como tem sido em todos os leilões deste circuito de primavera, foram os mais disputados. A valorização e a procura por exemplares da raça Angus, reflete o bom momento da pecuária brasileira, que valoriza e garante mercado para animais de alta qualidade e com genética reconhecida. “ Foi um excelente leilão, com uma ótima resposta do mercado, o que muito valoriza o nosso trabalho de seleção. Com liquidez e, com muito criador tradicional, mais uma vez investindo na nossa genética Angus”  afirmou o diretor da Chalet  Agropecuária, Luiz Eduardo Batalha.

Médias finais por categoria: 
  • Lotes especiais                       - R$ 12 mil
  • Touros 2 anos  (Ger. 2012)     - R$ 7,6 mil
  • Tourinhos 1 Ano (Ger. 2013)   - R$ 3,5 mil
  • Terneiras CA (Ger. 2013)        - R$ 2,4 mil    
  • Vacas PO                               - R$ 4,6 mil

A Assessoria Agropecuária prestou suporte técnico a este leilão pela primeira em 2014. O trabalho passou pela revisão dos animais, formação de lotes, e orientação para clientes previamente e durante o leilão.  
 Fonte: Futura.rs, adaptado pela Assessoria Agropecuária 

Leilão Certificado Nº 5 em 03.12.2014


INSCRIÇÕES ABERTAS
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PELOS FONES 053.99941513 ou 81113550 com LUND

Estâncias Mauá, Charrua e Passo Fundo encerram remate com pista limpa

Remate das Estâncias Mauá, Charrua e Passo Fundo

Foto: Jornal O Momento
Durante agenda da 83ª Expofeira de Santa Vitória do Palmar (RS) aconteceu, no dia 03 de novembro, o Leilão Produção das Estâncias Mauá, Charrua & Convidados, que nesta edição contou com a participação do criatório Hereford da Estância Passo Fundo.

Com pista limpa, foram 73 animais Hereford expostos em pista, 31 reprodutores e 42 fêmeas, totalizando R$ R$ 338.700,00 em vendas. Confira as médias.

Médias:

– 31 touros P. Hereford PO e PC de 2 e 3 anos a R$ 7.229,00;
– 08 vacas P. Hereford PO prenhas a R$ 3.300,00;
– 06 vaquilhonas P. Hereford PO de 2 anos a R$ 4.200,00;
– 15 vaquilhonas P. Hereford PC de 2 anos a R$ 2.250,00;
– 13 vaquilhonas P. Hereford certificadas de 3 anos prenhas a R$ 2.250,00.



Fonte: ABHB

Tamanca e Rincão vendem mais de meio milhão em Santa Vitória do Palmar

No dia 04 de novembro, durante agenda da Expofeira de Santa Vitória do Palmar (RS), as Cabanhas Tamanca e Rincão promoveram a 4º edição do leilão Especial Hereford com faturamento acima de meio milhão. Foram 110 animais (68 lotes de fêmeas e 42 lotes de machos) negociados por R$ 541.200,00.

Os animais mais valorizados foram TAMANCA I071, Grande Campeão PC da Exposição de Pelotas 2014 e Segundo Melhor PC da Expointer 2014, comercializado pelo valor de R$18.450,00 por Pedro Duarte Rotta, da Estância Coronilha, de Santa Vitória do Palmar (RS) e TAMANCA I006, que integrou o Trio Grande Campeão PO de Bagé em 2013 e Trio Grande Campeão PO de São Gabriel em 2014, comercializado por R$ 16.800,00 pela Mariana S. Machado, da Estância Santa Olinda, de Santa Margarida do Sul, RS.

Outro destaque foi a venda de 12 vaquilhonas Polled Hereford PC, prenhas, adquiridas por Andrei Gomes de Almeida, do município de Pato Branco, no Paraná, por um preço médio de R$ 3.600,00. Confira as médias a seguir.



Fonte: ABHB

sábado, 8 de novembro de 2014

Vendas da temporada 2014



Escassez de oferta e preços do boi em alta caracterizaram mercado nesta semana, diz Agência Safras


O mês de outubro pode ser caracterizado pela intensidade do movimento de alta da carne bovina e também do boi gordo no mercado interno. Esse movimento de alta é produto do quadro de escassez de oferta que se abate sobre o mercado brasileiro durante o segundo semestre.

Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, não há indícios de alterações desse panorama no curto prazo, uma vez que a engorda segue prejudicada pela estiagem que afetou duramente as regiões Sudeste e Centro-Oeste. Com isso, é aguardada a continuidade do movimento de alta.

Semana a semana novos recordes de preço são estabelecidos, na última semana de outubro a média de R$ 140, livre à vista foi alcançada no interior de São Paulo.

Os frigoríficos iniciaram a semana apresentando abates irregulares. Operando abaixo da capacidade, ou seja, na tentativa de amenizar o quadro de restrição de oferta, os frigoríficos reduzem a capacidade de abate diário na tentativa de uniformizar a programação semanal.

Essa estratégia não é adotada apenas pelos frigoríficos de menor porte. Até mesmo os frigoríficos de maior porte se veem obrigados a mudar sensivelmente sua carga de abates, em uma clara tentativa de amenizar o quadro de escassez de oferta. Nem mesmo o comportamento agressivo dos frigoríficos na compra de gado tem ajudado - sinal que realmente há um quadro de oferta limitado.

A média semanal de preços (de 3 a 6 de novembro) em São Paulo foi de R$ 142,25.  Em Mato Grosso do Sul, preço ficou em R$ 136,11. Em Minas Gerais, a arroba esteve em R$ 136,16.  Em Goiás, a arroba esteve inalterada, a R$ 136,00. Em Mato Grosso, o preço ficou em R$ 124,16.

Fonte: Agência Safras 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Valor de la carne uruguaya se diferencia del resto de la región

Carne Uruguay - MercosurEl valor medio de la carne vacuna uruguaya alcanzó un nuevo máximo en el mes de octubre de US$ 6.464 por tonelada embarque. Todo un hito que refleja, por un lado, la fenomenal firmeza del mercado internacional hasta mediados de setiembre y por otro, las favorables condiciones de colocación del producto en un amplio abanico de potenciales clientes, que le permite a la industria dirigir sus ventas a quienes lo están pagando mejor.
El valor medio de exportación de los demás países de la región también aumentó en los últimos meses. Sin embargo, su valorización ha sido inferior a la del producto uruguayo. El valor medio FOB de la carne vacuna exportada por el Mercosur en octubre se estima en US$ 5.350 por tonelada embarque. Por lo tanto, la carne vacuna uruguaya se exportó en octubre US$ 1.114 por tonelada por encima del promedio regional. Esta diferencia ha tendido a ampliarse en los últimos años, como se observa en el gráfico adjunto. Este año hay una importante ponderación de los mercados del NAFTA, donde los precios son récord y a donde no acceden los socios regionales. 
Carne y novilloLos valores medios de exportación de los distintos países de la región no son linealmente comparables, dado que no se exportan los mismos productos. Por ejemplo, Brasil tiene una mayor proporción de delantero dentro del total exportado, ya que la mayoría de los cortes del trasero los consume el mercado interno (destino de cerca de 80% de la producción). A su vez, el peso relativo de los enfriados a Europa en las exportaciones de Argentina es muy superior al que tienen los demás países de la región, por lo que su valor medio de exportación es significativamente más alto (del entorno de los US$ 7.500 en setiembre).
Sin embargo, al analizar la evolución de las diferencias de precios, estas salvedades tienden a obviarse. Las proporciones de los distintos tipos de cortes exportados era aproximadamente la misma en el segundo semestre de 2010, cuando el valor medio FOB de Uruguay era similar al del resto de la región, que ahora, que es 15-20% superior.
Pero este sobreprecio últimamente no se está trasladando al valor del novillo. Si se observa la diferencia porcentual entre el precio del novillo en Uruguay y el Índice Faxcarne del Novillo Mercosur, hasta el segundo semestre del año pasado el precio uruguayo era alrededor de 15% superior. A partir de entonces se procesó un fuerte ajuste y en la actualidad el novillo en Uruguay tiene el mismo nivel que el promedio regional.
Hay algunas razones para ello: una es que el valor medio de exportación tiene en cuenta los volúmenes exportados dentro de la cuota 481, no así el valor medio del novillo, que es la referencia del especial de pradera. Otra es que tiende a aparecer más oferta de ganado en el país, a la vez que se ha reducido fuertemente en Brasil, lo que lleva a una equiparación del precio local con el del principal jugador regional. Pero también alimenta las suspicacias y el malhumor de quienes observan desde el sector productor que el gran trabajo hecho por el país para la apertura de la mayoría de los mercados no se refleja en los precios de la hacienda gorda. 
fonte: Tardaguila Agromercados

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

RS: conheça os premiados Hereford na Expofeira de Primavera de Santa Vitória do Palmar, diz ABHB



No dia 30 de outubro durante a 6ª Expofeira de Primavera de Santa Vitória aconteceu, através do Núcleo Fronteira Sul de Hereford e Braford (Nfshb), o julgamento dos animais rústicos Hereford.

A Feira, que faz parte do Ranking da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), ocorreu no Parque do Sindicato Rural, em Santa Vitória do Palmar (RS).

Para o julgamento dos animais o jurado foi o uruguaio Gonçalo Pepe, auxiliado pelo Inspetor Técnico de Registros credenciado pela ABHB, Miguel Ferreira. Acompanhe os resultados a seguir.


RÚSTICOS

Polled Hereford Fêmea PO:
Lote Grande Campeã: Lote 2 – Tatuagens: H018 – H019 – H022 – Ricardo e Luciano Sperotto Terra – Estância Tamanca – Santa Vitória do Palmar – RS

Lote Res. de Grande Campeã: Lote 2 – Tatuagens: I001 – I008 – I005  – Ricardo e Luciano Sperotto Terra – Estância Tamanca – Santa Vitória do Palmar – RS

Melhor Rústica:  Tatuagem H018 do lote 2 – Ricardo e Luciano Sperotto Terra – Estância Tamanca – Santa Vitória do Palmar – RS

Polled Hereford Macho PO:
Lote Grande Campeão:  Lote 6 – Tatuagens: 4005 – 4077 – 4127 – Mário Ubirajara Rota Anselmi – Estância Mauá – Santa Vitória do Palmar – RS

Lote Res. de Grande Campeão: Lote 7 – Tatuagens: 302 – 312 – 317 – Jorge Terra Figueiredo e Irmãs – Estância Tapera – Santa Vitória do Palmar – RS

Terceiro Melhor Lote:  Lote 10 – Tatuagens: I002 – I006 – I011 – Ricardo e Luciano Sperotto Terra – Estância Tamanca – Santa Vitória do Palmar – RS

Melhor Rústico: Tatuagem 4077 do lote 6 – Mário Ubirajara Rota Anselmi – Estância Mauá – Santa Vitória do Palmar – RS


Polled Hereford Fêmea PC:
Lote Grande Campeã: Lote 13 – Tatuagens: I051 – I059 – I074 – Ricardo e Luciano Sperotto Terra – Estância Tamanca – Santa Vitória do Palmar – RS

Lote Res. de Grande Campeã: Lote 12 – Tatuagens I106 – I109 – I157 – Ricardo e Luciano Sperotto Terra – Estância Tamanca – Santa Vitória do Palmar – RS

Melhor Rústica: Tatuagens I059 do lote 13 – Ricardo e Luciano Sperotto Terra – Estância Tamanca – Santa Vitória do Palmar – RS


Polled Hereford Macho PC
Lote Grande Campeão:  Lote 24 – Tatuagens : 864 – 912 – 871 – Jorge Terra Figueiredo e Irmãs – Estância Tapera – Santa Vitória do Palmar – RS

Lote Res. de Grande Campeão: Lote 19 – Tatuagens: 384 – 410 – 444 – Mário Ubirajara Rota Anselmi – Estância Mauá – Santa Vitória do Palmar – RS

Terceiro Melhor: Lote 16 – Tatuagens: 779 – 805 – 807 – Condomínio Marcos Silva de Marco e Outros – Estância Passo Fundo – Santa Vitória do Palmar – RS

Melhor Rústico: Tatuagem 912 do lote 24 – Jorge Terra Figueiredo e Irmãs – Estância Tapera – Santa Vitória do Palmar – RS

Fonte: Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Virtual Angus CHALET & GB é nesta terça (04) em Porto Alegre

Os criadores Luiz Eduardo Batalha e Galvão Bueno convidam os criadores e usuários da raça Angus para o seu leilão de produção 2014, a realizar-se em 04 de novembro. A venda será em modalidade "virtual", mas haverá recepção e cocktail no Salão Preto do Jockey Club do RS a partir das 20h (Av. Diário de Notícias, 750 - Porto Alegre, RS).

A oferta contará com 50 touros e 125 fêmeas Angus da Chalet Agropecuária e GB Agropecuária, de Pinheiro Machado e Pedras Altas respectivamente. Como um diferencial deste leilãos serão ofertados 03 lotes totalmente ESPECIAIS com prenhezes únicas na raça:

a)     Lote A - Prenhez de uma irmã inteira da Grande Campeã Expointer 2014 (LC Ventura) - LC Susana x Tres Marias Cumbiero;
b)    Lote B - Prenhez de FSL Deca com duas opções de touros americanos não disponíveis no Brasil: SAV Heavy Hitter e EXAR Changing Time;
c)     Lote C - Prenhez de Reconquista 593 x SAV Traveler 004, uma das matrizes mais premiadas da seleção Reconquista com um dos touros americanos mais provados;

Na oferta de touros, além dos reprodutores de 2 e 3 anos, serão oferecidos também "Tourinhos 2013" para criadores que buscam animais jovens para recria e preparação de touros.
A condição de pagamento é uma vantangem deste leilão com a venda em 24 parcelas e com todos animais com seguro de vida por 120 dias.

Participe no recinto de leilões ou através da transmissão do Canal Rural.

Serviço:
Leilão Virtual Angus CHALET & GB 2014
Data/local: 04/novembro, Jockey Club do RS (Porto Alegre)
Oferta: ANGUS - 50 Touros, 125 Fêmeas, e 03 Prenhezes Especiais
Leiloeiras: Programa Leilãoes e Crioulo Remates (051.3330 3579)  
Suporte Técnico: Assessoria Agropecuária (051.9835 8100)
Transmissão: Canal Rural
fonte: Acessoria Agropecuaria DImas Rocha  e FF Velloso

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Saiba como fica o tempo nos meses de novembro e dezembro em todo o país


Divu
Foto: Divu / Pixabay
Novembro será pouco chuvoso
As simulações atmosféricas indicam que as frentes frias vão avançar pela costa do Brasil no mês de novembro, organizando chuvas sobre uma região diferente em cada semana. Existe a previsão de chuva acima da média para o Sul e mais irregular para o Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. Em um novembro normal, a previsão seria de pouca chuva sobre o Sul e maior persistência das precipitações sobre o Centro e Norte do Brasil. Porém, isso não deve acontecer devido a fatores menores como a temperatura de oceanos extratropicais e bloqueios atmosféricos. 
– Vale salientar que chuva abaixo da média ou irregular não quer dizer ausência completa de precipitação – alerta o meteorologista Celso Oliveira.
Segundo ele, apenas não choverá a mesma quantidade de costume em décadas anteriores. Em um acumulado médio, estima-se chuva superior aos 200 milímetros entre o norte do Rio Grande do Sul e o oeste de Santa Catarina, entre Minas Gerais e o interior do Espírito Santo e do Rio de Janeiro e no Acre e oeste do Amazonas. No entanto, o acumulado será baixo, inferior aos 100 milímetros no Pantanal, além do norte das regiões Norte e Nordeste.
Para dezembro, espera-se um dos poucos meses com um padrão mais próximo da climatologia, com chuvas fortes e mais persistentes sobre o norte das regiões Sudeste e Centro-Oeste, no interior do Nordeste e no sul da região Norte. Já no Sul, os períodos com tempo seco prometem ser mais prolongados, especialmente a partir da segunda quinzena do mês.
Temperatura
Novembro será um mês mais quente que o normal, porém sem os extremos observados em outubro.
– Não teremos tantas horas de sol como no mês anterior – afirma.
De acordo com Oliveira, as nuvens e as chuvas deverão modular um pouco mais a temperatura do Brasil.
Em dezembro, a temperatura ficará acima da média no Sul, em São Paulo e em Mato Grosso do Sul, porém o excesso de chuva deverá deixar os termômetros com valores abaixo do normal no norte do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e Bahia.
CANAL RURAL

Não tem mais El Niño este ano! E agora Brasil?

30 de outubro de 2014 
 por Josélia Pegorim

Vacinação contra a febre aftosa começa neste sábado no RS


Começa no dia 1º de novembro em todo o Rio Grande do Sul, a segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Febre Aftosa. Ao longo do mês de novembro, bovinos e búfalos com até 24 meses de idade devem receber a dose de imunização.

Ao todo, mais de cinco milhões de animais precisam ser vacinados. Muitos deles estarão recebendo a primeira dose da vacina, enquanto outros vão receber o reforço, que é essencial para garantir a imunidade do rebanho jovem. Portanto, é de fundamental importância a realização do procedimento pelos produtores.

Na primeira etapa, realizada em maio, a vacinação alcançou 98,3% do rebanho. Conforme o coordenador do programa de Combate à Febre Aftosa no RS, Fernando Groff, a expectativa é de manter ou aumentar este percentual.

Os produtores que tiverem dúvidas sobre o procedimento podem procurar as unidades locais de defesa agropecuária nos seus municípios para receber orientações. A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio deverá doar dois milhões de doses para os produtores enquadrados nos critérios do Pronaf e do Programa de Pecuária Familiar.


Tanto a vacinação quanto a comunicação do procedimento junto às inspetorias são obrigatórias.