terça-feira, 11 de novembro de 2014

Temporada de leilões com preços recordes

Quase 10 mil bovinos foram para as pistas em menos de 60 dias na temporada de remates, com média de $ 8,5 mil para touros

Temporada de leilões com preços recordes Félix Zucco/Agencia RBS
Vendas de touros superaram em 6,2% o faturamento de 2013Foto: Félix Zucco / Agencia RBS
Cercados por um momento histórico da pecuária brasileira, os remates de primavera no Rio Grande do Sul exibiram faturamento recorde com pistas limpas e genética bovina de origem europeia valorizada. Os animais da raça sintética braford, que se adaptam melhor ao clima tropical do centro do país, alcançaram os maiores preços individuais nos leilões, puxados especialmente pelo maior interesse de compradores de fora do Estado.
Mesmo com oferta menor de animais na comparação com o ano passado, as vendas de touros na temporada superaram em 6,2% o faturamento de 2013, segundo balanço do Sindicado dos Leiloeiros Rurais do Rio Grande do Sul (Sindiler-RS).
— A produção de carne bovina vive momento especial. A demanda está aumentando e elevou o preço do boi gordo — avalia Jarbas Knorr, presidente do Sindiler-RS.

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No Estado, o preço médio do quilo do boi gordo estava em R$ 4,29 na semana passada, conforme dados levantados pela Emater. Há um ano, o balizador dos negócios na pecuária de corte era R$ 3,40. As médias do indicador Esalq/BM&FBovespa, que apura preços à vista para o setor e serve de referência ao mercado brasileiro, tem quebrado recordes nominais no último mês (sem considerar a inflação). Em 21 de outubro, a arroba do boi gordo negociado em São Paulo alcançou R$ 135,20, o maior valor real da série do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), iniciada em 1994.
— O aumento nas exportações e a redução de animais prontos para o abate ajudam a sustentar bons preços — completa Knorr, citando ainda a seca que prejudicou a engorda de animais no Sudeste.

Compras de olho no consumidor
Durante quase dois meses, foram colocados em pista aproximadamente 10 mil animais na temporada de remates no Estado. A média dos touros ficou em
R$ 8,5 mil, ante R$ 7,7 mil no ano passado. A alta é reflexo especialmente de lances de compradores de fora do Estado, que buscam a genética gaúcha para fazer cruzamento com o zebuíno nelore.
— O investimento é feito para atender ao mercado consumidor. As pessoas passaram a exigir carne de melhor qualidade — diz Carlos Waihrich, integrante do conselho técnico da Associação Brasileira de Brangus.
Proprietário da JMT Agropecuária, o pecuarista percebeu a maior procura por criadores de outras regiões no leilão realizado em Santa Maria. Das vendas de R$ 1,36 milhão com 150 touros e 170 fêmeas da raça brangus, mais de 60% foram para fora do Rio Grande do Sul.
— A introdução do sangue europeu em animais nelore está rendendo ganhos maiores aos pecuaristas do Centro-Oeste, por isso a procura vem aumentando ano a ano — completa Waihrich.
Braford se destaca
Resultante do cruzamento das raças hereford e brahman, os animais braford alcançaram as maiores médias da temporada, R$ 9,52 mil por touro.
— O desempenho do animal em Estados como Paraná e Mato Grosso tem sido muito satisfatório, estimulando criadores de todo o país a investir na raça — diz Fernando Lopa, presidente da Associação Brasileira de Hereford e Braford.
A maior média de braford (R$ 17 mil nos touros) foi da Estância Bela Vista, de Santana do Livramento: faturou R$ 1,4 milhão com 109 animais em pista. A valorização é justificada pela qualidade genética e maior facilidade de adaptação em diferentes regiões brasileiras.
— São animais que carregam sangue europeu e, por isso, resultam em carne melhor. Esse diferencial atrai investimentos maiores — destaca Marcelo Silva, da Trajano Silva Remates, escritório que aumentou em 19% o faturamento em oito leilões realizados na temporada.
A redução no número de fêmeas para reprodução, em razão da expansão da soja, também ajudou a valorizar os preços.
Do catálogo à pista
No topo da pirâmide, os animais que recebem os maiores lances nos remates normalmente são aqueles que entram em pista com expectativa antecipada dos leiloeiros, proprietários e compradores. São bovinos disputados por centrais de inseminação e pecuaristas que desejam investir em animais diferenciados pela alta qualidade genética em por avaliações da raça em feiras do setor. As constatações são de pesquisa elaborada nesta temporada de remates pelo Núcleo de Estudos em Sistemas de Produção de Bovinos de Corte e Cadeia Produtiva (Nespro) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (leia mais na página ao lado).
O levantamento, realizado pelo segundo ano consecutivo no Estado, constatou que os leilões que receberam lances de pecuaristas do Centro-Oeste, Sudeste e do Norte foram também os que alcançaram as maiores médias e faturamentos.
Peso perde força na hora da escolha
Com papel e caneta nas mãos e comportamento discreto, eles anotaram informações como dados genéticos dos animais ofertados, tempo que permaneceram em pista, lances recebidos e por quanto e para quem foram vendidos. Durante 50 dias, alunos e profissionais do Núcleo de Estudos em Sistemas de Produção de Bovinos de Corte e Cadeia Produtiva (Nespro) estiveram nos 30 principais leilões da temporada de primavera e cruzaram dados de mil operações comerciais.
Com o objetivo de traçar o perfil dos compradores de touros, a pesquisa já tem alguns resultados. De acordo com as estatísticas levantadas, 80% desses animais comercializados nos remates não eram obesos — contrariando a máxima de que animais gordos são os mais procurados.
— Os pecuaristas estão se conscientizando de que os exemplares de maior peso não são necessariamente os mais funcionais a campo, pelo contrário. Touros não obesos expressam a realidade da pecuária gaúcha — ressalta Júlio Barcellos, coordenador do Nespro.
A preparação dos touros, alinhada às necessidades dos clientes, é uma tendência verificada nas ofertas colocadas em pista no Estado, acrescenta o professor. A pesquisa também revelou que mais de 50% dos compradores efetivos receberam convite pessoal do proprietário da cabanha para participar do remate.
— Todas as estratégias de marketing e divulgação ajudam a cativar clientes, mas o prestígio de ser valorizado é muito importante, pois cria um compromisso informal — acrescenta Barcellos..
Conforme o levantamento, a maioria dos compradores arrematou em média três touros por remate, evidenciando a disposição do produtor de média escala em qualificar o rebanho com animais de genética diferenciada. A pesquisa também identificou a presença maior de compradores de fora do Estado, representados nos remates por consultores de mercado.
Embora os compradores de fora tenham peso significativo nos negócios, o maior volume de compras ainda é feito por pecuaristas que criam os animais em um raio de 150 quilômetros do local dos remates — onde o manejo e o clima são semelhantes ao local de origem dos animais.
A exposição dos touros no momento da venda também é importante para a decisão de compra, pois o cliente valoriza animais com alto escore corporal e bem apresentados em pista.
fonte: ClicRBS

Carnes: tendências para 2015 na visão do USDA

Pelas primeiras previsões do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) para o próximo exercício, as carnes tendem a uma expansão modesta na produção e no consumo, já que o incremento conjunto deve ser inferior a 1%. De toda forma, a carne com maior potencial de crescimento continua sendo a de frango, cuja produção em 2015 deve aumentar 1,5%, índice ligeiramente acima do que é projetado para a carne suína (+1,1%). A produção de carne bovina tende a um recuo de cerca de 1,4%. No comércio internacional, as importações serão lideradas pela carne bovina, com aumento previsto em 2,2%. Já nas exportações o destaque fica com a carne de frango, para a qual é previsto incremento de 4,3%. Como curiosidade, a tabela abaixo também compara o que está previsto para 2015 com o que foi produzido uma década antes, em 2005. E mostra que a expansão (de quase 15% na produção; de pouco mais de 13% no consumo) está centrada na carne de frango, que responde por 60% do aumento de produção verificado em 10 anos. Neste caso, do volume adicional total (32,8 milhões/t), a carne suína respondeu por 39% e a carne bovina por menos de 2%, ou seja, apresenta crescimento real negativo. Sob esse aspecto, aliás, a carne de frango é destaque, também, como a de maior incremento no consumo (quase 27% a mais) e na exportação (aumento de quase 50%). Só perde no quesito importação para a carne 



fonte: AveSite

Mais portas bertas para a carne brasileira

É justa a empolgação do governo e da indústria com o sinal verde vindo da Arábia Saudita para a retomada das importações de carne brasileira. O país do Oriente Médio, importante porta de entrada de negócios da região, mantinha embargo desde 2012, por conta do caso atípico de encefalopatia espongiforme bovina – popularmente conhecida como doença da vaca louca – registrado no Paraná, dois antes antes. A restrição persistia, apesar de a Organização Mundial de Saúde Animal assegurar ao Brasil o status de risco insignificante para a doença.
Claro, ainda é preciso obedecer a um ritual burocrático para que os embarques possam ser realizados. Uma equipe técnica saudita deverá, segundo o Ministério da Agricultura, vir ao país em breve para visita. O titular da pasta, Neri Geller, faz neste momento roteiro por Arábia Saudita e China, e ouviu do ministro da Agricultura da Arábia Saudita a garantia da retomada.
– A recuperação desse mercado fortalece ainda mais a posição do país como uma referência no atendimento à crescente demanda mundial por alimentos – afirmou Geller.
O potencial de volume de negócios vai além, já que a Arábia Saudita é considerada uma referência na região, e poderá trazer consigo outros parceiros que mantêm suas portas fechadas. Em 2012, antes do embargo, o Golfo Pérsico negociou com o Brasil cerca de US$ 200 milhões em carne bovina.
Presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Antonio Jorge Camardelli, estima que o processo para a retomada possa não ser concluído neste ano. Ainda assim comemora a reconquista:
– Existe uma grande vitória, que é a definição de um procedimento.
Outros dois clientes importantes estão na nossa lista de espera. Um deles é a China, cuja retomada das compras está mais adiantada – o fim do embargo foi anunciado em julho –, e pode ser concretizada ainda neste ano.
E há ainda o tão almejado mercado dos Estados Unidos.
– O Brasil já percorreu o caminho mais árduo. Falta só a públicação das regras – explica Camardelli.
Tudo isso engordaria ainda mais a conta das exportações de carne bovina, que podem chegar ao final do ano com receita de US$ 8 bilhões.
fonte: Gisele Loeblein / Zero Hora

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Exportações gaúchas de carne sobem quase 40%

Patrícia Comunello
MARCO QUINTANA/JC
Europa paga mais para ter produtos oriundos de linhagens britânicas
Europa paga mais para ter produtos oriundos de linhagens britânicas
As vendas gaúchas de carne bovina para o Exterior mostram avanço mais vigoroso do que a média do País no segmento até setembro. Enquanto as divisas brasileiras totais do produto cresceram 11% nos nove primeiros meses do ano (alcançando um total de US$ 5,3 bilhões), o faturamento da exportação local subiu quase 40%, chegando a US$ 50,5 milhões, ante US$ 36,6 milhões do mesmo período de 2013. O volume mostrou expansão ainda maior, de 42,13%, conforme dados levantados pelo Centro de Informações e Estatísticas da Fundação de Economia e Estatística do Estado (FEE). A quantidade enviada pelo País cresceu 8%. 

O desempenho da carne bovina destoou também dos demais rebanhos, com maior representação na balança gaúcha, mas que fecharam o ciclo de nove meses com recuos. Suínos registraram US$ 244,4 milhões, queda de 18,3%, frente ao ano anterior, associada à menor oferta de matéria-prima, e frangos geraram divisas de US$ 915,2 milhões até setembro, 6,5% abaixo da receita de janeiro a setembro de 2013. Segundo o economista Guilherme Risco, que elaborou o comparativo pela FEE, o item carnes desossadas congeladas despachadas para Hong Kong, Egito, Irã e Venezuela foi decisivo na arrancada este ano. “Foram US$ 11,9 milhões a mais que 2013, o que explica o crescimento”, contrastou Risco.

Outros destaques no fluxo externo da cadeia bovina, na qual o Brasil é líder mundial, foi a retomada dos embarques para o Irã, que passou de receita zerada no período em 2013 para US$ 4,5 milhões até setembro, ficando em terceiro nas aquisições. Egito ganhou peso, ficando em segundo lugar (US$ 5,8 milhões) e Hong Kong firma-se como principal destino, com US$ 25,5 milhões, metade da divisa. Até o Uruguai, considerado modelo na gestão comercial e marketing de carne de qualidade, buscou mais matéria-prima no vizinho gaúcho, somando US$ 2,4 milhões, 143% a mais que o ano passado.

Para ampliar ainda mais as vendas aproveitando a alta de quase 150% nos preços internacionais desde 2003, a cadeia produtiva da carne bovina gaúcha almeja mais espaço no mercado europeu, que paga mais para ter carne de linhagem britânica (raças Hereford e Angus, por exemplo, com maior rebanho no Estado), mas exige mais também. A União Europeia (UE) comprou US$ 6,2 milhões até setembro (ante US$ 4,9 milhões de 2013), mas o avanço em outras regiões rebaixou a fatia europeia, que passou de 13,6% da receita (ano passado) para 12,3% até setembro.

O aproveitamento desse fluxo envolve aumento do rebanho rastreado (cumprindo normas europeias), demanda que o Marfrig, com maior volume de abates no Estado e com três plantas em operação habilitadas a exportar, coloca como essencial para manter aberto o frigorífico de Alegrete. Grupo criado por iniciativa do Sindicato Rural de Alegrete e que reúne produtores, industrias e governo pretende buscar formas de ampliar a cobertura do Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Bovinos e Bubalinos (Sisbov). Mercado interno com mais consumo de carne e valorização de preços também disputa a oferta de carcaças, cujo volume se mantém estável nos últimos anos. 
Segundo o Ministério da Agricultura (Mapa), apenas 153 mil bovinos de 139 propriedades gaúchas estavam registrados no Sisbov em 2013, menos de 4% do total rastreado no País, de 4,2 milhões de cabeças. O Estado responde hoje por 7% do rebanho bovino nacional (corte e leite), com total de 200 milhões de cabeças. Em outubro, técnicos da UE inspecionaram propriedades e frigoríficos no País. Foram duas fazendas (Bagé e Dom Pedrito) e uma unidade de abates (Bagé) no Estado. O Mapa informou que os auditores, ligados ao órgão europeu que fiscaliza alimentos de origem a animal, não finalizaram o relatório, mas teriam considerado o Sisbov “robusto com bons controles oficiais”.

Programas de certificação de raças britânicas atendem europeus

Consagrado como maior exportador global de carne bovina, o Brasil atingiu o status vendendo majoritariamente carcaça de Nelore, raça que domina os maiores rebanhos no Centro-Oeste e Norte. De origem índica, o Nelore atende o mercado chamado de commodity da carne. Os programas de qualidade e certificação de raças britânicas, como Hereford e Angus, com maior plantel no Estado, buscam a diferenciação para entrar com tudo na praça europeia explorando o quesito qualidade.

No recente Salão Internacional da Alimentação (Sial), em Paris, na França, maior feira da área no mundo, representantes dos programas das raças detectaram o baixo conhecimento sobre selos de certificação e mesmo da carne produzida. O gerente do programa Carne Pampa, da Associação Brasileira de Hereford e Bradford, Alfredo Drisen, foi a Sial e confirmou que há espaço para se credenciar a compras de traders importadores, com os quais estabeleceu contato no salão.

“O trade conhece a carne de nelore. Na Sial, mostramos que, além do produto commodity, podem obter a mesma carne de qualidade produzida pelo Uruguai e pela Argentina”, observou o gerente da Carne Pampa. A referência à matéria-prima dos vizinhos dá a dimensão da percepção que compradores têm de cada produtor. “Os importadores associam carne de qualidade a estes dois mercados e a Austrália. No Uruguai, 100% da carne é de qualidade e lá foi criado o Instituto da Carne. Das 44 milhões de cabeças abatidas ao ano no Brasil, 1% é de programas certificadores”, compara o representante da Carne Pampa.

Drisen avalia que o trabalho das associações aporta quesitos como procedência e certificação buscados pela UE. Além disso, há exigência de rastreabilidade. “Mas só funciona se tiver integração entre produtores, indústria e governo”, aponta o gerente do programa do Hereford, que deve certificar 50 mil cabeças em abates em 2014, todos feitos só no Estado. O Paraná terá o primeiro frigorífico no Carne Pampa, em Pato Branco. O rebanho de Hereford e Bradford é estimado em 3,5 milhões de animais, dos quais 2,5 milhões em propriedades gaúchas.

O presidente da Associação Brasileira de Angus, raça com maior abrangência entre as britânicas, Paulo de Castro Marques, avalia que o País está alterando o conceito e já briga pelo fluxo de matéria-prima de qualidade. O programa Carne Angus Certificada, criado há 11 anos, deve alcançar 300 mil cabeças em 2014.  O crescimento de cruzamentos com nelore e exportação de genética por propriedades do Estado a outras regiões deve acelerar a oferta. A venda cresceu 15%, e o Angus lidera o mercado de inseminação. Antes, a raça Nelore reinava.

O dirigente garante que 100% dos animais classificados são inspecionados. “O protocolo é rigoroso, e a carcaça sofre inspeção antes e depois do abate. Se não tiver qualidade, é enquadrada como commodity”, explica Marques. O produtor recebe bonificação de, no mínimo, 9% do valor da arroba, podendo chegar a 17% e 18%. No Exterior, a abertura de mercado à carne in natura brasileira nos Estados Unidos, tratativa que envolve governo e Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) com a representação norte-americana, pode ampliar o acesso a regiões que primam pela qualidade, como a UE. “Se vende aos EUA pode vender a qualquer um”, justifica Drisen.
fonte: Jornal do Comercio

Leilão Certificado Nº 5 INSCRIÇÕES ABERTAS


Genética Angus da GB e Chalet tem alta liquidez

O leilão virtual da GB Agropecuária e da Chalet realizado no dia 04 de novembro, no Jockey Club do RS via Canal Rural,  teve 100% de liquidez, com  todos os lotes muito disputados por compradores do RS, PR, MG, MS e SP. Foram 174 animais comercializados sendo 123 fêmeas e 48 machos e, uma oferta especial de  03 prenhezes elite da raça Angus que alcançaram preço médio de R$ 12.000,00. 


O leilão que foi conduzido pelo leiloeiro Fábio Crespo, fechou um faturamento de R$ 788.940,00. Os lotes de machos, assim como tem sido em todos os leilões deste circuito de primavera, foram os mais disputados. A valorização e a procura por exemplares da raça Angus, reflete o bom momento da pecuária brasileira, que valoriza e garante mercado para animais de alta qualidade e com genética reconhecida. “ Foi um excelente leilão, com uma ótima resposta do mercado, o que muito valoriza o nosso trabalho de seleção. Com liquidez e, com muito criador tradicional, mais uma vez investindo na nossa genética Angus”  afirmou o diretor da Chalet  Agropecuária, Luiz Eduardo Batalha.

Médias finais por categoria: 
  • Lotes especiais                       - R$ 12 mil
  • Touros 2 anos  (Ger. 2012)     - R$ 7,6 mil
  • Tourinhos 1 Ano (Ger. 2013)   - R$ 3,5 mil
  • Terneiras CA (Ger. 2013)        - R$ 2,4 mil    
  • Vacas PO                               - R$ 4,6 mil

A Assessoria Agropecuária prestou suporte técnico a este leilão pela primeira em 2014. O trabalho passou pela revisão dos animais, formação de lotes, e orientação para clientes previamente e durante o leilão.  
 Fonte: Futura.rs, adaptado pela Assessoria Agropecuária 

Leilão Certificado Nº 5 em 03.12.2014


INSCRIÇÕES ABERTAS
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PELOS FONES 053.99941513 ou 81113550 com LUND

Estâncias Mauá, Charrua e Passo Fundo encerram remate com pista limpa

Remate das Estâncias Mauá, Charrua e Passo Fundo

Foto: Jornal O Momento
Durante agenda da 83ª Expofeira de Santa Vitória do Palmar (RS) aconteceu, no dia 03 de novembro, o Leilão Produção das Estâncias Mauá, Charrua & Convidados, que nesta edição contou com a participação do criatório Hereford da Estância Passo Fundo.

Com pista limpa, foram 73 animais Hereford expostos em pista, 31 reprodutores e 42 fêmeas, totalizando R$ R$ 338.700,00 em vendas. Confira as médias.

Médias:

– 31 touros P. Hereford PO e PC de 2 e 3 anos a R$ 7.229,00;
– 08 vacas P. Hereford PO prenhas a R$ 3.300,00;
– 06 vaquilhonas P. Hereford PO de 2 anos a R$ 4.200,00;
– 15 vaquilhonas P. Hereford PC de 2 anos a R$ 2.250,00;
– 13 vaquilhonas P. Hereford certificadas de 3 anos prenhas a R$ 2.250,00.



Fonte: ABHB

Tamanca e Rincão vendem mais de meio milhão em Santa Vitória do Palmar

No dia 04 de novembro, durante agenda da Expofeira de Santa Vitória do Palmar (RS), as Cabanhas Tamanca e Rincão promoveram a 4º edição do leilão Especial Hereford com faturamento acima de meio milhão. Foram 110 animais (68 lotes de fêmeas e 42 lotes de machos) negociados por R$ 541.200,00.

Os animais mais valorizados foram TAMANCA I071, Grande Campeão PC da Exposição de Pelotas 2014 e Segundo Melhor PC da Expointer 2014, comercializado pelo valor de R$18.450,00 por Pedro Duarte Rotta, da Estância Coronilha, de Santa Vitória do Palmar (RS) e TAMANCA I006, que integrou o Trio Grande Campeão PO de Bagé em 2013 e Trio Grande Campeão PO de São Gabriel em 2014, comercializado por R$ 16.800,00 pela Mariana S. Machado, da Estância Santa Olinda, de Santa Margarida do Sul, RS.

Outro destaque foi a venda de 12 vaquilhonas Polled Hereford PC, prenhas, adquiridas por Andrei Gomes de Almeida, do município de Pato Branco, no Paraná, por um preço médio de R$ 3.600,00. Confira as médias a seguir.



Fonte: ABHB

sábado, 8 de novembro de 2014

Vendas da temporada 2014



Escassez de oferta e preços do boi em alta caracterizaram mercado nesta semana, diz Agência Safras


O mês de outubro pode ser caracterizado pela intensidade do movimento de alta da carne bovina e também do boi gordo no mercado interno. Esse movimento de alta é produto do quadro de escassez de oferta que se abate sobre o mercado brasileiro durante o segundo semestre.

Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, não há indícios de alterações desse panorama no curto prazo, uma vez que a engorda segue prejudicada pela estiagem que afetou duramente as regiões Sudeste e Centro-Oeste. Com isso, é aguardada a continuidade do movimento de alta.

Semana a semana novos recordes de preço são estabelecidos, na última semana de outubro a média de R$ 140, livre à vista foi alcançada no interior de São Paulo.

Os frigoríficos iniciaram a semana apresentando abates irregulares. Operando abaixo da capacidade, ou seja, na tentativa de amenizar o quadro de restrição de oferta, os frigoríficos reduzem a capacidade de abate diário na tentativa de uniformizar a programação semanal.

Essa estratégia não é adotada apenas pelos frigoríficos de menor porte. Até mesmo os frigoríficos de maior porte se veem obrigados a mudar sensivelmente sua carga de abates, em uma clara tentativa de amenizar o quadro de escassez de oferta. Nem mesmo o comportamento agressivo dos frigoríficos na compra de gado tem ajudado - sinal que realmente há um quadro de oferta limitado.

A média semanal de preços (de 3 a 6 de novembro) em São Paulo foi de R$ 142,25.  Em Mato Grosso do Sul, preço ficou em R$ 136,11. Em Minas Gerais, a arroba esteve em R$ 136,16.  Em Goiás, a arroba esteve inalterada, a R$ 136,00. Em Mato Grosso, o preço ficou em R$ 124,16.

Fonte: Agência Safras 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Valor de la carne uruguaya se diferencia del resto de la región

Carne Uruguay - MercosurEl valor medio de la carne vacuna uruguaya alcanzó un nuevo máximo en el mes de octubre de US$ 6.464 por tonelada embarque. Todo un hito que refleja, por un lado, la fenomenal firmeza del mercado internacional hasta mediados de setiembre y por otro, las favorables condiciones de colocación del producto en un amplio abanico de potenciales clientes, que le permite a la industria dirigir sus ventas a quienes lo están pagando mejor.
El valor medio de exportación de los demás países de la región también aumentó en los últimos meses. Sin embargo, su valorización ha sido inferior a la del producto uruguayo. El valor medio FOB de la carne vacuna exportada por el Mercosur en octubre se estima en US$ 5.350 por tonelada embarque. Por lo tanto, la carne vacuna uruguaya se exportó en octubre US$ 1.114 por tonelada por encima del promedio regional. Esta diferencia ha tendido a ampliarse en los últimos años, como se observa en el gráfico adjunto. Este año hay una importante ponderación de los mercados del NAFTA, donde los precios son récord y a donde no acceden los socios regionales. 
Carne y novilloLos valores medios de exportación de los distintos países de la región no son linealmente comparables, dado que no se exportan los mismos productos. Por ejemplo, Brasil tiene una mayor proporción de delantero dentro del total exportado, ya que la mayoría de los cortes del trasero los consume el mercado interno (destino de cerca de 80% de la producción). A su vez, el peso relativo de los enfriados a Europa en las exportaciones de Argentina es muy superior al que tienen los demás países de la región, por lo que su valor medio de exportación es significativamente más alto (del entorno de los US$ 7.500 en setiembre).
Sin embargo, al analizar la evolución de las diferencias de precios, estas salvedades tienden a obviarse. Las proporciones de los distintos tipos de cortes exportados era aproximadamente la misma en el segundo semestre de 2010, cuando el valor medio FOB de Uruguay era similar al del resto de la región, que ahora, que es 15-20% superior.
Pero este sobreprecio últimamente no se está trasladando al valor del novillo. Si se observa la diferencia porcentual entre el precio del novillo en Uruguay y el Índice Faxcarne del Novillo Mercosur, hasta el segundo semestre del año pasado el precio uruguayo era alrededor de 15% superior. A partir de entonces se procesó un fuerte ajuste y en la actualidad el novillo en Uruguay tiene el mismo nivel que el promedio regional.
Hay algunas razones para ello: una es que el valor medio de exportación tiene en cuenta los volúmenes exportados dentro de la cuota 481, no así el valor medio del novillo, que es la referencia del especial de pradera. Otra es que tiende a aparecer más oferta de ganado en el país, a la vez que se ha reducido fuertemente en Brasil, lo que lleva a una equiparación del precio local con el del principal jugador regional. Pero también alimenta las suspicacias y el malhumor de quienes observan desde el sector productor que el gran trabajo hecho por el país para la apertura de la mayoría de los mercados no se refleja en los precios de la hacienda gorda. 
fonte: Tardaguila Agromercados

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

RS: conheça os premiados Hereford na Expofeira de Primavera de Santa Vitória do Palmar, diz ABHB



No dia 30 de outubro durante a 6ª Expofeira de Primavera de Santa Vitória aconteceu, através do Núcleo Fronteira Sul de Hereford e Braford (Nfshb), o julgamento dos animais rústicos Hereford.

A Feira, que faz parte do Ranking da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), ocorreu no Parque do Sindicato Rural, em Santa Vitória do Palmar (RS).

Para o julgamento dos animais o jurado foi o uruguaio Gonçalo Pepe, auxiliado pelo Inspetor Técnico de Registros credenciado pela ABHB, Miguel Ferreira. Acompanhe os resultados a seguir.


RÚSTICOS

Polled Hereford Fêmea PO:
Lote Grande Campeã: Lote 2 – Tatuagens: H018 – H019 – H022 – Ricardo e Luciano Sperotto Terra – Estância Tamanca – Santa Vitória do Palmar – RS

Lote Res. de Grande Campeã: Lote 2 – Tatuagens: I001 – I008 – I005  – Ricardo e Luciano Sperotto Terra – Estância Tamanca – Santa Vitória do Palmar – RS

Melhor Rústica:  Tatuagem H018 do lote 2 – Ricardo e Luciano Sperotto Terra – Estância Tamanca – Santa Vitória do Palmar – RS

Polled Hereford Macho PO:
Lote Grande Campeão:  Lote 6 – Tatuagens: 4005 – 4077 – 4127 – Mário Ubirajara Rota Anselmi – Estância Mauá – Santa Vitória do Palmar – RS

Lote Res. de Grande Campeão: Lote 7 – Tatuagens: 302 – 312 – 317 – Jorge Terra Figueiredo e Irmãs – Estância Tapera – Santa Vitória do Palmar – RS

Terceiro Melhor Lote:  Lote 10 – Tatuagens: I002 – I006 – I011 – Ricardo e Luciano Sperotto Terra – Estância Tamanca – Santa Vitória do Palmar – RS

Melhor Rústico: Tatuagem 4077 do lote 6 – Mário Ubirajara Rota Anselmi – Estância Mauá – Santa Vitória do Palmar – RS


Polled Hereford Fêmea PC:
Lote Grande Campeã: Lote 13 – Tatuagens: I051 – I059 – I074 – Ricardo e Luciano Sperotto Terra – Estância Tamanca – Santa Vitória do Palmar – RS

Lote Res. de Grande Campeã: Lote 12 – Tatuagens I106 – I109 – I157 – Ricardo e Luciano Sperotto Terra – Estância Tamanca – Santa Vitória do Palmar – RS

Melhor Rústica: Tatuagens I059 do lote 13 – Ricardo e Luciano Sperotto Terra – Estância Tamanca – Santa Vitória do Palmar – RS


Polled Hereford Macho PC
Lote Grande Campeão:  Lote 24 – Tatuagens : 864 – 912 – 871 – Jorge Terra Figueiredo e Irmãs – Estância Tapera – Santa Vitória do Palmar – RS

Lote Res. de Grande Campeão: Lote 19 – Tatuagens: 384 – 410 – 444 – Mário Ubirajara Rota Anselmi – Estância Mauá – Santa Vitória do Palmar – RS

Terceiro Melhor: Lote 16 – Tatuagens: 779 – 805 – 807 – Condomínio Marcos Silva de Marco e Outros – Estância Passo Fundo – Santa Vitória do Palmar – RS

Melhor Rústico: Tatuagem 912 do lote 24 – Jorge Terra Figueiredo e Irmãs – Estância Tapera – Santa Vitória do Palmar – RS

Fonte: Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Virtual Angus CHALET & GB é nesta terça (04) em Porto Alegre

Os criadores Luiz Eduardo Batalha e Galvão Bueno convidam os criadores e usuários da raça Angus para o seu leilão de produção 2014, a realizar-se em 04 de novembro. A venda será em modalidade "virtual", mas haverá recepção e cocktail no Salão Preto do Jockey Club do RS a partir das 20h (Av. Diário de Notícias, 750 - Porto Alegre, RS).

A oferta contará com 50 touros e 125 fêmeas Angus da Chalet Agropecuária e GB Agropecuária, de Pinheiro Machado e Pedras Altas respectivamente. Como um diferencial deste leilãos serão ofertados 03 lotes totalmente ESPECIAIS com prenhezes únicas na raça:

a)     Lote A - Prenhez de uma irmã inteira da Grande Campeã Expointer 2014 (LC Ventura) - LC Susana x Tres Marias Cumbiero;
b)    Lote B - Prenhez de FSL Deca com duas opções de touros americanos não disponíveis no Brasil: SAV Heavy Hitter e EXAR Changing Time;
c)     Lote C - Prenhez de Reconquista 593 x SAV Traveler 004, uma das matrizes mais premiadas da seleção Reconquista com um dos touros americanos mais provados;

Na oferta de touros, além dos reprodutores de 2 e 3 anos, serão oferecidos também "Tourinhos 2013" para criadores que buscam animais jovens para recria e preparação de touros.
A condição de pagamento é uma vantangem deste leilão com a venda em 24 parcelas e com todos animais com seguro de vida por 120 dias.

Participe no recinto de leilões ou através da transmissão do Canal Rural.

Serviço:
Leilão Virtual Angus CHALET & GB 2014
Data/local: 04/novembro, Jockey Club do RS (Porto Alegre)
Oferta: ANGUS - 50 Touros, 125 Fêmeas, e 03 Prenhezes Especiais
Leiloeiras: Programa Leilãoes e Crioulo Remates (051.3330 3579)  
Suporte Técnico: Assessoria Agropecuária (051.9835 8100)
Transmissão: Canal Rural
fonte: Acessoria Agropecuaria DImas Rocha  e FF Velloso