segunda-feira, 17 de agosto de 2015

ALIANÇA ANGUS, três anos de sucesso!

 
   


Cooperados e Associação Brasileira de Angus comemoraram os três anos da parceria entre a entidade e a CooperAliança em jantar no dia 15/08/2015 no sindicato rural de Guarapuava Paraná. No evento onde também foram entregues os premios do Concurso de Carcaças Angus do estado, produtores e dirigentes da CooperAliança fizeram uma retrospectiva do trabalho nestes três anos e projetaram o futuro. "Demanda aquecida e muitas oportunidades para a Carne Angus no mercado interno e externo" foi a mensagem do Diretor do Programa Reynaldo Salvador aos presentes no evento, quase a totalidade dos cooperados do Projeto de Bovinos. Edio Sander, presidente da Cooperativa juntamente com seu gerente técnico e industrial Marina Azevedo e João Paulo Boese, explanou sobre o andamento das obras do Frigorífico CooperAliança e sobre o projeto com a ANGUS. "Uma parceria de muito futuro" definiu o dirigente.


Concurso em Guarapuava conhece campeões


Concurso de Carcaças da CooperAliança já tem seus campeões.
Alta rentabilidade e precocidade marcaram o Concurso de Carcaças CooperAliança, em Guarapuava (PR), que conheceu na noite de sábado (15/8) os campeões da edição de 2015 durante evento no Parque de Exposições do Sindicato Rural. O grande destaque foram as fêmeas com rendimentos de carcaça bastante acima da média.


Lotes foram abatidos na semana passada em frigoríficos da CooperAliança Foto: Divulgação
Lotes foram abatidos na semana passada em frigorífico da CooperAliança Foto: Divulgação
Alta rentabilidade e precocidade marcaram o Concurso de Carcaças CooperAliança, em Guarapuava (PR), que conheceu na noite de sábado (15/8) os campeões da edição de 2015 durante evento no Parque de Exposições do Sindicato Rural. O grande destaque foram as fêmeas com rendimentos de carcaça bastante acima da média. A disputa foi liderada por João Claudio Gaudêncio, de Santo Antonio da Platina, cujo lote de fêmeas foi abatido com 219,1 quilos aos 11 meses de idade, alcançando um rendimento de 54,6%. Em segundo, ficou Silvino Caos, de Pinhão, com 212,8 quilos de carcaça, 13,6 meses de idade e 55,56% de rendimento.
Resultados impressionantes também foram obtidos nos machos, onde venceu Antônio Zancanaro, de Cascavel, que apresentou lote com 11,6 meses de idade média, peso de carcaça de 285,7 quilos e rendimento de 56,71%. Em segundo lugar, ficou Alceu Lupepsa, de Pinhão cujo lote apresentou idade média de 15,2 meses e peso de carcaça de 312 quilos e rendimento de 57,48%.
Participaram da disputa 200 animais dos dez criadores de Angus com maior volume de entrega à cooperativa em 2014. Segundo o gerente do Programa Carne Angus, Fábio Medeiros, a qualidade apresentada pelos animais foi o ponto alto. “Animais extremamente jovens e pesados, como os lotes campeões de categoria, chamaram a atenção dos técnicos responsáveis pelo julgamento”, pontou.
Mas a disputa não foi nada fácil. Segundo a jurada Luciana Dalla Vecchia, veterinária e responsável pela certificação da Carne Angus no frigorífico da CooperAliança, a escolha foi na ponta do lápis. Segundo ela, a conformação das fêmeas apresentadas deixou claro o excelente trabalho realizado pelos criadores de Angus da região. “Foi muito difícil julgar. Os animais apresentaram um padrão muito bom de acabamento de gordura, principalmente nas fêmeas”, ressaltou.
Os resultados, completou a gerente técnica da CooperAliança, Marina Araújo, estão acima das médias obtidas pela cooperativa, que já trabalha com alto padrão de acabamento de carcaça, idade de abate extremamente jovem e rendimento de 55% para os machos e de 53% para as fêmeas. “Eventos como este são importantes porque estimulam o produtor a trabalhar com Angus e valorizam a qualidade”, salientou.
fonte: ABA, adaptado por Lund Negócios

sábado, 15 de agosto de 2015

El Niño 2015-16 tiene nombre: Godzilla

El Niño 2015-16 tiene nombre: Godzilla
El Niño actual continúa intensificándose, y el panorama actual indica que puede ser récord.

En esta sección publicaremos las últimas novedades del fenómeno El Niño, cuya intensidad según el panorama actual puede ubicarlo como un Niño histórico debido al gran potencial que está desarrollando. 

¿Qué es?

El Niño puede resumirse rápidamente como una anomalía de temperatura en el Pacífico, donde el agua se calienta mas de lo normal.
Como consecuencia, se genera mayor inestabilidad en la zona y provoca un aumento en las lluvias en parte de Argentina, Uruguay y el sur de Brasil. 

Mapa interactivo

Mapa interactivo

Mapa interactivo de temperatura

Consultá el mapa interactivo de temperaturas y corrientes del Pacífico.

Qué esperar

Consecuencias de El Niño

Consecuencias en Argentina

Qué fenómenos se asocian a la señal de El Niño en Argentina y países limítrofes.

Pronósticos

Pronósticos de El Niño

Principales pronósticos

Qué dicen los ensambles de pronóstico para los próximos meses.

Monitoreo

Monitoreo de El Niño

Monitoreo de El Niño

Consultá el estado actual de cada región de evaluación.

Vitrine da Carne Gaúcha terá carnes Angus e Hereford

A Associação Brasileira de Angus irá participar, mais uma vez, da Vitrine da Carne Gaúcha, durante a 38ª Expointer, nos dias 29, 30 e 31 de agosto e 04 e 05 de setembro, com o já consagrado momento chamado “Pecados da Carne”.
Já a Associação Brasileira de Hereford e Braford, participará da Vitrine nos dias 29 e 31 de agosto e 04 e 05 de setembro, com o Programa Carne Pampa. As participações visam expor aos presentes, carcaças de qualidade e o aproveitamento de cada um de seus cortes. A iniciativa é da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul–Farsul, associações de raça e entidades que trabalham com carne de qualidade de bovinos, ovinos e suínos no estado.
Confira a programação:
Dia 29/08- Sábado
10h- Vitrine da Carne Gaúcha- Pecados da Carne- Pavilhão Internacional
16h- Vitrine da Carne Gaúcha- Programa Carne Pampa- Pavilhão Internacional
Dia 30/08- Domingo
15h- Vitrine da Carne Gaúcha- Pecados da Carne- Pavilhão internacional
Dia 31/08- Segunda-feira
10h- Vitrine da Carne Gaúcha- Pecados da Carne- Pavilhão internacional
16h- Vitrine da Carne Gaúcha- Programa Carne Pampa- Pavilhão Internacional
Dia 04/09- Sexta-feira
10h- Vitrine da Carne Gaúcha- Pecados da Carne- Pavilhão Internacional
10h30min- Vitrine da Carne Gaúcha- Programa Carne Pampa- Pavilhão Internacional
Dia 05/09- Sábado
10h30min- Vitrine da Carne Gaúcha- Programa Carne Pampa- Pavilhão Internacional
15h- Vitrine da Carne Gaúcha- Pecados da Carne- Pavilhão Internacional
Fonte: sindicatoruraldp.com.br

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Abertas inscrições para Concurso Carcaças no RS

carcaças
Estão abertas as inscrições para o tradicional concurso de carcaças Angus do Rio Grande do Sul, que será realizado no dia 11 de setembro no Frigorífico Silva, em Santa Maria (RS). São esperados mais de 600 animais para abate, oportunidade em que os produtores mostrarão o potencial de sua produção e da raça Angus para originar carcaças de altíssima qualidade atendendo aos consumidores mais exigentes.
Segundo o gerente do Programa Carne Angus, Fábio Schuler Medeiros, o concurso de carcaças é uma oportunidade para os produtores trocarem informações e conhecerem o dia a dia da unidade industrial. “A troca de experiências entre os participantes é o ponto alto da atividade. Aprende-se muito vendo o gado que produzimos comparado ao dos demais produtores”. Para Fabiano Vaz, consultor de compras do Frigorífico Silva, a aproximação com os fornecedores e a discussão sobre os desafios e dificuldades da industria são outro importante resultado da atividade. “Queremos conversar com os participantes, mostrar nosso trabalho e entender suas demandas. O Frigorífico Silva é parceiro do produtor de Angus do Rio Grande do Sul. Trabalhamos para valorizar a cadeia como um todo” reforça o técnico.
Os produtores participantes do concurso, além da tabela de premiação do Frigorífico Silva, que remunera em até 10% de sobrepreço os animais Angus certificados, contarão com um incentivo de participação de 1,5% sobre o preço base. Os lotes campeões de categoria receberão um premio de 5% adicionado ao valor final dos animais.
São aceitos no concurso de carcaças animais Angus e Cruza Angus, com mínimo de 50% de sangue Angus, machos castrados e fêmeas, com, no mínimo, gordura mediana.
As inscrições poderão ser realizadas até o dia 4 de setembro junto ao setor de compra de gado do frigorífico com Diogo Soccal pelo telefone (55) 2103-2525. Mais informações pelo telefone (51) 8179-4691 com Ana Doralina Menezes ou diretamente no setor de compra de gado do Frigorífico.
fonte: ABA

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Queda de 7,9% no preço do boi no RS: Momento de planejamento

Atualmente os preços do boi gordo no estado giram entre R$ 10,00 e R$ 10,30/kg de carcaça, a prazo, sem bonificações.
Isto representa uma queda de 7,9%, em média, nos últimos 30 dias, uma retração considerável. Agosto é um período em que geralmente as cotações dos animais gordos recuam pelo aumento da oferta, mas em 2015 está sendo mais forte.
Se analisarmos os últimos 10 anos, percebemos que a retração média do período é de 1,2%. Mas como já é velho e sabido, a maior área plantada de soja no estado tem modificado as variações de preço no mercado do boi.
Então se observarmos a variação média de 2011 a 2014, de agosto em relação a julho, o valor sobe para 2,3%, ainda assim 5,6 pontos percentuais menor que a variação deste ano até o momento, e o incremento da área de soja na safra 14/15 não foi tão grande, não a ponto de triplicar a variação mensal.
Em parte, esta variação negativa, bem acima da média, pode ser explicada pelo fraco consumo. Algumas indústrias estavam pulando dias de abate e/ou abatendo abaixo da capacidade que normalmente operam.
Mesmo com o clima adverso que atrapalhou o desenvolvimento das pastagens na região da campanha, a oferta de animais começou a aparecer, inicialmente na região da Serra gaúcha.
A margem mais apertada dos frigoríficos este ano também colabora para este cenário, pois nos últimos dois anos, apesar do aumento dos preços da carne no atacado e no varejo sentido pelo consumidor, o maior preço pago ao produtor não conseguiu ser completamente repassado, e achatou a margem. Neste período de queda é a chance de reverter, pelo menos um pouco, este estreitamento.
Ao que tudo indica, o somatório destes quatro fatores: oferta de animais da Serra, aumento na área de soja (consequentemente pastagens de inverno), fraco consumo no mercado interno (este merecendo destaque) e a diminuição da margem das indústrias, são os principais responsáveis pela queda mais acentuada dos preços no mercado do boi no Rio Grande do Sul.
É complicado falar de tendência num cenário de amplitude de variação acima da média, mas pela média dos últimos quatro anos, o preço tende a cair até outubro, considerando o preço médio mensal. Porém, no ano passado, as cotações recuaram em agosto e setembro apenas, retomando a firmeza em outubro, ou seja, antes do que a tendência nos apontava.
Foram retrações mensais maiores, mas com dois meses de duração, e não três, o que pode acontecer este ano novamente, pois o recuo de agosto parece que será bem acima da média.
É difícil falar em lado positivo, mas como quase tudo, vejo algo de bom neste cenário: A retomada de preços, ou a alta, após o período de pressão, tende a ser proporcional à queda, ou seja, quando há grandes quedas (como agora) a variação de preços para cima tende a ser maior.
Não há como saber certamente o que vai acontecer, não existe isso em análise de mercado, mas pode ser um período favorável para aqueles produtores que se planejaram, estão capitalizados e podem fazer bons negócios visando a comercialização a partir de dezembro.
O nível de planejamento e gerenciamento de qualquer negócio em proporcional ao sucesso obtido.
Por Renato Bittencourt

Em matéria para o Correio do Povo, NESPRO afirma que preço do boi pode subir no segundo semestre.


terça-feira, 11 de agosto de 2015

RS: Associação Brasileira de Angus projeta expansão de mercado internacional




Imagens

Foto: Divulgação/ABA


Porto Alegre/RS
Para enfrentar o reflexo da crise econômica no mercado nacional, os criadores de Angus estão prospectando uma nova clientela para a carne brasileira no exterior. A meta é ingressar no mercado gourmet e atingir a marca de 4 mil toneladas de carne Angus exportadas por ano até 2019. Para isso, uma comitiva da Associação Brasileira de Angus estará na Feira de Anuga, na Alemanha, de 10 a 14 de outubro. O Brazillian Angus Day será realizado em parceria com a Abiec e Apex dentro do projeto Brazillian Angus Beef. A viagem integra roteirointernacional que teve início em junho com viagem a Milão, na Itália, e ainda inclui missões à Rússia e México. “A raça Angus está com diversas negociações avançadas para embarcar carne de alto sabor e qualidade para países da União Europeia e já prospecta clientes na Rússia, Oriente Médio e China. Movimento que resulta de um trabalho sério que vai da produção à certificação das carcaças”, pontua o presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber. Na coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (11), em Porto Alegre (RS), Weber ainda pontuou que o Marfrig anunciou recentemente os primeiros embarques à União Europeia.

Segundo ele, é importante o pecuarista aproveitar ao máximo a Cota Hilton, que deve fechar o ano com aproveitamento de 95%, e estar atento para avanços nas tratativas da Cota 481 – High Quality Beef, que confere acesso a cortes de alta qualidade ao mercado europeu com taxas reduzidas e foi abordada em reunião entre a associação e a ministra Kátia Abreu.

Para ganhar escala e manter embarques consistentes da Carne Angus, a associação está trabalhando com orientação técnica aos produtores para aumentar a eficiência e o volume de animais abatidos. Há 12 anos, o Programa Carne Angus concede bonificações a criatórios que fornecem animais com alto padrão de terminação aos frigoríficos conveniados. Segundo o gerente do Carne Angus, Fábio Medeiros, a meta é aumentar o número de animais abatidos no escopo do programa, capilarizando os abates em diversos estados e regiões. Em 1º de agosto deste ano, o programa, criado no Rio Grande do Sul, recebeu a adesão de mais um estado. Em parceria com o frigorífico Frigol, criadores do Pará começaram neste mês a desfrutar das bonificações. Agora são 23 frigoríficos conveniados em oito estados (Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás e Pará).

Programa de Relacionamento avança no país
A Associação Brasileira de Angus deu início, em 2015, a um novo projeto de aproximação com os criadores da raça no país. O chamado Programa de Relacionamento com o Pecuarista visa conhecer quem são os 5 mil criadores que fornecem bovinos para o Programa Carne Angus com objetivo de selecionar os melhores animais, orientar o processo de engorda e abate e divulgar este que é o maior projeto de bonificação de carne do país. O novo programa reúne uma série de ações como visitas técnicas nas propriedades e workshops em diversas regionais. No primeiro semestre, foram realizados eventos em Santana do Livramento (RS), Pelotas (RS), Pato Branco (PR), Água Azul do Norte (PA),Campos Novos (SC) e Campo Grande (MS). Na Expointer, a raça realizará o seminário “O boi que o mercado quer”, no dia 3 de setembro. “Iremos reunir os diferentes elos da cadeia, produtores, indústrias, varejo e o setor de food service”, acrescenta Medeiros.

Números do Programa Carne Angus Certificada
- Atuação em oito estados;
- 23 frigoríficos;
- 3 milhões de bezerros Angus nascidos em 2015;
- 330 mil animais abatidos em 2014
- 5 mil produtores


Fonte: Associação Brasileira de Angus (ABA)

Mercado do terneiro em relação a genética


segunda-feira, 10 de agosto de 2015

sábado, 8 de agosto de 2015

"Frente pede agilidade no julgamento de Funrural a ministro do STF"



A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e a Aprosoja Brasil se reuniram com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, esta quarta-feira (05/08), para solicitar agilidade no julgamento sobre a inconstitucionalidade do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural).

O Funrural, que tornou obrigatória a contribuição de agropecuaristas à Previdência Social, é questionado por meio da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4395. A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafigo), que ajuizou a ação em 2010, entende que não há necessidade de seus associados recolherem o Funrural, porque já recolhem impostos previdenciários pela folha de pagamento de seus funcionários.

“Enquanto não sai a decisão do Supremo, a situação do setor agropecuário é de insegurança jurídica”, afirmou o deputado Adilton Sachetti (PSB-MT). No encontro, o presidente da Aprosoja Brasil, Almir Dalpasquale, apontou que, em diversos estados, produtores que questionam o tributo vêm obtendo a suspensão do recolhimento por meio de liminares ou sentenças.

“É essencial um posicionamento definitivo sobre a inconstitucionalidade do Funrural”, disse Dalpasquale. O ministro Gilmar Mendes, por sua vez, explicou que o STF está avaliando o questionamento de inconstitucionalidade e que deve se posicionar em breve sobre o caso. Também estiveram presentes os deputados Osmar Serraglio (PMDB-PR) e Tereza Cristina (PSB-MS).
  
Fred Raposo

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

LUND NEGÓCIOS - Oferta !!!

OFERTA DE GADO PARA REPOSIÇÃO

TERNEIROS
* 500 terneiros / Rosário do Sul / ANGUS DEFINIDOS
-400 castrados, desmamados, carrapateados e na pastagem.
-100 inteiros, desmamados, carrapateados e na pastagem
-Terneirada nova e pesada.

* 430 terneiros / Herval / ANGUS E CRUZAS ANGUS
-Castrados, desmamados, carrapateados e na pastagem.
-Terneirada nova e pesada

* 290 terneiros / Turuçu / ANGUS E CRUZAS ANGUS
-240 castrados, desmamados, carrapateados e na pastagem
-50 inteiros, desmamados, carrapateados e na pastagem.

* 30 Terneiros / Pelotas / ANGUS E CRUZAS
-Inteiros, desmamados, carrapateados e na pastagem

* 22 Terneiros / Canguçu / ANGUS E CRUZAS ANGUS
-Inteiros, desmamados, carrapateados e no cocho
-Terneirada nova e leve

TERNEIRAS
* 100 Terneiras / Rosário do Sul / ANGUS DEFINIDAS
-Desmamadas, carrapateadas e na pastagem

* 95 terneiras / Pelotas / ANGUS E CRUZAS
-Desmamadas, carrapateadas e na pastagem

* 25 terneiras / Canguçu / ANGUS E CRUZAS
-Desmamadas, carrapateadas e no cocho

NOVILHOS
*40 novilhos / Rio Grande / CRUZAS EUROPÉIAS
-Inteiros, carrapateados e conhecem cocho

NOVILHAS
*27 novilhas / Pelotas / ANGUS E CRUZAS
-Carrapateadas e na pastagem.
-Novilhas novas e leves

NOVILHAS PRENHAS
*29 novilhas prenhas / Jaguarão / ANGUS DEFINIDAS
- Carrapateadas e prenhes confirmada.

*14 novilhas / São Lourenço do Sul / BRAFORD
-Carrapateadas e prenhes confirmada.

VACAS PRENHAS
45 vacas prenhas / São Lourenço do Sul / CRUZAS
-Carrapateadas

*13 vacas prenhas / Piratini / ANGUS E CRUZAS ANGUS
-Carrapateadas

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terça-feira, 4 de agosto de 2015

NESPRO é destaque em matéria sobre abate de bovinos no RS


Na capa do caderno Rural da edição do último domingo (2/8) do Correio do Povo, teve destaque a dissertação da agrônoma do NESPRO Ana Paula Leães sobre a mudança na distribuição dos abates do RS. 

Além dela, Júlio Barcellos também marcou presença na matéria no papel de orientador do estudo. 



NESPRO é destaque em matéria sobre abate de bovinos no RS




domingo, 2 de agosto de 2015

Paraná desiste de suspender vacinação contra aftosa

Campanha de novembro está garantida, disse o presidente da Adapar, Inácio Kroetz. Sebastião Guedes, do CNPC, comentou a decisão

Paraná desiste de suspender vacinação contra aftosa
Foto:CNPC
Sebastião Guedes, do Conselho Nacional de Pecuária de Corte

O Paraná adiou os planos de retirar a vacinação contra a febre aftosa e irá manter a vacinação contra a doença prevista para novembro. O Estado tinha até esta sexta-feira, 31, para decidir se promoveria ou não a segunda etapa da campanha deste ano. “O ambiente interno e externo nos recomendam a vacinar pelo menos neste ano. Mas seguimos com o trabalho para que o Estado alcance, em um prazo não muito longo, o status de livre da doença sem vacinação”, disse o presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Inácio Kroetz. Ele explica que as obras previstas para as barreiras nas fronteiras não ficaram prontas no prazo esperado. Além disso, Kroetz enumera entre as razões para manter a programação a realização da Reunião Extraordinária da Comissão Sul-Americana para a Luta contra a Febre Aftosa (Cosalfa) e do Encontro Nacional de Defesa Sanitária Animal (Endesa) em outubro, em Cuiabá, (MT), que poderá trazer novas medidas a serem observadas antes que o estado decida por parar de vacinar. Em reunião realizada na última segunda-feira, 27, representantes de 35 entidades solicitaram ao governador Beto Richa a manutenção da vacinação. Na ocasião, o secretário de Estado da Agricultura, Norberto Ortigara, teria se comprometido a manter as campanhas de novembro e de maio do ano que vem. Kroetz informou, no entanto, que a etapa de maio ainda não está confirmada. “Nós defendemos que o avanço de status sanitário no Brasil não ocorra por Estado e sim em bloco”, salientou o presidente da Sociedade Rural do Paraná, Moacir Sgarioni, posicionamento que está em linha com o do Ministério da Agricultura. Segundo ele, o status de livre sem vacinação e o consequente isolamento do Estado, comprometeriam o melhoramento genético do rebanho paranaense. Além disso, o Estado não teria excedente de produção para atender aos potenciais mercados que se abririam com o novo status.


 Fonte: Portal DBO

sábado, 1 de agosto de 2015

Febre aftosa: vacinar ou não?

Ronaldo Zachlisnki de Oliveira*


Por Ronaldo Zachlisnki de Oliveira*
A febre aftosa é uma doença causada por vírus, e altamente contagiosa. Afeta animais de cascos bipartidos, daí sua importância na pecuária moderna, principalmente nos bovinos, ovinos, caprinos e suínos. Trata-se de uma zoonose, sua confirmação em humanos é rara e, quando acontece, seu tratamento é possível, sem causar grandes riscos à saúde do afetado.
A transmissão da doença ocorre através das secreções de um animal infectado, porém o homem e todo o tipo de material podem servir de vetores, em condições apropriadas, o vírus se mantém ativo por algum tempo, o que favorece a disseminação por veículos a longas distâncias.
O Brasil, o maior exportador de carnes do mundo, possui mais de um tipo de status sanitário, junto a OIE (Organização Mundial e Saúde Animal). O estado de Santa Catarina é denominado livre de febre aftosa sem vacinação, e as demais regiões do território brasileiro livres de aftosa com vacinação, com exceção dos estados do Amapá, Amazonas e Roraima, que buscam serem incluídos nesse grupo.
Ocorre que o estado do Paraná, recentemente, pleiteou junto ao MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), sua progressão de categoria, ou seja, deseja tornar-se livre de febre aftosa sem vacinação, sua solicitação está sendo examinada.
Esse fato obteve eco no Rio Grande do Sul, e alguns setores, timidamente, voltaram a falar em um Estado livre de febre aftosa sem vacinação.
No ano de 2001, com a suspensão da vacina, o Município do Rio Grande viveu o flagelo da febre aftosa, com 18 focos registrados e abate de expressivo número de animais, o considerável prejuízo sócio econômico que abalou a comunidade e deixou rastros, tanto assim que, até hoje, temos famílias marcadas pelo desarranjo causado em suas vidas pelas ações necessárias, tomadas pelos órgãos sanitários quer do governo estadual, quer do governo federal para erradição de tal doença, dos nossos campos.
Rio Grande, que possui um Superporto, com expressiva movimentação de cargas e pessoas das mais diversas origens, merece um cuidado todo especial quando se trata de sanidade, tendo em vista que no surto de 2001, o Sindicato Rural do Rio Grande, fez ligação que, dentre os 18 focos registrados, 14 tinham como indicativo o Superporto.
Propriedades que retiravam “varreduras” do interior do Superporto, produtores que executam jornada dupla, trabalhando na orla marítima e, após participarem de tarefas rurais e outras formas de contaminação, como intenso trânsito de veículos e equipamentos, podem ter sido vetores inocentes desta contaminação.
Em entrevista coletiva, nesta semana, a ministra Kátia Abreu declarou que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) têm como objetivo conquistar, para o Brasil, junto a Organização Mundial e Saúde Animal (OIE), o status de zona livre de febre aftosa até maio de 2016.
Entidades ligadas ao setor primário e produtores rurais, demonstraram preocupação com esses “ditos avanços” que seriam a retirada da vacinação, nos estados do sul, sem uma maior avaliação das condições de fiscalização sanitária.
A muito custo chegamos onde estamos, exportamos para mais de 180 países que aceitam nossa carne de zona livre de aftosa com vacinação. A retirada da vacina faria nosso território ficar exposto a surtos vindos de outras regiões do cone sul, que sabidamente investem menos que nós em sanidade animal.
Para nós, rio-grandinos, que passamos pelas agruras de um surto de aftosa, com repercussão negativa em todos os setores da nossa comunidade, acende-se a chama da preocupação com o futuro, sempre que volta à baila o assunto delicado da retirada da vacinação.
O Rio Grande do Sul, na palavra dos seus dirigentes, declara-se de “cofres raspados”, cortando gastos em saúde, educação, segurança e outros, como medida para sanear suas finanças cambaleantes, este mesmo Estado terá condições para investir pesado em fiscalização, como medida mais que necessária para quem quer progredir em termos sanitários com a retirada da vacinação? Penso que não.
Como diz o homem campeiro, no seu saber estradeiro: Quando a tropeada é longa, vamos ao trote no primeiro suor. Ou seja, vamos devagar e, com segurança, não é hora de suspender a vacinação, a hora é de consolidar nossas conquistas, que a muito custo foram alcançadas.

*Graduado em Agronegócio CRA/RS nº 1873;
diretor de Marketing da Associação Brasileira de Angus


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quinta-feira, 30 de julho de 2015

SPEROTTO ENFRENTARÁ JOAO BATISTA NA NOVA DISPUTA PELO COMANDO DA FARSUL

Há 18 anos na presidência da Farsul, Carlos Sperotto ldisputará novo mandato no dia 5 de outubro, desta vez enfrentando o ex-presidente do Sindicato Rural de Passo Fundo, João Batista Fernandes da Silveira.
Sperotto é também presidente do Sebrae do RS.
fonte: Site do Jornalista Polibio Braga


Dólar traz novas perspectivas à indústria cárnea brasileira

A alta do dólar parece ter despertado um alarme geral. Uma visão mais profunda sobre a variação cambial, porém,traz meandros capazes de abafar o som estridente dos gritos de preocupação. O setor cárneo e suas exportações, por exemplo, beneficiam-se dos bons ventos emanados por esse fenômeno. Fenômeno, sim, pois a valorização da moeda norte-americana a R$3,30, alcançada em março, rompeu um regime de dez anos de estabilidade monetária – o dólar não ultrapassava a casa dos R$ 3,00 desde 2004.
Mas, diferentemente do que tem apregoado boa parte do mercado, esse fenômeno não se deve apenas aos desarranjos da economia brasileira. “Fundamentalmente, o dólar está se valorizando no mundo inteiro. Há um ano você precisava de US$1,40 para comprar um €1, mas hoje só precisa de US$1,07″, explica Emilio Garofalo Filho, ex-diretor de área externa do Banco Central e atual diretor do Banco Ouroinvest. Ou seja, a depreciação do real não é uma exceção.
Ainda assim, apesar do movimento ser generalizado, a expectativa é de que a moeda norte-americana volte a subir nos próximos meses. Garofalo aposta que 2015 deve terminar com o dólar a R$3,30, caso não ocorra nenhuma turbulência, enquanto Mariana Orsini, economista da GO Associados, acredita que este será o valor de 2016. Para o ano atual, a economista prevê uma cotação de R$3,15. Já Stefan Mihailov, diretor da Phibro, projeta que a moeda chegue a R$3,25 em dezembro.
Essas diferentes análises, entretanto, partem de um mesmo princípio. Em consenso, economistas apontam os Estados Unidos como o principal estopim da alta. Primeiramente, porque o país tem demonstrado sinais de recuperação financeira. Além disso, o possível aumento dos juros dos títulos norte-americanos abre margem para a especulação. Resultado: os EUA voltaram a atrair investidores e o dólar se fortaleceu.
“A parte positiva é que muitas negociações com o mercado externo são realizadas com contratos previamente firmados em dólar, e nesse caso temos um ganho na conversão para o real”, sintetiza Edemir Trevizoli Junior, gerente de exportações do Grupo GTFoods. Esse impacto, contudo,tem um importante contraponto. “Por outro lado, como grande parte do nosso custo é dolarizado, também sofremos o impacto negativo e temos que arcar com a elevação de custo na produção.”
A fotografia pode revelar bons ângulos, mas os benefícios não devem prevalecer sobre a análise crítica. Além de recomendar o aproveitamento do bom clima para as exportações, as fontes ouvidas pela reportagem sugerem cautela neste ano volátil.
fonte: Revista nacional da carne

quarta-feira, 29 de julho de 2015

El novillo en Uruguay cotiza 43% sobre el brasileño


Novillo Uru-BraMientras el precio del novillo gordo en Uruguay continúa con su escalada de pos zafra, en Brasil se hunde de la mano de la fuerte devaluación del real. Esta semana el sobreprecio del novillo uruguayo respecto al promedio de los estados exportadores brasileños es de US$ 1,12 el kilo carcasa, o 43%.
Desde que el ministro de Economía brasileño, Joaquim Levy, corrigió a la baja las expectativas de superávit fiscal primario la semana pasada (de 1,1% a 0,15%), se oscureció marcadamente la expectativa económica del país, con el corolario —por el momento— de la rebaja de la perspectiva de la nota de la deuda brasileña por parte de Standard & Poor’s, que ayer la redujo de estable a negativa. Para esta empresa calificadora, Brasil todavía mantiene el grado inversor, en su último escalafón (BBB-), pero ahora con perspectivas de perderlo.
La agencia dijo que las investigaciones de corrupción que afectan a “políticos y empresas importantes” como Petrobras han tenido un peso cada vez mayor sobre la perspectiva fiscal y económica de Brasil. S&P prevé que la economía se contraiga 2% este año, no crezca en 2016 y recién tenga una tímida mejora en 2017, informó Folha de Sao Paulo.
A todo este frente interno brasileño se sumó desde fines de la semana pasada el empeoramiento de varios indicadores en China, que promovieron una nueva muy fuerte caída en la Bolsa de Shanghái, impactando sobre los precios de todas las materias primas y las monedas de los países emergentes.
El real brasileño perdió 6,7% en la semana, para cerrar a R$/US$ 3,38, el nivel más bajo en más de una década. A ello se le sumó una nueva caída en el precio del novillo en reales. El valor medio del novillo en los principales estados brasileños se hundió 23 centavos en la semana (-8,3%) a US$ 2,63 el kilo carcasa, el valor más bajo desde febrero de 2010. Mientras, en Uruguay, donde el novillo tiene el precio más alto de toda la región, sigue subiendo. La diferencia entre el promedio brasileño y Uruguay es de US$ 1,12, o 43%.
El impacto sobre el valor medio del novillo en el Mercosur es grande. El Índice Faxcarne del Novillo Mercosur (IFNM), que semanalmente elabora esa publicación especializada, cayó US$ 15 centavos a US$ 2,92 el kilo carcasa, el valor más bajo desde agosto de 2013.
Fonte: Tardaguila Agromercados

URUGUAY - Esperan superar las 200.000 cabezas en pie exportadas en 2015


ExportacionesLa exportación de ganado en pie sigue muy activa en el mercado interno, y sirve para muestra nombrar que en lo que va del mes de julio se exportaron “cerca de 30 mil cabezas”, como comentó a Tardáguila Agromercados Alejandro Dutra, presidente de la Unión de Exportadores de Ganado en pie.
Al respecto, Dutra sostuvo que “en el primer semestre se exportaron 80 mil cabezas, con 4 empresas comprando activamente en el mercado local, y se espera una tónica mayor para los meses que restan para finalizar el 2015”.
Ante esto, es de esperarse “que superemos ampliamente las 200 mil cabezas en este año, con una herramienta más que importante para el productor uruguayo”.
Acerca del precio ofrecido, sostuvo que se está pagando entre US$ 2.05 y US$ 2.10, siendo similares a las manejadas meses atrás.
fonte: Tardaguila Agromercados

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Cooperativas apostam em tecnologia e pesquisa para aumentar produção


Na região de Guarapuava, produtores rurais trabalham e investem na terra, juntos em sistema de cooperativismo desde a década de 1950. Hoje o foco está na pesquisa. Nos laboratórios pesquisadores trabalham o ano todo na seleção e avaliação de novas linhagens de grãos. “Nesse contexto nós temos condição de identificar que tipo de fungo existe na semente, além de quantificar e oferecer um melhor produto”, diz o pesquisador Noemir Antoniazzi.
 
Para os produtores de cevada as exigências são ainda maiores. Isso porque este grão é industrializado dentro da cooperativa, onde se torna malte para as indústrias cervejeiras. Aprovada a semente segue para o campo. E os trabalhos de pesquisa continuam. Os cooperados contam com assessoria de agricultura de precisão. Antes dessa tecnologia, o manejo de fungicidas e adubos no campo era feito pela média dos cálculos. Hoje, um setor da cooperativa está trocando os dados médios por informações precisas. “A variabilidade existe, só que na agricultura tradicional a gente não trata. E com ajuda da máquina corrigimos valores”, explica Étore Francisco Reynaldo, pesquisador.
 
Robert Renhofer é um agricultor cooperado que exibe resultados positivos com uso dessas tecnologias. Aplica adubo e fertilizantes só em áreas que realmente precisam. “Na verdade nos primeiros anos no caso da calagem caiu pela metade a quantidade necessária e a produtividade nos últimos 10 anos teve um incremento na cultura de inverno 3% ao ano”, comenta o produtor.
 
Atualmente são 600 cooperados que apoiados pela pesquisa estão aumentando a produção. No caso da cevada, por exemplo, a produtividade saltou de 1 tonelada por hectares na década de 1970 para 4,5 toneladas nos últimos anos.
 
Tradição de cooperar que também divide espaço com outras atividades. Trinta e cinco criadores de gado se uniram há 7 anos, na região de Guarapuava, para ganhar mercado com um produto diferenciado. Já somam 113 criadores com 80 pontos de venda no estado. Em 2012, a produção de carne bovina simples transformou-se na produção certificada de carne Angus.
 
Esses pecuaristas se uniram, correram atrás de informação e fecharam parcerias. “O Iapar entrou  no início com programa de tipificação de carcaça, a Emater na produção e a organização do PCD – pecuária de curta duração. E assim estamos melhorando, cada vez mais, a produção”, garante Edio Sander, presidente de cooperativa.
 
Para vender com título de ‘carne nobre’, o manejo dos novilhos precoces é especial. E o trabalho conjunto com instituições possibilita o acompanhamento da produção de silagem e de vários outros processos, por pesquisadores. Assim com o uso da ciência à serviço do campo e do produtor a favor da cooperação, agricultores paranaenses abrem caminhos para um futuro ainda mais promissor. “Estou conseguindo tornar a propriedade mais rentável e tenho orgulho próprio de poder dizer que eu ajudei a construir a aliança”, fala o pecuarista, Silvino Caus.
G1 PR

Mapa dá recomendações para o transporte adequado de bovinos


O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio do Manual de Boas Práticas de Manejo – Transporte, disponibilizou recomendações referentes ao transporte de bovinos.
Segundo o documento, durante o transporte, a intensidade de estresse é variável, dependendo da forma com que os animais são manejados, das condições em que são transportados, da duração da viagem, das condições das estradas e do clima, entre outros fatores.
Os principais problemas durante os manejos de embarque e transporte são: agressões diretas, formação de novos grupos, instalações e transporte inadequados. Quando as condições de transporte não são boas, com estradas ruins, viagens longas, caminhões e compartimentos de carga em mau estado de conservação e direção sem cuidado, o estresse é mais intenso e os riscos de ferimentos e de mortes de animais aumentam.
Por isso, todos os envolvidos com o transporte – equipes das fazendas, responsáveis pela compra do gado, transportadoras, motoristas boiadeiros e responsáveis pela recepção dos bovinos nos abatedouros – devem conhecer o comportamento e as necessidades dos bovinos, para que possam realizar as atividades com o cuidado necessário, reduzindo os riscos de estresse, de ferimentos e de morte de animais durante as viagens.
O planejamento e a organização do transporte são responsabilidades das fazendas, transportadoras, motoristas e abatedouros. O manual recomenda que se defina previamente quais animais serão transportados –categorias e números, o tipo de veículo a ser utilizado, o número de veículos necessários, as rotas, datas e horários previstos para o embarque e o desembarque e quem serão os motoristas responsáveis pelo transporte.
As fazendas precisam preparar os lotes de embarque com antecedência e de forma correta, além de providenciar os documentos necessários para a viagem. As transportadoras e os motoristas devem manter os veículos em boas condições e ter conhecimentos sobre a situação das estradas. Os motoristas têm de ser treinados em boas práticas de manejo no transporte e estarem atentos a todas as informações sobre a viagem. Os abatedouros devem estar preparados para realizar o desembarque dos animais com agilidade e eficiência.
Há uma série de documentos que são necessários para o transporte de bovinos. Alguns deles são de responsabilidade da fazenda e devem ser conferidos pelo encarregado do embarque. Outros são de responsabilidade das transportadoras e dos motoristas boiadeiros. É obrigação do motorista boiadeiro verificar se os documentos do veículo e carteira de habilitação estão em ordem e dentro dos prazos de validade.
Além dos documentos básicos, do motorista e do veículo, para o transporte de bovinos são também necessários os documentos dos animais, como as Guias de Trânsito de Animal (GTAs), as notas fiscais do produtor, com informações sobre a origem e o destino dos animais, e, em alguns casos, os documentos de identificação animal.
Segundo o manual, é importante definir pontos estratégicos para paradas de emergência. Por isso, o motorista deve dispor de informações sobre fazendas ou outros locais de parada que ofereçam condições para o desenvolvimento de ações efetivas a fim de solucionar os problemas.
Em caso de acidentes, se todos os cuidados necessários foram tomados adequadamente, a gravidade acabará sendo minimizada. Procedimentos de rotina devem ser tomados, como discar para o 191 ou o número de emergência das rodovias privatizadas e, se necessário, solicitar socorro médico. Caso os animais fiquem soltos na estrada, é preciso providenciar a sinalização para evitar atropelamentos e buscar auxílio para conduzi-los a local seguro.
A adoção das boas práticas de manejo durante o transporte de bovinos visa a proporcionar maior segurança e conforto para os motoristas e reduzir as situações de risco que prejudicam o bem-estar dos animais e causam perdas quantitativas e qualitativas da carne.
Fonte: Mapa, adaptado pela Equipe BeefPoint.