quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Divulgados os selecionados para a próxima etapa da Seleção de Inspetores Técnicos da Angus

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A Associação Brasileira de Angus divulgou nesta quarta-feira (06/01) a lista dos candidatos selecionados para a segunda fase do processo seletivo para inspetores técnicos da raça. Foram disponibilizadas vagas para os estados de Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. Ao todo, 118 profissionais se inscreveram, sendo que 30 foram selecionados para a próxima etapa.
Os candidatos deverão confirmar a presença até 15 de fevereiro de 2016 para a segunda fase do processo pelo email fomento@angus.org.br (ou pelo telefone 51 3328.9122 com Mateus Pivato), quando serão informados dos horários e locais. Esta segunda etapa será composta de prova teórica, prova prática, avaliação psicológica e entrevista. A prova será aplicada no dia 1º de março e as entrevistas e testes psicológicos ocorrerão à tarde. No dia seguinte, os candidatos seguirão para a prova prática a campo, que será realizada em um criatório de Angus da região.
A Associação Brasileira de Angus reitera que está aberta a seleção para inspetor técnico no estado de São Paulo. Para participar é preciso preencher a ficha de inscrição, enviar o currículo resumido e carta de apresentação até o dia 25 de janeiro de 2016 para o email curriculum@angus.org.br, além do pagamento da taxa de inscrição. Maiores informações estão disponíveis no site www.angus.org.br. A prova teórica, entrevista individual e avaliação prática serão realizadas em conjunto com os selecionados dos demais estados.
O processo seletivo busca ampliar o quadro técnico da Angus, permitindo assim uma maior atuação junto aos rebanhos puros e também na área de extensão rural e fomento. Em breve, estará disponível o material bibliográfico de referencia para as provas.
Lista de selecionados para segunda etapa do processo seletivo de inspetores técnicos:
Ana Paula Vieira Neves
Angelica Petersen Dias
Augusto Marsola Pansani
Édson Domingos da Rocha
Eduardo Franz Luvison
Eduardo Martini Nunes
Fábio Tolotti
Fernando Antonio Reimam
Gonçalo Costaguta Mattas Solés
Gustavo Mafra Fernandes
Gustavo Pires Ribeiro
João Thomaz Ferreira de Favia
José Nei Corrêa Severo
Juliana Brendler Hoerbe
Luiz Franscisco Belilh
Maickel Martins Danielce
Marcio Luis Bertan Sella
Otávio Pires Sicco
Otir Vieira Marques Santos
Pedro Henrique Gomes
Rafael Marques Gomes
Renata Luzardo Paiva
Rodrigo Fagundes da Costa
Rômulo Pinheiro
Rubens Gianella Mondadori
Samuel Agostinho de Bortoli
Thiago Schaan Salis
Valdimar Rebelatto
Vinicius Aquino Alves Faria
Walter Henrique de Carvalho
fonte: ABA

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Frio em 2016 deve chegar mais cedo

O produtor rural, em especial, deve ficar ainda mais atento ao clima este ano; veja a previsão completa


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previsao-do-tempo-2016-brasil (Foto: Somar)
O ano de 2016 começa sob os efeitos do fenômeno El Niño, que atua desde o início de 2015. O fenômeno foi classificado entre os três mais fortes das últimas três décadas. O El Niño deve perder força no decorrer do segundo trimestre (abril, maio e junho).
Durante o inverno, teremos um período de transição climática, indicando que neste ano o frio deve chegar mais cedo. Para o segundo semestre de 2016, os modelos climáticos apontam para o início de uma nova fase de águas frias sobre o Oceano Pacífico equatorial, com indicativo da provável configuração de um episódio de La Niña.

O último La Niña aconteceu entre 2010 e 2011. Para os que consideram difícil haver uma mudança tão rápida de um fenômeno para outro, lembramos que os El Niños de 1997/1998 e de 1982/1983, considerados tão fortes como o atual, foram substituídos por um La Niña no segundo semestre.
clima sinaliza muitas variações em 2016. Para uns, as condições melhoram, enquanto para outros, pioram. O fato é que todos acabam sendo afetados por essas variações do clima de forma direta ou indireta.

produtor rural, em especial, deve ficar ainda mais atento ao clima, pois as condições de desenvolvimento das lavouras do próximo ano devem ser diferentes das observadas nos últimos anos. Em 2016, cada estação do ano estará sob a influência de um fenômeno climático diferente.
Verão
Situação segue complicada no Matopiba. Os principais efeitos do El Niño neste verão estão associados com períodos mais chuvosos no Sul e períodos secos no Nordeste, principalmente no Sertão e no Agreste. Enquanto isso, para o Sudeste e o Centro-Oeste, o verão com El Niño apresenta chuvas irregulares e temperaturas mais elevadas.

No caso específico das culturas de verão, o El Niño favorece as lavouras na Região Sul e também em Mato Grosso do Sul, pois mantém um padrão de chuvas mais regulares, mas, sobretudo, porque reduz o risco de estiagens e secas severas, que é sempre a principal ameaça para essa região.

Para o Centro-Oeste e Sudeste, a expectativa é que o verão mantenha um padrão de chuvas irregulares e, em geral, abaixo da média. O El Niño diminui o risco de períodos de chuvas fortes e duradouras, conhecidos como “invernadas”, o que atrapalharia a colheita.

Já as lavouras da região do Matopiba (que engloba áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) sem dúvida são as mais penalizadas pela atuação do El Niño, pois, além de atrasar, choveu pouco em novembro e dezembro.

No restante do verão, não muda muito, com chuvas irregulares e abaixo da média. O único ponto favorável está associado ao fato de que mesmo as pancadas de chuva devem ser mais concentradas, reduzindo o risco de longas janelas de tempo seco na fase de desenvolvimento das lavouras, que, por sinal, foi o principal problema nas duas últimas safras.
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Outono
Período de enfraquecimento. A principal consequência em relação ao enfraquecimento do El Niño está associada com a queda da temperatura. O outono de 2016 deve ter temperaturas mais baixas que no outono passado. O outono de 2015 foi anomalamente quente por causa do El Niño.

Para os Estados do Sul do país, já se pode esperar algumas ondas de frio a partir de maio, o que aumenta o risco de geadas em junho. Essa condição representa um aumento do risco para as lavouras de milho de segunda safra (safrinha) do Paraná e de Mato Grosso do Sul.
Inverno
Condição típica beneficia lavouras. Passa a prevalecer um padrão mais típico da estação, que representa uma condição de mais frio para o sul do Brasil e um período seco mais caracterizado para o Sudeste e o Centro-Oeste.

As culturas de inverno serão beneficiadas com essa mudança do clima. Em vez de excesso de chuva e calor atípico como em 2015, no próximo inverno deve haver uma redução das chuvas, temperaturas mais baixas e ondas de frio, como é típico dessa estação. Por enquanto, não há previsão de frio extremo e inverno rigoroso.
Primavera
Indicativo dos efeitos do La Niña. Muito provável que a partir da primavera de 2016 vamos começar a sentir os primeiros efeitos do fenômeno La Niña, caracterizado pelo prolongamento do frio e pela redução das chuvas no sul do Brasil.

Já o Sudeste e o Centro-Oeste devem enfrentar um prolongamento do período seco e retardamento do retorno das chuvas de verão. Ou seja, diferentemente dos últimos anos, o período seco de 2016 na região do Brasil central deve ser mais intenso e mais duradouro.
Argentina
Clima deve favorecer o trigo. Além da posse do novo presidente Mauricio Macri, o clima também promete grandes alterações em 2016 na Argentina.

Por enquanto, a presença do El Niño favorece as lavouras de verão, com chuvas mais regulares e redução de estiagens. A partir de abril-maio, o enfraquecimento do El Niño leva para um cenário de redução dos excessos de chuva e redução da temperatura, com indicativo de um inverno mais frio que o observado em 2015, que foi atipicamente chuvoso e quente, devido à presença do El Niño.

A grande e mais sensível mudança deve ocorrer com a provável instalação do fenômeno La Niña no decorrer do segundo semestre de 2016.

O La Niña prolonga as condições do inverno e traz uma sensível redução das chuvas. Em um primeiro momento, isso beneficia as culturas de inverno, especialmente a lavoura de trigo, mas, na sequência, o clima mais seco pode comprometer a instalação das lavouras de verão (milho soja). Lembrando que, historicamente, a Argentina sofre com problemas de seca em anos de La Niña.
fonte: Clobo Rural

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Bahia pode exportar boi em pé este ano

O volume de exportação pelo porto de Ilhéus é estimado em 200 mil bois por ano

Possuidora do maior rebanho bovino do Nordeste brasileiro, com cerca 10,5 milhões de cabeças, a Bahia começa o ano de 2016 dando largos passos para introduzir a carne bovina no mercado internacional, através da exportação de boi em pé, pelo porto de Ilhéus.
A primeira exportação seria de cinco mil animais para o Egito, através da empresa australiana Wellard Brasil do Agronegócio, que já manifestou essa intenção, mas há interesse também do Iraque e Jordânia, dentre outros países do Oriente Médio. Para que essa possibilidade se torne realidade, o governo do Estado, através da Secretaria da Agricultura (Seagri), e a Federação da Agricultura do Estado da Bahia, (Faeb), se mobiliza para organizar a estrutura recomendada pelo Ministério da Agricultura (Mapa), através de instrução normativa. O volume de exportação poderá chegar a 200 mil bois/ano.
Para o secretário da Agricultura da Bahia, Vitor Bonfim, a exportação do boi em pé será uma vitrine para demonstrar a qualidade do rebanho baiano, livre da aftosa há quase 15 anos, abrindo mercados para exportação da carne in natura. "Além disso, será mais um incentivo para o melhoramento genético e ampliação do nosso rebanho bovino", avalia.
De acordo com a Superintendência de Desenvolvimento da Agropecuária da Seagri (SDA), já foram realizadas reuniões com a Faeb, associação de criadores, com técnicos do Mapa/Superintendência Federal de Agricultura da Bahia, e da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab/Seagri), para debater o assunto. Na primeira quinzena de janeiro a SDA/Seagri vai organizar um seminário, envolvendo todos os elos da cadeia da carne, para traçar a estratégia de exportação do boi em pé. 
Fonte: Seagri-BA

Custos de produção da pecuária de corte subiram 17,2% nos últimos doze meses




De acordo com o Índice Scot Consultoria de Custo de Produção da Pecuária de Corte, o custo da atividade teve alta de 17,2% nos últimos doze meses, até dezembro.

Neste mesmo período, o boi gordo subiu 3,3% e o bezerro 16,0% em São Paulo.

A inflação, medida pelo IGP-DI, até novembro, teve alta de 10,6%, também em doze meses.

Com isso, o ano termina com um cenário de encurtamento de margens, que deve se manter para 2016. Assim, reforça-se a importância do planejamento e da gestão técnica e comercial do negócio para os próximos doze meses.
fonte: Scot Consultoria

Margem de frigoríficos atinge maior patamar do ano, diz Scot Consultoria

Margem de frigoríficos atinge maior patamar do ano, diz Scot Consultoria

Foto: CarneTec
A margem de comercialização nos frigoríficos atingiu o maior patamar do ano em dezembro, até o dia 22, chegando a 23,7%, informou o zootecnista e consultor da Scot Consultoria, Gustavo Aguiar, na segunda-feira (28). 

A margem é calculada com base na receita dos frigoríficos com a venda dos cortes no mercado atacadista, além de couro, sebo, miúdos e subprodutos, em relação ao preço pago pelo boi gordo em São Paulo. 

“A reação da carne sem osso no atacado nessa reta final do ano somada à situação de estabilidade a leve queda para o boi, vem promovendo essa recuperação nas margens dos frigoríficos”, disse Aguiar, em vídeo postado no site da Scot Consultoria. 

A demanda por carne bovina aumentou no fim de dezembro e os preços subiram no mercado, puxados pelas vendas de traseiro, segundo a engenheira-agrônoma e analista da Scot Consultoria, Maisa Modolo Vicentin. 

Desde o início do mês, houve valorização de 2,8% nos preços no atacado. Mas apesar do aumento da demanda, a analista explica que não houve forte influência nos valores de referência do boi gordo. 

“Boa parte dos frigoríficos tem mantido escalas suficientes para atender à demanda e isto colabora com a manutenção das cotações em muitos dos casos”, disse Maisa, em nota. 
Com as festas de fim de ano, as negociações no mercado de boi gordo devem ficar praticamente paradas nos próximos dias, acrescenta.

Fonte: CarneTec, por Anna Flávia Rochas

sábado, 2 de janeiro de 2016

2016: Mercado prevê dólar em R$4,20


O dólar comercial fechou o pregão desta segunda-feira com queda superior a 2%, cotado a R$ 3,85. Para 2016, no entanto, a cotação do dólar deve superar os R$ 4,00, projetam especialistas em finanças. A pesquisa Focus divulgada hoje mostrou que a média das 100 instituições financeiras consultadas pelo Banco Central do Brasil prevê câmbio em R$ 4,20 no próximo ano.
Na opinião do economista Roberto Troster, a tendência de alta do dólar é mais forte no momento atual. “Tem o fator financeiro que é determinante nesse momento. Você está tendo uma saída de recursos maior que a entrada e tem a terceira agência de rating que vai rebaixar a nota do Brasil. Tem muita incerteza”, destaca. Para Troster, se as mudanças necessárias na economia do país não forem implementadas, a recessão vai se prolongar ainda mais.
“Se os indicadores econômicos ruins virarem realidade, essa década vai ser pior que a década perdida de 1980 e pior que a década de 30”, afirma.

Os negócios do mercado de grãos devem continuar sendo impactos pelo câmbio em 2016. Em entrevista ao Mercado&Cia, o analista de mercado da Terra Agronegócio, Ênio Fernandes aponta a estratégia indicada para o atual momento de indefinição do dólar.
“A gente acompanha semanalmente o Focus. Ele mostra tendência, não importa muito se ele projeta R$ 4,20 ou R$ 4,50. O que importa é a tendência de alta ou baixa. Se é tendência de baixa eu tenho que ser mais rápido nas fixações de preço para tentar travar os custos numa certa margem . Se a tendência é de alta posso ser mais cauteloso nas fixações, mais ponderado para tentar ganhar o máximo do mercado das margens que ele pode dar”, ensina.
>Custo do dinheiro:
Os juros vão subir ainda mais em 2016, é que a pesquisa Focus divulgada hoje apontou. A mediana das projeções aposta em altas sucessivas na taxa Selic em 2016. Para o mercado, o ano que vem vai encerrar com taxa de 15,25%. Atualmente, a taxa básica de juros está em 14,25%.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Carne Angus projeta expansão em 2016 e aposta no mercado internacional


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Depois de abrir mercado para a carne premium brasileira e conquistar clientes na Europa, a Associação Brasileira de Angus projeta novos patamares para 2016. Segundo o gerente do Programa Carne Angus Certificada, Fábio Medeiros, a expectativa é manter a taxa de expansão média de 20% no número de cabeças abatidas ao ano. Em 2015, o programa, que é o maior de abate certificado no país, abateu 400 mil cabeças nos 8 estados brasileiros onde está presente. O alto acabamento desses animais rendeu bonificação aos pecuaristas em valores que alcançaram até 10%, incentivando os produtores participantes.
Para garantir o cumprimento dessa meta, a agenda de missões internacionais de 2016 está repleta de planos dentro do programa Brazilian Beef – Abiec/Apex que incluem a realização de ações promocionais e a participação em feiras na Europa, América do Sul e Ásia. Segundo Medeiros, há grande expectativa em relação a nichos de mercados de países onde as famílias dispõem de alto poder aquisitivo. “A Angus estará negociando exportações de cortes de alta qualidade e valor agregado, promovendo a demanda e rentabilidade de todos os elos da cadeia produtiva”.
Os ganhos da raça no mercado externo devem colaborar para aquecer a demanda por animais Angus na próxima temporada de remates. “A raça vem mostrando potencial tanto no mercado interno quanto no mercado externo, e o criador está otimista com as projeções de ganho no campo para 2016”, pontuou o presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber.
Congresso Brasileiro
Outra grande novidade na agenda de 2016 é o 3º Congresso Brasileiro de Angus, que será realizado nos dias 29 e 30 de junho no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre. O tradicional fórum reúne criadores de todo o país e do exterior para debaterem as tendências e dilemas da criação de Angus. “Será um momento de avaliarmos o que queremos da raça nos próximos anos e traçar um plano de trabalho para alcançar esses objetivos”, pontuou o presidente Weber.
fonte: ABA

Consumo de carne bovina e exportação podem manter a pecuária no positivo, diz Cepea


Imagens

Foto: Divulgação / SAA/SP

Os impactos da forte estiagem no Centro-Sul do Brasil em 2013 e 2014 devem cessar em 2016, com os índices zootécnicos do setor pecuário voltando ao normal e favorecendo alguma recuperação da oferta de animais.

Ao mesmo tempo, as perspectivas macroeconômicas brasileiras não são das melhores.

Apesar disso, a pecuária bovina de corte pode considerar certa sustentação do consumo de carne por parte dos brasileiros em relação ao visto em 2015, respaldada no hábito consolidado e também no desempenho promissor no mercado externo.

Com a renda menor, a demanda por proteínas mais baratas que a bovina pode aumentar, mas situações passadas e estudos econômicos evidenciam a versatilidade da própria carne bovina para se manter presente nas refeições.

De forma agregada, mesmo com vários indicadores econômicos apontando dificuldades para o consumidor, o volume demandado no País pode se manter em relativo equilíbrio com o do ano que termina.

Já para as exportações, fundamentos indicam aumento de volume e de faturamento.

Por outro lado, dificuldades enfrentadas por compradores tradicionais, como Rússia e Venezuela, devido aos baixos preços do petróleo, podem restringir os volumes exportados pelo Brasil.

Fonte: Cepea 

domingo, 27 de dezembro de 2015

FELIZ ANO NOVO

Chegamos ao fim de um  ano em que tivemos que colocar nossos pés no chão, ano que foi preciso muita paciência, muita criatividade, muita tolerância, ano de muita indignação e perplexidade.
Porém, graças a Deus, participamos de um setor que independente de tudo e de todos, ainda é responsável por fazer este país andar. Somos da agropecuária, pessoas que produzem, que trabalham honestamente, dignos e responsáveis. Produzimos alimentos não só ao Brasil, mas ao mundo. Essa é nossa sina, nossa bandeira e portanto temos que seguir fazendo nossa parte.
Renovemos então, neste fim de ano, nossas forças, nossos objetivos, nossas crenças para que com o nosso trabalho façamos um tempo melhor para nossas famílias e nossos filhos.
Parabéns aos agropecuaristas, fornecedores, enfim, a todos de que de alguma maneira são responsáveis por nosso setor ser positivo e os votos de um ano de 2016 melhor, com saúde,  trabalho e dignidade, porque o resto vem a reboque.
FELIZ ANO NOVO são os votos de LUND NEGÓCIOS

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Artigo: Touro Angus registrado


Apesar da tecnologia de reprodução bovina avançar com velocidade surpreendente sobre nossos rodeios de cria, via I.A. (Inseminação artificial) e IATF. (inseminação artificial em tempo fixo), disponibilizando seu fantástico salto genético, a monta natural, com uso de touros, ainda é responsável por 90% dos terneiros de corte que produzimos.
Neste cenário, torna-se prudente a escolha de reprodutores capazes de proporcionar rentabilidade ao nosso negócio, uma vez que as últimas três gerações de touros, usados no rebanho, são responsáveis por 87,5% dos genes presente nos terneiros, se for considerado que seu pai contribui com 50%, seu avô materno com 25% e seu bisavô materno com 12,5%, desta carga genética.
Um touro com dois anos pode, com manejo apropriado, ser usado por 4 anos no estabelecimento, servindo 30 vacas por temporada de monta e, no fim de sua vida reprodutiva, com o descarte, proporcionar uma recuperação de parte do capital investido em sua compra.
Mas, para ter certeza de ter tomado a decisão correta, use na reprodução touros da raça Angus, com o devido registro genealógico e com atestados andrológicos e negativos de tuberculose e brucelose atualizados.
Os touros, registrados da raça Angus nas suas variações de pelagens, preto e vermelho, são marcados a fogo na paleta esquerda, com a marca de seleção da Associação Brasileira Angus em duas categorias: puros de pedigree, (ou de origem) com a marca “P”, e puros controlados (ou por cruza) com a marca “CA”.
O processo de registro, que avaliza a qualidade do touro registrado Angus, inicia-se em um rigoroso controle zootécnico, com coleta de dados de pais e mães, coberturas e nascimentos que são repassados ao registro genealógico.
Num segundo momento, um Inspetor técnico, devidamente credenciado pela Associação Brasileira Angus, fará uma visita à propriedade, onde ocorrerá uma avaliação do animal, levando em conta características raciais, pesos, medidas e desenvolvimento proporcional à idade, sendo eliminados os indivíduos que apresente defeitos transmissíveis ou impedimentos de cumprir a função de reprodução.
Touros Angus registrados poderão ser avaliados pelo Promebo (Programa de melhoramento de bovinos de carne) e ordenados por Decas, que são faixas de seleção com percentuais dos produtos de uma mesma geração, como exemplo: Um Deca 1 está situado entre os 10% superiores em determinadas características. Os animais, que são enquadrados nos DECAS 1, 2,3 e 4 para o índice final, estão entre os 40% superiores e recebem dupla marca, respectivamente, “PP” para os Puros de Pedigree e “Caca” para os puros controlados.
A escolha de um touro Angus, registrado pela Associação Brasileira e Angus, é o pontapé inicial da melhoria genética do seu rebanho e acesso às vantagens econômicas que virão.
Compareça aos leilões chancelados da ABA ou promovidos pelos seus núcleos, se preferir, agende uma visita a uma cabanha da sua região e tome conhecimento de perto do trabalho de seleção, desenvolvido por criadores que investem em melhoramento genético, para proporcionar a seus clientes a certeza de um bom negócio. E finalizando, fica a dica, criar Angus e usar touros registrados é, sem dúvida, o rumo certo.
 *Graduação em Agronegócio CRA/RS Nº1873; Diretor de Marketing da Associação Brasileira de Angus
Ronaldo Zechlinski de Oliveira

Los datos del stock ganadero encienden luces amarillas

Los datos primarios de Dicose sobre la población de vacunos y ovinos a 2015 da varias advertencias

La ganadería es un negocio de expectativas y, como tal, el ánimo es determinante de la toma de decisiones. Al mismo tiempo, los indicadores que surgen del censo que año tras año Uruguay realiza desde 1974 dan pistas respecto a esas expectativas que los productores tienen y permiten anticipar lo que vendrá en materia ganadera. Por eso son tan esperados.
Los datos primarios para este 2015 son una colección de luces amarillas. La ganadería uruguaya ha dejado de crecer. Y ese estancamiento que surge de múltiples datos del stock se produce cuando la agricultura está cediéndole áreas a la ganadería. Por lo tanto, es doblemente preocupante.
La ganadería logró crecer con área en retroceso, pero ahora que la superficie se agranda los productores entoran menos, producen menos terneros y engordan más lento, por lo que avanzan las categorías adultas. Todos son datos muy importantes que se refugian en la aparente estabilidad de la cantidad de vacunos de Uruguay, que permanece estable muy cerca de los 12 millones de animales. 
Podemos estar tranquilos que seguimos siendo el país con más vacunos por habitante del mundo por lejos. El stock vacuno uruguayo creció en unos 30 mil animales en 2015, a 11,87 millones desde 11,84 millones que se contabilizaron en 2014.
Es más, si se siguen mirando datos generales, se puede decir que el stock de vacas de cría se mantiene y que el de vaquillonas de más de 2 años sube, por lo que la "maquinaria de producción de terneros está intacta". Pero esas son maneras de ver datos generales como para generar autocomplacencia y tranquilidad. Sin embargo, los datos deberían inquietar porque son muchas las luces amarillas que emergen de los datos de Dicose. Tantas que vale la pena enumerarlas.
Uno
Cae el stock de vacas de cría, por primera vez desde 2010. Lo hace en 30 mil animales que fueron sacados de la cría para el engorde. De ahí la estabilidad del rodeo de vacas. Pero este stock se va de 4,26 millones a 4,23 millones. Señal de desinversión en la cría.
Dos
La cantidad de vaquillonas de más de 2 años aumenta. En parte aumenta por un crecimiento en las vaquillonas de 1 a 2 años del año anterior. Pero también en parte crece la categoría porque se bajó el pie del acelerador en la recría de estos animales y muchas no estuvieron prontas al momento del entore. El crecimiento de esta categoría es una señal de desinversión y de retroceso en el objetivo de entorar a una gran mayoría de vaquillonas jóvenes.
Tres
Cae la producción de terneros. Más allá de que se puede achacar al clima, lo que es claro es que el objetivo de tres millones de terneros no se cumplirá, tal vez porque muchos productores sienten que un aumento en la oferta derivará en un fuerte ajuste en contra de los precios. Más allá de que los avatares climáticos siempre juegan un papel principal, es plausible suponer que los productores no se vieron entusiasmados para invertir en los alimentos necesarios para compensar los faltantes de forraje y prefirieron engordar aquellas vacas que fallaron. Los terneros pasan de 2,84 millones a 2,74 millones. Cien mil menos. Y de acuerdo a lo que han sido los datos de preñez del pasado entore, los terneros de 2016 serán menos que los de 2015. Más aún, dados los problemas de sequía y primavera fría de este año, cabe suponer que la producción de terneros seguirá baja en el destete de otoño de 2017. Aunque las lluvias de esta semana alivien la situación de los campos criadores, la parición de setiembre de 2016 será menor.
Crecen categorías adultas
En realidad cuando se mira el detalle de la variación de las distintas categorías, es fácil percibir que el crecimiento se origina en las categorías adultas, lo que es una señal de menos intensificación en la producción. Por eso las siguientes tendencias del stock son igualmente importantes y del mismo signo que las anteriores.
Cuatro
Aumentan los novillos de más de 3 años. Y son la categoría que más aumenta porcentualmente (7,4%). En realidad, dado que el stock vacuno en su totalidad creció apenas 0,2% (27 mil cabezas), el aumento en los novillos adultos, de 35 mil animales, ya explica un crecimiento del rodeo que no significa más potencial productivo hacia adelante.
Cinco
En forma similar, las vacas de invernada crecen 5,6% (23 mil animales). Señal de que los criadores obtuvieron una baja performance en la reproducción de sus rodeos o eligieron hacer caja en lugar de mantener a las vacas o sus crías.
Seis
La tasa de destete sigue siendo muy baja. Es posible que los productores prefieran engordar vacas y hacer caja en el corto plazo, que seguirle todo el ciclo de vida a los terneros. Dados los resultados de la encuesta de preñez que organiza INIA 33, en el próximo destete volverá a caer la producción de terneros por vaca entorada.
En realidad, excluyendo las categorías adultas, el sector ganadero no crece, en momento de repliegue agrícola y ovino. De modo que si antes el crecimiento leve del stock vacuno era significativo, porque la ganadería se las arreglaba para crecer con menos área, ahora la estabilidad es una señal amarilla, dado el repliegue de la agricultura y el fuerte descenso de los ovinos.
Siete
La caída de ovinos es grave, de 12%, casi 900 mil en una población remanente de 6,6 millones, por lejos la más baja alguna vez registrada. Prácticamente la mitad que los vacunos, invirtiendo una relación que históricamente fue de dos ovinos por cada bovino.
Estas siete señales marcan el final de una lógica ganadera que fue en cierto sentido perversa.
Es decir que en 2016 no crecerán los vacunos y dejarán prácticamente a la forestación como sector del agro yendo a más. El freno ganadero coincidirá en 2016 con el de la economía. Seguramente una pausa en una trayectoria de crecimiento que será retomada sobre el final de esta década. Luego de estos dos años que serán de ajustar moderadamente la carga.
Los datos de la División de Control de Semovientes (Dicose) también indican que en algún momento de 2016 la oferta de vacas para faena deberá moderarse porque los actuales niveles de matanza de hembras son insostenibles. Sin ir más lejos, la pasada fue la semana con más faena de vientres de los últimos cinco años.
El mercado dará a los criadores la señal de retener. O de lo contrario se prolongará la actual meseta de la ganadería uruguaya.
En los ovinos las luces son naranjas
En el stock ovino, los datos de la declaración jurada de existencias ganaderas ya se veían venir en plan derrumbe. Pero no por eso dejan de ser menos impactantes. Los 6,6 millones, una caída de 900 mil cabezas y de 12% en el año, significan el nivel poblacional más bajo para los lanares desde que se lleva la cuenta y posiblemente la población más baja en más de un siglo. Como en el caso de los vacunos, las hembras en edad de cría son las que más caen, lo que muestra la dificultad para reponer la población.
Es desalentador que sean las borregas la categoría que más cae (-17%) y las ovejas de consumo (-5%) las que más persisten.
Hay un largo camino por recorrer para que la majada nacional vuelva a los niveles de población de años anteriores, aunque los márgenes del rubro no son malos y en muchos casos superan a los vacunos.
  • Fuente: Por Blasina y Asociados, especial para El Observador

Mercado ágil en el cierre de año de Pantalla Uruguay

Pantalla Uruguay concretó un buen remate este martes en la Rural del Prado, con precios estables y agilidad,  debido al positivo  impacto de las precipitaciones más que importantes en el sur del país.
La extensa jornada de remates, comenzó con una positiva venta de lanares, que lograron precios aceptables para el mercado, donde se destacó el promedio de los corderos, que cotizaron a US$ 37, mientras que las ovejas promediaron a US$ 57.
En ovinos, la venta se registró con mayor agilidad en todas las categorías, donde los teneros generales promediaron US$ 2,31, las vacas de invernada lo hicieron a US$ 1,30 y los novillos de más de 2 a 3 promediaron US$ 1,75.
Promedios Pantalla

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Projeto de plantéis: aquisição de matrizes ou Transferência de Embriões?

Por Fernando Furtado Velloso (Assessoria Agropecuária)
 

Uma questão frequente e sempre discutida com pecuaristas que ingressam no segmento de reprodutores é a seguinte: como formar um plantel de seleção? Através da aquisição de matrizes selecionadas ou através de Transferência de Embriões (TE/FIV)? Ainda na alternativa para formar o rebanho com embriões, temos duas possibilidades, com a compra de embriões/prenhezes ou pela aquisição de fêmeas para uso como doadoras de embriões. Recentemente um amigo e colega me sugeriu abordar esse assunto neste espaço e assim tentarei. 

O exemplo do quadro mostra que em quatro anos é possível fazer um rebanho três vezes maior com a aquisição de matrizes prenhes do que com a compra de embriões.
Não se fazem necessários maiores ajustes e cálculos mais complexos, considerando taxas de prenhez, perdas estimadas, descartes, etc., pois as correções seriam as mesmas nas duas situações, gerando ao final a mesma proporção. Deve-se levar em conta também que nas primeiras três gerações nascidas não ocorrerá venda de nenhuma fêmea, pois todas estão sendo retidas para a formação do rebanho com o porte desejado (200, 300, 500 fêmeas, etc.).

Algumas questões de devem ser (bem) consideradas na discussão do método para formar o plantel:

T e m p o
A aquisição de matrizes prenhes é a via mais rápida de se formar um rebanho de produção de genética, conforme demonstrado no quadro. Se fizer opção pela Transferência de Embriões, essa questão deve estar bem clara, pois o processo será lento ou deverá ser combinado com a formação de um plantel também através da aquisição de fêmeas prenhes, novilhas, etc. Além da questão da diferença na expectativa de evolução do rebanho, é necessário levar em conta que a previsibilidade da reprodução de um rebanho em um sistema de reprodução convencional (inseminação e monta natural) é bem maior do que um rebanho sendo construído somente com Transferência de Embriões, pois as variações de resultados, nessa segunda,são bem maiores.
G e n é t i c a
Na maioria das vezes, a qualidade da genética de bovinos obtida através de embriões deverá ser superior à das matrizes disponíveis no mercado. Considerando que os criadores coletam embriões das melhores matrizes, é bastante lógico pensar que a qualidade seja superior nesses animais “mais selecionados” do que naqueles que vão à venda anualmente nos leilões de produção ou nas vendas particulares. O princípio está correto, porém, os critérios adotados pelos criadores para definirem as doadoras são muito variados, pois a qualificação de “superioridade genética” muda grandemente entre os selecionadores. Para alguns, será somente o fenótipo (tipo); para outros, as premiações (exposições), a família (linhagem/genealogia) ou a progênie (produção). Esaa situação nos faz entender o quanto é importante conhecer o rebanho de onde se buscarão os tais embriões e compreender claramente os critérios adotados por esse rebanho para definir as doadoras, as fábricas de embriões.

A opção de aquisição de doadoras top parece ser a preferida de muitos novos investidores, pois esses estão entusiasmados e querem de alguma forma “atalhar” o caminho, mesmo
que para isso sejam necessários investimentos mais pesados. A grande dificuldade é a identificação de verdadeiras doadoras superiores, pois os critérios de definição de que matrizes serão doadoras variam muito de rebanho para rebanho e, assim, os resultados na produção são muito variados.

O mesmíssimo conceito serve para a possível importação de embriões de outros países. Na raça Angus, é bem frequente a importação de embriões dos Estados Unidos, do Canadá, da Argentina e do Uruguai. Nesses casos, ganha-se em diferenciação do produto e pode se perder no potencial de adaptação dos animais, pois foram selecionados em ambientes bem distintos dos nossos. 

E t a p a  2
O rebanho deve ser formado e chegar à dimensão desejada (em número de matrizes) o mais breve possível, porque somente após esse número ser alcançado é que, de fato, iniciaremos o trabalho de seleção e de aplicação dos critérios de seleção definidos pelo programa, ou seja, quais animais permanecerão no rebanho e quais serão descartados. Entramos, então, na “Etapa 2”, no trabalho propriamente dito do selecionador. Observo que muitos acabam não ingressando verdadeiramente nessa fase, pois muitas vezes se desfazem das fêmeas jovens na ânsia de ingressar no mercado antes da formação do rebanho desejado ou seguem indefinidamente coletando embriões de suas “melhores” matrizes e o verdadeiro rebanho em produção não chega a termo. Ou seja, não se forma um rebanho de matrizes em condições padronizadas e reais de produção para serem comparadas
em condições apropriadas. 

Para concluir e tentar dar um desfecho ao tema, deixo a seguinte recomendação àqueles que estão avaliando este assunto de formação de um plantel: apure-se! Defina o plano
para formar o plantel da dimensão desejada, pois o trabalho de fato somente começará quando iniciar a citada “Etapa 2”, ou seja, quando um rebanho em produção estiver estabilizado e produzido em condições comparáveis. 

Parafraseando parcialmente um amigo: o melhor momento para formar um rebanho de seleção foi há 50 anos e o segundo melhor é hoje. 

* Publicado na Revista AG, Coluna do Pasto ao Prato (Edição Dezembro 2015)

2016 pode registrar novo pico de retenção de matrizes

Participação das fêmeas nos abates nos três primeiros trimestres (DBO)

Foto: Divulgação/Assessoria
Participação de fêmeas no total de abate chega a 40,8% em 2015 e é semelhante a 2008, ano que antecedeu o pico de retenção de 2009
Estamos à porta da virada de ciclo pecuário? Os dados de abate do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam situação similar a 2008, ano que antecedeu o pico da retenção de matrizes (participação de apenas 29,2% de fêmeas no total de abates de bovinos no País) e à virada do ciclo em 2010.
Nos três primeiros trimestres de 2015, a participação das fêmeas no total de abate chegou a 40,8%, segundo o IBGE. Margem similar à de 2008, quando chegou a 40,6%. No ano seguinte, 2009, aconteceu o pico de retenção, quando as fêmeas representaram apenas 29,2% do total de animais abatidos, provocando a virada de ciclo, que se iniciou em 2010.
A participação das fêmeas no abate teve seu pico em 2013, quando alcançou 43,85% nos três primeiros trimestres do ano. Desde então os números estão em queda, caindo para 43,31% em 2014 e 40,80% em 2015.
Vamos chegar a 29,2% de participação de fêmeas no total de abate nos três primeiros trimestres de 2016, repetindo 2009? Ou a variada vai ser mais suave, com retenção menor de fêmeas.
Fonte: Portal DBO, por Alisson Freitas e Fernando Yassu