sábado, 22 de abril de 2017

Afetada pela Operação Carne Fraca, temporada de feiras de terneiros inicia com preços mais baixos

Além da investigação, queda do valor do boi gordo afeta o mercado 

Afetada pela Operação Carne Fraca, temporada de feiras de terneiros inicia com preços mais baixos Marcus Tatsch/Especial
Na feira de Cachoeira do Sul,  os terneiros tiveram média R$ 5,80, enquanto ano passado o valor chegou a R$ 6,61.Foto: Marcus Tatsch / Especial
Um fator conjuntural e outro pontual se somaram para a temporada de outono de feiras de terneiros no Rio Grande do Sul dar a largada com a última batida do martelo a preços abaixo do que o ano passado. Não bastasse o movimento de recuo do preço do boi gordo iniciado ainda em 2016, o mercado ficou mais confuso a partir de março com a polvadeira provocada pela Operação Carne Fraca, que investiga irregularidades em frigoríficos e trouxe como consequência a paralisação momentânea de abates também no Estado, além de mais pressão nas cotações.
No radar, a incerteza sobre o tamanho do impacto nas exportações e no consumo interno, já desaquecido devido à recessão atravessada pelo país.
Os primeiros remates confirmaram os reflexos. Na feira de Lavras do Sul, uma das que abrem o circuito, no início do mês, os terneiros encerraram com média de R$ 5,20 o quilo vivo e, as terneiras, de R$ 4,90. O consultor Fernando Velloso, da Assessoria Agropecuária FF Velloso & Dimas Rocha, esperava preços acima de R$ 5,50 para os machos. Mesmo assim, observa que não falta liquidez, e lotes de maior qualidade – com padrão racial e de peso e boa sanidade – seguem melhor remunerados.
– O mercado sentiu as dúvidas gerada pela Operação Carne Fraca. Se os frigoríficos pararam por um tempo de comprar, o preço cai e é natural que os produtores não demonstrem grande empenho em adquirir animais para reposição – lembra o especialista.
Mesmo que o início da temporada não empolgue, as feiras da estação vão até o início de junho e há tempo para o mercado se recuperar, lembra Velloso. Sem se dobrar ao pessimismo, o presidente do Sindicato dos Leiloeiros Rurais do Estado (Sindiler-RS), Jarbas Knorr, diz acreditar que, no transcorrer das feiras, números melhores vão aparecer nas planilhas, se aproximando mais dos preços do ano passado, quando a média dos terneiros no Rio Grande do Sul, com a comercialização de 31,5 mil animais, chegou a R$ 6,16.
– Até tinha receio que todos esses comentários influenciassem mais – diz Knorr, referindo-se à operação.
O presidente do Núcleo de Produtores de Terneiros de Corte de Bagé, Valdomiro Resner, parece mais cético. Para a feira do município, marcada para a próxima quinta-feira, avalia que os preços devem ficar na casa dos R$ 5 para os machos e R$ 4,70 nas fêmeas, abaixo do evento no ano passado. Mas a oferta deve ser boa. Até o dia 12 de abril, eram 1,5 mil animais inscritos.
– A expectativa é chegar a 2 mil – diz Resner, que apesar de não demonstrar otimismo no curto prazo, acredita em uma recuperação nos próximos meses com a normalização das exportações e ambiente melhor na economia.
Na Fronteira Oeste, a feira de terneiros de Quaraí, na terça-feira, seguiu a tendência, com médias de R$ 5,29 para os machos e R$ 4,81 para as fêmeas. Na quarta-feira, em Cachoeira do Sul, os terneiros saíram a R$ 5,80. Ano passado, a média foi de R$ 6,61.
Também na terça-feira, São Sepé surpreendeu de forma positiva. Foram cerca de 680 animais comercializados com média de R$ 6,03.
– Foi além da expectativa. Imaginava que ficaria por volta de R$ 5,50 – diz o presidente do núcleo de produtores de terneiros do município, Luiz Cidinei Becker Scherer.
A desconfiança em relação aos resultados antes do leilão era atribuída à conjuntura da agropecuária, com preços do gado, milho e soja baixos, além dos reflexos da operação da Polícia Federal. Segundo Scherer, o mercado do boi gordo também não vem mostrando grande demanda na região, com os frigoríficos mais tímidos nas compras. Para o produtor, a qualidade da terneirada em pista e a disponibilidade de crédito ajudaram os resultados.
Fim de um ciclo na pecuária
Na próxima terça-feira será a vez da feira de terneiras e Scherer diz esperar média parecidas com a dos machos.
A temporada de cotações mais moderadas é resultado do fim de um ciclo, de retenção das fêmeas e aposta dos produtores em manter as matrizes nas propriedades para a produção de terneiros para atender à demanda. A avaliação é da pecuarista, veterinária e consultora Lygia Pimentel, diretora da Agrifatto, de São Paulo. Quando o IBGE apresentar os dados de abates no país no primeiro trimestre, o aumento de abate de fêmeas deve ser confirmado.
– Por uma questão de ciclos, devemos ver os preços do bezerro subirem em um período de dois anos e meio – aposta Lygia.
Em relação à exportação, a consultora avalia que está se normalizando. A reabertura rápida dos mercados, acredita Lygia, é resultado da alta internacional dos preços pela ameaça de oferta global enxugada se o Brasil, um dos líderes em produção de carnes, for alijado do mercado por alguns dos principais importadores.
Veja como foram as médias e o número de animais (machos) vendidos nas feiras de outono desde 2011
Bancos garantem acesso a crédito
Se os negócios perderam um pouco de brilho, o crédito para as feiras oficiais não parece ser uma das causas. No Sicredi Pampa Gaúcho, que abrange
12 municípios da Fronteira Oeste, são cerca de R$ 20 milhões disponíveis, o que deve suprir a demanda. Ano passado, nas ferias de terneiros de outono, foram tomados R$ 12 milhões, diz o diretor-executivo da unidade, Leandro Gindri de Lima. Os recursos com juro controlado têm taxas de 8,5% a 9,5% ao ano, com dois anos de prazo. Na modalidade livre, vai a 14,5%, com três de prazo.
– Acreditamos que é o suficiente. E o próprio prazo de pagamento que é dado nos remates, sem usar dinheiro de banco, tem atendido às expectativas – informa Lima.
O Banrisul disponibiliza linhas para adquirir terneiras, vaquilhonas, machos e fêmeas destinados à reprodução com prazo de dois anos. Para terneiros de até 12 meses destinados à recria e engorda, são 18 meses. O limites são de R$ 70 mil por produtor.
O Banco do Brasil tem linhas para aquisição de animais para recria e engorda com um e dois anos de prazo, com taxas de 9,5% ao ano, no custeio. Para investimento, é possível comprar matrizes com prazo de cinco anos e juro de 10,87%.
Por: Caio Cigana /  fonte: ZH

quinta-feira, 20 de abril de 2017

BLOG LUND NEGÓCIOS Com muito orgulho de poder ajudar a formar opiniões!




http://lundnegocios.blogspot.com.br/

Vejam nossa estatística de hoje no GOOGLE

Estatísticas da Visão Geral

Visualizações de página de hoje
1.829
Visualizações de página de ontem
1.673
Visualizações de página do mês passado
17.148
Histórico de todas as visualizações de página
580.969

Resultados da 24ª Feira de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas de Quarai-RS

      foto ilustrativa

Seguem abaixo a média da 24ª Feira de Terneiros, de Quarai 

Foram apresentados:

974 terneiros
334 terneiras 
sendo 93% dos machos comercializados e 47% das femeas.

Média geral

MÉDIAS:

*Terneiros R$ 5,29
*Terneiras R$ 4,81

fonte: Sindicato Rural/Lance Agronegocios

Resultados da 46ª Feira de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas de Cachoeira do Sul-RS

   foto ilustrativa

Seguem abaixo a média da Feira de Terneiros, de Cachoeira do Sul realizada no dia 19.04.2017

Foram apresentados 507 terneiros 

Média geral

MÉDIAS:

*Terneiros R$ 5,79

*Terneiras R$ 5,51
Prazo de 28 dias ou à vista, com 1% de desconto

fonte: Valerio Lemos

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Nota Oficial – Angus e Marfrig

A Associação Brasileira de Angus (ANGUS) e a Marfrig Beef ratificam ao mercado sua parceria e a continuidade da produção da Carne Angus Certificada nas unidades de Promissão (SP), Bataguassu (MS), Tangará da Serra (MT) e Mineiros (GO), com o pagamento de premiações especiais aos produtores participantes.
Em atenção ao compromisso de transparência, informam seus produtores rurais que, por decisão estratégica da Marfrig, as unidades de Bagé, São Gabriel e Alegrete (RS) e a unidade de Paranatinga (MT) deixarão de contar com a certificação da ANGUS, a partir de 01/05/2017, por tempo indeterminado.
A Marfrig reitera aos consumidores e aos clientes de varejo e food service que o fornecimento da marca Marfrig Angus, com a certificação da Associação Brasileira de Angus, continuará sendo abastecida pelas outras unidades certificadas da Marfrig.
A empresa continuará a adquirir os animais com genética Angus produzidos no Rio Grande do Sul com valorização por sua qualidade. Estes serão direcionados para outras linhas e mercados da empresa.
Reynaldo Titoff Salvador
Programa Carne Angus Certificada
Associação Brasileira de Angus
Vice-Presidente
Marfrig Global Foods S/A
19 de Abril de 2017

Resultado da Feira de Terneiros de São Sepé-RS

     foto ilustrativa

Seguem abaixo a média da Feira de Terneiros, de São Sepé realizada no dia 18.04.2017

Foram apresentados 686 terneiros

Média geral de peso 190 kg

MÉDIAS:

*Terneiros R$ 6,03

fonte: Leiloeiro Marcelo Trentin

domingo, 16 de abril de 2017

URUGUAY - Vietnam es “interesante” para la exportación de ganado en pie

Es un país que está “‘ávido por ganado y con una economía sostenida”.

MONT07- MONTEVIDEO (URUGUAY).
Pensar en nuevas alternativas para ampliar el abanico de mercados para exportar ganado en pie, teniendo en cuenta las dificultades que presenta actualmente Turquía, es una opción positiva para continuar con la comercialización de animales desde Uruguay.
Para Fernando Fernández, exportador de ganado, Vietnam surge como “un mercado interesante que, a pesar de estar lejos, están ávidos por comprar ganados”. Explicó en Valor Agregado en Carve que desde hace un tiempo Estados Unidos están embarcando fluidamente animales al país asiático y tienen precios para el ganado superiores a los de Uruguay, por tanto, existe la posibilidad de ser competitivos.
Comentó que el protocolo sanitario es muy fácil de acceder y actualmente Brasil está en proceso para alcanzar la habilitación. El operador recomendó “atacar estos mercados porque son países dispuestos a pagar un poco más por la hacienda, además cuentan con dinero, economías en progreso y sostenida y no tienen tradición ganadera”.
Irak. En las últimas semanas se conoció la noticia que las autoridades sanitarias del Ministerio de Ganadería, Agricultura y Pesca están negociando la apertura del mercado iraquí para exportar ganados en pie. Desde el MGAP aseguraron que es un protocolo sencillo de negociar y posiblemente se avance a pedido de las firmas exportadoras.
Fernández explicó que, en un principio, Irak trabajaba con fluidez desembarcando en puertos propios; sin embargo, por problemas políticos y bélicos decidieron importar a través de Turquía. Afirmó que las primeras operaciones salieron bien, pero después el gobierno turco cambió las reglas de juego y los iraquíes se asustaron un poco y frenaron los negocios.
Por último, el exportador dijo que Irak resulta una buena opción para ganados con destino a faena y no para novillos.

Escuche a Fernando Fernández:
    fonte: EL PAIS

    Egipto cerró mercado a Uruguay en ganado

    En el gobierno lo desconocen asegura un exportador.
    Carga ganado vacuno.
    Hace un año y poco llegó a Egipto un embarque con ganado de carne de Uruguay en el cual iban unas 400 vacas de razas lecheras que dieron positivo a leucosis” y esa situación “provocó que el país cancele la liberación de permisos para importar ganado en pie desde Uruguay”, dijo a El País el exportador, Fernando Fernández.
    Explicó que se trata de un caso extraño, porque cuando se firma un protocolo sanitario entre países se realiza una denuncia por parte del país que detecta el problema (en este caso Egipto) y se intenta solucionar el diferendo para seguir adelante en la comercialización.
    “Por parte de las autoridades egipcias hay un hermetismo y silencio total, a tal punto que para Uruguay está todo bien y creen que el mercado continúa abierto”, comentó el exportador de ganado en pie.
    Sin embargo, “los importadores del país africano van al ministerio a levantar permisos y no los habilitan porque el mercado está cerrado para Uruguay”, agregó.
    Egipto, a pesar que no es constante y maneja volúmenes y precios inferiores a Turquía, significa “un destino muy bueno” para Uruguay, señaló Fernández.
    “Las veces que Egipto aflojó las compras fue porque Turquía importaba agresivamente y los precios no eran accesibles, pero después siempre comercializó”, indicó.
    El exportador explicó que en momentos que el mercado turco está paralizado, como ahora, Egipto podría ir acompañando el movimiento de la exportación de ganado en pie en Uruguay. Además dijo que hay operadores uruguayos que tienen negocios para comprar en el país y han tenido que ir a Brasil a conseguir ganado porque no logran los permisos.
    “Es necesario tener mucho cuidado en los diferentes procesos”, señaló Fernández. “Muchas veces se hacen diagnósticos cuando se compran ganados en el campo y dan libre de leucosis, en la cuarentena también. Luego a raíz del estrés del embarque y viaje el ganado baja sus defensas y salta el virus”, añadió.
    Aseguró que “todo el mundo que está en la exportación sabe que es posible esta problemática”. De todas maneras, reiteró que “lo raro es que se limiten a decir que para Uruguay no hay permisos y acá nadie esté al tanto de esta situación”.
    Otros mercados. Una alternativa cercana para ampliar el abanico de mercados para exportar ganado en pie es Vietnam. “Es un destino interesante que, a pesar de estar lejos, están ávidos por comprar ganados”, explicó Fernández. El exportador dijo que desde Estados Unidos están embarcando fluidamente animales al país asiático y tienen precios para el ganado superiores a los de Uruguay.
    Comentó que el protocolo sanitario es muy fácil de acceder y actualmente Brasil está en proceso para alcanzar la habilitación. El operador recomendó “atacar estos mercados porque son países dispuestos a pagar un poco más por la hacienda, además cuentan con dinero, economías en progreso y sostenida y no tienen tradición ganadera”.
    fonte: El Pais

    quinta-feira, 13 de abril de 2017

    Resultado da 8ª Feira de Terneiros,Terneiras e Vaquilhonas de Barra do Quarai 2017


    Seguem abaixo as médias da 8ª Feira de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas de Barra do Quarai realizada no dia 12.04.2017

    MÉDIAS:

    *Terneiros R$ 5,07
    *Terneiras:R$ 4,85
    *Vaquilhonas:R$ 4,81
    Prazo 45 dias
    Comissão: 5%

    fonte: Renato Bitencourt / Lance Agronegocios



    quarta-feira, 12 de abril de 2017

    Pecuarista pode perder até 10% na venda de animais com fim da certificação de raça


    A suspensão das certificações de raças por grandes indústrias nacionais – programa pelo qual frigoríficos auditavam rebanhos e pagavam prêmios pela melhor qualidade das carnes - foi mais um complicador no cenário já conturbado dos pecuaristas.
    Os produtores recebiam bonificações de até 10% pela criação de raças específicas. Esse mecanismo garantia melhor resultado na atividade, mas o noticia do encerramento da certificação tem preocupado o setor.
    Gedeão Silveira Pereira, vice-presidente da Farsul (Federação de Agricultura do Rio Grande do Sul), conta que o fim da bonificação poderá reduzir em até 11% o valor do animal entregue. No estado, o boi sem certificação é comercializado na média de R$ 9,80/carcaça, enquanto o preço pago por certificação chega a R$ 10,90/carcaça.
    A Marfrig informou que irá interromper o processo de certificação de animais das raças hereford, braford, angus e seus cruzamentos. “Infelizmente tínhamos inúmeros cortes de qualidade sem valorização no mercado, o que comprometia a rentabilidade”, diz Mauricio Manduca, gerente da mesa de negócios da Marfrig Global Foods, durante evento de pecuária em Ribeirão Preto.
    A Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), destacou que o contrato com a Marfrig venceria no final do mês, mas não houve interesse da empresa em renovação. Além disso, ressaltou que o acordo para o fim das certificações foi realizado antes da deflagração da operação Carne Fraca.
    A ABHB acredita que deverá ocorrer redução de 20% a 25% no volume de certificações nos próximos meses. Mas, ressaltou que segue buscando novas indústrias frigoríficas parceiras gaúchas a fim de dar novas alternativas de bonificação aos produtores, bem como, suprir o mercado habituado a consumir a carne bovina com o selo de qualidade Carne Certificada.
    No Rio Grande do Sul, Gedeão Silveira ressalta que o estado possui um volume elevado de indústrias frigoríficas de médio e pequeno porte, que continuam realizando a certificação e, possivelmente serão a alternativa de venda do produtor.
    “Certificar tem custo, pois é preciso que o frigorífico coloque um técnico para avaliar a qualidade do processo. Mas, se mudarem as condições de mercado, nos mudaremos a estratégia”, argumentou Fabiano Tito Rosa, gerente de compra de gado da Minerva Foods.
    Em nota, a JBS informou que segue com as certificações de raça e, “toda carne que entra nesse produto (rótulo e Angus Friboi) é certificada pela Associação Brasileira de Angus (ABA)". A empresa também argumentou que o volume de vendas dos rótulos certificados cresceu nos últimos anos.
    Contratos a termo
    Outra preocupação dos pecuaristas é a suspensão dos contratos a termo pelas indústrias frigoríficas. A prática era fortemente disseminada na atividade, consistindo em uma trava futura de um volume físico de bovinos entre indústria e produtor.
    Antes era possível contratar um determinado volume a preço fixo, mas essa modalidade está suspensa por tempo indeterminado. As indústrias, porém, afirmam que o contrato a termo não estão totalmente parados.
    A JBS divulgou comunicado onde ressaltou “que está suspenso é a compra com ‘preço fixo’, modalidade que representava 20% do total das compras estruturadas da empresa.
    Segundo Fabio Dias, diretor de relacionamento com o pecuarista da divisão de carnes da JBS, seria uma irresponsabilidade a companhia fazer operações a termo sem poder se proteger na bolsa.
    “As companhias precisava travar na bolsa para negociar com o pecuarista, o que está difícil. Para o pecuarista, uma saída são os contratos de opção de venda, os quais, na prática, ele compra um seguro para poder vender a arroba por um preço mínimo no mercado futuro ou negociar por um valor maior no mercado físico", diz Leandro Bovo, sócio da Radar Investimentos.
    Bovo ressalta que a baixa liquidez do mercado futuro tem desestimulado os frigoríficos a realizarem as compras a termo. No passado, o número de contratos abertos na BM&FBovespa alcançou 70 mil, hoje esse volume chega a 10 mil, apenas.
    Em entrevista ao Notícias Agrícolas, o gerente de confinamento da Usina Estiva (SP), Antônio Domingos Neto, afirmou que a dificuldade no fechamento de contratos a termo desde o final do ano passado, poderão refletir na intenção de confinamento neste ano.
    "Os frigoríficos estão fazendo negócios apenas sem contrato, ou seja, com valor abaixo da BM&F, o que dificulta ainda mais a equalização das contas", diz Neto.
    Por: Larissa Albuquerque
    Fonte: Notícias Agrícolas

    terça-feira, 11 de abril de 2017

    Advogados de entidades do agro se reuniram na SRB para encontrar saída e evitar o caos promovido pela cobrança do Funrural

    Situação mais complicada é em relação a cobrança retroativa do Funrural nos últimos 5 anos. Quem não saldar compromissos, pode ter o nome negativado, financiamentos suspensos e risco de terem os bens penhorados.

    Confira entrevistas sobre o Funrual no SRB
    Nesta segunda-feira (10), ocorreu uma reunião na Sociedade Rural Brasileira para tratar dos caminhos a serem tomados após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) pela constitucionalidade do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural).
    O jornalista João Batista Olivi, do Notícias Agrícolas, que esteve presente nessa reunião, conversou com três líderes do setor para conhecer melhor seus posicionamentos e opiniões em relação ao caso.
    Marcos da Rosa - presidente da Aprosoja Brasil
    Os produtores rurais se organizaram e irão realizar uma manifestação em Brasília no próximo dia 1º de maio, para protestar contra o Funrural e outros elementos que atrapalham o setor do agronegócio neste momento. Para Marcos da Rosa, o movimento é visto como importante, mas ele diz não saber se esse é o "movimento correto" - já que, na sua opinião, a mobilização precisa ser permanente. "A agropecuária não está sendo respeitada. Só lembram dessa atividade quando gera a safra recorde", diz o presidente.
    No entanto, se os produtores marcaram essa mobilização, "a Aprosoja vai estar presente", como destaca Rosa. Por outro lado, ele lembra que há várias alternativas jurídicas e que as entidades estão correndo atrás dos melhores caminhos a fim de encontrar uma solução para os impasses. Nem todos os caminhos estão corretos, lembra o presidente, mas trabalha-se para estabelecer isso da melhor maneira possível ao produtor rural.
    Os produtores que, como Rosa, possuem uma liminar, não precisam recolher o Funrural enquanto ela estiver vigente. Os produtores que não possuem essa liminar poderiam recolher, ao menos, em sub judice, como aconselha o presidente. Se os produtores perderem o processo de vez e o valor retroativo daqueles que não recolheram nos últimos cinco anos for cobrado, muitos produtores irão quebrar, com liminares sendo derrubadas. Logo, se esse passado tiver que ser pago, a safra do ano que vem também poderá ficar ameaçada, já que muitos podem ficar negativados e sem financiamentos liberados.
    O setor não se nega a realizar a contribuição previdenciária, mas deve haver uma melhor forma para que essa cobrança seja feita. Para a maior parte dos produtores, a cobrança pela folha de pagamento, ao invés do bruto, seria uma melhor alternativa.
    Jeferson Rocha - diretor jurídico da Andaterra
    Jeferson Rocha lembra que há uma saída possível por meio do Senado Federal, no qual há uma resolução que poderia mudar a situação do processo - proveniente de julgamentos anteriores sobre recursos extraordinários. Para isso, caberia à Frente Parlamentar Agropecuária (FPA) encampar um trabalho político e encontrar uma saída antes da resolução definitiva do STF.
    Ele lembra que os produtores já pagam contribuições sociais sobre todos os insumos que adquirem - logo, já existe uma carga tributária sobre o setor. Em relação ao Funrural, a maior reclamação se dá devido ao fato de ele ser inconstitucional.
    Muitos produtores recolheram ou depositaram em juízo durante os anos em que o tributo não vinha sendo cobrado, mas outra imensa maioria de produtores deixaram de recolher. Estes, agora, correm o risco de serem cobrados. Para Rocha, a recomendação é que os produtores que estão em juízo passem a realizar o depósito sub judice ou que mantenham como está, já que o julgamento do STF não será aplicável automaticamente. Com isso, os produtores possuem segurança jurídica para recolher ou não até que o acórdão seja publicado.
    Para ele, que também é produtor rural, a manifestação do dia primeiro é necessária. A batalha jurídica já está posta, mas o argumento político também deve ser combatido politicamente, na opinião do diretor. "O dia 1º de maio será o início de uma grande mobilização rural", disse.
    Luis Carlos Heinze - Deputado Federal (PP-RS)
    O deputado federal Luis Carlos Heinze idealizou e comandou a reunião na Sociedade Rural Brasileira. Congregando as principais cooperativas e entidades do setor, o objetivo era discutir a pauta e mobilizar, a nível Brasil, uma saída política e jurídica para resolver os conflitos relacionados ao Funrural.
    A tentativa será de modificar essa decisão por meio do Sendato Federal, que possui uma estratégia para solicitar modificação dos votos no STF. Com isso, o setor trabalharia como forma de conscientizar e influenciar a votação do Supremo que decidiu pela constitucionalidade do tributo. "Tem que correr contra o tempo e essa é uma saída", disse Heinze.
    A outra preocupação é quanto à modulação da decisão do STF. Deve-se decidir que sejam anulados os efeitos sobre os produtores que não realizaram os pagamentos e que não recolheram o Funrural. Com isso, também pretende-se analisar voto por voto dos ministros do Supremo para observar como eles se expressam em relação ao tema.
    Heinze lembra ainda que cada setor do agronegócio precisa de uma abordagem diferente em relação ao Funrural - se a cobrança deve ser sobre a produção ou sobre a folha de pagamento. Com isso, busca-se também por uma nova lei. Enquanto isso, os produtores rurais devem ficar ligados e procurar suas entidades, que estarão orientadas para saber como proceder nessa situação.
    O deputado aponta ainda que a pressão em Brasília a ser realizada em 1º de maio é apenas a maior ação de muitas que devem ser feitas, incluindo reuniões nos estados que envolvam os governantes. "É importante que o Brasil esteja motivado para pressionar", conclui.
     Por: João Batista Olivi e Izadora Pimenta
    Fonte: Notícias Agrícolas

    sábado, 8 de abril de 2017

    Resultado da XXXVII Feira de Outono de Terneiros,Terneiras de Lavras do Sul - I Etapa

    Encerrou hoje,08.04.2017 a primeira etapa da XXXVII Feira de Outono de Terneiros e Terneiras de Lavras do Sul.
    Médias:
    Terneiros R$ 5,24
    Terneiras:R$ 4,85
    Sendo:
    *Terneiros de outono com  232 kg de peso médio
    *Terneiros de primavera com 188 kg de peso médio
    *terneiras de primavera com 181 kg de peso médio
    Peso mínimo exigido de 160 kg para machos e 140 kg para fêemeas
    O prazo para pagamento concedido foi de 30 dias e a comissão de venda de 5%

    foto Ilustrativa


    fonte:: Marcelo Trentin

    quarta-feira, 5 de abril de 2017

    Industria paraguaya sondea para importar ganado gordo desde Uruguay


    Py-vs-Uy

    La industria paraguaya comenzó a mirar de reojo la posibilidad de apelar al ganado gordo de Uruguay para realizar parte de su faena. De acuerdo a información recabada por Tardáguila Agromercados, en base a una fuente industrial paraguaya que comentó que la “gran brecha” de pecio que hoy existen entre ambos mercados “da para pensar y analizar” esa posibilidad.
    En el mercado paraguayo los novillos de punta con destino a la Unión Europea (UE) se pagan en un rango de US$ 3,15 a US$ 3,20 por kg carcasa, mientras que en Uruguay los novillos especiales de exportación cotizan en un rango de US$ 2,70 a US$ 2,75 por kg carcasa. Históricamente los precios del ganado con destino a faena en Paraguay han estado por debajo de las referencias de Uruguay, pero desde la pasada primavera la ecuación se invirtió y la brecha de precios entre ambos mercados comenzó a ampliarse volviéndose más cara la hacienda paraguaya.
    “Sanitariamente no deberían existir mayores inconvenientes”, dijo la fuente. De todas formas, el informante indicó que por ahora no se vislumbra un rol activo del Servicio Nacional de Calidad y Salud Animal (Senacsa) de Paraguay para promover un protocolo con su par de Uruguay, aunque desde la industria se ve con buenos ojos avanzar por ese camino.
    fonte: Tardaguila agromercados

    Embrapa lança site sobre qualidade da carne

    Embrapa lança site sobre qualidade da carne

    Foto: Divulgação/Assessoria
    Conteúdo voltado para a sociedade em geral foca no progresso científico galgado pelo setor
    O Brasil é um dos mais importantes produtores de proteína animal no mundo, resultado de décadas de investimento em tecnologia que elevaram a produtividade e a qualidade da carne brasileira, fazendo com que ela se tornasse competitiva e ocupasse parte importante no mercado internacional.

    Com o objetivo de disponibilizar para a sociedade parte desse conhecimento técnico-científico, gerado por diversas instituições de pesquisa nacionais e pela iniciativa privada, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) lançou nesta quinta-feira, 30, uma página especial sobre Qualidade da Carne no seu Portal.

    "A nossa intenção é colaborar neste momento para esclarecimento de dúvidas das pessoas, mostrando que do campo à mesa das pessoas existe Ciência apoiando a forma de produzir, processar e distribuir a carne brasileira", explica Maurício Lopes, presidente da Embrapa.

    A página, que pode ser acessada clicando aqui, foi estruturada a partir das cadeias produtivas de carne bovina, suína e de aves, agregando tecnologias, publicações, vídeos e projetos de pesquisa voltados para as diversas fases do sistema de produção. Outro conteúdo destacado é a seção Carne em Números, revelando dados sobre produção e exportação de carne brasileira.

    Laboratório - Também na quinta-feira, 30, foi inaugurado o Laboratório Multiusuário de Biossegurança para a Pecuária (Biopec), o mais moderno na área de pesquisa em segurança e qualidade da carne da América Latina. Localizado na Embrapa Gado de Corte, em Campo Grande, MS, a unidade aumenta a capacidade de o Brasil garantir a qualidade sanitária dos rebanhos.

    Fonte: Portal DBO

    segunda-feira, 3 de abril de 2017

    Uruguay - Díaz Nadal: “Hay real interés por exportar vaquillonas Angus de sobreaño a China”

    “Los precios que se han manejado sirven y hoy están por arriba de los que se manejan en el mercado”, afirmó el presidente de la Sociedad de Criadores de Angus.

    Álvaro Díaz Nadal, presidente de la Sociedad de Criadores de Angus. Foto: El País.
    La semana pasada se conoció la noticia que diferentes empresas uruguayas dedicadas a la exportación de ganado en pie están realizando los trámites necesario para exportar vaquillonas Angus a China. Federico Di Santi, director de Di Santi & Romualdo, aseguró en Valor Agregado en Carve que “corto plazo hay posibilidades de exportar hembras en pie de razas carniceras a China”.
    Por su parte, el presidente de la Sociedad de Criadores de Angus, Álvaro Díaz Nadal, confirmó en el mismo programa radial que “estamos al tanto de las negociaciones” de las empresas exportadoras, “algunas de ellas han tenido contacto directo con nosotros y podemos asegurar que hay real interés por exportar vaquillonas de sobreaño a China”.
    Díaz Nadal explicó que se trata de un negocio nuevo para el país en este tipo de categorías y raza; “Uruguay tiene experiencia en la negociación y exportación de ganado Holando, pero en Angus será el primero”. Agregó que el negocio “está en trámites y entiendo que la empresa operadora está desatando los nudos necesarios para seguir adelante”.
    Comentó que hasta el momento no se han manejado plazo ni precios concretos, si han trascendido algunos valores que prefirió no dar a conocer públicamente para no condicionar los negocios. Sin embargo, el presidente de la Sociedad de Criadores de Angus aseguró que “los precios que se han manejado sirven y hoy están por arriba de los que se manejan en el mercado”.
    La última referencia de Plazarural, donde también realizó Plaza Angus, la comercialización de vaquillonas Angus de uno a dos años promedió US$ 1,72 el kilo en pie y logró un máximo de US$ 1,93; US$ 448,73 al bulto. Díaz Nadal afirmó que, “dependiendo de las categorías, van a estar en ese eje de precios”.  
    Finalmente señaló que esta instancia “es muy importante porque siempre es bueno la exportación de vientres dado que dinamiza el mercado. Además, va a beneficiar a todos los criadores de la raza”. Contó que las exigencias son por ganado sellados por la Sociedad de Criadores de Angus, por tanto, son ganados comerciales superiores.
    fonte: El Pais
    Escuche a Álvaro Díaz Nadal:

      Uruguay - Esperan exportar más ganado en pie a Turquía

      Firma de contratos está más lenta que en años anteriores
      Exportación de ganado en pie. Carga de barcos. Foto: archivo El País.
      Pablo Antúnez
      Los exportadores uruguayos de ganado en pie mantienen el optimismo de colocar más terneros en Turquía este año, un mercado tradicional que ya conoce la calidad de los animales nacidos y criados en el país.
      Las compras “vienen más lentas este año” y se está dando que “no todas las empresas pudieron cerrar contratos” con este destino, por lo que hay dos o tres firmas comprando terneros para armar las cuarentenas previas a los embarques, según afirmó a El País Alejandro Dutra, presidente de la Unión de Exportadores de Ganado en Pie.
      “Más allá de que por ahora sean pocas las empresas que ya cerraron contratos, somos optimistas en que se pueda vender a Turquía un buen volumen de terneros en pie. Todavía estamos vendiendo tímidamente y recién ahora salieron dos barcos”, explicó Dutra.
      En el reciente remate del consorcio Plaza Rural se despacharon fluidamente más de 5.000 terneros y los compradores fueron firmas locales vinculadas a la exportación de ganado en pie, esa es una noticia muy importante a comienzos de la zafra de terneros, porque le genera certidumbre al mercado y a los criadores.
      El presidente de la Unión de Exportadores de Ganado en Pie dijo a El País que más allá de Turquía las firmas exportadoras también están esperando compras de otros mercados. “Nunca se deja de lado destinos como Egipto y se sondea China para ver qué negocio se puede hacer en el corto plazo”.
      China tiene un enorme potencial y en ganado de carne es un mercado nuevo para Uruguay —se llevan más años colocando terneras Holando— y hoy está centrando sus compras en Australia.
      “Cuando quieran empezar a comprar, por el volumen que demandan, van a tener que salir a negociar en otros países”, estimó Dutra. Incluso la meta de algunos importadores es ir a China a negociar directamente con los compradores asiáticos, más allá de los sondeos habituales de precios. Con China se hizo sólo un negocio con terneras Angus, completándose un barco que llevaba terneras de razas lecheras; hay un protocolo firmado para ganado con destino a genética.
      La meta de los exportadores uruguayos de vacunos en pie es volver a colocar al final de 2017 un volumen parecido a las 280.000 cabezas que se enviaron en 2016, pero incluso podría llegar a superarse si el mercado se vuelve más fluido.
      fonte: El País

      quinta-feira, 30 de março de 2017

      Brasil recupera mercados de carne e tenta minimizar efeitos do escândalo


      Mercado de carnes em Hong Kong - AFP
      Hong Kong suspendeu nesta terça-feira o veto total à carne brasileira e se tornou o último dos grandes importadores a restringir seu bloqueio aos 21 frigoríficos investigados pelo escândalo da carne adulterada.
      Mas o maior exportador de carne bovina e de frango do mundo deverá agora percorrer um árduo caminho para recuperar a confiança plena dos mercados, admitiu o ministro brasileiro da Agricultura, Blairo Maggi.
      O Centro de Segurança Alimentar de Hong Kong (CSA) informou em um comunicado que “as autoridades brasileiras entregaram informação atualizada e declararam que farão uma rígida implementação dos processos internacionais de certificação para demonstrar a credibilidade do sistema. E continuarão realizando auditorias regulares para garantir seu funcionamento pleno”.
      A decisão da região administrativa autônoma chinesa, maior compradora de carne bovina brasileira, foi celebrada pelo governo do país.
      “O Brasil recebeu hoje (28/3), com satisfação, a notícia de que Hong Kong reabriu o mercado para as carnes brasileiras. Com essa medida, todos os grandes mercados para exportações de carnes brasileiras encontram-se novamente reabertos”, destacou um comunicado da Presidência.
      Hong Kong importou 718 milhões de dólares de carne bovina em 2016, segundo dados do Ministério da Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e suas compras totais de carne brasileira (de boi, frango, porco, etc) superaram no ano passado a marca de 1,3 bilhão de dólares.
      – No alvo –
      O setor de carne brasileiro foi alvo de uma investigação da Polícia Federal que em 17 de março denunciou mudanças nas etiquetas e o uso de ácidos e substâncias supostamente cancerígenas para adulterar cortes vencidos ou em mal estado.
      Desde então, mais de 20 mercados fecharam totalmente ou parcialmente suas portas ou intensificaram seus controles sobre as carnes brasileiras, entre eles Hong Kong, China e Chile, três mercados-chave para um setor que emprega mais de 6 milhões de pessoas e que gerou 13 bilhões de dólares no ano passado.
      Hong Kong e o próprio governo brasileiro chegaram a ordenar a retirada de alguns cortes de carnes por não poder garantir sua inocuidade para a saúde.
      Mas no final de semana passado apareceram sinais de alento, após de árduas negociações para minimizar os danos, estimados inicialmente pelo governo em 1,5 bilhão de dólares.
      China, Chile e Egito restringiram o bloqueio aos 21 frigoríferos envolvidos na investigação, sob suspeita de ter participado de uma rede de corrupção em que os fiscais sanitários eram subornados por frigoríficos para autorizar a venda de carne não apta para o consumo humano.
      O caso envolveu a JBS e a BRF, gigantes globais do setor.
      O governo criticou a “narrativa” do caso divulgada pela PF.
      – Reconstruir a confiança –
      O comissário europeu de Saúde e Segurança Alimentar, Vytenis Andriukaitis, se reuniu nesta terça-feira em Brasília com o ministro Maggi para inteirar-se sobre as medidas adotadas pelo governo brasileiro, depois que a União Europeia (UE) informou que não receberá carne dos frigoríferos investigados.
      “Há muitos, muitos problemas sobre a mesa e vamos ver como procedemos para avançar”, disse Andriukaitis a jornalistas depois do encontro.
      O funcionário europeu disse que acha possível “que as autoridades brasileiras realmente façam tudo o que é possível para que a confiança seja restaurada”.
      Maggi admitiu na segunda-feira que a reabertura dos mercados é apenas o primeiro passo para recuperar a confiança internacional nos produtos.
      “Nossa imagem foi muito atacada nos últimos dias, os comentários fora são muito ruins”, disse em uma entrevista coletiva em Brasília.

      Uruguay - Exportadores compraron más de 2 mil terneros en Plazarural


      Foto-Plazarural

      Un excelente comienzo tuvo el remate 178 de Plazarural ,que cuenta con una oferta de 21.000 vacunos y 1.600 lanares.
      “La verdad es que el remate nos sorprendió desde el inicio, donde se formó rapidamente un mercado firme, pujante e interesante, donde no se colocaron algunos lotes pero porque no entraron finalmente, así que estamos muy conformes” señaló José de Freitas a Tardáguila Agromercados.
      El remate comenzó con agilidad y mucha puja por los primeros lotes de terneros, logrando el precio máximo de US$ 2.40. El promedio de la categoría fue de US$ 2,12. La agilidad en esta categoría responde a que los exportadores de ganado en pie compraron más de 2 mil terneros en la subasta, comentaron los consignatarios presentes en el evento.
      La categoría de  novillos de 1 a 2 años , que también mostró el mismo dinamismo en las ventas, logró un promedio de US$ 1,71, de 2 a 3 tuvieron un promedio de US$ 1,54 , mientras que las vacas de invernada lo hicieron a US$ 1,19.
      Las ventas seguirán hoy miércoles  con las terneras, lotes mixtos, vaquillonas, vientres preñados, vientres entorados y finaliza con piezas de cría. Los rematadores anunciaron para esta actividad “muy buenos” lotes angus en el marco de Plaza Angus.

      Promedios-Plazarural