segunda-feira, 25 de abril de 2011

Grupo Marfrig apresenta grife com a marca Seara Churrasco

Empresa montou 19 cortes bovinos tradicionais, que estarão nas gôndolas a partir de maio.


O Grupo Marfrig acaba de lançar uma linha completa de cortes bovinos com a marca Seara Churrasco, que estará disponível aos consumidores a partir de maio. A nova linha conta com 19 cortes tradicionais, como picanha, entrecote, maminha, baby beef, contrafilé, cupim e costela desossada, entre outros.
Embalados a vácuo, os produtos possuem também uma rotulagem atrativa e diferenciada. "Essa nova linha de carnes Seara vem contribuir com a nossa estratégia de promover o conceito Carne Não é Tudo Igual. O corte certo e a qualidade certa para o preparo desejado faz toda a diferença.", diz Walter Scheufler, Gerente de Marketing da Divisão de Bovinos da Marfrig.
A nova linha oferece também uma novidade: o kit churrasco, único no mercado com oito bifes bovinos resfriados, dois de fraldinha, dois de contrafilé, dois de maminha e dois de picanha. Um produto ideal para o "churrasco indoor", para um casal ou mesmo para uma única pessoa, com a flexibilidade de oferecer vários sabores e texturas na quantidade exata para essa necessidade e com preço acessível.
Através dos materiais promocionais da linha Seara Churrasco, o consumidor contará com dicas e modos de preparo envolvendo desde o pré-churrasco e tempero de carne até informações sobre a quantidade adequada ao número de convidados e receitas para cada um dos cortes.
"Essas dicas foram desenvolvidas por profissionais e especialistas do segmento para desmistificar sugestões populares ou ainda ajudar preparos mais elaborados com alternativas inusitadas para um churrasco com amigos, transformando o anfitrião em um ótimo entendedor de carnes", diz Gustavo Ruiz, gestor de marketing da linha Seara Churrasco.

Fonte: Marfrig.

Frigoríficos brasileiros comandam 36% dos abates no Uruguai

JBS, Marfrig e agora o Minerva são as três empresas

Na última terça-feira o frigorífico Minerva ampliou o peso das empresas frigoríficas brasileiras que atuam no Uruguai e também no Cone Sul, quando entrou no país por meio da aquisição do frigorífico Pull.

O governo uruguaio, através do Instituto Nacional de Carnes (Inac), realizou um levantamento e constatou que as empresas brasileiras que atuam no país possuem hoje 29,4% do abate total de gado bovino, somando 2.203 milhões de cabeças no ano passado. Com a venda do frigorífico Pull para o Minerva, as companhias brasileiras irão deter 36% na participação dos abates no Uruguai, já que, o Pull detinha 6,6% do abate total.

Além do Minerva, que está entrando agora no país, as empresas Marfrig e JBS (por meio da Bertin) já atuam a algum tempo no Uruguai e nos últimos anos fizeram várias aquisições. As empresas Cledinor, Tacurembó, Colônia e Inaler (todos do Uruguai) forão compradas pelo Marfrig. Em 2006, antes de ser incorporada pelo JBS, a Bertin adiquiriu a Canelones.

As assessorias de comunicação das empresas informaram que só no Uruguai, a Marfrig possui capacidade para abater 3.900 bovinos por dia e a JBS 1.100 cabeças. A empresa frigorífica Pull, adquirida pelo Minerva, tem hoje capacidade de 1.100 cabeças por dia, mas com a incorporação espera alcançar 1.400 cabeças, informa o diretor-presidente do Minerva, Fernando Galetti de Queiroz.

Argentina

As empresas brasileiras também possuem participação relevante na Argentina, outro país que integra o Cone Sul. Através da aquisição da Swift Armour, o JBS entrou no país em 2005, fazendo em seguida, novas aquisições. A capacidade de abate do frigorífico hoje é de 5.700 bovinos por dia. Já a Marfrig, abate 3.900 animais por dia.

O JBS possui seis unidade na Argentina, entretanto, três delas estão temporariamente fechada e a empresa continua interessada em desfazer-se delas. Segundo informações a venda da planta de San José, na província de Entre Ríos, pode ser fechada em breve.

A JBS detém hoje uma fatia de 10% da capacidade total de abate de bovinos que é de aproximadamente 17,5 milhões. Já a Marfrig tem 6% da fatia.

Paraguai

Os frigoríficos brasileiros JBS e Minerva abatem no país 1.700 bovinos por dia, sendo 1.000 a capacidade do Minerva e 700 do JBS. Segundo o diretor-presidente do Minerva, Fernando Queiroz, a empresa decidiu investir no Uruguai agora porque “o mercado está mais maduro” e a pecuária vive um ciclo favorável às atividades naquele país.

De acordo com ele a empresa espera um crescimento de 20% no faturamento este ano em relação aos R$ 3.350 bilhões de 2010. Os número ainda não podem informar quais serão os lucros obtidos após a aquisição do frigorífico Pull.

Fonte: A Tribuna News/Luciana Recio

BOI GORDO - Confira a entrevista com Alex Santos Lopes da Silva - Consultor - Scot Consultoria

Boi Gordo: frigoríficos somam saldo do feriado para voltar às compras. Última semana do mês deve retrair o consumo, sem novidades para os preços apesar da baixa oferta. Empresas têm dificuldade de repassar margem de lucro aos pecuaristas.



FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS

Receita com couro, sebo e subprodutos

Analisou-se a participação do couro e sebo na receita do frigorífico com a venda dos derivados, miúdos e subprodutos. Figura 1.



Observe o forte aumento desta no segundo semestre de 2009, com a valorização do couro verde.

Também se observa que a receita com as vendas dos produtos (R$21,80/@), além da carne, também está em patamar próximo dos picos registrados em maio de 2008 e novembro de 2010.

Em 2010, a receita com a venda desses produtos (derivados, miúdos e subprodutos) aumentou 33,1% de janeiro a dezembro.

O boi gordo subiu 35,2% no mesmo período

FONTE: SCOT CONSULTORIA

CARNE -Atacado - 25/04/11

domingo, 24 de abril de 2011

V Leilão Influência - Pelotas


Estância da Gruta, em Pelotas, ja esta selecionando os terneiros que serão vendidos no proximo Leilão Influência
Muita qualidade em um só lugar

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Pequeno volume, pouca volatilidade

Hoje temos uma situação particular no mercado do boi gordo: uma estabilidade fora do que temos visto no último semestre.

Faz exatamente um mês que o indicador Cepea/ESALQ à vista praticamente não mexe. No dia 25/3 era cotado em R$104,52/@; hoje está em R$104,58/@, tendo passado pela máxima de R$104,94 e mínima de R$103,91. Emocionante, não? É, acho que não.

Ocorre que temos uma situação que anda fugindo à “regra” de que o boi gordo deve cair no primeiro semestre e subir no segundo. E aqui vale um parênteses, pois escutei há algumas semanas a afirmação de que a sazonalidade do boi gordo estava sumindo. Isso ocorre de fato?

De acordo com o gráfico do comportamento dos preços do boi gordo nos primeiros e segundos semestres dos últimos dez anos, fica claro que a média de preços no segundo semestre é, na grande maioria das vezes, mais alta do que no primeiro semestre. Portanto, a sazonalidade ainda existe.

O erro incorre em esperar NECESSARIAMENTE queda no primeiro semestre. Desde 2001, os preços do segundo semestre caíram apenas em 2005, quando tivemos o surto de febre aftosa no Mato Grosso do Sul (bata na madeira trêz vezes,) e em 2009, quando colhíamos os reflexos da crise mundial que enxugou o crédito da praça e fez paralizar mais de 50 plantas frigoríficas. Acredito que esses sejam motivos bons o suficiente para justificar a “ausência” de efeito sazonal sobre as cotações.

Enfim, voltemos ao texto. Em anos de preços em ascensão, ou seja, na fase de alta do ciclo pecuário, os preços podem subir no primeiro semestre, mas tendem subir ainda mais no segundo. Isso mostra que a sazonalidade ainda vigora. E em anos de preços descendentes? Mesmo assim os preços no primeiro semestre costumam ser menores do que no segundo, ou seja, a sazonalidade ainda predomina.

Parênteses feito, continuemos a falar sobre o mercado hoje.

Já faz um mês que os preços praticamente não mudam em São Paulo, como dito acima, e o que levou a isso foi a combinação de uma sistêmica falta de animais terminados, que deixa as escalas dos frigoríficos curtíssimas em plena safra, e um consumo já impactado pelos altos preços, porém, ainda capaz de absorver a pequena oferta de carne que existe hoje no mercado.

Parece-me que se a situação continuar assim nos próximos meses (e um detalhe interessante: o final da safra já bate à nossa porta), a sazonalidade poderá voltar a vigorar, como vimos que historicamente acontece. A não ser que a oferta de animais confinados aumente o suficiente para cobrir a queda de 20% ocorrida no ano passado. É o que veremos nos próximos meses.

Bem, nesta semana, recebi em meu e-mail pessoal uma mensagem chamando os produtores e a bancada ruralista de oportunistas e atrasados. A resposta à mensagem já foi dada, mas gostaria de reproduir aqui um recado dado pelo pessoal da Associação dos Profissionais da Pecuária Sustentável (APPS). Para bom entendedor, meia palavra basta, não é mesmo?

Aí vai: “Você que terá o privilégio de se deliciar com chocolate nesta páscoa, lembre-se primeiro foi preciso produzir o cacau, o açúcar e o leite no campo”.

FONTE: AGROBLOG.COM.BR / AUTOR LYGIA PIMENTEL

sábado, 23 de abril de 2011

CHUVAS em MM no RS entre 20 e 23 de abril 2011

FONTE: ATMET

CURSOS

Curso de Estratégias e Táticas de Negociação Internacional
Dia 29 de Abril
9h
Sindicato Rural de Alegrete
Rua Venâncio Aires, 654

Módulo II: ESTRATÉGIAS E TÁTICAS DE NEGOCIAÇÃO INTERNACIONAL – Instrutora: Gilda Zimmer

Objetivo: analisar os riscos, obrigações e responsabilidades envolvidas na negociação internacional. Reconhecer a importância do cumprimento de todas as suas obrigações e responsabilidades negociadas inicialmente e apresentar as estratégias e táticas para minimizar os riscos envolvidos em uma negociação internacional.

FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD

Chile: Abiec confirma que exportação está liberada

A exportação de carne bovina in natura e congelada do Brasil para o Chile está liberada a partir de hoje. A autorização foi dada ontem pelo governo chileno, conforme informações do diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Otávio Cançado. "O comércio de carne bovina com o Chile está liberado a partir de hoje", garantiu Cançado. Os frigoríficos poderão dar início aos embarques do produto assim que a decisão for publicada no site oficial do SAG, o que, segundo o informe, deverá acontecer nos próximos dias.

A retomada da exportação de carne bovina in natura para o Chile acontece de maneira gradual, segundo o secretário de Defesa Agropecuária, Inácio Kroetz. "Após o início das importações de carne de suínos, o Chile está gradativamente retomando as importações de carne bovina brasileira", afirmou.

Cançado explicou que 18 unidades de frigoríficos pleiteavam a liberação das exportações, das quais 16 tiveram o pedido atendido. Ainda não há, porém, detalhes sobre as plantas que foram aprovadas, nem sua localização. Cançado acrescentou que o objetivo agora é descobrir quais os critérios que levaram à desaprovação de duas unidades. "Mas acreditamos que isso pode ser revertido em breve, em questão de semanas, e todas as 18 unidades possam exportar para o Chile".

Segundo notícia do jornal Valor Econômico, as 16 unidades estão localizadas em Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo. São três da Bertin, três da Marfrig, duas da JBS, uma do Minerva, uma do Frisa, uma do Frialto, uma da Sadia, duas do Independência, uma da Arantes Alimentos e uma do Mataboi.

O diretor executivo da Abiec acrescentou que o passo seguinte é retomar as vendas aos níveis de 2005, quando o comércio com aquele país foi fechado. Naquela época, o Chile deixou de reconhecer regiões do Brasil como livres de febre aftosa. Desde então, 36 unidades de frigoríficos ficaram impedidas de exportar carne bovina para aquele país. "Vamos trabalhar para que as 36 unidades voltem a exportar, pois todas têm o mesmo padrão de qualidade", garantiu.

Hoje o potencial de exportação de carne bovina para o Chile alcança cerca de 100 mil toneladas por ano, conforme cálculos da Abiec. O Brasil pode se tornar em breve o principal fornecedor de carne bovina para o Chile, tomando mercado de países como Argentina e Uruguai, que representam, respectivamente, 45% e 41% do volume importado.

A demanda chilena vem sendo atendida por Uruguai e Paraguai, mas Cançado acredita que é possível recuperar a participação de 41% que o Brasil tinha antes do embargo chileno. Depois da restrição, que gerou uma série de reclamações do governo e dos exportadores brasileiros, a fatia caiu para apenas 1%, uma vez que só uma planta de carne bovina do Rio Grande do Sul podia exportar ao Chile.

"Temos condições de fornecer maiores volume e com preços melhores. Além disso, o Paraguai e o Uruguai estão fortes nos EUA e na União Europeia", disse, justificando a expectativa de recuperação

Cançado criticou a demora na liberação das exportações pelo governo chileno. "Foram três anos para o reconhecimento do Brasil como área livre de aftosa e mais 4 meses para a habilitação das 16 unidades". "Outros países precisaram de 1 ano e meio entre o reconhecimento e as primeiras habilitações", concluiu.

FONTE: Agência Estado, Valor Econômico e Mapa, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

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BOI GORDO - Confira a entrevista com Alex Santos Lopes da Silva - Consultor - Scot Consultoria

Boi Gordo: mercado parado na véspera do feriado prolongado. Frigoríficos alongam escalas falsa para o início da próxima semana, já que não abatem quinta e sexta-feira. Empresas encontram oferta no Mato Grosso do Sul.



FONTE:NOTICIAS AGRICOLAS

BOI GORDO - Confira a entrevista com Renata Fernandes - Analista da Mesa de Boi da Indusval Corretora

Boi Gordo: semana santa deixou mercado parado e as escalas curtíssimas preocupam os estoques frigoríficos a começar próxima semana. Invernista se estimula com preços futuros, mas reposição mais cara deve impedir grande confinamento.



FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS

Assocarnes/MS divulga Nota de Resposta frente declarações da Abrafrigo

A Assocarnes vem esclarecer ao público, ou melhor, ao consumidor da carne bovina em nosso país, que as oscilações de preços praticados por empresas que trabalham no “front” dessa proteína, junto ao consumidor brasileiro, são ocasionadas por diversos fatores que o próprio povo brasileiro desconhece.


A nossa entidade, que realmente defende os pequenos industriais desta cadeia produtiva “carne”, vimos a necessidade de explicar aquilo que para poucos entendidos do setor seja, talvez, um equívoco, como por exemplo, as declarações feitas pela ABRAFRIGO (Associação Brasileira de Frigoríficos) no último dia 05/04/2011, onde o seu representante Sr. Péricles Salazar sugere e solicita medidas que, no nosso ponto de vista, resume-se ao fim dos médios e pequenos empresários da carne.


Nota-se que a ABRAFRIGO é a douta entidade que defende os pequenos e médios em nosso país. Bem senhores, vamos direto ao ponto, ou seja, das declarações e súplicas do digníssimo Drº. Salazar.

Aqui intitulamos de:

Os Sete Pecados de Salazar:

Salazar diz:
1?) “O primeiro ponto é o BNDES suspender todo e qualquer financiamento para novas plantas de frigoríficos no país. Já existem plantas demais e a capacidade ociosa média do setor é de 40%”.
ASSOCARNES - Pede ao BNDES, que não dê dinheiro a mais ninguém deste setor. (Parece brincadeira). O BNDES nunca deu, ou melhor, deu somente para 02 (dois); e achamos que o BNDES deveria mudar a sigla para JBndeS. Bem, brincadeirinha a parte, o tema é muito sério e que passa pelo ponto do absurdo e do contraditório, haja vista que o doutor Salazar, que antes defendia a liberação de recursos aos pequenos, agora virou promotor de defesa do BNDES.

Salazar diz:
2?) Um segundo aspecto, para a Abrafrigo,“ é a oferta, pelo BNDES, de linhas de financiamento para empresas em dificuldades, desde que elas ofereçam garantias reais”.

ASSOCARNES - Pede em suas súplicas, que o BNDES não salve os quebrados, a menos que os já moribundos ofereçam garantias reais, ou seja, é o doutor promotor de defesa do BNDES (ainda não sabemos quanto ele cobra de honorários).

Salazar diz:
3?) O terceiro ponto também reside na oferta de crédito, desta vez para os pecuaristas, a juros compatíveis com a taxa Selic, para elevar a velocidade de recuperação do rebanho bovino brasileiro.

ASSOCARNES - Enfim algo coerente, o doutor pede para, ajudar os pecuaristas dando-lhes créditos com juros justos, para que os mesmos possam recuperar seus estoques. Isso é justo, mas seria esse crédito feito pelo Banco da JBS (dúvida cruel).

Salazar diz:
4?) Como quarto aspecto desta estratégia de recuperação, a Abrafrigo sugere uma maior agressividade por parte do governo e das empresas para buscar os novos mercados da China, Coréia do Sul, Taiwan e recuperar a UE, com a finalidade de elevar o volume das exportações brasileiras.

ASSOCARNES - O governo deve ser mais agressivo, para abrir novos mercados consumidores, principalmente na Ásia, e também recuperar a U.E. Quem sabe assim, os dois grandões deixam os pequenos em paz para trabalhar com dignidade dentro do Brasil.

Salazar diz:
5?) “O quinto ponto é a criação de medidas compensatórias para os frigoríficos exportadores diante da elevada apreciação do Real”.

ASSOCARNES - O governo deve criar mecanismos compensatórios para alimentar esses gigantes, quando os mesmos praticam as exportações. Pois com o Real em valorização, nada mais justo que dar liquidez aos créditos e prêmios que essas empresas têm direito, ou seja, pela ótica do doutor Salazar, devemos engordar ainda mais os gigantes e gulosos da nossa economia (o honorário do doutor deve ser bom).

Salazar diz:
6?) A sexta providência seria a agilização por parte do governo da monetização de créditos do PIS e Cofins a que os frigoríficos exportadores têm direito. “Isso poderia injetar mais de R$ 600 milhões na atividade”.
ASSOCARNES - Esse procedimento é praticamente a reprise do 5?, pois o digníssimo doutor, espera com essas medidas, injetar R$ 600.000.000,00 (seiscentos) milhões de Reais, nos cofres dos 02 (dois) gigantes (o cara é fera).

Salazar diz:
7?) A sétima sugestão da Abrafrigo é a execução de um planejamento de longo prazo, a ser realizado pelo setor privado em conjunto com o setor público, no qual far-se-ia um amplo e detalhado diagnóstico da cadeia produtiva, dos seus problemas conjunturais e estruturais, elencando-se a seguir políticas públicas que objetivem o seu desenvolvimento e crescimento sustentável, harmonizando a necessidade de uma maior produção com respeito ao meio-ambiente. Por último, apela para o grande varejo brasileiro no sentido de diminuir as suas elevadas margens de lucro, reduzindo os preços para os consumidores e assim possibilitar maior giro das carnes em suas prateleiras.

ASSOCARNES - Por último ele sugere criar um plano diretor para a cadeia produtiva da carne, onde figurariam de um lado os produtores fortalecidos com abundância de créditos (preferencialmente do JBS), e de outro lado, 02 (dois) grupos fortes dominando a compra e a venda de carne em nosso país.

Bem senhores, peço desculpas pelos trocadilhos, mas a revolta é muito grande, com tamanha cara de pau de pessoas que até ontem, lutavam pela sobrevivência dos pequenos empresários da carne em nosso país.
Sempre lutamos lado a lado, para acabar com a concentração industrial e financeira; e para espanto de todos, vimos esse companheiro pular o muro e entrar no quintal do vizinho rico.

Espero que as pessoas de bom senso, e que primam por justiça nesse país, tomem coragem e juntem-se a nós, contra o abuso do poder econômico.

As informações são da assessoria de imprensa da Assocarnes/MS.

FONTE: Agrolink

Frigoríficos tem dificuldade para formar escalas

Na última terça-feira o mercado do boi gordo seguiu trabalhando em ritmo lento. O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 104,49/@, com valorização de R$ 0,24. O indicador a prazo registrou alta de R$ 0,67, sendo cotado a R$ 106,45/@.

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio



Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 19/04/11



Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para abril/11



Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.

Tabela 3. Atacado da carne bovina



Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico



Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista (R$/cabeça)x relação de troca (boi gordo de 16,5@ por bezerros)


FONTE: BEEFPOINT

Exportações brasileiras de gado vivo recuam 30% no primeiro trimestre

mauro.zafalon@uol.com.br

As exportações de gado vivo mantiveram-se em patamares aquecidos no primeiro trimestre, mas perderam força em relação ao mesmo período de 2010. De janeiro a março últimos, 103,5 mil animais saíram pelos portos brasileiros, 30% menos do que no mesmo período do ano anterior. O principal destino foi a Venezuela, país que importou 76,3 mil animais neste ano. O Líbano foi o segundo principal importador brasileiro, ao comprar 27,2 mil animais no primeiro trimestre. Os dados são da Secex (Secretaria de Comércio Exterior), do Ministério do Desenvolvimento. As receitas com as vendas de gado vivo renderam ao país US$ 102,7 milhões, valor 22% inferior ao de igual período do ano passado, mas 12% acima do de janeiro a março de 2009. As vendas de gado vivo têm ajudado a manter elevados os preços dos animais no Estado do Pará, principal exportador do país. Já a indústria exportadora de carne não vê com bons olhos essas exportações. Na avaliação do setor, além de o país exportar produto com menor valor agregado -no caso, o boi vivo-, o setor perde animais para abate. Os dados da Secex indicam que as exportações totais de 2010 somaram 594 mil cabeças de gado vivo, 53% mais do que em 2009.

Fonte: Folha de S. Paulo

Médias da Feira de Terneiros e Terneiras de Jaguari - RS

Data da feira 18.04.2011

Machos castrados R$ 3,65
machos inteiros R$ 3,57

Femeas R$ 3,14

FONTE: GUARANY REMATES

Núcleo de Terneiros escolhe jurados para feira de outono

O Núcleo de Produtores de Terneiros de Corte de Bagé escolheu os jurados que vão avaliar os terneiros a vaquilhonas durante a 37ª Feira de Outono, que acontece nos dias 28 e 29 de abril, no parque da Associação Rural de Bagé.

Os jurados são Danilo Sant’anna, Roberto Zago e João Honório Dias.
Foram inscritos para a feira três mil animais de 79 produtores.
O presidente do Núcleo, Edison Paiva Júnior convoca os produtores que fizeram inscrições para participar da Feira de Outono de Terneiros e Vaquilhonas, para assembleia no dia 25 de abril, no pavilhão de remates da Associação Rural de Bagé. O objetivo é tratar da fixação de preços mínimos e de assuntos de interesse geral.
Os bancos credenciados para realizarem os financiamentos das compras são o Banco do Brasil, Banrisul e Sicredi.
O Núcleo de Terneiros de Corte de Bagé e o frigorífico Marfrig oferecem aos compradores e vendedores da 37ª feira, no dia 29, um almoço, no parque da Associação Rural, com técnicos do frigorífico. Na ocasião haverá palestra sobre procedimentos de certificação de gado de corte.
O Núcleo decidiu liberar a portaria, em benefício ao Grupo de Apoio à Santa Casa.

FONTE: MINUANO OnLine

Médias da primeira etapa da feira de Terneiros de 2011 - Santana do Livramento/ RS

Conforme diretores do Balcão Agronegócios o leilão do dia 11 de abril de 2011 evidenciou aquilo que era esperado na venda de animais colocados em pista. No Parque da Rural de Santana do Livramento foram negociados R$ 910 mil com a venda de 1.290 terneiros e terneiras de todas as raças, porém com muita qualidade de todos os animais.
Mesmo com a redução de peso para animais que serão vendidos nas exposições a média dos terneiros foi de 160 kg para os machos de 0 a 12 meses, e 150 kg para fêmeas de 0 a 12 meses.
Desta forma obteve-se o valor médio de R$ 3,40 p/kg terneiros e R$ 2,90 p/kg para terneiras.

FONTE: BALCÃO AGRONEGÓCIOS