quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Principais indicadores do mercado do boi – 19-12-2016

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio
16/12/16Diferença
15/Dez09/Dez15/Nov/16
Boi Gordo – Esalq/BM&F à vistaR$ 148,960,04%-0,45%-0,13%
Bezerro – Esalq/BM&F à vistaR$ 1.264,320,86%2,54%1,88%
Margem bruta na reposiçãoR$ 1.193,52-0,82%-3,42%-2,17%
Boi Gordo – em dólaresUS$ 44,190,39%-0,02%2,05%
DólarR$ 3,37-0,35%-0,43%-2,13%
Fonte: Esalq/BM&F, Bacen, elaboração BeefPoint
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista apresentou alta de 0,04%, nessa sexta-feira (16) sendo cotado a R$ 148,96/@. O indicador a prazo foi cotado em R$ 149,94.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta
O indicador Esalq/BM&F Bezerro apresentou alta de 0,86%, cotado a R$ 1264,32/cabeça nessa sexta-feira (16). A margem bruta na reposição foi de R$ 1193,52 e apresentou baixa de 0,82%.
Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar
Na sexta-feira (16), o dólar apresentou apresentou baixa de 0,35% e foi cotado em R$ 3,37. O boi gordo em dólares registrou valorização de 0,39%, sendo cotado a US$ 44,19. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 16/12/16
Vencimento Fechamento Diferença do dia anteriorContratos em abertoContratos negociados 
Dez/16149,71-0,192.544439 
Jan/17148,400,10523113 
Fev/17146,940,04600 
Mar/17147,020,17520 
Abr/17145,660,2620 
Mai/17144,56-3,191.36785 
Jun/17150,21-2,1327415 
Jul/17150,50-2,137012
Ago/17150,50-1,28566 
Indicador de Preço Disponível do Boi Gordo Esalq/BM&F – Estado de SPIndicador de Preço Disponível do Bezerro Esalq/BM&F – Estado de MS
DataÀ vista
R$/@
A prazo
R$/@
DataÀ vista
R$/cabeça
A prazo
R$/cabeça
08/12/16148,63150,0008/12/161228,841227,49
09/12/16149,63151,0809/12/161233,051235,53
12/12/16150,37151,7812/12/161230,841233,22
13/12/16149,14150,0013/12/161249,381251,78
14/12/16149,25150,1114/12/161253,481255,77
15/12/16148,90149,6515/12/161253,481255,77
16/12/16148,96149,9416/12/161264,321266,63
Fonte: Esalq/BM&F, elaboração BeefPoint.
O contrato futuro do boi gordo para dez/16 apresentou baixa de 0,19% e foi negociado a R$ 149,71 em relação ao dia anterior.
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para dez/16
Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seção cotações.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
16/12/16Diferença
15/Dez09/Dez15/Nov/16
Traseiro (1×1)R$ 12,600,00%1,61%2,44%
Dianteiro (1×1)R$ 7,300,00%0,00%-2,67%
Ponta AgulhaR$ 7,600,00%1,33%1,33%
Equiv. FísicoR$ 178,670,00%1,48%2,01%
Spread Eq. Físico/EsalqR$ 29,71-0,20%12,41%14,31%
Fonte: Boletim Intercarnes, elaboração BeefPoint
No atacado da carne bovina, o equivalente físico foi fechado a R$ 178,67. O spread (diferença) entre os valores da carne no atacado e do indicador do boi gordo foi de R$ 29,71 e sua variação apresentou baixa de R$ 0,06 no dia. Conforme mostra a tabela acima.
Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
O Spread é a diferença entre os valores da carne no atacado e do Indicador do boi gordo. Desta forma, um Spread positivo significa que a carne vendida no atacado está com valor superior ao do boi comprado pela indústria, deixando assim esta margem bruta positiva e oferecendo suporte ou potencial de alta para o Indicador, por exemplo.
fonte: Beefpoint

La oferta seguirá dominando, China tiene que compensar


El Rabobank ve que la oferta seguirá dominando con incremento en la oferta desde América del Sur y Estados Unidos. China y otros mercados del sudeste asiático tienen el papel de equilibrar el mercado


La oferta seguiría manejando el mercado internacional de la carne vacuna durante 2017 lo que mantendrá los precios bajos, según el reporte del cuatro trimestre del Rabobank. “Con una producción en Brasil y Estados Unidos que crecería un 3% adicional en 2017, la oferta continuará dominando. La capacidad del mercado en balancear esta aumento en la oferta dependerá muy fuertemente de la capacidad de estimular la demanda, particularmente de los países asiáticos”, señaló el banco en su informe. 

Para Argentina y Brasil se espera un incremento en la oferta de carne luego de muchas meches de retención de hembras. “En Estados Unidos la producción doméstica seguirá creciendo a lo que se sumará la continua competencia de otras proteínas que también limitar una recuperación en los precios de la carne vacuna. La voluntad de los consumidores estadounidense de absorber la mayor demanda tendrá ramificaciones sobre los mercados internacionales”, indicó el reporte. 

China seguirá teniendo un papel clave. “China está absorbiendo una larga porción del excedente oferta global. Una menor producción doméstica hará que las importaciones continúen creciendo. Sin embargo, el crecimiento de la demanda se enlentecerá en algunos segmentos del mercado como resultado de las condiciones económicas más débiles”. 

El Rabobank advirtió sobre algunos factores que podrían elevar la oferta doméstica en China aunque sería algo de corto plazo. Las condiciones secas en la región de Mongolia Interior y los bajos precios de la leche han aumentado la faena de ganado. “Si bien esto ha empujado los precios del ganado a la baja las importaciones de carne se han mantenido competitivas gracias al mayor volumen que ingresa desde Brasil”. “Los actuales niveles más altos de producción serían seguida por una disminución en la oferta en 2017, lo que daría soporte a la demanda por importaciones”, indicó el banco especializado en materias primas.
fonte: Agrotemãrio

Exportación de ganado en pie ya suma 237.671 vacunos en 2016

Es la cifra más alta de la historia de Uruguay; es probable que el año cierre con más de 250.000 cabezas exportadas

Cerrado el mes de noviembre la exportación de ganado en pie acumula 237.671 cabezas comercializadas, fundamentalmente hacia Turquía, según datos proporcionados a El Observador por el Ministerio de Ganadería, Agricultura y Pesca.
El registro es el más alto de la historia del país, que tuvo como año récord 2011, cuando se enviaron al exterior 212.955 vacunos.
Se estima que el año cerrará con más de 250 mil cabezas exportadas, ya que en el mes de diciembre hubo una intensa actividad de las empresas exportadoras. Incluso hay quines consideran que la cifra se ubicará cerca de las 270 mil reses.
Empresarios de la industria frigorífica manifestaron su preocupación por la fuerte corriente exportadora, que afecta su acceso a la materia prima. En ese sentido reclamaron igualdad de condiciones, ya sea con la posibilidad de ingresar con carne a Turquía con el mismo porcentaje de aranceles que el ganado en pie; o que se les otorgue la posibilidad de importar ganado para faena, de países con igual estatus sanitario al de Uruguay.
Los productores, por su parte, defienden la actividad diciendo que es vital para el negocio ganadero, sobre todo para el sector criador, que fue históricamente el más postergado.
Los negocios por terneros se realizaron de forma corriente a US$ 2,25 por kilo en pie, con variaciones que dependían del volumen de los lotes, de la calidad, uniformidad y si los terneros sabían o no comer en comederos.
Esa fuerte demanda sostuvo el precio de la categoría, ofreciendo un negocio estable para los criadores pero a la vez generando dificultades a los siguientes eslabones de la cadena, la recría y la invernada. Esos sectores no pueden competir por esa mercadería, ya que los números del negocio se vuelven muy ajustados, más aún considerando la baja del precio del ganado gordo.
En el Consejo de Ministros celebrado este lunes en Flores, las autoridades manifestaron su apoyo a esta actividad comercial, lo que le aportó tranquilidad a las empresas exportadoras, que ya piensan en retomar la compra de terneros en la segunda quincena de enero.
Cabe recordar, que el principal mercado es Turquía, que demanda fundamentalmente terneros sin castrar, para engorde.
  • Fuente: elobservador.com.uy - Por Lucas Farías

Boi gordo: Perspectiva de preços pressionados em 2017, estima Rabobank


As cotações da arroba do boi gordo estarão pressionadas nos primeiros meses de 2017, estima o Rabobank, maior banco com atuação no agronegócio mundial. A projeção é que a produção brasileira apresente recuperação de 3% no próximo ano e, mesmo com a possibilidade de melhora nas exportações, esse fator será preponderante na composição dos preços.
"Após dois anos marcados pelo aumento nos custos de ração e também pelo preço na reposição, o confinamento deve voltar a crescer em 2017, já que os preços dos grãos - principal limitador do crescimento da produção intensiva em 2016 - devem recuar", explica o levantamento. Para o Banco, a queda nas cotações do milho - importante componente da nutrição animal - está relacionada à perspectiva de aumento da oferta interna e a possibilidade de importação, quando necessário.
No cenário global, a estimativa é de que a oferta mundial de carne bovina continue crescendo, especialmente considerando a recuperação da produção no Brasil e a expansão dos bovinos nos Estados Unidos. "Um aumento na oferta da Argentina também é esperado no decorrer do próximo ano", acrescenta o Banco, em nota.
Perspectivas internacionais para o mercado de carnes 2017 - Rabobank
                                                             Fonte: Rabobank
Como fator positivo o levantamento aponta o crescimento das vendas externa de carne bovina do Brasil em 2017. O Rabobank destaca a participação consolidada, neste ano, em grandes mercados como China e EUA, possibilitando a entrada do produto nacional em novos países. "A baixa oferta de carne bovina australiana deve continuar favorecendo as exportações brasileiras". "O Rabobank espera que grande parte da oferta adicional de carne bovina seja absorvida pelo mercado internacional, que inicia 2017 com boas perspectivas", diz a publicação.
No mercado interno, não é esperado a recuperação concreta da economia nos primeiros meses, possibilitando melhora da demanda interna. Por isso, o Banco diz acreditar que as cotações médias da arroba no Brasil devem ser pressionadas no primeiro semestre de 2017.
Agroindústria
Já para as indústrias o cenário que se desenha para 2017 é positivo. A projeção é de que as margens de comercialização sejam favoráveis aos frigoríficos, com a possibilidade de preços da matéria prima ajustados e melhora no cenário externo.
O banco projeta crescimento de 10% nas exportações brasileiras de carne bovina em 2017. Para o consumo interno a expectativa é de que a retomada do PIB contribua para o início de reação da demanda doméstica. Além disso, o ajuste produtivo promovido nos últimos anos possibilita a expansão da produção sem a necessidade de altos investimentos.
"As indústrias de carne bovina devem continuar investindo em garantia de qualidade, rastreabilidade e controle sanitário rígido, á que o mercado externo continua sendo a principal rota de crescimento no longo prazo", acrescenta a publicação.

Por: Larissa Albuquerque
Fonte: Notícias Agrícolas

sábado, 17 de dezembro de 2016

Mercados de maior valor são saída para carne bovina em 2017

Abiec diz que negociações com Canadá, México e Indonésia estão avançadas, mas Coreia do Sul, Japão e Taiwan também têm potencial. Juntos, os países podem elevar as vendas em US$ 1 bilhão

Diante da expectativa de fechar o segundo ano consecutivo com queda na receita de exportação, o setor de carne bovina aposta na abertura de mercados que remunerem melhor os embarques para puxar uma retomada dos ganhos no ano que vem.
Durante balanço anual da cadeia, realizado ontem, o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Antônio Jorge Camardelli, apontou o Canadá, México e Indonésia como os compradores com negociações mais avançadas, seguidos por Japão, Coreia do Sul e Taiwan. Juntos, estes países têm potencial para adicionar 180 mil toneladas nas vendas anuais do bovino brasileiro, o que significaria ampliação de US$ 1 bilhão no faturamento.
"Com o passaporte americano, é facilitado o acesso a países com preço médio mais interessante", estima o Camardelli, em referência à abertura dos Estados Unidos para compra de carne bovina brasileira em 2016. O status sanitário dos norte-americanos é muito rigoroso, uma vez presente naquele mercado, o País mostra que atende a altos padrões de qualidade.
Caso as expectativas se confirmem, haverá crescimento médio de 9% no faturamento de 2017, para US$ 6 bilhões. Vale lembrar que as previsões iniciais de 2016 consideram uma elevação em torno de 25% para as vendas externas, que não aconteceu. O cenário cambial em queda, com uma leve recuperação em novembro, somado aos problemas conjunturais de importantes mercados para a carne brasileira - como Rússia, Venezuela, Irã e Egito -, refletiram negativamente nos números de exportação do setor.
"Devemos fechar 2016 com um faturamento em torno de US$ 5,5 bilhões. Uma análise nos mercados destes quatro países (Rússia, Venezuela, Irã e Egito) apontou que deixamos de faturar aproximadamente US$ 670 milhões neste ano, exatamente o que nos aproximaria das projeções iniciais para 2016", afirma Camardelli.
A queda nos preços internacionais do petróleo e os conflitos políticos, especialmente na Rússia e Venezuela, também derrubaram o poder de compra desses países ao depreciarem suas respectivas moedas.
Em volume, desde 2010, os embarques transitam entre 1,1 e 1,5 milhão de toneladas, mesmo com a entrada e saída de diversos países na pauta de exportações da cadeia. Só entre os anos de 2015 e 2016, o Brasil passa a ser fornecedor de 129 para 133 mercados. Para Camardelli, a resposta está nas constantes crises econômica e políticas espalhadas pelo mundo desde a norte-americana, em 2008. Neste ponto, até o atual cenário brasileiro de recessão é considerado.
Na China, importante comprador global, o gargalo está no padrão do rebanho nacional. Apesar de retomado as relações comerciais com o País em 2016 e já figurar entre os 10 principais compradores, a falta de cortes gourmet fez com que os brasileiros perdessem o primeiro escalão de preços.
"Preço médio menor não quer dizer que estamos vendendo mais barato. Quer dizer que houve uma adequação nos produtos ofertados, dos mais nobres, para os menos. O que não podemos é ficar fora do mercado", explica o dirigente.
Por fim, Camardelli destaca que a entidade projeta elevação da oferta de carne no ano que vem, impulsionadas por maior abate de fêmeas e animais mais pesados.
"O problema é: quem vai comer tudo isso se o mercado interno não se mexer?", questiona o presidente da Abiec.

Fonte:DCI

Exportações de gado da Austrália terminaram 2016 menores

Após dois anos consecutivos de exportações recordes de gado vivo, 2016 testemunhou um declínio significativo nos envios, apoiado pelas oferta escassas, preços altos e surgimento de desafios no mercado. No entanto, os abates e as exportações de gado gordo chegarão perto de um milhão de cabeças nesse ano e marcarão o terceiro maior total anual da última década.
Nos 12 meses terminados em novembro, as exportações de gado gordo e para engorda declinaram para a maioria dos mercados, com os números totais caindo em 23% com relação ao ano anterior, para quase 986.000 cabeças.
As vendas para a Indonésia caíram em 13% nos últimos 12 meses, para 573.000 cabeças – representando 58% das exportações totais. As vendas ao Vietnã declinaram em 42%, para 204.000 cabeças; as vendas para Israel caíram em 28%, para 65.000 cabeças.
A Turquia ressurgiu como um mercado importante, particularmente nos últimos meses, com os números aumentando em 17 vezes com relação ao ano anterior, para 41.000 cabeças.
As vendas de gado para cria, que são 80% destinadas à China, mantiveram-se mais ou menos estáveis nos últimos 12 meses, em pouco mais de 113.000 cabeças. Quase 4.000 animais de cria também foram enviados à Indonésia em novembro, principalmente como parte do programa de cria do Governo em North Sumatra.
Em 2017, as ofertas escassas deverão permanecer, embora os preços devam baixas com reação aos picos dos últimos 12 meses. A previsão de 800.000 cabeças exportadas parece mais provável, à medida que o rebanho do norte da Austrália novamente parece estar se reconstruindo.
Fonte: Meat and Livestock Australia (MLA), traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

MT: abate de fêmeas cresce em novembro

Quantidade de novilhas e matrizes abatidas no Estado subiu 25,6% na comparação mensal

Na última semana o Indea-MT disponibilizou os dados de abate de bovinos em Mato Grosso em novembro. No mês, foram abatidos 405.270 animais, alta de 1,29% na comparação com outubro.
O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), em seu boletim semanal, aponta que esse acréscimo deve-se exclusivamente as fêmeas, pois em todas as faixas etárias houve significativo aumento, e com isso, o total de fêmeas abatidas cresceu 25,6%.
Em contrapartida, os machos obtiveram queda em todas as faixas etárias, recuando 8,32%. Tal movimentação pode ser explicada pela sazonalidade, visto que, em 12 dos últimos 14 anos o abate de fêmeas registrou elevação comparando-se novembro com outubro, e em nove dos últimos 14 anos, o total de machos abatidos diminuiu.
As principais justificativas para esse fluxo “padrão” são: diminuição da entrega de animais de confinamentos (maioria de machos), e com o adiantamento das chuvas. Há relatos de pecuaristas que anteciparam a estação de monta, e conseguiram desta forma abreviar o descarte de fêmeas que não emprenharam.
Arroba em queda - Com o aumento da quantidade de animais no mercado físico não acompanhado por uma melhora na demanda, o boi gordo nos últimos meses vem sofrendo recuos consecutivos em suas cotações.
Diante disto, o Imea traçou cenários futuros para o preço do boi gordo em Mato Grosso levando em consideração as cotações do animal na BM&F Bovespa para os próximos cinco meses, e considerando diferenciais de base SP-MT diferentes.
Apesar das discrepâncias entre os valores, em virtude dos diferenciais de base diferentes, a cotação do boi gordo futuro aponta para apenas um sentido: queda, podendo chegar a R$ 125,70/@ em maio 16 (considerando diferencial de base histórico - 13,40%).
Essas previsões ficam como um alerta, para que os pecuaristas se planejem para o ano que está por vir, visto que, 2017 pode ser um ano difícil para as receitas. 
Fonte: Imea

Fiscais agropecuários do RS realizam atos em primeiro dia de greve


Fiscais estaduais agropecuários paralisados em Porto Alegre realizaram a distribuição de mais de 300 quilos de bananas, em frente aos portões da Secretaria da Agricultura

Fiscais estaduais agropecuários paralisados em Porto Alegre realizaram a distribuição de mais de 300 quilos de bananas, em frente aos portões da Secretaria da Agricultura


TUTI FLORES/DIVULGAÇÃO/JC
As primeiras ações da greve dos fiscais estaduais agropecuários do Rio Grande do Sul aconteceram nesta sexta-feira (16). Eles fazem parte da paralisação de diversas categorias, decidida no último dia 13 em assembleia na Praça da Matriz, no Centro de Porto Alegre.
Conforme a presidente da Associação dos Fiscais Agropecuários do RS (Afagro), Angela Antunes, a greve foi inevitável. "Não havia mais como segurar a revolta dos colegas em todo o estado. Estamos com os salários parcelados há mais de um ano e o pacote do Governo Sartori atinge diretamente os direitos dos servidores públicos", afirma.
Na parte da tarde, os fiscais paralisados em Porto Alegre realizaram a distribuição de mais de 300 quilos de bananas, em frente aos portões da Secretaria da Agricultura. "A distribuição de bananas tem dois significados: o primeiro é mostrar à população um produto do agronegócio gaúcho, que passa pelas mãos dos nossos colegas fiscais, e o segundo é uma analogia à verdadeira ‘banana’ que o governador Sartori está dando para o funcionalismo”, relata a presidente da Afagro.
Dezenas de Inspetorias de Defesa Agropecuária permaneceram fechadas, e o abate de bovinos foi afetado. Na Operação Verão, realizada no Litoral e também nos Postos Fixos de Divisa, as paradas estão ocorrendo em meio turno. Além disso, a paralisação afeta a emissão de Guias de Trânsito Animal (GTA) e Permissões de Trânsito Vegetal (PTV), necessárias para o transporte de produtos de origem animal e vegetal dentro e fora do estado.
A greve da categoria deve continuar até o final da votação do pacote, prevista para a próxima semana.
fonte: Jornal do Comércio

Demanda fraca faz com que tradicional reação nos preços da arroba do boi no RS seja a menor dos últimos 3 anos

Ao contrário do que aconteceu nos últimos 3 anos, quando a arroba do boi no RS registrou alta de 15% na entressafra, desta vez, esse elevação não passa de 4% Confira a entrevista de Renato Bittencourt - Analista da Lance Agronegócios

fonte: Noticias Agricolas

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Marfrig fechará planta de Alegrete

Unidade no Oeste do RS tem capacidade de abater 700 cabeças de gado por dia

Marfrig fechará planta de Alegrete


A Marfrig anunciou o fechamento do frigorífico localizado na cidade de Alegrete, no oeste do Rio Grande do Sul, que tem capacidade para abater 700 cabeças de gado por dia. A companhia demitirá os 647 funcionários quando eles voltarem das férias coletivas, no dia 3 de janeiro. O motivo alegado é a “baixa oferta de gado na região”. A Marfrig informa, em nota, que o volume de produção será mantido pelas demais unidades da empresa existentes no Brasil.
O frigorífico de Alegrete está há cerca de dois anos cercado de incertezas. A Marfrig revelou a intenção de fechá-lo pela primeira vez no fim de 2014. A planta ganhou sobrevida após longas rodadas de negociação com sindicatos, representantes do governo gaúcho e a Justiça do Trabalho. Um acordo fechado em fevereiro de 2015 obrigou a empresa a manter a operação de Alegrete por, pelo menos, um ano.
O prazo expirou e a companhia continuou normalmente com as atividades ao longo de 2016, até conceder férias coletivas aos trabalhadores, no início de dezembro. A média de abates, conforme os sindicatos locais, estava em 650 cabeças de gado por dia.
Os produtores rurais contestam o motivo apresentado pela Marfrig para encerrar as operações. De acordo com o presidente do Sindicato Rural de Alegrete, Pedro Píffero, a oferta de matéria-prima vem diminuindo pouco de um ano para o outro no Rio Grande do Sul. Segundo ele, nada que justifique o fechamento de um frigorífico. "Tem outras indústrias no Estado trabalhando a todo vapor. Claro que há alguns momentos de menor oferta, então tem que pagar mais. Isso é de mercado. Se tem preço, tem matéria-prima", disse.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústria de Alimentação de Alegrete, Marcos Rosse, acredita que a decisão de suspender as atividades passa por uma questão comercial que não diz respeito à matéria-prima. Até o final de outubro a empresa exportava, a partir de Alegrete, para países como Rússia, China e Arábia Saudita. Segundo ele, a Marfrig não teria conseguido renovar alguns esses contratos. “A justificativa que eles deram para o fechamento não é válida”, disse.
Está prevista para o próximo dia 22 de dezembro uma reunião entre representantes da Marfrig, sindicatos e o Ministério Público do Trabalho. Assim como ocorreu há dois anos, o setor espera que seja possível reverter a decisão da Marfrig. Uma alternativa é que outra empresa assuma a operação em Alegrete. "O que não pode é aquilo parado. Se não quiserem ficar, tudo bem, porque já tem gente interessada. Mas então precisam liberar o espaço", disse Rosse.
O frigorífico da Marfrig em Alegrete é hoje um dos principais empregadores da região e gera R$ 4 milhões por ano em arrecadação de ICMS. A companhia tem mais três unidades em funcionamento no Rio Grande do Sul: Bagé, São Gabriel e Hulha Negra.
Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

“Uruguay se encamina a exportación récord de ganado en pie”

Benech

El subsecretario de Ganadería, Agricultura y Pesca (MGAP) Enzo Benech, sostuvo durante un encuentro con asociaciones rurales del departamento de Flores, que Uruguay se encamina a cerrar el año con cerca de 250 mil animales exportados en pie.
Según destacó Presidencia, Benech recordó en el encuentro desarrollado en la Escuela Agraria de Trinidad, que el año anterior las exportaciones no superaron las 180.000, diferencia que evidencia la importancia del movimiento de comercio exterior en 2016.
Añadió que se trata de un negocio auspiciado e impulsado “con definiciones políticas del ministerio” y que, si bien se respetan los aspectos sanitarios y las condiciones de los compradores, el canal se mantiene abierto.
“Consideramos que esta política ayuda a los criadores de ganado, ya que mantiene el precio de la reposición”, subrayó ante algunas críticas al respecto.
Consultado sobre los países compradores de ganado uruguayo, el subsecretario de Ganadería señaló que Turquía es el principal importador y que, aunque existen exigencias por parte del gobierno turco para cerrar los negocios, están dadas las condiciones para resolver los problemas que surjan.
fonte: Tardaguila Agromercados

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Exportação de animais vivos no RS, terá o ultimo embarque do ano.

Sairá do porto de Rio Grande RS o ultimo navio de 2016 com terneiros inteiros. O navio RAHMEH, que esta sob  a responsabilidade da empresa ANGUS INTERNATIONAL EXPORTAÇÃO DE ANIMAIS  LTDA deixara o porto de Rio Grande com aproximadamente 10.000 animais com destino a Turquia


fonte: Lund Negócios

TERNEIROS INTEIROS A VENDA

Oferta: 210 terneiros inteiros com média de 260 kg. Local Pelotas. 
Maiores informações com Lund Negócios. Lund 053.99941513 ou Charles 053.99915601


URUGUAY: REFERENCIA DE PRECIOS DE HACIENDA

ESTAMOS BUSCANDO PARA CLIENTE VACAS COM CRIA AO PÉ

ESTAMOS BUSCANDO PARA CLIENTE, UMA CARGA DE VACAS COM CRIA AO PÉ, PADRONIZADAS, ANGUS.
LUND NEGÓCIOS: TRATAR COM LUND 053.999941513 OU CHARLES 053.999915601


Uruguay acordó con China protocolo sanitario para exportar ganado en pie de razas carniceras

Serían animales con destino a engorde y faena.
Embarque de ganado en pie en el Puerto de Montevideo , exportacion de ganado vacuno a Egipto, ND 20141027, foto Agustin Martinez - Archivo El Pais
Embarque de ganado en pie en el Puerto de Montevideo, foto Agustin Martinez – Archivo El País.
“Tenemos acordado el protocolo para exportar ganado en pie para engorde y faena a China”, aseguró Federico Fernández. El director de Sanidad Animal del Ministerio de Ganadería, Agricultura y Pesca (MGAP) comentó, en Valor Agregado en Carve, que si bien restan detalles administrativos para habilitar el mercado, “el protocolo básicamente está pronto”.
Fernández dijo que hace mucho tiempo que se viene trabajando en el tema, pero todavía no quiso poner plazos para la apertura de los negocios, aunque la “audiencia sanitaria está resulta”.
“Cuando hay que pensar en China es pensar en grande y lo más importante es tener habilitado el mercado, (…) es un país con un alto potencial pero con costos logísticos que se deben considerar. Son más de 30 días de viajes”, destacó Fernández. El director de Sanidad Animal del MGAP contó que la idea es ir mirando mercados para poner las opciones arriba de la mesa, “después los privados que hagan su trabajo para ver si realmente es atractiva esa línea de negocio”.
El protocolo sanitario “no es igual al de los otros mercados, todos tienen su particularidad”, señaló Fernández. Asimismo, contó que “con China tenemos un protocolo muy exigente para ganado lechero”, por lo que tendría características similares. El integrante del MGAP dijo que lo más importante “es acercarnos a lo que sea más viable económicamente para nosotros”.
Exportaciones. “Este año vamos a batir el récord de animales exportados, todavía no están los números definidos pero vamos a estar cerca de 240 mil cabezas más el último embarque que parte en diciembre”, comentó Federico Fernández. Además señaló que ese “número es auspicioso y marca una tendencia que es una herramienta bien válida para el productor”.
fonte: El Pais

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

ESTAMOS BUSCANDO PARA CLIENTES VACAS DE INVERNAR

LUND NEGÓCIOS PROCURA PARA CLIENTES VACAS DE INVERNAR. ALGUNS LOTES PODEM SER COURO LIMPO. TRATAR COM LUND 053.999941513 OU CHARLES 053.999915601

URUGUAY - Mercado de la reposición “está ágil y fluido”


Ale-zambrano

“Las lluvias de la semana anterior hicieron aflojar esa necesidad de ventas y si bien hay bastante oferta, hoy los productores tienen una situación mas cómoda, con una industria que en estos días está ofreciendo US$ 2,60 para la vaca y US$ 2,80 para el novillo, pero no todos los que tienen ganado gordo deciden vender” sentenció Alejandro Zambrano sobre el mercado de haciendas y la situación del productor ante los precios que se manejan en estas horas.
Pese a esto sostuvo que “lo que si se ve es una recuperación en el mercado de reposición, que se mantiene firme, con ganados con mas kilos porque capitalizó la primavera, por lo que mantiene la firmeza en todas las categorías y por eso se ve un mercado tonificado y ágil y es poca la oferta”.
En ovinos gordos la situación es otra, con cargas pendientes de negocios viejos y los negocios nuevos se dan con corderos de cara a las fiestas, “con un mercado volverá a la normalidad en el mes de enero”.
Zambrano sostuvo que “si el clima sigue acompañando vamos a terminar un año potable, pese a las zonas donde faltó el agua”.
Al ser consultado por la importante faena de las últimas semanas, remarcó que “si hay una época para que se de una faena alta es de acá a marzo, y matar 55 mil cabezas en diciembre no es alocado” finalizó.
fonte: Tardaguila Agromercados