segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

ATENÇÃO

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BLOG LUNDNEGÓCIOS RECOMENDA QUE OS SENHORES PECUARISTAS FIQUEM ATENTOS: PREÇO DO BOI AINDA EM RECUPERAÇÃO.

PRECISAMOS DE VACAS PARA INVERNAR

TRATAR COM LUND PELOS TELEFONES 81113550 OU 99941513



OPINIÃO DO BLOG

QUEM ACHA QUE A RASTREABILIDADE ESTÁ MORTA E ENTERRADA, ESTÁ COMPLETAMENTE ENGANADO,O FRIGORÍFICO MARFRIG JÁ ESTA PAGANDO R$ 100,00 POR CARCAÇA ACIMA DE 240 KG E R$ 80,00 POR CARCAÇA ABAIXO DE 240KG DE ANIMAIS RASTREADOS.
TAMBÉM EM BREVE O FRIGORÍFICO MARFRIG ESTARÁ COM UM BÔNUS PARA GADO ABATIDO DA RAÇA ANGUS.
INFORME-SE!
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Cadeias de carnes têm horizonte de recuperação
De São Paulo - O estudo "Perspectivas para o Agronegócio Brasileiro" em 2010, do Rabobank, prevê um ano melhor para as cadeias produtivas de carnes e confirma projeções divulgadas pelas principais associações de frigoríficos nas últimas semanas de 2009. E, como no caso de entidades como Abiec (carne bovina), Abef (frango) e Abipecs (suínos), a maior preocupação é o câmbio - que, no patamar atual, tende a limitar ganhos e, com isso, limitar a recuperação em relação a um 2009 que só não foi mais fraco graças ao mercado interno firme.

FONTE VALOR ECONÔMICO

VALORES DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO



*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 11.01.2010
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BOI: DE R$ 4,90 a R$ 5,00
VACA:DE R$ 4,60 a R$ 4,70
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OBS: Compras só a rendimento.
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FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
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FONE: 9981.1203 Humberto Costa

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

NOTÍCIAS

Rússia amplia cotas para as carnes

O governo da Rússia aumentou a cota de exportação de carnes do Brasil. Com isso, em 2010, o país poderá enviar 500% a mais de carne bovina do que no ano passado para o mercado russo, segundo o Ministério da Agricultura (Mapa). A parcela da qual o Brasil faz parte passou de 73 mil toneladas para 448,3 mil toneladas. No entanto, a Abiec informou que não tinha conhecimento da medida.
O secretário de Relações Internacionais de Agronegócio do Mapa, Célio Porto, explicou que, no sistema de cotas russo, o Brasil integra classificação geral denominada "Outros Países". O presidente da Abef, Francisco Turra, informou que o setor solicitará à Rússia criação de faixa específica para o Brasil. "Houve sinalização de que eles querem comprar mais, mas achamos que o Brasil deve ter cota de país favorecido." A parcela acessada pelo país para embarcar frango cresceu 188%, passando de 12,4 mil toneladas em 2009 para 35,7 mil t em 2010.
Para a carne suína, a cota acessada pelo Brasil teve aumento de 6% e passou de 177,5 mil toneladas para 189,6 mil toneladas.


FONTE Correio do Povo



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Preços estáveis para a carne bovina com perspectiva de enfraquecimento



Como resultado do consumo mais fraco de cortes nobres e apenas ligeira melhora na demanda do dianteiro, os preços da carne bovina seguem estáveis mas com tendência de queda, sobretudo após o período de pagamento de salários, quando as vendas são melhores.

De acordo com a FAPRI (Food and Agricultural Policy Research Institute), a produção de carne bovina no Brasil deve atingir 9,6 milhões de toneladas em 2010, valor 1,7% maior que 2009.




Fonte: XP Investimentos
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Vendas de carne bovina brasileira para Rússia podem aumentar 500% este ano

O Brasil poderá exportar 500% a mais de carne bovina para a Rússia em 2010 em relação ao ano passado. A quota da qual o País faz parte passou de 73 mil toneladas para 448,3 mil toneladas e, ao dar essa informação, o governo da Rússia divulgou ainda, que também aumentaram os volumes para as carnes suína e de aves, a partir deste mês.
A Rússia tem sido o principal destino das exportações brasileiras de carnes suína e bovina. O secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Célio Porto, explica que os russos país mantêm um sistema de quotas de importação e o Brasil está inserido na classificação “Outros Países”, porque, estrategicamente, beneficia o mercado nacional de carnes. Em 2010, a quota global de importação de carne bovina congelada será de 530 mil toneladas, o que representa 18% mais que no ano passado, com 450 mil toneladas.
“Com isso, o País passa a ter acesso a uma quota que representa 85% das importações previstas para 2010, contra uma equivalente a apenas 16% do total no ano passado”, complementa.
Suínos - A carne suína brasileira foi a segunda maior beneficiária, embora a quota global tenha caído 11%. O volume total, em 2009, era de 532,9 mil toneladas, e será de 472,1 mil toneladas em 2010. No caso da quota acessada pelo Brasil, houve aumento de 6%, de 177,5 mil toneladas para 189,6 mil toneladas.
Além disso, a Rússia reintroduziu quota de importação para aparas (sobras) de porco, que existia até 2008 e foi suprimida no ano passado. Para 2010, foi estabelecida quantidade de 27,9 mil toneladas desse produto, que até 2008 era preenchida basicamente pelo produto brasileiro.
Frango - Em relação à carne de frango, a quota acessada pelo Brasil cresceu 188%, passando de 12,4 mil toneladas, em 2009, para 35,7 mil toneladas em 2010. No entanto, a quota de 2010 ainda equivale à metade da quota de 2008, que era de 68,8 mil toneladas. No âmbito global, esse tipo de carne teve maior redução, com 18%: de 952 mil toneladas em 2009, caiu para 780 mil toneladas em 2010.
Negociações - Ao distribuir as quotas que vigoraram em 2009, a Rússia acabou por prejudicar as exportações brasileiras de carne suína e de aves. Porto assegura que os esforços do governo brasileiro foram fundamentais para conquistar o aumento das quotas atuais. “Realizamos missões que contaram com a presença de técnicos do governo, do ministro Reinhold Stephanes e até do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva”, ressalta. Ao longo do ano passado, quatro delegações do Mapa estiveram na Rússia para negociar o aumento de quotas com as autoridades daquele País, o aumento da quotas.

FONTE Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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Mercado de carnes nobres cresce no Brasil

Cortes nacionais mais nobres são vendidos em supermercados por mais de R$ 70 o quilo
O quilo do filé mignon custa R$ 63,29. O carré de cordeiro sai por exatos R$ 72,98. Pela tradicional e saborosa picanha paga-se R$ 54. Detalhe: todos os produtos são nacionais. E por que custam mais caros que os importados? “A diferença está na qualidade do animal selecionado para o abate. Por exemplo, a carne de cordeiro que vem do Uruguai é de segunda, pois a especial é exportada para a Europa”, explica o presidente da VPJ Beef, Valdomiro Poliselli Júnior. “A qualidade na seleção da matéria prima é fundamental. Só trabalhamos com cortes especiais de novilha precoce”, reforça o diretor comercial do grupo Verdemar, dono da marca Bullight, Alexandre Poni.
Apesar de o preço de cortes especiais ser bem superior aos vendidos em açougues e mesmo nos supermercados de Belo Horizonte que comercializam carnes finas – a variação no corte de filé mignon, por exemplo, chega a 126% (de R$ 27,98 para R$ 63,29) – o mercado de carnes nobres no Brasil é crescente e, segundo produtores, há muito a ser explorado. “Estamos há 10 anos no mercado e crescemos em média 25% ao ano”, afirma Alexandre. Na VPJ Beef, os números também estão em alta desde 2004, quando a empresa foi inaugurada. “Tanto na linha Angus (bovino) quanto na Cordeiro Prime, a média é de 40% ao ano”, destaca Valdomiro.
Dono de uma das mais tradicionais produtoras de cortes premium no Brasil – Wessel Culinária & Carnes –, o empresário István Wessel afirma que o mercado de carnes nobres no Brasil acompanha a evolução da economia. “Os investimentos na melhoria genética dos animais aumentaram muito nos últimos anos, o que se traduz em maciez e suculência na carne”, diz. O aumento da renda do brasileiro é outro fator citado por ele: “Há 45 anos, comíamos um hambúrguer metade soja e metade gordura e achávamos ótimo. Hoje, a exigência é maior. Paga-se mais caro pelos cortes nobres, mas não tem perda. Você consome 100% daquilo que compra.”
De olho nas gôndolas dos supermercados que comercializam cortes premium, consumidores são unânimes em afirmar que não se importam de pagar mais: eles querem levar mais qualidade para a casa. “Observo se a carne é do chamado ‘boi verde’, que não usa hormônio, porque, se a gente não gasta aqui, vai gastar no médico”, compara a dona de casa Ana Maria Birman. Ela levou para casa um corte da marca Bullight e afirma que o selo de rastreamento pregado no produto lhe dá mais segurança. De acordo com Alexandre, 100% da produção de cortes bovinos da marca é rastreada. “Garantimos a nossa procedência. Do abate à venda final”, revela.
A designer de joias Wanda Guimarães Guatimosim também engrossa a lista dos consumidores de carnes nobres no país. Na hora da compra, não faz contas. “Não me incomodo de pagar mais caro e não me atenho ao preço”, diz.

FONTE Uai / http://www.agrolink.com.br/

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Boi: oferta restrita sustenta preços

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O mercado do boi gordo deve permanecer aquecido ao menos até o início da próxima semana, com frigoríficos em busca de animais para completar o atraso na escala de abate. Em virtude dos feriados de fim de ano, as companhias tiveram dificuldades para comprar e o preço da arroba encerrou o ano em alta. Nos últimos dias de 2009, a arroba em São Paulo beirou os R$ 80 e chegou a ser negociada a um preço máximo de R$ 79,38 à vista e a R$ 79,84 a prazo, para descontar o Funrural, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP).
Mesmo com a necessidade, os frigoríficos começaram 2010 em ritmo lento, à espera das ofertas de gado e da apuração dos preços de vendas no atacado para sair às compras. Na manhã de segunda-feira, segundo a Scot Consultoria, pouquíssimos negócios foram feitos, com ofertas de compra entre R$ 73 e R$ 77 a arroba, a prazo, livre do Funrural.
Com a subida dos preços, o contrato de dezembro na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBovespa) foi liquidado em R$ 76,48 a arroba, alta de 4,81% sobre os R$ 72,97 da liquidação do contrato de novembro. No entanto, o valor do contrato em dezembro de 2009 foi 7,7% menor que os R$ 82,86 por arroba do vencimento do mesmo mês de 2008.
Segundo o diretor da consultoria AgraFNP, José Vicente Ferraz, somente após uma avaliação do mercado, no fim desta semana, será possível saber qual a tendência do preço da arroba. "Os frigoríficos, que tinham escalas tranquilas até antes do Natal, tiveram dificuldades de arrumar animais; por isso, é preciso esperar a reposição dos estoques e a normalização nos abates para fazer uma avaliação."

FONTE ESTADÃO
AUTOR GUSTAVO PORTO

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

NOTÍCIAS

Venda de carne pode voltar ao nível pré-crise em 2010

Câmbio apreciado deve dificultar recuperação mais significativa.
País deve continuar como primeiro em carne de frango e bovina.

Apesar das exportações de carnes estarem se recuperando em ritmo mais lento do que o esperado, especialistas do setor estão otimistas para 2010.

Para representantes da indústria, associações e analistas, é possível que as exportações retornem a níveis pré-crise neste ano, pelo menos em volume. Quanto à receita, o câmbio apreciado deve dificultar uma recuperação mais significativa.
Mas o dólar baixo, que em alguns momentos de 2009 chegou a ameaçar a excelência brasileira no segmento de aves, não deve ser suficiente para afetar a competitividade do país a ponto de retirá-lo da primeira posição como maior fornecedor mundial de carne de frango e de carne bovina.
A disponibilidade de recursos naturais para expansão da agropecuária e o baixo custo dessa atividade no país sustentam a competitividade da indústria nacional de carnes. Especialistas do setor são unânimes ao afirmar que, com uma taxa de câmbio mais favorável às exportações, o desempenho do setor poderia ser melhor, com aumento da rentabilidade.
Volatilidade
Mas o dólar em queda não deixa o Brasil fadado ao fracasso. O problema, apontam analistas, é a volatilidade do câmbio. A partir do momento em que a taxa se estabilizar, ainda que em um patamar baixo, os produtores terão condições de se ajustar à nova realidade de produção.
"A competitividade do Brasil não está lastreada no nível do câmbio. Em boa parte dos anos de 2007 e 2008, estivemos com um câmbio muito próximo ao que estamos hoje. O problema é quando o movimento ocorre de maneira muito rápida", afirma o diretor financeiro e de relações com investidores da BRF-Brasil Foods, Leopoldo Saboya.
O executivo admite que o atual nível do câmbio pode ter deixado o frango norte-americano mais competitivo, mas isso não significa que os Estados Unidos roubarão espaço significativo do Brasil no comércio mundial. "Eles não estão focados para isso", diz o presidente da Sadia, Julio Cardoso.
Hoje, o Brasil responde por 41% do comércio mundial de carne de frango, ante 37% dos EUA.

FONTE www.g1.globo.com
da agência estado

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Bezerro desvaloriza 12% em 2009 e arroba, 11%

A crise internacional e o regime de chuvas atípico em 2009 aumentaram a complexidade das decisões no mercado pecuário nacional, analisam pesquisadores do Cepea. Com a escassez de crédito, caiu a demanda externa por carne e também as possibilidades de empresas financiarem a produção e novos investimentos. Quanto às chuvas, vieram em excesso em boa parte da região Centro-Sul, aliviando a estiagem típica de meados do ano, mas, por vezes, forçando a entrega de lotes de confinados em momentos não programados. Conforme dados do Cepea, os recordes de preços registrados pelo setor em 2008 ficaram bem distantes das médias do segundo semestre do ano passado. Os preços tanto do bezerro, quanto do boi e da carne caíram ao longo dos meses, ensaiando alguma recuperação na segunda quinzena de dezembro, segundo pesquisas do Cepea. No acumulado de 2009, o animal de 08 a 12 meses teve desvalorização de 12% no estado de São Paulo, a arroba do boi gordo no mesmo estado, a prazo, caiu 11%, e o quilo da carne com osso no mercado atacadista da Grande SP teve queda de 12%.

FONTE Cepea/Esalq

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Golpe do frigorífico: nove são indiciados

Depois de dez meses de investigações, a Polícia Civil de Santana do Livramento remeteu ontem à Justiça inquérito com 630 páginas que indicia nove pessoas ligadas a um frigorífico de Caçapava do Sul por formação de quadrilha e estelionato. O golpe derivado da compra de bovinos para serem abatidos resultou em prejuízos de cerca de R$ 5 milhões a pecuaristas gaúchos. Somente em Livramento, os prejuízos somam R$ 480 mil.
Segundo o delegado Eduardo Santanna Finn, além de Caçapava do Sul e Livramento, a quadrilha efetuava a compra de animais em outros municípios, como Bagé, São Sepé, Dom Pedrito, Três Passos, Santiago e São Vicente do Sul. No dia do pagamento, eles alegavam que a empresa havia fechado por dificuldades financeiras.

FONTE CORREIO DO POVO

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

VALORES DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO

INFORMAÇÃO
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*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 28.12.2009.
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BOI: R$ 4,85
VACA: R$ 4,50
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OBS: Compras só a rendimento.
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FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
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FONE: 9981.1203 Humberto Costa
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Governo da Argentina promove suinocultura e reduz produção de gado

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O governo argentino irá promover o consumo de suínos em 2010. O país, que é o maior consumidor de carne vermelha do mundo, também projeta uma queda de 30% na produção de carne bovina.
“A carne suína deve ser parte da dieta dos argentinos, assim como acontece nos outros países”, disse Lorenzo Basso, secretário de Agricultura e Pecuária, em uma entrevista realizada na Bolsa de Cereais de Buenos Aires. “Estamos trabalhando em um projeto para promover o consumo de outros tipos de carne, como a suína, e para melhorar a eficiência na produção de gado”.
Os criadores de gado estão reduzindo sua produção, devido às restrições para exportação impostas pelo governo e devido a regulação dos preços, segundo Arturo Llavallol, secretário da Sociedade Rural Argentina, no dia 18 de dezembro. O país terá 4 milhões de cabeças de gado a menos em 2010, o que significa uma queda de 30% na produção de carne.
“O projeto do governo também visa ajudar os pecuaristas a criar seu gado antes de vendê-lo, até que cada boi pese entre 240 a 250 quilos, ao invés de apenas 160 quilos, como são atualmente vendidos”, disse Basso. O governo planeja divulgar mais detalhes dos projetos antes do final do ano.
Cada argentino come, em média, 75 quilos de carne anualmente.
O governo também pretende ajudar os produtores a aumentarem sua produção no ano que vem. “Nós não conseguiremos impedir a queda na produtividade no ano que vem, mas o projeto deverá ter um impacto em 2011, quando a Argentina poderá voltar a aumentar os rebanhos em 4 milhões de cabeças”, disse Basso.
Importação de carne
A Argentina precisará importar carne bovina para atender a demanda doméstica, segundo Hugo Biolcati, presidente da Sociedade Rural.
Agricultores e pecuaristas bloquearam os embarques de grãos e de gado por quatro meses para protestar conta as taxas na exportação de soja e o controle dos bens das fazendas. O governo recuou com as taxas em julho de 2008, depois que elas foram rejeitadas pelo Congresso.
A Argentina, que era maior exportador de carne vermelha nos anos 70, caiu para o sétimo lugar no ano passado, de acordo com o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). O Brasil agora é o maior exportador e irá exportar quatro vezes mais carne que a Argentina este ano.
Fernanda Bellei

Fonte: Bloomberg
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NOTÍCIAS

Mercado de carne


A Argentina, país da Bacia do Rio da Prata, tradicionalmente uma legenda mundial para o mercado da carne sempre foi vista por brasileiros e uruguaios, com uma pontinha de inveja, pois a Argentina é a melhor produtora de carne de primeira qualidade, o que não é nenhuma novidade, pois o pampa argentino é um dos melhores criatórios da América Latina, para bovinos e ovinos. Pois hoje, os ventos estão virando e alguns investidores no mercado da carne, migram para o Uruguai, ali do outro lado do Rio que leva o mesmo nome, o rio Uruguai.



LEIA MAIS http://www.bicodocorvo.com.br/noticias/mundo/investidores-no-mercado-da-carne

FONTE www.bicodocorvo.com.br

postado por Thiago Augusto em 26/12/2009

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

NOTÍCIAS

Boi gordo: indicador é cotado a R$ 76,49/@

O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 75,82/@, com valorização de R$ 0,36. O indicador a prazo registrou alta de R$ 0,26, sendo cotado a R$ 76,49/@.

LEIA MAIS http://www.beefpoint.com.br/boi-gordo-indicador-e-cotado-a-r-7649_noticia_59478_15_166_.aspx

FONTE http://www.beefpoint.com.br/

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Índices de produtividade: MPF pressiona e pede revisão

O Ministério Público Federal resolveu entrar no jogo de pressão pela revisão dos índices de produtividade agropecuária para fins de reforma agrária. Em recomendação expressa aos ministros do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, e da Agricultura, Reinhold Stephanes, os procuradores sugerem, pela terceira vez desde o fim de 2008, a edição de portaria conjunta para a atualização imediata dos parâmetros usados no processo de reforma agrária.
A bancada ruralista pressiona o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a desistir do reajuste dos índices. Lula prometeu a medida aos movimentos sociais, mas tem deixado a decisão final em suspenso para retaliar invasões do MST. Em desvantagem no governo, Stephanes usa como pretexto a necessidade de utilizar os dados mais recentes do Censo Agropecuário 2006, a análise do tema por outros órgãos do setor e a indispensável reunião do Conselho Nacional de Política Agrícola (CNPA) para aprovar os novos índices. De outro lado, o PT divulgou nota de apoio e o ministro Cassel insiste na revisão.
A subprocuradora-geral da República, Gilda Pereira de Carvalho, recomenda a edição da portaria a partir de estudos de equipe composta por especialistas das duas pastas.
O MPF afirma que os atuais índices foram fixados em 1975 e relembra que a Constituição exige o cumprimento "simultâneo" de critérios e graus de utilização da terra (GUT) e de eficiência da exploração (GEE). "A atualização é necessária para que os novos índices incorporem os ganhos de produtividade observados nas culturas e na pecuária desde 1975", diz a recomendação. A bancada ruralista já aprovou projetos para retirar exigências simultâneas e submeter novas revisões ao Congresso. O MPF já havia enviado outros ofícios alertando o governo da necessidade de reajustar os parâmetros de rendimento de lavouras e da pecuária para fins de reforma agrária.
Em resposta ao novo ofício do MPF, Cassel informou já ter firmado a portaria interministerial, dependendo apenas da decisão de Stephanes. "Por fim, mais uma vez, manifesto concordância com os termos do estudo e com a atualização dos índices de rendimento de produtos vegetais e para a pecuária", diz Cassel. Em recesso de fim de ano, o ministro Stephanes não foi localizado pela reportagem para comentar a recomendação do MPF.
A matéria é de Mauro Zanatta, publicada no Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

FONTE http://www.beefpoint.com.br/

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Exportações de carne bovina devem crescer entre 10% e 20%, em 2010

Se deixou um pouco a desejar, as exportações de carne bovina estiveram distante do colapso. Os embarques devem alcançar 1,92 milhão de toneladas este ano, contra os 2,16 milhões de toneladas embarcados em 2008, pequena queda de 24 mil toneladas. O faturamento nos doze meses de 2009 pode alcançar 4,2 bilhões de dólares, ante 5,3 bilhões de dólares da temporada passada.

LEIA MAIS http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?CodNoticia=102961

FONTE http://www.agrolink.com.br/

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009


No Natal renovamos nossas esperanças por um mundo mais justo e equilibrado, e, com certeza, que se embora pequena fizermos nossa parte, talvez possamos ainda trasformar nossas palavras em atos.
Um feliz Natal é o que desejo a todos amigos,clientes e colaboradores que ajudaram a transformar um objetivo em realidade.


LUND / NATAL 2009

NOTÍCIAS

Boi gordo: indicador é cotado a R$ 76,49/@

O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 75,82/@, com valorização de R$ 0,36. O indicador a prazo registrou alta de R$ 0,26, sendo cotado a R$ 76,49/@.

LEIA MAIS http://www.beefpoint.com.br/boi-gordo-indicador-e-cotado-a-r-7649_noticia_59478_15_166_.aspx

FONTE www.beefpoint.com.br


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Índices de produtividade: MPF pressiona e pede revisão

O Ministério Público Federal resolveu entrar no jogo de pressão pela revisão dos índices de produtividade agropecuária para fins de reforma agrária. Em recomendação expressa aos ministros do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, e da Agricultura, Reinhold Stephanes, os procuradores sugerem, pela terceira vez desde o fim de 2008, a edição de portaria conjunta para a atualização imediata dos parâmetros usados no processo de reforma agrária.
A bancada ruralista pressiona o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a desistir do reajuste dos índices. Lula prometeu a medida aos movimentos sociais, mas tem deixado a decisão final em suspenso para retaliar invasões do MST. Em desvantagem no governo, Stephanes usa como pretexto a necessidade de utilizar os dados mais recentes do Censo Agropecuário 2006, a análise do tema por outros órgãos do setor e a indispensável reunião do Conselho Nacional de Política Agrícola (CNPA) para aprovar os novos índices. De outro lado, o PT divulgou nota de apoio e o ministro Cassel insiste na revisão.
A subprocuradora-geral da República, Gilda Pereira de Carvalho, recomenda a edição da portaria a partir de estudos de equipe composta por especialistas das duas pastas.
O MPF afirma que os atuais índices foram fixados em 1975 e relembra que a Constituição exige o cumprimento "simultâneo" de critérios e graus de utilização da terra (GUT) e de eficiência da exploração (GEE). "A atualização é necessária para que os novos índices incorporem os ganhos de produtividade observados nas culturas e na pecuária desde 1975", diz a recomendação. A bancada ruralista já aprovou projetos para retirar exigências simultâneas e submeter novas revisões ao Congresso. O MPF já havia enviado outros ofícios alertando o governo da necessidade de reajustar os parâmetros de rendimento de lavouras e da pecuária para fins de reforma agrária.
Em resposta ao novo ofício do MPF, Cassel informou já ter firmado a portaria interministerial, dependendo apenas da decisão de Stephanes. "Por fim, mais uma vez, manifesto concordância com os termos do estudo e com a atualização dos índices de rendimento de produtos vegetais e para a pecuária", diz Cassel. Em recesso de fim de ano, o ministro Stephanes não foi localizado pela reportagem para comentar a recomendação do MPF.
A matéria é de Mauro Zanatta, publicada no Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

FONTE www.beefpoint.com.br

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Exportações de carne bovina devem crescer entre 10% e 20%, em 2010

Se deixou um pouco a desejar, as exportações de carne bovina estiveram distante do colapso. Os embarques devem alcançar 1,92 milhão de toneladas este ano, contra os 2,16 milhões de toneladas embarcados em 2008, pequena queda de 24 mil toneladas. O faturamento nos doze meses de 2009 pode alcançar 4,2 bilhões de dólares, ante 5,3 bilhões de dólares da temporada passada.

LEIA MAIS http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?CodNoticia=102961

FONTE www.agrolink.com.br
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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Aberta consulta pública do Sisbov pelo prazo de 30 dias

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O novo Sistema de Identificação e Certificação de Bovinos e Bubalinos (Sisbov) está em consulta pública pelo prazo de 30 dias, de acordo com a Portaria Nº 459, publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (21). Entre as normas publicadas estão os procedimentos operacionais para o produtor rural, certificadoras, agente certificador, matadouros-frigoríficos e fornecedor de elementos de identificação. Além disso, constam dados sobre a planilha padrão de identificação dos animais, requerimento de credenciamento de certificadora, de agente certificador e de fornecedor de elementos de identificação.


Agente Certificador - Considera-se apto o profissional de ciências agrárias graduado em engenharia agronômica, medicina veterinária ou zootecnia, habilitado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que poderá atuar como pessoa física autônoma ou contratada por certificadora cadastrada. O interessado em se habilitar ao cargo como pessoa física deverá apresentar requerimento ao superintendente federal de agricultura da unidade federativa em que pretende atuar. As auditorias de certificação serão agendadas pelo produtor rural.


A função de auditor será ocupada apenas por fiscal federal agropecuário ou servidor dos Serviços Estaduais de Defesa Agropecuária, com formação em uma das três áreas indicadas.


Estabelecimento Rural - No estabelecimento rural cadastrado no Sisbov, todos os bovinos e bubalinos serão obrigatoriamente identificados, exceto os animais nascidos na propriedade com até 10 meses, em que a identificação é facultativa. Para cadastrar o estabelecimento na Base Nacional de Dados o produtor deverá solicitar à Unidade Veterinária Local (UVL).

Os interessados em encaminhar sugestões devem enviar e-mail paraconsultsisbov@agricultura.gov.br

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Autor: Kelly Beltrão

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

ATENÇÃO

BLOG LUNDNEGÓCIOS RECOMENDA QUE OS SENHORES PECUARISTAS FIQUEM ATENTOS: "PREÇO DO BOI EM FRANCA RECUPERAÇÃO".

MERCADO FUTURO / ARROBA BOI 14/12/2009



Fonte: www.beefpoint.com.br

NOTÍCIAS

Devon aposta em selo de qualidade

A Associação Brasileira de Criadores de Devon (ABCDevon) prepara o lançamento do selo de certificação de carne da raça para 2010. Detalhes do projeto foram abordados pelo diretor da associação Cláudio Ribeiro, ontem, durante jantar de final de ano que reuniu associados em Porto Alegre.
Em 2009, a associação iniciou o projeto piloto no RS. "Precisamos consolidar as relações na cadeia produtiva para garantir qualidade em todas as entregas e levar a proposta adiante", destacou a presidente da ABCDevon, Elizabeth Cirne Lima.

FONTE JORNAL CORREIO DO POVO

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ABA e Marfrig assinam contrato de certificação da carne Angus no RS

A Associação Brasileira de Angus (ABA) e o Grupo Marfrig firmaram contrato para certificar a carne Angus nas unidades do Marfrig, no Rio Grande do Sul. Com a medida, assinada pelos presidentes da ABA e Grupo Marfrig, respectivamente, Joaquim Mello e Marcos Molina, a nova tabela de premiação ao fornecedor carne Angus, integrante do Programa Carne Angus Certificada, no Estado, entra em vigor a partir de 01/01/2010.

LEIA MAIS http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?CodNoticia=102487

FONTE www.agrolink.com.br

domingo, 13 de dezembro de 2009

NOTÍCIA

Otávio Cançado, diretor-executivo da Abiec: exportações a UE, OMC, rastreabilidade e sustentabilidade
Miguel Cavalcanti, coordenador do BeefPoint, conversou na terça-feira com Otavio Cançado, diretor-executivo da ABIEC, sobre exportações de carne bovina brasileira a UE. Acompanhe abaixo as perguntas e trechos das respostas. A entrevista na íntegra, você pode ouvir clicando abaixo.

LEIA MAIS http://www.beefpoint.com.br/otavio-cancado-diretorexecutivo-da-abiec-exportacoes-a-ue-omc-rastreabilidade-e-sustentabilidade_noticia_59180_15_125_.aspx

FONTE WWW.BEEFPOINT.COM.BR

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

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NOTÍCIAS

Uruguai terá exportações recorde em 2009

A indústria de carnes do Uruguai fechará o ano marcando outro recorde de exportações e gerando cerca de US$ 950 milhões, apesar do processo de forte re-acomodação dos preços e de uma lenta evolução de custos. Porém, os exportadores enfrentaram um cenário onde o dólar perdeu peso relativo frente a outras moedas.

LEIA MAIS http://www.beefpoint.com.br/?noticiaID=59139&actA=7&areaID=15&secaoID=166

FONTE EL PAIS DIGITAL / beefpoint.com.br

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Abras lança selo para produção sustentável de carne

A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) apresentou, em evento realizado em São Paulo, o Programa Abras de Certificação de Produção Responsável na Cadeia Bovina. Em linhas gerais, os supermercados que aderirem ao programa se comprometem a não comprar produtos de frigoríficos que comprarem carne de pecuaristas que não adotarem boas práticas ambientais e sociais. O Mapa, os frigoríficos e os produtores (CNA), ainda não assinaram o acordo.
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VALORES DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO


INFORMAÇÃO
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*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 08.12.2009.
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BOI: R$ 4,75
VACA: R$ 4,45
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OBS: Compras só a rendimento.
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FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
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FONE: 9981.1203 Humberto Costa