Para atender um chamado em Brasília, o prefeito de Xinguara, José Davi Passos se deslocou para a capital federal, nesta segunda-feira, a fim de participar de uma reunião com representantes do Governo do Irã sobre exportação de gado em pé para aquela Nação. Como um dos maiores exportadores de gado para países do Oriente Médio, o município de Xinguara vem sendo visto como tal pelas autoridades brasileiras e iranianas, por esta razão é que foi pedida a presença do prefeito e de alguns fazendeiros que detém propriedades rurais no município. A reunião acontecerá nesta terça-feira, no Ministério da Agricultura.
FONTE: BLOG DO EDMAR BRITO
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Prefeito de Xinguara se reúne em Brasília com autoridades do Irã
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
PREÇOS DE BOI GORDO E VACA GORDA PARA CARNE A RENDIMENTO
REGIÃO DE PELOTAS*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 31.01.2011
BOI: R$ 6,60 a R$ 6,70
VACA: R$ 6,20 a R$ 6,40
PRAZO: 30 DIAS
FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br/
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ATENÇÃO
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PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO/KG VIVO
EM 31.01.2011
REGIÃO DE PELOTAS
KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 3,30 A R$ 3,40
VACA GORDA: R$ 2,80 A R$ 3,00
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR www.lundnegocios.com.br
REGIÃO DE PELOTAS
KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 3,30 A R$ 3,40
VACA GORDA: R$ 2,80 A R$ 3,00
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR www.lundnegocios.com.br
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ATENÇÃO

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PREÇOS MÉDIOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO*
EM 31.01.2011REGIÃO DE PELOTAS
TERNEIROS R$ 2,80 A R$ 3,00
TERNEIRAS R$ 2,50 A R$ 2,60
NOVILHOS R$ 2,80 A R$ 2,90
BOI MAGRO R$ 2,70 A R$ 2,80
VACA DE INVERNAR R$ 2,20 A R$ 2,30
*GADO PESADO NA FAZENDA
FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br
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COTAÇÕES
PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 31/01/2011 INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 28/01/2011 - PRAÇA RS Ver todas cotações Ver gráfico
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FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD
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COTAÇÕES
FONTE: CORREIO DO POVO
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Boi: Pressão de baixa perde força e mercado voltou a operar em alta
A pressão de baixa perdeu força e o mercado voltou a trabalhar em alta em diversas praças, reflexo da melhora na venda de carne.
Em São Paulo, embora a demanda tenha se recuperado nos últimos dias, os compradores resistem em ofertar mais pela arroba, que segue em R$100,00, à vista, e R$101,00, a prazo, livres de funrural.
No entanto, com o escoamento melhor, o poder de negociação do frigorífico aumenta. Como a segunda-feira, geralmente possui um ambiente de negócio lento, reajustes não estão descartados nos próximos dias.
Alguns frigoríficos estão fora das compras e a oferta de animais não é abundante.
No Mato Grosso do Sul, o preço de referência em Dourados e Campo Grande é R$95,00/@, à vista, livre de funrural. As empresas paulistas tem encontrado mais facilidade para comprar no estado, o que ajuda a segurar os preços em São Paulo.
No Sul do Tocantins, a procura por vacas cresceu nos últimos dias, o que fez o preço da vaca gorda subir R$3,00/@, enquanto o boi gordo se manteve estável.
No Rio Grande do Sul, a seca tem reduzido a oferta de animais terminados, o que fez os preços subirem nas duas praças pecuárias do estado.
No mercado atacadista de carne bovina, pelo terceiro dia seguido, houve alta. Esse comportamento tem dado sustentação ao mercado do boi gordo, que já vem reajustando os preços.
Clique aqui e confira as cotações do boi.
Fonte: Scot Consultoria
Em São Paulo, embora a demanda tenha se recuperado nos últimos dias, os compradores resistem em ofertar mais pela arroba, que segue em R$100,00, à vista, e R$101,00, a prazo, livres de funrural.
No entanto, com o escoamento melhor, o poder de negociação do frigorífico aumenta. Como a segunda-feira, geralmente possui um ambiente de negócio lento, reajustes não estão descartados nos próximos dias.
Alguns frigoríficos estão fora das compras e a oferta de animais não é abundante.
No Mato Grosso do Sul, o preço de referência em Dourados e Campo Grande é R$95,00/@, à vista, livre de funrural. As empresas paulistas tem encontrado mais facilidade para comprar no estado, o que ajuda a segurar os preços em São Paulo.
No Sul do Tocantins, a procura por vacas cresceu nos últimos dias, o que fez o preço da vaca gorda subir R$3,00/@, enquanto o boi gordo se manteve estável.
No Rio Grande do Sul, a seca tem reduzido a oferta de animais terminados, o que fez os preços subirem nas duas praças pecuárias do estado.
No mercado atacadista de carne bovina, pelo terceiro dia seguido, houve alta. Esse comportamento tem dado sustentação ao mercado do boi gordo, que já vem reajustando os preços.
Clique aqui e confira as cotações do boi.
Fonte: Scot Consultoria
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VEJA O QUE ESTAMOS COMPRANDO - LUND NEGÓCIOS
INFORMAÇÕES COM LUND PELOS FONES 81113550 OU 99941513
1- TERNEIROS EUROPEUS ENTRE 150 Kg - 250 Kg INTEIROS OU CASTRADOS

2- VACAS PARA INVERNAR CARRAPATEADAS
3-NOVILHAS EUROPÉIAS COM PESO ACIMA DE 280 Kg CARRAPATEADAS
4-NOVILHOS EUROPEUS COM PESO ENTRE 250Kg E 320Kg CARRAPATEADOS

5-VACAS DESCARTE COM CRIA AO PÉ CARRAPATEADAS
1- TERNEIROS EUROPEUS ENTRE 150 Kg - 250 Kg INTEIROS OU CASTRADOS
2- VACAS PARA INVERNAR CARRAPATEADAS
3-NOVILHAS EUROPÉIAS COM PESO ACIMA DE 280 Kg CARRAPATEADAS
4-NOVILHOS EUROPEUS COM PESO ENTRE 250Kg E 320Kg CARRAPATEADOS
5-VACAS DESCARTE COM CRIA AO PÉ CARRAPATEADAS
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Cenário da pecuária de corte se mostra interessante para investimentos em 2011
Cenário da pecuária de corte se mostra interessante para investimentos em 2011 - Vídeos - SBA
FONTE: SBA
FONTE: SBA
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CARTA PECUÁRIA
Esse mercado não para de surpreender a gente.
Tipo assim, o contrato de fevereiro é meio que... safra. O contrato de outubro é meio que... entressafra.
Certo?
Claro, observe o que aconteceu em 2009... o mercado esperava uma alta de 9% de fevereiro até outubro.
Em azul = fevereiro. Em vermelho = outubro
Agora dê uma olhada no que ocorreu em 2010... aqui, de novo, o mercado esperava uma alta, menor, de 5% de fevereiro até outubro.
E agora dê uma olhada no que está acontecendo agora nos contratos de 2011.

Peraí... Esse gráfico acima é de 2011? Deixe-ver aqui no excel... hmm... é sim... Está certo...
Uai... Cadê a entressafra, então?
Posso estar enganado, mas se você está precificando safra e entressafra seria normal esperar pelo menos uma diferencinha de preços entre esses dois contratos, não? Míseros 1% de ágio de agora até outubro? Mas não tivemos 5% ano passado e 9% em 2009?
O que está acontecendo com esse mercado?
FONTE: CARTA PECUÁRIA
Tipo assim, o contrato de fevereiro é meio que... safra. O contrato de outubro é meio que... entressafra.
Certo?
Claro, observe o que aconteceu em 2009... o mercado esperava uma alta de 9% de fevereiro até outubro.
Em azul = fevereiro. Em vermelho = outubro

Agora dê uma olhada no que ocorreu em 2010... aqui, de novo, o mercado esperava uma alta, menor, de 5% de fevereiro até outubro.


Peraí... Esse gráfico acima é de 2011? Deixe-ver aqui no excel... hmm... é sim... Está certo...
Uai... Cadê a entressafra, então?
Posso estar enganado, mas se você está precificando safra e entressafra seria normal esperar pelo menos uma diferencinha de preços entre esses dois contratos, não? Míseros 1% de ágio de agora até outubro? Mas não tivemos 5% ano passado e 9% em 2009?
O que está acontecendo com esse mercado?
FONTE: CARTA PECUÁRIA
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Boi gordo fecha em alta e BM&F acompanha
Na última sexta-feria, o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 102,52/@, com valorização de R$ 0,60. O indicador a prazo registrou variação positiva de R$ 0,25, sendo cotado a R$ 103,57/@.
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 28/01/11

Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para fevereiro/11

O leitor do BeefPoint, Ricardo José de Almeida Silva, de Sinop/MT, informou através do formulário de cotações do BeefPoint que na sua região a arroba do boi gordo é negociada a R$ 96,00, para pagamento com 30 dias.
Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.
Tabela 3. Atacado da carne bovina

Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico

Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista (R$/cabeça)x relação de troca (boi gordo de 16,5@ por bezerros)

FONTE: BEEFPOINT
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 28/01/11
O leitor do BeefPoint, Ricardo José de Almeida Silva, de Sinop/MT, informou através do formulário de cotações do BeefPoint que na sua região a arroba do boi gordo é negociada a R$ 96,00, para pagamento com 30 dias.
Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista (R$/cabeça)x relação de troca (boi gordo de 16,5@ por bezerros)
FONTE: BEEFPOINT
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sábado, 29 de janeiro de 2011
Carnes à Rússia
A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) entregou uma solicitação formal a Associação Nacional da Carne (ANC), sua congênere russa e entidade que representa as empresas importadoras daquele país, para que mais dois frigoríficos brasileiros – o Mafripar e o Rio Maria, ambos instalados no Pará, sejam habilitados a exportar para o mercado russo. O documento foi entregue no último dia 19 de janeiro, durante seminário técnico organizado pelo governo russo para debater e informar as condições de vendas de carne para aquele mercado, em Berlim, Alemanha. A Abrafrigo mantém um acordo de cooperação com a ANC, assinado em setembro passado, em Moscou.
O seminário técnico foi organizado na Alemanha para explicar o funcionamento da união aduaneira criada pela Rússia em conjunto com o Kazaquistão e Belarus. Nele foram apresentadas as exigências sanitárias para importação de carne bovina por estes países daqui para frente. Além do presidente-executivo da Abrafrigo, Péricles Salazar, e do diretor de Comércio Exterior da entidade, Thomas Kim, participaram do encontro Fernando Sampaio, da Abiec, Dr. Francisco Jardim, do Mapa e Rui Vargas, da Abipecs. “A Rússia é atualmente o maior importador de carne bovina do mundo e é muito importante a ampliação do número de fornecedores brasileiros para que possamos aumentar o volume de negócios com aquele país”, explicou o presidente-executivo da Abrafrigo, Péricles Salazar.
FONTE: Abrafrigo
O seminário técnico foi organizado na Alemanha para explicar o funcionamento da união aduaneira criada pela Rússia em conjunto com o Kazaquistão e Belarus. Nele foram apresentadas as exigências sanitárias para importação de carne bovina por estes países daqui para frente. Além do presidente-executivo da Abrafrigo, Péricles Salazar, e do diretor de Comércio Exterior da entidade, Thomas Kim, participaram do encontro Fernando Sampaio, da Abiec, Dr. Francisco Jardim, do Mapa e Rui Vargas, da Abipecs. “A Rússia é atualmente o maior importador de carne bovina do mundo e é muito importante a ampliação do número de fornecedores brasileiros para que possamos aumentar o volume de negócios com aquele país”, explicou o presidente-executivo da Abrafrigo, Péricles Salazar.
FONTE: Abrafrigo
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Mato Grosso vacina contra febre aftosa
Em fevereiro, deverão ser imunizados animais abaixo de 12 meses na zona de fronteira com a Bolívia. A expectativa é que 100 mil bovinos e búfalos recebam a dose contra a doençaOs produtores de Mato Grosso localizados na zona de fronteira com a Bolívia deverão imunizar os animais até 12 meses de idade contra a febre aftosa, a partir desta terça-feira, 1° de fevereiro. A expectativa do Ministério da Agricultura é vacinar 100 mil animais nesta primeira etapa da campanha de 2011. “A ação nesse local é importante para mantermos o status de zona livre de febre aftosa com vacinação, cuidando para que esses animais jovens, considerados mais suscetíveis à doença, estejam devidamente imunizados“, informa a responsável pelo Programa de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa na Superintendência Federal de Agricultura no Mato Grosso, Ângela Vieira.
O lançamento oficial da campanha será nesta segunda-feira, 31 de janeiro, no município de Cáceres. Na ocasião, técnicos do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) vão definir a estratégia de vacinação nas cerca de 600 propriedades localizadas em 15 km de fronteira com a Bolívia. Participam da campanha os municípios de Porto Esperidião, Vila Bela da Santíssima Trindade e Cáceres.
Em fevereiro de 2010, os produtores imunizaram 100% dos animais abaixo de um ano. Essa é uma vacinação oficial, realizada nas regiões de maior risco para a doença. A ação conta com o trabalho dos técnicos do órgão estadual e é supervisionada pelos fiscais da Superintendência Federal de Agricultura no Estado.
Além das propriedades matogrossenses localizadas na zona de fronteira com a Bolívia, durante o ano, participam da campanha as fazendas da Zona de Alta Vigilância (ZAV) de Mato Grosso do Sul, os 12 municípios da Calha do Rio Amazonas, o Amapá e as terras indígenas Raposa Serra do Sol e São Marcos, em Roraima.
Os produtores devem aplicar a dose da vacina até o dia 28 de fevereiro. O prazo para entrega da declaração nas unidades locais das regionais de Cáceres e Pontes e Lacerda é até 10 de março.
O estado de Mato Grosso destaca-se, na área animal, na produção de carne bovina. Na área vegetal, é reconhecido como produtor de soja, milho e algodão.
Classificação
Em dezembro de 2010, o Ministério da Agricultura reconheceu 15 municípios da Bahia e de Tocantins e parte de três municípios do Amazonas e Rondônia como livres de febre aftosa com vacinação.
Hoje, 15 unidades da federação são reconhecidas pela Organização Mundial de Saúde Animal (World Organisation for Animal Health - OIE) como livres de febre aftosa com vacinação: Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo, Sergipe, Tocantins e Distrito Federal. Além disso, detêm esse status, a região Centro-Sul do Pará e os municípios de Guajará e Boca do Acre, no Amazonas. O estado de Santa Catarina é reconhecido pela OIE como livre da doença sem vacinação. Em risco médio estão Alagoas, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí e a região Centro-Norte do Pará. Em alto risco estão Roraima, Amapá e as demais áreas do estado do Amazonas.
FONTE: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Autor: Kelly Beltrão
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EMATER / RS
ACOMPANHAMENTO DE PREÇOS RECEBIDOS PELOS PRODUTORES DO RIO GRANDE DO SUL SEMANA DE 24.01.11 a 28.01.11 PRODUTOS UNIDADE PREÇOS EM R$ MÍNIMO MÉDIO MÁXIMO ARROZ EM CASCA saco 50 kg 20,00 22,68 24,50 FEIJÃO saco 60 kg 70,00 72,75 80,00 MILHO saco 60 kg 22,00 23,08 27,00 SOJA saco 60 kg 44,00 45,49 47,50 SORGO saco 60 kg 17,00 17,53 18,40 TRIGO saco 60 kg 22,00 24,27 26,50 BOI GORDO kg vivo * 3,00 3,18 3,40 VACA GORDA kg vivo * 2,70 2,82 2,90 SUÍNO kg vivo 2,30 2,46 2,70 CORDEIRO PARA ABATE kg vivo * 3,40 3,80 4,00 LEITE litro*** 0,52 0,62 0,68 |
FONTE: EMATER/RS - ASCAR
Bovinos de corte – O clima desfavorável na
Campanha e Zona Sul segue provocando uma
redução na oferta de animais para o abate. O
estado geral dos animais segue considerado
razoável na maioria dos municípios que compõem
a região, no entanto, já está sendo esperada uma
redução no número de nascimentos para próxima
Primavera, devido à diminuição da ocorrência de
cio nas fêmeas e o baixo índice de prenhez
observado. Nos municípios onde a falta da água
está mais acentuada, os criadores estão
encontrando dificuldades em relação à
dessedentação dos animais. Em muitos
municípios, a solução encontrada continua sendo
o fornecimento de água em carros-pipa,
principalmente naquelas propriedades com menor
infraestrutura de reservação. Nestes municípios
mais afetados, em geral por falta de água,
combinada à baixa qualidade da pastagem, está
havendo perda de peso.dos animais. Se persistir
tal situação de baixas precipitações, nos demais
municípios menos afetados, o quadro tende a
agravar-se também para estes, já que haverá uma
ampliação do déficit hídrico geral, que vem
ocorrendo em ambas regiões. Nas demais regiõe
do Estado, embora esteja sendo registrada
irregularidade na distribuição, a situação é
considerada satisfatória.
O desenvolvimento das pastagens é normal, o que
tem resultado em um bom desempenho da
atividade. A condição corporal dos animais é boa e
o desempenho reprodutivo, satisfatório. Nestas
regiões, os índices de ganho de peso estão dentro
do esperado para o período. O levantamento de
preços realizado nas principais praças de
comercialização, o preço médio do produto
continua apresentando uma tendência de alta,
devido a menor oferta de animais para abate na
principal região de criação. A vaca gorda passou
de R$ 2,80 para R$ 2,82 o kg vivo, aumento de
0,71% no período. Já o boi gordo teve aumento
maior no seu preço médio de comercialização,
passando de R$ 3,10 para R$ 3,18 o kg vivo,
aumento de 2,58% no período.
FONTE: EMATER/RS
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Qual a melhor forma de vender carne no momento atual de mercado
Carne bovina é vista pelos consumidores como um produto especial. Churrasco é ainda mais especial. Em momentos especiais de nossas vidas, pedimos um bom pedaço de carne para comemorar. Nenhuma outra proteína animal é tão escolhida para momentos marcantes. Há uma relação muito forte, já estabelecida em muitos lugares do mundo, entre carne bovina e ocasiões comemorativas. Essa é uma das maiores forças da carne, e pode (precisa) ser mais explorada.
O preço da carne sempre foi alto em relação a outras proteínas e hoje está ainda mais alto. O consumo se mantém pois a renda do brasileiro (e de muitos outros países emergentes) cresce. No supermercado de Piracicaba/SP, onde moro, há carnes beirando os R$50/kg há várias semanas.
Vários outros produtos seguiram um caminho de diferenciação, saindo da commodity para maior especialização, foco em qualidade, sabor e formas de tornar cada produto especial, diferente e único. O exemplo clássico é o vinho. Há pouco tempo o Brasil só produzia vinhos baratos e ruins. Outros países como Argentina também não tinham fama de alta qualidade. Hoje todos investem em qualidade, em sistemas que garantam que o vinho seja o melhor possível, ao mesmo tempo que se procura reforçar o melhor de cada região e de cada variedade.
Outros bons exemplos são o café e o azeite. Há muito tempo se vendeu apenas quantidade, hoje há variedades, sabores, e preço superior. Como no vinho, o consumidor aprendeu a conhecer o que é bom e hoje procura isso. O caso do azeite é interessante pois mesmo as grandes marcas estão se dedicando a entregar qualidade superior. O azeite extra virgem é quase que uma unanimidade hoje e cada vez se procura mais diferenciação. A gôndola de azeites no supermercado de uma cidade média no Brasil é cheia de opções, regiões e variedades.
Mais do que tornar cada produto melhor, que pode ser feito utilizando as melhores práticas de produção e industrialização, o vinho, azeite e café procuram também valorizar o que há de especial, de notável, diferente em cada região e variedade. Isso gera variedade e escolha e é uma forma muito interessante de educar o consumidor a entender que há mais opções e que vale a pena fazer essa viagem de sabores.
Tudo isso pode ser muito aplicado a carne bovina, principalmente por ser um produto de ocasiões especiais.
Por outro lado, a carne bovina vem enfrentando problemas na questão de sabor e garantia. Um dos grandes debates de 2010 foi a maior frequência de casos de carne com sabor de fígado, ainda sem uma resposta defintiva sobre o problema. O fato é que enquanto outros alimentos se diferenciam e se vendem de forma mais rebuscada no Brasil, a primeira opção em alimento comemorativo está enfrentando um problema de baixa qualidade, ainda não resolvido.
Isso aumenta a urgência de ação. Há oportunidade: as mesmas tendências que impulsionam o mercado de café, vinho e azeite podem impulsionar o mercado de carnes especiais. As pessoas, no Brasil e no mundo, consomem opções especiais desses produtos pois têm mais renda, querem conhecer e degustar mais sabores. Outro fenômeno é o aumento das refeições fora de casa (típico de aumento de renda) e também o maior interesse por gastronomia (em casa ou fora dela). Há mais gente com renda, não só na classe C. Também há mais ricos no mundo.
E carne especial não é um produto apenas para ricos, mas um produto para ocasiões especiais. Quanto maior a renda, maior a frequência de consumo, mas muitas faixas de renda podem consumir produtos especiais, mesmo que não seja no dia-a-dia. Isso aumenta ainda mais o potencial de consumo.
No caso da carne bovina, há três vertentes possíveis de diferenciação. A primeira é a região. Há lugares onde a produção de carne bovina é mais propícia, e isso pode ser muito bem explorado. Isso pode acontecer desde o pampa gaúcho, até o vale do araguaia.
Outra oportunidade são as raças especializadas. Há clara comparação com as variedades de uvas para vinho. Cada uma com sua característica, diferenças e qualidades. É preciso explorar o que cada uma tem de bom. Mais do que tentar ser o melhor comparativamente, acredito que o mais eficaz é buscar produzir a carne de cada raça explorando o que se tem de mais peculiar, único e diferente. Da mesma forma que se busca fazer um excelente vinho Carmenére e não tornar essa variedade melhor que a Cabernet.
E a terceira oportunidade são os sistemas de produção. O gado terminado em confinamento ou com uso de grãos mais intenso (como o semi-confinamento) geralmente tem idade mais jovem e maior acabamento de gordura, duas exigências para maciez. Por outro lado, há uma tendência mundial em busca de alimentos naturais e a carne a pasto se insere perfeitamente nessa demanda.
Há espaço para cada um, não adianta bater de frente, mas cada um deve buscar seu segmento de mercado. Os consumidores que procuram uma carne mais magra (por questões de saúde e dieta) não são os mesmos que procuram uma carne especial para churrasco com mais gordura por exemplo. Ou pelo menos a ocasião de consumo não será a mesma.
Mais renda e mais conhecimento ampliam a variedade de interesses: há mais demanda por carne extra magra e mais demanda por carne especial para churrasco. O mercado não se afunila, mas se expande.
Criar formas de ensinar, educar o consumidor de forma inteligente sobre todas essas possibilidades é muito promissor e ainda tem um efeito positivo no combate aos ativistas anti-carne que adoram aproveitar o desconhecimento e espalhar sua versão dos fatos.
Outro ponto positivo da busca pela valorização da carne de qualidade é que os frigoríficos podem usar esse trabalho como maneira de melhorar o relacionamento com seus melhores fornecedores. Nesses tempos de baixa oferta, isso se torna ainda mais importante.
Importante reforçar que o principal motivo que as pessoas comem carne bovina não é o preço baixo ou porque os médicos recomendam para uma dieta saudável. As pessoas comem carne pois a consideram deliciosa. Sem esquecer dos atributos nutricionais, é fundamental se lembrar do motivo número 1, o sabor.
FONTE: BEEFPOINT
O preço da carne sempre foi alto em relação a outras proteínas e hoje está ainda mais alto. O consumo se mantém pois a renda do brasileiro (e de muitos outros países emergentes) cresce. No supermercado de Piracicaba/SP, onde moro, há carnes beirando os R$50/kg há várias semanas.
Vários outros produtos seguiram um caminho de diferenciação, saindo da commodity para maior especialização, foco em qualidade, sabor e formas de tornar cada produto especial, diferente e único. O exemplo clássico é o vinho. Há pouco tempo o Brasil só produzia vinhos baratos e ruins. Outros países como Argentina também não tinham fama de alta qualidade. Hoje todos investem em qualidade, em sistemas que garantam que o vinho seja o melhor possível, ao mesmo tempo que se procura reforçar o melhor de cada região e de cada variedade.
Outros bons exemplos são o café e o azeite. Há muito tempo se vendeu apenas quantidade, hoje há variedades, sabores, e preço superior. Como no vinho, o consumidor aprendeu a conhecer o que é bom e hoje procura isso. O caso do azeite é interessante pois mesmo as grandes marcas estão se dedicando a entregar qualidade superior. O azeite extra virgem é quase que uma unanimidade hoje e cada vez se procura mais diferenciação. A gôndola de azeites no supermercado de uma cidade média no Brasil é cheia de opções, regiões e variedades.
Mais do que tornar cada produto melhor, que pode ser feito utilizando as melhores práticas de produção e industrialização, o vinho, azeite e café procuram também valorizar o que há de especial, de notável, diferente em cada região e variedade. Isso gera variedade e escolha e é uma forma muito interessante de educar o consumidor a entender que há mais opções e que vale a pena fazer essa viagem de sabores.
Tudo isso pode ser muito aplicado a carne bovina, principalmente por ser um produto de ocasiões especiais.
Por outro lado, a carne bovina vem enfrentando problemas na questão de sabor e garantia. Um dos grandes debates de 2010 foi a maior frequência de casos de carne com sabor de fígado, ainda sem uma resposta defintiva sobre o problema. O fato é que enquanto outros alimentos se diferenciam e se vendem de forma mais rebuscada no Brasil, a primeira opção em alimento comemorativo está enfrentando um problema de baixa qualidade, ainda não resolvido.
Isso aumenta a urgência de ação. Há oportunidade: as mesmas tendências que impulsionam o mercado de café, vinho e azeite podem impulsionar o mercado de carnes especiais. As pessoas, no Brasil e no mundo, consomem opções especiais desses produtos pois têm mais renda, querem conhecer e degustar mais sabores. Outro fenômeno é o aumento das refeições fora de casa (típico de aumento de renda) e também o maior interesse por gastronomia (em casa ou fora dela). Há mais gente com renda, não só na classe C. Também há mais ricos no mundo.
E carne especial não é um produto apenas para ricos, mas um produto para ocasiões especiais. Quanto maior a renda, maior a frequência de consumo, mas muitas faixas de renda podem consumir produtos especiais, mesmo que não seja no dia-a-dia. Isso aumenta ainda mais o potencial de consumo.
No caso da carne bovina, há três vertentes possíveis de diferenciação. A primeira é a região. Há lugares onde a produção de carne bovina é mais propícia, e isso pode ser muito bem explorado. Isso pode acontecer desde o pampa gaúcho, até o vale do araguaia.
Outra oportunidade são as raças especializadas. Há clara comparação com as variedades de uvas para vinho. Cada uma com sua característica, diferenças e qualidades. É preciso explorar o que cada uma tem de bom. Mais do que tentar ser o melhor comparativamente, acredito que o mais eficaz é buscar produzir a carne de cada raça explorando o que se tem de mais peculiar, único e diferente. Da mesma forma que se busca fazer um excelente vinho Carmenére e não tornar essa variedade melhor que a Cabernet.
E a terceira oportunidade são os sistemas de produção. O gado terminado em confinamento ou com uso de grãos mais intenso (como o semi-confinamento) geralmente tem idade mais jovem e maior acabamento de gordura, duas exigências para maciez. Por outro lado, há uma tendência mundial em busca de alimentos naturais e a carne a pasto se insere perfeitamente nessa demanda.
Há espaço para cada um, não adianta bater de frente, mas cada um deve buscar seu segmento de mercado. Os consumidores que procuram uma carne mais magra (por questões de saúde e dieta) não são os mesmos que procuram uma carne especial para churrasco com mais gordura por exemplo. Ou pelo menos a ocasião de consumo não será a mesma.
Mais renda e mais conhecimento ampliam a variedade de interesses: há mais demanda por carne extra magra e mais demanda por carne especial para churrasco. O mercado não se afunila, mas se expande.
Criar formas de ensinar, educar o consumidor de forma inteligente sobre todas essas possibilidades é muito promissor e ainda tem um efeito positivo no combate aos ativistas anti-carne que adoram aproveitar o desconhecimento e espalhar sua versão dos fatos.
Outro ponto positivo da busca pela valorização da carne de qualidade é que os frigoríficos podem usar esse trabalho como maneira de melhorar o relacionamento com seus melhores fornecedores. Nesses tempos de baixa oferta, isso se torna ainda mais importante.
Importante reforçar que o principal motivo que as pessoas comem carne bovina não é o preço baixo ou porque os médicos recomendam para uma dieta saudável. As pessoas comem carne pois a consideram deliciosa. Sem esquecer dos atributos nutricionais, é fundamental se lembrar do motivo número 1, o sabor.
FONTE: BEEFPOINT
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Diferença entre boi gordo e carne não muito atrativa para os frigoríficos
As vendas de carne bovina no mercado atacadista fluíram melhor e o preço do equivalente físico (valor proporcional do traseiro, dianteiro e ponta de agulha) subiu, principalmente em função da alta do traseiro.
Cotado em R$91,94/@, o equivalente físico se aproximou mais do preço do boi, registrando uma diferença de 9,85%. Mas ainda assim, está longe dos valores médios desde 2010. Veja a figura 1.

Desde o começo de 2010, a diferença média entre o preço do boi gordo e do equivalente físico ficou em 5,65%, ou seja, estes valores ficaram bem mais próximos desde janeiro de 2010.
Este é um dos fatores que tem dificultado o aumento dos preços do boi gordo, a grande diferença entre o que o frigorífico tem que pagar pelo boi (R$101,00/@) com o que ele recebe pela carcaça (R$91,94/@). Quanto maior esta diferença, pior a situação do frigorífico pois ele está pagando mais pelo gado sem necessariamente receber mais pela carcaça.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Cotado em R$91,94/@, o equivalente físico se aproximou mais do preço do boi, registrando uma diferença de 9,85%. Mas ainda assim, está longe dos valores médios desde 2010. Veja a figura 1.
Desde o começo de 2010, a diferença média entre o preço do boi gordo e do equivalente físico ficou em 5,65%, ou seja, estes valores ficaram bem mais próximos desde janeiro de 2010.
Este é um dos fatores que tem dificultado o aumento dos preços do boi gordo, a grande diferença entre o que o frigorífico tem que pagar pelo boi (R$101,00/@) com o que ele recebe pela carcaça (R$91,94/@). Quanto maior esta diferença, pior a situação do frigorífico pois ele está pagando mais pelo gado sem necessariamente receber mais pela carcaça.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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Empresa administrará 2 plantas do Grupo Arantes
Duas das 3 plantas frigoríficas do Grupo Arantes localizadas em Mato Grosso serão administradas por outras empresas. A medida consta no novo Plano de Recuperação Judicial do Arantes que prevê a criação da Nova Arantes, companhia que irá arrendar a unidade de Pontes e Lacerda (MT). Já o frigorífico de Canarana será leiloado para pagar parte da dívida estimada inicialmente em R$ 1,1 bilhão. Com estas modificações, o valor do débito sofre redução de até 90%. A nova empresa herdará um passivo calculado entre R$ 120 milhões e R$ 150 milhões.O advogado do Arantes, Tomas Felsberg, explica que a dívida assumida pela empresa Nova Arantes será divida em debêntures (participações acionárias) entre os credores. As alterações no plano foram aprovadas na semana passada pelos credores. Segundo ele, o grupo terá 10 anos para vender todos os ativos. Também nesse prazo, a Nova Arantes terá que contribuir no pagamento de credores com seu lucro.
Conforme o novo plano, as unidades produtivas de Belo Horizonte e de Unaí (MG) serão submetidas a leilão judicial no prazo de até 180 dias a contar da homologação judicial do plano. O valor arrematado será destinado ao pagamento parcial dos credores com Garantia Real e dos Créditos Quirografários (que inclui os pecuaristas). A venda das unidades de Cachoeira Alta (GO), Canarana e Sertanejo servirá para pagar os demais credores.
Por outro lado, as plantas industriais de Jataí (GO) e Pontes e Lacerda permanecerão com o Grupo Arantes e serão arrendadas à Nova Arantes a partir do início de suas operações, pelo valor total de R$ 250 mil. Essa empresa ficará com os principais ativos do grupo, a Hans, em Jundiaí (SP), a Eder, em São Paulo (SP), ambas de embutidos, e a unidade de abate de Nova Monte Verde (MT).
O superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Luciano Vacari, explica que qualquer medida que venha quitar os débitos com os pecuaristas credores é bem vinda, já que o setor dava por perdido o valor da dívida do Arantes.
FONTE: Gazeta Digital
Autor: Vívian Lessa
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Atacado continua instável e mercado do boi gordo trabalha em ritmo lento
Nesta semana o mercado do boi gordo seguiu trabalhando em ritmo lento, com os compradores pouco empolgados com os negócios. Os frigoríficos seguem forçando novos recuos na arroba, mesmo com a oferta nas principais praças pecuárias do país não apresentando aumento significativo.
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 102,70/@ na última quarta-feira, acumulando variação negativa de 1,15% na semana. Nos últimos 7 dias, o indicador a prazo registrou queda de 0,36%, sendo cotado a R$ 104,86/@. Apesar da retração este valor ainda está 36,55% acima do apurado no mesmo período do ano passado. Será que teremos preços altos durante do todo ano de 2011? Clique para ver as opiniões de outros leitores do BeefPoint e deixe seus comentários.
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio

Segundo o Cepea, o baixo volume de negócios está relacionado com a incerteza quanto às vendas de carne, que continua limitando as compras de boi gordo. "Os fechamentos ocorrem apenas quando há necessidade".
O grandes frigoríficos de São Paulo estão ofertando R$ 99,00/@ em lotes de boi gordo, mas nesses preços a oferta é reduzida e as plantas estão se abastecendo na sua maioria com animais provenientes de Estados vizinhos, principalmente Mato Grosso do Sul. Já os frigoríficos menores aceitam pagar um pouco mais e chegam a negociar a arroba até R$ 3,00 acima deste preço.
Caio Junqueira Neto, da Cross Investimento comentou no Twitter: "Negócios em SP de R$ 102,00 a R$ 104,00 à vista já foram confirmados em 2 praças diferentes".
Diogo Castilho, informou: "semana passada vendemos boi de R$ 102,00 à vista e R$ 105,00 no prazo. Hoje [ontem] vendemos boi de R$102,00 à vista com embarque imediato".
Segundo Gustavo Garcia, da ECCON Investimentos, "R$ 100,00 à vista em SP frigorifico não compra boi nem de desavisado mais". Ele afirma que as escalas seguem curtas.
Fabiano Tito Rosa, do Minerva alerta que a coisa não é bem assim. "Realmente tem um pouco de boi abaixo de R$ 100/@. A referência de mercado ainda é acima de R$ 100/@, mas começou a entrar um pingadinho abaixo. O fato é que para frigorífico grande, com boi de R$ 94,00 à vista no MS, R$ 93,00 à vista em GO, R$ 85,00 à vista no TO e R$ 90,00 à vista em RO. Boi de SP acima de R$ 100,00 não se justifica. Não tem por quê. Não pode".
Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.
Nesta semana o mercado futuro acumulou alta, com os contratos de boi gordo negociados na BM&FBovespa com vencimento mais próximo apresentando valorização. O primeiro vencimento, janeiro/11, que será liquidado na próxima semana, fechou a R$ 103,19/@ no pregão de quarta-feira, acumulando valorização de R$ 0,25 na semana. Os contratos que vencem em fevereiro/11 tiveram alta de R$ 0,52 no período analisado, fechando a R$ 101,52/@. Outubro/11 registrou recuo de R$ 0,49, fechando a R$ 102,01/@. Rogério Goulart, editor da Carta Pecuária, chamou a atenção para o fato dos contratos de fevereiro e outubro estarem valendo quase a mesma coisa.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa e contratos futuros de boi gordo (valores à vista), em 19/01/11 e 26/01/11

Segundo o Boletim Intercarnes, efetivamente não se observa excedente expressivo de ofertas. A procura também segue fraca, irregular e indefinida desestabilizando o mercado com relação a preços. A expectativa agora gira em torno da 1ª semana de fevereiro, que tende a uma recuperação com relação procura (atacado e varejo) e consequentemente um melhor equilíbrio e preços a nível atacado mais definidos.
No atacado paulista, o traseiro foi cotado a R$ 7,80, o dianteiro a R$ 4,80 e a ponta de agulha a R$ 4,50. O equivalente físico foi calculado em R$ 93,02/@, com recuo de 0,14% na semana. O spread (diferença) entre indicador e equivalente está em R$ 9,69/@.
Tabela 2. Atacado da carne bovina

Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico

Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 700,27/cabeça, com valorização de 3,78% na semana. Com esta variação e a retração nos preços da arroba do boi gordo, a relação de troca recuou para 1:2,42.
Rogério Goulart, editor da Carta Pecuária, comentou no Twitter que a oferta de animais de reposição está melhorando. "De segunda para cá já me ofertaram um total de 1.180 bois magros aqui no MS. Mais oferta agora que em dezembro".
Fabio Dias comentou que no Mato Grosso, "apesar das chuvas os pastos não me pareceram aquela coisa. Mas tem bastante bezerro mamando na beira da estrada".
FONTE: BEEFPOINT
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 102,70/@ na última quarta-feira, acumulando variação negativa de 1,15% na semana. Nos últimos 7 dias, o indicador a prazo registrou queda de 0,36%, sendo cotado a R$ 104,86/@. Apesar da retração este valor ainda está 36,55% acima do apurado no mesmo período do ano passado. Será que teremos preços altos durante do todo ano de 2011? Clique para ver as opiniões de outros leitores do BeefPoint e deixe seus comentários.
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio
Segundo o Cepea, o baixo volume de negócios está relacionado com a incerteza quanto às vendas de carne, que continua limitando as compras de boi gordo. "Os fechamentos ocorrem apenas quando há necessidade".
O grandes frigoríficos de São Paulo estão ofertando R$ 99,00/@ em lotes de boi gordo, mas nesses preços a oferta é reduzida e as plantas estão se abastecendo na sua maioria com animais provenientes de Estados vizinhos, principalmente Mato Grosso do Sul. Já os frigoríficos menores aceitam pagar um pouco mais e chegam a negociar a arroba até R$ 3,00 acima deste preço.
Caio Junqueira Neto, da Cross Investimento comentou no Twitter: "Negócios em SP de R$ 102,00 a R$ 104,00 à vista já foram confirmados em 2 praças diferentes".
Diogo Castilho, informou: "semana passada vendemos boi de R$ 102,00 à vista e R$ 105,00 no prazo. Hoje [ontem] vendemos boi de R$102,00 à vista com embarque imediato".
Segundo Gustavo Garcia, da ECCON Investimentos, "R$ 100,00 à vista em SP frigorifico não compra boi nem de desavisado mais". Ele afirma que as escalas seguem curtas.
Fabiano Tito Rosa, do Minerva alerta que a coisa não é bem assim. "Realmente tem um pouco de boi abaixo de R$ 100/@. A referência de mercado ainda é acima de R$ 100/@, mas começou a entrar um pingadinho abaixo. O fato é que para frigorífico grande, com boi de R$ 94,00 à vista no MS, R$ 93,00 à vista em GO, R$ 85,00 à vista no TO e R$ 90,00 à vista em RO. Boi de SP acima de R$ 100,00 não se justifica. Não tem por quê. Não pode".
Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.
Nesta semana o mercado futuro acumulou alta, com os contratos de boi gordo negociados na BM&FBovespa com vencimento mais próximo apresentando valorização. O primeiro vencimento, janeiro/11, que será liquidado na próxima semana, fechou a R$ 103,19/@ no pregão de quarta-feira, acumulando valorização de R$ 0,25 na semana. Os contratos que vencem em fevereiro/11 tiveram alta de R$ 0,52 no período analisado, fechando a R$ 101,52/@. Outubro/11 registrou recuo de R$ 0,49, fechando a R$ 102,01/@. Rogério Goulart, editor da Carta Pecuária, chamou a atenção para o fato dos contratos de fevereiro e outubro estarem valendo quase a mesma coisa.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa e contratos futuros de boi gordo (valores à vista), em 19/01/11 e 26/01/11
Segundo o Boletim Intercarnes, efetivamente não se observa excedente expressivo de ofertas. A procura também segue fraca, irregular e indefinida desestabilizando o mercado com relação a preços. A expectativa agora gira em torno da 1ª semana de fevereiro, que tende a uma recuperação com relação procura (atacado e varejo) e consequentemente um melhor equilíbrio e preços a nível atacado mais definidos.
No atacado paulista, o traseiro foi cotado a R$ 7,80, o dianteiro a R$ 4,80 e a ponta de agulha a R$ 4,50. O equivalente físico foi calculado em R$ 93,02/@, com recuo de 0,14% na semana. O spread (diferença) entre indicador e equivalente está em R$ 9,69/@.
Tabela 2. Atacado da carne bovina
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 700,27/cabeça, com valorização de 3,78% na semana. Com esta variação e a retração nos preços da arroba do boi gordo, a relação de troca recuou para 1:2,42.
Rogério Goulart, editor da Carta Pecuária, comentou no Twitter que a oferta de animais de reposição está melhorando. "De segunda para cá já me ofertaram um total de 1.180 bois magros aqui no MS. Mais oferta agora que em dezembro".
Fabio Dias comentou que no Mato Grosso, "apesar das chuvas os pastos não me pareceram aquela coisa. Mas tem bastante bezerro mamando na beira da estrada".
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