sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Pecuária terá R$ 2 bilhões em crédito
Recursos serão destinados a criadores e devem ser liberados já a partir de 1º de março de 2013
Será com R$ 2 bilhões em crédito que o Ministério da Agricultura dará a largada ao plano de incentivo à pecuária. O objetivo, segundo o ministro Mendes Ribeiro Filho, é que os recursos já estejam disponíveis a partir de 1º de março.
Durante cerimônia em Porto Alegre, Mendes afirmou que na próxima semana as secretarias de Desenvolvimento e de Política Agrícola devem se reunir para definir os processos do plano.
– Nossa intenção é ter o amparo técnico necessário para dar atenção ao produtor. Temos uma linha com juro de 5,5% ao ano, ainda precisamos buscar uma taxa melhor – disse.
As linhas de crédito serão destinadas à recuperação de pastagens degradadas, melhorias genéticas e sanitárias. Mas o plano prevê ainda medidas como o aumento da assistência técnica pela Embrapa e pelo Sistema Único de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa), e a criação de um fundo garantidor e o Conselho da Carne (Consecarne).
Sobre os recentes episódios de restrições à carne depois da divulgação do caso não clássico da vaca louca no Paraná, em 2010, Mendes reforçou que confia na solução rápida do caso:
– O Brasil continua reconhecido como um país livre desta doença, provou a capacidade de ter um sistema de defesa à altura de um grande produtor e logo retomaremos a capacidade de vender.
Em nota, o ministério esclareceu que o Egito não suspendeu as importações de carne bovina, nem de forma parcial. Japão, África do Sul, Arábia Saudita, China e Coreia do Sul barraram a proteína brasileira após a comunicação do caso.
FONTE: ZERO HORA
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Egito reafirma não suspensão de importação de carne brasileira
O ministro da Agricultura do Egito, Salaah Mohammed Abd Almo'men, informou ao embaixador brasileiro no Cairo, Marco Brandão, que seu país não suspendeu a compra de carne bovina do Brasil.
A reunião entre o ministro e o embaixador ocorreu no contexto das diversas ações que o Governo brasileiro vem empreendendo para informar aos parceiros comerciais as características da ocorrência de EEB no Paraná, em 2010. Na oportunidade, foram prestados esclarecimentos sobre o óbito do animal e reafirmado que se trata de caso único e não clássico.
Para o secretário executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), José Carlos Vaz, o Brasil vem dando absoluta transparência aos consumidores e aos mercados externos quanto à ocorrência, demonstrando a eficiência e a segurança dos mecanismos de controle brasileiros, e destacando a manutenção pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) do risco desprezível para a EEB.
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Paraguay logra récord histórico de exportación de carne
El doctor Hugo Idoyaga, titular del Servicio Nacional de Salud y Calidad Animal (Senacsa) indicó que a pesar de las dificultades como el brote de aftosa e inundaciones se alcanzaron cifras alentadoras en materia de exportaciones. Se estima que mediante la exportación de carne ingresaron unos mil cincuenta y cuatro millones de dólares, cifra histórica en un año.
Luego de entrevistarse con el presidente de la República, doctor Federico Franco, en Palacio de Gobierno en la mañana de este jueves. Idoyaga recordó que en 2010 se había logrado el record histórico de exportación de carne vacuna por aproximadamente 940 millones de dólares.
Idoyaga resaltó de igual manera la apertura de nuevos mercados y el retorno de compradores que anteriormente cancelaron la importación, por el brote de aftosa, haciendo referencia al mercado chileno.
Además el viernes de la semana anterior partió el primer cargamento de carne vacuna a Chile, luego de la reapertura de ese mercado para el producto pecuario.
La carga fue de 17.000 kilos por valor de 120 mil dólares, teniendo en cuenta que se facturó en unos 6.800 dólares la tonelada.
FONTE: Agromeat
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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Fixado prazo para ser derrubado embargo à compra de carne brasileira
O secretário da Defesa Agropecuária do Brasil, Ênio Marques, fixou prazo até março para que todos os países retirem os embargos contra a carne bovina brasileira em razão do caso não clássico de mal da vaca louca registrado em 2010 e revelado há poucas semanas. Após essa data, afirmou Marques na sexta, dia 21, na sede da Organização Mundial para a Saúde Animal (OIE), em Paris, na França, os países serão denunciados à Organização Mundial do Comércio (OMC).
Por ora, Japão, China, Coreia do Sul, Egito, África do Sul e Arábia Saudita impuseram restrições à carne brasileira em razão de um caso de contaminação pela proteína príon, agente da encefalopatia esfongiforme bovina (EEB), mais conhecida como mal da vaca louca. O animal em questão, de 13 anos de idade, não morreu em função da doença, mas amostras coletadas em 2010 na cidade de Sertanópolis, no interior do Paraná, e analisadas em 2012, indicaram a presença da proteína, despertando a mobilização do Ministério da Agricultura em junho passado.
Informada oficialmente pelo governo brasileiro, a OIE analisou o caso e, apesar do longo tempo transcorrido até a notificação da comunidade internacional, não vê razões para alterar o status do Brasil na classificação de risco de epidemia da doença. Junto de 18 outros, o país integra a categoria "risco negligenciável", a mais segura, segundo a organização.
Certo de que não há razões para embargos, o governo deve partir para o ataque. Nas últimas semanas, uma comitiva liderada por Ênio Marques está fazendo uma cruzada internacional para explicar que o caso de contaminação foi isolado, espontâneo – a proteína teria sido produzida pelo próprio animal, e não ingerida – e sem consequências.
A estratégia de diálogo, que passa também pelo Ministério das Relações Exteriores, deve ser usada até março. Se os embargos forem mantidos, o Brasil partirá para o confronto contra esses países.
– Se até março não cancelarem os embargos, nós vamos apresentar uma reclamação formal à Organização Mundial do Comércio (OMC). Março é nosso deadline – disse Marques.
De acordo com o secretário, o impacto econômico dos embargos ainda é pequeno, já que o Egito, um grande importador de carne bovina brasileira, só restringiu a compra da produção do Paraná. O prejuízo, porém, se agravará se a Rússia vier a anunciar um boicote, já que o país é responsável por 20% do 1,1 milhão de toneladas de carne bovina exportadas pelo Brasil.
Outra preocupação é Hong Kong, que importa 13% do total, mas que até o momento não aderiu ao embargo chinês. Japão, China e África do Sul respondem por entre 0,3% e 0,6% das exportações brasileiras de carne bovina.
Por ora, Japão, China, Coreia do Sul, Egito, África do Sul e Arábia Saudita impuseram restrições à carne brasileira em razão de um caso de contaminação pela proteína príon, agente da encefalopatia esfongiforme bovina (EEB), mais conhecida como mal da vaca louca. O animal em questão, de 13 anos de idade, não morreu em função da doença, mas amostras coletadas em 2010 na cidade de Sertanópolis, no interior do Paraná, e analisadas em 2012, indicaram a presença da proteína, despertando a mobilização do Ministério da Agricultura em junho passado.
Informada oficialmente pelo governo brasileiro, a OIE analisou o caso e, apesar do longo tempo transcorrido até a notificação da comunidade internacional, não vê razões para alterar o status do Brasil na classificação de risco de epidemia da doença. Junto de 18 outros, o país integra a categoria "risco negligenciável", a mais segura, segundo a organização.
Certo de que não há razões para embargos, o governo deve partir para o ataque. Nas últimas semanas, uma comitiva liderada por Ênio Marques está fazendo uma cruzada internacional para explicar que o caso de contaminação foi isolado, espontâneo – a proteína teria sido produzida pelo próprio animal, e não ingerida – e sem consequências.
A estratégia de diálogo, que passa também pelo Ministério das Relações Exteriores, deve ser usada até março. Se os embargos forem mantidos, o Brasil partirá para o confronto contra esses países.
– Se até março não cancelarem os embargos, nós vamos apresentar uma reclamação formal à Organização Mundial do Comércio (OMC). Março é nosso deadline – disse Marques.
De acordo com o secretário, o impacto econômico dos embargos ainda é pequeno, já que o Egito, um grande importador de carne bovina brasileira, só restringiu a compra da produção do Paraná. O prejuízo, porém, se agravará se a Rússia vier a anunciar um boicote, já que o país é responsável por 20% do 1,1 milhão de toneladas de carne bovina exportadas pelo Brasil.
Outra preocupação é Hong Kong, que importa 13% do total, mas que até o momento não aderiu ao embargo chinês. Japão, China e África do Sul respondem por entre 0,3% e 0,6% das exportações brasileiras de carne bovina.
Só Notícias
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terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Tudo uma questão de sorte !!!!!
TRABALHEI BASTANTE, DURANTE TODO ANO,
PROCUREI POR OPORTUNIDADES, DURANTE TODO ANO
PLANEJEI MINHAS AÇÕES, DURANTE TODO ANO
PERSEGUI MEUS OBJETIVOS TRAÇADOS, DURANTE TODO ANO
FIQUEI MUITAS NOITES SEM SONO, DURANTE TODO ANO
HOJE REFLETINDO, CHEGO À CONCLUSÃO QUE TIVE ÓTIMOS RESULTADOS,
TUDO UMA "QUESTÃO DE SORTE" !!!
LUND
PROCUREI POR OPORTUNIDADES, DURANTE TODO ANO
PLANEJEI MINHAS AÇÕES, DURANTE TODO ANO
PERSEGUI MEUS OBJETIVOS TRAÇADOS, DURANTE TODO ANO
FIQUEI MUITAS NOITES SEM SONO, DURANTE TODO ANO
HOJE REFLETINDO, CHEGO À CONCLUSÃO QUE TIVE ÓTIMOS RESULTADOS,
TUDO UMA "QUESTÃO DE SORTE" !!!
LUND
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Exportação de gado em alta
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domingo, 23 de dezembro de 2012
FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO
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sábado, 22 de dezembro de 2012
Carne Pampa® realiza primeiro abate certificado fora do RS
Confira a nova tabela de bonificação para Sudeste e Centro-Oeste clicando aqui
FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD
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RS: ABHB em parceria com frigorífico Silva possuem selo de certificação Garantia de Qualidade da raça Braford e Hereford
Em parceria com o frigorífico Silva e a Associação Brasileira de Hereford e Braford todas as lojas do Rio Grande do Sul já recebem carne bovina 100% certificada .
Trata-se de um projeto pioneiro no varejo brasileiro, pois até então os clientes só encontravam as raças Braford e Hereford nos cortes de churrasco que eram vendidos em peças a vácuo.
A carne proveniente da raça Braford e Hereford possui um padrão de qualidade altíssimo, pois seu marmoreio (porcentagem de gordura entre as fibras da carne é elevado) garantindo assim maciez e sabor, diz Fernando Lopa, presidente da Associação de Brasileira de Hereford e Braford.
A assinatura do contrato foi realizado no recinto de eventos no Frigorífico Silva, em Santa Maria-RS, com a presença dos proprietários do frigorífico, equipe Carrefour e pecuaristas certificados da raça.
fonte:BEEFPOINT
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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
BOI GORDO - Confira a entrevista com Lygia Pimentel - Consultora de Mercado
Boi: demanda por carnes aumenta e ajuda a puxar o preço de referência da arroba em Sâo Paulo. Mas movimento é pontual e não significa fim das pressões negativas sobre os preços.
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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
ESTAMOS COMPRANDO PARA CLIENTE
*ESTAMOS COMEÇANDO A COMPRA DE TERNEIROS NOVOS E LEVES DE DESMAME PRECOCE.
foto ilustrativa
MAIORES INFORMAÇÕES COM LUND, PELOS FONES 053.99941513 ou 81113550
foto ilustrativa
MAIORES INFORMAÇÕES COM LUND, PELOS FONES 053.99941513 ou 81113550
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O custo da engorda no pasto
A tecnificação vem aumentando, os índices zootécnicos e o rebanho têm sido melhorados, as vendas estão sendo programadas, enfim, são inúmeras as melhorias no sistema de produção da pecuária de corte.
Este é o caminho para uma atividade que vem tendo suas margens cada vez mais testadas. Na agricultura esse processo de intensificação começou há anos.
Mas falta ainda para o pecuarista saber com certeza quanto custa a produção de uma arroba, assim como um produtor de milho ou soja conhece o custo para produzir uma saca do grão. Pelo menos se imagina que saiba.
O custo de produção da arroba- premissas
Para estimar quanto o pecuarista gastou para produzir uma arroba em 2012, agrupamos os insumos por categoria, a começar pelos custos variáveis, tais como: medicamentos veterinários, gastos com nutrição e insumos para manutenção do pasto.
O custo de formação da pastagem e os demais custos fixos (depreciação de cerca, cochos, benfeitorias, etc.) também foram considerados.
Na recria/engorda, o bovino entrou no sistema com um ano, pesando aproximadamente sete arrobas e meia (225kg) e depois de dois anos no pasto foi vendido com 17 arrobas (510kg). A cotação corrente no mercado do bezerro de 12 meses em São Paulo adotada foi de R$740,00/cabeça, e o custo de implantação de pasto, segundo o levantamento da Scot Consultoria, foi de R$1,07 mil/ha, referentes a 2010, ano de entrada no sistema.
Para o cálculo do custo e do resultado, foi considerada a inflação de 2011 e de 2012 até novembro.
Os preços do bezerro e da formação de pasto, operações feitas em 2010, foram deflacionados. Para as demais despesas que aconteceram ao longo do período, aplicou-se a inflação de 2011.
A cada ano, 2011 e 2012, foram consideradas operações de manutenção das pastagens. Para os preços dos suplementos minerais e proteinados, considerou-se a média do período, já que este insumo é de uso diário.
Para distribuir os custos apurados por bovino, adotamos a lotação de 1 cabeça/ha e a depreciação do pasto em 20 anos. Neste sistema, os custos com pastagem correspondem a 80,2% do total.
Para os gastos com mão de obra (salários e encargos), o terceiro item que mais pesa para o pecuarista no sistema de produção, com 9,9% do total, foi considerado um salário e meio para cada funcionário, reajustados ao longo de dois anos, utilizando a proporção de um vaqueiro para cada mil cabeças e mais um empregado para serviços gerais. Os encargos trabalhistas incidentes são de 70% sobre os vencimentos.
Os componentes com menor participação nos custos do sistema foram os produtos veterinários. O protocolo sanitário básico incluiu duas vacinações de aftosa e duas vermifugações por ano.
Por fim, tem-se o custo de R$82,93 por arroba produzida em pasto em São Paulo em sistema de recria e engorda.
Sendo este animal vendido em 2012, em dezembro, com um peso de 17@ e um preço de R$96,00/@, à vista, o lucro por cabeça foi de R$12,08.
Final
Os custos de produção variam conforme a compra do insumo, região e nível de tecnificação.
Independente do custo de cada propriedade, o importante é medi-lo.
Isso traduz a atividade em números e assim é possível planejar cada ação com clareza, buscando o melhor resultado econômico possível.
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Aumento no consumo de carne bovina em 2012
por Hyberville Neto
A disponibilidade interna de carne bovina entre janeiro e outubro foi estimada em 6,95 milhões de toneladas equivalente carcaça (tec). Este valor é 7,7% maior que a disponibilidade no mesmo período de 2011, de 6,45 milhões de tec.
A disponibilidade interna é a estimativa da carne produzida, somada às importações e excluindo-se as exportações. Define quanta carne ficou disponível no mercado interno.
A figura 1 mostra a disponibilidade interna mensal de carne bovina desde janeiro de 2010.
As maiores quantidades disponíveis no mercado interno, desde o início de 2010, ocorreram em agosto e outubro de 2012. Foram 764,8 mil e 760,3 mil tec, respectivamente.
O prolongamento das chuvas este ano, trazendo a desova de final de safra para agosto, em boa parte do Brasil Central, pode ser a explicação desta maior disponibilidade, devido ao aumento na oferta de animais e abates.
A explicação para o aumento da disponibilidade no acumulado do ano vem do aumento na oferta de fêmeas para abate, devido à fase do ciclo pecuário.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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Principais indicadores do mercado do boi – 20-12-2012
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista teve valorização de 1,50%, nessa quarta-feira (19) sendo cotado a R$96,51/@. O indicador a prazo foi cotado em R$97,28.
A partir de 2/jan o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa deixou de considerar o Funrural.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta
O indicador Esalq/BM&F Bezerro registrou valorização de 0,56%, cotado a R$705,73/cabeça nessa quarta-feira (19). A margem bruta na reposição foi de R$886,69 e teve valorização de 2,27%.
Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar
Na quarta-feira (19), o dólar foi cotado em R$2,08 com desvalorização de 0,83%. O boi gordo em dólares sofreu valorização de 2,36% sendo cotado a US$46,43. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 19/12/12
O contrato futuro do boi gordo para Jan/13 teve valorização de R$0,32 foi negociado a R$94,50.
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para jan/13
Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seçãocotações.
No atacado da carne bovina, o equivalente físico manteve-se estável, fechado a R$92,84. O spread (diferença) entre o índice do boi gordo e equivalente físico foi de R$3,68 e sua variação teve alta de R$1,43 no dia. Confira a tabela abaixo.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
FONTE: BEEFPOINT
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Cotações do mercado do boi gordo fecham em alta
Frigoríficos paulistas sentiram o encurtamento da oferta de boiadas e aumentaram os preços de balcão para R$ 95,00/arroba.
A maioria dos frigoríficos paulistas sentiu o encurtamento da oferta de boiadas e aumentou os preços de balcão. Segundo levantamento da Scot Consultoria, na quarta, dia 19, em São Paulo, a referência para o animal terminado subiu e fechou em R$ 95,00/arroba, à vista, e R$ 96,00/arroba, a prazo.
Aos poucos, os pecuaristas saem das vendas, o que reduz o fluxo de negócios na maioria das praças pesquisadas. As escalas de abate estão heterogêneas e variam de três a sete dias úteis.
Cenário parecido ocorre em Mato Grosso do Sul, onde foram verificados negócios acima da referência. A arroba em Campo Grande (MS) tem sido negociada por R$ 91,00, a prazo. No atacado de carne com osso, as cotações estão estáveis. A proximidade do período de festas gera especulação, principalmente para as peças de traseiro.
Exportação de carne bovina
Até o dia 10 de dezembro, o Brasil exportou 46,6 mil toneladas de carne bovina in natura, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O volume representa 56,3% do total embarcado durante todo o mês passado e 73,9% na comparação com o total de dezembro de 2011.
Assim, mesmo com as especulações no mercado externo, causadas pela questão dos beta-agonistas levantada pela Rússia e do achado priônico, o volume embarcado até o momento vem apresentando bons resultados.
As exportações de carne bovina de Rondônia, considerando in natura e industrializada, somaram 9,1 mil toneladas equivalente carcaça (tec), em novembro deste ano. O valor representa uma queda de 18,1% em relação ao mês anterior, quando foram embarcadas 11,1 mil tec.
Na comparação com o mesmo período do ano passado houve aumento de 82,3%. Naquele mês foram exportadas cinco mil tec. O faturamento ficou em US$ 32,5 milhões, 17% menos que o registrado em outubro último (US$ 39,1 milhões) e 83,1% mais em relação a novembro do ano passado (US$ 17,7 milhões).
Fonte: Scot consultoria
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Abrafrigo prevê perda de US$ 20 milhões por mês com vaca louca
Seis países já suspenderam compras de carne bovina brasileira
Caso não clássico de vaca louca ocorreu há dois anos em Sertanópolis, no Paraná
A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) disse nesta quarta-feira (19/12) que os embargos à carne bovina brasileira anunciados até o momento - Japão, África do Sul, Arábia Saudita, China, Egito (somente para o Paraná) e Coreia do Sul - podem gerar perdas em receita cambial deUS$ 20 milhões ao mês. O presidente da Abrafrigo, Péricles Salazar, disse em comunicado que, de janeiro a outubro de 2012, o País exportou 1,029 milhão de toneladas de carne bovina, com negócios de US$ 4,75 bilhões.
Desde o anúncio do caso não clássico de vaca louca que ocorreu há dois anos em uma fazenda localizada no município em Sertanópolis, no Paraná, vários países suspenderam a compra de carne bovina do Brasil para tentar baixar o preço. A vaca morreu há dois anos por outras causas e não por EEB (Encefalopatia Espongiforme Bovina, nome científico da doença), mas o Ministério da Agriculturademorou a divulgar o exame. Além dos seis países que já suspenderam as importações de carne bovina, na Venezuela, os fazendeiros pediram a suspensão da compra de carne bovina congelada e de gado em pé do Brasil até que haja um estudo sobre os riscos de contaminação da vaca louca
"Os volumes exportados pelos seis países, considerando-se que o Egito restringiu apenas o Estado do Paraná, é de 44,4 mil toneladas, representando um faturamento de US$ 198,3 milhões, o que corresponde a uma participação porcentual de 4,32% no volume e 4,17% no valor das vendas", explicou Salazar na nota.
Desde o anúncio do caso não clássico de vaca louca que ocorreu há dois anos em uma fazenda localizada no município em Sertanópolis, no Paraná, vários países suspenderam a compra de carne bovina do Brasil para tentar baixar o preço. A vaca morreu há dois anos por outras causas e não por EEB (Encefalopatia Espongiforme Bovina, nome científico da doença), mas o Ministério da Agriculturademorou a divulgar o exame. Além dos seis países que já suspenderam as importações de carne bovina, na Venezuela, os fazendeiros pediram a suspensão da compra de carne bovina congelada e de gado em pé do Brasil até que haja um estudo sobre os riscos de contaminação da vaca louca
"Os volumes exportados pelos seis países, considerando-se que o Egito restringiu apenas o Estado do Paraná, é de 44,4 mil toneladas, representando um faturamento de US$ 198,3 milhões, o que corresponde a uma participação porcentual de 4,32% no volume e 4,17% no valor das vendas", explicou Salazar na nota.
Boa receptividade
O comunicado divulgado pela Abrafrigo vem apesar de o Ministério da Agricultura ter dado boas notícias sobre o assunto, também nesta quarta-feira. Após reunião de técnicos do governo com representantes de 25 países, na sede da Organização Mundial de Comércio (OMC), em Genebra, na Suíça, os brasileiros relataram que ficaram satisfeitoscom a receptividade dos diplomatas às explicações sobre o caso.
O diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Guilherme Marques, apresentou aos diplomatas o relato sobre a confirmação da presença da proteína responsável pela EEB numa matriz que teve morte súbita em dezembro de 2010, sem apresentar sintomas da enfermidade.
No encontro, Marques relatou que o serviço brasileiro de defesa agropecuária atua conforme as exigências das normas internacionais de saúde animal e está capacitado para responder ao desafio que a questão sanitária exige". OMinistério da Agricultura informou que os diplomatas "gostaram da transparência e franqueza".
Entre os representantes das 25 nações que participaram do encontro estavam diplomatas de países que suspenderam as importações de carne bovina por temores em relação ao caso da vaca louca, como China, Coreia do Sul e Japão, além de Rússia, Estados Unidos, Austrália, Argentina e Indonésia, importantes países importadores carne bovina brasileira.
FONTE:Globo Rural On-line, com informações de agências de notícias
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Preços menores têm gerado retenção no mercado do boi gordo
Embora nos preços menores o mercado trave, as tentativas de compra abaixo da referência se mantêm.
Em São Paulo os negócios com o boi gordo ocorrem em R$94,00/@, à vista.
Mesmo com o menor ritmo de negócios devido à pressão de baixa, as escalas têm se mantido. As programações atendem, em média, cinco dias úteis.
Após os recuos de preços nos últimos dias, sem oferta coerente, os frigoríficos aumentaram as ofertas de compra no Sul de Goiás e em Dourados-MS.
Nestas regiões os machos terminados têm sido negociados por R$86,00/@ e R$88,00/@, à vista, respectivamente.
Há relatos de retenção de animais terminados. As pastagens permitem que o pecuarista mantenha o gado em engorda, à espera de preços melhores.
No mercado atacadista de carne com osso as cotações estão estáveis e a movimentação aquém da esperada.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Programa Melhor Carne é debatido em reunião na Secretaria da Agricultura
O Programa de Valorização da Carne Gaúcha - Melhor Carne deu um importante passo nesta terça-feira (18). Durante reunião da Câmara Setorial da Carne, representantes dos variados segmentos da cadeia produtiva concordaram majoritariamente com a proposta de criação de um instituto privado e um fundo público que executariam e financiariam, respectivamente, os projetos e políticas que integrarão o programa.
O programa vem sendo trabalhado desde julho de 2011, quando houve o planejamento estratégico da Câmara Setorial e ocorreu a criação de grupos de trabalho para apresentar ideias de formatação da iniciativa. O objetivo é aumentar a produção da carne de qualidade do Rio Grande do Sul, visando a conquista dos melhores mercados e, em consequência, uma maior remuneração para o produtor e geração de mais divisas para a economia gaúcha.
"Foi uma reunião nota dez", avaliou o secretário da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa), Luiz Fernando Mainardi. Segundo ele, embora ainda existam alguns pontos que precisam ser melhor debatidos, foi possível perceber que há consenso com relação ao formato do programa. "Concordamos com os instrumentos", resumiu.
Na opinião da coordenadora da Câmara Setorial da Carne, Anna Suñe, o avanço é concreto. "Hoje já não estamos discutindo mais se vamos ou não implantar o Instituto da Carne e o Fundo, mas sim como implementar", finalizou.
Os representantes dos produtores e da indústria que se manifestaram afirmaram que concordam em contribuir com o financiamento de ações como a manutenção do sistema de identificação individual do rebanho, implementação de assistência técnica e promoção da carne gaúcha. Mas, querem discutir os percentuais e são contrários que estes recursos sejam depositados no caixa único do Estado.
O presidente do Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Rio Grande do Sul (Sicadergs), Ronei Lauxen, afirmou que a indústria da carne está disposta a destinar contribuição para a formação do fundo, desde que na mesma proporção dos produtores, mas não se dispõe a arrecadar a contribuição destes para repasse posterior.
O presidente da Federação da Agricultura do Estado (Farsul), Carlos Sperotto, disse que a ideia apresentada é boa, mas que há necessidade de se debater a gestão dos recursos. "O tema ainda precisa ser amadurecido", concluiu o presidente da entidade.
O programa vem sendo trabalhado desde julho de 2011, quando houve o planejamento estratégico da Câmara Setorial e ocorreu a criação de grupos de trabalho para apresentar ideias de formatação da iniciativa. O objetivo é aumentar a produção da carne de qualidade do Rio Grande do Sul, visando a conquista dos melhores mercados e, em consequência, uma maior remuneração para o produtor e geração de mais divisas para a economia gaúcha.
"Foi uma reunião nota dez", avaliou o secretário da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa), Luiz Fernando Mainardi. Segundo ele, embora ainda existam alguns pontos que precisam ser melhor debatidos, foi possível perceber que há consenso com relação ao formato do programa. "Concordamos com os instrumentos", resumiu.
Na opinião da coordenadora da Câmara Setorial da Carne, Anna Suñe, o avanço é concreto. "Hoje já não estamos discutindo mais se vamos ou não implantar o Instituto da Carne e o Fundo, mas sim como implementar", finalizou.
Os representantes dos produtores e da indústria que se manifestaram afirmaram que concordam em contribuir com o financiamento de ações como a manutenção do sistema de identificação individual do rebanho, implementação de assistência técnica e promoção da carne gaúcha. Mas, querem discutir os percentuais e são contrários que estes recursos sejam depositados no caixa único do Estado.
O presidente do Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Rio Grande do Sul (Sicadergs), Ronei Lauxen, afirmou que a indústria da carne está disposta a destinar contribuição para a formação do fundo, desde que na mesma proporção dos produtores, mas não se dispõe a arrecadar a contribuição destes para repasse posterior.
O presidente da Federação da Agricultura do Estado (Farsul), Carlos Sperotto, disse que a ideia apresentada é boa, mas que há necessidade de se debater a gestão dos recursos. "O tema ainda precisa ser amadurecido", concluiu o presidente da entidade.
Texto: Marcos Pérez
Edição: Redação Secom
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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terça-feira, 18 de dezembro de 2012
VIDEO CARNE ANGUS CERTIFICADA
fonte : YOUTUBE
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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