quarta-feira, 15 de maio de 2019

Importación de ganado en pie: "Si el precio del novillo en Brasil queda 30% abajo de Uruguay empieza a cerrar el negocio", dijo un consignatario brasileño


Importación de ganado en pie: "Si el precio del novillo en Brasil queda 30% abajo de Uruguay empieza a cerrar el negocio", dijo un consignatario brasileño
La importación de ganado brasileño con destino al mercado interno es casi un hecho. El principal interés es del Estado de Río Grande del Sur. La diferencia de precios de la hacienda gorda y la devaluación de los países vecinos es la que hace atractivo el negocio.
Eduardo Lund, consignatario de Río Grande del Sur dijo a Tiempo de Cambio de radio Rural que con un novillo 30% más barato en Brasil respecto al de Uruguay el negocio de exportar ganado en pie es viable.
El novillo gordo en Uruguay alcanzó los US$ 3,60 por kilo carcasa mientras que en Brasil se encuentra un 29% por debajo, US$ 2,80 -con un tipo de cambio que superó los 4 reales por dólar-.
La semana pasada, las autoridades de Uruguay, Brasil, Argentina y Paraguay aprobaron los protocolos sanitarios para importar o exportar ganado en pie para faena, reproducción y engorde. Lo que faltaría son los certificados sanitarios.
El certificado para importar ganado para faena inmediata tiene como destino únicamente el mercado local ya que los protocolos de exportación de la mayoría de los países establecen que el ganado debe ser nacido y criado en el país de origen.
fonte:  Blasina y Asociados

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Egito e Iraque se destacam entre os importadores de bovinos vivos do Brasil

A Tabela a seguir apresenta os dados de compra, em milhões de dólares, dos principais compradores de bovinos vivos do Brasil no 1° trimestre de 2019, segundo dados do MDIC.

O Egito e o Iraque foram os destaques dentre os importadores de bovinos vivos do Brasil nos 3 primeiros meses de 2019.

Isso porque os egípcios aumentaram as compras no 1° trimestre de 2019 em 270,2% frente ao mesmo período de 2018, evoluindo de US$7,73 milhões para US$28,62 milhões.
O aumento nas compras do Iraque foi ainda maior, com alta de 646,5%, com as compras variando de US$2,15 milhões para US$16,05 milhões entre o 1° trimestre de 2018 e o mesmo período de 2019.
Por outro lado, a Turquia e o Líbano foram os destaques negativos nesses primeiros meses de 2019, com queda nas compras frente ao 1° trimestre de 2018. Aliás, vale lembrar que a Turquia foi o principal importador de bovinos vivos brasileiros no ano de 2018.
A Figura abaixo ilustra a participação, na receita, dos principais importadores de bovinos vivos do Brasil no 1° trimestre de 2019.

importadores de bovinos vivos
Fonte: Dados do MDIC (adaptado por Farmnews)

No 1° trimestre de 2019 o Egito participou com 37,2% do faturamento do mercado de exportação de bovinos vivos nacional, seguido do Iraque, com 20,9% e da Turquia, com 19,7%. A lista dos 5 maiores importadores de bovinos vivos brasileiros segue com o Líbano e a Jordânia.
fonte: FarmNews / Ivan Formigoni

A exportação de bovinos vivos do Brasil apresentou queda em abril de 2019 frente ao valor observado no mesmo período de 2018.

Isso porque o Brasil exportou o equivalente a US$39,34 milhões em bovinos vivos em abril de 2019, valor 35,4% menor que a receita apurada no mesmo período de 2018, de US$60,97 milhões.
Por outro lado, em relação ao mês anterior, a receita com a exportação de bovinos vivos do Brasil aumentou. Em março de 2019 o País faturou US$30,71 milhões com a venda de gado vivo para o exterior, valor 21,9% menor que o observado em abril de 2019.
E no acumulado dos 4 primeiros meses do ano, como ilustra a Tabela abaixo, o faturamento do mercado de exportação de bovinos vivos do Brasil caiu frente a receita observada no mesmo período de 2018.
A Tabela a seguir apresenta os dados de receita, em milhões de dólares, com a venda de bovinos vivos do Brasil nos primeiros 4 meses de cada ano, entre 2010 e 2019, segundo dados do MDIC.


exportação de bovinos vivos

No 1° quadrimestre de 2019 o Brasil faturou US$115,15 milhões com a exportação de bovinos vivos, queda de 29,5% frente a 2018 (US$163,44 milhões).

Apesar da queda, os dados mostram recuperação frente aos valores praticados nos primeiros meses dos anos entre 2015 e 2017, quando a receita com a venda de bovinos vivos do Brasil foi inferior a US$100 milhões em cada um dos anos.:
fonte: FarmNews / Ivan Formigoni

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Maiores exportadores de bovinos vivos entre 2015 e 2019

A Tabela a seguir destaca os dados de venda, em milhões de cabeças, dos maiores exportadores de bovinos vivos entre 2015 e 2019, segundo dados do USDA.


maiores exportadores de bovinos vivos

Em 2019 a estimativa do USDA é que o total de bovinos vivos exportados globalmente caiu ligeiramente frente a 2018, encerrando o ano de 2019 com 5,72 animais comercializados.
O México é o principal país exportador de bovinos vivos, com expectativa de alcançar em 2019 o equivalente a 1,35 milhões em vendas.

O Brasil vem logo atrás da UE, como terceiro no rank entre os maiores exportadores de bovinos vivos.

A previsão é que os embarques de animais vivos do Brasil alcance 1,00 milhão de cabeças em 2019, valor quase 5 vezes superior ao observado em 2015.
Vale destacar que a Austrália foi o principal vendedor de bovinos vivos em 2015 e 2016, perdendo gradativamente espaço dentre os principais exportadores mundiais, como destacam os dados da Tabela acima.
A Figura abaixo ilustra a evolução anual das vendas de bovinos vivos entre os principais exportadores mundiais.


maiores exportadores de bovinos vivos
Fonte: Dados do USDA (adaptado por Farmnews)

fonte:

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Histórico de compra dos principais importadores de bovinos vivos do Brasil

A Tabela a seguir destaca para os dados de compra, em milhões de dólares, dos principais importadores de bovinos vivos do Brasil, entre os anos de 2013 e 2018, segundo dados do MDIC.

Entre os anos de 2013 a 2015 a Venezuela era o destaque dentre os principais importadores de bovinos vivos do Brasil.

Isso porque em 2013 e 2014 a Venezuela foi responsável, respectivamente, por 75,6% e 82,8% das vendas de bovinos vivos do Brasil, em faturamento. Já no ano de 2015 as compras venezuelanas diminuíram sensivelmente, derrubando a receita do mercado de exportação de bovinos vivos em mais de 3 vezes frente ao ano anterior, 2016.
Pois é e hoje a Venezuela deixou de importar bovinos vivos do Brasil, cedendo o protagonismo de maior comprador à Turquia.
Em 2018 a Turquia comprou o equivalente a 71,1% de todo faturamento do mercado de exportação de bovinos vivos do Brasil.
E por falar nos principais importadores de bovinos vivos, é importante destacar também o crescimento da importância do Egito e do Iraque nos últimos anos.
Os números negativos ficam, além da Venezuela, com o Líbano, uma vez que o país importou em 2018 menos da metade do que importava em 2013, em faturamento.
Já a Jordânia apresentou comportamento de compra estável ao longo desses últimos anos, importando o equivalente a cerca de US$25,0 milhões de bovinos vivos ao ano do Brasil.
Fonte:Ivan Formigoni / Farmnews

A exportação de bovinos vivos do Brasil apresentou queda no 1° trimestre de 2019 em relação ao mesmo período de 2018.

Confira como evoluíram os dados de receita com a venda de bovinos vivos no País nos primeiros 3 meses dos últimos 10 anos, de 2010 a 2019.
A Tabela a seguir apresenta o dados de receita com a venda de bovinos vivos do Brasil nos primeiros trimestres de cada ano, de 2010 a 2019, segundo dados do MDIC.

No 1° trimestre de 2019 o Brasil exportou o equivalente a US$76,92 milhões em bovinos vivos, uma queda de 24,9% em relação ao observado no mesmo período de 2018 (US$102,46 milhões).
Apesar da queda no faturamento no 1° trimestre de 2019, os embarques diminuíram menos, 5,8% na mesma base de comparação. Isso porque o preço médio dos bovinos vivos caiu 20,3% frente ao 1° trimestre de 2018, negociado a US$1,94/kg.
Ao longo desses 10 anos, de 2010 a 2019, a receita com a exportação de bovinos vivos do Brasil nos primeiros trimestres oscilou entre a máxima de US$255,97 milhões em 2014 e a mínima de US$30,50 milhões em 2017.
A Figura abaixo ilustra a evolução das receitas com a venda de bovinos vivos do Brasil no 1 trimestre de cada ano, entre 2010 e 2019.

exportação de bovinos vivos
Fonte: Dados do MDIC (adaptado por Farmnews)

Essa queda em 2017 é explicada pelo fato da Venezuela deixar de importar gado vivo do Brasil. Aliás, clique aqui e confira a evolução histórica anual de compra dos principais importadores de bovinos vivos do Brasil.

fonte:Ivan Formigoni / Farmnews

Uruguai, trunfo da Marfrig na exportação

Os parques eólicos que pipocam pela Ruta 5 ajudam a quebrar a monotonia da rodovia que liga o sul ao norte do Uruguai. De jipe ou caminhão, o trajeto de Montevidéu a Tacuarembó é quase todo marcado pelas pastagens do pampa, em um ritmo pacato que pouco lembra a incessante busca por produtividade do moderno agronegócio. Mas que ninguém se engane. Na terra de Pepe Mujica, a pecuária é parte de um estilo de vida. E a carne bovina, um assunto de Estado.
Em um país pequenino – “chiquito”, como dizem os nativos -, que não dispõe da abundância de grãos que caracteriza os vizinhos Brasil e Argentina, a produção extensiva de gado deixou de ser uma necessidade para evitar a deterioração das pastagens naturais e se transformou em um ativo explorado para a propaganda da carne uruguaia no mundo.
“Temos dois campos de futebol para cada cabeça de gado”, brinca Marcelo Secco, executivo que comanda as operações da Marfrig Global Foods no Uruguai, em alusão à liberdade de movimentação do rebanho e à comida verde.
Nesta semana, a reportagem do Valor atravessou a Ruta 5 para conhecer o principal frigorífico da brasileira Marfrig no Uruguai, em Tacuarembó, a pouco mais de 100 quilômetros da fronteira com Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul. Responsável por 22% dos abates e por mais de 30% das exportações uruguaias de carne, a companhia é o maior grupo privado do país, empregando mais de 3 mil pessoas e faturando ao menos US$ 500 milhões por ano – estimativa a partir das exportações uruguaias, que renderam US$ 1,6 bilhão em 2018.
Com um rebanho de 12 milhões de bovinos, quase o quádruplo da população local, o Uruguai se notabilizou na pecuária global como um país de rara estabilidade para os padrões da América do Sul e acesso privilegiado a cobiçados mercados, como EUA, União Europeia e China – a conquista mais recente veio em janeiro, com a abertura do Japão. O mercado externo é o coração da indústria frigorífica uruguaia. Embora o país seja o mais carnívoro do mundo – o consumo anual é de cerca de 60 quilos por habitante – 70% da produção nacional é exportada. Nessas condições, o acesso internacional é questão de sobrevivência.
As condições especiais da agroindústria do Uruguai estão relacionadas, é claro, ao tamanho do país, reconhece Secco. Afinal, as importações uruguaias representam uma parcela menor do comércio de carnes – 5% das exportações mundiais, conforme o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). Em comparação, qualquer abertura comercial para o Brasil, que responde por 20% das exportações de carne bovina, pode provocar forte resistência, como demonstram produtores americanos contrários à entrada da carne bovina in natura do Brasil.


Mas isso não é tudo, ressalta o brasileiro Miguel Gularte, executivo-chefe da Marfrig na América do Sul. Nas últimas cinco décadas, o Uruguai erigiu um sólido sistema sanitário, lastreado pelo Ministério da Agricultura local e, principalmente, pelo Instituto Nacional de Carnes (Inac), entidade pública de direito privado financiada com recursos dos frigoríficos e dos pecuaristas. Essa estrutura permitiu ao Uruguai criar, há mais de dez anos, um programa obrigatório de rastreabilidade do rebanho bovino, o que ajuda na certificação de importadores exigentes como os europeus.
O país também conta com um modelo nacional para remunerar os pecuaristas com base em características da carcaça. O sistema, automatizado, é regulado por quatro balanças em diferentes fases do processo produtivo, do animal vivo à carcaça bovina já limpa (toalete, no jargão setorial). Os dados da balança são enviados em tempo real para o Inac, o que também dota o país de uma capacidade estatística incomum para os padrões do segmento.
Com a gestão azeitada, os frigoríficos uruguaios conseguiram se especializar em nichos. Nesse processo, fizeram as pastagens naturais – cerca de 90% do território do país é coberto por pasto -, se transformarem em vantagem para a produção orgânica, que rende preços cerca de 30% maiores, conta Secco. Na Marfrig, 20% do faturamento é gerado nas exportações de carne bovina orgânica, especialmente para os EUA.
Conforme o executivo, a confiança dos importadores no sistema sanitário uruguaio permitiu acesso a mercados impensáveis para um país que vacina o rebanho contra o vírus da febre aftosa. Principal destino das exportações uruguaias, absorvendo cerca de 60% do volume exportado, a China também compra carne com osso e o próprio osso bovino – o Brasil só pode exportar carne sem osso em razão do alegado risco de contaminação por aftosa nos ossos.
Com essa vantagem, a Marfrig consegue vender o osso que é utilizado na preparação de caldos pelos chineses por US$ 1 mil por tonelada. Não fosse isso, o produto renderia US$ 100 e seria utilizado para a fabricação de farinha de carne e ossos.
Em busca de nichos, o Uruguai avançou na instalação de confinamentos (onde o gado é alimentado com grãos) para atender à “481”, uma cota livre de impostos criada pela UE. Mesmo sem contar com uma ampla oferta de grãos, o país utiliza o pouco que produz para abastecer o gado engordado nos confinamentos, o que permite que alguns pecuaristas cometessem a ousadia de deixar “apenas” um campo de futebol para cada. Definitivamente, não falta espaço no Uruguai.
Fonte: Valor Econômico.

Sindicato desmente rumores de que Marfrig vai fechar

Comentários de que a planta do Marfrig em Alegrete poderia fechar foram desmentidos pelo Sindicato da Indústria da Alimentação.


Marcos Rosse, presidente do Sindicato, informa que a indústria mantém uma média de 500 abates por dia, às vezes chegando a 700 reses. Cerca de 680 trabalhadores atuam na planta da empresa em Alegrete.
O Sindicalista diz que, inclusive, estão contratando trabalhadores em menor número, portanto os boatos de que poderá fechar, não procede.
Atualmente, o frigorífico Marfrig é um dos maiores empregadores de Alegrete.
Vera Soares Pedroso
fonte: Alegretetudo

segunda-feira, 25 de março de 2019

Embarques brasileiros de animais vivos recuam 25% no 1º bi

No acumulado do primeiro bimestre deste ano, as exportações brasileiras de animais vivos atingiram 73 mil cabeças, o que representou queda de 25% sobre a quantidade embarcada em igual período de 2018, informa a analista Letícia Vecchi, da Scot Consultoria.
No período analisado, o Egito liderou as compras de gado em pé do Brasil, com importação de 44,5 mil cabeças.
No ano passado, os embarques brasileiros de animais vivos atingiram o volume recorde de 810 mil cabeças.
fonte: DBO

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

RS ´Secretaria da Agricultura divulga calendário oficial de feiras e exposições para 2019



Aérea Expointer
Expointer será de 24 de agosto a 1º de setembro neste ano - Foto: Daniela Barcellos/Palácio Piratini

O calendário oficial de feiras e exposições agropecuárias do Rio Grande do Sul para 2019 foi publicado nesta terça-feira (29) no Diário Oficial do Estado (DOE).

São 186 eventos espalhados por todo o estado, incluindo a Expointer, que neste ano ocorre de 24 de agosto a 1º de setembro.

A lista completa está disponível neste link.

Texto: Ascom Agricultura
Edição: Léa Aragón/Secom 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

COTAÇÔES de gado gordo e reposição no RS 29.01.2019


DATA 29/01/2019
GADO GORDO
Região de Pelotas / Prazo 30 dias
PESO VIVO
Boi gordo.....R$ 5,20 – 5,50
Vaca gorda...R$ 4,60 – 4,70
A RENDIMENTO
Boi gordo.....R$ 10,40 – 10,90
Vaca gorda...R$ 10,00 – 10,20
REPOSIÇÃO
Terneiro castrado.. .R$ 5,50 - 5,60
Terneiro inteiro....... R$ 5,50 - 5,60
Terneira............ ......R$.5,10 - 5,30
Novilho s/ano..........R$ 5,00 - 5,30
Novilho 2,5..............R$.4,90 - 5,00
Novilha s/ano..........R$ 4,80 - 4,90
Novilha 2,5......... ....R$.4,70 - 4,90
Vaca invernar..........R$ 4,10 - 4,30
Vaca prenhe...........R$ 1.900 -2.200
Vaca c/cria..............R$ 2.100 - 2.400
FONTE: LUND NEGÓCIOS

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Dados da exportação de gado em pé do Brasil, de 2009 a 2018

Dados da exportação de gado em pé do Brasil entre os anos de 2009 a 2018.

Afinal, como evoluíram os dados da exportação de gado em pé do Brasil em termos de receita, embarques e preços ao longo dos últimos 10 anos?
A Tabela a seguir apresenta os dados de receita, em milhões de dólares, embarques, em mil toneladas e de preço, em dólares por tonelada, em cada ano, de 2009 a 2018, segundo dados do MDIC.
dados da exportação de gado em pé
Em 2018 a receita com a exportação de gado em pé do Brasil foi de US$534,75 milhões, alta de 93,7% frente ao valor apurado no ano de 2017, quando somou o equivalente a US$276,04 milhões.
Aliás, o faturamento com a exportação de gado em pé do Brasil em 2018 esteve longe dos recordes anteriores, uma vez que as vendas externas de bovinos vivos já somaram o equivalente a US$721,90 milhões no ano de 2013.
Contudo, no acumulado de 10 anos, de 2009 a 2018, a receita brasileira com a venda de gado em pé para o exterior cresceu 20,6%, saindo de US$443,52 milhões em 2009 para US$534,75 milhões em 2018.
O interessante é observar que ao longo desses 10 anos o crescimento dos embarques acumulou queda, ao contrário da receita, variando de 259,08 mil toneladas para 233,83 mil toneladas em 2018. Isso porque o preço do gado em pé no mercado internacional em 2009 foi de, em média, US$1.711,90 por tonelada para US$2.286,92 em 2018, uma alta acumulada de 33,6% no período.
A Figura abaixo ilustra a evolução da receita com a venda de gado em pé brasileiro no mercado internacional, em milhões de dólares, entre 2009 e 2018.

dados da exportação de gado em pé
Fonte: Dados do MDIC (adaptado por Farmnews)

Abertura de mercado para exportações brasileiras de bovinos vivos para a Malásia

Os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e o de Relações Exteriores informam que:

O Governo brasileiro recebeu com satisfação, por meio da Embaixada do Brasil em Kuala Lumpur, a informação de que será aberto o mercado da Malásia às exportações brasileiras de bovinos vivos para abate. A medida foi tomada após a aprovação dos requisitos sanitários negociados coordenadamente pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e pelo Ministério das Relações Exteriores, no lado brasileiro, e pelo Ministério da Agricultura e Agroindústria da Malásia.
A decisão reforça a posição do Brasil como um dos líderes mundiais na exportação de proteína animal e representa um passo importante para o aprofundamento das relações comerciais com a Malásia. O país asiático tem mais de 30 milhões de habitantes e importa cerca de 80% da carne bovina que consome.
O Governo brasileiro seguirá negociando com o governo da Malásia a exportação de gado vivo para reprodução, bem como a expansão das habilitações para exportação de carne de aves e de carne bovina.
fonte: MAPA

sábado, 26 de janeiro de 2019

Mapa define locais para receber ou exportar produtos de origem animal

Definição foi feita após Vigiagro mapear aeroportos ou portos que movimentavam a maior parte dessas cargas
A partir da próxima sexta-feira (25), todos os produtos de origem animal que forem exportados ou importados pelo Brasil, terão que ser despachados por apenas 21 pontos do país, conforme determina a Portaria 183 do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Estes locais (aeroportos, portos e outros) respondem por 95% das operações envolvendo tais produtos. Os locais estão definidos no anexo da portaria. O Vigiagro fez um levantamento dos pontos de maior movimentação dessas cargas. Também foi levada em conta a estrutura disponível para o recebimento dos produtos (câmaras frigoríficas, entreposto). As 21 selecionadas atenderam todos os requisitos. Nas outras unidades eram eventuais a importação e exportação. Segundo o Chefe Substituto da Divisão de Operações do Vigiagro, Cid Rozo, “a principal razão da mudança é o foco na vigilância agropecuária, com atenção redobrada à saúde pública e à segurança alimentar, pois os auditores fiscais federais agropecuários que estão trabalhando nessas unidades receberam treinamento para atuar em cima desses produtos específicos. Os auditores sabem quais são os riscos intrínsecos aos produtos e como atuar se encontrarem alguma inconformidade”. No treinamento dos auditores foram mostradas as inconformidades, interceptações, quais são realmente graves e onde o fiscal deve direcionar seu esforço na mercadoria que está sendo analisada. Com toda essa especialização será acelerada a operação de importação e exportação. “Na prática, serão criados corredores de importação e exportação especializados para os produtos. Quem atua na unidade estará habilitado para a fiscalização específica”, explica Cid Rozo.
MAPA

CNA assume a rastreabilidade bovina



2018: entre as carnes, bovina foi a que gerou mais divisas

A diferença em relação à carne de frango foi de apenas 2%
2018: entre as carnes, bovina foi a que gerou mais divisas

Em 2018, pelo menos na geração de divisas, a carne de frango perdeu a liderança que, aparentemente, mantinha desde o século passado: a carne bovina ocupou o posto, graças a uma receita cambial quase 8% maior que a do ano anterior. A diferença em relação à carne de frango foi de apenas 2%.

Os dados compilados pelo MAPA junto à SECEX/MDIC apontam que, entre as quatro principais carnes exportadas pelo Brasil, apenas a carne bovina fechou o exercício no “azul”. Isto, ainda que os preços do produto tenham recuado quase 3% no ano. A perda foi compensada com um aumento de 11% no volume, desempenho que, por sua vez, gerou aumento de receita de 7,85%.

Foi só, porém. A carne de frango teve volume e preço reduzidos em 5%, o que fez sua receita recuar 10%. Curiosamente, foi aqui que ocorreu a única exceção em relação à queda generalizada de preços: os industrializados (aí inclusa a carne salgada) registraram valorização de 10,5% no preço médio. Mas como o volume embarcado retrocedeu à metade (efeito, sobretudo, do embargo europeu a um grupo de abatedouros brasileiros), a receita cambial desse item recuou 45%. Neste caso, o desastre para a carne de frango só não foi maior porque o volume de industrializados representa apenas 3,5% das exportações do setor (ou 2% do volume total de carnes).

Os maiores recuos de preço -quedas da ordem de 20% -ocorreram com as carnes suína e de peru. O que, combinado com a retração dos volumes embarcados (de, respectivamente, 7% e quase 33%), ocasionou recuo de mais de 25% na receita cambial da carne suína, índice que, na carne de peru, subiu para mais de 46%.

Em volume, a carne mais exportada continua sendo a de frango, com 61% do total. Seguem-na a carne bovina, com cerca de 25%, a suína, com quase 10% e a de peru, com pouco mais de 1% (o total divulgado pelo MAPA inclui outras carnes não relacionadas na tabela).

Já na geração de receita, o primeiro lugar é, agora, da carne bovina, com 44,5% do total. A carne de frango respondeu por 43,6% - diferença inferior a 1 ponto percentual em relação à carne bovina. Carne suína e de peru responderam por, respectivamente, 8,1% e 1% da receita das carnes em 2018.
fonte: Avisite

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Em Davos, Bolsonaro diz que vai buscar investimento para o agro

O presidente da República quer ampliar a participação das commodities brasileiras no mercado internacional e “mostrar que o país mudou”
O presidente da República, Jair Bolsonaro, quer aproveitar sua participação no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, para atrair investimentos – em especial no agronegócio.
“Nós queremos mostrar, é nosso interesse especial, que o Brasil tomou medidas para que o mundo restabeleça confiança, que os negócios voltem a florescer entre o Brasil e o mundo, sem viés ideológico, que nós podemos ser um país bom para investimentos, e em especial para o agronegócio, nossas commodities mais caras. Queremos ampliar esse tipo de comércio. Por isso estamos aqui para mostrar que o Brasil mudou”, declarou aos jornalistas em vídeo disponível em sua conta no Twitter, postado após sua chegada na Suíça.



Chegamos há pouco em Davos, Suíça. As expectativas são as melhores! Uma boa tarde a todos! 👍🇧🇷🌎



Indagado por jornalistas, o presidente da República não quis antecipar encaminhamento do programa de privatizações. “A gente não vai anunciar particularidades no tocante a isso. A agenda está com nosso chefe da economia, Paulo Guedes, está bastante detalhado nesse sentido e ele vai anunciar a partir do momento que tiver certeza que faremos boas privatizações.

Jair Bolsonaro ainda informou que o discurso que fará nesta terça-feira, dia 22, na abertura do fórum, será “curto, objetivo e claro”. Segundo ele, o texto a ser lido feito e corrigido por vários ministros para que nós déssemos recado mais amplo possível do novo Brasil que se apresenta com a nossa chegada ao poder.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

COTAÇÔES de gado gordo e reposição no RS (21.01.2019)

DATA 21/01/2019
GADO GORDO
Região de Pelotas / Prazo 30 dias
PESO VIVO
Boi gordo.....R$ 5,20 – 5,50
Vaca gorda...R$ 4,60 – 4,70
A RENDIMENTO
Boi gordo.....R$ 10,40 – 10,90
Vaca gorda...R$ 10,00 – 10,20
REPOSIÇÃO
Terneiro castrado.. .R$ 5,50 - 5,60
Terneiro inteiro....... R$ 5,50 - 5,60
Terneira............ ......R$.5,10 - 5,30
Novilho s/ano..........R$ 5,00 - 5,20
Novilho 2,5..............R$.4,90 - 5,00
Novilha s/ano..........R$ 4,80 - 4,90
Novilha 2,5......... ....R$.4,70 - 4,90
Vaca invernar..........R$ 4,10 - 4,30
Vaca prenhe...........R$ 1.900 - 2.200
Vaca c/cria..............R$ 2.100 - 2.400
FONTE: LUND NEGÓCIOS

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

COTAÇÔES de gado gordo e reposição no RS

COTAÇÔES de gado gordo e reposição no RS


COTAÇÕES GORDO E REPOSIÇÃO NO RS

DATA 15/01/2019
GADO GORDO
Região de Pelotas / Prazo 30 dias
PESO VIVO
Boi gordo.....R$ 5,20 – 5,50
Vaca gorda...R$ 4,50 – 4,60
A RENDIMENTO
Boi gordo.....R$ 10,40 – 10,80
Vaca gorda...R$ 10,00 – 10,20
REPOSIÇÃO
Terneiro castrado.. .R$ 5,40 - 5,60
Terneiro inteiro....... R$ 5,30 - 5,50
Terneira............ ......R$.5,00 - 5,20
Novilho s/ano..........R$ 4,90 - 5,20
Novilho 2,5..............R$.4,80 - 5,00
Novilha s/ano..........R$ 4,70 - 4,80
Novilha 2,5......... ....R$.4,60 - 4,80
Vaca invernar..........R$ 4,00 - 4,20
Vaca prenhe...........R$ 1.800 - 2.100
Vaca c/cria..............R$ 2.000 - 2.300
FONTE: LUND NEGÓCIOS