A processadora brasileira de aves, suínos e bovinos Marfrig anunciou a aquisição da totalidade das ações da norte-americana Keystone Foods por 1,26 bilhão de dólares, informou a empresa na noite desta segunda-feira.
Com a aquisição da Keystone, que atua no desenvolvimento, produção, comercialização e distribuição de alimentos à base de carnes, a Marfrig se torna uma das fornecedoras de toda a cadeia internacional de McDonald's, Campbell's, Subway, ConAgra, Yum Brands e Chipotle.
"O mercado global de alimentação está crescendo e o Brasil tem se capitalizado nesse crescimento através de consolidações estratégicas dentro da indústria de proteínas", afirmou a Marfrig em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Para financiar a aquisição e manter a flexibilidade em seu balanço, a Marfrig irá emitir 2,5 bilhões de reais através de uma subscrição privada de debêntures mandatoriamente conversíveis em ações, com prazo de 5 anos e direito de preferência para os atuais acionistas, com preço de conversão de 21,50 reais.
"O preço de conversão poderá ser ajustado para o preço de mercado, caso o preço de conversão como calculado acima seja superior ao de mercado na época da conversão, com valor mínimo em 24,50 reais", disse a empresa.
Para o CEO da Keystone Foods, Jerry Dean, a diversidade da companhia, com operação e alcance mundiais, "irá prover novas e atrativas oportunidades para a Marfrig com substantivos clientes globais de 'food service' e industriais".
A Keystone atende a mais de 28 mil restaurantes em 13 países e teve no ano passado uma receita líquida de 6,4 bilhões de dólares em seus negócios de alimentos e distribuição.
Segundo o comunicado, a conclusão do negócio está sujeita às condições usuais aplicáveis a transações similares, incluindo a aprovação das autoridades reguladoras da livre concorrência.
"Espera-se que essa aquisição e seu financiamento estejam concluídos durante o segundo semestre de 2010", disse a Marfrig.
Fonte: Reuters
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Marfrig compra americana Keystone Foods por US 1,26 bi
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Assocon divulga 1º Censo do confinamento de SP
A partir de agora a pecuária de corte paulista já conta com um estudo detalhado sobre o volume e a situação do gado criado em sistema de confinamento. O 1º Censo de confinamento Assocon para o estado de São Paulo mapeou ao longo de um ano, 121 estabelecimentos rurais percorrendo os 645 municípios em todas as regiões do Estado. A iniciativa é fruto da parceria entre a Associação Nacional dos Confinadores (Assocon), o Centro de Defesa Animal (CDA), subordinado à Secretaria de Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo, e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
O censo mostrou um rebanho de 342.297 animais confinados em 2009 no Estado. A região de Araçatuba, no noroeste do estado, aparece na ponta do ranking com uma concentração de 40,4% do rebanho confinado do estado. Logo atrás, com metade deste percentual (21%), está Ribeirão Preto e adjacências, seguido por São José do Rio Preto (11,9%) e Bauru, com 10,1%. Outras praças pesquisadas nas mesoregiões de Araraquara, Assis, Campinas, Itapetininga, Marília, Piracicaba, Presidente Prudente, Vale do Paraíba, litoral sul e região metropolitana da capital, somaram juntas 16,6% do confinamento estadual.
Na maior parte das fazendas que passaram pela enquete quem controla o gado confinado é o proprietário do local (66,1%), 26,4% possuem gerência ou diretoria para a tomada de decisões, sendo que 19% dos confinamentos pesquisados contam com um gerente. Segundo Thiago Bernardino de Carvalho, pesquisador do Cepea, o censo traz a oportunidade para toda a cadeia de pecuária de corte, mas principalmente aos produtores, de planejar o negócio do confinamento. "Em um ambiente de altíssima competição e margens cada vez mais apertadas, saber o volume de animais confinados e a forma como esse rebanho está produzindo (estrutura, meio ambiente e responsabilidade social) é de fundamental importância para o pecuarista perante toda a cadeia".
"A importância destes dados extrapola o controle do volume de gado confinado", essa é opinião do diretor do CDA, João Carlos Hoppe, para quem os números auxiliam também na prevenção e no controle de doenças.
FONTE: Assocon, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.
O censo mostrou um rebanho de 342.297 animais confinados em 2009 no Estado. A região de Araçatuba, no noroeste do estado, aparece na ponta do ranking com uma concentração de 40,4% do rebanho confinado do estado. Logo atrás, com metade deste percentual (21%), está Ribeirão Preto e adjacências, seguido por São José do Rio Preto (11,9%) e Bauru, com 10,1%. Outras praças pesquisadas nas mesoregiões de Araraquara, Assis, Campinas, Itapetininga, Marília, Piracicaba, Presidente Prudente, Vale do Paraíba, litoral sul e região metropolitana da capital, somaram juntas 16,6% do confinamento estadual.
Na maior parte das fazendas que passaram pela enquete quem controla o gado confinado é o proprietário do local (66,1%), 26,4% possuem gerência ou diretoria para a tomada de decisões, sendo que 19% dos confinamentos pesquisados contam com um gerente. Segundo Thiago Bernardino de Carvalho, pesquisador do Cepea, o censo traz a oportunidade para toda a cadeia de pecuária de corte, mas principalmente aos produtores, de planejar o negócio do confinamento. "Em um ambiente de altíssima competição e margens cada vez mais apertadas, saber o volume de animais confinados e a forma como esse rebanho está produzindo (estrutura, meio ambiente e responsabilidade social) é de fundamental importância para o pecuarista perante toda a cadeia".
"A importância destes dados extrapola o controle do volume de gado confinado", essa é opinião do diretor do CDA, João Carlos Hoppe, para quem os números auxiliam também na prevenção e no controle de doenças.
FONTE: Assocon, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.
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Temperatura reforça La Niña
Pela primeira vez desde agosto de 2009, a temperatura de superfície do Oceano Pacífico atingiu -0,5° C, valor inicial para caracterização de La Niña. Embora seja um forte indicativo da ocorrência do fenômeno, os dados divulgados pelo órgão oficial de meteorologia do governo dos Estados Unidos precisarão se manter, pelo menos, nos próximos três meses para se confirmar efetivamente o La Niña. Até a semana passada, as temperaturas eram consideradas neutras entre -0,4°C e 0,4°C, o que formalizou o fim do El Niño.
De acordo com o diretor-geral da MetSul Meteorologia, Eugenio Hackbart, a transição de El Niño para La Niña foi muito rápida. "Até abril, estávamos com El Niño e já temos condições de La Niña em junho, após um período relâmpago de neutralidade no oceano." O fenômeno historicamente traz redução da chuva no Rio Grande do Sul, especialmente durante o verão. No inverno, as massas de ar frio tendem a ser mais intensas e frequentes. O agrônomo da Emater, Dulphe Pinheiro Machado Neto, diz que a recomendação para os produtores de milho é que antecipem ao máximo o plantio para escapar da estiagem. Ele destaca que deve ser respeitado o zoneamento entre 21 de julho e 20 de janeiro, a temperatura do solo e as características regionais. "Em julho, há previsão de frio rigoroso para algumas áreas, e, em agosto, de clima mais ameno, ideal para o plantio."
FONTE: Correio do Povo
De acordo com o diretor-geral da MetSul Meteorologia, Eugenio Hackbart, a transição de El Niño para La Niña foi muito rápida. "Até abril, estávamos com El Niño e já temos condições de La Niña em junho, após um período relâmpago de neutralidade no oceano." O fenômeno historicamente traz redução da chuva no Rio Grande do Sul, especialmente durante o verão. No inverno, as massas de ar frio tendem a ser mais intensas e frequentes. O agrônomo da Emater, Dulphe Pinheiro Machado Neto, diz que a recomendação para os produtores de milho é que antecipem ao máximo o plantio para escapar da estiagem. Ele destaca que deve ser respeitado o zoneamento entre 21 de julho e 20 de janeiro, a temperatura do solo e as características regionais. "Em julho, há previsão de frio rigoroso para algumas áreas, e, em agosto, de clima mais ameno, ideal para o plantio."
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Feicorte começa hoje em São Paulo
Mais de quatro mil animais de 20 raças, entre bovinos, caprinos e ovinos, estarão reunidos, de terça-feira (15) até sábado (19), na 16ª Feicorte, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. A expectativa dos organizadores é superar o resultado da mostra de 2009, que só em leilões faturou R$ 7 milhões, mesmo tendo sofrido forte impacto da crise financeira internacional e fechado com queda de 30% em relação a 2008.
O diretor da Agrocentro, Décio Ribeiro dos Santos, explica que a feira é focada em negócios, por isso, muitas vezes é difícil conseguir que os expositores divulguem todos os resultados de vendas. "O preço da arroba está melhor do que em 2009. Isso já é um estímulo para os pecuaristas e, com isso, esperamos ótimos resultados nesta edição."
O presidente da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), Fernando Lopa, também está confiante. Esta é a segunda participação da ABHB, que terá 41 animais frente aos 28 de 2009. "Além do julgamento e do leilão, marcamos encontros com produtores e gerentes de centrais de inseminação." Para Lopa, a feira é excelente para divulgar o trabalho das duas raças. A Associação Brasileira de Angus terá 25 expositores, com um total de 183 animais inscritos, que participarão dos julgamentos e de leilão. Também será apresentado o programa Carne Angus Certificada com a presença de frigoríficos.
FONTE: Correio do Povo
O diretor da Agrocentro, Décio Ribeiro dos Santos, explica que a feira é focada em negócios, por isso, muitas vezes é difícil conseguir que os expositores divulguem todos os resultados de vendas. "O preço da arroba está melhor do que em 2009. Isso já é um estímulo para os pecuaristas e, com isso, esperamos ótimos resultados nesta edição."
O presidente da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), Fernando Lopa, também está confiante. Esta é a segunda participação da ABHB, que terá 41 animais frente aos 28 de 2009. "Além do julgamento e do leilão, marcamos encontros com produtores e gerentes de centrais de inseminação." Para Lopa, a feira é excelente para divulgar o trabalho das duas raças. A Associação Brasileira de Angus terá 25 expositores, com um total de 183 animais inscritos, que participarão dos julgamentos e de leilão. Também será apresentado o programa Carne Angus Certificada com a presença de frigoríficos.
FONTE: Correio do Povo
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Custo de produção de bovino cresce e frango ganha espaço
Cenários: É o que prevê relatório da FAO e da OCDE para próximos 10 anos
Exigências ambientais e padrões sanitários mais rígidos vão elevar os custos da produção de carne bovina, principalmente, e desacelerar a expansão dessa proteína nos próximos dez anos. Ao mesmo tempo, crescerá a preferência do consumidor por frango em detrimento de outras carnes.
A projeção é da Agência de Agricultura e Alimentação da Organização das Nações Unidas (FAO) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em relatório sobre as perspectivas agrícolas para os próximos dez anos, ao qual o Valor teve acesso e que será divulgado nesta terça-feira (15). O documento confirma a predominância do Brasil na produção das mais diversas commodities.
LEIA MAIS: http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?CodNoticia=112001
FONTE: Valor Econômico
Autor: Assis Moreira
Exigências ambientais e padrões sanitários mais rígidos vão elevar os custos da produção de carne bovina, principalmente, e desacelerar a expansão dessa proteína nos próximos dez anos. Ao mesmo tempo, crescerá a preferência do consumidor por frango em detrimento de outras carnes.
A projeção é da Agência de Agricultura e Alimentação da Organização das Nações Unidas (FAO) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em relatório sobre as perspectivas agrícolas para os próximos dez anos, ao qual o Valor teve acesso e que será divulgado nesta terça-feira (15). O documento confirma a predominância do Brasil na produção das mais diversas commodities.
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FONTE: Valor Econômico
Autor: Assis Moreira
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Corrida acelerada pelo cultivo de eucalipto no Estado de São Paulo
Estratégia: Baixos investimentos, manejo simples e demanda aquecida atraem produtores
A quase 900 metros de altitude, no topo do Morro Grande, na estrada das Rosas, em Salesópolis (SP), o aposentado José Renó do Prado se divide entre mostrar a sua área mais recente de cultivo de eucalipto, no cume da montanha, e o telhado da sua casa de campo, lá embaixo, no pé do morro.
De cima, é possível avistar também uma imensidão de eucaliptos que ocupam praticamente 80% das áreas com alguma atividade produtiva no município, que se notabilizou por abrigar a nascente do rio Tietê onde as águas permanecem ainda límpidas, enquanto na capital paulista, distante apenas 100 quilômetros, jazem em meio aos detritos urbanos.
LEIA MAIS: http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?CodNoticia=112000
FONTE: AGROLINK
A quase 900 metros de altitude, no topo do Morro Grande, na estrada das Rosas, em Salesópolis (SP), o aposentado José Renó do Prado se divide entre mostrar a sua área mais recente de cultivo de eucalipto, no cume da montanha, e o telhado da sua casa de campo, lá embaixo, no pé do morro.
De cima, é possível avistar também uma imensidão de eucaliptos que ocupam praticamente 80% das áreas com alguma atividade produtiva no município, que se notabilizou por abrigar a nascente do rio Tietê onde as águas permanecem ainda límpidas, enquanto na capital paulista, distante apenas 100 quilômetros, jazem em meio aos detritos urbanos.
LEIA MAIS: http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?CodNoticia=112000
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Embrapa Pecuária Sul completa 35 anos de fundação
No último domingo (13), a Embrapa Pecuária Sul completou 35 anos de fundação. Localizado em Bagé (RS), o centro de pesquisas desenvolve trabalhos de pesquisa, desenvolvimento e inovação em bovinocultura (corte e leite), ovinocultura e forrageiras, com foco nos Campos Sul-Brasileiros, localizados no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.
A equipe atual é formada por 19 pesquisadores, 11 analistas com diferentes formações de nível superior e 68 assistentes dos campos experimentais, laboratoristas, técnicos e administrativos, totalizando 98 empregados – com a recente realização de concurso público pela Embrapa, o quadro deverá chegar a 121 empregados. Os trabalhos atuais têm sido realizados não apenas na área de 2.783 hectares do Centro, mas também na região da Campanha, no Noroeste gaúcho e na região dos Campos de Cima da Serra, sempre em parceria com instituições de pesquisa, ensino, extensão e com organizações de produtores.
LEIA MAIS : http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?CodNoticia=111967
FONTE: AGROLINK
A equipe atual é formada por 19 pesquisadores, 11 analistas com diferentes formações de nível superior e 68 assistentes dos campos experimentais, laboratoristas, técnicos e administrativos, totalizando 98 empregados – com a recente realização de concurso público pela Embrapa, o quadro deverá chegar a 121 empregados. Os trabalhos atuais têm sido realizados não apenas na área de 2.783 hectares do Centro, mas também na região da Campanha, no Noroeste gaúcho e na região dos Campos de Cima da Serra, sempre em parceria com instituições de pesquisa, ensino, extensão e com organizações de produtores.
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Marfrig toma lugar do JBS na redistribuição da Cota Hilton argentina
BUENOS AIRES - A Oficina Nacional de Controle Comercial Agropecuário (ONCCA), o organismo que regula o comércio do setor na Argentina, redistribuiu 3.293,4 toneladas de cortes de carne bovina de alta qualidade correspondente à chamada Cota Hilton, destinada à União Europeia (UE), para evitar o não cumprimento do acordo de exportação ao mercado europeu.
O frigorífico Quickfood, controlado pelo brasileiro Marfrig, foi o que recebeu a maior parcela da cota distribuída: 153,9 toneladas. O restante da cota foi distribuído entre Friar (136,4 toneladas); Finexcor (136,4 toneladas); Gorina (136,4 toneladas); Arrebeef (133,2 toneladas); Rioplatense (131,7 toneladas) e Paladini (128,5 toneladas). Entre os chamados projetos, Exal recebeu 7 toneladas; Companhia Ganadera ficou com 6,9 toneladas; União de produtores Uisa (6,4 toneladas); Associação de Cooperativas Argentinas (6,1 toneladas); Associação Argentina de Criadores de Hereford (5,9 toneladas).
A redistribuição deste volume ocorreu por causa da impossibilidade de algumas empresas de completar os embarques no tempo devido. Entre elas, a brasileira JBS, uma das que mantém as maiores fatias da Hilton. Também não puderam cumprir o acordo Casepa, Rafaela Alimentos, Frigorífico Lafayette, Catter Meat e Macellarius. Outras não conseguiram apresentar as garantias exigidas pelo governo: Campos del Sur, El Cuyum Andino, Tomas Arias e Conallison.
Em considerações da norma publicada ontem no Diário Oficial, a Oficina Nacional de Controle Comercial Agropecuário (ONCCA) diz que "medida foi adotada atendendo às excepcionalidade do presente ciclo comercial e ante à resignação desta porção da cota por parte de algumas empresas devido a distintos motivos".
O texto destaca ainda que "o objetivo do governo é que o total do contingente tarifário outorgado pela União Europeia à Argentina seja embarcado oportunamente", completa a resolução. A decisão é uma clara resposta aos protestos das entidades ruralistas e exportadores que apontam erros do governo na distribuição da cota.
Na sexta-feira, a Confederações Rurais Argentinas (CRA) emitiu um comunicado no qual afirmava que a Argentina deixará de exportar US$ 130 milhões em carne bovina com o não cumprimento da Cota Hilton. "As restrições às exportações de produtos agropecuários e, em particular, de carne afetam negativamente o cumprimento dos compromissos assumidos pela Argentina em matéria de Cota Hilton", disse a entidade.
O frigorífico Quickfood, do brasileiro Marfrig, foi o maior beneficiado com a redistribuição de parte da Cota Hilton pelo governo argentino. Ontem, Buenos Aires realocou 3.293,4 toneladas de cortes de carne bovina de alta qualidade correspondentes à parcela destinada à União Europeia (UE). A medida foi tomada para evitar o não-cumprimento do acordo de exportação ao mercado europeu. A redistribuição se deu por causa da impossibilidade de algumas empresas de completar os embarques no tempo devido, entre as quais a brasileira JBS, uma das que mantêm as maiores fatias da Hilton.
Segundo as Confederações Rurais Argentinas (CRA), o país deixará de exportar US$ 130 milhões em carne bovina com o não-atendimento da Cota Hilton. O não-cumprimento do acordo pode abrir uma brecha para o Brasil, que tenta há anos elevar sua participação no embarque de carnes à União Europeia.
Enquanto tenta destravar a Cota Hilton, o País briga em outras frentes, entre elas a suinocultura. Coreia do Sul, Japão e China devem ser os próximos destinos da carne de porco nacional. Para atender esses mercados, o Brasil está se adequando às questões sanitárias e realizando o ajuste de cortes para exportar já em 2011.
FONTE: DCI
O frigorífico Quickfood, controlado pelo brasileiro Marfrig, foi o que recebeu a maior parcela da cota distribuída: 153,9 toneladas. O restante da cota foi distribuído entre Friar (136,4 toneladas); Finexcor (136,4 toneladas); Gorina (136,4 toneladas); Arrebeef (133,2 toneladas); Rioplatense (131,7 toneladas) e Paladini (128,5 toneladas). Entre os chamados projetos, Exal recebeu 7 toneladas; Companhia Ganadera ficou com 6,9 toneladas; União de produtores Uisa (6,4 toneladas); Associação de Cooperativas Argentinas (6,1 toneladas); Associação Argentina de Criadores de Hereford (5,9 toneladas).
A redistribuição deste volume ocorreu por causa da impossibilidade de algumas empresas de completar os embarques no tempo devido. Entre elas, a brasileira JBS, uma das que mantém as maiores fatias da Hilton. Também não puderam cumprir o acordo Casepa, Rafaela Alimentos, Frigorífico Lafayette, Catter Meat e Macellarius. Outras não conseguiram apresentar as garantias exigidas pelo governo: Campos del Sur, El Cuyum Andino, Tomas Arias e Conallison.
Em considerações da norma publicada ontem no Diário Oficial, a Oficina Nacional de Controle Comercial Agropecuário (ONCCA) diz que "medida foi adotada atendendo às excepcionalidade do presente ciclo comercial e ante à resignação desta porção da cota por parte de algumas empresas devido a distintos motivos".
O texto destaca ainda que "o objetivo do governo é que o total do contingente tarifário outorgado pela União Europeia à Argentina seja embarcado oportunamente", completa a resolução. A decisão é uma clara resposta aos protestos das entidades ruralistas e exportadores que apontam erros do governo na distribuição da cota.
Na sexta-feira, a Confederações Rurais Argentinas (CRA) emitiu um comunicado no qual afirmava que a Argentina deixará de exportar US$ 130 milhões em carne bovina com o não cumprimento da Cota Hilton. "As restrições às exportações de produtos agropecuários e, em particular, de carne afetam negativamente o cumprimento dos compromissos assumidos pela Argentina em matéria de Cota Hilton", disse a entidade.
O frigorífico Quickfood, do brasileiro Marfrig, foi o maior beneficiado com a redistribuição de parte da Cota Hilton pelo governo argentino. Ontem, Buenos Aires realocou 3.293,4 toneladas de cortes de carne bovina de alta qualidade correspondentes à parcela destinada à União Europeia (UE). A medida foi tomada para evitar o não-cumprimento do acordo de exportação ao mercado europeu. A redistribuição se deu por causa da impossibilidade de algumas empresas de completar os embarques no tempo devido, entre as quais a brasileira JBS, uma das que mantêm as maiores fatias da Hilton.
Segundo as Confederações Rurais Argentinas (CRA), o país deixará de exportar US$ 130 milhões em carne bovina com o não-atendimento da Cota Hilton. O não-cumprimento do acordo pode abrir uma brecha para o Brasil, que tenta há anos elevar sua participação no embarque de carnes à União Europeia.
Enquanto tenta destravar a Cota Hilton, o País briga em outras frentes, entre elas a suinocultura. Coreia do Sul, Japão e China devem ser os próximos destinos da carne de porco nacional. Para atender esses mercados, o Brasil está se adequando às questões sanitárias e realizando o ajuste de cortes para exportar já em 2011.
FONTE: DCI
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terça-feira, 15 de junho de 2010
COMPRO
COMPRO 40 TERNEIRAS RED ANGUS OU ANGUS PRETAS DEFINIDAS, DESMAMADAS.
COMPRO 20 NOVILHAS RED ANGUS OU ANGUS PRETAS DEFINIDAS,SOBRE ANO.
COMPRO NOVILHOS EUROPEUS OU CRUZA EUROPÉIA.
COMPRO 20 NOVILHAS RED ANGUS OU ANGUS PRETAS DEFINIDAS,SOBRE ANO.
COMPRO NOVILHOS EUROPEUS OU CRUZA EUROPÉIA.
COMPRO 200 NOVILHOS ANGUS VERMELHOS E PRETOS
INTERESSADOS TRATAR COM LUND 8111.3550 OU 9994.1513
INTERESSADOS TRATAR COM LUND 8111.3550 OU 9994.1513
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VENDO
VENDO 20 VACAS ANGUS COM PRENHES POSITIVA DE MARCA CONCEITUADA NA REGIÃO
PREÇO R$ 1.000,00
INTERESSADOS TARTAR COM LUND 8111.3550 OU 9994.1513
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PREÇOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO / KG VIVO
EM 14.06.2010
REGIÃO DE PELOTAS
KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 2,65 A R$ 2,75
VACA GORDA: R$ 2,25 A R$ 2,35
A RENDIMENTO:
BOI GORDO R$ 5,30 A 5,45
VACA GORDA R$ 4,90 A 5,05
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR WWW.LUNDNEGOCIOS.BLOGSPOT.COM
REGIÃO DE PELOTAS
KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 2,65 A R$ 2,75
VACA GORDA: R$ 2,25 A R$ 2,35
A RENDIMENTO:
BOI GORDO R$ 5,30 A 5,45
VACA GORDA R$ 4,90 A 5,05
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR WWW.LUNDNEGOCIOS.BLOGSPOT.
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PREÇOS DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO

REGIÃO DE PELOTAS
OBS: *LIVRE DE FUNRURAL
PRAZO: 30 DIAS
INFORMAÇÃO MARFRIG
*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 14.06.2010
BOI: R$ 5,20 A R$ 5,30
VACA: R$ 4,85 A R$ 4,95
BOI: R$ 5,20 A R$ 5,30
VACA: R$ 4,85 A R$ 4,95
OBS: *LIVRE DE FUNRURAL
PRAZO: 30 DIAS
Compras só a rendimento.
FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
FONE: 9981.1203 Humberto Costa.
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PREÇOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO*
EM 14.06.2010REGIÃO DE PELOTAS
.
.
TERNEIROS R$ 2,50 A R$ 2,70
TERNEIRAS R$ 2,20 A R$ 2,40
NOVILHOS R$ 2,35 A R$ 2,50
BOI MAGRO R$ 2,25 A R$ 2,40
VACA DE INVERNAR R$ 1,90 A R$ 1,95
.
*GADO PESADO NA FAZENDA
.
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR http://www.lundnegocios.blogspot.com
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COTAÇÕES
PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 14/06/2010 INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 11/06/2010 - PRAÇA RS Ver todas cotações Ver gráfico
| |||||||||||||||||||||||
FONTE : ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD
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COTAÇÕES
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CASARÃO REMATES
Médias leilão do dia 10 de junho em Pelotas
Ultimo leilão realizado pela empresa, foi nesta quinta, dia 10 de junho na rural de Pelotas. O leilao comercializou 680 animais, com as seguintes medias por categoria.
- terneiros 420,00
- terneiras 370,00
- vacas invernar 694,00
- novilhos 1,5 anos 577,00
- novilhos 2 anos 622,00
Proximo leilão em Pelotas sera no dia 17 de junho, quinta feira as 20h na rural de Pelotas, as inscriçoes estao abertas, ligue 53. 3223.2424.
FONTE: CASARÃO REMATES
Ultimo leilão realizado pela empresa, foi nesta quinta, dia 10 de junho na rural de Pelotas. O leilao comercializou 680 animais, com as seguintes medias por categoria.
- terneiros 420,00
- terneiras 370,00
- vacas invernar 694,00
- novilhos 1,5 anos 577,00
- novilhos 2 anos 622,00
Proximo leilão em Pelotas sera no dia 17 de junho, quinta feira as 20h na rural de Pelotas, as inscriçoes estao abertas, ligue 53. 3223.2424.
FONTE: CASARÃO REMATES
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FEIRAS DE TERNEIROS (AS)
São José do Ouro fecha ciclo
Na última feira de terneiros prevista pela Secretaria da Agricultura neste outono, São José do Ouro registrou, sábado, faturamento de R$ 563,25 mil. Foram vendidos 974 animais com média por quilo vivo de R$ 3,40. O presidente do sindicato rural José Costaguta considerou o resultado excelente.
Destaques do circuito
- Maior média:
R$ 3,59 em Cambará do Sul
- Maior comercialização:
R$ 4,28 milhões em São Francisco de Assis.
- Maior volume de animais:
7.919 em São Francisco de Assis.
Fonte: escritórios e sindicatos rurais
Na última feira de terneiros prevista pela Secretaria da Agricultura neste outono, São José do Ouro registrou, sábado, faturamento de R$ 563,25 mil. Foram vendidos 974 animais com média por quilo vivo de R$ 3,40. O presidente do sindicato rural José Costaguta considerou o resultado excelente.
Destaques do circuito
- Maior média:
R$ 3,59 em Cambará do Sul
- Maior comercialização:
R$ 4,28 milhões em São Francisco de Assis.
- Maior volume de animais:
7.919 em São Francisco de Assis.
Fonte: escritórios e sindicatos rurais
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Mercado ampliado para carne de búfalo
Começou neste mês a venda de carne selecionada com selo de qualidade da Cooperbulafo nas seis lojas do Zaffari/Bourbon, na Capital. Para fornecer ao projeto Búfalo Jovem da rede varejista em parceria com o Frigorífico Familie, de Pelotas, é preciso entregar para o abate animais com idade entre 18 e 24 meses e cobertura de gordura de até 4 centímetros. De acordo com o presidente da Cooperbúfalo, Júlio Ketzer, a cooperativa está preparada para atender, inicialmente, ao consumo de cem carcaças semanais, mas este volume pode ser revisto dependendo da demanda nos primeiros 30 dias. A rede já trabalha com queijos produzidos pela cooperativa.
Fonte: Correio do povo
Fonte: Correio do povo
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6° Remate de Ventres & Cruzas Angus vende R$ 407,43 mil em São Borja

O 6º Remate de Ventres & Cruzas Angus, promovido pelo Núcleo de Criadores de Aberdeen Angus de São Borja, e realizado com a chancela da Associação Brasileira de Angus (ABA), vendeu R$ 407,43 mil com a comercialização de 706 animais, em 08 de junho, no município. Do total dos animais apresentados no recinto, destaque para a liquidez dos terneiros Angus certificados. Foram vendidos todos os 300 terneiros e terneiras Angus certificadas (150 machos e 150 fêmeas) que entraram em pista. Os machos obtiveram valor de R$ 2,99 o quilo/vivo (Kg/vv) e as fêmeas R$ 2,90 Kg/vv. “A nossa região de São Borja está procurando genética e animais melhoradores para investir e isso vem em uma crescente nos últimos anos”, apostou Miguel Lopes de Almeida, que preside o Núcleo de Criadores de Aberdeen Angus de São Borja. Entre os investidores do leilão está o criador Nei Trindade, de São Borja, que foi o maior comprador de terneiros Angus certificados, como informou Almeida.
A média dos touros Angus PC também chamou a atenção do presidente do Núcleo. Os seis animais saíram ao preço médio de R$ 3,4 mil. Nas vacas Angus PC (30 fêmeas), o valor médio foi de R$ 1,2 mil. Entre os municípios compradores e, apostando na raça Aberdeen Angus, estão Santo Antônio das Missões e São Luiz Gonzaga. “O remate foi superior ao do ano passado, que apresentou seca. Tivemos expectativa alcançada e qualidade diferenciada, este ano”, concluiu o presidente do Núcleo de Criadores de Aberdeen Angus de São Borja
A média dos touros Angus PC também chamou a atenção do presidente do Núcleo. Os seis animais saíram ao preço médio de R$ 3,4 mil. Nas vacas Angus PC (30 fêmeas), o valor médio foi de R$ 1,2 mil. Entre os municípios compradores e, apostando na raça Aberdeen Angus, estão Santo Antônio das Missões e São Luiz Gonzaga. “O remate foi superior ao do ano passado, que apresentou seca. Tivemos expectativa alcançada e qualidade diferenciada, este ano”, concluiu o presidente do Núcleo de Criadores de Aberdeen Angus de São Borja
As cabanhas vendedoras foram: Cabanha Ave Maria, Cabanha Cassacan, Cabanha Guajuvira, Cabanha Santa Clara, Cabanha São João, Cabanha São João Mirim e Fazenda Santa Vitória.
Crédito Foto: Núcleo de Criadores de Angus de São Borja :::Fonte: Associação Brasileira de Angus/Assessoria de Imprensa Luciana Bueno
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ABHB abre inscrições para a Expointer 2010
A Associação Brasileira de Hereford e Braford já está recebendo as inscrições para a Expointer 2010. Conforme o regulamento deste ano, as inscrições para os animais a galpão terá a data limite no dia 2 de julho e os rústicos, 6 de agosto.
Em 2009 a ABHB levou para a feira 374 animais e o grande número de eventos ajudaram a marcar e dar maior evidência às raças hereford e braford. Nesse sentido para 2010 são esperados pelo menos a participação de 400 animais a prêmio.
A programação para as raças Hereford&Braford na Expointer 2010 será a seguinte:
de 23 a 27/08 - Entrada dos Animais a Galpão
28/08 - admissão dos animais Galpão
30/08 - 14 horas Julgamento Galpão - Pista 5
31/08 - a partir das 8h30min - Julgamento Galpão
31/08- Entrada e Admissão dos Rústicos
1º/09 - Julgamento Rústicos a partir das 8 horas
1º/09 - 5º Leilão Prime HB
02/09 - 12º Jurado Jovem - Pista 5
03/09 - Desfile dos Campeões
Os jurados da feira
Este ano novamente a ABHB fez a eleição por voto para os jurados da Expointer e os escolhidos foram Ricardo Pereira Duarte e Ricardo do Amaral Furtado. Os dois são criadores experientes e conhecedores das raças HB. Ricardo Duarte, proprietário da Cabanha Touro Passo de Uruguaiana, vai julgar a raça Braford. O Furtado, atual vice-presidente da ABHB é de Santana do Livramento e um dos proprietários da Reculuta Agropastoril, vai ser responsável pelo julgamento da raça Hereford.
Maiores informações sobre regulamento, inscrições e programação da ABHB na Expointer 2010 podem acessar o site da entidade (www.abhb.com.br) ou mandar e-mail para secretaria.hereford@braford.com.br ou ainda pelos telefones (53) 3242-1332/3241-9164. As informações são de assessoria de imprensa.
FONTE: Agrolink
Em 2009 a ABHB levou para a feira 374 animais e o grande número de eventos ajudaram a marcar e dar maior evidência às raças hereford e braford. Nesse sentido para 2010 são esperados pelo menos a participação de 400 animais a prêmio.
A programação para as raças Hereford&Braford na Expointer 2010 será a seguinte:
de 23 a 27/08 - Entrada dos Animais a Galpão
28/08 - admissão dos animais Galpão
30/08 - 14 horas Julgamento Galpão - Pista 5
31/08 - a partir das 8h30min - Julgamento Galpão
31/08- Entrada e Admissão dos Rústicos
1º/09 - Julgamento Rústicos a partir das 8 horas
1º/09 - 5º Leilão Prime HB
02/09 - 12º Jurado Jovem - Pista 5
03/09 - Desfile dos Campeões
Os jurados da feira
Este ano novamente a ABHB fez a eleição por voto para os jurados da Expointer e os escolhidos foram Ricardo Pereira Duarte e Ricardo do Amaral Furtado. Os dois são criadores experientes e conhecedores das raças HB. Ricardo Duarte, proprietário da Cabanha Touro Passo de Uruguaiana, vai julgar a raça Braford. O Furtado, atual vice-presidente da ABHB é de Santana do Livramento e um dos proprietários da Reculuta Agropastoril, vai ser responsável pelo julgamento da raça Hereford.
Maiores informações sobre regulamento, inscrições e programação da ABHB na Expointer 2010 podem acessar o site da entidade (www.abhb.com.br) ou mandar e-mail para secretaria.hereford@braford.com.br ou ainda pelos telefones (53) 3242-1332/3241-9164. As informações são de assessoria de imprensa.
FONTE: Agrolink
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Projeto testa mais de 22 mil bovinos para tuberculose e brucelose

O Governo do Estado, por meio da Plano Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Bovina (PNCEBT), já testou 22.312 bovinos na região de Arroio do Meio, onde o programa funciona desde outubro de 2009. O projeto, inédito no Brasil, pretende certificar como livres das doenças as propriedades rurais que o integram e, assim, permitir que a pecuária leiteira alcance melhores níveis para os mercados internacionais.
De acordo com a médica veterinária Ana Cláudia Mello Groff, da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Pesca e Agronegócio (Seappa), dos mais de 20 mil animais testados, 145 apresentaram reagentes-positivo para tuberculose, o que significa 0,42%, e somente oito, ou 0,02%, tiveram reagentes-positivo para brucelose. Os municípios de Capitão e Nova Bréscia terminaram o primeiro teste em 100% das propriedades e já estão realizando a segunda “varredura”. Os demais ainda estão nos primeiros testes.
O programa foi idealizado para ser concluído em 24 meses e aplicado em todas as 2,7 mil propriedades rurais da comarca, metade das quais são produtoras de leite. “O objetivo é fornecer o certificado de livres de tuberculose e brucelose bovinas, o que trará visíveis vantagens para os produtores rurais, pois contarão com uma matéria-prima com qualidades sanitárias inéditas no Brasil e de crescente valorização nos mercados nacionais e internacionais”, ressalta o secretário da Agricultura, Gilmar Tietböhl.
FONTE: Governo do Estado do Rio Grande do Sul
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Grupo Bandeirantes defende pecuária das críticas do MPF
O Grupo Bandeirantes veiculou nesta semana, em dois dos seus principais telejornais, um editorial com duras críticas à Campanha "Carne Legal", lançada pelo Ministério Público Federal (MPF). Na campanha, o MPF relaciona a pecuária de corte com operações ilegais de desmatamento, trabalho escravo e lavagem de dinheiro.
O editorial, que expressa a opinião do veículo de comunicação, foi veiculado no Jornal da Band e no Jornal da Noite, ambos do último dia 8. Os jornalistas Joelmir Beting e Boris Casoy deram voz à opinião do Grupo Bandeirantes.
Abaixo, a íntegra do editorial:
"Pegue uma bela porção de dinheiro público. Contrate uma boa produtora. Misture com informações de origem duvidosa. Transforme tudo isso em peças publicitárias que se destinam a confundir, e não a esclarecer. Pronto. Esta é a receita do Ministério Público Federal para lançar, sabe-se lá com quais objetivos, uma campanha de propaganda insidiosa contra a carne que se produz no Brasil. Sob pretexto de defender o consumo responsável - nada contra isso - os engravatados atiram no alvo errado e tentam destruir a imagem de um produto que, além de dar emprego a 7 milhões de brasileiros, abastece não só as nossas mesas, mas também a de boa parte do mundo. Como se para combater algumas pragas que ameaçam a nossa boiada, a solução fosse abater todo o rebanho. Esta é a opinião do Grupo Bandeirantes".
FONTE: BEEFPOINT
O editorial, que expressa a opinião do veículo de comunicação, foi veiculado no Jornal da Band e no Jornal da Noite, ambos do último dia 8. Os jornalistas Joelmir Beting e Boris Casoy deram voz à opinião do Grupo Bandeirantes.
Abaixo, a íntegra do editorial:
"Pegue uma bela porção de dinheiro público. Contrate uma boa produtora. Misture com informações de origem duvidosa. Transforme tudo isso em peças publicitárias que se destinam a confundir, e não a esclarecer. Pronto. Esta é a receita do Ministério Público Federal para lançar, sabe-se lá com quais objetivos, uma campanha de propaganda insidiosa contra a carne que se produz no Brasil. Sob pretexto de defender o consumo responsável - nada contra isso - os engravatados atiram no alvo errado e tentam destruir a imagem de um produto que, além de dar emprego a 7 milhões de brasileiros, abastece não só as nossas mesas, mas também a de boa parte do mundo. Como se para combater algumas pragas que ameaçam a nossa boiada, a solução fosse abater todo o rebanho. Esta é a opinião do Grupo Bandeirantes".
FONTE: BEEFPOINT
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Sugestões para o rateio dos custos na agropecuária
Nesta edição abordaremos a questão do rateio dos custos em fazendas que possuem mais de um tipo de exploração agropecuária.
Como realizar o rateio ou divisão dos custos que não estão diretamente ligados a cada uma destas atividades, como colaboradores (administrativo), impostos, manutenções, energia elétrica, etc.?
Faremos algumas sugestões de métodos de rateio. Abordaremos os custos com colaboradores em uma fazenda que explora a pecuária e o plantio de soja.
Lembramos que não há uma forma exclusiva de se proceder esta divisão, pela infinidade de situações existentes. Cada empresa deve fazer uso do método que melhor se encaixa na sua realidade.
Rateio pela área ocupada
Este talvez seja o método de maior praticidade. Ele é baseado na porcentagem da área ocupada por cada atividade.
Se a empresa cria gado em 60% de sua área útil e planta soja em 40%, essas porcentagens dividirão os custos com colaboradores para a realização do rateio entre as atividades.
A desvantagem deste procedimento é não levar em conta a demanda específica por mão-de-obra de cada atividade.
Rateio pela receita
Este método sugere que a divisão do custo seja feita de maneira proporcional à participação da receita de cada exploração no total apurado em um determinado período.
Da mesma forma que a anterior, utilizando este padrão, o real rateio do custo pode ser mascarado pelas diferentes exigências das duas explorações.
Rateio pelo tempo dedicado
Este critério, apesar de exigir maior conhecimento da estrutura de funcionamento da empresa, define com maior clareza o rateio do custo com pessoal entre diferentes atividades.
Ao obter-se uma estimativa de tempo dedicado a cada negócio pelo quadro de pessoal, pode-se ratear este item de custo de maneira clara, o que possibilita que a apuração do custo final para cada exploração seja a mais próxima à realidade.
Conclusão
Na prática, não existe um método padrão para o rateio do custo entre mais de uma atividade.
Cada item de custo terá uma maneira mais eficiente de ser rateada.
O conhecimento do funcionamento da empresa, de suas atividades e o bom senso devem ser os alicerces para definir a maneira mais apropriada para a divisão dos custos.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Como realizar o rateio ou divisão dos custos que não estão diretamente ligados a cada uma destas atividades, como colaboradores (administrativo), impostos, manutenções, energia elétrica, etc.?
Faremos algumas sugestões de métodos de rateio. Abordaremos os custos com colaboradores em uma fazenda que explora a pecuária e o plantio de soja.
Lembramos que não há uma forma exclusiva de se proceder esta divisão, pela infinidade de situações existentes. Cada empresa deve fazer uso do método que melhor se encaixa na sua realidade.
Rateio pela área ocupada
Este talvez seja o método de maior praticidade. Ele é baseado na porcentagem da área ocupada por cada atividade.
Se a empresa cria gado em 60% de sua área útil e planta soja em 40%, essas porcentagens dividirão os custos com colaboradores para a realização do rateio entre as atividades.
A desvantagem deste procedimento é não levar em conta a demanda específica por mão-de-obra de cada atividade.
Rateio pela receita
Este método sugere que a divisão do custo seja feita de maneira proporcional à participação da receita de cada exploração no total apurado em um determinado período.
Da mesma forma que a anterior, utilizando este padrão, o real rateio do custo pode ser mascarado pelas diferentes exigências das duas explorações.
Rateio pelo tempo dedicado
Este critério, apesar de exigir maior conhecimento da estrutura de funcionamento da empresa, define com maior clareza o rateio do custo com pessoal entre diferentes atividades.
Ao obter-se uma estimativa de tempo dedicado a cada negócio pelo quadro de pessoal, pode-se ratear este item de custo de maneira clara, o que possibilita que a apuração do custo final para cada exploração seja a mais próxima à realidade.
Conclusão
Na prática, não existe um método padrão para o rateio do custo entre mais de uma atividade.
Cada item de custo terá uma maneira mais eficiente de ser rateada.
O conhecimento do funcionamento da empresa, de suas atividades e o bom senso devem ser os alicerces para definir a maneira mais apropriada para a divisão dos custos.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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Outono de recuperação para pecuária gaúcha
Alimentação em abundância, exportações de animais vivos, e crédito farto estimularam os negócios
A temporada de venda de gado para reposição no Rio Grande do Sul termina com recuperação de liquidez e preço ao nível de 2008, quando a pecuária atravessava bom momento e antes da seca que afetou o outono passado. Alimentação em abundância, exportações de animais vivos, que ajudaram a equilibrar o mercado, e crédito farto estimularam os negócios. O resultado foram preços médios 9,1% superiores para terneiros (R$ 3,00) e 8,3% para terneiras (R$ 2,74) em relação a 2009. O maior rigor da Secretaria da Agricultura na cobrança de regras zootécnicas e sanitárias que vinham sendo descumpridas em anos anteriores também deu um up grade em pista.
Apesar do resultado positivo, o circuito vendeu menos. De acordo com levantamento do Correio do Povo nas 61 feiras e remates particulares oficializados pelo governo estadual, foram vendidos 50.639 terneiros, terneiras e vaquilhonas por R$ 28,88 milhões. No ano passado, o faturamento foi de R$ 31,17 milhões para 60.124 animais em 62 eventos agropecuários.Uma das explicações para a retração de oferta de quase 9,5 mil exemplares é que dos leilões previstos, oito foram cancelados porque parte dos inscritos não atendeu a exigências técnicas como atestados negativos para brucelose e tuberculose ou peso mínimo. A outra, de maior peso, é econômica. Segundo o presidente do Sindicato dos Leiloeiros do Rio Grande do Sul (Sindiler), Jarbas Knorr, pecuaristas capitalizados e com pasto de sobra retiveram os animais para vendê-los mais à frente como novilhos de sobreano ou optaram por realizar o ciclo completo. "Vendeu quem tinha de fazer dinheiro de imediato, os mais capitalizados irão reinvernar os animais". Pecuaristas acrescentam a redução de fêmeas em cria como provável fator o enxugamento.
Ao avaliar positivamente o outono, o presidente da Comissão de Exposições e Feiras da Farsul, Francisco Schardong, projeta mercado aquecido para touros e fêmeas na temporada de primavera a partir de setembro. Segundo Schardong, com a oferta de boi gordo escassa, há tendência de elevação de preço nos próximos meses. Nesta semana, a cotação subiu 1,21% de R$ 2,49 para R$ 2,52 conforme a Emater
FONTE: CORREIO DO POVO
A temporada de venda de gado para reposição no Rio Grande do Sul termina com recuperação de liquidez e preço ao nível de 2008, quando a pecuária atravessava bom momento e antes da seca que afetou o outono passado. Alimentação em abundância, exportações de animais vivos, que ajudaram a equilibrar o mercado, e crédito farto estimularam os negócios. O resultado foram preços médios 9,1% superiores para terneiros (R$ 3,00) e 8,3% para terneiras (R$ 2,74) em relação a 2009. O maior rigor da Secretaria da Agricultura na cobrança de regras zootécnicas e sanitárias que vinham sendo descumpridas em anos anteriores também deu um up grade em pista.
Apesar do resultado positivo, o circuito vendeu menos. De acordo com levantamento do Correio do Povo nas 61 feiras e remates particulares oficializados pelo governo estadual, foram vendidos 50.639 terneiros, terneiras e vaquilhonas por R$ 28,88 milhões. No ano passado, o faturamento foi de R$ 31,17 milhões para 60.124 animais em 62 eventos agropecuários.Uma das explicações para a retração de oferta de quase 9,5 mil exemplares é que dos leilões previstos, oito foram cancelados porque parte dos inscritos não atendeu a exigências técnicas como atestados negativos para brucelose e tuberculose ou peso mínimo. A outra, de maior peso, é econômica. Segundo o presidente do Sindicato dos Leiloeiros do Rio Grande do Sul (Sindiler), Jarbas Knorr, pecuaristas capitalizados e com pasto de sobra retiveram os animais para vendê-los mais à frente como novilhos de sobreano ou optaram por realizar o ciclo completo. "Vendeu quem tinha de fazer dinheiro de imediato, os mais capitalizados irão reinvernar os animais". Pecuaristas acrescentam a redução de fêmeas em cria como provável fator o enxugamento.
Ao avaliar positivamente o outono, o presidente da Comissão de Exposições e Feiras da Farsul, Francisco Schardong, projeta mercado aquecido para touros e fêmeas na temporada de primavera a partir de setembro. Segundo Schardong, com a oferta de boi gordo escassa, há tendência de elevação de preço nos próximos meses. Nesta semana, a cotação subiu 1,21% de R$ 2,49 para R$ 2,52 conforme a Emater
FONTE: CORREIO DO POVO
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domingo, 13 de junho de 2010
HOMENAGEM A MINHA QUERIDA VÓ "ALBERTINA LUND" (VÓ BETA ) QUE ERA GRANDE DEVOTA DE SANTO ANTÔNIO
DIA 13 DE JUNHO "DIA DE SANTO ANTÔNIO"

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MERCADO EM OUTROS PAÍSES PRODUTORES DE CARNE BOVINA
EXPORTACIÓN
Se abre nuevo mercado para carnes uruguayas: Turquía
Hay un pedido concreto de ganado con destino a faena por parte de una empresa local que en un primer embarque enviará 7.000 animales aunque la solicitud total es por 35.000 cabezas

Se abre nuevo mercado para carnes uruguayas: Turquía
Hay un pedido concreto de ganado con destino a faena por parte de una empresa local que en un primer embarque enviará 7.000 animales aunque la solicitud total es por 35.000 cabezas
Por Martín Olaverry, especial para Observa
Los Servicios Ganaderos se encuentran ultimando los detalles para la certificación sanitaria que habilite la exportación de 35.000 cabezas de ganado en pie hacia Turquía, un nuevo mercado que se abre a la producción nacional.
El Dr. Francisco Muzzio, director de los Servicios Ganaderos del Ministerio de Ganadería, dijo que se trata de un mercado que no estaba operativo y que ya estuvo una delegación de Turquía en el país viendo los animales en el campo.
Hay un pedido concreto de ganado con destino a faena por parte de una empresa local que en un primer embarque enviará 7.000 animales aunque la solicitud total es por 35.000 cabezas. Se trata, fundamentalmente, de toritos y machos castrados.
“No está pronta la certificación porque como es la primera vez que hacemos esta exportación falta algún detalle, aunque esperamos que en la tarde de hoy quede definido el certificado”, explicó Muzzio.
Asimismo indicó que se está en una etapa de finalización de certificados para exportar ganado hacia Argentina. “Hicimos una propuesta para exportar y son las condiciones que hemos hecho con la mayoría de los países, qué enfermedades certificamos como libres y después todas las pruebas serológicas”, dijo. No obstante aclaró que hasta el momento no hay ninguna solicitud concreta aunque reconoció que hubo rumores sobre el interés de argentinos en ganado de reposición.
Rusia nunca dejó de demandar carne
"El mercado con Rusia siempre estuvo corriente. Dependiendo del negocio que cada planta quiera hacer estará más o menos activa”, dijo Juan Galimberti, integrante de la empresa Hap Foods
"El mercado con Rusia siempre estuvo corriente. Dependiendo del negocio que cada planta quiera hacer estará más o menos activa”, dijo Juan Galimberti, integrante de la empresa Hap Foods
Por Martín Olaverry, especial para Observa
Juan Galimberti, integrante de la empresa Hap Foods, es un profundo conocedor del mercado ruso. Aseguró que en ningún momento Rusia quiso renegociar embarques de carne y que la demanda de ese país ha sido sostenida. “Uruguay está con una capacidad de faena muy limitada y está vendido para casi todo junio y gran parte de julio en muchos frigoríficos. Algunas plantas cuando vieron hace un mes que se trancó Rusia decidieron vender a otros países. Pero la demanda que puede existir en Uruguay para Rusia está limitada, lo mismo ocurre en Paraguay”, indicó.
“El mercado con Rusia siempre estuvo corriente. Dependiendo del negocio que cada planta quiera hacer estará más o menos activa, pero Rusia no dejó de demandar”, afirmó.
Por otra parte, la administración rusa dejó fuera del mercado a ocho plantas brasileñas, lo que llevó al gobierno de Lula a iniciar gestiones para destrabar la situación.
“Hasta el momento la incidencia no fue tan importante como podría haberlo sido si hubiera ocurrido en marzo o abril. La reacción de Rusia generó al comienzo una alarma en el mercado pero luego la situación se estabilizó”, dijo Galimberti.

FONTE : WWW.OBSERVA.COM.UY
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FOTO DE VACAS EM PASTAGEM DE AZEVÉM
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Análise de mercado do boi gordo
Mercado típico de sexta-feira.
As escalas em São Paulo atendem cerca de 5 dias. O frio gerou algum aumento na oferta, que deixou as programações de abate um pouco mais confortáveis.
Mesmo assim, a disponibilidade de animais não é abundante. Com isto, os preços se mantêm estáveis. Em São Paulo, os negócios com o boi gordo ocorrem entre R$80,00/@ e R$81,00/@, a prazo, livre de imposto.
No Mato Grosso do Sul a oferta também aumentou, mas não a ponto de permitir a queda das cotações, mesmo com a pressão dos frigoríficos.
Já no Sul de Goiás o preço subiu porque a oferta enxugou. Os negócios saem por R$78,00/@, a prazo, livre de imposto. As programações de abate atendem até o meio da próxima semana.
No mercado atacadista de carne bovina com osso houve aumento da oferta. Os preços estão estáveis, exceto pela ponta de agulha para charque, que subiu R$0,10/kg.
As escalas em São Paulo atendem cerca de 5 dias. O frio gerou algum aumento na oferta, que deixou as programações de abate um pouco mais confortáveis.
Mesmo assim, a disponibilidade de animais não é abundante. Com isto, os preços se mantêm estáveis. Em São Paulo, os negócios com o boi gordo ocorrem entre R$80,00/@ e R$81,00/@, a prazo, livre de imposto.
No Mato Grosso do Sul a oferta também aumentou, mas não a ponto de permitir a queda das cotações, mesmo com a pressão dos frigoríficos.
Já no Sul de Goiás o preço subiu porque a oferta enxugou. Os negócios saem por R$78,00/@, a prazo, livre de imposto. As programações de abate atendem até o meio da próxima semana.
No mercado atacadista de carne bovina com osso houve aumento da oferta. Os preços estão estáveis, exceto pela ponta de agulha para charque, que subiu R$0,10/kg.
Clique aqui e veja os cotações do boi.
FONTE : NOTÍCIAS AGRÍCOLAS
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Uruguai e Bolívia se unem contra aftosa

União dos países busca proteger a credibilidade sanitária através de cooperação técnica
No marco do Programa Mercosul Livre de Febre Aftosa, os serviços veterinários uruguaios vêm cooperando com os serviços da Bolívia para que este país consolide seu avanço em matéria de prevenção da doença. O ressurgimento de novos focos de aftosa na Bolívia colocou em risco a sanidade do resto da região e, para evitar que os insucessos sanitários de um país prejudiquem a credibilidade sanitária de seus vizinhos, o Uruguai decidiu um mecanismo de cooperação técnica para combater a aftosa.
"A missão principal é ajudar no sistema de vigilância contra a aftosa e ver como está a estrutura do serviço sanitário boliviano. Cooperaremos com base na experiência que temos como país e com base no que temos conseguido consolidar quanto à estrutura de nosso serviço veterinário", disse o presidente da Direção Geral de Serviços Pecuários do Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca (MGAP) do Uruguai, Francisco Muzio.
O apoio financeiro para essa cooperação surge dos fundos do Mercosul e foi acordado na última reunião do Conselho Agropecuário do órgão que reúne os ministros da Agricultura da região, porque os secretários de Estado consideraram que eliminar a aftosa é a melhor estratégia que se pode ter como região.
Na semana que vem, o próprio Muzio e o assessor técnico de Serviços Pecuários, Luis Eduardo Días, epidemiologista que atendeu aos insucessos sanitários em 2000 e 2001, irão para a Bolívia para, entre outras coisas, continuar organizando o sistema de vacinação do rebanho bovino boliviano.
Ambos já participaram como técnicos em mais de uma missão sanitária na Bolívia, o que facilita bastante o trabalho de prevenção e detecção de novas estratégias.
Por outro lado, foi divulgado na semana passada que o governo estadual do Rio Grande do Sul está analisando a possibilidade de deixar de vacinar contra a febre aftosa. O Paraná avalia a mesma coisa.
"Deixar de vacinar não pode ser uma iniciativa parcial, mas sim, deve ser feita em grandes áreas", disse Muzio, que também preside o Comitê Veterinário Permanente (CVP). Neste sentido, o Centro Panamericano de Febre Aftosa (Panaftosa) está trabalhando na nova versão do Plano Hemisférico de Erradicação, que também contempla a etapa de deixar de vacinar rebanhos e liberar grandes áreas, mas intensificando a prevenção, para evitar uma nova infecção.
Na primeira etapa - que foi até 2009 - "foram feitas conquistas importantes, mas, todavia, sobram vários desafios dentro da América do Sul", disse Muzio. Entre esses desafios, ele citou a eliminação de problemas registrados em partes da Bolívia e área andina no momento de intensificar o combate contra a aftosa. "Depois de consolidados os avanços, pensar em deixar de vacinar, creio que sim, que se pode pensar, mas todavia, falta um trabalho muito importante".
Há nove anos o Uruguai não registra casos da doença - a última epidemia foi em 2001 - e, ainda assim, o Governo não para com os controles para evitar que o país seja afetado novamente.
FONTE: AgroCIM
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Argentina falha em cumprir cota de carne da UE e deve deixar de exportar US$ 130 milhões
O espaço aberto deixado pelo país vizinho nesse mercado, no entanto, não deverá beneficiar o Brasil neste primeiro momento
A Argentina deixará de exportar US$ 130 milhões em carne bovina com o não cumprimento da chamada Cota Hilton – a apreciada fatia de exportação para a Europa com condições tributárias especiais –, segundo cálculos das Confederações Rurais Argentinas (CRA). O espaço aberto deixado pelo país vizinho nesse mercado, no entanto, não deverá beneficiar o Brasil neste primeiro momento.
Conforme nota da CRA, “as restrições às exportações de produtos agropecuários e, em particular, de carne, impostas pela Secretaria de Comércio Interior e Oncca (o organismo que regula o comércio do setor), afetam negativamente o cumprimento dos termos assumidos pela Argentina em matéria de Cota Hilton”. O documento foi entregue ontem à imprensa do país vizinho.
Para Fernando Adauto Loureiro de Souza, da Federação da Agricultura do Estado (Farsul), as dificuldades argentinas em atender à demanda europeia não terão efeito prático no Brasil, porque apenas um pequeno número de pecuaristas brasileiros atende hoje às normas de rastreamento da carne impostas pela Europa. A cota brasileira, explica Souza, atualmente é de 10 mil toneladas anuais, mas o país não tem condições de exportar nem a metade desse total pela falta de adequação às normas:
– No Rio Grande do Sul, apenas 115 propriedades são rastreadas, mas precisaríamos ter 2 mil.
O diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Carne do Estado, Zilmar Moussale, também acha pouco provável que os pecuaristas brasileiros sejam favorecidos, caso a saída da Argentina possibilite um remanejamento de cotas entre os outros países credenciados a vender para a União Europeia (UE), justamente em razão da inadequação às normas sanitárias.
– O Brasil já ganhou um aumento da cota (de 5 mil toneladas para 10 mil toneladas anuais) no ano passado e não cumpriu – lembra.
Embora não deva se traduzir em aumento de negócios do Brasil com a UE, o impasse argentino poderá incentivar a conscientização do segmento e forçar uma ação conjunta com o governo federal, avalia o professor Júlio Barcellos, do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
– O Brasil está perdendo oportunidades – destaca.
O documento argentino detalha que, em abril, o país vizinho ainda não havia atendido 60% do volume, que deve ser cumprida num prazo de apenas três meses e expira em julho.
FONTE: ZERO HORA
A Argentina deixará de exportar US$ 130 milhões em carne bovina com o não cumprimento da chamada Cota Hilton – a apreciada fatia de exportação para a Europa com condições tributárias especiais –, segundo cálculos das Confederações Rurais Argentinas (CRA). O espaço aberto deixado pelo país vizinho nesse mercado, no entanto, não deverá beneficiar o Brasil neste primeiro momento.
Conforme nota da CRA, “as restrições às exportações de produtos agropecuários e, em particular, de carne, impostas pela Secretaria de Comércio Interior e Oncca (o organismo que regula o comércio do setor), afetam negativamente o cumprimento dos termos assumidos pela Argentina em matéria de Cota Hilton”. O documento foi entregue ontem à imprensa do país vizinho.
Para Fernando Adauto Loureiro de Souza, da Federação da Agricultura do Estado (Farsul), as dificuldades argentinas em atender à demanda europeia não terão efeito prático no Brasil, porque apenas um pequeno número de pecuaristas brasileiros atende hoje às normas de rastreamento da carne impostas pela Europa. A cota brasileira, explica Souza, atualmente é de 10 mil toneladas anuais, mas o país não tem condições de exportar nem a metade desse total pela falta de adequação às normas:
– No Rio Grande do Sul, apenas 115 propriedades são rastreadas, mas precisaríamos ter 2 mil.
O diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Carne do Estado, Zilmar Moussale, também acha pouco provável que os pecuaristas brasileiros sejam favorecidos, caso a saída da Argentina possibilite um remanejamento de cotas entre os outros países credenciados a vender para a União Europeia (UE), justamente em razão da inadequação às normas sanitárias.
– O Brasil já ganhou um aumento da cota (de 5 mil toneladas para 10 mil toneladas anuais) no ano passado e não cumpriu – lembra.
Embora não deva se traduzir em aumento de negócios do Brasil com a UE, o impasse argentino poderá incentivar a conscientização do segmento e forçar uma ação conjunta com o governo federal, avalia o professor Júlio Barcellos, do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
– O Brasil está perdendo oportunidades – destaca.
O documento argentino detalha que, em abril, o país vizinho ainda não havia atendido 60% do volume, que deve ser cumprida num prazo de apenas três meses e expira em julho.
FONTE: ZERO HORA
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sexta-feira, 11 de junho de 2010
COTAÇÕES NO URUGUAI EM DÓLARES
Mercado de Reposición | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Operaciones realizadas por asociados de la A.C.G. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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PREÇOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO*

EM 11.06.2010
REGIÃO DE PELOTAS
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TERNEIROS R$ 2,50 A R$ 2,70
TERNEIRAS R$ 2,20 A R$ 2,40
NOVILHOS R$ 2,35 A R$ 2,50
BOI MAGRO R$ 2,25 A R$ 2,40
VACA DE INVERNAR R$ 1,90 A R$ 1,95
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*GADO PESADO NA FAZENDA
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FONTE: PESQUISA REALIZADA POR http://www.lundnegocios.blogspot.com/
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