quarta-feira, 21 de setembro de 2011

COLÔMBIA - Liberadas exportaciones de ganado macho

Sincelejo. El ministro de Agricultura y Desarrollo Rural, Juan Camilo Restrepo, anunció ayer la liberación de las exportaciones de ganado macho en pie y machos reproductores de raza pura. Pero especificó que se mantendrán las restricciones a las exportaciones de hembras para que no haya desequilibrio en el hato ganadero.

Este anuncio ratificó lo informado la semana pasada por los ganaderos de Córdoba, que se reunieron con el ministro de Agricultura, de que se liberaban las exportaciones de ganado en pie.

En diálogo con EL MERIDIANO de Córdoba, el ministro Juan Camilo Restrepo explicó que las solicitudes de exportación se pueden ir presentando sobre el contingente de las 60 mil cabezas que fueron autorizadas para exportar a través del Decreto 3046.

Precisó el Ministro que esta cantidad está disponible para que las empresas exportadoras hagan las solicitudes porque ya no se necesita que se distribuyan entre las empresas que deseen exportar.

Planteará conveniencia de liberar más

El ministro le planteará al comité de la Triple A la conveniencia de liberar completamente la exportación de ganado macho, manteniendo las necesarias restricciones a las exportaciones de vientres.

Aclaró que las liberaciones totales se darán una vez la petición del Ministerio sea ratificada por el Comité de Asuntos Aduaneros, Arancelarios y de Comercio Exterior, conocida como la Triple A.

La petición de los ganaderos unida a los efectos de la ola invernal y lo que esta puede seguir ocasionando en esta actividad fue lo que llevó al Ministerio de Agricultura a tomar la decisión de liberar las exportaciones.

El ministro indicó que la liberación de las exportaciones de ganado macho se harán de manera ordenada y advirtió que se mantendrán severos controles sanitarios en fronteras y puertos de exportación.

Aunque fueron liberadas las exportaciones de ganado macho en pie, siguen la restricciones para las hembras.

Los efectos de la ola invernal han golpeado y pueden seguir golpeando aún más la actividad ganadera del país, forzando sacrificios inmoderados al interior del país deprimiendo la rentabilidad de la actividad ganadera. Por esa razón el Ministerio ha establecido cupos o contingentes holgados de exportación de ganado para contribuir a la mejora de la rentabilidad ganadera, dijo Juan Camilo Restrepo.

Cabe recordar que los ganaderos de la Mojana sucreña fueron unos de los más afectados por la pasada ola invernal. Según le manifestaron a este medio la semana pasada, aún no se recuperan de los estragos causados y de las pérdidas incalculables que sufrieron.

Negocios con Venezuela

Igualmente, el Ministro anunció que se tomarán las medidas de control y supervisión necesarias para que las exportaciones del país se reanuden ordenadamente hacia Venezuela, una vez que las autoridades de ese país refrenden los compromisos de exportación de productos agropecuarios de origen colombiano, que se celebraron en Bogotá el pasado mes de abril, y sobre lo cual no ha habido pronunciamiento oficial de las autoridades en Caracas.

La primicia

El pasado 10 de junio, EL MERIDIANO de Sucre informó la primicia sobre la expedición del Decreto emitido por los ministerios de Comercio, Agricultura y Hacienda que restringió la exportación de ganado en pie.

Cuando los ganaderos de la Región Caribe, incluidos los de Sucre, comenzaban a conquistar el mercado libanés y jordano con las exportaciones de ganado en pie, salió este Decreto que limitó a 14 mil el número de machos bovinos para exportación, con peso igual o superior a 440 kilos (ganado gordo).

La norma también prohibió la exportación de hembras en pie para cría, al igual que limitó a mil el número de hembras reproductoras de raza pura.

Santos pidió levantarla

Durante el reciente Acuerdo para la Prosperidad que se realizó en Cartagena, el presidente Juan Manuel Santos había calificado de "absurda" la asignación de cuotas para exportar ganado en pie, luego de que el ganadero Horacio del Castillo manifestara cómo se estaba afectando el gremio.

Ese día, Santos le pidió al viceministro de Comercio Exterior, Gabriel Duque, conformar una interlocución para levantar la restricción lo más pronto posible.

FONTE: EL MERIDIANO

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Febre aftosa: Mercosul volta a se preocupar com essa doença endêmica

A febre aftosa volta a rondar as fronteiras do Mato Grosso do Sul. O Departamento de San Pedro fica a apenas 130 km da fronteira com o Brasil. É preocupante, já que em relatório do Congresso Internacional da Carne de 09 de junho de 2011, o GIEFA (Grupo Interamericano para a Erradicação da Febre Aftosa) disse que as regiões críticas para a aftosa seriam apenas “Venezuela, Equador e talvez a Bolívia”, ignorando qualquer problema no Paraguai.


De acordo com o jornal ABC Color, 819 animais da fazenda Santa Helena, administrada pelo presidente da Assocaição Rural do Paraguay em San Pedro, Silfrido Baumgarten, serão sacrificados, conforme informações da Secretaria Nacional de Sanidade (Senac). O Departamento de San Pedro tem população de aproximadamente 360 mil habitantes. É o segundo produtor de carne do Paraguai, portanto, é muito importante para a circulação de animais. Faz divisa ao Norte com o Departamento de Concepcion, Caaguazú ao Sul, Canindeyú ao Leste, com Presidente Hayes a Oeste e com o Departamento de Amambay no Nordeste. Amambay que faz divisa com o Mato Grosso do Sul.


De acordo com o trabalho do Giefa, publicado na internet: “A previsão para erradicar a febre aftosa para 2011 estariam: Argentina, Brasil, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai totalmente livres”. Com o foco da aftosa na fazenda de ninguém mais nem menos que o presidente da Associação Rural do Paraguai é alarmante. Se a fazenda de um líder rural nacional aparece um foco e as outras, como estão? O Paraguai sempre foi acusado de colocar seus problema sob o tapete. No foco que surgiu em 2005 no Brasil, a grande suspeita foi de que animais tivessem cruzado a fronteira seca entre os dois países que possuem quilômetros de terra sem o mínimo bloqueio. As autoridades dos Estados brasileiros que fazem fronteira como Mato Grosso do Sul e Paraná, terão de fazer uma fiscalização mais intensa, pois 130 km não é nada. Desde ontem as autoridades do Mato Grosso do Sul estão em alerta máximo.


Febre aftosa A Febre Aftosa (FA) é uma enfermidade altamente contagiosa que desde sua introdução no Continente em 1870, originou enormes danos à pecuária das Américas, tanto em perdas diretas de carne e leite, como em menor disponibilidade de alimentos de origem animal para a população, afetando os níveis de vida do habitante rural, restringindo a comercialização interna e entre os países da região assim como a opção de colocar excedentes de produção nos mercados mundiais. Na região das Américas encontra-se a maior pecuária comercial do mundo, com capacidade de abastecer grande parte da demanda mundial de proteína animal.


Desde a criação do Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA), em 1951, desenvolve-se uma ação permanente de investigação, planejamento, transferência de conhecimento, capacitação e avaliação de estratégias sanitárias para o combate da enfermidade, o que permitiu importantes avanços em matéria de diagnóstico, controle e produção de vacinas, conhecimento epidemiológico sobre a forma de apresentação da doença e dos fatores associados a sua ocorrência, implicando na elaboração do Plano Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (PHE-FA) que orientou, desde 1988 os Programas Nacionais de Controle e Erradicação da enfermidade.


Arnaldo Sousa

Abate de fêmeas do gado de corte dos EUA registra alta de 123% em 2011

De janeiro a agosto de 2011, o abate de vacas de corte em algumas regiões mais secas do sul dos Estados Unidos está 123% maior que no mesmo período do ano passado. As outras regiões do país apresentaram queda no abate de fêmeas de corte, na comparação com o mesmo período de 2010.

Algumas propriedades dentro da área de forte seca estão realocando vacas para outras regiões. Segundo a Scot Consultoria, tudo isso indica que o abate de fêmeas para o restante de 2011 não seguirá o padrão típico, dentro ou fora da região de seca.

A maioria das vacas mais velhas ou improdutivas foi abatida mais cedo nas regiões de seca. Muitas novilhas ou vacas reprodutivas têm sido vendidas para pecuaristas de outras regiões, seja para abate ou para produção.

Espera-se para o restante deste ano que a seca contínua provavelmente force o abate adicional de fêmeas na região afetada. A maioria das vacas de descarte já foi vendida ou abatida, mas a seca prolongada provavelmente forçará uma liquidação ainda maior. Alguns relatórios de produtividade mostram que há redução significativa das taxas de prenhez devido aos efeitos da seca.

O clima pode indiretamente impactar nos abates gerais de outras regiões no restante do ano. Os abates de fêmeas nas áreas não afetadas pela seca foram maiores em julho e agosto deste ano, comparando-se com o mesmo período de 2010, pela movimentação de vacas oriundas da região seca. Essa movimentação pode mudar os padrões normais de abate.

Conforme a consultoria, a qualidade da forragem na maior parte do país recentemente foi reclassificada para baixo, como mediana. Produtores com forragem de boa qualidade podem aproveitar a oportunidade de trocar vacas de descarte por novilhas ou vacas reprodutoras, oriundas da região seca. A disponibilidade de novilhas e vacas reprodutoras dessa área pode ajudar a acelerar a expansão, já em andamento, do rebanho das regiões ao norte do país.

Fonte: Scot Consultoria

Expoinel 2011 já bate recordes históricos do Nelore


Foto Fábio Fatori: Parla FIV AJJ
Sucesso na batida do martelo logo na abertura. A 40ª Expoinel - Exposição Internacional do Nelore mostra mais uma vez o brilho e a valorização da raça de corte de maior expressão no rebanho nacional. Os primeiros recordes foram estabelecidos nos três remates da Chácara Mata Velha, de Jonas Barcellos, que confirmaram as expectativas ao chegar à marca de R$ 28,896 milhões. Segundo Paulo Horto, presidente da Programa Leilões, foram batidos recordes da raça Nelore em faturamento em um único leilão, de venda de animais e de média.
O leilão do dia 16, que abriu a agenda de remates da 40ª Expoinel, e seguiu durante o final de semana, comercializou 50% da fêmea Parla FIV AJJ, de propriedade da Fazenda Mata Velha e de João Carlos Di Genio, por R$ 2,52 milhões. A matriz que carrega os títulos de bicampeã da Expozebu e campeã de categoria na Expoinel 2008 foi vendida para o condomínio formado pela AgroZurita, Agropecuária Singular e RIMA Agropecuária. Considerando o valor de 100% de sua posse (mais de R$ 5 milhões), ela é o novo recorde da raça em faturamento. Outra fêmea que se destacou em vendas foi a Elegance II Unimar, vendida por quase R$ 3 milhões. Os três leilões da Chácara Mata Velha venderam 62 animais, dos quais 60 fêmeas e dois machos, e a média por animal atingiu o valor de R$ 466 mil.
Felipe Picciani, presidente da Nelore do Brasil, está muito otimista com os resultados iniciais: “acredito que esta 40ª Expoinel passará para a história da raça Nelore não só por celebrar quatro décadas da feira mas também pelos negócios que aqui serão realizados. Neste sentido, estamos cumprindo com satisfação nosso papel – fomentar a raça Nelore cada vez mais”.
Para Paulo Horto, responsável pelo leilão da Mata Velha, se o mundo vive um momento conturbado com várias economias como a europeia e a americana apresentando sérias dificuldades, o Brasil mostra sua força graças ao agronegócio. “Nesta abertura da 40ª Expoinel, mais uma vez a raça Nelore mostrou que é uma moeda forte com liquidez imediata. Representa um porto seguro, em um cenário brasileiro em que percebemos queda de vendas em outros setores da economia”.
E se o mercado busca oferta de qualidade, ele vê a resposta imediata como foi atestado no Leilão Mata Velha. “Ao ter a chance de adquirir animais diferenciados, o mercado responde, gerando os recordes presenciados neste leilão”. Segundo Paulo Horto, a outra vantagem do Nelore é a força dos relacionamentos entre criadores e demais participantes do mercado, fomentando ainda mais a raça. Portanto, todos os que estão envolvidos com a raça Nelore têm encontro marcado até o dia 25 de setembro em Uberaba, para fazer bons negócios e fortalecer os laços de seus relacionamentos comerciais e de amizade.
Esses exemplos mostram que o Nelore representa um investimento seguro e rentável. “Ano após ano, leilão após leilão, os recordes de preços vem sendo batidos, mas mais importante que os valores, são os resultados que esta genética de ponta traz para a maior pecuária comercial do mundo”, finaliza Picciani.
A Expoinel 2011 – 40ª Exposição Internacional do Nelore é uma realização da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB). A feira acontece até o dia 25 de setembro, no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG) e conta com o apoio da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Dow AgroSciences Pastagem, GTAG – Marcadores Moleculares do Nelore, Supra – Qualidade em Nutrição Animal e Grupo Marfrig.
Fonte: ContatoCom>Comunicação Total

Brasil está tranquilo em relação à febre aftosa, diz ministro

Segundo Mendes Ribeiro, a fiscalização foi intensificadas nas regiões de fronteira e os fiscais estão em estado de alerta

O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, afirmou hoje que a situação no Brasil está tranquila em relação ao foco de febre aftosa registrado no Paraguai e que a fiscalização está sendo intensificada na região de fronteira.

José Carlos Vaz, secretário-executivo da Pasta, disse que as medidas adotadas até o momento são suficientes para impedir a entrada do vírus no território nacional.

“Estamos em alerta, com apoio dos governos estaduais e das Forças Armadas. Estamos monitorando e, se necessário, iremos reforçar as medidas”, disse Vaz.

Em relação a possíveis barreiras às compras de carnes brasileiras, devido ao foco de aftosa no país vizinho, Vaz afirmou que o Brasil não tem competência para influenciar as decisões de outros países, mas tem confiança nos processos de proteção dos rebanhos.

Ele não confirmou proibição às compras de carnes e animais vivos do Paraguai. A ocorrência da febre aftosa no Paraguai foi um dos assuntos discutidos na mesa-redonda promovida pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, no auditório do Ministério da Agricultura.

No encontro, que contou com a participação de parlamentares e lideranças do agronegócio do Rio Grande do Sul, foi abordada a manutenção no Estado do laboratório federal que realiza testes sorológicos de controle de qualidade da vacina antiaftosa.

Segundo o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), o ministro Mendes Ribeiro garantiu durante o encontro que o laboratório continuará no Rio Grande do Sul e que receberá mais investimentos em pessoal e equipamentos.

Ele explicou que havia interesse das indústrias de vacinas de transferir parte das atividades do laboratório para outros Estados, por causa de problemas logísticos.

Lorenzoni disse que a solução encontrada foi a utilização de uma área do Exército próxima a Porto Alegre, onde serão confinados os animais para coleta do soro.

Sobre o foco de aftosa registrado no Paraguai, Onyx Lorenzoni afirmou que durante a reunião realizada hoje, o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Francisco Jardim, comunicou que os técnicos brasileiros estão em alerta máximo e que o Brasil está monitorando e bloqueou toda fronteira.

O deputado disse que está tranquilo, pois a cobertura vacinal no Brasil é boa. “Temos que certeza que o problema vai ficar do outro lado da fronteira”, disse ele.

FONTE: AGENCIA ESTADO

RS reforça vigilância sanitária

Com a confirmação de foco de febre aftosa no Paraguai, a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa) notificou ontem todas as 250 Inspetorias Veterinárias. A ordem é que os veterinários e técnicos orientem e mobilizem pecuaristas e profissionais para que comuniquem qualquer caso suspeito às autoridades sanitárias o mais rápido possível. Apesar de não haver risco direto para o Estado, pois inexiste fronteira com o Paraguai, a vigilância será triplicada na área entre os municípios de Garruchos e Barra do Guarita. Sem ocorrência da doença desde 2001, o Estado se arma. Segundo o gerente do Programa de Febre Aftosa da Seapa, Fernando Groff, além das três equipes volantes, outras seis começam a fazer ronda nos 15 municípios das regionais de São Luiz Gonzaga, Ijuí e Santa Rosa, com ações preventivas como inspeção de propriedade e combate ao descaminho. Já a partir de amanhã, deve começar o deslocamento de 15 profissionais de outros pontos do Estado para reforçar esse trabalho. Groff disse que a duração da operação dependerá da evolução do quadro no Paraguai nas próximas 72 horas. E acrescentou não haver restrição quanto ao deslocamento de animais para leilões e expofeiras da temporada de primavera. "Não queremos que ninguém entre em pânico, porque não há risco de foco no Brasil."

Início de semana lento, mas de pressão para o boi gordo


Muitos frigoríficos fora das compras no início da semana.

As empresas que abriram preço, na maioria dos casos, testam o mercado com valores menores, sustentando a pressão baixista.

Em São Paulo a referência ontem (19/9) fechou em R$96,50/@, à vista, livre de imposto. A escala de abate avançou nas últimas semanas e atende, em média, entre 5 e 6 dias.

Vale ressaltar que no estado as programações permanecem bastante heterogêneas, bem como os preços de balcão.

Houve valorização em Marabá-PA, onde o boi gordo ficou cotado em R$86,00/@, nas mesmas condições citadas anteriormente.

A estiagem prolongada no estado vem prejudicando a engorda dos animais e limitando a oferta. A pouca representatividade de confinamentos afeta ainda mais a disponibilidade de boiadas.

Comentários iniciais sobre caso de aftosa no Paraguai



FONTE: BEEFPOINT

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Governo do Paraguai decreta estado de emergência animal

Foco da febre aftosa foi confirmado no país nesta segunda, dia 19

A Presidência da República do Paraguai, no decreto número 7302, declarou estado de emergência sanitária animal, nesta segunda, dia 19, em virtude do foco de febre aftosa confirmado na zona de Sargento Loma, distrito de San Pedro del Ycuamandyjú.

O decreto do Ministério da Agricultura e Pecuária do Paraguai, por parte do Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa) ativa o Sistema Nacional de Emergência Sanitária Animal (Sinaesa).

Por meio do documento, o governo paraguaio declara que é necessário implementar medidas de emergência para evitar a difusão da febre aftosa para outras regiões.

Confira a localização do distrito onde foi encontrado o foco de febre aftosa:


Exibir mapa ampliado

FONTE: RURALBR

Angus promove encontro de produtores em Alegrete (RS)


Visando a interação e troca de experiências entre os pecuaristas gaúchos, a Associação Brasileira de Angus (ABA) promove no próximo final de semana, 23 e 24 de setembro, o VII Encontro de Produtores Carne Angus, em Alegrete (RS). O evento faz parte das atividades do 6º Concurso de Carcaças Angus, promovido em parceria com o Grupo Marfrig.

“Dentre os temas abordados, falaremos sobre manejo pós-desmama e seus impactos econômicos na qualidade de carne, e o uso da Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) como ferramenta de eficiência em rebanhos de cria”, explica Fabio Medeiros, subgerente do programa Carne Angus Certificada.

O encontro, que acontece na Estância Bom Verde (23) e na Querência Agropecuária (24), ambas em Alegrete, tem entrada franca e é destinado a todos os produtores de Angus do Rio Grande do Sul. “Para a atividade na Estância Bom Verde, que tem início às 14h, estamos preparando uma atividade dinâmica inédita, com apartação de novilhos para abate por ultrassonografia, que será conduzida por Jaime Tarouco, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)”, avisa Medeiros.

Já, no dia de campo na Fazenda Querência, que começa a partir das 8h30, os pecuaristas presentes terão palestras sobre “Impactos de manejo pré e pós desmama no peso ao abate e características da carcaça e da carne”; “A escolha certa do reprodutor e do sêmen para produção no RS”; e “A IATF como ferramenta de manejo, produtividade e melhoramento de rebanhos de cria”.

Além das palestras, os presentes farão uma visitação na fazenda, onde conhecerão o sistema de produção dos animais angus. “A propriedade trabalha com ciclo completo em sistema super-precoce.”, pondera.

Agrolink com informações de assessoria

Feiras Hereford e Braford de primavera aquecem a temporada


Após a marcante participação na 34ª Expointer as feiras de primavera prometem aquecer as pistas da primavera 2011. Já no início de outubro, Bagé (RS), Pelotas (RS) e Uruguaiana (RS) receberão os expositores de Hereford e Braford para suas exposições de primavera.

A Exposição de Uruguaiana, em sua 75ª edição julgará as raças Hereford e Braford nos dias 06, 07 e 08 de outubro no Parque de Exposições de Uruguaiana. Os jurados são, o produtor rural Lauro Mandarino Fittipaldi para a raça Braford e o médico veterinário Flávio Montenegro Alves para a raça Hereford. Os dois jurados serão assessorados pelo inspetor técnico da ABHB, Ricardo Pombo.

As inscrições encerrar-se-ão no dia 23 de setembro e deverão ser feitas na sede ABHB ou pelo e-mail da secretaria (secretaria.hereford@braford.com.br) . Confira o regulamento completo, http://www.abhb.com.br/downloads/75_exposicao_primavera_uruguaiana.pdf
Bagé, já está recebendo as inscrições que podem ser feitas diretamente na sede da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), na Av. General Osório, 1094 (Bagé) ou pelo e-mail secretaria.hereford@braford.com.br. As inscrições vão até o dia 30 de setembro. Os julgamento serão nos dias 8 e 9 de outubro no Parque de Exposições Visconde de Ribeiro Magalhães e o jurado das raças Hereford e Braford será Aldo José Tavares dos Santos, que julgou a raça Braford na Expointer 2011.

Consulte o regulamento no site da ABHB - http://www.abhb.com.br/downloads/99_exposicao_primavera_bage.pdf

As informações são da ABHB.

Agrolink com informações de assessoria

Confirmação de foco de febre aftosa no Paraguai gera apreensão entre pecuaristas brasileiros

Em Mato Grosso do Sul, Estado que faz fronteira com o Paraguai, medidas preventivas já foram adotadas
Luiz Patroni | Cuiabá (MT)
A confirmação do foco de febre aftosa no Paraguai gerou apreensão para pecuaristas brasileiros. Em Mato Grosso, onde há 15 anos não são registrados casos da doença, o setor reforça a cobrança por uma política única de erradicação da aftosa no continente Sul-Americano. Já em Mato Grosso do Sul, que faz fronteira com o Paraguai, medidas preventivas foram adotadas.

No Estado responsável pelo maior rebanho bovino do país, a classe produtora reagiu com preocupação à notícia sobre o foco de febre aftosa registrado no Paraguai. Para a Associação dos Criadores de Mato-Grosso (Acrimat), a constante preocupação com a sanidade animal nas faixas de fronteira, tanto com o Paraguai quanto com a Bolívia, reforça a necessidade de que o combate à aftosa passe a ser feito em uma esfera maior. Segundo a entidade, é preciso desenvolver um trabalho conjunto, que envolva todos os países da América do Sul.

Apesar da distância de 130 quilômetros entre o departamento de San Pedro - onde o foco foi confirmado - e a fronteira com o Brasil, em Mato Grosso do Sul, o setor também ficou em alerta.

A secretária de Desenvolvimento Agrário, Produção, Indústria, Comércio e Turismo (Seprotur), Tereza Cristina Correa da Costa Dias, ressaltou que não há motivos para pânico, mas sim para precaução. Por isso, o Estado colocou em prática algumas medidas do plano de contingência de febre aftosa. 15 postos sanitários foram reativados na faixa de fronteira, onde patrulhas volantes voltaram a transitar.

O presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul), Francisco Maia, destacou que todos os procedimentos para manter o rebanho livre da doença, como a vacinação, por exemplo, são adotados com rigor pelos pecuaristas sul-mato-grossenses, o que de certa forma, tranquiliza o setor.

Em 2005, Mato Grosso do Sul enfrentou um dos piores momentos da história da pecuária local. A confirmação de vários focos de febre aftosa no sul do Estado, em outubro daquele ano, provocou a interdição de quase 1,3 mil propriedades e o sacrifício de mais de 34 mil animais. Além disso, na época, mais de 50 países fecharam as portas para a carne bovina do Estado, gerando prejuízos que - apenas em Mato Grosso do Sul - passaram de R$ 1 bilhão.

FONTE: CANAL RURAL

BOI GORDO - Confira a entrevista com Caio Junqueira - Cross Investimentos



FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS

Paraguai detecta foco de aftosa e suspende exportação de carne

O Paraguai, um dos dez maiores exportadores mundiais de carne bovina, detectou um foco de febre aftosa em um estabelecimento no centro do país e suspendeu as exportações, informou o serviço veterinário local nesta segunda-feira.

A notícia representa um golpe para o setor que vem crescendo com força nos últimos anos e esperava um novo recorde nas exportações em 2011. O Paraguai, que perderá seu status de país livre de febre aftosa com vacinação devido a este episódio, tem entre seus principais clientes a Rússia e o Chile. A carne bovina é o segundo item na pauta de exportação do Paraguai, depois da soja.

"A suspensão (das exportações) se dá por prudência, com o objetivo de garantir a qualidade da carne embarcada para fora do país, até que se determine se o foco está isolado ou é está em outras áreas também", disse Carlos Simón, diretor interino do Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa), citado pelo jornal Ultima Hora.

O Senacsa reportou o foco em comunicado e declarou que o sistema nacional de emergência sanitária foi ativado depois de comprovar a presença do vírus em um estabelecimento de Sargento Loma, no departamento de San Pedro.

O orgão informou que comunicou o caso à Organização Mundial de Saúde Animal, e Simón afirmou ao diárioABC Digital nesta segunda que informará sobre a existência do foco a todos os mercados que recebem a carne paraguaia. Os embarques serão suspensos até que o países reajam, acrescentou.

O Senacsa impôs uma quarentena que impede a movimentação na fazenda afetada e prevê fazer um mapeamento para identificar eventuais outros focos. A febre aftosa é uma doença infecciosa que afeta animais de casco fendido e ataca severamente o gado, mas não é contagiosa para humanos.

Mesmo assim, é considerada uma grave ameaça econômica para os países exportadores, porque leva ao fechamento dos mercados tanto para a carne como seus subprodutos e derivados. O Paraguai exportou cerca de 170 mil t de carne bovina em 2010. No primeiro quadrimestre de 2011, o volume das exportações chegou a 57 mil t e seu valor a US$ 311 milhões, segundo dados oficiais. Rússia e Chile compram cerca de 80% das exportações paraguaias.

Prejuízos
As exportações de carne do Paraguai ficarão interrompidas pelo menos até dezembro devido ao foco de febre aftosa, o que levará a um prejuízo de US$ 300 milhões a US$ 400 milhões, segundo informou o setor privado. "No que resta do ano, vamos perder um quadrimestre até dezembro, a exportação será zero. Em termos econômicos, (a perda) tende a ser próximo de US$ 300 milhões a US$ 400 milhões", disse Luis Pettengil, da Câmara Paraguaia da Carne.

Pettengil disse que o Paraguai exportou perto de US$ 600 milhõesaté agora. "Este episódio pode durar um ano. Temos que trabalhar do zero para procurar habilitar (as vendas) o mais cedo possível", ressaltou
FONTE: TERRA

Missão inédita sobre abate humanitário vem ao Brasil

Fiscais federais agropecuários terão treinamento específico para receber auditores europeus que visitarão frigoríficos nacionais em outubro

Marcos Giesteira

Prestes a receber a primeira missão da União Europeia que virá ao Brasil em outubro para avaliar o bem-estar dos animais antes e durante o abate, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento organizará um treinamento específico de terça a quinta-feira, 20 a22 de setembro, em Lins (SP).

O curso preparatório será destinado a 30 fiscais federais agropecuários que atuam em plantas de todo o Brasil. As palestras serão ministradas por técnicos da Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA, sigla em inglês). Também serão instrutores profissionais da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) e da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC) do Ministério da Agricultura.

Segundo a coordenadora da Comissão Técnica Permanente de Bem-estar Animal do Ministério da Agricultura, Andrea Parrilla, os auditores da UE deverão avaliar as condições do país em relação ao abate humanitário dos animais. Outro objetivo da visita será orientar para as novas exigências da legislação de abate e pré-abate européia, que o Brasil deverá atender a partir de 2013.

“Essa missão será a primeira específica para tratar desse tema e as orientações deles vão nortear bastante o nosso trabalho”, salienta.

De acordo com Andrea, o Brasil conta com normas que regulamentam o abate humanitário desde 2000. Os fiscais são capacitados nesse aspecto há dois anos, pois as regras europeias são mais rigorosas e exigem avaliação e monitoramento permanentes, tanto in loco como documental.

Capacitação

Os cursos de capacitação em bem-estar animal e abate humanitário de bovinos, suínos e aves vêm sendo promovidos pelo ministério e pela WSPA desde o início do ano. A próxima etapa ocorrerá em Goiânia (GO), de 27 a 29 de setembro.

O objetivo é formar multiplicadores capacitados para o manejo adequado nas etapas que antecedem o abate dos animais e durante o processo. O treinamento também busca reduzir as perdas econômicas ocasionadas por práticas inadequadas e melhorar a qualidade do produto.

O público-alvo prioritário são fiscais das Superintendências Federais de Agricultura, secretarias estaduais de agricultura, órgãos de extensão rural e agências estaduais de defesa agropecuária. Representantes do setor privado, como profissionais de frigoríficos que atuam nas áreas de inspeção federal, estadual e municipal e de garantia da qualidade, entre outros, também podem participar, assim como instituições de ensino.

O calendário de cursos continua em Salvador (BA) e Belém (PA), de 25 a 27 de outubro; e em Porto Velho (RO), de 8 a 10 de novembro.

FON TE: MAPA

OIE informa caso de Aftosa no Paraguai

OIE divulga hoje, 19 de setembro, caso de Aftosa confirmado pelo órgão SENASA (Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal) do Paraguai. Foram identificados 13 bovinos com o vírus na região de San Pedro, Paraguai.