quarta-feira, 5 de março de 2014

Preços de gado no URUGUAI

Semana Nº 9

Feb
23
2014
Mar
01
2014
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Planilla publicada el Lunes 03 de Marzo de 2014 
Los valores corresponden a la Semana indicada.

Mercado de Haciendas

 

Comentario

VACUNOS

con disparidad entre plantas, continua la preferencia por ganados pesados.

LANARES

mercado firme
 

INDICE FLACO / GORDO A.C.G1.2415
1.12%
* Este valor es la relación entre el precio del novillo gordo y el tenero

SEMANA Nº 9

PERIODO: del 2014-02-23 al 2014-03-01

COTIZ. PROMEDIO A LEVANTAR 
FLETE A CARGO COMPRADOR 
NEGOCIOS A PLAZO

 
 EN PIE A LA CARNE
SEM. ANTACTUAL%SEM. ANTACTUAL%
NOVILLOS GORDOS - Razas Carniceras1.801.78
-1.11%
 3.353.33
-0.60%
        
VACAS GORDAS - Razas Carniceras1.531.50
-1.96%
 3.073.04
-0.98%
        
VAQUILLONAS GORDAS1.681.68
0.00%
 3.243.20
-1.23%
        
INDUSTRIA
Toros y Novillos1.321.32 2.292.29
Vacas Manufactura0.890.89 1.951.95
Conserva0.800.80 1.751.75
    
OVINOS GORDOS
Corderos0.000.00 3.603.60
Cordero Pesado0.000.00 3.623.62
Borregos0.000.00 3.613.61
Capones0.000.00 3.133.13
Ovejas0.000.00 2.902.91
0.34%
 
Nota: 
Los precios en pie contado son USD 0,02 menos que a plazo.
Los precios en Segunda Balanza contado son USD 0,04 menos que a plazo.
 

Mercado de Reposición

Semana Nº 9

Feb
23
2014
Mar
01
2014

Precios promedios para razas carniceras y sus cruzas. 
A levantar del establecimiento con pagos contado hasta 90 días. 
Destare promedio del 5% al 7% s/ condiciones carga estipuladas.

 
 Semana Anterior Semana Actual
MinMáxPromedio MinMáxPromedio 
Terneros *hasta 140 kgUSD / Kg2.302.452.39 2.302.452.39
 
Terneros *141 a 180 kgUSD / Kg2.102.302.19 2.102.302.19
 
Terneros *más 180 kgUSD / Kg2.002.152.05 2.002.152.05
 
Novillitos201 a 240 kgUSD / Kg2.002.052.01 2.002.052.01
 
Novillos241 a 300 kgUSD / Kg1.901.951.92 1.901.951.92
 
Novillos301 a 360 kgUSD / Kg1.821.851.84 1.821.851.84
 
Novillosmás 360 kgUSD / Kg1.701.751.73 1.701.751.73
 
NovillosHQB 481USD / Kg1.852.001.92 1.852.001.92
 
Ternerashasta 140 kgUSD / Kg2.002.102.05 2.002.102.05
 
Terneras141 a 200 kgUSD / Kg1.902.001.94 1.902.001.94
 
Vaquillonas201 a 240 kgUSD / Kg1.701.901.82 1.701.901.82
 
Vaquillonasmás 240 kgUSD / Kg1.701.801.74 1.701.801.74
 
Vaquillonas y Vacas PreñadasUSD / Kg550600584.00 550600584.00
 
Vacas de InvernadaUSD / Kg1.401.551.49 1.401.551.49
 
Piezas de CríaUSD / Kg320370349.00 320370349.00
 
 

* Los precios de punta de la categoría Terneros, corresponden a los Terneros más livianos destetados, castrados y de razas definidas.

Operaciones realizadas por asociados de la A.C.G.

Comentario

CON OFERTA PRETENCIOSA, SE DIFICULTA LA CONCRECION DE NEGOCIOS.

 

Mercados al Lunes 03 de Marzo de 2014

 
 
DOLAR
22.49
 
ARG
2.06
 
REAL
9.41
 

Mercado de Liniers - Argentina

Novillos (Esp. a Buenos) + 390 Kg

 

USD / Kg

0-0

Novillos (Esp. a Buenos) - 390 Kg

 

USD / Kg

0-0

Vacas Buenas

 

USD / Kg

0-0

Vaquillonas Especiales

 

USD / Kg

0-0
Fuente: "Mercado de Liniers" USA - http://www.mercadodeliniers.com.ar
 

Mercado de Chigago - USA

Novillos Gordos

 

USD / Kg

3.2
Fuente: "United States Department of Agriculture" USA - http://www.usda.gov
 

Mercado de San Pablo - Brasil

Novillos Gordos

 

USD / Kg

1.71
Fuente: "informa Economics" - http://www.informaecon-fnp.com/
 

Mercado de Paraguay

Novillos Gordos

 

USD / Kg

1.53
Fuente: "El Corral" Paraguay - http://www.elcorral.com.py
FONTE: ACG

terça-feira, 4 de março de 2014

Exposição Nacional Hereford & Braford 2014


Parque de Exposição Dr. Lauro Dornelles
Alegrete - RS
15/05/2013 - Julgamento de Rústicos Braford (machos e fêmeas).
- Remate da Exposição Nacional 
16/05/2013 - (manhã) Julgamento de animais Braford a Galpão
- Julgamento de animais Hereford e Polled Hereford a Galpão.
17/05/2013 - Julgamento de Rústicos Hereford e Polled Hereford (machos e fêmeas).
- Coquetel HappyHour de Entrega de Prêmios.

Operação apreende 51 toneladas de produtos de origem animal no RS

A Operação Verão Numa Boa, da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio do Rio Grande do Sul, realizou 14 barreiras sanitárias no litoral gaúcho.

 Desde seu início, em 10 de dezembro de 2013, até a última semana, já ocorreram 206 ações e foram fiscalizados mais de 3.7 mil toneladas de produtos de origem animal.

As apreensões ultrapassam o número de 51 toneladas, sendo 26 de leite e derivados, 19 de carne e derivados, 5,8 mil dúzias de ovos e dois mil quilos de pescado.
fonte: Noticias da Pecuaria

Estado avalia tornar obrigatória vacinação contra a raiva bovina

A secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul estuda a possibilidade de tornar obrigatória a vacinação de animais contra a raiva bovina. Conforme o supervisor da Coordenadoria Regional de Agricultura, com sede em Ijuí, Emilio Stumm, essa análise ocorre devido aos constantes casos da doença registrados no rebanho bovino gaúcho nos últimos tempos. Se isso ocorrer, a obrigatoriedade de imunização do rebanho bovino fica estabelecida por lei.

Recentemente a região de Ijuí teve mais um caso de raiva bovina, desta vez na localidade de Passo Burmann, interior de Catuípe. Um bovino morreu vitima da doença. Emilio Stumm frisa que o problema está controlado, mas os agricultores num raio de 12 quilômetros da propriedade onde foi constatada a raiva bovina foram orientados a vacinar os animais.

O medicamento precisa ser adquirido pelo produtor e custa menos de R$ 1 por bovino. Morcegos hematófagos, que transmitem a mencionada doença, foram encontrados em propriedades vizinhas do local do animal infectado e na Colônia Santo Antônio, em Ijuí, limite com Catuípe.
fonte: Radio Progresso

domingo, 2 de março de 2014

Seminário Internacional Bioma Pampa


Comércio mundial de carnes deve ter crescimento de até 22%


O comércio mundial de carne vai crescer cerca de 22% até 2023, a estimativa é do relatório de projeções de longo prazo para a produção e demanda mundial divulgado este mês pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).
Acervo Notícias da Pecuária
Ampliar
Carne bovina
De acordo com o relatório, o Brasil é o principal exportador de carne bovina no período. O relatório, também chamado de baseline, indica que o consumo mundial de carne deve aumentar 1,9% por ano durante o período de 2014 a 2023, sendo que os embarques dos principais exportadores deverão crescer 2,2% ao ano.
As exportações de carne bovina, suína e de frango devem aumentar, nesta ordem, 2,8%, 1,6% e 2,0% por ano. No período, as exportações de carne bovina vão aumentar em 2,2 milhões de toneladas, de carne suína em 1 milhão de toneladas e de frango em 2 milhões de toneladas.
fonte: Noticias da Pecuária

Forte seca australiana pode elevar ainda mais os preços internacionais da carne bovina

Rick Britton é da quinta geração de uma família de criadores de gado bovino. Ele não estranhava mais os períodos de seca sofridos por sua fazenda de 200 mil hectares no norte do estado de Queensland. Mas, uma seca brutal que já dura dois anos na Austrália, terceiro maior país exportador de carne bovina do mundo, vem aumentando as preocupações de que a alta dos preços mundiais do produto poderá alcançar níveis ainda maiores.
“O solo se transformou em uma paisagem lunar, com o capim reduzido”, diz Britton, que é prefeito do distrito de Boulia, cidade que tem 600 habitantes. “Com a escassez de pasto nos últimos 18 meses, não tivemos alternativa a não ser reduzir nosso rebanho de 7,4 mil para 4 mil cabeças”.
O ano passado foi o mais quente na Austrália, e a seca está levantando questões em torno da viabilidade da pecuária em regiões de Queensland, que tem quase metade do rebanho do país, que chega a 27 milhões de bovinos. O quadro climático australiano coincidiu com uma grave seca em estados produtores de gado dos EUA, o que gera um aperto mundial de oferta num momento de crescimento acelerado da demanda chinesa.
Ontem, o governo australiano respondeu aos apelos dos pecuaristas e aprovou a liberação de 320 milhões de dólares australianos (US$ 288 milhões) para socorrer os criadores afetados pela seca. “Alguns de vocês podem se sentir inclinados a dizer ‘essa é uma concessão especial para os pecuaristas’, mas não, o fenômeno se assemelha a uma catástrofe natural”, afirmou o primeiro-ministro do país, Tony Abbott.
Australian PM Abbott meets with outback graziers Phillip and Di Ridge of their property named "Jandra" near BourkeTony Abbott, a direita. 
O nível de assistência concedida aos agricultores na Austrália é relativamente baixo, já que os subsídios correspondem a 2% da receita bruta gerada pelo segmento, bem menos do que oferecem EUA e União Europeia.
As entidades que representam pecuaristas comemoraram o pacote, mas a maioria reconhece que a saúde futura da atividade australiana depende da volta das chuvas em Queensland. “Cerca de 70% de Queensland e metade de Nova Gales do Sul foram declarados em estado de seca”, afirma Dale Miller, do grupo de lobby AgForce Queensland.
Com uma pequena possibilidade de crescimento de capim, os pecuaristas são obrigados a comprar ração para seus animais. A seca também eleva o custo dos grãos usados como ração, o que deixa aos criadores poucas opções a não ser mandar parte de seus animais para o abate para reduzir os custos. “A seca tem sido tão grave que os criadores tiveram de esperar até três meses para ter acesso aos abatedouros, que estão operando a plena capacidade”, diz Miller.
Os abates no trimestre encerrado em dezembro alcançou o recorde de 2,2 milhões de animais, 15% mais que em igual período de 2012. No intervalo, foi produzido um volume recorde de 596 mil toneladas de carne bovina, enquanto as exportações de boi em pé cresceram 230%, para 275 mil toneladas, sempre em relação ao quarto trimestre de 2012.
Essa alta na produção ameaçou reduzir os preços do gado e da carne no mercado local em 2013. Mas o crescente apetite da China por carne vermelha ajudou a amortecer o impacto da seca sobre os criadores e produtores australianos. No ano passado, os embarques australianos de carne bovina à China saltaram para 155 mil toneladas, ante 30 mil em 2012, ou quase 50% do volume total importado pelos chineses.
“Os consumidores chineses comem quantidades relativamente pequenas de carne bovina, mas eles são 1,3 bilhão e tendem a continuar compradores no futuro”, diz Tim McRae, economista da empresa de marketing e pesquisa agropecuária Meat & Livestock Australia. A forte demanda em parte da Ásia e as restrições na oferta produziram uma alta de 6% dos preços mundiais do gado entre junho e dezembro de 2013, segundo o Rabobank. A instituição prevê que as limitações na ponta da oferta sustentarão os preços neste começo de 2014.
Nos EUA, maior produtor mundial de carne bovina, uma seca também aguda nos estados de Texas e Califórnia reduziram a 87 milhões seu número de cabeças de gado, menor nível desde 1951. Isso elevou os preços da carne bovina americana e levaram o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) a projetar uma queda de 5% no consumo do produto ao longo deste ano.
McRae prevê que a queda das exportações australianas poderá impulsionar ainda mais as cotações mundiais. “A Austrália é um grande exportador mundial, e, se houver chuva, os criadores vão manter seus animais e começarão a recompor seus rebanhos”, diz McRae. “Isso exercerá pressões sobre os preços da carne bovina.” Em algumas das áreas afetadas pela seca de Queensland e Nova Gales do Sul, há sinais de que um abrandamento da seca pode estar a caminho. Nesta semana, choveu no distrito de Boulia.
“As chuvas que tivemos na noite de ontem são um bom começo”, diz Britton. “Se tivermos um volume de chuvas realmente bom no mês que vem ou nos próximos um ou dois meses, os criadores vão recompor seus rebanhos”.
Fonte: Jornal Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Lei dos caminhões boiadeiros

Entra em pauta neste semestre
Em visita de cortesia ao Sicadergs, o Deputado Federal Jerônimo Goergen disse que o Contran deve colocar em pauta, ainda neste semestre, a revisão da Lei que regulamenta a operação dos caminhões boiadeiros. Gerônimo disse estar otimista quanto à revisão, a qual segundo ele “corrigirá as distorções atuais que prejudicam o setor”. 
fonte: Sicadergs

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

URUGUAY - Terneros promediaron US$ 2,49 ayer en Pantalla Uruguay

La reposición de machos tuvo una ágil colocación ayer en el remate de Pantalla Uruguay, con destaque para la demanda de los terneros que, en promedio, registraron una suba de prácticamente US$ 50 centavos respecto a la cotización de enero. Cabe precisar que se trata de animales de la generación 2013 y que la oferta de esta categoría fue reducida respecto a la cantidad de lotes que se comercializan habitualmente desde finales del verano —por debajo de un millar de cabezas en este caso—, pero igualmente los compradores manifestaron interés firme, seguramente aprovechando que en su mayoría son terneros livianos, algunos todavía al pie de la madre, que se destetarán a la entrega.
El rematador Daniel Silveira, indicó que seguramente contribuyó la buena disposición de pasturas existente.
En el caso de la vaca de invernada, se mantuvieron los valores de los últimos meses, en parte respondiendo a la cotización del gordo y además, porque en su mayoría fueron lotes de vacas pesadas, desde 400 hasta 420 y 430 kilos, indicó el martillero, por las que se tenían pretensiones superiores a los lotes comunes de esta categoría, en torno a los 350 kilos.
Al cierre de esta edición se estaba desarrollando la venta de las restantes categorías, con un ritmo menor de colocación de los lotes de terneras, con valores entorno a US$ 2,00 el kilo en pie.

Fonte: Tardaguila Agromercados.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

COMPRA DE TERNEIROS EUROPEUS PARA EXPORTAÇÃO

                              ESTAMOS SELECIONANDO TERNEIROS PARA EXPORTAÇÃO
               ENTRE EM CONTATO COM  LUND PELOS FONES 053.99941513 ou 81113550

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Cotações do gado gordo e de reposição em 26.02.2014 - PELOTAS - RS

PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA - CARNE A RENDIMENTO NO RS



*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO
 EM 26.02.2014

BOI:    R$ 8,30 a R$ 8,60
VAC
A: R$ 8,00 a R$ 8,20

PRAZO: 30 DIAS

*PREÇOS MÉDIOS À PRAZO NA REGIÃO DE PELOTAS.
 NESTES PREÇOS NÃO ESTÃO INCLUÍDAS AS BONIFICAÇÕES.   

FONTE: PESQUISA REALIZADA

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_

PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA - KG VIVO NO RS



  REGIÃO DE PELOTAS

 *PREÇO POR KG VIVO
   EM 26.02.2014

   KG VIVO:
   BOI GORDO:    R$ 4,10 A R$ 4,30
   VACA GORDA: R$ 3,60 A R$ 3,70

   PRAZO PARA PAGAMENTO: 30 DIAS

   FONTE: PESQUISA REALIZADA
   POR http://www.lundnegocios.com.br

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PREÇOS MÉDIOS DE GADO - MERCADO FÍSICO / KG VIVO NO RS


REGIÃO DE PELOTAS
EM 26.02.2014      

TERNEIROS  R$ 4,00 A R$ 4,50
TERNEIRAS  R$ 3,80 A R$ 4,20
NOVILHOS    R$ 4,00 A R$ 4,40
NOVILHAS    R$ 3,80 A R$ 4,00
BOI MAGRO R$ 3,90 A R$ 4,00
VACA DE INVERNAR R$ 2,95 A R$ 3,10

*GADO PESADO NA FAZENDA

FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br

Adoção do critério de peso vivo para comercialização dos animais – Veja a opinião de Renato Galindo, do Marfrig

Visando esclarecer alguns empasses quanto aos questionamentos levantados sobre o relacionamento entre produtores e frigoríficos, com ênfase no rendimento de carcaça, e visando compartilhar conhecimento, o BeefPoint convidou em agosto de 2013 o pesquisador científico da APTA Regional Alta Mogiana (Colina/SP), Flávio Dutra de Resende, para escrever um artigo técnico-científico, com base em seu conhecimento e experimentos já realizados. Clique e confira o artigo na íntegra:
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Em 2014, para complementar os esclarecimentos sobre dúvidas relacionadas à comercialização de bovinos de corte e consequente satisfação dos pecuaristas, quanto ao relacionamento entre produtores e frigoríficos, o BeefPoint reuniu diversas opiniões, de profissionais relacionados a pecuária de corte, desde produtores, profissionais da indústria frigorífica, da carne, insumos e sanidade, à produtores; de forma a esclarecer outro questionamento levantado pela nossa equipe:
Adoção do critério de peso vivo para comercialização dos animais
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Nos próximos dias, iremos publicar estas opiniões. Assim, confira a série, com 9 artigos, que o BeefPoint elaborou especialmente para você!
Confira o primeiro artigo da série:
Por Renato Galindo, gerente de Linhas Especiais do Grupo Marfrig
Captura de Tela 2014-02-25 às 09.34.53
Esse talvez seja um dos temas mais relevantes e polêmicos na relação produtor e indústria, também amplamente discutido ano após ano entre produtores, associações de classes, frigoríficos e técnicos.
Creio que o maior problema esteja entre linha tênue que divide a confiança no relacionamento comercial e as inúmeras variáveis que influenciam o rendimento de carcaças.
Seguem alguns exemplos:
  • Estado corporal da boiada: se temos um boi maduro de pasto, crioulo da propriedade e pronto para abate antes do inverno, teremos excelentes rendimentos de carcaça x peso vivo. Se vem a brota do capim pós seca, é um resultado totalmente diferente para o mesmo animal, se tem boa mineralização ou falta dela, etc. Tempo de confinamento, dieta, chuvas, pesar cedinho ou a tarde também exercem variações significativas de rendimento.
  • Quantidade de animais por embarque e apartação: uma situação é fechar um lote só de 40 ou 60 animais, pesar e carregar. Outra totalmente diferente é colocar grandes lotes num curral, fazer diversas apartações e depois pesar, nessa segunda hipótese teremos um rendimento melhor fictício, devido ao jejum e manejo no curral por mais tempo antes da pesagem.
  • Diversidade de animais: como combinar % rendimento entre boi castrado x inteiro, raça zebuína x europeia e suas cruzas, novilha x vaca adulta, vazia x gestante?
  • Balanças de fazenda x balanção da cidade: um animal fechado cedo e pesado imediatamente terá um peso vivo superior do que outro submetido a embarque em caminhão e pesagem em balanção na cidade, sem falar em distância da propriedade até o balanção.
  • Quantidade de lotes por dia de abate: do lado da indústria, como viabilizar uma operação de peso vivo se a cada dia uma unidade de abate tradicional tem entre 10 e 25 lotes de diferentes propriedades? Quantas equipes treinadas e de extrema confiança seriam necessárias? Qual o custo disso? De onde sairiam os recursos, do rendimento ou do preço da @?
Poderíamos enumerar muitos outros exemplos de dificuldades numa operação dessas em grande escala. Mas o fato em si é que toda a polêmica gira em torno da confiança (ou a falta dela), pois a única forma de premiar genética, acabamento, eficiência no campo é analisando cada carcaça, e isso só é possível na balança do final do abate.
Assim como uma carcaça fraca não deveria ser remunerada como normal, e sim penalizada.
“Nuestros Hermanos Argentinos” apesar da lastimável situação do agronegócio atual, ainda mantém hábitos interessantes na comercialização de gado e carne. Se o produtor quiser vender no peso vivo há empresas consignatárias que compram mediante um desconto (desbaste) de 5% sobre o peso bruto e depois revendem aos frigoríficos no peso morto, essa diferença de rendimento (obviamente saindo do custo do produtor) mantém o negócio das consignatárias. Além disso vacas descarte e touros são negociados à preços de conserva (50% do valor do mercado), e os frigoríficos destinam essa carne somente para industrialização, não chega nas gondolas dos açougues.
Acreditamos que o melhor caminho são as alianças, a participação em programas de qualidade e premiação. Um exemplo de sucesso, é o Programa Fomento Angus Marfrig onde desde 2008 o produtor é premiado por qualidade, genética tanto para bezerros e garrotes, quanto em animais acabados no frigorífico.
A base de qualquer relação de compra e venda é a confiança, pois quem perdeu a confiança não tem mais o que perder.
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Série de artigos elaborada pela Equipe de Conteúdo do BeefPoint, Flaviane Afonso e Gustavo Freitas.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Confira as linhas de crédito e os prazos do Programa ABC.



 Procure a GEOPLAN e encaminhe o seu projeto.

FONTE: 

ARRENDAMENTO TEMPORÁRIO DE PASTAGEM DE AZEVÉM PARA INVERNO 2014

    foto ilustrativa

*PARA PARCERIA
*PASTAGEM DE AZEVÉM EM LAVOURA DE SOJA
*ÀREA DE 350 ha
*BEM PRÓXIMA A PELOTAS E DE FÁCIL ACESSO
*LIBERAÇÃO PARA ENTRADA DO GADO A PARTIR DE JUNHO COM DEVOLUÇÃO NO FINAL DE SETEMBRO
*CATEGORIA E CARGA ANIMAL A SER COMBINADA

MAIORES INFORMAÇÕES COM LUND 053.99941513 ou 81113550


Neste ano de 2014, estamos com um NOVO ESPAÇO em nosso SITE www.lundnegocios.com.br , dentro do Classifi"gado"

É O LUND NEGÓCIOS "PASTOS"




consiste em:

"ARRENDAMENTO TEMPORÁRIO DE PASTAGENS"
Espaço para anúncio e negociação de áreas de pastagens temporárias disponíveis na região Sul do RS

O objetivo é ser um instrumento de busca e aproximação das partes interessadas, ou seja, tanto os pecuaristas que necessitam dessas áreas para pastoreio temporário, como os lavoureiros que têm a disponibilidade dessas pastagens nos intervalos se suas safras terem uma ferramenta facilitadora.
Com este espaço, estaremos procurando facilitar a busca tanto de pastagens de inverno como de verão que estarão disponíveis para arrendamento temporário em nossa região.

                                                         Maiores informações com LUND

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Principais indicadores do mercado do boi – 24-02-2014

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio
Captura de Tela 2014-02-24 às 08.29.11
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista apresentou alta de 1,01%, nessa sexta-feira (21) sendo cotado a R$ 119,28/@. O indicador a prazo foi cotado em R$ 119,48.
A partir de 2/jan/12 o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa deixou de considerar o Funrural.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta
Captura de Tela 2014-02-24 às 08.30.52
O indicador Esalq/BM&F Bezerro apresentou alta de 0,80%, cotado a R$ 901,55/cabeça nessa sexta-feira (21). A margem bruta na reposição foi de R$ 1066,57 e teve valorização de 0,80%.
Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar
Captura de Tela 2014-02-24 às 08.31.51
Na sexta-feira (21), o dólar apresentou baixa de 0,73% e foi cotado em R$ 2,36. O boi gordo em dólares registrou valorização de 1,75% sendo cotado a US$ 50,50. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 21/02/14
Captura de Tela 2014-02-24 às 08.32.04
O contrato futuro do boi gordo para mar/14 apresentou baixa de R$ 0,52 e foi negociado a R$ 120,00.
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para mar/14
Captura de Tela 2014-02-24 às 08.31.36
Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seçãocotações.
No atacado da carne bovina, o equivalente físico foi fechado a R$ 116,51. O spread (diferença) entre os valores da carne no atacado e do Indicador do boi gordo foi de – R$ 2,78 e sua variação apresentou alta de R$ 1,19 no dia. Confira a tabela abaixo.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
Captura de Tela 2014-02-24 às 08.29.21
Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
Captura de Tela 2014-02-24 às 08.31.21
fonte: Beefpoint

Azevém na resteva de soja precisa de adubação?

por Cristiano C. Gotuzzo 

 Uma prática muito comum entre os produtores rurais é a de não adubar a pastagem de inverno na resteva de soja porque a mesma irá aproveitar a adubação residual da lavoura para se desenvolver. Mas será que sobram nutrientes suficientes para a pastagem se desenvolver a pleno?
Sabemos que o nutriente mais limitante nos solos do Rio Grande do Sul é o fósforo então, vamos analisar a dinâmica deste elemento durante a lavoura de soja e no “aproveitamento” pela pastagem de azevém desta adubação residual.
A recomendação de adubação para a lavoura de soja depende, previamente, de uma análise de solo. Levando em consideração um solo com nível de P2O5 baixo, a necessidade de suprimento de fósforo é da ordem de 60 kg de P2O5/ha.
Conforme a tabela abaixo, podemos ver a quantidade de P2O5 extraída no grão de soja dependendo da produtividade.
Tabela 1 – Absorção e exportação de P2O5 pelos grãos dependendo da produtividade da soja
Extração de P2O5 conforme a produtividade da soja
Produtividade
40 sc/ha
50 sc/ha
60 sc/ha
Parte da Planta
kg/ha
Grãos
20
25
30
Restos culturais
10,8
13,5
16,2
Total
30,8
38,5
46,2
Oliveira et all, 2007.
Conforme a tabela acima, considerando-se uma produtividade de 50sc/ha de soja, os grãos exportam 25 kg/ha de P2O5. Portanto, se a adubação foi da ordem de 60 kg de P2O5/ha restaram 35 kg de P2O5/ha na solução do solo e nos restos culturais da soja.
 A necessidade de fósforo da pastagem de azevém para um solo com nível baixo, como foi mencionado acima, é de 80 kg de P2O5/ha e com isso existe um déficit de 45 kg de P2O5/ha que deve ser adicionado a partir de uma fórmula de adubo para suprir a necessidade da cultura do azevém e potencializar o rendimento desta pastagem.

Com isso a capacidade de suporte desta pastagem será bem mais interessante que aquela que não recebe adubação após a colheita da soja e a ciclagem de nutrientes que os animais farão durante o pastejo irá beneficiar a cultura de verão subsequente.

fonte  

Cantor Roberto Carlos é o novo garoto propaganda JBS-Friboi, depois de 30 anos sem comer comer carne


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Depois de 30 anos seguindo práticas vegetarianas, Roberto Carlos voltou a comer carne, desde que ela seja Friboi. Em uma nova fase da campanha que lançou um dos bordões mais populares da publicidade no ano passado, a Lew’Lara\TBWA escolheu o cantor como o embaixador da marca de carnes do frigorífico JBS.
Na campanha, o “rei” dividirá com o ator Tony Ramos , que protagoniza os anúncios da Friboi desde junho de 2013, o título de embaixador da marca, com missão de alertar ao público sobre os benefícios de se consumir uma carne de qualidade. De acordo com Wesley Batista, presidente do Grupo JBS, a ideia de escolher o cantor surgiu quando o próprio Roberto Carlos declarou, recentemente, que voltou a consumir carne.
No primeiro comercial com o “rei”, a agência brincou justamente com a mudança de hábito alimentar do cantor. Roberto Carlos aparece em um restaurante, acompanhado da família de amigos, quando o garçom entrega dois pratos: um de massa, para ele, e outro de carne, para um dos convidados de sua mesa. Imediatamente, o cantor alerta o garçom de que o prato de carne é dele. Surpreso, o atendente questiona se Roberto Carlos voltou a comer carne.
Na sequência, o cantor lança o famoso bordão da marca: “É Friboi?”. Ao ouvir do garçom a resposta afirmativa, o astro emenda: “Com certeza, eu voltei”. A cena segue tendo como trilha sonora a canção “O Portão”, cujo refrão é marcado pela frase“Eu voltei para ficar”.
Em, seguida, o outro embaixador, Tony Ramos,  surge para falar diretamente aos espectadores sobre as qualidades da marca Friboi e os benefícios dos produtos.
A parceria de Roberto Carlos com a marca vai além das campanhas e anúncios. A Friboi fará ativações em shows do cantor e irá chancelar as apresentações e shows realizados fora do Brasil. O tradicional Cruzeiro Emoções também terá patrocínio da marca da JBS.

Assista o novo comercial:


Apresentação na convenção de vendas:


Fonte: Beefpoint

URUGUAY - Pronósticos auspiciosos para el clima de este año


José María Rodríguez, asesor en Meteorología, planteó un escenario positivo desde el punto de vista climático para los próximos meses.
Hay pocas posibilidades de que en este otoño se produzcan heladas tempranas, a la vez que parece factible que invierno y primavera sean más lluviosas que lo normal, proyectó el asesor en meteorología José María Rodríguez durante una de las Conferencias auspiciadas por Montes del Plata el pasado viernes en la 101° edición de la Expo Durazno.
Los pronósticos para los próximos meses dan cuenta de una mayor probabilidad de que se pase de la fase neutra de El Niño que ha dominado en los últimos meses, a una fase El Niño, que implica probabilidades de lluvias más abundantes que lo normal para Uruguay.
Luego del histórico episodio de lluvias de la primera quincena de febrero, el asesor prevé lluvias normales para el total del trimestre marzo-mayo, aunque con posibilidades de concretarse con una mala distribución en el espacio y/o en el tiempo. En este sentido, detalló que entre marzo y abril podría producirse un leve déficit de lluvia. Por otra parte, “prevemos un otoño levemente más cálido de lo normal, por lo que la probabilidad de heladas tempranas en principio estaría descartada”, señaló.
Mirando en el mediano plazo, el asesor pronosticó que “hasta junio de 2014, que es hasta cuando podemos tener mayor certeza, esperamos un año dentro de lo normal”.
De ahí en adelante, “es muy posible que hacia la primavera pueda ocurrir un calentamiento de las aguas del océano Pacifico y eso generaría un evento El Niño, que traería lluvias en primavera o verano”, expresó el asesor.
fonte: Tardaguila Agromercados