quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

VALORES DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO


INFORMAÇÃO
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*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 27.01.2010

REGIÃO PELOTAS / RS
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BOI: DE R$ 5,10 a R$ 5,20

VACA: DE R$ 4,80 a R$ 4,90

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

NOTÍCIAS

China vai voltar a importar carne de 16 estados considerados livres de aftosa

O secretário de Agricultura de Minas Gerais, Gilman Viana Rodrigues, informou que seu estado e outros 15, além do DF, têm condições de exportar carne bovina para a China após o reconhecimento de que estão livres de febre aftosa. Os outros Estados são Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.

Fonte: Brasil Econômico

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2010 é o ano da carne bovina brasileira no mercado chinês

SÃO PAULO - Após a abertura de mercado de aves no último ano, em 2010 será a vez da carne bovina brasileira ganhar espaço na China. Na última semana, a Embaixada Brasileira em Pequim, capital chinesa, enviou documento ao governo do estado em que o país asiático reconhece as áreas livres da febre aftosa no Brasil, de acordo com a Organização Internacional de Saúde Animal (OIE). Com isso 16 estados brasileiros mais o Distrito Federal serão habilitados a exportar carne bovina para a China que, desde 2005, havia restringido a compra de bovinos do País após a descoberta de focos da doença no Mato Grosso do Sul.
O momento de reabertura ocorre simultaneamente à expansão do consumo de carne vermelha no gigante asiático. Apesar de ainda representar uma fatia pequena nos hábitos alimentares do país, nos últimos dois anos houve um salto na demanda de carne bovina por parte da China, que saiu de 6 mil toneladas adquiridas no mercado internacional em 2008, para um volume de importação que deve chegar a 25 mil toneladas neste ano, segundo previsões do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês). No documento enviado ao governo federal, o embaixador Clodoaldo Hugueney ressalta que, com a elevação do padrão de vida, o consumo de carne tem aumentado na China. "Espera-se para os próximos anos um grande crescimento das importações chinesas de carne", afirmou.
No Brasil, os números registrados pelo Mato Grosso, estado já habilitado a exportar para a China, mostram o aumento do apetite do país asiático. De acordo com dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agrícola (Imea), a média mensal de carne bovina do estado embarcada para a China atingiu 1,46 mil toneladas em 2009, sendo que em dezembro esse volume já ultrapassava as 2 mil toneladas.
Segundo o instituto, de 2003 a 2008 o volume mensal de carne bovina exportada pelo Mato Grosso para a China era de 478 toneladas de equivalente carcaça. Em receita, os resultados são equivalentes. O estado faturou, em média, US$ 3,56 milhões por mês com as vendas de bovinos para o país asiático no ano passado. De 2003 a 2008, a média mensal era abaixo de US$ 1 milhão.
As regiões que passarão a ser habilitadas comemoram a decisão e prevêem o crescimento das exportações. "A abertura do mercado chinês para a carne bovina é fundamental para o agronegócio mineiro e nacional. A China já é o terceiro principal destino das exportações do agronegócio de Minas e poderá subir de posto com a retomada das compras de carne bovina", comenta Gilman Viana, secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais. Segundo ele, o estado conta com pelo menos cinco frigoríficos em condições de serem credenciados pela China.
Maria Gabriela Tonini, da Scot Consultoria, destaca a importância de se abrir mercados onde há a possibilidade de melhor rentabilidade. "No ano passado, alguns frigoríficos reclamaram da dificuldade em se encontrar mercados para determinados tipos de corte. Com essa abertura é uma possibilidade a mais", avalia. "Quanto mais mercados o Brasil abrir e conseguir ampliar sua participação melhor, já que poderá evitar problemas pontuais como o embargo da Rússia, que gerou grandes prejuízos ao País", completa Tonini.
Para retomar as exportações para o país asiático, os frigoríficos interessados deverão ser aprovados individualmente pela Administração Nacional de Certificação e Acreditação da China (CNCA), após apresentarem um conjunto de informações técnicas e documentos.
Preços
Em janeiro de 2009, o mercado interno observava uma sequência de pedidos de recuperação judicial de vários frigoríficos. Naquele mês, mesmo em plena crise internacional, a média do Indicador de preços Esalq/BM&FBovespa foi de R$ 84 a arroba. Passados um ano e, com a retomada da economia mundial, a cotação do boi gordo está ao redor de R$ 75,5 a arroba, com queda de 1,93% no mês. Aos poucos as indústrias estão recuando as ordens de compra, sustentadas pela queda do preço da carne, vendas fracas (com consequente estoque de carne) e diminuição do apetite da compra do gado.

DCI - Diário do Comércio & Indústria
Autor: Priscila Machado
FONTE www.agrolink.com.br

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Indicador à vista tem valorização e BM&F fecha em alta

Na última sexta-feira, o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 76,13/@, com valorização de R$ 0,10. O indicador a prazo andou no sentido contrário e registrou recuo de R$ 0,04, sendo cotado a R$ 76,89/@.

LEIA MAIS http://www.beefpoint.com.br/indicador-a-vista-tem-valorizacao-e-bmf-fecha-em-alta_noticia_60091_15_166_.aspx

FONTE www.beefpoint.com.br
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Carne bovina: Europeus vem ao Brasil em março para inspeções

Missão visitará frigoríficos, laboratórios, portos e estruturas de inspeção de animais até 15 de março.

Integrantes do Departamento de Alimentação e Veterinária da União Europeia (UE) chegam ao Brasil no dia 2 de março para verificar se o país está cumprindo as exigências de rastreabilidade da carne exportada para a Europa, informa o "Correio do Povo".
O grupo percorrerá propriedades, frigoríficos, laboratórios, portos e estruturas de inspeção de animais até 15 de março. Serão checados sistema de rastreamento do gado, controle do trânsito, vacinação, certificação, legislação sobre focos e controle da febre aftosa. A definição do roteiro entre os nove estados exportadores será tomada após 15 de fevereiro.
Atualmente, 1.858 fazendas brasileiras estão habilitadas a atender à demanda dos europeus, sendo 112 no Rio Grande do Sul. Conforme o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura (Mapa), Inácio Kroetz, a auditoria não tem objetivo de cortar ou incluir propriedades na lista de fazendas, mas de analisar o processo brasileiro como um todo. "Essa missão não auditará nada de novo, mas o que esta vigente, a Instrução Normativa 17."
Esta será a última inspeção da UE antes de o Brasil implantar as regras do novo Sistema de Identificação e Certificação de Bovinos e Bubalinos (Sisbov), cuja consulta pública se encerrou nessa terça, 19. As sugestões feitas ao texto da instrução normativa (IN) serão analisadas pela Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa e pelo Comitê Técnico Consultivo do Sisbov. A reformulação do sistema, que modifica o padrão de identificação dos animais e amplia o leque de certificadores, ainda não teve parecer oficial dos europeus.

FONTE www.portaldbo.com.br
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NOTÍCIAS

Rússia volta a ser importante cliente da carne uruguaia

Na primeira quinzena de janeiro, a Rússia se converteu no principal comprador de carne uruguaia, voltando a ocupar um lugar de destaque nas vendas do país, assim como ocorreu no final de 2008, quando começaram a ser sentidos os efeitos da crise internacional.
Segundo um levantamento realizado pelo Uruguay XXI, as exportações na primeira quinzena do ano, o principal produto vendido foi carne bovina congelada, com as vendas chegando a US$ 35 milhões (3.352 toneladas), o que representou quase 17% do total das vendas no período. O principal destino desse produto foi a Rússia, com compras de US$ 8 milhões. No mesmo período do ano anterior, o valor exportado desse produto à Rússia foi significativamente menor, totalizando US$ 1 milhão.
Os operadores do setor destacaram a importância que representa a recuperação do mercado russo para a produção local e prevêem que este voltará a se converter em um comprador fundamental.
A reportagem é do Observa.com.uy, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

FONTE www.beefpoint.com.br

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CARNES: CONSEAGRI DISCUTE EM BRASILIA REMUNERAÇÃO PARA ANIMAIS RASTREADOS

LEIA MAIS http://www.sonoticias.com.br/agronoticias/safras.php?id=201001210821.054000045

FONTE http://www.sonoticias.com.br

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Projeto autoriza pagamento de ITR em seis parcelas
Autor: Agência Câmara

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 5871/09, do deputado Washington Luiz (PT-MA), que permite o pagamento do Imposto Territorial Rural (ITR) em até seis parcelas, mensais e consecutivas. Atualmente, a Lei 9.393/96 autoriza o parcelamento em até três cotas.

LEIA MAIS http://www.sonoticias.com.br/agronoticias/mostra.php?id=32078

FONTE www.sonoticias.com.br

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Nota Fiscal Eletrônica chega em 2010 na atividade agropecuária

As empresas agropecuárias devem aderir no ano de 2010 à Nota Fiscal Eletronica (NF-e), exigência da Secretaria da Fazenda (SEFAZ).

LEIA MAIS http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?CodNoticia=104153

FONTE www.agrolink.com.br
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NOTÍCIAS

Novo sistema de identificação bovina não influencia mercado a curto prazo

As alterações que estão sendo implementadas pelo novo Sistema de Identificação e Certificação de Bovinos e Bubalinos (Sisbov) deverão provocar o aumento do número de Estabelecimentos Rurais Aprovados Sisbov (Eras), que hoje é de aproximadamente 320 propriedades. No entanto, esta elevação não deverá influenciar o mercado da pecuária de Mato Grosso que continuará em ritmo lento. É o que prevê a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), que relaciona a sobrevalorização do real em relação ao euro, além da crise financeira pela qual passam os países da Comunidade Econômica Europeia, aos baixos níveis de exportação de carne para aquela comunidade.
Contudo, a Federação considera altamente positivo o processo de simplificação do Sisbov, que possibilitará a adesão de produtores rurais que até então encontravam dificuldades para credenciar suas propriedades devido à complexidade do processo.
As propostas de alteração do Sistema foi amplamente discutida pela classe produtora através da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA ) e de nove federações de Agricultura dos estados, além de representantes da Associação Brasileira dos Exportadores de Carne Bovina (Abiec) e técnicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
O prazo relativo à consulta pública referente à proposta para o novo Sisbov terminou ontem (19). Aproximadamente 50 sugestões foram apresentadas durante o período de 21 de dezembro/2009 a 19 de janeiro/2010. As sugestões colhidas passarão agora pela análise dos fiscais federais do Ministério da Agricultura, Pecuária de Abastecimento (Mapa) e do Comitê Técnico Consultivo do Sisbov.
O representante da Famato, no Comitê, Luiz Carlos Meister, avaliou como positiva a possibilidade dada aos produtores de participarem efetivamente do processo de alteração do Sistema, contribuindo inclusive com sugestões.
Segundo ele, o novo sistema focou principalmente os anseios da classe pecuária que enfrentava dificuldades na operacionalização do antigo sistema. Com o atual modelo foram atendidos, pontos importantes como a eliminação do Documento de Identificação Animal (DIA), que era o grande entrave no ato de carregamento dos animais; eliminou-se a necessidade de fazer a leitura dos brincos na hora do carregamento, devendo esta leitura ser feita no abate do animal. Além disso, o pecuarista poderá prescindir de trabalhos da certificadora. O produtor, através de uma senha específica, poderá acessar diretamente a Base Nacional de Dados (BND) para dar entrada ou fazer baixa de animais no banco de dados.” Isso significara economia de tempo e de dinheiro”, destacou Meister.
Um ponto altamente positivo que será implementado junto com a BND é que através das Unidades Veterinárias Locais (UVL) os próprios produtores rurais poderão fazer a emissão da Guia de Transporte Animal (GTA), pela internet.
Outra grande inovação é que o Estabelecimento Rural Aprovado Sisbov poderá optar por brincagem dos animais de forma coletiva ou individual, sendo que coletivamente os animais serão identificados por um brinco próprio com o número da fazenda constante na BND. Em caso da indústria frigorífica remunerar adequadamente o produtor, ele providenciará a colocação de um brinco individual nos animais, propiciando desta forma que eles sejam passíveis de ter sua carne exportada para a Comunidade Econômica Europeia ou outros países que exijam a identificação e certificação dos animais.

FONTE www.24horasnews.com.br

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Novo ano, desafios novos para a pecuária
Paulo de Castro Marques

O ano de 2010 chegou, mas o ano que passou será lembrado pelos pecuaristas por vários motivos. Foi o ano em que os preços do boi gordo começaram acima dos R$ 80,00 e terminaram abaixo dos R$ 75,00. Foi o ano em que o confinamento de gado despencou 20%. Também foi o ano em que as exportações de carne bovina caíram 20% - ampliando consideravelmente a oferta interna - bem como o ano das grandes fusões e liquidações extrajudiciais dos frigoríficos. Mas não foi um ano somente de notícias negativas para a cadeia da carne bovina. Um exemplo é o crescimento do consumo interno, aproximando-se novamente de 40 kg/hab/ano. Em 2009, o pecuarista também valorizou a boa genética, investindo pesado em animais melhoradores para potencializar a produção de bezerros. Com tantos altos e baixos, o balanço da pecuária pode ser positivo ou negativo segundo a perspectiva de cada segmento da cadeia produtiva. Porém, em um ponto todos concordam: o câmbio interferiu agressivamente no desempenho da atividade.
Com o real valorizado e o dólar em baixa, os frigoríficos brasileiros não conseguiram recuperar mercado internacional na velocidade necessária após a crise global. Ultrapassando a barreira dos US$ 40, o boi gordo brasileiro perdeu rentabilidade, já que o produto ficou mais caro que o argentino e o norte-americano. Um efeito positivo dessa perda de exportações, com prejuízo em torno de US$ 1 bilhão no ano, foi a resposta positiva do consumidor brasileiro, que aproveitou bem o aumento da oferta de carne de alta qualidade no mercado interno. Para muitos, o pior já passou. Esses otimistas confiam na expectativa de o PIB do Brasil crescer acima de 5% em 2010 e, assim, puxar todos os setores da economia, inclusive a alimentação. Outros, mais céticos, preferem aguardar os acontecimentos, tendo em mãos os números da economia mundial, que mostram oscilação em mercados compradores importantes, como União Europeia e Rússia. O que não tenho dúvida nenhuma é que a cadeia da carne bovina continuará sendo um dos pilares da economia brasileira, contribuindo tanto para o superávit da balança comercial quanto para colocar alimento essencial no prato dos brasileiros.

Proprietário da Casa Branca Agropastoril
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VALORES DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO



INFORMAÇÃO
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*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 20.01.2010
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BOI: DE R$ 5,00 a R$ 5,10
VACA: DE R$ 4,70 a R$ 4,80
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OBS: Compras só a rendimento.
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FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
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FONE: 9981.1203 Humberto Costa

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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

MAIS NOTÍCIAS

São Paulo aprova lei contra carne que vem de desmatamento


Pecuária está entre principais causas da devastação da Amazônia.
Fornecedores também não podem ter envolvimento com trabalho escravo.


O município de São Paulo está proibido de comprar carne que venham de boi criados em locais desmatados irregularmente. Uma lei publicada nesta sexta-feira (15) no Diário Oficial da cidade exige que toda aquisição de carne bovina “in natura” tenha procedência ambientalmente sustentável.

Além do desmatamento, a lei prevê boicote à carne que venha de propriedades que utilizaram trabalho escravo ou infantil, que tenha sido embargada pelo Ibama ou que esteja sobre terras indígenas. Para participar das licitações de compra de carne, os fornecedores terão que assinar um documento declarando que seu produto não infringe nenhuma dessas regras.


Segundo estudos da ONG Amigos da Terra, a pecuária ocupa uma área de mais de 600 mil quilômetros quadrados na Amazônia, correspondente a mais do que a soma dos estados da Bahia e Rio de Janeiro. Em julho, o próprio Ministério do Meio Ambiente declarou que a criação de bois corresponde por até 80% do desmatamento da região.


Desmatamentos, queimadas e notícias sobre toda a Amazônia Legal podem ser encontradas no mapa interativo Amazônia.vc, que também permite a internautas protestar contra a destruição da floresta. Saiba como utilizar o mapa .
FONTE www.g1.globo.com

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EXCLUSIVO: Preço do boi aguarda amadurecimento no mercado

Sem novidades, o mercado o boi gordo ainda se adapta ao inicio do ano no mercado futuro com poucos negócios, demanda interna seguindo razoavelmente bem e as chuvas devendo manter leves altas nos preços. As escalas atendem de 3 a 5 dias por causa das chuvas que prejudicam os embarques do animais, principalmente, nas regiões com menos estradas.

Segundo Alcides Torres da Scot Consultoria, as oscilações que estão ocorrendo não significam que seja uma tendência baixista e é preciso um amadurecimento maior para se confirmar projeções, bem como, para as exportações que prometem elevar o potencial no Brasil.
Já para próxima semana, Torres afirma que será possível conseguir preços estáveis com possibilidade de aumento, se o clima favorecer.
Fonte: Redação N.A. / www.noticiasagricolas.

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Números estranhos

A cadeia produtiva da carne em Mato Grosso tem tem tido alguns números contrastantes, segundo estatísticas do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Os dados mostram que de junho de 2008 a dezembro de 2009 o preço da arroba caiu 20%, enquanto que o quilo de carne bovina vendida no varejo teve alta de mais de 15%. Se a arroba caiu, não seria justo que o consumidor final também sentisse alguma queda, mesmo pequena?!
FONTE www.olhardireto.com.br

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BOI GORDO: estável a mais baixo


O mercado físico brasileiro de boi gordo encerrou a primeira quinzena de janeiro com preços estáveis a mais baixos. Em São Paulo, a arroba foi cotada a R$ 74/77,00 bruto, nessa quinta-feira (14), contra até R$ 78,00 de abertura do mês. Também houve indicação a R$ 71,00 arroba, livre, à vista, por parte de grandes frigoríficos, contra R$ 73,00 do início de janeiro (dia 04). Em Mato Grosso do Sul, a arroba oscilou entre R$ 68/72,00 contra até R$ 73 de início do mês. Em Goiás, a arroba encerra a quinzena a R$ 71,00 contra R$ 72,00 do último dia 04. Em Mato Grosso, preços seguiram estáveis em R$ 64/69,00 arroba.
Com a demanda interna mais fraca, decorrente da mudança de perfil de consumo, as atenções se voltam para as exportações. Avaliações preliminares de SAFRAS & Mercado mostram que a sinalização é de resultados superiores a 2009, ano considerado o de pior desempenho das vendas externas desde 2004.
“Com o ritmo da economia mundial melhorando, os preços do petróleo se mantendo em patamar saudável aos exportadores do óleo, o dólar mais desvalorizado e o crédito internacional praticamente regularizado, as indicações são positivas para o fluxo de exportações”, visualiza o analista de Safras, Paulo Molinari. Mesmo assim, observa o analista, os mercados dependerão da recuperação da demanda externa, aspecto em que a Rússia é ponto principal.
O analista lembra que em 2009, as exportações brasileiras de carne bovina acumularam perda total de competitividade em relação à concorrência, principalmente no que se refere à carne argentina, nosso principal concorrente. Enquanto o Brasil fechou 2009 com perda de cerca de 250 mil toneladas em embarques, a Argentina deverá registrar crescimento de 250 mil toneladas.
“Os preços internacionais da carne bovina no ano que passou despencaram devido à crise econômica mundial. Na Argentina, o peso continuou desvalorizado para $ 3.80/dólar e isso manteve o país competitivo no mercado internacional mesmo com a baixa de preços em dólar da carne bovina”, diz o analista.

FONTE A TRIBUNA MATO GROSSO AUTOR SAFRAS & MERCADO

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Análise de mercado do boi gordo

Autor: Scot Consultoria

O mercado continua andando de lado e o volume de negócios permanece pequeno.
Em São Paulo, a oferta de animais para o abate é pequena. O pecuarista está vendendo de maneira compassada, indicativo de que nos preços atuais o mercado continuará lento. Por outro lado, a retração do consumo de carne não encoraja as indústrias a pagarem mais pela arroba. Sendo assim, as escalas estão reduzidas e atendem 5 dias, em média. Os preços oferecidos pelo boi variam de R$73,00/@ a R$76,00/@, a prazo, livre do imposto.

Para driblar a baixa oferta, os frigoríficos paulistas recorrem ao boi sul mato-grossense. Alguns relatam participação de até 70% de animais de fora do estado. Por lá as chuvas têm piorado as condições das estradas, atrapalhando os embarques, o que reduz a disponibilidade de animais. Sendo assim, os preços reagiram em Três Lagoas, atingindo os R$71,00/@, a prazo, livre do imposto.

No Triângulo Mineiro e no Norte de Minas Gerais os frigoríficos estão fora das compras. Como a oferta tem melhorado na região, as escalas já preenchem a próxima semana, o que deixa o mercado mais frouxo. Na região Sul do estado o valor pago pela arroba recuou para R$73,00/@, a prazo, livre do imposto.

No mercado atacadista de São Paulo os preços estão estáveis.

FONTE AGRONOTICIAS/ AUTOR SCOT CONSULTORIA

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JBS/Friboi vende carne de porta em porta; açougueiros protestam
João Arruda
de Cáceres

O conglomerado JBS/Friboi deu inicio a um arrojado projeto de venda de carnes a retalho em Cáceres. Ao todo 12 vans transformadas em mini-açougues já estão circulando pela cidade, esses veiculos - cada - são operados por duas mulheres, uma no volante e outra na operação de venda ao cliente. A empresa que disputa com a Sadia/Perdigão no ranking de revendas de alimentos, obteve alvara e apoio da prefeitura local para funcionamento.
Se de um lado a novidade vem agradando os consumidores que recebem o produto na porta de casa, onde se vende picanha fatiada ao valor de R$ 11,00, numa outra trincheira os proprietarios de açougues da cidade estão revoltados.
As vendas segundo eles, despencaram desde o inicio da semana. A prova de fogo para essa nova modalidade de comercio de carne bovina, será neste domingo na feira livre.
Alguns açougeiros ameaçam escurraçar as vans desse local.


FONTE www.24horasnews.com.br

NOTÍCIAS

Dados da produção animal brasileira

O abate de bovinos cresceu 4,6% no terceiro trimestre de 2009, em comparação com o período anterior de três meses. Houve também crescimento de 1%, em comparação com o mesmo período do ano passado. No total, 7,216 milhões de cabeças de gado foram abatidos, de julho a setembro de 2009.
Os dados fazem parte da pesquisa trimestral, divulgado no mês passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o documento, o resultado “confirma as expectativas de recuperação da indústria”, que começou no segundo trimestre deste ano, após uma seqüência de retrações, que começou no terceiro trimestre de 2007.
O aumento do abate de bovinos, de acordo com o documento, ocorreu devido ao maior consumo no mercado interno. No terceiro trimestre, os grupos que trabalham com a indústria da carne compraram plantas que havia sido encerrado devido à crise internacional, principalmente nos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso
Mato Grosso continua sendo o estado líder na produção no país, respondendo por 15,4% dos abates. Em seguida estão São Paulo (12,2%) e Mato Grosso do Sul (10,9%).
De acordo com o documento emitido pelo IBGE, o abate de frango também recuperou e cresceu 8,5% comparado ao valor registrado no trimestre anterior. No período compreendido entre julho a setembro de 2008, houve crescimento de 1,4%. No terceiro trimestre deste ano, 1,267 bilhões de frangos foram abatidos. A atividade foi mais forte na região Sul (60,5%), e o estado do Paraná permaneceu na liderança com 26,1%.
A pesquisa também revela que o abate de suínos cresceu tanto na comparação com os seis meses de período anterior (10,4%) e com o trimestre anterior (6,8%), e totalizou 8,103 milhões de animais. O resultado consolida a tendência de crescimento do produto, mesmo num ano de crise financeira e com o surgimento da gripe A (H1N1), divulgada como gripe suína.
A atividade de abate de suínos é concentrada na região Sul (68,2%), principalmente no estado de Santa Catarina (27,7%). O estado do Paraná, no entanto, foi o estado em que o abate de suínos mais cresceu, totalizou 293.703 animais a mais do que no terceiro trimestre de 2008.
Dados relativos a compras de leite e transformação de leite mostram que as plantas industriais compraram 4,898 bilhões de litros no terceiro trimestre de 2009. O resultado é 4,7% superior ao registrado no mesmo período de 2008, e 14,1% maior que no segundo trimestre do ano passado. Minas Gerais foi o estado que comprou a maior quantidade (26% do total).
Produção de ovos de frango somaram 637,064 milhões de dúzias.Houve um crescimento de 10,5% em comparação com o mesmo período de 2008, e de 9,7% em comparação com o trimestre anterior. O estado de São Paulo permanece na dianteira da produção, sendo responsável por 32,3% do total.
A pesquisa também mostra que houve crescimento de 5,2% nas compras de couro bovino cru em comparação com o mesmo período de 2008. Em comparação com o trimestre anterior, houve crescimento de 11,8%. Ao todo, 9,121 milhão de unidades foram compradas de julho a setembro. Juntos, os estados de São Paulo, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul compraram 58,1% do total.

FONTE www.excelenciagenetica.simi.org.br

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Abrafrigo: BNDES prejudica a cadeia produtiva da carne

A generosidade com que o BNDES tem tratado alguns poucos privilegiados tem gerado uma grave distorção na cadeia produtiva da carne, seja no âmbito do mercado pecuário, seja na estrutura concorrencial que permeia a atividade industrial. A conclusão é da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) segundo aponta um levantamento realizado junto aos seus associados.
"Estamos assistindo ao crescimento de uma grave deformação na configuração dos dois mercados, levando tanto produtores pecuaristas quanto pequenos e médios frigoríficos a se submeterem ao poder da concentração, inibindo a concorrência saudável e economicamente desejável, levando-a a um nível absolutamente incompatível com os princípios de uma política industrial eficiente e desconcentradora. E quem está promovendo tudo isso é o BNDES", afirma o presidente-executivo da entidade de classe, Péricles Salazar.
Segundo ele, o BNDES, na qualidade de agente público voltado ao fomento industrial, com o compromisso de atender a política pública preconizada pelo Governo, tem a obrigação de estudar previamente os impactos econômicos e sociais que pode causar diretamente aos demais agentes do segmento. No caso da cadeia produtiva da carne, a relação custo-benefício para a sociedade é muito baixa quando se prioriza apenas um grupo destinando vultuosos recursos financeiros, sob a forma de financiamento ou participação acionária. "O Banco desconsiderou as repercussões maléficas e danosas para o setor do qual participamos e para o conjunto da sociedade brasileira que deveria ser considerada como destinatária maior dos supostos benefícios decorrentes deste exagerado e desproposital aporte de recursos", disse Péricles Salazar.
Para ele, o BNDES deveria diminuir o ritmo da concentração industrial no segmento frigoríficos e possibilitar que os preços pecuários sejam reflexo da lei da oferta e da procura, não permitindo que os produtores sejam submetidos à lei do mais forte, além de não ensejar manipulação dos mercados do boi e da carne que representa 75% da produção nacional. "Assim não haveria prejuízos para os consumidores e poderia se dar efetiva atenção às verdadeiras prioridades nacionais", conclui o presidente da Abrafrigo.

FONTE Abrafrigo/www.beefpoint.com.br

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Sisbov: Consulta pública vigora até 21 de janeiro

O novo Sistema de Identificação e Certificação de Bovinos e Bubalinos (Sisbov) está em consulta pública desde 21 de dezembro; as sugestões devem ser enviadas no e-mail consultsisbov@agricultura.gov.br . Entre as normas publicadas estão os procedimentos operacionais para o produtor rural, certificadoras, agente certificador, matadouros-frigoríficos e fornecedor de elementos de identificação. Além disso, constam dados sobre a planilha padrão de identificação dos animais, requerimento de credenciamento de certificadora, de agente certificador e de fornecedor de elementos de identificação.
O agente certificador deverá ser graduado em engenharia agronômica, medicina veterinária ou zootecnia, habilitado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que poderá atuar como pessoa física autônoma ou contratada por certificadora cadastrada. O interessado em se habilitar ao cargo como pessoa física deverá apresentar requerimento ao superintendente federal de agricultura da unidade federativa em que pretende atuar.
A função de auditor será ocupada apenas por fiscal federal agropecuário ou servidor dos Serviços Estaduais de Defesa Agropecuária, com formação em uma das três áreas indicadas. As auditorias de certificação serão agendadas pelo produtor rural.
Já no Estabelecimento Rural Cadastrado no Sisbov (Eras), todos os bovinos e bubalinos serão obrigatoriamente identificados, exceto os animais nascidos na propriedade com até 10 meses, em que a identificação é facultativa. Para cadastrar o estabelecimento na Base Nacional de Dados o produtor deverá solicitar à Unidade Veterinária Local (UVL).
Mais seguro - De acordo com o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Inácio Kroetz, o objetivo das mudanças é conferir maior segurança ao sistema de rastreabilidade e simplificar as regras, principalmente, para o produtor rural, ao tornar o sistema mais acessível aos usuários. "Não haverá mais a necessidade de um intermediário para transmitir as informações do criador para o sistema. Assim, o produtor terá uma senha para inserir os dados no programa e o papel das certificadoras e dos agentes será o de certificar os animais", explica.
De acordo com as propostas, o Sisbov continuará sendo de adesão voluntária e estará integrado com as operações do sistema de defesa sanitária animal nos estados (cadastro nas unidades veterinárias locais e controle da movimentação pela Guia de Trânsito Animal) e do Sistema de Informações Gerenciais do Serviço de Inspeção Federal (Sigsif), que confere a certificação final das carnes pelo serviço oficial.
Pela nova regra, o enfoque será dado aos animais que têm potencial para serem abatidos para exportação de seus produtos aos mercados que exigem rastreabilidade. "A cada movimentação dos animais entre as propriedades há necessidade de atualização da identidade com a nova fazenda, sem perder a relação desse animal com o estabelecimento de origem", explica Kroetz.
Em relação ao controle de exportação para a União Europeia, continua a necessidade de permanência do animal de 90 dias em área habilitada e 40 dias na última propriedade. Hoje, já existem 1.827 estabelecimentos aprovados para exportação à União Europeia. Segundo informa o Mapa, o número representa aumento de 150% em relação ao registrado em 2008.

FONTE DBO - Editores Associados

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

ATENÇÃO

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BLOG LUNDNEGÓCIOS RECOMENDA QUE OS SENHORES PECUARISTAS FIQUEM ATENTOS: PREÇO DO BOI AINDA EM RECUPERAÇÃO.

PRECISAMOS DE VACAS PARA INVERNAR

TRATAR COM LUND PELOS TELEFONES 81113550 OU 99941513



OPINIÃO DO BLOG

QUEM ACHA QUE A RASTREABILIDADE ESTÁ MORTA E ENTERRADA, ESTÁ COMPLETAMENTE ENGANADO,O FRIGORÍFICO MARFRIG JÁ ESTA PAGANDO R$ 100,00 POR CARCAÇA ACIMA DE 240 KG E R$ 80,00 POR CARCAÇA ABAIXO DE 240KG DE ANIMAIS RASTREADOS.
TAMBÉM EM BREVE O FRIGORÍFICO MARFRIG ESTARÁ COM UM BÔNUS PARA GADO ABATIDO DA RAÇA ANGUS.
INFORME-SE!
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Cadeias de carnes têm horizonte de recuperação
De São Paulo - O estudo "Perspectivas para o Agronegócio Brasileiro" em 2010, do Rabobank, prevê um ano melhor para as cadeias produtivas de carnes e confirma projeções divulgadas pelas principais associações de frigoríficos nas últimas semanas de 2009. E, como no caso de entidades como Abiec (carne bovina), Abef (frango) e Abipecs (suínos), a maior preocupação é o câmbio - que, no patamar atual, tende a limitar ganhos e, com isso, limitar a recuperação em relação a um 2009 que só não foi mais fraco graças ao mercado interno firme.

FONTE VALOR ECONÔMICO

VALORES DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO



*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 11.01.2010
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BOI: DE R$ 4,90 a R$ 5,00
VACA:DE R$ 4,60 a R$ 4,70
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OBS: Compras só a rendimento.
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FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

NOTÍCIAS

Rússia amplia cotas para as carnes

O governo da Rússia aumentou a cota de exportação de carnes do Brasil. Com isso, em 2010, o país poderá enviar 500% a mais de carne bovina do que no ano passado para o mercado russo, segundo o Ministério da Agricultura (Mapa). A parcela da qual o Brasil faz parte passou de 73 mil toneladas para 448,3 mil toneladas. No entanto, a Abiec informou que não tinha conhecimento da medida.
O secretário de Relações Internacionais de Agronegócio do Mapa, Célio Porto, explicou que, no sistema de cotas russo, o Brasil integra classificação geral denominada "Outros Países". O presidente da Abef, Francisco Turra, informou que o setor solicitará à Rússia criação de faixa específica para o Brasil. "Houve sinalização de que eles querem comprar mais, mas achamos que o Brasil deve ter cota de país favorecido." A parcela acessada pelo país para embarcar frango cresceu 188%, passando de 12,4 mil toneladas em 2009 para 35,7 mil t em 2010.
Para a carne suína, a cota acessada pelo Brasil teve aumento de 6% e passou de 177,5 mil toneladas para 189,6 mil toneladas.


FONTE Correio do Povo



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Preços estáveis para a carne bovina com perspectiva de enfraquecimento



Como resultado do consumo mais fraco de cortes nobres e apenas ligeira melhora na demanda do dianteiro, os preços da carne bovina seguem estáveis mas com tendência de queda, sobretudo após o período de pagamento de salários, quando as vendas são melhores.

De acordo com a FAPRI (Food and Agricultural Policy Research Institute), a produção de carne bovina no Brasil deve atingir 9,6 milhões de toneladas em 2010, valor 1,7% maior que 2009.




Fonte: XP Investimentos
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Vendas de carne bovina brasileira para Rússia podem aumentar 500% este ano

O Brasil poderá exportar 500% a mais de carne bovina para a Rússia em 2010 em relação ao ano passado. A quota da qual o País faz parte passou de 73 mil toneladas para 448,3 mil toneladas e, ao dar essa informação, o governo da Rússia divulgou ainda, que também aumentaram os volumes para as carnes suína e de aves, a partir deste mês.
A Rússia tem sido o principal destino das exportações brasileiras de carnes suína e bovina. O secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Célio Porto, explica que os russos país mantêm um sistema de quotas de importação e o Brasil está inserido na classificação “Outros Países”, porque, estrategicamente, beneficia o mercado nacional de carnes. Em 2010, a quota global de importação de carne bovina congelada será de 530 mil toneladas, o que representa 18% mais que no ano passado, com 450 mil toneladas.
“Com isso, o País passa a ter acesso a uma quota que representa 85% das importações previstas para 2010, contra uma equivalente a apenas 16% do total no ano passado”, complementa.
Suínos - A carne suína brasileira foi a segunda maior beneficiária, embora a quota global tenha caído 11%. O volume total, em 2009, era de 532,9 mil toneladas, e será de 472,1 mil toneladas em 2010. No caso da quota acessada pelo Brasil, houve aumento de 6%, de 177,5 mil toneladas para 189,6 mil toneladas.
Além disso, a Rússia reintroduziu quota de importação para aparas (sobras) de porco, que existia até 2008 e foi suprimida no ano passado. Para 2010, foi estabelecida quantidade de 27,9 mil toneladas desse produto, que até 2008 era preenchida basicamente pelo produto brasileiro.
Frango - Em relação à carne de frango, a quota acessada pelo Brasil cresceu 188%, passando de 12,4 mil toneladas, em 2009, para 35,7 mil toneladas em 2010. No entanto, a quota de 2010 ainda equivale à metade da quota de 2008, que era de 68,8 mil toneladas. No âmbito global, esse tipo de carne teve maior redução, com 18%: de 952 mil toneladas em 2009, caiu para 780 mil toneladas em 2010.
Negociações - Ao distribuir as quotas que vigoraram em 2009, a Rússia acabou por prejudicar as exportações brasileiras de carne suína e de aves. Porto assegura que os esforços do governo brasileiro foram fundamentais para conquistar o aumento das quotas atuais. “Realizamos missões que contaram com a presença de técnicos do governo, do ministro Reinhold Stephanes e até do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva”, ressalta. Ao longo do ano passado, quatro delegações do Mapa estiveram na Rússia para negociar o aumento de quotas com as autoridades daquele País, o aumento da quotas.

FONTE Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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Mercado de carnes nobres cresce no Brasil

Cortes nacionais mais nobres são vendidos em supermercados por mais de R$ 70 o quilo
O quilo do filé mignon custa R$ 63,29. O carré de cordeiro sai por exatos R$ 72,98. Pela tradicional e saborosa picanha paga-se R$ 54. Detalhe: todos os produtos são nacionais. E por que custam mais caros que os importados? “A diferença está na qualidade do animal selecionado para o abate. Por exemplo, a carne de cordeiro que vem do Uruguai é de segunda, pois a especial é exportada para a Europa”, explica o presidente da VPJ Beef, Valdomiro Poliselli Júnior. “A qualidade na seleção da matéria prima é fundamental. Só trabalhamos com cortes especiais de novilha precoce”, reforça o diretor comercial do grupo Verdemar, dono da marca Bullight, Alexandre Poni.
Apesar de o preço de cortes especiais ser bem superior aos vendidos em açougues e mesmo nos supermercados de Belo Horizonte que comercializam carnes finas – a variação no corte de filé mignon, por exemplo, chega a 126% (de R$ 27,98 para R$ 63,29) – o mercado de carnes nobres no Brasil é crescente e, segundo produtores, há muito a ser explorado. “Estamos há 10 anos no mercado e crescemos em média 25% ao ano”, afirma Alexandre. Na VPJ Beef, os números também estão em alta desde 2004, quando a empresa foi inaugurada. “Tanto na linha Angus (bovino) quanto na Cordeiro Prime, a média é de 40% ao ano”, destaca Valdomiro.
Dono de uma das mais tradicionais produtoras de cortes premium no Brasil – Wessel Culinária & Carnes –, o empresário István Wessel afirma que o mercado de carnes nobres no Brasil acompanha a evolução da economia. “Os investimentos na melhoria genética dos animais aumentaram muito nos últimos anos, o que se traduz em maciez e suculência na carne”, diz. O aumento da renda do brasileiro é outro fator citado por ele: “Há 45 anos, comíamos um hambúrguer metade soja e metade gordura e achávamos ótimo. Hoje, a exigência é maior. Paga-se mais caro pelos cortes nobres, mas não tem perda. Você consome 100% daquilo que compra.”
De olho nas gôndolas dos supermercados que comercializam cortes premium, consumidores são unânimes em afirmar que não se importam de pagar mais: eles querem levar mais qualidade para a casa. “Observo se a carne é do chamado ‘boi verde’, que não usa hormônio, porque, se a gente não gasta aqui, vai gastar no médico”, compara a dona de casa Ana Maria Birman. Ela levou para casa um corte da marca Bullight e afirma que o selo de rastreamento pregado no produto lhe dá mais segurança. De acordo com Alexandre, 100% da produção de cortes bovinos da marca é rastreada. “Garantimos a nossa procedência. Do abate à venda final”, revela.
A designer de joias Wanda Guimarães Guatimosim também engrossa a lista dos consumidores de carnes nobres no país. Na hora da compra, não faz contas. “Não me incomodo de pagar mais caro e não me atenho ao preço”, diz.

FONTE Uai / http://www.agrolink.com.br/

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Boi: oferta restrita sustenta preços

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O mercado do boi gordo deve permanecer aquecido ao menos até o início da próxima semana, com frigoríficos em busca de animais para completar o atraso na escala de abate. Em virtude dos feriados de fim de ano, as companhias tiveram dificuldades para comprar e o preço da arroba encerrou o ano em alta. Nos últimos dias de 2009, a arroba em São Paulo beirou os R$ 80 e chegou a ser negociada a um preço máximo de R$ 79,38 à vista e a R$ 79,84 a prazo, para descontar o Funrural, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP).
Mesmo com a necessidade, os frigoríficos começaram 2010 em ritmo lento, à espera das ofertas de gado e da apuração dos preços de vendas no atacado para sair às compras. Na manhã de segunda-feira, segundo a Scot Consultoria, pouquíssimos negócios foram feitos, com ofertas de compra entre R$ 73 e R$ 77 a arroba, a prazo, livre do Funrural.
Com a subida dos preços, o contrato de dezembro na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBovespa) foi liquidado em R$ 76,48 a arroba, alta de 4,81% sobre os R$ 72,97 da liquidação do contrato de novembro. No entanto, o valor do contrato em dezembro de 2009 foi 7,7% menor que os R$ 82,86 por arroba do vencimento do mesmo mês de 2008.
Segundo o diretor da consultoria AgraFNP, José Vicente Ferraz, somente após uma avaliação do mercado, no fim desta semana, será possível saber qual a tendência do preço da arroba. "Os frigoríficos, que tinham escalas tranquilas até antes do Natal, tiveram dificuldades de arrumar animais; por isso, é preciso esperar a reposição dos estoques e a normalização nos abates para fazer uma avaliação."

FONTE ESTADÃO
AUTOR GUSTAVO PORTO

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

NOTÍCIAS

Venda de carne pode voltar ao nível pré-crise em 2010

Câmbio apreciado deve dificultar recuperação mais significativa.
País deve continuar como primeiro em carne de frango e bovina.

Apesar das exportações de carnes estarem se recuperando em ritmo mais lento do que o esperado, especialistas do setor estão otimistas para 2010.

Para representantes da indústria, associações e analistas, é possível que as exportações retornem a níveis pré-crise neste ano, pelo menos em volume. Quanto à receita, o câmbio apreciado deve dificultar uma recuperação mais significativa.
Mas o dólar baixo, que em alguns momentos de 2009 chegou a ameaçar a excelência brasileira no segmento de aves, não deve ser suficiente para afetar a competitividade do país a ponto de retirá-lo da primeira posição como maior fornecedor mundial de carne de frango e de carne bovina.
A disponibilidade de recursos naturais para expansão da agropecuária e o baixo custo dessa atividade no país sustentam a competitividade da indústria nacional de carnes. Especialistas do setor são unânimes ao afirmar que, com uma taxa de câmbio mais favorável às exportações, o desempenho do setor poderia ser melhor, com aumento da rentabilidade.
Volatilidade
Mas o dólar em queda não deixa o Brasil fadado ao fracasso. O problema, apontam analistas, é a volatilidade do câmbio. A partir do momento em que a taxa se estabilizar, ainda que em um patamar baixo, os produtores terão condições de se ajustar à nova realidade de produção.
"A competitividade do Brasil não está lastreada no nível do câmbio. Em boa parte dos anos de 2007 e 2008, estivemos com um câmbio muito próximo ao que estamos hoje. O problema é quando o movimento ocorre de maneira muito rápida", afirma o diretor financeiro e de relações com investidores da BRF-Brasil Foods, Leopoldo Saboya.
O executivo admite que o atual nível do câmbio pode ter deixado o frango norte-americano mais competitivo, mas isso não significa que os Estados Unidos roubarão espaço significativo do Brasil no comércio mundial. "Eles não estão focados para isso", diz o presidente da Sadia, Julio Cardoso.
Hoje, o Brasil responde por 41% do comércio mundial de carne de frango, ante 37% dos EUA.

FONTE www.g1.globo.com
da agência estado

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Bezerro desvaloriza 12% em 2009 e arroba, 11%

A crise internacional e o regime de chuvas atípico em 2009 aumentaram a complexidade das decisões no mercado pecuário nacional, analisam pesquisadores do Cepea. Com a escassez de crédito, caiu a demanda externa por carne e também as possibilidades de empresas financiarem a produção e novos investimentos. Quanto às chuvas, vieram em excesso em boa parte da região Centro-Sul, aliviando a estiagem típica de meados do ano, mas, por vezes, forçando a entrega de lotes de confinados em momentos não programados. Conforme dados do Cepea, os recordes de preços registrados pelo setor em 2008 ficaram bem distantes das médias do segundo semestre do ano passado. Os preços tanto do bezerro, quanto do boi e da carne caíram ao longo dos meses, ensaiando alguma recuperação na segunda quinzena de dezembro, segundo pesquisas do Cepea. No acumulado de 2009, o animal de 08 a 12 meses teve desvalorização de 12% no estado de São Paulo, a arroba do boi gordo no mesmo estado, a prazo, caiu 11%, e o quilo da carne com osso no mercado atacadista da Grande SP teve queda de 12%.

FONTE Cepea/Esalq

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Golpe do frigorífico: nove são indiciados

Depois de dez meses de investigações, a Polícia Civil de Santana do Livramento remeteu ontem à Justiça inquérito com 630 páginas que indicia nove pessoas ligadas a um frigorífico de Caçapava do Sul por formação de quadrilha e estelionato. O golpe derivado da compra de bovinos para serem abatidos resultou em prejuízos de cerca de R$ 5 milhões a pecuaristas gaúchos. Somente em Livramento, os prejuízos somam R$ 480 mil.
Segundo o delegado Eduardo Santanna Finn, além de Caçapava do Sul e Livramento, a quadrilha efetuava a compra de animais em outros municípios, como Bagé, São Sepé, Dom Pedrito, Três Passos, Santiago e São Vicente do Sul. No dia do pagamento, eles alegavam que a empresa havia fechado por dificuldades financeiras.

FONTE CORREIO DO POVO

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

VALORES DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO

INFORMAÇÃO
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*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 28.12.2009.
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BOI: R$ 4,85
VACA: R$ 4,50
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OBS: Compras só a rendimento.
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FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
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FONE: 9981.1203 Humberto Costa
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Governo da Argentina promove suinocultura e reduz produção de gado

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O governo argentino irá promover o consumo de suínos em 2010. O país, que é o maior consumidor de carne vermelha do mundo, também projeta uma queda de 30% na produção de carne bovina.
“A carne suína deve ser parte da dieta dos argentinos, assim como acontece nos outros países”, disse Lorenzo Basso, secretário de Agricultura e Pecuária, em uma entrevista realizada na Bolsa de Cereais de Buenos Aires. “Estamos trabalhando em um projeto para promover o consumo de outros tipos de carne, como a suína, e para melhorar a eficiência na produção de gado”.
Os criadores de gado estão reduzindo sua produção, devido às restrições para exportação impostas pelo governo e devido a regulação dos preços, segundo Arturo Llavallol, secretário da Sociedade Rural Argentina, no dia 18 de dezembro. O país terá 4 milhões de cabeças de gado a menos em 2010, o que significa uma queda de 30% na produção de carne.
“O projeto do governo também visa ajudar os pecuaristas a criar seu gado antes de vendê-lo, até que cada boi pese entre 240 a 250 quilos, ao invés de apenas 160 quilos, como são atualmente vendidos”, disse Basso. O governo planeja divulgar mais detalhes dos projetos antes do final do ano.
Cada argentino come, em média, 75 quilos de carne anualmente.
O governo também pretende ajudar os produtores a aumentarem sua produção no ano que vem. “Nós não conseguiremos impedir a queda na produtividade no ano que vem, mas o projeto deverá ter um impacto em 2011, quando a Argentina poderá voltar a aumentar os rebanhos em 4 milhões de cabeças”, disse Basso.
Importação de carne
A Argentina precisará importar carne bovina para atender a demanda doméstica, segundo Hugo Biolcati, presidente da Sociedade Rural.
Agricultores e pecuaristas bloquearam os embarques de grãos e de gado por quatro meses para protestar conta as taxas na exportação de soja e o controle dos bens das fazendas. O governo recuou com as taxas em julho de 2008, depois que elas foram rejeitadas pelo Congresso.
A Argentina, que era maior exportador de carne vermelha nos anos 70, caiu para o sétimo lugar no ano passado, de acordo com o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). O Brasil agora é o maior exportador e irá exportar quatro vezes mais carne que a Argentina este ano.
Fernanda Bellei

Fonte: Bloomberg
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NOTÍCIAS

Mercado de carne


A Argentina, país da Bacia do Rio da Prata, tradicionalmente uma legenda mundial para o mercado da carne sempre foi vista por brasileiros e uruguaios, com uma pontinha de inveja, pois a Argentina é a melhor produtora de carne de primeira qualidade, o que não é nenhuma novidade, pois o pampa argentino é um dos melhores criatórios da América Latina, para bovinos e ovinos. Pois hoje, os ventos estão virando e alguns investidores no mercado da carne, migram para o Uruguai, ali do outro lado do Rio que leva o mesmo nome, o rio Uruguai.



LEIA MAIS http://www.bicodocorvo.com.br/noticias/mundo/investidores-no-mercado-da-carne

FONTE www.bicodocorvo.com.br

postado por Thiago Augusto em 26/12/2009

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

NOTÍCIAS

Boi gordo: indicador é cotado a R$ 76,49/@

O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 75,82/@, com valorização de R$ 0,36. O indicador a prazo registrou alta de R$ 0,26, sendo cotado a R$ 76,49/@.

LEIA MAIS http://www.beefpoint.com.br/boi-gordo-indicador-e-cotado-a-r-7649_noticia_59478_15_166_.aspx

FONTE http://www.beefpoint.com.br/

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Índices de produtividade: MPF pressiona e pede revisão

O Ministério Público Federal resolveu entrar no jogo de pressão pela revisão dos índices de produtividade agropecuária para fins de reforma agrária. Em recomendação expressa aos ministros do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, e da Agricultura, Reinhold Stephanes, os procuradores sugerem, pela terceira vez desde o fim de 2008, a edição de portaria conjunta para a atualização imediata dos parâmetros usados no processo de reforma agrária.
A bancada ruralista pressiona o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a desistir do reajuste dos índices. Lula prometeu a medida aos movimentos sociais, mas tem deixado a decisão final em suspenso para retaliar invasões do MST. Em desvantagem no governo, Stephanes usa como pretexto a necessidade de utilizar os dados mais recentes do Censo Agropecuário 2006, a análise do tema por outros órgãos do setor e a indispensável reunião do Conselho Nacional de Política Agrícola (CNPA) para aprovar os novos índices. De outro lado, o PT divulgou nota de apoio e o ministro Cassel insiste na revisão.
A subprocuradora-geral da República, Gilda Pereira de Carvalho, recomenda a edição da portaria a partir de estudos de equipe composta por especialistas das duas pastas.
O MPF afirma que os atuais índices foram fixados em 1975 e relembra que a Constituição exige o cumprimento "simultâneo" de critérios e graus de utilização da terra (GUT) e de eficiência da exploração (GEE). "A atualização é necessária para que os novos índices incorporem os ganhos de produtividade observados nas culturas e na pecuária desde 1975", diz a recomendação. A bancada ruralista já aprovou projetos para retirar exigências simultâneas e submeter novas revisões ao Congresso. O MPF já havia enviado outros ofícios alertando o governo da necessidade de reajustar os parâmetros de rendimento de lavouras e da pecuária para fins de reforma agrária.
Em resposta ao novo ofício do MPF, Cassel informou já ter firmado a portaria interministerial, dependendo apenas da decisão de Stephanes. "Por fim, mais uma vez, manifesto concordância com os termos do estudo e com a atualização dos índices de rendimento de produtos vegetais e para a pecuária", diz Cassel. Em recesso de fim de ano, o ministro Stephanes não foi localizado pela reportagem para comentar a recomendação do MPF.
A matéria é de Mauro Zanatta, publicada no Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

FONTE http://www.beefpoint.com.br/

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Exportações de carne bovina devem crescer entre 10% e 20%, em 2010

Se deixou um pouco a desejar, as exportações de carne bovina estiveram distante do colapso. Os embarques devem alcançar 1,92 milhão de toneladas este ano, contra os 2,16 milhões de toneladas embarcados em 2008, pequena queda de 24 mil toneladas. O faturamento nos doze meses de 2009 pode alcançar 4,2 bilhões de dólares, ante 5,3 bilhões de dólares da temporada passada.

LEIA MAIS http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?CodNoticia=102961

FONTE http://www.agrolink.com.br/

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009


No Natal renovamos nossas esperanças por um mundo mais justo e equilibrado, e, com certeza, que se embora pequena fizermos nossa parte, talvez possamos ainda trasformar nossas palavras em atos.
Um feliz Natal é o que desejo a todos amigos,clientes e colaboradores que ajudaram a transformar um objetivo em realidade.


LUND / NATAL 2009

NOTÍCIAS

Boi gordo: indicador é cotado a R$ 76,49/@

O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 75,82/@, com valorização de R$ 0,36. O indicador a prazo registrou alta de R$ 0,26, sendo cotado a R$ 76,49/@.

LEIA MAIS http://www.beefpoint.com.br/boi-gordo-indicador-e-cotado-a-r-7649_noticia_59478_15_166_.aspx

FONTE www.beefpoint.com.br


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Índices de produtividade: MPF pressiona e pede revisão

O Ministério Público Federal resolveu entrar no jogo de pressão pela revisão dos índices de produtividade agropecuária para fins de reforma agrária. Em recomendação expressa aos ministros do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, e da Agricultura, Reinhold Stephanes, os procuradores sugerem, pela terceira vez desde o fim de 2008, a edição de portaria conjunta para a atualização imediata dos parâmetros usados no processo de reforma agrária.
A bancada ruralista pressiona o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a desistir do reajuste dos índices. Lula prometeu a medida aos movimentos sociais, mas tem deixado a decisão final em suspenso para retaliar invasões do MST. Em desvantagem no governo, Stephanes usa como pretexto a necessidade de utilizar os dados mais recentes do Censo Agropecuário 2006, a análise do tema por outros órgãos do setor e a indispensável reunião do Conselho Nacional de Política Agrícola (CNPA) para aprovar os novos índices. De outro lado, o PT divulgou nota de apoio e o ministro Cassel insiste na revisão.
A subprocuradora-geral da República, Gilda Pereira de Carvalho, recomenda a edição da portaria a partir de estudos de equipe composta por especialistas das duas pastas.
O MPF afirma que os atuais índices foram fixados em 1975 e relembra que a Constituição exige o cumprimento "simultâneo" de critérios e graus de utilização da terra (GUT) e de eficiência da exploração (GEE). "A atualização é necessária para que os novos índices incorporem os ganhos de produtividade observados nas culturas e na pecuária desde 1975", diz a recomendação. A bancada ruralista já aprovou projetos para retirar exigências simultâneas e submeter novas revisões ao Congresso. O MPF já havia enviado outros ofícios alertando o governo da necessidade de reajustar os parâmetros de rendimento de lavouras e da pecuária para fins de reforma agrária.
Em resposta ao novo ofício do MPF, Cassel informou já ter firmado a portaria interministerial, dependendo apenas da decisão de Stephanes. "Por fim, mais uma vez, manifesto concordância com os termos do estudo e com a atualização dos índices de rendimento de produtos vegetais e para a pecuária", diz Cassel. Em recesso de fim de ano, o ministro Stephanes não foi localizado pela reportagem para comentar a recomendação do MPF.
A matéria é de Mauro Zanatta, publicada no Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

FONTE www.beefpoint.com.br

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Exportações de carne bovina devem crescer entre 10% e 20%, em 2010

Se deixou um pouco a desejar, as exportações de carne bovina estiveram distante do colapso. Os embarques devem alcançar 1,92 milhão de toneladas este ano, contra os 2,16 milhões de toneladas embarcados em 2008, pequena queda de 24 mil toneladas. O faturamento nos doze meses de 2009 pode alcançar 4,2 bilhões de dólares, ante 5,3 bilhões de dólares da temporada passada.

LEIA MAIS http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?CodNoticia=102961

FONTE www.agrolink.com.br
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