quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

País voltará a vender carne bovina para a África do Sul

A África do Sul voltará a comprar carne bovina brasileira, pondo fim ao embargo iniciado em 2005, informou ontem o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, segundo a Agência Brasil.
Durante a divulgação das estimativas da safra 2009/10, o ministro disse que foi informado sobre o fim do embargo em uma conversa telefônica com uma autoridade sul-africana. "Isso representa a conquista de mais um mercado", disse o ministro. Segundo ele, o Brasil atualmente exporta carne bovina para 180 países, e a cada mês vai conquistando novos mercados.
De acordo com Stephanes, a princípio, o Brasil irá exportar apenas carne bovina desossada. "Falta assinar o acordo sanitário entre os dois países, documento que já está pronto", disse. Ele não fez previsões sobre os volumes que podem ser exportados ao mercado sul-africano.
Quando suspendeu as compras do Brasil, em 2005, a África do Sul havia comprado 11, 2 mil toneladas de carne bovina do país. O embargo foi imposto em outubro daquele ano em decorrência do surgimento de focos de febre aftosa nos Estados de Mato Grosso do Sul e Paraná.

FONTE: Valor Econômico

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

CONDIÇÕES DE COMPRA DA ANGUS INTERNATIONAL EXPORTAÇÃO DE ANIMAIS LTDA

PARA EMBARQUE A SER EFETUADO NO MÊS DE FEVEREIRO DE 2010





Pelotas, 08 de fevereiro de 2010.

Prezados senhores,

Abaixo nossas condições de compra;


- GADO EUROPEU PESO MÍNIMO 170 KG até 300 KG, EM NOSSA FAZENDA

PESO INDIVIDUAL-INTEIRO

PREÇO:R$ 2,50 p/Kg – EUROPEU PURO

R$ 2,30 p/Kg – CRUZA DE RAÇAS EUROPÉIAS

- TOURO EUROPEU PESO MÍNIMO 300 KG até 400 KG, EM NOSSA FAZENDA

PESO INDIVIDUAL - INTEIRO

PREÇO :R$ 2,30 p/Kg – EUROPEU PURO

R$ 2,15 p/Kg – CRUZA DE RAÇAS EUROPÉIAS

Lembramos da importância de que os animais que sejam enviados a nossa concentração se ajustem as condições de compra.

1) Condições de pagamento : 10 dias úteis, a partir da chegada em nossa fazenda.

2) Condições Físicas e Sanitárias : Os animais recebidos deveram encontrar-se em boas condições físicas e sanitárias, do contrario serão refugados.

3) Pesagem / Balança : A definir

- Solicitamos nos confirmarem via fax ou telefone os lotes comprado, mencionando categoria, peso, procedência e raça, para que possamos planejar as cargas.

- Vimos por meio deste fax informar aos senhores que nossos preços se manterão os mesmos desta condição até o final do embarque, assim como a pesagem na balança do Engenho Iguatemi na Vila da Quinta - Rio Grande, por conseqüência não insistir neste assunto.

Dados para emissão da Nota de Venda :

Angus International Exportação de Animais Ltda

CNPJ 07.302.549/0001-80

I.E. 100/1098630

Endereço : Vila da Quinta , Br 471, Km 428 – Rio Grande

África do Sul abre mercado para carne bovina brasileira

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, afirmou hoje, durante entrevista coletiva sobre a safra de grãos 2009/2010, que recebeu um comunicado do Ministério da Agricultura da África do Sul anunciando a abertura de seu mercado para a carne bovina brasileira. "A ministra da África do Sul acaba de comunicar que abriu as compras de carne bovina. Agora falta só o Japão, no caso de suínos, entre os grandes mercados", comemorou Stephanes.

FONTE WWW.NOTICIASAGRICOLAS.COM.BR

PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA

PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 09/02/2010
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 08/02/2010 - PRAÇA RS


Ver todas cotações Ver gráfico

MACHOSPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 5,20R$ 5,19
KG VivoR$ 2,60R$ 2,59
FÊMEASPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 4,90R$ 4,83
KG VivoR$ 2,32R$ 2,29
* Valores p/ pagto em 30 dias a descontar Funrural
** Programa - Indicador Esalq/Cepea MaxP(6)
*** H & B - Indicador Esalq/Cepea Prz(4)
PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA

FONTE ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD

JBS aposta no mercado interno em 2010

De acordo com o presidente do JBS, o mercado brasileiro está "melhor do que a média" mundial. "Se for falar na ordem, primeiro o Brasil, segundo os EUA, aí vem outros como Rússia, China..., por último Europa e Japão, são os que estão demorando mais a retomar."

As operações de bovinos no Brasil, cuja força no passado deram impulso a voos internacionais do JBS, voltam a ser uma das principais apostas do grupo em um momento em que o mercado global ainda sofre com as sequelas de uma de suas piores crises, avaliou Joesley Batista, presidente da maior empresa de proteína animal do mundo.

LEIA MAIS http://www.beefpoint.com.br/jbs-aposta-no-mercado-interno-em-2010_noticia_60464_15_166_.aspx

FONTE www.beefpoint.com.br

En la Argentina ya se vende asado de novillo uruguayo a precios populares


La noticia llegó desde Misiones, donde medios de comunicación informaron que en su mercado cárnico ya había ganado participación la carne de novillo proveniente de Uruguay. Así, la Argentina se convierte en importador de carne vacuna, una situación difícil de imaginar antes de los Kirchner. Urgente24 desconoce si la situación se está registrando en otras provincias.

Gabriel Vidal, del frigorífico El Abasto, de Posadas, Misiones, dijo a Radio República: "Me sorprende día a día la suba del precio de la carne. Curiosamente no subió para las últimas fiestas de fin de año y todo se incrementa ahora".

LEIA MAIS http://www.urgente24.com/index.php?id=ver&tx_ttnews[tt_news]=136462&cHash=eaf577fba1

FONTE http://www.urgente24.com/

PREÇOS DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO


INFORMAÇÃO
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*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 09.02.2010
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BOI: DE R$ 5,15 a R$ 5,25
VACA: DE R$ 4,85 a R$ 4,95
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OBS: Compras só a rendimento.
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FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
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FONE: 9981.1203 Humberto Costa

Marcelo Guaritá comenta decisão do STF sobre o Funrural

Na semana passada, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu por unanimidade que é inconstitucional a contribuição ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) incidente sobre a receita bruta proveniente da comercialização de produtos rurais, conforme a Lei nº 8.540, de 1992, em julgamento a um recurso extraordinário do Frigorífico Mataboi.
O BeefPoint entrou em contato com Marcelo Guaritá Bento - advogado do escritório Diamantino Advogados Associados, mestre em Direito do Estado e membro da ABDT (Academia Brasileira de Direito Tributário) - para esclarecer algumas dúvidas sobre o assunto.
Segundo Guaritá, a decisão foi proferida pelo Plenário do STF, que é o órgão máximo da Justiça Brasileira, no entanto, ocorreu em um tipo de processo, que só vale para o Mataboi. Isso significa que a contribuição não deixa de existir. Ele vale somente para o caso analisado.
"Mas é um precedente muito forte e firme. Na prática, o recado do STF é que todas as ações julgadas por aquele Tribunal deverão receber o mesmo entendimento. Isso, apesar de não ser obrigatório, gera uma orientação firme para os juízes do país: o Funrural é inconstitucional", completou.
Ele ainda que ressaltou, que, "o produtor que quiser ficar livre do pagamento da contribuição deverá entrar com a ação, pois a lei que obriga ao recolhimento continua existindo. Essa medida judicial pode ter dois objetivos: (i) Recuperar o passado e (ii) Não mais ter que recolher nas vendas futuras. Quem se apressar ainda pode conseguir recuperar 10 (dez) anos". "As chances de recuperar os valores pagos indevidamente no passado dependem da documentação que cada produtor possui", lembra.

FONTE www.beefpoint.com.br


* PREÇO DE VACA PARA INVERNAR EM 08/02/2010

VACA DE R$ 1,90 a R$ 2,00

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

CULINÁRIA

Picanha ao Forno com Sal Grosso

Ingredientes:
1 peça de Picanha c/ aprox. 1 Kg
2 kg e meio de sal grosso
Molho
4 colheres de sopa de manteiga
4 colheres de sopa de azeite
1 cebola (picada)


Modo de Preparo:
1.Cubra o fundo de uma assadeira com 1 kg do sal grosso
2.Coloque a picanha com a parte da gordura virada para cima
3.Cubra a carne com o restante do sal, não deixando nenhuma parte da carne exposta
4.Leve a assadeira para o forno a 200 graus por aproximadamente 2 horas
5.Retire a camada do sal e corte em fatias colocando o molho sobre a carne
6.Dica: a picanha pode ser colocada para assar congelada


Modo de Preparo do molho:
1.Aqueça a manteiga junto com o azeite em uma frigideira, frite a cebola por alguns instantes e derrame sobre a picanha preparada

Fonte: www.tudogostoso.uol.com.br

VALORES DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO


INFORMAÇÃO
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*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 05.02.2010
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BOI: DE R$ 5,15 a R$ 5,25
VACA: DE R$ 4,85 a R$ 4,95
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OBS: Compras só a rendimento.
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FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
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FONE: 9981.1203 Humberto Costa

PREÇO MÉDIO DE TERNEIROS



* PREÇOS MÉDIOS DE TERNEIROS NA REGIÃO DE PELOTAS NA SEMANA DE 01.02.2010 A 06.02.2010

TERNEIROS R$ 2,40 A R$ 2,50

TERNEIRAS R$ 2,25 A R$ 2,35

NOTÍCIAS


Produtores endividados poderão ter novo crédito

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, comprometeu-se ontem (03) a alterar, possivelmente já na próxima semana, uma circular interna da instituição que impede a tomada de crédito por produtores rurais que já tenham dívidas com agentes financeiros, mesmo quando há interesse na concessão, por parte dos bancos.

A informação foi divulgada por representantes da Frente Parlamentar do Agronegócio no Congresso Nacional e de produtores rurais, que se reuniram com Coutinho para tratar do tema. Ele iria tentar uma audiência com o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, ainda ontem, para colocá-lo a par da situação.

FONTE As informações são do jornal O Estado de S.Paulo, adaptadas pela Equipe AgriPoint.

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Funrural: STF julga que contribuição é inconstitucional

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu por unanimidade que é inconstitucional a contribuição ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) incidente sobre a receita bruta proveniente da comercialização de produtos rurais, conforme a Lei nº 8.540, de 1992.

A contribuição, de 2,2% sobre a receita bruta, é paga pelos produtores rurais. Mas foram os frigoríficos, obrigados a reter e repassar o tributo ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que foram ao Judiciário contra a cobrança. Isso deve criar uma nova disputa. Os frigoríficos, que são apenas os substitutos legais, argumentam que têm direito a receber o que foi pago indevidamente.

O STF chegou à conclusão de que a cobrança era inconstitucional ao julgar um recurso do Frigorífico Mataboi S.A. e de uma empresa do mesmo grupo contra decisão judicial que tinha determinado o recolhimento ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) do Funrural sobre a venda dos produtos. O problema, segundo o STF, é que a contribuição foi instituída por uma lei ordinária e não por uma lei complementar, como deveria ter ocorrido. Para as empresas, instituir a cobrança previdenciária desta forma seria uma maneira de bitributação, pois, sobre os produtos, já há incidência de PIS e Cofins.

A decisão vale apenas para esse caso. Mas ela cria um precedente relevante para que outras empresas obtenham o mesmo direito de não recolher a contribuição já que o tribunal entendeu, por unanimidade, que a lei era inconstitucional.

De acordo com estimativas da Receita Federal, a declaração de inconstitucionalidade poderá representar uma perda anual de receita de cerca de R$ 2,8 bilhões. "Considerando o período prescricional para a repetição de indébitos tributários, o que leva a calcular o valor recolhido nos anos de 2005 a 2009, chegamos a uma perda imediata na ordem de R$ 11,25 bilhões", alertou o procurador da Fazenda Nacional Fabrício Sarmanho.

A Procuradoria da Fazenda tentou convencer o STF a determinar que a decisão sobre o Funrural valesse daqui para a frente. Mas a maioria dos ministros entendeu que os efeitos podem retroagir. "A preocupação da Fazenda Nacional é a questão social. Porque esse tributo custeava a Previdência Social. E a Previdência Social na área rural paga 5 reais de benefício para cada 1 real arrecadado. Ou seja, ela trabalha num déficit absurdo", afirmou Sarmanho.

Segundo o advogado Márcio Torres, que representa a Associação de Criadores de Mato Grosso do Sul, o STF considerou que o pagamento é feito em duplicidade, já que já são praticados o PIS e Cofins. No ano passado, a Acrissul entrou na Justiça para suspender a cobrança, que em alguns casos era retroativa a agosto de 2008. Na avaliação de Márcio Torres, a decisão do STF cria um precedente jurisprudencial importante para os produtores rurais pessoas físicas de todo o Brasil.

Há outros processos sobre o mesmo assunto que tramitam no STF. Nesses futuros julgamentos, a Fazenda vai tentar convencer os ministros a modificarem o entendimento de que o recolhimento do Funrural é inconstitucional.

Apesar da vitória ter sido obtida à unanimidade no Supremo, a disputa, contudo, ainda pende de uma etapa crucial: definir quem tem o direito a pedir a restituição para o governo, os produtores rurais ou os frigoríficos. A dúvida ocorre porque a contribuição é recolhida dos produtores rurais. Mas, quem retém o imposto são os frigoríficos, devido ao regime de substituição tributária, para facilitar a fiscalização. Hoje, é muito mais fácil controlar a arrecadação dos frigoríficos, que são poucos, do que dos produtores rurais, que são milhares. De acordo com o advogado Marcelo Guaritá, sócio do escritório Diamantino Advogados Associados, uma prática comum de muitos frigoríficos é não discriminar na nota fiscal de compra de produtos rurais o desconto da contribuição. "Desta forma, os frigoríficos tentam provar que foram eles, e não os produtores, que arcaram com o pagamento da contribuição", diz. Agora, caberá ao Poder Judiciário definir quem tem direito à restituição.

FONTE As informações são do jornal O Estado de S. Paulo, Valor Econômico e do portal Campo Grande News, resumidas e adaptas pela Equipe BeefPoint.

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Boi: Necessidade de compra mantém preços em alta

Os preços do boi gordo subiram nos últimos dias em quase todas as praças pesquisadas pelo Cepea. No entanto, segundo análises do Cepea, o ritmo de negociação segue lento. Muitos frigoríficos continuam preenchendo as escalas da própria semana e, dessa forma, tiveram que aumentar os valores da arroba. Vendedores, por sua vez, seguem retraídos, à espera de novas altas nos preços. Além disso, houve dificuldade de embarque em algumas regiões devido às constantes chuvas. No estado de São Paulo, entre 27 de janeiro e 3 de fevereiro, o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa subiu 1,03%, fechando a R$ 76,99 na quarta-feira.

FONTE WWW.AGROLINK.COM.BR

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

NOTÍCIAS

Kroetz vai a Bruxelas apresentar mudanças no Sisbov

Na primeira quinzena de março, nova missão da União Europeia (UE) chega ao Brasil para dar prosseguimento aos entendimentos entre o País e o continente europeu sobre questões sanitárias.
No fim de janeiro, o secretário de Defesa Agropecuária, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Inácio Kroetz, esteve em Bruxelas, na direção-geral da Saúde e da Proteção do Consumidor (DG-Sanco), onde recebeu elogios sobre o trabalho realizado nessa área. "A expectativa é que as relações comerciais entre Brasil e União Europeia, no setor de carne bovina, voltem à situação oficial de 2006. Reconhecemos o esforço brasileiro para o cumprimento dos requisitos sanitários europeus," afirmou a diretora-geral adjunta de Saúde e do Consumidor da Comissão Europeia, Paola Testori Coggi.
O diretor de Programas da Área Animal da SDA, Márcio Rezende, apresentou a proposta do novo Sistema de Identificação e Certificação de Bovinos e Bubalinos (Sisbov) aos membros da DG-Sanco. "O modelo atual vai dar lugar a um sistema mais simples e com menor custo para o pecuarista. Além disso, vai permitir tanto a identificação individual, já praticada hoje, quanto a identificação coletiva dos animais", informou.
Para o secretário Kroetz, a proposta está direcionada aos processos de identificação e certificação de animais. "Vamos ter um Banco Nacional de Dados que vai interligar o Sisbov, a Guia de Trânsito Animal Eletrônica e o Sistema de Informações Gerenciais do Serviço de Inspeção Federal (Sigsif). Quanto às mudanças, a primeira impressão que tivemos do lado europeu foi favorável", destacou.
Na reunião, em Bruxelas, Paola Coggi informou à comitiva brasileira que, nos próximos meses, a comissão poderá alterar o regime de administração da lista de fazendas aptas ao fornecimento de gado para exportação à União Europeia. "Num primeiro momento, a alteração não implicará o fim da exigência europeia de inspeção individual das fazendas, mas aumentará a confiança europeia no serviço de inspeção brasileiro", enfatizou.
Os europeus mostraram interesse, também, em interligar o novo Sisbov e o banco de dados, ao sistema Traces da União Europeia, que registra a lista de fazendas habilitadas a exportar carne para aquele mercado. "O novo sistema deve entrar em vigor no segundo semestre de 2010", disse Kroetz.
O Secretário de Defesa Agropecuária informou, também, que o Ministério da Agricultura já iniciou processo junto à Comissão Europeia para incluir o Distrito Federal, Tocantins e Rondônia na relação das unidades da federação habilitadas a exportar carne bovina para a União Europeia. Hoje, nove estados já estão autorizados: Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

FONTE http://www.beefpoint.com.br/

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Produtor só investe se houver sobrepreço

Criado em 2002, o Sisbov tem como propósito garantir maior valor agregado ao boi rastreado. Segundo o gerente-geral da Praterra Agropecuária, Caio Arroyo Barbosa, alguns confinadores chegaram a conseguir de R$ 8 a R$ 12 a mais por arroba, mas hoje, em Mato Grosso, esse prêmio varia entre R$ 2 e R$ 3 a mais por arroba. "O pecuarista só vai investir na adesão ao Sisbov se esse valor voltar ao nível anterior, de R$ 8 a R$ 10 a mais por arroba. Porque quem não faz conta não sobrevive na pecuária", diz Barbosa. A Praterra possui, em Rosário Oeste e Ribeirão Cascalheira (MT), rebanho de 11.500 animais e está habilitada para exportar para a União Europeia desde o fim do ano passado.
"Foram dois anos até sermos aprovados. Achamos que por já adotar um controle individual do rebanho como parte da gestão da fazenda o processo seria mais rápido. Mas nos enganamos; a burocracia é grande e o processo, lento. Há muitas mudanças e o produtor fica perdido, com receio de investir em algo que pode mudar a qualquer momento", explica Barbosa. Na Praterra, os principais investimentos foram na informatização da fazenda e na capacitação de mão de obra.
Para Barbosa, o sistema anterior era muito rigoroso. "Um erro de digitação de um número de um animal fazia um lote inteiro ser rejeitado na indústria. A identificação coletiva pode simplificar o processo."
O pecuarista João Borges dos Santos Júnior, de Terenos (MS), cujo rebanho é de 2.200 cabeças, diz que a falha do novo Sisbov foi não ter consultado a União Europeia sobre as mudanças. "É a União Europeia que decide. O ministério deveria também ter chamado os pecuaristas que já estão habilitados como Estabelecimento Rural Aprovado no Sisbov (Eras) para apontar os pontos fracos do sistema e sugerir melhoras."
Para o produtor, mais eficiente do que criar uma nova instrução normativa seria melhorar a IN 17. "Mais viável seria desburocratizar a instrução já existente."

FONTE O Estado de São Paulo

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Menos gado nos Estados Unidos

O rebanho dos Estados Unidos vem caindo e iniciou o ano com 93,7 milhões de cabeças, 9,5% menos do que em 1996, quando girava em torno de 103 milhões. Em relação a janeiro de 2009, a queda é de 1%.
Pouco confortável
Essa queda no rebanho pode afetar os preços da carne bovina porque a economia deles começa a sair da crise e a demanda será maior. Além disso, as exportações crescem, embora ainda estejam longe do período anterior à ocorrência do primeiro caso de vaca louca por lá.
Porteira aberta
Demanda interna crescente, retorno de exportações e rebanho em queda podem fazer os norte-americanos abrirem ainda mais as porteiras às importações. Seria um bom cenário para a carne \"in natura\" do Brasil, não permitida por lá.

FONTE Folha de São Paulo

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Boi gordo: expectativa de preço maior

Após um mês de janeiro de fraca comercialização no mercado do boi gordo, a expectativa é de aquecimento em fevereiro, com preços mais altos. Até a semana passada, a oferta permaneceu baixa e os preços praticamente estáveis. A partir de agora é esperado aumento da demanda, pois os estoques estão baixos e as escalas de abate, curtas.
Início de mês normalmente vem acompanhado de aumento no consumo de carne, em razão do aumento da renda das famílias. Em fevereiro esse efeito tende a ser ainda mais significativo, pois acaba o recesso escolar e a demanda por carne que será utilizada em merenda cresce. Há, ainda, o fator câmbio, que pode estimular as exportações.
Segundo a Scot Consultoria, no Triângulo Mineiro a oferta escassa já fez o preço do boi gordo subir para R$ 68 à vista e R$ 70 a prazo, livres do Funrural. No Centro-Oeste as chuvas mantêm o mercado firme. Em Campo Grande (MS) a arroba continua sendo negociada a R$ 68 à vista e R$ 70 a prazo, livres. Ainda segundo a Scot, começa a surgir preocupação de que haja concentração das vendas quando as chuvas cessarem e facilitarem os embarques.
AFTOSA
Neste mês serão vacinados contra a febre aftosa bois e búfalos de até 12 meses localizados em municípios que fazem fronteira com a Bolívia. A expectativa do Ministério da Agricultura é de que 81.533 animais sejam vacinados até o último dia do mês.

FONTE O ESTADO DE SÃO PAULO

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Bayer deixa de produzir vacinas contra aftosa

A alemã Bayer deixou de produzir vacinas contra febre aftosa no Brasil. Um dos mais lucrativos segmentos do mercado de saúde animal do país passa a ter agora apenas quatro fabricantes autorizados pelo Ministério da Agricultura: Merial, Pfizer , Vallée e Intervet/Schering-Plough, que têm capacidade instalada suficiente para suprir a demanda nacional pela vacina.
Em nota, a empresa informa que "depois de uma profunda análise de mercado, a Bayer decidiu fechar a fábrica de Porto Alegre, que produzia, exclusivamente, vacinas contra febre aftosa. A principal razão foram os crescentes custos de produção das vacinas nessa fábrica".
Apesar de deixar de fabricar a vacina, a empresa pretende continuar na comercialização do produto. Poderá vender vacina fabricada por outras empresas no Brasil ou em outros países. Apesar de alegar custos elevados, a decisão da Bayer pode estar relacionada ao fato de a demanda por vacinas contra aftosa no Brasil estar em queda. O Ministério da Agricultura já informou que para 2010 a necessidade será de 365,3 milhões de doses, 5% a menos do que no ano passado, já que Paraná, São Paulo e Tocantins decidiram eliminar uma das etapas de vacinação neste ano.
A decisão da Bayer, no entanto, não deve provocar uma queda na oferta de vacina. A unidade de Porto Alegre tinha capacidade para produzir pouco mais de 100 milhões de doses por ano, sendo que a capacidade instalada de toda a indústria nacional é de 500 milhões de doses. Na prática, as quatro empresas que se mantêm na atividade têm juntas um potencial produtivo de 400 milhões de doses, ainda assim acima da demanda sinalizada pelo governo para este ano.
Além disso, existem outros grupos que vão em sentido oposto à Bayer e apostam no segmento: a Biovet, a também paulista Ouro Fino e a Inova Biotecnologia Saúde Animal - empresa constituída pelo Eurofarma Laboratórios e a Hertape Calier Saúde Animal. Com as três novas fábricas, a capacidade da indústria nacional chegaria a 600 milhões de doses, já deixando de fora as 100 milhões que não serão mais produzidas pela Bayer. Além delas, há a argentina Biogénesis-Bagó, que conseguiu do Ministério da Agricultura autorização para vender no mercado brasileiro a vacina contra aftosa fabricada na Argentina.

FONTE A matéria é de Alexandre Inacio, publicada no jornal Valor Econômico, adaptada e resumida pela Equipe AgriPoint.

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Boi gordo: indicador tem forte alta e BM&F recua

O mercado do boi gordo ainda trabalha em ritmo lento e os frigoríficos apresentam escalas curtas, reforçando a expectativa de muitos pecuaristas de novas nos próximos dias, já que estamos no começo do mês de fevereiro e a volta das férias deve causar aumento na demanda por carne.
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 76,83/@, com alta de R$ 0,36. O indicador a prazo registrou alta de R$ 0,35, sendo cotado a R$ 77,82/@

LEIA MAIS http://www.beefpoint.com.br/boi-gordo-indicador-tem-forte-alta-e-bmf-recua_noticia_60342_15_166_.aspx

FONTE http://www.beefpoint.com.br/

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Exportação: receita cresce 43% em relação a janeiro/09

Em janeiro, as exportações brasileiras alcançaram a receita de US$ 11,305 bilhões. Comparando com janeiro de 2009, as exportações registraram aumento de 21,3%, pela média diária, nesse mês, as exportações de produtos básicos - onde está inserida a carne in natura -, registraram valor recorde para meses de janeiro, chegando a cifra de US$ 4,075 bilhões.
A balança comercial brasileira fechou janeiro em déficit de US$ 166 bilhões (média diária de US$ 8,3 milhões), contra um déficit de US$ 529 milhões, em janeiro de 2009. Isso mostra que o resultado em janeiro de 2010 foi 67,1% melhor do que o verificado no mesmo mês no ano passado, mostrando uma retomada nas exportações.
A corrente de comércio (soma das duas operações) chegou a US$ 22,776 bilhões, o que representou uma movimentação média diária de US$ 1,138 bilhão, valor 19% maior que em janeiro do ano passado (US$ 956,8 milhões).

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Carne bovina in natura

A carne bovina foi o 3º item brasileiro mais exportado no grupo dos produtos básicos, atrás apenas do petróleo e o minério de ferro. As exportações brasileiras de carne bovina in natura no primeiro mês de 2010 acumularam receita de US$ 241,1 milhões, registrando uma queda de 14,98% em relação ao mês anterior (dezembro/09). Vale ressaltar que janeiro é um mês sazonalmente mais fraco em relação ao consumo. Em relação ao mesmo período de 2009 ocorreu um crescimento de 43,12% na receita.

LEIA MAIS http://www.beefpoint.com.br/exportacao-receita-cresce-43-em-relacao-a-janeiro09_noticia_60314_15_166_.aspx

FONTE www.beefpoint.com.br
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Análise de mercado do boi gordo

Autor: Scot Consultoria

Dois fatores principais indicam mercado firme e que até existe a possibilidade de preços do boi gordo mais altos nos próximos dias.
Primeiro que a oferta de gado, especialmente em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, se mantém pequena, e em todo o país existe dificuldade no preenchimento das escalas. Segundo que a demanda por carne aumentou e os preços no atacado com osso subiram forte nesta manhã, dando espaço, quem sabe, para maiores pagamentos pelo gado.
Em São Paulo o boi gordo é negociado em R$75,00/@ e R$76,00/@, a prazo, livre do funrural. Ainda existe pressão para recuo, com ofertas de compra até R$5,00/@ mais baixas, mas a pequena disponibilidade de gado mantém o mercado firme. As escalas atendem entre 3 e 5 dias no estado.
Assim como em São Paulo, o mercado está estável em quase todo o país, já que por mais que as compras estejam difíceis, os frigoríficos aos poucos preenchem as escalas e seguem com a atividade.
A única alteração observada nos preços do boi gordo foi a alta de R$1,00/@ no Sudeste do Mato Grosso. Na verdade depois que a cotação caiu, os negócios travaram e os valores anteriores foram retomados.
No mercado atacadista de São Paulo houve alta de R$0,30/kg no traseiro avulso e R$0,40/kg no traseiro casado. Resultado da oferta pequena de carne e da demanda mais firme.

FONTE www.scotconsultoria.com.br
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Culinária / Moeda de Troca

* CULINÁRIA

PICANHA DO LUCIANO
Ingredientes
- 1 picanha inteira de aproximadamente 1,2kg
- 1 lata de molho de tomate (sabor azeitona)
- 1 pacote de sopa de cebola
- 350 ml de cerveja pretaModo de PreparoLimpe a gordura deixando só uma camada bem fina. Numa panela de
pressão grande, doure a picanha, virando com uma colher de pau.
Não pode furar!
Numa tigela, faça um molho frio, com molho de tomate sabor
azeitona, a sopa de cebola e a cerveja preta.
Adicione esse molho à picanha, feche a panela e deixe cozinhar na
pressão durante 1 hora. Fatie a picanha e sirva com o molho,
arroz branco e
salada.
Obs.: Se o molho estiver ralo, a picanha estará dura. O molho
deve ser grosso.

FONTE deliciasnarede.blogspot.com

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* MOEDA DE TROCA

CLIENTE VENDE OU TORCA POR GADO

-TRATOR MASSEY FERGUSON 292 /ANO 84 / TRACIONADO / TURBINADO, TOTALMENTE REFORMADO, EM EXCELENTE ESTADO, ASSITÊNCIA CIMMA

TRATAR COM LUND FONE 81113550
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

VALORES DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO


*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 28.01.2010


REGIÃO PELOTAS / RS
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BOI: DE R$ 5,10 a R$ 5,20
VACA:DE R$ 4,80 a R$ 4,90
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OBS: Compras só a rendimento.
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FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
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FONE: 9981.1203 Humberto Costa

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*ATENÇÃO PECUARISTAS
BLOG LUND NEGÓCIOS AVISA

São fortes as possibilidades de ainda no mês fevereiro termos mais uma exportação de gado vivo para o Libano através da empresa ANGUS INTERNATIONAL EXPORTAÇÕES DE ANIMAIS sediada em Pelotas / RS.Em suas compras devem estar incluído terneiros acima de 170 kg de preferência europeus inteiros,como também novilhos e touros de descarte. A empresa esta fazendo levantamento da media dos preços pagos aos produtores para as categorias acima citadas e também aguarda definição de estabilidade no cambio para em breve confirmar a viabilidade do negócio.Em breve traremos mais informações.

NOVIDADES

DOIS NOVOS TEMAS PASSARÃO A FAZER PARTE DE NOSSO BLOG , SÃO ELES O CULINÁRIA (receitas e notícias sobre carne bovina) E O MOEDA DE TROCA (espaço aberto para clientes e simpatizantes de nosso blog para divulgação de produtos para venda e troca como por exemplo gado, trator, máquinas agrícolas ,camionetes etc).


CULINÁRIA




A Revista de Culinária Alemã BEEF!, voltada para o público masculino "de bom gosto" que gosta de passar seu tempo livre cozinhando (http://www.beef.de/), lançou na sua primeira edição como tema de capa uma competição para escolher "o melhor steak do mundo"(http://www.beef.de/swf/pageflip_beef.swf)









Um júri de especialistas em carne, gourmet e editores de revistas de carne bovina, selecionou 8 cortes especiais para a final: o Medalhão de Filé Americano (Angus); a Bisteca a Moda Fiorentina (Chianina); o Medalhão de Filé de Bisão Canadense; o Hereford Ribeye da Irlanda; o Ribeye Alemão (Simental); o Filet de Charolês; o Ribeye de Wagyu e o Filé Argentino (Angus).
Ao final sagrou-se campeão, "surpreendendo os favoritos" (conforme cita a revista), o corte da raça Hereford, que para os brasileiros que conhecem e apreciam o sabor e a maciez inigualável da carne Hereford não é novidade alguma. A diferença é que na Alemanha o Hereford Ribeye é adquirido nas butiques de carne especializadas alemãs pela módica quantia de 49,00 euros (R$ 129,00) o quilo e aqui no Brasil por R$ 18,00.


A Carne Hereford, atualmente no Brasil, é produzida e embalada, sob a Certificação do Programa Carne Pampa, da Associação Brasileira de Hereford e Braford (http://www.carnepampa.com.br/), produzida e distribuída pelo Frigorífico Silva (RS) e pode ser encontrada na rede Zaffari de supermercados. A ABHB está ultimando os entendimentos para expandir a comercialização da Carne do Programa Pampa às lojas do grupo Carrefour, junto ao programa “Garantia de Origem” do mesmo grupo.


MOEDA DE TROCA

CLIENTE TROCA CAMIONETE TOYOTA HILUX CABINE DUPLA ANO 2006 X POR GADO


TRATAR COM LUND FONE 81113550

Ouro Fino elabora programa de serviços para orientar produtores

Orientar produtores rurais sobre as melhores práticas de manejo é um dos principais pontos que levou a Ouro Fino Agronegócio a elaborar um programa sanitário preventivo e estratégico com a proposta de auxiliar no desenvolvimento da pecuária brasileira.
Recentemente lançado, o programa busca aumentar a rentabilidade do sistema de produção por meio da qualificação da mão-de-obra rural. Para isso, serão disponibilizados módulos de treinamento que vão abordar os principais desafios enfrentados no dia a dia das propriedades de corte e leite, auxiliando pecuaristas, veterinários, técnicos e funcionários.
O SIGA – que contempla atualmente 10 módulos - abordará os principais pontos críticos de controle como, por exemplo, as Boas Práticas na aplicação de produtos e na vacinação, organização do ambiente, manejo racional e reprodutivo de animais e estratégias de controle parasitário.
De acordo com o diretor técnico de bovinos da Ouro Fino, Gabriel Sandoval, a saúde e bem estar animal são pontos importantes para uma pecuária lucrativa e sustentável. “Foi pensando nas exigências do mercado e nos desafios da atividade que elaboramos o programa. Com isso, pretendemos contribuir diretamente para uma pecuária mais forte e lucrativa”, explica.
O primeiro módulo do SIGA já está disponível no site da Ouro Fino (www.ourofino.com) e abordará o tema Manejo Racional, para a atividade de corte, e Boas Práticas na Aplicação de Produtos e na Vacinação para o setor leiteiro. Para baixar o conteúdo do material, basta fazer o cadastramento gratuito na home-page da Ouro Fino.

Fonte: Assessoria de Imprensa

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Brasil pode exportar 30 mil toneladas de carne para China


São Paulo, 26 de janeiro: Com o reconhecimento do governo chinês de que 16 estados brasileiros, mais o Distrito Federal, são áreas livres da febre aftosa, o Brasil abre mais um canal de exportação de carne bovina. A exportação do produto para o país oriental deve saltar das cerca de mil toneladas (as negociações aconteciam via Hong Kong) para 30 mil toneladas. Desde 2005, a China havia restringido a compra de bovinos do País após a descoberta de focos da doença no Mato Grosso do Sul.
A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abieq) registrou em 2009 a exportação para a China de 988 toneladas de carne bovina, um montante de U$$ 2,619 milhões. Volume pequeno, se comparado à Rússia, maior consumidor do produto brasileiro, que no ano passado, importou US$ 822, 552 milhões.
Sergio De Zen, pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-USP), ressalta que a abertura de exportação de carne bovina para China é uma boa chance para abrir novos mercados. “O consumo per capta de carne na China é baixo, mas devido ao tamanho da população, o Brasil abre espaço para exportar algo entre 27 mil a 30 mil toneladas de carne. É como se um frigorifico de médio porte abatesse um rebanho exclusivamente para eles”.
O pesquisador explica que a produção de carne bovina naquele país oriental é desprezível, contudo, o consumo aumentou nos últimos anos. “Existe uma grande demanda pelo produto e como a produção é inexpressiva, há risco de inflação na carne. Por isso, foram obrigados a abrir o mercado”. De Zen alerta, entretanto, que a logística e um descontrole nos padrões sanitários podem ser um dos gargalos às exportações.
Para a analista de mercado Maria Gabriela Tonini, da Scot Consultoria, uma das vantagens de abrir novos mercados é evitar grandes prejuízos. “Quanto mais mercados o Brasil abrir e conseguir ampliar sua participação, melhor, já que poderá evitar problemas pontuais como o embargo da Rússia (final de 2007) que gerou grandes prejuízos ao País”.
Maria Gabriela ressalta que a China voltou a habilitar o Brasil, mas ainda não há informações relativas ao embarque imediato do produto. “Carne bovina não é a mais consumida lá, mas se houver um aumento de volume de 1%, as nossas importações aumentam muito, devido a grande população”.
Hoje a China é a maior parceira comercial do Brasil; segundo o Ministério do Desenvolvimento, em 2009, a corrente de comércio (soma de exportações e importações) Brasil-China aumentou de US$ 35,8 bilhões para US$ 36,1 bilhões.

NOTÍCIAS

Pecuária inteligente: o desafio 2010

Miguel da Rocha Cavalcanti
Engenheiro Agrônomo pela Esalq/USP, pecuarista e Diretor de Marketing da AgriPoint
O início do ano é sempre um momento de reflexão, dos erros e acertos do ano que passou e do que podemos esperar pela frente e principalmente o que podemos fazer para tornar esse ano que se inicia melhor. Há uma grande lista de fatores fora do nosso alcance, mas há também bastante coisa que pode ser feita. Conseguir focar na esfera do nosso alcance traz resultados muito melhores.
A cadeia da carne passa por uma série de desafios. Os pecuaristas passam por outros desafios específicos além dos gerais do setor. Visando balizar o que podemos e devemos trazer de conteúdo no BeefPoint em 2010, fiz uma reflexão dos temas mais relevantes. Convido-o a participar comigo dessa avaliação e também a dar sua opinião ao final do artigo, concordando, complementando ou discordando.

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Certificação, rastreabilidade e sustentabilidade

Esses três temas devem continuar muito importantes em 2010. A sustentabilidade estará cada vez mais presente na agenda do setor e irá pressionar por maior implementação de programas de certificação de origem, de qualidade e de processos.
A sustentabilidade vem se tornando cada vez mais relevante não apenas por uma pressão direta de entidades da sociedade civil, como ONGs. Isso também acontece por uma mudança de atitude de diversos elos da cadeia produtiva.
Quem iria esperar um acordo dos principais frigoríficos com o Greenpeace? Aconteceu em 2009. Quem iria esperar que bancos e varejo começassem a exigir provas auditáveis de que a pecuária respeita o meio-ambiente e tem responsabilidade social?
Está mudando rapidamente e fica claro que deve se fortalecer em 2010. Há importantes compradores internacionais de couro começando a exigir certificação para sustentabilidade. E por aí vai.
Por outro lado, há uma grande oportunidade nessa questão. A pecuária a pasto e o confinamento eficientes são as duas saídas para a pecuária produzir mais, em menos área e com menos emissões. Para isso será preciso investir em eficiência e boas práticas.

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Eficiência e boas práticas de produção

A pecuária de corte é um dos setores produtivos com menor padronização no sistema produtivo. Há uma infinidade de tecnologias, opções. O aumento da eficiência do setor como um todo passa por adoção de técnicas mais produtivas, mais eficientes, com menor custo. É claro que teremos diferenças regionais e também diferenças de propriedade, em especial devido a escala.
Essa busca pela eficiência passará pela adoção de boas práticas. Segundo a Wikipedia, boas práticas é uma expressão derivada do inglês "best practices" que denomina técnicas identificadas como as melhores para realizar determinada tarefa.
Identificar e difundir as melhores formas de se realizar cada uma das tarefas que formam a produção pecuária é uma das chaves para a melhoria do setor. Acredito inclusive que esse foco na difusão de boas práticas poderia ser uma excelente forma de vender serviços e programas de certificação. Será também uma excelente forma de se vender produtos e serviços para pecuaristas.
A adoção de boas práticas não é uma proposta de se "travar" ou "engessar" a produção, mas em se dedicar a estudar cada etapa do processo, visando descobrir qual a melhor forma de se realizá-lo. Definida a melhor forma, ela deve ser usada sempre.
Num bom trabalho de boas práticas há também a preocupação com a inovação e melhoria, que testadas e uma vez aprovadas como objetivamente melhores, são adotadas como a prática corrente.
Diversos setores conseguiram grandes melhorias usando esse método, que é a base do sucesso de empresas como Toyota e Ambev. Boas práticas também implicam em ser possível auditar o sistema produtivo, dando mais segurança ao consumidor.
Na pecuária será preciso aprimorar a produção levando em conta eficiência econômica, produtividade e sustentabilidade. Já existem programas no Brasil atuando dessa forma e fazendas que adotam esse método com grande sucesso. Mas é preciso expandir muito mais.

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Concentração de frigoríficos e associações de pecuaristas

A concentração dos frigoríficos é uma realidade que veio para ficar. Está cada vez mais claro para o pecuarista que a situação mudou. O poder de barganha do seu cliente aumentou muito. E também a distância entre o produtor e o tomador de decisão nos frigoríficos, o que ocorre geralmente com o crescimento de uma empresa. É preciso melhorar a negociação e o relacionamento.
A criação e fortalecimento de associações de pecuaristas é uma das melhores saídas para melhorar essa relação, na negociação e também no fornecimento de matéria prima de qualidade e padronizada. Há uma série de serviços e formas de geração de valor de uma associação para seus pecuaristas filiados e também para o setor.
Associações de pecuaristas podem atuar fortemente no desenvolvimento de ações ligadas a sustentabilidade, certificação e boas práticas, visando também a retenção de valor pelo pecuarista. Esse é um tema que queremos abordar muito mais em 2010, uma demanda do setor, que comentou intensamente o artigo "Associações de pecuaristas: oportunidade, necessidade ou apenas uma boa ideia?".
As associações de pecuaristas podem dar uma grande contribuição para o item a seguir: foco no consumidor e marketing. Em muitos países, em especial nos EUA, os produtores atuam de forma muito pró-ativa na questão do marketing, com grande sucesso. Para isso, é pré-requisito a existência de associações fortes e bem estruturadas.

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Foco no cliente e marketing da carne

A renda per capita no mundo vem crescendo e deve continuar a crescer muito nos próximos anos. Com isso, há cada vez mais consumidores com renda para consumir e também renda para consumir produtos de maior qualidade, mais caros. Essa é uma mudança sem precedentes no mundo e a carne bovina vem se beneficiando fortemente desse cenário. O grande aumento das exportações brasileiras para países emergentes se deve a esse fator. Os produtos de origem animal (carnes e lácteos) são os alimentos com maior perspectiva de aumento de consumo nos próximos 15 anos.
Por outro lado, o consumidor tem cada vez mais opções e se torna mais exigente, menos tolerante e se cansa mais rapidamente das novidades. O consumidor já considera a inovação, a novidade como um fato corriqueiro, uma necessidade, quase uma obrigação. A carne bovina inova e comunica pouco. No Brasil, os principais frigoríficos começam a desenvolver marcas e produtos diferenciados, até por influência de outras empresas e marcas compradas aqui e no exterior. Mas ainda é preciso fazer mais.
A carne bovina tem uma forte vantagem em muitos mercados que é ser muito apreciada. Há muitos amantes de carne bovina, amantes de churrasco. A carne é um produto especial, presente em ocasiões especiais.
Há uma grande oportunidade: vender para esses novos consumidores, que agora têm renda para consumir produtos de origem animal. Para isso será preciso investir mais em marketing: tanto em comunicação e relacionamento com o consumidor final, quanto com inovação e desenvolvimento de novos produtos.

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Economia e política em 2010

Além de todos os fatores já citados, 2010 será um ano especial. Espera-se um crescimento da economia muito superior ao de 2009. Teremos Copa do Mundo que deve aquecer ainda mais o consumo de alimentos e bebidas. O cenário mundial também é favorável, com retomada do crescimento. Em relação as exportações, o problema é a cotação do dólar, com desvalorização na casa dos 20% entre janeiro de 2009 e 2010. O cenário da economia brasileira e mundial esse ano é muito mais favorável do que ano passado.
Outro fator importante é a eleição presidencial, que também pode ser um desafio para o setor. Com Marina Silva como possível (e provável) candidata, um dos temas importantes da agenda será sustentabilidade e meio-ambiente. Serra e Dilma que pouco (ou nada) falavam sobre isso, hoje se mostram muito mais engajados no tema.
Esse é um grande desafio para a pecuária e para o agronegócio em geral, pois a percepção atual entre agronegócio e sustentabilidade não é positiva. É preciso que o setor atue de forma mais pró-ativa nessa área, se posicionando, para não sofrer mais ataques, ameaças e retrocessos.

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Por que pecuária inteligente?

São muitos os desafios para a cadeia da carne em 2010. Pode parecer impossível atender a tantas demandas e ainda lucrar. Acredito que a saída será entender todos esses fatores de forma entrelaçada, interdependente. O desafio é identificar um número reduzido de iniciativas que contribuam positivamente para vários desafios ao mesmo tempo.
Para pecuaristas e suas associações e entidades, a pergunta poderia ser algo como: quais boas práticas de produção podem ser adotadas para aumentar a produção, com sustentabilidade, gerando produtos mais atrativos ao consumidor e melhorando o relacionamento e poder de barganha com frigoríficos?
Pode parecer improvável responder a essa pergunta, mas há muitas coisas interligadas. Aumentar a produtividade e eficiência por meio de boas práticas produtivas também contribui para sustentabilidade. Produzir com mais eficiência em geral produz carne mais apreciada pelo consumidor - mais macia. Gado de qualidade é uma demanda constante de frigoríficos e uma oferta garantida, dentro de padrões auditáveis por ser uma excelente forma de conseguir melhores condições comerciais. Há muita coisa interligada, positivamente relacionada.
Outra frente é a atuação setorial mais forte e eficaz, que pode ser melhorada com associações de pecuaristas mais atuantes.
O sucesso da pecuária em 2010 vai depender de conseguirmos fazer mais com menos. Menos desperdício, menos erros, menos desencontros, menos desalinhamento. Uso inteligente de recursos.

FONTE www.beefpoint.com.br

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Argentina: Governo volta a frear exportações de carne

O secretário de Comércio Interior da Argentina, Guillermo Moreno, começou a frear novamente a emissão de permissões de exportação (os chamados Registro de Operações de Exportação - ROE) de produtos de carne bovina, segundo indicaram empresários do setor frigorífico.

LEIA MAIS http://www.beefpoint.com.br/argentina-governo-volta-a-frear-exportacoes-de-carne_noticia_60116_15_166_.aspx

FONTE www.beefpoint.com.br

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