
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Expointer promete inovação para a edição deste ano

quarta-feira, 27 de julho de 2011
Boi gordo: dificuldade na compra animais terminados é grande em todo o país
Banrisul não tem limite de recursos para a realização de negócios na 34ª Expointer
Segundo o diretor de Crédito da instituição, Guilherme Cassel, a carteira de crédito rural do Banrisul está preparada para atender toda a demanda por financiamentos, tanto para a compra de animais como de máquinas e equipamentos. “O Banco trabalhará nesta edição da Expointer sem limite de recursos. Uma das prioridades será o Programa Mais Alimentos, que financia a aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas, correção e recuperação de solos, resfriadores de leite, melhoria genética, irrigação, implantação de pomares e de estufas e armazenagem.”
A linha contempla, ainda, projetos de investimento associados à apicultura, aquicultura, avicultura, bovinocultura de corte e de leite, ovinocultura, a produção de arroz, centeio, feijão, mandioca, milho, sorgo, trigo, entre outros. O limite máximo de crédito é de R$ 130 mil, com prazo para pagamento de até 10 anos e até três anos de carência, e taxa de juro de 1% a 2% ao ano.
Os produtores também podem adquirir matrizes e reprodutores de bovinos, bubalinos, ovinos, suínos e caprinos, registrados ou certificados. O limite de financiamento é de até 100% do valor do animal, limitado a R$ 100 mil por produtor e taxa de juros de 6,75% ao ano.
FONTE: WWW.EXPOINTER.RS.GOV.BR
Entrada de boi de confinamento no mercado limita altas mas, não pressiona mercado
Boi gordo: indicador sobe e é cotado a R$ 102,18/@
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 26/07/11
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para outubro/11
Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista (R$/cabeça)x relação de troca (boi gordo de 16,5@ por bezerros)
Conheça a campanha Pecuária do Brasil
| Abiec/Bigma Consultoria bigma@bigma.com.br Reprodução permitida desde que citada a fonte |
| A Abiec, que representa a indústria exportadora da carne bovina, lançou recentemente a campanha Pecuária do Brasil. Desde o descobrimento, a pecuária sempre teve um papel fundamental para o desenvolvimento do Brasil. No passado, as fazendas de gado ajudaram a demarcar nossas fronteiras. Hoje, as receitas geradas com a exportação de carne, que beiram os 5 bilhões de dólares, movimentam a economia de milhares de cidades em todo o país. Porém, essas histórias de sucesso protagonizadas pelos pecuaristas brasileiros nunca foram devidamente contadas. Buscando resgatar parte dessa memória e apresentar de forma transparente as melhores práticas do setor, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) lança o projeto "Pecuária do Brasil" – um plano de comunicação que mostrará, através de histórias reais, um setor cada vez mais moderno e sustentável. Com o lema "O Brasil evolui com a pecuária. A pecuária evolui com o Brasil", o "Pecuária do Brasil" tem como principal objetivo mostrar algumas das muitas contribuições do setor para o desenvolvimento do país, assim como a evolução dos criadores e dos processos industriais ao longo dos anos. Sempre apoiado em histórias reais de sucesso; histórias que mostram que produtividade e sustentabilidade podem sim andar juntas. Com essas histórias, o objetivo da campanha é difundir informações importantes para que outros pecuaristas sigam no mesmo caminho. O projeto "Pecuária do Brasil" é isso: mostrar as histórias de sucesso, reavivar o orgulho dos pecuaristas e motivá-los na direção da sustentabilidade. Ontem, o diretor-executivo da Abiec, Fernando Sampaio, falou um pouco mais sobre a estratégia adotada na campanha em entrevista ao Canal Rural. Assista ao vídeo. A Abiec – coordenadora da campanha - lançou um convite aberto aos pecuaristas com os seguintes dizeres: Se você faz parte da cadeia produtiva da carne e quer participar deste projeto, acesse o site“Pecuária do Brasil” e preencha o formulário abaixo e participe. Vamos mostrar como o Brasil evolui com a pecuária e a pecuária evolui com o Brasil. Fonte: As informações são da Abiec, adaptadas pela Bigma Consultoria |
Dólar. A menor cotação dos últimos 12 anos
| Reprodução permitida desde que citada a fonte | |
| O dólar bateu em julho deste ano a menor cotação desde janeiro de 1999, quando rompeu pela primeira vez a barreira de R$1,50. A desvalorização acumulada no ano chega a 8,5%, com o dólar cotado no dia 25 de julho em R$1,54, segundo o Banco Central do Brasil. Veja a figura 1. Tirando as especulações com relação ao possível calote da dívida dos Estados Unidos, outros fatores estão associados à desvalorização da moeda norte-americana. É preciso dizer que esse movimento é mundial, em parte devido ao excesso de moeda que o Banco Central dos Estados Unidos têm imprimido para estimular a economia do país no pós-crise. As principais moedas se valorizaram em relação ao dólar. Outro ponto importante é a grande quantidade de dólares entrando no Brasil através de operações financeiras. A situação difícil nos Estados Unidos e em alguns países europeus atrai investimentos estrangeiros para o Brasil e outras economias em crescimento. Veja na figura 2 a participação dos investimentos estrangeiros na BMFBOVESPA no primeiro semestre de 2011. Aproximadamente 34% das operações de compra e venda (mercado de ações, mercado futuro e outros) foram de investidores estrangeiros. No ano passado, cerca de 20% das operações na bolsa foram de investidores estrangeiros. Um outro fator está associado ao crescimento do faturamento com as exportações brasileiras nos mais diversos segmentos. O saldo da balança comercial este ano, de US$12,9 bilhões, é 64,4% maior que o do mesmo período de 2010 (tabela 1). É mais dólar entrando e ficando no país. Por fim, o dólar desvalorizado em relação ao real estimula a compra de produtos importados, diminuindo em parte a demanda por bens nacionais. Para o exportador, os preços no mercado internacional ficam menos atraentes quando convertidos em real. Ao mesmo tempo, o real valorizado prejudica a competitividade da indústria brasileira na hora de exportar. O ponto positivo da história, pensando no consumo, é que cai o custo de vida e melhora para quem pretende ir para o exterior. Um benefício para o governo é com relação à dívida externa. Esta sim é amenizada com o dólar desvalorizado. Nesse contexto, a taxa de câmbio está relacionada com a taxa de juros, inflação, crescimento econômico, trazendo benefícios e/ou dificuldades para o país. É em função disto que o governo deve buscar uma política cambial que pesem estes fatores na economia do país. Não é fácil. FONTE: SCOT CONSULTORIA |
terça-feira, 26 de julho de 2011
Friboi fecha frigorífico em Cacoal
A demissão de mais de 200 funcionários do frigorífico Friboi de Cacoal, pertencente ao Grupo JBS, permanece um mistério. Nenhum representante da empresa fala abertamente sobre o assunto.
Até mesmo o sindicato da categoria mostrou certa resistência em tocar no assunto, mesmo depois de dez dias de efetivadas as demissões. Segundo um ex-funcionário, o anúncio da demissão em massa pegou de surpresa os colaboradores da empresa.
Esta semana, os mais de 200 empregados demitidos estarão na sede do SINTRA-INTRA-RO, sindicato da categoria em Cacoal, para a homologação coletiva das demissões e o acerto financeiro com a empresa. O sindicato ficou de confirmar a data para a homologação, que deve ocorrer nas próximas horas.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação do Estado de Rondônia (Sintra-Intra), José Nilton Neres Santos, alguns funcionários foram transferidos para Pimenta Bueno, onde funciona outra unidade do grupo, com capacidade de abate de até 1000 cabeças de gado, enquanto em Cacoal, a capacidade era de 450 cabeças por dia e ultimamente estava matando menos de 300.
Segundo Nilton, o motivo do fechamento alegado pelo JBS teria sido a queda na oferta de gado para abate no Estado. Em Cacoal, com a desativação de toda a produção, permanecerá apenas o escritório de compra e venda de gado.
Embora os responsáveis pelo grupo JBS não falem no assunto, entre alguns compradores e vendedores de gado há rumores de que a empresa estaria dando prioridade para a unidade de Pimenta Bueno, que é mais moderna e bem-equipada.
FONTE: RONDONIA DIGITAL
Com oferta apertada, preços do boi gordo voltam a subir em algumas praças pecuárias
No mercado do boi gordo, a pressão de alta continua em função da baixa oferta de animais. O preço referência para o boi gordo em São Paulo subiu e está em R$ 99,00/@, à vista, livre de imposto. As cotações também saltaram em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, onde os negócios já acontecem em torno dos R$ 88,00 e R$ 94,00/@, respectivamente. As escalas de abate estão curtas e atendem em média de 2 a 3 dias.
Segundo o analista de mercado da Scot Consultoria, Hyberville Neto, os frigoríficos não estão aceitando muito bem as altas nos preços da arroba. "Porém, perto da pressão de baixa tentando segurar os preços da última semana, o mercado está mais receptivo às altas", comenta.
Para a próxima semana espera-se que o consumo ganhe fôlego com o início do mês. O varejo deve recorrer ao atacado para repor seus estoques, aumentando a demanda também no mercado atacadista. Portanto, considerando a oferta curta tanto de boi e consequentemente no atacado, pode ser que ocorram reajustes positivos nas próximas semanas.
Fonte: Notícias Agrícolas // Aleksander Horta e Marília Pozzer
Mercado do boi gordo segue firme com baixa oferta de animais e escalas curtas
Mercado do boi gordo segue firme. A baixa oferta de animais ainda sustenta os preços e a referência hoje em São Paulo está em R$99,0/@, vista, livre de imposto, mas com preços de balcão de até R$103,00/@, nas mesmas condições. As escalas de abate dos frigoríficos permanecem bastante curtas.
No curto prazo, o mercado deve permanecer firme, com preços estáveis e possibilidade de leves altas, enquanto é aguardado a entrada da oferta animais confinados em maior volume.
Fonte: Notícias Agrícolas // Marília Pozzer
Conab revê para baixo números do boi e do suíno; e para cima os do frango
Marfrig negocia com sindicatos
Plano Safra Estadual soma mais de R$ 1 bilhão
A crise econômica européia e o mercado de carne bovina
Por Sergio De Zen*
O que a crise fiscal dos países da zona do Euro pode causar na produção de carne bovina no médio e longo prazos? Essa crise econômica está fazendo vítimas na economia européia. A primeira foi a Grécia, depois a Irlanda e, agora, Portugal. Aí vêm as apostas: qual será o próximo país a sucumbir?
Na velha Itália, o estado deve muito, mas o povo tem elevados níveis de poupança. A Inglaterra, embora não esteja na zona do Euro, está envolvida com o Euro de forma umbilical, não tem indústria, vive de serviços e o grande trunfo é poder desvalorizar a Libra. Aí vem o outro grande problema: na Espanha, o estado deve e a população, também.
Para gerenciar a crise, o banco central europeu buscou um italiano ortodoxo, punho duro, que deve resguardar a moeda usada, inclusive, pelos alemães e franceses. Que ironia. Enfim, a Europa ainda tem muita força econômica, mas tem que adotar uma política que os brasileiros conhecem muito bem. Os cortes dos gastos públicos e aumentos dos impostos para equilibrar os orçamentos e recuperar a confiança dos investidores. Também renegociar todos os compromissos, buscando juros menores e descontos.
Dentro dessa realidade fiscal, a agricultura européia, ao contrário da brasileira (que contribui com impostos para o estado), no geral, depende do dinheiro público para manter-se viável. Lógico que produtores de vinho da França e da Itália não precisam de subsídios, mas os produtores de carne, leite, grãos e etc, estes, sim, precisam muito da contribuição do estado para fechar as contas.
A eminência dos cortes de gastos afeta todos, mas, em especial, os políticos. Eles têm que optar entre quais os interesses irão contrariar. Produtores rurais estão cientes dos riscos reais que correm, pois, entre cortes na previdência e no subsídio agrícola, o corte nos subsídios é menos danoso à popularidade. Além disso, os preços dos produtos industrializados estão em queda na maioria dos países europeus, mas os dos alimentos não estão caindo no mesmo ritmo. Isso está atrelado ao fato de a proteção dos mercados agrícolas ser maior.
A lógica do produto europeu em detrimento ao produto importado está perdendo força. O consumidor com pouco dinheiro tem o comportamento universal da opção pelo mais barato.
O silêncio que se seguiu a pergunta do início deste texto expõe a profunda insegurança dos técnicos em relação ao futuro da produção européia de alimentos. Não dá para esperar uma queda brutal na produção e nem numa política imediata de corte de subsídios, mas no médio e longo prazos isso virá, assim como a busca por produtos de qualidade, mas com preços menores.
O próximo passo é saber como chegar ao equilíbrio entre a necessidade de cortar gastos, oferecer segurança alimentar e, ao mesmo tempo, minimizar os impactos sociais do processo. A carne bovina deve ser um produto em pauta, visto que a importada custa menos que a produzida na Europa. É preciso considerar, também, a falta de credibilidade que o produto de certos países possui, arranhada por problemas sanitários.
* Sergio De Zen, pesquisador do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) e professor Doutor da Esalq/USP
FONTE: WWW.INTERCONF.NING.COM
segunda-feira, 25 de julho de 2011
BRDE poderá emprestar R$ 1 bilhão para incentivar a agropecuária no PR
PREÇOS DE BOI GORDO E VACA GORDA PARA CARNE A RENDIMENTO
REGIÃO DE PELOTAS*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 25.07.2011
BOI: R$ 6,30 a R$ 6,50
VACA: R$ 6,00 a R$ 6,20
PRAZO: 30 DIAS
FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.
PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO/KG VIVO
REGIÃO DE PELOTAS
KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 3,15 A R$ 3,25
VACA GORDA: R$ 2,75 A R$ 2,90
PREÇOS MÉDIOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO
EM 25.07.2011REGIÃO DE PELOTAS
TERNEIROS R$ 3,30 A R$ 3,50
TERNEIRAS R$ 2,90 A R$ 3,00
NOVILHOS R$ 3,00 A R$ 3,15
BOI MAGRO R$ 2,90 A R$ 3,00
VACA DE INVERNAR R$ 2,40 A R$ 2,50
*GADO PESADO NA FAZENDA
FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br
COTAÇÕES
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PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 25/07/2011 INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 22/07/2011 - PRAÇA RS Ver todas cotações Ver gráfico
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