
quinta-feira, 1 de abril de 2010
FELIZ PÁSCOA A TODOS OS LEITORES!!
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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Emater classifica de excelente ganho de peso do rebanho no RS
Em decorrência da boa condição em que se encontra o campo nativo, assim como as pastagens estivais cultivadas, o rebanho bovino segue apresentando um excelente desempenho de ganho de peso e um bom Estado sanitário no Rio Grande do Sul, somente prejudicado pelo aumento do número de parasitas, tanto externos como internos, devido principalmente às condições favoráveis à sua reprodução.
A avaliação é da Emater, em boletim conjuntural desta sexta-feira (26) e mostra que dos parasitas, o carrapato é o que tem provocado maiores problemas devido à resistência a alguns produtos utilizados no seu controle, principalmente os empregados nos banhos de imersão.
Com a diminuição do excesso de umidade, diminui também os riscos dos animais contraírem a fasiolose, causada por parasita que vive em ambientes alagadiços e que provoca sérios danos ao fígado dos animais. Contudo, apesar deste aspecto negativo, na avaliação geral o balanço é positivo.
Concluída a prática de entouramento na maioria das zonas pecuárias, a expectativa dos criadores frente ao bom momento nutricional porque passa o rebanho é de que haja um bom número de nascimentos na próxima primavera. As boas condições nutricionais aumentaram a frequência de cio nas fêmeas, o que determinou um maior índice de prenhez entre as matrizes do rebanho. Está aumentando a oferta de animais aptos para o abate nas principais praças de comercialização do Estado, o que reflete o bom desempenho nutricional do rebanho na atual fase.
Fonte: Agência Safras
A avaliação é da Emater, em boletim conjuntural desta sexta-feira (26) e mostra que dos parasitas, o carrapato é o que tem provocado maiores problemas devido à resistência a alguns produtos utilizados no seu controle, principalmente os empregados nos banhos de imersão.
Com a diminuição do excesso de umidade, diminui também os riscos dos animais contraírem a fasiolose, causada por parasita que vive em ambientes alagadiços e que provoca sérios danos ao fígado dos animais. Contudo, apesar deste aspecto negativo, na avaliação geral o balanço é positivo.
Concluída a prática de entouramento na maioria das zonas pecuárias, a expectativa dos criadores frente ao bom momento nutricional porque passa o rebanho é de que haja um bom número de nascimentos na próxima primavera. As boas condições nutricionais aumentaram a frequência de cio nas fêmeas, o que determinou um maior índice de prenhez entre as matrizes do rebanho. Está aumentando a oferta de animais aptos para o abate nas principais praças de comercialização do Estado, o que reflete o bom desempenho nutricional do rebanho na atual fase.
Fonte: Agência Safras
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Moreno aplicará el uno por uno: para exportar habrá que vender un volumen equivalente en el mercado interno
Esta semana seguirá vigente el bloqueo de las exportaciones de carne vacuna. Sólo unos pocos grupos frigoríficos, que entregaron medias reses a precios oficiales, consiguieron el Pre-ROE de Moreno.
Los frigoríficos que deseen exportar productos cárnicos bovinos deberán comercializar en el mercado interno un volumen equivalente al solicitado para embarcar. Tal novedad fue comunicada a representantes del sector por el secretario de Comercio Interior Guillermo Moreno.
Durante el último encuentro de “la Escuelita”, que tradicionalmente se realiza los viernes en la sede porteña de Comercio Interior, el funcionario indicó que la nueva medida –que regirá de hecho porque no se encuentra sustentada en ningún documento oficial– comenzará a regir a partir de la semana que viene.
Esta semana, tal como había adelantado Infocampo.com.ar, seguirá vigente el bloqueo de las exportaciones de carne vacuna aplicado sin previo aviso desde el sábado 13 de marzo pasado.
Moreno exigió a los representantes de las carnicerías porteñas que implementen la lista con precios oficiales para trece cortes populares y aseguró que agentes de Comercio Interior inspeccionarán los negocios este fin de semana para verificar que estén suficientemente abastecidos de mercadería.
En los últimos días algunos de los principales frigoríficos exportadores entregaron medias reses a precios recortados a grandes cadenas de supermercados para que estás pudiesen ofrecer “baratas” de cortes populares. Pero Moreno quiere que esta metodología pase a generalizarse y no que se trate –como hasta el momento– de entregas puntuales
Los grupos frigoríficos que entregaron medias reses a precios oficiales (10 $/kg) fueron los únicos que hasta el momento consiguieron los nuevos permisos de embarque concedidos personalmente por Moreno (una suerte de Pre-ROE), los cuales son necesarios para gestionar ante la Oncca los ROE Rojos (es decir: los permisos de embarque implementados por una normativa oficial).
La nueva estrategia de Moreno para intentar bajar los precios minoristas de la carne bovina reside en presionar a frigoríficos y cadenas de supermercados, dado que en el actual escenario ya es imposible regular el mercado a través de la intervención de los precios de la hacienda.
Por otra parte, Moreno mencionó en “la Escuelita” que está trabajando con empresarios de la industria avícola para acordar la comercialización de una serie de productos del sector con precios oficiales
FONTE: INFOCAMPO
Los frigoríficos que deseen exportar productos cárnicos bovinos deberán comercializar en el mercado interno un volumen equivalente al solicitado para embarcar. Tal novedad fue comunicada a representantes del sector por el secretario de Comercio Interior Guillermo Moreno.
Durante el último encuentro de “la Escuelita”, que tradicionalmente se realiza los viernes en la sede porteña de Comercio Interior, el funcionario indicó que la nueva medida –que regirá de hecho porque no se encuentra sustentada en ningún documento oficial– comenzará a regir a partir de la semana que viene.
Esta semana, tal como había adelantado Infocampo.com.ar, seguirá vigente el bloqueo de las exportaciones de carne vacuna aplicado sin previo aviso desde el sábado 13 de marzo pasado.
Moreno exigió a los representantes de las carnicerías porteñas que implementen la lista con precios oficiales para trece cortes populares y aseguró que agentes de Comercio Interior inspeccionarán los negocios este fin de semana para verificar que estén suficientemente abastecidos de mercadería.
En los últimos días algunos de los principales frigoríficos exportadores entregaron medias reses a precios recortados a grandes cadenas de supermercados para que estás pudiesen ofrecer “baratas” de cortes populares. Pero Moreno quiere que esta metodología pase a generalizarse y no que se trate –como hasta el momento– de entregas puntuales
Los grupos frigoríficos que entregaron medias reses a precios oficiales (10 $/kg) fueron los únicos que hasta el momento consiguieron los nuevos permisos de embarque concedidos personalmente por Moreno (una suerte de Pre-ROE), los cuales son necesarios para gestionar ante la Oncca los ROE Rojos (es decir: los permisos de embarque implementados por una normativa oficial).
La nueva estrategia de Moreno para intentar bajar los precios minoristas de la carne bovina reside en presionar a frigoríficos y cadenas de supermercados, dado que en el actual escenario ya es imposible regular el mercado a través de la intervención de los precios de la hacienda.
Por otra parte, Moreno mencionó en “la Escuelita” que está trabajando con empresarios de la industria avícola para acordar la comercialización de una serie de productos del sector con precios oficiales
FONTE: INFOCAMPO
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Argentina: Governo cria novas regras para exportação
Os frigoríficos argentinos que desejam exportar produtos de carne bovina deverão comercializar no mercado interno um volume equivalente ao solicitado para embarcar, segundo informou o secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno.
Durante o último encontro realizado com os representantes do setor de carnes da Argentina, Moreno disse que a nova medida começará a funcionar a partir da semana que vem. Durante essa semana, seguirá vigente o bloqueio às exportações de carne bovina aplicado sem aviso prévio desde o dia 13 de março.
Moreno exigiu dos representantes de açougues de Buenos Aires que implementem a lista com preços oficiais para treze cortes populares e garantiu aos agentes do Comércio Interior que inspecionará os negócios nesse fim de semana para verificar que estejam suficientemente abastecidos de mercadoria. Nos últimos dias, alguns dos principais frigoríficos exportadores entregaram meias carcaças a preços menores a grandes cadeiras de supermercados para que essas possam oferecer "descontos" nos cortes populares. Porém, Moreno quer que essa metodologia passe a ser generalizada e que não se trate apenas de entregas pontuais, como vem ocorrendo.
Os grupos de frigoríficos que entregaram as meias carcaças a preços oficiais - 10 pesos (US$ 2,58) por quilo - foram os únicos que, até o momento, conseguiram as novas permissões de embarque concedidas pessoalmente por Moreno - um tipo de pré- Registro de Operação de Exportação (ROE) -, necessários para se solicitar à Oficina Nacional de Controle Comercial Agropecuário (ONCCA) os ROEs (permissões de embarque).
A nova estratégia de Moreno para tentar baixar os preços varejistas da carne bovina consiste em pressionar os frigoríficos e cadeias de supermercados, dado que, no atual cenário, já é impossível regular o mercado através da intervenção dos preços do gado.
Em 31/03/10:
1 Peso Argentino = US$ 0,25811
3,86757 Peso Argentino = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)
FONTE: A reportagem é do Infocampo, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
Durante o último encontro realizado com os representantes do setor de carnes da Argentina, Moreno disse que a nova medida começará a funcionar a partir da semana que vem. Durante essa semana, seguirá vigente o bloqueio às exportações de carne bovina aplicado sem aviso prévio desde o dia 13 de março.
Moreno exigiu dos representantes de açougues de Buenos Aires que implementem a lista com preços oficiais para treze cortes populares e garantiu aos agentes do Comércio Interior que inspecionará os negócios nesse fim de semana para verificar que estejam suficientemente abastecidos de mercadoria. Nos últimos dias, alguns dos principais frigoríficos exportadores entregaram meias carcaças a preços menores a grandes cadeiras de supermercados para que essas possam oferecer "descontos" nos cortes populares. Porém, Moreno quer que essa metodologia passe a ser generalizada e que não se trate apenas de entregas pontuais, como vem ocorrendo.
Os grupos de frigoríficos que entregaram as meias carcaças a preços oficiais - 10 pesos (US$ 2,58) por quilo - foram os únicos que, até o momento, conseguiram as novas permissões de embarque concedidas pessoalmente por Moreno - um tipo de pré- Registro de Operação de Exportação (ROE) -, necessários para se solicitar à Oficina Nacional de Controle Comercial Agropecuário (ONCCA) os ROEs (permissões de embarque).
A nova estratégia de Moreno para tentar baixar os preços varejistas da carne bovina consiste em pressionar os frigoríficos e cadeias de supermercados, dado que, no atual cenário, já é impossível regular o mercado através da intervenção dos preços do gado.
Em 31/03/10:
1 Peso Argentino = US$ 0,25811
3,86757 Peso Argentino = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)
FONTE: A reportagem é do Infocampo, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
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Argentina: Governo cria novas regras para exportação
Os frigoríficos argentinos que desejam exportar produtos de carne bovina deverão comercializar no mercado interno um volume equivalente ao solicitado para embarcar, segundo informou o secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno.
Durante o último encontro realizado com os representantes do setor de carnes da Argentina, Moreno disse que a nova medida começará a funcionar a partir da semana que vem. Durante essa semana, seguirá vigente o bloqueio às exportações de carne bovina aplicado sem aviso prévio desde o dia 13 de março.
Moreno exigiu dos representantes de açougues de Buenos Aires que implementem a lista com preços oficiais para treze cortes populares e garantiu aos agentes do Comércio Interior que inspecionará os negócios nesse fim de semana para verificar que estejam suficientemente abastecidos de mercadoria. Nos últimos dias, alguns dos principais frigoríficos exportadores entregaram meias carcaças a preços menores a grandes cadeiras de supermercados para que essas possam oferecer "descontos" nos cortes populares. Porém, Moreno quer que essa metodologia passe a ser generalizada e que não se trate apenas de entregas pontuais, como vem ocorrendo.
Os grupos de frigoríficos que entregaram as meias carcaças a preços oficiais - 10 pesos (US$ 2,58) por quilo - foram os únicos que, até o momento, conseguiram as novas permissões de embarque concedidas pessoalmente por Moreno - um tipo de pré- Registro de Operação de Exportação (ROE) -, necessários para se solicitar à Oficina Nacional de Controle Comercial Agropecuário (ONCCA) os ROEs (permissões de embarque).
A nova estratégia de Moreno para tentar baixar os preços varejistas da carne bovina consiste em pressionar os frigoríficos e cadeias de supermercados, dado que, no atual cenário, já é impossível regular o mercado através da intervenção dos preços do gado.
Em 31/03/10:
1 Peso Argentino = US$ 0,25811
3,86757 Peso Argentino = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)
FONTE:A reportagem é do Infocampo, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
Durante o último encontro realizado com os representantes do setor de carnes da Argentina, Moreno disse que a nova medida começará a funcionar a partir da semana que vem. Durante essa semana, seguirá vigente o bloqueio às exportações de carne bovina aplicado sem aviso prévio desde o dia 13 de março.
Moreno exigiu dos representantes de açougues de Buenos Aires que implementem a lista com preços oficiais para treze cortes populares e garantiu aos agentes do Comércio Interior que inspecionará os negócios nesse fim de semana para verificar que estejam suficientemente abastecidos de mercadoria. Nos últimos dias, alguns dos principais frigoríficos exportadores entregaram meias carcaças a preços menores a grandes cadeiras de supermercados para que essas possam oferecer "descontos" nos cortes populares. Porém, Moreno quer que essa metodologia passe a ser generalizada e que não se trate apenas de entregas pontuais, como vem ocorrendo.
Os grupos de frigoríficos que entregaram as meias carcaças a preços oficiais - 10 pesos (US$ 2,58) por quilo - foram os únicos que, até o momento, conseguiram as novas permissões de embarque concedidas pessoalmente por Moreno - um tipo de pré- Registro de Operação de Exportação (ROE) -, necessários para se solicitar à Oficina Nacional de Controle Comercial Agropecuário (ONCCA) os ROEs (permissões de embarque).
A nova estratégia de Moreno para tentar baixar os preços varejistas da carne bovina consiste em pressionar os frigoríficos e cadeias de supermercados, dado que, no atual cenário, já é impossível regular o mercado através da intervenção dos preços do gado.
Em 31/03/10:
1 Peso Argentino = US$ 0,25811
3,86757 Peso Argentino = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)
FONTE:A reportagem é do Infocampo, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
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Boi gordo tem semana de alta e arroba é cotada a R$ 82,88
Boi gordo tem semana de alta e arroba é cotada a R$ 82,88 |
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O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 81,99/@, uma alta de 1,79% na semana. O indicador a prazo acumulou variação positiva de 1,63% no período (24/03 a 31/03), sendo cotado a R$ 82,88/@ na última quarta-feira. Durante o mês de março este indicador registrou alta de 5,35%.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo a prazo
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo a prazo
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, relação de troca, câmbio
O Dólar compra (PTAX) foi cotado a R$ 1,7802 nesta quarta-feira (-0,53%). Este variação somada à alta do indicador de boi gordo, levantado pelo Cepea, fez a arroba em Dólares se valorizar 2,33% em relação ao apurado na semana passada.
Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista, em R$ e US$
No mercado físico, os frigoríficos enfrentam certa dificuldade na compra de bovinos e seguem trabalhando com escalas curtas. Em conversa com compradores de gado que atuam na região de Campo Grande/MS, fomos informados que a arroba do boi gordo está valendo R$ 75,00, para pagamento à vista. Ontem, grandes frigoríficos do Mato Grosso do Sul estavam comprando animais para serem abatidos na segunda-feira.
Em São Paulo a situação é semelhante e os frigoríficos estão completando suas escalas com animais comprados em Estados vizinhos, a maior participação é de animais originários do MS, onde a oferta também não está lá essas coisas.
A boa qualidade das pastagens e a chuva, que ainda pode ser considerada regular, está ajudando os pecuaristas na hora da negociação. O sentimento é que os vendedores estão retraídos, por um lado apostando em novas altas da arroba e por outro preocupados com a dificuldade em realizar a reposição do rebanho.
FONTE:www.beefpoint.com.br
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ALERTA DE MERCADO
| ALERTA DE MERCADO - CARNE BOVINA BRASIL BALANÇO DE 2009 DO MARFRIG DESTACA AUMENTO DE DEMANDA NO MERCADO INTERNO |
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Especialista aponta tendências climáticas para os próximos meses
Os próximos meses não devem apresentar períodos de estiagem significativos, que possam comprometer o desenvolvimento das lavouras
O fenômeno climático “El Nino” influenciou as condições climáticas nos últimos meses e foi o responsável pelo clima favorável ao longo desta última safra de verão, principalmente no Centro-sul do Brasil. A avaliação é do meteorologista Luiz Renato Lazinski, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), ligado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Segundo ele, o “El Nino” contribuiu para que as precipitações tivessem uma distribuição mais regular e abundante, favorecendo também a ocorrência de temperaturas acima da média, no decorrer dos últimos meses, colaborando assim, para o sucesso da produtividade agrícola.
“As águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial continuam acima da média, porém, a partir de fevereiro, as temperaturas superficiais destas águas vem diminuindo gradativamente. Os prognósticos climáticos, apontam para um declínio do El Nino nos próximos meses, com tendência de uma neutralidade climática já em meados deste ano”, explica Lazinski.
Com a diminuição do El Nino, frisa o meteorologista, as precipitações devem ficar levemente abaixo da média para os próximos meses, mas com uma distribuição mais irregular. “Contudo, não devem apresentar períodos de estiagem significativos, que possam comprometer o desenvolvimento das lavouras”, esclarece.
Já no segundo semestre deste ano, com a volta de uma neutralidade climática, e os modelos climáticos de longo prazo, sinalizando com a possível volta de uma La Nina, mais para o final do ano, a tendência é de que a partir de junho as precipitações se tornem irregulares, intercalando períodos de muita chuva, com períodos maiores de pouca ou nenhuma precipitação, com possibilidade de períodos de estiagem mais prolongados.
Lazinski explica que as temperaturas que ficaram acima da média, neste verão, voltaram aos padrões normais ao longo de março. “As primeiras ondas de frio mais intensas devem chegar ao Sul do Brasil a partir de abril, e os meses de abril e maio devem apresentar temperaturas abaixo da média para a época do ano”, frisa o meteorologista. Ele explica que este ano o frio chega mais cedo ao Centro-sul do Brasil. “Com a tendência de uma neutralidade climática, ou mesmo a volta de uma La Nina para o segundo semestre, devemos observar neste inverno, períodos mais frios intercalando com alguns períodos mais quentes, em anos como este os extremos de temperatura se acentuam, tanto nas máximas como nas mínimas, com possibilidade de ocorrência de geadas tardias”, completa.
FONTE: Agrolink
Autor: Redação
O fenômeno climático “El Nino” influenciou as condições climáticas nos últimos meses e foi o responsável pelo clima favorável ao longo desta última safra de verão, principalmente no Centro-sul do Brasil. A avaliação é do meteorologista Luiz Renato Lazinski, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), ligado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Segundo ele, o “El Nino” contribuiu para que as precipitações tivessem uma distribuição mais regular e abundante, favorecendo também a ocorrência de temperaturas acima da média, no decorrer dos últimos meses, colaborando assim, para o sucesso da produtividade agrícola.
“As águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial continuam acima da média, porém, a partir de fevereiro, as temperaturas superficiais destas águas vem diminuindo gradativamente. Os prognósticos climáticos, apontam para um declínio do El Nino nos próximos meses, com tendência de uma neutralidade climática já em meados deste ano”, explica Lazinski.
Com a diminuição do El Nino, frisa o meteorologista, as precipitações devem ficar levemente abaixo da média para os próximos meses, mas com uma distribuição mais irregular. “Contudo, não devem apresentar períodos de estiagem significativos, que possam comprometer o desenvolvimento das lavouras”, esclarece.
Já no segundo semestre deste ano, com a volta de uma neutralidade climática, e os modelos climáticos de longo prazo, sinalizando com a possível volta de uma La Nina, mais para o final do ano, a tendência é de que a partir de junho as precipitações se tornem irregulares, intercalando períodos de muita chuva, com períodos maiores de pouca ou nenhuma precipitação, com possibilidade de períodos de estiagem mais prolongados.
Lazinski explica que as temperaturas que ficaram acima da média, neste verão, voltaram aos padrões normais ao longo de março. “As primeiras ondas de frio mais intensas devem chegar ao Sul do Brasil a partir de abril, e os meses de abril e maio devem apresentar temperaturas abaixo da média para a época do ano”, frisa o meteorologista. Ele explica que este ano o frio chega mais cedo ao Centro-sul do Brasil. “Com a tendência de uma neutralidade climática, ou mesmo a volta de uma La Nina para o segundo semestre, devemos observar neste inverno, períodos mais frios intercalando com alguns períodos mais quentes, em anos como este os extremos de temperatura se acentuam, tanto nas máximas como nas mínimas, com possibilidade de ocorrência de geadas tardias”, completa.
FONTE: Agrolink
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Novo ministro da Agricultura defende apoio aos produtores rurais e preservação ambiental
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi, empossado nesta quarta-feira (31/03), afirmou que dará continuidade ao trabalho de Reinhold Stephanes no apoio aos produtores rurais, compatibilizando produção agrícola com a preservação ambiental.
Após receber o cargo, Rossi disse que conta com a equipe formada por Stephanes nos últimos três anos e os servidores do ministério.
O novo ministro lembrou que pertenceu à equipe de Reinhold Stephanes durante os três anos, como presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Ele citou medidas importantes para o agricultor como o apoio à comercialização, a garantia de preços mínimos e o apoio a programas específicos para a pequena agricultura.
Rossi enfatizou suas origens familiares no campo e sua atuação como produtor rural em uma das regiões agropecuárias mais importantes do País, Ribeirão Preto/SP.
Ao passar o cargo, Reinhold Stephanes afirmou que o Mapa é a melhor organização pública que já conheceu, com bons quadros e inteligência para administrar. “São pessoas agradáveis, sem problemas políticos ou doutrinários. A única ideologia é o amor pela agricultura”, concluiu.
FONTE: Eline Santos
www.agricultura.gov.br
Após receber o cargo, Rossi disse que conta com a equipe formada por Stephanes nos últimos três anos e os servidores do ministério.
O novo ministro lembrou que pertenceu à equipe de Reinhold Stephanes durante os três anos, como presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Ele citou medidas importantes para o agricultor como o apoio à comercialização, a garantia de preços mínimos e o apoio a programas específicos para a pequena agricultura.
Rossi enfatizou suas origens familiares no campo e sua atuação como produtor rural em uma das regiões agropecuárias mais importantes do País, Ribeirão Preto/SP.
Ao passar o cargo, Reinhold Stephanes afirmou que o Mapa é a melhor organização pública que já conheceu, com bons quadros e inteligência para administrar. “São pessoas agradáveis, sem problemas políticos ou doutrinários. A única ideologia é o amor pela agricultura”, concluiu.
FONTE: Eline Santos
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MUDANÇAS NA CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA FEBRE AFTOSA NO RIO GRANDE DO SUL
Durante as etapas de vacinação,NÃO SERÁ EMITIDA OU EXIGIDA AUTORIZAÇÃO DE COMPRA DE VACINA.Assim,a venda deverá ser feita para o produtor na quantidade que esse solicitar.Os produtores que não adquirirem doses suficientes para seu rebanho serão orientados a realizar nova compra,antes da homologação de vacinas.
NOS PERÍODOS ENTRE AS CAMPANHAS CONTINUARÁ SENDO OBRIGATÓRIA A UTILIZAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO DE COMPRA.
A próxima etapa de vacinação,correspondente ao mês de maio,terá inicio dia 05 de ABRIL para produtores que irão participar de eventos de aglomeração.Assim,a partir de
05 de abril e até 31 de maio do corrente ano,não deverá ser exigida autorização de compra.
Nome completo dos produtores,CPF,quantidade de doses,partida,laboratório,e nome de produtores que irão comprar vacina juntos,devem estar presentes na nota fiscal.
FONTE: Secretaria da Agricultura,Pecuária,Pesca e Agronegócio do Estado do Rio Grande do Sul
NOS PERÍODOS ENTRE AS CAMPANHAS CONTINUARÁ SENDO OBRIGATÓRIA A UTILIZAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO DE COMPRA.
A próxima etapa de vacinação,correspondente ao mês de maio,terá inicio dia 05 de ABRIL para produtores que irão participar de eventos de aglomeração.Assim,a partir de
05 de abril e até 31 de maio do corrente ano,não deverá ser exigida autorização de compra.
Nome completo dos produtores,CPF,quantidade de doses,partida,laboratório,e nome de produtores que irão comprar vacina juntos,devem estar presentes na nota fiscal.
FONTE: Secretaria da Agricultura,Pecuária,Pesca e Agronegócio do Estado do Rio Grande do Sul
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Preço de insumo estimula confinamento
Grãos usados no sistema estão em baixa, mas valor da arroba deveria subir um pouco mais, querem criadores
Às vésperas de optar ou não por confinar o rebanho, e após um 2009 ruim para o setor, os pecuaristas enfrentam este ano uma situação melhor, pelo menos em relação aos preços dos grãos. O veterinário e pecuarista Paulo Roberto de Toledo Piza, por exemplo, é de Novo Horizonte (SP) e aposta no crescimento mundial do consumo de carne bovina. Ele é consultor de dois grandes pecuaristas, que deverão confinar entre 19 mil e 20 mil bois, em dois turnos, já a partir do dia 15. Apesar de o momento ser propício para comprar grãos, os produtores ainda esperam melhora no preço da arroba.
LEIA MAIS: http://www.cigeneticabovina.com.br/index.php?ref=04&id=262
As informações partem de O Estado de São Paulo.
Fonte: Centro de Inteligência em Genética Bovina
Às vésperas de optar ou não por confinar o rebanho, e após um 2009 ruim para o setor, os pecuaristas enfrentam este ano uma situação melhor, pelo menos em relação aos preços dos grãos. O veterinário e pecuarista Paulo Roberto de Toledo Piza, por exemplo, é de Novo Horizonte (SP) e aposta no crescimento mundial do consumo de carne bovina. Ele é consultor de dois grandes pecuaristas, que deverão confinar entre 19 mil e 20 mil bois, em dois turnos, já a partir do dia 15. Apesar de o momento ser propício para comprar grãos, os produtores ainda esperam melhora no preço da arroba.
LEIA MAIS: http://www.cigeneticabovina.com.br/index.php?ref=04&id=262
As informações partem de O Estado de São Paulo.
Fonte: Centro de Inteligência em Genética Bovina
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Atividade de cria volta a aquecer o mercado
Aumento nas vendas de sêmen revela que produtores continuam investindo na reprodução do rebanho.
Foi divulgado no dia 11 de março, pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA), relatório da movimentação de sêmen no Brasil no ano de 2009. O forte abate de matrizes na última década, o alto preço de reposição, e a demanda global por carne bovina vêm modificando o cenário da crise financeira que atingiu diversos países. Os altos índices de comercialização de sêmen revelam que o pecuarista não deixou de investir em cria, utilizando a inseminação artificial como instrumento para aumentar sua produtividade e rentabilidade.
LEIA MAIS: http://www.grupocultivar.com.br/noticias/noticia.asp?id=38639
FONTE: www.geneticaaditiva.com.br
Foi divulgado no dia 11 de março, pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA), relatório da movimentação de sêmen no Brasil no ano de 2009. O forte abate de matrizes na última década, o alto preço de reposição, e a demanda global por carne bovina vêm modificando o cenário da crise financeira que atingiu diversos países. Os altos índices de comercialização de sêmen revelam que o pecuarista não deixou de investir em cria, utilizando a inseminação artificial como instrumento para aumentar sua produtividade e rentabilidade.
LEIA MAIS: http://www.grupocultivar.com.br/noticias/noticia.asp?id=38639
FONTE: www.geneticaaditiva.com.br
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Primeira etapa da campanha contra febre aftosa começa em seis estados
Os produtores rurais dos estados da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Roraima começam a vacinar todo o rebanho contra a febre aftosa nesta quinta-feira (01/04).
A expectativa é que sejam imunizados 5,6 milhões de bovinos e búfalos até o fim abril. Em Mato Grosso do Sul, apenas os animais da Zona de Alta Vigilância (ZAV) devem receber a vacina. A 1ª etapa da campanha em Rondônia começa em 15 de abril e segue até 15 de maio.
Situação - Hoje, 15 estados e o Distrito Federal estão livres de febre aftosa com vacinação: Acre, Rondônia, Mato Grosso, Tocantins, Goiás, Mato Grosso do Sul, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Centro-Sul do Pará (44 municípios). Já o Amazonas tem dois municípios livres com vacinação (Boca do Acre e Guajará). O Estado de Santa Catarina é o único considerado livre de febre aftosa sem vacinação e Roraima e o norte do Pará estão classificados como de alto risco. O Brasil tem 180 milhões de bovinos e búfalos em zona livre de aftosa, o que representa 89% do rebanho nacional.
Kelly Beltrão
FONTE: www.agricultura.gov.br
A expectativa é que sejam imunizados 5,6 milhões de bovinos e búfalos até o fim abril. Em Mato Grosso do Sul, apenas os animais da Zona de Alta Vigilância (ZAV) devem receber a vacina. A 1ª etapa da campanha em Rondônia começa em 15 de abril e segue até 15 de maio.
Situação - Hoje, 15 estados e o Distrito Federal estão livres de febre aftosa com vacinação: Acre, Rondônia, Mato Grosso, Tocantins, Goiás, Mato Grosso do Sul, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Centro-Sul do Pará (44 municípios). Já o Amazonas tem dois municípios livres com vacinação (Boca do Acre e Guajará). O Estado de Santa Catarina é o único considerado livre de febre aftosa sem vacinação e Roraima e o norte do Pará estão classificados como de alto risco. O Brasil tem 180 milhões de bovinos e búfalos em zona livre de aftosa, o que representa 89% do rebanho nacional.
Kelly Beltrão
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Exportação de bovinos vivos para abate ganha regulamento técnico
O regulamento técnico com as regras para exportação de bovinos, búfalos, ovinos e caprinos vivos destinados ao abate foi aprovado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), nesta quarta-feira (31/03).
A Instrução Normativa Nº 13, publicada no Diário Oficial da União (DOU), traz os procedimentos básicos para todas as etapas que antecedem o embarque dos animais. As regras incluem a seleção nos estabelecimentos de origem, o transporte até os Estabelecimentos de Pré-embarque (EPE) e para o local de saída do País, além do manejo nas instalações de pré-embarque e no embarque.
De acordo com o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Inácio Kroetz, as exportações de bovinos vivos para posterior abate apresentaram considerável aumento nos últimos anos. Em 2008, os embarques de bovinos vivos, por exemplo, somaram U$ 370 milhões e, no ano passado, alcançaram U$ 443,5 milhões. Líbano e Venezuela são os principais destinos.
Países do Oriente Médio praticam abate dentro dos preceitos religiosos e têm hábito de comercializar e consumir carne fresca. “Europa é importante mercado para animais jovens engordados para abate sob condições alimentares especiais, principalmente na Itália. Para atender aos requisitos do importador e possibilitar certificação sanitária com segurança e registros auditáveis essa atividade requer regulamentação”, afirma Kroetz.
O texto da IN 13 prevê que os bovinos, búfalos, ovinos e caprinos vivos destinados ao abate sejam mantidos nos EPEs sob responsabilidade técnica do médico veterinário contratado pelo proprietário. O estabelecimento deverá ser localizado a uma distância que não implique jornada superior a quatro horas de viagem por via rodoviária e atender às exigências para o alojamento dos animais. Além disso, estão definidas também as condições necessárias para o transporte marítimo.
Leilane Alves
FONTE: www.agricultura.gov.br
A Instrução Normativa Nº 13, publicada no Diário Oficial da União (DOU), traz os procedimentos básicos para todas as etapas que antecedem o embarque dos animais. As regras incluem a seleção nos estabelecimentos de origem, o transporte até os Estabelecimentos de Pré-embarque (EPE) e para o local de saída do País, além do manejo nas instalações de pré-embarque e no embarque.
De acordo com o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Inácio Kroetz, as exportações de bovinos vivos para posterior abate apresentaram considerável aumento nos últimos anos. Em 2008, os embarques de bovinos vivos, por exemplo, somaram U$ 370 milhões e, no ano passado, alcançaram U$ 443,5 milhões. Líbano e Venezuela são os principais destinos.
Países do Oriente Médio praticam abate dentro dos preceitos religiosos e têm hábito de comercializar e consumir carne fresca. “Europa é importante mercado para animais jovens engordados para abate sob condições alimentares especiais, principalmente na Itália. Para atender aos requisitos do importador e possibilitar certificação sanitária com segurança e registros auditáveis essa atividade requer regulamentação”, afirma Kroetz.
O texto da IN 13 prevê que os bovinos, búfalos, ovinos e caprinos vivos destinados ao abate sejam mantidos nos EPEs sob responsabilidade técnica do médico veterinário contratado pelo proprietário. O estabelecimento deverá ser localizado a uma distância que não implique jornada superior a quatro horas de viagem por via rodoviária e atender às exigências para o alojamento dos animais. Além disso, estão definidas também as condições necessárias para o transporte marítimo.
Leilane Alves
FONTE: www.agricultura.gov.br
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MAPA: Wagner Rossi será o sucessor de Stephanes
O paulista Wagner Rossi será empossado, nesta quarta-feira (31), ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Rossi substitui Reinhold Stephanes, que ficou à frente do ministério durante três anos e retorna à Câmara dos Deputados para cumprir o mandato de deputado federal. Graduado em direito e administração de empresas, com especialização em economia e educação, Rossi, de 67 anos, presidia, desde 2007, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), empresa vinculada ao Ministério da Agricultura.
Há mais de 20 anos, Wagner Rossi desenvolve carreira no setor público, sendo quatro vezes secretário no governo do estado de São Paulo: Esportes e Turismo (1987-1988), Educação (1989-1990), Infraestrutura Viária (1991-1992) e Transporte (1992-1994). Atuou também como presidente da Companhia das Docas do Estado de São Paulo (Codesp), entre 1999 e 2000.
Rossi foi parlamentar por cinco legislaturas até 2002 e, com formação acadêmica no Brasil e no exterior, foi professor de renomadas universidades brasileiras. Em 1978, coordenou o primeiro curso de extensão universitária sobre administração rural para graduados, na Universidade de Ribeirão Preto/SP. O novo ministro desempenhou atividades como empresário e produtor rural por mais de 30 anos e exerceu cargos de administrador, gerente e diretor.
FONTE: As informações são do Mapa, adaptadas pela Equipe AgriPoint.
Há mais de 20 anos, Wagner Rossi desenvolve carreira no setor público, sendo quatro vezes secretário no governo do estado de São Paulo: Esportes e Turismo (1987-1988), Educação (1989-1990), Infraestrutura Viária (1991-1992) e Transporte (1992-1994). Atuou também como presidente da Companhia das Docas do Estado de São Paulo (Codesp), entre 1999 e 2000.
Rossi foi parlamentar por cinco legislaturas até 2002 e, com formação acadêmica no Brasil e no exterior, foi professor de renomadas universidades brasileiras. Em 1978, coordenou o primeiro curso de extensão universitária sobre administração rural para graduados, na Universidade de Ribeirão Preto/SP. O novo ministro desempenhou atividades como empresário e produtor rural por mais de 30 anos e exerceu cargos de administrador, gerente e diretor.
FONTE: As informações são do Mapa, adaptadas pela Equipe AgriPoint.
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Vacinação sobe para 94,2% no RS
A imunização de animais na etapa de novembro da campanha contra a aftosa no RS foi revisada e passou de 92,1% para 94,2%. O número ainda é menor do que os 97% obtidos na etapa de maio, devido ao difícil manejo dos animais jovens. No país, a média geral atinge 97% do rebanho.
FONTE: Correio do Povo
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Preço do boi gordo em São Paulo segue em alta
O preço do boi gordo em São Paulo segue em alta, com a arroba valendo R$80,00, a prazo, livre de imposto. O preço da vaca acompanhou o reajuste e o preço pago pela fêmea está em R$75,00/@, nas mesmas condições de pagamento.
A oferta restrita e escalas curtas estimularam o novo aumento.
Além da disponibilidade de pastagem, os altos preços da reposição desestimulam a venda de bois e permitem que os pecuaristas apostem em novos reajustes.
Os preços também subiram no Sul de Minas e Três Lagoas, estimulados pela demanda, tanto das plantas locais, como pelas indústrias de São Paulo. Nessas praças, o boi é negociado por R$76,00/@, a prazo, livre de imposto.
FONTE: Scot Consultoria
Autor: Por Hyberville Neto
A oferta restrita e escalas curtas estimularam o novo aumento.
Além da disponibilidade de pastagem, os altos preços da reposição desestimulam a venda de bois e permitem que os pecuaristas apostem em novos reajustes.
Os preços também subiram no Sul de Minas e Três Lagoas, estimulados pela demanda, tanto das plantas locais, como pelas indústrias de São Paulo. Nessas praças, o boi é negociado por R$76,00/@, a prazo, livre de imposto.
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quarta-feira, 31 de março de 2010
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