FONTE: Cepea/Esalq
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Boi/CEPEA: Frigorífico aguarda desempenho de vendas de carne
FONTE: Cepea/Esalq
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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Boi Gordo: Contratos futuros negociados na BMF&Bovespa registram maior volume do ano
Analistas apostam na manutenção da tendência como reflexo do mercado firme no físico.
Balanço mensal divulgado pela BMF&Bovespa mostra que em agosto foram negociados 248.401 contratos futuros de commodities, crescimento de 53,7% em relação ao mesmo período do ano passado e 48,8% maior que julho deste ano. Este volume é o maior registrado nos últimos 22 meses. Entre os destaques estão os contratos do boi gordo, que registraram aumento de 68,5% em relação ao mês anterior e 74,22% acima do volume negociado em agosto do ano passado.
Os negócios no mercado futuro estão totalmente relacionados aos preços pagos no mercado físico. A oscilação no volume negociado no mercado futuro desde janeiro deste ano coincide com os momentos de altas e baixas na cotação do boi gordo no mercado à vista. Em março e abril, quando as ofertas subiram e chegaram em alguns dias até a R$90,00 por arroba, os contratos com boi gordo saltaram para respectivamente 87.327 e 89.889 contratos. Junho, quando o preço murchou, os negócios na BM&F com bois gordos caíram para 42.695. Em julho, as ofertas melhoraram e os negócios a futuro bateram em 71.070. A forte subida no preço registrada em agosto com a cotação da arroba a R$93,00, a BM&F fechou o mês com 119.425, o melhor resultado do ano.
De acordo com Maria Gabriela Tonini, analista da Scot Consultoria, o aumento no volume de contratos reflete a retomada da confiança do mercado, que estava abalada desde a crise de 2008. Embora o volume ainda esteja muito abaixo do registrado em 2008, a recuperação dos negócios deve se manter esse ano. Mesmo com a entrada do produto de confinamento, que aumenta a oferta de gado para abate, a analista lembra, que apesar de o mercado futuro estar sujeito à muitas oscilações, a expectativa é de que os preços sigam firmes.
Nesta quarta feira, 8, os contratos do boi gordo com vencimento em outubro fecharam em R$93,30, alta de 0,66%. Para novembro, os contratos chegam a R$94,20 aumento de 0,52% sobre o fechamento do dia 6.
Fonte: SCOT CONSULTORIA - DBO
Balanço mensal divulgado pela BMF&Bovespa mostra que em agosto foram negociados 248.401 contratos futuros de commodities, crescimento de 53,7% em relação ao mesmo período do ano passado e 48,8% maior que julho deste ano. Este volume é o maior registrado nos últimos 22 meses. Entre os destaques estão os contratos do boi gordo, que registraram aumento de 68,5% em relação ao mês anterior e 74,22% acima do volume negociado em agosto do ano passado.
Os negócios no mercado futuro estão totalmente relacionados aos preços pagos no mercado físico. A oscilação no volume negociado no mercado futuro desde janeiro deste ano coincide com os momentos de altas e baixas na cotação do boi gordo no mercado à vista. Em março e abril, quando as ofertas subiram e chegaram em alguns dias até a R$90,00 por arroba, os contratos com boi gordo saltaram para respectivamente 87.327 e 89.889 contratos. Junho, quando o preço murchou, os negócios na BM&F com bois gordos caíram para 42.695. Em julho, as ofertas melhoraram e os negócios a futuro bateram em 71.070. A forte subida no preço registrada em agosto com a cotação da arroba a R$93,00, a BM&F fechou o mês com 119.425, o melhor resultado do ano.
De acordo com Maria Gabriela Tonini, analista da Scot Consultoria, o aumento no volume de contratos reflete a retomada da confiança do mercado, que estava abalada desde a crise de 2008. Embora o volume ainda esteja muito abaixo do registrado em 2008, a recuperação dos negócios deve se manter esse ano. Mesmo com a entrada do produto de confinamento, que aumenta a oferta de gado para abate, a analista lembra, que apesar de o mercado futuro estar sujeito à muitas oscilações, a expectativa é de que os preços sigam firmes.
Nesta quarta feira, 8, os contratos do boi gordo com vencimento em outubro fecharam em R$93,30, alta de 0,66%. Para novembro, os contratos chegam a R$94,20 aumento de 0,52% sobre o fechamento do dia 6.
Fonte: SCOT CONSULTORIA - DBO
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Austrália: indústria reage contra exigências do varejo
A indústria de bovinos da Austrália está buscando urgentemente negociar com a rede de supermercados Coles por causa de sua posição sobre as vendas de carne bovina oriunda de animais tratados com hormônios. A indústria está preocupada com os rumores de que o supermercado já está comprando carne de animais que não foram tratados com hormônios promotores de crescimento e que irá agressivamente vender essa carne a seus clientes.
Os hormônios promotores de crescimento são amplamente usados por produtores de carne bovina para impulsionar os ganhos de peso dos animais com a aprovação do órgão que regulamenta o uso de produtos terapêuticos da Austrália, a Therapeutic Goods Administration.
O representante do Conselho de Bovinos da Austrália, David Inall, disse que, embora respeite o direito da rede Coles de tomar decisões comerciais sobre o que comercializa, a entidade quer participar de qualquer discussão sobre o uso de hormônios. "Ouvimos de forma não oficial que a Coles pode estar selecionando alguns de seus animais com base no fato de terem sido ou não tratados com promotores de crescimento. Nesse estágio, não temos mais informações, de forma que estamos buscando saber mais detalhes quando forem reveladas sobre o que a Coles está planejando, na verdade. Sabemos que esses produtos foram aprovados para uso pelos mais rigorosos critérios baseados em ciência".
A Coles não comentou sobre seus planos de comercialização de carne bovina sem hormônio, dizendo apenas que está considerando "uma série de opções para melhorar a qualidade da carne" oferecida a seus clientes.
A divisão de carnes vermelhas do Meat and Livestock Australia (MLA) se reuniu com Coles na semana passada. Um porta-voz da organização disse que os promotores de crescimento acrescentam A$ 210 milhões (US$ 191,58 milhões) à indústria de carne bovina australiana todo ano e que a confiança dos consumidores na segurança da carne bovina é crucial para a atual demanda e que o MLA está reforçando isso com todos os varejistas.
Em 08/09/10:
1 Dólar Australiano = US$ 0,91233
1,09571 Dólar Australiano = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)
FONTE: A reportagem é do Abc.net.au, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
Os hormônios promotores de crescimento são amplamente usados por produtores de carne bovina para impulsionar os ganhos de peso dos animais com a aprovação do órgão que regulamenta o uso de produtos terapêuticos da Austrália, a Therapeutic Goods Administration.
O representante do Conselho de Bovinos da Austrália, David Inall, disse que, embora respeite o direito da rede Coles de tomar decisões comerciais sobre o que comercializa, a entidade quer participar de qualquer discussão sobre o uso de hormônios. "Ouvimos de forma não oficial que a Coles pode estar selecionando alguns de seus animais com base no fato de terem sido ou não tratados com promotores de crescimento. Nesse estágio, não temos mais informações, de forma que estamos buscando saber mais detalhes quando forem reveladas sobre o que a Coles está planejando, na verdade. Sabemos que esses produtos foram aprovados para uso pelos mais rigorosos critérios baseados em ciência".
A Coles não comentou sobre seus planos de comercialização de carne bovina sem hormônio, dizendo apenas que está considerando "uma série de opções para melhorar a qualidade da carne" oferecida a seus clientes.
A divisão de carnes vermelhas do Meat and Livestock Australia (MLA) se reuniu com Coles na semana passada. Um porta-voz da organização disse que os promotores de crescimento acrescentam A$ 210 milhões (US$ 191,58 milhões) à indústria de carne bovina australiana todo ano e que a confiança dos consumidores na segurança da carne bovina é crucial para a atual demanda e que o MLA está reforçando isso com todos os varejistas.
Em 08/09/10:
1 Dólar Australiano = US$ 0,91233
1,09571 Dólar Australiano = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)
FONTE: A reportagem é do Abc.net.au, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
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quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Boi Gordo: Poucos negócios foram registrados na abertura do mercado desta quarta-feira
Poucos negócios foram registrados na abertura do mercado desta quarta-feira, embora a dificuldade nas compras tenha feito o preço subir em 11 praças.
Em São Paulo, alguns frigoríficos estão fora das compras e esperam o resultado das vendas do feriado para então se posicionarem e voltar a comprar.
Com um dia a menos de compra e o pequeno volume de negócios da última segunda-feira, as escalas encurtaram ainda mais no estado, e não são poucas as indústrias que ainda precisam comprar animais para completar suas programações de abate desta semana.
Os negócios a prazo ocorrem entre R$91,00/@ e R$92,00/@, livre de funrural, embora haja relatos de ofertas pontuais de R$93,00/@, nas mesmas condições.
Em Minas Gerais, no norte do estado e em Belo Horizonte, ocorreu a segunda alta consecutiva de preços nesta semana. A dificuldade nas compras acabou forçando os frigoríficos a ofertaram mais pela matéria prima.
No Sudoeste do Mato Grosso houve alta de R$1,00/@ e esta é a praça onde se paga mais pelo boi gordo no estado, R$82,00, à vista, livre de imposto. Desde o início do ano a arroba já acumulou alta de 23% na região.
No mercado atacadista de carne bovina os preços estão estáveis e as vendas no final de semana e feriado foram boas. Algum reajuste nos preços pode ocorrer nos próximos dias, já que o mercado está enxuto.
Clique aqui e confira as cotações do boi.
Fonte: Scot Consultoria
Em São Paulo, alguns frigoríficos estão fora das compras e esperam o resultado das vendas do feriado para então se posicionarem e voltar a comprar.
Com um dia a menos de compra e o pequeno volume de negócios da última segunda-feira, as escalas encurtaram ainda mais no estado, e não são poucas as indústrias que ainda precisam comprar animais para completar suas programações de abate desta semana.
Os negócios a prazo ocorrem entre R$91,00/@ e R$92,00/@, livre de funrural, embora haja relatos de ofertas pontuais de R$93,00/@, nas mesmas condições.
Em Minas Gerais, no norte do estado e em Belo Horizonte, ocorreu a segunda alta consecutiva de preços nesta semana. A dificuldade nas compras acabou forçando os frigoríficos a ofertaram mais pela matéria prima.
No Sudoeste do Mato Grosso houve alta de R$1,00/@ e esta é a praça onde se paga mais pelo boi gordo no estado, R$82,00, à vista, livre de imposto. Desde o início do ano a arroba já acumulou alta de 23% na região.
No mercado atacadista de carne bovina os preços estão estáveis e as vendas no final de semana e feriado foram boas. Algum reajuste nos preços pode ocorrer nos próximos dias, já que o mercado está enxuto.
Clique aqui e confira as cotações do boi.
Fonte: Scot Consultoria
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Raiva bovina motiva reunião com produtores no RS
A preocupação em torno dos registros de raiva bovina em Santa Cruz do Sul/RS será tema de uma reunião com produtores na próxima sexta-feira. O encontro acontece às 14 horas no Salão Winckelmann, em Cerro Alegre. Na oportunidade serão abordadas ações de controle e prevenção, e um panorama da situação atual da doença no município.
Exames de laboratório confirmaram três mortes de animais por raiva bovina em Santa Cruz, mas a doença pode estar relacionada a mais de 30 mortes registradas em agosto. Os registros aconteceram em Cerro Alegre Alto e Baixo, na Malhada e em Linha João Alves. Segundo o secretário municipal de Agricultura, Ademir Santin, dentre as ações programadas está o extermínio de morcegos, transmissores da doença. Segundo ele, a operação deve ser realizada na próxima semana, quando a escuridão proporcionada pela lua nova deverá atrair os animais para fora dos esconderijos.
A raiva em herbívoros é causada por um vírus transmitido através da mordida de morcegos infectados ou do contato com a saliva e com o sangue de animais contaminados. Os principais sintomas nos bovinos são mudança de comportamento, agitação, falta de apetite, isolamento, fraqueza, paralisia dos membros, andar cambaleante e dificuldade em levantar. A morte pode ocorrer entre quatro e seis dias após o início dos sintomas. A prevenção ocorre pela vacinação .
Além da Secretaria de Agricultura, a Vigilância Sanitária participará da reunião desta sexta. As equipes também pedem que os agricultores fiquem atentos para furnas e cavernas que possam servir de refúgio para os morcegos.
FONTE: Só Notícias
Exames de laboratório confirmaram três mortes de animais por raiva bovina em Santa Cruz, mas a doença pode estar relacionada a mais de 30 mortes registradas em agosto. Os registros aconteceram em Cerro Alegre Alto e Baixo, na Malhada e em Linha João Alves. Segundo o secretário municipal de Agricultura, Ademir Santin, dentre as ações programadas está o extermínio de morcegos, transmissores da doença. Segundo ele, a operação deve ser realizada na próxima semana, quando a escuridão proporcionada pela lua nova deverá atrair os animais para fora dos esconderijos.
A raiva em herbívoros é causada por um vírus transmitido através da mordida de morcegos infectados ou do contato com a saliva e com o sangue de animais contaminados. Os principais sintomas nos bovinos são mudança de comportamento, agitação, falta de apetite, isolamento, fraqueza, paralisia dos membros, andar cambaleante e dificuldade em levantar. A morte pode ocorrer entre quatro e seis dias após o início dos sintomas. A prevenção ocorre pela vacinação .
Além da Secretaria de Agricultura, a Vigilância Sanitária participará da reunião desta sexta. As equipes também pedem que os agricultores fiquem atentos para furnas e cavernas que possam servir de refúgio para os morcegos.
FONTE: Só Notícias
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Mercado procura os bois depois do feriado
A entressafra continua no mercado do boi gordo e a maioria das indústrias que precisam comprar gado no mercado spot enfrenta dificuldades. As escalas de abate estão curtas, ao redor de 3 a 5 dias, e frigoríficos de mercado interno apresentam programações, as vezes, ainda mais curtas.
O feriado de 7 de setembro, que ajudou a alongar as escalas de maneira artificial na última semana, uma vez que inúmeros frigoríficos aproveitaram para não abater na segunda-feira (06/09) também, complicou ainda mais a situação da indústria. O volume de compras foi reduzido na segunda-feira e quase nulo na terça-feira e agora sem o feriado nas escalas o cenário volta a ser altista.
A expectativa de melhora na oferta de gado a partir da 2ª quinzena de setembro permanece, mas até o momento a desova foi lenta e ficou muito abaixo da demanda. Mesmo em Goiás, onde existe a maior concentração de confinamentos do País, é possível encontrar frigoríficos de grandes grupos com apenas 3 dias de escala. Os negócios no mercado a termo ajudam apenas algumas plantas, enquanto a maioria depende do mercado spot.
Os frigoríficos menores, diante da elevação nos preços, tentam preencher as escalas de abate com fêmeas também, mas os preços elevados do bezerro e boa rentabilidade na cria desestimulam as vendas de vacas. Essa pressão na compra de fêmeas até encurtou a diferença em relação ao preço do boi gordo.
Frente às dificuldades nas compras, a capacidade ociosa dos frigoríficos permanece elevada e os estoques de carne estão permanentemente enxutos. Dessa forma, apesar da resistência a novas altas, o mercado não tem espaço para recuos. O preço da carne bovina no atacado está no maior patamar dos últimos anos, apenas R$ 0,14/@ abaixo da máxima registrada em out/08, mas não sinaliza com arrefecimento no curto prazo.
As outras proteínas também subiram nos últimos meses, diminuindo as chances de deslocamento no consumo. Enquanto a carne bovina subiu 4,1% entre agosto e setembro (até dia 6), a carne suína reagiu 3,5% e a de frango 8,8%. O spread entre as carnes permanece elevado e desfavorável à carne bovina, mas sinaliza melhoras.
O cenário altista é confirmado pelas negociações no mercado futuro do boi gordo (BM&F) e o contrato mais negociado (vencimento outubro/10) registrou nova máxima em R$ 93,40/@, com alta de 18,23% desde o início do ano, enquanto o indicador Esalq (spot) subiu 20,9%. Nesse patamar a rentabilidade do confinamento segue muito atrativa e o hedge é interessante.
FONTE: www.agroblog.com.br
Autor: LEONARDO ALENCAR
O feriado de 7 de setembro, que ajudou a alongar as escalas de maneira artificial na última semana, uma vez que inúmeros frigoríficos aproveitaram para não abater na segunda-feira (06/09) também, complicou ainda mais a situação da indústria. O volume de compras foi reduzido na segunda-feira e quase nulo na terça-feira e agora sem o feriado nas escalas o cenário volta a ser altista.
A expectativa de melhora na oferta de gado a partir da 2ª quinzena de setembro permanece, mas até o momento a desova foi lenta e ficou muito abaixo da demanda. Mesmo em Goiás, onde existe a maior concentração de confinamentos do País, é possível encontrar frigoríficos de grandes grupos com apenas 3 dias de escala. Os negócios no mercado a termo ajudam apenas algumas plantas, enquanto a maioria depende do mercado spot.
Os frigoríficos menores, diante da elevação nos preços, tentam preencher as escalas de abate com fêmeas também, mas os preços elevados do bezerro e boa rentabilidade na cria desestimulam as vendas de vacas. Essa pressão na compra de fêmeas até encurtou a diferença em relação ao preço do boi gordo.
Frente às dificuldades nas compras, a capacidade ociosa dos frigoríficos permanece elevada e os estoques de carne estão permanentemente enxutos. Dessa forma, apesar da resistência a novas altas, o mercado não tem espaço para recuos. O preço da carne bovina no atacado está no maior patamar dos últimos anos, apenas R$ 0,14/@ abaixo da máxima registrada em out/08, mas não sinaliza com arrefecimento no curto prazo.
As outras proteínas também subiram nos últimos meses, diminuindo as chances de deslocamento no consumo. Enquanto a carne bovina subiu 4,1% entre agosto e setembro (até dia 6), a carne suína reagiu 3,5% e a de frango 8,8%. O spread entre as carnes permanece elevado e desfavorável à carne bovina, mas sinaliza melhoras.
O cenário altista é confirmado pelas negociações no mercado futuro do boi gordo (BM&F) e o contrato mais negociado (vencimento outubro/10) registrou nova máxima em R$ 93,40/@, com alta de 18,23% desde o início do ano, enquanto o indicador Esalq (spot) subiu 20,9%. Nesse patamar a rentabilidade do confinamento segue muito atrativa e o hedge é interessante.
FONTE: www.agroblog.com.br
Autor: LEONARDO ALENCAR
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PROJETO TERNEIROS DO FUTURO - BAGÉ
Palmas sedia apresentação do projeto Terneiros do Futuro
No próximo sábado, os Núcleos de Produtores de Terneiros de Corte de Bagé, de criadores de Hereford e Braford, Angus e Brangus fazem uma reunião na região das Palmas para apresentar o projeto Terneiros do Futuro – idealizado pelas entidades.
Na propriedade de Edemar e Horacina Pires Scholant, na Coxilha das Flores, os Núcleos explicam os detalhes do programa que visa promover a integração, fomentando a comercialização entre os produtores, em especial através da troca de produtos.
O objetivo do projeto é facilitar o acesso ao melhoramento genético para os produtores de terneiros de corte, assim como buscar maior padronização e melhoria na qualidade dos terneiros ofertados nas feiras oficiais.
Em linhas gerais, o projeto consiste na possibilidade de produtores de terneiros (devidamente cadastrados e respaldados por seu núcleo) adquirirem reprodutores e ventres Hereford, Braford, Aberdeen Angus e Brangus de Bagé, nos eventos oficiais dos Núcleos de Criadores das raças - Remate NHB, Leilão Genética do Pampa e Remate do Núcleo de Aberdeen Angus e Brangus de Bagé, e efetuarem o pagamento destes reprodutores e ventres nas feiras oficiais de terneiros, em produto, já que a maioria dos produtores de touros são também invernadores, e têm, assim, interesse em ficar com os terneiros.
Todos os produtores estão convidados a participarem da reunião no sábado, onde o programa será detalhado aos participantes. Os núcleos contam com o apoio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural, e Associação e Sindicato Rural de Bagé.
FONTE: MINUANO ON LINE
No próximo sábado, os Núcleos de Produtores de Terneiros de Corte de Bagé, de criadores de Hereford e Braford, Angus e Brangus fazem uma reunião na região das Palmas para apresentar o projeto Terneiros do Futuro – idealizado pelas entidades.
Na propriedade de Edemar e Horacina Pires Scholant, na Coxilha das Flores, os Núcleos explicam os detalhes do programa que visa promover a integração, fomentando a comercialização entre os produtores, em especial através da troca de produtos.
O objetivo do projeto é facilitar o acesso ao melhoramento genético para os produtores de terneiros de corte, assim como buscar maior padronização e melhoria na qualidade dos terneiros ofertados nas feiras oficiais.
Em linhas gerais, o projeto consiste na possibilidade de produtores de terneiros (devidamente cadastrados e respaldados por seu núcleo) adquirirem reprodutores e ventres Hereford, Braford, Aberdeen Angus e Brangus de Bagé, nos eventos oficiais dos Núcleos de Criadores das raças - Remate NHB, Leilão Genética do Pampa e Remate do Núcleo de Aberdeen Angus e Brangus de Bagé, e efetuarem o pagamento destes reprodutores e ventres nas feiras oficiais de terneiros, em produto, já que a maioria dos produtores de touros são também invernadores, e têm, assim, interesse em ficar com os terneiros.
Todos os produtores estão convidados a participarem da reunião no sábado, onde o programa será detalhado aos participantes. Os núcleos contam com o apoio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural, e Associação e Sindicato Rural de Bagé.
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Argentina encara a escassez de boi
O país do bife de chorizo, que já chegou a ter duas vacas por habitante e a ostentar o título de nação mais carnívora do mundo, assiste perplexo à crise em torno de sua pérola gastronômica. A Argentina perdeu 8,6 milhões de cabeças de gado em dois anos. Com a redução da oferta, os preços da carne bovina subiram 164% desde setembro, o maior aumento para um único produto no período, segundo a inflação medida pela Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade de Buenos Aires (UBA).
Mesmo em um cenário otimista, conforme as projeções do Instituto de Promoção da Carne Bovina Argentina (IPCVA), serão necessários pelo menos três ciclos completos de três anos cada - do nascimento ao abate - para recuperar o estoque de gado perdido. "Se tudo correr bem, é um processo que levará nove anos", disse ao Valor o diretor-geral do IPCVA, Carlos Vuegen.
Sem oferta suficiente, o ajuste tem se dado por duas vias. A primeira é a queda do consumo pelos argentinos. De 70,5 quilos por pessoa/ano de janeiro a maio de 2009, a média diminuiu para 55,6 quilos no mesmo período de 2010. É o nível mais baixo em uma década - ainda assim, são quase dez quilos a mais do que consomem os habitantes do Rio Grande do Sul, os maiores carnívoros do Brasil.
O segundo sintoma é a perda de importância da Argentina no mercado internacional. O país era o dono incontestável do título de principal exportador do mundo até 1970, quando a Política Agrícola Comum (PAC) europeia mexeu no ranking e cedeu o posto ao Velho Continente. Depois, Austrália e Brasil passaram a liderar a lista. Hoje, a Argentina disputa com países menores, como o Uruguai, o sétimo lugar entre os maiores fornecedores. De cerca de 700 mil toneladas exportadas em 2009, as vendas ao exterior devem ficar entre 310 mil e 330 mil toneladas neste ano, segundo projeções do IPCVA.
O marco zero da crise está na primeira metade da década de 1990, quando um número cada vez maior de pecuaristas trocou o gado pelo cultivo de soja, considerado mais rentável. A migração, que durou até 2005, provocou alterações no mapa da pecuária argentina e levou boa parte da produção para o norte do país, distanciando-se dos pampas.
Perderam-se 13 milhões de hectares para a agricultura. A produção não caiu, mas ficou mais cara. "O que ocorreu nesse período foi um processo gradual e lógico", diz o consultor Victor Tonelli. "O problema veio depois, com uma brutal intervenção do governo, que terminou por destruir o sistema produtivo e a possibilidade de exportação dos frigoríficos."
A partir de 2006, começou a cobrança de impostos sobre as exportações e os embarques chegaram até a ser proibidas, em uma tentativa desesperada do governo de aumentar a oferta no mercado interno. Houve acordos "informais" de preços e o governo ameaçou fechar os frigoríficos que pagassem um valor acima do teto definido para o gado vivo. A seca iniciada em 2008, a pior em 70 anos, completou o estrago.
Em um recente boletim de conjuntura, a Câmara da Indústria e Comércio de Carnes e Derivados da Argentina (Ciccra) avalia que "a política setorial pareceu ser efetiva inicialmente, porque a febre do paciente baixou e chegou inclusive a desaparecer por algum período, mas nunca se fez nada nada para tratar a doença que a causava".
Enquanto os pecuaristas abatiam seu gado, no processo de desinvestimento mais intenso das últimas décadas, os argentinos se fartavam de carne barata e as exportações não davam sinal de queda. Em 2009, foram produzidos 3,5 milhões de toneladas de carne com osso e as exportações chegaram a US$ 1,6 bilhão. O consumo doméstico atingiu seu recorde histórico.
Mas era uma questão de tempo até a febre voltar. Do total de abates, nada menos que 49,7% eram de fêmeas. Quando esse índice é superior a 40%, o estoque não se recompõe, em um processo conhecido no setor como "liquidação de ventres". De 2008 a 2010, a população bovina caiu de 57,5 milhões para 48,9 milhões de cabeças, segundo números oficiais estimados com base na quantidade de vacinas aplicadas contra a febre aftosa.
Os preços, que conseguiram ser controlados pelo governo e não haviam acompanhado a alta mundial da carne, finalmente subiram e se alinharam aos internacionais. Por isso, garantem os especialistas, é improvável que a Argentina passe a importar carne, como se especula, e o ajuste se dá com a queda de exportações e do consumo doméstico. Mas é certo que a crise, antes concentrada no campo, chegou aos frigoríficos, que andam sem bois para abater. Nos cinco primeiros meses do ano, a produção caiu 23% em volume.
A boa notícia é que há sinais de que uma recuperação - ainda lenta - está em curso, graças aos melhores preços obtidos pelos pecuaristas. As evidências já foram constatadas na proporção de fêmeas abatidas, que caiu para 43% do total em maio, e existem perspectivas de um maior índice de nascimentos. Para um rebanho de 20 milhões de vacas, houve 11,7 milhões de novos bezerros no ano passado. Em 2010, a tendência é que esse número possa atingir 12 milhões.
No próximo ciclo reprodutivo, espera-se aumentar mais. "O processo de desinvestimento ainda não terminou. É preciso alcançar uma taxa de nascimento de 80% do estoque de vacas", afirma Miguel Jairala, analista econômico do IPCVA. Para o consultor Tonelli, a produção voltará a cair em 2011, antes de recuperar-se a partir de 2012.
Tonelli também fala que a recuperação do estoque perdido virá apenas no fim da década. E insiste: "Se não houver problemas climáticos nem políticas que continuem prejudicando os negócios".
FONTE: Valor Econômico
Mesmo em um cenário otimista, conforme as projeções do Instituto de Promoção da Carne Bovina Argentina (IPCVA), serão necessários pelo menos três ciclos completos de três anos cada - do nascimento ao abate - para recuperar o estoque de gado perdido. "Se tudo correr bem, é um processo que levará nove anos", disse ao Valor o diretor-geral do IPCVA, Carlos Vuegen.
Sem oferta suficiente, o ajuste tem se dado por duas vias. A primeira é a queda do consumo pelos argentinos. De 70,5 quilos por pessoa/ano de janeiro a maio de 2009, a média diminuiu para 55,6 quilos no mesmo período de 2010. É o nível mais baixo em uma década - ainda assim, são quase dez quilos a mais do que consomem os habitantes do Rio Grande do Sul, os maiores carnívoros do Brasil.
O segundo sintoma é a perda de importância da Argentina no mercado internacional. O país era o dono incontestável do título de principal exportador do mundo até 1970, quando a Política Agrícola Comum (PAC) europeia mexeu no ranking e cedeu o posto ao Velho Continente. Depois, Austrália e Brasil passaram a liderar a lista. Hoje, a Argentina disputa com países menores, como o Uruguai, o sétimo lugar entre os maiores fornecedores. De cerca de 700 mil toneladas exportadas em 2009, as vendas ao exterior devem ficar entre 310 mil e 330 mil toneladas neste ano, segundo projeções do IPCVA.
O marco zero da crise está na primeira metade da década de 1990, quando um número cada vez maior de pecuaristas trocou o gado pelo cultivo de soja, considerado mais rentável. A migração, que durou até 2005, provocou alterações no mapa da pecuária argentina e levou boa parte da produção para o norte do país, distanciando-se dos pampas.
Perderam-se 13 milhões de hectares para a agricultura. A produção não caiu, mas ficou mais cara. "O que ocorreu nesse período foi um processo gradual e lógico", diz o consultor Victor Tonelli. "O problema veio depois, com uma brutal intervenção do governo, que terminou por destruir o sistema produtivo e a possibilidade de exportação dos frigoríficos."
A partir de 2006, começou a cobrança de impostos sobre as exportações e os embarques chegaram até a ser proibidas, em uma tentativa desesperada do governo de aumentar a oferta no mercado interno. Houve acordos "informais" de preços e o governo ameaçou fechar os frigoríficos que pagassem um valor acima do teto definido para o gado vivo. A seca iniciada em 2008, a pior em 70 anos, completou o estrago.
Em um recente boletim de conjuntura, a Câmara da Indústria e Comércio de Carnes e Derivados da Argentina (Ciccra) avalia que "a política setorial pareceu ser efetiva inicialmente, porque a febre do paciente baixou e chegou inclusive a desaparecer por algum período, mas nunca se fez nada nada para tratar a doença que a causava".
Enquanto os pecuaristas abatiam seu gado, no processo de desinvestimento mais intenso das últimas décadas, os argentinos se fartavam de carne barata e as exportações não davam sinal de queda. Em 2009, foram produzidos 3,5 milhões de toneladas de carne com osso e as exportações chegaram a US$ 1,6 bilhão. O consumo doméstico atingiu seu recorde histórico.
Mas era uma questão de tempo até a febre voltar. Do total de abates, nada menos que 49,7% eram de fêmeas. Quando esse índice é superior a 40%, o estoque não se recompõe, em um processo conhecido no setor como "liquidação de ventres". De 2008 a 2010, a população bovina caiu de 57,5 milhões para 48,9 milhões de cabeças, segundo números oficiais estimados com base na quantidade de vacinas aplicadas contra a febre aftosa.
Os preços, que conseguiram ser controlados pelo governo e não haviam acompanhado a alta mundial da carne, finalmente subiram e se alinharam aos internacionais. Por isso, garantem os especialistas, é improvável que a Argentina passe a importar carne, como se especula, e o ajuste se dá com a queda de exportações e do consumo doméstico. Mas é certo que a crise, antes concentrada no campo, chegou aos frigoríficos, que andam sem bois para abater. Nos cinco primeiros meses do ano, a produção caiu 23% em volume.
A boa notícia é que há sinais de que uma recuperação - ainda lenta - está em curso, graças aos melhores preços obtidos pelos pecuaristas. As evidências já foram constatadas na proporção de fêmeas abatidas, que caiu para 43% do total em maio, e existem perspectivas de um maior índice de nascimentos. Para um rebanho de 20 milhões de vacas, houve 11,7 milhões de novos bezerros no ano passado. Em 2010, a tendência é que esse número possa atingir 12 milhões.
No próximo ciclo reprodutivo, espera-se aumentar mais. "O processo de desinvestimento ainda não terminou. É preciso alcançar uma taxa de nascimento de 80% do estoque de vacas", afirma Miguel Jairala, analista econômico do IPCVA. Para o consultor Tonelli, a produção voltará a cair em 2011, antes de recuperar-se a partir de 2012.
Tonelli também fala que a recuperação do estoque perdido virá apenas no fim da década. E insiste: "Se não houver problemas climáticos nem políticas que continuem prejudicando os negócios".
FONTE: Valor Econômico
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Carne bovina: Produzir e exportar, mas com eficiência
País tem potencial para mudar o cenário da pecuária; melhoramento genético, sanidade, alimentação e manejo dos animais precisam ser aperfeiçoados.
Não há como negar que o Brasil ocupa lugar de referência quando o assunto é a produção e exportação de carne bovina. Segundo dados do Ministério da Agricultura e do Abastecimento (Mapa), o País é responsável por 20% da produção mundial e é líder em exportações, abastecendo 28% do mercado internacional. Porém, tais números estão distantes de refletir a realidade da pecuária brasileira: a produtividade está longe do ideal, com o País enfrentando imensas dificuldades de ingressar com seus produtos nos melhores mercados internacionais.
Segundo Inácio Afonso Kroetz, ex-secretário nacional de defesa agropecuária do Mapa, o Brasil tem que se aperfeiçoar em alguns pontos, como o melhoramento genético, a sanidade animal e uma melhor alimentação e manejo dos animais. Características que auxiliam no aumento da produtividade por alqueire. ""Temos 200 milhões de cabeças de gado, mas somos ineficentes na produção, ainda mais se considerarmos a imensa área que utilizamos. Para se produzir mais carne do que atualmente, temos que começar a investir na capacidade que nosso solo tem"", comenta Kroetz, que participou do 1º Show Tecnológico Rural, na 13 Exposição Agropecuária, Industrial e Comercial da Região de Cornélio Procópio, a Expocop.
O especialista ressalta ainda que os produtores devem ficar atentos ao aumento da produção de grãos, que de certa forma pode acabar ""marginalizando"" a pecuária no futuro. ""O custo da terra obriga os produtores a se tornarem mais eficientes. Hoje, está muito difícil ganhar dinheiro na pecuária, o capital investido deve obrigatoriamente retornar em forma de produção. Quem não se adequar a isso vai ter que abandonar o sistema"", avalia o ex-secretário.
Para agregar maior valor à produção nacional, Kroetz diz que é fundamental o País exportar. Atualmente, a carne brasileira chega a 153 países, mas 80% da produção brasileira é voltada para o mercado doméstico. ""O maior comprador de carne bovina do Brasil é o Irã. Exportamos para países que não exigem muito do nosso produto. Em maio último, deixamos de ganhar US$ 350 milhões dos Estados Unidos porque utilizamos um antiparasitário fora dos padrões exigidos"", ressalta Inácio, que cita - além dos norte americanos - Canadá, Japão, Coreia, México e Turquia como bons mercados para se explorar. ""Há também a China. Se cada chinês consumir um quilo a mais de carne bovina por ano, vai faltar carne no mundo. Por isso temos que otimizar nossa produtividade"".
Pensando nesses países, o Brasil tem que se preparar para cumprir diversas exigências de importação, que variam de acordo com cada nação. No geral, elas envolvem a sanidade e bem estar do animal, qualidade e segurança alimentar, restreabilidade (origem do animal) e procupações com o meio ambiente. ""Os requisitos sanitários impostos por esses países ainda são pouco cumpridos pelo Brasil. Se conseguirmos ingressar nesses mercados, certamente nosso produto vai ser bem mais valorizado. Não podemos esquecer também que há muitos componentes comerciais envolvidos nesse tipo de negócio"", completa Kroetz.
Paraná
Na contramão da maior parte do Brasil, o Paraná, segundo Inácio Kroetz, é um extremamente eficiente na produção pecuária. ""O Paraná tem um pouco mais de 2% da terra agrícola do País e possui 25% da sua produção agropecuária. É realmente diferenciado"", avalia.
Fonte: Folha de Londrina
Não há como negar que o Brasil ocupa lugar de referência quando o assunto é a produção e exportação de carne bovina. Segundo dados do Ministério da Agricultura e do Abastecimento (Mapa), o País é responsável por 20% da produção mundial e é líder em exportações, abastecendo 28% do mercado internacional. Porém, tais números estão distantes de refletir a realidade da pecuária brasileira: a produtividade está longe do ideal, com o País enfrentando imensas dificuldades de ingressar com seus produtos nos melhores mercados internacionais.
Segundo Inácio Afonso Kroetz, ex-secretário nacional de defesa agropecuária do Mapa, o Brasil tem que se aperfeiçoar em alguns pontos, como o melhoramento genético, a sanidade animal e uma melhor alimentação e manejo dos animais. Características que auxiliam no aumento da produtividade por alqueire. ""Temos 200 milhões de cabeças de gado, mas somos ineficentes na produção, ainda mais se considerarmos a imensa área que utilizamos. Para se produzir mais carne do que atualmente, temos que começar a investir na capacidade que nosso solo tem"", comenta Kroetz, que participou do 1º Show Tecnológico Rural, na 13 Exposição Agropecuária, Industrial e Comercial da Região de Cornélio Procópio, a Expocop.
O especialista ressalta ainda que os produtores devem ficar atentos ao aumento da produção de grãos, que de certa forma pode acabar ""marginalizando"" a pecuária no futuro. ""O custo da terra obriga os produtores a se tornarem mais eficientes. Hoje, está muito difícil ganhar dinheiro na pecuária, o capital investido deve obrigatoriamente retornar em forma de produção. Quem não se adequar a isso vai ter que abandonar o sistema"", avalia o ex-secretário.
Para agregar maior valor à produção nacional, Kroetz diz que é fundamental o País exportar. Atualmente, a carne brasileira chega a 153 países, mas 80% da produção brasileira é voltada para o mercado doméstico. ""O maior comprador de carne bovina do Brasil é o Irã. Exportamos para países que não exigem muito do nosso produto. Em maio último, deixamos de ganhar US$ 350 milhões dos Estados Unidos porque utilizamos um antiparasitário fora dos padrões exigidos"", ressalta Inácio, que cita - além dos norte americanos - Canadá, Japão, Coreia, México e Turquia como bons mercados para se explorar. ""Há também a China. Se cada chinês consumir um quilo a mais de carne bovina por ano, vai faltar carne no mundo. Por isso temos que otimizar nossa produtividade"".
Pensando nesses países, o Brasil tem que se preparar para cumprir diversas exigências de importação, que variam de acordo com cada nação. No geral, elas envolvem a sanidade e bem estar do animal, qualidade e segurança alimentar, restreabilidade (origem do animal) e procupações com o meio ambiente. ""Os requisitos sanitários impostos por esses países ainda são pouco cumpridos pelo Brasil. Se conseguirmos ingressar nesses mercados, certamente nosso produto vai ser bem mais valorizado. Não podemos esquecer também que há muitos componentes comerciais envolvidos nesse tipo de negócio"", completa Kroetz.
Paraná
Na contramão da maior parte do Brasil, o Paraná, segundo Inácio Kroetz, é um extremamente eficiente na produção pecuária. ""O Paraná tem um pouco mais de 2% da terra agrícola do País e possui 25% da sua produção agropecuária. É realmente diferenciado"", avalia.
Fonte: Folha de Londrina
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Boi gordo segue em alta, cotado a R$ 93,99
Na última segunda-feira (06/09), o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 92,71/@, com valorização de R$ 0,13. O indicador a prazo registrou alta de R$ 0,32, sendo cotado a R$ 93,99/@.
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio

A BM&FBovespa fechou em alta, com variação positiva em todos os vencimentos. Setembro/10 fechou a R$ 92,61/@, com valorização de R$ 0,23. Os contratos que vencem em outubro/10 apresentaram alta R$ 0,24, fechando a R$ 92,69/@.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 06/09/10

Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para setembro/10

Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.
No atacado, o traseiro foi cotado a R$ 7,10, o dianteiro a R$ 5,00 e a ponta de agulha a R$ 4,80. O equivalente físico foi calculado em R$ 89,73/@. O spread (diferença) entre indicador e equivalente foi calculado em R$ 2,98/@.
Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico

Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 698,38/cabeça, com leve alta de R$ 0,04. A relação de troca está em 1:2,19.
André Camargo, Equipe BeefPoint
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio
A BM&FBovespa fechou em alta, com variação positiva em todos os vencimentos. Setembro/10 fechou a R$ 92,61/@, com valorização de R$ 0,23. Os contratos que vencem em outubro/10 apresentaram alta R$ 0,24, fechando a R$ 92,69/@.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 06/09/10
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para setembro/10
Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.
No atacado, o traseiro foi cotado a R$ 7,10, o dianteiro a R$ 5,00 e a ponta de agulha a R$ 4,80. O equivalente físico foi calculado em R$ 89,73/@. O spread (diferença) entre indicador e equivalente foi calculado em R$ 2,98/@.
Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 698,38/cabeça, com leve alta de R$ 0,04. A relação de troca está em 1:2,19.
André Camargo, Equipe BeefPoint
FONTE : BEEFPOINT
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Exportações de bovinos vivos representam a quarta maior exportação do Pará
Nos primeiros sete meses de 2010 a exportação de boi vivo do Brasil cresceu 25,5% em relação ao mesmo período de 2009, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Tanto em 2009 quanto em 2010 o Pará foi o responsável pelo embarque de mais de 95% do gado e, cada vez mais, esta atividade tem sido importante para a economia do estado.
Em faturamento, as exportações de bovinos vivos do Pará, que representavam 4,68% de toda a exportação do estado nos primeiros sete meses de 2009, passaram a representar 6,18% nos primeiros sete meses de 2010.
Em 2010 o faturamento com as exportações de bovinos vivos só ficou atrás das exportações de minério de ferro, alumina calcinada e alumínio em forma bruta, totalizando quase US$340 milhões, considerando o estado do Pará.ONTE
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Tanto em 2009 quanto em 2010 o Pará foi o responsável pelo embarque de mais de 95% do gado e, cada vez mais, esta atividade tem sido importante para a economia do estado.
Em faturamento, as exportações de bovinos vivos do Pará, que representavam 4,68% de toda a exportação do estado nos primeiros sete meses de 2009, passaram a representar 6,18% nos primeiros sete meses de 2010.
Em 2010 o faturamento com as exportações de bovinos vivos só ficou atrás das exportações de minério de ferro, alumina calcinada e alumínio em forma bruta, totalizando quase US$340 milhões, considerando o estado do Pará.ONTE
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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Alto preço da carne é consequência da escassez de gado
O alto preço praticado pelos estabelecimentos em relação ao custo da carne deve-se a escassez do produto para abate, conseqüência sentida atualmente em resposta ao abate excessivo de fêmeas ocorrido há três anos.Enquanto o valor da arroba do boi pago ao produtor aumentou em 5,95% no Estado, a carne que chega ao consumidor encareceu cerca de 20%. E isso não deve mudar tão cedo, conforme explica Antenor Nogueria, presidente do Fórum Nacional Permanente da Pecuária de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária no Brasil (CNA). "Mesmo que a variação na oferta de gado seja cíclica, serão necessários outros quatro ou cinco anos para recuperar patamares já atingidos na reserva de gado. O rebanho nacional, que chegou a cerca de 206 milhões de cabeças há cinco anos, fica hoje em torno de 180 milhões de cabeças. O percentual de abate de fêmeas chegou a 47% há cinco anos, sendo que atualmente fica em torno de 27%", calcula.
O que chega ao consumidor é que o produtor está segurando o gado no pasto, mas o médico veterinário de Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MS), Horácio Tinoco, mostra que não é bem assim, pois fica difícil manter o gado com pasto seco. “O produtor rural faz a conta sobre a viabilidade de deixar o gado confinado durante a estiagem, que normalmente dura de três a quatro meses. Se ele entende que não compensa, não confina", assegura.
Um estudo feito pela Associação Nacional dos Confinadores (Assocon) em julho desse ano, revelou que a retração no rebanho confinado em 2010 deverá ficar em 8,8% se comparado a 2009. A queda é mais acentuada do que os 5,8% levantados pela entidade em pesquisa anterior.
Adriana Mascarenhas, assessora técnica da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), aponta que existem outros fatores que contribuem para a defasagem da oferta, como o aumento no consumo de carne devido à recuperação da economia e o aumento nas exportações. Para ela, o quadro pode piorar se confirmadas as previsões de estiagem prolongada no segundo semestre, conseqüência do fenômeno La Ninã. "Por aí se percebe que o argumento de segurar boi no pasto não procede. Simplesmente porque não há pasto", enfatizou.(Com informações da Famasul)
FONTE: Capital News.
Autor: Ângelo Smaniotto
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Rússia proíbe importação de carne de unidades da JBS no Brasil
Normalmente, os bloqueios são retirados depois que os produtores resolvem os problemasA Rússia proibiu importação de carne bovina e de frango de várias unidades processadoras do Brasil, incluindo da JBS, maior produtora de carne do mundo. As informações estão publicadas no site da agência sanitária russa, Rosselkhoznadzor.
O site, www.fsvps.ru, informou que a proibição vale a partir desta quarta-feira para três fábricas brasileiras da JBS, depois que carnes bovinas e de frango dessas unidades apresentaram registros do antibiótico oxitetraciclina, E-coli e listeria. Uma fábrica da JBS na Argentina também apresentou carne com o mesmo antibiótico, segundo o site.
A agência também afirma que outra fábrica da JBS será proibida de vender carne bovina e suína ao país a partir de 14 de setembro por causa da presença das bactérias listeria e salmonella em seus produtos.
A proibição também vai se aplicar a uma fábrica da Alibem Comercial de Alimentos.
A Rússia concedeu permissão para 126 fábricas brasileiras fornecerem carne bovina ao país, além de 104 fornecedores de carne de frango e 62 de suínos, segundo a agência.
Há outras fábricas da JBS nessas três listas, que ainda mantêm permissão para enviar carne à Rússia, mas algumas delas estão passando por controles mais rigorosos, informa o site.
Grande importadora de carne, a Rússia regularmente impõe bloqueios sobre produtos de países atingidos por doenças e de fábricas específicas se encontra em seus produtos substâncias perigosas.
Normalmente, os bloqueios são retirados depois que os produtores resolvem os problemas.
FONTE: REUTERS
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Pecuária de Corte: Valorização da vaca gorda sustenta preços firmes na pecuária de corte.
Preço do animal registrou a maior média mensal da série histórica do Imea
Levantamento semanal realizado pelo Imea, Instituto Mato-grossense de Economia Aplicada, aponta a valorização no preço da arroba da vaca gorda como uma das variáveis importantes pela recuperação dos preços no mercado da bovinocultura de corte.
Segundo pesquisadores do Imea, o preço da vaca gorda apresentou a maior média mensal na série histórica do Instituto, que teve início em 2008. Nos primeiros dias de setembro a média ficou em R$ 74,73/@ obtendo uma alta de 20% em relação à média à vista em janeiro deste ano e de 21% na comparação com o mesmo mês de 2009. A valorização no preço da vaca gorda é ,segundo o levantamento, reflexo direto da redução do abate e do bom momento do preço do bezerro.
O nível de preço da vaca gorda aponta para a manutenção do cenário atual ou até a sua intensificação por conta da forte estiagem. A diferença entre a arroba da vaca e a arroba do boi está em 8%, alta de 2 p.p em relação ao início do ano.
Com a melhora no preço da arroba da vaca gorda, o preço da vaca solteira (10,5@) iniciou o mês com alta de 2% em relação à média do mês passado, sendo cotada a R$ 743,57/ cabeça. Com a recuperação observada no acumulado de 2010, o preço deste animal chegou a casa dos R$ 740,00/ cabeça novamente, nível de preço que não era alcançado desde outubro de 2008. Para se comprar uma vaca magra em Mato Grosso, hoje é necessário fazer a venda de 9,95@ de vaca gorda.
No ano a valorização já chegou aos 14% ou seja, R$ 89,80/ cabeça. Em algumas regiões do Estado esta situação pode ser melhor, como por exemplo na região Médio-Norte, onde se viu negócios de até R$ 780,00/cabeça na semana passada.
Fonte: Imea
Levantamento semanal realizado pelo Imea, Instituto Mato-grossense de Economia Aplicada, aponta a valorização no preço da arroba da vaca gorda como uma das variáveis importantes pela recuperação dos preços no mercado da bovinocultura de corte.
Segundo pesquisadores do Imea, o preço da vaca gorda apresentou a maior média mensal na série histórica do Instituto, que teve início em 2008. Nos primeiros dias de setembro a média ficou em R$ 74,73/@ obtendo uma alta de 20% em relação à média à vista em janeiro deste ano e de 21% na comparação com o mesmo mês de 2009. A valorização no preço da vaca gorda é ,segundo o levantamento, reflexo direto da redução do abate e do bom momento do preço do bezerro.
O nível de preço da vaca gorda aponta para a manutenção do cenário atual ou até a sua intensificação por conta da forte estiagem. A diferença entre a arroba da vaca e a arroba do boi está em 8%, alta de 2 p.p em relação ao início do ano.
Com a melhora no preço da arroba da vaca gorda, o preço da vaca solteira (10,5@) iniciou o mês com alta de 2% em relação à média do mês passado, sendo cotada a R$ 743,57/ cabeça. Com a recuperação observada no acumulado de 2010, o preço deste animal chegou a casa dos R$ 740,00/ cabeça novamente, nível de preço que não era alcançado desde outubro de 2008. Para se comprar uma vaca magra em Mato Grosso, hoje é necessário fazer a venda de 9,95@ de vaca gorda.
No ano a valorização já chegou aos 14% ou seja, R$ 89,80/ cabeça. Em algumas regiões do Estado esta situação pode ser melhor, como por exemplo na região Médio-Norte, onde se viu negócios de até R$ 780,00/cabeça na semana passada.
Fonte: Imea
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Expointer 2010 bate novos recordes, com R$ 1,1 bilhão em negócios
A governadora do Estado, Yeda Crusius, e o secretário da Agricultura, Pecuária, Pesca e Agronegócio, Gilmar Tietböhl, apresentaram, ontem, 5, o balanço final da Expointer 2010. A avaliação da maior feira do agronegócio da América Latina ocorreu durante a tradicional entrevista coletiva, no auditório da Central de Imprensa do parque Assis Brasil, em Esteio. No encontro com os jornalistas, a governadora apresentou os números de comercialização e negócios, que alcançaram um total R$ 1 bilhão, 144 milhões e 280 mil, um recorde em relação a todas as edições anteriores."Estamos felizes por apresentar o fruto desse trabalho que foi a 33ª Expointer. Os números agregados ultrapassam de maneira extraordinária os dos anos anteriores, batendo recordes e indicando um futuro brilhante para o Rio Grande do Sul" disse a chefe do Executivo.
Acompanhada dos parceiros da feira - a presidente da Febrac, Elizabeth Cirne Lima, os presidentes da Fetag, Elton Weber, do Simers, Cláudio Bier, da Ocergs, Vergílio Frederico Périus, da Farsul, Carlos Sperotto, e do prefeito de Esteio, Gilmar Rinaldi -, a governadora avaliou os itens que fizeram, em números expressivos, o sucesso da 33ª Expointer. Yeda citou o trabalho para se obter a melhor genética e as novas técnicas no campo, que resultaram no total de R$ 14,8 milhões na venda de animais. "Temos aqui um indicador de futuro, pois os dados comprovam que de 2006 a 2010 os números das transações de animais dobraram sistematicamente. É a melhor carne do mundo a que produzimos no Rio Grande do Sul", afirmou.
Entre os números divulgados, destacam-se os do setor de máquinas, que comercializou R$ 827,5 milhões, além do artesanato, com R$ 1,05 milhão e da agricultura familiar, com R$ 800 mil. A novidade desse ano veio do setor de automóveis, que passou de R$ 39,3 milhões em 2009 para R$ 70, 6 milhões em 2010, expressando uma aposta do setor. O público que visitou a Expointer aumentou de 420 milhões em 2009 para 561 milhões de pessoas circulando pelos espaços do Parque Assis Brasil durante os nove dias de feira.
Ainda na Expointer, na Casa Branca, a governadora Yeda Crusius, juntamente com demais autoridades do governo do Estado, confraternizou com servidores e parceiros que trabalharam no evento. "Agradeço pelo trabalho de todos aqueles que são o coração e a alma dessa Expointer. Fizeram dela a maior da história."
FONTE: JORNAL AGORA
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Garantia de Preço Rural: Produtores têm nova ferramenta para garantir preços
Sistema permite o travamento de preços por meio de contratos futuros em bolsa.
A Garantia de Preço Rural (GP Rural), uma alternativa para assegurar preços, já tem adesão de 29 produtores gaúchos. A nova ferramenta, desenvolvida pelo Sistema Farsul, em parceria com a POA Investimentos, consiste em um travamento de preço para soja, milho e boi, por meio de compra de contrato de opção na BM&F, com vencimento na época da colheita.
A medida foi lançada pela Casa Rural - Centro do Agronegócio, durante a Expointer, e oferece vencimentos para os contratos, que serão definidos pelos produtores de acordo com o período previsto para a sua colheita. Os lotes mínimos são: 22 bois de 450 quilos cada, 450 sacas de soja ou 450 sacas de milho. "Basta o produtor rural definir antecipadamente o valor a ser pago pela sua safra e comprar o contrato de opção. Como não envolve o produto físico, na hora da venda, caso o preço esteja mais baixo do que o fixado, ele receberá a diferença", explicou o gerente executivo da Casa Rural, Lourival Martins.
Segundo o gerente de Agronegócios da POA Investimentos, João Carlos Kopp, é necessário fazer um cadastro para operar no sistema. "Com a garantia de preço rural, toda a diferença negativa na época da colheita, ele receberá pelo mercado financeiro". Kopp disse ainda que a ideia é ampliar o mecanismo para o arroz.
Martins explicou ainda que o funcionamento é semelhante a um seguro, quando é definido antecipadamente o valor da mercadoria, e salientou que os produtores canadenses já trabalham pelo mesmo sistema. "Os grandes produtores trabalham com 100% de garantia de preço, enquanto que o percentual entre os pequenos chega a 95%".
Segundo Kopp, a grande vantagem para o produtor é que ele pode fixar o preço mínimo, mas se o mercado apresentar alta, ele irá ganhar na valorização do seu produto. "Para garantir uma valorização de R$ 3,10 no quilo do boi, em dezembro, o produtor gastaria, hoje, R$ 0,12 por quilo. No caso do milho, com um custo de R$ 0,06 por saca, o agricultor receberia R$ 26,00 por saca, em janeiro de 2011", exemplificou.
Fonte: Correio do Povo
A Garantia de Preço Rural (GP Rural), uma alternativa para assegurar preços, já tem adesão de 29 produtores gaúchos. A nova ferramenta, desenvolvida pelo Sistema Farsul, em parceria com a POA Investimentos, consiste em um travamento de preço para soja, milho e boi, por meio de compra de contrato de opção na BM&F, com vencimento na época da colheita.
A medida foi lançada pela Casa Rural - Centro do Agronegócio, durante a Expointer, e oferece vencimentos para os contratos, que serão definidos pelos produtores de acordo com o período previsto para a sua colheita. Os lotes mínimos são: 22 bois de 450 quilos cada, 450 sacas de soja ou 450 sacas de milho. "Basta o produtor rural definir antecipadamente o valor a ser pago pela sua safra e comprar o contrato de opção. Como não envolve o produto físico, na hora da venda, caso o preço esteja mais baixo do que o fixado, ele receberá a diferença", explicou o gerente executivo da Casa Rural, Lourival Martins.
Segundo o gerente de Agronegócios da POA Investimentos, João Carlos Kopp, é necessário fazer um cadastro para operar no sistema. "Com a garantia de preço rural, toda a diferença negativa na época da colheita, ele receberá pelo mercado financeiro". Kopp disse ainda que a ideia é ampliar o mecanismo para o arroz.
Martins explicou ainda que o funcionamento é semelhante a um seguro, quando é definido antecipadamente o valor da mercadoria, e salientou que os produtores canadenses já trabalham pelo mesmo sistema. "Os grandes produtores trabalham com 100% de garantia de preço, enquanto que o percentual entre os pequenos chega a 95%".
Segundo Kopp, a grande vantagem para o produtor é que ele pode fixar o preço mínimo, mas se o mercado apresentar alta, ele irá ganhar na valorização do seu produto. "Para garantir uma valorização de R$ 3,10 no quilo do boi, em dezembro, o produtor gastaria, hoje, R$ 0,12 por quilo. No caso do milho, com um custo de R$ 0,06 por saca, o agricultor receberia R$ 26,00 por saca, em janeiro de 2011", exemplificou.
Fonte: Correio do Povo
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terça-feira, 7 de setembro de 2010
PROMOÇÕES EXPOINTER 2010 - PREÇOS IMPERDÍVEIS
LINHA MERIAL
FALE COM LUND 8111.3550 OU 9994.1513
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EXPORTAÇÃO
NESTA QUARTA- FEIRA, DIA 08.09.2010 ESTARÃO EMBARCANDO COM DESTINO A TURQUIA APROXIMADAMENTE 10.000 CABEÇAS DE GADO EM PÉ
EXPORTAÇÃO ESTA FEITA PELA EMPRESA ANGUS INTERNATIONAL EXPORTAÇÃO DE ANIMAIS LTDA
TODOS ANIMAIS SÃO DE RAÇAS EUROPÉIAS E TEM NO MAXIMO DOIS ANOS ( 4 DENTES ).
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PREÇOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO / KG VIVO
FRIGORÍFICOS REGIONAIS
EM 07.09.2010
REGIÃO DE PELOTAS
KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 2,70 A R$ 2,80
VACA GORDA: R$ 2,40 A R$ 2,50
A RENDIMENTO:
BOI GORDO R$ 5,60 A 5,70
VACA GORDA R$ 5,30 A 5,40
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR WWW.LUNDNEGOCIOS.BLOGSPOT.COM
EM 07.09.2010
REGIÃO DE PELOTAS
KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 2,70 A R$ 2,80
VACA GORDA: R$ 2,40 A R$ 2,50
A RENDIMENTO:
BOI GORDO R$ 5,60 A 5,70
VACA GORDA R$ 5,30 A 5,40
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR WWW.LUNDNEGOCIOS.BLOGSPOT.
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
16:14
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PREÇOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO*
EM 07.09.2010REGIÃO DE PELOTAS
.
.
TERNEIROS R$ 2,55 A R$ 2,65
TERNEIRAS R$ 2,20 A R$ 2,40
NOVILHOS R$ 2,45 A R$ 2,55
BOI MAGRO R$ 2,40 A R$ 2,50
VACA DE INVERNAR R$ 2,00 A R$ 2,10
.
*GADO PESADO NA FAZENDA
.
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR http://www.lundnegocios.
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
16:13
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