quarta-feira, 23 de maio de 2012

Famasul: participação d emercado das indústrias frigoríficas no MS (slides)


A Federação de Agricultura e Pecuária de MS – FAMASUL, com a preocupação em diagnosticar a realidade desta situação no Estado realizou o levantamento da participação de mercado de cada indústria frigorífica em operação, visando subsidiar os produtores rurais, sindicatos rurais, governo e agentes de interesse, com informações fidedignas para avaliação do cenário observado, de modo a contribuir para tomada de decisões do setor.
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FONTE: BEEFPOINT

Movimento tenta combater monopólio dos frigoríficos


Teve início na semana passada o Movimento Nacional Contra o Monopólio dos Frigoríficos, encabeçado por entidades representativas do setor pecuário, que visa combater a concentração crescente de empresas frigoríficas em grandes grupos de atuação nacional. No último dia 14, as nove entidades participantes do movimento realizaram uma mobilização em Campo Grande (MS). De acordo com a Associação de Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul), oito frigoríficos respondem por 29,4% de todo o abate no País, enquanto que no Mato Grosso do Sul, três frigoríficos respondem dos 70% dos abates.
O movimento alega que a redução do número de frigoríficos deixa os pecuaristas sem opção para a venda de bois, o que favorece a manipulação de preços. Outra crítica das entidades é de que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tem financiado as aquisições e fusões praticadas por grandes grupos, contribuindo para o desequilíbrio do mercado. O BNDES, por meio da assessoria de imprensa, comunicou que não vai comentar o caso.
Os pecuaristas esperam que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) analise os procedimentos de aquisição das indústrias e também criaram um Conselho Nacional de Pecuária de Corte, com o objetivo de encaminhar as questões da cadeia da carne nas instâncias políticas, administrativas e institucionais pertinentes. ''O Movimento atua para evitar o pior, que seria o monopólio. A concentração gera um desequilíbrio na atividade econômica e o setor está caminhando a passos largos nessa direção'', ressalta Francisco Maia, presidente da Acrissul. Maia revela que a produção brasileira de proteína animal está sob o controle de quatro grupos, o que reduz a opção de venda para o produtor.
Após a reunião realizada em Campo Grande (MS), as entidades encaminharam as demandas para a Comissão de Agricultura do Senado e para a Frente Parlamentar da Agropecuária da Câmara, que já convocaram uma audiência pública sobre a questão. Além disso, amanhã será realizada a primeira reunião do Movimento com a Secretaria de Direito Econômico, em Brasília. A partir de então, serão definidas as providências a serem tomadas. A expectativa de Maia é de que a repercussão nacional do assunto faça com que providências sejam tomadas. "É necessário que os pequenos e médios frigoríficos continuem existindo, porque geram emprego e oportunidade aos pecuaristas, estimulando a concorrência e o livre mercado", salienta. Outra demanda apresentada por Maia é a criação de uma agência para regular essa situação de formação de grandes grupos.
Para o presidente da Associação Nacional dos Produtores de Bovinos de Corte (ANPBC), José Antonio Fontes, o Paraná ainda não enfrenta esse problema devido ao próprio modelo de constituição da cadeia produtiva da carne bovina no Estado. Fontes relata que as entidades estão entrando em contato com os políticos de cada estado para ampliar a discussão sobre a criação de uma legislação que proteja o mercado e o produtor. "Estamos desenvolvendo um trabalho em conjunto para criar mecanismos legais para proteger a relação da indústria com o pecuarista", esclarece.
Frigoríficos - O presidente da Associação Brasileira dos Frigoríficos (Abrafrigo), Péricles Salazar, afirma que a entidade acompanha a situação e está preocupada com a concentração dos frigoríficos, principalmente nos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul."Precisamos fortalecer os pequenos e médios frigoríficos que querem expandir e, para isso, eles precisam de crédito. Não somos contra o financiamento dos grandes grupos, mas queremos que o BNDES democratize as linhas de crédito para outros frigoríficos", argumenta. O segundo encontro do Movimento será realizado em Cuiabá (MT), no dia 9 de julho.
Fonte:  Folha Web

OIE: Brasil tem risco insignificante para vaca-louca


Guilherme Marques, Diretor Nacional de Saúde Animal (DSA) escreveu uma carta divulgando que a OIE alterou o status sanitário brasileiro para risco insignificante de vaca-louca nesta terça-feira (22). Leia na íntegra:
“Prezados e prezadas
Venho por meio deste informá-los que, hoje a Assembléia Geral da Organização Mundial de Saúde Animal – OIE aprovou por unanimidade a elevação do Brasil para risco insignificante da BSE, vulgo, vaca louca.
Sei, e como sei, que essa classificação tem sido buscada por todos nós a muitos anos, e gerará benefícios à nossa sociedade.
Não tenho como expressar minha sincera gratidão pelo compromisso de vocês e todos os profissionais envolvidos nessa cruzada para chegarmos até aqui.
Grato ao DIPOA, DFIP, CGAL, e órgãos estaduais de defesa agropecuária, bem como a própria SDA/ MAPA, pois todos são responsáveis pela citada conquista bem como pela sua manutenção.
Ressalto ainda que nosso compromisso passa a ser ainda maior, cabendo a cada um dos setores envolvidos responder pelas informações depositadas na OIE.
Faço um agradecimento especial à CRHE/CGCD que ficou a frente desse tema, como a todos os integrantes do Comitê Científico das EETs pela relevante e essencial colaboração.
Favor fazer chegar essa mensagem aos profissionais citados.

Respeitosamente,
Med. Vet. Guilherme Marques
Diretor Nacional de Saúde Animal
DSA/SDA/MAPA”

RS: Governador forma grupo de trabalho para estudar propostas da indústria da carne


O governador Tarso Genro anunciou, no Palácio Piratini, nesta segunda-feira (21), a criação de um Grupo de Trabalho (GT), para apresentar alternativas às solicitações do Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Rio Grande do Sul (Sicadergs) ao Executivo gaúcho. O objetivo é superar gargalos do setor que reúne 121 estabelecimentos, gera 8 mil empregos e tem um faturamento anual de R$ 2 bilhões e 200 milhões.
O evento contou com a participação dos secretários da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa), Luiz Fernando Mainardi, do Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI), Mauro Knijnik, e do Gabinete dos Prefeitos e Relações Federativas, Afonso Motta, além de diretores das respectivas pastas e do Sicadergs.
O grupo será formado pelos três secretários e, ainda, pelo presidente da Fepam, Carlos Fernando Niedersberg, atuando sob a coordenação de Mainardi. Conforme Tarso, o Governo tem compromisso em apoiar os setores produtivos. “Vamos estudar as propostas, examinar a viabilidade e construir as políticas possíveis para atender os pleitos aqui apresentados”, disse.
Mainardi destacou uma série de ações desenvolvidas pelo Executivo para apoiar o setor da carne, entre os quais a busca para aumentar a produção, por meio do crescimento da produtividade e a qualidade. “Tempos procurado, por intermédio da Câmara Setorial da Carne, promover a discussão, harmonizar as posições legítimas de cada um dos segmentos e, com isso, implementar as ações necessárias para o pleno desenvolvimento deste setor que responde por um percentual importante do nosso PIB”, afirmou. Uma das primeiras ações anunciadas pelo secretário é uma operação de fiscalização para diminuir a informalidade, reduzir os abates clandestinos e combater o abigeato.
SicadergsDe acordo com o presidente do Sicadergs, Ronei Lauxen, a indústria da carne, responsável por R$ 50 milhões anuais da arrecadação do ICMS, vem operando com uma capacidade ociosa média, nos últimos anos, de 40%. Para uma capacidade instalada de 2,7 milhões cabeças de bovinos, bubalinos e ovinos, os estabelecimentos vinculados ao sindicato, que respondem por 80% do abate gaúcho, nos últimos três anos abateram, em média, 1,7 milhão de cabeças.
Uma das reivindicações da indústria da carne é a imposição de barreiras para conter as exportações de gado em pé, movimento que tem aumentado nos últimos anos. “Estamos exportando terneiros e genética para outros Estados, o que não agrega valor à produção gaúcha, contribui para a ociosidade da indústria frigorífica e afeta pelo menos cerca de 50 setores que dependem desta cadeia, como a indústria calçadista, embutidos, embalagens, entre outros”, esclareceu Lauxen. Além disso, referiu ainda que parte dos pecuaristas também sofre prejuízos em função das dificuldades que se criam para a reposição dos rebanhos e o Estado não obtém retorno para os investimentos feitos em sanidade.
“Estamos exportando empregos, renda e tributos”, destacou o dirigente. Entre outras medidas que busquem contribuir para o aumento de oferta à indústria, o Sindicato propõe tarifação sobre as exportações de bovinos vivos, a criação de um programa similar ao Mais Ovinos no Campo, em que o Estado, por meio do Banrisul, com a coordenação da Secretaria da Agricultura, criou linhas de financiamento para a retenção e aquisição de matrizes e reprodutores, e uma fiscalização mais rigorosa do Estado ao locais em que os animais destinados à exportação ficam concentrados.
Também solicitaram a ampliação dos créditos presumidos concedidos pelo programa Agregar/RS, contemplando também as vendas interestaduais e para o processamento de matéria adquirida em outros Estados  que venha a ser comercializada no Rio Grande do Sul. Ainda sobre este tema, o Sicadergs pediu a intensificação dos trabalhos que busquem incluir mais estabelecimentos neste programa, assim como da fiscalização sobre aqueles estabelecimentos que ainda não aderiram.
Por fim, ocorreu pedido de maior agilidade na liberação de projetos de confinamento, maior atuação do Estado para pressionar o governo da Rússia na liberação dos estabelecimentos gaúchos para a venda de carne in natura para aquele mercado, que já representou 60% das vendas internacionais dos frigoríficos locais, e também uma estrutura maior do Cispoa para fiscalização e aprovação de projetos de adesão das indústrias ao Sisbi.
O Sicaders também destacou o apoio do segmento ao Programa Carne Gaúcha, em fase de montagem pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, por entender que, com a sua implantação, haverá diferenciação do produto gaúcho, permitindo a conquista de novos mercados.
Texto: Marcos Pérez
Foto: Foto: Caroline Bicocchi
Edição: Redação Secom (51) 3210-4305


Balanço do Mercado da Pecuária de Corte: Rússia é o principal destino das exportações



Uma análise completa dos dados das exportações de carne bovina in natura - este é o destaque do Balanço do Mercado de Pecuária de Corte desta segunda-feira.
Veja também o estudo da Fiesp, as informações do IBGE sobre abates bovinos em Minas Gerais, além dos números das exportações/importações nos EUA e os preços do boi gordo ao longo de maio.
Utilize o sumário abaixo e entre especificamente na informação desejada.
Lembrando que o objetivo deste material é levar ao produtor informações para o desenvolvimento do seu negócio e as principais notícias dos últimos dias.
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Exportação de Carne BovinaProjeção 2020IBGEPreço FísicoÚltimas Notícias
EXPORTAÇÃO
Dados apresentados pela Secex (Secretaria de Comércio Exterior) na última quarta-feira (2) mostram que em abril deste ano as exportações de carne bovina in natura caíram 0,7%, saindo de 69,7 para 69,2 mil toneladas.
Para um mês de abril, este é o segundo menor resultado desde 2005, ficando acima apenas das 67 mil toneladas vendidas internacionalmente no mesmo período do ano passado.
A receita atingiu 342 milhões de dólares, o maior montante adquirido em 2012 e também o maior resultado histórico para as negociações praticadas em abril.
O faturamento não foi prejudicado pela queda no volume exportado porque cada tonelada foi vendida a uma média de US$ 4.957/t, maior preço praticado em 2012 e o segundo maior da história, apenas abaixo da média vista em abril de 2011 (US$ 5.076/t).
Entre janeiro e abril deste ano, os embarques internacionais de carne bovina in natura realizados pelos frigoríficos que atuam no Brasil acumularam 256 mil toneladas líquidas, menor volume desde 2004. Já o faturamento atingiu 1,255 bilhão de dólares, o segundo maior da história, abaixo apenas da receita de 2011 (US$ 1,309 bilhão).
A cotação média, também a segunda maior de todos os tempos, atingiu US$ 4.898/t.
Entre os principais destinos da carne bovina brasileira, a Rússia continua liderando, respondendo por quase 34% das vendas totais, acumulando 86,8 mil toneladas líquidas (menor resultado desde 2006).
Destaque para o Egito que entre 2011 e 2012 saltou da 7ª para a 2ª posição, triplicando as negociações, saindo de 9 mil toneladas 29,6 mil toneladas.
Em terceiro lugar, com alta de 42% entre 2011 e 2012, está a China, com as compras feitas através da sua unidade administrativa – Hong Kong, com total de 29 mil toneladas.
Na quarta posição está a Venezuela com 25,2 mil/t e logo abaixo o Chile com 19,5 mil toneladas.
São Paulo continua sendo o principal exportador de carne bovina, com embarques de 74,4 mil toneladas, mesmo liderando, a distribuição dos estados exportadores neste ranking comparativo está se equilibrando. Atualmente a participação paulista é de 29% no resultado total, 9,4 ponto percentual a menos que no ano anterior (38,4%).
O segundo colocado, com 46,7 mil/t, saiu da 3ª posição em 2011, o Estado de Goiás, atualmente com representatividade de 18,2% contra 12,7% vista anteriormente.
Já o Estado de Mato Grosso, agora na terceira posição, conseguiu enviar a outros países 40,9 mil toneladas, participação de 16%. E o MS, com 32,7 mil toneladas, segue abaixo, com participação de 12,8%.
Veja abaixo dois gráficos comparativos com as mudanças na distribuição dos frigoríficos exportadores:
Exportação, Carne Bovina, Secex, EstadosExportação, Carne Bovina 2011, Estados

Estudo Fiesp
Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) fez uma projeção detalhada a longo prazo de como ficará o agronegócio brasileiro até 2020 e os números para a pecuária são animadores.
Segundo a entidade, a produção brasileira de carne bovina deverá alcançar 11,996 milhões de toneladas em 2020, com aumento de 16,5% em relação a 2012, quando a previsão é de que a produção nacional atinja 10,3 milhões de toneladas.
Da produção de 2020, 77% será destinada ao mercado interno, que consumirá 9,281 milhões de toneladas, enquanto que as exportações somarão 2,715 milhões de toneladas.
Falando em exportação, para os próximos 10 anos é esperado um crescimento de 87,3%, saindo de 1,5 milhão em 2011 para os 2,7 milhões esperados em 2020, com isso, a participação brasileira no cenário mundial vai aumentar, de 38,6% para 43,2%.
consumo per capita ainda vai ser mantido nos próximos dez anos entre 43, 44 e 45 quilos por pessoa.
Atenção, proporcionalmente à demanda de carne bovina, os abates não apresentam crescimento satisfatório, mostrando que os próximos anos serão de um desequilíbrio ainda maior entre oferta e demanda do setor, projetando alta de apenas 9,4% entre 2012 e 2020, saindo de 41,5 para 45,4 milhões de cabeças.
rebanho bovino deve somara 227 milhões de cabeças em 2020, 11 mil cabeças a mais da estimativa 2012 (215,5 mil cabeças).

ESTUDO RURAL CENTRO – PREÇO FÍSICO
Maio está sendo marcado por uma montanha russa nos preços do boi gordo, com altas e quedas sequenciais, como mostram as informações do Cepea (Centro de Estudos e Pesquisas em Economia Aplicada).
O mês  começou com a arroba do boi gordo valendo R$ 94,96, nas vendas a prazo, subindo para 95,32 reais a arroba.
Mais dois dias de quedas seguidas e dois dias de altas consecutivas fizeram com que o boi gordo chegasse ao dia 10 de maio na casa dos R$ 94,36/@. Atualmente, o boi gordo está avaliado em R$ 94,24/@, 0,8% a menos que no primeiro dia do mês.

IBGE
O Estado de Minas Gerais ocupou em 2011 a sexta posição como Estado de maior volume deabates bovinos do país, com total de 2,07 milhões de cabeças, sendo este o menor patamar desde 2005.
Do total abatido, 1,09 milhão de unidades foram de bois, menor nível desde 2005.
mercado mineiro anotou abates de  625,9 mil vacas (também menor volume desde 2005). Além disso foram abatidos 229,7 mil novilhos, 114 mil novilhas e 9,4 mil vitelos/as.
Abates, MG
FONTE: RURAL CENTRO

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Estiagem afeta disponibilidade de pasto aos animais no RS


Conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (17-05), a estiagem que continua assolando o Rio Grande do Sul tem impedido o bom desenvolvimento das espécies forrageiras, nativas e cultivadas, reduzindo a disponibilidade de pasto aos animais. Essas condições climáticas limitantes estão deixando preocupados os criadores gaúchos, que se veem obrigados a manter os rebanhos com o uso de alimentos processados.

Apesar do baixo volume de chuvas ocorrido na semana, o desenvolvimento vegetativo das pastagens anuais e perenes de inverno (aveia, azevém e trevo) já implantadas, muitas delas em solo seco, foi favorecido, devendo apresentar uma taxa satisfatória de germinação e estabelecimento das plântulas. As pastagens de verão anuais e perenes, principalmente o tifton, estão em final de ciclo, provocando o aumento da procura por rações para alimentação.

As áreas instaladas com gramíneas perenes como os capins-elefante e cameron, localizadas nas várzeas e lugares mais baixos, foram atingidos por geadas que ocorreram nos últimos dias, reduzindo ainda mais a disponibilidade de forrageiras, especialmente nas pequenas propriedades familiares. Nas regiões de Bagé e Lajeado, alguns criadores ainda estão finalizando a produção de silagem de milho, pois restam ainda algumas áreas cultivadas mais tardiamente com essa cultura.

Em alguns municípios produtores de leite, a falta de chuvas e o período de vazio forrageiro - final do ciclo das pastagens de verão e início de germinação e estabelecimento das pastagens de inverno - têm impossibilitado o pastejo dos animais e, como consequência, reduzido o volume de leite produzido a pasto. A maioria dos produtores de leite está complementando a alimentação dos animais com silagem, grãos, farelos, concentrados proteicos e rações, aumentando assim os custos de produção da atividade.

Na região de Lajeado, o rebrote das forrageiras nativas e cultivadas praticamente não ocorre devido à baixa disponibilidade de umidade no solo. A produção de leite apresenta uma leve baixa, em torno de 5% a 10% da produção esperada. Na região de Santa Rosa, em algumas propriedades onde foi possível fazer os primeiros pastejos, ocorreram distúrbios digestivos nos animais, devido à baixa quantidade de fibras das forragens. Os estoques de silagem estão baixos, devido ao intenso uso no período de estiagem. A situação das águas para dessedentação dos animais continua precária, com agricultores buscando o recurso em outras propriedades ou recebendo de caminhões-pipa das prefeituras. A produção de leite está de 30% a 40% abaixo do normal em alguns municípios da região.


Estudo aponta levantamento de frigoríficos em MS



A Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Famasul) apresentou hoje (21) o mapeamento dos frigoríficos em Mato Grosso do Sul. O estudo aponta que o Estado detém atualmente 35 unidades frigoríficas com SIF (Sistema de Inspeção Federal) para abate de bovinos, sendo que 25 estão em operação, em 19 municípios, com quatro localizados somente na capital, Campo Grande. A apresentação foi feita na sede da Famasul, durante a reunião da Câmara Setorial de Bovino e Bubalinocultura de Corte de MS.

De acordo com a economista e assessora técnica da Famasul, Adriana Mascarenhas, o levantamento foi realizado com base em dados coletados junto a Superintendência Federal de Agricultura (SFA/MS). As unidades frigoríficas com SIF são responsáveis por 95% de todo o abate realizado no Estado. “Essa pesquisa visa dar suporte às discussões em torno da concentração na indústria de frigoríficos e subsidiar os produtores rurais, sindicatos rurais, governo e agentes de interesse, com informações reais para avaliação do cenário observado, de modo a contribuir para tomada de decisões do setor”, diz Adriana.

A capacidade de abate dos frigoríficos em operação é de até 16,4 mil cabeças de bovinos por dia, porém 81% é abatido, com o total de 13,2 mil, o que representa uma ociosidade de 19%. As plantas de maior porte, com abate diário acima de mil cabeças, pertencem ao Grupo JBS, com unidades em Campo Grande, Naviraí, e ao Marfrig de Bataguassú.

O estudo também analisa a participação de mercado do Grupo JBS. Os dados apontam que o grupo detem 37% do mercado, seguido pelo Grupo Marfrig, com 11%, Grupo Navi Carnes com 7% e o Grupo Minerva com 5%. Os demais frigoríficos (15 unidades) respondem junto por 40%. “Com a aquisição das duas plantas do Frigorífico Independência pelo Grupo JBS, sendo uma em Campo Grande com capacidade de abate diário para 1 mil cabeças, e outra em Nova Andradina, com abater 1,1 mil cabeças/dia, o Grupo JBS pode atingir até 46% do mercado no Estado”, explica Adriana.

Agrolink com informações de assessoria

URUGUAY - Buenas señales mantienen el precio de la ternera por encima del novillo gordo


Demanda por terneras confirma interés de los criadorers en producir más terneros


Hugo Ocampo



Un comentario del ministro de Ganadería, Tabaré Aguerre, en el Consejo de Ministros reveló que esa realidad se mantiene durante los últimos seis meses; para el presidente de la ARU, ello obedece a varios factores
El ministro de Ganadería, Agricultura y Pesca (MGAP), Tabaré Aguerre, comentó durante el Consejo de Ministros de la semana pasada que por primera vez durante seis meses consecutivos el precio de la ternera supera al novillo, algo que no es común. Aguerre agregó que esa es una señal muy clara de que el sector criador está apostando al crecimiento ganadero del país.

El presidente de la Asociación Rural del Uruguay (ARU), José Bonica, coincidió con el ministro, al analizar el tema para El Observador Agropecuario.

Además, “al precio de la ternera le falta todavía margen para seguir subiendo, porque los vientres se están necesitando”, agregó a El Observador Agropecuario Carlos de Freitas, integrante de Carlos A. de Freitas e Hijos SRL, al comentar el buen promedio de US$ 2,14 el kilo que obtuvo el jueves 10 esa categoría en el remate de Plazarural. El precio fue superior al del novillo de reposición y al del gordo para faena. Agregó que el país tiene un paquete tecnológico que permite producir más y eso empieza por la mayor demanda de esa categoría.
Hay buenas señales

En opinión de Bonica, el clima y la producción de pasto que inciden a favor no es lo único que está gravitando, sino que también está actuando el anuncio de Aguerre, oportunamente trasmitido a las gremiales el 1° de febrero, sobre que continuaba abierta la exportación de ganado en pie y que en este semestre se deberían liberar varios permisos de exportación, para igualar lo exportado en períodos anteriores.

Según Bonica, solo con ese anuncio “el precio de los terneros subió y hoy entendemos que estamos en la mejor de las situaciones. Porque en función de que hay anuncios de exportación de ganado en pie que son fluidos, se dinamizó el mercado. Pero ocurre que los terneros no son comprados para la exportación, sino  que son adquiridos por otros productores uruguayos”.

En consecuencia está operando un mercado de forma transparente, lejos de la situación de “embudo” que tienen a veces las ventas ganaderas. Hay más de una opción comercial y por lo tanto los terneros van donde haya mayor demanda. Y la demanda por estos ganados viene de los propios productores uruguayos, por lo que esos terneros se están quedando en el país y se le han creado dificultades a los exportadores para concretar los negocios que planificaban realizar, sostuvo el titular de la ARU.

También hay otras facetas que impactan en el mayor dinamismo del mercado ganadero, que está generado por el precio muy interesante de las hembras, que también llama la atención y que “debemos valorarlo de forma significativa”.

Bonica explicó que en otras ganaderías desarrolladas las relaciones de precios de las distintas categorías no son similares a las que tiene Uruguay. El mercado uruguayo tiene la particularidad que la vaca vale bastante más en relación al novillo, sostuvo el presidente de la ARU.

“Para los valores que tenemos hoy, es cierto que las hembras empezaron a subir, pero tendrían que valer mucho más. Todavía no hemos llegado a la meta, pero es bueno destacar los aspectos positivos y es que las hembras de reposición cada vez valen más. Y si las comparamos con el precio del novillo gordo esta relación viene mejorando permanentemente, casi sin alteraciones”, afirmó el dirigente.

Uruguay se encamina a una ganadería desarrollada

José Bonica opinó que Uruguay está transitando el camino de las ganaderías desarrolladas, con relaciones de precios que podrían ser iguales a las de otros países que son referentes.
El dirigente admitió que históricamente el precio del kilo de ternera se había ubicado por debajo del kilo de novillo. Recordó que primero fue el ternero que superó el precio del novillo y que ahora desde hace varios meses es la categoría de terneras la que supera el kilo del novillo.

Teniendo en cuenta que este año los diagnósticos de preñez no serán de los mejores, es posible que se materialice en un mercado muy sostenido para la reposición, porque va a escasear ese ganado.
Bonica explicó que en Uruguay generalmente la venta de terneros no supera el 50% de los ingresos del productor y el resto proviene de las vacas. Esto en otros países no es así. Pero en la medida que se están dinamizando los precios de los terneros, y ahora los valores de las terneras, la cría está teniendo importancia.

A ello se suma que no todas las vacas han quedado preñadas y habrá mejores señales para alentar a que los productores produzcan terneros. Cuando hablamos en general de incorporación de tecnologías y de acceso a nuevos mercados, estas buenas noticias tienen que llegar al criador. De lo contrario, no se logra un desarrollo sostenible y esa es la forma de poder producir más terneros, dijo Bonica. 
Opinó que hay tecnología y sistemas de producción que permiten incrementar los índices de extracción que actualmente tiene la ganadería del país, por ejemplo el Cupo 620 de Europa. Si llega a tener el dinamismo que se espera, va a dinamizar a todo el sector ganadero y la cría en particular.
FONTE: EL OBSERVADOR

Câmara debate legislação e fiscalização do abate


audiência foi solicitada pelos deputados federais Paulo Piau (PMDB-MG) e Alceu Moreira (PMDB-RS)

A Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados promove na próxima terça-feira (22), às 14h30, audiência pública sobre as competências da União, Estados e Municípios para legislar e fiscalizar o abate bovino para consumo humano. A audiência foi solicitada pelos deputados federais Paulo Piau (PMDB-MG) e Alceu Moreira (PMDB-RS).

Na opinião do deputado Paulo Piau, a atual normatização sobre produção, abate, comercialização e transporte de carne bovina "não oferece a menor segurança jurídica para os empresários que trabalham nesse ramo". Segundo ele, a insegurança se estende também ao consumidor final, "pois a falta de regras claras no setor de abate e processamento de carne bovina acaba por criar uma situação sanitária insustentável".

A comissão convidou para participar dos debates o presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto Luiz D'Ávila; o presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária, Benedito Fortes de Arruda; o presidente do Sindicato dos Fiscais Federais Agropecuários, Wilson Roberto de Sá, além de representantes dos ministérios da Saúde, da Agricultura e da Justiça.

FONTE: AGENCIA ESTADO

Produtores do Pronaf aguardam vacinas para imunizar os animais



Produtores do Pronaf aguardam vacinas para imunizar os animais
Estância Campos da Barra vacinou o último lote de animais na manhã de sábado
A primeira etapa da campanha de vacinação de bovinos e bubalinos contra a febre aftosa começou no início do mês, mas até agora apenas 204 criadores do Município cadastrados no Programa Nacional de
Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) conseguiram imunizar seus rebanhos. Outros mil, aproximadamente, ainda não vacinaram seus animais. Os produtores incluídos neste programa e que têm até 100 animais recebem as doses de forma gratuita da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa). E a chegada das doses atrasou. Os que procuraram a Inspetoria Veterinária e Zootécnica (IVZ) na primeira semana da campanha conseguiram vacinar o gado porque foram beneficiados com as 3 mil doses que sobraram do ano passado no Município.
Conforme a chefe da Inspetoria Veterinária, Maria Inês Pereira de Castro, os produtores foram informados, porém sempre tem alguns que não ficam sabendo e vão até a IVZ procurar a vacina. Outros se deslocam até o local para perguntar quando chega o medicamento. A chegada das doses fornecidas pelo Estado deve ocorrer esta semana, e o prazo para imunização termina no dia 31. "Vamos ter muita gente para atender em uma semana", observou Maria Inês. Nesta etapa, a vacina é destinada a bovinos e bubalinos de todas as idades. No Município, ao todo devem ser vacinados 150 mil animais, pertencentes a aproximadamente 1.550 produtores.
Particulares
Dos criadores não incluídos no Pronaf, que adquirem as doses de que necessitam por conta própria nas casas agropecuárias, em torno de 250 já apresentaram as notas de compra da vacina. Ronaldo Zechlinski de Oliveira, da Estância Campos da Barra, por exemplo, na manhã de sábado vacinou o último lote (50 reses) dos seus 1.260 animais da raça Angus. Ele destacou que é importante fazer a imunização dos rebanhos principalmente por causa da exportação. Relatou que o Brasil exporta para 180 países, é o maior exportador do mundo em toneladas de carne e em dólares (dinheiro arrecadado), e precisa manter a condição de livre de febre aftosa com vacina. "Estamos buscando o status de livre de aftosa sem vacina para conquistar mercados que pagam melhor, como o americano e o japonês. Enquanto isso, temos que continuar vacinando", frizou.
Além disso, segundo ele, os portos de Rio Grande e Belém do Pará são os únicos liberados para exportação de gado vivo e para que o porto rio-grandino continue fazendo essa exportação é preciso que o Estado se mantenha na condição de livre da doença. "Este é um mercado muito bom. A venda de gado em pé movimenta toda a economia de Rio Grande. Não é só o pecuarista que ganha, mas também o porto, caminhoneiros, peões, veterinários, fabricantes de rações, portuários, despachantes e escritórios rurais. Todos ganham", salientou.
Por Carmem Ziebell
carmem@jornalagora.com.br

Negociado touro mais caro da raça braford em Itaqui

Cota de 50% do touro Bitrem, de uma tonelada, foi vendida por R$ 108 mil

Negociado touro mais caro da raça braford em Itaqui Miguel Araújo/Divulgação
Em remate realizado pelo Grupo Pitangueira, na noite deste domingo, em Itaqui, um touro da raça braford foi negociado por um preço que projeta o maior valor para um animal da raça no país.

Uma cota de 50% do touro Bitrem foi vendida por R$ 108 mil, o que eleva o preço total do exemplar de 2,5 anos e peso de uma tonelada, para R$ 216 mil. Entre os destaques das características do animal também está o comprimento de carcaça. A compradora foi a Estância Aurora, de Uruguaiana.

— É um animal diferenciado, com características raras de se encontrar — explicou Fernando Fabrício de Faria Correa, proprietário da Aurora e, desde hoje, de metade do touro Bitrem.

O recorde foi confirmado pelo presidente de Associação Brasileira de Hereford e Braford, Fernando Lopa. Bitrem é grande campeão nacional hereford e braford. As vendas da Pitangueira, anunciadas como "liquidação do plantel premiado" foram conduzidas pela Trajano Silva Remates.

A cabanha, uma das mais conhecidas do Estado, está vendendo todo o plantel de animais de galpão (confinado) para se dedicar aos rústicos (criados a campo).
FONTE: ZERO HORA

Uruguaiana e Santa Cruz do Sul vencem na Angus


<br /><b>Crédito: </b> ARTHUR PULLS

Crédito: ARTHUR PULLS
Foi para Uruguaiana o título de Grande Campeão da raça Angus. A festa foi garantida pelo touro Carumbé Red Brigadier 1217 (box 103), três anos, da Cabanha do Posto. A escarapela de Reservado ficou com a Cabanha Maufer, de Cruzeiro do Sul, com TE 014 Kila Zorzal Coronel Maufer (box 401). Nas fêmeas, vitória de Joelma da Fumaça TE642 (box 080), da Estância do Espinilho, de Santa Cruz do Sul. Durante a feira, a raça promoveu o Angus Show, que faturou R$137, 86 mil para 59 fêmeas e 120 doses de sêmen. É a primeira vez que o evento ofereceu somente ventres.

FONTE: CORREIO DO POVO

Venda virtual de 208 bovinos

O 1 Leilão Virtual Federacite, na Fenasul, vendeu 208 animais por R$ 151,63 mil. As médias do quilo vivo foram de R$4,00 para os terneiros, de R$ 3,40 para as terneiras e de R$ 3,40 para as vaquilhonas. Para o vice presidente da Federacite, Pedro Herter, o resultado foi positivo e abre perspectivas de preservação do bem-estar animal. 
FONTE: CORREIO DO POVO

sexta-feira, 18 de maio de 2012

RS - Vacinação pode ser prorrogada


Imunização contra a febre aftosa depende da chegada de doses atrasadas 

O governo estadual voltou atrás e admitiu ontem (17) que poderá prorrogar o prazo da vacinação contra aftosa, que se encerra no dia 31. A previsão é que a totalidade das doses chegue ao Estado até a quarta-feira. O secretário adjunto de Agricultura, Cláudio Fioreze, disse que se o atraso inviabilizar a conclusão da vacinação ao término da campanha, um pedido de prorrogação, de pelo menos 10 dias, será feito ao Ministério da Agricultura.

Das 5,4 milhões de doses necessárias nesta primeira etapa, 2,5 milhões foram distribuídas - 1 milhão de estoque e 1,5 milhão de duas remessas até esta semana, números revisados pela secretaria. Segundo Fioreze, o Estado observou os prazos legais, mas a primeira colocada na licitação não entregou as 7 milhões de doses adquiridas pelo governo para a campanha 2012. O processo de compra foi aberto em 14 de fevereiro, o resultado foi publicado em 4 de abril e a empresa vencedora do certame chamada para assinar o contrato em 17 de abril. As vacinas deveriam ser entregues no dia 25 do mesmo mês. "A empresa queria nos entregar as doses com prazo de validade que vencia antes do período da segunda etapa, em novembro. Não tínhamos como efetivar a compra. Avisaram em cima da hora e, até acionar o segundo colocado, e o mesmo se preparar para entrega, leva tempo", explica Fioreze.

Um processo administrativo foi aberto para apurar as responsabilidades da empresa. A indústria poderá ser penalizada em até 10% do valor licitado - R$ 12,47 milhões - e até ser impedida de negociar com o poder público. A Fetag acompanha o caso. "Se as doses chegarem só semana que vem, vamos pedir prorrogação", avisa o assessor Airton Hochscheid.

INFOGRÁFICO DO USO DA TERRA NO BRASIL


Disputa na Feira dos Terneiros


 Média dos machos foi de R$ 4,16 kg/vv, inferior a 2011<br /><b>Crédito: </b>  tarsila pereira
Média dos machos foi de R$ 4,16 kg/vv, inferior a 2011
Crédito: tarsila pereira

Com oferta 30% inferior à prevista, a 10 Feira de Terneiros, Terneiras, Vaquilhonas negociou 531 dos 563 exemplares por R$ 499,08 mil, numa tarde de lances disputados e pista ágil, na Fenasul. Apesar da queda de receita em relação a 2011, quando 713 animais saíram por R$ 534,49 mil, as médias foram consideradas satisfatórias. Os 214 terneiros registraram R$ 4,16 kg/vv, as 206 vaquilhonas R$ 4,36 kg/vv e as 111 terneiras R$ 3,79, contra R$ 4,18, R$ 3,58 e R$ 3,73, respectivamente, em 2011. Para o presidente da Comissão de Exposições e Feiras da Farsul, Francisco Schardong, a queda da oferta é reflexo do mercado aquecido, com venda direta na propriedade a preço até superior ao pago nas feiras. "Muitos deixaram de vir porque receberam R$ 4,00 em casa." Não foi o caso de Cláudio Caldas, de Santana do Livramento. Ele apostou no remate, ofertou 86 machos e se deu bem. Volta para casa com o maior preço médio de lote: R$ 5,56 o quilo vivo (vv). 
FONTE: CORREIO DO POVO

COTAÇÃO


 Carne Pampa

PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 18/05/2012
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 17/05/2012 - PRAÇA RS


Ver todas cotações    Ver gráfico

MACHOSPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 6,50R$ 6,47
KG VivoR$ 3,25R$ 3,24
FÊMEASPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 6,40R$ 6,25
KG VivoR$ 3,04R$ 2,97
** Programa - Indicador Esalq/Cepea MaxP L(6)
*** H & B - Indicador Esalq/Cepea Prz L(4)
PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA
FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD

Divulgados os resultados da primeira etapa do Circuito de Concurso de Carcaças Carne Pampa®



Gabriel Becco LPR
a primeira etapa do Circuito de Concurso de Carcaças Carne Pampa®, uma parceria do Programa Carne Certificada Pampa, da ABHB, e do Frigorífico Marfrig.

Participaram desta etapa, 13 lotes, de 11 produtores dos municípios de Bagé, Alegrete, Aceguá, Candiota, Santana do Livramento, Itaqui e Uruguaiana, que totalizaram 320 animais.

Os jurados da prova foram o Gerente de Fomento RS do Frigorífico Marfrig, Diego Alagia Brasil, e o Gerente do Programa Carne Certificada Pampa®, Guilherme Dias.


Gabriel Becco LPR
Segundo Diego Brasil, o concurso mostrou o potencial das raças Hereford e Braford para a produção de carne de qualidade, alinhada a demanda do mercado atual.
-“Este concurso foi uma demonstração clara do potencial de produzir carcaças bem acabadas, com acabamento de gordura acima de 6mm, jovens (com até 4 dentes), e peso bem enquadrado ao mercado, expressado pelo peso médio de carcaça, do lote campeão: 289Kg”., explica.

Para Guilherme Dias, o concurso foi muito satisfatório:
-“Participaram um grande número de animais nesta primeira etapa do circuito. Além disso, foi muito importante que os produtores enviaram animais sem um preparo específico para o concurso. A quantidade de animais jovens, bem terminados, também foi um ponto alto desta etapa.

Confira o resultado:
1º lugar - Lote 3: Sérgio Barbieri – Santa Prenda(Bagé) – 2040 pontos
2º lugar - Lote 2: Sérgio Barbieri – Santa Prenda(Bagé) – 2040 pontos
3º lugar - Lote 11: Luiz Felipe Fontoura Becker – Cond. Agro. Santa Adelina (Santana do Livramento) – 2000 pontos
4º lugar - Lote 15: Ricardo Linhares dos Santos – Árvore de Guassu Boi (Alegrete) – 1780 pontos
4º lugar - Lote 4: Agropecuária São Jorge – São Jorge (Aceguá) – 1780 pontos
5º lugar - Lote 9: MFG Agropecuária Ltda. (Bagé) – 1710 pontos


Participaram também desta etapa a Estância Fortaleza do Seival, Santa Luiza, Santa Isabel, São Manoel, Pitangueira, Fazenda do Umbú, Fazenda São João, Estância São Pedro do Itapororó, Fazenda Mimosa, Cerro da Águia e Raízes.

A parceria entre o Programa Carne Certificada Pampa® e o Frigorífico Marfrig teve início no ano de 2010, com o intuito de fomentar e valorizar os animais certificados pela Associação Brasileira de Hereford e Braford, com bom padrão racial, bonificando os produtores com valores que atingem até 10% do preço normal de mercado.
A próxima etapa do circuito, que contará pontos para o ranking anual, acontece no dia 27 de julho, em Bagé, a terceira, dia 19 de setembro (durante a Gira Internacional do Hereford e Braford), em São Gabriel e a quarta etapa, dia 4 de outubro, em Pelotas, durante a Expofeira de Primavera do município.

FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD

Principais indicadores do mercado do boi – 18-05-2012


Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista teve desvalorização de 0,18% nessa quinta-feira (17) sendo cotado a R$ 92,58/@. O indicador a prazo foi cotado em R$ 94,25.
A partir de 2/jan o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa deixou de considerar o Funrural.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta
O indicador Esalq/BM&F Bezerro teve valorização de 0,54% e é cotado a R$ 710,77/cabeça nesta quinta-feira (17). A margem bruta na reposição foi de R$ 816,80 e teve desvalorização de 0,81%.
Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar
Na quarta-feira (17), o dólar foi cotado em R$ 2,00 com desvalorização de 0,01%. O boi gordo em dólares teve desvalorização de 0,18% sendo cotado a US$46,37. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 17/05/12
O contrato futuro do boi gordo para Jun/12 foi negociado a R$ 93,91 com baixa de R$ 0,64.
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para jun/12
Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seção cotações
No atacado da carne bovina, o equivalente físico permaneceu estável e é cotado a R$ 91,25. O spread (diferença) entre o índice do boi gordo e equivalente físico foi de R$ 1,34 com baixa de R$ 0,17 no dia. Confira a tabela abaixo.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
FONTE: BEEFPOINT

Trânsito de animais é restringido em seis estados


O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) restringe a partir desta quinta-feira, 17 de maio, o ingresso de animais vivos susceptíveis à febre aftosa, seus produtos e subprodutos nos seis estados envolvidos no inquérito soroepidemiológico para avaliação de circulação do vírus da doença. Alagoas, Ceará, Maranhão, a parte centro-norte do Pará, Pernambuco e Piauí – classificados como médio risco – não poderão receber bovinos, búfalos e derivados provenientes de outras Unidades ou parte destas, classificadas como médio risco ou de maior risco para febre aftosa.
O objetivo da determinação, publicada por meio da Instrução Normativa nº 11, no Diário Oficial da União (DOU), é reduzir possíveis riscos de introdução do vírus na área em estudo para que o Brasil possa ampliar a zona livre de aftosa com vacinação no final do ano.
Estão excluídos do inquérito soroepidemiológico, no estado do Pará, os municípios de Afuá, Breves, Faro, Gurupá, Melgaço, Terra Santa; as partes do município de Chaves localizadas na região do Rio Croarí e ainda as ilhas deste município; a região localizada à margem esquerda do Paraná do Rio Juriti Velho e toda a região do Rio Mamurú, na divisa com o Amazonas. Os estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Roraima, Amapá e Amazonas (exceto parte dos municípios de Lábrea e de Canutama e as cidades de Boca do Acre e Guajará que já são classificados como livre de aftosa com vacinação) – considerados de alto e de médio risco – também não participam do processo.
Os ingressos nas áreas envolvidas no inquérito soroepidemiológico para avaliação de circulação do vírus da febre aftosa deverão cumprir uma série de requisitos (previstos na Instrução Normativa nº 44, de 2 de outubro de 2007). Segundo o diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA) do Mapa, Guilherme Marques, os bovídeos precisarão ser quarentenados e submetidos a exames sorológicos antes de ingressarem na região sob inquérito. A divisa dos estados também receberá barreiras de fiscalização.
“Os serviços veterinários estaduais correspondentes devem adotar os procedimentos necessários para o devido cumprimento das medidas definidas, considerando que o não atendimento comprometerá o pleito em questão”, alerta Marques.
Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social
(61) 3218-2184/2203
Marcos Giesteira