sábado, 1 de agosto de 2015

Febre aftosa: vacinar ou não?

Ronaldo Zachlisnki de Oliveira*


Por Ronaldo Zachlisnki de Oliveira*
A febre aftosa é uma doença causada por vírus, e altamente contagiosa. Afeta animais de cascos bipartidos, daí sua importância na pecuária moderna, principalmente nos bovinos, ovinos, caprinos e suínos. Trata-se de uma zoonose, sua confirmação em humanos é rara e, quando acontece, seu tratamento é possível, sem causar grandes riscos à saúde do afetado.
A transmissão da doença ocorre através das secreções de um animal infectado, porém o homem e todo o tipo de material podem servir de vetores, em condições apropriadas, o vírus se mantém ativo por algum tempo, o que favorece a disseminação por veículos a longas distâncias.
O Brasil, o maior exportador de carnes do mundo, possui mais de um tipo de status sanitário, junto a OIE (Organização Mundial e Saúde Animal). O estado de Santa Catarina é denominado livre de febre aftosa sem vacinação, e as demais regiões do território brasileiro livres de aftosa com vacinação, com exceção dos estados do Amapá, Amazonas e Roraima, que buscam serem incluídos nesse grupo.
Ocorre que o estado do Paraná, recentemente, pleiteou junto ao MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), sua progressão de categoria, ou seja, deseja tornar-se livre de febre aftosa sem vacinação, sua solicitação está sendo examinada.
Esse fato obteve eco no Rio Grande do Sul, e alguns setores, timidamente, voltaram a falar em um Estado livre de febre aftosa sem vacinação.
No ano de 2001, com a suspensão da vacina, o Município do Rio Grande viveu o flagelo da febre aftosa, com 18 focos registrados e abate de expressivo número de animais, o considerável prejuízo sócio econômico que abalou a comunidade e deixou rastros, tanto assim que, até hoje, temos famílias marcadas pelo desarranjo causado em suas vidas pelas ações necessárias, tomadas pelos órgãos sanitários quer do governo estadual, quer do governo federal para erradição de tal doença, dos nossos campos.
Rio Grande, que possui um Superporto, com expressiva movimentação de cargas e pessoas das mais diversas origens, merece um cuidado todo especial quando se trata de sanidade, tendo em vista que no surto de 2001, o Sindicato Rural do Rio Grande, fez ligação que, dentre os 18 focos registrados, 14 tinham como indicativo o Superporto.
Propriedades que retiravam “varreduras” do interior do Superporto, produtores que executam jornada dupla, trabalhando na orla marítima e, após participarem de tarefas rurais e outras formas de contaminação, como intenso trânsito de veículos e equipamentos, podem ter sido vetores inocentes desta contaminação.
Em entrevista coletiva, nesta semana, a ministra Kátia Abreu declarou que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) têm como objetivo conquistar, para o Brasil, junto a Organização Mundial e Saúde Animal (OIE), o status de zona livre de febre aftosa até maio de 2016.
Entidades ligadas ao setor primário e produtores rurais, demonstraram preocupação com esses “ditos avanços” que seriam a retirada da vacinação, nos estados do sul, sem uma maior avaliação das condições de fiscalização sanitária.
A muito custo chegamos onde estamos, exportamos para mais de 180 países que aceitam nossa carne de zona livre de aftosa com vacinação. A retirada da vacina faria nosso território ficar exposto a surtos vindos de outras regiões do cone sul, que sabidamente investem menos que nós em sanidade animal.
Para nós, rio-grandinos, que passamos pelas agruras de um surto de aftosa, com repercussão negativa em todos os setores da nossa comunidade, acende-se a chama da preocupação com o futuro, sempre que volta à baila o assunto delicado da retirada da vacinação.
O Rio Grande do Sul, na palavra dos seus dirigentes, declara-se de “cofres raspados”, cortando gastos em saúde, educação, segurança e outros, como medida para sanear suas finanças cambaleantes, este mesmo Estado terá condições para investir pesado em fiscalização, como medida mais que necessária para quem quer progredir em termos sanitários com a retirada da vacinação? Penso que não.
Como diz o homem campeiro, no seu saber estradeiro: Quando a tropeada é longa, vamos ao trote no primeiro suor. Ou seja, vamos devagar e, com segurança, não é hora de suspender a vacinação, a hora é de consolidar nossas conquistas, que a muito custo foram alcançadas.

*Graduado em Agronegócio CRA/RS nº 1873;
diretor de Marketing da Associação Brasileira de Angus


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quinta-feira, 30 de julho de 2015

SPEROTTO ENFRENTARÁ JOAO BATISTA NA NOVA DISPUTA PELO COMANDO DA FARSUL

Há 18 anos na presidência da Farsul, Carlos Sperotto ldisputará novo mandato no dia 5 de outubro, desta vez enfrentando o ex-presidente do Sindicato Rural de Passo Fundo, João Batista Fernandes da Silveira.
Sperotto é também presidente do Sebrae do RS.
fonte: Site do Jornalista Polibio Braga


Dólar traz novas perspectivas à indústria cárnea brasileira

A alta do dólar parece ter despertado um alarme geral. Uma visão mais profunda sobre a variação cambial, porém,traz meandros capazes de abafar o som estridente dos gritos de preocupação. O setor cárneo e suas exportações, por exemplo, beneficiam-se dos bons ventos emanados por esse fenômeno. Fenômeno, sim, pois a valorização da moeda norte-americana a R$3,30, alcançada em março, rompeu um regime de dez anos de estabilidade monetária – o dólar não ultrapassava a casa dos R$ 3,00 desde 2004.
Mas, diferentemente do que tem apregoado boa parte do mercado, esse fenômeno não se deve apenas aos desarranjos da economia brasileira. “Fundamentalmente, o dólar está se valorizando no mundo inteiro. Há um ano você precisava de US$1,40 para comprar um €1, mas hoje só precisa de US$1,07″, explica Emilio Garofalo Filho, ex-diretor de área externa do Banco Central e atual diretor do Banco Ouroinvest. Ou seja, a depreciação do real não é uma exceção.
Ainda assim, apesar do movimento ser generalizado, a expectativa é de que a moeda norte-americana volte a subir nos próximos meses. Garofalo aposta que 2015 deve terminar com o dólar a R$3,30, caso não ocorra nenhuma turbulência, enquanto Mariana Orsini, economista da GO Associados, acredita que este será o valor de 2016. Para o ano atual, a economista prevê uma cotação de R$3,15. Já Stefan Mihailov, diretor da Phibro, projeta que a moeda chegue a R$3,25 em dezembro.
Essas diferentes análises, entretanto, partem de um mesmo princípio. Em consenso, economistas apontam os Estados Unidos como o principal estopim da alta. Primeiramente, porque o país tem demonstrado sinais de recuperação financeira. Além disso, o possível aumento dos juros dos títulos norte-americanos abre margem para a especulação. Resultado: os EUA voltaram a atrair investidores e o dólar se fortaleceu.
“A parte positiva é que muitas negociações com o mercado externo são realizadas com contratos previamente firmados em dólar, e nesse caso temos um ganho na conversão para o real”, sintetiza Edemir Trevizoli Junior, gerente de exportações do Grupo GTFoods. Esse impacto, contudo,tem um importante contraponto. “Por outro lado, como grande parte do nosso custo é dolarizado, também sofremos o impacto negativo e temos que arcar com a elevação de custo na produção.”
A fotografia pode revelar bons ângulos, mas os benefícios não devem prevalecer sobre a análise crítica. Além de recomendar o aproveitamento do bom clima para as exportações, as fontes ouvidas pela reportagem sugerem cautela neste ano volátil.
fonte: Revista nacional da carne

quarta-feira, 29 de julho de 2015

El novillo en Uruguay cotiza 43% sobre el brasileño


Novillo Uru-BraMientras el precio del novillo gordo en Uruguay continúa con su escalada de pos zafra, en Brasil se hunde de la mano de la fuerte devaluación del real. Esta semana el sobreprecio del novillo uruguayo respecto al promedio de los estados exportadores brasileños es de US$ 1,12 el kilo carcasa, o 43%.
Desde que el ministro de Economía brasileño, Joaquim Levy, corrigió a la baja las expectativas de superávit fiscal primario la semana pasada (de 1,1% a 0,15%), se oscureció marcadamente la expectativa económica del país, con el corolario —por el momento— de la rebaja de la perspectiva de la nota de la deuda brasileña por parte de Standard & Poor’s, que ayer la redujo de estable a negativa. Para esta empresa calificadora, Brasil todavía mantiene el grado inversor, en su último escalafón (BBB-), pero ahora con perspectivas de perderlo.
La agencia dijo que las investigaciones de corrupción que afectan a “políticos y empresas importantes” como Petrobras han tenido un peso cada vez mayor sobre la perspectiva fiscal y económica de Brasil. S&P prevé que la economía se contraiga 2% este año, no crezca en 2016 y recién tenga una tímida mejora en 2017, informó Folha de Sao Paulo.
A todo este frente interno brasileño se sumó desde fines de la semana pasada el empeoramiento de varios indicadores en China, que promovieron una nueva muy fuerte caída en la Bolsa de Shanghái, impactando sobre los precios de todas las materias primas y las monedas de los países emergentes.
El real brasileño perdió 6,7% en la semana, para cerrar a R$/US$ 3,38, el nivel más bajo en más de una década. A ello se le sumó una nueva caída en el precio del novillo en reales. El valor medio del novillo en los principales estados brasileños se hundió 23 centavos en la semana (-8,3%) a US$ 2,63 el kilo carcasa, el valor más bajo desde febrero de 2010. Mientras, en Uruguay, donde el novillo tiene el precio más alto de toda la región, sigue subiendo. La diferencia entre el promedio brasileño y Uruguay es de US$ 1,12, o 43%.
El impacto sobre el valor medio del novillo en el Mercosur es grande. El Índice Faxcarne del Novillo Mercosur (IFNM), que semanalmente elabora esa publicación especializada, cayó US$ 15 centavos a US$ 2,92 el kilo carcasa, el valor más bajo desde agosto de 2013.
Fonte: Tardaguila Agromercados

URUGUAY - Esperan superar las 200.000 cabezas en pie exportadas en 2015


ExportacionesLa exportación de ganado en pie sigue muy activa en el mercado interno, y sirve para muestra nombrar que en lo que va del mes de julio se exportaron “cerca de 30 mil cabezas”, como comentó a Tardáguila Agromercados Alejandro Dutra, presidente de la Unión de Exportadores de Ganado en pie.
Al respecto, Dutra sostuvo que “en el primer semestre se exportaron 80 mil cabezas, con 4 empresas comprando activamente en el mercado local, y se espera una tónica mayor para los meses que restan para finalizar el 2015”.
Ante esto, es de esperarse “que superemos ampliamente las 200 mil cabezas en este año, con una herramienta más que importante para el productor uruguayo”.
Acerca del precio ofrecido, sostuvo que se está pagando entre US$ 2.05 y US$ 2.10, siendo similares a las manejadas meses atrás.
fonte: Tardaguila Agromercados

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Cooperativas apostam em tecnologia e pesquisa para aumentar produção


Na região de Guarapuava, produtores rurais trabalham e investem na terra, juntos em sistema de cooperativismo desde a década de 1950. Hoje o foco está na pesquisa. Nos laboratórios pesquisadores trabalham o ano todo na seleção e avaliação de novas linhagens de grãos. “Nesse contexto nós temos condição de identificar que tipo de fungo existe na semente, além de quantificar e oferecer um melhor produto”, diz o pesquisador Noemir Antoniazzi.
 
Para os produtores de cevada as exigências são ainda maiores. Isso porque este grão é industrializado dentro da cooperativa, onde se torna malte para as indústrias cervejeiras. Aprovada a semente segue para o campo. E os trabalhos de pesquisa continuam. Os cooperados contam com assessoria de agricultura de precisão. Antes dessa tecnologia, o manejo de fungicidas e adubos no campo era feito pela média dos cálculos. Hoje, um setor da cooperativa está trocando os dados médios por informações precisas. “A variabilidade existe, só que na agricultura tradicional a gente não trata. E com ajuda da máquina corrigimos valores”, explica Étore Francisco Reynaldo, pesquisador.
 
Robert Renhofer é um agricultor cooperado que exibe resultados positivos com uso dessas tecnologias. Aplica adubo e fertilizantes só em áreas que realmente precisam. “Na verdade nos primeiros anos no caso da calagem caiu pela metade a quantidade necessária e a produtividade nos últimos 10 anos teve um incremento na cultura de inverno 3% ao ano”, comenta o produtor.
 
Atualmente são 600 cooperados que apoiados pela pesquisa estão aumentando a produção. No caso da cevada, por exemplo, a produtividade saltou de 1 tonelada por hectares na década de 1970 para 4,5 toneladas nos últimos anos.
 
Tradição de cooperar que também divide espaço com outras atividades. Trinta e cinco criadores de gado se uniram há 7 anos, na região de Guarapuava, para ganhar mercado com um produto diferenciado. Já somam 113 criadores com 80 pontos de venda no estado. Em 2012, a produção de carne bovina simples transformou-se na produção certificada de carne Angus.
 
Esses pecuaristas se uniram, correram atrás de informação e fecharam parcerias. “O Iapar entrou  no início com programa de tipificação de carcaça, a Emater na produção e a organização do PCD – pecuária de curta duração. E assim estamos melhorando, cada vez mais, a produção”, garante Edio Sander, presidente de cooperativa.
 
Para vender com título de ‘carne nobre’, o manejo dos novilhos precoces é especial. E o trabalho conjunto com instituições possibilita o acompanhamento da produção de silagem e de vários outros processos, por pesquisadores. Assim com o uso da ciência à serviço do campo e do produtor a favor da cooperação, agricultores paranaenses abrem caminhos para um futuro ainda mais promissor. “Estou conseguindo tornar a propriedade mais rentável e tenho orgulho próprio de poder dizer que eu ajudei a construir a aliança”, fala o pecuarista, Silvino Caus.
G1 PR

Mapa dá recomendações para o transporte adequado de bovinos


O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio do Manual de Boas Práticas de Manejo – Transporte, disponibilizou recomendações referentes ao transporte de bovinos.
Segundo o documento, durante o transporte, a intensidade de estresse é variável, dependendo da forma com que os animais são manejados, das condições em que são transportados, da duração da viagem, das condições das estradas e do clima, entre outros fatores.
Os principais problemas durante os manejos de embarque e transporte são: agressões diretas, formação de novos grupos, instalações e transporte inadequados. Quando as condições de transporte não são boas, com estradas ruins, viagens longas, caminhões e compartimentos de carga em mau estado de conservação e direção sem cuidado, o estresse é mais intenso e os riscos de ferimentos e de mortes de animais aumentam.
Por isso, todos os envolvidos com o transporte – equipes das fazendas, responsáveis pela compra do gado, transportadoras, motoristas boiadeiros e responsáveis pela recepção dos bovinos nos abatedouros – devem conhecer o comportamento e as necessidades dos bovinos, para que possam realizar as atividades com o cuidado necessário, reduzindo os riscos de estresse, de ferimentos e de morte de animais durante as viagens.
O planejamento e a organização do transporte são responsabilidades das fazendas, transportadoras, motoristas e abatedouros. O manual recomenda que se defina previamente quais animais serão transportados –categorias e números, o tipo de veículo a ser utilizado, o número de veículos necessários, as rotas, datas e horários previstos para o embarque e o desembarque e quem serão os motoristas responsáveis pelo transporte.
As fazendas precisam preparar os lotes de embarque com antecedência e de forma correta, além de providenciar os documentos necessários para a viagem. As transportadoras e os motoristas devem manter os veículos em boas condições e ter conhecimentos sobre a situação das estradas. Os motoristas têm de ser treinados em boas práticas de manejo no transporte e estarem atentos a todas as informações sobre a viagem. Os abatedouros devem estar preparados para realizar o desembarque dos animais com agilidade e eficiência.
Há uma série de documentos que são necessários para o transporte de bovinos. Alguns deles são de responsabilidade da fazenda e devem ser conferidos pelo encarregado do embarque. Outros são de responsabilidade das transportadoras e dos motoristas boiadeiros. É obrigação do motorista boiadeiro verificar se os documentos do veículo e carteira de habilitação estão em ordem e dentro dos prazos de validade.
Além dos documentos básicos, do motorista e do veículo, para o transporte de bovinos são também necessários os documentos dos animais, como as Guias de Trânsito de Animal (GTAs), as notas fiscais do produtor, com informações sobre a origem e o destino dos animais, e, em alguns casos, os documentos de identificação animal.
Segundo o manual, é importante definir pontos estratégicos para paradas de emergência. Por isso, o motorista deve dispor de informações sobre fazendas ou outros locais de parada que ofereçam condições para o desenvolvimento de ações efetivas a fim de solucionar os problemas.
Em caso de acidentes, se todos os cuidados necessários foram tomados adequadamente, a gravidade acabará sendo minimizada. Procedimentos de rotina devem ser tomados, como discar para o 191 ou o número de emergência das rodovias privatizadas e, se necessário, solicitar socorro médico. Caso os animais fiquem soltos na estrada, é preciso providenciar a sinalização para evitar atropelamentos e buscar auxílio para conduzi-los a local seguro.
A adoção das boas práticas de manejo durante o transporte de bovinos visa a proporcionar maior segurança e conforto para os motoristas e reduzir as situações de risco que prejudicam o bem-estar dos animais e causam perdas quantitativas e qualitativas da carne.
Fonte: Mapa, adaptado pela Equipe BeefPoint.

sábado, 25 de julho de 2015

PROGRAMAÇÃO DA 89ª EXPOFEIRA DE PELOTAS / OUTUBRO DE 2015

PROGRAMAÇÃO DA 89ª EXPOFEIRA DE PELOTAS

Segunda-feira (05/10)
8h Início da Semana Acadêmica da Zootecnia – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
8h às 18h Ingresso das aves e pequenos animais – Pavilhão das Aves – SARGS
8h Seminário “Aves Raras” – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
8h30 Início da Semana Acadêmica da Faculdade de Veterinária – Vetesul – Faculdade de Veterinária/Vetesul
8h30 13º Simpósio Ovinocultura Região Sul – Vetesul – Vetesul/Casa da Ovelha
8h30 Palestra “Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais” – Núcleo Sudeste Angus – Faculdade de Veterinária/Vetesul
9h Debate Plano de Bacias Hidrográficas – Salão Nobre – Comitê Regional de Bacias Hidrográficas
9h30 Coffee Break da Semana Acadêmica da Zootecnia – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
10h Seminário “Vitamix – nutrição de aves e suínos” – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
11h15Mesa Redonda Semana Acadêmica da Zootecnia – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
12h Almoço por adesão Casa da Ovelha -
Casa da Ovelha – Casa da Ovelha
13h30 13º Simpósio Ovinocultura Região Sul – Vetesul – Vetesul
13h30 Palestra “Inserção do Zootecnista no Mercado de Trabalho” – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
14h Seminário “Floricultura e Paisagismo” – Aeapel/FAEM/CAvG/ARP
14h Palestra “Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais” – Núcleo Sudeste Angus – Faculdade de Veterninária/ Vetesul
14h30 Seminário “Qualidade de carne ovina” – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
16h Coffee Break da Semana Acadêmica da Zootecnia – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
16h20 Seminário “Ovinos” – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
18h Abertura Oficial da Semana Acadêmica da Zootecnia – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
19h Palestra Magna “Desafios do Rio Grande do Sul para retomar o crescimento” – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
19h Integração Lavoura Pecuária em terras baixas – Aeapel – Embrapa
19h Seminário Vitivinicultura/Enologia/Olivicultura – Salão Nobre – Associação dos Produtores da Serra Sudeste/Programa Juntos para Competir
19h Abertura da Semana Acadêmica das Engenharias – Vetesul – Faculdades Anhanguera
20h Abertura da Semana Acadêmica da Faculdade de Veterinária – Salão Nobre – Faculdade de Veterinária/Vetesul
20h Coquetel da Semana Acadêmica da Zootecnia – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
Terça-feira (06/10)
8h Seminário “Bovinos de Corte” – Casa da Amizade – Vetesul/Faculdade de Veterinária/Curso Zootecnia UFPel/Programa Juntos para Competir
8h Semana Acadêmica da Faculdade de Veterinária – Vetesul – Faculdade de Veterinária/Vetesul
8h30 Palestras Silvestres – Vetesul – Faculdade de Veterinária/Vetesul
8h30 IV Seminário Agaflor – Florestas Plantadas – Aeapel – Agaflor/Aeapel
8h30 Minicurso de Manejo Bovino – Pista de Mangueira – Curso Zootecnia UFPel
9h Julgamento Bovinos Montana e Devon – Pista Rústicos – Núcleos das Raças Montana e Devon
9h às 17h Julgamento Morfológico – Pavilhão das Aves – SARGS
13h30 Seminário “Bovinos de Corte” – Casa da Amizade – Vetesul/Faculdade de Veterinária/Curso Zootecnia UFPel/Programa Juntos para Competir
13h30 IV Seminário Agaflor – Florestas Plantadas – Aeapel – Agaflor/Aeapel
14h Minicurso de Manejo Bovino – Pista de Mangueira – Curso Zootecnia UFPel
14h Palestras Silvestres – Vetesul – Faculdade de Veterinária/Vetesul
14h Fruticultura na Zona Sul – Salão Nobre – Aeapel/FAEM/CAvG
14h Projeto Pé na Escola – Pavilhão Jorge Gertum – Jornal Diário Popular
15h Apresentações de Invernadas Artísticas – Pavilhão Jorge Gertum – X13 Produções
15h30 Julgamento Devon – Pista Rústicos – Núcleo Devon
16h Julgamento Montana – Pista Rústicos – Núcleo Montana
17h Palestra “Raça Canina Ovelheiro Gaúcho” – Vetesul – ACOG/Vetesul
19h Seminário de Arroz Irrigado – Aeapel – IRGA
19h Semana Acadêmica das Faculdades de Engenharia – Casa da Amizade – Faculdades Anhanguera
19h Leilão Montana – Pavilhão Álvaro Azevedo – Knorr Remates
21h Leilão Devon – Pavilhão Álvaro Azevedo – Knorr Remates
Quarta-feira (07/10)
8h Palestra “Pets” – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
8h Semana Acadêmica da Faculdade de Veterinária – Vetesul – Faculdade de Veterinária/Vetesul
8h Política Nacional de Resíduos Sólidos – Vetesul – CEADI/Faculdade de Veterinária/Vetesul
8h Minicurso de Manejo Bovino – Pista de Mangueira – Curso Zootecnia UFPel
8h30 Julgamento e X Ranqueada Nacional da Raça Angus – Pista C – Núcleo Sudeste Angus
9h30 Coffee Break da Semana Acadêmica da Zootecnia – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
11h Divulgação da premiação das aves e pequenos animais – Pavilhão das Aves – SARGS
13h30 Simpósio “Equinos Crioulos” e Minicursos – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel/ABCCC/NSCCC
14h Seminário de Gestão Ambiental – Aeapel – Ceadi
14h Cadastro Ambiental Rural (CAR) – Vetesul – Sindicato Rural de Pelotas/Faculdade de Veterinária
14h Projeto Pé na Escola – Pavilhão Jorge Gertum – Jornal Diário Popular
14h Minicurso “Pets” – Pista de Mangueira – Curso Zootecnia UFPel
15h Apresentações de Invernadas Artísticas – Pavilhão Jorge Gertum – X13 Produções
16h Coffee Break da Semana Acadêmica da Zootecnia – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
18h Leilão Angus Pretas & Coloradas – Pavilhão Álvaro Azevedo – Núcleo Sudeste Angus
19h Coquetel Raça Angus – Sede do Núcleo Sudeste Angus – Núcleo Sudeste Angus
19h Soja na Zona Sul – Casa da Amizade – IRGA/Planfer
19h Semana Acadêmica das Faculdades de Engenharia – Vetesul – Faculdades Anhanguera
19h30 7º Festival Tradição e Coragem – Pavilhão Jorge Gertum – X13 Produções
Quinta-feira (08/10)
8h Palestra “Apis mellifera” – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
9h Palestra “Animais Silvestres” – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
8h Semana Acadêmica da Veterinária – Vetesul – Faculdade de Veterinária/Vetesul
8h Minicurso de Manejo Racional de Bovinos – Pista de Mangueira – Curso Zootecnia UFPel
8h30 Seminário Turismo Rural Regiões Costa Doce/Campanha – Salão Nobre – Associação de Cavaleiros Costa Doce/Campanha/SEBRAE
9h Julgamento Ranqueado Bovinos Hereford/Braford – Pista Rústicos – Núcleo Sudeste de Criadores Hereford e Braford
9h Pós-colheita de Grãos – Aeapel – Aeapel/FAEM
9h30 Coffee Break da Semana Acadêmica da Zootecnia – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
10h Minicurso da Semana Acadêmica da Zootecnia – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
13h30 Palestra da Semana Acadêmica da Zootecnia – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
13h30 Curso de Julgamento de Bovinos de Corte e Leite – Pista de Mangueira – Curso Zootecnia UFPel
13h30 Seminário Turismo Rural Regiões Costa Doce/Campanha – Salão Nobre – Associação de Cavaleiros Costa Doce/Campanha/SEBRAE
14h Palestra “As perspectivas futuras da avicultura de raças puras no Rio Grande do Sul” – Pavilhão das Aves – SARGS
14h Concurso Jurado Jovem – NSCHB
14h Seminário “Cenários da Produção Leiteira” – Vetesul – Faculdade de Veterinária/Vetesul
14h Projeto Pé na Escola – Pavilhão Jorge Gertum – Jornal Diário Popular
14h30 Palestra Marfrig – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
15h Apresentações de Invernadas Artísticas – Pavilhão Jorge Gertum – X13 Produções
15h Painel Político “Desafios da Zona Sul no Cenário Brasileiro” – Aeapel – Câmara de Vereadores de Pelotas/Alianças
16h Coffee Break da Semana Acadêmica da Zootecnia – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
16h Coquetel Raças Hereford e Braford – Núcleo Angus – Núcleo Sudeste de Hereford e Braford
16h20 Palestra “Mercado e carne ovina” – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
17h Abertura do Pavilhão da Agricultura Familiar – Pavilhão da Agricultura Familiar – Emater/Embrapa/SDR/Arranjo Prod. Local Alimentos
17h Leilão Genética em Dose Dupla – Pavilhão Álvaro Azevedo – Núcleo Sudeste de Hereford e Braford
17h20 Mesa Redonda da Semana Acadêmica de Zootecnia – Casa da Amizade – Curso Zootecnia UFPel
19h Semana Acadêmica das Faculdades de Engenharia – Casa da Amizade – Faculdades Anhanguera
19h30 Recepção de Abertura 89ª Expofeira / Homenagem ao Mérito Rural – Salão Nobre – Associação Rural de Pelotas
20h 7º Festival Tradição e Coragem – Pavilhão Jorge Gertum – X13 Produções
21h Leilão Potros do Sul – Pavilhão Álvaro Azevedo – Casarão Remates
Sexta-feira (09/10)
8h às 18h Chegada dos pôneis
8h Palestra “Tirando leite de pedra” – Auditório do Núcleo Holandês – Curso Zootecnia UFPel
8h Semana Acadêmica da Veterinária – Vetesul – Faculdade de Veterinária/Vetesul
8h Minicurso de Julgamento de Bovinos de Leite e de Corte – Pista de Mangueira/Auditório do Núcleo Holandês – Curso Zootecnia UFPel
9h30 Coffee Break da Semana Acadêmica da Zootecnia – Auditório do Núcleo Holandês – Curso Zootecnia UFPel
9h30 VI Encontro Técnico Produtores de Leite -
Casa da Amizade – Cosulati
10h às 17h Orientação aos visitantes sobre manejo e alimentação das aves – Pavilhão das Aves – SARGS
10h Palestra “Morfologia do gado leiteiro” – Auditório do Núcleo Holandês – Curso Zootecnia UFPel
11h15 Mesa Redonda da Semana Acadêmica da Zootecnia – Auditório do Núcleo Holandês -
Curso Zootecnia UFPel
12h Final da entrada de equinos para Morfologia – NSCCC
13h30 Palestra “Ultrassom” – Auditório do Núcleo Holandês – Curso Zootecnia UFPel
14h Industrialização, Qualidade e Mercado de Arroz – Aeapel – Aeapel/FAEM/Sindapel/ABIAP
14h Concentração para confirmação de machos da Raça Crioula – NSCCC
14h Semana Acadêmica da Veterinária – Vetesul – Faculdade de Veterinária/Vetesul
14h Projeto Pé na Escola – Pavilhão Jorge Gertum – Jornal Diário Popular
14h Julgamento Gado Jersey – Pista Central – Associação de Criadores de Gado Jersey de Pelotas
14h VI Encontro Técnico Produtores de Leite – Casa da Amizade – Cosulati
15h Apresentações de Invernadas Artísticas – Pavilhão Jorge Gertum – X13 Produções
15h30 Rodada de Negócios da Agricultura Familiar – Salão Nobre – SEBRAE/Abrasel Costa Doce/ Emater/Embrapa/SDR/APL Alimentos
16h Coffee Break da Semana Acadêmica da Zootecnia – Auditório do Núcleo Holandês – Curso Zootecnia UFPel
16h Julgamento Categoria Incentivo – NSCCC
16h20 Palestra Motivacional da Semana Acadêmica da Zootecnia – Auditório do Núcleo Holandês -
Curso Zootecnia UFPel
18h Leilão Santa Eulália – Pavilhão Álvaro Azevedo – Knorr Remates
18h Ética e Legislação na Atividade Profissional – Aeapel – Aeapel/FAEM/CREA
18h Histórico de Touros Expoentes Utilizados na I.A. Jersey – Núcleo Jersey – Associação de Criadores de Gado Jersey de Pelotas
19h Palestras e Jantar dos Egressos da Semana Acadêmica da Zootecnia – Auditório do Núcleo Holandês – Curso Zootecnia UFPel
19h Semana Acadêmica das Faculdades de Engenharia – Casa da Amizade – Faculdades Anhanguera
21h Show Luan Santana – Pavilhão Jorge Gertum – GDO
Sábado (10/10)
8h Entrada Cães da Raça Ovelheiro Gaúcho
8h Semana Acadêmica da Veterinária – Vetesul – Faculdade de Veterinária/Vetesul
8h Julgamento Morfológico – NSCCC
9h Continuação do Julgamento Gado Jersey – Pista B – Associação de Criadores de Gado Jersey de Pelotas
9h Julgamento de Equinos Quarto de Milha -
Pista Central – Criadores da Raça
9h Julgamentos Raça Pardo Suíço – Pista Central
10h Prática de Julgamento Raça Canina Ovelheiro Gaúcho – Galpão Pôneis/Ovinos – ACOG/Vetesul
10h Julgamento de Admissão dos pôneis
12h Almoço de confraternização entre os associados – Pavilhão das Aves – SARGS
13h30 Grandes Campeonatos – NSCCC
14h Semana Acadêmica da Faculdade de Veterinária – Vetesul – Faculdade de Veterinária/Vetesul
14h Julgamento Gado Holandês Adulto – Pista Central – Núcleo Holandês
14h Bazar da Casa da Amizade – Casa da Amizade – Casa da Amizade
15h Julgameto Morfológico Raça Ovelheiro Gaúcho – Pista B – ACOG
15h Prova de aparte Equinos Quarto de Milha
16h Final da entrada dos animais da Credenciadora Mixta/Copa do Proprietário e Freio Jovem – NSCCC
17h Encerramento da Semana Acadêmica da Veterinária – Vetesul – Faculdade de Veterinária/Vetesul
21h Leilão Cabanha Tamanca – Pavilhão Álvaro Azevedo – Cabanha Tamanca
21h Jantar Mérito Agronômico – Casa da Amizade – Aeapel
23h Fandangaço Universitário – Pavilhão Jorge Gertum – X13 Produções
Domingo (11/10)
9h Julgamento Gado Holandês Jovem – Pista Central – Núcleo Holandês
9h Julgamento Morfológico da Credenciadora Mixta – NSCCC
9h Concurso Jovem Jurado Raça Angus – Associação Brasileira de Angus/Núcleo Sudeste Angus
10h Entrada de cães da 2ª especializada Australian Cattle Dog do PSKC, 1ª Beagle do PSKC e 1ª Bulldog Campeiro do PSKC – Pista C – Kennel Clube
10h Julgamento Morfológico de pôneis
12h30 Entrega de prêmios e Leilão Elite Holandês – Núcleo Holandês – Núcleo Holandês
13h Parque Inflável – Mega Parque
13h30 Julgamentos de cães da 2ª especializada Australian Cattle Dog do PSKC, 1ª Beagle do PSKC e 1ª Bulldog Campeiro do PSKC – Pista C – Kennel Clube
13h30 Julgamento Funcional da Credenciadora Mixta/Copa do Proprietário e Freio Jovem – NSCCC
14h Bazar da Casa da Amizade – Casa da Amizade – Casa da Amizade
14h Prova de Aparte de Quarto de Milha – Mangueiras
14h Leilão da Raça Jersey – Pista Central -
Rédea Remates
18h Leilão Só Angus – Pavilhão Álvaro Azevedo – Casarão Remates
21h Leilão da Fazenda Liscano – Pavilhão Jorge Gertum – Mappe Leilões & Canal Rural
Segunda-feira (12/10)
8h Julgamento – Mostra de Ovinos – Pista Central – Casa da Ovelha
8h Continuação do Julgamento Funcional da Credenciadora Mixta/Copa do Proprietário e Freio Jovem – NSCCC
9h Concurso Puxador Mirim Gado Jersey – Pista B – Associação de Criadores de Gado Jersey de Pelotas
12h Entrega de prêmios do Jersey e homenagens – Núcleo Jersey – Associação de Criadores de Gado Jersey de Pelotas
14h Fase Final da Credenciadora Mixta/ Copa do Proprietário e Freio Jovem – NSCCC
15h Leilão de Pôneis – Pavilhão Álvaro Azevedo
16h30 Desfile dos Campeões – Pista Central
16h45 Espetáculo Infantil Frozen – Pavilhão Jorge Gertum – Duração de 35min. + 20min. para fotos – X13 Produções/ARP
19h30 IV Leilão Hereford da Fronteira – Pavilhão Álvaro Azevedo – Cabanha Tamanca
Terça-feira (13/10)
8h Desmontagem dos estandes
8h Saída dos animais
CALENDÁRIO DE LEILÕES
Montanas – 06/10 – 19h – Knorr Remates
Devon – 06/10 – 21h – Knorr Remates
Angus Pretas & Colaradas – 07/10 – 18h – Núcleo Sudeste Angus
Genética em dose dupla – 08/10 – 17h – Núcleo Sudeste de Hereford e Braford
Potros do Sul – 08/10 – 21h – Casarão Remates
Santa Eulália – 09/10 – 18h – Knorr Remates
Cabanha Tamanca – 10/10 – 21h – Cabanha Tamanca
Jersey – 11/10 – 14h – Rédea Remates
Só Angus – 11/10 – 18h – Casarão Remates
Fazenda Liscano – 11/10 – 21h – Mappe Leilões & Canal Rural
Pôneis – 12/10 – 15h
Hereford da Fronteira – 12/10 – 19h30 – Cabanha Tamanca
Entrada gratuita de segunda (05/10) a sexta (09/10)
Sábado (10/10), domingo (11/10) e segunda (12/10) ingressos nos valores de R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)
*Programação sujeita a alterações sem prévio aviso
FONTE: Associação Rural de Pelotas

sexta-feira, 24 de julho de 2015

QUER VENDER OU ARRENDAR IMÓVEIS RURAIS?

ESTAMOS CADASTRANDO IMÓVEIS RURAIS NA REGIÃO PARA VENDA OU ARRENDAMENTO.
TEMOS INTERESSADOS EM ÁREAS PARA AGRICULTURA, PECUÁRIA OU INTEGRAÇÃO LAVOURA / PECUÁRIA EM NOSSO CADASTRO.
CONTATO COM LUND 053.99941513 PELOTAS/RS

    foto ilustrativa




FRIGOPAMPA fecha e demite 62 funcionários.


    O Frigorífico Frigopampa após 45 dias com os abates paralisados, encerrou oficialmente suas atividades nesta terça-feira, dia 21. Os Funcionários remanescentes foram convocados para comparecerem à empresa, onde foi feito o desligamento do quadro funcional. 
      A redação dos Jornal Folha da Campanha compareceu à empresa e conversou com o proprietário do frigorífico Frigopampa. 
     Segundo o dirigente Armando Nunes, o frigorífico pertencia à empresa Cerro Branco, entrou em situação de insolvência e acabou por decretar falência. O patrimônio da massa falida foi arrematada em leilão pela empresa Fricar, que por sua vez repassou as instalações do frigorífico para nós, que mudamos o nome da empresa para Frigopampa.
    Acontece que, a empresa Cerro Branco tinha um passivo fiscal da ordem de 16 milhões de reais a título de ICMS. De quebra a empresa arrematante da massa falida, a empresa Fricar, não pagou o valor da aquisição, e a cobrança recaiu sobre nós, que fomos enquadrados como devedores solidários e sucessores do passivo fiscal, comentou o dirigente Armando.
     Antes de abrirmos a empresa, visitei a Receita Estadual e me foi informado de que havia apenas uma dívida de aproximadamente 125 mil reais, que uma vez paga poderíamos operar o frigorífico. Assim foi feito, pagamos esta dívida e reabrimos o frigorífico e voltamos aos abates em junho de 2014, com 105 empregados e abatendo em média 150 animais/dia, que é a capacidade instalada do frigorífico. 
   Acontece que fomos autuados e a receita estadual cassou nossa licença de funcionamento e recorremos à justiça para poder continuar operando o empreendimento. Por duas vezes ganhamos o direito de operar em primeira instância e continuamos trabalhando, até que na primeira semana de junho, a licença foi caçada novamente. Ingressamos com medida liminar, mas a justiça no dia 17 de julho de 2015 nos negou em definitivo a inscrição e fomos obrigados a paralisar as atividades, pois a fiscalização vivia rondando a nossa porta.
     No dia de hoje, estamos realizando a dispensa dos últimos 62 funcionários que terão suas carteiras de trabalho liberadas e poderão encaminhar o seguro-desemprego. 
A Frigopampa assumiu o passivo trabalhista e irá realizar a indenização de salários e rescisões mediante parcelamento e com o aval do sindicato da categoria, cuja sede é Cachoeira do Sul.
     A redação do Jornal Folha da Campanha falou ainda com alguns colaboradores da empresa e era nítida a expressão de tristeza estampada no rosto de cada um deles, pelo fato de perderem o emprego. Conversamos com a colaboradora Lidiane Milano, que era a responsável pelo setor de embalagens do frigorífico e trabalhava a seis anos na empresa -  estamos muito triste, pois muitos de nós criaram uma identidade com este frigorífico. Uma vila se formou somente de pessoas que trabalham ou trabalharam aqui. 
     Meu pai se aposentou trabalhando neste frigorífico, tive outros parentes que também trabalharam neste local. Portanto, este frigorífico sustentou gerações de famílias que daqui tiraram o seu sustento e para suas famílias - Sabíamos das dívidas da massa falida, mas tínhamos esperanças que o frigorífico continuasse funcionando e a garantia do nosso trabalho e do nosso sustento. Estamos muito tristes com o encerramento das atividades do Frigopampa, pois ele representa muito para muita gente, onde muitos não sabem fazer outra coisa a não ser trabalhar aqui, lamentou a colaboradora Lidiane Milano.
Fonte: José Deni Rodrigues Silveira / Jornal Folha da Campanha

Nova edição do manual do usuário Promebo já está disponível

manual
Na busca pela atualização e capacitação dos criadores usuários da ferramenta, o Promebo atualizou o seu Manual do Usuário, o qual, nesta edição, se propõe a ser um guia de acompanhamento e orientação diária do produtor de bovinos, além de um material disseminador de conhecimento a respeito da área. A publicação descreve, com uma linguagem de fácil entendimento, as características avaliadas pelo programa e os pontos de controle que devem ser realizados nas propriedades para a implementação de um bom trabalho de seleção genética, como: identificação individual dos animais, controle de nascimento, avaliações a desmama e ao sobreano, avaliação dos escores visuais, etc, culminando com a interpretação dos resultados gerados pelo programa.
O Promebo – Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne é o primeiro programa de melhoramento bovino brasileiro. Criado em 1974, a partir da tese de mestrado do Dr. Luiz Alberto Fries, completou 40 anos de trabalhos ininterruptos no ano de 2014 e se consolidou como o principal programa de seleção para as raças britânicas e sintéticas, tornado oficial pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), desde a década de oitenta.
Detentor de um banco de dados com mais de 900 mil animais inscritos das raças Aberdeen Angus, Brangus, Hereford, Braford, Devon, Shorthorn, Charolês e Simental, além de bubalinos. Utiliza uma metodologia de análise matemática avançada, porém de simples execução a campo, com coletas realizadas em épocas estratégicas (desmama e sobreano) por avaliadores credenciados. Sendo um programa de âmbito nacional, atua como ferramenta decisória na escolha dos reprodutores a serem utilizados em diferentes situações, sempre valorizando e indicando os animais mais produtivos, seja na seleção de animais registrados ou para utilização em rebanhos comerciais.
Para o Presidente da Associação Nacional de Criadores “Herd- Book Collares”, e usuário desta ferramenta, Sr. Mário Ubirajara Rota Anselmi, a iniciativa de editar o Manual foi “muito satisfatória e eficiente, pois cumpriu com o objetivo de facilitar o entendimento dos usuários, sobre o programa. Esta é uma das preocupações da atual diretoria, a qual vem trabalhando para aprimorar o PROMEBO®, e fazer com que seja, cada vez mais, valorizado e utilizado pelos criadores”. 
Fonte: ANC 

Plano Safra: “cadê o dinheiro?”

“O Plano Safra do governo quer fazer crescer os pequenos produtores no Brasil. A intenção é essa, mas pergunto: cadê o dinheiro? No período de janeiro a maio, comparando 2015 com 2014, tivemos 41% a menos de captação de crédito no geral do país, e na soja 79%, ou seja, o dinheiro só está chegando agora nos bancos. Será que vai dar tempo para usar todo esse recurso?” A opinião é de José Luiz Tejon Megido, conselheiro fiscal do CCAS (Conselho Científico para Agricultura Sustentável).

“O Plano Safra traz R$ 190 bilhões para o setor rural como um todo, e adiciona mais R$ 28,9 bilhões para a “batizada agricultura familiar”, como se fosse possível separar uma da outra, e como se todas não precisassem veementemente dos mesmos conceitos do agronegócio. As realidades, entretanto, falam por si. Apenas 11,4% dos produtores brasileiros, dentre os 4,4 milhões de estabelecimentos produtivos, representam 87% de todo o valor da produção brasileira”, explica o especialista.

De acordo com Tejon, “3,9 milhões propriedades rurais significam apenas 13% de tudo o que se produz e dentro disso não esquecer dos mais de 1 milhão de assentados dos projetos de reforma agrária, que deixam de ser sem terra, mas passam a ser “sem renda”. O Plano Safra, podemos dizer, como todo plano é bem intencionado principalmente por objetivar a expansão do cooperativismo, fator vital e fundamental para que os pequenos produtores possam pensar em ser bem sucedidos”.

Ele relembra o fato de que, “na safra passada esse setor utilizou menos do que R$ 20 bilhões dessa linha de crédito. Será que conseguirão, agora, chegar perto dos R$ 28 bilhões? Duvido, mas eu fico com a proposta do deputado federal Alceu Moreira (PMDB-RS), ele pede em seu projeto 2.478/11 que todo planejamento agropecuário no país, necessariamente, seja de médio e longo prazo. Está certíssimo. Nessa o deputado acertou. Plano Safra, só se for a longo prazo”.

Agrolink


Autor: Leonardo Gottems

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Raça não garante qualidade

.Nos últimos anos, tenho trabalhado com muito empenho para desenvolver marcas de carne que proporcionem qualidade com padronização e consistência.
Escrevo esse “post” para deixar clara minha posição de que nenhuma raça bovina pode se declarar “dona da qualidade” (palavras recentes do amigo Miguel Cavalcanti) e dizer que carne certificada por associação de raça não garante qualidade, porque:
Raça não garante qualidade
Raça não garante maciez
Raça não garante sabor
Raça não garante suculência
Tem muita carne no mercado com certificação de raça que não apresenta padronização, pois erradamente fazem parte da mesma certificação: machos inteiros, castrados e fêmeas, animais com 50% até 100% de sangue destas raças, animais de 12 a 36 meses de idade e sem nenhum controle da alimentação, isso tudo tem uma influência na qualidade da carne maior do que a raça isoladamente.
Além da subjetividade da certificação ser realizada pelo fenótipo ( já vi técnico de associação de raça no curral do frigorífico classificando e desclassificado por puro “achismo”, é ridículo).
Por isso consumidor, saiba que as novas marcas de carne, são garantidas através de um rigoroso sistema de produção, elaborados por profissionais extremamente qualificados, que visam padronizar as características como maciez, sabor e suculência.
Peça o vinho por sua qualidade, por seu “terroir” , sua história e por sua marca e não pela variedade da uva. Afinal, existe bons vinhos feitos com diversas variedades de uva.
O consumidor está em fase de aprendizado, mas já consegue identificar marcas de carne que têm certificação de raça que não apresentam qualidade.
Definitivamente, certificação de raça não garante qualidade.
Por Roberto Barcellos, 

Mercado do boi: pressão nos preços no RS

O preço do gado gordo caiu nas últimas duas semanas.
Atualmente as cotações do mercado do boi gordo giram entre R$10,60 e R$10,80/kg de carcaça, a prazo, sem bonificações. Uma queda de 4,4% frente aos preços de até R$11,30, nas mesmas condições há 15 dias.
O aumento da disponibilidade de animais terminados está acontecendo principalmente na metade norte do estado, onde as pastagens de inverno não sofreram tanto com a falta de chuvas na sua fase inicial e animais oriundos de confinamento.
Outro fator que tem sido como causador de baixa é o consumo retraído, este sim, muito preocupante.
Algumas indústrias diminuíram o volume de abates, com isto conseguem diminuir o custo da matéria-prima, que é o boi.
A mudança de preços no gado gordo ainda não refletiu as cotações da reposição.
O terneiro continua no mesmo patamar de R$5,80 a R$6,00/kg vivo, pois as categorias mais leves oscilam menos que animais mais próximos à terminação nesta época, os mais erados têm maior procura no inverno.
A vaca de invernar está R$4,20-4,40/kg vivo. O novilho de 300kg, R$5,30-5,60/kg vivo.
A tendência é que a reposição siga ao mesmo viés do gado gordo, porém, com menos intensidade.

Por Renato Bittencourt

quarta-feira, 22 de julho de 2015

A alta dos preços de reposição chegou ao seu limite?



Gustavo Aguiar em palestra no Encontro de Confinamento da Scot Consultoria (abril/2015)

Gustavo Aguiar, analista e consultor de mercado da Scot Consultoria, crê que o mercado de reposição deve ficar mais "frio" ao longo dos próximos meses. O zootecnista desacredita em grandes valorizações na arroba do boi gordo, uma vez que o atual cenário econômico não é dos melhores.

Gustavo é o responsável pela divisão de mercado de reposição da Scot Consultoria e será palestrante no Encontro de Criadores - no Encontro dos Encontros, que acontecerá em Ribeirão Preto-SP, nos dias 28 e 29 de setembro e 1o. e 2 de outubro.

Em entrevista à organização do evento, Gustavo já adiantou um pouco do tema de sua preleção e falou sobre o limite para as altas do bezerro neste ciclo, da relação de troca ao longo deste ano e o que esperar da retenção de fêmeas para esta estação.

Leia a entrevista:

Scot Consultoria - Qual é o limite para as altas do bezerro neste ciclo?

Gustavo Aguiar - Tudo indica que, em meados de 2015, atingimos um patamar de forte resistência à novas valorizações para o bezerro, pelo menos em curto prazo.

De julho de 2014 até o fim de maio (pico de preços de 2015 até o momento), o bezerro desmamado em São Paulo subiu 32,3%. Desde então, até meados de julho, a queda foi de 3,1%.

As relações de troca atingiram um patamar historicamente bem desfavorável ao recriador, próximo do pior ponto dos últimos vinte anos. Normalmente isso é um grande limitador de mercado.

Neste caso, as altas para o bezerro vêm perdendo força e negócios em valores abaixo da referência estão ocorrendo, o que vem favorecendo as reduções de preço.

Em função do cenário econômico não ser dos melhores para o segundo semestre, não esperamos grande valorização para o boi gordo neste período.

Assim, com a expectativa de recomposição gradativa da oferta de bezerros e da conjuntura citada, não há muitos indícios que apontem para uma continuidade da alta expressiva para o bezerro este ano.

Assim, imaginamos que este mercado deve ficar também mais frio ao longo dos próximos meses, pelo menos considerando a realidade que estamos vivenciando hoje. É esperar para ver.

Scot Consultoria - Fale-nos um pouco mais sobre a relação de troca ao longo deste ano, dentro de uma perspectiva histórica.

Gustavo Aguiar - Segundo levantamento da Scot Consultoria, considerando a praça paulista, na média do primeiro semestre foram necessárias 8,56 arrobas de boi gordo para a aquisição de um bezerro desmamado.

No mesmo período do ano passado, esta relação era de 7,46 arrobas por bezerro. Houve, portanto, um aumento de 14,7% no número de arrobas de boi necessárias para a compra de um bezerro em um ano.

O pior momento para a aquisição ocorreu em maio, com uma relação de 8,78 arrobas por bezerro.

Para situarmos o atual momento, na média dos últimos cinco anos, a relação é de 7,47 arrobas e o pior momento desde 1996 ocorreu em junho /10, quando foram necessárias 8,90 arrobas por bezerro, bem próximo do que vemos agora.

Com o recuo do bezerro nos últimos meses, apesar de em pequena magnitude, esta relação ficou estável e oscilou ao redor de 8,75 entre maio a julho.

Scot Consultoria - Nesse sentido, o que esperar da retenção de fêmeas para esta estação?

Gustavo Aguiar - Ano passado, mesmo com o mercado do bezerro em alta, não houve retenção significativa de fêmeas.

Na média de 2014, as fêmeas representaram 41,8% do abate bovino total, frente a uma participação de 42,0% em 2013.

Os dados do primeiro trimestre de 2015 indicam que as fêmeas representaram 43,9% dos abates totais, em relação a uma importância de 47,0% no mesmo período do ano passado.

Assim, se tudo der certo em termos de clima este ano (um fator prejudicial das estações de monta nos últimos anos), deveremos ter uma recomposição gradativa do rebanho ao longo dos próximos anos, com uma retomada na produção de bezerros.
fonte: Scot Consultoria