Porto Alegre – A terceira maior importadora privada de carne bovina e suína da Rússia visitou fazendas do Rio Grande do Sul, a convite do Projeto Brazilian Hereford & Braford (BHB), parceria da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).
A visita ocorreu de 17 a 22 de janeiro, em nove fazendas gaúchas, duas centrais de inseminação artificial e uma exportadora de produtos agrícolas – todas participantes do projeto BHB – além das sedes da Embrapa Pecuária Sul e ABHB, em Bagé (RS).
O representante da empresa, Vadim Churilov, reconheceu a qualidade da genética da raça desenvolvida no Estado, e ressaltou sua percepção positiva em comparação a outros países vendedores como Austrália e Canadá, o que deve gerar negócios com o Brasil: “A genética das raças Hereford e Braford do Brasil parece mais consistente e oriunda de tecnologia de ponta, orientada para a maximização da produção de carne de qualidade, que é o que buscamos”, afirmou o executivo russo.
Churilov assegurou que existe possibilidade de sua empresa adquirir, ainda neste ano, sêmen e embriões brasileiros. Quanto à compra de gado em pé, reafirmou interesse na aquisição de 48 mil cabeças de gado Hereford da Austrália, Canadá e Brasil, sendo que entre 25 mil e 30 mil cabeças de gado seriam compradas no Brasil.
“Apesar do protocolo sanitário entre o Brasil e a Rússia ainda estar em negociação, estamos investindo no mercado russo porque acreditamos no seu potencial”, afirma o gestor do projeto BHB na Apex-Brasil, Avay Miranda.
“Queremos estar bem posicionados como fornecedores quando o protocolo for assinado, e temos fortes indícios de que estamos sendo bem-sucedidos”, completa, lembrando que o BHB também está abrindo mercado na Bolívia, na Colômbia e na África.
O empresário russo também salientou que a empresa que representa tem intenção de levar tecnologia de transferência de embriões brasileira para a Rússia. A ideia seria montar centros tecnológicos com base na genética brasileira. O gerente executivo do projeto Brazilian Hereford & Braford, Fernando Schwanke, comentou que “após conduzir o grupo russo por cabanhas de Hereford e Braford do Rio Grande do Sul e ouvir as manifestações do grupo, temos a certeza que o Brasil está pronto para brigar no mercado internacional e começar a fazer negócios com a Rússia”.
Uma missão comercial brasileira do projeto Brazilian Hereford & Braford (BHB) deve ir à Rússia ainda neste ano. Em maio do ano passado, uma comitiva do BHB esteve por 14 dias naquele país prospectando negócios.
Veja a lista de empresas parceiras do BHB visitadas pela empresa russa:
1) Fazenda São Jorge – Aceguá (RS)
2) Estância São Francisco – Bagé (RS)
3) Estância Santa Maria – Bagé (RS)
4) Progen Inseminação Artificial Ltda. – Dom Pedrito (RS)
5) Estância Guatambu – Dom Pedrito (RS)
6) Cort Genética do Brasil – Uruguaiana (RS)
7) Agropecuária Santa Ana – Uruguaiana (RS)
8) Fazenda Touro Passo – Uruguaiana (RS)
9) Nova Aurora e Anjo da Guarda – Uruguaiana (RS)
10) Fazenda do Bolso – São Gabriel (RS)
11) Fazendas Irapuá – Cachoeira do Sul (RS)
12) Agroexport – com sede em Uberaba (MG)
FONTE: COMEX DO BRASIL
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Grupo russo conhece tecnologia de ponta do Hereford gaúcho
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Confira a entrevista com Lygia Pimentel - Consultora - XP Investimentos
Confira a entrevista com Lygia Pimentel sobre o mercado do Boi Gordo
FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS
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ENTREVISTA: Confira a entrevista com Maria Gabriela Tonini - Scot Consultoria
Boi Gordo: mercado continua pressionado com o ligeiro aumento da oferta, mas frigoríficos ainda não conseguem derrubar o preço da arroba. Negócios só acontecem acima de R$ 100,00/@ em São Paulo
FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS
FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS
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17:22
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BOI/CEPEA: Negócios ocorrem apenas quando é necessário
Cepea 27 – A incerteza quanto às vendas de carne continua limitando as compras de boi gordo, conforme pesquisas do Cepea. Assim, os fechamentos ocorrem apenas quando há necessidade. A oferta de animais para abate em São Paulo se mantém reduzida. Nos últimos dias, apenas frigoríficos que compraram fora do estado, principalmente em Mato Grosso do Sul, conseguiram escalas de abate mais confortáveis. Entre 19 e 26 de janeiro, o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa teve queda de 1,15%, fechando a R$ 102,70 nessa quarta-feira, 26. Na parcial do mês, a baixa é de 1,94%.
Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br
Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br
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Exportação de gado em pé: problema ou oportunidade?
Esta semana noticiamos o agendamento de um embarque de animais vivos do Pará para o Egito. São 16 mil animais que serão embarcados no porto de Vila do Conde em um navio da empresa australiana Wellard. "Os negócios que resultam em benefício para os produtores do Pará são bem vindos e têm todo o apoio do governo", garantiu o secretário de Estado de Agricultura Hildegardo Nunes.
De tempos em tempos surge aqui no BeefPoint a discussão sobre os benefícios ou prejuízos da exportação de gado vivo para o Brasil.
Na maioria das vezes produtores avaliam que esta é uma boa oportunidade, já que ajuda no escoamento da produção e o navio se apresenta como mais um concorrente no mercado. Este pensamento pode ser encontrado em comentários como o do José Manuel de Mesquita: "Ainda bem que não conseguiram bloquear este tipo de operação, apesar de terem tentado. Atualmente é a única forma de escapar dos grandes "monopólios de abate". Que tal tipo de comercialização seja incentivado, protegido e difundido, quem sabe assim as coisas mudam por aqui".
Por outro lado, existem muitos que pensam diferente, essas opiniões convergem para a questão do bom desenvolvimento do setor. Os argumentos são que esta modalidade de exportação traz poucos ganhos para o setor e para o Brasil, já que gera empregos em outros países e couro e miúdos também são processados no exterior.
Desta forma separei alguns dados que nos ajudam a entender um pouco como está a evolução deste tipo de negociação, bastante criticada por uns e elogiada por outros, mas que com certeza veio para ficar e deve ser acompanhada de perto.
Se fizermos uma comparação com o número de animais abatidos do IBGE ( janeiro a setembro), temos que o volume de gado exportado vivo ainda é pequeno e representa algo em torno de 2% ou 3% de tudo o que foi abatido no Brasil durante os 3 primeiros trimestres de 2010 (22.055.512 de cabeças). Mas o crescimento deste tipo de operação tem sido interessante - em 2010 o volume cresceu 24%.
Vale lembrar que até o momento a influência da exportação de boi em pé tem sido bastante regional, com a maioria dos embarques acontecendo no Pará. O que temos que avaliar é se esse crescimento é uma tendência, apenas um pequeno nicho de mercado ou uma oportunidade momentânea.
Gráfico 1. Exportações brasileiras de gado em pé

Gráfico 2. Evolução das exportações de gado em pé em 2010

Gráfico 3. Origem das exportações de gado em pé em 2010

Gráfico 4. Destino das exportações brasileiras de bovinos vivos em 2010

FONTE: BEEFPOINT
De tempos em tempos surge aqui no BeefPoint a discussão sobre os benefícios ou prejuízos da exportação de gado vivo para o Brasil.
Na maioria das vezes produtores avaliam que esta é uma boa oportunidade, já que ajuda no escoamento da produção e o navio se apresenta como mais um concorrente no mercado. Este pensamento pode ser encontrado em comentários como o do José Manuel de Mesquita: "Ainda bem que não conseguiram bloquear este tipo de operação, apesar de terem tentado. Atualmente é a única forma de escapar dos grandes "monopólios de abate". Que tal tipo de comercialização seja incentivado, protegido e difundido, quem sabe assim as coisas mudam por aqui".
Por outro lado, existem muitos que pensam diferente, essas opiniões convergem para a questão do bom desenvolvimento do setor. Os argumentos são que esta modalidade de exportação traz poucos ganhos para o setor e para o Brasil, já que gera empregos em outros países e couro e miúdos também são processados no exterior.
Desta forma separei alguns dados que nos ajudam a entender um pouco como está a evolução deste tipo de negociação, bastante criticada por uns e elogiada por outros, mas que com certeza veio para ficar e deve ser acompanhada de perto.
Se fizermos uma comparação com o número de animais abatidos do IBGE ( janeiro a setembro), temos que o volume de gado exportado vivo ainda é pequeno e representa algo em torno de 2% ou 3% de tudo o que foi abatido no Brasil durante os 3 primeiros trimestres de 2010 (22.055.512 de cabeças). Mas o crescimento deste tipo de operação tem sido interessante - em 2010 o volume cresceu 24%.
Vale lembrar que até o momento a influência da exportação de boi em pé tem sido bastante regional, com a maioria dos embarques acontecendo no Pará. O que temos que avaliar é se esse crescimento é uma tendência, apenas um pequeno nicho de mercado ou uma oportunidade momentânea.
Gráfico 1. Exportações brasileiras de gado em pé
Gráfico 2. Evolução das exportações de gado em pé em 2010
Gráfico 3. Origem das exportações de gado em pé em 2010
Gráfico 4. Destino das exportações brasileiras de bovinos vivos em 2010
FONTE: BEEFPOINT
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Consumo per capita de carnes dá salto de 17,5% em dez anos
O brasileiro consumiu, em 2010, 94 quilos de carne -considerando a bovina, a suína e a de frango-, um crescimento de 17,5% em relação ao consumo per capita de 80 quilos em 2001.
A constatação é de estudo da consultoria Informa Economics FNP. Por ano, a taxa média de crescimento foi de 1,6% para todas as carnes.
As aves lideram essa expansão. Entre 2001 e 2010, a carne de frango ultrapassou a bovina como a mais consumida no país, passando de 31 quilos por habitante/ano para 44,7 quilos no ano passado, um aumento de 44%.
Já o consumo de carne bovina permaneceu estável em relação a 2001, em 35 quilos por habitante por ano. Mas teve uma significativa recuperação ante 2009, quando ficou em 32 quilos.
Apesar de recentemente ganhar espaço na mesa do brasileiro, o crescimento do consumo per capita de carne suína é modesto em dez anos, de 2,8%. No ano passado, ficou em 14,8 quilos por habitante por ano.
Em relação a outros países em desenvolvimento, a alimentação do brasileiro é muito superior do ponto de vista de proteína animal. A FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) estima que só em 2030 o consumo per capita das três proteínas nesses países atingirá 37 quilos - no Brasil, já são 94 quilos.
Segundo o autor do estudo da Informa Economics FNP, o economista José Vicente Ferraz, essa evolução no país reflete o aumento da renda média da população.
E, diante do potencial do mercado interno, Ferraz diz que há dúvidas se o Brasil será capaz de suprir a demanda de países que entram na trajetória de aumento do consumo, como China e Índia.
FONTE: Folha de São Paulo
A constatação é de estudo da consultoria Informa Economics FNP. Por ano, a taxa média de crescimento foi de 1,6% para todas as carnes.
As aves lideram essa expansão. Entre 2001 e 2010, a carne de frango ultrapassou a bovina como a mais consumida no país, passando de 31 quilos por habitante/ano para 44,7 quilos no ano passado, um aumento de 44%.
Já o consumo de carne bovina permaneceu estável em relação a 2001, em 35 quilos por habitante por ano. Mas teve uma significativa recuperação ante 2009, quando ficou em 32 quilos.
Apesar de recentemente ganhar espaço na mesa do brasileiro, o crescimento do consumo per capita de carne suína é modesto em dez anos, de 2,8%. No ano passado, ficou em 14,8 quilos por habitante por ano.
Em relação a outros países em desenvolvimento, a alimentação do brasileiro é muito superior do ponto de vista de proteína animal. A FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) estima que só em 2030 o consumo per capita das três proteínas nesses países atingirá 37 quilos - no Brasil, já são 94 quilos.
Segundo o autor do estudo da Informa Economics FNP, o economista José Vicente Ferraz, essa evolução no país reflete o aumento da renda média da população.
E, diante do potencial do mercado interno, Ferraz diz que há dúvidas se o Brasil será capaz de suprir a demanda de países que entram na trajetória de aumento do consumo, como China e Índia.
FONTE: Folha de São Paulo
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Carne orgânica quer mercado gaúcho
A Associação Brasileira de Produtores de Animais Orgânicos começou um movimento para introduzir, no Rio Grande do Sul, o consumo de carne bovina orgânica. A ponta de lança está sendo o Riverside´s Restaurant Group, que passou a encomendar 800 quilos de picanha de carne orgânica/mês destinada aos seus três restaurantes. O presidente da associação, Henrique Balbino, esteve em Porto Alegre, na semana passada, sondando o mercado e acredita que o consumo aumentará quando a carne chegar aos supermercados locais. A associação, que usa a marca Boi D´Terra, está trabalhando com o frigorífico Friboi, que abate 8 mil animais criados de forma orgânica por ano, muito pouco perto do seu abate diário de 15 mil bois, mas já suficiente para começar a desbravar o mercado. Carne orgânica II O próprio Balbino possui uma fazenda de 7.500 hectares, em Tangará da Serra, Mato Grosso, onde cria 5 mil animais nelore de forma orgânica. Criar boi orgânico é 40% mais caro que o tradicional, mas o preço da carne, também mais cara, rende o dobro, segundo Balbino. Além, é claro, das grandes perspectivas que se abrem com a decisão das pessoas de consumir uma carne oriunda de animais que pastam em locais controlados, sem agrotóxicos, sem complementos alimentares ou outros produtos não naturais. O aumento do consumo de tal carne, segundo Balbino, é irreversível. A associação já dispõe de um rebanho de 100 mil animais certificados
FONTE: ABRAVA SINDRATAR
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MS quer aumentar alcance do Programa Novilho Precoce
A secretária de Produção (Seprotur), Tereza Cristina da Costa Dias, participou ontem de manhã da primeira reunião do ano da Câmara Setorial da Bovinocultura e Bubalinocultura de Mato Grosso do Sul. A reunião serviu para fazer um balanço das ações e conquistas de 2010 e estabelecer as metas a serem trabalhadas ao longo de 2011. Tereza Cristina afirmou que a pecuária teve grandes ganhos no ano que passou e citou conquistas como o ajuste do rebanho, a unificação do banco de dados e a criação do Fundo para as culturas de milho e soja (Fundems).
O coordenador da Câmara, José Lemos Monteiro, abriu os trabalhos falando da importância do planejamento na atividade e avaliando os resultados obtidos no último ano. "Precisamos melhorar nossas proposições e tornar nossos argumentos mais atrativos", ponderou Monteiro que também anunciou que pretende defender a criação de um fundo da pecuária, a exemplo da conquista obtida pela soja e milho em 2010.
Para Tereza, 2011 tem que ser um ano de avanços quantitativos no Programa Novilho Precoce e para isso garantiu a liberação de técnicos para palestras em sindicatos rurais do interior do Estado a fim de formar multiplicadores do programa. "Quero que vocês me tragam os problemas para irmos em busca das soluções. Temos também que mobilizar nossa bancada federal, principalmente no que diz respeito ao não contingenciamento dos recursos para o setor", ressaltou.
Os integrantes da Câmara setorial ficaram bastante animados depois de ouvirem a secretária e se comprometeram a fomentar ainda mais a participação dos produtores no Programa Novilho Precoce. A meta é chegar a, pelo menos, 450 mil cabeças até o final de 2011. Uma nova reunião da Câmara setorial da bovinocultura e bubalinocultura já ficou agendada para o dia 21 de fevereiro, quando então o coordenador José Lemos Monteiro se comprometeu a apresentar novas propostas para a expansão do Programa. Monteiro também adiantou que nesse próximo encontro divulgará os preparativos para o Congresso Internacional da carne que acontece em junho desse ano em Campo Grande.
A Câmara, que foi criada em 2003, conta com a participação de representantes de entidades ligadas ao setor, entre elas a Acrissul, Agraer, Associação Brasileira de Pecuária Orgânica (ABPO), Associação Sul Matogrossense de Produtores de Novilho Precoce, Banco do Brasil, CRMV/MS, Embrapa, Famasul e Iagro, que trabalham no fomento ao aprimoramento técnico e quantitativo do setor.
FONTE: Dourados Agora, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.
O coordenador da Câmara, José Lemos Monteiro, abriu os trabalhos falando da importância do planejamento na atividade e avaliando os resultados obtidos no último ano. "Precisamos melhorar nossas proposições e tornar nossos argumentos mais atrativos", ponderou Monteiro que também anunciou que pretende defender a criação de um fundo da pecuária, a exemplo da conquista obtida pela soja e milho em 2010.
Para Tereza, 2011 tem que ser um ano de avanços quantitativos no Programa Novilho Precoce e para isso garantiu a liberação de técnicos para palestras em sindicatos rurais do interior do Estado a fim de formar multiplicadores do programa. "Quero que vocês me tragam os problemas para irmos em busca das soluções. Temos também que mobilizar nossa bancada federal, principalmente no que diz respeito ao não contingenciamento dos recursos para o setor", ressaltou.
Os integrantes da Câmara setorial ficaram bastante animados depois de ouvirem a secretária e se comprometeram a fomentar ainda mais a participação dos produtores no Programa Novilho Precoce. A meta é chegar a, pelo menos, 450 mil cabeças até o final de 2011. Uma nova reunião da Câmara setorial da bovinocultura e bubalinocultura já ficou agendada para o dia 21 de fevereiro, quando então o coordenador José Lemos Monteiro se comprometeu a apresentar novas propostas para a expansão do Programa. Monteiro também adiantou que nesse próximo encontro divulgará os preparativos para o Congresso Internacional da carne que acontece em junho desse ano em Campo Grande.
A Câmara, que foi criada em 2003, conta com a participação de representantes de entidades ligadas ao setor, entre elas a Acrissul, Agraer, Associação Brasileira de Pecuária Orgânica (ABPO), Associação Sul Matogrossense de Produtores de Novilho Precoce, Banco do Brasil, CRMV/MS, Embrapa, Famasul e Iagro, que trabalham no fomento ao aprimoramento técnico e quantitativo do setor.
FONTE: Dourados Agora, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.
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Rossi quer reforçar laço com o setor privado
A reformulação da política agrícola no País, por meio da parceria entre governo e iniciativa privada, foi tema de reunião entre o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, e a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Kátia Abreu, nessa terça-feira (25), em Brasília. "Essa medida faz parte do nosso processo de modernização do ministério, que também envolve um seguro rural mais abrangente, ligado não apenas às questões climáticas, como mercadológicas", afirmou Rossi.
Para resolver essa questão, o diálogo com o setor privado é considerado fundamental. "Ouvir os produtores e suas reivindicações é importante para darmos uma resposta mais rápida e adequada às demandas dos produtores e da sociedade", disse.
Além da reformulação da política agrícola, Rossi enfatizou a importância do trabalho conjunto para o desenvolvimento de políticas para o setor. Entre as mudanças, a forma de atuação do ministério, a relação com os produtores rurais e o desenvolvimento de programas de interesse da agricultura nacional.
Rossi lembrou aos técnicos as prioridades de sua gestão para os próximos quatro anos. Ele disse que o governo pretende criar um sistema de financiamento específico para a pecuária e simplificar os processos de registros dos produtos agrícolas. Durante a reunião, Kátia Abreu apresentou ao ministro o andamento do Projeto Biomas, desenvolvido em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), órgão vinculado ao Ministério da Agricultura.
FONTE: DCI - Diário do Comércio & Indústria
Para resolver essa questão, o diálogo com o setor privado é considerado fundamental. "Ouvir os produtores e suas reivindicações é importante para darmos uma resposta mais rápida e adequada às demandas dos produtores e da sociedade", disse.
Além da reformulação da política agrícola, Rossi enfatizou a importância do trabalho conjunto para o desenvolvimento de políticas para o setor. Entre as mudanças, a forma de atuação do ministério, a relação com os produtores rurais e o desenvolvimento de programas de interesse da agricultura nacional.
Rossi lembrou aos técnicos as prioridades de sua gestão para os próximos quatro anos. Ele disse que o governo pretende criar um sistema de financiamento específico para a pecuária e simplificar os processos de registros dos produtos agrícolas. Durante a reunião, Kátia Abreu apresentou ao ministro o andamento do Projeto Biomas, desenvolvido em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), órgão vinculado ao Ministério da Agricultura.
FONTE: DCI - Diário do Comércio & Indústria
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Programa Agregar-RS Carnes tem crescimento constante
O Programa Estadual de Desenvolvimento, Coordenação e Qualidade do Sistema Agroindustrial da Carne de Gado Vacum, Ovino e Bufalino - Agregar-RS Carnes, instituído em 2002, com o objetivo de estimular o abate em frigoríficos credenciados e sob inspeção oficial, vem crescendo ano a ano.Para o secretário da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Luiz Fernando Mainardi, o programa veio para aumentar a sanidade de produtos consumidos pela população devido ao crescimento do abate sob inspeção oficial. "Também auxilia no desenvolvimento da cadeia produtiva da carne, tanto pelo incremento de mercado, quanto pelos créditos fiscais oferecidos", afirma o secretário.
O Agregar-RS Carnes concede crédito presumido de 3,6% sobre o valor da nota fiscal de entrada de gado adquirido de produtor estabelecido no Rio Grande do Sul e benefício adicional especial de crédito presumido de 4% nas saídas internas, decorrentes de venda ou de transferência para estabelecimento da mesma empresa, de carne e produtos comestíveis resultantes do abate de gado vacum, ovino ou bufalino.
De acordo com o técnico da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa) Paulo Renato Spannenberg, o abate de bovinos foi o que mais cresceu nesses oito anos de programa, chegando, no ano passado, a 1.667.658 cabeças abatidas com concessão de crédito via Agregar.
FONTE: Governo do Estado do Rio Grande do Sul
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Programa incentiva Boas Práticas Agropecuárias
Grupo interministerial irá fomentar técnicas baseadas na melhoria da gestão nas propriedades, uso racional da água e controle sanitárioMelhorar a qualidade dos produtos agropecuários, garantir condições adequadas de trabalho nas propriedades rurais e preservar o meio ambiente. Essas são as metas do Programa Nacional de Fomento às Boas Práticas Agropecuárias. A ação será desenvolvida pelos ministérios da Agricultura, Meio Ambiente e Trabalho, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em parceria com o setor produtivo. Instituído pela Portaria Interministerial nº 36, publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 26 de janeiro, o programa visa o desenvolvimento de políticas públicas de apoio à adoção de boas práticas agropecuárias em propriedades rurais. Busca, ainda, a promoção de eventos de divulgação e capacitação de técnicos e produtores.
Representantes dos órgãos envolvidos no projeto vão formar o Comitê Gestor que será responsável pela implantação do programa em todo o Brasil. Cada órgão terá um prazo de 60 dias para propor um Plano de Ação operacional. As propostas serão articuladas com as ações em curso nas instituições participantes. O Comitê será composto por um representante de cada órgão e presidido pelo Ministério da Agricultura. “A ideia é implantar o projeto em conjunto também com o Sistema S e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) nos estados”, destaca o diretor do Departamento de Sistemas de Produção e Sustentabilidade do Ministério da Agricultura, José Maranhão.
As técnicas de boas práticas agropecuárias estão fundamentadas na melhoria na gestão de propriedades, uso racional de insumos e recursos hídricos, controle sanitário e ações de bem-estar animal. “Além disso, temos a produção nos moldes do sistema orgânico, o uso da agricultura irrigada, a Integração Lavoura-Pecuária, o Plantio Direto na Palha e a Produção Integrada”, explica o diretor do Departamento de Sistemas de Produção e Sustentabilidade do Ministério da Agricultura. “Essas ações garantem um produto final mais competitivo no mercado, resultado de um sistema de produção sustentável, o que gera alimentos seguros”, diz.
Para o diretor, é importante que o produtor rural tenha uma gestão adequada da sua propriedade, desde a administração da fazenda, garantindo condições adequadas de trabalho aos seus funcionários, além do respeito ao meio ambiente e da adequação dessas terras às leis ambientais. O diretor destaca os investimentos em manejo e a escolha correta dos produtos que podem ser usados no cultivo, como insumos, fertilizantes e agrotóxicos. A difusão das Boas Práticas Agropecuárias tem a vantagem de diminuir a quantidade de resíduos de agrotóxicos nos produtos e incentivar a produção mais sustentável, com o aumenta do emprego de produtos orgânicos. “Trata-se de um conjunto de ações para produção de alimentos que ofereçam menos riscos à saúde. Quando os agricultores aplica rem essas práticas em todo o processo, os produtos nacionais certamente serão valorizados”, aponta o diretor.
Agricultura de Baixo Carbono
Exemplos de boas práticas agropecuárias também podem ser vistos no Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), uma das principais ações adotadas na safra atual pelo Ministério da Agricultura, para reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Além de oferecer financiamento a produtores rurais, o governo promove estudos por meio da Embrapa. Garante também capacitação profissional para facilitar a difusão de práticas como plantio direto na palha, fixação biológica de nitrogênio, recuperação de pastagens degradadas e o sistema Integração Lavoura-Pecuária-Florestas (ILPF), que contribuem para a preservação das áreas de produção. “O Programa Nacional de Fomento ás Boas Práticas Agropecuárias vem reforçar as metas do Programa ABC”, destaca o diretor do Ministério da Agricultura, José Maranhão.
Saiba mais
Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) - O programa Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) está no foco da chamada “agricultura verde”. O sistema combina atividades agrícolas, florestais e pecuárias, promovendo a recuperação de pastagens em degradação. A área utilizada nesse sistema pode ser aumentada em quatro milhões de hectares nos próximos dez anos. A previsão é que o volume de toneladas de dióxido de carbono (CO2) diminua entre 18 milhões e 22 milhões no período.
Recuperação de pastagens degradadas - Com o incentivo do programa ABC, a meta do governo é ampliar, nos próximos dez anos, a área atual de pastagens recuperadas de 40 milhões de hectares para 55 milhões de hectares. O maior uso da tecnologia vai proporcionar, no período, a redução da emissão de 83 milhões a 104 milhões de toneladas equivalentes dos gases de efeito estufa.
Plantio Direto - No uso do plantio direto, estima-se a ampliação da área atual em oito milhões de hectares, de 25 milhões para 33 milhões de hectares, nos próximos dez anos. Esse acréscimo vai permitir a redução da emissão de 16 milhões a 20 milhões de toneladas de CO2 equivalentes. Além de promover o sequestro de dióxido de carbono da atmosfera, o plantio direto é exemplo de agricultura conservacionista, mantendo a qualidade dos recursos naturais, como água e solo.
Plantio de Florestas - Outra solução para a questão ambiental está no plantio de florestas comerciais, como eucalipto e pinus. Quanto mais difundido o plantio dessas espécies, maior é o sequestro dióxido de carbono (CO2) da atmosfera na fotossíntese. A intenção do governo é aumentar a área de florestas, até 2020, de seis milhões de hectares para nove milhões de hectares. Isso permitirá a redução da emissão de oito milhões de toneladas a dez milhões de toneladas de CO2 equivalentes, no período de dez anos.
Fixação Biológica de Nitrogênio - A técnica de fixação biológica de nitrogênio tem como base o uso de plantas leguminosas, associado à cultura comercial, para suprir a necessidade de minerais necessários como adubação. Com isso, o produtor rural substitui a adubação mineral para o fornecimento de nitrogênio às culturas agrícolas. Esse material costuma ser caro e seu uso inadequado pode produzir impactos ambientais negativos.
FONTE: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Autor: Sophia Gebrim
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Índia é um dos maiores exportadores mundiais de carne
Confesso que para mim foi uma surpresa. A Índia está entre os quatro maiores exportadores mundiais de carne, perdendo apenas para o líder Brasil, EUA e Austrália. Detalhe: o pais asiático embarca somente carne de búfalo. Em 2009, foram vendidas 700 mil toneladas. Já EUA e Brasil comercializam carne bovina.
Conversei em Buenos Aires, durante o Congresso Mundial da Carne, lá realizado na semana passada, com Rashid Kadimi, presidente da All Índia Meat & Livestock Exporters Association, empresa que abate 15 mil cabeças de búfalos ao dia e cuja sede fica em Mumbai. Manda carne para a África, países do Sudeste da Ásia (Filipinas, Tailândia), entre outros. Kadimi revelou que estava na Argentina fazendo contatos visando ampliar o mercado.
Ele acredita que dois países vão se sobressair ainda mais no tabuleiro futuro do comércio internacional de carne: Brasil e Índia. Sob o ângulo dos importadores, China e Rússia deverão intensificar suas compras a médio e futuro prazos. Segundo Kadimi, a Índia possui 97 milhões de cabeças de búfalos. É um rebanho e tanto.
Kadimi lembra que seu país não exporta carne bovina. Mas está enganado quem pensa que nenhum indiano come carne de vaca. “Os cristãos a consomem”, revela Kadimi.
Sebastião Nascimento
FONTE: AGROBUFALO
Conversei em Buenos Aires, durante o Congresso Mundial da Carne, lá realizado na semana passada, com Rashid Kadimi, presidente da All Índia Meat & Livestock Exporters Association, empresa que abate 15 mil cabeças de búfalos ao dia e cuja sede fica em Mumbai. Manda carne para a África, países do Sudeste da Ásia (Filipinas, Tailândia), entre outros. Kadimi revelou que estava na Argentina fazendo contatos visando ampliar o mercado.
Ele acredita que dois países vão se sobressair ainda mais no tabuleiro futuro do comércio internacional de carne: Brasil e Índia. Sob o ângulo dos importadores, China e Rússia deverão intensificar suas compras a médio e futuro prazos. Segundo Kadimi, a Índia possui 97 milhões de cabeças de búfalos. É um rebanho e tanto.
Kadimi lembra que seu país não exporta carne bovina. Mas está enganado quem pensa que nenhum indiano come carne de vaca. “Os cristãos a consomem”, revela Kadimi.
Sebastião Nascimento
FONTE: AGROBUFALO
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Visitas de colombianos e bolivianos começam no próximo domingo (30)
O BHB, após receber a missão do grupo russo, se prepara para receber a visita de colombianos e bolivianos interessados em conhecer a genética Hereford e Braford Brasileira.
O grupo composto por 10 empresários chega em Porto Alegre dia 30, permanecendo no estado até o dia 04/02. Percorrerá criatórios da Fronteira Oeste participantes do BHB e o Frigorífico Silva, parceiro do Programa Carne Certificada Pampa. Está previsto também a assinatura de um convênio de cooperação técnica entre a ABHB e a ASOHereford e Braford colombiana, bem como, o agendamento da visita de um inspetor técnico do registro genealógico brasileiro para realizar inspeção inicial em ventres bolivianos ainda no 1º semestre desse ano.
Fonte: Associação Brasileira de Hereford e Braford
O grupo composto por 10 empresários chega em Porto Alegre dia 30, permanecendo no estado até o dia 04/02. Percorrerá criatórios da Fronteira Oeste participantes do BHB e o Frigorífico Silva, parceiro do Programa Carne Certificada Pampa. Está previsto também a assinatura de um convênio de cooperação técnica entre a ABHB e a ASOHereford e Braford colombiana, bem como, o agendamento da visita de um inspetor técnico do registro genealógico brasileiro para realizar inspeção inicial em ventres bolivianos ainda no 1º semestre desse ano.
Fonte: Associação Brasileira de Hereford e Braford
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Chove no sul do Rio Grande do Sul, mas a seca continua
A aproximação de uma frente fria e o ar muito quente formaram nuvens carregadas no sul do Rio Grande do Sul. Pancadas de chuva moderadas a fortes ocorreram em algumas cidades na tarde desta quarta-feira. O Instituto Nacional de Meteorologia registrou 18 milímetros de chuva em Bagé, em apenas 1 hora. Em Santana do Livramento foram quase 27 milímetros acumulados nesta tarde, até as 16 horas. Em Quaraí choveu 14 milímetros, em 2 horas. Em Uruguaiana, somando a chuva da madrugada e da tarde de hoje, choveu quase 24 milímetros, até as 16 horas.
Essa chuva foi mais do que bem-vinda, aliviando o intenso calor e molhando um pouco a terra, mas infelizmente é muito pouca para terminar com o quadro de seca na região.
A nova frente fria que está chegando ao Rio Grande do Sul vai facilitar a ocorrência de chuva por todo o Estado até o sábado. A partir do domingo e durante a semana que vem, a chance de chuva no sul gaúcho será baixa novamente.
Essa chuva foi mais do que bem-vinda, aliviando o intenso calor e molhando um pouco a terra, mas infelizmente é muito pouca para terminar com o quadro de seca na região.
A nova frente fria que está chegando ao Rio Grande do Sul vai facilitar a ocorrência de chuva por todo o Estado até o sábado. A partir do domingo e durante a semana que vem, a chance de chuva no sul gaúcho será baixa novamente.
Muitas cidades do sul do Rio Grande do Sul, área próxima da fronteira com o Uruguai, estão em situação de emergência por conta da falta de chuva volumosa nos últimos meses. A situação de Bagé é uma das mais críticas. Pela medição do Instituto Nacional de Meteorologia, de agosto a dezembro de 2010, choveu muito menos do que o normal em quase todos os meses. O mês menos seco foi setembro, quando choveu aproximadamente 120 milímetros, sendo que a média normal de chuva fica em torno de 149 milímetros.
A falta de chuva desde a primavera vem sendo sentida em praticamente todo o Rio Grande do Sul, mas a deficiência mais grave vem sendo observada na fronteira com o Uruguai. A seca está causando grandes prejuízos na agricultura, na pecuária e também forçou o racionamento de água para a população. Esta situação no Rio Grande do Sul é um dos efeitos mais marcantes do fenômeno climático La Niña, caracterizado pelo resfriamento anormal das águas na porção central-leste do Oceano Pacífico, que abrange a costa do Peru
FONTE: CLIMATEMPO
A falta de chuva desde a primavera vem sendo sentida em praticamente todo o Rio Grande do Sul, mas a deficiência mais grave vem sendo observada na fronteira com o Uruguai. A seca está causando grandes prejuízos na agricultura, na pecuária e também forçou o racionamento de água para a população. Esta situação no Rio Grande do Sul é um dos efeitos mais marcantes do fenômeno climático La Niña, caracterizado pelo resfriamento anormal das águas na porção central-leste do Oceano Pacífico, que abrange a costa do Peru
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Confira a entrevista com Élio Micheloni Jr. - Analista de Mercado - Icap corretora
Boi Gordo: mercado caminha estável, com tendência de alta para o início da próxima semana. Demanda é retomada pelo consumo, mas a oferta ainda é escassa em todo o país. Milho mais caro pode diminuir volume do confinamento.
FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS
FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS
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Evolução da produção mundial e brasileira de carnes
A produção brasileira de carnes cresceu significativamente nos últimos anos, em proporção superior à mundial.
De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), de 2000 a 2010, as produções mundiais de carne bovina, suína e de frango subiram 6,0%, 19,8% e 39,6%, respectivamente. Observe a tabela 1.

Já para o Brasil, ainda segundo o USDA, os aumentos na produção das carnes bovinas, suínas e de frango, no mesmo período, foram de 40,3%, 57,7% e 91%, respectivamente.
O principal motivo da evolução da produção foi o aumento da produtividade.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), de 2000 a 2010, as produções mundiais de carne bovina, suína e de frango subiram 6,0%, 19,8% e 39,6%, respectivamente. Observe a tabela 1.
Já para o Brasil, ainda segundo o USDA, os aumentos na produção das carnes bovinas, suínas e de frango, no mesmo período, foram de 40,3%, 57,7% e 91%, respectivamente.
O principal motivo da evolução da produção foi o aumento da produtividade.
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URUGUAI - MERCADO FÍSICO DE GADO
SEMANA DE 16 A 22 DE JANEIRO DE 2011
FONTE: LOTE 21
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Operaciones realizadas por asociados de la A.C.G. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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PREFEITURAS DO PA DEVEM ADERIR AO PACTO CONTRA DESMATAMENTO NA PECUÁRIA
Um ano e meio após três grandes redes de supermercados suspenderem a compra de carne de 11 frigoríficos localizados em áreas apontadas como de desmatamento na Região Amazônica, termina no próximo dia 31 o prazo para as prefeituras paraenses aderirem ao pacto contra o desmatamento na pecuária. Assinando o termo de ajuste de conduta (TAC), os municípios garantem mais tempo para que os criadores peçam a licença ambiental rural das propriedades.
Nos municípios que não assinarem o termo, continuará valendo as condições já acordadas com os frigoríficos, que estabelecem a obrigatoriedade do pedido da licença para a comercialização do gado. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), 30 prefeituras já assinaram o TAC, abrangendo a maior parte da produção bovina no Pará.
O termo firmado entre os governos estadual e municipal, os frigoríficos e o MPF formaliza o comprometimento das autoridades locais com o desmatamento zero e o controle da atividade produtiva. Assim, as propriedades rurais têm um prazo maior para se adequar às regras de sustentabilidade na pecuária.
Pelo TAC, as fazendas acima de 3 mil hectares podem pedir a licença ambiental até 30 de agosto de 2011. Os produtores que têm entre 500 e 3 mil hectares têm prazo até o final de 2011, e as propriedades com menos de 500 hectares, até junho de 2012.
Os municípios também devem garantir que todos os produtos produzidos em suas terras, como leite, carne, grãos e madeira, sejam socialmente justos, sem emprego de trabalho escravo ou em condições degradantes, e ambientalmente corretos. Além disso, 80% de seus territórios devem constar no cadastro ambiental rural (CAR) até junho de 2011.
FONTE: Site Agrolink
Nos municípios que não assinarem o termo, continuará valendo as condições já acordadas com os frigoríficos, que estabelecem a obrigatoriedade do pedido da licença para a comercialização do gado. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), 30 prefeituras já assinaram o TAC, abrangendo a maior parte da produção bovina no Pará.
O termo firmado entre os governos estadual e municipal, os frigoríficos e o MPF formaliza o comprometimento das autoridades locais com o desmatamento zero e o controle da atividade produtiva. Assim, as propriedades rurais têm um prazo maior para se adequar às regras de sustentabilidade na pecuária.
Pelo TAC, as fazendas acima de 3 mil hectares podem pedir a licença ambiental até 30 de agosto de 2011. Os produtores que têm entre 500 e 3 mil hectares têm prazo até o final de 2011, e as propriedades com menos de 500 hectares, até junho de 2012.
Os municípios também devem garantir que todos os produtos produzidos em suas terras, como leite, carne, grãos e madeira, sejam socialmente justos, sem emprego de trabalho escravo ou em condições degradantes, e ambientalmente corretos. Além disso, 80% de seus territórios devem constar no cadastro ambiental rural (CAR) até junho de 2011.
FONTE: Site Agrolink
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Exportações de carne bovina para o Chile atingem maior resultado desde a aftosa
Brasil aumentou a exportação de carne bovina para o Chile em 350% em 2010, em faturamento. Em volume também houve crescimento, um pouco menor (225%) em função do aumento dos preços médios da carne para este mercado, mas ainda assim bem expressivo. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e foram analisados pela Scot Consultoria.
O faturamento de US$103,66 milhões em 2010 foi o maior desde 2005, quando o Brasil faturou US$140,5 milhões.
O volume de 29,6 mil toneladas equivalente carcaça (tec) de 2010 também não era tão grande desde 2005, quando o Brasil exportou 87,6 mil tec para o território chileno. Veja a figura 1.

No final de 2005, com a ocorrência de febre aftosa em território brasileiro, as exportações para o Chile diminuíram significativamente, mas desde 2009, quando aumentaram as plantas frigoríficas habilitadas para esta comercialização, as exportações começaram a crescer.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
O faturamento de US$103,66 milhões em 2010 foi o maior desde 2005, quando o Brasil faturou US$140,5 milhões.
O volume de 29,6 mil toneladas equivalente carcaça (tec) de 2010 também não era tão grande desde 2005, quando o Brasil exportou 87,6 mil tec para o território chileno. Veja a figura 1.
No final de 2005, com a ocorrência de febre aftosa em território brasileiro, as exportações para o Chile diminuíram significativamente, mas desde 2009, quando aumentaram as plantas frigoríficas habilitadas para esta comercialização, as exportações começaram a crescer.
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terça-feira, 25 de janeiro de 2011
VEJA O QUE ESTAMOS COMPRANDO - LUND NEGÓCIOS
INFORMAÇÕES COM LUND PELOS FONES 81113550 OU 99941513



1- TERNEIROS EUROPEUS ENTRE 150 Kg - 250 Kg INTEIROS OU CASTRADOS
2- VACAS PARA INVERNAR CARRAPATEADAS
3-NOVILHAS EUROPÉIAS COM PESO ACIMA DE 280 Kg CARRAPATEADAS
4-NOVILHOS EUROPEUS COM PESO ENTRE 250Kg E 320Kg CARRAPATEADOS
5-VACAS DESCARTE COM CRIA AO PÉ CARRAPATEADAS
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Mercado do boi gordo no Rio Grande do Sul
Os preços do boi gordo estão estáveis no Rio Grande do Sul.
No entanto, em 2011 já subiram 7,1% e 6,4% em Erechim e Pelotas, respectivamente. Esta valorização é causada pela pequena oferta de animais terminados, devido à falta de chuvas e condição ruim das pastagens.
Em Erechim os animais são negociados a R$3,00/kg, a prazo, para descontar o imposto. Em Pelotas os negócios giram em torno de R$3,30/kg, a prazo, livre de funrural.
Em 2010 Erechim e Pelotas foram a primeira e terceira praças nas quais o boi gordo menos se valorizou, com altas de 21,7% e 26,5%, respectivamente.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
No entanto, em 2011 já subiram 7,1% e 6,4% em Erechim e Pelotas, respectivamente. Esta valorização é causada pela pequena oferta de animais terminados, devido à falta de chuvas e condição ruim das pastagens.
Em Erechim os animais são negociados a R$3,00/kg, a prazo, para descontar o imposto. Em Pelotas os negócios giram em torno de R$3,30/kg, a prazo, livre de funrural.
Em 2010 Erechim e Pelotas foram a primeira e terceira praças nas quais o boi gordo menos se valorizou, com altas de 21,7% e 26,5%, respectivamente.
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WELLARD DO BRASIL AGRONEGÓCIOS LTDA
America
Henry Steingiesser-International Business Development and South Americat
FONTE: LUND NEGÓCIOS
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Pará vai exportar 16 mil bois vivos para o Egito em navio australiano
O primeiro embarque de boi vivo do Brasil para o Egito será realizado na próxima segunda-feira (31), no porto de Vila do Conde, em Barcarena, município do nordeste do Pará. Serão exportados 16 mil animais em navio da empresa australiana Wellard, que comercializa, transporta e vende animais em diversos países, especialmente bovinos e ovinos.Os diretores Henry Steigiesser e Israel Celli, da Wellard do Brasil Agronegócios Ltda., localizada em São Paulo, foram recebidos nesta segunda-feira (24), em Belém, pelo secretário de Estado de Agricultura, Hildegardo Nunes. Os empresários pediram ao governo do Pará apoio para a continuidade do empreendimento.
A Wellard está começando a operar no Brasil e já mantém negócios no Rio Grande do Sul, Bahia e Pará. É da Região Norte que sairá o primeiro carregamento brasileiro de bois vivos para o Egito em navio de bandeira australiana, direto para o Canal de Suez, um dos principais eixos de escoamento marinho do mundo.
Conceito - A Austrália, assim como outros países, já trabalha com o conceito de bem estar animal, que garante condições de conforto aos bois, como espaço e alimentação adequados durante a viagem. Um conceito que começa a se consolidar no Brasil. Por esse aspecto, a exportação garante lucro também para outros segmentos econômicos, já que a compra de ração e remédios, como vacina e antibióticos, será feita no Estado.
"Os negócios que resultam em benefício para os produtores do Pará são bem vindos e têm todo o apoio do governo", garantiu Hildegardo Nunes. O secretário informou que o Pará já tem montado um parque industrial para beneficiamento de carne bovina, mas por falta de transporte próprio o produto local acaba saindo por São Paulo. Ele sugeriu que a empresa australiana entre nesse nicho de mercado e passe a comercializar também carne congelada, aproveitando sua frota de navios.
Henry Steigiesser considerou uma boa oportunidade de negócio, já que existe mercado para esse produto no exterior, citando como exemplo a Turquia, que tem interesse em importar carcaça congelada. O empresário sugeriu ainda a aproximação da Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri) com um órgão equivalente do governo da Austrália, por meio de intercâmbio técnico, e se colocou à disposição para ajudar nessa aproximação.
FONTE: Leni Sampaio - Sagri
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Ágio da arroba do bezerro se recuperando em SP
De acordo com dados da Scot Consultoria, o ágio médio da arroba do bezerro em relação à do boi gordo em São Paulo, desde 1997, é de 13%.
Em meados de 2010 este ágio aumentou em resposta à forte valorização do bezerro, chegando a 34%. Observe a relação entre as arrobas do bezerro e do boi gordo no último ano na figura 1.

Porém, esta situação foi revertida no segundo semestre, com o aumento de preço do boi, frente à estabilização para o bezerro.
No curto prazo, a tendência é que o ágio do bezerro se recupere diante do mercado do boi gordo sem expectativa de alta e provável aumento da demanda por bezerros conforme as pastagens se recuperam por completo.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Em meados de 2010 este ágio aumentou em resposta à forte valorização do bezerro, chegando a 34%. Observe a relação entre as arrobas do bezerro e do boi gordo no último ano na figura 1.
Porém, esta situação foi revertida no segundo semestre, com o aumento de preço do boi, frente à estabilização para o bezerro.
No curto prazo, a tendência é que o ágio do bezerro se recupere diante do mercado do boi gordo sem expectativa de alta e provável aumento da demanda por bezerros conforme as pastagens se recuperam por completo.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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Custos de produção da pecuária mantêm alta em janeiro
Indicador da Scot Consultoria funciona como uma inflação dos insumos.
Os custos de produção da pecuária se mantêm em alta neste mês. A informação é da Scot Consultoria, que calcula um índice com base nos preços de insumos.
O indicador funciona como uma inflação dos insumos. É calculado com base em itens do chamado custo variável, como alimentação animal e medicamentos veterinários. Em janeiro, o índice de custos se mantém em alta em relação a dezembro do ano passado. O principal motivo foi o aumento nos preços de alimentos concentrados. Os segmentos que mais usam esse tipo de produto sofreram mais pressão nos custos.
Assim, a maior alta ocorreu na pecuária leiteira (9,1%) seguida pela pecuária de corte de alta tecnologia (2,6%) e pela pecuária de corte com baixa tecnologia (0,5%). Na comparação entre janeiro deste ano e janeiro do ano passado, a situação é semelhante. E também por causa da alimentação. O índice de custo na pecuária leiteira teve o maior aumento (43,9%), seguido pela pecuária de corte de alta tecnologia (23,5%) e pela pecuária de corte com baixa tecnologia (5,2%).
De acordo com os analistas, a tendência é de que os custos continuem aumentando. Porém, no curto prazo, isso pode ocorrer em um ritmo menor, por causa da colheita dos grãos usados na ração animal. No segundo semestre, o índice de custos deve voltar a subir de forma mais acelerada.
Fonte: Canal Rural
Os custos de produção da pecuária se mantêm em alta neste mês. A informação é da Scot Consultoria, que calcula um índice com base nos preços de insumos.
O indicador funciona como uma inflação dos insumos. É calculado com base em itens do chamado custo variável, como alimentação animal e medicamentos veterinários. Em janeiro, o índice de custos se mantém em alta em relação a dezembro do ano passado. O principal motivo foi o aumento nos preços de alimentos concentrados. Os segmentos que mais usam esse tipo de produto sofreram mais pressão nos custos.
Assim, a maior alta ocorreu na pecuária leiteira (9,1%) seguida pela pecuária de corte de alta tecnologia (2,6%) e pela pecuária de corte com baixa tecnologia (0,5%). Na comparação entre janeiro deste ano e janeiro do ano passado, a situação é semelhante. E também por causa da alimentação. O índice de custo na pecuária leiteira teve o maior aumento (43,9%), seguido pela pecuária de corte de alta tecnologia (23,5%) e pela pecuária de corte com baixa tecnologia (5,2%).
De acordo com os analistas, a tendência é de que os custos continuem aumentando. Porém, no curto prazo, isso pode ocorrer em um ritmo menor, por causa da colheita dos grãos usados na ração animal. No segundo semestre, o índice de custos deve voltar a subir de forma mais acelerada.
Fonte: Canal Rural
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Evolução da pecuária mundial nos últimos 50 anos
Nos últimos 50 anos a pecuária mundial cresceu, não só em tamanho, como em eficiência. Aumento do desfrute, peso de carcaça, rendimento, idade ao abate, entre outros, são os responsáveis pelo aumento da produção de carne em proporção maior que o rebanho.
Na figura 1 estão as evoluções de alguns parâmetros.

Na tabela 1 estão os principais números da pecuária mundial. Em 2010 o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) estima uma produção de carne de 56,7 milhões de tec (toneladas equivalente carcaça), aumento de 140,5% em 50 anos.

O rebanho mundial estimado é de 991,2 milhões de cabeças, 33,8% maior que em 1960. Os abates anuais somam 227,7 milhões de animais, o dobro, em relação aos de 1960.
O desfrute em 2010 foi de 23%, 49,6% maior que em 1960.
O peso médio de carcaça, de 249kg (16,6@) em no último ano, é 20,2% maior que há 50 anos.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Na figura 1 estão as evoluções de alguns parâmetros.
Na tabela 1 estão os principais números da pecuária mundial. Em 2010 o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) estima uma produção de carne de 56,7 milhões de tec (toneladas equivalente carcaça), aumento de 140,5% em 50 anos.
O rebanho mundial estimado é de 991,2 milhões de cabeças, 33,8% maior que em 1960. Os abates anuais somam 227,7 milhões de animais, o dobro, em relação aos de 1960.
O desfrute em 2010 foi de 23%, 49,6% maior que em 1960.
O peso médio de carcaça, de 249kg (16,6@) em no último ano, é 20,2% maior que há 50 anos.
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Estiagem pode reduzir em até 30% número de abates no Estado
A estiagem que desde agosto castiga a região da Campanha no Estado, pode gerar em janeiro uma redução de até 30% no fornecimento de carne bovina para os frigoríficos gaúchos. A previsão é do presidente do Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados do Rio Grande do Sul (Sicadergs), Ronei Lauxen. Esse percentual se refere à média de abates registrados durante os meses de 2010. "Mantivemos a média de 140 mil cabeças mensais, mas em janeiro deve cair para 98 mil animais, tudo pela dificuldade dos produtores em acabar bovinos", disse o dirigente.O problema já fez com que houvesse alteração nos preços do produto pago ao produtor, que tiveram incremento de 5%. Sobre a possibilidade de repasse desse percentual ao varejo, o presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Antônio Longo, garantiu que até agora não houve reflexos ao consumidor, mas com a sinalização de permanência na redução da oferta, é possível que os preços sofram elevação nos próximos dias. "Se já há o alerta da indústria é provável que esses 5% sejam repassados."
A escassez joga um balde de água fria no setor, justamente em um período considerado de recuperação - impulsionada pela retomada do ritmo de abates, que desde 2007 se mantinham reduzidos. "Chegamos a 1,85 milhão de cabeças abatidas em 2010, contra as 1,45 milhão verificadas em 2009, um incremento de 28%", afirmou Lauxen.
Entre as alternativas para minimizar o problema está a retomada das importações de carne de outros estados ou mesmo de animais vivos da Argentina e do Uruguai. Conforme o dirigente, a gravidade da situação é tanta que pode levar até dois anos para que volte à normalidade. Mesmo que comece a chover, será possível melhorar parcialmente o processo de engorda dos animais, no entanto, pela redução na disponibilidade de pasto, as fêmeas podem não entrar no cio, reduzindo o número de terneiros na primavera. O gerente regional da Emater de Bagé, Erone Londero, calculou que, caso a situação se mantenha, é possível que haja uma queda de 50% na disponibilidade de terneiros a campo em setembro deste ano. "Se calcularmos as perdas de Bagé, Dom Pedrito e Lavras do Sul, a redução da oferta pode chegar a 150 mil terneiros, ou R$ 90 milhões nos três municípios", alertou.
Londero destacou ainda os reflexos que a falta de chuvas sobre a formação das pastagens de inverno. "Caso a situação se mantenha, corremos o risco de ter campos rapados durante o frio, o que pode levar muitos animais à morte", alertou. A orientação da Emater é de que os pecuaristas comecem a se planejar para o plantio de variedades de pasto tardio, como é o caso da aveia. "O ideal seria plantar em março, mas como a seca deve se estender até lá, o plantio deve ser feito em abril." Londero afirma que cerca de 40% do rebanho gaúcho se concentra na região da Campanha e da Fronteira-Oeste, e a continuidade da seca pode culminar em prejuízo da ordem de R$ 500 milhões apenas nessas duas regiões.
FONTE: JORNAL DO COMERCIO
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Pelo programa Qualidade selecionada. Origem Garantida, desenvolvido pelo Walmart Brasil, você pode saber a procedência dos produtos que está levando para casa.
Digite no campo acima o código encontrado no selo de rastreabilidade presente em carnes, frutas e verduras adquiridas nas lojas da rede para obter informações sobre a origem do item e o fornecedor.
O Qualidade selecionada. Origem Garantida é mais uma iniciativa do Walmart para atestar a qualidade de seus produtos e reforçar seu compromisso com a sustentabilidade.
Fonte: Walmart Brasil
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PREÇOS DE BOI GORDO E VACA GORDA PARA CARNE A RENDIMENTO
REGIÃO DE PELOTAS*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 24.01.2011
BOI: R$ 6,50 a R$ 6,70
VACA: R$ 6,20 a R$ 6,40
PRAZO: 30 DIAS
FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br/
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ATENÇÃO
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PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO/KG VIVO
EM 24.01.2011
REGIÃO DE PELOTAS
KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 3,20 A R$ 3,30
VACA GORDA: R$ 2,70 A R$ 2,90
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR www.lundnegocios.com.br
REGIÃO DE PELOTAS
KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 3,20 A R$ 3,30
VACA GORDA: R$ 2,70 A R$ 2,90
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR www.lundnegocios.com.br
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PREÇOS MÉDIOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO*
EM 24.01.2011REGIÃO DE PELOTAS
TERNEIROS R$ 2,80 A R$ 3,00
TERNEIRAS R$ 2,50 A R$ 2,60
NOVILHOS R$ 2,80 A R$ 2,90
BOI MAGRO R$ 2,70 A R$ 2,80
VACA DE INVERNAR R$ 2,15 A R$ 2,20
*GADO PESADO NA FAZENDA
FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br
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COTAÇÕES
FONTE: CORREIO DO POVO
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COTAÇÕES
PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 24/01/2011 INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 21/01/2011 - PRAÇA RS Ver todas cotações Ver gráfico
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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Evolução das vendas de sêmen e movimentação atual
A movimentação no mercado de sêmen está fraca.
A maior parte dos negócios já ocorreu, principalmente entre agosto e novembro, no início da estação de monta.
As vendas de sêmen em 2010 foram boas e devem superar as de 2009.
A retenção de fêmeas iniciada em 2007 continuou em 2010, o que deixa um número maior de fêmeas para a estação vigente.
Em 2011 o mercado do boi gordo e os preços dos animais de reposição não devem observar quedas expressivas. Mas o aumento das fêmeas postas em reprodução aumentará o número de bezerros que, em algum momento, tirarão a firmeza do mercado. E isto deve desestimular o investimento em cria.
No entanto, para 2011 não são esperadas movimentações bruscas, o que deve gerar mais um ano de boas vendas no setor.
A figura 1 mostra o aumento das vendas de sêmen nos últimos anos. A tendência é de incremento no volume que, em 2010, pode ter alcançado 10 milhões de doses, o que seria um aumento de 9,2%, ante a média de 10,8% de aumento anual desde 2007.

As vendas de sêmen importado têm aumentado (figura 2), puxadas pelo aumento das vendas de sêmen de raças britânicas, onde a participação de genética importada é grande.

O patamar atual do dólar é positivo para a importação.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
A maior parte dos negócios já ocorreu, principalmente entre agosto e novembro, no início da estação de monta.
As vendas de sêmen em 2010 foram boas e devem superar as de 2009.
A retenção de fêmeas iniciada em 2007 continuou em 2010, o que deixa um número maior de fêmeas para a estação vigente.
Em 2011 o mercado do boi gordo e os preços dos animais de reposição não devem observar quedas expressivas. Mas o aumento das fêmeas postas em reprodução aumentará o número de bezerros que, em algum momento, tirarão a firmeza do mercado. E isto deve desestimular o investimento em cria.
No entanto, para 2011 não são esperadas movimentações bruscas, o que deve gerar mais um ano de boas vendas no setor.
A figura 1 mostra o aumento das vendas de sêmen nos últimos anos. A tendência é de incremento no volume que, em 2010, pode ter alcançado 10 milhões de doses, o que seria um aumento de 9,2%, ante a média de 10,8% de aumento anual desde 2007.
As vendas de sêmen importado têm aumentado (figura 2), puxadas pelo aumento das vendas de sêmen de raças britânicas, onde a participação de genética importada é grande.
O patamar atual do dólar é positivo para a importação.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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Exportações de carne bovina no Mato Grosso e Pará cresceram mais que em outros estados
Considerando a somatória da carne bovina in natura e industrializada exportada pelo Brasil em 2010, temos São Paulo como o maior exportador, com 42% dos embarques, seguido do Mato Grosso (com 14%) e Goiás, que exportou 11% do volume embarcado em 2010. Veja a figura 1. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Ainda analisando o volume exportado por cada estado, focando nos números absolutos, tivemos o maior crescimento nos embarques entre 2009 e 2010 no Mato Grosso (aumento de 33,6 mil tec nas exportações entre 2009 e 2010), seguido do Pará, onde as exportações cresceram 15,5 mil tec e Rio Grande do Sul, com alta de 14,26 mil tec nos embarques.
Mas em números proporcionais, os maiores crescimentos nas exportações registrados entre 2009 e 2010 foram em Santa Catarina (+75,26%), Pará (+65,56%), Paraná (+28,5%), Rondônia (+18%) e Mato Grosso (+17,8%).
São Paulo, o maior exportador, registrou recuo de 9,38% nas suas exportações, o correspondente a 68,3 mil tec a menos.
FONTE: SCOT CONSUTORIA
Ainda analisando o volume exportado por cada estado, focando nos números absolutos, tivemos o maior crescimento nos embarques entre 2009 e 2010 no Mato Grosso (aumento de 33,6 mil tec nas exportações entre 2009 e 2010), seguido do Pará, onde as exportações cresceram 15,5 mil tec e Rio Grande do Sul, com alta de 14,26 mil tec nos embarques.
Mas em números proporcionais, os maiores crescimentos nas exportações registrados entre 2009 e 2010 foram em Santa Catarina (+75,26%), Pará (+65,56%), Paraná (+28,5%), Rondônia (+18%) e Mato Grosso (+17,8%).
São Paulo, o maior exportador, registrou recuo de 9,38% nas suas exportações, o correspondente a 68,3 mil tec a menos.
FONTE: SCOT CONSUTORIA
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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Quem está comprando a carne brasileira?
Em 2010 o Brasil enviou ao exterior 951.255 toneladas de carne bovina in natura, responsáveis por uma receita de US$ 3,8 bilhões. Na comparação com o ano de 2009 a receita registrou uma alta de 27,74%, enquanto o volume foi 2,72% superior.
Mas quem comprou esta carne?
Gráfico 1. Principais compradores da carne bovina in natura brasileira

A Rússia continua sendo o principal comprador de carne bovina in natura, importando 248.909 toneladas em 2010, que gerou uma receita de US$ 1,023 bilhão aos exportadores brasileiros.
No ano passado o Irã apresentou um forte crescimento nas importações de carne bovina in natura do Brasil, se tornando o segundo mercado mais importante para os brasileiros. O pais comprou 191.181 toneladas (US$ 807,320 milhões)
No gráfico abaixo podemos notar que a partir de 2007 a UE diminuiu suas importações de carne bovina in natura do Brasil, em 2010 as negociações com o bloco europeu foram responsáveis por apenas 8,9% das vendas do Brasil ao exterior.
Apesar da redução no volume exportado, a UE ainda é um importante cliente para os exportadores brasileiros pelos altos preços que paga pelo produto nacional e é um mercado que deve ser mantido e aumentado. Segundo os dados do MDIC, em 2010 os europeus pagaram pela tonelada de carne bovina in natura brasileira US$ 7.779, enquanto o preço médio da carne enviada para a Rússia foi de US$ 3.592 e para o Irã de US$ 4.223.
Gráfico 2. Evolução da receita das exportações brasileiras de carne bovinain natura

FONTE: BEEFPOINT
Mas quem comprou esta carne?
Gráfico 1. Principais compradores da carne bovina in natura brasileira
A Rússia continua sendo o principal comprador de carne bovina in natura, importando 248.909 toneladas em 2010, que gerou uma receita de US$ 1,023 bilhão aos exportadores brasileiros.
No ano passado o Irã apresentou um forte crescimento nas importações de carne bovina in natura do Brasil, se tornando o segundo mercado mais importante para os brasileiros. O pais comprou 191.181 toneladas (US$ 807,320 milhões)
No gráfico abaixo podemos notar que a partir de 2007 a UE diminuiu suas importações de carne bovina in natura do Brasil, em 2010 as negociações com o bloco europeu foram responsáveis por apenas 8,9% das vendas do Brasil ao exterior.
Apesar da redução no volume exportado, a UE ainda é um importante cliente para os exportadores brasileiros pelos altos preços que paga pelo produto nacional e é um mercado que deve ser mantido e aumentado. Segundo os dados do MDIC, em 2010 os europeus pagaram pela tonelada de carne bovina in natura brasileira US$ 7.779, enquanto o preço médio da carne enviada para a Rússia foi de US$ 3.592 e para o Irã de US$ 4.223.
Gráfico 2. Evolução da receita das exportações brasileiras de carne bovinain natura
FONTE: BEEFPOINT
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Entrevista com Lygia Pimentel- BOI GORDO
FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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