quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Conheça e assista o vídeo da campanha de marketing do JBS

O JBS colocou em prática um processo de reestruturação de suas marcas que terá duração de cinco anos. Ao longo dos próximos 18 meses a companhia concentrará seu portfólio de produtos sob as duas principais bandeiras do grupo: Friboi e Swift.

Dentro dessa estratégia, está a inovação de colocar marca na carne in natura, produto que conta com poucas marcas atuantes. A partir de agora, as embalagens receberão uma nova identidade visual criada para Friboi.

A reestruturação conta com o maior plano de comunicação da história da cadeia da carne in natura nacional. A meta é fazer com que Friboi seja reconhecida como a principal marca de produtos alimentícios de carne. O plano de construção da marca leva ao consumidor os conceitos de garantia de origem e qualidade, além de reorganizar o mix de produtos e melhorar a presença nos pontos de venda.

Além disso, outros produtos serão agregados ao portfólio da Friboi. Serão mais de 500 itens à disposição do consumidor. Entre os produtos estão os supergelados (hambúrguer, quibes e almôndegas), industrializados (fiambres, salsichas e mortadelas) e os da categoria in natura. Pioneira no mercado da carne, a marca busca se associar a imagem de confiança e simplicidade.

A partir de pesquisas com consumidores por todo o Brasil, a marca, que também é reconhecida como a mais lembrada em todo o território brasileiro, segundo pesquisa da TNS, foi vinculada diretamente a atributos como confiança e tradição. Por isso, seu conceito passa a ser: "Friboi - Confiança é nossa história".

Para divulgar essas mudanças foi elaborado um projeto de comunicação integrada, contemplando arquitetura e posicionamento de marca, propaganda, trade marketing, ativação dos pontos de vendas e estratégia digital.

A primeira campanha publicitária da JBS ficará no ar entre 23 de outubro e 11 de dezembro. Um filme publicitário será veiculado nas cinco maiores emissoras de televisão, que terá suporte de peças nas principais revistas do país e também nos maiores portais de internet. A campanha de outubro a dezembro será apenas a primeira etapa de um planejamento que está previsto até março de 2011, dentro do cronograma previsto para os próximos cinco anos.

Assista o vídeo da campanha:




Fonte: assessoria de imprensa do JBS, adaptada pela Equipe BeefPoint.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Semana de pouca oferta e mercado firme para o boi gordo

O mercado do boi gordo seguiu pressionado para cima durante a semana passada, mas com forte resistência dos compradores em pagar mais pela arroba.

O volume de animais de confinamento, que compõem quase toda a escala dos frigoríficos em algumas regiões, tem diminuído.

Em Goiás, por exemplo, maior estado confinador do país, os preços subiram nas duas praças durante a semana.

Em São Paulo, segundo levantamento da Scot Consultoria, a referência se manteve em R$97,00/@, à vista, livre de funrural, com ofertas de compra a preços maiores.

Alguns frigoríficos ainda possuem animais negociados a termo ou de confinamentos próprios. Estes possuem escalas mais confortáveis e testam o mercado ofertando valores abaixo da referência.

Mesmo com a demanda ligeiramente enfraquecida durante a semana, o que é normal para o período, a pressão de alta continuou sobre os preços, sinal de que a oferta segue curta.

Nas praças do Norte e Nordeste, a entressafra segue forçando preços maiores para a arroba. Nestas regiões, o confinamento é menos expressivo.

A tendência é que no curto prazo a demanda por carne melhore e favoreça possíveis reajustes nos preços da arroba.
FONTE: SCOT CONSULTORIA

USDA: mercados mundiais e comércio de carnes - Previsões para 2012

Competição aumenta entre os principais exportadores de carne bovina em 2012:



(p) - Previsão

Índia substitui Estados Unidos como terceiro maior exportador

As exportações de carne bovina deverão aumentar em 5% em 2012 devido à forte demanda global, particularmente pelo Sudeste da Ásia, Oriente Médio e África do Norte. A Índia será responsável por quase metade do crescimento mundial em 2012 devido às maiores ofertas e às exportações com preços competitivos aos mercados emergentes. A expansão permite que o país passe os Estados Unidos e se torne o terceiro maior exportador do mundo.

Os Estados Unidos mantêm os ganhos obtidos desde 2003, último ano antes da detecção de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) no Estado de Washington, devendo alcançar níveis recordes de exportação. Apesar do enfraquecimento do dólar, um crescimento adicional nos Estados Unidos está limitado pela menor produção.

Rússia é o maior importador mundial de carne bovina

A Rússia, que agora inclui o comércio com a Bielorússia, deverá continuar sua nova posição como maior importador do mundo. Uma produção levemente menor deverá ser compensada parcialmente por um aumento nas importações. O volume dentro da cota sujeita a tarifas deverá se manter sem mudanças em 2012 e novamente um volume significante deverá ser importado além da cota.



(p) - Previsão



Nota: Os totais incluem somente os países que fazem parte do banco de dados oficial do USDA. Isto significa que os totais não incluem toda a produção, consumo e comércio mundial, mas sim, a soma dos dados dos países presentes no banco de dados do USDA, que representam os países mais importantes no mercado mundial de carnes. Para capturar esses países mais importantes, a lista muda periodicamente. (p) - Previsão

Previsões para o mercado de carne bovina e de vitelo em 2012

A produção mundial total deverá se manter virtualmente sem mudanças, apesar de outro ano de antecipadas ofertas globais estreitas com forte demanda. O declínio significante esperado na produção dos Estados Unidos será em grande parte compensado pelos ganhos da Índia, Brasil e Argentina, enquanto União Europeia (UE) e China permanecerão relativamente estagnados.

Produção dos Estados Unidos cairá

A produção pelo líder mundial, Estados Unidos, deverá cair em 5%, para 11,4 milhões de toneladas. As ofertas de gado disponível para abate serão significantemente mais estreitas devido aos rebanhos menores e aos declínios nas safras de bezerros ocorridos nos últimos anos. Além disso, as importações de gado bovino deverão cair, colocando mais pressão de baixa nas ofertas de gado. Os preços elevados dos alimentos animais e a seca no sudoeste do país manterão os pesos das carcaças relativamente estáveis, evitando qualquer compensação parcial pelos menores abates de bovinos.

Índia cresce devido à demanda de lácteos e de exportação

Como o maior consumidor de lácteos do mundo, o rebanho bovino da Índia continua sendo impulsionado pela demanda doméstica de lácteos. Os maiores rebanhos de bovinos e búfalos facilitaram os menores custos e a maior produção de lácteos, enquanto os fortes lucros têm facilitado a melhora nas práticas de manejo. A expansão da indústria de lácteos da Índia gera produção adicional de carne bovina, à medida que um aumento nos rebanhos aumenta o número de animais disponíveis para abate.

Além do ímpeto da indústria de lácteos, a forte demanda global por carne bovina a preços competitivos gera novos incentivos para os estabelecimentos de abate para recuperar o valor dos animais anteriormente subutilizados.

A forte demanda externa direciona a previsão de produção em 7% para cima, para 3,3 milhões de toneladas. O consumo marginalmente maior reflete somente o crescimento populacional, considerando que a preferência na Índia é por fontes protéicas vegetarianas ou à base de lácteos.

Produção brasileira maior devido à demanda doméstica

O suporte financeiro do Governo para a reconstrução de rebanhos, bem como as melhorias genéticas e de pastagens deverão gerar um aumento no rebanho bovino brasileiro, aumentando as ofertas de animais prontos para abate. Alguns processadores têm feito parcerias com produtores para aumentar a produção de animais confinados, permitindo que eles tenham número de bovinos terminados disponíveis durante todo o ano de forma a evitar quedas durante a estação de seca quando as pastagens são insuficientes, principalmente na região centro-oeste.

Esses fatores, combinados com pesos levemente maiores das carcaças, deverão aumentar a produção em 2%, para 9,2 milhões de toneladas. Apesar de os preços elevados terem retido as exportações, o aumento da classe média com mais poder de compra está direcionando a forte demanda doméstica.

Outros importantes produtores deverão ter ganhos devido à reconstrução de rebanhos

A produção de carne bovina da Argentina deverá se recuperar levemente, aumentando em 4%, para 2,5 milhões de toneladas. São esperados maiores abates por causa dos retornos lucrativos devido aos contínuos preços elevados do gado. As melhores condições encorajam os investimentos e a retenção. Os produtores se beneficiam de uma forte demanda doméstica e global.

A reconstrução do rebanho na Austrália começou em resposta às condições bem melhores das pastagens e de oferta de alimentos animais comparado com os últimos anos. Os maiores abates compensarão uma leve redução nos pesos das carcaças, gerando um aumento na produção de 2%, para 2,2 milhões de toneladas, que é destinada principalmente para exportação.

Depois de anos de contração, a indústria pecuária do Canadá poderá entrar em fase de reconstrução do rebanho. Os maiores estoques e um aumento na safra de bezerros, junto com menores exportações de animais vivos aos Estados Unidos, aumentarão a disponibilidade de gado para abate doméstico.

O Canadá continuará mantendo sua vantagem recentemente adquirida de custos dos alimentos animais em comparação com os Estados Unidos, apesar de a uma margem mais estreita. Com amplas ofertas de trigo e cevada de qualidade para alimentação animal, as exportações de bovinos vivos cairão à medida que os animais permanecerão no Canadá para engorda e abate. A produção deverá aumentar em 4%, para 1,2 milhão de toneladas.

Diferentemente do setor de suínos, a indústria de carne bovina da Coreia foi bastante poupada dos abates abundantes devido ao surto de febre aftosa registrado pelo país no ano anterior. Estoques de tamanho consideráveis nascidos em 2010, quando os produtores estavam expandindo, estão agora ficando prontos para abate. Os rebanhos recordes exercerão pressão de baixa nos preços, estimulando os abates de animais mais jovens. A produção deverá aumentar em 13%, para 295.000 toneladas.

Expansão do Paraguai impedida por causa de foco de febre aftosa em setembro

Com as queda nos preços, os pecuaristas do Paraguai esperam reter os abates de animais prontos o máximo possível, esperando pela recuperação dos preços no restabelecimento das exportações. Por causa do foco de febre aftosa, quase todas as plantas exportadoras foram fechadas, mas as plantas menores locais de abate continuaram suas operações normais. A produção no Paraguai aumentará levemente para 440.000 toneladas, permanecendo abaixo do nível dos últimos anos.

Comércio: maiores envios aos mercados emergentes; Índia captura ganhos significantes

A maior demanda global, particularmente dos mercados emergentes do Sudeste da Ásia, Oriente Médio e norte da África deverão aumentar as exportações mundiais em 5%, para 8,2 milhões de toneladas. Os envios aos mercados desenvolvidos, exceto para os Estados Unidos, ficarão bastante estagnados.

Importações

Estados Unidos lideram o aumento nas importações

O declínio na produção dos Estados Unidos pressionará as importações para cima, aumentando para 948.000 toneladas, apesar de permanecer abaixo dos níveis históricos. Um crescimento adicional é limitado por uma fraca recuperação econômica dos Estados Unidos, um fraco dólar, as escassas ofertas da Oceania e a forte demanda de importadores competidores.

Expansão no Oriente Médio e norte da África continuará

A demanda se manterá robusta na região, com as importações em todos os países reportados devendo aumentar.

O maior crescimento deverá ocorrer no Egito, à medida que o consumo de carne aumenta. As importações deverão ser 9% maiores, para 250.000 toneladas. As ofertas domésticas não deverão ser capazes de suprir a demanda, apesar das maiores importações de gado para abate. A lucratividade no setor de lácteos, o direcionador da indústria pecuária, estimulará a retenção de animais.

O Irã deverá ter um aumento de 4%, para 235.000 toneladas, à medida que o consumo permanece forte. O investimento iraniano em abatedouros brasileiros garante um contínuo e forte comércio bilateral.

As importações da Arábia Saudita, Argélia, Jordânia, Kuwait e Emirados Árabes Unidos, deverão ser de 4% a 9% maiores com base nas maiores populações e rendas, à medida que a produção é limitada.

Mercados emergentes do sudeste da Ásia lideram crescimento asiático

O Vietnã e a Malásia gerarão oportunidades para maiores importações, de 8% a 11%, respectivamente, devido à forte demanda, crescimento econômico, crescente classe média e crescentes rendas disponíveis.

Similarmente, Filipinas e Cingapura deverão ver aumentos nas importações, de 3% a 11%, respectivamente.

Entre os mercados desenvolvidos tradicionais da Ásia, somente Hong Kong e Coreia do Sul deverão aumentar as importações, em 8% e 2%, respectivamente.

O Japão deverá manter suas importações sem mudanças, em 725.000 toneladas, à medida que o consumo relativamente estável será suprido pela produção doméstica estável e pelo retorno à distribuição normal desde o terremoto em Miyagi em 2011.

UE e Rússia deverão ter pequenos aumentos

Um leve aumento nas importações da UE, para 375.000 toneladas, será limitado pelos elevados preços na América do Sul, restrições devido à rastreabilidade às ofertas brasileiras, taxas de câmbio e fraca demanda.

As importações da Rússia deverão ser 1% maiores, em 1,06 milhão de toneladas, com as maiores importações parcialmente compensando a menor produção. Os estoques de gado continuam caindo, à medida que a indústria de lácteos se reestrutura e um menor número de animais está disponível para abates, limitando a produção.

O volume dentro das cotas sujeitas a tarifas permanecerão sem mudanças em 2012 e uma quantidade significante deverá novamente ser importada acima da cota. Entretanto, as importações permanecem voláteis devido às barreiras sanitárias. A Rússia restringiu as importações de certos frigoríficos de carne bovina do Brasil em junho de 2011 e, embora significante em número, a restrição não enfraqueceu tanto a oferta quanto impactou na carne suína.

Apesar disso, as ofertas alternativas deverão de beneficiar das contínuas restrições. A Rússia e a Bielorrússia ainda deverão estabelecer planos para 2012, mas o acordo deverá ser muito parecido com o atual acordo (que permite que a Bielorrússia exporte 130.000 toneladas à Rússia) com forte potencial para aumentar o comércio bilateral visando manter a oferta estável. Entretanto, uma vez que os controles fronteiriços foram removidos em julho de 2011, o comércio poderá ser provavelmente mais difícil de ser regulado e tabulado.

Exportações

Índia solidifica sua posição como fornecedor com preço competitivo

As exportações da Índia deverão aumentar em 16%, para 1,28 milhão de toneladas. A rápida expansão continuará devido à posição competitiva como um fornecedor de carne bovina (búfalo) de baixo custo. Outros fatores que impactarão positivamente é a capacidade de colocação no mercado, particularmente no norte da África e Oriente Médio. A carne é produzida a partir de abates seguindo os padrões halal e a pouca quantidade de gordura da carne de búfalo tem várias características positivas buscadas pelos processadores.

Amplas ofertas e uma demanda doméstica relativamente fraca resultam em maior produção sendo exportada, apesar do acesso limitado ao mercado comparado com outros importantes fornecedores. A Índia mantém importantes classificações junto à Organização Mundial para Saúde Animal (OIE): "risco insignificante" para Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) e "livre" para peste bovina e pleuro-pneumonia contagiosa bovina.

Entretanto, seu status de febre aftosa apresenta problemas para os ganhos de acessos adicionais a mercados. Apesar de a doença ser controlada através de programas de vacinação, a Índia não mantém um status de classificação de febre aftosa junto à OIE.

Exportações australianas e brasileiras crescerão de forma limitada

As exportações da Austrália aumentarão para níveis quase recordes (1,38 milhão de toneladas) baseado em maiores ofertas. Entretanto, um dólar australiano relativamente forte, uma demanda doméstica robusta e quedas nos pesos das carcaças limitarão uma expansão adicional.

A valorização do dólar australiano em 2011 tem diminuído os envios aos Estados Unidos e, de certa forma, tornado a Austrália menos competitiva em outros mercados como o Japão, impulsionando, assim, mais envios a mercados não tradicionais, como a Rússia.

A recuperação nas exportações do Brasil é baseada em uma maior produção e uma recuperação dos importantes mercados da Rússia, Oriente Médio e Hong Kong. Existe pouca expectativa de que os envios à União Europeia (UE) se recuperarão, à medida que as preocupações econômicas limitam a demanda e as ofertas que cumprem com o programa de rastreabilidade da UE são limitadas.

A recuperação dos envios aos Estados Unidos também é antecipada devido à resolução do resíduo de ivermectina. As exportações brasileiras deverão aumentar em 4%, para 1,38 milhão de toneladas.

Exportações dos Estados Unidos permanecerão constantes apesar da oferta estreita

Apesar da produção significantemente reduzida, os Estados Unidos deverão manter as exportações que alcançarão 1,25 milhão de toneladas, uma participação histórica de 11% da produção. A contínua forte demanda por importantes mercados, como Canadá, México e Ásia sustentarão os envios.

As exportações do Canadá e da Argentina aumentarão devido ao crescimento da produção

As exportações do Canadá deverão aumentar 8%, para 450.000 toneladas, baseado em mais ofertas e forte demanda global.

Apesar de a Argentina estar limitada pelas restrições do Governo e pelos preços domésticos da carne bovina, a maior produção deverá sustentar as exportações, que deverão alcançar 300.000 toneladas.

Consequentemente, a indústria tem focado nos envios de cortes de maior valor para mercados premium, como a UE (dentro e fora da cota Hilton), bem como Rússia e Israel.

Fonte: USDA, traduzido a adaptado pela Equipe BeefPoint.

Ministério e BNDES firmam parceria de olho no longo prazo

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério da Agricultura firmaram um acordo para desenvolver estudos conjuntos de uma política agrícola de longo prazo. O objetivo é "construir" indicadores estatísticos de confiança e uma amplo banco de dados econométricos para o planejamento da produção agropecuária.

Esse será o embrião do redesenho planejado pelo governo para as diretrizes de uma nova política agrícola. O acordo do banco estatal com o governo, acertado na semana passada, prevê foco inicial nos dados de produção da cadeia produtiva da cana-de-açúcar e da pecuária, dois segmentos que têm gerado forte insegurança ao controle da inflação e ao abastecimento interno. O BNDES deve, inclusive, bancar a contratação de uma consultoria para "esquadrinhar" esses segmentos. O Ministério da Fazenda e o Banco do Brasil também vão participar desse esforço.

A proposta foi costurada pelo ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho. Os detalhes foram acertados pessoalmente por Coutinho e sua equipe na segunda-feira passada.

A forte oscilação nos preços do etanol e a marcada sazonalidade na oferta de carne de gado levaram o governo a reforçar sua prioridade aos dados nesses dois segmentos. As cotações do etanol, mesmo no auge da safra de cana, continuam a pressionar os índices de inflação. E os preços do boi gordo, sustentados pela entressafra e questões climáticas adversas, mantêm a pressão sobre o bolso do consumidor.

De olho nessa curva, haverá um amplo levantamento de dados históricos e a contratação de novos estudos para tornar as projeções de produção, as análises prospectivas e as estatísticas oficiais "mais confiáveis e refinadas". As avaliações devem incluir informações mais precisas sobre projeções de renda e rentabilidade da produção. Isso ocorrerá nas cadeias da cana e da pecuária, mas deve ser estendido a outros segmentos com forte peso nos índices de inflação, sobretudo alimentos básicos.

Em linha com a política oficial de conferir estabilidade e garantia de oferta de cana e boi gordo no mercado interno, o acordo buscará definir níveis seguros de produção para atender à demanda, interna e externa. O trabalho detalhará as necessidades de financiamento e dimensionará o tamanho da participação do governo nessas operações de crédito.

A cooperação estatal prevê a realização de estudos e exercícios sobre fluxo de produção, estoques, demanda futura (interna e externa), projeção de cenários, exportação, comercialização, geração de renda, endividamento setorial e estimativas de preços futuros com base em critérios e fundamentos do mercado internacional.

O trabalho deve desembocar na sugestão de ações cíclicas para potencializar a bonança derivada de cenários favoráveis de preço e produção, mas também conterá eventuais políticas anticíclicas para momentos emergenciais. O governo tem esboçado uma nova política agrícola baseada na ampliação da oferta de seguro rural, proteção de preços em mercados futuros ("hedge") e linhas de crédito específica e adaptada a cada segmento da agropecuária.

FONTE: Valor

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Confira a entrevista com Caio Junqueira - Cross Investimentos sobre o mercado do Boi Gord

Boi gordo: cotações à futuro avançam na BM&F frente a estabilidade do físico. Semana começa com possibilidade de enxugamento da oferta para abastecer os estoques do varejo. Expectativa é de fim da entressafra já em novembro para impulsionar melhora dos preços.



FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS

Fiscais Agropecuários garantem a qualidade dos alimentos


Na semana em que se comemora o dia do funcionário público, em 28 de outubro, conheça melhor o trabalho dos servidores do Mapa


Engenheiros agrônomos, farmacêuticos, químicos, médicos veterinários e zootecnistas formam o quadro de mais de 3,3 mil Fiscais Federais Agropecuários (FFAs) que atuam no Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) em todo o país. Esses servidores estão presentes desde o campo até as linhas de produção das agroindústrias, aeroportos e laboratórios agropecuários, acompanhando de perto a qualidade dos alimentos.

Para garantir a segurança alimentar, o trabalho dos fiscais tem como base a prevenção, controle e eliminação de pragas em lavouras e de doenças nos animais. Além disso, também os fiscais são os responsáveis pela fiscalização de organismos transgênicos, produtos orgânicos, indicação geográfica, cooperativismo rural, garantia à proteção de cultivares; inspeção de sementes e mudas, além da regulamentação de agrotóxicos e insumos agropecuários.

Servidor público há 26 anos, o engenheiro agrônomo Fábio Florêncio Fernandes, trabalha na sede do Mapa, em Brasília. O mineiro é atualmente coordenador de Qualidade Vegetal do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov) e explica a importância desse trabalho. “Um fiscal formado em Agronomia se especializa para classificar alimentos de origem vegetal. Muitos fazem coleta nas indústrias e verificam se os produtos obedecem aos padrões estabelecidos na legislação. Em Brasília, elaboramos normas buscando atender às exigências do consumidor e do mercado internacional”. No curso de classificadores de café, por exemplo, um candidato chega a degustar 1,2 mil xícaras de vários tipos e qualidades do produto antes de se formar.

Os fiscais federais estão presentes em abatedouros, frigoríficos indústrias de pescado, laticínios e entrepostos de ovos e mel, em empresas de classificação e padronização animal e vegetal; em entrepostos de processamento de frutas; empresas produtoras de semente e mudas; de embriões e sêmen; nos laboratórios de diagnóstico sanitário e fitossanitário; nas distribuidoras de insumos agropecuários; e no credenciamento de campos de produção.

Ênio Marques Pereira, é médico veterinário e ingressou no Mapa em 1971. O diretor de Programas da Secretaria de Defesa Agropecuária considera o Brasil uma das maiores potências mundiais na produção de alimentos. “Na década de 1970, faltava comida no Brasil. Fui transferido de São Paulo para Brasília como gestor de um programa que estimulou a criação de indústrias frigoríficas. Houve a ocupação do Centro-Oeste e o governo criou diversas linhas de financiamento para o setor. Foi um sucesso”, lembra.

Na avaliação de Ênio Pereira, o desafio da geração atual de fiscais federais agropecuários é tornar o mercado nacional ainda mais competitivo. “Cada um precisa fazer a sua parte. As indústrias devem praticar o autocontrole no processo produtivo, o governo intensificar a fiscalização e o consumidor continuar exigindo alimentos com mais qualidade”, conclui.

Fundamentos "altistas" para preço do boi gordo

Por Fernando Lopes | De São Paulo - Relativamente estáveis no mercado paulista na semana passada, os preços da arroba do boi gordo tendem a continuar sustentados e têm boas chances de subir em novembro, segundo análises divulgadas na última sexta-feira.

O indicador Esalq/BM&FBovespa encerrou a semana passada a R$ 99,66, mesmo patamar verificado desde o início do mês mas, ainda assim, já depois de uma sequência de três leves valorizações.

Conforme o Cepea/Esalq, a oferta de animais está um pouco abaixo da demanda dos frigoríficos, e "muitos pecuaristas acreditam em aumentos para novembro".

Já a consultoria Safras & Mercado afirma que no momento a oferta é suficiente para atender à demanda, e que nas próximas semanas a tendência dependerá do vigor da reação da demanda doméstica, que tem sido fraca, e do ritmo das exportações, que ganharam fôlego com a valorização do dólar em relação ao real.

Uma fonte de um grande frigorífico confirma que as exportações ficaram mais aceleradas nas últimas semanas por causa do câmbio e prevê um reaquecimento interno mais contundente, uma vez que já começam os preparativos para o fim do ano, quando o consumo aumenta. Hoje, diz a Safras & Mercado, o atacado opera com lentidão.

FONTE: WWW.ITAMARATY.GOV.BR

COTAÇÕES


Carne Pampa

PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 24/10/2011
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 21/10/2011 - PRAÇA RS


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MACHOSPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 6,10R$ 5,94
KG VivoR$ 3,05R$ 2,97
FÊMEASPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 5,74R$ 5,62
KG VivoR$ 2,73R$ 2,67
** Programa - Indicador Esalq/Cepea MaxP L(6)
*** H & B - Indicador Esalq/Cepea Prz L(4)
PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA
FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD

COTAÇÕES


FONTE: CORREIO DO POVO

Remate da Paineiras fatura R$ 730,05 mil

O 54 Remate Paineiras comercializou ontem (23), em Uruguaiana, 199 animais das raças Angus e Brangus pela cifra de R$ 730,05 mil. A redução de oferta da tradicional genética das cabanhas Paineiras, Basca e Reconquista Agropecuária foi o principal fator para que a venda ficasse abaixo do ano passado. Em 2010, com a negociação de 402 exemplares, a receita chegou a R$ 1,04 milhão. Contudo, o resultado deste ano foi considerado satisfatório, já que, em algumas categorias, as médias ultrapassaram as de 2010. Proprietária da Basca, a pecuarista Mariana Tellechea acrescentou ao recuo de animais em pista o argumento de que o remate espelhou o comportamento dos investidores que participaram do leilão. "A oferta foi diferenciada entre as melhores."

O remate foi marcado por vendas pulverizadas entre compradores dos estados do Rio Grande do Sul, do Paraná, do Rio de Janeiro e da região Centro-Oeste do país. O exemplar mais valorizado da tarde na Fronteira-Oeste foi o touro de 2 anos Red Brangus, lote 92, Basco Lapacho 9008. O exemplar foi vendido por R$ 14,5 mil, por telefone, para Maira Visintainer, da Fazenda da Figueira, de Santiago, também no Rio Grande do Sul. Na raça Brangus, os reprodutores saíram pela média de R$ 5.203,13.

Entre os Angus, o exemplar mais caro foi o Paineiras Brigadier Lamborguine 1525, vendido por R$ 13,5 mil para a Agropecuária Salso, de Uruguaiana. Antigo cliente do remate, Vitélio Zago disse que o touro será usado para repasse em seu plantel. "Busco esses reprodutores porque são adaptados à nossa região", explicou o investidor.

A média dos touros Angus PO foi de R$ 5.928,95. Segundo Marcelo Tellechea Cairoli, da Reconquista Agropecuária, a expectativa era de que os preços fossem similares devido ao resultado muito parelho obtido na produção dos touros. Segundo o leiloeiro Fábio Crespo, o destaque do remate foram as fêmeas Angus e Brangus. Bem apresentadas, elas despertaram forte procura.

- 16 touros Brangus:
R$ 5.203,13

- 35 ventres Brangus:
R$ 2.665,71

- 35 ventres Angus PO:
R$ 3.360,00

- 52 ventre Angus PC:
R$ 2.102,88

- 08 terneiras Angus PO:
R$ 3.787,50

- 38 touros Angus PO:
R$ 5.928,95

- 15 touros Angus PC:
R$ 4.730,00

Livramento bate recorde de venda

A 73 Exposição Feira de Livramento encerra hoje (24) com a realização do remate de ventres e vaquilhonas. Até ontem à noite, a exposição movimentou quase R$ 3 milhões, resultado que ganha em importância à medida em que a oferta de animais desta edição caiu em comparação ao ano passado.

O presidente da Associação e Sindicato Rural de Livramento, César Maciel, atribuiu o recorde de R$ 2,96 milhões aos preços médios. "Esse valor traduz a dedicação de décadas dos criadores e é um prêmio à genética ofertada pelas tradicionais cabanhas santanenses."

Os negócios foram puxados por remates com o Touros da Fronteira, ocorrido na noite de sexta-feira, o de maior movimentação financeira da feira deste ano. Investidores interessados nas raças Angus e Brangus garantiram a comercialização totalizou R$ 925 mil.

As médias foram as seguintes: touros Angus de 2 anos, R$ 7.311,00; touros Angus de 3 anos, R$ 6.981,00; touros Brangus de 2 anos, R$ 6.128,00; touros Brangus de 3 anos, R$ 6.415,00. Nas fêmeas, as vacas Brangus prenhas saíram por R$ 2.348,00 e ventres Angus prenhas, por R$ 2.268,00.

Aurora fatura R$ 825,6 mil

O remate Nova Aurora e Sossego, realizado na sexta-feira, em Uruguaiana, movimentou R$ 825,6 mil com a venda de 254 bovinos e oito equinos. Os exemplares Braford asseguraram faturamento de R$ 777,6 mil. Já a comercialização de cavalos Crioulos foi de R$ 48 mil. A oferta do leilão era de 100 touros, 250 ventres e 15 cavalos.

Fêmeas em alta no leilão Guatambu

Pista ágil, liquidez e casa cheia garantiram ao 39 Remate Guatambu, Alvorada e Caty o crescimento de receita de 11,35%, sábado, em Dom Pedrito. Com venda total dos 301 exemplares das raças Hereford e Braford, as propriedades garantiram o faturamento de R$ 1.450.567,00. Na edição passada, a venda de 352 exemplares movimentou R$ 1.302.700,00. Em pista, as 168 fêmeas roubaram a cena com média geral de R$ 2.620,98. As Hereford registraram crescimento de 66% no preço médio e as Braford superaram em 39,8% o resultado anterior (box). "O resultado foi uma surpresa. Mas isso (a busca por fêmeas) demonstra que os pecuaristas estão investindo em crias e querem boas matrizes", destacou o proprietário da Guatambu, o pecuarista Valter José Pötter.

Dentre os touros, outra surpresa: o exemplar mais valorizado da tarde ser um Hereford já que nos remates desta primavera a tônica tem sido o domínio do Braford. Depois da disputa de lances, o reprodutor de tatuagem I808, do lote 22, saiu por R$ 21 mil. Foi comprado pela parceria entre a Fazenda Santa Tereza, de Camaquã, e a Agropecuária Xiriscal, de Dom Pedrito. Os criadores usarão o exemplar na continuidade ao trabalho de melhoramento genético dos seus rebanhos. Pötter avalia que não houve mudança de comportamento dos compradores, mas um fato localizado, em que os criadores fizeram a escolha e queriam muito o reprodutor. "Coisas de remate", sintetizou. O valor ajudou a puxar a média dos 58 touros Polled Hereford, de R$ 6.405,00. Mas a maior média ficou mesmo entre os 75 Braford: R$ 8.470,00.

As médias

- Fêmeas Hereford
R$ 2.728,12

- Fêmeas Braford
R$ 2.571,00

- Touros Braford
R$ 8.470,00

- Touros Polled Hereford
R$ 6.405,00

Fonte: Knorr Remates

Pista Limpa em São Gabriel

O 2 Leilão Genética Reunida, das cabanhas Pitangueira, Irapuã e Luz de São João, teve pista limpa na sexta-feira, em São Gabriel. Com a venda de 76 exemplares Braford e Hereford, além de nove prenhezes, o faturamento chegou a R$ 277,3 mil. Os touros Braford obtiveram média de R$ 6.250, enquanto as fêmeas da raça, R$ 2.600.

Grupo JBS se rende ao mundo do marketing

Fonte: O Estado de S.Paulo

- "Grava esse ’trem’ para mim, Marcio? Eu vou estar viajando no domingo."

- "Mas você vai ver antes. Você e o Wesley (Batista, presidente do grupo) vão ter que aprovar o comercial na quinta."

O diálogo acima foi travado entre o presidente da divisão de carnes do JBS, o mineiro Renato Costa, e o diretor de marketing do frigorífico, Marcio Gonzalez, na tarde da última terça-feira. Eles se referiam ao comercial que foi ao ar ontem, no intervalo do Fantástico, criado pela agência Fischer. Pela primeira vez, em quase 60 anos de história, o maior produtor de carnes do mundo está fazendo uma campanha de marketing.

O executivo, habituado à operação menos complexa dos abatedouros, vai ter de se familiarizar com a rotina típica das grandes empresas de bens de consumo. A campanha não é uma ação isolada. O JBS quer deixar de ser conhecido apenas como um frigorífico para se tornar uma empresa de marca.

"Com o tamanho que a empresa tomou, ficou clara a necessidade de construir marcas de valor agregado", diz Renato Costa. Em outras palavras, o grupo quer aumentar a rentabilidade. Vender um quilo de hambúrguer dá muito mais dinheiro do que o mesmo quilo de carne in natura. Hoje, um produto de "valor agregado" da companhia traz uma margem de lucro de duas a quatro vezes maior do que um sem marca.

A primeira fase da campanha vai reforçar o nome Friboi, que está na origem do frigorífico. Num segundo momento, a partir de 2012, o JBS vai colocar a marca Swift na praça. De um portfólio de 52 marcas, sobrarão apenas essas duas. Com isso, Bertin, por exemplo, deixa de existir. A grande maioria era de nomes desconhecidos, que vieram junto com as aquisições em série feitas pelo grupo nos últimos dez anos.

A Friboi será a marca popular, com preços 10% inferiores aos da Swift, que concorrerá com Sadia e Perdigão em categorias como hambúrgueres, linguiças, almôndegas e pratos prontos congelados. No ano que vem, a marca também virá estampada numa linha mais elaborada de carnes in natura já temperadas ou embaladas em porções.

Adquirida em 2007, a Swift é forte nos Estados Unidos, Argentina e Austrália, mas no Brasil ainda é muito associada a carnes enlatadas e salsichas. "Em compensação, descobrimos que a marca não tinha rejeição. Ou seja, temos um campo aberto para explorar", diz Gonzalez, que chegou ao grupo em janeiro deste ano para chefiar o departamento de marketing e conduzir a mudança de imagem.

Desafio. A tarefa de Gonzalez é árdua. Até a sua chegada, o JBS sequer tinha um departamento de marketing estruturado na divisão de carnes - de longe, o principal negócio do grupo de R$ 55 bilhões de receita. Além de consumir muito dinheiro, exige uma mudança cultural.

Na visão de um ex-executivo do frigorífico, é um processo que vai levar tempo, porque, segundo ele, o JBS sempre operou com uma filosofia de baixo custo, com fábricas independentes e com um produto que ’sai da bica’ (de produção rápida). "Não adianta fazer campanha na TV se não tiver padrão e diferenciação", diz ele.

Pelas estimativas do mercado publicitário, a campanha de estreia do JBS vai custar entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões. A verba de marketing para o próximo ano, que inclui filmes publicitários e ações em ponto de venda, deve variar de R$ 120 milhões e R$ 150 milhões, segundo o Estado apurou.

A cifra é mais modesta que a do mercado. Para ter uma ideia, a verba anual de marketing da BRF, dona de marcas consolidadas como Sadia e Perdigão, é superior a R$ 600 milhões. Na Hypermarcas, a maior empresa de bens de consumo do País, esse número é de cerca de R$ 500 milhões por ano.

A expectativa de retorno do investimento, porém, é alta. O grupo espera triplicar as vendas de produtos com marca já no próximo ano, passando de um negócio de R$ 2 bilhões para R$ 6 bilhões ao ano.

Catanduva promove maior venda de Rústicos Angus PO do Brasil

A Cabanha Catanduva promove em 28 de outubro, na pista J do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, o seu remate de Angus PO rústicos. Serão ofertados 50 touros e 80 fêmeas, entre vacas e novilhas. O leilão, que também contará com a participação de lotes das cabanhas da Maya e Coronado, ocorre a partir das 12 horas. Terá como inovação a oferta de crédito do Banrisul para aquisições de animais com juros de 6,75% ao ano, um ano de carência e prazo para pagamento de 36 meses.

Trata-se do evento de vendas que oferece a maior oferta brasileira de touros e fêmeas angus PO rústicos. O que na prática representa a possibilidade da aquisição de uma genética mais apurada para agregar valor ao rebanho comercial. “São animais rústicos com a mesma genética campeã nas pistas”, ressalta o proprietário da Catanduva, Fábio Gomes.

Serão ofertados filhos e netos de reprodutores consagrados da Catanduva nas pistas das principais provas da raça angus como Nostradamus, Inquisidor e Gramático. Gomes destaca os resultados dos reprodutores da Cabanha e de seus filhos no que diz respeito a ganho de peso e precocidade. No início deste mês, o touro Catanduva Urbano, tatuagem 1640, filho de Catanduva Alano e neto de Gramático (pai e mãe Catanduva), apresentou melhor desempenho entre 35 reprodutores enviados pelos principais criatórios brasileiros para o Centro de Performance da Central de Inseminação CRV Lagoa, localizado em Sertãozinho. O seu ganho médio de peso foi 1,610 quilos por dia e o seu índice final ficou um ponto acima do segundo colocado.

A oferta inclui o trio campeão rústico da exposição de Cachoeira do Sul deste ano, irmãos de Catanduva Urbano, Catanduva Sarcozy, campeão sênior da Fenasul e da exposição de Cachoeira do Sul, além de várias fêmeas importadas da Argentina.

"Adquirir um produto Catanduva implica a certeza de um reprodutor ou ventre precoce, rústico, muito fértil, com seleção pela pelagem curta e adaptado ao meio ambiente onde vai produzir", afirma Gomes. Essas qualidades presentes na genética desses animais rústicos foram provadas ao longo dos anos nas pistas. Em 2011, as fêmeas que mais se destacaram nas grandes exposições do País são filhas de vacas Catanduva, como a grande campeã de Esteio deste ano, filha da vaca Catanduva Impala, irmã inteira de Gramático e a primeira vaca clonada no mundo.

A venda será realizada em 24 parcelas. O frete será livre até o sindicato do município comprador no RS e para cargas completas de no mínimo 15 exemplares para fora do Estado. O remate será conduzido pelo leiloeiro Guilherme Minsen e terá como escritório o Tellechea e Bastos.


Fonte: Moglia Comunicação
(51) 3029-3249
thaiszanchettin@moglia.com.br

Remate Reculuta e São Bento, chancelado pela ABHB, fatura R$ 382 mil


Ocorreu nessa quarta-feira (19) em Santana do Livramento (RS), o Remate Reculuta e São Bento, onde foram comercializados 90 animais com a liquidez de R$ 382 mil. O preço top do remate foi para o Braford de 02 anos, tatuagem J116, macho pertencente ao Trio Reservado de Grande Campeão da Expointer 2011, da Estância São Bento. Por este exemplar foi pago o valor de R$ 13.500 mil e o comprador foi o criador santanense, Luis Alberto Serralta Acauan.

As médias para a raça Hereford ficaram em R$ 9 mil para o touros de 03 anos e R$ 7 mil para os de 02 anos. Nas fêmeas Hereford, as vaquilhonas fizeram média de R$ 1,4 mil, as vacas R$ 2,6 mil e as novilhas R$ 2 mil. Para o Braford, a média dos touros de 02 anos foi de R$ 8.416 mil. O remate teve como grande investidor Claudio Wetternick, proprietário da Cabanha São Pedro, de Santana do Livramento.

Ainda durante a Exposição de Primavera de Santana do Livramento, acontece nesta quarta-feira (20) a 9ª edição do Remate Carcávio, Santo Antônio e Pedra Grande. No site da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) – www.abhb.com.br, estão listados os demais remates com o selo de chancela da entidade.

Foto: Daniel Badra/Especial CP


Fonte: Ascom ABHB
ascom.hereford@braford.com.br

Remates Chancelados Hereford e Braford na fronteira faturam R$ 1,44 milhão

Aconteceu na quinta-feira (20), em Santana do Livramento (RS), o Remate Carcávio, Santo Antônio e Pedra Grande, onde foram vendidos 52 animais, sendo 36 touros e 16 fêmeas Braford, o faturamento do remate foi de R$ 306.450 mil. A media dos machos foi de R$ 7.512 mil e para as fêmeas a média foi de R$ 2.250 mil.

O exemplar mais valorizado, foi o touro Braford de 02 anos, tatuagem 1094 da Carcávio, que foi comprado por R$ 16.500 mil pela criadora de Santana do Livramento, Marise Souza.

Repetindo o sucesso de 2010, este ano os 03 remates da fronteira, Bela Vista e Convidados, Reculuta e São Bento e Carcávio, Pedra Grande e Santo Antônio, faturaram juntos R$ 1.445.950 milhão com a venda de 233 animais das raças Hereford e Braford, destacando a venda do reprodutor mais valorizado da temporada, o Braford Chefão (tat 1718) da Bela Vista, vendido em 50% por R$ 42 mil. O Chefão foi o Melhor Rústico Braford da Expointer 2011.

Esta semana ainda acontecem 03 remates chancelados pela Associação Brasileira de Hereford e Braford, nesta sexta-feira (21) acontecem o 2º Leilão Genética Reunida em São Gabriel (RS), o Remate Aurora e Sossego, em Uruguaiana (RS) e neste sábado (22) em Dom Pedrito acontecerá o 39º Remate Guatambu, Alvorada e Caty. Acompanhe no site da ABHB (www.abhb.com.br) na seção de eventos os demais remates chancelados de Hereford e Braford da primavera 2011.

Foto: Elder Amaro Filho


Fonte: Ascom ABHB
(53) 3242-1332
ascom.hereford@braford.com.br

MS - Pecuaristas deverão declarar etapa de imunização contra aftosa de novembro pela internet

Na próxima etapa de imunização de bovídeos contra febre aftosa em Mato Grosso do Sul o pecuarista vai adotar uma nova ferramenta para declarar a vacinação: a internet. A mudança faz parte do processo de evolução e modernização da defesa sanitária estadual que vem sendo implantado há três anos em Mato Grosso do Sul. "Trabalhando por uma pecuária moderna e em desenvolvimento, gradativamente estamos adotando ferramentas de gestão que nos permitem um maior controle e segurança, além de agilizar processos, proporcionando ainda mais comodidade aos proprietários rurais", destaca a diretora presidente da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal (Iagro), Maria Cristina Carrijo.

CALENDÁRIO

REGIÃO DO PLANALTO: 01 a 30 de novembro - vacinação de todo o rebanho bovino e bubalino, independente da idade

REGIÃO DA ZONA DE FRONTEIRA (antiga ZAV): 01 a 30 de novembro - vacinação de todo o rebanho bovino e bubalino, independente da idade

REGIÃO DO PANTANAL (optantes etapa novembro): 01 de novembro a 15 de dezembro - vacinação de todo o rebanho bovino e bubalino, independente da idade

Em todas as regiões o produtor tem ainda o prazo de 15 dias após o término da campanha para realizar a declaração e entregar dos documentos em qualquer escritório da Iagro.

DECLARAÇÃO PLANALTO E FRONTEIRA

Os pecuaristas das Regiões do Planalto e Fronteira iniciam nesta etapa a declaração da vacinação pela internet, e já não precisam mais se dirigir aos escritórios da Iagro para realizar o mesmo procedimento, como era de costume.

Confira o passo-a-passo para realizar o novo procedimento: 1. Igualmente aos demais, o produtor deve adquirir junto a uma revenda credenciada pela Iagro as doses da vacina contra febre aftosa adotando os seguintes cuidados: para cada estabelecimento rural o produtor deverá ter preenchida uma CT-13 e para cada espécie a ser vacinada-declarada [bovino/bubalino] o produtor deverá ter preenchida uma CT-13; 2. Após executar a vacinação em todo rebanho o produtor deverá acessar o site da Iagro - www.iagro.ms.gov.br - para registrar a vacinação do rebanho (atenção: o produtor que ainda não possuí senha deverá dirigir-se a um escritório da Iagro munido de documentos pessoais para retirada da mesma); 3. Após preencher o formulário de registro da vacinação, o produtor deverá imprimí-lo, assinar e entregar em qualquer escritório da Iagro, juntamente com as CT-13.

A Iagro alerta para a necessidade da entrega da CT-13 dentro do prazo estabelecido (calendário de vacinação) para que o produtor possa realizar normalmente suas movimentações.

DECLARAÇÃO PANTANAL

Já no Pantanal, em continuidade aos trabalhos de harmonização de cadastro de rebanhos entre a Iagro e a Secretaria de Fazenda (Sefaz) - iniciado na etapa de maio - após a efetiva vacinação dos animais (optantes pela etapa de novembro), os produtores devem preencher a Declaração de Estoque Efetivo de Animais Bovinos e Bubalinos nos termos do Decreto n° 13.150, de 14 de Abril de 2011.

Confira o passo-a-passo para realizar o procedimento: 1. O produtor deve se deslocar a uma revenda credenciada pela Iagro para compra da vacina contra febre aftosa adotando os cuidados já mencionados anteriormente; 2. Após executar a vacinação o produtor deverá acessar o site da Secretaria de Fazenda - www.sefaz.ms.gov.br - para registrar a vacinação do rebanho efetivo/atual e realizar a declaração do estoque. Após preencher o formulário de declaração do estoque o produtor deverá imprimí-lo, assinar e reconhecer firma; 3. O produtor deverá entregar o formulário de declaração do estoque devidamente assinado e reconhecido firma, na Agencia Fazendária (Agenfa) de seu município onde o mesmo será protocolado devendo o produtor receber uma guia de registro; 4. Os documentos protocolados serão micro-filmados/digitalizados; 5. Atenção - após o período concedido à entrega das declarações, a Iagro vai realizar o registro de movimentação de animais bovinos e bubalinos na ficha sanitária ou emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA) somente para o produtor rural que tenha entregue o documento, exceto quando se tratar de animais gordos para abate; 6. O produtor deverá informar sempre que necessário - através de protocolo e documentos comprobatórios - as mortes e os nascimentos de animais, as entradas de animais provindos de outras unidades da federação entre outras ocorrências que implicarem na alteração quantitativa dos rebanhos, exceto as entradas e saídas de animais acobertadas por GTAs emitidas regularmente nas unidades locais da Iagro.

Maiores informações pelos telefones 67 3901-2717 (Iagro), 3318-3600 (Sefaz) ou 0800-6476713 (Disk Ajuda).


Fonte: Assessoria de Imprensa Seprotur
(67) 3318-5053
ascom@seprotur.ms.gov.br

sábado, 22 de outubro de 2011

CONFINADOR ESPERA BOM FIM DE ANO PARA PREÇO E OFERTA DE BOI GORDO

SAFRAS (21) - Neste último trimestre começam a ser apuradas quais as
expectativas dos produtores quanto ao possível panorama neste restante de 2011
quanto ao preço da arroba e a oferta de animais acabados e prontos para o
abate.
O pecuarista e associado da Assocon (Associação Nacional dos
Confinadores) Pérsio Ailton Tosi, da Marca 7 Pecuária e Fazenda Mônica
Cristina, em Ribas do Rio Pardo (MS), diz que sua expectativa é o da arroba do
boi se manter estável no patamar de preço atual de R$ 95 por arroba à vista.
Segundo ele, se houver alguma ligeira alteração no preço, esta não deve
ultrapassar a faixa dos R$ 97 ou R$ 98 a arroba à vista. "É mais provável
ficar como está, porque salvo exceção, frigoríficos tendem a não repassar
algum valor adicional".
Pérsio Tosi tem a capacidade física na fazenda para confinar até dois
mil bovinos de corte, mas prefere operar na maioria das vezes mantendo metade do
limite, tem trabalhado na média com 1000 cabeças de gado em confinamento.
"Prefiro fazer o próprio custeio ao invés de tomar empréstimo e depois ter
que pagar juro e reduzir a minha rentabilidade".
"Somado às outras ações como a boa logística e boa estrutura
operacional na fazenda e o equilíbrio de saber o momento certo para comprar bem
e depois vender bem, o resultado na atividade deste ano é considerado
satisfatório", revela.
O confinador admite que mesmo com as oscilações de preços de insumos e
dos preços da arroba ao longo do ano, a pecuária intensiva se manteve atrativa
e auxiliada por vantagens indiretas como a economia de sal mineral a pasto, a
economia no uso de vacinas, das pastagens e a sobra do pasto para as categorias
mais jovens para a recria.
"As áreas de pastagens estão começando a rebrotar agora com o início
das chuvas, então a oferta de gado a pasto, pelo menos aqui na minha região,
será possível só a partir de dezembro", revela o pecuarista.
Para o confinador e também membro participante da Assocon, Abel
Leopoldino, Fazenda Califórnia, em Água Boa (MT), o período da entressafra do
boi deste ano chegou a ter alguns percalços em função do alto preço de
grãos, o que acabou prejudicando o equilíbrio nutricional de parte de seu lote
de bovinos confinados no período, o que o fez entregar o gado na média de 18
arrobas ao invés das 20 arrobas habituais.
Leopoldino tem um volume calculado de mais de cinco mil bovinos em sistema
de engorda em confinamento até o fim do ano. Ele está otimista e diz que até
o final de novembro a arroba poderá ter uma ligeira melhora no preço com
expectativa de alcançar até R$ 92 a arroba a prazo (30 dias). "Atualmente
tenho negociado a R$ 89 a arroba para 30 dias acrescidos de R$ 1 de
bonificação (prêmio Europa), preço praticado aqui no Mato Grosso".
O preço da arroba ainda é considerado compensador segundo Leopoldino, em
função do pecuarista conseguir manter a média dos R$ 70 o seu custo da arroba
no cocho.
Animado com este mercado atual considerado por ele firme, o pecuarista
mato-grossense já começa a se preparar para ter para o ano que vem número de
cabeças próximo ao de 2011 para fazer a recria onde utilizará a partir de
dezembro o uso de pastagens apostando conseguir no sistema de engorda a pasto
entre 4,5@ a 5@ por garrote até o final de maio de 2012.
"A verdade é uma só, quem tem expertise no negócio manterá seu
trabalho com uma rentabilidade bem razoável e vai conseguir permanecer dentro
da normalidade", conclui Abel Leopoldino.

Sobre a Assocon

A Assocon é uma entidade de classe com 73 associados ativos oriundos de
dez estados brasileiros (GO, SP, MS, MT, MG, PR, PA, RJ, BA e MA) e espalhados
nas cinco regiões do País.
Segundo dados da Associação na oferta de gado confinado para corte, o
setor responde por cerca de 8% da produção de carne bovina processadas
anualmente pela indústria frigorífica brasileira e deve fechar este ano com
rebanho estimado ao redor das três milhões de cabeças.

FONTE: assessoria de imprensa da Assocon. (AB)

CONVITE





sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Animais de reposição uruguaios estão mais caros que os brasileiros

De acordo com a Asociación de Consignatarios de Ganado do Uruguai, o bezerro desmamado (5,5@) foi o animal que mais se valorizou no Uruguai em relação a outubro de 2010. A alta foi de 25,6% e o animal está cotado em R$723,00.

Já o que menos valorizou foi o boi magro (12@). O preço subiu 13,9%, com os negócios ocorrendo, em média, em R$1.210,00 por cabeça.

O mesmo acontece no Rio Grande do Sul com o preço do bezerro desmamado subindo 28,9%, cotado em R$580,00 e o boi magro com alta de 17,0%, cotado em R$1.100,00.

Com isso, notamos que o bezerro desmamado está 24,6% mais caro no Uruguai em comparação com os animais no Rio Grande do Sul, e o boi magro 10,0%.

O que contribui para os preços dos animais de reposição estar elevado no Uruguai é a alta do dólar. Para compensar a compra de animais no Uruguai, o dólar teria que voltar aos patamares de julho, próximo à R$1,55
FONTE: SCOT CONSULTORIA

OIE: China registra febre aftosa em bovinos


A China registrou casos de febre aftosa em bovinos da região autônoma de Ningxia Hui, segundo informou o Ministério da Agricultura do país. Até agora, foram encontrados 26 bovinos infectados na região de Haiyuan. Os testes revelaram que os animais tinham o vírus tipo O.

Todos os animais infectados e os demais animais susceptíveis - o rebanho de animais susceptíveis somava 389 bovinos e 293 ovinos e caprinos, de acordo com dados do site da Organização Internacional de Saúde Animal (OIE) - foram abatidos e descartados de forma adequada. Segundo informações da OIE, o foco teve início em 30 de setembro.

De acordo com a OIE, foram tomadas medidas como controle dos reservatórios de vida silvestre, quarentena, controle de movimentos dos animais dentro do país, zoneamento, triagem e vacinação em resposta ao foco.

O site da OIE informa que o foco continuará sendo acompanhado através de relatórios mensais.

Fonte: Agência Xinhua, com dados do site da OIE.

Principais indicadores do mercado do boi - 21/10/11

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio



O indicador Esalq/BM&F Bovespa boi gordo a vista teve alta de 0,04% nessa quinta-feira (20), sendo cotado a R$99,41/@. Na semana, teve valorização de 0,16%.

Desde o início de outubro, o Indicador do boi gordo está fechando na casa dos R$ 99,00. De acordo com o Cepea, ainda que a época atual não seja entendida como confortável aos frigoríficos, nota-se que está relativamente melhor que há um ano, quando os valores estavam subindo. A oferta de animais está abaixo da demanda da indústria, mas altas mais expressivas nos preços têm sido raras.

Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta



O indicador Esalq BM&F Bezerro a vista teve baixa de 0,77%, sendo cotado a R$711,85/cabeça nesta quinta-feira (20). A margem bruta na reposição foi de R$928,42 com valorização de 0,67%.

Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar




Na quinta-feira (20), o dólar foi cotado em R$1,78 com valorização de 1,26%. O boi gordo em dólares teve queda de 1,21% sendo cotado a US$55,79. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.

De acordo com o Infomoney, essa valorização do dólar foi impulsionada pelo sentimento de aversão ao risco, que tende a prejudicar investimentos mais arriscados, como o mercado acionário, favorecendo investimentos tidos como mais seguros, como a moeda norte-americana.

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 20/10/11



O contrato do boi gordo para novembro/2011 foi negociado a R$102,38, com alta de R$0,08.

Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para Novembro/11



Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seçãocotações.

No atacado da carne bovina, o equivalente físico se manteve constante. O spread entre o índice do boi gordo e equivalente físico foi de R$5,35, com alta de R$0,04 no dia e R$1,46 na semana. Confira a tabela abaixo.

Tabela 3. Atacado da carne bovina



Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico

FONTE: BEEFPOINT

Marfrig dá continuidade à otimização de suas operações


A Marfrig Alimentos S.A. informa aos seus acionistas e ao mercado que, em continuidade à estratégia de otimização de sua plataforma operacional com foco nas principais competências da companhia, está implementando um novo conjunto de ações com o objetivo também de reduzir custos e aumentar margens operacionais.

Mudança na estrutura organizacional de Bovinos Global

As operações da Argentina e do Uruguai passam a se reportar ao CEO das operações Globais de Bovinos.Sem haver mudança na estrutura societária de cada divisão de bovinos na América do Sul, a unificação, elaborada em conjunto com a empresa Bain & Company, estará focada em ganhos de eficiência com reflexos em redução de custos em diversas áreas, como a comercial, industrial, logística e administrativa.

Centro de Serviços Compartilhados Marfrig

O centro de serviços compartilhados do Grupo Marfrig (MSC - Marfrig Serviços Compartilhados) é um departamento que unificará e compartilhará diversos serviços administrativos iguais em cada divisão de negócios.

O MSC inicialmente envolverá os serviços para a divisão Seara e no médio prazo para Bovinos no Brasil. Desenvolvido e com foco na excelência operacional, o MSC terá como meta elevar ainda mais o nível de serviço do Grupo Marfrig e englobar, até o final de 2012, os serviços passíveis de compartilhamento em todas as operações do Grupo no Exterior, incluindo EUA e Europa. A primeira fase do MSC entra em operação no dia 17 de outubro de 2011.

Mudança do centro gestor da Seara

Divididos entre Itajaí (SC) e São Paulo (SP), diretores responsáveis pelas tomadas de decisão na Seara passarão a partir do dia 17 de outubro a compartilhar um único escritório, em São Paulo (SP). Esta medida visa agilizar a tomada de decisão e de desenvolvimento estratégico, além de promover o trabalho em equipe e reduzir o tempo e os gastos com deslocamentos.

Novo Centro de Distribuição no Estado de São Paulo

Entrará em operação em meados de novembro o novo CD do Grupo Marfrig, em Cajamar (SP). O novo CD atenderá os mercados da Grande SP e interior do Estado num raio de até 300 km.

Fonte: Marfrig, adaptado pelaEquipe BeefPoint.

DIA DE CAMPO - ESTÂNCIA SANTA MARIA/SERGIO FERNANDES E FILHOS


DIA 28.10.2011 SEXTA-FEIRA

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

BOI GORDO: Quarta-feira de preços firmes apesar de mercado calmo


Mercado calmo nesta quarta-feira, mas com preços firmes.

Em São Paulo, a referência se manteve estável em R$97,00/@, à vista, e R$99,00/@, a prazo, livres de funrural. As escalas de abate no estado estão bem heterogêneas.

Existem indústrias com programações mais apertadas, atendendo 2 a 3 dias. Porém, a negociação de animais a termo possibilita que outras quase completem as escalas do mês.

Estas últimas fazem ofertas de compra que variam até R$2,00/@ abaixo da referência, mas nestas condições o mercado trava.

Para o boi gordo houve valorização em oito das 31 praças pesquisadas.

No mercado atacadista de carne com osso as cotações seguem inalteradas, o boi capão casado e a vaca casada estão cotados em R$6,21/kg e R$5,95/kg, respectivamente.

A demanda cedeu e as vendas esfriaram em relação às da última semana.

Clique
aqui e confira as cotações do boi.
Fonte: Scot Consultoria

Mercado do boi gordo segue lateral com retração da oferta e demanda interna enfraquecida

Boi: mercado morno e sem tendência para o resto da semana. Expectativa é que a partir de novembro, com a contínua redução na oferta de animais de cocho e um aumento na demanda por carnes, preços possam reagir.



Mercado do boi gordo segue lateral neste meio de semana, com pouca oscilação nos preços da arroba. O volume de negócios não é alto e a demanda interna por carne bovina começa a perder ritmo na segunda quinzena do mês.

A expectativa de que o maior volume de animais confinados se concentrasse no mês de setembro se confirmou. Sendo assim, o mercado já conta com menor disponibilidade de animais para abate em outubro e a programação das escalas de abate dos frigoríficos já começa a encurtar. Esta retração na oferta dá estabilidade para as cotações hoje.

Além disso, outro fator que sustenta o mercado é a crescente demanda internacional. A valorização do dólar voltou a favorecer a margem dos frigoríficos e o volume exportado, à medida em que a capacidade de compra dos clientes internacionais aumenta.

De acordo com a especialista em mercado pecuário da XP Investimentos, Lygia Pimentel, a expectativa é de que, a partir de novembro, com a contínua redução na oferta de animais de cocho e a sustentação da demanda interna e externa, os preços possam reagir.

Fonte: Notícias Agrícolas // Aleksander Horta e Marília Pozzer

Bela Vista agita pista em Livramento/RS


O 47 Remate Bela Vista & Convidados, realizado na terça-feira(18), em Santana do Livramento, faturou R$ 757,8 mil, o que configurou elevação de vendas de 7,26% em relação ao leilão de 2010. Foram vendidos 43 reprodutores Braford, por uma média de R$ 12.418,00. Na edição do ano passado, o leilão faturou R$ 706,5 mil, com a negociação de 113 animais. A média dos reprodutores foi de R$ 9,48 mil.

O destaque em pista foi o touro Chefão, de tatuagem 1718, cuja metade de sua propriedade foi adquirida por R$ 42 mil. A oferta total do remate era de 50 ventres Braford e 80 touros Polled Hereford e Braford.

Na segunda-feira, o remate Paipasso fechou com comercialização de R$ 522,75 mil para 141 animais. Entre os machos, as médias foram de R$ 6.852 para Brangus e R$ 6.250 para Angus.

Dois leilões de touros Montana no Rio Grande do Sul


Dia 22: Remate Villa Serralta, em Santana do Livramento; Dia 27: Remate Santa Jovita, em Alegrete

Os pecuaristas gaúchos que buscam melhorar índices produtivos têm duas ótimas oportunidades neste mês para investir na genética do Composto Montana. No próximo dia 22, a partir das 10 h, será realizado o Remate Villa Serralta, em Santana do Livramento (RS), com a oferta de um lote especial de quatro touros Montana selecionados e prontos para a estação de monta. Antes do leilão, haverá palestra especial do professor Julio Barcellos (NESPRO/UFRGS), que tratará do tema: "Pecuária de cria: momento de oportunidades".

No dia 27 de outubro, acontecerá o tradicional Remate Santa Jovita, que completa 10 anos em 2011, em Alegrete (RS). O evento está programado para começar às 10h com dia de campo, seguido da venda especial de 30 touros Montana, além de 150 novilhos, 100 fêmeas e ovinos.

Gabriela Giacomini, gerente de operações do Programa Montana, ministrará palestra aos pecuaristas em Alegrete, ressaltando os resultados econômicos proporcionados pela genética do Composto Montana, através da precocidade sexual, alto peso a desmama, produção uniforme, terminação de carcaça e produção de carne com qualidade.

O Programa Montana reúne criadores do Brasil e do Uruguai, selecionando touros geneticamente avaliados e com CEIP (Certificado Especial de Identificação e Produção) capazes de intensificar produção de carne de qualidade com eficiência, gerando lucro sustentável aos seus clientes.

Informações adicionais no site: www.compostomontana.com.br, pelo telefone (17) 3231-6455, no e-mail:faleconosco@compostomontana.com.br ou no twitter @programamontana.

As informações são da Texto Assessoria.

Agrolink com informações de assessoria