segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Pistas enxutas e carne valorizada
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
22:55
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Abate sobe e oferta de carne cresce em 2015
Rebanho e produção de carne bovina mundiais se recuperam no próximo ano, mas a demanda deverá continuar forte, segurando os preços internacionais.
Analistas do Usda (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) preveem que os abates no Brasil, um dos líderes nesse setor, subam para 43 milhões de animais em 2015. Os dados deste ano ficam em 42,2 milhões.
O aumento de abates permitirá ao país obter uma produção de carne bovina superior a 10 milhões de toneladas. E, consequentemente, ter um volume maior para exportações, que subiriam para 2,3 milhões de toneladas, acima dos 2 milhões previstos para este ano.
Quanto ao rebanho, a avaliação do Usda de que o país poderia atingir 208 milhões de cabeças neste ano e 212 milhões no próximo é superior à de analistas brasileiros, que indicam um número próximo de 200 milhões.
O rebanho argentino se recupera lentamente, após a forte queda há quatro anos. Mas os custos de produção, inflação e limitações do governo às exportações inibem esse crescimento.
Mesmo assim, o Usda prevê para o país vizinho produção de 2,8 milhões de toneladas e exportação de outras 210 mil no próximo ano.
O Uruguai, outro importante fornecedor de carne bovina na América do Sul, elevará o abate para 2,45 milhões de cabeças de gado no próximo ano, acima dos 2,24 milhões previstos para este.
As exportações uruguaias subiriam para 435 mil toneladas, 13% mais.
Brasil e Argentina vão ser beneficiados pela presença maior da Rússia em seus mercados, após os atritos russos com os países desenvolvidos, devido à Ucrânia.
Já os uruguaios terão mais carne para mercados seletivos, com o dos Estados Unidos, e com remuneração maior.
A União Europeia, que não terá a Rússia como compradora na região, terá abates e produção de carne bovina estáveis em 26,5 milhões de cabeças e em 7,5 milhões de toneladas de carne.
Já a Índia, exportadora de carne de búfalo e concorrente do Brasil em vários mercados, eleva as exportações para 2,2 milhões de toneladas no próximo ano, 10% mais do que neste.
Os Estados Unidos continuam com o menor rebanho nas últimas décadas e o total de gado confinado recuando.
Consumo Entre os principias produtores de carnes na América do Sul, brasileiros, argentinos e uruguaios também estão entre os que mais consomem o produto, segundo o Usda e a Informa Economics/FNP.
Os argentinos consomem pelo menos 110 quilos per capita da proteína, com destaque para a bovina, cujo consumo anual é de 60 quilos.
Brasil e Uruguai estão empatados no consumo per capita de carnes. Ambos consomem 101 quilos, com a diferença de que a carne de cordeiro tem importância maior na dieta dos uruguaios do que no Brasil.
Disputa
Assim como elevou a compra de carnes do Brasil, a Rússia vai querer disputar o mercado de trigo brasileiro, já que o país é um dos principais importadores mundiais do cereal.
fonte: Folha de S.Paulo
Analistas do Usda (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) preveem que os abates no Brasil, um dos líderes nesse setor, subam para 43 milhões de animais em 2015. Os dados deste ano ficam em 42,2 milhões.
O aumento de abates permitirá ao país obter uma produção de carne bovina superior a 10 milhões de toneladas. E, consequentemente, ter um volume maior para exportações, que subiriam para 2,3 milhões de toneladas, acima dos 2 milhões previstos para este ano.
Quanto ao rebanho, a avaliação do Usda de que o país poderia atingir 208 milhões de cabeças neste ano e 212 milhões no próximo é superior à de analistas brasileiros, que indicam um número próximo de 200 milhões.
O rebanho argentino se recupera lentamente, após a forte queda há quatro anos. Mas os custos de produção, inflação e limitações do governo às exportações inibem esse crescimento.
Mesmo assim, o Usda prevê para o país vizinho produção de 2,8 milhões de toneladas e exportação de outras 210 mil no próximo ano.
O Uruguai, outro importante fornecedor de carne bovina na América do Sul, elevará o abate para 2,45 milhões de cabeças de gado no próximo ano, acima dos 2,24 milhões previstos para este.
As exportações uruguaias subiriam para 435 mil toneladas, 13% mais.
Brasil e Argentina vão ser beneficiados pela presença maior da Rússia em seus mercados, após os atritos russos com os países desenvolvidos, devido à Ucrânia.
Já os uruguaios terão mais carne para mercados seletivos, com o dos Estados Unidos, e com remuneração maior.
A União Europeia, que não terá a Rússia como compradora na região, terá abates e produção de carne bovina estáveis em 26,5 milhões de cabeças e em 7,5 milhões de toneladas de carne.
Já a Índia, exportadora de carne de búfalo e concorrente do Brasil em vários mercados, eleva as exportações para 2,2 milhões de toneladas no próximo ano, 10% mais do que neste.
Os Estados Unidos continuam com o menor rebanho nas últimas décadas e o total de gado confinado recuando.
Consumo Entre os principias produtores de carnes na América do Sul, brasileiros, argentinos e uruguaios também estão entre os que mais consomem o produto, segundo o Usda e a Informa Economics/FNP.
Os argentinos consomem pelo menos 110 quilos per capita da proteína, com destaque para a bovina, cujo consumo anual é de 60 quilos.
Brasil e Uruguai estão empatados no consumo per capita de carnes. Ambos consomem 101 quilos, com a diferença de que a carne de cordeiro tem importância maior na dieta dos uruguaios do que no Brasil.
Disputa
Assim como elevou a compra de carnes do Brasil, a Rússia vai querer disputar o mercado de trigo brasileiro, já que o país é um dos principais importadores mundiais do cereal.
fonte: Folha de S.Paulo
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
22:37
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
domingo, 21 de setembro de 2014
TOUROS - EXPECTATIVA DE VALORIZAÇÃO NAS PISTAS
do ano passado. Hoje, o valor é de R$ 4,30. O preço do terneiro passou por valorização semelhante no mesmo período. Aliada a uma possível redução de oferta em pista — embora não haja consenso sobre o tema —, essa conjunção de fatores leva o setor a projetar bons preços na primavera.
Entre os leiloeiros, a estimativa é de alta de 10% a 20% nos preços, com valor médio dos touros entre R$ 7 mil e R$ 8 mil. Para Marcelo Silva, da Trajano Silva Remates, a oferta de animais deverá cair em cerca de 10%, considerando as dificuldades enfrentadas na preparação das pastagens. Ele ressalta que o preço do boi gordo está em alta, tanto no Rio Grande do Sul quanto no Brasil Central, e que a abertura de mercados como a
Rússia deve impactar positivamente. “Esses mercados que se abriram para nós, ainda que não seja grande quantidade, ajudam no que se refere a preço internacional da carne”, avalia. Ele acredita que, para esta temporada de remates, o preço médio do boi deva ficar entre R$ 7,5 mil e R$ 8 mil.
Para o consultor agropecuário Fernando Velloso, da FF Velloso & Dimas Rocha, um dos fatores que podem deixar o setor otimista é que leilões recentes, em outros estados, tiveram médias altas, entre R$ 10 mil e R$ 12 mil. “Lógico, é fora do Rio Grande do Sul, onde há oferta menor de raças europeias, mas são valores que estão ocorrendo não em caráter de exceção”, avalia. Na opinião dele, é possível falar em uma média de R$ 7,5 mil para a temporada prestes a se iniciar. Velloso projeta oferta igual à do ano passado, e eventualmente até maior.
O presidente do Sindiler, Jarbas Knorr, acredita que os ventres poderão ter uma valorização expressiva. Ele projeta um aumento de 15% a 20% na média de preços. “Com a redução dos campos, porque a soja cada vez ocupa mais espaço, as pessoas querem fêmeas para produzir terneiros”, justifica. Calcula que o número de animais em pista não deve sofrer grandes alterações, apesar do avanço da soja em áreas de pecuária, e projeta uma variação de no máximo 10%, para mais ou para menos. Os remates da última Expointer são vistos como um bom parâmetro no que se refere os preços da primavera. O leilão da 7ª Nacional de Rústicos, por exemplo, teve média de R$ 8.171,05. Segundo o presidente da Febrac, Eduardo Finco, a feira realizada em Esteio contou com uma valorização individual dos animais, o que representa uma expectativa positiva para a temporada. “O valor médio foi maior do que no ano passado, o que reflete a qualidade dos animais”, explica.
O presidente da Comissão de Exposições e Feiras da Farsul, Francisco Schardong, concorda. Ele acredita que os preços devem se manter próximos aos que foram praticados em Esteio, com média em torno de R$ 7 mil para os touros. “O preço do boi gordo está num patamar bom, o melhor dos últimos anos, e os remates estão sempre com pista limpa”, explica. “A pecuária está sendo melhor referenciada pelo avanço da agricultura.”
As regras sanitárias para esta temporada permanecem inalteradas nas feiras oficiais, segundo o chefe do serviço de Exposições e Feiras da Seapa, Honório Franco. O peso mínimo exigido é de 160 kg para os terneiros machos nascidos na primavera e 200 kg para nascidos no outono. Para as fêmeas, o mínimo é de 150 kg a 180 kg, conforme a época do nascimento. Nas vaquilhonas, o peso varia de 220 kg a 300 kg, de acordo
com a idade.
Otimismo com preços
O diretor comercial da GAP Genética, João Paulo Schneider, acredita em uma temporada impulsionada pelos bons valores referenciais do boi e do terneiro. “Essas duas referências estão mais de 20% superiores ao ano passado.” Com 600 reprodutores e 36 cavalos Crioulos em pista, o leilão da GAP, que ocorre no dia 28, manteve oferta semelhante a de 2013. Se o preço do boi está em alta, o mesmo não ocorre com a soja. A saca da oleaginosa custava R$ 63,91 em setembro do ano passado. Hoje, vale em média R$ 55,09. Outras commodities, contudo, poderão equilibrar as
contas do setor. “Essa oscilação é passageira. Deve-se levar em conta também a perspectiva para o arroz, que é muito boa”, avalia o leiloeiro Marcelo Silva.
contas do setor. “Essa oscilação é passageira. Deve-se levar em conta também a perspectiva para o arroz, que é muito boa”, avalia o leiloeiro Marcelo Silva.
Bancos ampliam financiamento
Incentivados pelo bom momento do setor, os bancos ampliaram a oferta de crédito para as feiras de primavera. O Banrisul, que em 2013 disponibilizou R$ 250 milhões, neste ano aumentou a oferta para R$ 300 milhões. Segundo o superintendente da unidade de negócios rurais,
Anderson Rostirolla, poderá haver suplementação, caso necessário — a exemplo do que ocorreu na temporada passada, quando o valor acenado inicialmente havia sido de R$ 150 milhões. “O banco tem recursos para atender às demandas tanto dos clientes quanto dos produtores que procurarem o Banrisul”, explica. “Entendemos que o mercado está aquecido e tem condições de realizar uma boa temporada.” De acordo com ele, o volume disponibilizado leva em conta o desempenho do setor nas feiras de outono e nos leilões realizados na Expointer. O financiamento do Banrisul é válido apenas para as feiras oficiais.
O Banco do Brasil, por sua vez, conta com diferentes linhas de financiamento voltadas à bovinocultura. “Temos 18% da nossa carteira investida na pecuária”, afirma o gerente de Agronegócios da Superintendência estadual do BB, João Paulo Comerlato. “Das linhas que estamos elencando, não faltará recursos em nenhuma delas”, observou. Os valores podem ser utilizados nas feiras. Para médios produtores, o BB oferece o Pronamp custeio, com prazo de um ano, juros de 5,5% ao ano e limite de R$ 660 mil; Pronamp
investimento, com prazo de até cinco anos, juros de 5,5% e limite de R$ 385 mil; e o programa ABC, voltado à recuperação de pastagens e implantação de sistemas de integração lavoura-pecuária, lavoura-floresta ou pecuária- floresta, com prazo de até oito anos, juros de 4,5% e limite
de R$ 1 milhão. No caso dos grandes produtores, o custeio agropecuário oferece juros de 6,5% ao ano, com limite de R$ 1,1 milhão e prazo de um ano; e a possibilidade de o produtor fazer retenção de matrizes, com limite de R$ 1 milhão, juros de 6,5% ao ano e até dois anos de carência.
O Sicredi atende aos remates por meio do seu Plano Safra, que conta com de R$ 5 bilhões em crédito rural representando 25,62% de crescimento
sobre o ciclo anterior.
Anderson Rostirolla, poderá haver suplementação, caso necessário — a exemplo do que ocorreu na temporada passada, quando o valor acenado inicialmente havia sido de R$ 150 milhões. “O banco tem recursos para atender às demandas tanto dos clientes quanto dos produtores que procurarem o Banrisul”, explica. “Entendemos que o mercado está aquecido e tem condições de realizar uma boa temporada.” De acordo com ele, o volume disponibilizado leva em conta o desempenho do setor nas feiras de outono e nos leilões realizados na Expointer. O financiamento do Banrisul é válido apenas para as feiras oficiais.
O Banco do Brasil, por sua vez, conta com diferentes linhas de financiamento voltadas à bovinocultura. “Temos 18% da nossa carteira investida na pecuária”, afirma o gerente de Agronegócios da Superintendência estadual do BB, João Paulo Comerlato. “Das linhas que estamos elencando, não faltará recursos em nenhuma delas”, observou. Os valores podem ser utilizados nas feiras. Para médios produtores, o BB oferece o Pronamp custeio, com prazo de um ano, juros de 5,5% ao ano e limite de R$ 660 mil; Pronamp
investimento, com prazo de até cinco anos, juros de 5,5% e limite de R$ 385 mil; e o programa ABC, voltado à recuperação de pastagens e implantação de sistemas de integração lavoura-pecuária, lavoura-floresta ou pecuária- floresta, com prazo de até oito anos, juros de 4,5% e limite
de R$ 1 milhão. No caso dos grandes produtores, o custeio agropecuário oferece juros de 6,5% ao ano, com limite de R$ 1,1 milhão e prazo de um ano; e a possibilidade de o produtor fazer retenção de matrizes, com limite de R$ 1 milhão, juros de 6,5% ao ano e até dois anos de carência.
O Sicredi atende aos remates por meio do seu Plano Safra, que conta com de R$ 5 bilhões em crédito rural representando 25,62% de crescimento
sobre o ciclo anterior.
Fonte: Correio do Povo, adaptado pela Assessoria Agropecuária
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
21:40
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Consumidores americanos estão dispostos a pagar mais caro pela carne bovina
Fonte: Drovers
Os consumidores participantes de uma pesquisa mensal – Food Demand Survey – conduzida pelo Departamento de Economia Agrícola da Universidade do Estado de Oklahoma, nos Estados Unidos, reportou a disposição em pagar mais caro pela carne bovina comparado com o mês passado e o ano passado.
Com relação às outras carnes, os consumidores americanos disseram que também estavam dispostos a pagar levemente mais (0,2%) pelo peito de frango, mas menos pelos produtos de carne suína.
Os consumidores reportaram menos gastos nas lojas de alimentos em setembro comparado com agosto, mas durante o mesmo período, reportaram que gastaram mais comendo fora. De acordo com a pesquisa, os consumidores anteciparam que os preços da carne bovina serão maiores nas próximas semanas e as expectativas de compra de carne caíram comparado com o mês passado.
De acordo com o relatório sobre Características de Atividades Varejistas de Carne Bovina Semanais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), para a semana de 12 a 18 de setembro de 2014, houve uma redução de 7,9% no número de estabelecimentos varejistas trazendo carne bovina com uma queda de 2% em taxas especiais e de 1,1% na atividade varejista geral comparado com a semana anterior. De acordo com o relatório, à medida que o verão chega ao fim, os varejistas estão começando a ter fazer ofertas especiais dos principais cortes para se grelhar em um esforço de dar espaço para cortes maiores de músculos.
Fonte: Drovers
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
12:13
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sábado, 20 de setembro de 2014
13º Leilão Santa Thereza / Dom Pedrito RS
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
20:27
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
EEUU aceptó nuevo producto cárnico de Uruguay
Se trata de un nuevo programa de carne de calidad, que llevará el sello del USDA
Estados Unidos “aceptó plenamente” el ingreso de un nuevo producto cárnico uruguayo, que llevará el respaldo “del sello del USDA”, informó a El Observador –desde Washington- el ministro de Ganadería, Agricultura y Pesca (MGAP), Tabaré Aguerre. El titular del MGAP se reunió con el número dos del Departamento de Agricultura estadounidense (USDA, por su sigla en inglés), Edward Avalos, quien dio el visto bueno a la iniciativa.
Se trata de un tipo de carne vacuna que reúne las condiciones de ser producida sin hormonas ni antibióticos, en campo natural a cielo abierto, que ya existen en la ganadería uruguaya, pero que agregan el broche de oro de cortes al vacío con trazabilidad, comentó Aguerre.
Se trata del primer gesto concreto de EEUU hacia Uruguay luego que el vicepresidente estadounidense, Joseph Biden, diera en agosto pasado la orden a sus asesores que “trabajen con la embajadora (Julissa) Reynoso” para “acelerar la relación” con Uruguay.
Por otra parte, culminó este viernes una auditoría del USDA, que se realiza de forma periódica, sobre el programa de Carne Natural Certificada del Uruguay, durante la cual las autoridades del Instituto Nacional de Carnes (INAC) presentaron dos nuevos protocolos: Never Ever 3 y Carne Uruguaya Certificada (CUC), que es el que corresponde al nuevo producto presentado por Aguerre en EEUU.
fonte: El Observador
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
20:03
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Lance Rural Nº 4 em 29.10.2014 / Lund Negocios Canal Rural & C2 Rural
INSCRIÇÕES ABERTAS, Leilão Certificado Nº 4 com grande novidade AGUARDEM!!!
Ligue para LUND NEGÓCIOS 053.99941513 para maiores informações.
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
13:10
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Leilão Selo Racial 2014
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
12:50
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Abate de bovinos foi 0,2% menor que o registrado no 2º trimestre de 2013 – IBGE
No 2º trimestre de 2014, foram abatidas 8,517 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária. Esse valor foi 1,8% maior que o registrado no trimestre imediatamente anterior (8,367 milhões de cabeças) e 0,2% menor que o registrado no 2º trimestre de 2013 (8,537 milhões de cabeças). A queda ocorrida neste último comparativo, apesar de pequena (-19.862 cabeças), quebra a série de dez aumentos consecutivos nos comparativos anuais dos mesmos trimestres (Gráfico I.1).
Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), houve aumento do volume exportado de carne bovina in natura no 2º trimestre de 2014 em relação ao mesmo período do ano anterior, entretanto, decréscimo frente ao 1º trimestre de 2014 (Tabela I.1). Assim, o aumento no faturamento verificado neste último comparativo deveu-se exclusivamente ao aumento do preço médio da carne bovina exportada.
Como não há variações acentuadas no peso médio das carcaças, sobretudo em nível nacional e entre os mesmos períodos do ano, a série histórica do peso acumulado de carcaças por trimestre (Gráfico I.2) segue o mesmo comportamento da série do abate de bovinos.
Nesse sentido, também ocorre no 2º trimestre de 2014 quebra da série de dez aumentos consecutivos nos comparativos anuais dos mesmos trimestres, quando foram produzidas 2,006 milhões de toneladas de carcaças bovinas nos matadouros e frigoríficos brasileiros sob algum tipo de fiscalização. Esse valor foi 2,8% menor que o registrado no trimestre imediatamente anterior (1,951 milhões de toneladas) e 0,1% menor que o do 2º trimestre de 2013.
Em nível nacional, o abate de 19.862 cabeças de bovinos a menos no 2º trimestre de 2014, na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, teve como destaque: Mato Grosso (-133.472 cabeças), Rondônia (-52.597 cabeças), Goiás (-34.320 cabeças) e Mato Grosso do Sul (-21.951 cabeças). Entretanto, parte da diminuição ocorrida foi compensada por aumentos em outras Unidades da Federação, com destaque a: Minas Gerais (+67.707 cabeças), Maranhão (+50.166 cabeças), Bahia (+30.201 cabeças), Pará (+29.123 cabeças) e Espírito Santo (+28.759 cabeças).
No ranking nacional do abate de bovinos (Gráfico I.3), os três estados da região Centro-Oeste ocupam as três primeiras posições, tanto no 2º trimestre de 2013 como no 2º trimestre de 2014, respondendo juntos por 37,5% do abate nacional. Mato Grosso continuou mantendo a liderança, mesmo com queda de 9,3% da quantidade de cabeças abatidas.
Pela série histórica da participação de machos e fêmeas no abate total de bovinos (Gráfico I.4), é possível visualizar que no 2º trimestre de 2014 ocorre quebra dos sucessivos aumentos da participação de fêmeas nos 2os trimestres de 2011, 2012 e 2013.
Segundo o indicador ESALQ/BM&F Bovespa do Cepea, as médias mensais dos preços da arroba bovina de janeiro a junho de 2014 mantiveram-se mais altas que nos respectivos meses de 2013 (Gráfico I.5). O menor aumento ocorreu entre os meses de janeiro (17,0%) e o maior entre os meses de março (27,0%). De acordo com o Cepea, o motivo dos aumentos foi a oferta restrita tanto de animais para reposição como para abate, resultado, entre outros fatores, do clima quente e seco do fim de 2013 ao início de 2014. O déficit hídrico em muitas regiões produtoras prejudicou as pastagens e, consequentemente, a engorda dos animais.
De acordo com o IPCA/IBGE (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que é o indicador oficial da inflação brasileira, de janeiro a junho de 2014 todos os cortes de carne bovina avaliados pelo IPCA apresentaram aumentos de preços acima da inflação (Gráfico I.6).
Rússia (25,8% de participação), China (20,5%), Venezuela (16,3%), Egito (9,1%), Irã (5,4%), Chile (3,6%), Argélia (2,3%), Líbia (2,2), Itália (1,7%) e Líbano (1,5%) foram os dez principais países importadores da carne bovina in natura brasileira, respondendo juntos por 88,5% das importações no 2º trimestre de 2014. Neste período, 65 países importaram o produto do Brasil.
Participaram da pesquisa trimestral do abate de animais, no 2º trimestre de 2014, 1.236 informantes de abate de bovinos. Dentre eles, 217 possuíam o Serviço de Inspeção Federal (SIF), 398 o Serviço de Inspeção Estadual (SIE) e 621 o Serviço de Inspeção Municipal (SIM), respondendo, respectivamente, por 79,3%; 15,4% e 5,3% do peso acumulado das carcaças produzidas. Todas as UFs apresentaram abate de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária.
Fonte: IBGE, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint
.
.
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
04:53
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Inundações castigam Uruguai e agora o Sul do Brasil terá chuva forte
As inundações se agravaram e deixam milhares de pessoas fora de casa no Uruguai. O último levantamento do Sistema Nacional de Emergência (SINAE), da manhã desta quarta-feira, apontou 3049 pessoas fora de casa. A situação é mais grave em Durazno, onde existem 2300 pessoas desalojadas. Já a Policía Caminera (Polícia Rodoviária) noticia que possuem bloqueios devido às inundações as rodovias nacionais (rutas) 6, 11, 12, 14, 42, 46, 100 e 107. Logo, quem tiver planos de viagem rodoviária pelo interior do Uruguai neste dias deve estar atento às orientações locais sobre interrupção de estradas.
Alguns rios ainda sobem no Uruguai, mesmo tendo a chuva parado. Em Treinta y Tres, o nível do Rio Olimar que ontem estava em 7,10 metros, hoje subiu de manhã para 7,30 metros, acima da cota de segurança de 7 metros. Em Soriano, o Rio Negro estava na manhã de hoje baixou para 6,45 metros contra 6,70 metros ontem, mas abaixo da cota de segurança de 7 metros. Já o Rio Yi, em Durazno, alcançava na manhã desta quarta-feira 11 metros, quando a cota de cheia é de 8,6 metros.
Os volumes de chuva nas últimas duas semanas no Uruguai oscilam entre 300 mm e 400 mm em alguns pontos do país, notadamente nos departamentos de Flores, Florida, Lavelleja, Durazno e Colonia. Deve voltar a chover em algumas áreas afetadas pelas inundações, mas sem volumes muito altos. A boa notícia para o Uruguai é má notícia para nós. Diferentemente da primeira metade do mês que foi de muita chuva no Uruguai, nesta segunda quinzena de setembro os acumulados de chuva mais altos tendem a se concentrar no Sul do Brasil com altos a muito altos volumes em pontos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e o Paraná. Atenção! A MetSul Meteorologia alerta que entre esta quinta e sexta-feira pode chover forte entre o Norte do Rio Grande do Sul e o Centro, Sudoeste e Sul do Paraná, incluindo Santa Catarina. Os acumulados, particulamente em Santa Catarina, podem ficar entre 100 e 200 mm em algumas cidades com risco de súbita subida de rios e córregos, além de alagamentos em áreas urbanas e perigo de queda de barreiras e deslizamentos de terra. (Com imagens do SINAE - Sistema Nacional de Emergências do governo uruguaio, Rádio Durazno e da Força Aérea do Uruguai)
fonte: MetSul
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
23:51
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
SÓ ANGUS 2014 - Pelotas/RS
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
16:04
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Marfrig Alegrete - Rodadas de negociação com frigorífico têm avanço
Um refere-se a linhas de financiamento do Banrisul e já está sendo resolvido, segundo o secretário. O outro, da área fiscal, foi direcionado à Secretaria da Fazenda.
Sem detalhar a solicitação feita, Knijnik acredita ser possível chegar a um entendimento em curto espaço de tempo:
– Não existe prazo. Mas será rápido.
A abertura da negociação reverteu, no último dia 29, a decisão da Marfrig de suspender temporariamente as atividades do frigorífico em Alegrete, onde trabalham 680 pessoas.
Na próxima terça-feira, a empresa tem encontro marcado com representantes do Sindicato Rural de Alegrete, grupo com o qual já havia se reunido durante a Expointer, em Esteio.
Em discussão, a questão da disponibilidade de gado, apontada como um dos fatores que pesaram na decisão de paralisar a atividade. Além disso, há a questão da rastreabilidade do rebanho e venda de terneiros para a terminação em outros Estados.
– Se bateu muito nesta questão da oferta. Queremos saber o que realmente querem – diz Pedro Piffero, presidente do Sindicato Rural de Alegrete.
A indústria também precisará fazer o dever de casa e entender o motivo pelo qual a maior parte da matéria-prima tem migrado para outros destinos. Segundo o sindicato, das 90 mil cabeças de gado gordo colocadas à disposição anualmente por produtores, 60 mil vão para fora do município da Fronteira Oeste e 30 mil são absorvidas pela Marfrig.
– Se tiver preço, o produtor vende aqui – entende Piffero.
De fato, não há negociação que consiga revogar a lei da oferta e de procura.
fonte: Gisele Loeblein/ Zero Hora
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
17:02
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Carne bovina fica para os argentinos, e Europa consome produto uruguaio
Os melhores restaurantes da Europa já dependeram da Argentina para fornecer os melhores cortes de carne bovina. Agora, eles não conseguem a quantidade suficiente, porque as políticas criadas para proteger os consumidores argentinos estão levando as exportações do país latino às maiores baixas em 13 anos.
"Às vezes você simplesmente não recebe carne argentina", disse Alberto Abbate, dono da churrascaria argentina Santa María del Sur, no sul de Londres. Ele começou a oferecer carne do Uruguai e do Chile nos últimos 12 meses e, agora, os produtos desses dois países respondem por cerca de 25% do total.
A Argentina foi o principal exportador de carne bovina nos anos 1930 e o número 3 há uma década. Neste ano, o país caminha para o 11º lugar, atrás da Bielorrússia, segundo dados compilados pelo Departamento de Agricultura dos EUA. A parcela de carne bovina que o país vendeu para o exterior caiu mais de dois terços em comparação com a de 2005, quando o governo introduziu políticas para garantir a oferta interna.
"Não vimos uma situação como essa antes", disse Miguel Schiariti, presidente da câmara de comércio do setor, conhecida pela sigla CICCRA, por telefone, de Buenos Aires. "Nós estamos perdendo nossa identidade no mercado externo".
A presidente Cristina Kirchner e seu falecido marido e antecessor, Néstor Kirchner, focaram nos consumidores internos, em um país em que a carne bovina é uma marca. Em 2005, o governo impôs uma taxa de 15% às exportações de carne e, no ano seguinte, introduziu um sistema de licenças que permite às autoridades influenciar a oferta.
O Ministério da Economia reteve as licenças de exportação no mês passado, disse um funcionário informado sobre a decisão. Os controles visam frear os preços da carne bovina, que subiram 66%, excedendo a taxa de inflação do país, de 38%.
Unidade desativada
O país está vendendo ao exterior, atualmente, menos de 7% do gado produzido, comparado com os 24% de antes de a taxa ser implantada, em 2005. O consumo interno está subindo: cada argentino comeu 63 quilos de carne bovina em média no ano passado, o maior total desde 2009.
A CICCRA estima que 137 matadouros foram fechados na Argentina desde 2008 e que cerca de 14 mil pequenos produtores de carne deixaram o setor.
A brasileira Marfrig Global Foods SA desativou sua unidade na província de Córdoba no mês passado, entregando a Alberto Torres uma indenização de US$ 20.234 após 25 anos no abate de bovinos.
"Eu dediquei toda a minha vida a cortar carne em uma linha de produção. E agora, como farei para alimentar minhas duas filhas?", disse o homem de 47 anos. "As políticas precisam mudar para permitir mais exportações".
Exportações americanas
A exportação de 205.600 toneladas de carne bovina do ano passado representa uma queda de 73% em relação à maior alta em 36 anos, de 771.500 toneladas, registrada em 2005, segundo dados compilados pelo IPCVA, uma agência público-privada de promoção da carne bovina, com sede em Buenos Aires.
Os embarques caíram 9% entre janeiro e junho, para 91.025 toneladas, na comparação com o mesmo período de 2013. É o nível mais baixo para um primeiro semestre desde 2001, quando um surto de febre aftosa atingiu o setor.
As exportações argentinas de carne bovina para a Europa despencaram 65% na última década, enquanto os embarques australianos para a região subiram 152% e as exportações americanas se multiplicaram por 31%, segundo dados compilados pela Comissão Europeia.
Argentinos trocam carne por soja
A carne bovina foi relegada a um status secundário entre os produtores argentinos, que começaram a usar a terra para cultivar commodities mais lucrativas, disse Hugo Echevarrieta, proprietário da tradicional churrascaria La Brigada, que tem entre seus clientes as lendas do futebol Lionel Messi e Diego Maradona.
"Agora é tudo soja", disse ele, em entrevista em seu restaurante no bairro de San Telmo, em Buenos Aires. "Por que um produtor vai esperar três anos criando um animal que ele não sabe se o governo o deixará exportar se ele pode conseguir mais dinheiro em seis meses produzindo soja, que é facilmente exportada sem uma licença do governo?".
fonte: Bloomberg
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
10:38
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
16º LEILÃO MONTANA - RS
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
22:18
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Carne de bovino alimentado em pasto nativo ganha selo no Marfrig
Acordo firmado entre companhia e Alianza Del Pastizal atenderá a mercados mais exigentes
Patrícia Comunello
Uma das marcas registradas da pecuária gaúcha, que é a produção extensiva graças à riqueza natural do Bioma Pampa, em breve será estampada em cortes de um dos maiores processadores de proteína vermelha no mundo. O Marfrig firmou acordo com a rede de produtores conhecida como Alianza del Pastizal e passará a distinguir nas embalagens os cortes originários de propriedades que têm metade da área de pastagem de campo nativo.
O consumidor reconhecerá a diferença em selo com a distinção carnes del pastizal (a pasto). A parceria, que terá a certificação a partir das regras de um rígido protocolo adotado pela Alianza del Pastizal, é vista como oportunidade para agregar à qualidade da carne gaúcha, com sua base de raças britânicas e seus cruzamentos, também o quitute da sustentabilidade. Neste caso, ligado ao tipo de manejo no campo e incentivo à combinação da alimentação natural e suplementação por pastagem cultivada.
O gerente de fomento da Marfrig no Estado, Diego Alagia Brasil, disse que a estreia nas gôndolas em mercados provavelmente do Sudeste e até do exterior será em breve. Agora, a novidade está na fase de calibrar a oferta de animais nas plantas de abate (são três em operação - Alegrete, São Gabriel e Bagé) e regularidade no processamento. A companhia já tem marca - Marfrig Club, que diferencia cortes oriundos de programas de certificação de associações de criadores, modalidade que é apontada como uma das responsáveis pelo avanço do mercado para carnes com qualidade, que têm a oferta maior a partir da matéria-prima gaúcha. Atualmente, as unidades do Marfrig abatem 1,6 mil cabeças por dia, com ociosidade de mais de 20%. A produção gaúcha responde por 6,5% do processamento da companhia no País.
Brasil explica que o selo será acoplado a outras identificações quando a origem for de propriedades que seguem o protocolo do pasto nativo. A reabertura de mercados externos, como russo, e conquista de novos devem pressionar por mais oferta. O suprimento é apontado como a razão que levou ao quase fechamento da planta de Alegrete, com futuro a ser definido. As unidades do Marfrig são habilitadas para exportação. Um grupo de 100 produtores donos de propriedades integrantes da Alianza fornecerá bovinos para a indústria na largada do projeto. “Eles representam menos de 5% dos produtores que entregam animais, mas acreditamos que 90% dos atuais fornecedores poderão se enquadrar na especificação”, aposta o gerente de fomento.
São todos integrantes da rede, que também une produtores no Uruguai, na Argentina e no Paraguai. Na Argentina, segundo o agrônomo e coordenador técnico da Alianza, Marcelo Fett Pinto, a carne com o selo está no mercado e passou a ser exportada. O agrônomo destaca atributos ligados ao ambiente e sustentabilidade das propriedades. Para validar práticas, a rede tem a chancela da organização conservacionista britânica BirdLife International, que congrega todas as entidades que aderem à visão da Alianza del Pastizal. O resultado do primeiro remate de animais da Alianza, em abril, mostrou reconhecimento da rede, observou Pinto. O valor do quilo vivo médio ficou 15% acima dos melhores preços das praças locais, assegurou o agrônomo. “O produto vai se consolidar cada vez mais. É uma exigência do mercado, é o que o consumidor quer”, entusiasma-se o agrônomo.
O consumidor reconhecerá a diferença em selo com a distinção carnes del pastizal (a pasto). A parceria, que terá a certificação a partir das regras de um rígido protocolo adotado pela Alianza del Pastizal, é vista como oportunidade para agregar à qualidade da carne gaúcha, com sua base de raças britânicas e seus cruzamentos, também o quitute da sustentabilidade. Neste caso, ligado ao tipo de manejo no campo e incentivo à combinação da alimentação natural e suplementação por pastagem cultivada.
O gerente de fomento da Marfrig no Estado, Diego Alagia Brasil, disse que a estreia nas gôndolas em mercados provavelmente do Sudeste e até do exterior será em breve. Agora, a novidade está na fase de calibrar a oferta de animais nas plantas de abate (são três em operação - Alegrete, São Gabriel e Bagé) e regularidade no processamento. A companhia já tem marca - Marfrig Club, que diferencia cortes oriundos de programas de certificação de associações de criadores, modalidade que é apontada como uma das responsáveis pelo avanço do mercado para carnes com qualidade, que têm a oferta maior a partir da matéria-prima gaúcha. Atualmente, as unidades do Marfrig abatem 1,6 mil cabeças por dia, com ociosidade de mais de 20%. A produção gaúcha responde por 6,5% do processamento da companhia no País.
Brasil explica que o selo será acoplado a outras identificações quando a origem for de propriedades que seguem o protocolo do pasto nativo. A reabertura de mercados externos, como russo, e conquista de novos devem pressionar por mais oferta. O suprimento é apontado como a razão que levou ao quase fechamento da planta de Alegrete, com futuro a ser definido. As unidades do Marfrig são habilitadas para exportação. Um grupo de 100 produtores donos de propriedades integrantes da Alianza fornecerá bovinos para a indústria na largada do projeto. “Eles representam menos de 5% dos produtores que entregam animais, mas acreditamos que 90% dos atuais fornecedores poderão se enquadrar na especificação”, aposta o gerente de fomento.
São todos integrantes da rede, que também une produtores no Uruguai, na Argentina e no Paraguai. Na Argentina, segundo o agrônomo e coordenador técnico da Alianza, Marcelo Fett Pinto, a carne com o selo está no mercado e passou a ser exportada. O agrônomo destaca atributos ligados ao ambiente e sustentabilidade das propriedades. Para validar práticas, a rede tem a chancela da organização conservacionista britânica BirdLife International, que congrega todas as entidades que aderem à visão da Alianza del Pastizal. O resultado do primeiro remate de animais da Alianza, em abril, mostrou reconhecimento da rede, observou Pinto. O valor do quilo vivo médio ficou 15% acima dos melhores preços das praças locais, assegurou o agrônomo. “O produto vai se consolidar cada vez mais. É uma exigência do mercado, é o que o consumidor quer”, entusiasma-se o agrônomo.
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
14:13
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
10ª Feira da Novilha fatura acima dos R$ 889 mil e bate recorde de valorização
10ª Feira da Novilha
Foto: Marco Quintana
Realizada na noite de ontem (04.09), durante a 37ª Expointer, na Pista J do Parque Assis Brasil, em Esteio (RS), a 10ª Feira da Novilha Selecionada faturou o valor de R$ 889.590,00, com a venda de todas as 665 fêmeas apresentadas em pista, um recorde entre todas as edições anteriores.
Presente à batida do martelo do último lote ofertado - junto ao leiloeiro Alexandre Crespo e ao presidente da Comissão de Exposições e Feiras da Farsul, Francisco Schardong -, o gerente do Programa Carne Angus Certificada, Fábio Medeiros, fez questão de ressaltar que 95% das fêmeas ofertadas tinham sangue Angus. “Vimos hoje um show de comercialização, com pista limpa. Destaque para a padronização e qualidade dos lotes, que foram valorizados pelos compradores”, salientou.
O faturamento foi 45% superior ao registrado em 2013 (R$ 612.660,00, com a venda de 505 fêmeas). A média geral também foi maior: R$ 1.337,00 neste ano, ante R$ 1.213,00 no ano passado. O quilo da terneira foi negociado por uma média de R$ 5,23; o da novilha, por R$ 5,16; e o da novilha prenha, por R$ 6,13. “Os negócios na pecuária estão andando muito bem para o momento. Mais uma vez atingimos o objetivo que é ter mais qualidade do que quantidade em pista”, comentou Francisco Schardong, da Farsul.
Uma realização em parceria entre a Associação Brasileira de Angus, a Farsul e a Santa Úrsula Remates, a 10ª Feira da Novilha Selecionada levou à pista animais brangus, braford e angus, a maciça maioria.
Fonte: ABA
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
09:31
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Avanços do programa carne macia marcam a participação da Jaguaretê
Parceria com a Marfrig e prêmios de Grande Campeão Simental, Campeão Frigorífico, Melhor Expositor e Melhor Criador consagram a participação da Fazenda Jaguaretê na Feira de Esteio
“Optamos por nos associar à Marfrig porque as instalações e os frigoríficos da empresa são perfeitos, a equipe é fantástica e, como o nosso volume de produção ainda é pequeno para termos uma marca própria, garantimos, junto a um dos maiores frigoríficos do País já estabelecidos no mercado gaúcho, o aprimoramento do nosso processo de entrega de qualidade para o cliente”, afirma Luiz Antonio Queiroz, proprietário da Jaguaretê. “Está todo mundo extremamente satisfeito e nós também de podermos apresentar um produto de altíssima qualidade, com um preço bom na ponta final.”
A Fazenda entra agora em uma nova fase em que “irá mais que dobrar em termos de faturamento nos próximos seis meses”, assegura Cezar Eduardo Lindenmeyer, CEO do negócio. “Por isso a necessidade de ampliar os investimentos.” Os planos da Jaguaretê incluem quadruplicar a sua capacidade instalada de confinamento, que hoje é de um pouco mais de mil cabeças. “Vamos aumentar para mais de 4 mil cabeças e abater, a partir de julho do ano que vem, mil cabeças de gado por mês”, anuncia Queiroz. Com essa estrutura montada, a Jaguaretê passará a ter um dos maiores confinamentos com capacidade estática do Rio Grande do Sul.
A prioridade, porém, é e continuará sendo a qualidade da carne produzida pela Fazenda. “A Jaguaretê não tem a pretensão de ser o maior confinamento, mas o melhor”, enfatiza Roberto Barcellos, consultor especialista em programas de carne de qualidade. “E a única forma de padronizar o produto final é padronizar o sistema de produção.”
Justamente para que a Jaguaretê possa crescer sem perder a sua essência que Lindenmeyer passou a integrar há três meses a equipe de trabalho da Fazenda. “Fizemos toda uma análise do quadro atual da propriedade e estabelecemos metas que vão até junho de 2015. Para atingi-las, estamos reorganizando todo o seu sistema de gestão e preparando-a para esse crescimento”, explica o CEO.
Cabe lembrar que o atual estágio em que a Jaguaretê e o Programa Carne Macia se encontram se deve, e muito, aos primeiros parceiros do projeto, que apostaram desde o início em sua proposta e nos seus resultados. É o caso de Hildomar Rosch, de Tupanciretã, que tem propriedade em Santana do Livramento e iniciou a parceria com a Fazenda em 2010. “Estávamos em busca de um parceiro para melhorar o desempenho da nossa propriedade e vimos no projeto uma boa oportunidade de negócio”, conta o produtor. As 1,5 mil primeiras vacas inseminadas devem chegar a 3 mil no próximo ano. “Vamos investir mais porque está valendo a pena.”
PREMIAÇÕES
Mais uma vez, a Fazenda Jaguaretê conquistou uma série de títulos nessa Expointer. O Pecado da Jaguaretê, bezerro de apenas dez meses e 504 quilos, foi premiado Grande Campeão da raça Simental e Campeão Frigorífico. A Portland da Jaguaretê foi a reservada entre as fêmeas da raça e o Oxford foi o terceiro melhor macho. Como se não bastasse, a Jaguaretê foi premiada pela quinta vez o Melhor Expositor e o Melhor Criador de Simental da Feira de Esteio.
VITRINE DA CARNE GAÚCHA
Pela primeira vez, a Jaguaretê participou este ano da Vitrine da Carne Gaúcha, oficina de desossa e cortes de carnes da Expointer. A iniciativa, realizada no estande do Programa Juntos para Competir – parceria entre o Sebrae/RS, o Senar-RS e a Farsul –, no Pavilhão Internacional da Feira de Esteio, integrou as atividades de divulgação do Programa Carne Macia Jaguaretê.
Saiba mais
Estabelecida em Eldorado do Sul (RS), a Fazenda Jaguaretê possui um dos maiores rebanhos do mundo de Simental, com mais de mil cabeças de gado puros de origem e, desde a Expointer de 2010, busca parceiros para doar sêmen de Simental aos criadores gaúchos que têm interesse em vender o terneiro desmamado. O produtor parceiro recebe um valor diferenciado, o que faz com que o processo de produção em cadeia remunere melhor todos os elos, criando assim um sistema sustentável aonde todos ganham mais. As raças preferenciais para o cruzamento são as britânicas Angus, Brangus e Hereford.
Um dos motivos para a escolha do Rio Grande do Sul para a instalação da Jaguaretê foi a reconhecida qualidade da pastagem no Estado. O objetivo é expandir uma raça europeia – gado base no RS – que tem reconhecidamente carne de melhor qualidade, garantindo que o produto seja incomparavelmente superior, além de ter custo baixo e compatível com o mercado. A explicação é de Luiz Antonio Queiroz, proprietário da Fazenda e idealizador do projeto. A vantagem da parceria com a Jaguaretê é o pagamento de um prêmio sobre o valor de mercado para o bezerro, macho ou fêmea, com mais de 200 quilos, fruto da genética Simental da Jaguaretê.
Fonte: Ass. de Imprensa Expointer
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
19:01
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Venezuela compra mais, e vendas de gado vivo do Brasil sobem 42%
O Brasil, a exemplo do que ocorre com a carne bovi- na, também poderá obter exportações recordes de animais vivos da espécie bovina neste ano.
De janeiro a julho, as vendas externas de gado em pé já atingiram 455 mil animais, 42% mais do que em igual período do ano passado.
O aumento de vendas do gado vivo é bom para os pecuaristas do Pará, de onde sai o maior número de animais exportadas. As vendas externas dão sustentação aos preços no Estado.
Essa aceleração nas vendas se deve a um ritmo maior de compras de todos os principais importadores brasileiros. A líder, Venezuela, adquiriu 352 mil cabeças de gado até julho, 58% mais do que em igual período de 2013.
Outros tradicionais compradores de gado vivo do país também elevaram o ritmo das compras, apontam dados registrados pela Secex (Secretaria de Comércio Exterior) até o mês passado.
O Egito aumentou em 195% as importações neste ano, enquanto as compras da Jordânia subiram 82%.
O Líbano, segundo maior importador do Brasil, teve alta de 4%, com as importações subindo para 60 mil cabeças de gado até julho.
A demanda externa por carnes engorda também as receitas com o gado vivo exportado pelo país. Até julho, as exportações renderam US$ 465 milhões, 31% mais do que em igual período anterior, aponta a Secex.
As maiores receitas para os exportadores brasileiros vieram da Venezuela, cujos gastos aumentaram para US$ 376 milhões neste ano, 42% mais do que de janeiro a julho.
O Líbano pagou para os exportadores brasileiros US$ 56 milhões neste ano.
Milho A produtivida- de do milho continua bem dispersa no país. Enquanto Santa Catarina consegue colher 7,3 toneladas por hectare, em média, o Ceará fica com apenas 1,1.
Melhora Esses dados são estimativas da Céleres para a produção total de 2014/15. A produtividade média avança no país, mas ainda está em 5,61 toneladas por hectare.
Soja Já a produtividade de soja tem uma dispersão menor. Tocantins terá uma das melhores na safra 2014/15, somando 3,1 toneladas por hectare, ante média nacional de 2,9 toneladas.
Líder O líder em produção, Mato Grosso, terá 3,08 toneladas por hectare.
Urbanização eleva demanda da China por matéria-prima
Uma boa notícia para os produtores brasileiros de commodities. A população urbana da China deverá atingir 60% em 2020. Atualmente, está em 54%.
O Ministério da Agricultura do país indica que mais 100 milhões de trabalhadores rurais trocarão o campo pelas cidades nesse período.
Salários melhores nas cidades colocarão mais chineses na faixa de consumo de grãos e de proteínas, em benefício do Brasil, que é um dos principais produtores.
Esse número de chineses que deverão sair do campo ocorre após outros 300 milhões já terem feito o mesmo caminho nas últimas décadas. Com isso, a China deverá aumentar ainda mais a dependência de importações de alimentos. Bom para o Brasil.
Valor de produção de bovino cresce mais que o de frango
Os últimos cinco anos foram um período de maior consolidação para a cadeia bovina. Segundo o Ministério da Agricultura, o valor bruto da produção do setor subiu 53% no período, superando o das outras proteínas.
A bovinocultura deverá acumular R$ 68 bilhões neste ano, 18% mais do que 2013.
Esse aumento do valor bruto da produção ocorre devido à elevação dos preços no setor, provocada por uma forte demanda externa.
O mesmo não ocorre com o frango, que, após um salto no valor da produção de 2010 a 2013, deverá recuar 16% em 2014. Mesmo assim, acumula 51% de alta em cinco anos.
Fonte: (Folha de São Paulo)
De janeiro a julho, as vendas externas de gado em pé já atingiram 455 mil animais, 42% mais do que em igual período do ano passado.
O aumento de vendas do gado vivo é bom para os pecuaristas do Pará, de onde sai o maior número de animais exportadas. As vendas externas dão sustentação aos preços no Estado.
Essa aceleração nas vendas se deve a um ritmo maior de compras de todos os principais importadores brasileiros. A líder, Venezuela, adquiriu 352 mil cabeças de gado até julho, 58% mais do que em igual período de 2013.
Outros tradicionais compradores de gado vivo do país também elevaram o ritmo das compras, apontam dados registrados pela Secex (Secretaria de Comércio Exterior) até o mês passado.
O Egito aumentou em 195% as importações neste ano, enquanto as compras da Jordânia subiram 82%.
O Líbano, segundo maior importador do Brasil, teve alta de 4%, com as importações subindo para 60 mil cabeças de gado até julho.
A demanda externa por carnes engorda também as receitas com o gado vivo exportado pelo país. Até julho, as exportações renderam US$ 465 milhões, 31% mais do que em igual período anterior, aponta a Secex.
As maiores receitas para os exportadores brasileiros vieram da Venezuela, cujos gastos aumentaram para US$ 376 milhões neste ano, 42% mais do que de janeiro a julho.
O Líbano pagou para os exportadores brasileiros US$ 56 milhões neste ano.
Milho A produtivida- de do milho continua bem dispersa no país. Enquanto Santa Catarina consegue colher 7,3 toneladas por hectare, em média, o Ceará fica com apenas 1,1.
Melhora Esses dados são estimativas da Céleres para a produção total de 2014/15. A produtividade média avança no país, mas ainda está em 5,61 toneladas por hectare.
Soja Já a produtividade de soja tem uma dispersão menor. Tocantins terá uma das melhores na safra 2014/15, somando 3,1 toneladas por hectare, ante média nacional de 2,9 toneladas.
Líder O líder em produção, Mato Grosso, terá 3,08 toneladas por hectare.
Urbanização eleva demanda da China por matéria-prima
Uma boa notícia para os produtores brasileiros de commodities. A população urbana da China deverá atingir 60% em 2020. Atualmente, está em 54%.
O Ministério da Agricultura do país indica que mais 100 milhões de trabalhadores rurais trocarão o campo pelas cidades nesse período.
Salários melhores nas cidades colocarão mais chineses na faixa de consumo de grãos e de proteínas, em benefício do Brasil, que é um dos principais produtores.
Esse número de chineses que deverão sair do campo ocorre após outros 300 milhões já terem feito o mesmo caminho nas últimas décadas. Com isso, a China deverá aumentar ainda mais a dependência de importações de alimentos. Bom para o Brasil.
Valor de produção de bovino cresce mais que o de frango
Os últimos cinco anos foram um período de maior consolidação para a cadeia bovina. Segundo o Ministério da Agricultura, o valor bruto da produção do setor subiu 53% no período, superando o das outras proteínas.
A bovinocultura deverá acumular R$ 68 bilhões neste ano, 18% mais do que 2013.
Esse aumento do valor bruto da produção ocorre devido à elevação dos preços no setor, provocada por uma forte demanda externa.
O mesmo não ocorre com o frango, que, após um salto no valor da produção de 2010 a 2013, deverá recuar 16% em 2014. Mesmo assim, acumula 51% de alta em cinco anos.
Fonte: (Folha de São Paulo)
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
10:24
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Assinar:
Postagens (Atom)







