A Tunísia quer importar bezerros para engorda do Brasil e o membro do Conselho Executivo da União Tunisiana da Agricultura e Pesca (Utap), encarregado de Relações Internacionais e Parcerias, Labidi Abdelmajid, está em busca de contatos de fornecedores. Abdelmajid participa, em Brasília, do Diálogo Brasil-África, conferência entre brasileiros e africanos sobre alimentação e agricultura, e está também, nesta viagem, verificando a possibilidade de compra dos bezerros. De acordo com Abdelmajid, a empresa tunisiana interessada nos animais é a Sociétes les Eleveurs Réunis, afiliada à Utap.
Abdelmajid está no Brasil ainda com a missão de promover a International Agricultural Show, exposição bianual da área agrícola, que ocorre na Tunísia entre 19 e 23 de outubro deste ano. De acordo com o tunisiano, a mostra pode ser uma oportunidade para promoção da tecnologia brasileira agrícola em seu país. Segundo ele, a Tunísia tem interesse na tecnologia brasileira, principalmente para agricultura em regiões áridas e semi-áridas. “Tenho planos de discutir o tema e estabelecer um diálogo com organizações e profissionais brasileiros em um futuro próximo”, disse Abdelmajid.
LEIA http://www.sitedacarne.com.br/MercadoNoticia.aspx?codigoNot=PP2smVllK7Y=&title=TUNISIA+QUER+IMPORTAR+BEZERROS+PARA+ENGORDA+DO+BRASIL
FONTE: SITE DA CARNE
sábado, 15 de maio de 2010
Tunísia quer importar bezerros para engorda do Brasil
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CARNES: CHUVAS ESPARSAS DEIXAM PASTAGENS IRREGULARES NO RS
Houve mais uma semana de irregularidade de distribuição nas chuvas no Rio Grande do Sul. As maiores precipitações concentraram-se na faixa leste e parte da região Central, onde sua intensidade variou de fraca à moderada. Nas regiões onde as precipitações foram menores ou não ocorreram, segue o trabalho de preparo e semeadura das novas pastagens de inverno.
As chuvas seguem beneficiando as já implantadas, mas comprometem o cronograma de implantação nas áreas em que esta é mais intensa. Na região da Campanha, os trabalhos de corte e produção da silagem já estão praticamente concluídos, restando algumas poucas áreas de milho e sorgo para ensilar.
Os produtores, na medida que vão liberando as áreas, já estão realizando o trabalho de preparo e semeadura com as espécies forrageiras hibernais. Embora não tenha ocorrido geadas significativas, o campo nativo a cada dia se apresenta mais amarelado e seco e, consequentemente, com pior qualidade.
Em termos de volumoso, suas reservas ainda seguem significativas e, graças a isso, tem sido possível manter uma boa lotação de animais. O desenvolvimento do azevém de ressemeadura natural tem se mostrado promissor, principalmente depois das últimas chuvas. A exceção fica para regiões onde as chuvas foram menos expressivas.
Nessas, os efeitos do vazio forrageiro outonal tendem a ser mais prolongados. As informações partem do boletim semanal divulgado pela Emater.
FONTE: SAFRAS E MERCADO.
As chuvas seguem beneficiando as já implantadas, mas comprometem o cronograma de implantação nas áreas em que esta é mais intensa. Na região da Campanha, os trabalhos de corte e produção da silagem já estão praticamente concluídos, restando algumas poucas áreas de milho e sorgo para ensilar.
Os produtores, na medida que vão liberando as áreas, já estão realizando o trabalho de preparo e semeadura com as espécies forrageiras hibernais. Embora não tenha ocorrido geadas significativas, o campo nativo a cada dia se apresenta mais amarelado e seco e, consequentemente, com pior qualidade.
Em termos de volumoso, suas reservas ainda seguem significativas e, graças a isso, tem sido possível manter uma boa lotação de animais. O desenvolvimento do azevém de ressemeadura natural tem se mostrado promissor, principalmente depois das últimas chuvas. A exceção fica para regiões onde as chuvas foram menos expressivas.
Nessas, os efeitos do vazio forrageiro outonal tendem a ser mais prolongados. As informações partem do boletim semanal divulgado pela Emater.
FONTE: SAFRAS E MERCADO.
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CARNES: GADO TEM BOA OFERTA E VALORIZAÇÃO NO RS
SAFRAS (14) - O mercado estadual de bovinos para abate tem se comportado de forma satisfatória no Rio Grande do Sul, pois, apesar da boa oferta, tem
oscilado entre a estabilidade e pequenas valorizações. Assim demonstrou mais uma vez o levantamento sistematicamente realizado pela EMATER/RSASCAR nas
principais praças de comercialização.
Segundo este levantamento, na última semana, o preço médio dos bovinos de corte apresentou mais uma elevação, passando o preço da vaca gorda de R$ 2,16
para R$ 2,17 o quilo vivo, aumento de 0,46%, e o do boi gordo, de R$ 2,45 para R$ 2,46 o kg vivo, aumento de 0,41%.
As condições gerais para essa atividade seguem favoráveis, apesar do campo nativo estar perdendo gradativamente sua qualidade nutricional, uma vez que a
disponibilidade de forragem na forma de volumoso tem propiciado uma boa manutenção ao rebanho neste início de estação fria. Com a chegada do frio,
também está diminuindo a presença de parasitas, em especial a mosca, que necessita de temperaturas mais elevadas para seu rápido desenvolvimento.
Contudo, os carrapatos ainda seguem exigindo maior atenção por parte dos criadores. De forma geral, o estado sanitário do rebanho é bom. A ausência de
geadas precoces intensas tem contribuído para isso. As informações partem do boletim semanal divulgado pela Emater/RS.
FONTE: SAFRAS E MERCADO
oscilado entre a estabilidade e pequenas valorizações. Assim demonstrou mais uma vez o levantamento sistematicamente realizado pela EMATER/RSASCAR nas
principais praças de comercialização.
Segundo este levantamento, na última semana, o preço médio dos bovinos de corte apresentou mais uma elevação, passando o preço da vaca gorda de R$ 2,16
para R$ 2,17 o quilo vivo, aumento de 0,46%, e o do boi gordo, de R$ 2,45 para R$ 2,46 o kg vivo, aumento de 0,41%.
As condições gerais para essa atividade seguem favoráveis, apesar do campo nativo estar perdendo gradativamente sua qualidade nutricional, uma vez que a
disponibilidade de forragem na forma de volumoso tem propiciado uma boa manutenção ao rebanho neste início de estação fria. Com a chegada do frio,
também está diminuindo a presença de parasitas, em especial a mosca, que necessita de temperaturas mais elevadas para seu rápido desenvolvimento.
Contudo, os carrapatos ainda seguem exigindo maior atenção por parte dos criadores. De forma geral, o estado sanitário do rebanho é bom. A ausência de
geadas precoces intensas tem contribuído para isso. As informações partem do boletim semanal divulgado pela Emater/RS.
FONTE: SAFRAS E MERCADO
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ALERTA DE MERCADO
Divulgação |
| ALERTA DE MERCADO - PECUÁRIA DE CORTE BRASIL DIANTE DOS BAIXOS ESTOQUES CAPACIDADE DE ABATE DO MARFRIG SEGUE OCIOSA COM APENAS 52,4% DE APROVEITAMENTO |
FONTE: RURAL BUSINESS
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RURALISTAS APELAM AO PMDB CONTRA DECRETO
Texto aumenta exigências para registro de reserva legal.O governo já tem pronto, e assinado pelos ministros do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Agrário, um novo decreto presidencial de 33 artigos para obrigar o produtor rural a registrar as áreas de reserva legal em sua propriedade em cartório mediante a apresentação de uma série de exigências documentais, inclusive memorial descritivo e coordenadas geográficas. Hoje, as áreas de reserva legal de manutenção obrigatória são de 80% na Amazônia, 35% no Cerrado e 20% nas demais regiões do país.
A medida, ainda sob análise da Casa Civil da Presidência, também introduz punições e multas de R$ 5 mil a R$ 50 mil por hectare para quem descumprir novas regras. O decreto prevê que compensações pela derrubada de florestas só poderá ocorrer em áreas da mesma bacia hidrográfica ou do mesmo Estado da propriedade original. Além disso, o uso de “cotas” de reserva florestal, outro instrumento de compensação ambiental, ficaria limitado a áreas desmatadas até 26 de dezembro de 2006. Quem fez derrubadas após essa “data de corte” não poderia usufruir dos benefícios legais.
Muito contrariada com a iminente publicação do novo decreto, a bancada ruralista do Congresso pressiona o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, a não assinar a medida. Indicado pelo PMDB, Rossi afirmou que terá que assinar se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinar. Por isso, os ruralistas levarão o caso à cúpula do PMDB, aliado preferencial de Lula. “Esse decreto é inconstitucional e vai dar problema ao presidente Lula”, diz o deputado Moacir Micheletto (PMDB-PR). “Estão dando um palanque para a Marina Silva [senadora e candidato presidencial do PV]. Politicamente, é muito ruim para o governo”.
Na noite de quarta-feira, os ruralistas tiveram o último encontro com Wagner Rossi. E reafirmaram que um novo decreto “atropela” as discussões e coloca em xeque os trabalhos da Comissão Especial do Código Florestal, instalada na Câmara dos Deputados. “O decreto está ferindo um acordo de formação da comissão. Os ambientalistas perderam a corrida conosco e agora querem tirar o nosso rumo. Todo dia tem uma ação deles. Não aceitamos isso”, diz Micheletto, que preside a comissão especial.
Os deputados afirmam, ainda, que um novo decreto acirra os ânimos no campo e quebra um acordo político feito pelo governo no Congresso. O recado é claro: regras ambientais mais duras em meio a eleições impedem a colheita de dividendos eleitorais nas bases rurais desses parlamentares.
O novo decreto foi redigido em conjunto pelos ex-ministros Carlos Minc (Meio Ambiente) e Reinhold Stephanes (Agricultura). Os substitutos deles não teriam sido consultados. Os ruralistas apostam nisso para adiar a publicação do decreto. Por outro lado, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, informou a auxiliares que concorda com o teor das medidas, mais favoráveis a agricultores familiares e mais restritivas a médios e grandes produtores. A reportagem procurou ontem a subchefia de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, mas não obteve resposta sobre o decreto.
Uma análise jurídica feita pela Comissão Especial do Código avalia como “inconstitucionais” vários artigos do novo decreto por criar obrigações e impor limitações. “Isso deveria ser feito por lei. Não pode ser por decreto”, diz o deputado Micheletto. Os cartórios, por exemplo, são obrigados a seguir as regras das corregedorias estaduais de Justiça, e não a norma contida em um decreto presidencial. A data de corte para uso de cota de reserva florestal também seria “duvidosa”, afirma a análise.
O novo decreto também impõe regras a órgãos ambientais estaduais ao instituir a compensação de florestas por meio da chamada “servidão florestal”. Questões sobre a localização da reserva legal seriam de competência exclusiva dos Estados, e não da União. A criação de obrigações e limitações também seriam passíveis de questionamentos judiciais (Valor, 14/5/10)
FONTE: AGROMUNDO
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Abates de bovinos tiveram redução de 5,8% em abril
Em abril o número de bovinos abatidos por frigoríficos de Mato Grosso do Sul que têm SIF (Serviço de Inspeção Federal) diminuiu em 5,8% comparado a março, conforme dados da Superintendência Federal de Agricultural.
Foram 274.615 animais abatidos contra 291.706 no mês anterior. Comparado a abril do ano passado, porém, houve aumento de 4,32%.
No acumulado do quadrimestre já são 1.095.388 bovinos abatidos contra 1.001.777 de janeiro a abril do ano passado.
Fonte: Campo Grande News
Foram 274.615 animais abatidos contra 291.706 no mês anterior. Comparado a abril do ano passado, porém, houve aumento de 4,32%.
No acumulado do quadrimestre já são 1.095.388 bovinos abatidos contra 1.001.777 de janeiro a abril do ano passado.
Fonte: Campo Grande News
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Boi gordo: indicador recua e é cotado a R$ 80,85
Nesta quinta-feira o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 80,03/@, com desvalorização de R$ 0,20. O indicador a prazo apresentou recuo de R$ 0,18, sendo cotado a R$ 80,85/@.
LEIA MAIS : http://www.beefpoint.com.br/boi-gordo-indicador-recua-e-e-cotado-a-r-8085_noticia_62808_15_166_.aspx
FONTE: BEEFPOINT
LEIA MAIS : http://www.beefpoint.com.br/boi-gordo-indicador-recua-e-e-cotado-a-r-8085_noticia_62808_15_166_.aspx
FONTE: BEEFPOINT
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Escala de abate não aquece com o frio em MT
Com a chegada do frio, a tendência é que o pecuarista tire o seu gado do pasto e solta para o abate
A onda de frio em Mato Grosso chegou no último dia 08 de maio e continua fazendo frente ao calor do outono mato-grossense,antes mesmo da chegada do inverno, que no Brasil começa oficialmente no dia 21 de junho, às 9h26, com previsão de estiagem no sul do País e frio mais rigoroso em comparação aos dois anos anteriores. A baixa temperatura é termômetro certo para sabermos como anda a pecuária na região. Afinal, nesse período o gado perde peso, diminuiu a qualidade pastagem, que sofre com a restrição de umidade. Nesse caso, a tendência do pecuarista é tirar o boi gordo do pasto e mandá-lo para o abate, antes que tenha prejuízo.
“O que estamos vendo é que mesmo como uma semana de frio a média da escala de abate em Mato Grosso esta semana foi de apenas três dias, quando o normal seria aumentar com a oferta do boi gordo que deixa a pastagem por causa do frio. Isso significa que o pecuarista esta produzindo de acordo com a capacidade do mercado, para não ter uma oferta maior do que a procura”, explica o superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso - Acrimat, Luciano Vacari. Ele ressalta que “essa movimentação é natural no período do inverno e isso mostra que o produtor está no caminho certo, de preparar o gado de acordo com sua conveniência”.
O reflexo disso é que o preço da arroba segue rumo a uma pequena recuperação, “mas ainda não permite que o pecuarista faça investimentos e aumente sua renda”. Vacari comenta que o preço da arroba nos últimos dias, que não ultrapassou R$ 73,00 à vista em Mato Grosso, só cobre os custos de produção. “Estamos dentro de uma linha de equilíbrio. Dizemos sempre, que quando a escala é menor do que 03 dias, o preço da arroba sobe, quando está acima de 05 dias, o preço da arroba cai. Vivemos um momento de maturidade do pecuarista e um reflexo do abate das fêmeas em 2005, 2006 e 2007. É um ciclo natural do setor”. As informações são de assessoria de imprensa.
FONTE: Agrolink
A onda de frio em Mato Grosso chegou no último dia 08 de maio e continua fazendo frente ao calor do outono mato-grossense,antes mesmo da chegada do inverno, que no Brasil começa oficialmente no dia 21 de junho, às 9h26, com previsão de estiagem no sul do País e frio mais rigoroso em comparação aos dois anos anteriores. A baixa temperatura é termômetro certo para sabermos como anda a pecuária na região. Afinal, nesse período o gado perde peso, diminuiu a qualidade pastagem, que sofre com a restrição de umidade. Nesse caso, a tendência do pecuarista é tirar o boi gordo do pasto e mandá-lo para o abate, antes que tenha prejuízo.
“O que estamos vendo é que mesmo como uma semana de frio a média da escala de abate em Mato Grosso esta semana foi de apenas três dias, quando o normal seria aumentar com a oferta do boi gordo que deixa a pastagem por causa do frio. Isso significa que o pecuarista esta produzindo de acordo com a capacidade do mercado, para não ter uma oferta maior do que a procura”, explica o superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso - Acrimat, Luciano Vacari. Ele ressalta que “essa movimentação é natural no período do inverno e isso mostra que o produtor está no caminho certo, de preparar o gado de acordo com sua conveniência”.
O reflexo disso é que o preço da arroba segue rumo a uma pequena recuperação, “mas ainda não permite que o pecuarista faça investimentos e aumente sua renda”. Vacari comenta que o preço da arroba nos últimos dias, que não ultrapassou R$ 73,00 à vista em Mato Grosso, só cobre os custos de produção. “Estamos dentro de uma linha de equilíbrio. Dizemos sempre, que quando a escala é menor do que 03 dias, o preço da arroba sobe, quando está acima de 05 dias, o preço da arroba cai. Vivemos um momento de maturidade do pecuarista e um reflexo do abate das fêmeas em 2005, 2006 e 2007. É um ciclo natural do setor”. As informações são de assessoria de imprensa.
FONTE: Agrolink
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Lula defenderá cota para exportação de carnes à Rússia
Na pauta comercial da viagem à Rússia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai defender que o Brasil tenha uma cota individual para a exportação de carnes. Hoje, o Brasil integra a categoria de “outros países” e pleiteia uma cota exclusiva, conforme informou o chefe do Departamento de Promoção Comercial do Ministério das Relações Exteriores, Norton Rapesta.
Ao contrário do Brasil, Estados Unidos e União Europeia já possuem essas cotas para exportação de carne de frango, suína e bovina. O Brasil entende que tem direito a mais espaço por ser o maior fornecedor de carne bovina para a Rússia. O País considera-se prejudicado por não ter acesso ao mercado e sofrer maior concorrência. “Ele falará certamente sobre isso com o (presidente russo, Dimitry) Medvedev”, disse Rapesta a jornalistas. “Queremos uma cota só nossa. Somos os maiores fornecedores”, justificou.
Lula participa no sábado do encerramento do encontro empresarial entre os dois países, com o objetivo de dobrar o comércio bilateral, que sofreu uma queda 40% por causa da crise, e também diversificar as exportações, hoje concentradas em produtos alimentícios. “Queremos mostrar que temos outras coisas para oferecer novos produtos. Não podemos ficar só na exportação de carne e importação de petróleo”, disse Norton Rapesta, citando que o Brasil quer exportar tecnologia agrária e bioenergia, por exemplo, enquanto a Rússia pode oferecer material de defesa, transportes, aeroespacial e até nuclear. “Precisamos mudar este patamar de investimentos que é considerado muito baixo.”
Fonte: Jornal do Comércio (RS)
Ao contrário do Brasil, Estados Unidos e União Europeia já possuem essas cotas para exportação de carne de frango, suína e bovina. O Brasil entende que tem direito a mais espaço por ser o maior fornecedor de carne bovina para a Rússia. O País considera-se prejudicado por não ter acesso ao mercado e sofrer maior concorrência. “Ele falará certamente sobre isso com o (presidente russo, Dimitry) Medvedev”, disse Rapesta a jornalistas. “Queremos uma cota só nossa. Somos os maiores fornecedores”, justificou.
Lula participa no sábado do encerramento do encontro empresarial entre os dois países, com o objetivo de dobrar o comércio bilateral, que sofreu uma queda 40% por causa da crise, e também diversificar as exportações, hoje concentradas em produtos alimentícios. “Queremos mostrar que temos outras coisas para oferecer novos produtos. Não podemos ficar só na exportação de carne e importação de petróleo”, disse Norton Rapesta, citando que o Brasil quer exportar tecnologia agrária e bioenergia, por exemplo, enquanto a Rússia pode oferecer material de defesa, transportes, aeroespacial e até nuclear. “Precisamos mudar este patamar de investimentos que é considerado muito baixo.”
Fonte: Jornal do Comércio (RS)
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sexta-feira, 14 de maio de 2010
Cabanha Macanudo promove grande remate no sábado
A cada sábado, Lavras do Sul reforça a imagem que a consagrou na condição de grande fornecedor de gado de corte. Neste final de semana, no entanto, a oferta será especial. Quando os portões do Parque de Exposições do Sindicato Rural se abrirem no dia 15, às 15h, a moderna pista de remates do município receberá mais de mil animais em nome do 14º do remate da Cabanha Macanudo.
No total, serão ofertados mil bovinos, sendo 500 terneiros padrão de feira, e 500 ventres, entre vacas e vaquilhonas prenhes ou vazias, e terneiras. Os bovinos, todos mochos ou amochados, passarão em pista em lotes padronizados. O remate, que ainda contará coma oferta de 50 ovinos pretos, é oficializado pela Secretaria da Agricultura do Estado, conta com linhas de financiamento e terá 60 dias de prazo sem juros, ou 4% de desconto à vista.
Sidimar Rostan – MTb 13206
Assessoria de Imprensa
Laruê Agência
No total, serão ofertados mil bovinos, sendo 500 terneiros padrão de feira, e 500 ventres, entre vacas e vaquilhonas prenhes ou vazias, e terneiras. Os bovinos, todos mochos ou amochados, passarão em pista em lotes padronizados. O remate, que ainda contará coma oferta de 50 ovinos pretos, é oficializado pela Secretaria da Agricultura do Estado, conta com linhas de financiamento e terá 60 dias de prazo sem juros, ou 4% de desconto à vista.
Sidimar Rostan – MTb 13206
Assessoria de Imprensa
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Terneiros embalam expectativa positiva para a Fenasul
Números parciais indicam queda nas inscrições
No embalo de pré-campanha eleitoral, foi lançada na manhã desta quinta-feira, na Capital, a 6ª Fenasul, que ocorre entre 27 e 30 de maio, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Na presença de representantes da cadeia produtiva do leite, secretários e parlamentares, a governadora Yeda Crusius apresentou seu secretariado, falou sobre Detran, modificações no sistema prisional, momentos críticos enfrentados pelo Piratini, eficácia de medidas econômicas, projetos estruturantes como o da irrigação e arrematou com a importância do agronegócio e a expectativa de sucesso na Fenasul. “Estamos muito confiantes”, resumiu Yeda. As inscrições de animais serão totalizadas na segunda-feira, mas os números parciais apontam queda. São 2.146 exemplares, frente a 2.735 em 2009.
A expectativa positiva é a mesma entre os organizadores, que apostam no potencial da 8ª Feira de Terneiros, principal evento comercial da Fenasul, com previsão de oferta de 1,5 mil exemplares. Pelo Interior, a comercialização do gado tem fluído com preço médio considerado muito bom. O presidente da Gadolando, José Ernesto Ferreira, também acredita em negócios favoráveis no setor leiteiro, especialmente na venda de novilhas prenhes ou vacas em produção, animais de rápido retorno. Apesar do quadro traçado, Ferreira preferiu não estimar faturamento. Em 2009, as vendas totalizaram R$ 908,377 mil, queda de 68,57% em relação a 2008.
No mercado do leite, o preço no campo teria subido 21% desde janeiro, para R$ 0,70 o litro, mas falta produto. Com os efeitos da seca no primeiro trimestre sobre a produtividade dos animais e o atraso na formação de pastagens que alimentam o gado, o volume beneficiado pela indústria acumula baixa de 14,4% desde janeiro no Rio Grande do Sul, o que representa queda de 1 milhão de litros na captação diária, calcula o presidente da Associação Gaúcha de Laticinistas (AGL), Ernesto Krug. Ao lembrar que todos se adequaram à realidade do mercado, o dirigente criticou o setor varejista por manter suas margens de lucro entre 27% e 30% independentemente do cenário.
Fonte: Correio do Povo
No embalo de pré-campanha eleitoral, foi lançada na manhã desta quinta-feira, na Capital, a 6ª Fenasul, que ocorre entre 27 e 30 de maio, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Na presença de representantes da cadeia produtiva do leite, secretários e parlamentares, a governadora Yeda Crusius apresentou seu secretariado, falou sobre Detran, modificações no sistema prisional, momentos críticos enfrentados pelo Piratini, eficácia de medidas econômicas, projetos estruturantes como o da irrigação e arrematou com a importância do agronegócio e a expectativa de sucesso na Fenasul. “Estamos muito confiantes”, resumiu Yeda. As inscrições de animais serão totalizadas na segunda-feira, mas os números parciais apontam queda. São 2.146 exemplares, frente a 2.735 em 2009.
A expectativa positiva é a mesma entre os organizadores, que apostam no potencial da 8ª Feira de Terneiros, principal evento comercial da Fenasul, com previsão de oferta de 1,5 mil exemplares. Pelo Interior, a comercialização do gado tem fluído com preço médio considerado muito bom. O presidente da Gadolando, José Ernesto Ferreira, também acredita em negócios favoráveis no setor leiteiro, especialmente na venda de novilhas prenhes ou vacas em produção, animais de rápido retorno. Apesar do quadro traçado, Ferreira preferiu não estimar faturamento. Em 2009, as vendas totalizaram R$ 908,377 mil, queda de 68,57% em relação a 2008.
No mercado do leite, o preço no campo teria subido 21% desde janeiro, para R$ 0,70 o litro, mas falta produto. Com os efeitos da seca no primeiro trimestre sobre a produtividade dos animais e o atraso na formação de pastagens que alimentam o gado, o volume beneficiado pela indústria acumula baixa de 14,4% desde janeiro no Rio Grande do Sul, o que representa queda de 1 milhão de litros na captação diária, calcula o presidente da Associação Gaúcha de Laticinistas (AGL), Ernesto Krug. Ao lembrar que todos se adequaram à realidade do mercado, o dirigente criticou o setor varejista por manter suas margens de lucro entre 27% e 30% independentemente do cenário.
Fonte: Correio do Povo
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Exportações para o Oriente Médio
Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o Brasil exportou para o Oriente Médio 32 mil toneladas equivalente carcaça (tec) de carne bovina em abril.
Neste total estão incluídos carne in natura e industrializada.
Mesmo com uma queda de 13% no total embarcado entre março e abril, nestes primeiros quatro meses de 2010 o Brasil exportou 44% do volume de carne bovina que havia embarcado em todo o ano de 2009.
Veja a exportação para o Oriente Médio em 2008, 2009 e 2010.
Considerando os quatro primeiros meses do ano, o total embarcado em 2010 chega a 126,27 mil tec, contra 72,94 mil em 2009.
Com a melhora da demanda e do preço do petróleo, as economias do Oriente Médio estão se recuperando da crise econômica, o que faz com que a demanda por carne bovina se eleve.
Com isso, as exportações brasileiras podem ser beneficiadas, já que o aumento do consumo de carne bovina está atrelado ao aumento da renda.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Neste total estão incluídos carne in natura e industrializada.
Mesmo com uma queda de 13% no total embarcado entre março e abril, nestes primeiros quatro meses de 2010 o Brasil exportou 44% do volume de carne bovina que havia embarcado em todo o ano de 2009.
Veja a exportação para o Oriente Médio em 2008, 2009 e 2010.
Considerando os quatro primeiros meses do ano, o total embarcado em 2010 chega a 126,27 mil tec, contra 72,94 mil em 2009.
Com a melhora da demanda e do preço do petróleo, as economias do Oriente Médio estão se recuperando da crise econômica, o que faz com que a demanda por carne bovina se eleve.
Com isso, as exportações brasileiras podem ser beneficiadas, já que o aumento do consumo de carne bovina está atrelado ao aumento da renda.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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Rússia diz que comprará carne de mais empresas brasileiras

O número de empresas brasileiras fornecedoras de carne para a Rússia deverá aumentar neste ano
O número de empresas brasileiras fornecedoras de carne para a Rússia deverá aumentar neste ano. A previsão é do chefe do Serviço Federal de Vigilância Veterinária e Fitossanitária da Rússia, Serguei Dankvert. O comunicado foi feito ao secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Inácio Kroetz, durante missão ao país. O encontro durou cinco dias.
Além disso, o serviço veterinário oficial brasileiro deverá transmitir garantias adicionais de segurança dos alimentos como rigoroso controle de resíduos, já que a legislação russa difere da brasileira e dos limites aceitos internacionalmente. As informações constam em nota distribuída pela assessoria de imprensa do ministério.
Uma delegação russa visitou o Brasil no período de 11 a 23 de abril, e avaliou 29 estabelecimentos, entre frigoríficos e processadores de carnes de bovinos, suínos e de aves, que exportam para o mercado russo. "Relatório preliminar com os resultados dessa inspeção foi apresentado e discutido com as autoridades daquele país e as conclusões finais serão enviadas à secretaria nos próximos dias", explicou o secretário.
De acordo com Kroetz, algumas "não conformidades" apontadas no relatório deverão ser sanadas, com o objetivo de consolidar cada vez mais esse importante mercado, ao fortalecer a certificação do produto brasileiro frente à legislação russa. Na nota, o ministério não esclareceu quais são as "não conformidades".
Fonte: Campo News
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NUTRIÇÃO

Descrição:
| Umidade e Matéria Volátil (máx.) | 10,00% |
| Óleo (máx.) | 2,00% |
| Proteína Bruta (mín.) | 11,00% |
| Matéria Mineral (máx.) | 5,00% |
| Atividade Ureática (Δ Ph) | 0,6 |
| Fibra Bruta (máx.) | 40,00% |
.
Apresentação do Produto:
Casca de soja; Casca de soja peletizada.
Casca de soja; Casca de soja peletizada.
Vida Útil:
120 dias a partir da data de fabricação.
120 dias a partir da data de fabricação.
Composição Básica do Produto:
Casca de soja
Casca de soja
Modo de Usar:
Indicado para a produção de ração animal.
Indicado para a produção de ração animal.
Transporte e Estocagem:
O produto deverá ser transportado em veículos com compartimentos de carga limpos e secos. Estes compartimentos devem estar isentos de substâncias que possam contaminar o produto.
O produto deverá ser transportado em veículos com compartimentos de carga limpos e secos. Estes compartimentos devem estar isentos de substâncias que possam contaminar o produto.
Embalagens Utilizadas:
Venda a Granel
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FONTE: BUNGE NUTRIÇÃO ANIMAL
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Ex-ministro argentino prevê reação ao embargo à importação
Para Campos, declaração que motivou notícias sobre restrição não foi uma das mais felizes
Em meio à ameaça da Argentina de suspender a importação de alimentos que tenha similares no mercado local, o ex-ministro da Agricultura da Argentina Miguel Campos afirmou temer uma "reação de outros países" que importam produtos da Argentina, importante exportador mundial de commodities. "Pode haver a reciprocidade a uma má política", disse ele em Brasília, onde participa do debate "O Papel da América Latina Alimentando o Mundo em 2050", durante o Fórum Mundial de Agricultura. "Pode haver impacto para terceiros países", acrescentou.
Para ele, a declaração que motivou as notícias sobre a restrição "não foi uma das mais felizes". Ele cobrou que o governo argentino explique o que, de fato, será feito em termos comerciais. Sem dar mais detalhes, ele disse que o objetivo desse comentário é passar "alguma mensagem". Para Campos, uma possível restrição pode "causar conflito até mesmo dentro da Argentina".
FONTE: Fabíola Salvador/Agência Estado
Em meio à ameaça da Argentina de suspender a importação de alimentos que tenha similares no mercado local, o ex-ministro da Agricultura da Argentina Miguel Campos afirmou temer uma "reação de outros países" que importam produtos da Argentina, importante exportador mundial de commodities. "Pode haver a reciprocidade a uma má política", disse ele em Brasília, onde participa do debate "O Papel da América Latina Alimentando o Mundo em 2050", durante o Fórum Mundial de Agricultura. "Pode haver impacto para terceiros países", acrescentou.
Para ele, a declaração que motivou as notícias sobre a restrição "não foi uma das mais felizes". Ele cobrou que o governo argentino explique o que, de fato, será feito em termos comerciais. Sem dar mais detalhes, ele disse que o objetivo desse comentário é passar "alguma mensagem". Para Campos, uma possível restrição pode "causar conflito até mesmo dentro da Argentina".
FONTE: Fabíola Salvador/Agência Estado
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Comércio Exterior: Brasil avança na exportação de gado em pé
Até abril foram embarcados 35% mais animais que no mesmo período do ano passado
Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior mostram que as exportações brasileiras de gado em pé, em abril, caíram 20% em relação a março. Mas na comparação com o mesmo período do ano passado, no entanto, a quantidade de animais embarcados, 50,4 mil cabeças, é 35% maior.
No acumulado dos quatro primeiros meses, esse tipo de comércio cresceu 24% quando confrontado com o resultado do mesmo período em 2009. Os principais importadores foram o Líbano e a Venezuela, que ficou com 45,2 mil animais do animais exportados, ou seja, 90% de todo o volume de abril.
Todos os animais exportados saíram do Pará. Somente esse ano, o Brasil faturou aproximadamente US$180 milhões com esse tipo de venda.
Fonte: Scot Consultoria
Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior mostram que as exportações brasileiras de gado em pé, em abril, caíram 20% em relação a março. Mas na comparação com o mesmo período do ano passado, no entanto, a quantidade de animais embarcados, 50,4 mil cabeças, é 35% maior.
No acumulado dos quatro primeiros meses, esse tipo de comércio cresceu 24% quando confrontado com o resultado do mesmo período em 2009. Os principais importadores foram o Líbano e a Venezuela, que ficou com 45,2 mil animais do animais exportados, ou seja, 90% de todo o volume de abril.
Todos os animais exportados saíram do Pará. Somente esse ano, o Brasil faturou aproximadamente US$180 milhões com esse tipo de venda.
Fonte: Scot Consultoria
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Produção de carne bovina tem de dobrar até 2050

O avanço da tecnologia no campo da genética, sanidade e nutrição animal, aliado ao desenvolvimento de novos métodos de administração e controle do manejo sobre o rebanho bovino, alterou de maneira definitiva os parâmetros de eficiência da pecuária de corte mundial ao longo das últimas décadas. O reflexo desta verdadeira revolução no ambiente das propriedades rurais, que se verifica principalmente na melhora dos índices zootécnicos e da produtividade média dos rebanhos, também traz como consequência mudanças na geografia do mercado mundial da carne e derivados.
Países como Brasil, China, Índia e Rússia surgem para o mundo como importantes potências econômicas emergentes e, na esteira de um mercado global em franca transformação, pelo menos dois desses países despontam com forte potencial para se consolidarem como fornecedores regulares de carne bovina para o mundo: Brasil e Índia. “A se confirmarem as projeções do último relatório divulgado pela FAO - Órgão das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura – que mostra que o mundo terá de dobrar sua produção de alimentos até 2050, a pecuária tem papel fundamental para atender a demanda de uma população que deve saltar dos atuais 6,5 bilhões para 9,1 bilhões de habitantes”, destaca Juan Lebrón, diretor executivo da Assocon (Associação Nacional dos Confinadores).
Em 2009, a produção mundial de carne bovina e bubalina processada pela indústria frigorífica no mundo foi de 65,9 milhões de toneladas. Deste total, 9,2 milhões de toneladas (15%) foram processadas pelo Brasil, segundo dados da Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne). Esse volume coloca o País na terceira colocação do ranking global que tem nas duas primeiras colocações os EUA (21%) e a União Europeia, que reúne 27 países (14%), além de China (11%), Argentina (6%), Índia (5%), Rússia e México (3%), entre outros.
Em termos de comercialização, os números mostram que o Brasil fez o dever de casa e atualmente ocupa posição estratégica entre os grandes fornecedores mundiais. Com vendas para mais de 180 países nos cinco continentes, as exportações brasileiras de carne bovina somam 2 milhões de toneladas in natura e industrializadas e receita de US$ 3,6 bilhões. Os principais destinos da carne brasileira in natura são: Rússia, Iran, Hong Kong, Egito, Venezuela, Algeria e industrializada, EUA, Reino Unido, Itália, Holanda, Japão, ambas nesta ordem.
Em setembro próximo representantes de alguns desses países estarão na 3ª Conferência Internacional de Confinadores (Interconf), organizada pela Associação Nacional dos Confinadores. O evento reunirá representantes dos principais países produtores e negociadores de carne bovina no mundo entre os dias 14 e 16 de Setembro, em Goiânia (GO). Em apenas três anos, a Interconf já é o maior encontro de âmbito internacional voltado à discussão de temas ligados à pecuária de produção intensiva no País.
Segundo Juan Lebron, além da visão macroeconômica trazida por renomados especialistas internacionais, a Interconf 2010 quer ampliar o debate em torno dos temas mais importantes do mercado da carne bovina. “Queremos debater os desafios que se apresentam para garantir que a produção continue crescendo, gerando desenvolvimento econômico sustentável, com respeito às leis e às pessoas e, acima de tudo, de que maneira o novo governo atuará na condução de políticas públicas que interessam diretamente à cadeia do agronegócio da carne”, ressalta o diretor executivo da Assocon.
O lançamento oficial da programação da Interconf 2010 acontecerá no próximo dia 17 de junho de 2010 durante a 16ª Feicorte (Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne), no Parque de Exposições Imigrantes, em São Paulo.
Para informações e inscrições acesse www.interconf.org.br ou (11) 3467-5366
FONTE: AGROMUNDO
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ALERTA DE MERCADO
Rural Business |
| ALERTA DE MERCADO – CARNE BOVINA BRASIL RÚSSIA IMPORTA SOZINHA DUAS VEZES MAIS DO QUE A UE, CONFIRMANDO O POUCO PESO DO BLOCO NAS EXPORTAÇÕES |
FONTE: RURAL BUSINESS
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Tunísia quer importar bezerros do Brasil, informa Anba

A Tunísia quer importar bezerros para engorda do Brasil e o membro do Conselho Executivo da União Tunisiana da Agricultura e Pesca (Utap), encarregado de Relações Internacionais e Parcerias, Labidi Abdelmajid, está em busca de contatos de fornecedores. Abdelmajid participa, em Brasília, do Diálogo Brasil-África, conferência entre brasileiros e africanos sobre alimentação e agricultura, e está também, nesta viagem, verificando a possibilidade de compra dos bezerros. De acordo com Abdelmajid, a empresa tunisiana interessada nos animais é a Sociétes les Eleveurs Réunis, afiliada à Utap.
LEIA MAIS: http://www.agromundo.com.br/?p=7705
FONTE: AGROMUNDO
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Argentina: frigoríficos ameaçam fechar plantas
Empresários do setor frigorífico da Argentina solicitaram ao secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, que regularize imediatamente a possibilidade de concretizar embarques de produtos de carne bovina ao exterior para evitar que mais plantas sigam paralisando suas atividades para cortar perdas.
O pedido dos representantes do setor frigorífico, realizado na última sexta-feira, foi feito com uma contundência não observada até o momento. O fato é que a paralisação das atividades a nível massivo (assim como ocorreu na planta de San José da JBS) gerará uma situação social que poderia se tornar difícil de solucionar.
Diante da impossibilidade de dar uma resposta concreta ao pedido insistente das empresas, Moreno tentou acalmar os ânimos e prometeu que, durante essa semana, se constituirá uma "comissão de seguimento" formada por representantes do Comércio Interior, frigoríficos, supermercados e açougues, que estará encarregada de monitorar o abastecimento de carcaças e cortes bovinos aos preços oficiais "sugeridos".
Moreno disse que as permissões de exportação serão concedidas a partir da verificação do cumprimento efetivo do abastecimento do mercado interno, embora não tenha dado informações precisas, prometendo novidades sobre o tema para essa semana.
FONTE: A reportagem é do Infocampo, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
O pedido dos representantes do setor frigorífico, realizado na última sexta-feira, foi feito com uma contundência não observada até o momento. O fato é que a paralisação das atividades a nível massivo (assim como ocorreu na planta de San José da JBS) gerará uma situação social que poderia se tornar difícil de solucionar.
Diante da impossibilidade de dar uma resposta concreta ao pedido insistente das empresas, Moreno tentou acalmar os ânimos e prometeu que, durante essa semana, se constituirá uma "comissão de seguimento" formada por representantes do Comércio Interior, frigoríficos, supermercados e açougues, que estará encarregada de monitorar o abastecimento de carcaças e cortes bovinos aos preços oficiais "sugeridos".
Moreno disse que as permissões de exportação serão concedidas a partir da verificação do cumprimento efetivo do abastecimento do mercado interno, embora não tenha dado informações precisas, prometendo novidades sobre o tema para essa semana.
FONTE: A reportagem é do Infocampo, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
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