quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Glossário do Código Florestal

Entenda os principais termos utilizados

Amazônia Legal: Compreende os estados do Acre, Pará, Amazonas, Roraima, Rondônia, Amapá e Mato Grosso, bem como áreas dos estados do Tocantins, Goiás e Maranhão. Com uma superfície de 5.217.423 km², corresponde a 61% do país e é povoada por 24 milhões de pessoas.

APPs (Áreas de Preservação Permanente): Constituídas por florestas e demais formas de vegetação natural situadas ao longo de rios, cursos d’água, lagoas, lagos, reservatórios naturais ou artificiais, nascentes e restingas, entre outras. Essas áreas têm a função ambiental de preservar recursos hídricos, paisagens, estabilidade geológica, biodiversidade e fluxo gênico (transferência de genes de uma população para outra) de fauna e flora, além de proteger o solo e assegurar o bem estar das populações humanas que vivem no local. As APPs ocupam mais de 20% do território brasileiro e foram estabelecidas pelo atual Código Florestal (Lei 4.771/65).

Área de interesse social: Território onde são desenvolvidas atividades imprescindíveis à proteção da integridade da vegetação nativa, tais como: prevenção, combate e controle do fogo; controle de erosão; e proteção de plantios com espécies nativas, bem como obras, planos, atividades ou projetos definidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Também se incluem na área de interesse social localidades onde há atividades de manejo agroflorestal sustentável, praticadas em pequenas propriedades familiares que não prejudiquem a cobertura vegetal nem a função ambiental no local.

Área de utilidade pública: É dividida em três modalidades: a primeira é destinada às atividades de segurança nacional e proteção sanitária; a segunda compreende as obras essenciais de infraestrutura para serviços públicos de transporte, saneamento e energia, bem como serviços de telecomunicações e de radiodifusão; a terceira engloba as demais obras, planos, atividades ou projetos previstos em resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama).

Áreas rurais consolidadas: Tal classificação não existe no atual Código Florestal. Pelo texto aprovado na Câmara que institui o novo Código Florestal, as atividades em áreas rurais consolidadas anteriores a 22 de julho de 2008 localizadas em Área de Preservação Permanente (APP) poderão ser mantidas se o proprietário aderir ao Programa de Regularização Ambiental. A autorização será concedida em caso de utilidade pública, interesse social ou de baixo impacto. Pela proposta, imóveis de até quatro módulos fiscais não precisam recompor a vegetação nativa. Quem desmatou antes da reserva legal ter percentual aumentado (a partir de 2000) não precisa recompor além do exigido na época.

Bioma: Conjunto de diferentes ecossistemas com certo nível de homogeneidade. É constituído por comunidades biológicas, populações de organismos da fauna e da flora que interagem entre si e também com o ambiente físico chamado biótopo. Os biomas são: florestas tropicais úmidas; tundras; desertos árticos; florestas pluviais, subtropicais ou temperadas; áreas mediterrâneas; prados tropicais ou savanas; florestas temperadas de coníferas; desertos quentes; prados temperados; florestas tropicais secas; e desertos frios. Existem também os sistemas mistos que combinam características de dois ou mais biomas. Os biomas podem ser divididos ainda em: aquáticos, do qual fazem parte a plataforma continental, recifes de coral, zonas oceânicas, praias e dunas; e terrestres. Estes últimos são constituídos, basicamente, por três grupos de seres: os produtores (vegetais), consumidores (animais) e decompositores (fungos, bactérias).

Corredores ecológicos: Áreas que unem os remanescentes florestais e possibilitam o livre trânsito de animais e a dispersão de sementes das espécies vegetais. Isso permite o fluxo gênico (transferência de genes de uma população para outra) entre as espécies da fauna e flora e a conservação dos recursos hídricos e do solo, além de contribuir para o equilíbrio do clima e da paisagem. Os corredores podem unir Unidades de Conservação, Reservas Particulares do Patrimônio Nacional (RPPNs), Reservas Legais, Áreas de Preservação Permanente (APPs) ou quaisquer outras áreas naturais.

Espécies nativas: São aquelas naturais de uma determinada região. A flora nativa interage com o ambiente durante milhares de anos e passa por rigoroso processo de seleção natural, gerando espécies geneticamente resistentes e adaptadas ao local. Essas espécies têm papel fundamental para controlar o excesso de água das chuvas no solo e evitar perda de água dos rios e oceanos. Atuam ainda na filtração e absorção de resíduos presentes na água, evitando o escoramento e a erosão do solo, além de fornecerem alimentação e abrigo para agentes polinizadores.

Espécies exóticas: São introduzidas a partir de outras regiões e países. Não sofreram processo de seleção natural e, dessa forma, não servem de substituto ideal para a flora nativa, uma vez que não desempenham as mesmas funções dentro do ecossistema. As espécies exóticas são amplamente usadas com objetivos econômicos para a produção de celulose, por exemplo.

Floresta Nacional/Estadual (Flona): Área com cobertura florestal de espécies predominantemente nativas que tem como objetivo básico o uso múltiplo sustentável dos recursos florestais e a pesquisa científica, com ênfase em método para exploração sustentável de florestas nativas. Prevista na Lei 9.985/00, a Flona é de posse e domínio públicos, sendo que as áreas particulares incluídas em seus limites devem ser desapropriadas de acordo com o que dispõe a lei. É admitida a permanência de populações tradicionais que a habitam, quando de sua criação, em conformidade com o regulamento e o plano de manejo da unidade.

Floresta Primária: Também conhecida como floresta clímax ou mata virgem, é a floresta intocada ou aquela em que a ação humana não provocou significativas alterações das suas características originais de estrutura e de espécies.

Floresta Secundária: É a que resulta de um processo natural de regeneração da vegetação, em áreas onde no passado houve corte raso da floresta primária. Nesses casos, quase sempre as terras foram temporariamente usadas para agricultura ou pastagem e a floresta ressurge espontaneamente após o abandono de tais atividades. As florestas secundárias são classificadas de acordo com o estágio de regeneração.

ITR (Imposto Territorial Rural): De competência exclusiva da União, sua cobrança ocorre quando há o domínio útil ou a posse de imóvel localizado fora do perímetro urbano do município. Os contribuintes do ITR podem ser o proprietário do imóvel (pessoa física ou jurídica), o titular do seu domínio útil ou o seu possuidor a qualquer título. A alíquota utilizada varia de acordo com a área da propriedade e seu grau de utilização. A base de cálculo é o valor da terra sem qualquer tipo de benfeitoria ou beneficiamento (inclusive plantações), ou seja, o chamado valor da terra nua.

Mata ciliar: É a formação vegetal nas margens dos rios, córregos, lagos, represas e nascentes. Também é conhecida como mata de galeria, mata de várzea, vegetação ou floresta ripária. É tratada pelo Código Florestal como "área de preservação permanente", com diversas funções ambientais, devendo respeitar uma extensão específica de acordo com a largura do rio, lago, represa ou nascente. A preservação desses locais é considerada importante para, entre outras coisas: reter e filtrar resíduos de agroquímicos evitando a poluição dos cursos d’água; proteger contra o assoreamento dos rios e evitar enchentes; formar corredores para a biodiversidade; conservar o solo; auxiliar no controle biológico das pragas; e equilibrar o clima.

Módulo Fiscal: Unidade de medida agrária usada no Brasil, instituída pelo Estatuto da Terra (Lei 6.746/79). É expressa em hectares e é variável, sendo fixada para cada município, com vistas à cobrança do Imposto Territorial Rural (ITR), considerando os seguintes fatores: tipo de exploração predominante no local; renda obtida com a exploração predominante; outras explorações existentes no município que sejam significativas em função da renda ou área utilizada; e conceito de propriedade familiar. Na região Norte, um módulo fiscal varia de 50 a 100 hectares; no Nordeste, de 15 a 90 hectares; no Centro-Oeste, de 5 a 110 hectares; na região Sul, de 5 a 40 hectares; e no Sudeste, de 5 a 70 hectares. O Módulo Fiscal procura refletir a área mediana dos Módulos Rurais dos imóveis rurais do município.

Módulo Rural: Unidade de medida agrária, expressa em hectares, que busca refletir a interdependência entre a dimensão, a situação geográfica do imóvel rural, a forma e as condições de seu aproveitamento econômico. É calculado para cada imóvel rural em separado, e sua área reflete o tipo de exploração predominante no imóvel rural, segundo sua região de localização.

Pequena propriedade rural: É a explorada por trabalho pessoal do proprietário ou posseiro e de sua família, dividida em três categorias de diferentes dimensões, dependendo de sua localização: de até 150 hectares, 50 hectares e 30 hectares. A legislação permite ajuda eventual de terceiros, mas a renda bruta obtida com essa terra deve ser, no mínimo, de 80% da atividade agroflorestal ou do extrativismo.

Reserva Extrativista (Resex): Área utilizada por populações tradicionais cuja subsistência baseia-se no extrativismo e, complementarmente, na agricultura de subsistência e na criação de animais de pequeno porte. De domínio público, seu uso é concedido às populações extrativistas tradicionais conforme disposições legais (Lei 9.985/00), sendo que as áreas particulares incluídas em seu limite devem ser desapropriadas. A pesquisa cientifica é permitida e incentivada, mas precisa haver prévia autorização do órgão responsável pela administração da unidade. São proibidas as explorações de recursos minerais e a caça. A exploração comercial de recursos madeireiros só é admitida em bases sustentáveis e em situações especiais e complementares às demais atividades desenvolvidas, conforme o regulamento e o plano de manejo da unidade.

Reserva Legal: Área localizada no interior de propriedade ou posse rural, excetuada a de preservação permanente, necessária ao uso sustentável dos recursos naturais, onde não é permitido o desmatamento (corte raso), mas é permitido o uso com manejo sustentável, que garanta a perenidade dos recursos ambientais e dos processos ecológicos. É destinada também à conservação e reabilitação dos processos ecológicos, da biodiversidade e ao abrigo e proteção da fauna e da flora nativas. O tamanho da reserva varia de acordo com a região e o bioma: 80% em áreas de florestas da Amazônia Legal; 35% no Cerrado; 20% em campos gerais; e 20% em todos os biomas das demais regiões do país.

Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs): São áreas de conservação ambiental em terras privadas, reconhecidas pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), instituído pela Lei 9.985/00. A RPPN é criada a partir da vontade do proprietário, que assume o compromisso de conservar a natureza, garantindo que a área seja protegida para sempre, por ser de caráter perpétuo.

Unidades de Conservação (UCs): Instituídas pelo poder público, nas suas três esferas (municipal, estadual e federal), são reguladas pela Lei 9.985/00, que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC). Estão divididas em dois grupos: as de proteção integral e as de uso sustentável. As primeiras não podem ser habitadas pelo homem, sendo admitido apenas o uso indireto dos seus recursos naturais em atividades como pesquisa científica e turismo ecológico, por exemplo. As de uso sustentável admitem a presença de moradores, tendo como objetivo compatibilizar a conservação da natureza com o uso sustentável dos recursos naturais.

Helena Daltro Pontual / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

GADO GORDO PELO MUNDO

FONTE: MEGAAGRO/TARDÁGUILA AGROMERCADOS

MT: escalas de abate em queda e arroba se valoriza

O preço da arroba em Mato Grosso "acordou" no fim de outubro, quando já se fazia notória uma menor oferta de bois terminados para o mês de novembro, propiciando com que os compradores, agora, fizessem melhores ofertas. Apesar de as escalas de abate nos frigoríficos do Estado ainda se situarem em uma zona de conforto, já há um indicativo de redução na programação dos bois comprados, o que pode trazer força para novas altas no mês, se o cenário assim permanecer.

E como já vem sendo observado desde meados do ano, as melhores ofertas do Estado seguem sendo registradas na região norte, médio-norte e noroeste, como em Sinop onde os compradores realizaram negócios na média de R$ 91,00/@, acima de preço pago em praças como a de Cuiabá.

Oferta e demanda

Com base na média móvel de cinco dias, se registra uma escalada gradual da arroba do boi gordo à vista no Estado nos últimos 15 dias. Na análise a partir do dia 13, observa-se que a média do preço saiu de R$ 87,04/@, e passado esse período, no dia 4, finalizou a R$ 89,34/@, um incremento de 2,7% em relação ao início da série.

No entanto, a escala de abate, assim como a arroba do boi gordo, obteve um incremento ao longo da série. A variação entre o início da data de análise e o final marca um aumento de 9,1% no número de dias de escala de abate. Porém, apesar da evolução, a escala média em Mato Grosso passou a regredir nos últimos dias, registrando um recuo médio de 8,8% desde o dia 28, enquanto a arroba do boi gordo, no mesmo período, seguiu com a cotação firme, tendo acréscimo em sua média móvel de 1,1%.



Preços da semana

Nesta semana, a evolução semanal dos preços do boi e da vaca apresentou alta no Estado, com a média do preço da arroba do boi valorizando em 1,38%, terminando a R$ 89,55. Quanto à média do preço da vaca gorda, esta ficou nos R$ 82,10/@, variando positivamente em 1,10% com relação à semana anterior.

Noroeste: as cidades a noroeste do Estado apresentaram média semanal de R$ 90,07, registrando valorização de 0,78% com relação à semana anterior.

Norte: nesta região do Estado a arroba terminou a semana com alta de 1,01% com relação à semana anterior. O preço médio negociado pela arroba do boi gordo ficou em R$ 90,98.

Nordeste: com valorização de 2,81%, quando comparado à semana anterior, o nordeste do Estado ficou, neste último dia 4 de novembro, com média semanal de R$ 88,98/@, R$ 2,43/@ a mais que na semana anterior.

Médio-Norte: nesta semana o boi gordo apresentou valorização de 0,91% no médio-norte, com a média semanal ficando em R$ 90,77/@, resultando em um incremento de R$ 0,82/@.

Oeste: o preço médio negociado pela arroba do boi gordo na porção oeste do Estado terminou a semana sendo cotado a R$ 88,45, o que evidencia variação positiva de 0,36% quando comparado à semana anterior, quando a arroba estava cotada a R$ 88,13.

Centro-Sul: a arroba fecha a semana com média de R$ 89,97, o que significa 0,54% de aumento com relação à semana anterior. Negociações foram registradas, na cidade de Tangará da Serra, com a arroba a R$ 89,00 à vista, nesta última sexta-feira.

Sudeste: o preço da arroba no sudeste do Estado foi cotado com média semanal de R$ 88,80, o que representa alta de 2,69%, significando R$ 2,33 a mais do que na semana anterior, quando a média estava em R$ 86,47. Foi registrado negócio na cidade de Pedra Preta com a arroba a R$ 88,00, nesta última sexta-feira.



Reposição

Neste último mês de outubro a arroba do boi gordo encerrou com alta de 1,8% em relação ao mês anterior com a média mensal em R$ 87,50. Em contrapartida, o preço médio do boi magro (12@) apresentou desvalorização de 0,5%, terminando o mês cotado a R$ 1.091,71/cab. Nesse período a relação de troca entre o preço do boi magro e a arroba do boi gordo ficou em 12,5 @/cab., diminuição de 2,2%, quando esta relação estava em 12,8 @/cab.

Quanto a esses primeiros dias do mês de novembro, a média da arroba se encontra nos R$ 89,79 e o boi magro, nos R$ 1.096,35/cab. O boi magro no momento se depara com um mercado mais morno se comparado ao do boi gordo, em parte, por sua maior valorização no ano. De janeiro a outubro, o boi magro acumula alta de 5,4% enquanto o boi gordo obtém queda de -2,1%.



Fonte: Imea, adaptada pela Equipe BeefPoint.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Mercado do boi gordo mantém cenário firme e tendência de alta para a arroba

Boi gordo: mercado mantém cenário firme e tendência de alta para a arroba. Escalas frigoríficas continuam curtas, com necessidade de as empresas pagarem mais para completar agendas. Consumo aquecido de final de ano deve assegurar bons preços aos pecuaristas.



Após extrema lateralidade observada no mercado do boi gordo em outubro, os preços da arroba seguem em alta neste início de mês, diante do crescente encurtamento na oferta de animais e escalas de abate, que atendem em média 3 dias, em São Paulo.

De acordo com a especialista em mercado pecuário da XP Investimentos, Lygia Pimentel, a demanda mais aquecida no início do mês contribui para a firmeza das cotações. Além disso, a maior concorrência com outras as proteínas, como a carne de frango, por exemplo, também favorece a ascensão dos preços.

Pimentel conta que, com a melhora da margem bruta dos frigoríficos por conta da subida da carne no mercado, muitas indústrias já conseguem aumentar suas ofertas de compra aos pecuaristas. O indicador Cepea já sinaliza esse movimento e o fechamento de ontem apontou para uma alta superior a um real nos preços da arroba.

A especialista segue otimista quanto a situação do mercado nos próximos dias. Se a oferta permanecer baixa, mesmo com expectativa de diminuição do consumo após a primeira quinzena do mês, os preços devem se manter sustentados.
Fonte: Notícias Agrícolas // Aleksander Horta e Marília Pozzer

Comissão discute uso de ivermectinas no controle de parasitas

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural realiza audiência pública nesta terça-feira (8) para discutir o uso de ivermectinas em bovinos, suínos e outros animais. A ivermectina é uma droga antiparasita de amplo espectro, tradicionalmente utilizada no combate a verminoses, mas que passou a ser usada contra ácaros, carrapatos e algumas espécies de piolhos.

O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que propôs a audiência, quer discutir o risco do uso da substância para os animais e para a saúde humana. O objetivo, segundo ele, é avaliar principalmente o impacto da substância na produção de carne.

“Com frequência, tem sido relatado por pecuaristas de várias regiões do Brasil problemas com a eficácia dessas drogas nos controles das parasitoses bovinas, além das restrições internacionais em razão de possíveis resíduos na carne para consumo humano”, argumenta Lorenzoni.

Convidados

Foram convidados para o debate:
- a presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Kátia Abreu;
- o coordenador do Sistema Único de Atenção à Sanidade Agropecuária, Francisco Sérgio Jardim;
- o chefe da Embrapa Gado de Corte, Cleber Oliveira;
- o presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal, Ricardo Pinto;
- o presidente da Associação Brasileira das Indústrias
Exportadoras de Carne, Antônio Jorge Camardelli;
- o professor Cerqueira Leite, representante da Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária.

A audiência está marcada para as 14h30 no plenário 6.

FONTE: PLANTÃO NEWS

SISBOV 2012

Quase todos os dias, ao longo de 2011, fui questionado sobre o futuro do SISBOV. É impressionante o número de produtores, reporteres, políticos e pessoas ligadas ao agronegócio que me perguntam: "E ai Luciano, o que mudou no SISBOV?" A resposta que sempre dou é simples: ABSOLUTAMENTE NADA.

Explicar esta resposta é que acaba levando um bom tempo. Brinco com as pessoas dizendo que o SISBOV é o Rocky Balboa dos programas de governo. Apanha, apanha, apanha mas continua de pé. E tal qual o personagem do filme, parece cativar a platéia com seu poder de encaixe, de não desabar a cada soco que leva e conseguir reagir quando parece exausto. Pois hoje o SISBOV é isso mesmo. Embora ainda existam muitos querendo derrubá-lo, um grande número de pessoas passou a respeitar o sistema, a tê-lo como referência de segurança alimentar e a apoiar o seu desenvolvimento (vide União Européia, comerciais em rede nacional do JBS-Friboi e filme institucional da ABIEC, e isso são apenas alguns exemplos).

Mas as comparações com nosso boxeador não param por ai. O SISBOV envolve muito dinheiro ao longo de toda cadeia da carne e, justamente por isso, não faltam aqueles empresários de novos talentos esportivos que vemos nos filmes que surgem do nada para abocanhar um quinhão quando acham que descobriram mais uma mina de ouro.

O número de oportunistas que já surfou na onda SISBOV daria para encher um tsunami pranchas. Voltando a pergunta que tanto me fazem, volto a resposta: desde que foi publicada a IN 17, em junho de 2006, as regras do SISBOV nada mudaram.

Mas então o que aconteceu? Mais uma vez a resposta é simples: exatamente o que tinha que acontecer. As regras começaram a ser cobradas com maior rigor, as propriedades rurais foram "aprendendo a fazer fazendo", como tanto se diz nos processos de gestão moderna, o MAPA, as delegacias e agências estaduais foram amadurecendo, as certificadoras foram se aprimorando e sendo depuradas em auditorias e estamos entrando num 2012 com a seguinte perspectiva: Um SISBOV baseado na IN 17, sem os excessos de exigências que foram necessários para corrigir os desvios de rumos, ficando apenas as empresas que realmente tem condições e estrutura para serem certificadoras, crescendo em muito o papel do MAPA em auditar fortemente a atuação destas.

Vejo também um 2012 com boas chances do Brasil ter autonomia para indicar as fazendas (a Europa voltou a confiar no SISBOV), e com mais agilidade nos processos. O decréscimo de quase 10% de propriedades na lista TRACES de 2011 deve se transformar num acréscimo de mais de 200% em 2012. Isso porque todo setor se beneficiará. São mais toneladas sendo vendidas para os mercados que pagam mais, é mais dinheiro circulando em toda cadeia da pecuária, é bom para todos e para o Brasil.

Só não podemos ter, assim como nas lutas do Rocky, provocações e tentativas de vencer as batalhas no grito ou nos boatos. Todos já sofreram demais por conta de garantias de mudanças que jamais ocorreram, pela implantação certa de projetos que jamais saíram do papel e para alteração concreta nas regras que nunca aconteceram.

O SISBOV é hoje um sistema respeitado, forte, auditável, de adesão voluntária e nacional. A condução do MAPA está sendo feita com maestria. E não esqueçamos nunca que as relações são entre países e não de países com estados.

Importante vermos o caso de Santa Cataria que mesmo tendo identificado todo seu rebanho, perdeu todas as propriedades TRACES por conta da não adêrencia ao programa SISBOV (não vamos esquecer que Santa Catarina é referência positiva em defesa animal).

No Rio Grande do Sul estão querendo fazer um programa que seja obrigatório, com o uso de brincos eletrônicos e que não seja integralmente aderente ao SISBOV. A intenção é a melhor possível mas o resultado, se assim for feito, será um knockout na pecuária gaúcha. Atenção aos líderes de todos estes processos pois quando somos responsáveis por levar todo um setor da economia a "beijar a lona", podemos receber vaias da platéia.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

REMATES ACOMPANHADOS PELO CORREIO DO POVO


FONTE: CORREIO DO POVO

Deputados realizam audiência pública conjunta sobre Bioma Pampa em Santana do Livramento

As comissões de Economia e Desenvolvimento Sustentável, do Mercosul e Assuntos Internacionais e de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo fizeram-se presentes em Santana do Livramento, nesta segunda-feira (7), para audiência pública conjunta na Câmara de Vereadores do município. O debate, que teve como tema o Bioma Pampa, integra a programação da 5ª Conferência Internacional do Bioma Pampa, promovida pela Força Sindical do Rio Grande do Sul, de 7 a 9 de novembro. “O bioma pampa é muito importante para nós gaúchos, pois no Brasil ele está presente apenas no Rio Grande do Sul. E temos que equilibrar os interesses da produção, da exploração, juntamente com os interesses do meio ambiente. Então estamos aqui muito interessados em saber o que a comunidade desta região tem a dizer sobre este assunto”, disse o deputado Mano Changes (PP), presidente da Comissão do Mercosul e Assuntos Internacionais.

“Quando pensamos no pampa imaginamos esta região aqui, mas ao olhar no mapa ele engloba quase 70% do Estado, o que demonstra a importância desta extensão dentro de nosso estado. Vou falar naquilo que diz respeito a agricultura. E temos que tomar muito cuidado para que os argumentos do meio ambiente, que são muito importantes, não se choquem com os interesses de trabalho e renda para a região, que se empobreceu muit nos últimos anos”, registrou Chicão Gorski (PP), presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo. Chicão propôs ainda a criação de um fórum permanente, com toda a Assembleia, para discutir não apenas o bioma pampa, mas o desenvolvimento em toda a Metade Sul.

“Estamos na quinta conferência e vemos que ainda temos muito no que avançar, principalmente em resultados práticos. Temos que cuidar do meio ambiente, mas não podemos penalizar toda uma região, que vem inclusive perdendo população, por conta da falta de empregos. Os jovens nas universidades produzem boas idéias, mas precisamos que virem ações para o desenvolvimento”, lembrou Mano Changes.

Érico Correa, pesquisador da UFPel, falou sobre Saúde Ambiental. “Com sete bilhões de habitantes, podemos dizer que 20% desta população viaja de primeira classe, enquanto os outros 80% viajam no porão. A saúde ambiental se preocupa com tudo aquilo que afeta o bem estar dos seres humanos, como saneamento básico, poluição ambiental e desenvolvimento sustentável. Pois mesmo com todo o nosso desenvolvimento, ainda temos cerca de um bilhão de pessoas vivendo na extrema miséria, lutando por lixo para sobreviver”, demonstrou Correa, lembrando que não há como falar em preservação se não houver condições mínimas para as pessoas viverem.

Força Sindical

"Inauguramos hoje a V Conferência e percebemos que em cinco anos já houve vários avanços. Tínhamos dificuldades de debater com a Câmara Federal, por isso a presença do presidente Marco Maia é muito importante para a inclusão deste debate na Casa", ressaltou o presidente da Força Sindical, Claudio Janta.

Em referência à PEC 424/09, que torna o Bioma patrimônio cultural e ambiental da humanidade, Janta falou da importância de incluir a população atingida e que vive no espaço do Bioma Pampa no debate. "Se a PEC for aprovada como está, teremos que ter permissão de institutos para plantar um pé de limão. Não podemos afastar os investimentos", criticou.

Para Janta, a PEC tem de definir também toda a área do Bioma Pampa como espaço de preservação, aliado ao trabalho. "Concordamos com a prevenção e defendemos a natureza, mas tem que ser preservado contemplando o meio ambiente e a sustentabilidade do trabalho. Defendemos também que se o Bioma é preservado no Brasil, também deve ser no Uruguai e na Argentina, pois o meio ambiente não se restringe a um país, a preservação do meio ambiente deve ser mundial", afirmou.

Participantes

Além de Mano Changes e Chicão, participaram o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), o presidente da Câmara de Santana do Livramento, Sérgio Moreira, o representante da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, Denis Patrocínio, além de representantes de universidades, prefeituras e das comissões de Economia e de Educação.

Confira a programação completa da conferência:

07/11/2011
9h30 – Painel 1 – História do trabalho no Bioma Pampa
11h – Painel 2 – Cultura no Bioma Pampa
13h30 – Painel 3 – Integração no Bioma Pampa
Audiência Pública da ALRS e Mercosul
19h30 – Cerimônia de Abertura, na Intendência de Rivera, no Uruguai

08/11/2011
9h – Painel 4 – Produção Agrosilvipastoril no Bioma Pampa
Convidados ao debate: Ivo Lessa (Farsul/Fetag) e representante do Irga
11h – Painel 5 – Produção Mineral e Energética no Bioma Pampa

Convidados ao debate: geólogo Julio Gross; Ronaldo Custódio, diretor da Eletrosul; representantes da produção eólica

13h30 – Painel 6 – Educação no Bioma Pampa
Convidada para o debate: deputada estadual presidente da Comissão de Educação da ALRS, Juliana Brizola (PDT)
15h30 – Painel 7 – Emprego e Renda no Bioma Pampa atual
Convidado ao debate: representante do Dieese-RS

09/11/2011
Visita a sítios de interesse Ambiental, Social ou Econômico na região do Pampa gaúcho ou uruguaio.


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Referência da @ em São Paulo sobe para R$ 100,50 à vista

Boi gordo: referência da @ em São Paulo sobe para R$ 100,50 à vista e a segunda-feira também registra reajustes em praças por todo o Brasil. Oferta de animais no mercado segue enxuta e demanda em aquecimento para as festas de final de ano.



Frigoríficos ainda encontram dificuldades na compra de boiadas terminadas, o que resulta na continuidade da pressão de alta no mercado do boi gordo neste início de semana.

Apesar de algumas indústrias estarem fora das compras, o que é típico para segunda-feira, existem aqueles com escalas mais apertadas que pagam valores acima da referência.

Em São Paulo, por exemplo, o preço referencial aumentou para 100,50/@, à vista, porém existem ofertas de até dois reais acima desse patamar, segundo o analista de mercado da Scot Consultoria, Hyberville Neto.

A expectativa é de que o mercado permaneça sustentado com o enxugamento da oferta no mercado aliado à demanda em aquecimento para as festas de final de ano.

Fonte: Notícias Agrícolas // Aleksander Horta e Marília Pozzer

Preço da arroba do boi gordo volta a empolgar os criadores


Segunda-feira, 07/11/2011
Em São Miguel do Guaporé, Rondônia, a arroba foi negociada por R$ 92. Mas em algumas regiões, como Santa Fé do Sul, SP, a arroba voltou a ultrapassar a casa dos R$ 100.
FONTE: GLOBO.COM

PREÇOS DE BOI GORDO E VACA GORDA PARA CARNE A RENDIMENTO



REGIÃO DE PELOTAS
*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 07.11.2011

BOI: R$ 6,00 a R$ 6,30
VACA: R$ 5,80 a R$ 6,00

PRAZO: 30 DIAS



FONTE: PESQUISA REALIZADA

PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO/KG VIVO




EM 07.11.2011
REGIÃO DE PELOTAS

KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 3,00 A R$ 3,15
VACA GORDA: R$ 2,60 A R$ 2,75



FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br

PREÇOS MÉDIOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO


EM 07.11.2011
REGIÃO DE PELOTAS

TERNEIROS R$ 3,30 A R$ 3,50
TERNEIRAS R$ 2,90 A R$ 3,00
NOVILHOS R$ 3,00 A R$ 3,20
NOVILHAS R$ 2,90 A R$ 3,10
BOI MAGRO R$ 2,90 A R$ 3,10
VACA DE INVERNAR R$ 2,45 A R$ 2,60

*GADO PESADO NA FAZENDA

FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br

URUGUAY - Ganado en pie

Pretenden formar nueva gremial de exportadores
Un grupo de operadores del sector que desde hace bastante tiempo se manifiesta muy afectado por la demora en el otorgamiento de las autorizaciones por el MGAP --en particular las que tienen destino a Turquía-- concretó una reunión días pasados pretendiendo conformar la nueva gremial de exportadores de ganado en pie. El operador Alejandro Dutra indicó que están gestionando reuniones para esta semana con la Federación y Asociación Rural y así dejar conformada la nueva entidad gremial.El propósito es congregar a todos los exportadores, no solo a quienes han sido especialmente afectados por los desencuentros con el mercado de Turquía. Dutra informó que para la primera reunión se convocó y asistieron quienes operan a otros destinos y también han sido invitados exportadores de ganado lechero. La nueva gremial operará en el ámbito de la Unión de Exportadores del Uruguay.gladenurSe informó que “es casi un hecho que la empresa Gladenur se retire de Uruguay”, como consecuencia de la demora en el otorgamiento de permisos de ganado en pie. La decisión fue comunicada por Mauricio Diez, integrante de la empresa exportadora de ganado en pie que opera en el país. El empresario transmitió que existe gran molestia con el Ministerio de Ganadería, Agricultura y Pesca, porque no se fijó una posición clara respecto a la exportación de haciendas, que consideran está trancada desde mayo.El ministro Tabaré Aguerre aseguró semanas atrás que la exportación de ganado en pie no está cerrada, pero reconoció que “están enlentecidas” porque hay otras tareas prioritarias como atender a misiones sanitarias de otros países y los preparativos de la vacunación contra la fiebre aftosa. Pero los exportadores no aceptan esa explicación. Diez remarcó que esta política oficial le generó a la empresa de capitales jordanos “una pérdida considerable. Tenemos 5.000 animales para exportar; parte de ellos, desde hace nueve meses. La pérdida es brutal”, señaló.El empresario explicó además que parte de estos animales se está vendiendo para faena a los frigoríficos locales, pero esa comercialización no cubre los altos costos, ya que la inversión se concretó para venderlos al exterior, pensando en obtener un mayor precio por ellos.Comentó además que durante este período sin negocios la empresa generó deudas, ya que para mantener a los animales tuvo que invertir en rentas de campos y en la compra de raciones e insumos. El último embarque de ganado en pie realizado por la empresa Gladenur en Uruguay ocurrió el 18 de mayo, día en que se cargaron 5.484 cabezas con destino a Turquía.Los exportadores siguen reclamando una señal clara de parte del gobierno. “Si nos hubiesen dicho que la exportación de ganado en pie estaba cerrada no perderíamos tanto dinero”. El exportador catalogó esta situación de indefinición como “una muy mala predisposición del gobierno a recomponer la exportación de ganado en pie. Pedimos durante todo este tiempo que por lo menos comunique su postura, precisábamos un sí o un no sobre la exportación de ganado en pie. Pero no nos dijeron nada, mantuvieron a todo el mundo expectante durante todos estos meses; lo único que seguimos pidiendo es una definición clara para saber qué hacer”.frenoLos datos oficiales demuestran claramente cómo se frenó la exportación de ganado de razas carniceras en pie. Hasta octubre de 2011 se comercializaron 180.675 bovinos al exterior, 137.657 de los cuales se exportaron en el período enero-abril, cuando los permisos de exportación dejaron de emitirse con fluidez por parte del MGAP. Después de esta fecha hubo una baja importante de la actividad; en los últimos meses casi no hubo embarques.
FONTE: EL TELEGRAFO

ESTADO SANITÁRIO E CORPORAL DO GADO GAÚCHO É BOM - EMATER

Devido especialmente às condições climáticas favoráveis do Rio Grande do Sul que beneficiam o desenvolvimento das pastagens nativas e cultivadas, neste início de primavera, o estado sanitário e corporaldos rebanhos bovinos de corte é bom na maioria dos municípios do Estado. Nas regiões de clima mais ameno como Bagé, Zona Sul e Fronteira Oeste, aspastagens anuais cultivadas ainda têm boa capacidade deengorda, com a aveia e azevém em final de ciclo. O preço do gado gordo apresenta leve tendência de elevação, mas na Região de Bagé devido aomaior uso de pastagens cultivadas, a oferta de boi gordo ainda é normal, o que segura um pouco o preço, mas a previsão é de que a partir da segunda quinzenade novembro o preço sofra elevação. Alguns produtores com gado mantido exclusivamente em pastagens cultivadas, devido às boas condições do clima e das pastagens, retêm os animais esperando a melhora dos preços. No mês de novembro, na Região de Bagé, será realizada a vacinação contra a febre aftosa do rebanho com até dois anos de idade. Ocorre a comercialização do gado de reposição normal. Na próxima semana, iniciam-se as feiras de terneiros em alguns municípios, com financiamento e prazo de até dois anos para pagamento. Os produtores esperam que os animais ofertados sejam comercializados em torno de R$ 4,00/kg vivo. As informações partem do boletim semanal divulgado pela Emater (RS).Os preços médios recebidos pelos pecuaristas na Zona Sul do Estado são:- boi gordo: R$ 2,85 a R$ 3,20/kg vivo, com 30 dias de prazo;- vaca gorda: R$ 2,40 a R$ 2,70/kg vivo, com 30 dias de prazo;- terneiro vivo: R$ 3,30 a 3,50/kg.(CBL)

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

MS: Passo a passo da declaração de vacinação contra aftosa via internet

MS: Passo a passo da declaração de vacinação contra aftosa via internet

A Iagro MS divulgou uma cartilha que ensina como o produtor rural deve fazer a declaração de vacinação contra a aftosa pela internet.

Um dos pontos observados na cartilha é que o pecuarista pode comprar vacina contra febre aftosa mais de uma vez, porém a declaração continua sendo única.

Outra observação é que, quando houver alteração no rebanho (nascimento de bezerros, evolução de era, morte ou consumo), o sistema estará apto a emitir o Comprovante de Alteração de Estoque (CAE).

cartilha de declaração online de vacinação contra febre aftosaApós a confirmação dos dados, o sistema do site da Iagro, oSaniagro, gera uma mensagem automática para que o pecuarista saiba que sua declaração foi válida.

Faça o download da Cartilha e, para mais informações, o telefone da Iagro MS é 0800 647 6713. A linha está disponível se segunda a sexta das 7h às 11 e das 13h às 17h.

foto em destaque: prefeituradegravatai.blogspot.com

CURSO DE MELHORAMENTO GENÉTICO ANGUS- PROMEBO - DIAS 24 E 25 DE NOVEMBRO- INSCRIÇÕES ABERTAS - VAGAS LIMITADAS

Preço do boi gordo atinge o patamar dos R$100/@ em São Paulo

BOI GORDO: Preços em alta em todas as praças. Em S. Paulo, arroba chega a R$ 102,00, com mercado futuro apontando R$ 105,00 para o fim do mês. Oferta diminui com encerramento do periodo de confinamento.



Mercado do boi gordo segue em alta diante da diminuição na oferta de animais confinados e das escalas de abate, que seguem curtíssimas em todas as praças pecuárias brasileiras.

Houve valorização para os preços em praticamente todas as regiões. Em São Paulo, a referência já atinge o patamar de R$ 100/@, à vista, com registros de negócios acontecendo até os R$ 102,00/ à vista.

De acordo com o analista da Indusval Corretora, Lúcio Pádua Soares, além da falta de animais confinados, o boi de pasto ainda não apareceu de forma expressiva a ponto de trazer oscilações negativas para os preços. "A expectativa de alta também sempre faz o pecuarista segurar um pouquinho", completa.

A tendência é de que o mercado continue com viés altista diante da firmeza do mercado de carnes e das escalas diminuídas em função da falta de boiada de cocho. O mercado futuro aponta para R$ 105,00/@ no fim do mês.
Fonte: Notícias Agrícolas // João Batista Olivi e Marília Pozzer

BOI GORDO - Confira a entrevista com Caio Junqueira - Cross Investimentos

Boi gordo: semana encerra confirmando tendência altista para o mês de novembro. Negócios em São Paulo acontecem em até R$ 105,00/@ à vista para o boi europa e alta deve se espalhar por todo o Brasil diante da entressafra com escassez de oferta.



FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS

Boi/CEPEA: Pecuarista à espera de novos aumentos

A oferta de animais prontos para abate segue reduzida na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea. Diante disso, muitos representantes de frigoríficos tiveram que elevar os valores pagos pela arroba nos últimos dias para adquirir alguns lotes. Pecuaristas, por sua vez, mesmo com os aumentos nos preços, se afastam do mercado, à espera de novas altas. Nessa quinta-feira, 3, o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa foi de R$ 101,78, alta de 0,61% frente ao da quinta anterior, 27. No mercado atacadista da carne com osso na Grande São Paulo, os preços também subiram nos últimos dias. Segundo pesquisadores do Cepea, além da baixa oferta de boi gordo, a demanda mais aquecida pela carne impulsionou os valores nos últimos dias.