quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Produção de carne na América do Sul deve chegar a 38,6 milhões de ton em 2011

A América do Sul deve produzir 38,6 milhões de ton em 2011, segundo previsões atualizadas da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). O volume está 2% (759 mil ton) acima da estimativa de produção do continente em 2010 (37,8 milhões de ton). A produção do Brasil será a principal responsável pelo crescimento: os números brasileiros devem subir de 24,5 milhões de ton em 2010 para 25,1 milhões de ton (564 mil ton, crescimento de 2%) em 2011.

A Argentina, com a segunda colocação entre os produtores de carne no continente, deve elevar a produção em 25 mil ton, aproximando-se de 4,5 milhões de ton (0,5%). Colômbia, em terceiro lugar, deve produzir 27 mil ton de carne a mais que em 2010, chegando a 2,2 milhões de ton. O Chile deve produzir 1,4 milhão de ton (15 mil ton a mais); Venezuela deve chegar a 1,3 milhão de ton (4 mil ton a menos) e o Uruguai deve produzir 707 mil ton (18 mil ton a menos).

Felipe Guerra, da redação
FONTE : BEEFWORLD

Decreto define que CNA será responsável pelos protocolos de rastreabilidade


O Governo federal regulamentou a Lei 12.097, de 2009, que dispõe sobre a aplicação da rastreabilidade na cadeia produtiva de carnes de bovinos e de búfalos e definiu que caberá à Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) a gestão dos protocolos de rastreabilidade de adesão voluntária. A regulamentação foi feita por meio do Decreto 7.623, publicado na edição do Diário Oficial da União do dia 22 de novembro de 2011.

Os protocolos definirão as regras que pecuaristas e frigoríficos precisam seguir para vender para determinados mercados. "Essa é uma forma de garantir maior transparência para o sistema de rastreabilidade, que, num primeiro momento, valerá para a carne exportada, mas poderá ser ampliado para o mercado interno", afirma a presidente da CNA, senadora Kátia Abreu.

Na avaliação do presidente do Fórum Nacional Permanente da Pecuária de Corte da CNA, Antenor Nogueira, esse modelo facilitará o acesso dos produtores ao sistema de rastreabilidade, sem deixar de garantir o rigor necessário para o cumprimento das regras para exportação, em especial para a União Europeia (UE). Atualmente, o bloco responde por cerca de 6% em volume e 11% em valor da carne bovina in natura exportada pelo Brasil.

Para importar do Brasil, os europeus fazem uma série de exigências. A necessidade de a fazenda estar numa área livre de febre aftosa e da região ser habilitada pela União Europeia são dois desses requisitos. "Os animais cuja carne será embarcada para o bloco precisam estar a pelo menos 90 dias na área habilitada para exportação e no mínimo a 40 dias na última propriedade antes de seguir para o frigorífico", acrescentou ele, lembrando que todas essas regras estarão contidas no protocolo, cujo modelo está em fase de elaboração.

O decreto estabelece, ainda, que a identificação dos animais pode ser feita a partir da marca a fogo, tatuagem ou outra forma permanente e auditável de marcação dos animais, permitindo a identificação do estabelecimento dos proprietários. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) será responsável por fornecer toda a numeração relativa à identificação individual dos bovinos e búfalos para efeito de rastreabilidade.

Esse novo sistema terá como base a Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA), um banco de dados de informações integradas que será gerenciado em parceria com a CNA. As informações do Banco de Dados Único (BDU), da Guia de Trânsito Animal Eletrônica (e-GTA) e do Sistema de Informações Gerenciais do Serviço de Inspeção Federal (SigSif) integram a PGA, garantindo as informações necessárias para assegurar a rastreabilidade dos animais.

FONTE

Agência CNA

terça-feira, 29 de novembro de 2011

BOI GORDO: Diferenças de até R$6,00/@ nas ofertas de compras em São Paulo

Pressão baixista.

Foram registradas diferenças de até R$6,00/@ nas ofertas de compras em São Paulo. Algumas indústrias, lideradas pelas de maior porte, ofertam os menores preços.

Porém, o volume de compras nos menores patamares é irrisório.

A referência no estado está em R$103,50/@, à vista, livre de imposto. As escalas atendem, em média, três dias.

As tentativas de baixa ocorrem na maioria das praças pesquisadas. Das trinta e uma levantadas, houve recuo da referência para o boi gordo em vinte e duas delas.

No atacado de carne bovina com osso, as quedas continuam. As vendas não deram sinais de melhora e os estoques de carne estão razoavelmente abastecidos.

O boi casado de animais castrados está cotado em R$6,63/kg.

Fica a expectativa de como o consumo se comportará neste início de mês. Com os abates em ritmo lento, a tendência é que os estoques diminuam no curto prazo, o que pode devolver a firmeza ao mercado.

Fonte: Scot Consultoria

contrato futuro da arroba do boi gordo de nov/2011 a mai/2012

Gráfico 01. Preço negociado dos contratos futuros da arroba do boi gordo de nov/2011 a maio/2012



Os valores negociados dos contratos futuros da arroba do boi gordo tiveram queda durante o mês de novembro, observando as colunas vermelhas comparadas às azuis no gráfico 01.

No início de novembro foi publicado no BeefPoint uma análise com os valores negociados dos contratos futuros da arroba do boi gordo de nov/2011 a mai/2012.

Na ocasião, o contrato futuro de mai/12 era negociado a R$99,40, 7,3% menor do que o contrato de nov/11, negociado a R$107,25.

Atualizando esses valores no dia 24/11, o contrato futuro negociado para mai/12 estava R$96,53, sendo 8,3% menor do que o valor negociado para nov/11 quando estava R$105,30.

Essa queda dos valores negociados pode ser um sinal da expectativa de maior oferta de animais terminados a pasto no final do ano, devido à melhora das pastagens com o início das chuvas.

No gráfico 02 pode-se confirmar que o início da queda do valor do contrato futuro para dez/11 foi durante este mês de novembro.

Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para Dezembro/11

FONTE: BEEFPOINT:

Esclarecimentos sobre o novo decreto presidencial sobre a rastreabilidade brasileira

Complementando a notícia sobre a nova legislação da rastreabilidade na cadeia produtiva de carne de bovinos e bubalinos, Luiz Henrique Witzler (Alemão) da SBCert enviou ao BeefPoint esclarecimentos sobre o novo decreto presidencial sobre a rastreabilidade brasileira.

Confira:

"No dia 23 de novembro de 2011, foi publicado no Diário Oficial o Decreto nª 7623, regulamentando a lei 12097, de 24 de novembro de 2009.

Este Decreto estabelece basicamente o seguinte:

1- O "estabelecimento proprietário", propriedade rural que explora atividade pecuária, terá prazo de 2 anos para cadastrar a sua marca à fogo ou tatuagem, em entidade a ser definida pelo MAPA.

2-Também define que após cadastrada a marca do estabelecimento, os produtores terão que passar a armazenar documentos comprobatórios, como GTAs e NFs, por um período mínimo de 5 anos.

3- Prevê ainda a criação de um banco de dados único para este fim, a PGA, de responsabilidade do MAPA, com operação da CNA.

4- Prevê por último a possibilidade de criação de programas voluntários de rastreabilidade, que precisarão ser homologados e auditados pelo MAPA

Em suma, o Decreto simplesmente regula a lei de rastreabilidade, que obriga que todos os estabelecimentos proprietários respeitem novas exigências baseadas em um escopo mínimo (em cima da marca de estabelecimento registrada e alguns novos procedimentos). E deixa aberto o espaço para criação de programas voluntários complementares.

Portanto, para as fazendas habilitadas para exportação para Europa, não há mudança alguma. Tanto que o SISBOV segue funcionando normalmente. E qualquer ajuste futuro no SISBOV depende de negociações prévias com os nossos principais importadores e publicação de novas normas."

FONTE: BEEFPOINT

CARTA PECUÀRIA nº448

Correria, caro leitor, correria. Estava embarcando boi, sem internet, sem computador, sem como enviar o texto.
Daí o atraso.

Seguindo em frente, deixe-me expandir um pouco o raciocínio sobre o mercado de bezerro que comentamos semana passada. Quando a gente fala que o cenário dos próximos anos tem o potencial (frisa-se potencial) de ser bom para o boi, baseado no comportamento do bezerro, nem sempre essa conexão bezerro-boi fica clara na cabeça de quem lê. Esse pequeno mergulho de hoje é uma leve e despretensiosa contribuição ao debate no longo-prazo da atividade.

Do jeito que enxergo a coisa, o fluxo da pecuária é relativamente simples. A quantidade de boi gordo desse ano é consequência da quantidade de bezerros que nasceram há três, quatro anos atrás. Por sua vez, a quantidade de bezerros que nasceram três, quatro anos atrás depende de como o mercado de cria estava nessa mesma época, ou seja, se estávamos abatendo ou retendo fêmeas no período.

Ou seja, 1) o estoque de fêmeas e 2) o que esse estoque produziu lá atrás é o que rege o mercado pecuário hoje.

Hoje sabemos que o bezerro está exibindo um excelente preço. Diacho, é o melhor preço dos últimos 22 anos!, para ser mais exato. Qual a razão para esse excelente desempenho? Isso daí ainda é consequência do abate desenfreado de vacas ainda mais lá longe, entre
2002~2007. Lembra-se que o bezerro começou a subir em 2006? Pois isso foi porque em 2002, quatro anos antes, começou-se a abater as fêmeas.


Se abateu muitas fêmeas entre 2002~2007, caro leitor, era porque nesse período o bezerro não valia nada. Não pagava as contas. Uma coisa alimenta a outra. Lembre-se que chama-se ciclo pecuário exatamente por isso. É um ciclo, tal qual gosto de colocar nessa ilustração ao lado.

Quando você olha para o mercado dessa forma, você começa a dar uma importância enorme para o que ocorre nos preços dos bezerros e na movimentação dos números de vacas abatidas informadas pelo IBGE. São esses dois itens que norteiam o comportamento futuro do boi. E que norte! Dissimulado, se escondendo detrás do jogo de fumaça e cortinas. Não sabemos de que forma e por quais caminhos o mercado pecuário irá navegar até chegar nele. Temos as crises no meio do caminho, os problemas sanitários, as questões macro de mercado, etc. Mas que chegará nele, pode ter certeza, chegará.

O ponto é dizer o seguinte. As forças de longo-prazo da atividade são imutáveis, porém não nos levam em linha reta do bezerro até o boi.

Pegue o que falei semana passada. O bezerro encostou na média histórica do seu preço, enquanto
o boi gordo ainda está longe dela. O que dizer sobre isso? Bom, digo que o bezerro nesse caso e, para falar a verdade, nas ocasiões anteriores também isso funcionou, o bezerro está funcionando como um aviso. “Olhe onde estou agora e verá o boi no futuro.”

Então, com isso em mente, deixe-me mostrar outro gráfico aqui. Ele é o ágio/desconto do
bezerro sobre o boi gordo. É a divisão de suas arrobas. Esse é para mim, caro leitor, um dos
gráficos mais instigantes e desafiadores da pecuária nessa atual década.

Nos últimos 50 anos —1955 à 2005— a pecuária podia contar com suas idas-e-vindas, tal qual um bom casamento.O comportamento do bezerro e do boi funciona como um pêndulo em um lento sobe-e-desce ao longo dos anos. Esse pêndulo marca o ritmo da rentabilidade da atividade. Ele ainda funciona até hoje.

Ocorre que a partir de 2005 a coisa mudou. Mudou não, desandou. O pêndulo ficou doido, o casamento entrou naquelas fases que é melhor nem comentar. A boiada estourou e não deixou nenhuma porteira em pé pelo caminho. Repare mais precisamente a partir de 2009 alguma coisa ocorreu nisso daí. Simplesmente, caro leitor, rompemos com a história, rompemos com o passado da pecuária. Esse rompimento ainda não foi devidamente detectado por ninguém que eu conheça, pois nunca ouvi nem li nada ao respeito.

Que rompimento foi esse? Foi a sensacional valorização do bezerro perante o boi de 2009 para cá. Repare no gráfico o ágio da arroba do bezerro. A arroba do bezerro chegou a valer praticamente 50% a mais que a do boi por algum tempo. A gente acompanhou de perto essa história, certo? Lembra-se do bezerro valendo 800 reais? A arroba dele valendo no pico 135 reais? Pois é isso que esse gráfico mostra. Ele mostra o quanto a fase inicial da pecuária —o bezerro— se valorizou perante o restante da atividade. O bezerro saiu na frente, bem na frente, dos demais.

Agora, lembre-se, isso daí ocorreu de 2008~2009 para cá. Ainda estamos na sombra dessa nuvem altista do pequeno animal. Por que isso é importante para o boi gordo?

Bom, a coisa mais óbvia é que bezerro, depois que é desmamado, vira custo. É custo, é matéria prima, é gasto inicial de compra para um invernista. O bezerro, o garrote e o boi magro, por assim dizer.

O ponto que eu quero chegar é o seguinte. O bezerro está seguindo corretamente seu curso na história. Ele realmente deveria estar valendo o que está valendo. Claro que sim, depois de um enorme abate de fêmeas não tinha muito o que fazer diferente. Ele realmente ficou e ainda permanecerá em valores elevados por um tempo.

O boi, por outro lado, não. Ele, como disse, está rompido com a história.

Isso implica —e gera— uma pressão ENORME sobre a engorda de boi. Principalmente nos seus preços de venda, onde o pecuarista tem pouco controle. Considere que agora o pecuarista está aos poucos absorvendo os custos de produção em alta, a saber, o próprio animal, os custos da fazenda, etc. O salário mínimo aumentará novamente ano que vem, como aumentou esse ano, e com ele todo o dissídio de salários do campo, como todo pecuarista sabe. Isso sem falar em impostos, custo de vida, gastos com diesel, etc.

Agora, como ele irá absorver tudo isso sem ter a válvula de escape do outro lado, em termos de preços de venda do seu animal? Veja que concentro a história no boi aqui, porém é a mesma coisa e tenha em mente que a preocupação é a mesma para quem engorda fêmeas.

Olhando assim, fica difícil esperar outra coisa, outro caminho para o boi. Poderia se ajustar a coisa se o bezerro despencasse de preço? Poderia. Isso acontecerá? Não enxergo.

A saída, e foi a saída em todas as ocasiões anteriores na pecuária, a arroba do boi se ajusta para contemplar a nova realidade de custos. E, acredite quando digo, a nova realidade de custos de engorda de um boi não mais permitem uma arroba abaixo de 90 reais fora de São Paulo. Se vier abaixo, como pode vir, não sei qual será o humor do mercado, mas se vier, lembre-se que boa parte dos pecuaristas estará no vermelho na hora de vender seu boi gordo.

É isso. A coisa vai melhorar, espero. Vamos acompanhando. O ano de 2012 será muito interessante quando se olha com esse tipo de olhos —as forças que regem a pecuária— se os preços se mantiverem mornos para baixo, pode esperar sair nos jornais muita gente chiando da atividade e, talvez, arrendando para cana, mandioca, soja, teka, seringueira ou eucalipto.

FONTE: CARTA PECUÁRIA / autor ROGÉRIO GOULART

COTAÇÕES


FONTE: CORREIO DO POVO

COTAÇÕES

Carne Pampa

PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 29/11/2011
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 28/11/2011 - PRAÇA RS


Ver todas cotações Ver gráfico

MACHOSPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 6,60R$ 6,48
KG VivoR$ 3,30R$ 3,24
FÊMEASPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 6,20R$ 6,15
KG VivoR$ 2,95R$ 2,92
** Programa - Indicador Esalq/Cepea MaxP L(6)
*** H & B - Indicador Esalq/Cepea Prz L(4)
PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA
FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD

PREÇOS DE BOI GORDO E VACA GORDA PARA CARNE A RENDIMENTO





REGIÃO DE PELOTAS
*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 29.11.2011

BOI: R$ 6,30 a R$ 6,60
VACA: R$ 6,10 a R$ 6,30

PRAZO: 30 DIAS



FONTE: PESQUISA REALIZADA

PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO/KG VIVO






EM 29.11.2011
REGIÃO DE PELOTAS

KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 3,15 A R$ 3,30
VACA GORDA: R$ 2,75 A R$ 2,95



FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br


PREÇOS MÉDIOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO




EM 29.11.2011REGIÃO DE PELOTAS

TERNEIROS R$ 3,40 A R$ 3,60
TERNEIRAS R$ 3,00 A R$ 3,20
NOVILHOS R$ 3,10 A R$ 3,30
NOVILHAS R$ 3,00 A R$ 3,10
BOI MAGRO R$ 3,00 A R$ 3,10
VACA DE INVERNAR R$ 2,50 A R$ 2,60

*GADO PESADO NA FAZENDA

FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br

Seapa bate recorde na emissão de Guias de Trânsito Animal


O Departamento de Defesa Agropecuária, vinculado à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa), registrou, na sexta-feira (25), um recorde ao atingir a marca de um milhão de Guias de Trânsito Animal (GTA) emitidas desde o início do ano. A informação é do Serviço de Fiscalização e Controle de Trânsito.

O documento, obrigatório para trânsito de animais, exceto cães e gatos, em todo o território nacional, superou o número de um milhão de unidades emitidas e cadastradas pelo Sistema de Defesa Agropecuária (SDA) no Estado, envolvendo 2,5 bilhões de movimentações de animais.

Na comparação com anos anteriores, o número de GTAs emitidas já supera outros patamares. Em 2009, ao longo de todo o ano, foram pouco mais de 530 mil documentos emitidos e, em 2010, mais de 750 mil. O aumento significativo, segundo o veterinário Rodrigo Nestor Etges, do Serviço de Fiscalização e Controle de Trânsito, demonstra, cada vez mais, a consciência dos produtores frente à importância do documento, imprescindível para que o Serviço Veterinário Oficial possa rastrear animais, manter em dia o saldo das propriedades rurais e, principalmente, controlar a sanidade dos rebanhos.

Conforme a veterinária Gabriela Cavagni, do mesmo setor, somente com manejos sanitários em dia e cumprindo os pré-requisitos determinados pelo Serviço Veterinário Oficial, é que o produtor poderá solicitar a GTA na Inspetoria Veterinária do seu município ou da cidade vizinha.

O número elevado de GTAs emitidas e cadastradas também é resultado de anos de trabalho dos profissionais do Departamento de Defesa Agropecuária (DDA), por meio da realização de barreiras sanitárias, fiscalizações em propriedades e de atividades de educação sanitária, que conscientizam as cadeias produtivas.

Confira na tabela abaixo algumas das principais espécies animais transportadas em 2011 e o respectivo número de GTAs por espécie:


Fonte: Seapa/RS

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

União Europeia pode alterar regras para lista Traces

Fazendas habilitadas seriam auditadas apenas no Brasil
Mônica Costa

A comitiva brasileira que esteve em Bruxelas para negociar o fim da administração da lista Traces pelos europeus voltou otimista do encontro com a Direção-Geral de Saúde e Consumidores da Comissão Europeia (DGSanco na sigla em inglês), na semana passada. “Os europeus estão satisfeitos com o desempenho do governo brasileiro no cumprimento dos protocolos para exportação para o mercado europeu”, afirmou Ênio Marques, coordenador de Programas do Ministério da Agricultura (Mapa), que chefiou a missão.

A lista é composta pelas propriedades habilitadas pelo Sistema Brasileiro de Rastreabilidade (Sisbov) e precisa ser aprovada e publicada no diário oficial europeu para que os cortes das fazendas possam ser exportados ao bloco.

De acordo com Marques, os três últimos relatórios sobre os procedimentos para embarcar carne bovina para a Europa não apresentaram problemas. Com base nisso, a comissão brasileira demonstrou para a DGSanco que a auditoria realizada pelo bloco europeu não será mais necessária. “Eles ficaram satisfeitos, mas o fim da burocracia ainda depende de consultas a outras instâncias do bloco”, afirma.

O pedido pelo fim da aprovação europeia será reforçado no próximo dia 6 de dezembro, durante reunião do Comitê Técnico Europeu. “Os europeus sabem que estamos dispostos a questioná-los na Organização Mundial do Comércio (OMC). Embora seja um processo moroso, eles sabem que vão perder, por isso acredito que vão tentar reduzir a burocracia para evitar o contencioso”, analisa o coordenador do Mapa.

Marques adverte, no entanto, que a solicitação ao bloco europeu não altera os procedimentos no Brasil. “A Instrução Normativa 17, continua em vigor”, diz. Depois de certificadas como aptas a exportar para a UE, as fazendas brasileiras continuarão sendo auditadas por um fiscal do MAPA.

Fonte: Portal DBO

URUGUAY - El ministro Tabaré Aguerre cuestionó a exportadores de ganado en pie.


Hay exportadores que no entienden absolutamente nada, y ofenden la inteligencia de todos los que integran esta cadena, opinó.
La exportación de ganado en pie continua generando polémica en todos los ámbitos, debido a los pocos permisos que han sido entregados. En tal sentido, Aguerre reconoció que para habilitar los embarques, es necesario realizar un trabajo minucioso animal por animal, y no es solamente poner un sello; ademas es obligación del ministerio mantener un equilibrio en el mercado, agregó. No se puede ni considerar la necedad de pensar en que Uruguay es una estancia de otros países, dejando caer todo lo que este país ha logrado en materia cárnica. “no quisiera imaginar jamás que un animal vivo, llegue a otro país con una enfermedad, ya que atentaría contra el estatus sanitario que Uruguay tiene” sentenció. Los permisos se continuarán entregando en función de las posibilidades de los servicios ganaderos, siempre y cuando no se deba cumplir con otras actividades sanitarias. “En la medida de que las capacidades estén, se mantiene la exportación de ganado en pie” concluyó. A su vez, Aguerre recordó que “el 10 de setiembre se habían otorgado los permisos para la ultima exportación, y no en abril,como se dijo por parte de un consignatario” A juicio del secretario de estado la exportación de ganado en pie no es la unica variable que define el precio del ganado, ya que la apertura de mercados está definiendo las actuales cotizaciones. FUENTE VISIÓN AGROPECUARIA – RADIO CONTINENTAL

2º LEILÃO ROYAL ANGUS

CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR

Bons negócios confirma alta nas vendas das feiras de primavera

A negociação de touros e ventres nesta temporada de primavera movimentou quase R$ 42 milhões, com a venda de 8,8 mil animais. Os dados foram divulgados pelo Sindicato dos Leiloeiros Rurais do Rio Grande do Sul (Sindiler). Somente a negociação dos touros rendeu cerca de R$ 34 milhões, alta de 17% em relação à comercialização em 2010.

Para o presidente do Sindiler, o aumento nas vendas reflete um momento de investimentos no repovoamento no campo. Jarbas Knorr destaca principalmente a comercialização de fêmeas.
- Hoje a pecuária do Rio Grande do Sul, no nosso entender, tem uma grande procura por fêmeas. E isso nos indica que a pecuária gaúcha passa por um momento de produção de terneiros. É um repovoamento dos campos que estão despovoados. E a venda do terneiro é um ótimo negócio para o produtor rural - avalia.
A raça com maior volume de vendas, segundo Knorr, foi o Angus, com 2,1 mil animais e média de R$ 6,3 mil por animal vendido. Já a melhor média foi do Braford, com 1,1 mil machos vendidos e média de R$ 7,3 mil.
FONTE: CAMPO E LAVOURA

Governo atende pedido da CNA e prorroga prazo para georreferenciamento de propriedades rurais com menos de 500 hectares


O Governo federal atendeu a um pedido da presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, e prorrogou o prazo para início do processo de identificação georreferenciada de imóveis rurais com menos de 500 hectares. A prorrogação foi determinada por meio do Decreto 7.620, publicado na edição da última segunda-feira (21/11) do Diário Oficial da União. A Lei 10.267/2001 estabelece a necessidade de georreferenciamento no caso de transferência de titulação de terras (compra, venda, doação, desmembramento ou sucessão). Com a prorrogação, o procedimento só será exigido para propriedades com mais de 500 hectares. O decreto define um calendário de implantação para os demais estabelecimentos rurais.

O cronograma inicial estabelecia a exigência de georreferenciamento para propriedades com menos de 500 hectares a partir de 21 de novembro de 2011, mas o decreto publicado nesta semana fixou novos prazos, que variam de acordo com o tamanho da propriedade. Para agricultores que possuam área de 250 a 500 hectares, o georreferenciamento começa em 21 de novembro de 2013. O prazo para propriedades rurais com área de 100 a 250 hectares começa em 21 de novembro de 2016. Para imóveis rurais com área de 25 a 100 hectares, o georreferenciamento será exigido a partir 21 de novembro de 2019. Para propriedades rurais com menos de 25 hectares, a exigência vale a partir de 21 de novembro de 2023.

Diante da dificuldade dos produtores em conseguir o georreferenciamento, a presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, reuniu-se, em outubro, com o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), Celso Lisboa de Lacerda, para pedir a prorrogação do prazo do georreferenciamento para imóveis com menos de 500 hectares. Citou o grande número de processos pendentes de análise neste momento, quando o georreferenciamento é exigido apenas para propriedades rurais com mais de 500 hectares. Só no Estado do Tocantins, há 3.500 processos de georreferenciamento protocolados. No Mato Grosso do Sul, são sete mil processos que dependem de análise. Em Goiás, são cinco mil pedidos de georreferenciamento e, no Mato Grosso, oito mil processos aguardam a conclusão dos processos.

Exército – O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e o Exército assinaram um termo de cooperação pra análise de cerca de 20 mil processos de certificação para imóveis acima de 500 hectares, que estão nas superintendências regionais do INCRA. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), o Exército irá contratar técnicos para análise dos processos e o Incra irá acompanhar, monitorar e coordenar por meio da Diretoria de Ordenamento da Estrutura Fundiária.

Assessoria de Comunicação CNA
Telefone: (61) 2109 1411/1419
www.canaldoprodutor.com.br

www.lundnegocios.com.br

CLIQUE EM CIMA PARA AMPLIAR


PANAMÁ - Sector ganadero, en aprietos


FERIA. Unos 500 productores del área este del país participaron en el día de campo y subasta ganadera de la Facultad de Ciencias Agropecuarias de la Universidad de Panamá, en Tocumen.


Productores dicen que ganan poco dinero por ventas de reses

KEMY LOO PINZÓN
kloo@elsiglo.com
El sector ganadero, que produce carne, está en crisis por la sobreproducción y los bajos precios al ganadero, que no se ven reflejados en el precio al consumidor final.

En el mercado local, la libra de carne de res le cuesta al consumidor entre $2.60 y $4.80, cuando el productor recibe por el ganado en pie (vivo) entre 45 centavos y 60 centavos por la libra de carne, señalan los ganaderos.

Los productores están preocupados porque los precios de venta han bajado en 7% y los costos de producción han subido en 25%, en comparación con 2009 .

Otro de los problemas es el sistema de subastas, pues beneficia a los ganaderos grandes que tienen más posibilidades de vender la carne a buen precio, mientras que los pequeños, al final, negocian su carne al precio más bajo.

El ministro de Desarrollo Agropecuario, Emilio Kieswetter, aceptó que el sector está en crisis, pero no dio más detalles.

Gerardino Batista, expresidente de la Asociación Nacional de Ganaderos (ANAGAN), y actual viceministro de Desarrollo Agropecuario, dijo que son conscientes de que hay problemas en el sector, pero a pesar de todo, la ganadería ha crecido en 7.2%, en 2011.

Aceptó que los precios han bajado, debido a que se han dejado de exportar unas 12 a 15 mil novillas y se tiene un excedente de ganado, pero que se está viendo cómo se resuelve.

Batista explicó que esta situación se da porque se eliminó en 2009, el Certificado de Abono Tributario (CAT), un incentivo directo a los exportadores y que fue eliminado porque estaba en contra de las políticas de la Organización Mundial del Comerico.

Los CAT fueron reemplazados por los Certificados de Fomento a la Agroepotración (CEFA), que dejaron un vacío porque no es extensivo a la exportación de ganado en pie, agregó Batista.

Batista señaló que el MIDA, a través del Banco Nacional y del Banco de Desarrollo Agropecuario mantienen los préstamos al 2% a los productores.

Informó además que se tienen conversaciones con el Ministerio de Comercio e Industrias para que en los CEFA se puedan contemplar la exportación de ganado en pie para ayudar a los pro ductores más pequeños.

La Facultad de Ciencias Agropecuarias realizó ayer la subasta anual, con la que celebró 53 años de existir y en la que había animales mejorados con precios asequibles a los ganaderos pequeños.

El decano de la facultad, Juan Miguel Osorio dijo que se ofrecieron charlas sobre tecnologías para mejorar el sector y la subasta de ganado de alta genética.

Se ofrecieron machos y hembras de la raza zimbra y semen de toros de alta genética para que los ganaderos mejoren su hato y sean más competitivos, dijo.

En la feria, una pajilla de semen costaba $5, cuando en el mercado local costaría $45; y animales de alta genética podían comprarse desde $900, aunque el precio normal es de unos tres mil dólares. La tecnología reduciría— de 24 meses a 20 y 18 meses— el tiempo del crecimiento para aprovechar la carne del ganado.
FONTE: EL SIGLO

Preço do bezerro passou a média histórica corrigida pela inflação

Rogério Goulart, administrador de empresas, pecuarista e editor da Carta Pecuária
cartapecuaria@gmail.com
Reprodução permitida desde que citada a fonte
Muita especulação. Muita mesmo. Mercado vai subir? Vai cair?

Deixe-me dizer a minha opinião. A arroba não está barata. Esses 107 reais à vista em São Paulo, livre de impostos (R$ 109,02 no indicador) é o melhor preço desse ano e é também o melhor preço que tivemos desde o final de novembro do ano passado. É um valor justo.

Esses valores viabilizam a engorda de um boi, por exemplo. Porém, ela está cara? Não. Não está. Em mercado, caro leitor, os preços tendem a não dar bola para o “valor justo”. Eles sempre estão acima ou abaixo dele.

Observe o ano passado. Ano passado ela também estava valendo um excelente preço ao redor de 107 reais. O que ocorreu? No stress do pico de falta de boi ela continuou subindo e chegou a valer 115 reais.

O que eu quero dizer com isso? Quero dizer que é nosso trabalho estar de olho no valor justo, e agir de acordo quando ele chega. Quando digo agir, digo no mercado físico, ok? Para quem tem boi.

Como venho dizendo, não perca a chance de namorar o frigorífico e conseguir esses preços para as boiadas gordas que estão prontas hoje. Se subir, mais?

Você pode me perguntar. Ótimo! Acabaram-se os seus bois gordos? Aí sim, trave no mercado futuro as boiadas para os próximos meses, ou trave-as com o seu frigorífico de preferência, se quiser.

Ou compre um seguro para a safra, que cubra o seu custo de produção. Para mim essa é a melhor opção. Um seguro ao redor de 80 reais custará ao redor de 20 centavos por arroba... e um seguro de 90 reais custará ao redor de 1 real por arroba. Cobrir os custos de produção, essa é a ideia. O que vier acima do seguro você ganha.

Abaixo, você não perde nada. Quem faz esses seguros? As corretoras que operam em bolsa e, pelo que sei, o frigorífico JBS. O JBS você conhece. Se precisar de uma corretora, mande um e-mail que indico uma.

Bom, seguindo em frente, hoje gostaria de colocar alguns estudos que utilizo quando olho para o indicador do boi.

O primeiro, acho que todo mundo já sabe, é a arroba do bezerro. Considero a arroba do bezerro como o teto do boi.

Atualmente a arroba do bezerro vale ao redor de 118 reais, enquanto a arroba do boi vale 107 reais. Observe o gráfico ao lado.

Gostaria de chamar a atenção do leitor para o movimento distinto das duas arrobas. O bezerro parece uma mesa.

Valeu, no mínimo, 110 reais e no máximo, 133 reais. Hoje ele oscila entre 115~125 reais, e parece que não está disposto a abrir mão desse patamar. O bezerro nos mostra uma projeção de mercado altista, enquanto o boi somente virou altista há um mês atrás.

A arroba do boi veio bem mais fraca desde o ano passado até meados de junho, quando começou a subir. A subida foi tímida até o final de setembro. Enquanto os preços não romperam os 100 reais à vista, o mercado estava morno.

Foi só romper esse patamar, a arroba subiu forte desde então. Aí, como disse, virou altista.

Mas, repare uma coisa, por favor—100 reais foi o primeiro “teste” dessa alta, certo? Os 105 reais foi o segundo. O boi, até agora, passou nos dois. O próximo teste é 115 reais. Pode não ser esse ano. Ou pode?

O teto do boi é o bezerro por um motivo bem simples. Foi onde o boi chegou em praticamente em todos os anos desde o início do plano real, então não estou falando nenhuma coisa que não tenha sido testada no tempo.

Não estou chutando e nem fazendo previsões. Basta pegar os preços de mercado e conferir.

Outra coisa interessante de olhar é a variação ano-a-ano dos preços do boi gordo, no gráfico ao lado.

Esse gráfico mostra como a arroba do boi está para trás nessa história. Atualmente a arroba do boi está 10% abaixo do que estava em relação ao ano passado.

Repare que isso é ruim. Baixas ocorreram de fato em apenas três ocasiões no passado—1996, 2005 e 2009—, e em TODAS foi-se marcado um fundo do poço para a arroba.

Engraçado isso, né? O bezerro mostrando que a arroba, apesar de ter subido recentemente, não está cara. A variação ano-a-ano confirmando que a arroba não só não está cara, como está valendo pouco perante a história.

Números... História... Preços... Aonde essa novela vai acabar?
Deixe-me mostrar os gráficos finais.

Aqui do lado direito, no gráfico de cima temos os preços da arroba do boi nessas últimas décadas.

Gosto demais de colocar esses dois gráficos nas palestras que faço. Eles mostram muito o que é e o que foi a pecuária no Brasil.

O que quero mostrar é o seguinte — estamos novamente em um mercado de alta para a pecuária, alta geracional de preços. É claro que teremos os sobe-e-desce normais das safras e entressafras, porém, com o passar dos anos, os ganhos perante a inflação serão positivos, a meu ver, grande parte pela inserção de bilhões de pessoas na classe média.

As razões para isso acho que todo mundo sabe, então não vou repetir aqui. Vamos direto para os efeitos práticos que já estamos sentindo.

Pegue o bezerro. O bezerro já voltou a ter seu preço na média histórica, caro leitor, e isso é monstruosamente, imensamente importante, se me permite as palavras grandes, pois esse pequeno animal demorou mais de vinte anos para chegar até aqui.

Um bezerro vale, em média, nesses mais de 50 anos, 725 reais. Hoje um bezerro em SP vale R$ 750. O bezerro está em linha com o mercado em alta, em outras palavras.

O boi? O boi... Bom... Tenho que falar mesmo? Bom, ok, tudo bem... O boi não atingiu, ainda, pelo menos, seu objetivo histórico.

Uma arroba média, pasmem, hoje valeria ao redor de 140 reais. Quanto vale a arroba hoje no mercado físico?

É loucura essa comparação? Não creio. O bezerro já chegou na sua média. O boi não.

O bezerro é o início da pecuária. O boi o final.

Dê tempo ao tempo. Então, caro leitor, para concluir. Apesar de ter subido recentemente, a arroba do boi está longe de estar de fato, de verdade, “cara”. Por outro lado, como disse no início, ela está boa—remunera a coisa, porém não dá para escrever uma carta para a mamãe contando as boas novas.

Não fique muito animado com 107 reais, em outras palavras. Para 2011, pelo que vimos até agora, é um bom preço e já dá para trabalhar em cima disso. Já dá para namorar os frigoríficos. Como a gente tem que fazer as coisas dia após dia e tomar as decisões no presente, pegamos o que está ao nosso alcance. É por isso também que acho boas as alternativas de seguro para a safra de 2012.

Porém, olhando um pouco mais longe, a coisa ainda está bem aquém do que deveria. Se olharmos para os quatro gráficos que coloquei hoje, a gente deveria estar altista, pois esses gráficos são o coração da atividade, o seu lado fundamental que, é necessário dizer, nem sempre condizem literalmente com o que a gente vê nos jornais ou com o que a gente escuta nos discursos do governo.

É isso.
FONTE: CARTA PECUÁRIA