terça-feira, 21 de setembro de 2010

Indicador de preço disponível do boi gordo Esalq, segue em alta

Mais um dia de alta para o mercado do boi gordo em Goiás. A média dos preços da arroba do boi gordo, à vista, no mercado físico, ficou em R$ 87,64 contra R$ 87,32 de sexta-feira. O preço da arroba da vaca, à vista, fechou em R$ 82,17 valorização de 0,8% com a última cotação do dia 17/10. Já o boi gordo rastreado continua sem bonificação pela qualidade de que leva o nome.

As dificuldades de escalar animais continua em praticamente todos os estados. Os Frigoríficos de São Paulo inclusive, continuam se abastecendo de mercados diversos, para atender a demanda por carne de um consumidor que, mesmo com aumentos do preço da carne, ainda dá vazão e sustenta os preços também do atacado. Segundo o Cepea, esta alta é a maior das cotações históricas e já registra valor de R$ 6,06/kg pela carcaça casada, no mercado paulista.

O Indicador de Preço Disponível do Boi Gordo Esalq/BM&FBOVESPA - Estado de São Paulo, registrou mais um dia de alta, R$ 93,58, variação de 0,04% no dia e de 1,46% no mês. Já os ajustes diários em todas as posições (meses) futuras, fecharam com valores menores que o dia anterior (17). Em relação a comparação com as cotações do ano passado, já é mais favorável, com recuperações dos preços acima de 7% em todos os meses.

O mercado pode estar testando o nível de aceitação de preços mais baixos, o que não justifica já que a oferta ainda é limitada e agrava-se muito agora com os aumentos dos custos-de-produção, devido a gravidade da seca que se alonga.

Os abates de bovinos com inspeção SIF, em Goiás, já reduziram 29% e no Brasil, 14% de julho/2010 para agosto/2010.

Já as receitas brasileiras de exportação de carne bovina in natura foram 52,6% superiores (de US$ 257 milhões para US$ 392 milhões), resultado de um incremento de 15,5% no preço médio e um aumento de 32,1% na quantidade embarcada, no mês de agosto/2010 comparado com o mesmo mês de 2009.

Em Goiás, as exportações de carne bovina brasileira seguem menores em volume (10%) mas com valorização de 13% nos preços, comparando com o período de janeiro a junho de 2009 para 2010.

MERCADO FUTURO BM&F/BOVESPA – 20/09/10

Vencimentos

Preço de Fechamento (R$/@)

Variação (%)

Diária

Preços para Goiás*

Setembro/10

92,07

-1,09

88,07

Outubro/10

91,17

-1,33

87,17

Novembro/10

92,05

-1,18

88,05

Dezembro/10

91,50

-1,28

87,50

Janeiro/11

91,00

-0,20

87,00

Fevereiro/11

90,27

-1,03

86,27

Março/11

89,60

-0,74

85,60

Abril/11

87,62

0,00

83,62

Maio/11

85,90

-0,52

81,90

Junho/11

86,1

-0,53

82,10

Outubro/11

90,49

-0,55

86,49

* Considera-se os preços de Goiás a partir de uma diferença de preços histórica de R$ 4,00/@, com o preço médio de São Paulo. Esta diferença pode em alguns momentos variar a mais ou a menos e, não equivaler ao preço de mercado atual, que sofre várias influências de mercado.


Fazenda MC realiza 7º Grande Leilão da raça angus

O empresário e criador Eloy Tuffi reunirá as melhores vacas e touros de seu rebanho no 7º Grande Leilão Red Angus da Fazenda MC, que acontece no dia 27 de setembro, na Sociedade Hípica Paulista, em São Paulo.
Com um catálogo repleto de “animais top class” serão leiloadas 24 fêmeas (sendo uma prenhez) e cinco machos, totalizando 29 lotes. A grande atração será a fêmea MC Embusteira - Grande Campeã na Feicorte 2009, Reservada Grande Campeã em Esteio 2009, Avaré 2010 e em Londrina 2010. Serão ofertadas cinco cotas de 10% do animal.
Já entre os touros, destaque para MC Humbert, reservado Grande Campeão em Londrina 2009 e Araçatuba 2010. “Neste ano estamos muito bem representados assim prevendo faturar cerca de R$ 2 milhões neste evento”, prevê Eloy Tuffi.
O investimento em gado como uma opção de negócio, tem atraído nos últimos anos perfis dos mais variados tipos, quebrando o paradigma de que apenas um fazendeiro com propriedade possa fazer parte deste clã. Atualmente, os investidores da Fazenda MC são adolescentes presenteados pelos pais, empresários de diversos segmentos e celebridades, como Brito Júnior, Olga Bongiovani, Adriane Galisteu e Ana Hickmann.
Segundo Tuffi, esta diversidade é devido ao sistema de hospedagem de animais oferecido pela fazenda. “Hoje não é necessário ter uma propriedade para adquirir um animal, como antigamente. Em média por apenas R$ 300,00 mensais, disponibilizamos para os nossos parceiros, o mesmo tratamento oferecido para os animais de nosso plantel, como hospedagem, alimentação, vacinas periódicas etc”.

As informações são da assessoria de imprensa do evento.

FONTE: Agrolink

Preenchimento do ITR exige cautela

O assessor técnico da Comissão de Assuntos Fundiários da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Anaximandro Doudement Almeida, afirmou nesta terça-feira (21), durante webconferência organizada pela CNA, que o produtor precisa se municiar de documentos que comprovem a produção, produtividade e as áreas não-tributáveis para o preenchimento adequado da declaração de Imposto Territorial sobre a Propriedade Rural (ITR).
Declarando o ITR, o proprietário ou o possuidor do imóvel cumpre a obrigação de prestar contas à Receita Federal. Em contrapartida, a declaraçãó é o documento necessário por lei para transmissão da propriedade de imóveis rurais. Além disso, a declaração do ITR é condição para obtenção de financiamentos rurais, condição que é importante para a produtor rural. A declaração do ITR é exigida em outras circunstâncias, lembrou.
A CNA esclarece até às 11 horas desta terça-feira, pela internet, as dúvidas dos produtores rurais sobre a declaração do ITR e do Ato Declaratório Ambiental (ADA). Este ano, o prazo para entrega do ITR e para apresentação do ADA termina no dia 30 de setembro.
Outro ponto esclarecido pelo assessor técnico da CNA foi sobre o valor da terra nula a ser declarado à Receita Federal. Anaximandro Almeida esclareceu que há tabelas de preços definidas por governos estaduais. Nem todos os estados contam com essa tabela. As secretarias de agricultura do Paraná, São Paulo e do Mato Grosso do Sul, por exemplo, têm tabelas com preços de terras. Nos demais casos, é preciso buscar outras referências. Os cartórios de registro de imóveis e os escritórios da Emater podem fornecer informações nesse sentido.
Caso o proprietário rural discorde, ele deverá se municiar com laudos avaliatórios elaborados por engenheiros agrônomos, com a respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), considerando uma série de critérios que estão definidos nas diretrizes NBR 14653-1 e NBR 14653-3, elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A responsabilidade técnica é responsabilidade exclusiva de profissionais graduados, no caso, de engenheiros agrônomos. "O produtor pode optar por um instrumento mais personalizado de seu imóvel", explicou Anaximandro Almeida.
Ele alertou, no entanto, para o fato de a declaração ser feita com base num laudo técnico com cálculo da terra nua. A Receita Federal, explicou o assessor técnico da comissão, poderá impugnar a declaração. "O produtor precisa ter um laudo. Ele coíbe a subjetividade e vai para a objetividade", explicou. Ele alertou para os riscos de o produtor fazer a declaração com base num valor aleatório. "O produtor tem que ser o mais consistente possível para evitar impugnações. Se houver um valor sem consistência, a Receita vai recalcular o imposto e a partir desse valor, calcular multas e juros", completou.
Outra dúvida encaminhada à CNA foi sobre uma área invadida há 3 anos por integrantes do Movimento dos Sem-Terra (MST). Rudy Maia, também assessor da Comissão de Assuntos Fundiários da CNA, esclareceu que, nesse caso, o produtor pode entrar com um processo administrativo ou judicial junto à Receita solicitando suspensão do ITR enquanto perdurar a invasão (crime de esbulho possessório). Nesse caso, explicou Anaximandro Almeida, é fundamental que o produtor reúna provas para comprovar a invasão.

FONTE: CNA

PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO / KG VIVO

FRIGORÍFICOS REGIONAIS

EM 21.09.2010
REGIÃO DE PELOTAS

KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 2,70 A R$ 2,80
VACA GORDA: R$ 2,40 A R$ 2,50

A RENDIMENTO:
BOI GORDO R$ 5,60 A 5,70
VACA GORDA R$ 5,30 A 5,40

FONTE: PESQUISA REALIZADA POR WWW.LUNDNEGOCIOS.BLOGSPOT.COM

PREÇOS MÉDIOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO*

EM 21.09.2010
REGIÃO DE PELOTAS
.
.

TERNEIROS R$ 2,55 A R$ 2,65
TERNEIRAS R$ 2,20 A R$ 2,40
NOVILHOS R$ 2,45 A R$ 2,55
BOI MAGRO R$ 2,40 A R$ 2,50
VACA DE INVERNAR R$ 2,00 A R$ 2,10
.
*GADO PESADO NA FAZENDA
.
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR http://www.lundnegocios.blogspot.com

PREÇOS DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO

REGIÃO DE PELOTAS
INFORMAÇÃO MARFRIG

*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 21.09.2010

BOI: R$ 5,40
VACA: R$ 5,10

OBS: *LIVRE DE FUNRURAL

PRAZO: 30 DIAS
Compras só a rendimento.

FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
FONE: 9981.1203 Humberto Costa.

PROMOÇÕES 2010 - PREÇOS IMPERDÍVEIS

LINHA MERIAL

Para um controle parasitário perfeito, conte com as soluções Merial

FALE COM LUND 8111.3550 OU 9994.1513

Carne Pampa

PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 21/09/2010
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 20/09/2010 - PRAÇA RS


Ver todas cotações Ver gráfico

MACHOSPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 5,50R$ 5,42
KG VivoR$ 2,75R$ 2,71
FÊMEASPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 5,23R$ 5,12
KG VivoR$ 2,48R$ 2,43
** Programa - Indicador Esalq/Cepea MaxP(6)
*** H & B - Indicador Esalq/Cepea Prz(4)
PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA
FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD

COTAÇÕES





FONTE: CORREIO DO POVO

PROMOÇÕES 2010 - PREÇOS IMPERDÍVEIS

LINHA OURO FINO

COLOSSO POUR ON
FALE COM LUND 8111.3550 OU 9994.1513

Safra norte-americana de bezerros é a menor desde 1950

De acordo com relatório divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês), o rebanho norte-americano encolheu 1% na estimativa de julho de 2010, em relação a julho de 2009, totalizando 100,8 milhões de cabeças.
Já em relação à safra de bezerros de 2010, a expectativa é de que seja de 35,4 milhões de cabeças, montante também 1% abaixo do observado em 2009.
Essa é a menor produção anual de bezerros desde 1950, que vem diminuindo ano a ano desde 1995.
FONTE: SCOT CONSULTORIA

Acrimat acredita na consolidação da carne bovina

“Os números mostram o que vem acontecendo desde junho de 2009, quando as exportações foram voltando ao normal depois da crise do final de 2008. Naquele período a crise foi de crédito e não de demanda onde os países queriam comprar, mas não podiam”, analisou o superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Luciano Vacari. Ele observou “que os grandes compradores estão voltando, como a Rússia, Venezuela, Oriente Médio e a União Europeia”.
O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) analisa que o aumento no valor nominal das exportações é justificado por duas situações, como a valorização do preço pago pela carne e a retomada do volume importado pela União Europeia.
O levantamento de dados mostra que a UE, que desde dezembro de 2009 não importava um volume superior a 1 mil toneladas de equivalente carcaça (TEC), no mês passado atingiu os 1,26 mil TEC, apresentando um incremento de 42% em relação ao mês de julho. O Oriente Médio e a Rússia continuam tendo participação fundamental nas exportações mato-grossenses, onde juntas, geraram no mês de agosto, US$ 46 milhões, representando assim 66% do total da carne exportada. O Oriente Médio e a Rússia continuam sendo os dois destinos com os maiores shares (mercados) das exportações de Mato Grosso, representando respectivamente 35% e 27%.
Para o superintendente da Acrimat, “Mato Grosso tem todas as condições de se consolidar um grande exportador de carne bovina para o mundo, pois tem qualidade e volume de produção, o que seus grandes concorrentes, como Argentina, Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos, não têm, pois cada um desses países vêm enfrentando diversos problemas, seja de seca ou restrição de oferta” .

Fonte: Diário de Cuiabá

REMATES


Boi-XP: preços na BM&F fecham o dia com queda, no mercado físico os preços seguem firmes

A oferta de boi gordo tem se mostrado bastante heterogênea nas diferentes praças brasileiras. Em São Paulo, a divergência ocorre entre diferentes frigoríficos do mesmo Estado, gerando distorções entre a duração das escalas de abate. Traduzindo: enquanto frigoríficos menores precisam de animais para terminar a semana, há frigoríficos de grande porte com o mês fechado.
Em Minas Gerais, a oferta melhorou, enquanto em Goiás as escalas não terminam na próxima sexta-feira. Os preços, entretanto, oscilaram pouco. Já o consumo mostrou sinais de fraqueza e não desempenhou bem durante o fim de semana, tirando um grande suporte para os preços no mercado futuro. Mediante o cenário atual, os futuros mostram dificuldade em manterem-se trabalhando no positivo.
Hoje o mercado abriu em alta na BM&F e chegou a testar os 92,68, mas no final do pregão perdeu dois suportes, em 91,80 e em seguida 91,40, fechando em 91,20. O out/10 permanece, no entanto, respeitando a LTA primária. Caso seja rompida e perca os 91,00, poderá buscar os 90,90,55 e 90,20.

Confira a análise completa: boi2009.pdf


Fonte: XP Agro

PROMOÇÕES 2010 - PREÇOS IMPERDÍVEIS

LINHA NOVARTIS


FALE COM LUND 8111.3550 OU 9994.1513

Boi Gordo: Preços estáveis na maior parte do Brasil

Preços estáveis na maior parte do Brasil.
Em São Paulo, mediante pagamento de R$91,00/@, à vista, livre de funrural (em algumas ocasiões R$1,00/@ a mais), as compras fluíram um pouco mais, mas a oferta segue ajustada. O fluxo de compra de animais de estados vizinhos a São Paulo segue intenso, mas com certa diminuição no volume oriundo do Mato Grosso do Sul. Mediante pagamento de R$88,00/@, à vista, livre do funrural, as compras travaram.
Na verdade, os pecuaristas do Mato Grosso do Sul buscam pagamentos mais altos pelo boi gordo do estado, sendo que comentários de negócios a R$90,00/@, à vista, livre do imposto já começam a surgir no mercado.
Mesmo com o ligeiro aumento nos negócios em São Paulo, na maior parte das praças permanece a grande dificuldade nas compras, especialmente em regiões onde a prática de confinamento não é muito comum.
Foram registrados aumentos nas cotações do boi gordo em Minas Gerais: regiões Norte e Sul, Erechim-RS, Oeste da Bahia, Mato Grosso (norte e sudeste do estado) e Sul do Tocantins.
No mercado atacadista de carne bovina houve um ligeiro aumento na disponibilidade de carne e as vendas não estão muito boas. No entanto, os preços seguem estáveis.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

REMATES


Boi deve continuar subindo

O preço da arroba do boi gordo encontrou resistência em romper os R$92,00
Depois da alta de 11% em dois meses, o preço da arroba do boi gordo encontrou resistência em romper os R$92,00, a prazo, livre de imposto, na última semana em São Paulo.
O mercado, no entanto, se manteve firme e a oferta de animais para abate, apesar da ligeira melhora em algumas praças, não é nada abundante. O cenário ainda é altista.
Onde o confinamento é menos representativo verifica-se maior dificuldade com as compras. É o caso do Pará, onde em algumas regiões o boi subiu R$2,00/@ na última semana.
A boiada de confinamento aos poucos vai aparecendo, mas o crescimento mais significativo da oferta ainda não ocorreu. Com informações da Scot Consultoria.

FONTE: CORREIO DO POVO

Mais uma razão para a alta de preços no Pará

Para completar a análise realizada ontem, que mostrou que os preços do boi gordo no Pará subiram mais que no restante do país desde o início de setembro, analisamos outro fator interferindo no mercado que é específico para o Pará.

Além da falta de chuvas e do bom resultado com as exportações de bovinos vivos no estado, a necessidade das fazendas possuírem o CAR (Cadastro Ambiental Rural) para negociar os animais tem limitado a disponibilidade de animais “aptos a serem negociados” no estado.

Depois da ação do Ministério Público Federal (MPF) contra as empresas da cadeia pecuária que, segundo o levantamento do próprio MPF e IBAMA de junho de 2009, contribuíram para a devastação da Amazônia, grandes companhias divulgaram que só comprariam carne ou derivados de frigoríficos que assegurassem a origem dos animais. Com isso, foi estabelecido um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) entre varejistas, curtumes e frigoríficos e o MPF. O acordo definiu que a partir de fevereiro de 2010 só poderiam vender o gado os fornecedores com inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Desde então, a oferta de animais para o abate diminuiu significativamente, dado o reduzido número de fazendas com o CAR. Estima-se que de mais de 100 mil propriedades existentes no estado, somente cerca de 20 mil propriedades estejam com o cadastro em dia. Um grave limitante de oferta.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Boi no Pará subiu mais que em outras praças e está entre os mais altos da história

Os preços do boi gordo, segundo levantamento da Scot Consultoria, estão subindo em todo o país. Desde o começo de setembro, considerando as 31 praças pesquisadas, o aumento médio foi de 3,15%. Mas o destaque é para o Pará, estado onde as cotações do boi gordo subiram 6,6% desde o começo de setembro, considerando Redenção.

Veja na figura 1 que analisando os valores corrigidos pelo IGP – DI, Redenção tem hoje as cotações entre as mais altas desde 1996.




A falta de chuvas, o que restringe a oferta de animais prontos para o abate, além das exportações de animais vivos firmes, estão auxiliando neste aumento de preços acima da média nacional.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

REMATES



Estão prorrogadas até sexta-feira as inscrições para a 3ª Nacional de Rústicos Angus

A Associação Brasileira de Angus (ABA) está com período de inscrições prorrogado até 24 de setembro para os criadores inscreverem seus animais na 3ª Exposição Nacional de Rústicos Angus, que acontecerá de 05 a 07 de outubro de 2010, na Associação Rural de Pelotas (RS). Em função do prolongado período de chuvas neste mês de setembro, prejudiciais aos serviços técnicos nas cabanhas, a diretoria do Núcleo Sudeste de Angus decidiu prorrogar o prazo para as inscrições para a exposição e remate até 24/09/2010. As Inscrições para Exposição Nacional de Rústicos e para o Remate Nacional Rústicos 2010 estão acontecendo simultaneamente na Associação Brasileira de Angus até o dia 24 de setembro pelo telefone (51) 3328.9122. Neste ano, a organização da Exposição, que ocorrerá em paralelo a 84ª Expofeira de Pelotas, está sob responsabilidade do Núcleo Sudeste de Angus e apoio da ABA.
A Exposição Nacional de Rústicos da raça Angus é campeonato disputado por trios de animais machos e fêmeas, selecionados a campo, com avaliação genética e fenotípica na busca da melhor eficiência produtiva e alta qualidade de carne. "Aguardamos grande e qualificada participação de produtores da raça Angus nesta mostra nacional", espera a presidente do Núcleo Sudeste de Angus, Ana Carolina Issler Ferreira Kessler, ao afirmar que o crescimento da genética Angus estimulará grande número de selecionadores da raça a apresentar seus melhores trios de animais e sem dúvida, nortearão a escolha das linhagens para uso na próxima temporada.
Entre os destaques da programação, dia 06 de outubro, julgamento de classificação de rústicos, que começa às 9h e tem continuidade às 14h, e o aguardado Angus em Festa, às 20h, que acontecerá na Charqueada Boa Vista, prédio histórico à beira do canal São Gonçalo, com entrega de prêmios aos campeões da Nacional Angus, jantar, música e dança para produtores, expositores, personalidades e amigos. As reservas para o evento podem ser feitas pelo e-mail angus.sudeste@terra.com.br ou pelo fone (53) 3223-0594. No dia 07 de outubro, ocorrerá o Momento Científico, às 10h, com palestra de Miguel da Rocha Cavalcanti, do BeefPoint/Agripoint Consultoria, sobre Tendências do Mercado do Boi e da Carne. O Remate Angus Nacional Rústicos 2010, que será realizado dia 07 de outubro, às 14h na Associação Rural de Pelotas, sob a leiloeira Casarão Remates e terá a oferta de 40 touros e 40 fêmeas. As condições de pagamento serão em 15 parcelas (2+2+11) podendo ser utilizado financiamentos bancários com cadastro prévio. Todos os animais serão vendidos com seguro.

Todas as informações sobre a 3ª Exposição Nacional de Rústicos podem ser obtidas pelo site www.angusnacionalrusticos2010.com.br
fonte: Angus

RS: Temporada de Primavera abre com previsão de bons preços

Porto Alegre/RS
A temporada de Primavera promete ser de preços aquecidos para a venda de reprodutores. Conforme o presidente do Sindiler, Jarbas Knorr, a expectativa é que o martelo bata por valores em torno de 10% superiores aos praticados no ano passado no Rio Grande do Sul. A projeção é que a média dos reprodutores oscile entre R$ 5,8 mil e R$ 6,2 mil.
A aposta do presidente da Comissão de Exposições e Feiras da Farsul, Francisco Schardong, é que esta seja a temporada do vendedor, diferentemente do ano passado, quando a vez foi do comprador. A aposta é de superação dos R$ 33,18 milhões faturados na temporada de 2009 com reprodutores e matrizes, valor apurado pelo Correio do Povo. Os bons preços devem ser puxados pela expectativa de redução da oferta de animais no mercado. Segundo o coordenador do Nespro da Ufrgs, Júlio Barcellos, os leilões devem apresentar um volume de animais 15% menor. "A realização de alguns remates mais cedo do que em temporadas anteriores também dificultou a preparação dos touros para a venda", salienta Barcellos.
As negociações devem ser balizadas na cotação que tiveram os terneiros no outono. No período, as vendas fecharam com média de R$ 3,00 o quilo vivo do macho e R$ 2,54 o quilo vivo das fêmeas. Por isso, Barcellos aposta num cenário de "ganha-ganha". "Não houve valorização significativa no preço do terneiro. A situação está mais equilibrada, o que é muito bom para quem compra e para quem vende reprodutores nesta temporada". O leiloeiro Marcelo Silva acredita que a Primavera será propícia a investimentos. "A tendência é que a cria seja mais valorizada, já que houve uma redução significativa de terneiros e as exportações de bovinos em pé continuam."
Os criadores contarão com crédito farto para as compras, sendo R$ 100 milhões do Banco do Brasil. O Sicredi irá liberar recursos conforme a demanda. O Banrisul tem um aporte total de R$ 766 milhões para a safra 2010/11, no qual estão incluídos recursos para compra de animais. Novamente, o Mega Leilão Gap terá a maior oferta da temporada, como mil animais, no dia 26, em Uruguaiana.
Marcela Caetano

Fonte: Correio do Povo

UE deve importar menos carne bovina em 2011

O euro fraco, a lenda demanda doméstica devido às más condições econômicas, as baixas ofertas e as altas de preços na América do Sul são fatores que contribuirão para as baixas importações de carne bovina da União Europeia (UE) em 2010 e 2011, de acordo com dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Considerando as baixas importações e a produção doméstica menor (queda de 0,3%, para 7,85 milhões de toneladas), o consumo total de carne bovina na UE em 2011 deverá cair em 0,2%, para 8,18 milhões de toneladas. Os consumidores preocupados com seus gastos levaram à mudança para compras de cortes mais baratos, como carne moída e carne de frango.
A produção na UE deverá continuar caindo, após uma contração de longo prazo no rebanho bovino europeu como resultado de maiores preços da terra, maiores custos de energia e alimentos animais e menor suporte do Governo. Entretanto, o rebanho de bovinos de corte aumentou levemente, apoiado pelos altos preços da carne, enquanto o rebanho leiteiro declinou, à medida que os baixos preços do leite limitaram a viabilidade desse segmento.
Na UE, as fazendas menores estão deixando a atividade, enquanto foi notada uma expansão em fazendas maiores e eficientes.
Apesar de a produção total de carne bovina da UE em 2010 poder cair em 0,4%, para 7,87 milhões de toneladas, os altos abates durante a primeira metade do ano apoiaram o aumento sazonal na produção. Isso, combinado com o fraco euro e com os altos preços da carne da América do Sul, influenciou um aumento nas exportações (principalmente ao mercado russo) durante o período.

FONTE: Meat and Livestock Australia (MLA), traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

PROMOÇÕES 2010 - PREÇOS IMPERDÍVEIS

LINHA MICROSULES
Nitromic
FALE COM LUND 8111.3550 OU 9994.1513

Vendas do leilão FSL Angus Itu crescem 62% e reforçam a importância da raça para pecuária nacional

Em pista, diversidade e qualidade dos produtos demonstraram todo o rigor seletivo de um criatório que busca características muito bem definidas
Paula Santana Itu (SP)
A melhor genética da raça angus, que vem contribuindo com a produção de carne bovina brasileira, foi disponibilizada pelo criador Antônio Maciel Neto no II Leilão FSL Angus Itu, neste sábado, dia 18, na sede da propriedade no interior paulista.
Em pista, a diversidade e a qualidade dos produtos apresentados demonstraram todo o rigor seletivo de um criatório que busca características muito bem definidas, como acabamento e comprimento de carcaça, precocidade, rusticidade, feminilidade e virilidade.
Entre os 128 lotes de prenhezes, touros, novilhas prenhez, terneiras, além de doses de sêmen, o destaque do remate foi a venda especial da fêmea de 12 meses FSL I Baika 723 TE. 50% da Campeã Terneira Menor de Avaré e Itapetininga foram arrematados pelo criador Mário Celso Lopes por R$ 60 mil, valorizando a fêmea de pista em R$ 120 mil. A média geral do leilão foi de R$ 9.573, e o faturamento chegou a R$ 1, 23 milhão, o que significa um crescimento de 62,3% em relação à edição anterior.

FONTE: CANAL RURAL

Argentina: redução na oferta força alta de preços

Os efeitos da redução do rebanho bovino da Argentina começaram a serem vistos nos números. O Índice Novilho Mercado de Liniers (INML) informou que a cotação do novilho teve um aumento de 69,8% entre janeiro e setembro, o que levou a aumentos similares nos preços pagos pelo consumidor.
A atividade voltou a ser rentável depois de vários anos, quando se viu afetada pela seca e pelos baixos preços pagos ao produtor. Os produtores atribuem os aumentos de preços à menor oferta de animais, produzida pelo abate massivo de fêmeas em 2007. Essas fêmeas abatidas há dois anos não puderam produzir bezerros, o que fez com que hoje haja menos quantidade de animais ofertados, levando ao aumento de preços.
No entanto, as carnes substitutas, como de frango e suína, seguem ganhando o espaço da carne bovina pela considerável diferença de preço.

FONTE: A reportagem é do Cadena3.com, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Uruguai: exportações devem crescer em 2011

As exportações de carne bovina do Uruguai podem aumentar em 2,6% no próximo ano, à medida que a demanda se recupera da recessão global, de acordo com o Serviço Agrícola Externo do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
O Uruguai, que é o sétimo maior exportador de carne bovina do mundo, poderá exportar 400.000 toneladas em 2011, mais que o volume estimado de 390.000 toneladas nesse ano, disse o relatório. As maiores exportações impulsionarão uma queda de 4,8% no consumo doméstico, para 200.000 toneladas em 2011.
"Devido á recuperação do poder de compra, os uruguaios deverão continuar consumindo grandes volumes de carne bovina", disse o relatório. Os mercados de exportação "têm gradualmente se recuperado após a crise econômica global".
O Uruguai deverá ser o segundo maior consumidor de carne bovina per capita esse ano, depois da Argentina, de acordo com o USDA.

FONTE: A reportagem é do Bloomberg, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Vaca gorda: Arroba valorizada reduz a diferença em MT

Abismo histórico entre cotação de machos e fêmeas reduz 13 pontos percentuais em quatro anos, passando de 21% para 8%, e muda dinâmica do mercado
A histórica diferença de preços entre o boi gordo e a vaca gorda, em Mato Grosso, vem registrando quedas expressivas nos últimos anos. De acordo com as estatísticas, a diferença, que era de 21% há quatro anos para o boi, despencou para 6% no começo do ano e hoje está em 8%. Em 2006, a arroba do boi era cotada pelo preço médio de R$ 46,69 e, a da vaca, R$ 38,62. Agora, o boi custa R$ 81,18/arroba e, a vaca gorda, R$ 74,62/arroba.
A diferença nos preços do boi e da vaca aumentou em 2 pontos percentuais - 6% para 8% - porém a arroba atingiu a sua maior valorização nos últimos anos. No período de quatro anos, a arroba da vaca teve valorização bem maior (93,50%) em relação à cotação do boi, que avançou 73,87%.
Na avaliação dos analistas do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a valorização da vaca é reflexo direto da redução do abate e do bom momento do preço do bezerro. “Este nível de preço chama à atenção, pois a tendência para os próximos dias aponta para a manutenção do cenário atual ou até a sua intensificação por conta da forte estiagem”, frisa boletim do Imea.
Desde o segundo trimestre de 2008 observa-se uma alta significativa no preço da arroba, acompanhada por uma forte queda na taxa de abate de fêmeas, que passou dos valores acima de 45% entre os anos de 2004 e 2006 para valores abaixo de 38% a partir de 2008.
Os analistas afirmam que assim como mostra a taxa de abate de fêmeas, a diferença entre o preço médio do boi gordo e da vaca gorda é um forte indicador do ciclo da pecuária. “Enquanto o abate de fêmeas estava acima dos 45%, a diferença entre machos e fêmeas era de mais de 14% e após a alta dos preços de 2008, essa diferença caiu para menos de 9%”.

SETEMBRO - Levantamento do Imea aponta que nos primeiros dias de setembro a média da arroba ficou em R$ 74,73, obtendo uma alta de 20% (R$ 12,32/arroba) em relação à média vista em janeiro (R$ 62,41) e de 21% na comparação com o mesmo mês em 2009 (R$ 61,75%).
Na avaliação dos pecuaristas, e valorização da vaca gorda se deve à maior procura por parte dos frigoríficos nesta época de oferta reduzida do boi em função do período prolongado da estiagem em 2010. Como o grande volume da carne é destinado ao mercado interno, a arroba sofre valorização natural no mercado, acompanhando a lei da oferta e da procura.
A arroba do boi gordo comercializado no Estado finalizou a semana passada com o preço médio de R$ 81,18/arroba à vista, obtendo uma alta de R$ 2,90/arroba, variação de 3,71% em relação à semana anterior. Neste mesmo contexto, a vaca gorda encerrou negociada a R$ 74,62/arroba à vista, registrando valorização de 2,23% na comparação com a semana anterior.

INTENSIFICAÇÃO - Para o analista pecuário Luís Heraldo Padilha, ex-coordenador do Centro de Comercialização de Boi da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Famato), a recuperação dos preços da vaca indica uma redução da oferta de boi gordo no mercado. Outro problema, segundo ele, é que Mato Grosso está trabalhando com um número “muito baixo” de plantas frigoríficas funcionando, mesmo com menor oferta de boi gordo para abate.
Padilha acredita que nos próximos meses os preços poderão estar mais elevados em função de que o mercado futuro já observou o fenômeno cíclico de La Niña. “O mercado futuro já enxergou a seca e o que se cogita é se que impacto vai ser num ano em que o produtor poderá descartar mais matrizes”. Mas faz um alerta: “Na hora do descarte de vacas, o produtor deve reter a mercadoria boa, como as novilhas precoces e as matrizes prenhas”.

FONTE: Diário de Cuiabá
Autor: Marcondes Maciel

RESULTADO DE REMATE NO URUGUAY - PREÇOS EM DÓLARES

Remate 87º
8 Setiembre 2010
ResultadosCabMaxMinProm
Miércoles 8 de Setiembre de 2010
Terneros3,0102.3101.7501.966
Novillos 1-2 años2,1391.9801.6001.802
Novillos 2-3 años1,1481.7701.5001.627
Novillos + 3 años3561.6051.5001.559
Holandos3551.5501.2501.328
Vacas de Invernada1,2721.3701.1901.251
Terneras1,7381.7601.4801.634
Terneros / Terneras3321.9401.4751.690
Vaquillonas 1-2 años1,3441.7051.4201.590
Vaquillonas + 2 años4961.5801.3301.502
Vientres Preñados1,154640.000380.000484.263
Vientres Entorados67427.000420.000422.821
Piezas de Cría844340.000270.000309.344
Total General14,255

Fonte: PLAZA RURAL


sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Boi Gordo: Mercado com pouca movimentação

Mercado com pouca movimentação.
Embora as escalas tenham aumentado sutilmente em São Paulo, atendendo entre 3 e 4 dias, na maioria dos casos, a oferta segue restrita.
Os preços no estado se mantêm estáveis. O boi gordo é negociado por R$92,00/@, a prazo, livre de imposto, e a vaca gorda por R$86,00/@, nas mesmas condições.
Apesar da grande participação dos confinamentos no volume abatido em Goiânia – GO, a oferta não pressiona negativamente o mercado e houve reajuste no preço do boi gordo. Hoje os animais valem R$88,00/@, a prazo, livre de imposto.
Na região de Dourados, a falta de bois e a procura por vacas para compor as escalas valorizou esta categoria. Hoje as fêmeas são negociadas por R$85,00/@, a prazo, livre de imposto.
A dificuldade de compras no Pará provocou alta em Paragominas e Marabá. Em Paragominas os negócios com o boi gordo ocorrem em R$83,00/@, a prazo, livre de imposto. Na região de Marabá os animais são negociados por R$82,00/@, nas mesmas condições.
No mercado atacadista com osso, houve aumento de R$0,05/kg no traseiro avulso e recuo de RS0,10/kg no preço do dianteiro avulso.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria