terça-feira, 5 de outubro de 2010

Falta gado para abater em Mato Grosso

A alta no preço da carne de boi vai ser ainda mais perceptível a partir deste mês em virtude do atraso na oferta de animais. Com a falta de chuvas e as queimadas, os bois demoram mais para engordar e por isso o gado que iria ser abatido agora vai ficar mais algum tempo no pasto. Somente no último mês, a arroba do boi gordo aumentou até 16,75% em Mato Grosso. O superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Luciano Vacari, diz que a elevação de preço neste período do ano é comum e uma consequência da estiagem. "Só agora começou a chover e são pelo menos mais 30 dias para o pasto ficar bom. Somente depois disso o gado começa a engordar", afirma Vacari ao comentar que a alta será consequência da falta de oferta.
Quanto às exportações, que registram aumento de 75% na receita em um ano, Vacari diz que isso não interfere no preço da carne no varejo. "Exportamos entre 20% e 30% do que produzimos, isso não é suficiente para impactar na oferta do produto no mercado interno. Além disso, há uma discrepância entre a valorização da arroba e do quilograma comercializado".
De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), em agosto as exportações movimentaram R$ 75 milhões, sendo que há um ano este mercado movimentava em torno de R$ 40 milhões. Segundo o técnico do Imea, Daniel Latorraca, este aumento é consequência da retomada das exportações.
Confinamento - O Imea está realizando o terceiro levantamento sobre o confinamento em Mato Grosso. A leitura deverá confirmar, ou não, a queda de 15% no rebanho registrado em agosto deste ano. Luciano Vacari diz que a expectativa é este número não se confirme, visto que houve uma recuperação de mercado. "Com a melhora no preço da arroba, pode ser que alguns confinadores tenham resolvido investir. Antes os custos não compensavam em virtude do baixo preço de revenda". No levantamento apresentado em agosto, o Imea apontou uma tendência de redução de cerca de 630 mil cabeças para aproximadamente 530 mil cabeças confinadas.

FONTE: agronoticias/ PORTAL EN

Bancada ruralista gaúcha é reforçada

Os gaúchos dobraram nesta eleição sua representação na bancada ruralista, grupo de pressão formado por deputados federais que defendem os interesses do campo na Câmara Federal. Serão dez representantes no próximo mandato. Mais robusto, o time também ganhou pluralidade ao eleger expoentes da agricultura familiar e dos movimentos sociais rurais. Será o primeiro mandato federal dos petistas Elvino Bohn Gass e Dionilson Marcon, ambos ligados a pequenos produtores e ao movimento sem-terra. O cooperativismo ganha voz com Giovani Cherini (PDT), também estreante em Brasília. Entre os defensores do agronegócio, além dos reeleitos Luis Carlos Heinze e Afonso Hamm, o Partido Progressista (PP) leva para Câmara Jerônimo Goergen. No PMDB, Darcísio Perondi (PMDB) foi reeleito e entra Alceu Moreira. No DEM, as urnas garantiram novo mandato ao veterinário Onyx Lorenzoni. O tucano Nelson Marchezan Júnior completa o grupo. Entre os senadores, a eleição de Ana Amélia Lemos (PP) foi considerada o diferencial por lideranças. Desde Paulo Brossard, na década de 80, não havia um senador gaúcho tão identificado com as causas do setor.
Apesar de robustecida, ainda é cedo para analisar se a bancada nacional ganhou ou perdeu força. Segundo Edélcio Vigna, do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), tudo depende do resultado da eleição para a Presidência da República no segundo turno. Ele lembra que, historicamente, os ruralistas têm obtido mais votos para as suas demandas do que o número de deputados e senadores que se dizem defensores do agronegócio. Atualmente, há 230 integrantes da bancada no país identificados com o agronegócio, mas o Inesc ainda não tem o novo mapa rural do Congresso.
Todos os estreantes são deputados estaduais, o que minguará a representação na Assembleia Legislativa mesmo com a eleição pelo Partido dos Trabalhadores de dois novatos fortemente ligados à agricultura familiar e os movimentos sociais do campo: Edegar Pretto e Altemir Tortelli. Ligado à CUT e coordenador da Fetraf-Sul por oito anos, Tortelli chega como porta-voz de 300 mil agricultores familiares nos três estados do Sul. Com a eleição de Tortelli e Pretto e a reeleição de Heitor Schuch (PSB), serão três os defensores das causas dos agricutores familiares na Assembleia. No grupo do agronegócio, ainda figuram Edson Brum (PMDB), Frederico Antunes (PP), Pedro Wespthalen (PP), Gerson Burmann (PDT) e Zila Breintenbach (PSDB), todos reeditando seus mandatos.

FONTE: Correio do Povo

Carne bovina vira maior vilã da inflação

SÃO PAULO
O coordenador do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), Antonio Evaldo Comune, afirmou ontem que a carne bovina deverá manter o posto de maior vilã da inflação em São Paulo em outubro. Em entrevista à Agência Estado na sede da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), ele destacou que as pesquisas de ponta da instituição continuam mostrando que o item continua em processo de aceleração, em função do período de entressafra do produto.
Em setembro, conforme o levantamento da Fipe por meio do IPC, o valor médio da carne bovina subiu 6,60% ante alta de 2,30% verificada em agosto. O comportamento do item foi decisivo para puxar para cima a variação do subgrupo Semielaborados, de 0,54%, em agosto, para 3,22%, no mês seguinte, fazendo com que o grupo Alimentação apresentasse elevação de 1,57% no mês passado ante recuo de 0,15% em agosto.
Na divisão por cortes de carne, também foi constatado avanço mais intenso na maior parte dos preços pesquisados. Bons exemplos foram o acém (alta de 8,30% ante 4,13% em agosto), coxão duro (aumento de 7,86% contra 1,02% no mês anterior), contrafilé (elevação de 7,01% ante 1,93%), costela bovina (alta de 7,84% ante 3,94% em agosto), a picanha (aumento de 6,99% contra 3,87%) e a alcatra (avanço de 5,32% ante 2,21% de agosto).
"A alta deve continuar. Há os fatores da entressafra e os pastos atualmente estão muito ruins para o gado", disse Comune.
Outro item que subiu bastante em setembro e deve permanecer em alta importante em outubro é o frango, segundo o coordenador do IPC. No mês passado, o item apresentou avanço de 7,02%, bem mais significativo que o de 3,40% de agosto.
De acordo com Comune, um fator que puxou a Alimentação para cima em setembro e tende a subir menos em outubro é o pão francês. No mês passado, o item derivado do trigo avançou 3,26% ante variação positiva bem mais modesta, de 0,42%, em agosto.
Para o coordenador do IPC, a Alimentação ainda poderá subir um pouco mais na primeira quadrissemana de outubro, para 1,70%, mas esse será o pico do grupo aguardado pela Fipe. Já para a segunda leitura do mês, especialmente por conta de uma influência de alta menor dos derivados do trigo, Comune prevê uma variação positiva de 1,60% para a Alimentação.
Para a terceira quadrissemana, a estimativa é de uma alta de 1,20% e, para o fechamento de outubro, a expectativa é de 0,70% para o grupo.

FONTE: O DIÁRIO DE MOGI

Churrasco do fim de ano vai sair mais caro até dezembro

Seca e entressafra vão pressionar os preços da carne, que só voltarão a recuar em 2011

POR MAX LEONE

Rio - O carioca que gosta de um bom bife e de reunir os amigos para saborear uma picanha no churrasco de fim de ano terá que esperar até o começo de 2011 para sentir o preço pesar menos no orçamento. Devido à entressafra e à seca em regiões produtoras, os valores das carnes bovinas em geral se mantiveram em alta ao longo do ano. E até dezembro não vão parar de subir.

Nos últimos 12 meses, o produto ficou mais caro, em média, 11,23%, segundo o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Getulio Vargas (FGV). A inflação divulgada ontem, do mesmo período (outubro 2009 a setembro 2010), marcou 5,13% no Rio. Mas se o consumidor aceitar substituir a carne nobre que usa no churrasco por um tipo de segunda poderá economizar até 41,44%.



“Os preços continuarão subindo nos próximos meses. Mas serão altas menos expressivas”, prevê André Braz, economista da FGV.

Matheus Scaglia, pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) explica que, com o começo do abate do chamado gabo de confinamento, agora em outubro, haverá maior oferta de carne no mercado. Assim, a pressão sobre os preços ao consumidor final será aliviada.

“Tanto as carnes de primeiro quando as de segunda estão com preços em alta. Mas o valor das menos nobres ainda está mais em conta para o consumidor”, diz o pesquisador.

A aposentada Ilma Cardoso Mendes, 73 anos, percebeu que os preços estão salgados. A alternativa que ela busca na hora de comprar é trocar a carne de primeira por um tipo de segunda. “Eu, por exemplo, gosto muito de carne de segunda, como costela, que é uma boa e barata. Também vale a pena comprar carne moída, porque é econômica. É barata e rende mais”, ensina Ilma.

Substituir para economizar

O consumidor pode deixar de gastar uns bons reais, se quiser seguir dicas do nutrólogo José Alexandre Portinho, da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), e substituir a carne na hora de preparar um bife. Segundo a pesquisa de preços da FGV, quem gosta de alcatra — o quilo sai a R$ 16,59 — consegue reduzir o custo ao comprar chã de dentro ou coxão mole, que custa R$ 12,80, queda de 22,84%. “O chã pode ser feito em bifes, sem problemas”. No caso de substituir contra-filé por coxão mole, a economia será de 20,49%, com o preço caindo de R$ 16,10 a R$ 12,80.

Combinações não alteram o valor nutritivo da carne

Ao aceitar trocar carnes nobres por peças de segunda, os consumidores podem também garantir uma refeição mais nutritiva com combinações que agreguem outros componentes, como legumes e verduras. O nutrólogo José Alexandre Portinho explica que não há variações na quantidade de proteínas, sais minerais e ferro entre os vários tipos de carnes vermelhas. “O que pode variar é a quantidade de gordura, a textura e o gosto. Com os outros ingredientes, a alimentação vai ficar ainda mais nutritiva e saudável”, afirma.

Ele indica que músculo, por exemplo, pode ser usado em caldos, sopas e cozidos, além de desfiado em saladas de legumes. Outra boa receita é usar o lagarto para fazer um bom carpaccio. Após ser congelada, a carne deve ser cortada em fatias bem finas e servida com molho. “Muita gente pensa que o carpaccio é filé mignon. Mas o prato pode ser preparado usando peito”, ensina Portinho.

No tradicional cozido, com bastante legumes e batata, o peito bovino também é recomendado, além da costela. Para carne moída, deve ser usada qualquer peça sem osso ou muita gordura.

FONTE: O DIA ONLINE

Abiec defende mercados alternativos para a carne

Confirmado ontem na presidência da Associação Brasileira da Indústria de Carnes (Abiec), Antônio Jorge Camardelli, disse que um dos desafios do setor, no Brasil, hoje é procurar alternativas para manter a competitividade em relação a outros países.
"No passado, o fator preponderante, que nos trazia vantagem competitiva, era o menor custo de produção. Mas isso muda num cenário de harmonização de preços externos", afirmou. "O boi deixou de ser carro-chefe da competitividade", acrescentou o dirigente, que atuava no frigorífico JBS e saiu para presidir a Abiec por um ano. Entre as alternativas, ele defende a internalização de tecnologias fabris para aumentar a competitividade na produção, por exemplo.
Outro ponto da "plataforma" de Camardelli na Abiec é buscar alternativas à União Europeia para os cortes nobres bovinos produzidos no Brasil. "Precisamos exportar cortes nobres para ouras regiões que não a Europa". A região restringiu de forma expressiva as importações do Brasil, impondo limites no número de propriedades certificadas para fornecer animais para abate e exportação da carne ao mercado europeu.
Em sua visão, Japão, Coréia do Sul e Taiwan seriam mercados potenciais para esse produto brasileiro de maior valor.
Ele também defendeu uma solução rápida para o caso de resíduos em carne industrializada, que levou a recalls de produto brasileiro nos EUA. Isso permitirá, segundo ele, acelerar as discussões sobre exportação de carne bovina in natura ao mercado americano.
Para Camardelli, o fato de o Brasil ser um dos únicos países capazes de atender à demanda externa por carne pode amenizar a crise no setor de frigoríficos.

FONTE: Valor Econômico

Las exportaciones de carnes siguen en niveles inferiores a los registrados en el conflicto agropecuario

En agosto pasado las ventas externas argentinas de cortes frescos bovinos fiueron de 12.615 toneladas, una cifra 64% y 51% inferior a la registrada en el mismo mes de 2009 y 2008 respectivamente.

En agosto pasado las exportaciones argentinas de cortes frescos bovinos fueron de 12.615 toneladas, una cifra 64% inferior a la registrada en el mismo mes de 2009, según datos publicados hoy por el Senasa.

Las ventas de cortes frescos realizadas durante el mes pasado es aún inferior a la registrada en agosto de 2008 (25.861 toneladas), mes en el cual el país estaba comenzando a salir del conflicto agropecuario generado por la resolución 125 (“retenciones móviles”).

Luego de restringir las exportaciones en marzo pasado, durante el mes de mayo el secretario de Comercio Interior Guillermo Moreno se comprometió a liberar un cupo exportable de cortes frescos bovinos por un mínimo de 20.000 toneladas mensuales. Pero eso no fue cumplido (ver gráfico).

En tanto, las exportaciones de menudencias fueron en agosto de 7214 toneladas (una cifra 45% inferior a la de agosto de 2009), al tiempo que las ventas externas de productos cárnicos procesados fueron de 2611 toneladas (-27%).

En lo que respecta a los cortes Hilton, en agosto pasado –el segundo mes del ciclo comercial 2010/11– el Senasa registró embarques por 2180 toneladas. En los dos primeros meses del ciclo 2010/11 se exportaron 2878 toneladas Hilton (10,2% del cupo de 28.000 toneladas que vence el 30 de junio de 2011).

En los primeros ocho meses de 2010 las ventas externas argentinas de cortes frescos bovinos fueron de 100.416 toneladas (-54% que en el mismo período de 2009). Los principales destinos fueron Rusia con 28.455 toneladas, Israel con 17.680 toneladas, Chile con 10.061 toneladas, Venezuela con 8216 toneladas y Alemania con 7422 toneladas.

Por su parte, en enero-agosto de 2010 las ventas externas de menudencias fueron de 71.922 toneladas (-29% que en enero-agosto de 2009). Los principales compradores fueron Hong Kong con 19.020 toneladas, Rusia con 15.616 toneladas y Congo con 10.548 toneladas.
En los primeros ocho meses de 2010 las colocaciones de productos cárnicos procesados fueron de 18.763 toneladas (-23% que en enero-agosto de 2009). Los principales destinos fueron EE.UU. con 6011 toneladas, Holanda con 2132 toneladas, Reino Unido con 1887 toneladas e Italia con 1774 toneladas.

En los primeros ocho meses de 2010 Uruguay exportó cortes frescos bovinos por un volumen de 174.144 toneladas, según datos del Instituto Nacional de Carnes del vecino país (INAC).

FONTE: INFOCAMPO

Boi: IMEA dá a largada para o terceiro Levantamento sobre as Intenções de Confinamento em 2010 diante de um outro cenário

“BEM-VINDO OUTUBRO”: Enfim chegamos a outubro, mês considerado um dos mais importantes para bovinocultura de corte do país. Depois dos trancos e barrancos que vimos nos dois últimos anos, o mercado, guiado por uma demanda consistente, chega ao pico da entressafra aquecido. E neste contexto, o Imea dá a largada para o terceiro e último levantamento sobre as intenções de confinamento no Estado de Mato Grosso em 2010. Diferentemente do cenário que estávamos vivendo nos dois levantamentos anteriores, de demanda internacional incerta, futuro da arroba sem tendência
definida e preço do alimento mais barato, a partir de agosto notou-se que a demanda internacional se firmou e o preço da arroba e da alimentação se valorizaram. Portanto, neste levantamento vamos averiguar se o recuo de 15,69% permanecerá e se o número de cabeças confinadas será de 537,89 mil, mesmo com esta alteração no cenário. A previsão de entrega dos animais confinados para o mês de outubro, de acordo com o segundo levantamento, é de 122 mil cab.

Clique aqui e confira a análise na íntegra.

Fonte: IMEA

LEILÃO


segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Boi Gordo: mercado mostra ritmo mais lento de negócios

Como é típico das segundas-feiras, o mercado mostra ritmo mais lento de negócios, já que compradores e vendedores analisam as reais condições de abertura da semana antes de colocarem suas ofertas.
Os grandes frigoríficos, no entanto, mostram que a situação melhorou ligeiramente em algumas praças, como São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul no que diz respeito às escalas de abate.
Algumas plantas conseguem fechar a semana nesses Estados, sendo que os pequenos frigoríficos estão em situação mais apertada, com algo em torno de 3 dias úteis de escalas em São Paulo.
Como esperado, câmbio desfavorável, alta demanda interna e queda da produção atuaram negativamente sobre o resultado das exportações de setembro. Houve recuo de 19,8% para o volume e 18,2% para a receita. No ano, o resultado do volume comercializado externamente também caiu (-0,6%).

Clique aqui e confira a análise na íntegra.

Fonte: XP Agro

PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO / KG VIVO

FRIGORÍFICOS REGIONAIS

EM 04.10.2010
REGIÃO DE PELOTAS

KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 2,70 A R$ 2,80
VACA GORDA: R$ 2,40 A R$ 2,45

A RENDIMENTO:
BOI GORDO R$ 5,50 A 5,65
VACA GORDA R$ 5,30 A 5,40

FONTE: PESQUISA REALIZADA POR WWW.LUNDNEGOCIOS.BLOGSPOT.COM

PREÇOS MÉDIOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO*

EM 04.10.2010
REGIÃO DE PELOTAS
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.

TERNEIROS R$ 2,50 A R$ 2,65
TERNEIRAS R$ 2,20 A R$ 2,40
NOVILHOS R$ 2,45 A R$ 2,55
BOI MAGRO R$ 2,40 A R$ 2,50
VACA DE INVERNAR R$ 2,00 A R$ 2,10
.
*GADO PESADO NA FAZENDA
.
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR http://www.lundnegocios.blogspot.com

PREÇOS DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO


REGIÃO DE PELOTAS
INFORMAÇÃO MARFRIG

*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 04.10.2010

BOI: R$ 5,40
VACA: R$ 5,10

OBS: *LIVRE DE FUNRURAL

PRAZO: 30 DIAS
Compras só a rendimento.

FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
FONE: 9981.1203 Humberto Costa.

COTAÇÕES




FONTE: CORREIO DO POVO

Carne Pampa


PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 04/10/2010
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 01/10/2010 - PRAÇA RS


Ver todas cotações Ver gráfico

MACHOSPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 5,56R$ 5,49
KG VivoR$ 2,78R$ 2,75
FÊMEASPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 5,20R$ 5,13
KG VivoR$ 2,47R$ 2,44
** Programa - Indicador Esalq/Cepea MaxP L(6)
*** H & B - Indicador Esalq/Cepea Prz L(4)
PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA

FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD

TOUROS ANGUS E RED ANGUS À VENDA

GENÉTICA DE PONTA






TRATAR COM LUND PELOS FONES 81113550 OU 30283550

OBS: TEMOS TAMBÉM, PARA VENDA, TOUROS E NOVILHAS RED BRANGUS

Compra de gado vivo para exportação

* ESTAMOS COMPRANDO GADO PARA EXPORTAÇÃO

CONDIÇÕES:

1- NOVILHOS
-SOMENTE GADO EUROPEU
-PESO MÍNIMO 380 KG
-CASTRADOS
-MÁXIMO 4 DENTES

Preço: R$ 2,90 kg/vivo-peso em Rio Grande (confinamento)

Preço: R$ 2,80 kg/vivo-peso na propriedade
com distância de ate 300 km do confinamento

Preço:R$ 2,70 kg/vivo-peso na propriedade
com distância acima de 300 km do confinamento


2 -TERNEIROS
-SOMENTE GADO EUROPEU
-PESO MÍNIMO 150 KG E PESO MÁXIMO 220 KG
-INTEIROS

Preço: R$ 2,50 kg/vivo-peso em Rio Grande
( confinamento )



Condições de pagamento: 10 dias úteis

TRATAR COM LUND PELOS TELEFONES 8111.3550 OU 3028.3550

ATENÇÃO


Momento de transição para a reposição

Existe pouca movimentação no mercado de reposição, em virtude da falta de interesse por parte dos compradores.
O principal motivo da fraca demanda é a situação das pastagens, que ainda não se recuperaram.
Este mercado se encontra em uma fase de transição. A tendência é que a partir de agora, com a chegada das chuvas, os negócios voltem a se aquecer, ainda que aos poucos.
Nas últimas semanas não foram registradas grandes alterações nos preços da reposição, não só pela pequena quantidade de negócios verificada, mas também como reflexo da estabilidade do mercado do boi gordo.
A oferta aparece, ainda que de forma tímida, fazendo com que os principais fatores capazes de alterar o rumo dos preços da reposição sejam a demanda, que deve voltar a se aquecer nos próximos meses, e o mercado do boi gordo, que sempre exerce influência sobre o preço dos animais para reposição.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

DF: Mapa define datas para testes do Sisbov

O calendário de implantação do projeto piloto do novo Serviço de Rastreabilidade de Bovinos e Bubalinos (Sisbov) nos estados que possuem indústrias habilitadas a exportar carne à União Europeia deve ser acertado em reuniões realizadas hoje e amanhã em Brasília.
No encontro entre os técnicos da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura (Mapa) também deve ser apresentada a versão final da Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA), que, segundo o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Francisco Jardim, está praticamente finalizada. A intenção é que a fase de testes ocorra ainda neste semestre. Hoje, o Brasil tem 2.184 propriedades rurais aptas ao fornecimento de animais para abate em oito estados, 133 delas no RS.
A conclusão do sistema operacional de dados é condição para que substituir o atual processo em 2011. Apesar da previsão ministerial, há quem não acredite que o prazo seja cumprido devido a divergências dentro do próprio ministério e à necessidade de o sistema ser submetido ao crivo europeu. Embora menos burocrático que o atual, o Sisbov remodelado abre brechas para falhas, analisa um técnico do primeiro escalão do ministério. Pelo texto, as auditorias nas fazendas deixarão de ser feitas pelas certificadoras privadas, serviço que passará para o governo. E, com os atuais quadros públicos, hoje, o ministério não teria condições de atender ao crescimento de demanda. Questionado sobre o racha interno, Jardim desconversou. "Essas são apenas divergências técnicas."
O cenário praticamente parou o mercado de rastreabilidade no Estado. Segundo o diretor do Departamento de Defesa Agropecuária (DPA) da Secretaria da Agricultura, Cláudio Dagoberto Bueno, os veterinários têm feito só três auditorias ao mês. Parte dos pecuaristas gaúchos teme perder clientes e o investimento já feito para se adequar às regras do Sisvov.

Fonte: Correio do Povo

Conjuntura: Mercosul deve se consolidar como principal produtor de proteína animal na próxima década.

Paraguai e Uruguai devem se juntar ao Brasil como grandes exportadores. Argentina ainda é dúvida.

Especialistas que participaram do 18º Congresso Mundial de Carne, em Buenos Aires, Argentina, afirmam que, impulsionado pelo Brasil, o Mercosul vai consolidar na próxima década sua posição de maior produtor global de proteína animal. Uruguai e Paraguai também devem aumentar a produção e se juntar ao Brasil como grandes exportadores do bloco. A dúvida gira em torno da Argentina. Se o país não mudar as regras para o setor, a recuperação da pecuária local estará comprometida.
Segundo Miguel Gorelick, o diretor de Assuntos Públicos da Quickfood, controlada pelo grupo brasileiro Marfrig, os países da América no Norte não recuperaram os mercados perdidos a partir de dezembro de 2003, por causa do surto da vaca louca. O USDA, Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, confirmou que o país ainda não retomou o mesmo patamar em exportações. Em 2003, as vendas externas de carne bovina foram de 1,138 milhão de toneladas e em 2009, último dado disponível, foram de 847,3 mil toneladas. No caso da Europa, Gorelick destaca que a região reduziu sua produtividade, o que levará o bloco a aumentar as importações para atender à demanda interna. Mas ressaltou que os países do Mercosul vão ter que ser mais eficientes. "Podem aumentar muito a produtividade, sem incorporar muito mais terras, respeitando a sustentabilidade", disse. Também defendeu a necessidade de criar uma autoridade supranacional que unifique a gestão da saúde animal no combate à febre aftosa e remova as barreiras para aumentar a produção de carne.

Fonte: Agência Estado

O que houve com o preço do boi desde o começo do ano

Os preços do boi gordo estiveram firmes e em alta na maior parte do tempo desde o início de 2010, acumulando alta de 20,73%. Acompanhe o comportamento do mercado do boi gordo na figura 1.



Na verdade, o único recuo observado desde janeiro, foi entre abril e maio, quando a “boca da seca” provocou pequeno aumento da oferta e os preços perderam sustentação por um período. Mas desde então, especialmente a partir de meados de julho, os preços registram alta quase que contínua.

Somente nos últimos dias, em função do ligeiro aumento da oferta de animais de confinamento, a cotação se estabilizou. Considerando que outubro e novembro são normalmente meses de boa oferta de animais de cocho, é possível que o mercado trabalhe em ambiente firme, porém com alta mais comedida na comparação com os últimos meses.

Esse comportamento vale para São Paulo e pode ser extrapolado para as outras regiões. Veja na tabela 1 a variação do preço do boi gordo entre janeiro e início de outubro de 2010.



Mas é válido lembrar que cada região tem sua característica própria, o que fez com que os preços variassem de maneira um pouco diferente.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

ATENÇÃO


Outubro começa com recuo no indicador de boi gordo

Na última sexta-feira, o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 93,97/@, com desvalorização de R$ 0,12. O indicador a prazo registrou variação negativa de R$ 0,24, sendo cotado a R$ 94,97/@. Durante o mês de setembro, a variação acumulada foi de + 2,61%.

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio



A BM&FBovespa também fechou em baixa. O primeiro vencimento, outubro/10, registrou retração de R$ 0,14, fechando a R$ 92,81/@. Os contratos que vencem em novembro/10 fecharam a R$ 93,67/@, com recuo de R$ 0,19.

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 01/10/10



Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para outubro/10


No atacado, o traseiro foi cotado a R$ 7,40, o dianteiro a R$ 4,80 e a ponta de agulha a R$ 4,70. O equivalente físico registrou alta de 0,80%, sendo calculado em R$ 90,53/@. O spread (diferença) entre indicador e equivalente recuou para R$ 3,45/@.

Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico



Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 703,61/cabeça, com alta de R$ 2,28. A relação de troca voltou a recuar ficando em 1:2,20.

FONTE: André Camargo, Equipe BeefPoint

Boi gordo: Oferta reduzida e preços valorizados Estado afora

Arroba encerra mais uma semana em alta com reportes de até R$ 85 pela arroba
MARCONDES MACIEL
O forte período de seca que assola o Estado nos últimos meses reduziu a oferta de boi gordo e acelerou os preços da arroba para o pecuarista, que nunca estiveram tão valorizados como agora. De acordo com levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a arroba encerrou a semana com preço médio de R$ 83,10 à vista, incremento de 1,12% em relação à semana anterior (R$ 82,18). Há informações, contudo, de que o boi gordo estaria sendo negociado por até R$ 85 nesta semana. A vaca gorda também teve seu preço valorizado nas últimas semanas devido à escassez de oferta e chegou a ser negociada a R$ 76,74/arroba, aumento de R$ 1,08/arroba em relação à semana anterior.
Na avaliação do vice-presidente da Associação dos Criadores do Estado (Acrimat), José João Bernardes, os preços pagos atualmente ao produtor mato-grossense estão sendo remuneradores e permitem uma margem de lucro mesmo com os gastos extras com a aquisição de ração para o suprimento dos animais neste período de escassez de pastagens. Na semana passada, o melhor preço registrado foi de R$ 86/arroba, na região de Sorriso (420 quilômetros ao norte de Cuiabá).
No acumulado de janeiro a julho de 2010, a arroba do boi gordo obteve alta de 15,16%, sendo comercializada, no mês passado, a R$ 76,58/arroba, no pagamento à vista. Essa melhora nos preços da arroba do boi gordo acarretou um aumento no preço pago pelo gado de reposição. Neste contexto, o bezerro de desmama (5,50 arrobas) registrou no acumulado deste ano uma valorização de 11,01%, sendo comercializado no mês de agosto a R$ 601,58/cabeça.
Na avaliação dos analistas, o aquecimento nos preços da cadeia de gado de corte se intensificou devido ao clima seco que predomina na maior parte das regiões produtoras de Mato Grosso. Os preços do bezerro também seguem firme, sendo comercializado por até R$ 720/cabeça na maioria das regiões.
ABATES - Levantamento do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea) mostra que devido à redução dos estoques na época da entressafra, os abates no mês de agosto ficaram em 358,01 mil cabeças, queda de 3,73% em relação a julho. O volume abatido de machos registrou ligeira queda de 0,8%, fechando o mês em 255,97 mil cabeças. Os abates das fêmeas registraram os menores volumes do ano, com 102,03 mil cabeças.
Entretanto, segundo análise do Imea, no acumulado do ano o abate total segue com incremento de 8,73% na comparação com o mesmo período de 2009, acumulando 2,98 milhões de cabeças. “Depois de dois anos atípicos, por conta de uma crise de demanda e crédito, neste ano parece que vamos ter dois períodos bem determinados de safra e entressafra”, apontam analistas, lembrando que o aumento nos preços pagos pela arroba, as escalas mais apertadas e um abate menor são sinais da “natural movimentação do mercado nesta época do ano”.
Quando analisados apenas os dados relacionados ao abate de fêmeas, nota-se que a sua proporção no abate total vem registrando queda desde março. Neste ano – acumulado de janeiro a agosto – foram abatidos 1,04 milhão de cabeças, representando 35% dos abates totais. No mês passado, essa representatividade atingiu 29%, porcentagem mensal que não era vista desde outubro do ano passado.
Os fatores que podem justificar a queda no volume do abate é o bom momento do preço do bezerro e a falta de pasto na maioria das regiões do Estado, situação que impossibilita a engorda desses animais em algumas propriedades.

FONTE: Diário de Cuiabá

Remate 3 Marcas vende 80 touros rústicos em São Borja

Cabanhas Santa Clara, Guajuvira e São João comemoram 10ª edição de remate durante a Fenoeste
O Remate 3 Marcas vai colocar em pista 80 touros PO e CA da raça Aberdeen Angus, nesta terça-feira (05/10) às 14h, no Parque de Exposições General Serafim Dornelles Vargas do Sindicato Rural de São Borja (RS). O remate, chancelado pela Associação Brasileira de Angus (ABA), é uma promoção das cabanhas Santa Clara (São Borja/RS), de Edmundo Barbará Ferreira, Guajuvira (Santo Antônio/RS), de Cláudio Roberto Nunes da Silva, e São João (São Borja/RS), de Ildefonso Barbará Dornelles. O remate ocorrerá em paralelo com a 4ª Feira de Agronegócios da Fronteira Oeste (Fenoeste).
De acordo com o proprietário da Cabanha Guajuvira, Cláudio Roberto Nunes da Silva, há 10 anos o Remate 3 Marcas se caracteriza pela venda de touros rústicos selecionados. “Já fazemos remate há 19 anos, porém estamos comemorando, neste ano, o décimo evento com o nome Remate 3 Marcas”, explica Cláudio. O proprietário salienta que estarão em pista animais puros e cruza Angus bem adaptados ao trabalho de campo e que já é grande a procura dos produtores pelos animais.
As condições de pagamento são em 15 parcelas (2+2+11); em 06 parcelas mensais (30+60+90+120+150+180 dias) ou 7% de desconto para pagamento à vista. O Plano Safra é outra forma disponibilizada (2+2 e o restante para 30/04/2010). Haverá ainda financiamento bancário via Banco do Brasil e Sicredi e Banrisul. O frete será gratuito para carregamento de trio de touros em distâncias até 100 km. Os trabalhos da leiloeira ficarão sob responsabilidade de Alexandre Crespo e Guarany Remates.

FONTE: assessoria de imprensa da Associação Brasileira de Angus (ABA).

RS retoma mapeamento de fazendas

A superintendência do Ministério da Agricultura no RS (Mapa/RS) deve aportar R$ 282 mil para o georeferenciamento de propriedades de fronteira com a Argentina. Os recursos deverão ser utilizados em outubro, novembro e dezembro, possibilitando a retomada do trabalho interrompido em abril por falta de verba e disponibilidade técnica.
Conforme o veterinário Marcelo Göecks, do serviço de doenças vesiculares da Secretaria da Agricultura, a primeira, das cinco etapas do projeto, foi concluída com o mapeamento de 1.489 mil propriedades de Barra do Quaraí e Uruguaiana, num investimento de R$ 10,44 mil. "O trabalho foi concluído em 13 dias. Para a próxima etapa, precisaríamos de, pelo menos, dois meses, se contarmos com o mesmo número de profissionais." A segunda fase do georeferenciamento envolverá 17 municípios fronteiriços com a Argentina, totalizando 21,68 mil propriedades. "Estamos desde o início do ano esperando por essa verba."
A terceira etapa do mapeamento envolverá 18,43 mil propriedades rurais em dez municípios de Fronteira com o Uruguai e a quarta será voltada a 19,11 mil propriedades de 28 municípios que ligam o RS a Santa Catarina. "Depois disso, iremos em direção ao centro do Estado, começando pelos municípios que não fazem limites fronteiriços mas pertencem às regiões de Fronteira".
Dados do Sistema de Defesa Agropecuária do Mapa apontam que o Estado possui 323.828 mil propriedades rurais, sendo 24,36% localizadas em municípios de região de Fronteira com a Argentina e o Uruguai. Essas propriedades apresentam risco maior quanto à introdução de agentes patógenos.

Fonte: Correio do Povo

sábado, 2 de outubro de 2010

REMATE 02/10

VEJA O VÍDEO DO REMATE DE HEREFORD EM PELOTAS DIA O2.10.2010


CASARÃO REMATES

Médias do leilão, dia 30 de setembro em Pelotas

Publicado 01/10/2010 10:10

Leilão realizado nesta ultima terça feira, dia 30 de setembro, no local Retiro em Pelotas

* Vacas de Invernar 711,00

* Vacas com cria ao pé 992,00

* Novilhos 2,5 anos 894,00

* Terneiros 452,00

* Vaquilhonas 1,5 anos 510,00

FONTE: CASARÃO REMATES

Abate bovino tem alta de 7,2% entre 1º e 2º trimestres

No 2º trimestre de 2010 foram abatidas 7,587 milhões de cabeças de bovinos, alta de 7,2% com relação ao trimestre imediatamente anterior e de 10 % na comparação com o mesmo período de 2009. Os dois índices de crescimento confirmam tendência de retomada do crescimento, após forte retração verificada a partir do 3° trimestre de 2008. O número de cabeças abatidas retornou ao patamar de 7,6 milhões de unidades, alcançado no período anterior à crise financeira internacional.
A variação de 10,0% frente ao mesmo período de 2009 resulta dos desempenhos das regiões Sul e Centro-Oeste, que cresceram respectivamente 26,1% e 12,9%. Mato Grosso, com alta de 145 mil cabeças abatidas, destaca-se entre as unidades da federação.

O peso de carcaças somou 1,825 milhão de tonelada, cerca de 8,0% a mais que no período imediatamente anterior, e de 12,2% frente ao 2º trimestre de 2009. O peso médio cresceu 0,68% em relação ao 1º trimestre, registrando 240,6 kg por animal.

Participaram da pesquisa 1.437 informantes, sete a menos que no 1º trimestre.

No 2º trimestre, foram abatidos 1,236 bilhões de unidades de frangos, alta de 2,4% frente ao trimestre imediatamente anterior e de 5,8% em relação ao mesmo período de 2009. O peso total de carcaça foi de 2,670 milhões de toneladas, 5,6% maior entre os dois últimos trimestres. Em relação ao mesmo período de 2009, o aumento foi ainda maior (8,8%). O peso médio dos animais variou 3,1%, passando de 2,09 kg para 2,16 kg.

Participaram da pesquisa 321 informantes, um a menos que no trimestre anterior.

O abate de suínos cresceu 3,3% em relação ao trimestre imediatamente anterior, e de 6,6% na comparação com o mesmo período de 2009. Com isso, a produção somou 8,067 milhões de cabeças. Desde o 3º trimestre de 2008, o volume de suínos abatidos vem superando o de bovinos.

Foram produzidas 767,396 mil toneladas, alta de 5,8% em relação ao trimestre anterior, e de 4,9% em relação ao 2° trimestre de 2009.

Participaram da pesquisa de abate de suínos 885 informantes, 11 a menos que no trimestre anterior.

A aquisição de leite somou 4,906 bilhões de litros no 2° trimestre, queda de 6,3% sobre o 1º trimestre e aumento de 14,2% sobre o mesmo período de 2009. Minas Gerais adquiriu 27,8% do total, seguido pelo Rio Grande do Sul (12,8%).

Minas Gerais, frente ao mesmo período de 2009, registrou aumento significativo de 20,1%; e o Rio Grande do Sul de 10,2%. No acumulado do semestre, a produção de leite cresceu 9,9% sobre o mesmo semestre do ano anterior.

Houve produção de 4,889 bilhões de litros de leite industrializado no 2º trimestre, queda de 6,2% com relação ao período imediatamente anterior e alta de 14,5% em relação ao 2º trimestre de 2009.

Participaram da pesquisa 2.043 informantes.

A aquisição de couro cru de bovino ficou em 9,157 milhões no 2º trimestre, 7,7% acima do verificado no 1º trimestre e 12,3% maior que o alcançado no mesmo período de 2009. A principal origem do couro adquirido foram os matadouros frigoríficos (63,0%). São Paulo foi quem mais adquiriu couro no 2º trimestre (18,6% do total nacional), seguido de Mato Grosso (13,5%).

Cerca de 29,1% de todo o couro recebido para ser curtido vem de Mato Grosso, seguido do Rio Grande do Sul (18,8%). Foram efetivamente industrializadas 9,193 milhões de unidades, alta de 8,8% sobre o 1º trimestre e de 14,3% frente ao 2º trimestre de 2009. O principal produto usado em seu curtimento é o cromo (em 95,9% dos casos); apenas 4,1% do couro é curtido usando-se o tanino. A diferença entre a aquisição de peças de couro com o volume de animais abatidos ficou em 20,7% no 2º trimestre, contra 20,2% no 1º trimestre e 18,2% no mesmo período de 2009.

Participaram da pesquisa 136 informantes no 2º trimestre, um a menos que no período imediatamente anterior.

A produção de ovos de galinha foi de 610,627 milhões de dúzias no 2º trimestre, praticamente estável (0,9%) frente ao período anterior e com alta de 5,1% na comparação com o mesmo período de 2009.

Em todos os meses do 1º semestre, a produção foi maior que a dos respectivos períodos do ano anterior. A maior produção veio de São Paulo (30,4% do total nacional), seguido de Minas Gerais (12,0%); e as maiores variações positivas ocorreram em Mato Grosso (75,7%) e Rio Grande do Norte (44,6%). Já as principais quedas foram registradas no Distrito Federal (-22,2%) e em Pernambuco (-8,6%).

Participaram da pesquisa 1.536 informantes, contra 1.542 no 1º trimestre.

FONTE: IBGE

Devon marca presença na Expofeira Pelotas com julgamento e leilão

A Associação Brasileira de Criadores de Devon (ABCD) participa de mais uma edição da Expofeira de Pelotas, feira agropecuária que acontece de 28 de setembro a 12 de outubro. Para este ano, a programação da raça inclui o julgamento e remate de touros rústicos no dia 5 de outubro. Um dos destaques será um exemplar PO da Agropecuária Corticeiras Ltda (Cristal-RS), uma das cabanhas mais premiadas e reconhecidas pela qualidade de seus animais.
A Estância da Gruta (Capão do Leão-RS) e a Cabanha Timbaúva (Pedras Altas-RS) também participam da Expofeira com sete e três touros, respectivamente. A Timbaúva é uma tradicional criadora de animais mochos. O julgamento será conduzido pelo veterinário Gustavo Isaacsson. O leilão acontece às 21h e o julgamento, às 15h do dia 5 de outubro.

FONTE: As informações são da assessoria de imprensa da Associação Brasileira de Criadores de Devon (ABCD).

SP: ministro da Agricultura visita Ourofino e oficializa a comercialização da vacina da aftosa

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi, esteve hoje (1º) em Cravinhos/SP na sede do Grupo Ourofino, acompanhado pelo secretário da defesa agropecuária, Francisco Jardim, o diretor de defesa agropecuária do Mapa, Enio Marques, o chefe de gabinete do ministério, Milton Elias Ortolan, entre outras autoridades. Eles foram recepcionados pelos sócios-fundadores da Ourofino, Norival Bonamichi e Jardel Massari.
Durante o encontro, o ministro reforçou por que fez questão de dar a notícia pessoalmente. “É muito importante para nós ver uma empresa nacionalconquistar esse protagonismo num mercado tradicionalmente dominado por empresas estrangeiras”, disse o ministro.
“O grupo hoje é referência e a vacina para o Brasil é estratégica”, disse o secretário da defesa agropecuária, Francisco Jardim.
Enio Marques parabenizou o trabalho da Ourofino e confirmou a decisão em beneficio da empresa. “Impressionante o quanto vocês cresceram. A partir deste momento, vocês estão liberados para a comercialização da vacina contra a febre aftosa”, disse.
O ministro da Agricultura falou sobre a missão significativa. “Admiro muito a Ourofino. O que estamos fazendo aqui hoje é justiça. Por isso vim cumprimentá-los. Como ministro, sou obrigado a apoiar quem contribui para o progresso do país”, disse Rossi.
Norival Bonamichi agradeceu a visita e falou sobre perspectivas.”Somos os terceiros no ranking de saúde animal, com a vacina vamos lutar pela primeira posição”, disse. Sobre a importância de uma empresa 100% brasileira entrar no mercado de vacinas contra a febre aftosa, o ministro foi incisivo.
“A aftosa ainda é um problema no Brasil. Santa Catarina já está livre da doença, mas os outros estados ainda levarão um tempo até erradicá-la. A sanidade nos rebanhos é, portanto, essencial. E uma empresa brasileira neste mercado tem relevante importância estratégica”, disse. Os lotes estão prontos e serão comercializados durante a campanha de vacinação, em novembro.

Fonte: Ourofino Agronegócio

VENDA DE TOUROS

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ATENÇÃO


REMATE

Preço alto tornará carne "artigo de luxo"; aumento virá aos poucos

A carne passará a ser um produto de luxo. A afirmação, feita no Congresso Mundial de Carne, em Buenos Aires, é de Lorenzo Basso, secretário de Agricultura e da Pecuária da Argentina.
Basso não está sozinho nessa avaliação, pois é a opinião da maioria dos analistas que participam do evento.
Após quatro anos de dificuldades provocadas por baixos preços, crise financeira e excesso de abate de fêmeas nos principais países produtores, o cenário está mudando para a cadeia da carne. A demanda mundial é crescente e os preços sobem.
Essa alta vai chegar ao consumidor, e de forma permanente. A inserção de novos consumidores, principalmente de países emergentes, é apenas um dos motivos dessa elevação de preço.
Mudanças no clima, novas exigências de sustentabilidade e perda de espaço da pecuária (em relação a outros produtos agrícolas) também são motivos que elevam os custos de produção.
Pratini de Moraes, ex-ministro da Agricultura, diz que o aumento vai ser contínuo, mas em pequena escala devido à agregação de novos custos à produção. "É mais uma recomposição de preços, já que o câmbio está desfavorável às exportações."
Para Luciano Vacari, da Acrimat (associação que reúne pecuaristas de Mato Grosso), "dizer que a carne será um produto de luxo parece um termo muito pesado e pode inibir o consumo".
Vacari deixa claro, porém, que os preços da carne vão mudar de patamar. "Sem dúvida já era hora desse passo. É um reconhecimento ao novo modelo de produção."
A demanda mundial de carne bovina deve crescer cerca de 9% nos próximos três anos, afirma Sebastião Guedes, do Sindicato Nacional da Pecuária de Corte.
Segundo ele, a demanda é forte não apenas externamente, mas também internamente. Para Guedes, o Brasil ainda demorará dois anos para regularizar a oferta.
Situação pior vivem os argentinos. Dardo Chiesa, do IPVCA (instituto de promoção na carne no país), diz que, "se fizermos tudo direitinho, só vamos resolver esses problemas [o aumento de oferta] em cinco anos".
RECLAMAÇÃO DA UE
A redução na oferta mundial de carne já começa a trazer problemas. Lars Hoelgaard, da UE, tradicional região importadora de carnes argentinas e sempre acusada de utilizar barreiras comerciais, classificou como "protecionista" a atitude da Argentina de colocar travas nas exportações.
A reclamação dos europeus ocorre porque uma forte seca no país e uma política de contenção de preços internos e de exportação, promovida pelo governo, forçaram forte queda no rebanho argentino nos últimos meses.
A exportação de carne fresca neste ano já recuou 54% em relação a 2009. Mario Llambias, da Confederação Rural Argentina, diz que a situação atual é crítica no país, mas preço melhor e confiança podem trazer investimentos ao setor, havendo possibilidade de recomposição do rebanho do país.
Os consumidores podem esperar recomposição de preços em todo o mundo. Afinal, os problemas de produção não ocorrem apenas no Brasil e na Argentina, mas também nos EUA, na Austrália e na União Europeia.

FONTE: FOLHA ONLINE

Definidos os jurados da Expoinel MS 2010 indoor

A Nelore MS, Associação Sul-Mato-Grossense dos Criadores de Nelore, definiu os jurados que atuarão na pista de julgamentos da Expoinel MS 2010 indoor, que acontece entre os dias 04 e 14 de novembro, no Centro de Convenções e Exposições Albano Franco, em Campo Grande.
A escolha dos profissionais que decidirão os campeões da maior feira indoor da raça Nelore no mundo foi baseada em uma pesquisa realizada pela associação com os neloristas de todo o Brasil durante a Expoinel nacional, que movimentou Uberaba na última semana.
Rodrigo Ruschel Lopes Cançado (J1), Daniel Botelho Ulhoa (J2) e Márcio Diniz Junior (J3) serão os responsáveis por avaliar os animais da raça Nelore que disputarão uma das pistas mais pesadas do país.
- Programação
Entrada dos animais - De 04 a 07 de novembro
Pesagem - Dia 08 de novembro
Início dos julgamentos – Dia 09 de novembro
Término dos julgamentos – Dia 14 de novembro

- Premiação
Matriz Modelo – R$ 6.000.
Baby – R$ 4.000.
R$ 15.000 distribuídos nos campeonatos entre os tratadores.
- Valor das argolas
R$ 180 - 15% de desconto para os pagamentos até o dia 20 de outubro.
Inscrições
Nelore MS: (67) 3342-1746 (Simone)
Miguel Rudes: (67) 8122-5921 / julgamentos@nelorems.org
As informações são da assessoria de imprensa da Nelore MS.

FONTE: Agrolink

Feiras de Primavera de Hereford e Braford movimentam o mês de outubro


Nem bem termina a Exposição Nacional das Raças Hereford e Braford e os criadores já se movimentam para as feiras regionais de primavera. Já na primeira semana do mês de outubro Uruguaiana, sob a responsabilidade do Núcleo Fronteira Oeste, vai receber cerca de 150 animais entre rústicos e argola.
Segundo o presidente do Núcleo, Luciano Dornelles, esta edição da feira mantém a tradição no número de inscritos, pois praticamente se iguala ao número do ano passado. “Ressaltamos que as cabanhas ganhadoras de Exposição Nacional de Pelotas e da Expointer 2010 estarão participando da nossa feira”, diz Dornelles. Além da exposição de Uruguaiana, o Núcleo Fronteira Oeste de Criadores de Hereford e Braford estará promovendo a mostra das raças em Alegrete e São Francisco de Assis.
Ainda no mês de outubro os criadores de hereford e braford terão a Feira de Bagé, organizada pelo Núcleo da Região da Campanha (inscrições abertas), Feira de São Gabriel, organizada pelo Núcleo Gabrielense e a Feira do Núcleo do Pampa Gaúcho em Santana do Livramento.
Além das mostras e exposições a primavera é uma ótima oportunidade de compras para quem quer adquirir exemplares das raças hereford e braford, nesse sentido a Associação Brasileira de Hereford e Braford chancela uma série de remates particulares.
FONTE: assessoria de imprensa da Associação Brasileira de Hereford e Braford./