quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Grupos temáticos estruturam Programa Carne Gaúcha
Mapa pede à Rússia que adie restrições e segue negociando
Bezerra desmamada tem maior alta de preço no Uruguai, nos últimos 12 meses
A bezerra desmamada teve a maior alta, 52,6%.
Nos últimos trinta dias, a categoria também apresentou a maior alta, de 6,8%, cotada em US$304,5.
Já no Rio Grande do Sul, de acordo com levantamento da Scot Consultoria, o preço médio do bezerro desmamado é de US$371,80, 22,1% acima do registrado no país vizinho.
Vale lembrar que essas diferenças de preços se devem em parte ao câmbio, com o real valorizado.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Confira a entrevista com Caio Junqueira - Cross Investimentos sodre o mercado do Boi Gordo
FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS
Câmara obriga frigoríficos a prestar informações sobre gado
Rússia deixa apenas dois frigoríficos brasileiros liberados a exportar
Com nova ampliação do bloqueio, produção de 116 unidades nacionais está proibida de entrar no mercado russo
Luiz Silveira
Cardiologistas dão aval à carne vermelha
Volume de exportação de carne cai 38,2% e receita 22,5% em julho
Exportação Brasil: Exportações de carne bovina para a China podem dobrar
terça-feira, 2 de agosto de 2011
PREÇOS DE BOI GORDO E VACA GORDA PARA CARNE A RENDIMENTO
REGIÃO DE PELOTAS*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 02.08.2011
BOI: R$ 6,30 a R$ 6,50
VACA: R$ 6,00 a R$ 6,10
PRAZO: 30 DIAS
FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.
PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO/KG VIVO
REGIÃO DE PELOTAS
KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 3,15 A R$ 3,25
VACA GORDA: R$ 2,80 A R$ 2,90
PREÇOS MÉDIOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO
EM 02.08.2011REGIÃO DE PELOTAS
TERNEIROS R$ 3,30 A R$ 3,50
TERNEIRAS R$ 2,90 A R$ 3,00
NOVILHOS R$ 3,00 A R$ 3,20
BOI MAGRO R$ 2,90 A R$ 3,00
VACA DE INVERNAR R$ 2,40 A R$ 2,50
*GADO PESADO NA FAZENDA
FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br
COTAÇÕES
PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 02/08/2011 INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 01/08/2011 - PRAÇA RS Ver todas cotações Ver gráfico
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COTAÇÕES
Carnes têm o pior desempenho dos últimos cinco meses
Boi sobe 6,5% em julho
Não subestime a safra, e nem a entressafra
| Rogério Goulart, administrador de empresas, pecuarista e editor da Carta Pecuária cartapecuaria@gmail.com Reprodução permitida desde que citada a fonte |
| Vamos fazer uma coisa diferente hoje. Convido você a se levantar das primeiras fileiras nesse teatro da pecuária e ir comigo ocupar lá atrás as cadeiras na última fileira. “Mas, hei, Rogério, assim a gente perde os detalhes da peça!” É verdade, caro leitor, mas o que a gente perde de detalhes a gente ganha conseguindo um olhar mais abrangente do palco. Ainda vemos a movimentação dos atores principais, porém não perdemos de vista o cenário e os atores coadjuvantes. A primeira coisa que notamos ao olhar a pecuária um pouco mais longe é que o ciclo pecuário atual começou em 2006. Um ciclo é medido pelos seus fundos, ou seja, ligando seus dois momentos ruins. O ciclo atual começou em 2006. O ciclo pecuário anterior, que durou 10 anos, ocorreu entre 1996 e 2006. O primeiro gráfico, abaixo, mostra quanto a arroba do boi vale acima da inflação. Por exemplo, hoje a arroba vale +12% acima da inflação. O pico do ano passado ela chegou a valer +29%. Em seu pior momento de 2006 ela chegou a valer –36% abaixo da inflação. Observe o que falei antes. Os fundos - os piores preços - definem a virada do ciclo. Em 1996 estivemos passando por um período ruim e o outro ocorreu em 2006. Obviamente não me fundamento aqui somente nesses últimos 18 anos. A história dos ciclos pecuários no Brasil é antiga. Tem mais de 50 anos. Esse é o oitavo ciclo pecuário brasileiro desde a década de 50. Não há nada que a gente possa fazer sobre o ciclo pecuário anterior, mas sobre esse ciclo, sim. Estamos bem no meio dele, quer você queira ou não. Ciclos pecuários são iguais à força da gravidade. Eles não são uma questão de opinião. Você pode não acreditar que exista a força da gravidade, mas experimente se jogar de um prédio para ver o que acontece. Ciclos pecuários ocorrem em todos os países que possuem bovinos. Ciclos pecuários ocorrem até mesmo nos rebanhos selvagens na natureza sem nenhuma intervenção do homem. Então, como estamos no ciclo atual? Temos que saber de uma coisa, uma somente. O ciclo é definido pelo número de vacas em cria, que geram bezerros, que serão os bois gordos no futuro. A pecuária é uma eterna corrida do boi gordo para buscar o bezerro. Em outras palavras, é uma eterna corrida do boi gordo para se ajustar aos preços do bezerro. Obviamente, existe uma janela de tempo para isso ocorrer, como demonstrada no gráfico abaixo. Agora, essa janela é flexível. Pode demorar mais, pode ser mais curta. Pode sofrer interferências da economia, das crises, etc. É por isso que não basta identificar corretamente o momento em que estamos no ciclo. Para um bom planejamento dos investimentos nas fazendas, para os melhores momentos de compra de gado (magro ou gordo), é necessário acompanhar de perto a oscilação dos preços dos seus membros. O gráfico acima mostra a valorização da arroba do boi e o preço do bezerro desde o início desse atual ciclo pecuário. Repare que o bezerro começou a subir no início de 2006 — o boi, alguns meses depois. Ambos viraram para alta em 2006, e é isso que nos importa. Te pergunto. Qual dos dois mercados está com maior alta? Desde 2006 o bezerro subiu até agora 126%; o boi 112%. O bezerro é a referência de preço, em outras palavras, como é possível ver no gráfico acima. Então, atualmente o bezerro ainda está em alta mais intensa que o boi. É certo que uma hora ele irá cair - a retenção de fêmeas está no seu auge agora - e a oferta desses pequenos animais já é claramente sentida no mercado. Mas não está caindo agora. Nem o preço do bezerro, nem a sua arroba, como você pode ver no gráfico abaixo. Os dois são exatamente os mesmos gráficos, um em R$/@, outro em R$/Kg. Faz quase um ano agora que a arroba do bezerro oscila entre 110~130 reais ou, em quilos, aproximadamente 3,60~4,40 reais por quilo. Então essa opção de não cair na entressafra passada e a safra atual chama a atenção para a elasticidade dessa alta, pelo menos nos próximos meses de entressafra. Sendo assim, caro leitor, vamos ficar de olho. “Não subestimar a safra, não subestimar a entressafra”é uma lei aqui na Carta Pecuária. Em 2011 não vamos fazer diferente. Intenções de confinamento para 2011 - Assocon: +31% no início do ano, revisou para +12% recentemente. IMEA: +30% no MT uns meses atrás, revisou agora para +35%. Sugestão da Carta Pecuária. Sabe o que falta sobre as previsões? O consolidado do ano. Temos as intenções, mas e o consolidado, o que realmente ocorreu para aferir as intenções? Faz falta. Independente das previsões, o mercado sente a arroba para outubro ao redor de 107~108 reais. Observe no gráfico abaixo. Ao redor disso aí foi onde esse mesmo contrato “parou” de subir uns meses atrás. Estamos testando os 107/108 novamente, pelo menos na última sexta-feira. Se segurar ao redor disso aí novamente esse contrato ficará interessante. 107 reais na bolsa equivalem uma arroba de R$ 104,50 à vista, livre de impostos. Aviso: está no ar o blog da viagem de moto para a Rodovia Fantasma e Trasamazônica! Entre no sitewww.cartapecuaria.com.br e confira! Nota da Bigma Consultoria: O texto de Rogério Goulart, da Carta Pecuária, publicado nesse espaço, foi resumido e alguns gráficos podem ter sido suprimidos. Acesse a análise completa e com os gráficos no site da Carta Pecuária |
RS: produtores querem área livre de aftosa sem vacina
Rio Grande do Sul quer retomar liderança na produção de carnes
Confinar ou não confinar?
Carnes: Rússia cobra explicação para fim de embargo
Abate de fêmeas ainda em alto patamar nos EUA
Governo russo divulga as cotas de importação de carne para 2012
URUGUAY - CRECIÓ EXPORTACIÓN DE GANADO EN PIE
| Escrito por Vision Maritima Prensa Digital |
Turquía es el principal destino para engorde y faena. Uruguay ostenta actualmente el estándar más alto en cuanto a cantidad de mercados abiertos, ya no sólo para su carne, sino para sus animales vivos, además de lograr las mejores calificaciones de la Organización Mundial de Sanidad Animal (OIE) en enfermedades de gran peso, como lo es la "vaca loca" y la fiebre aftosa. Este avance, entre otras cosas, provocó un incremento en la demanda de ganado bovino en pie y hoy las empresas uruguayas están desbordadas de pedidos. Sólo en el 1° de enero y el pasado 30 de junio se llevan exportados 158.486 bovinos vivos, lo que representa un 145,7% más respecto de los 64.489 bovinos en pie que se llevaron al exterior en el primer semestre de 2010, según los datos de la División Sanidad Animal del Ministerio de Ganadería, Agricultura y Pesca (Departamento de Control de Comercio Internacional). Este año, la particularidad es el sostén de la demanda de Turquía como el principal mercado para terneros livianos para engorde y faena en destino que comenzó fuerte sobre el segundo semestre del año pasado. Al punto es esto que solo en el primer semestre del año Turquía se llevó 137.177 bovinos en pie y desde el 1° de enero al 23 de diciembre de 2010 adquirió 124.306 cabezas. De esta forma, del total de bovinos exportados en pie en el primer semestre del año, el 86,5% tuvo ese destino, siendo China, Líbano, Brasil, Túnez, Bolivia, Paraguay y Argentina el resto de los lugares hacia donde se dirigió el ganado local (ver gráfico aparte). Si se compara con 2010 también se observa una diversificación de los destinos fuera del caso de Turquía. En el primer semestre del año pasado los destinos de los bovinos en pie fueron Paraguay, Brasil, Líbano, Siria, Jordania, China, Egipto y Túnez. De todo esto es que surge la puja entre productores y frigoríficos por la materia prima. Sin embargo, en el propio Ministerio de Ganadería, Agricultura y Pesca son contrarios a trancarla, ya que permite funcionar como una herramienta reguladora del mercado en ciertas circunstancias. "La exportación de ganado en pie es una herramienta que tiene que estar al servicio del funcionamiento de un mercado transparente, que genera resistencias y problemas en otros eslabones de la cadena -los frigoríficos se quejan que la oferta de ganado se va viva para ser faenada en otros países-, pero estamos convencidos de que tiene que seguir existiendo", dijo esta semana el ministro de Ganadería, Agricultura y Pesca, Tabaré Aguerre. La polémica desatada en torno a la venta de ganado vivo a Turquía radica en que los turcos se llevan terneros livianos que terminan en los puertos de destino y faenan en sus plantas. Detrás de Turquía, el otro comprador fuerte de ganado bovino para engorde y faena fue Líbano, hacia donde se fueron 6.512 cabezas y otros 1.775 bovinos fueron hacia Túnez. Los países de Medio Oriente comenzaron a pujar fuerte por los terneros uruguayos de razas carniceras a partir de julio de 2010 y mantuvieron una presión constante en la demanda hasta hoy. Pero el crecimiento de la exportación de bovinos en pie no sólo se debe a Turquía. Es que China se transformó en el principal importador de terneras Holando nacidas y criadas en Uruguay. Las primeras terneras Holando que se enviaron a China para incrementar la producción de sus tambos ya están produciendo mucha leche, se adaptaron muy bien y eso motiva que los importadores orientales sigan llegando a Uruguay a comprar más genética. En este caso, Uruguay continúa siendo el principal proveedor de genética bovina Holando hacia China, el cual es uno de los mercados más exigentes en cuanto sanidad y calidad y Uruguay cuenta con la ventaja de que logró sortear una carta difícil al poder entrar y ser reconocido por su elevada sanidad. Dentro de las 158.436 cabezas exportadas hasta el pasado 30 de junio, hay 8.495 terneras lecheras que se fueron a China y hay empresas que preparan nuevos envíos en las próximas semanas. Pero no todo es ganado para engorde o vaquillonas lecheras, también salieron reproductores. En este caso son animales muy puntuales. Según las cifras de la División Sanidad Animal del Ministerio de Ganadería, Agricultura y Pesca se fueron 447 bovinos a Brasil, 32 a Paraguay, 1 para Argentina y 275 a Bolivia. En total hasta el pasado 30 de junio de 2011 el MGAP autorizó la salida de 10.464 reproductores. Un dato no menor para analizar estas cifras es que las fechas coinciden, además, con las exposiciones ganaderas en algunos de esos países. Pero no solo bovinos en pie exporta Uruguay.-Mirando otras especies, como es el caso del ovino, Ecuador fue el principal mercado, pues se hizo el primer embarque con ese destino por un total de 4.129 lanares para ser usados en programas reproductivos y otros 350 con destino a faena, pero hacia Brasil. Es que Brasil es el principal comprador de la carne ovina uruguaya y a menudo también se lleva algunos lanares para industrializar en sus frigoríficos. En total, en el primer semestre, Uruguay exportó 4.794 ovinos. En equinos el mercado siempre está movido y a la misma fecha de la comparación se enviaron al exterior 342 caballos, con Argentina como el principal mercado (130), Emiratos Árabes (91), Brasil (54) y Paraguay (24). También fueron equinos a Estados Unidos 84), Colombia (1), Alemania (3), Polonia (3), Holanda (3), Francia (11) y Reino Unido (6).
FONTE: P. Antúnez-(EL PAÍS)
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Frigorífico Silva e Best Beef com nova identidade
Pela primeira vez em 40 anos o Frigorífico Silva e uma de suas marcas, Best Beef, ambos de Santa Maria (RS) e que atuam em todo o Brasil, modernizaram seu logotipo.
O trabalho foi realizado pela agência de design e branding Bendito Design, que baseou-se na importância das empresas no segmento de carnes nacional para desenvolver a nova identidade visual.
A agência separou as logomarcas, antes vinculadas, reforçando o posicionamento individual de cada uma.
Além disso, acrescentou as cores da bandeira do RS ao logo do Frigorífico Silva para que os consumidores possam associar a imagem da marca à tradição do estado no setor de carne bovina.
Exportações de carne despencam em julho com embargo russo
Rússia embarga mais 37 frigoríficos brasileiros
O governo russo anunciou nesta segunda-feira que embargou 37 novos frigoríficos brasileiros. No início de junho, já havia decidido pela suspensão das exportações de 85 unidades instaladas no Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso. A nova lista é formada apenas por abatedouros de aves e bovinos, sem incluir plantas de suínos.
Segundo o Ministério da Agricultura, o anúncio russo de ontem não foi surpresa porque foi o próprio governo brasileiro que, após uma auditoria, relacionou as unidades que deveriam passar por melhorias para continuarem vendendo à Rússia.
A nova medida também não afeta o Rio Grande do Sul, uma vez que todas as plantas do Estado já estavam com as exportações suspensas para o mercado russo.
FONTE: ZERO HORA