quarta-feira, 21 de agosto de 2013
5ª GIRA INTERNACIONAL HEREFORD E BRAFORD
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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10:55
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RIO GRANDE DO SUL: TEMPORAIS, FRIO E POSSIBILIDADE DE CHEIAS DE RIOS NOS PRÓXIMOS DIAS
Hoje o tempo instável retorna ao Rio Grande do Sul, principalmente na Metade Sul e parte do Centro-Leste Gaúcho, com possibilidade de temporais isolados. Hoje a temperatura estará elevada, principalmente no Noroeste do estado.
Na quinta-feira o tempo estará bastante instável em todo o Rio Grande do Sul, com previsão de temporais, que também podem causar pancadas de chuva, raios e algum granizo, pois uma frente fria avançará sobre o estado. Amanhã a temperatura diminuirá por causa do ingresso de uma nova massa de ar frio.
Fará muito frio no final desta semana e também na primeira metade da próxima semana. Na sexta-feira a temperatura deve ficar muito baixa. Este dia será de céu com muitas nuvens e chuva, principalmente na Metade Norte do Rio Grande do Sul. No momento os prognósticos indicam céu com muitas nuvens e chuva também no final de semana. Os prognósticos indicam acumulados elevados de chuva nos próximos dias, que podem exceder 100 mm em diversos locais da Metade Norte do estado. Por isso, há risco de cheias de rios no Nordeste e Norte Gaúcho.
Imagem mostra o prognóstico de precipitação acumulada para os próximos 5 dias, do Modelo MBAR/INMET.

Atmosfera Meteorologia
Na quinta-feira o tempo estará bastante instável em todo o Rio Grande do Sul, com previsão de temporais, que também podem causar pancadas de chuva, raios e algum granizo, pois uma frente fria avançará sobre o estado. Amanhã a temperatura diminuirá por causa do ingresso de uma nova massa de ar frio.
Fará muito frio no final desta semana e também na primeira metade da próxima semana. Na sexta-feira a temperatura deve ficar muito baixa. Este dia será de céu com muitas nuvens e chuva, principalmente na Metade Norte do Rio Grande do Sul. No momento os prognósticos indicam céu com muitas nuvens e chuva também no final de semana. Os prognósticos indicam acumulados elevados de chuva nos próximos dias, que podem exceder 100 mm em diversos locais da Metade Norte do estado. Por isso, há risco de cheias de rios no Nordeste e Norte Gaúcho.
Imagem mostra o prognóstico de precipitação acumulada para os próximos 5 dias, do Modelo MBAR/INMET.

Atmosfera Meteorologia
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Vlll CONCURSO DE CARCAÇAS ANGUS
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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10:41
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Recuo do preço do boi gordo em São Paulo
por Hyberville Neto
Mercado do boi gordo pressionado.
Em São Paulo os preços de referência do boi gordo recuaram para R$100,00/@, à vista, e R$101,50/@, a prazo. Existem negócios em valores menores, mas menos frequentes.
Foi a única praça com mudanças nas cotações dos machos.
As escalas atendem entre três e quatro dias, na maioria dos casos. Apesar da pressão de baixa, a oferta não está abundante.
As programações maiores são compostas por animais negociados a termo ou de confinamentos próprios.
Existem relatos de retenção de animais no cocho. No entanto, devido à agregação de custo, tal estratégia é limitada.
No mercado atacadista, a diminuição dos abates devido à dificuldade de escoamento parece estar surtindo efeito. Os estoques estão menores.
Isto pode colaborar com o mercado do boi gordo.
fonte: Scot Consultoria
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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10:32
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Gado gordo pelo mundo
| fonte: Tardaguila Agromercados |
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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10:28
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URUGUAY - Avanzan en concreción de importación de carne
Una fuente del sector comentó a Tardáguila Agromercados que los contactos ya se realizaron y que en los próximos días podrían estar ingresando al país los primeros camiones. En principio llegarían algunos cortes del trasero como cuadrada y bola de lomo. Un operador comentó que la cuadrada llegaría a Montevideo a unos US$/t 4.300 comparado con US$/t 5.000 a que se vende la producción local.
En lo que va del año Uruguay importó sólo dos embarques de carne vacuna brasileña, uno en abril y otro en julio, con un total de 48 toneladas. El pico máximo de importaciones se dio en 2005, cuando ingresaron al país casi 5.000 toneladas. El diferencial de precios entre el novillo en Uruguay y el de Rio Grande do Sul en los meses de pos zafra de ese año fue de 36%, con una cotización en Uruguay de US$ 1,71 el kilo carcasa entre julio y setiembre y de US$ 1,26 en los mismos meses en Rio Grande do Sul. Actualmente la diferencia entre ambos es de 22%, con un novillo en Uruguay a US$ 3,50 y en Rio Grande do Sul a US$ 2,88 el kilo carcasa.
fonte: Tardaguila Agromercados
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Mapa facilita importação de materiais destinados à pesquisa
Nova instrução normativa isenta agentes classificados em risco insignificante de autorização prévia de importação emitida pelo Mapa e de certificação sanitária assinada por autoridade oficial do país exportador
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) publicaram nesta segunda-feira, 19 de agosto, a Instrução Normativa Interministerial (INI) N° 32, que estabelece os procedimentos para a importação de materiais de origem animal e agentes veterinários; como fungos, príons, vírus, bactérias e parasitos, destinados a pesquisa científica ou diagnóstico. A norma classifica os materiais como de risco sanitário insignificante ou significante e define os procedimentos a serem adotados para seu ingresso no País, simplificando a entrada de materiais considerados como isentos de risco sanitário.
Com a nova INI, os materiais classificados como de risco sanitário insignificante, como por exemplo, materiais biológicos de origem animal conservados em formol a 10% ou em álcool a 70%, amostras de ensaio de proficiência destinadas à Rede Nacional de Laboratórios Agropecuário, entre outros, ficam isentos de autorização prévia de importação e da apresentação de certificado sanitário internacional emitido por autoridade oficial do país exportador, simplificando assim a entrada desse material no Brasil.
Nesse caso, para que o ingresso possa acontecer, basta que o importador declare e se responsabilize pela mercadoria, seja cadastrado na Divisão de Defesa Agropecuária da unidade da Superintendência Federal de Agricultura (DDA/SFA), possua uma declaração de origem assinada por profissional responsável pela instituição de procedência do material e comunique a uma das unidades ou do Serviço de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do ponto de entrada do material no País com antecedência mínima de 48 horas.
Já os classificados como risco significante, deverão possuir autorização prévia de importação fornecida pelo Mapa ou pelo Ministério da Pesca e Aquicultura, conforme atribuições, sendo que para isso, o pesquisador deverá apresentar resumo do projeto de pesquisa que especifique a utilização e destinação do material importado, além de protocolo de inativação, destruição e disposição do material importado e seus resíduos. Para ingresso no Brasil, esses materiais especificados deverão estar acompanhados de Certificado Sanitário Internacional ou Certificado de Origem emitido ou endossado por órgão oficial do país de origem ou procedência.
Para acessar a INI na íntegra e os formulários necessários para o ingresso desse material no Brasil, clique no link (http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=19/08/2013&jornal=1&pagina=5&totalArquivos=152).
Vanessa Reis
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) publicaram nesta segunda-feira, 19 de agosto, a Instrução Normativa Interministerial (INI) N° 32, que estabelece os procedimentos para a importação de materiais de origem animal e agentes veterinários; como fungos, príons, vírus, bactérias e parasitos, destinados a pesquisa científica ou diagnóstico. A norma classifica os materiais como de risco sanitário insignificante ou significante e define os procedimentos a serem adotados para seu ingresso no País, simplificando a entrada de materiais considerados como isentos de risco sanitário.
Com a nova INI, os materiais classificados como de risco sanitário insignificante, como por exemplo, materiais biológicos de origem animal conservados em formol a 10% ou em álcool a 70%, amostras de ensaio de proficiência destinadas à Rede Nacional de Laboratórios Agropecuário, entre outros, ficam isentos de autorização prévia de importação e da apresentação de certificado sanitário internacional emitido por autoridade oficial do país exportador, simplificando assim a entrada desse material no Brasil.
Nesse caso, para que o ingresso possa acontecer, basta que o importador declare e se responsabilize pela mercadoria, seja cadastrado na Divisão de Defesa Agropecuária da unidade da Superintendência Federal de Agricultura (DDA/SFA), possua uma declaração de origem assinada por profissional responsável pela instituição de procedência do material e comunique a uma das unidades ou do Serviço de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do ponto de entrada do material no País com antecedência mínima de 48 horas.
Já os classificados como risco significante, deverão possuir autorização prévia de importação fornecida pelo Mapa ou pelo Ministério da Pesca e Aquicultura, conforme atribuições, sendo que para isso, o pesquisador deverá apresentar resumo do projeto de pesquisa que especifique a utilização e destinação do material importado, além de protocolo de inativação, destruição e disposição do material importado e seus resíduos. Para ingresso no Brasil, esses materiais especificados deverão estar acompanhados de Certificado Sanitário Internacional ou Certificado de Origem emitido ou endossado por órgão oficial do país de origem ou procedência.
Para acessar a INI na íntegra e os formulários necessários para o ingresso desse material no Brasil, clique no link (http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=19/08/2013&jornal=1&pagina=5&totalArquivos=152).
Vanessa Reis
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Greve de fiscais agropecuários pode prolongar tempo de execução de serviços
Fiscais federais agropecuários iniciam a semana mantendo a greve geral deflagrada ainda na última sexta-feira (16). Eles reagiram à nomeação do advogado Rodrigo Figueiredo para comandar a Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa, o Ministério da Agricultura brasileiro. A categoria diz que não haverá prejuízos aos serviços considerados prioritários, e que envolvem, por exemplo, a segurança alimentar.
De acordo com o presidente do Sindicato Nacional dos servidores (Anffa Sindical), Wilson Sá, os grevistas estão em seus postos de trabalho e executam aqueles serviços nas áreas que são de suas competências, tais como animal e vegetal, inspeção, exportação, por exemplo. Na chamada 'greve padrão', eles optaram em permanecer nos seus locais de trabalho ao invés de cruzarem os braços e interromperem as atividades, segundo o dirigente.
O sindicato nacional estima 90% de adesão ao movimento, informou ainda presidente, ao Agrodebate. Além de cobrarem a revogação da portaria que nomeou o novo secretário da SDA, os eles reivindicam também a realização de concurso público. Conforme Wilson Sá, a publicação de um edital para o certame, anteriormente prevista, não se concretizou.
“Mantemos os serviços nas áreas prioritárias e também não será afetado o trabalho na área de fronteira”, disse o dirigente.
Em Mato Grosso, onde também houve adesão, são 73 fiscais federais. De acordo com o diretor da base regional, Guilherme Reis Dias, os agentes seguem a orientação da cúpula nacional e também estão na chamada ‘operação padrão’, quando mantêm os serviços. Segundo os profissionais, esta é uma maneira de manter a pressão sobre o governo.
Mas o diretor admite que o tempo de execução das tarefas pode ser prolongado. “A dinâmica de trabalho muda. Os prazos mudam, porque com a greve deflagrada temos constantemente servidores envolvidos com as assembleias, reuniões”, contextualizou Guilherme.
De acordo com o presidente do Sindicato Nacional dos servidores (Anffa Sindical), Wilson Sá, os grevistas estão em seus postos de trabalho e executam aqueles serviços nas áreas que são de suas competências, tais como animal e vegetal, inspeção, exportação, por exemplo. Na chamada 'greve padrão', eles optaram em permanecer nos seus locais de trabalho ao invés de cruzarem os braços e interromperem as atividades, segundo o dirigente.
O sindicato nacional estima 90% de adesão ao movimento, informou ainda presidente, ao Agrodebate. Além de cobrarem a revogação da portaria que nomeou o novo secretário da SDA, os eles reivindicam também a realização de concurso público. Conforme Wilson Sá, a publicação de um edital para o certame, anteriormente prevista, não se concretizou.
“Mantemos os serviços nas áreas prioritárias e também não será afetado o trabalho na área de fronteira”, disse o dirigente.
Em Mato Grosso, onde também houve adesão, são 73 fiscais federais. De acordo com o diretor da base regional, Guilherme Reis Dias, os agentes seguem a orientação da cúpula nacional e também estão na chamada ‘operação padrão’, quando mantêm os serviços. Segundo os profissionais, esta é uma maneira de manter a pressão sobre o governo.
Mas o diretor admite que o tempo de execução das tarefas pode ser prolongado. “A dinâmica de trabalho muda. Os prazos mudam, porque com a greve deflagrada temos constantemente servidores envolvidos com as assembleias, reuniões”, contextualizou Guilherme.
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José Roberto Puoli: uma análise diferente sobre o abate de fêmeas no Brasil – para onde nossa pecuária está indo?
O Workshop Análise sobre Mercado do Boi e da Carne aconteceu no dia 15 de Maio de 2013, em São Paulo, o 4º Workshop BeefPoint em 2013.
José Roberto Puoli, mais conhecido como Limão, é Engenheiro Agrônomo e consultor em produção de gado de corte. Atualmente também é pecuarista no Paraguai, e ministrou a palestra: Uma análise diferente sobre o abate de fêmeas no Brasil – para onde nossa pecuária está indo?
O palestrante inicia mostrando que a pecuária cresceu muito e dominou o Brasil. Segundo ele, as comodditties agrícolas atualmente estão muito mais caras. A área agricultável aumentou, porém a de pastagem diminuiu, contudo a taxa de lotação de pastagem também aumentou.
O rebanho bovino está em torno de 180-190 milhões de cabeças. Em resumo, houve diminuição das fronteiras agrícolas, reduziu desmatamento, porém houve aumento no valor dos alimentos.
O abate de fêmeas aumentou, pois até nov/2002 era em torno de 450 mil cab/mês, já em dez/2007 está em torno de 1.200.000. O abate de bois cresce de forma linear. Segundo Puoli, o abate de fêmeas cresceu e estabilizou.
O rebanho brasileiro não deve crescer como mostra o IBGE, na opinião do palestrante a pecuária está estável. É muito importante avaliar a exportação, pois antigamente não se exportava como hoje em dia, produção e exportação estão diretamente correlacionadas. O preço do boi gordo, da vaca gorda e da tonelada exportada andam juntos.
A pecuária no Brasil continuará sendo sustentada pelas pastagens, porém a expectativa é que haja melhoria nas pastagens, o zebu irá predominar porém os híbridos terão espaço grande. O confinamento será uma ferramenta para facilitar manejo e comercialização, segundo o palestrante não terá crescimento confinamento como negócio exclusivo.
Sobre terceirização de confinamento, o palestrante afirma que pode ser viável mas é preciso observar a região, se há empresas próximas, se a distância irá compensar e principalmente se o número de cabeças irá viabilizar o processo economicamente.
Puoli afirma que a integração lavoura-pecuária irá alavancar, o benefício para agricultura neste processo é extraordinário, afinal os solos ficam protegidos, as pastagens melhoram o desempenho. Haverá proteção e conservação do solo.
Nos próximos 10 anos haverá produção de 11 milhões de toneladas/ano de carne bovina. O rebanho continuará entre 180-190 milhões de cabeças.
O alto abate de fêmeas não pode mais ser determinante no ciclo da pecuária, é preciso correlacionar outras variáveis como o ágil do bezerro, e encontrar outras variáveis mais consistentes. A dinâmica da pecuária mudou, a tecnologia leva ao abate mais elevado de fêmeas. A tendência do ciclo brasileiro é de se assemelhar ao ciclo americano.
Conclui-se que o abate de fêmeas será alto e constante, a pecuária usará mais tecnologia, o confinamento dará suporte para o processo, principalmente para as pastagens, pessoas será um problema, pois a mão-de-obra irá reduzir ainda mais, é necessário investir em gestão de pessoas. O rebanho brasileiro terá grandes mudanças estruturais. O Brasil é extremamente carente em dados de pecuária, o que é um fator limitante para o planejamento e análise de mercado.
Artigo escrito por Flaviane Afonso Ferreira, coordenadora de conteúdo do BeefPoint, baseado na palestra Uma análise diferente sobre o abate de fêmeas no Brasil – para onde nossa pecuária está indo? , de José Roberto Puoli, no Workshop 2013 sobre análise do mercado do boi e da carne.
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CNA entrega protocolo de segregação ao Mapa
Documento prevê separação de animais que vierem a ser tratados com beta-agonistas
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) informou ao Portal DBO ter entregue ao Ministério da Agricultura o protocolo para segregação de animais que vierem a ser tratados com beta-agonistas, substâncias melhoradoras de desempenho, por enquanto suspensas no País.
O Presidente do Fórum Nacional Permanente da Pecuária de Corte da CNA, Antenor Nogueira, não adiantou o conteúdo do documento. Ele esclarece que a elaboração do texto não teve participação da indústria frigorífica, que estaria trabalhando nas regras para segregação dentro das plantas de abate.
A aprovação do protocolo deve permitir que as substâncias zilpaterol e ractopamina possam finalmente ser comercializados para bovinos.
O uso em suínos está liberado desde 2001. Em bovinos, foi suspenso em 1º de novembro de 2012, em razão de pressões de importadores como Rússia e União Europeia, maiores compradores carne bovina brasileira, que restringem o uso do aditivo. A União Europeia não compra animais alimentados com beta-agonistas, enquanto a Rússia não admite carnes com resíduos dos produtos.
Procurado por DBO, o Mapa não confirmou a informação.
Fonte: Portal DBO
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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terça-feira, 20 de agosto de 2013
X Workshop Carne Angus
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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18:27
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Deputados ruralistas querem tirar Kátia Abreu da CNA
Uma parte da bancada ruralista tenta impedir que a senadora Kátia Abreu (PSD-TO) seja reeleita presidente da Confederação Nacional de Agricultura (CNA). Com representantes de vários partidos, a ala pretende lançar um candidato de oposição a Kátia Abreu. Procuram um ex-ministro da Agricultura com disposição para a tarefa. O grupo não está incomodado apenas com Kátia ter abandonado a bateria da oposição para bater bumbo para o PT. Temem que Kátia acabe conferindo à entidade dos fazendeiros uma coloração partidária – no caso, a vermelha.
fonte: Época
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Chico Bento e a imagem do campo
Terminou com farol baixo o Congresso Brasileiro do Agronegócio, realizado recentemente na capital paulista. Seus participantes ficaram com a impressão de estar discutindo os mesmos problemas há anos, sem avanço na agenda. Percebem o enfraquecimento do Ministério da Agricultura. Parece até que a agricultura não tem importância na vida nacional.
Essa frustração pega longe. Nas fronteiras do Centro-Oeste, onde mais brilha a produção agropecuária, os produtores rurais não conseguem entender por que razão as ferrovias, hidrovias e rodovias nunca saem do papel. Estatísticas são conhecidas e consequências, avalizadas: sem boa logística os ganhos de produtividade dentro da porteira se esvaem pelos tortuosos e esburacados caminhos pós-colheita. Fora os discursos, nada acontece.
Assim como não anda, ao contrário, regride, a agricultura energética. Avançam as energias renováveis em todo o mundo, com decidido apoio público; por aqui, no país campeão mundial da fotossíntese, se estimulam os combustíveis fósseis. Mata-se o etanol, nossa "galinha dos ovos de ouro". Nos grãos, anuncia-se com estardalhaço crédito farto para o plantio, mas o seguro rural continua fora do jogo. Resultado: mais endividamento, menos garantia na renda agrícola.
A pesquisa com biotecnologia, que deveria deslanchar, encontra-se freada no acesso aos recursos genéticos da biodiversidade. Problemas variados. Fiscais do trabalho enxergam escravos onde bem entendem. Indígenas aculturados, apoiados pelo governo, tornam-se invasores de terras lavoradas, enquanto verdadeiros índios, abandonados pelo mesmo governo, desfalecem nas aldeias. Aumenta a insegurança jurídica da propriedade rural.
Se não fosse a pujança do campo, a economia brasileira estaria bem pior. No primeiro trimestre de 2013 o setor rural cresceu 9,7%; os serviços, 0,5%; e a indústria mostrou queda de 0,3%. A balança comercial do agronegócio no ano passado apresentou um superávit de US$ 79,4 bilhões, no mesmo período a indústria registrou déficit de US$ 94,9 bilhões. Quer dizer, os agronegócios pagam as contas externas do País. Em retribuição, migalhas.
Na geração de empregos, cerca de 15 milhões de pessoas trabalham nas atividades agrícolas, quase 20% da população economicamente ativa (PEA). Para comparação, nos EUA apenas 2,7% da PEA milita no agro. Embora o avanço da tecnologia, principalmente a mecanização, poupe emprego, a demanda por gente qualificada segue firme, principalmente nas recentes zonas de expansão agropecuária, onde faltam tratoristas, mecânicos, serviçais variados. Existe um verdadeiro "apagão de mão de obra".
Por que a agricultura brasileira, sendo tão importante, recebe pouca atenção da sociedade? Por que a política pública desmerece o campo? As respostas devem ser buscadas em sua representação simbólica: a imagem. Aqui reside o xis da questão. Na Europa e nos EUA a sociedade olha o campo de forma positiva, sabendo que sua permanência na terra propicia a segurança alimentar. Ademais, manter a população no campo significa menos disputa pelo emprego na cidade.
No Brasil, infelizmente, ao invés de valorizar, a urbe desdenha o campo. Em que pese a modernidade ter avançado, a opinião pública nacional ainda mantém uma imagem atrasada, quase sempre negativa, do mundo rural. Que razões levam a sociedade brasileira a menosprezar, a quase esquecer sua agricultura? Por que, ao contrário dos países desenvolvidos, nosso setor rural se encontra tão estigmatizado?
Difíceis são as respostas. Primeiro, a ocupação histórica. O Brasil iniciou sua agricultura com base no latifúndio e na escravidão. Os coronéis do sertão e, depois, a oligarquia agrária formaram um contraste marcante da opulência com a miséria rural. Mais tarde, já nos anos 1950, ao latifúndio, juntamente com o imperialismo, se imputou todo o mal que freava o progresso da Nação. Essa carga histórica, e ideológica, pejorativa permanece até hoje na consciência coletiva, sendo cultivada nos rançosos livros escolares. A imagem repudiada de outrora ofusca o brilho do presente.
Envolve, também, razões culturais. O Brasil rapidamente transitou de sociedade agrária para industrializada. O violento êxodo rural inchou as cidades. Novos valores, urbanos, passaram a predominar fortemente, sem tempo para acomodações. Resultado: a agricultura virou sinônimo de passado. Os famosos filmes de Mazzaropi, a começar do impiedoso Jeca Tatu (1959), ajudaram a substituir a imagem bucólica pelo preconceito.
No ambientalismo também se encontram justificativas. O Brasil ainda incorpora fronteiras agrícolas - e, portanto, derruba florestas e cerrados - numa época em que a consciência ecológica domina a elite da civilização pós-industrial. Antes, desmatar era sinônimo de progresso; agora, de destruição. Para não falar do uso descuidado de agrotóxicos, que macula a estampa da agricultura.
Como mudar essa situação? Como mostrar à sociedade que a agricultura não é problema, e sim solução para o Brasil?
O desafio passa pela melhoria da comunicação. Mas, com ela, deve-se implementar a lição de casa, e esta atende pelo nome de "agricultura sustentável". Mais, ainda: o ruralismo precisa renovar suas lideranças para se conectar com a juventude, trocar o discurso tradicional, chorão, pela atitude proativa. Investir no marketing para fortalecer sua posição na sociedade.
Maurício de Souza anunciou recentemente que Chico Bento vai estudar Agronomia. Que legal! Tomara que a inspiração dos quadrinhos traga uma mensagem positiva sobre nossa agricultura. Pode manter o sotaque puxado. Não pode discriminar.
*Xico Graziano é agrônomo, foi secretário de Agricultura e secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. E-mail:xicograziano@terra.com.br
fonte: Estadão
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Movimento critica representantes de produtores
Líderes da Semana da Dependência reclamam da falta de apoio da CNA e das federações estaduais de agricultura
Nestor Tipa Júnior
Está marcada para começar hoje a mobilização nacional de produtores rurais chamada de Semana da Dependência. O objetivo é paralisar por 30 dias a entrega de produtos agropecuários por parte de agricultores e pecuaristas e sensibilizar o governo federal para temas como a demarcação de terras indígenas e a prorrogação de dívidas, entre outros assuntos.
Conforme o líder do movimento no País, o produtor rural do Mato Grosso do Sul Glauco Mascarenhas, a adesão ao movimento, em conversas com produtores por todo o País, tem sido grande. No entanto, admite que o efeito do protesto só poderá ser sentido depois de pelo menos uma semana. “A gente não consegue quantificar. Além de ser muito esparso, tem muita gente que está nos procurando para saber sobre o movimento. Acredito que vai haver um impacto”, ressalta.
Mascarenhas afirma que, por meio de deputados ligados à Frente Parlamentar da Agropecuária, foram tentadas reuniões com representantes do governo federal para discutir as reivindicações dos produtores, mas que não houve sucesso. “Tentamos contatos com o Executivo, mas não tivemos retorno. Os prazos deles não são tão urgentes quanto os nossos”, critica o líder do movimento.
Para Mascarenhas, entretanto, o principal problema para uma maior organização e adesão à mobilização está sendo a falta de apoio da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e as respectivas federações de agricultura dos estados. De acordo com o produtor, as entidades não estão representando mais as bases produtivas. “Estamos vendo a falta de representatividade que temos das federações e da nossa confederação. Ficam com medo de melindrar o governo e viram as costas para o produtor rural”, declara.
O coordenador da Semana da Dependência esteve no Rio Grande do Sul e sentiu que o produtor gaúcho está interessado nas ideias da organização dos produtores. Um dos líderes da mobilização no Estado, o presidente do Sindicato Rural de Tapes, Juarez Petry, afirma que o trabalho está sendo feito pelas redes sociais. “Alguns sindicatos rurais estão reproduzindo os materiais, e estamos aguardando como será a mobilização. Acredito que o movimento será forte no Mato Grosso do Sul e, se tiver êxito, devemos ter maior adesão no Estado. O produtor está cético, não em relação à ideia, na qual é favorável, mas, sim, à operacionalização da ideia”, salienta.
Petry concorda com a alegação de Mascarenhas sobre a falta de representatividade da CNA e de algumas federações estaduais, e também avalia que falta uma ação maior do governo sobre as questões que envolvem a produção agropecuária brasileira. “A CNA não representa mais o produtor, e a maioria das federações de agricultura do País se omite. Apesar de termos dobrado a produção e apesar de acreditar que o produtor tem condições de chegar a 300 milhões de toneladas em até sete anos, só não chegaremos a essa condição porque o governo não está fazendo a parte dele, com a infraestrutura de transporte e logística. Se o governo fizer tudo isso, estamos prontos para produzir. As nossas entidades de classe estão se omitindo na hora de cobrar. Este movimento que está se desenhando quer mostrar que o País depende muito da agricultura e da pecuária e que, se todo mundo fizesse sua parte, a situação seria bem melhor”, analisa.
A reportagem do Jornal do Comércio procurou a CNA e o Ministério da Agricultura para comentar sobre a mobilização. Conforme a assessoria de imprensa do ministério, o secretário de Política Agrícola, Neri Geller, seria a única pessoa a falar sobre a questão e está em viagem. A CNA não respondeu a solicitação feita na sexta-feira, dia 16. No Rio Grande do Sul, a Farsul informou que não está se manifestando sobre o tema.
Fonte: Jornal do Comercio
Conforme o líder do movimento no País, o produtor rural do Mato Grosso do Sul Glauco Mascarenhas, a adesão ao movimento, em conversas com produtores por todo o País, tem sido grande. No entanto, admite que o efeito do protesto só poderá ser sentido depois de pelo menos uma semana. “A gente não consegue quantificar. Além de ser muito esparso, tem muita gente que está nos procurando para saber sobre o movimento. Acredito que vai haver um impacto”, ressalta.
Mascarenhas afirma que, por meio de deputados ligados à Frente Parlamentar da Agropecuária, foram tentadas reuniões com representantes do governo federal para discutir as reivindicações dos produtores, mas que não houve sucesso. “Tentamos contatos com o Executivo, mas não tivemos retorno. Os prazos deles não são tão urgentes quanto os nossos”, critica o líder do movimento.
Para Mascarenhas, entretanto, o principal problema para uma maior organização e adesão à mobilização está sendo a falta de apoio da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e as respectivas federações de agricultura dos estados. De acordo com o produtor, as entidades não estão representando mais as bases produtivas. “Estamos vendo a falta de representatividade que temos das federações e da nossa confederação. Ficam com medo de melindrar o governo e viram as costas para o produtor rural”, declara.
O coordenador da Semana da Dependência esteve no Rio Grande do Sul e sentiu que o produtor gaúcho está interessado nas ideias da organização dos produtores. Um dos líderes da mobilização no Estado, o presidente do Sindicato Rural de Tapes, Juarez Petry, afirma que o trabalho está sendo feito pelas redes sociais. “Alguns sindicatos rurais estão reproduzindo os materiais, e estamos aguardando como será a mobilização. Acredito que o movimento será forte no Mato Grosso do Sul e, se tiver êxito, devemos ter maior adesão no Estado. O produtor está cético, não em relação à ideia, na qual é favorável, mas, sim, à operacionalização da ideia”, salienta.
Petry concorda com a alegação de Mascarenhas sobre a falta de representatividade da CNA e de algumas federações estaduais, e também avalia que falta uma ação maior do governo sobre as questões que envolvem a produção agropecuária brasileira. “A CNA não representa mais o produtor, e a maioria das federações de agricultura do País se omite. Apesar de termos dobrado a produção e apesar de acreditar que o produtor tem condições de chegar a 300 milhões de toneladas em até sete anos, só não chegaremos a essa condição porque o governo não está fazendo a parte dele, com a infraestrutura de transporte e logística. Se o governo fizer tudo isso, estamos prontos para produzir. As nossas entidades de classe estão se omitindo na hora de cobrar. Este movimento que está se desenhando quer mostrar que o País depende muito da agricultura e da pecuária e que, se todo mundo fizesse sua parte, a situação seria bem melhor”, analisa.
A reportagem do Jornal do Comércio procurou a CNA e o Ministério da Agricultura para comentar sobre a mobilização. Conforme a assessoria de imprensa do ministério, o secretário de Política Agrícola, Neri Geller, seria a única pessoa a falar sobre a questão e está em viagem. A CNA não respondeu a solicitação feita na sexta-feira, dia 16. No Rio Grande do Sul, a Farsul informou que não está se manifestando sobre o tema.
Fonte: Jornal do Comercio
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Frente Parlamentar da Agropecuária irá discutir e investigar cartéis no agronegócio brasileiro
A Frente Parlamentar da Agropecuária começa a discutir, a partir desta terça-feira (20), a cartelização do agronegócio no Brasil, segundo informações de sua assessoria. Na última semana, foi criada a Subcomissão Permanente de Combate à Cartelização do Agronegócio na FPA e o presidente da mesma será o deputado Moreira Mendes (PSD-RO) e, o relator do colegiado, o deputado Bernardo Santana (PR-MG).
Dessa forma, os deputados deverão buscar a aprovação de seis requerimentos na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Capadr), convidando a prestar esclarecimentos sobre a cadeia produtiva de carne no Brasil e no mercado internacional os grupos Friboi, Marfrig, Ouro Fino, Merck Brasil, Sindan e Abiec.
Alguns dos efeitos dessa cartelização já começam a ser discutidos pelo setor. A coluna do jornalista Mauro Zafalon, da Folha de S. Paulo nesta terça-feira (20), informou que a Abrafrigo enviou ao Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) um ofício pedidno a interrupção da comercial da JBS Friboi protagonizado pelo ator Tony Ramos.
Na visão da associação dos pequenos e médios frigoríficos, a campanha leva os consumidores a acreditarem que somente a carne da marca Friboi passa por inspeção e um controle de origem. Entretanto, como explica Zafalon, esse ofício não deverá ter efeito, uma vez que a Abrafrigo não é associada ao órgão regulador e essa é uma exigência para solicitar a intervenção do Conar em campanhas publicitárias.
Com informações da assessoria de imprensa da FPA e da Folha de S. Paulo.
Dessa forma, os deputados deverão buscar a aprovação de seis requerimentos na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Capadr), convidando a prestar esclarecimentos sobre a cadeia produtiva de carne no Brasil e no mercado internacional os grupos Friboi, Marfrig, Ouro Fino, Merck Brasil, Sindan e Abiec.
Alguns dos efeitos dessa cartelização já começam a ser discutidos pelo setor. A coluna do jornalista Mauro Zafalon, da Folha de S. Paulo nesta terça-feira (20), informou que a Abrafrigo enviou ao Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) um ofício pedidno a interrupção da comercial da JBS Friboi protagonizado pelo ator Tony Ramos.
Na visão da associação dos pequenos e médios frigoríficos, a campanha leva os consumidores a acreditarem que somente a carne da marca Friboi passa por inspeção e um controle de origem. Entretanto, como explica Zafalon, esse ofício não deverá ter efeito, uma vez que a Abrafrigo não é associada ao órgão regulador e essa é uma exigência para solicitar a intervenção do Conar em campanhas publicitárias.
Com informações da assessoria de imprensa da FPA e da Folha de S. Paulo.
Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes
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segunda-feira, 19 de agosto de 2013
URUGUAY - Publicarán semanalmente los rendimientos ganaderos de cada frigorífico
El ministro Aguerre adelantó contenidos del nuevo decreto sobre venta de ganados a frigoríficos
El ministro de Ganadería, Agricultura y Pesca (MGAP), Tabaré Aguerre, adelantó en su visita a INIA Treinta y Tres el pasado martes, que el decreto sobre comercialización de haciendas a frigoríficos que será aprobado en las próximas horas, dispondrá que semanalmente se publique toda la información que surge de la faena en los diferentes puestos de las plantas, incluyendo los rendimientos industriales.
Explicó que como se hace en Irlanda o en Inglaterra, se publicará semanalmente la información de los rendimientos promedios en tercera y cuarta y balanza de los frigoríficos, también los porcentajes de dressing (emprolijamiento de la res) y el peso promedio en tercera y cuarta balanza de todas las plantas industriales.
Aguerre dijo que el decreto va a transparentar toda la información, lo que permitirá que cada productor reciba su romaneo en primera, segunda, tercera y cuarta balanza y su precio equivalente y si vendió en cuarta balanza con su precio equivalente en tercera.
El ministro afirmó que se divulgará toda esa información porque “estamos obligados a hacerlo por la ley de transparencia, porque el Instituto Nacional de Carnes (INAC) maneja información y no se viola ningún secreto, lo que permitirá que los operadores puedan tener información en base a la cual tomar decisiones”.
El ministro argumentó que la decisión se toma en este momento, “porque tenemos la oportunidad de producir alrededor de tres millones de terneros y esos tres millones de terneros sin hacer algo que estimule la confianza van a ser solo tres millones de terneros y el péndulo si el precio no acompaña es peligroso que se vaya para atrás”.
Aguerre sostuvo que este medida que se toma tratará de aportar a “la construcción de confianza entre compradores y vendedores. Explicó que no va a decir donde se tiene que hacer el negocio entre un privado y otro privado. “No va a decir en qué balanza se tiene que hacer”.
“Por varias razones no lo va a decir. Porque tenemos una ganadería que es de fórmula uno, porque tenemos los mejores mercados, los mejores precios y porque hemos tenido la inversión en la industria frigorífica que es histórica, donde el Estado ha renunciado a US$ 293 millones incentivando las inversiones en este sector, para tener esa capacidad instalada de faena de 3,5 millones de cabezas por año”, dijo el ministro.
Como se recordará el Instituto Nacional de Carnes (INAC) resolvió solicitar al MGAP que decretara que la venta de ganados se hiciera hasta la tercera balanza, para dejar al margen el polémico dressing que se efectúa luego antes de la cuarta balanza, donde se comercializa mayormente el ganado.
El ministro se preguntó en cuánto ha incidido esa capacidad ociosa instalada en el precio del ternero, “porque los industriales compiten hasta lo último para tratar de tener un novillos más en la faena. En ese proceso, con una ganadería, que anda en fórmula uno, no anda en tercera, sino que anda en sexta, lo que significa dar la información en el desosado y el país está preparado tecnológicamente para hacerlo, hay que construir la confianza que no se construye por decreto”, afirmó el jerarca.
Fonte : El Observador
Fonte : El Observador
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domingo, 18 de agosto de 2013
87ª Expofeira de Pelotas - Apresentação Lançamento
Confira a as novidades e parte da programação da 87ª Expofeira de Pelotas, que será realizada de 7 a 13 de outubro.
Fonte: Associação Rural de Pelotas
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É Friboi? Kátia Abreu diz que campanhas publicitárias da JBS “não têm moral” e causam “distorções”
Senadora pelo PSD do Tocantins fez discurso no último dia 15 de agosto para criticar campanha publicitária do grupo
A campanha publicitária do grupo Joaquim Batista Sobrinho (JBS), detentor da marca Friboi,veiculada no rádio, televisão, revistas e jornais impressos, foi alvo de críticas da senadora Kátia Abreu (PSD-TO) no Senado Federal na última quinta-feira (15/8). Em discurso de mais de 16 minutos, a parlamentar disse que as propagandas não têm ética, pois “são legais, mas não tem moral” e que elas também cometem “distorções”.
A senadora, que é presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), chama o conteúdo do frigorífico de “grande campanha” e disse que o seu pronunciamento serve “para alertar a população do que realmente é necessário e como as coisas acontecem no mundo da lei”. A parlamentar lembrou que o protagonista das propagandas, Tony Ramos, da TV Globo (que para ela tem “muita influência opinião pública), diz que a “única carne que é boa e tem garantida no Brasil é a marca Friboi.”
Ressaltando que a campanha é feita diariamente de forma “incisiva e repetitiva”, Kátia Abreu comentou que a campanha, “de acordo com o mercado”, não teria custado menos que R$ 50 milhões. Garantindo ser um direito das empresas de fazer o marketing de seus produtos, a senadora alertou que no país não existe somente uma marca boa do produto, mas sim centenas. “Temos que ter o cuidado e a cautela de não praticar o marketing enganoso. E cabe a mim, que conheço esse setor tão bem, dizer que nós não temos só uma marca boa no Brasil. Nós temos centenas de marcas boas.”
A empresária pecuarista, que apesar de ter sido eleita pelo Tocantins nasceu em Goiânia, explicou que, para uma marca ser boa, ela tem de possuir o selo Certificado de Inspeção Federal (CIF). “O CIF do JBS não é diferente do CIF das outras marcas. Porque na verdade essa propaganda deprecia o carimbo brasileiro de inspeção e nos atrapalha, inclusive, com a impressão internacional que pode ser contaminada com a opinião pública nacional,” argumentou.
A emissão é feita em toda e qualquer exportação de animais vivos ou produtos de origem animal e deve cumprir requisitos exigidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
Para a senadora, a campanha faz com que os brasileiros, “a dona de casa e o pai de família", pensem que estariam fazendo mal a família ao comprar carnes de outras marcas. “Não é verdade brasileiros. A carne bovina daqui é admirada no mundo inteiro. Aqui não tem boi fechado 24 horas em curral comendo ração animal. Não, nossos bois são verdes, criados a solta, nos pastos e que se alimentam apenas de sal mineral”, afirmou.
Recursos do BNDES
De forma contundente, Kátia Abreu lembrou que as outras marcas encontradas nas prateleiras dos supermercados que contém os selos são iguais ao grupo JBS. Ela lembrou que existem outras empresas e produtores com a “língua para fora” querendo a mesma oportunidade de contrair empréstimos com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Para ela, a empresa usou “toda a fortuna tomada no BNDES com recursos subsidiados pelo povo brasileiro, mais de R$ 7 bilhões”, e deixou em detrimento outros pequenos frigoríficos.
“Não queremos um mercado destrutivo. Vá e diga que a sua carne é boa, que tem boa qualidade, que é produzida em frigoríficos de primeira, mas não diga que é a única que o povo brasileiro pode comer. Porque, senão, nós estaríamos perdidos. Eu quero dizer a vocês, brasileiros de todos os lugares, de todas as classes sociais: tenham confiança na carne brasileira, porque são carnes que estão sendo fiscalizadas," garantiu a senadora.
A campanha publicitária do grupo Joaquim Batista Sobrinho (JBS), detentor da marca Friboi,veiculada no rádio, televisão, revistas e jornais impressos, foi alvo de críticas da senadora Kátia Abreu (PSD-TO) no Senado Federal na última quinta-feira (15/8). Em discurso de mais de 16 minutos, a parlamentar disse que as propagandas não têm ética, pois “são legais, mas não tem moral” e que elas também cometem “distorções”.
A senadora, que é presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), chama o conteúdo do frigorífico de “grande campanha” e disse que o seu pronunciamento serve “para alertar a população do que realmente é necessário e como as coisas acontecem no mundo da lei”. A parlamentar lembrou que o protagonista das propagandas, Tony Ramos, da TV Globo (que para ela tem “muita influência opinião pública), diz que a “única carne que é boa e tem garantida no Brasil é a marca Friboi.”
Ressaltando que a campanha é feita diariamente de forma “incisiva e repetitiva”, Kátia Abreu comentou que a campanha, “de acordo com o mercado”, não teria custado menos que R$ 50 milhões. Garantindo ser um direito das empresas de fazer o marketing de seus produtos, a senadora alertou que no país não existe somente uma marca boa do produto, mas sim centenas. “Temos que ter o cuidado e a cautela de não praticar o marketing enganoso. E cabe a mim, que conheço esse setor tão bem, dizer que nós não temos só uma marca boa no Brasil. Nós temos centenas de marcas boas.”
A empresária pecuarista, que apesar de ter sido eleita pelo Tocantins nasceu em Goiânia, explicou que, para uma marca ser boa, ela tem de possuir o selo Certificado de Inspeção Federal (CIF). “O CIF do JBS não é diferente do CIF das outras marcas. Porque na verdade essa propaganda deprecia o carimbo brasileiro de inspeção e nos atrapalha, inclusive, com a impressão internacional que pode ser contaminada com a opinião pública nacional,” argumentou.
A emissão é feita em toda e qualquer exportação de animais vivos ou produtos de origem animal e deve cumprir requisitos exigidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
Para a senadora, a campanha faz com que os brasileiros, “a dona de casa e o pai de família", pensem que estariam fazendo mal a família ao comprar carnes de outras marcas. “Não é verdade brasileiros. A carne bovina daqui é admirada no mundo inteiro. Aqui não tem boi fechado 24 horas em curral comendo ração animal. Não, nossos bois são verdes, criados a solta, nos pastos e que se alimentam apenas de sal mineral”, afirmou.
Recursos do BNDES
De forma contundente, Kátia Abreu lembrou que as outras marcas encontradas nas prateleiras dos supermercados que contém os selos são iguais ao grupo JBS. Ela lembrou que existem outras empresas e produtores com a “língua para fora” querendo a mesma oportunidade de contrair empréstimos com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Para ela, a empresa usou “toda a fortuna tomada no BNDES com recursos subsidiados pelo povo brasileiro, mais de R$ 7 bilhões”, e deixou em detrimento outros pequenos frigoríficos.
“Não queremos um mercado destrutivo. Vá e diga que a sua carne é boa, que tem boa qualidade, que é produzida em frigoríficos de primeira, mas não diga que é a única que o povo brasileiro pode comer. Porque, senão, nós estaríamos perdidos. Eu quero dizer a vocês, brasileiros de todos os lugares, de todas as classes sociais: tenham confiança na carne brasileira, porque são carnes que estão sendo fiscalizadas," garantiu a senadora.
Foto: Moreira Mariz/Agência Senado/ArquivoFonte: Marcello Dantas/Jornal OpçãoPostador: surgiu.com (abr)
FONTE: SURGIU
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Lavouras de verão cresceram 14% em 10 anos no Estado
Avanço se deu sobre áreas de arroz e de pecuária e deve ser percebido como aliado na produção, dizem especialistas
Lavouras de verão podem beneficiar a pecuária de corteFoto: Tiago Francisco / Divulgação Farsul
Gisele Loeblein
As lavouras de verão tiveram um avanço de 14% nos últimos 10 anos no Rio Grande do Sul. Na safra passada, só a soja teve uma expansão de 600 mil hectares no Estado. Desse total, 320 mil hectares cresceram em área de campo, utilizadas para a pecuária, e 280 mil hectares em áreas de arroz.
Os dados foram apresentados nesta sexta-feira durante a 49ª Etapa do Fórum Permanente do Agronegócio, realizada em Alegrete na Fronteira Oeste. O evento coloca em debate o tema De Onde Virão os Terneiros?. As lavouras de verão, porém, podem beneficiar a pecuária de corte.
— A integração lavoura-pecuária vem nos beneficiando, sobretudo em áreas de arroz na Metade Sul — observou o professor do departamento de zootecnia da UFRGS, José Fernando Piva Lobato.
A rotação das culturas pode ter impacto positivo na alimentação dos animais. E a nutrição tem papel fundamental na eficiência reprodutiva.
— Temos de buscar alternativas para adaptar a lavoura de inverno à subsequente, quando ela existe — observou a zootecnista Luciana Pötter, que trabalha no laboratório de Pastos & Suplementos da Universidade Federal de Santa Maria.
Fonte: ZERO HORA
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sexta-feira, 16 de agosto de 2013
VIII Concurso de Carcaças Angus enfatiza potencial genético e aptidão da raça para carne de qualidade
O evento abre as portas para os produtores exibirem os novilhos, e trocar experiência
O produtor gaúcho de carne Angus sabe que a participação neste evento é uma oportunidade para mostrar a qualidade dos novilhos que produz e para a troca de experiências com outros produtores de excelência. Em mais esta edição, o Concurso de Carcaças faz jus ao seu slogan: Os Melhores Produtores em um Show de Qualidade, comenta o diretor do Programa Carne Angus Certificada, Reynaldo Salvador.
As apostas são grandes e a disputa será acirrada. Além disso, podemos enfatizar o intercâmbio entre os participantes, que por meio do acompanhamento do abate técnico e da interação com os profissionais da indústria, levam para suas propriedades conhecimentos e experiências uns dos outros, afirma o gerente do programa de certificação da entidade, Fábio Medeiros.
Todos os lotes participantes receberão uma premiação adicional de 5% acima da tabela do Programa Carne Angus Marfrig RS. Para os lotes campeões de categoria a bonificação será de 10% acima da tabela. Esta premiação acumulada (concurso + tabela) proporcionará aos animais participantes do concurso valores muito superiores aos praticados no mercado, permitindo que o produtor participe com o que produz de melhor em sua propriedade, explica Medeiros.
O Concurso de Carcaças permite ao produtor visualizar que é possível obter melhores resultados e consequentemente gerar maior eficiência para a indústria, além de melhor atender o consumidor final. Com o Programa Carne Certificada Angus, por exemplo, o prêmio ao produtor pode chegar a 10%. Outra virtude de eventos como este é a integração gerada na cadeia produtiva, no qual associação, produtores, indústria e fornecedores de insumos avaliam juntos todo o processo de criação dos animais, entendendo e reciclando vários conceitos e técnicas aplicadas aos sistemas de produção.
“Este concurso é uma via de mão dupla, enquanto a premiação gera estímulo ao trabalho do produtor rural, a tecnologia usada para essa manutenção fica disponível para outros pecuaristas testemunharem que é possível adequar seus animais à indústria, ao mercado e ao consumidor”, finaliza Fábio Medeiros, lembrando que o abate técnico será realizado na unidade de Alegrete da Marfrig, em 13 de setembro, sendo realizado em categorias de animais definidos e cruzados de forma separada.
Podem participar do concurso lotes com no mínimo 22 cabeças de machos ou fêmeas. Os interessados podem efetuar a inscrição no junto a Associação Brasileira de Angus até 2 de setembro.
Julgamento. Será realizado por profissionais do Programa Carne Angus e da indústria.
Fonte: Programa Carne Angus Certificada – Associação Brasileira de Angus
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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