FONTE: CORREIO DO POVO
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
COTAÇÕES
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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18:33
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Descarte de fêmeas bovinas em MT é o maior em três anos
Analistas do Imea creditam ao aumento do número de vacas não prenhas, causado pela forte seca que atingiu o Estado no ano passadoVenilson Ferreira
Os dados do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea) sobre o abate estadual de bovinos em janeiro indicam que o descarte de matrizes atingiu o nível mais alto para o mês nos últimos três anos. Os dados divulgados nesta segunda, dia 27, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) em seu boletim semanal sobre a pecuária de corte mostram que foram abatidas 159 mil matrizes em janeiro, volume 24% acima do observado em igual período do ano passado. O abate total atingiu 382 mil cabeças, volume 1,05% superior ao mesmo período do ano anterior, quando foram abatidas 378 mil cabeças.
Segundo os analistas do Imea, o aumento no descarte de fêmeas pode ser explicado pelo aumento de "vacas vazias" (não prenhas) neste período do ano. Os analistas atribuem o baixo índice de prenhez à forte seca que atingiu o Estado no ano passado, reduzindo a disponibilidade de pastagens. Eles chamam atenção para o fato de que, no início do ano passado, a vaca era vendida por R$ 63,31 a arroba, enquanto no mês passado a cotação estava R$ 83,03 por arroba, registrando aumento de 31%. A participação das fêmeas no total abatido passou de 34% em janeiro do ano passado para 42% no mesmo mês deste ano.
O diretor superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Luciano Vacari, considera prematuro avaliar o impacto do descarte de matrizes na recomposição do rebanho e na oferta futura de animais prontos para abate, que pelas projeções do Imea só deve aumentar em 2013. Ele diz que, além da estiagem, outro fator que provocou problemas nas pastagens foi a alta incidência de cigarrinha. Vacari argumenta que o aumento do descarte tem um aspecto positivo, pois os criadores irão substituir as "vacas vazias" por matrizes de melhor padrão genético.
Mercado
Os preços do boi gordo no mercado mato-grossense subiram R$ 1,17 na semana passada, cotados a R$ 92,01 por arroba. As regiões que registraram as maiores altas de preços na semana passada foram oeste e noroeste, onde os frigoríficos enfrentam problemas para retirar os animais das fazendas, por causa das péssimas condições das estradas. Luciano Vacari diz que as altas não se devem apenas a problemas no escoamento. Segundo ele, os preços estão sustentados pela baixa disponibilidade de animais prontos para abate e devem se manter em alta ao longo deste ano.
FONTE:AGÊNCIA ESTADO
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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ENTREVISTA: Confira a entrevista com Gustavo Aguiar - Consultor da Scot Consultoria
Boi: frigoríficos devem aproveitar o alongamento artificial das escalas com o feriado de carnaval para pressionar cotações.
FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS
FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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ENTREVISTA: Confira a entrevista com Fábio Schlick - Assistente técnico Emater-RS
Pastagens do Rio Grande do Sul ainda não se recuperaram da severa estiagem de outubro passado e agora, em plena safra, há muita dificuldade na engorda dos animais. Falta água para o desenvolvimento e já se espera que a próxima safra seja tardia.
FONTE: NOTICIS AGRICOLAS
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sábado, 26 de fevereiro de 2011
ENQUETE
PECUARISTAS DO RS: RESPONDAM AO LADO A NOSSA ENQUETE!!!
OBRIGADO.
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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17:32
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Pecuaristas da Lista Trace/MS negociam bonificação por gado rastreado
A comissão que representa os pecuaristas da Lista Trace do Mato Grosso do Sul se reuniu com a diretoria nacional e regional do frigorífico JBS-Friboi para negociar bonificação pela carne rastreada. O encontro ocorreu na manhã desta sexta-feira no Sindicato Rural de Campo Grande, capital do MS.
A proposta será analisada pelo frigorífico, que deverá pagar a arroba do boi pelo índice do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Esalq-USP) mais uma porcentagem fixa a ser definida.
No início de fevereiro, durante a Showtec (exposição de tecnologias na cidade de Maracaju, interior do MS e distante 140 km da capital), os criadores da lista entregaram um documento para a secretaria de produção do estado (Seprotur) pedindo valorização da carne rastreada (veja mais detalhes aqui).
Atualmente, a Lista Trace do Mato Grosso do Sul conta com mais de 320 pecuaristas aptos a abater gado para exportação.
Foto destaque: Edgar Sperb.
FONTE: RURAL CENTRO
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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15:47
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Pará é principal exportador de bovinos do mundo
Construido para facilitar a exportação de minérios, porto de Vila do Conde vira principal escoador de Boi Vivo que tornam o Pará o principal exportador de gado do mundo.
FONTE: YOU TUBE / DIARIO DO PARÁ
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
El novillo viajero y el Estado voraz
por Jorge Chouy | jchouy@seragro.com.uy
Ganadería: oportunidades y desafíos al inicio de 2011
• Buenos precios de la carne en los mercados externos y en el abasto local impulsan alza en el ganado.
• Fuerte demanda para exportar en pie.
• La situación climática adversa tiende a corregirse.
• Amenazas de aumentos de impuestos.
Por culpa de La Niña, el país anduvo de seca. Aunque en febrero la situación tiende a regularizarse, aún no se ha superado totalmente y quedan secuelas dañosas que habrán de sufrirse por bastante tiempo más.
La peripecia de la seca fue irregular: las lluvias de verano tienen eso, al vecino le caen 100 mm y a nosotros nada; pero la alegría va por barrios y en la próxima capaz que se da al revés. Así es que zonas donde la situación estuvo crítica alternan con otras más favorecidas por las aguas, aunque en general hay un déficit acumulado bastante importante.
En esta oportunidad, la seca fue anunciada con bastante anticipación y muchos productores pudieron adecuar la dotación ganadera a la menor disponibilidad de forraje prevista y, mediante racionamientos o la utilización de reservas forrajeras, van sobrellevando la estrechez.
El gobierno dictó una serie de medidas para apoyar a los productores de las zonas más afectadas, en particular los de menor dimensión, con las dificultades que esto implica, dado el macramé de situaciones que se dan dentro de una misma zona.
Allí donde la seca fue más intensa se registran daños severos en las pasturas naturales, praderas perdidas, cultivos forrajeros de verano esmirriados y, otros, destinados a grano, que debieron resembrarse o picarse para silo. Una acelerada siembra temprana de verdeos de invierno se está cumpliendo en estos días, en procura de recomponer rápidamente, en lo posible, la base forrajera, antes del invierno.
Ganados
El entore de esta temporada nuevamente se ve resentido, pero, por otra parte, un número creciente de ganaderos ensayó manejos adecuados para enfrentar esta adversidad, con destetes anticipados –o cuando menos temporarios–, suplementación de vientres, etc.
Habrá que esperar un poco a ver cómo se dan los promedios, pero la caída, en caso de ocurrir, no tendrá ni de lejos la entidad de la del ejercicio 2008-2009.
Los ganados en engorde tuvieron un retraso en su preparación: la faena, en lo que va de este año, se presenta bastante baja, y, según afirman los operadores, hay poco ganado adelantado en los campos.
La faena
Como decíamos, en lo que va de 2011, la actividad sigue siendo reducida; enero cerró con la magra cifra de 165 mil reses procesadas, la menor para este mes desde 2004.
Nuevamente, como viene ocurriendo desde hace 18 meses, con escasas excepciones, la faena de vientres superó a la de novillos: 50%, frente a 47%, respectivamente.
El mercado
El precio de la carne de exportación en el acumulado de este año se ubica 44% por encima del que se obtenía hace un año (U$S 3.657 la ton carcasa en la segunda semana de febrero), aunque es un poco inferior al de diciembre pasado. La media res para el mercado interno subió entre 20 y 25% en dólares, en un año.
Acompañando con retardo el aumento de la carne, lenta, pero sostenidamente, el ganado de embarque ha ido subiendo, aunque, inesperadamente para la época del año, creció más la reposición. En las secas, los ganados de todas las categorías, pero especialmente los de reposición y cría, normalmente bajan fuertemente de precio: esta vez, en cambio, luego de algunas pestañadas en diciembre, repuntaron y están en alza, hasta alcanzar niveles sin antecedentes en nuestro medio.
Un factor alcista fundamental es la exportación en pie, pero los invernadores locales acompañan el mercado.
Evidentemente, los ganaderos creen que este escenario de precios altos de la carne habrá de continuar: siguen apostando al futuro y lo hacen a su propio riesgo, sin intermediarios bancarios que azucen, como ha ocurrido en otras ocasiones.
La exportación en pie, el stock y la industria
Cada pocos días el puerto se llena de mugidos y balidos; no parece que uno ande costeando la pintoresca bahía montevideana, cerca de los muelles donde recalan coquetos cruceros del amor jubilado.
Largas filas de vacas y ovejas desfilan por los tubos y escaleras de madera, trepando desde los camiones hasta allá arriba, en las altas cubiertas de los barcos de nombres árabes. Insólita imagen que se ha vuelto frecuente en los últimos tiempos.
Este canal de comercialización, la exportación en pie de ganados vivos, que desde hace años funciona en nuestro medio, aceleró su ritmo en los últimos meses de 2010 y se agudizó en lo que va de 2011. En el último semestre del año pasado se embarcaron más de 108 mil vacunos, en enero fueron casi 30 mil y en febrero esta cifra se superará ampliamente.
Se embarca para varios países del Medio Oriente, pero es el mercado turco, que ha generado tanta controversia (ver El País Agropecuario Nº 191, página 10), el que sigue operando con mayor fuerza, demandando básicamente novillitos jóvenes, aunque también compran algunas vaquillonas.
Por su parte, Brasil también está comprando ganado para faena, mayoritariamente vacas y vaquillonas, pero en general atraviesan la frontera en camiones.
La exportación en pie, si bien detrae del stock un número significativo de animales, que al no faenarse internamente dejan de contribuir a otros sectores en montos relevantes (unos U$S 339 por cabeza era, en diciembre, el valor agregado industrial más impuestos, según el INAC), también representa una fuente de ingresos adicional para algunos circuitos, ya que hay que hacer concentraciones, racionar los animales y hacer un estricto control sanitario.
Aunque compran ganados de todas las categorías, la mayor presión para cargar los barcos recae sobre los terneros pesados y los novillitos de sobreaño: machos entre los 200 y 300 kilos, lo que ha llevado los precios de estas descripciones a niveles inesperados.
Pero justamente se trata de la categoría más raleada por la sequía que afectó el entore de 2008-2009: son los terneros (machos y hembras) nacidos en la primavera de 2009, que sumaron escasos 2,3 millones en la declaración jurada de 2010, 440 mil menos que el año anterior, o los que se hubieran declarado en un ejercicio climático normal.
A pesar de que la faena de novillos totales ha bajado en el último año y medio, la baja está ampliamente compensada por los embarques en pie. Puede anticiparse que va a haber un agujero de significación en la categoría de novillos formados.
El fenómeno desvela a la industria frigorífica localizada en nuestro país, que ha invertido ingentes montos para adecuarse a las exigencias de los mercados mejores y hoy tiene una alta capacidad instalada ociosa.
Por añadidura, los datos disponibles sobre el stock indican que estamos en la menor cifra en UG –sumados vacunos y lanares–, en muchos años, y tampoco parece vislumbrarse una recuperación importante a corto plazo. No obstante, el precio de las plantas frigoríficas y de las empresas no refleja ninguna crisis, ni actual ni en el horizonte, tal vez debido más a situaciones propias de Brasil que de nuestro país (ver "El fenómeno Brasil").
De todos modos, la dimensión de la corriente exportadora es tal que obliga a preguntarse si este escenario es sosteni-
ble en el largo plazo. En 2010 se embarcaron 207 mil vacunos vivos; al ritmo que llevamos, alcanzaremos esa cifra a mediados de año.
Impuestos, la carga y el retorno
En estos días ha vuelto a la palestra el tema de la tributación agropecuaria. En la opinión de algunos políticos y economistas vinculados al partido de gobierno, los productores agropecuarios están teniendo ganancias extraordinarias y deberían contribuir con mayores fondos a solventar las políticas sociales.
Para ese fin deberían implementarse retenciones a las exportaciones de productos primarios, así como mayores impuestos a la tierra. El agro aporta unos U$S 228 millones anuales (2010) al fisco y al BPS, según los cálculos de Adrián Tambler, técnico de OPYPA, lo que equivale a algo más de 2% del presupuesto nacional e implica una presión fiscal de 7% sobre el Producto sectorial.
Recordemos que el sector no paga Impuesto de Primaria ni Patrimonio (salvo las SA), ni otros impuestos que recaían sobre la tierra, como el IMPROME y luego el IMAGRO, que gravaban la productividad ficta del campo, de acuerdo a su potencial productivo. Se pagan, sí, BPS, aportes patronales con referencia al área explotada y Contribución Inmobiliaria.
Además se pagan impuestos a las ventas, IMEBA, o Impuesto a la Renta, IRAE. Y también se pagan impuestos indirectos, como IVA en los insumos y servicios, municipales (1% de las transacciones ganaderas) y una tasa de 1 U$S/cabeza en los ganados de embarque (para las Cajas Negras). Parecía haber un consenso sobre las ventajas de gravar la renta y no los ingresos brutos, y sobre todo no gravar la tierra –como se hacía antiguamente, con tan malos resultados–, pero este enfoque se vuelve a discutir.
En la actualidad, no parece que los pro-ductores agropecuarios, en particular los ganaderos, tengan ganancias extraordinarias. Sí se registran fuertes aumentos en el valor de los activos, sobre todo de la tierra.
Pero no es lo mismo una cosa que otra: el negocio productivo no parece estar obteniendo excesivos márgenes en estos años. La vertiginosa y reciente valorización de la tierra no responde integralmente a una mejora en la rentabilidad de la actividad, sino que está determinada por un cúmulo de otros factores, como el aumento de precios de los commodities agrícolas, así como otros muchos puramente financieros, vinculados con la abundancia de dólares recién salidos de la máquina, el diferencial de tasas de interés entre el mundo rico y nuestros países, a los que se suman factores puramente regionales, como la presencia de empresarios argentinos que, sacando una pata del caos de la política antiagrícola que sufren, expandieron su actividad a nuestro país y revolucionaron la agricultura local. Por la otra frontera, se agrega el accionar de algunos notorios brasileros.
Los rebotes de la agricultura y la forestación impactan de diferentes formas en la ganadería, que sigue siendo la principal actividad en cuanto al área ocupada y al número de productores involucrados. Se trata de un sector que está en transformación, pero viene de atrás y tiene muchos desafíos que enfrentar.
Los problemas climáticos, con severas sequías cada vez más frecuentes -alternadas con violentas inundaciones-, el atraso cambiario, las variaciones abruptas en los precios de los productos, los elevados costos de los insumos, siguen condicionando los resultados económicos de las empresas.
Los pocos análisis microeconómicos objetivos que se conocen, como las carpetas verdes de FUCREA y del Plan Agropecuario, más bien coinciden en que los márgenes de la ganadería son estrechos y muchas veces negativos, aun con precios de sus productos medidos en dólares ubicados en niveles históricamente altos.
Se habla de gravar a los exportadores y al agro, dos sectores que están en auge. Pero en realidad los que están en auge son los importadores, insuflados por el dólar barato: a pesar del aumento de las exportaciones, cada vez más basadas en productos primarios, el déficit comercial de mercancías no deja de crecer. Un par de botones de muestra: en 2010 se importaron casi 43 mil automóviles y 750 mil televisores chatos (¡!).
Los sectores exportadores son gravados con el tipo de cambio bajo, detracción no explícita por la que transfieren al resto de la economía buena parte de sus ingresos; pero es una cuenta que nunca se hace. Sería bueno, a la hora de idear mayores recaudaciones, tener mucho cuidado de no afectar los actuales procesos virtuosos de inversión y crecimiento, de niveles que hace un siglo el país no vivía.
De cualquier modo, lo más grave no es el monto a pagar sino lo que se hace con esa plata: el Estado reclama cada vez más, pero la contrapartida es exigua. La infraestructura física del país está descalabrada y pone en cuestión la sostenibilidad del crecimiento; los caminos están desechos, el ferrocarril sigue en veremos, los puertos están desbordados, el abastecimiento eléctrico es caro e insuficiente en carga, las comunicaciones en el Interior quedaron postergadas (es imposible trabajar con Internet) y ni hablar de las carencias y omisiones en la prestación de los servicios básicos: seguridad, salud, educación rural en el campo y en los pueblos. Pero de ajustar gastos, aumentar las inversiones o mejorar los servicios ni se habla.
El fenómeno Brasil
Los vecinos del Norte son los principales compradores de productos uruguayos: en las exportaciones registradas –las formalizadas– representan 20% del total en lo que va del año. Pero hay que agregar el gasto de los turistas (50 mil brasileros entraron en enero) y sobre todo las compras minoristas, que alborotan al comercio fronterizo. En lo que tiene que ver con la ganadería, importan carne –1.000 toneladas en enero, 12,8 mil en 2010-; ganado en pie para faena: 3,5 mil cabezas en enero; insumos productivos de diverso tipo: barraca, veterinaria, almacén; y también compran carne: hay una fuerte exportación no registrada desde los mostradores de las carnicerías fronterizas, que no dan abasto para atender la demanda de los brasileros. Mientras el real siga con esta fortaleza, este fenómeno habrá de continuar, aunque si por alguna razón se altera la relación de cambio con el dólar, algo que no parece a la vista por ahora, todo este movimiento cesa de un momento a otro.
FONTE: EL PAÍS
Ganadería: oportunidades y desafíos al inicio de 2011
• Buenos precios de la carne en los mercados externos y en el abasto local impulsan alza en el ganado.
• Fuerte demanda para exportar en pie.
• La situación climática adversa tiende a corregirse.
• Amenazas de aumentos de impuestos.
Por culpa de La Niña, el país anduvo de seca. Aunque en febrero la situación tiende a regularizarse, aún no se ha superado totalmente y quedan secuelas dañosas que habrán de sufrirse por bastante tiempo más.
La peripecia de la seca fue irregular: las lluvias de verano tienen eso, al vecino le caen 100 mm y a nosotros nada; pero la alegría va por barrios y en la próxima capaz que se da al revés. Así es que zonas donde la situación estuvo crítica alternan con otras más favorecidas por las aguas, aunque en general hay un déficit acumulado bastante importante.
En esta oportunidad, la seca fue anunciada con bastante anticipación y muchos productores pudieron adecuar la dotación ganadera a la menor disponibilidad de forraje prevista y, mediante racionamientos o la utilización de reservas forrajeras, van sobrellevando la estrechez.
El gobierno dictó una serie de medidas para apoyar a los productores de las zonas más afectadas, en particular los de menor dimensión, con las dificultades que esto implica, dado el macramé de situaciones que se dan dentro de una misma zona.
Allí donde la seca fue más intensa se registran daños severos en las pasturas naturales, praderas perdidas, cultivos forrajeros de verano esmirriados y, otros, destinados a grano, que debieron resembrarse o picarse para silo. Una acelerada siembra temprana de verdeos de invierno se está cumpliendo en estos días, en procura de recomponer rápidamente, en lo posible, la base forrajera, antes del invierno.
Ganados
El entore de esta temporada nuevamente se ve resentido, pero, por otra parte, un número creciente de ganaderos ensayó manejos adecuados para enfrentar esta adversidad, con destetes anticipados –o cuando menos temporarios–, suplementación de vientres, etc.
Habrá que esperar un poco a ver cómo se dan los promedios, pero la caída, en caso de ocurrir, no tendrá ni de lejos la entidad de la del ejercicio 2008-2009.
Los ganados en engorde tuvieron un retraso en su preparación: la faena, en lo que va de este año, se presenta bastante baja, y, según afirman los operadores, hay poco ganado adelantado en los campos.
La faena
Como decíamos, en lo que va de 2011, la actividad sigue siendo reducida; enero cerró con la magra cifra de 165 mil reses procesadas, la menor para este mes desde 2004.
Nuevamente, como viene ocurriendo desde hace 18 meses, con escasas excepciones, la faena de vientres superó a la de novillos: 50%, frente a 47%, respectivamente.
El mercado
El precio de la carne de exportación en el acumulado de este año se ubica 44% por encima del que se obtenía hace un año (U$S 3.657 la ton carcasa en la segunda semana de febrero), aunque es un poco inferior al de diciembre pasado. La media res para el mercado interno subió entre 20 y 25% en dólares, en un año.
Acompañando con retardo el aumento de la carne, lenta, pero sostenidamente, el ganado de embarque ha ido subiendo, aunque, inesperadamente para la época del año, creció más la reposición. En las secas, los ganados de todas las categorías, pero especialmente los de reposición y cría, normalmente bajan fuertemente de precio: esta vez, en cambio, luego de algunas pestañadas en diciembre, repuntaron y están en alza, hasta alcanzar niveles sin antecedentes en nuestro medio.
Un factor alcista fundamental es la exportación en pie, pero los invernadores locales acompañan el mercado.
Evidentemente, los ganaderos creen que este escenario de precios altos de la carne habrá de continuar: siguen apostando al futuro y lo hacen a su propio riesgo, sin intermediarios bancarios que azucen, como ha ocurrido en otras ocasiones.
La exportación en pie, el stock y la industria
Cada pocos días el puerto se llena de mugidos y balidos; no parece que uno ande costeando la pintoresca bahía montevideana, cerca de los muelles donde recalan coquetos cruceros del amor jubilado.
Largas filas de vacas y ovejas desfilan por los tubos y escaleras de madera, trepando desde los camiones hasta allá arriba, en las altas cubiertas de los barcos de nombres árabes. Insólita imagen que se ha vuelto frecuente en los últimos tiempos.
Este canal de comercialización, la exportación en pie de ganados vivos, que desde hace años funciona en nuestro medio, aceleró su ritmo en los últimos meses de 2010 y se agudizó en lo que va de 2011. En el último semestre del año pasado se embarcaron más de 108 mil vacunos, en enero fueron casi 30 mil y en febrero esta cifra se superará ampliamente.
Se embarca para varios países del Medio Oriente, pero es el mercado turco, que ha generado tanta controversia (ver El País Agropecuario Nº 191, página 10), el que sigue operando con mayor fuerza, demandando básicamente novillitos jóvenes, aunque también compran algunas vaquillonas.
Por su parte, Brasil también está comprando ganado para faena, mayoritariamente vacas y vaquillonas, pero en general atraviesan la frontera en camiones.
La exportación en pie, si bien detrae del stock un número significativo de animales, que al no faenarse internamente dejan de contribuir a otros sectores en montos relevantes (unos U$S 339 por cabeza era, en diciembre, el valor agregado industrial más impuestos, según el INAC), también representa una fuente de ingresos adicional para algunos circuitos, ya que hay que hacer concentraciones, racionar los animales y hacer un estricto control sanitario.
Aunque compran ganados de todas las categorías, la mayor presión para cargar los barcos recae sobre los terneros pesados y los novillitos de sobreaño: machos entre los 200 y 300 kilos, lo que ha llevado los precios de estas descripciones a niveles inesperados.
Pero justamente se trata de la categoría más raleada por la sequía que afectó el entore de 2008-2009: son los terneros (machos y hembras) nacidos en la primavera de 2009, que sumaron escasos 2,3 millones en la declaración jurada de 2010, 440 mil menos que el año anterior, o los que se hubieran declarado en un ejercicio climático normal.
A pesar de que la faena de novillos totales ha bajado en el último año y medio, la baja está ampliamente compensada por los embarques en pie. Puede anticiparse que va a haber un agujero de significación en la categoría de novillos formados.
El fenómeno desvela a la industria frigorífica localizada en nuestro país, que ha invertido ingentes montos para adecuarse a las exigencias de los mercados mejores y hoy tiene una alta capacidad instalada ociosa.
Por añadidura, los datos disponibles sobre el stock indican que estamos en la menor cifra en UG –sumados vacunos y lanares–, en muchos años, y tampoco parece vislumbrarse una recuperación importante a corto plazo. No obstante, el precio de las plantas frigoríficas y de las empresas no refleja ninguna crisis, ni actual ni en el horizonte, tal vez debido más a situaciones propias de Brasil que de nuestro país (ver "El fenómeno Brasil").
De todos modos, la dimensión de la corriente exportadora es tal que obliga a preguntarse si este escenario es sosteni-
ble en el largo plazo. En 2010 se embarcaron 207 mil vacunos vivos; al ritmo que llevamos, alcanzaremos esa cifra a mediados de año.
Impuestos, la carga y el retorno
En estos días ha vuelto a la palestra el tema de la tributación agropecuaria. En la opinión de algunos políticos y economistas vinculados al partido de gobierno, los productores agropecuarios están teniendo ganancias extraordinarias y deberían contribuir con mayores fondos a solventar las políticas sociales.
Para ese fin deberían implementarse retenciones a las exportaciones de productos primarios, así como mayores impuestos a la tierra. El agro aporta unos U$S 228 millones anuales (2010) al fisco y al BPS, según los cálculos de Adrián Tambler, técnico de OPYPA, lo que equivale a algo más de 2% del presupuesto nacional e implica una presión fiscal de 7% sobre el Producto sectorial.
Recordemos que el sector no paga Impuesto de Primaria ni Patrimonio (salvo las SA), ni otros impuestos que recaían sobre la tierra, como el IMPROME y luego el IMAGRO, que gravaban la productividad ficta del campo, de acuerdo a su potencial productivo. Se pagan, sí, BPS, aportes patronales con referencia al área explotada y Contribución Inmobiliaria.
Además se pagan impuestos a las ventas, IMEBA, o Impuesto a la Renta, IRAE. Y también se pagan impuestos indirectos, como IVA en los insumos y servicios, municipales (1% de las transacciones ganaderas) y una tasa de 1 U$S/cabeza en los ganados de embarque (para las Cajas Negras). Parecía haber un consenso sobre las ventajas de gravar la renta y no los ingresos brutos, y sobre todo no gravar la tierra –como se hacía antiguamente, con tan malos resultados–, pero este enfoque se vuelve a discutir.
En la actualidad, no parece que los pro-ductores agropecuarios, en particular los ganaderos, tengan ganancias extraordinarias. Sí se registran fuertes aumentos en el valor de los activos, sobre todo de la tierra.
Pero no es lo mismo una cosa que otra: el negocio productivo no parece estar obteniendo excesivos márgenes en estos años. La vertiginosa y reciente valorización de la tierra no responde integralmente a una mejora en la rentabilidad de la actividad, sino que está determinada por un cúmulo de otros factores, como el aumento de precios de los commodities agrícolas, así como otros muchos puramente financieros, vinculados con la abundancia de dólares recién salidos de la máquina, el diferencial de tasas de interés entre el mundo rico y nuestros países, a los que se suman factores puramente regionales, como la presencia de empresarios argentinos que, sacando una pata del caos de la política antiagrícola que sufren, expandieron su actividad a nuestro país y revolucionaron la agricultura local. Por la otra frontera, se agrega el accionar de algunos notorios brasileros.
Los rebotes de la agricultura y la forestación impactan de diferentes formas en la ganadería, que sigue siendo la principal actividad en cuanto al área ocupada y al número de productores involucrados. Se trata de un sector que está en transformación, pero viene de atrás y tiene muchos desafíos que enfrentar.
Los problemas climáticos, con severas sequías cada vez más frecuentes -alternadas con violentas inundaciones-, el atraso cambiario, las variaciones abruptas en los precios de los productos, los elevados costos de los insumos, siguen condicionando los resultados económicos de las empresas.
Los pocos análisis microeconómicos objetivos que se conocen, como las carpetas verdes de FUCREA y del Plan Agropecuario, más bien coinciden en que los márgenes de la ganadería son estrechos y muchas veces negativos, aun con precios de sus productos medidos en dólares ubicados en niveles históricamente altos.
Se habla de gravar a los exportadores y al agro, dos sectores que están en auge. Pero en realidad los que están en auge son los importadores, insuflados por el dólar barato: a pesar del aumento de las exportaciones, cada vez más basadas en productos primarios, el déficit comercial de mercancías no deja de crecer. Un par de botones de muestra: en 2010 se importaron casi 43 mil automóviles y 750 mil televisores chatos (¡!).
Los sectores exportadores son gravados con el tipo de cambio bajo, detracción no explícita por la que transfieren al resto de la economía buena parte de sus ingresos; pero es una cuenta que nunca se hace. Sería bueno, a la hora de idear mayores recaudaciones, tener mucho cuidado de no afectar los actuales procesos virtuosos de inversión y crecimiento, de niveles que hace un siglo el país no vivía.
De cualquier modo, lo más grave no es el monto a pagar sino lo que se hace con esa plata: el Estado reclama cada vez más, pero la contrapartida es exigua. La infraestructura física del país está descalabrada y pone en cuestión la sostenibilidad del crecimiento; los caminos están desechos, el ferrocarril sigue en veremos, los puertos están desbordados, el abastecimiento eléctrico es caro e insuficiente en carga, las comunicaciones en el Interior quedaron postergadas (es imposible trabajar con Internet) y ni hablar de las carencias y omisiones en la prestación de los servicios básicos: seguridad, salud, educación rural en el campo y en los pueblos. Pero de ajustar gastos, aumentar las inversiones o mejorar los servicios ni se habla.
El fenómeno Brasil
Los vecinos del Norte son los principales compradores de productos uruguayos: en las exportaciones registradas –las formalizadas– representan 20% del total en lo que va del año. Pero hay que agregar el gasto de los turistas (50 mil brasileros entraron en enero) y sobre todo las compras minoristas, que alborotan al comercio fronterizo. En lo que tiene que ver con la ganadería, importan carne –1.000 toneladas en enero, 12,8 mil en 2010-; ganado en pie para faena: 3,5 mil cabezas en enero; insumos productivos de diverso tipo: barraca, veterinaria, almacén; y también compran carne: hay una fuerte exportación no registrada desde los mostradores de las carnicerías fronterizas, que no dan abasto para atender la demanda de los brasileros. Mientras el real siga con esta fortaleza, este fenómeno habrá de continuar, aunque si por alguna razón se altera la relación de cambio con el dólar, algo que no parece a la vista por ahora, todo este movimiento cesa de un momento a otro.
FONTE: EL PAÍS
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EXCLUSIVO: Com oferta restrita de animais, expectativa é que preços da arroba do boi subam
Boi: início de mês e carnaval podem estimular consumo de carne já a partir da semana que vem. Com oferta restrita de animais, expectativa é que preços da arroba subam.
Nesta semana, o mercado do boi gordo ficou relativamente pressionado com a tentativa dos frigoríficos de baixar os preços em função da demanda por carnes que segue um pouco prejudicada.
Mas, o mercado trabalha ainda trabalha com uma oferta muito baixa de animais em plena safra e as escalas se mantiveram curtas no decorrer da semana, com médias de 2 a 3 dias, o que o mantém firme.
Para a analista de mercado da Indusval Corretora, Renata Fernandes, com o início de mês e carnaval o consumo pode ser estimulado. "Eu acredito que o mercado vai se equilibrar nesse quesito demanda e as ofertas ainda não vão ser abundantes. Então, o mercado está muito mais próximo a ter novas altas, de ter um reajuste no preço da arroba", conclui.
Fonte: Notícias Agrícolas // Aleksander Horta e Marília Pozzer
Nesta semana, o mercado do boi gordo ficou relativamente pressionado com a tentativa dos frigoríficos de baixar os preços em função da demanda por carnes que segue um pouco prejudicada.
Mas, o mercado trabalha ainda trabalha com uma oferta muito baixa de animais em plena safra e as escalas se mantiveram curtas no decorrer da semana, com médias de 2 a 3 dias, o que o mantém firme.
Para a analista de mercado da Indusval Corretora, Renata Fernandes, com o início de mês e carnaval o consumo pode ser estimulado. "Eu acredito que o mercado vai se equilibrar nesse quesito demanda e as ofertas ainda não vão ser abundantes. Então, o mercado está muito mais próximo a ter novas altas, de ter um reajuste no preço da arroba", conclui.
Fonte: Notícias Agrícolas // Aleksander Horta e Marília Pozzer
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Uruguay - El novillo en loca carrera hacia los cuatro dólares por kilo
El mercado de hacienda mantiene su tendencia alcista, con una agresiva suba de precios; alcanzando para la época del año los mayores valores en la historia del mercado ganadero, solo comparables con cotizaciones alcanzadas en setiembre de 2008. La escasez en la oferta se continúa agudizando y en consecuencia la faena sigue bajando. Los precios de referencia para los novillos gordos subieron aproximadamente 20 centavos en la semana. La referencia para los mejores novillos ronda los US$ 3,70 pero las cotizaciones se negocian lote a lote y para lotes de gran número y buena calidad se han llegado a pagar US$ 4,00. También se conocen referencias en pie de hasta US$ 1,90 por kilo vivo. La referencia para las vacas subió también y ubicó a US$ 3,35, por su parte las vaquillonas tienen un precio que oscila entre US$ 3,40 y US$ 3,50. Con una demanda que sigue muy firme, las entradas a frigoríficos se mantienen inmediatas. El ganado de reposición también alcanzó sus valores más altos de la historia y queda planteada la interrogante acerca de si en las próximas ventas se mantendrá la escalada alcista.
FONTE: CONEXION AGROPECUARIA
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Carnes: Falta de chuvas causa baixa oferta de gado para abate no RS
As chuvas seguem insuficientes na Região da Campanha e parte da Zona Sul do Rio Grande do Sul. O quadro segue crítico e preocupante, mesmo com as últimas chuvas ocorridas nos municípios assolados pela estiagem.
As pastagens apresentaram uma pequena recuperação, mas que foi insuficiente para a retomada do bom desempenho do rebanho.
Diante deste quadro, continua baixa a oferta de animais para abate nos abatedouros da região. Em melhor situação estão os animais pastoreados nas áreas cultivadas com sorgo forrageiro, cultura mais adaptada às restrições de umidade. O fornecimento de água aos animais continua precário,
principalmente nos municípios mais atingidos.
Diante desse quadro, os pecuaristas já contabilizam uma redução no número de nascimentos para próxima primavera devido à visível diminuição da ocorrência de cio nas fêmeas e ao baixo índice de prenhes registrados.
Para agravar mais a situação, segue alta a ocorrência de carrapatos e moscas do chifre, fato que termina provocando uma maior debilidade dos animais.
A situação melhorou na Fronteira Oeste, onde as chuvas foram mais intensas, com a pastagem apresentando um melhor rebrote e o gado começando a demonstrar recuperação.
Nas demais regiões do Estado, a manutenção das chuvas está mantendo o quadro de normalidade e o bom desempenho da atividade. O desenvolvimento das pastagens está bom, refletindo-se em um melhor desempenho reprodutivo e produtivo dos animais. O índice de ganho de peso segue satisfazendo os pecuaristas e projetando uma tranquila entrada dos animais na estação fria,
quando os animais geralmente perdem peso.
A oferta de animais para o abate nestas regiões segue normal. O levantamento de preços realizado nas principais praças de comercialização no último período, demonstrou um comportamento semelhante ao observado nos períodos anteriores: estabilidade e pequena variação dos preços médios
praticados.
Desta vez, o preço da vaca gorda manteve-se estável em R$ 2,85 o kg vivo, e a cotação do boi gordo obteve pequena valorização, passando de R$ 3,22 para R$ 3,23 o kg vivo, o que representa um aumento de 0,31%.
Fonte: Emater/RS
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CHUVAS NO RIO GRANDE DO SUL
MetSul Meteorologia
Volumes de chuva podem diminuir de forma extremamente significativa em várias regiões do RS neste fim de verão e início outono
FONTE: METSUL
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Frigorífico Silva lança novo sistema de premiações para animais certificados pelo Programa Carne Angus
O Frigorífico Silva, de Santa Maria – RS, parceiro da Associação Brasileira de Angus em seu programa de carnes, lança um novo sistema de premiação para animais Angus e Cruzas Angus aprovados para o Programa Carne Angus Certificada.
A ideia do sistema é fomentar a produção de carne Angus com padrão de qualidade diferenciada entre os produtores da região central do RS. A nova tabela que entrará em vigor a partir de 1º de março de 2011 premiará os produtos com bonificações progressivas de até 6% conforme o peso de carcaça e a idade dos animais.
Entre as inovações deste sistema estão a premiação de animais super precoces, com peso mínimo de 165 kg de carcaça e a valorização de machos e fêmeas sobre a mesma base de preços e percentuais de premiação. Segundo Fábio Medeiros, coordenador técnico do Programa Carne Angus Certificada da ABA, este novo sistema é um estímulo e um reconhecimento à qualidade de novilhos e novilhas Angus, que produzem carne de qualidade diferenciada, demandada e valorizada pelos consumidores mais exigentes.
.
Gabriel da Silva Moraes, diretor comercial do Frigorífico Silva, afirma que o posicionamento da empresa sempre foi o de oferecer produtos de qualidade diferenciada para uma clientela formada por consumidores de maior poder aquisitivo e a parceria com o programa Angus só veio agregar a esse trabalho. A partir de agora a ideia é fazer escala para abastecer o comércio com volume maior que permita manter os preços em patamares acessíveis também ao consumidor médio de carne.
O volume de animais abatidos por mês pela unidade dentro do programa tem sido insuficiente para atender uma demanda crescente pela carne Angus, principalmente nos mercados das regiões Sul e Sudeste do país. “Atualmente o volume de animais Angus abatidos em nossa planta frigorífica representa pouco mais de 10% da capacidade total de processamento. Podemos facilmente triplicar esse volume considerando o enorme déficit de oferta para atender uma demanda que não para de crescer, principalmente em mercados das regiões Sul e Sudeste”, salienta Silva.
A explicação para essa procura, segundo o dirigente do frigorífico Silva, está na qualidade realmente diferenciada do gado Angus abatido dentro das normas do programa, que estabelece apenas novilhos e novilhas precoces, com no máximo quatro dentes, espessura de gordura mediana, em torno de 3 mm, além de ótima conformação frigorífica de carcaça que permita cortes diferenciados e sanidade perfeita.
Mais informações com Diogo Soccal, Fabiano Vaz e Leonir Pascoal, do Frigorífico Silva, pelo telefone (55) 2103-2525.
Fonte: Associação Brasileira de Angus
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BB muda renegociação
O Banco do Brasil anunciou ontem (24), em reunião na Farsul, novas condições para produtores rurais renegociarem dívidas de operações vencidas até 30 de junho de 2010. Entre elas, a exclusão dos encargos de inadimplemento para renegociações formalizadas até 29 de abril. O prazo foi alongado para até dez anos, desde que 40% da dívida seja paga em cinco anos.
FONTE: CORREIO DO POVO
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Frigoríficos: Capacidade está ociosa em 45%
As péssimas condições das estradas agravaram um problema que vem desde o ano passado
SANDRINE GAHYVA Folha do Estado
A capacidade de abate dos frigoríficos em Mato Grosso está mais comprometida ainda neste período chuvoso. Com 30% da estrutura paralisada durante 2010, o setor entra em 2011 com aumento expressivo de sua ociosidade, que já alcança 45% do abate estadual, afetando a comercialização. As causas apontadas pela cadeia produtiva são as más condições da estradas que cortam o Estado, impedindo o acesso até o gado.
As regiões norte, nordeste e noroeste de Mato Grosso são as mais afetadas, sendo elas as que concentram a maior quantidade do rebanho bovino mato-grossense, estimado em 28 milhões de cabeças. Segundo o vice-presidente para a região Leste da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Marcos Rosa, além do fechamento das portas da maioria dos frigoríficos, estas regiões são as que possuem as piores estradas.
O frigorífico Marfrig, por exemplo, reduziu em torno de 30% o número de abates de bovinos oriundos da região médio-norte. Segundo o gerente comercial regional da empresa, Fabion Almeida, a falta de acesso às fazendas faz o frigorífico buscar boi na região de Comodoro, ou seja, 270 km a mais distante, para tentar abater as 1,8 mil cabeças/ dia. “Comprávamos entre 40% e 50% dos animais do médio-norte. Hoje não passa dos 10%. Optamos em percorrer
uma distância maior a ter que ficar no caminho”.
Em Mirassol D’Oeste, o responsável pelas compras de bovinos da Perdigão, Charles Jean, informou que as compras da empresa na região, que em média chegava a ser 20% do total de bois adquiridos, também foram prejudicadas. “Não estamos comprando nada na região norte, porque o tráfego está impossível” .
Outro problema que as estradas esburacadas traduzem é na qualidade final da carne. De acordo com o superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat),
Luciano Vacari, o transporte por estas estradas causa muita lesão no gado, afetando diretamente a carcaça. “Onde foi atingida, a carne não tem mais qualidade, portanto, não é comercializada”.
Rosa comenta que este cenário se tornou parte da história de Mato Grosso nesta época do ano. “Algo que deveria, na verdade, ser esquecido”. O vice-presidente da Famato frisa que 70% do Fundo de Transporte e Habitação (Fethab), imposto cobrado no abate de cada animal, é repassado para a pavimentação das estradas de Mato Grosso. Porém, não está sendo suficiente. Para cada cabeça de gado abatida, cerca de R$ 9 é destinado ao fundo.
DÉFICIT
O setor frigorífico do Estado de Mato Grosso iniciou o ano com 17 das 40 plantas frigoríficas estaduais, que possuem SIF (Serviço de Inspeção Federal), com suas operações paralisadas, reduzindo sua capacidade de abate de 38.406 cabeças de gado por dia para 26.885 bois diariamente, uma retração de 30%. Os dados são do Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária (Imea).
EXPOINEL
Faturamento de leilões já atingiu 10%do previsto
Com previsão de arrecadar R$ 16 milhões nos 12 leilões de gado de corte, reprodutores e de leite, agendados para a Expoinel Mato Grosso Indoor (Expoinel/ MT), somente nos dois primeiros leilões já foi possível faturar quase 10% do esperado, em torno de R$ 1,3milhão.
No primeiro Leilão de Corte JJ Leilões foram arrematados 621 animais, com um faturamento de R$ 400 mil. O Leilão da capital de gado de corte, organizado pela Samambaia Leilões, faturou R$ 928 mil com a venda de 1.647 animais, sendo 771 machos e 876 fêmeas.
O presidente da Associação dos Criadores de Nelore de Mato Grosso (ACN-MT), Hermes Botelho, já comemora os bons resultados. “Vivemos um bom momento com a recuperação do preço da arroba e o reflexo disso chega aos leilões”, declara. Na programação da Expoinel MT estão agendados 12 leilões, sendo 07 de gado de corte, 02 leilões de produção e 03 leilões
de elite. Paralelamente acontece a Exposição Internacional Nelore, que marca a abertura do Ranking Estadual da Raça Nelore de Mato Grosso.
Estão inscritos mais de 500 animais para participarem do julgamento que começa no dia 27, domingo, às 08 horas. A Exponel/MT acontece no período de 20 de fevereiro a 04 de março de
2011, no Parque de Exposições Senador Jonas Pinheiro em Cuiabá.
CARNE
Exportações da JBS-Friboi crescem 183,9% em 1 ano
AGÊNCIA ESTADO
O grupo JBS-Friboi obteve a maior porcentual de crescimento nas vendas externas de carne em janeiro na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), divulgados ontem.
A receita das exportações da companhia no período somou US$ 172,249 milhões, aumento de 183,98%. Em janeiro de 2010, a JBS exportou US$ 60,656 milhões. No ranking das 40 principais exportadoras do país, a JBS aparece em sexto lugar. O Bertin, incorporado em
setembro de 2009 pelo grupo, cujos números ainda são divulgados separadamente pela Secex, não figurou na lista de janeiro.
Porém, entre as companhias do setor, a maior recei- ta com vendas externas é da BRF - Brasil Foods, com US$ 359,866 milhões, aumento de 34,4% ante os US$ 267,738 milhões registrados em janeiro de 2009.
SADIA
Somente a Sadia, que ocupou o quinto lugar no ranking, exportou US$ 199,006 milhões, alta de 58,09%, e a BRF (antiga Perdigão), US$ 160,860 milhões, incremento de 13,40%, ficando em nono lugar na lista. Embora a Sadia tenha sido incorporada contabilmente pela BRF, as empresas continuam separadas operacionalmente, aguardando a aprovação da fusão pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a Secex divulga os dados das duas companhias separadamente.
SEARA
A Seara Alimentos, adquirida pela Marfrig Alimentos no início de 2010, ficou na 24ª posição entre as 40 principais exportadoras do País, com receita de US$ 107,059 milhões, avanço de 86,31% ante os US$ 57,464 milhões de janeiro de 2010. A Marfrig e o frigorífico Minerva não apareceram na lista da Secex de janeiro.
FONTE: ACRIMAT
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
ESTAMOS COMPRANDO TERNEIROS
SOMENTE EUROPEUS
INTEIROS OU CASTRADOS

INFORMAÇÕES COM LUND
8111.3550 ou 9994.1513
INTEIROS OU CASTRADOS
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CNA lança site sobre o Novo Código Florestal
“O Código Florestal precisa ser atualizado para que o Brasil continue produzindo alimentos e preservando o meio ambiente. Não queremos autorização para desmatar. Queremos trabalhar na legalidade. Com segurança jurídica. A agropecuária brasileira tem potencial para multiplicar a produção de alimentos sem derrubar nenhuma árvore.” Essa é a grande verdade que a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, Senadora Kátia Abreu, tem repetido, incansavelmente, para esclarecer a população sobre a necessidade de aprovação da proposta de alteração do Código Florestal, do deputado Aldo Rebelo, e a razão de ser do hotsite que está sendo lançado, nesta quarta-feira, 23 de fevereiro.
Este novo espaço dentro do Canal do Produtor, site do Sistema CNA/SENAR/ICNA, foi construído para que o produtor rural acompanhe a construção do novo Código e para que a sociedade brasileira saiba o que é verdadeiro e o que é falso no debate da proposta.
CONTEÚDO
O hotsite www.canaldoprodutor.com.br/codigoflorestal é de fácil navegação, didático e traz o seguinte conteúdo:
Histórico do Código Florestal: uma linha do tempo com as principais modificações do Código Florestal Brasileiro, desde 1934 até a aprovação da proposta de atualização do deputado Aldo Rebelo, em Comissão Especial do Congresso, em 2010.
Porque é preciso modificar o Código Florestal: De forma clara e direta, a CNA faz um pequeno resgate da evolução da agropecuária brasileira e explica o que vai acontecer com a produção brasileira, caso a proposta do deputado Aldo Rebelo não seja aprovada até junho deste ano.
A Proposta do Relator: Íntegra da proposta e os principais pontos.
Mapa: Os seis Biomas brasileiros, com áreas totais e preservadas.
Gráficos: Área das propriedades rurais privadas e ocupação do território brasileiro.
Verdadeiro e Falso: Neste espaço, a CNA esclarece o que é verdadeiro e o que é falso no debate da proposta de atualização do Código Florestal, que está sendo feito desde a aprovação na Comissão Especial do Congresso.
“As mudanças propostas estão sendo preparadas para beneficiar os grandes produtores.”
[Falso]
A lei se aplica a todos. Mas as mudanças beneficiam prioritariamente os pequenos produtores, que terão obrigatoriamente a preservação da APP, mas serão dispensados de recompor o eventual passivo da Reserva Legal em sua propriedade desde que o desmatamento tenha ocorrido até julho de 2008.
Quadro Comparativo: Entre o Código Florestal (Lei 4771/65) e o Substitutivo de autoria do Deputado Aldo Rebelo ao PL 1.876/99, com comentários sobre as mudanças.
Artigos: Neste espaço haverá sempre um artigo sobre Código Florestal em destaque e links para outros publicados no Site www.canaldoprodutor.com.br
Notícias: Área com as notícias já publicadas no Canal do Produtor desde o início dos debates e acompanhamento das discussões, com a com a volta do assunto à pauta do Congresso Nacional.
FONTE: CNA
Este novo espaço dentro do Canal do Produtor, site do Sistema CNA/SENAR/ICNA, foi construído para que o produtor rural acompanhe a construção do novo Código e para que a sociedade brasileira saiba o que é verdadeiro e o que é falso no debate da proposta.
CONTEÚDO
O hotsite www.canaldoprodutor.com.br/codigoflorestal é de fácil navegação, didático e traz o seguinte conteúdo:
Histórico do Código Florestal: uma linha do tempo com as principais modificações do Código Florestal Brasileiro, desde 1934 até a aprovação da proposta de atualização do deputado Aldo Rebelo, em Comissão Especial do Congresso, em 2010.
Porque é preciso modificar o Código Florestal: De forma clara e direta, a CNA faz um pequeno resgate da evolução da agropecuária brasileira e explica o que vai acontecer com a produção brasileira, caso a proposta do deputado Aldo Rebelo não seja aprovada até junho deste ano.
A Proposta do Relator: Íntegra da proposta e os principais pontos.
Mapa: Os seis Biomas brasileiros, com áreas totais e preservadas.
Gráficos: Área das propriedades rurais privadas e ocupação do território brasileiro.
Verdadeiro e Falso: Neste espaço, a CNA esclarece o que é verdadeiro e o que é falso no debate da proposta de atualização do Código Florestal, que está sendo feito desde a aprovação na Comissão Especial do Congresso.
“As mudanças propostas estão sendo preparadas para beneficiar os grandes produtores.”
[Falso]
A lei se aplica a todos. Mas as mudanças beneficiam prioritariamente os pequenos produtores, que terão obrigatoriamente a preservação da APP, mas serão dispensados de recompor o eventual passivo da Reserva Legal em sua propriedade desde que o desmatamento tenha ocorrido até julho de 2008.
Quadro Comparativo: Entre o Código Florestal (Lei 4771/65) e o Substitutivo de autoria do Deputado Aldo Rebelo ao PL 1.876/99, com comentários sobre as mudanças.
Artigos: Neste espaço haverá sempre um artigo sobre Código Florestal em destaque e links para outros publicados no Site www.canaldoprodutor.com.br
Notícias: Área com as notícias já publicadas no Canal do Produtor desde o início dos debates e acompanhamento das discussões, com a com a volta do assunto à pauta do Congresso Nacional.
FONTE: CNA
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Abrafrigo pede ao BNDES apoio a pequenos frigoríficos
A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) enviou hoje uma carta ao presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, pedindo apoio, por meio de financiamentos, aos pequenos e médios frigoríficos de carne bovina dentro da nova Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), em elaboração pelo governo federal.
De acordo com a entidade, em nota, há um número significativo de empresas instaladas no País sob supervisão do Serviço de Inspeção Federal (SIF) que demandam apoio para os seus projetos de crescimento e desenvolvimento sustentável. "Para os projetos que eventualmente forem apresentados ao BNDES, os quais tenham as devidas garantias reais, essa ajuda é necessária. Assim como o estabelecimento de uma política de médio e longo prazo para os pequenos e médios frigoríficos brasileiros, em particular no âmbito do PDP que ora se encontra em fase de definições", declarou o presidente da Abrafrigo, Péricles Salazar, na nota.
Salazar ressaltou que os pequenos e médios frigoríficos possuem significativa participação econômica nos municípios nos quais atuam, "configurando-se como verdadeiras unidades de produção com elevado coeficiente multiplicador na geração de renda e riqueza do vasto interior do País."
FONTE: YAHOO!NOTICIAS
De acordo com a entidade, em nota, há um número significativo de empresas instaladas no País sob supervisão do Serviço de Inspeção Federal (SIF) que demandam apoio para os seus projetos de crescimento e desenvolvimento sustentável. "Para os projetos que eventualmente forem apresentados ao BNDES, os quais tenham as devidas garantias reais, essa ajuda é necessária. Assim como o estabelecimento de uma política de médio e longo prazo para os pequenos e médios frigoríficos brasileiros, em particular no âmbito do PDP que ora se encontra em fase de definições", declarou o presidente da Abrafrigo, Péricles Salazar, na nota.
Salazar ressaltou que os pequenos e médios frigoríficos possuem significativa participação econômica nos municípios nos quais atuam, "configurando-se como verdadeiras unidades de produção com elevado coeficiente multiplicador na geração de renda e riqueza do vasto interior do País."
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ENTREVISTA: Confira a entrevista com Caio Junqueira - Cross Investimentos
Boi: a oferta é muito restrita em todas as praças frigorificas do país. A semana tem reajuste de até R$ 2,00 no preço da arroba. Pecuarista deve liberar seu animal pronto em março e abril, mas não pressiona os preços que alcançaram o patamar de R$ 100,00 por arroba.
FONTE:NOTICIAS AGRICOLAS
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Oferta segue curta, arroba registra valorização e reposição melhora
Durante essa semana a oferta de boi gordo para o abate continuou restrita e preços novos estão pipocando na maioria das regiões do País. O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 105,51/@ na última quarta-feira, com valorização de 1,11% na semana. O indicador a prazo acumulou alta de 0,79% no mesmo período, sendo cotado a R$ 107,14/@.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo a prazo

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio

Segundo o Cepea, representantes de frigoríficos estão recuados e inseguros quanto às vendas de carne nas próximas semanas. "Esse posicionamento recuado da indústria, por sua vez, até limita aumentos mais significativos nos preços da arroba, mas não tem sido suficiente para frear as altas. Isso ocorre porque, além de a oferta seguir bastante restrita, pecuaristas estão firmes em seus pedidos".
O leitor do BeefPoint, Eduardo Terra Peixoto, de Rondonópolis/MT, informou através do formulário de cotações do BeefPoint, que na sua região a arroba do boi gordo está sendo negociada a R$ 96,00 e a da vaca a R$ 87,00, ambas com prazo de 7 dias para pagamento. "Existe pouco boi gordo na região e o mercado está firme com tendência de alta, quem tem boi está dosando as ofertas no mercado. Está ocorrendo grande abate de fêmeas, pois a vaca está dando mais margem aos frigoríficos, estão melhor acabadas. Tem muito produtor trocando uma vaca por 1,6 bezerros", comentou Peixoto.
Pecuaristas do Mato Grosso reclamam da falta de manutenção e pavimentação das vias de escoamento no Estado, agravada ainda mais durante o escoamento da safra de grãos. Há casos em que a precariedade de acesso aos animais nas fazendas está afugentando os frigoríficos, que responsáveis pelo transporte, acabam desistindo das compras.
Diogo Castilho comentou: "vendemos hoje mais boi de R$106,00/@ no prazo, para carregar na terça e morrer na quarta dia 2/03. Negócios só saem na banda mais alta".
Manoel Torres Filho, de Tupi Paulista/SP, afirmou que o mercado do boi segue firme, "sempre com aquela briga entre frigorífico querendo pagar 1 ou 2 reais a menos, mas acaba pagando o que o pecuarista quer". Ele completou dizendo que "o mercado de reposição está calmo e com poucos negócios, a oferta de bezerros também não é grande".
Eduardo Lund, de Pelotas/RS, disse que na sua região o mercado de gado magro quase não tem oferta. "Não temos terneiros, novilhos, vaca de invernar, etc".
Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.
Na reposição o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 706,20/cabeça na última quarta-feira, com variação negativa de 2,73% na semana. Assim a relação de troca melhorou, subindo para 1:2,47.
A margem bruta na reposição também melhorou, acumulando alta de 3,91% e sendo calculada em R$ 1034,72. Este valor está 53,21% acima do apurado no mesmo período ano passado, quando valor que sobra da operação de venda de um boi gordo de 16,5@ e compra de um bezerro desmamado e que será usado para investimentos, pagamento de contas e salários e lucro, era de R$ 675,38.
Gráfico 2. Margem bruta na reposição

Segundo o Boletim Intercarnes, a demanda segue retraída. Apesar dos recuos registrados no início da semana, os frigoríficos trabalham com escalas curtas, as ofertas de carne com osso continuam regulares e vão mantendo os preços estáveis. Com o início do mês de março e o feriado do Carnaval o consumo deve melhorar, sustentando os preços nos próximos dias.
No atacado paulista, o traseiro foi negociado a R$ 7,80, o dianteiro a R$ 5,20 e a ponta de agulha a R$ 4,80. O equivalente físico foi calculado em R$ 95,94/@, acumulando desvalorização de 2,07% na semana. O spread (diferença) entre indicador e equivalente está em R$ 9,57/@, bem acima da média dos últimos 12 meses, que é de R$ 4,68/@ e causando apreensão nos compradores que seguem tentando evitar novas elevações nos preços da arroba.
Tabela 2. Atacado da carne bovina

Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo a prazo
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio
Segundo o Cepea, representantes de frigoríficos estão recuados e inseguros quanto às vendas de carne nas próximas semanas. "Esse posicionamento recuado da indústria, por sua vez, até limita aumentos mais significativos nos preços da arroba, mas não tem sido suficiente para frear as altas. Isso ocorre porque, além de a oferta seguir bastante restrita, pecuaristas estão firmes em seus pedidos".
O leitor do BeefPoint, Eduardo Terra Peixoto, de Rondonópolis/MT, informou através do formulário de cotações do BeefPoint, que na sua região a arroba do boi gordo está sendo negociada a R$ 96,00 e a da vaca a R$ 87,00, ambas com prazo de 7 dias para pagamento. "Existe pouco boi gordo na região e o mercado está firme com tendência de alta, quem tem boi está dosando as ofertas no mercado. Está ocorrendo grande abate de fêmeas, pois a vaca está dando mais margem aos frigoríficos, estão melhor acabadas. Tem muito produtor trocando uma vaca por 1,6 bezerros", comentou Peixoto.
Pecuaristas do Mato Grosso reclamam da falta de manutenção e pavimentação das vias de escoamento no Estado, agravada ainda mais durante o escoamento da safra de grãos. Há casos em que a precariedade de acesso aos animais nas fazendas está afugentando os frigoríficos, que responsáveis pelo transporte, acabam desistindo das compras.
Diogo Castilho comentou: "vendemos hoje mais boi de R$106,00/@ no prazo, para carregar na terça e morrer na quarta dia 2/03. Negócios só saem na banda mais alta".
Manoel Torres Filho, de Tupi Paulista/SP, afirmou que o mercado do boi segue firme, "sempre com aquela briga entre frigorífico querendo pagar 1 ou 2 reais a menos, mas acaba pagando o que o pecuarista quer". Ele completou dizendo que "o mercado de reposição está calmo e com poucos negócios, a oferta de bezerros também não é grande".
Eduardo Lund, de Pelotas/RS, disse que na sua região o mercado de gado magro quase não tem oferta. "Não temos terneiros, novilhos, vaca de invernar, etc".
Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.
Na reposição o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 706,20/cabeça na última quarta-feira, com variação negativa de 2,73% na semana. Assim a relação de troca melhorou, subindo para 1:2,47.
A margem bruta na reposição também melhorou, acumulando alta de 3,91% e sendo calculada em R$ 1034,72. Este valor está 53,21% acima do apurado no mesmo período ano passado, quando valor que sobra da operação de venda de um boi gordo de 16,5@ e compra de um bezerro desmamado e que será usado para investimentos, pagamento de contas e salários e lucro, era de R$ 675,38.
Gráfico 2. Margem bruta na reposição
Segundo o Boletim Intercarnes, a demanda segue retraída. Apesar dos recuos registrados no início da semana, os frigoríficos trabalham com escalas curtas, as ofertas de carne com osso continuam regulares e vão mantendo os preços estáveis. Com o início do mês de março e o feriado do Carnaval o consumo deve melhorar, sustentando os preços nos próximos dias.
No atacado paulista, o traseiro foi negociado a R$ 7,80, o dianteiro a R$ 5,20 e a ponta de agulha a R$ 4,80. O equivalente físico foi calculado em R$ 95,94/@, acumulando desvalorização de 2,07% na semana. O spread (diferença) entre indicador e equivalente está em R$ 9,57/@, bem acima da média dos últimos 12 meses, que é de R$ 4,68/@ e causando apreensão nos compradores que seguem tentando evitar novas elevações nos preços da arroba.
Tabela 2. Atacado da carne bovina
Podemos dizer que com o desemprego nos menores níveis da história do País e a renda média da população avançando, o apetite do consumidor brasileiro pelos cortes de carne bovina vem aumentando. Mas a produção não tem acompanhado essa ampliação da demanda.
Fábio Romão, economista da consultoria LCA, destaca que os preços da carne já estão em nível historicamente alto, e não deve haver uma nova elevação nos moldes de 2010, mas sim a manutenção dos preços no atual patamar elevado. "Projetamos uma alta da carne em torno de 2% no IPCA de 2011", disse Romão. "Mas os preços seguirão pressionados em 2011 e 2012. Poderemos ver, por conta do ciclo de safra, pequenas quedas ou altas", destacou.
De acordo com dados do Cepea, o preço da carne bovina no atacado está 113% acima do valor do frango negociado pelos frigoríficos. Segundo a analista Camila Ortelar, a média da carcaça bovina está em R$ 6,49 o quilo neste mês, ante o preço médio de R$ 3,04 do quilo do frango congelado.
A diferença entre o preço das duas proteínas é a maior pelo menos desde 2004 -ano de início da base de dados do Cepea para esses produtos. Em fevereiro de 2010, por exemplo, a carne bovina estava 80% mais cara do que a de frango. Quanto maior essa diferença, maior é o estímulo para o consumidor trocar a carne bovina pelo frango no cardápio.
Fábio Romão, economista da consultoria LCA, destaca que os preços da carne já estão em nível historicamente alto, e não deve haver uma nova elevação nos moldes de 2010, mas sim a manutenção dos preços no atual patamar elevado. "Projetamos uma alta da carne em torno de 2% no IPCA de 2011", disse Romão. "Mas os preços seguirão pressionados em 2011 e 2012. Poderemos ver, por conta do ciclo de safra, pequenas quedas ou altas", destacou.
De acordo com dados do Cepea, o preço da carne bovina no atacado está 113% acima do valor do frango negociado pelos frigoríficos. Segundo a analista Camila Ortelar, a média da carcaça bovina está em R$ 6,49 o quilo neste mês, ante o preço médio de R$ 3,04 do quilo do frango congelado.
A diferença entre o preço das duas proteínas é a maior pelo menos desde 2004 -ano de início da base de dados do Cepea para esses produtos. Em fevereiro de 2010, por exemplo, a carne bovina estava 80% mais cara do que a de frango. Quanto maior essa diferença, maior é o estímulo para o consumidor trocar a carne bovina pelo frango no cardápio.
FONTE: BEEFPOINT
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
14:50
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