sábado, 20 de fevereiro de 2010
Argentina aumenta a importação de carne bovina do Uruguai
O Senasa afirma que, durante 2009, foram importadas 793 toneladas de carnes frescas ao custo de US$ 1,47 milhão. Para um país que possui um consumo per capita anual de 73 quilos, o volume importado é irrisório, mas evidencia a crise da pecuária na Argentina. Com base nas estimativas de janeiro, o consultor pecuarista Ignácio Iriarte projeta um aumento das importações argentinas de carne uruguaia durante 2010, chegando a 2.400 toneladas. O volume representa menos de 1% do consumo argentino.
As províncias de Entre Ríos, Corrientes e Misiones compram 90% do asado (costela) uruguaio, conforme Iriarte. Das 580 mil toneladas de carne bovina que o Uruguai produz, 80% são para exportação. Contudo, com uma alta de preços que varia de 35% a 70%, desde o início do ano, a carne está sofrendo um boicote natural por parte dos argentinos. As associações de consumidores estão convocando a população a deixar de consumir carne bovina.
O vice-presidente da Associação de Proprietários de Açougues, Alberto Williams, disse que o consumo caiu 15% nos últimos 15 dias. Mas o vice-presidente da Câmara da Indústria e Comércio de Carnes da Argentina, Miguel Schiaretti, disse que o consumo de carne bovina no país terá uma queda de 25% neste ano.
Williams explicou que o governo está negociando um novo acordo de preços com os frigoríficos para baixar o preço da carne. O anúncio seria feito nesta sexta-feira pelo secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, que restringiu as exportações de carne desde 20 de dezembro. Durante a reunião semanal da sexta-feira passada que o secretário manteve com os representantes da indústria, Moreno avisou que as exportações continuarão restritas por mais três meses.
O novo acordo incluiria divisão de categorias dos cortes de carne, segundo a qualidade. Segundo a imprensa local, os cortes serão divididos em segmentos de consumo massivo, selecionado e premium.
DCI - Diário do Comércio & Indústria
Mercado da carne bovina deverá continuar patinando em fevereiro
A volta às aulas, o recebimento dos salários no início do mês e o carnaval eram apontados como possíveis fatores de recuperação para o preço da carne bovina no mercado atacadista, mas nenhuma das situações pareceu ter interferido de maneira verdadeiramente positiva sobre os preços. Aliás, o consumo tem se mostrado surpreendentemente fraco.
Mesmo assim, o mercado do boi gordo está firme.
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LEIA MAIS http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?CodNoticia=105581
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FONTE www.agrolink.com.br
Marfrig dobra a receita com exportações em janeiro
De acordo com o levantamento do órgão que pertence ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a Marfrig Alimentos foi a companhia do setor que apresentou o maior avanço no intervalo, de 110,6% na receita obtida com as vendas externas. A companhia exportou o equivalente a US$ 48,15 milhões no mês passado, ante US$ 22,86 milhões em janeiro de 2009. Em relação a dezembro, a expansão foi de 0,5%.
A Brasil Foods, no entanto, ocupa a posição de líder nas exportações de carnes e aparece como a oitava maior exportadora brasileira na relação do Ministério. Em janeiro de 2010, a antiga Perdigão vendeu ao exterior US$ 141,85 milhões. O levantamento do MDIC não fornece comparativo para essa indústria, que no ano passado passou por uma reestruturação. Em comparação com dezembro, houve uma queda de 14,8% nas exportações da companhia, que somaram US$ 166,62 milhões na ocasião.
A Sadia, que mesmo após a fusão continua separada da BRF operacionalmente, em obediência ao Acordo de Preservação da Reversibilidade da Operação (Apro) assinado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), vendeu a outros países US$ 125,88 milhões em janeiro, um crescimento de 2% em comparação ao mesmo período do ano passado, mas uma queda de 26,3% ante dezembro.
O Minerva, por sua vez, avança na lista dos maiores exportadores brasileiros, com um aumento de 57,6% nas vendas externas em janeiro. No mês passado, as exportações do frigorífico somaram US$ 64,95 milhões, ante US$ 41,2 milhões em janeiro de 2009. Em comparação a dezembro, houve retração de 10,9%.
As vendas externas da JBS Friboi a partir do Brasil cresceram 39,6% no primeiro mês de 2010, ante janeiro de 2009, para US$ 60,65 milhões. Em relação a dezembro, porém, o MDIC apurou uma retração de 25,2%. Já as exportações do frigorífico Bertin, que no ano passado se associou à JBS, permaneceram praticamente estáveis em janeiro e caíram 20,8% ante dezembro, somando US$ 79,82 milhões no mês passado.
FONTE A matéria é de Tatiana Freitas, da Agência Estado, resumida e adaptada pela equipe BeefPoint.
Consumo per capita de carne bovina sobe no Brasil
Pelas estimativas da AgraFNP, o consumo de carne bovina por habitante no mercado brasileiro ficou entre 33 e 34 quilos no ano passado - havia sido de 30 quilos no anterior. "Os preços da carne caíram, o que estimulou o consumo", disse José Vicente Ferraz , diretor da AgraFNP.
Ele observou que tais números podem sofrer alguma alteração após a divulgação de dados oficiais de abate de bovinos em 2009 pelo IBGE, ainda neste primeiro semestre.
Para este ano, o analista estima novo aumento do consumo per capita de carne bovina no Brasil. "Não vai crescer tanto [como em 2009], mas deve crescer", afirmou. Ele acredita em incremento menor porque espera melhora nas exportações do produto este ano. Em 2009, foram 1,139 milhão de toneladas, queda de 12%.
Ferraz observou que o comportamento do câmbio também influenciará o desempenho das exportações, mas lembrou que há uma recuperação da demanda internacional após um período desaquecimento em função da crise internacional.
Ele citou Rússia e Venezuela como exemplo de mercados que devem voltar a comprar do Brasil, já que estão sendo beneficiados pela alta do petróleo, o que eleva a receita desses países.
Com exportações maiores, os preços ao consumidor doméstico tendem a subir, o que deve segurar a demanda, acrescentou. (AAR)
FONTE Valor Econômico
Maria Gabriela Tonini comenta preços do boi gordo
Brasil ganha espaço na venda de boi em pé e ameaça líderes
O Pará é o maior estado produtor, seguido pelo Rio Grande do Sul. Juntas, as duas regiões respondem por 98% das negociações do setor no mercado externo. "Começamos em 2003 exportando duas mil cabeças, hoje são 518 mil", diz Silva.
De acordo com números da Scot, no ano passado, o faturamento do setor no Brasil foi de US$ 419,5 milhões ante os US$ 740,2 mil de 2003.
A estimativa positiva da USDA, segundo Silva, se deve a sinalização da Venezuela: somente em janeiro, os venezuelanos adquiriram 35% a mais do que no mesmo período em 2009. O analista afirma ainda que mesmo com a desvalorização do dólar, o que encarece o produto brasileiro no mercado externo, as exportações de bois vivos em janeiro, se comparado ao mesmo período de 2009, recuou 1%, enquanto o faturamento cresceu 18%.
O Líbano - que prefere fazer o abate religioso em seu território, o halal, de acordo com os rituais islâmicos - importa do Brasil desde 2003. No entanto, de acordo com levantamento da Scot, a Venezuela, que começou a negociar com o País apenas em 2007, importou em três anos 139, 5 mil cabeças a mais do que os libaneses. "A política de tabelamento do preço interno na Venezuela, em 2007, desestimulou a produção local, acarretando em aumento de importação", diz Silva.
De acordo com o analista, o estudo da USDA aponta que os números de exportação do Canadá devem se manter estáveis em 2010, em torno de 1,2 milhão de cabeças. Já o México pode avançar este ano além da taxa mundial de crescimento (8%). Em 2009, os mexicanos exportaram 925 mil cabeças. A Austrália também se estabilizará na casa dos 910 mil animais vivos vendidos.
Para Ricardo Merola, pecuarista e presidente da Associação Nacional de Confinadores (Assocon), o crescimento das exportações de boi em pé está beneficiando os produtores do norte, Pará e Tocantins que vendiam gado abaixo do preço de mercado. "Vem em boa hora. O excesso de oferta permitia que os frigoríficos pagassem pouco", comenta.
Até o ano retrasado, ainda segundo o pecuarista, o Brasil comercializava apenas boi gordo, de aproximadamente 450 quilos. Hoje, a tendência é ganhar mercado externo com o gado de 300 quilos (ou 10 arrobas).
"O Oriente e a América Central tiveram problemas com rebanho e para repor estoque devem comprar gado magro." De acordo com o analista, Tocantins começou a exportar em 2009.
Silva disse que o Pará tem a vantagem também de contar com condições geográficas favoráveis que facilitam a comercialização, além de um custo de produção menor.
Segundo o analista, as chances de o Brasil ampliar ainda mais o leque de países compradores e seguir rumo ao topo do ranking mundial também depende da não sobrevalorização do real. "Uma cotação ideal seria o dólar entre R$ 1,90 e R$ 1,95", estima.
Para Merola e Silva, o avanço das exportações de animais vivos não compromete o setor de carne in natura. "O vivo responde por 1% do montante abatido", afirma o analista.
De acordo com o pecuarista, o crescimento de mercado externo para o País vai ocorrer até que os preços estejam equilibrados, ou seja, se um subir o outro tende a cair . "A disputa seria semelhante a do álcool com a gasolina em relação aos carros bicombustíveis", compara Merola.
Em 2009, o Brasil também exportou para o Egito um total de 8.208 cabeças, e para Angola, em 2008 e no ano passado, 120 bois em pé. Em anos anteriores, o Uruguai, em 2003, o Paraguai, em 2004 e 2005, e a Bolívia, em 2007 e 2008 também importaram do País um total de 1.701 bois em pé.
FONTE www.dci.com.br
Pecuária cresce no mundo e precisa de investimentos, diz FAO
A pecuária, que contribui com 40% do valor global da produção agropecuária e tem crescido rapidamente, deve se ampliar impulsionada pela demanda em países em desenvolvimento já que a renda das pessoas aumenta e elas se mudam para as cidades, de acordo com a FAO.
LEIA MAIS http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=62325
FONTE IG/ULTIMO SEGUNDO
Expansão do mercado externo para carne brasilelira é prioridade em 2010
De acordo com o ministro, as negociações para a venda de carne suína estão sendo intensificadas ao Japão, China, União Europeia e Croácia, países que juntos podem importar US$ 49,7 bilhões ao ano. Para a carne bovina, o governo brasileiro pretende chegar a mercados como Taiwan, Malásia e Indonésia, que têm a Austrália como principal fornecedora e compram, anualmente, US$ 763 milhões.
Para o ministro, o México é um dos países mais difíceis de ser acessado, por três questões: facilidade logística de importar dos Estados Unidos, o acordo do Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta), que permite o estreito comércio dos mexicanos; e o desenvolvimento da produção interna.
"Poderíamos fornecer carne suína e lácteos, por exemplo, a preços mais competitivos, mas por conta de um mercado ajustado, temos dificuldades", disse.
Para o ano de 2010, a estratégia de ampliação das exportações é a persistência. Stephanes informou que há previstas 19 missões de negociações a 23 países, além de 12 missões comerciais.
FONTE: Nadia Nadalon-estagiária (www.capitalnews.com.br)
Funrural: Contribuição ao SENAR continua valendo
O STF declarou a inconstitucionalidade do artigo 1º da Lei 8.540/92 ao julgar o Recurso Extraordinário nº 363852, interposto pelo Frigorífico Mataboi S.A., de Mato Grosso do Sul, por entender que a contribuição previdenciária do FUNRURAL foi instituída por uma lei ordinária e não por uma lei complementar, como deveria ter ocorrido. O STF conheceu e deu provimento ao recurso extraordinário para desobrigar os recorrentes da retenção e do recolhimento da contribuição previdenciária ou do seu recolhimento por subrrogação sobre a “receita bruta proveniente da comercialização da produção rural” de empregadores, pessoas físicas, fornecedores de bovinos para abate, declarando a inconstitucionalidade do artigo 1º da Lei nº 8.540/92, que deu nova redação aos artigos 12, incisos V e VII, 25, incisos I e II, e 30, inciso IV, da Lei nº 8.212/91, com a redação atualizada até a Lei nº 9.528/97, até que legislação nova, arrimada na Emenda Constitucional nº 20/98, venha a instituir a contribuição.
O Tribunal julgou o caso concreto de uma empresa, o Frigorífico Mataboi. Portanto, a declaração de inconstitucionalidade aplica-se apenas a essa empresa, não se estendendo aos demais produtores.
O FUNRURAL é uma contribuição substitutiva da cota patronal do encargo previdenciário (20%) mais o percentual do RAT – Riscos Ambientais do Trabalho (3%) dos produtores rurais pessoas físicas e jurídicas e também das empresas agroindustriais. Para o segurado especial o FUNRURAL é o custeio de sua previdência, servindo para aposentadoria e outros benefícios junto ao INSS.
A alíquota do FUNRURAL é de 2,1%, sendo 2,0% para o INSS e 0,1% para o RAT. A contribuição ao SENAR, de 0,2%, não faz parte do FUNRURAL, ainda que seja sobre o valor da comercialização da produção e recolhida na mesma GPS – Guia da Previdência Social, pois tem natureza jurídica diferente do FUNRURAL.
A contribuição devida ao SENAR sobre a receita bruta da comercialização da produção, prevista no artigo 1º da Lei nº 8.315/91, artigo 2º da Lei 8.540/92 e na Lei 9.528/97, com a redação dada pela Lei 10.256/2001, continua sendo obrigatória, eis que a mesma possui natureza jurídica distinta e o STF declarou inconstitucional tão somente a contribuição devida à previdência social, não eximindo os produtores rurais pessoas físicas e jurídicas de efetuar o recolhimento da contribuição ao SENAR.
Permanece também a obrigação prevista no parágrafo 5º do artigo 11 do Decreto 566/92, com a redação dada pelo Decreto 790/93, a empresa adquirente, consumidora ou consignatária ou a cooperativa ser subrrogadas na obrigação de reter e efetuar o recolhimento da contribuição ao SENAR do valor descontado do produtor rural pessoa física, sob pena de responsabilidade.
Não houve, portanto, qualquer alteração quanto ao recolhimento da contribuição para o SENAR, permanecendo a obrigação da retenção e do recolhimento por subrrogação da contribuição sobre a receita bruta proveniente da comercialização da produção rural, na alíquota de 0,2% para os produtores rurais pessoas físicas (empregadores), bem como para os Produtores Segurados Especiais.
O recolhimento para o SENAR continuará a ser efetuado através da Guia da Previdência Social (GPS) e arrecadada pela Receita Federal, como contribuição devida a Terceiros (SENAR), Códigos de Pagamento 2704, 2607, 2437 2011 se houver recolhimento concomitante para a Previdência Social, ou os Códigos de Pagamento 2615 e 2712, se for recolhimento apenas para o SENAR – Campo 09 – Valor de Outras Entidades.
Fonte: CNA
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
CONDIÇÕES DE COMPRA DA ANGUS INTERNATIONAL EXPORTAÇÃO DE ANIMAIS LTDA

Prezados senhores,
Abaixo nossas condições de compra;
- GADO EUROPEU PESO MÍNIMO 170 KG até 300 KG, EM NOSSA FAZENDA
PESO INDIVIDUAL-INTEIRO
PREÇO:R$ 2,50 p/Kg – EUROPEU PURO
R$ 2,30 p/Kg – CRUZA DE RAÇAS EUROPÉIAS
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- TOURO EUROPEU PESO MÍNIMO 300 KG até 400 KG, EM NOSSA FAZENDA
PESO INDIVIDUAL - INTEIRO
PREÇO :R$ 2,30 p/Kg – EUROPEU PURO
R$ 2,15 p/Kg – CRUZA DE RAÇAS EUROPÉIAS
Lembramos da importância de que os animais que sejam enviados a nossa concentração se ajustem às condições de compra.
1) Condições de pagamento : 10 dias úteis, a partir da chegada em nossa fazenda.
2) Condições Físicas e Sanitárias : Os animais recebidos deveram encontrar-se em boas condições físicas e sanitárias, do contrario serão refugados.
3) Pesagem / Balança : Local indicado por Angus International Exportação de Animais Ltda.
- Solicitamos nos confirmarem via fax ou telefone os lotes comprado, mencionando categoria, peso, procedência e raça, para que possamos planejar as cargas.
- Vimos por meio deste fax informar aos senhores que nossos preços se manterão os mesmos desta condição até o final do embarque, assim como a pesagem na balança na Vila da Quinta - Rio Grande, por conseqüência não insistir neste assunto.
Angus International Exportação de Animais Ltda
Endereço : Vila da Quinta , Br 471, Km 428 – Rio Grande
COMPRA DE GADO

ESTAMOS CREDENCIADOS A COMPRAR GADO PARA EXPORTAÇÃO ( NAVIO )
CONTATO COM LUND PELOS TELEFONES: 81113550 OU 99941513
*Foto ilustrativa.
MOEDA DE TROCA

TRATAR COM LUND FONE 81113550 ou 99941513
Comércio internacional de carne bovina em 2010
Austrália e Argentina devem reduzir em 1,2% e 12,5%, respectivamente, suas produções em 2010. Os Estados Unidos devem reduzir em 1,6% o total produzido e a produção na Rússia deve diminuir 1,2%.
Brasil e Uruguai terão incrementos de 4% e 6,9%, respectivamente, em suas produções.
Segundo o USDA, as exportações também cairão na Argentina e Austrália. No Brasil, o departamento americano prevê um aumento de 20,3% nos embarques. O Uruguai deve aumentar 16,1% suas exportações e os Estados Unidos, 6,6%.
Fonte: Scot Consultoria
CARNE PAMPA - COTAÇÕES

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Analistas acreditam em alta do boi gordo, após a Páscoa
Para analista, criador do boi gordo deve perder a briga com frigoríficos
“Nos últimos, meses tivemos muita chuva -o pasto está bom- e todo mundo está segurando o gado, vai chegar a hora em que haverá uma enxurrada de animais na praça e o preço da arroba vai cair”, prevê João Pedro Dias da Sophus Consultoria, lembrando que a estabilidade dos dois últimos meses foi melhor que uma queda.
A notícia boa é que no mercado externo, segundo Dias, as exportações de carne brasileira melhoraram tanto em volume quanto em valor. Além disso, a apreciação do dólar frente ao real tornou a carne brasileira mais competitiva no mercado internacional, o que deve ampliar o espaço ocupado por ela. Maior volume significa mais abates, o que pode puxar os preços.
Pouco churrasco - Por outro lado, o mesmo não é observado no mercado interno, que, desde o fim de novembro, época em que tradicionalmente há uma alta no consumo, não vê a venda de carne aumentar. Quanto ao preço, esse se mantém estável, no mercado paulista o quilo do dianteiro é contado a R$ 3,25 e do traseiro a R$ 6,15 (média).
O mesmo acontece com o preço da arroba do boi gordo, que se mantém estável desde o começo de dezembro. Em Campo Grande houve uma pequena variação para cima na semana passada, 1,47% para o boi e 1,57% para a vaca. Apenas o suficiente para elevar as duas cotações em R$ 1,00. (Fonte: Jefferson da Luz/Acrissul)
Fonte: Redação Capital News (www.capitalnews.com.br)
CULINÁRIA
Receita enviada por Rubens Wilmers)
* 1 kg de file mignon
* 1 cebola grande
* 200 g de catupiry
* 300 g de mussarela
* Molho inglês
* SalModo de Preparo
1. Fatiar o filé Mignon em tiras com cerca de 1 dedo (mindinho) de comprimento e largura
2. Fatiar a cebola
3. Fritar as tiras de filé mignon colocando molho inglês e sal a gosto
4. Esta etapa é só para corar a carne, pois ela vai para o forno depois
5. Fritar as fatias de cebola com molho inglês e sal a gosto
6. Depois de fritar tudo, colocar a uma camada de carne (como se fosse a montagem de uma lasanha) no fundo de um refratário
7. Em cima da camada de carne, colocar uma camada generosa de cebola e depois catupiry, por último, colocar uma camada de mussarela
8. Repetir o passo acima, pois no refratário médio vamos ter 2 camadas de carne, 2 camadas de cebola, 2 camadas de catupiry e 2 camadas de mussarela
9. Após colocar a segunda camada de todos os ingredientes, colocar um pouco de orégano em cima da mussarela (colocar quatro fatias de tomate também é opcional)
10. Pré-aquecer o forno
11. Colocar o refratário no forno pré-aquecido, na temperatuta média, por cerca de 15 - 20 minutos (para que além da mussarela, o catupiry também derreta além da dar uma "assada" na carne)
Obs.: Vai bem como prato principal acompanhado de arroz branco ou ainda como petisco acompanhado por exemplo de pão com alho feito no forno. Fica uma delícia!
FONTE www.tudogostoso.uol.com.br
Inflação
O executivo relata que, desde dezembro, a ordem de Moreno é de permitir os embarques somente dos cortes destinados à Europa, que fazem parte da Cota Hilton, miúdos e carne processada. "Os cortes nobres não são os preferidos dos argentinos, e os outros dois são absolutamente descartáveis pelos consumidores locais", detalha a fonte. O artesão Pablo Rocha, de 47 anos, que vive na periferia de Buenos Aires e tem a carne como uns dos principais produtos do cardápio, discorda do executivo. Ele diz que o argentino consome os cortes mais baratos porque não pode pagar os que custam mais caro e são exportados para a Europa, como o filé (lomo), contrafilé (bife-angosto), ponta do contrafilé (bife ancho), picanha (tapa de cuadril) e a alcatra (cuadril).
"Nós não compramos filé porque nos vendem aqui a preços altíssimos, como se fossem em euros ou dólares. Mas a gente ganha em pesos e gasta em pesos", reclamou Rocha, um típico argentino que prepara churrasco (asado) para o jantar da família, pelo menos três vezes por semana. Contudo, o alvo do secretário Moreno é o de garantir preços mais baixos dos cortes populares. Na reunião de hoje, Moreno vai anunciar aos frigoríficos o aumento dos subsídios aos criadores de gado confinado em feedlots (currais fechados) para que eles aumentem a oferta das "promoções" semanais de carne que os supermercados realizam há seis meses.
Algumas das maiores redes de supermercados fizeram um acordo com o governo para vender os cortes populares por um preço de 6,99 pesos (R$ 3,40) o quilo. Pelo acordo, o frigorífico oferece ao comércio local a carne com o preço fixado pelo governo e em volume suficiente para atender à demanda. Em troca, o frigorífico "ganha" a licença de exportação dos cortes nobres para a Europa. Quem não entrega o volume acertado com Moreno recebe o sinal vermelho do Registro de Operações de Exportações (ROE), controlado pela Oficina Nacional de Controle Comercial Agropecuário (Oncca). Nesse cenário, segundo a fonte, somente 30% dos frigoríficos estão exportando seus produtos.
Na Oncca, o procedimento é desmentido e os assessores argumentam que "estão exportando todos os frigoríficos que cumprem as normas de exportação". O problema é que os produtores afirmam não ter animais para atender à demanda argentina e que a situação é reflexo da política agropecuária equivocada do governo, como afirmou à AE, ontem, o presidente o Instituto de Promoção da Carne Bovina, Miguel Schiaritti. Cristina, por sua vez, acusa os pecuaristas de esconder o gado para forçar uma alta dos preços. "Nunca estiveram lucrando tanto como agora", acusou a presidente durante um discurso na última quarta-feira.
A assessoria de imprensa do Ministério de Agricultura desmentiu a adoção de medidas para fechar totalmente as exportações. O sub-secretário de Pecuária, Alejandro Lotti, disse ao jornal La Nación que "não haverá medidas que atentem contra as exportações de carne, nem fecharão os embarques".
FONTE economia.estadao.com.br
Exportador argentino teme nova restrição na venda de carne bovina
Marina Guimarães, da Agência Estado
BUENOS AIRES - O governo de Cristina Kirchner declarou guerra aos "vilões" das altas de preço da carne bovina na Argentina. O fechamento total das exportações de carne, a exemplo do que ocorreu em 2006, pode ser retomado na avaliação dos exportadores, que já vêm sofrendo restrições às vendas externas desde o dia 20 de dezembro.
Com a disparada dos preços da carne, durante as festas de fim de ano, o governo decidiu permitir a venda externa somente da cota Hilton, para regular a oferta doméstica a preços acessíveis. Mas os preços internos não deixaram de subir e o alimento básico dos argentinos acumula alta de 40% desde dezembro. Alguns cortes registram altas de 70%. Fontes da indústria informaram à Agência Estado que existem fortes indícios de que o governo vai apertar o cerco contra as exportações.
O secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, o "xerife" dos preços do governo de Cristina Kirchner, vai se reunir, nesta tarde, com os representantes do setor. Desde o início da intervenção estatal no mercado da carne bovina, há cerca de três anos, Moreno realiza reuniões semanais com toda a cadeia de produção e comercialização de carne bovina. O objetivo é controlar os preços do produto que coloca a Argentina como número um em consumo per capita anual: 73 quilos.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Preço da carne dispara 35% na Argentina e causa indignação
Quando se trata do país mais carnívoro do mundo, com consumo anual de 73 kg por pessoa, o aumento tem a capacidade de gerar uma onda de insatisfação, levando o debate sobre a disparada de preços ao horário nobre da televisão e ao centro da política nacional.
O governo avalia novas medidas, como " acordos " de preços com o setor privado e o fechamento das exportações, e a presidente Cristina Kirchner culpou os pecuaristas pelos recentes aumentos. Segundo ela, os fazendeiros estão retendo o gado no campo para engordá-lo e ganhando dinheiro " como nunca ganharam em muito tempo " .
As declarações reacenderam a ira das entidades rurais, que já demonstravam um grau crescente de descontentamento por causa de problemas na comercialização do trigo. " Senhora presidente, em vez de ser cronista ou repórter, veja como resolver o problema da carne " , retrucou o dirigente da Federação Agrária Argentina, Eduardo Buzzi, anunciando um tratoraço na terça-feira, no interior do país.
A questão ganhou contornos inusitados. A rede de supermercados Coto, de um empresário argentino bem relacionado com o casal Kirchner e cuja mais nova unidade foi inaugurada pessoalmente pela presidente, alardeia uma " megapromoção " no sábado e domingo: a venda de 300 toneladas de cortes de exportação a " preços insuperáveis " - o preço foi uniformizado em 6,99 pesos o quilo. O mais curioso é que o anúncio foi feito por meio de uma entrevista do gerente comercial da rede à agência de notícias oficial Télam, uma espécie de porta-voz da Casa Rosada.
Diante da polêmica, a rede social Facebook entrou em cena, com a convocação de uma " greve de carne " a partir de segunda-feira. " Somos um grupo de consumidores que acreditamos que o aumento entre 40% e 60% é excessivo e injustificado " , apresenta-se a comunidade criada no Facebook. Com 5.129 membros ontem à noite e sob o slogan " basta de preços loucos " , a comunidade pede que os argentinos deixem de comprar carne por sete dias, uma verdadeira heresia para a cultura gastronômica da maioria da população.
No ano passado, a produção argentina de carne aumentou 11% e as exportações praticamente igualaram o recorde alcançado em 2005. Os números positivos contrastam com a previsão catastrófica, feita há menos de dois anos, de que a Argentina passaria a importar carne. Mas as estatísticas podem enganar, segundo a Câmara da Indústria e do Comércio de Carnes da Argentina. O abate cresceu em 1,2 milhões de cabeças na comparação com o ano anterior, mas 650 mil eram fêmeas.
Tecnicamente, quando as vacas representam mais de 40% do abate total, considera-se que há um processo de " liquidação de ventres " e desinvestimento. Com isso, especialistas estimam que a Argentina tenha 52 milhões de cabeças de gado hoje, oito milhões a menos do que em 2007.
A pressão sobre os preços se intensificou a tal ponto que o sindicalista Hugo Moyano, presidente da Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT), afirmou que " ninguém pode negar a inflação " . Pode parecer trivial para um dirigente sindical, mas Moyano é aliado-chave do casal Kirchner e deu um aval implícito para pedidos de reajustes salariais de 20% a 25%, quando o índice oficial de preços subiu apenas 7,7% no ano passado. Além disso, alguns sindicatos de categorias importantes já manifestaram a intenção de transformar as negociações em trimestrais.
O temor dos empresários é que os reajustes criem uma espiral inflacionária e aproximem cada vez mais a Argentina da Venezuela, hoje campeã absoluta da inflação na América Latina.
Em janeiro, consultorias privadas que fazem medições independentes registraram variação de 2,1% a 2,3% nos preços. A taxa do desacreditado Instituto Nacional de Estatísticas e Censo (Indec), cuja diretoria foi trocada em 2007 e que adotou uma nova metodologia para apurar a inflação, será divulgada hoje.
Para a consultoria Bein & Associados, só o aumento dos alimentos - em especial da carne - levará a inflação de fevereiro a um piso de 1,5%. " Mas acreditamos que o aumento dos preços será superior, em torno de 2% " , afirmou Marina Dal Pogetto, economista-chefe da consultoria. De estimativas iniciais próximas de 15%, as projeções dos analistas para a inflação de 2010 já subiram para mais de 20%.
Fonte: Valor Econômico
Farsul ingressa com ação contra o Funrural
FONTE http://www.agrolink.com.br/
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
NOTÍCIAS
Na semana passada, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu por unanimidade que é inconstitucional a contribuição ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) incidente sobre a receita bruta proveniente da comercialização de produtos rurais, conforme a Lei nº 8.540, de 1992, em julgamento a um recurso extraordinário do Frigorífico Mataboi.
O BeefPoint entrou em contato com advogados, lideranças e formadores de opinião para entender melhor qual o impacto desta decisão para o setor e como o pecuarista deve proceder para não pagar mais a contribuição e conseguir receber as cobranças indevidas.
Segundo Marcelo Guaritá Bento, advogado do escritório Diamantino Advogados Associados, a decisão só vale para o Frigorífico Mataboi. Isso significa que a contribuição não deixa de existir. Ele vale somente para o caso analisado. Mas é um precedente muito forte e firme para que outras ações semelhantes sejam julgadas da mesma forma.
Segundo o advogado, "as chances de recuperar os valores pagos indevidamente no passado dependem da documentação que cada produtor possui", ou seja o produtor precisa apresentar documentos que comprovem que este recolhimento foi feito. No caso dos pecuaristas que vendem animais aos frigoríficos, estes precisam apresentar as notas fiscais com o desconto do Funrural especificado.
Diante destas informações muitos usuários do BeefPoint comentaram que alguns frigoríficos não destacam este desconto. Como está sendo discriminado o Funrural na sua nota fiscal?
FONTE www.beefpoint.com.br
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CNA acredita que isenção de PIS/Cofins está próxima
O governo sinaliza com a possibilidade de retirar a incidência de PIS e Cofins de toda a cadeia produtiva do agronegócio, segundo informou ontem a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu (DEM-TO).
De acordo com a senadora, a desoneração completa ainda não é algo totalmente definitivo, mas o setor vem discutindo uma nova política agrícola com representantes dos Ministérios da Agricultura e da Fazenda.
"O ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços) ainda é um problema para o setor, mas o governo sinalizou que pode, pelo menos, tirar o PIS e a Cofins", disse a presidente da CNA.
Quem acompanha de perto as discussões pela confederação é a economista Rosemeire Santos. Ela disse que, em um mês, é possível que o grupo de estudo (que é composto também por representantes do Banco do Brasil, além de técnicos do governo e do setor privado) já apresente um novo modelo para o setor. "A ideia é trazer as novidades antes do anúncio do Plano Safra 2010/2011."
Segundo a economista da CNA, o grupo dividiu os estudos em duas partes. Uma trata do gerenciamento de riscos. "Isso está praticamente formatado, há até projetos de lei desenhados", comentou. A outra parte refere-se à questão tributária. "Já fizemos reuniões na Receita Federal e simulações das propostas já começaram a ser feitas."
Não haverá necessariamente, de acordo com Rosemeire, queda de arrecadação da Receita. A intenção é criar uma forma que reduza o pagamento de impostos pelo produtor.
"Sentimos até um certo desejo do governo de fazer alguma coisa diferente para o setor, mas é uma decisão política, que é complexa. Mas estamos falando do negócio do Brasil", enfatizou a senadora, ao defender uma nova política para o setor.
FONTE: A matéria é de Célia Froufe, publicada no jornal O Estado de S. Paulo, resumida e adaptada pela Equipe AgriPoint.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
PREÇOS DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO
INFORMAÇÃO VACA: DE R$ 4,90 a R$ 5,00
OBS: Compras só a rendimento.
País voltará a vender carne bovina para a África do Sul
Durante a divulgação das estimativas da safra 2009/10, o ministro disse que foi informado sobre o fim do embargo em uma conversa telefônica com uma autoridade sul-africana. "Isso representa a conquista de mais um mercado", disse o ministro. Segundo ele, o Brasil atualmente exporta carne bovina para 180 países, e a cada mês vai conquistando novos mercados.
De acordo com Stephanes, a princípio, o Brasil irá exportar apenas carne bovina desossada. "Falta assinar o acordo sanitário entre os dois países, documento que já está pronto", disse. Ele não fez previsões sobre os volumes que podem ser exportados ao mercado sul-africano.
Quando suspendeu as compras do Brasil, em 2005, a África do Sul havia comprado 11, 2 mil toneladas de carne bovina do país. O embargo foi imposto em outubro daquele ano em decorrência do surgimento de focos de febre aftosa nos Estados de Mato Grosso do Sul e Paraná.
FONTE: Valor Econômico
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
CONDIÇÕES DE COMPRA DA ANGUS INTERNATIONAL EXPORTAÇÃO DE ANIMAIS LTDA

Pelotas, 08 de fevereiro de 2010.
Prezados senhores,
Abaixo nossas condições de compra;
- GADO EUROPEU PESO MÍNIMO 170 KG até 300 KG, EM NOSSA FAZENDA
PESO INDIVIDUAL-INTEIRO
PREÇO:R$ 2,50 p/Kg – EUROPEU PURO
R$ 2,30 p/Kg – CRUZA DE RAÇAS EUROPÉIAS
- TOURO EUROPEU PESO MÍNIMO 300 KG até 400 KG, EM NOSSA FAZENDA
PESO INDIVIDUAL - INTEIRO
PREÇO :R$ 2,30 p/Kg – EUROPEU PURO
R$ 2,15 p/Kg – CRUZA DE RAÇAS EUROPÉIAS
Lembramos da importância de que os animais que sejam enviados a nossa concentração se ajustem as condições de compra.
1) Condições de pagamento : 10 dias úteis, a partir da chegada em nossa fazenda.
2) Condições Físicas e Sanitárias : Os animais recebidos deveram encontrar-se em boas condições físicas e sanitárias, do contrario serão refugados.
3) Pesagem / Balança : A definir
- Solicitamos nos confirmarem via fax ou telefone os lotes comprado, mencionando categoria, peso, procedência e raça, para que possamos planejar as cargas.
- Vimos por meio deste fax informar aos senhores que nossos preços se manterão os mesmos desta condição até o final do embarque, assim como a pesagem na balança do Engenho Iguatemi na Vila da Quinta - Rio Grande, por conseqüência não insistir neste assunto.
Dados para emissão da Nota de Venda :
Angus International Exportação de Animais Ltda
CNPJ 07.302.549/0001-80
I.E. 100/1098630
Endereço : Vila da Quinta , Br 471, Km 428 – Rio Grande
África do Sul abre mercado para carne bovina brasileira
FONTE WWW.NOTICIASAGRICOLAS.COM.BR
PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 08/02/2010 - PRAÇA RS
Ver todas cotações Ver gráfico
| MACHOS | Programa** | H & B*** |
| Carcaça | R$ 5,20 | R$ 5,19 |
| KG Vivo | R$ 2,60 | R$ 2,59 |
| FÊMEAS | Programa** | H & B*** |
| Carcaça | R$ 4,90 | R$ 4,83 |
| KG Vivo | R$ 2,32 | R$ 2,29 |
| * Valores p/ pagto em 30 dias a descontar Funrural ** Programa - Indicador Esalq/Cepea MaxP(6) *** H & B - Indicador Esalq/Cepea Prz(4) | ||
| PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA |
FONTE ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD
JBS aposta no mercado interno em 2010
As operações de bovinos no Brasil, cuja força no passado deram impulso a voos internacionais do JBS, voltam a ser uma das principais apostas do grupo em um momento em que o mercado global ainda sofre com as sequelas de uma de suas piores crises, avaliou Joesley Batista, presidente da maior empresa de proteína animal do mundo.
LEIA MAIS http://www.beefpoint.com.br/jbs-aposta-no-mercado-interno-em-2010_noticia_60464_15_166_.aspx
FONTE www.beefpoint.com.br
En la Argentina ya se vende asado de novillo uruguayo a precios populares

Gabriel Vidal, del frigorífico El Abasto, de Posadas, Misiones, dijo a Radio República: "Me sorprende día a día la suba del precio de la carne. Curiosamente no subió para las últimas fiestas de fin de año y todo se incrementa ahora".
LEIA MAIS http://www.urgente24.com/index.php?id=ver&tx_ttnews[tt_news]=136462&cHash=eaf577fba1
FONTE http://www.urgente24.com/
PREÇOS DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO

VACA: DE R$ 4,85 a R$ 4,95
OBS: Compras só a rendimento.
Marcelo Guaritá comenta decisão do STF sobre o Funrural
O BeefPoint entrou em contato com Marcelo Guaritá Bento - advogado do escritório Diamantino Advogados Associados, mestre em Direito do Estado e membro da ABDT (Academia Brasileira de Direito Tributário) - para esclarecer algumas dúvidas sobre o assunto.
Segundo Guaritá, a decisão foi proferida pelo Plenário do STF, que é o órgão máximo da Justiça Brasileira, no entanto, ocorreu em um tipo de processo, que só vale para o Mataboi. Isso significa que a contribuição não deixa de existir. Ele vale somente para o caso analisado.
"Mas é um precedente muito forte e firme. Na prática, o recado do STF é que todas as ações julgadas por aquele Tribunal deverão receber o mesmo entendimento. Isso, apesar de não ser obrigatório, gera uma orientação firme para os juízes do país: o Funrural é inconstitucional", completou.
Ele ainda que ressaltou, que, "o produtor que quiser ficar livre do pagamento da contribuição deverá entrar com a ação, pois a lei que obriga ao recolhimento continua existindo. Essa medida judicial pode ter dois objetivos: (i) Recuperar o passado e (ii) Não mais ter que recolher nas vendas futuras. Quem se apressar ainda pode conseguir recuperar 10 (dez) anos". "As chances de recuperar os valores pagos indevidamente no passado dependem da documentação que cada produtor possui", lembra.
FONTE www.beefpoint.com.br
* PREÇO DE VACA PARA INVERNAR EM 08/02/2010
VACA DE R$ 1,90 a R$ 2,00
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
CULINÁRIA
Ingredientes:
1 peça de Picanha c/ aprox. 1 Kg
2 kg e meio de sal grosso
Molho
4 colheres de sopa de manteiga
4 colheres de sopa de azeite
1 cebola (picada)
Modo de Preparo:
1.Cubra o fundo de uma assadeira com 1 kg do sal grosso
2.Coloque a picanha com a parte da gordura virada para cima
3.Cubra a carne com o restante do sal, não deixando nenhuma parte da carne exposta
4.Leve a assadeira para o forno a 200 graus por aproximadamente 2 horas
5.Retire a camada do sal e corte em fatias colocando o molho sobre a carne
6.Dica: a picanha pode ser colocada para assar congelada
Modo de Preparo do molho:
1.Aqueça a manteiga junto com o azeite em uma frigideira, frite a cebola por alguns instantes e derrame sobre a picanha preparada
Fonte: www.tudogostoso.uol.com.br
VALORES DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO

VACA: DE R$ 4,85 a R$ 4,95
OBS: Compras só a rendimento.
PREÇO MÉDIO DE TERNEIROS
* PREÇOS MÉDIOS DE TERNEIROS NA REGIÃO DE PELOTAS NA SEMANA DE 01.02.2010 A 06.02.2010
TERNEIROS R$ 2,40 A R$ 2,50
TERNEIRAS R$ 2,25 A R$ 2,35
NOTÍCIAS
O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, comprometeu-se ontem (03) a alterar, possivelmente já na próxima semana, uma circular interna da instituição que impede a tomada de crédito por produtores rurais que já tenham dívidas com agentes financeiros, mesmo quando há interesse na concessão, por parte dos bancos.
A informação foi divulgada por representantes da Frente Parlamentar do Agronegócio no Congresso Nacional e de produtores rurais, que se reuniram com Coutinho para tratar do tema. Ele iria tentar uma audiência com o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, ainda ontem, para colocá-lo a par da situação.
FONTE As informações são do jornal O Estado de S.Paulo, adaptadas pela Equipe AgriPoint.
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Funrural: STF julga que contribuição é inconstitucional
O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu por unanimidade que é inconstitucional a contribuição ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) incidente sobre a receita bruta proveniente da comercialização de produtos rurais, conforme a Lei nº 8.540, de 1992.
A contribuição, de 2,2% sobre a receita bruta, é paga pelos produtores rurais. Mas foram os frigoríficos, obrigados a reter e repassar o tributo ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que foram ao Judiciário contra a cobrança. Isso deve criar uma nova disputa. Os frigoríficos, que são apenas os substitutos legais, argumentam que têm direito a receber o que foi pago indevidamente.
O STF chegou à conclusão de que a cobrança era inconstitucional ao julgar um recurso do Frigorífico Mataboi S.A. e de uma empresa do mesmo grupo contra decisão judicial que tinha determinado o recolhimento ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) do Funrural sobre a venda dos produtos. O problema, segundo o STF, é que a contribuição foi instituída por uma lei ordinária e não por uma lei complementar, como deveria ter ocorrido. Para as empresas, instituir a cobrança previdenciária desta forma seria uma maneira de bitributação, pois, sobre os produtos, já há incidência de PIS e Cofins.
A decisão vale apenas para esse caso. Mas ela cria um precedente relevante para que outras empresas obtenham o mesmo direito de não recolher a contribuição já que o tribunal entendeu, por unanimidade, que a lei era inconstitucional.
De acordo com estimativas da Receita Federal, a declaração de inconstitucionalidade poderá representar uma perda anual de receita de cerca de R$ 2,8 bilhões. "Considerando o período prescricional para a repetição de indébitos tributários, o que leva a calcular o valor recolhido nos anos de 2005 a 2009, chegamos a uma perda imediata na ordem de R$ 11,25 bilhões", alertou o procurador da Fazenda Nacional Fabrício Sarmanho.
A Procuradoria da Fazenda tentou convencer o STF a determinar que a decisão sobre o Funrural valesse daqui para a frente. Mas a maioria dos ministros entendeu que os efeitos podem retroagir. "A preocupação da Fazenda Nacional é a questão social. Porque esse tributo custeava a Previdência Social. E a Previdência Social na área rural paga 5 reais de benefício para cada 1 real arrecadado. Ou seja, ela trabalha num déficit absurdo", afirmou Sarmanho.
Segundo o advogado Márcio Torres, que representa a Associação de Criadores de Mato Grosso do Sul, o STF considerou que o pagamento é feito em duplicidade, já que já são praticados o PIS e Cofins. No ano passado, a Acrissul entrou na Justiça para suspender a cobrança, que em alguns casos era retroativa a agosto de 2008. Na avaliação de Márcio Torres, a decisão do STF cria um precedente jurisprudencial importante para os produtores rurais pessoas físicas de todo o Brasil.
Há outros processos sobre o mesmo assunto que tramitam no STF. Nesses futuros julgamentos, a Fazenda vai tentar convencer os ministros a modificarem o entendimento de que o recolhimento do Funrural é inconstitucional.
Apesar da vitória ter sido obtida à unanimidade no Supremo, a disputa, contudo, ainda pende de uma etapa crucial: definir quem tem o direito a pedir a restituição para o governo, os produtores rurais ou os frigoríficos. A dúvida ocorre porque a contribuição é recolhida dos produtores rurais. Mas, quem retém o imposto são os frigoríficos, devido ao regime de substituição tributária, para facilitar a fiscalização. Hoje, é muito mais fácil controlar a arrecadação dos frigoríficos, que são poucos, do que dos produtores rurais, que são milhares. De acordo com o advogado Marcelo Guaritá, sócio do escritório Diamantino Advogados Associados, uma prática comum de muitos frigoríficos é não discriminar na nota fiscal de compra de produtos rurais o desconto da contribuição. "Desta forma, os frigoríficos tentam provar que foram eles, e não os produtores, que arcaram com o pagamento da contribuição", diz. Agora, caberá ao Poder Judiciário definir quem tem direito à restituição.
FONTE As informações são do jornal O Estado de S. Paulo, Valor Econômico e do portal Campo Grande News, resumidas e adaptas pela Equipe BeefPoint.
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Boi: Necessidade de compra mantém preços em alta
Os preços do boi gordo subiram nos últimos dias em quase todas as praças pesquisadas pelo Cepea. No entanto, segundo análises do Cepea, o ritmo de negociação segue lento. Muitos frigoríficos continuam preenchendo as escalas da própria semana e, dessa forma, tiveram que aumentar os valores da arroba. Vendedores, por sua vez, seguem retraídos, à espera de novas altas nos preços. Além disso, houve dificuldade de embarque em algumas regiões devido às constantes chuvas. No estado de São Paulo, entre 27 de janeiro e 3 de fevereiro, o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa subiu 1,03%, fechando a R$ 76,99 na quarta-feira.
FONTE WWW.AGROLINK.COM.BR
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
NOTÍCIAS
Na primeira quinzena de março, nova missão da União Europeia (UE) chega ao Brasil para dar prosseguimento aos entendimentos entre o País e o continente europeu sobre questões sanitárias.
No fim de janeiro, o secretário de Defesa Agropecuária, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Inácio Kroetz, esteve em Bruxelas, na direção-geral da Saúde e da Proteção do Consumidor (DG-Sanco), onde recebeu elogios sobre o trabalho realizado nessa área. "A expectativa é que as relações comerciais entre Brasil e União Europeia, no setor de carne bovina, voltem à situação oficial de 2006. Reconhecemos o esforço brasileiro para o cumprimento dos requisitos sanitários europeus," afirmou a diretora-geral adjunta de Saúde e do Consumidor da Comissão Europeia, Paola Testori Coggi.
O diretor de Programas da Área Animal da SDA, Márcio Rezende, apresentou a proposta do novo Sistema de Identificação e Certificação de Bovinos e Bubalinos (Sisbov) aos membros da DG-Sanco. "O modelo atual vai dar lugar a um sistema mais simples e com menor custo para o pecuarista. Além disso, vai permitir tanto a identificação individual, já praticada hoje, quanto a identificação coletiva dos animais", informou.
Para o secretário Kroetz, a proposta está direcionada aos processos de identificação e certificação de animais. "Vamos ter um Banco Nacional de Dados que vai interligar o Sisbov, a Guia de Trânsito Animal Eletrônica e o Sistema de Informações Gerenciais do Serviço de Inspeção Federal (Sigsif). Quanto às mudanças, a primeira impressão que tivemos do lado europeu foi favorável", destacou.
Na reunião, em Bruxelas, Paola Coggi informou à comitiva brasileira que, nos próximos meses, a comissão poderá alterar o regime de administração da lista de fazendas aptas ao fornecimento de gado para exportação à União Europeia. "Num primeiro momento, a alteração não implicará o fim da exigência europeia de inspeção individual das fazendas, mas aumentará a confiança europeia no serviço de inspeção brasileiro", enfatizou.
Os europeus mostraram interesse, também, em interligar o novo Sisbov e o banco de dados, ao sistema Traces da União Europeia, que registra a lista de fazendas habilitadas a exportar carne para aquele mercado. "O novo sistema deve entrar em vigor no segundo semestre de 2010", disse Kroetz.
O Secretário de Defesa Agropecuária informou, também, que o Ministério da Agricultura já iniciou processo junto à Comissão Europeia para incluir o Distrito Federal, Tocantins e Rondônia na relação das unidades da federação habilitadas a exportar carne bovina para a União Europeia. Hoje, nove estados já estão autorizados: Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
FONTE http://www.beefpoint.com.br/
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Produtor só investe se houver sobrepreço
Criado em 2002, o Sisbov tem como propósito garantir maior valor agregado ao boi rastreado. Segundo o gerente-geral da Praterra Agropecuária, Caio Arroyo Barbosa, alguns confinadores chegaram a conseguir de R$ 8 a R$ 12 a mais por arroba, mas hoje, em Mato Grosso, esse prêmio varia entre R$ 2 e R$ 3 a mais por arroba. "O pecuarista só vai investir na adesão ao Sisbov se esse valor voltar ao nível anterior, de R$ 8 a R$ 10 a mais por arroba. Porque quem não faz conta não sobrevive na pecuária", diz Barbosa. A Praterra possui, em Rosário Oeste e Ribeirão Cascalheira (MT), rebanho de 11.500 animais e está habilitada para exportar para a União Europeia desde o fim do ano passado.
"Foram dois anos até sermos aprovados. Achamos que por já adotar um controle individual do rebanho como parte da gestão da fazenda o processo seria mais rápido. Mas nos enganamos; a burocracia é grande e o processo, lento. Há muitas mudanças e o produtor fica perdido, com receio de investir em algo que pode mudar a qualquer momento", explica Barbosa. Na Praterra, os principais investimentos foram na informatização da fazenda e na capacitação de mão de obra.
Para Barbosa, o sistema anterior era muito rigoroso. "Um erro de digitação de um número de um animal fazia um lote inteiro ser rejeitado na indústria. A identificação coletiva pode simplificar o processo."
O pecuarista João Borges dos Santos Júnior, de Terenos (MS), cujo rebanho é de 2.200 cabeças, diz que a falha do novo Sisbov foi não ter consultado a União Europeia sobre as mudanças. "É a União Europeia que decide. O ministério deveria também ter chamado os pecuaristas que já estão habilitados como Estabelecimento Rural Aprovado no Sisbov (Eras) para apontar os pontos fracos do sistema e sugerir melhoras."
Para o produtor, mais eficiente do que criar uma nova instrução normativa seria melhorar a IN 17. "Mais viável seria desburocratizar a instrução já existente."
FONTE O Estado de São Paulo
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Menos gado nos Estados Unidos
O rebanho dos Estados Unidos vem caindo e iniciou o ano com 93,7 milhões de cabeças, 9,5% menos do que em 1996, quando girava em torno de 103 milhões. Em relação a janeiro de 2009, a queda é de 1%.
Pouco confortável
Essa queda no rebanho pode afetar os preços da carne bovina porque a economia deles começa a sair da crise e a demanda será maior. Além disso, as exportações crescem, embora ainda estejam longe do período anterior à ocorrência do primeiro caso de vaca louca por lá.
Porteira aberta
Demanda interna crescente, retorno de exportações e rebanho em queda podem fazer os norte-americanos abrirem ainda mais as porteiras às importações. Seria um bom cenário para a carne \"in natura\" do Brasil, não permitida por lá.
FONTE Folha de São Paulo
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Boi gordo: expectativa de preço maior
Após um mês de janeiro de fraca comercialização no mercado do boi gordo, a expectativa é de aquecimento em fevereiro, com preços mais altos. Até a semana passada, a oferta permaneceu baixa e os preços praticamente estáveis. A partir de agora é esperado aumento da demanda, pois os estoques estão baixos e as escalas de abate, curtas.
Início de mês normalmente vem acompanhado de aumento no consumo de carne, em razão do aumento da renda das famílias. Em fevereiro esse efeito tende a ser ainda mais significativo, pois acaba o recesso escolar e a demanda por carne que será utilizada em merenda cresce. Há, ainda, o fator câmbio, que pode estimular as exportações.
Segundo a Scot Consultoria, no Triângulo Mineiro a oferta escassa já fez o preço do boi gordo subir para R$ 68 à vista e R$ 70 a prazo, livres do Funrural. No Centro-Oeste as chuvas mantêm o mercado firme. Em Campo Grande (MS) a arroba continua sendo negociada a R$ 68 à vista e R$ 70 a prazo, livres. Ainda segundo a Scot, começa a surgir preocupação de que haja concentração das vendas quando as chuvas cessarem e facilitarem os embarques.
AFTOSA
Neste mês serão vacinados contra a febre aftosa bois e búfalos de até 12 meses localizados em municípios que fazem fronteira com a Bolívia. A expectativa do Ministério da Agricultura é de que 81.533 animais sejam vacinados até o último dia do mês.
FONTE O ESTADO DE SÃO PAULO
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Bayer deixa de produzir vacinas contra aftosa
A alemã Bayer deixou de produzir vacinas contra febre aftosa no Brasil. Um dos mais lucrativos segmentos do mercado de saúde animal do país passa a ter agora apenas quatro fabricantes autorizados pelo Ministério da Agricultura: Merial, Pfizer , Vallée e Intervet/Schering-Plough, que têm capacidade instalada suficiente para suprir a demanda nacional pela vacina.
Em nota, a empresa informa que "depois de uma profunda análise de mercado, a Bayer decidiu fechar a fábrica de Porto Alegre, que produzia, exclusivamente, vacinas contra febre aftosa. A principal razão foram os crescentes custos de produção das vacinas nessa fábrica".
Apesar de deixar de fabricar a vacina, a empresa pretende continuar na comercialização do produto. Poderá vender vacina fabricada por outras empresas no Brasil ou em outros países. Apesar de alegar custos elevados, a decisão da Bayer pode estar relacionada ao fato de a demanda por vacinas contra aftosa no Brasil estar em queda. O Ministério da Agricultura já informou que para 2010 a necessidade será de 365,3 milhões de doses, 5% a menos do que no ano passado, já que Paraná, São Paulo e Tocantins decidiram eliminar uma das etapas de vacinação neste ano.
A decisão da Bayer, no entanto, não deve provocar uma queda na oferta de vacina. A unidade de Porto Alegre tinha capacidade para produzir pouco mais de 100 milhões de doses por ano, sendo que a capacidade instalada de toda a indústria nacional é de 500 milhões de doses. Na prática, as quatro empresas que se mantêm na atividade têm juntas um potencial produtivo de 400 milhões de doses, ainda assim acima da demanda sinalizada pelo governo para este ano.
Além disso, existem outros grupos que vão em sentido oposto à Bayer e apostam no segmento: a Biovet, a também paulista Ouro Fino e a Inova Biotecnologia Saúde Animal - empresa constituída pelo Eurofarma Laboratórios e a Hertape Calier Saúde Animal. Com as três novas fábricas, a capacidade da indústria nacional chegaria a 600 milhões de doses, já deixando de fora as 100 milhões que não serão mais produzidas pela Bayer. Além delas, há a argentina Biogénesis-Bagó, que conseguiu do Ministério da Agricultura autorização para vender no mercado brasileiro a vacina contra aftosa fabricada na Argentina.
FONTE A matéria é de Alexandre Inacio, publicada no jornal Valor Econômico, adaptada e resumida pela Equipe AgriPoint.
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Boi gordo: indicador tem forte alta e BM&F recua
O mercado do boi gordo ainda trabalha em ritmo lento e os frigoríficos apresentam escalas curtas, reforçando a expectativa de muitos pecuaristas de novas nos próximos dias, já que estamos no começo do mês de fevereiro e a volta das férias deve causar aumento na demanda por carne.
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 76,83/@, com alta de R$ 0,36. O indicador a prazo registrou alta de R$ 0,35, sendo cotado a R$ 77,82/@
LEIA MAIS http://www.beefpoint.com.br/boi-gordo-indicador-tem-forte-alta-e-bmf-recua_noticia_60342_15_166_.aspx
FONTE http://www.beefpoint.com.br/
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Exportação: receita cresce 43% em relação a janeiro/09
Em janeiro, as exportações brasileiras alcançaram a receita de US$ 11,305 bilhões. Comparando com janeiro de 2009, as exportações registraram aumento de 21,3%, pela média diária, nesse mês, as exportações de produtos básicos - onde está inserida a carne in natura -, registraram valor recorde para meses de janeiro, chegando a cifra de US$ 4,075 bilhões.
A balança comercial brasileira fechou janeiro em déficit de US$ 166 bilhões (média diária de US$ 8,3 milhões), contra um déficit de US$ 529 milhões, em janeiro de 2009. Isso mostra que o resultado em janeiro de 2010 foi 67,1% melhor do que o verificado no mesmo mês no ano passado, mostrando uma retomada nas exportações.
A corrente de comércio (soma das duas operações) chegou a US$ 22,776 bilhões, o que representou uma movimentação média diária de US$ 1,138 bilhão, valor 19% maior que em janeiro do ano passado (US$ 956,8 milhões).
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Carne bovina in natura
A carne bovina foi o 3º item brasileiro mais exportado no grupo dos produtos básicos, atrás apenas do petróleo e o minério de ferro. As exportações brasileiras de carne bovina in natura no primeiro mês de 2010 acumularam receita de US$ 241,1 milhões, registrando uma queda de 14,98% em relação ao mês anterior (dezembro/09). Vale ressaltar que janeiro é um mês sazonalmente mais fraco em relação ao consumo. Em relação ao mesmo período de 2009 ocorreu um crescimento de 43,12% na receita.
LEIA MAIS http://www.beefpoint.com.br/exportacao-receita-cresce-43-em-relacao-a-janeiro09_noticia_60314_15_166_.aspx
FONTE www.beefpoint.com.br
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Análise de mercado do boi gordo
Dois fatores principais indicam mercado firme e que até existe a possibilidade de preços do boi gordo mais altos nos próximos dias.
Primeiro que a oferta de gado, especialmente em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, se mantém pequena, e em todo o país existe dificuldade no preenchimento das escalas. Segundo que a demanda por carne aumentou e os preços no atacado com osso subiram forte nesta manhã, dando espaço, quem sabe, para maiores pagamentos pelo gado.
Em São Paulo o boi gordo é negociado em R$75,00/@ e R$76,00/@, a prazo, livre do funrural. Ainda existe pressão para recuo, com ofertas de compra até R$5,00/@ mais baixas, mas a pequena disponibilidade de gado mantém o mercado firme. As escalas atendem entre 3 e 5 dias no estado.
Assim como em São Paulo, o mercado está estável em quase todo o país, já que por mais que as compras estejam difíceis, os frigoríficos aos poucos preenchem as escalas e seguem com a atividade.
A única alteração observada nos preços do boi gordo foi a alta de R$1,00/@ no Sudeste do Mato Grosso. Na verdade depois que a cotação caiu, os negócios travaram e os valores anteriores foram retomados.
No mercado atacadista de São Paulo houve alta de R$0,30/kg no traseiro avulso e R$0,40/kg no traseiro casado. Resultado da oferta pequena de carne e da demanda mais firme.
FONTE www.scotconsultoria.com.br
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Culinária / Moeda de Troca
PICANHA DO LUCIANO
Ingredientes
- 1 picanha inteira de aproximadamente 1,2kg
- 1 lata de molho de tomate (sabor azeitona)
- 1 pacote de sopa de cebola
- 350 ml de cerveja pretaModo de PreparoLimpe a gordura deixando só uma camada bem fina. Numa panela de
pressão grande, doure a picanha, virando com uma colher de pau.
Não pode furar!
Numa tigela, faça um molho frio, com molho de tomate sabor
azeitona, a sopa de cebola e a cerveja preta.
Adicione esse molho à picanha, feche a panela e deixe cozinhar na
pressão durante 1 hora. Fatie a picanha e sirva com o molho,
arroz branco e
salada.
Obs.: Se o molho estiver ralo, a picanha estará dura. O molho
deve ser grosso.
FONTE deliciasnarede.blogspot.com
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* MOEDA DE TROCA
CLIENTE VENDE OU TORCA POR GADO
-TRATOR MASSEY FERGUSON 292 /ANO 84 / TRACIONADO / TURBINADO, TOTALMENTE REFORMADO, EM EXCELENTE ESTADO, ASSITÊNCIA CIMMA
TRATAR COM LUND FONE 81113550
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
VALORES DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO

REGIÃO PELOTAS / RS
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BOI: DE R$ 5,10 a R$ 5,20
VACA:DE R$ 4,80 a R$ 4,90
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OBS: Compras só a rendimento.
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FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
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FONE: 9981.1203 Humberto Costa
BLOG LUND NEGÓCIOS AVISA
NOVIDADES
CULINÁRIA

A Revista de Culinária Alemã BEEF!, voltada para o público masculino "de bom gosto" que gosta de passar seu tempo livre cozinhando (http://www.beef.de/), lançou na sua primeira edição como tema de capa uma competição para escolher "o melhor steak do mundo"(http://www.beef.de/swf/pageflip_beef.swf)

Um júri de especialistas em carne, gourmet e editores de revistas de carne bovina, selecionou 8 cortes especiais para a final: o Medalhão de Filé Americano (Angus); a Bisteca a Moda Fiorentina (Chianina); o Medalhão de Filé de Bisão Canadense; o Hereford Ribeye da Irlanda; o Ribeye Alemão (Simental); o Filet de Charolês; o Ribeye de Wagyu e o Filé Argentino (Angus).
Ao final sagrou-se campeão, "surpreendendo os favoritos" (conforme cita a revista), o corte da raça Hereford, que para os brasileiros que conhecem e apreciam o sabor e a maciez inigualável da carne Hereford não é novidade alguma. A diferença é que na Alemanha o Hereford Ribeye é adquirido nas butiques de carne especializadas alemãs pela módica quantia de 49,00 euros (R$ 129,00) o quilo e aqui no Brasil por R$ 18,00.
A Carne Hereford, atualmente no Brasil, é produzida e embalada, sob a Certificação do Programa Carne Pampa, da Associação Brasileira de Hereford e Braford (http://www.carnepampa.com.br/), produzida e distribuída pelo Frigorífico Silva (RS) e pode ser encontrada na rede Zaffari de supermercados. A ABHB está ultimando os entendimentos para expandir a comercialização da Carne do Programa Pampa às lojas do grupo Carrefour, junto ao programa “Garantia de Origem” do mesmo grupo.
MOEDA DE TROCA
CLIENTE TROCA CAMIONETE TOYOTA HILUX CABINE DUPLA ANO 2006 X POR GADO

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Ouro Fino elabora programa de serviços para orientar produtores
Recentemente lançado, o programa busca aumentar a rentabilidade do sistema de produção por meio da qualificação da mão-de-obra rural. Para isso, serão disponibilizados módulos de treinamento que vão abordar os principais desafios enfrentados no dia a dia das propriedades de corte e leite, auxiliando pecuaristas, veterinários, técnicos e funcionários.
O SIGA – que contempla atualmente 10 módulos - abordará os principais pontos críticos de controle como, por exemplo, as Boas Práticas na aplicação de produtos e na vacinação, organização do ambiente, manejo racional e reprodutivo de animais e estratégias de controle parasitário.
De acordo com o diretor técnico de bovinos da Ouro Fino, Gabriel Sandoval, a saúde e bem estar animal são pontos importantes para uma pecuária lucrativa e sustentável. “Foi pensando nas exigências do mercado e nos desafios da atividade que elaboramos o programa. Com isso, pretendemos contribuir diretamente para uma pecuária mais forte e lucrativa”, explica.
O primeiro módulo do SIGA já está disponível no site da Ouro Fino (www.ourofino.com) e abordará o tema Manejo Racional, para a atividade de corte, e Boas Práticas na Aplicação de Produtos e na Vacinação para o setor leiteiro. Para baixar o conteúdo do material, basta fazer o cadastramento gratuito na home-page da Ouro Fino.
Fonte: Assessoria de Imprensa
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Brasil pode exportar 30 mil toneladas de carne para China
