quinta-feira, 11 de março de 2010

PREÇOS DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO


INFORMAÇÃO
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*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 10.03.2010

REGIÃO DE PELOTAS
.EGIÃO
BOI: DE R$ 5,10 a R$ 5,20

VACA: DE R$ 4,80 a R$ 4,90
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OBS: Compras só a rendimento.
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FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
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FONE: 9981.1203 Humberto Costa

Europeus deixam RS com imagem positiva

Técnicos da missão europeia que estavam no Rio Grande do Sul optaram por uma estratégia até então inédita neste tipo de auditoria. Dois técnicos da Secretaria da Agricultura simularam auditoria para inclusão da propriedade Coxilha Bonita, em Cachoeira do Sul, no cadastro de Estabelecimentos Rurais Aprovados no Sisbov (Eras). Entre as 8h e as 17h de ontem, eles tiveram que vistoriar 700 animais sob os olhos atentos dos estrangeiros. Segundo o chefe do serviço de Sanidade do Ministério da Agricultura no Estado, Bernardo Todeschini, a avaliação do trabalho foi positiva. A missão deixou o RS ontem à noite, rumo a São Paulo. De lá, irão a Minas Gerais.

FONTE: Correio do Povo

quarta-feira, 10 de março de 2010

Para dar lucro, boi deve ser abatido com 794 dias

Estudo do Insper indica que após esse período animal continua comendo mas não ganha mais peso suficiente

Para obter o máximo de lucro possível, o produtor de gado de corte deve abater os animais próximos de 794 dias de vida. É o que diz um estudo feito pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper). "Depois desta data o animal começa a dar prejuízo, pois continua a comer, porém não ganha mais peso em quantidade suficiente para compensar os gastos com alimentação", explica uma das pesquisadoras envolvidas na elaboração do estudo, Adriana Bruscato.
Ela explica que no levantamento foram considerados os gastos com ração e o fato de que o animal tem um rendimento de carcaça de 54%, ou seja, do peso do boi vivo, apenas este porcentual é usado no cálculo para remunerar o produtor.
"Ao fazer a análise gráfica, percebeu-se que o animal ganha peso até determinado dia. Depois disso, seu peso se estabiliza, mas ele continua ingerindo grande quantidade de comida. Ou seja, o produtor gasta com a comida, mas o peso do animal não aumenta."
Para chegar a esse resultado, foram realizadas pesagens em 133 animais da raça nelore. Como o ganho de peso dos bovinos varia muito, conforme características como sexo, idade e raça, por exemplo, a pesquisa considerou apenas animais machos, castrados e mantidos com água, sal mineral e alimentos volumosos, todos disponíveis de forma ilimitada.

A pesquisadora diz que, apesar de ter sido feita com bois da raça nelore, a metodologia da pequisa pode também ser aplicada a outras raças e a outros sistemas de criação, como o confinamento, por exemplo.

FONTE :Estadão
Autor: Leandro Costa

Oferta restrita faz cotação da carne exportada para a Europa subir 33%

Os preços da carne bovina na exportação se mantêm em recuperação depois de um período de mercado deprimido em decorrência da crise financeira global. Na Europa, as cotações já não estão mais tão distantes dos US$ 8 mil por tonelada registrados em períodos de 2007 e 2008.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne (Abiec), em fevereiro, as exportações de carne in natura subiram 43% sobre o mesmo mês de 2009, para US$ 265 milhões. Em volume, a alta foi de 13%, para 109,2 mil toneladas (equivalente-carcaça). O preço médio se recuperou 27%. Já a receita com a carne industrializada caiu 6%, para US$ 47,3 milhões. Os volumes recuaram 2%, para 29,3 mil toneladas.

http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002461/imagens/arte10agr-carne-b14.gif

No bimestre, os embarques de carne in natura alcançaram US$ 506,1 milhões, alta de 43%. Já os volumes subiram 16%, para 207,6 mil toneladas (equivalente-carcaça).
Enquanto as vendas de carne in natura subiram, refletindo a recuperação da demanda, os embarques de carne industrializada foram no sentido inverso. A razão, explicou Otávio Cançado, diretor-executivo da Abiec, é que em 2009, as exportações de carne industrializada - item mais barato que o produto in natura - aumentaram por causa da crise. Isso elevou a base de comparação. Com a economia se recuperando, as vendas do produto caíram pois há maior demanda por produto in natura.
Cançado observou ainda que os preços de exportação têm subido "em que pese a valorização do real em relação ao dólar". A razão é que os exportadores têm conseguido renegociar preços, justamente por causa do dólar mais fraco, segundo ele. Há ainda efeito da recuperação da economia.
A melhora na demanda também na União Europeia, aliada a um quadro de oferta restrita, fez as exportações brasileiras para o bloco subirem no bimestre, bem como os preços. Foram US$ 43,2 milhões, alta de 55% em relação a igual intervalo do ano passado. Em volume foram 8,6 mil toneladas, alta de 17%. "Os preços na Europa estão se aproximando dos US$ 8 mil vistos em 2007 e 2008", afirmou Cançado. A cotação média ficou em US$ 7.398 por tonelada no bimestre, 33% de alta ante o primeiro bimestre do ano passado.
Os limites que a UE impôs à carne brasileira no início de 2008 - definindo que só fazendas certificadas podem fornecer animais para abate ao bloco -, os estoques baixos na Europa e a oferta apertada na Argentina e Uruguai explicam a valorização e levam Cançado a acreditar que os preços devem continuar a subir.
Ele informou que a lista de 19 estabelecimentos habilitados para exportação à China já foi definida. Agora, o Brasil espera a aprovação do governo chinês. A expectativa de Cançado é de que as vendas de carne in natura ao país, cujas negociações duraram 14 anos, comecem no segundo semestre.

FONTE :Valor Econômico
Autor: Alda do Amaral Rocha,de São Paulo

Abiec: venda de carne bovina para China deve começar no 2º semestre

São Paulo, 09 - O Brasil deve começar a exportar carne bovina in natura diretamente para a China no segundo semestre deste ano. A estimativa é do diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Otávio Cançado.

No mês passado, a China reconheceu 16 Estados brasileiros e o Distrito Federal como áreas livres de febre aftosa, o que possibilitará as exportações de carne in natura diretamente para o país. Hoje, a carne brasileira com destino à China passa por Hong Kong.
Cançado informou que uma lista com nomes de 19 frigoríficos habilitados a exportar para a China deve ser encaminhada hoje ao país asiático pelo governo brasileiro. "Agora precisamos esperar a aprovação dessa relação pelo governo chinês, mas sabemos que o processo lá é demorado. Devemos começar a exportar diretamente para a China no segundo semestre", disse. Segundo ele, as negociações para a abertura do mercado chinês demoraram 14 anos.
O Brasil também trabalha para exportar mais para a União Europeia (UE). Segundo Cançado, uma missão da UE está visitando fazendas brasileiras para avaliar as condições sanitárias, o que pode resultar em algum tipo de flexibilização nas exigências apresentadas pelo bloco europeu para receber a carne brasileira.
Hoje, 1.875 fazendas brasileiras estão habilitadas a exportar para a UE. "Esse número aumenta muito lentamente", disse. Para Cançado, o País precisava ter, no mínimo, 5 mil fazendas habilitadas a vender para a UE para que houvesse um equilíbrio entre a oferta de gado no Brasil e a demanda apresentada pelos europeus. "Hoje os frigoríficos têm dificuldade de encontrar fazendas com perfil para exportar para a UE." Os países que compõem o bloco só compram carne de animais rastreados.
Segundo Cançado, a missão, que fica até o próximo dia 15 no Brasil, já passou pelas áreas mais críticas, como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, sem encontrar problemas nas propriedades visitadas. Agora, segue para áreas localizadas ao sul e sudeste do País. "A missão vai muito bem", comentou.
No primeiro bimestre de 2010, o volume de carne bovina exportado pelo Brasil à UE subiu 17%, para 8,6 mil toneladas. O preço médio avançou 36%, para US$ 7.398 por tonelada, e possibilitou um crescimento de 55% na receita, que somou US$ 43,256 milhões em janeiro e fevereiro. "Estamos chegando perto dos US$ 8 mil por tonelada, que é um valor razoável para as exportações para a UE", observou.

FONTE :www.ultimosegundo.ig.com.br

terça-feira, 9 de março de 2010

Projeções do MAPA para as exportações brasileiras de carne bovina em 2010

De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o Brasil exportará 25% a mais de carne bovina em 2010 em relação a 2009.
Segundo dados do Ministério, o salto será de 420 mil toneladas equivalente carcaça (tec), o que totalizará 2,11 milhões de tec exportadas.
A projeção é otimista em comparação à divulgada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que prevê um aumento de 20% nas exportações brasileiras desse produto em 2010.

FONTE :www.twitter.com/PantanalNews

Comércio mundial de carne bovina confirma retomada, diz Abiec

São Paulo, 09 - O desempenho das exportações em fevereiro confirma a retomada do comércio mundial de carne bovina, segundo avaliação da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec). Dados divulgados hoje pela entidade mostraram crescimento de volume embarcado e preço médio no mês passado, em comparação com o mesmo período de 2009.

Para os próximos meses, a expectativa é de continuidade desse movimento, com espaço, inclusive, para novos aumentos de preço.
O destaque do mês de fevereiro foi o aumento de 18% no preço médio da carne embarcada, que atingiu US$ 3.533 por tonelada. "O preço médio nos surpreendeu", disse o diretor executivo da Abiec, Otávio Cançado. Os exportadores brasileiros conseguiram renegociar preços com os importadores para compensar o real valorizado, que prejudica a rentabilidade das exportações. Segundo ele, a retomada da demanda contribuiu para que os brasileiros vencessem a queda-de-braço com os compradores da carne brasileira.
Para 2010, mesmo que o real apresente desvalorização em relação ao dólar, o representante da Abiec acredita que será possível promover novos reajustes. "Se a demanda continuar se recuperando, podemos ter novos aumentos de preço", disse Cançado hoje a jornalistas.
Apesar de os importadores tentarem baixar os preços da carne brasileira quando o dólar sobe, já que a remuneração do exportador na moeda local também aumenta, Cançado diz que um câmbio mais desvalorizado favorece o Brasil nas relações comerciais. "Temos maior capacidade de negociar, principalmente se houver aumento de demanda e eles precisarem da carne brasileira", afirma.
O baixo nível dos estoques nos países importadores e a queda no fornecimento de alguns dos principais produtores mundiais, como Argentina e Austrália, contribuem para formar a expectativa de aumento do preço médio de exportação da carne brasileira. Cançado reafirmou hoje a expectativa de crescimento de 10% em volume e de 15% na receita obtida com as exportações de carne bovina para este ano.

Destinos
No primeiro bimestre de 2010, a Rússia foi o principal destino das exportações de carne in natura, recebendo 26% do total embarcado. O Irã ficou com a segunda posição, com uma fatia de 18%, mas apresentou a maior taxa de crescimento (195% em volume).
Em seguida aparecem Hong Kong (com participação de 11%), Venezuela (7%) e Egito (5%). Entre os principais importadores da carne bovina brasileira, a Argélia foi o único país a apresentar queda em volume nos dois primeiros meses do ano (-12%).

FONTE www.ultimosegundo.ig.com.br

Boi gordo: oferta restrita puxa alta da arroba

Diante da pouca oferta e do reduzido volume de negócios, a arroba do boi gordo começou a semana em alta. O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 77,89/@, com valorização de R$ 0,54. O indicador a prazo teve alta de R$ 0,64, sendo cotado a R$ 78,68/@.

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, relação de troca, câmbio


A BM&FBovespa também fechou em alta, com exceção dos contratos que vencem em agosto/10 todos os vencimentos apresentaram variação positiva. Março/10 registrou alta de R$ 0,16, fechando a R$ 78,65/@ e maio/10 fechou a R$ 77,89/@ (+R$ 0,34). Os contratos com vencimento em outubro/10 tiveram variação positiva de R$ 0,33, fechando a R$ 84,90/@.

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 08/03/10
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FONTE: www.beefpoint.com.br

Marfrig quer dobrar confinamento na Argentina


O confinamento do gado bovino é hoje a grande aposta da brasileira Marfrig para crescer na Argentina, em meio à crise vivida pelo setor. A meta da Marfrig é praticamente dobrar, de 10% para cerca de 20%, a proporção do gado confinado no abate total. A estratégia visa garantir o crescimento da Marfrig em 2010, já que o abate provavelmente se manterá nos mesmo níveis do ano passado, quando atingiu 600 mil cabeças, afirma Renato Macedo, diretor da empresa na Argentina.
Estima-se que a Argentina tenha hoje 52 milhões de cabeças de gado, oito milhões a menos do que em 2007. A produção e as exportações aumentaram em 2009, mas graças ao abate de fêmeas, majoritariamente, em um processo de "liquidação de ventres". Em última instância, trata-se de uma antecipação da produção futura, um sinal de desinvestimento. "O problema real é que não há estoque, não há vacas", afirma o presidente da Sociedade Rural Argentina, Hugo Biolcati. "Diante da falta de perspectivas, os criadores se viram obrigados a desfazer-se de fêmeas".
Nesse contexto, a aposta da Marfrig é nos confinamentos. "No segundo semestre, vamos inaugurar o nosso primeiro estabelecimento de engorda próprio", diz Macedo. Localizado em Monte Ralo, na Província de Córdoba, terá capacidade para 22 mil cabeças. Em dezembro, a Marfrig já havia acertado com a Adecoagro a compra de 53 mil cabeças de gado, num pacote que inclui o arrendamento de 74 mil hectares de terras e uma unidade de confinamento em Corrientes. Hoje, cerca de 75% da produção da Marfrig na Argentina destina-se ao mercado interno, mas a companhia também exporta para a União Europeia, além de Rússia, Chile e Peru. O frigorífico também trabalha para incrementar suas exportações à UE dentro da Cota Hilton, com tarifa preferencial de acesso para cortes nobres. A Argentina só preencheu 40% das 28 mil toneladas a que teve direito em 2009. À Marfrig/Quickfood coube uma cota de quatro mil toneladas.
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Análise de mercado do boi gordo

O mercado segue firme, mesmo após várias altas registradas na semana passada.
Em São Paulo as escalas atendem 3 a 4 dias, em média. Em relação ao mesmo período do ano passado, elas encurtaram pela metade (as escalas atendiam cerca de 6 dias em março de 2009), mostrando que a oferta de animais está realmente enxuta. É possível que haja animais sendo retidos nos pastos, já que a pluviosidade tem sido boa nas regiões produtoras. Reflexo disso é que alguns frigoríficos relatam a chegada de animais pesados (mais de 20 arrobas).
Os preços estão firmes em São Paulo, variando entre R$75,00 e R$78,00/@, a prazo, livre do imposto. Há grande quantidade de animais provenientes dos estados vizinhos.
No Mato Grosso do Sul, o mercado também está comprador. Já existem ofertas de R$74,00/@, a prazo, livre do imposto em Campo Grande, Dourados e Três Lagoas. O início de março também trouxe a necessidade de recompor os estoques de carne, o que aumentou a demanda, deixando o mercado mais firme.
No Sudoeste do Mato Grosso os frigoríficos trabalham com escalas um pouco mais confortáveis, mas foi necessário oferecer valores mais altos para que isso acontecesse. Hoje o boi da região é negociado por R$70,00/@, a prazo, livre do imposto.
O mercado atacadista de São Paulo trabalha com preços estáveis após um fim de semana com vendas regulares.

FONTE SCOT CONSULTORIA

RS: 36ª Feira Oficial de Outono de Terneiros tem inscrições abertas no dia 15

Bagé/RS
As inscrições para a 36ª Feira Oficial de Outono de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas de Bagé, e 1ª Feira da Pecuária Familiar do Rio Grande do Sul, estarão abertas a partir da próxima segunda-feira.
O Núcleo de Produtores vai estar aberto durante todo o dia recebendo as inscrições. O encerramento não tem data definida, elas fecham na medida em que os animais inscritos e revisados preencherem todas as mangueiras disponíveis no Parque de Exposições, onde acontece a feira. “O que é um indicador de que vão encerrar cedo”, revela o presidente do Núcleo, Edison Paiva Junior.

Orientações
Os machos que participam da feira devem ser castrados. Os pesos oficiais para que possam participar do evento são de 150 e 140 quilos, respectivamente, para machos e fêmeas de seis meses; Machos de um ano devem pesar no mínimo 180 quilos, e as fêmeas, 170; Vaquilhonas de uma ano e meio devem ter peso mínino de 200 quilos, vaquilhonas de dois dentes, peso de 250 quilos, e vaquilhonas de 4 dentes, 300 quilos.
Para obter financiamentos junto aos bancos, os produtores devem fazer um cadastro junto aos mesmos, ou atualizar, caso já tenham.

O Núcleo, que funciona no Parque Visconde de Ribeiro Magalhães, permanecerá aberto de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h30min, e das 14h às 17h30min.

Informações podem ser obtidas pelo telefone (53) 3242.7797
Fonte: Associação e Sindicato Rural de Bagé

PRODUTOR TEM 3 MESES PARA RESGATAR 10 ANOS DO FUNRURAL


Após decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) considerando inconstitucional a cobrança do Funrural,
produtores têm três meses para ingressar com ação pedindo a restituição dos valores recolhidos nos últimos 10 anos.
Quem não entrar com a ação até os primeiros dias de junho só poderá pleitear os valores dos últimos cinco anos,
alerta o advogado Leonildo José da Cunha, especialista em Direito Público e mestrado em Direito Internacional.
Em visita ao Campo Grande News ele destacou que para evitar perdas os produtores precisam ingressar com o pedido de restituição dos valores
o quanto antes, uma vez que cada dia que passa é um dia perdido para a reposição.
Segundo o advogado, os valores a serem reembolsados em Mato Grosso do Sul são vultosos. Tomando como exemplo a produção do último ano,
só no caso da soja são R$ 46,5 milhões e para o boi chega a R$ 80 milhões.
“Você imagina a diferença que faz esses valores para a movimentação econômica do Estado”, diz.
Em Mato Grosso do Sul vários produtores já ingressaram com pedido de reembolso. O advogado cita o exemplo de um de seus clientes que,
com pouco mais de 1,5 mil hectares tem R$ 1,1 milhão a receber.
Por enquanto não há decisões em relação aos processos ingressados pelos produtores do Estado,
mas outros do Paraná, São Paulo e Santa Catarina já foram ressarcidos, lembra o advogado.
Os processos demoram de 3 a 5 anos para serem julgados mas a expectativa é que com digitalização na Justiça Federal o tempo seja reduzido.
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FONTE : www.soboi.com

Uruguai terá rastreabilidade em todo o rebanho até 2011

O ministro da Pecuária do Uruguai, Tabaré Aguerre, ratificou o compromisso do Governo de modificar a data estabelecida na lei de rastreabilidade para chegar a 2011 com todo o rebanho rastreado. Os identificadores continuarão sendo pagos pelo Estado.
Os pontos fracos da rastreabilidade obrigatória do rebanho bovino uruguaio ocuparam a maior parte da reunião que o ministro Aguerre teve com a Associação Rural do Uruguai, após ter recebido antes as Cooperativas Agrárias Federadas.
A União Europeia (UE) começará a exigir, a partir de primeiro de abril, que toda a carne entre no bloco e a produzida lá provenha de animais rastreados. Desde primeiro de setembro de 2006, o Uruguai estabeleceu a rastreabilidade obrigatória dos bezerros que nascem em cada estação de cria para chegar a primeiro de abril com todo o rebanho rastreado. Como isso não ocorrerá, Aguerre reafirmou o compromisso de "fazer os trâmites urgentes ante ao Conselho de Ministros" para que o Legislativo aprove o projeto de lei, modificando a data estabelecida e assim chegar a 2011 com todo o rebanho rastreado e com a menor quantidade de animais com problemas de documentação que prova a rastreabilidade.
O projeto foi apresentado na legislatura anterior, mas ficou para trás. Por outro lado, ele disse que os animais não rastreados poderão ser exportados a outros mercados, mas não à UE.

FONTE :A reportagem é do El País Digital, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Missão europeia visita frigorífico no sul do RS

O tour de três técnicos da União Europeia pelo Rio Grande do Sul se iniciou ontem em um frigorífico de Capão do Leão, sul do Estado, e segue hoje na Fazenda Coxilha Bonita, em Cachoeira do Sul. Uma visita blindada.
Desde domingo em solo gaúcho, o trio faz parte do grupo de seis especialistas que desembarcou na última terça-feira em Brasília para vistoriar o sistema de rastreamento da produção de carne bovina exportada para a União Europeia. Divididos em dois times, os técnicos inspecionam até o dia 15 propriedades e frigoríficos em cinco Estados: Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.
A pedido dos estrangeiros, o Ministério da Agricultura não informou o itinerário pelo país. Entrevistas foram negadas. No dia 15, haverá um pronunciamento oficial sobre as conclusões da vistoria. Se for positiva, aumenta a credibilidade da carne gaúcha no mercado externo.
Estiveram no frigorífico Marfrig em Capão do Leão, das 8h às 19h30min, Agnes Kerti, da Hungria, Vasco Antunes, de Portugal, e Roger Schmit, de Luxemburgo. O grupo inspecionou instalações, técnicas de abate e sistema de rastreabilidade. Só propriedades habilitadas, com certificado, podem enviar carne bovina para as mesas dos europeus.
– Os técnicos são muito criteriosos, em especial nos documentos. Procuram confirmar que os animais informados são de fato os abatidos e exportados. Além disso observam as condições sanitárias do processo – explicou Roberto Schroeder, responsável pelo setor de rastreabilidade da superintendência do Ministério da Agricultura no Estado.
Schroeder acompanhou parte da vistoria em Capão do Leão, onde a missão teve atenção com quatro tipos de corte: contrafilé, filé mignon, coxão mole e alcatre.
– Foi um trabalho tranquilo, muito criterioso. O balanço do dia é positivo, não encontraram nenhum processo totalmente fora dos padrões. São pequenos ajustes – disse Schroeder.
Reclusos dentro do frigorífico e com a imprensa proibida de acompanhar a visita, os europeus apareceram no pátio da unidade no final da tarde. À noite, uma van buscou o grupo, que viaja em voo fretado na manhã de hoje para Cachoeira do Sul. Para as 19h, está marcada a partida do Estado. A comitiva deve seguir – calada – seus trabalhos em Minas Gerais.

guilherme.mazui@zerohora.com.br
GUILHERME MAZUI PELOTASFONTE : ZERO HORA

O boi corre atrás dos preços

Depois de três anos com pouca ofer ta de animais para a engorda, finalmente os pastos estão mais cheios. O problema é que agora as cotações podem cair.


Perdas: o excesso de abates nos anos anteriores reduziu em 30 milhões de cabeças o rebanho brasileiro

Pela primeira vez nos últimos três anos haverá uma oferta mais confortável tanto de boi gordo quanto de boi magro. Ou seja, os frigoríficos não terão problema para encontrar sua principal matéria-prima. Pelo menos é o que afirmam alguns especialistas, como Maria Gabriela Tonini, analista de mercado da Scot Consultoria. "Começa a haver uma recuperação no número de matrizes e com isso se tem um aumento de animais em idade de abate". Isso quer dizer que com um número maior de animais disponíveis existe a tendência de os preços baixarem, certo? Nem tanto. Se de um lado há mais animais disponíveis para o abate, por outro a indústria exportadora espera recuperar o espaço perdido nos dois últimos anos. Em 2008, o Brasil sofreu um revés da União Europeia em que 16 mil fazendas habilitadas a expor tar foram reduzidas a 1.600. Em 2009, a crise financeira fez com que alguns mercados diminuíssem o ritmo de compra. E para 2010, conforme explica o presidente da Associação Brasileira da Indústria Expor tadora de Carne (Abiec) Roberto Gianetti da Fonseca, o ano será de recuperação. "A previsão é de que haja um aumento entre 10% e 20% no volume de exportações da carne brasileira em 2010." E é nesse ponto que começa a confusão.

Em janeiro, alguns frigoríficos como JBS e Marfrig ventilaram esperar a queda do preço dos bois e, por outro lado, ainda pretendem aumentar as suas margens de venda no Exterior. Segundo afirma Ricardo de Castro Merola, presidente da Associação Nacional dos Confinadores (Assocon), o caminho é justamente o inverso e se faz necessário melhorar os preços do boi magro. Em algumas regiões, esses animais chegam a custar cerca de R$ 75/arroba, o mesmo preço de venda do boi gordo. "Comprar boi magro pelo preço do boi gordo inviabiliza o confinamento e compromete a pecuária nacional. Se esse cenário não mudar até o meio do ano, certamente haverá nova queda na produção", avisa.
Contudo, com o aumento da oferta de animais para a engorda, a tendência é que a cadeia volte a se equilibrar. Até dois meses atrás, o pecuarista que mais ganhava dinheiro era justamente o fornecedor de bezerros, que chegaram a cotações acima de R$ 600. O preço de custo dos animais também subiu nos últimos anos, principalmente com o período em que a mineralização chegou aos seus mais altos patamares.

FONTE: ISTO É DINHEIRO RURAL

segunda-feira, 8 de março de 2010

FOTO DO NAVIO

FOTO DO NAVIO QUE ESTA FAZENDO TRANSPORTE DO GADO EM PÉ PARA EMPRESA ANGUS INTERNATIONAL EXPORTAÇÃO DE ANIMAIS LTDA


O EMBARQUE COMEÇOU NESTE DOMINGO DIA 07.03.2010

RS: Porto Novo embarca bovinos

O primeiro embarque de bovinos deste ano no Porto Novo de Rio Grande começou ontem, por volta do meio-dia. O navio-curral Almawashi, de bandeira panamenha, que atracou no cais público às 10h40min desse domingo, transportará animais ao Líbano.

A carga será de aproximadamente 8,5 mil animais vivos oriundos de fazendas do Rio Grande do Sul, principalmente da região Sul. O Almawashi veio de Montevidéu, no Uruguai, já com mais de 11 mil bovinos a bordo.

Conforme o operador portuário e despachante aduaneiro Leonardo Vanzin, responsável pelos embarques de gado, a operação no Porto Novo deve durar 36 horas. De Rio Grande, o navio seguirá direto para o Líbano. A viagem até Beirute deve levar de 20 a 23 dias.

Fonte: Correio do Povo

RS: missão europeia inicia hoje vistoria no rebanho gaúcho

Porto Alegre/RS
Um grupo de três técnicos da União Europeia (UE) chega hoje ao Rio Grande do Sul para avaliar a rastreabilidade do rebanho bovino. A primeira visita será na planta do frigorífico Marfrig, em Capão do Leão. Amanhã eles seguem para Cachoeira do Sul, onde verificam uma propriedade.
Segundo o chefe do Serviço de Doenças Vesiculares da Secretaria da Agricultura(Seappa), Fernando Groff, que irá acompanhar o grupo, a fazenda é escolhida pela missão e de acordo com o que desejam averiguar.

O chefe do Serviço de Sanidade do Ministério da Agricultura no Estado (Mapa/RS), Bernardo Todeschini, explica que as equipes dos governos estadual e federal estarão à disposição dos europeus para esclarecer qualquer questão com relação à legislação ou aos animais.
O grupo de seis técnicos europeus que chegou ao Brasil no dia 2 se dividiu em dois grupos para percorrer o país. Na semana passada, foram visitados frigoríficos e propriedades em São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Segundo o secretário de Defesa Agropecuária, Inácio Kroetz, as avaliações foram dentro do esperado.

"Acreditamos que no Rio Grande do Sul também será assim." Segundo Kroetz, a missão vem ao país sempre no início do ano para auditar e conferir se as normas de rastreabilidade estão sendo cumpridas. A última vez que os europeus estiveram no Estado foi em janeiro de 2009.
No roteiro deste ano, estão previstas visitas a seis dos nove estados habilitados a exportar para a UE. Até o dia 15, eles ainda irão a Minas Gerais e Goiás. Após as visitas, avaliação preliminar deve ser apresentada ao Mapa.

Fonte: Correio do Povo

ALERTA DE MERCADO – PECUÁRIA DE CORTE BRASIL



PORTO DO RIO GRANDE DÁ CONTINUIDADE AO PRIMEIRO EMBARQUE DE BOVINOS VIVOS DO ANO, TOTALIZANDO 10 MIL CABEÇAS

FONTE RURAL BUSINESS



Stephanes: pecuária tende a se tornar mais intensiva

A recuperação de áreas degradadas e o uso de locais de pastagens, o melhor aproveitamento do Cerrado brasileiro e o aumento da prática de irrigação foram as direções apontadas pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, como determinantes para o crescimento da produtividade nacional nos próximos dez anos. Na última quinta-feira (4), ele apresentou a jornalistas os cenários de produção, exportação e consumo previstos para a safra 2019/2020. "A agricultura sempre teve posição muito dinâmica e de crescimento constante", comentou Stephanes.
Segundo o ministro, o desempenho da produção futura se dará, em grande parte, pelo aumento de produtividade e pela incorporação de novas áreas de pastagens, nas devidas proporções. "O sistema de produção de bovinos tende a se tornar mais intensivo e vai ocupar menos áreas. Essa é uma das grandes possibilidades que temos", destacou.

Ele informou, ainda, que a recuperação dessas áreas será intensificada com linhas de crédito específicas e taxas de juros diferenciadas, que serão anunciadas no próximo Plano Agrícola e Pecuário (PAP 2010/2011). "O plano também vai incluir item específico dos compromissos voluntários assumidos na COP-15, realizada em dezembro passado, em Copenhagen (Dinamarca). Esses também são sistemas de produção que dão mais lucro e melhores condições para os nossos produtores, ou seja, atendem questões de emissão de gases de efeito estufa e sustentabilidade, além de melhorar a economia", disse o ministro.

O segundo caminho apontado por Stephanes para as boas perspectivas agrícolas no Brasil é o melhor aproveitamento do Cerrado. Ele citou como exemplo a região de Matopiba, que compreende Maranhão, leste de Tocantins, sul do Piauí e norte e oeste da Bahia. "Ali temos uma grande área de Cerrado e, ao obedecer toda a legislação ambiental, temos possibilidade de avançar. Ou seja, podemos aumentar a produção sem necessidade de novos desmatamentos no bioma Amazônia ou em outras áreas frágeis do Brasil," afirmou.

A irrigação, em especial no Centro-Oeste do País, foi outra opção destacada pelo ministro. Com períodos regulares de chuva, excesso de água e possibilidade de armazenamento, a região conta, hoje, com três mil pivôs centrais e, de acordo com o ministro, pode chegar a 30 mil.
A pesquisa foi realizada pela Assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (AGE/Mapa), que estuda as projeções agropecuárias a médio e longo prazos. "Temos uma visão muito clara das exigências do mercado e da resposta que podemos dar, principalmente, de maneira sustentável, evitando qualquer possibilidade de avanço do desmatamento sobre o bioma Amazônia", finalizou o ministro Stephanes.

FONTE As informações são do Mapa, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

8 de Marco - Dia Internacional da Mulher


O blog lundnegocios homenageia todas as mulheres gaúchas e guerreiras!!!

domingo, 7 de março de 2010

Boi pronto tem preços firmes, com escalas curtas em várias praças do País

Hyberville Paulo D´Athayde Neto médico veterinário Scot Consultoria


Mercado firme.

Em São Paulo os frigoríficos alongaram um pouco as escalas, devido aos preços mais altos oferecidos. A oferta de bois permanece restrita, com compradores buscando animais nos estados vizinhos, principalmente no Mato Grosso do Sul, onde a disponibilidade também é pequena. As escalas em São Paulo atendem entre 3 e 4 dias e o preço de referência segue em R$77,50/@, a prazo, livre de funrural.

No Norte de Minas, com frigoríficos da região de Belo Horizonte concorrendo pelo boi, houve valorização da arroba, hoje cotada em R$69,00, a prazo, livre de imposto.

A pouca oferta trouxe reajuste aos preços do boi no Sul do Tocantins também.

Já no Oeste do Maranhão, a diminuição no ritmo de compra dos frigoríficos e a oferta boa reduziram os preços negociados.

Na Bahia, a falta de pasto continua deixando o mercado ofertado. As chuvas atingiram a região nos últimos dias, no entanto, para que isso se reflita em capacidade de suporte dos pastos a ponto de diminuir oferta, ainda falta mais chuva.

A demanda por traseiros mostra sinais de recuperação. Os preços no mercado atacadista subiram.

Vejamos agora como isso se reflete nos preços pagos ao pecuarista.


Boi Gordo - Indicador Esalq / BM&F
Data à vista R$ Variação (%) à prazo Variação (%)
05/03/10 77,35 +0,30 78,04 +0,08
04/03/10 77,29 -0,21 77,81 +0,30
03/03/10 77,06 -0,24 77,97 +0,01
02/03/10 77,05 +0,03 78,16 +0,14
01/03/10 76,94 -0,67 78,14 -0,70
26/02/10 77,48 +0,32 78,67 +0,03
Fechamento: 05/03/2010Fonte: Cepea/Esalq

Boi Gordo - BM&F (Pregão Regular)
Contrato - Mês Fechamento (R$/@) Variação (%)
Maio/10 77,50 0,00
Outubro/10 84,55 +0,06
Novembro/10 0,00 0,00
Dezembro/10 0,00 0,00
Fechamento: 05/03/2010Fonte: BM&F

Bezerra Nelore - Fêmea (12 meses)
Estado R$ / cabeça Peso
Minas Gerais 440,00 Bezerra 12M 180 Kg 6@
Goiás 450,00 Bezerra 12M 180 Kg 6@
Mato G. do Sul 480,00 Bezerra 12M 180 Kg 6@
Fechamento: 05/03/2010Fonte: Scot Consultoria

Bezerro Nelore - Macho (12 meses)
Estado R$ / cabeça Peso
Minas Gerais 620,00 Bezerro 12M 210 kg 7@
Goiás 630,00 Bezerro 12M 210 kg 7@
Mato G. do Sul 640,00 Bezerro 12M 210 kg 7@
Fechamento: 05/03/2010Fonte: Scot Consultoria

Gado Nelore Reposição/SP - Fêmea (R$/cabeça)
Tipo R$/cabeça
Vaca Boiadeira 800,00
Novilha 650,00
Bezerra 590,00
Desmama 520,00
Fechamento: 05/03/2010Fonte: Scot Consultoria

Gado Nelore Reposição/SP - Macho (R$/cabeça)
Tipo R$/cabeça
Boi Magro 960,00
Garrote 785,00
Bezerro 640,00
Desmama 610,00
Fechamento: 05/03/2010Fonte: Scot Consultoria

Boi Gordo - Scot Consultoria
Município Boi Gordo - (R$/@ - à vista) Boi Gordo - (R$/@ - prazo 30 dias) Vaca Gorda (R$/@ - à vista)
SP Barretos 75,50 77,50 71,00
SP Araçatuba 75,50 77,50 71,00
MG Triângulo 71,00 73,00 65,30
MG B. Horizonte 70,60 72,00 66,60
GO Goiânia 71,00 72,00 66,00
GO Reg. Sul 71,00 73,00 67,00
MS Dourados 71,00 73,00 67,00
MS Campo Grande 71,00 73,00 67,00
MS Três Lagoas 71,00 73,00 66,00
RS Erechim (kg)* 2,35 2,45 2,21
RS Pelotas (kg)* 2,50 2,60 2,30
Bahia Sul 68,00 70,00 62,00
MT Norte 67,00 69,00 63,00
MT Sudoeste 67,00 69,00 63,00
MT Cuiabá** 71,00 73,00 66,00
MT Sudeste 69,00 71,00 65,00
Paraná Noroeste 74,00 76,00 69,00
SC Oeste*** 74,50 77,00 70,60
PA Marabá 69,00 71,00 63,00
PA Redenção 69,00 71,00 64,00
PA Paragominas 70,40 7

PREÇOS DE GADO- MERCADO FISICO / KG VIVO

EM 06 .03.2010

REGIÃO DE PELOTAS

TERNEIROS R$ 2,40 A R$ 2,50

TERNEIRAS R$ 2,30 A R$ 2,40

NOVILHOS R$ 2,15 A R$ 2,30

VACA DE INVERNAR R$ 1,90 A R$ 2,00

FONTE :PESQUISA REALIZADA POR WWW.LUNDNEGOCIOS.BLOGSPOT.COM

Bando mata sete animais em Pelotas

Berço no qual nasceu o escritor João Simões Lopes Neto, a Estância da Graça, em Pelotas, foi alvo de abigeato na madrugada de ontem. Um bando entrou na propriedade e matou sete animais: três éguas crioulas e quatro vacas inseminadas.

A Brigada Militar foi chamada para atender uma ocorrência e estranhou a movimentação de um Vectra. Cercados, três homens atiraram contra a viatura e fugiram no mato. A BM encontrou carne bovina e equina no veículo.

FONTE ZERO HORA

Cotação do boi volta aos patamares de outubro

A escassez de animais terminados tem deixado o mercado firme em plena safra. No último mês, foram registradas altas em quase todas as praças consultadas pela
Scot Consultoria.

As exceções foram a região Oeste da Bahia e o Maranhão, praças onde a chuva não tem sido suficiente para manter as pastagens em boas condições. Ou seja, o pecuarista se vê forçado a entregar o gado e os preços caem.

Entretanto, em São Paulo os preços se mantiveram firmes, com pouca oferta e escalas curtas (3-4 dias), além de vários frigoríficos pulando dias da programação de abate. No último mês, a reação soma 2,65% e levando em consideração o início de 2010, 3,02%. A arroba voltou aos patamares verificados em outubro de 2009, com o preço de referência em R$77,50/@, a prazo, livre do imposto. Só aumentando o pagamento mesmo para que a oferta ensaie alguma reação.

Essa situação pode ser reflexo de um descarte de matrizes ainda mais intenso do que se pensava no período de preços baixos ao produtor, deixando, hoje, a oferta escassa e a reposição cara.

Nas praças vizinhas, que ajudam a abastecer São Paulo, a situação é semelhante. No Mato Grosso do Sul a valorização alcança 4% em um mês.

O que segurou um pouco e fez com que o mercado mostrasse uma reação mais intensa somente agora foi a lentidão da ponta consumidora. Entretanto, com o início do mês e a necessidade de repor os estoques, foi necessário subir o preço da arroba.

Além disso, o bom desempenho das exportações em fevereiro deu novo fôlego ao mercado. Houve alta de 10,9% para o volume e de 9,9% para o faturamento.

FONTE www.twitter.com/PantanalNews

MOEDA DE TROCA


CLIENTE TROCA CAMIONETE TOYOTA HILUX* CABINE DUPLA ANO 2006 X POR GADO

TRATAR COM LUND FONE 81113550 ou 99941513

* Foto ilustrativa.

Frigorífico é proibido de exportar para a União Europeia depois de fiscalização de rotina

Brasília – O Ministério da Agricultura autuou o frigorífico Arantes Alimentos e suspendeu a exportação das carnes produzidas pelo frigorífico à União Europeia (UE). Segundo o secretário de Defesa Sanitária do ministério, Inácio Kroetz, o motivo foi a falta de um documento que comprovasse a origem da carne enviada ao bloco econômico europeu.

"O Brasil tem o compromisso com a União Europeia de rastreabilidade da carne vendida ao bloco, mas o frigorífico não tinha a garantia de propriedades registradas", explicou nesta sexta-feira (5/3) o secretário.

No início de 2008, a UE embargou as compras da carne bovina brasileira e só voltou a importar meses depois, apenas de algumas fazendas auditadas, com o compromisso de que seguissem as exigências de rastreabilidade dos animais.

Segundo Kroetz, a ocorrência de agora não prejudicará a evolução das negociações para aumentar o volume dos embarques de carne bovina brasileira para a UE. “Estamos tranquilos porque todas as medidas foram tomadas adequadamente. O caso não põe em risco as exportações brasileiras e nem arranha a credibilidade do país", afirmou.

Em nota, o ministério informou que a irregularidade foi detectada em auditoria de rotina realizada nos estabelecimentos habilitados a exportar carne para a UE. Quando terminarem as apurações, o frigorífico deverá ser multado. Segundo o ministério, as autoridades sanitárias europeias já foram comunicadas. O governo pediu que as carnes exportadas pelo frigorífico autuado sejam apreendidas.

Kroetz ressaltou que o caso é específico com a UE porque é o único bloco que exige a rastreabilidade animal para a importação da carne bovina brasileira. De acordo com o secretário, as inspeções feitas com o produto apreendido, até o momento, mostram que ele está em bom estado para ser consumido e que seria apropriado para outros mercados.

FONTE CORREIO BRAZILIENSE

sexta-feira, 5 de março de 2010

PREÇOS DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO


INFORMAÇÃO
.
*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 05.03.2010

REGIÃO DE PELOTAS
.EGIÃO
BOI: DE R$ 5,10 a R$ 5,20

VACA: DE R$ 4,80 a R$ 4,90
.
OBS: Compras só a rendimento.
.
FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
.
FONE: 9981.1203 Humberto Costa

Boi gordo, vender ou segurar?

O mercado do boi gordo está firme, principalmente devido à oferta restrita. O que tem segurado um pouco o mercado é a demanda pela carne, que está fraca.

Considerando que o boi já está terminado e havendo pasto, qual a melhor escolha, vender ou permanecer com os animais, esperando preços melhores?


Para considerar o custo desta opção de maneira simplificada, utilizaremos o custo de arrendamento de pasto. Hoje, no Mato Grosso do Sul, o preço de um arrendamento é de R$13,00/cabeça/mês.


Ou seja, se neste mês que o boi for retido ele só mantiver o peso, o que é conservador, considerando o estado do pasto e as chuvas na região, teremos um boi com o mesmo peso, daqui um mês.

Um boi de 18@ hoje, na região de Campo Grande, onde a arroba vale R$73,00, a prazo, livre de imposto, é vendido por R$1314,00. Um real de valorização no preço por arroba causaria um incremento de R$18,00 no preço do animal, que já pagaria o aluguel do pasto, sobrando R$5,00 por animal, de lucro.


Mas e se o preço cair? Bom, a conta é o inverso. Mas, além de perder no valor do animal, o pecuarista perde o valor do aluguel de pasto.

Observe o comportamento dos preços entre o início de maio e o início de abril nos últimos anos, em Campo Grande - MS.

Com os preços da reposição firmes e a compra de animais jovens não estando interessante, pode-se cogitar esta hipótese.

Sempre levando em conta que existem as variáveis climáticas, cambiais e de consumo.

Safra 2010/2011 contará com crédito para integração lavoura-pecuária

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, afirmou que o próximo Plano Agrícola e Pecuário, conhecido como Plano Safra 2010/2011, terá linhas de crédito específicas para a integração lavoura-pecuária e para recuperação de áreas degradadas. "Serão linhas de crédito específicas e reforçadas. Além disso, terão taxas de juros diferenciadas", disse o ministro.

Stephanes explicou que, por razões econômicas, alguns produtores já vêm desenvolvendo a alternância da pecuária com a lavoura e com a silvicultura, mas o governo quer ampliar o volume de produtores que desenvolvem essa metodologia, que permite a máxima utilização do espaço existente para os vários tipos de atividade. "Isso já vem sendo adotado aqui e ali por alguns produtores", disse o ministro.

Em relação ao crédito para recuperação de áreas degradadas, Stephanes salientou que, apesar de já haver uma linha disponível para este fim aos produtores, ela vem sendo pouco acessada. "Hoje a demanda é pequena, mas não sabemos se é por causa dos juros ou por dificuldades de acesso. Estamos estudando a situação para apresentar a linha de crédito no próximo Plano Safra", disse.
O ministro ressaltou a importância da qualificação do manejo da pecuária. "A pecuária caminha cada vez mais para uma produção intensiva ou semi-intensiva. Em consequência disso, haverá liberação de grande quantidade de terras", salientou.

FONTE AGRONOTICÍAS

VALE A PENA LER! Stuhlberger: Brasil não terá problemas no médio prazo

Em artigo publicado na revista do Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG), Luís Stuhlberger, responsável pelos R$ 8 bilhões aplicados no reverenciado fundo Verde, confessa qual o seu maior sonho: prever o futuro. Apesar de muitas pessoas acharem que ele já faz isso, Stuhlberger discute as formas pelas quais toma suas decisões que, de uma certa maneira, incluem tentar antever o que vai ocorrer no mercado a partir do estudo e da observação, aliados à experiência em analisar as informações e ao contato com outras opiniões. Essas máximas levam Stuhlberger a ganhar dinheiro no Brasil e no exterior há anos - inclusive, mais recentemente, com a crise da Grécia.

Mas ele observa que prever corretamente o futuro é apenas uma das qualidades de um gestor de patrimônio: é preciso também saber o momento de agir, ou seja, o "timing", e ter um bom instinto de sobrevivência - que inclui reconhecer quando se está errado antes de o mercado provar isso de forma desastrosa. Foi assim que ele reviu as previsões negativas para este ano.
Durante o Carnaval, enquanto a maioria dos brasileiros se divertia, ele passava o dia lendo relatórios e acompanhando agências de notícias para concluir que os cenários de queda forte nas commodities e na bolsa brasileira, de crise do euro e da alta do dólar no Brasil não acontecerão agora. "Por isso, resolvi reverter as estratégias de proteção que havia colocado no Verde, que incluiam vender ações de empresas de commodities e ficar comprado em dólar", disse ao Valor. Junto com a estratégia mais conservadora, foram embora também os óculos, levados por uma onda mais forte durante um fim de tarde na praia.

No Brasil, a única coisa que preocupa Stuhlberger - e para a qual ele diz já estar protegido - é a inflação. Para o gestor, o país vive um aumento de consumo muito grande "e não temos produção para atender tudo isso". "A inflação vai ser pressionada, a importação deve aumentar, os juros vão subir, e isso vai prejudicar algumas indústrias locais", diz. Mesmo assim, ele vê que "temos muito espaço para ganho nas boas empresas voltadas para o mercado interno e em commodities."

Stuhlberger diz que há muito tempo já sabia que o euro ia passar por dificuldades por conta das economias mais fracas da União Europeia, apelidadas de Piigs (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha ). "Não sabia que a Grécia estava maquiando os números, mas já sabia que esses Piigs dariam problema." Tanto que, em um fundo global do CSHG, ele apostou em "credit default swaps" (CDS) contra Portugal, Grécia e Espanha, bem antes dos comentários do fim do ano passado. Esse papel é um instrumento financeiro que permite ao comprador proteger-se do calote de um emissor. E Stuhlberger ganhou muito dinheiro com eles. "Paguei € 20 por um CDS de Portugal que hoje vale €200." A especulação foi feita, porém, com uma parcela pequena do fundo.

O motivo da compra reforça a teoria das previsões de Stuhlberger, de observar os pequenos detalhes da economia. Ele foi a Portugal há alguns anos estudar a abertura de uma asset e não gostou do que viu. "Achei que não era viável o país manter aquela economia com uma moeda tão valorizada", diz. Assim, em lugar de abrir a empresa, ele comprou os papéis apostando nos problemas futuros do país.

Para ele, o Brasil vai continuar navegando bem na onda do mercado chinês. "Eu estava também muito pessimista com a economia americana e europeia, mas acho que não vai ser agora que os problemas vão se complicar", diz. Stuhlberger admite que perdeu dinheiro em fevereiro com a aposta de alta do dólar no Brasil. "Mas agora estou de novo sem hedge (proteção) cambial e com 30% da carteira do Verde em ações de boas empresas de consumo locais e nas principais do mercado brasileiro, incluindo as de commodities."

O gestor continua achando que a perspectiva de longo prazo para commodities é negativa. "Mas isso ainda não vai ser agora, nem para o petróleo nem para outras commodities." Assim, a questão é quanto esses preços podem subir antes de cair.
A China, observa, continua com um consumo enorme, reflexo do investimento imenso em infraestrutura. "Imagine que o consumo de minério de ferro per capta na China é 30 vezes o do Brasil", diz. "E, ao mesmo tempo, o consumo de papel é mínimo", afirma, mostrando as diferenças entre o crescimento brasileiro e o chinês. Aqui a atividade é puxada pelo consumo de bens duráveis. Lá, pelo investimento em infraestrutura.

Stuhlberger diz que não vê problemas para o Brasil no médio prazo. "O cenário político não preocupa, as commodities continuam indo bem e a dívida líquida segue baixa", diz. Não há sequer espaço para uma grande especulação eleitoral nos mercados, apesar da eleição presidencial, observa. "Não haverá grande mudança, seja quem for que ganhar", avalia.

FONTE A matéria é de Angelo Pavini, publicada no Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe AgriPoint.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Brasil deverá ter 44,5% do mercado mundial de carnes em 2020

A produção nacional de carnes deverá suprir, até 2020, 44,5% do mercado mundial, segundo projeções do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), relativas a cenários de produção, participação no mercado mundial, exportação e consumo de produtos agropecuários. A pesquisa realizada pela Assessoria de Gestão Estratégica (AGE) mostra ainda que, em 2010, a participação do Brasil nas exportações mundiais de carne bovina, suína e de frango será de 37,4 %.

Haverá expressiva mudança de posição do País no mercado internacional. A relação entre as exportações brasileiras e o comércio mundial mostra que, em 2019/2020, as vendas de carne bovina representarão 30,3% do mercado, contra os 25% atuais. A participação da carne suína passará de 12,4%, em 2009/2010, para 14,2%, em 2019/20. A carne de frango terá 48,1%, das exportações mundiais. Atualmente, o percentual é 41,4%. Os resultados indicam que o Brasil continuará a manter posição de primeiro exportador mundial de carnes bovina e de frango.
A carne bovina, um dos principais itens na pauta exportadora do Brasil, ficou com patamar inferior em comparação aos estudos anteriores. O coordenador-geral de Planejamento Estratégico do Mapa, José Garcia Gasques, explica que a crise financeira internacional, em setembro de 2008, impactou as exportações, refletindo na dinâmica do produto.

De acordo com Gasques, até 2020, o agronegócio brasileiro sofrerá dupla pressão. “Haverá aumento do consumo interno, por conta do crescimento da renda, e grande demanda do mercado mundial”, comenta.

Embarques - Os embarques de etanol têm estimativa de crescimento de 222,9%, passando de 4,6 bilhões de litros, na safra 2008/2009, para 15,1 bilhões de litros, no período 2019/2020. Também devem apresentar expressivo aumento nas exportações de algodão (91,6%), leite (84,3%), carne bovina (82,8%), milho (80,3%), carne de frango (71,5%) e óleo de soja (52,8 %).

FONTE Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Autor: Eline Santos

Farsul elabora sugestões ao Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011

A Comissão de Crédito Rural da Farsul esteve reunida na Farsul nesta quarta-feira (03), para discutir os problemas do Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011. De acordo com o coordenador Elmar Konrad, a comissão avaliou documento elaborado pelo Grupo Técnico que analisa as proposições do PAP. “O que há é a permanência dos erros estruturais dos planos anteriores, e hoje vivemos as conseqüências destes. Proagro e seguro rural não existem, só oneram e não e pagam nada, mesmo em situação de perda significativa, e a política de preços mínimos está errada, pois é feita de maneira inadequada, onde não cobre nem os custos de produção”, afirma Konrad.
Esses apontamentos foram novamente enviados para o MAPA. Além das sugestões para o novo PAP 2010/2011, o documento faz importantes considerações gerais sobre crédito rural, especialmente com relação ao novo endividamento rural. ”Nós precisamos é ter renda para o produtor. Apesar da safra ser promissora e boa, tivemos uma redução no preço do produto, o que acarreta numa diminuição do lucro do produtor, não dando margem para que o trabalhador do campo possa saldar as suas dívidas. Precisamos de medidas complementares. A solução é uma nova securitização, com prazo de 20 anos, 3% de juros e rebate em cima das contas, inclusive” conclui Konrad. As informações são de assessoria de imprensa.

FONTE Agrolink

Definição sobre Funrural vai aguardar acórdão do STF

O ministro da Previdência Social, José Pimentel, disse que o governo vai esperar a publicação do acórdão de todos os votos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a decisão tomada no início de fevereiro, que considerou inconstitucional a contribuição ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural), que incide sobre a receita bruta proveniente da comercialização de produtos rurais. Depois de duas horas de reunião no ministério da Fazenda, Pimentel disse que, provavelmente, o governo terá que encaminhar ao Congresso Nacional um novo instrumento legal regulamentando o Funrural.
Ele explicou que, até o momento, só foi publicado o acórdão relativo ao voto do relator, ministro Marco Aurélio Mello, que considerou inconstitucional a lei ordinária. Pimentel disse que, somente depois de publicado o acórdão consolidado com os votos de todos os ministros do STF, o governo decidirá se encaminhará ao Congresso uma emenda constitucional, ou uma lei complementar, ou uma lei ordinária.
A ação foi um pedido do Frigorífico Mataboi S.A e de uma empresa do mesmo grupo contra a decisão judicial que tinha determinado o recolhimento ao INSS do Funrural. A decisão vale apenas para esta empresa, mas o governo teme que abra um precedente para que outras empresas obtenham o mesmo direito. De acordo com estimativas apresentadas pelo governo no dia do julgamento, a perda anual de receitas é de cerca de R$ 2,8 bilhões. Mas, como a decisão retroage pelos últimos cinco anos, a perda chegaria a R$ 11,25 bilhões, segundo a Procuradoria Geral da Fazenda.
Em relação ao rombo na arrecadação que a decisão provocaria, Pimentel disse que esta é outra decisão que o governo ainda terá que tomar. Segundo ele, é preciso saber quem tem direito ao crédito, já que o frigorífico é apenas o repassador dos valores recebidos dos produtores rurais. "Esta é outra questão que teremos que esperar a publicação dos votos dos demais ministros para tomar uma decisão", disse.

Fonte: Avisite

Setor espera melhora nas exportações de carne em 2010

A previsão de que o mercado internacional de carne elevará os índices da balança comercial brasileira neste ano vem se confirmando diante dos últimos resultados. Roberto Gianetti da Fonseca, da Abiec, mantém a expectativa de faturar 20% a mais até dezembro próximo.

FONTE www.beefpoint.com.br

Governo argentino ameaça barrar exportações

O secretário de Comércio Interior da Argentina, Guillermo Moreno, advertiu aos representantes de frigoríficos que, por ordem da presidente Cristina Fernández de Kirchner, o Governo bloqueará de maneira total as exportações de produtos de carne bovina (assim como aconteceu em 2006) se antes do fim do mês os preços atacadistas da carne não registrarem uma baixa substancial.

FONTE www.beefpoint.com.br

Frigorífico pronto para auditoria

A planta da Marfrig em Capão do Leão está pronta para a auditoria dos técnicos da União Europeia (UE), na segunda-feira. "Estamos arrumando a unidade, tirando as não-conformidades e fazendo uma auditoria prévia. A expectativa é positiva", afirma o diretor industrial da Marfrig Alimentos, Roberto Mülbert. Ele destaca como diferenciais a localização, o fluxo de produção e o layout da planta. A unidade é a única da empresa que não está exportando à UE. Se estiver de acordo com as exigências, as demais manterão a habilitação. Dia 9, será visitada fazenda em Cachoeira do Sul.
Ontem, os seis técnicos dividiram-se em dois grupos para iniciar a avaliação a campo. Além do RS, a comitiva visitará os estados de SP, MG, GO, MT e MS, até o dia 15.

FONTE Correio do Povo

Marfrig quer investir R$ 5 milhões no RS

O Grupo Marfrig investiu R$ 5 milhões nas sete plantas com as quais trabalha no RS desde o arrendamento do Mercosul, e destinará, pelo menos, o mesmo valor em 2010. "Qualidade, produtividade e redução de custos são os objetivos deste aporte", esclarece o diretor industrial da Marfrig, Roberto Mülbert, lembrando que o valor ainda está em definição. A empresa já trabalhava com planta em São Gabriel e, com o arrendamento, passou a contar com outras cinco unidades: em Alegrete, Bagé, Hulha Negra, e duas em Capão do Leão, além de centro em Mato Leitão. A empresa abate 3,5 mil bovinos/dia no RS.

FONTE Correio do Povo

Pouca oferta de bois valoriza as fêmeas

A oferta restrita de bois, que tem mantido firme o mercado mesmo com a demanda por carne fraca, ajuda a valorizar as fêmeas.
Com o objetivo de manutenção das escalas na falta de bois, os frigoríficos aumentam a procura por fêmeas. Com isso, os preços subiram.
O diferencial entre o preço do boi e da vaca em São Paulo está em 5,5%, ante os 7,1% do início de fevereiro e os 6,9% do começo do ano.
Nos últimos anos o diferencial entre o preço do boi e da vaca em São Paulo diminuiu. Em fevereiro de 2000 a diferença entre os preços era de 18,4%. No último mês, a diferença foi de 7,2%.

FONTE www.twitter.com/PantanalNews