PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 28/03/2011 INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 25/03/2011 - PRAÇA RS Ver todas cotações Ver gráfico
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segunda-feira, 28 de março de 2011
COTAÇÕES
Carne bovina: RS redefine normas para a entrada da carne com osso
Reconhecido internacionalmente como estado livre de febre aftosa com vacinação, o Rio Grande do Sul passou a permitir a entrada sem restrição de carne com osso, em meados de dezembro de 2010. O secretário da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Luiz Fernando Mainardi, em defesa da sanidade animal, para prevenir qualquer contaminação do rebanho gaúcho, assinou portaria contrária, restringindo a entrada de carne bovina e bubalina com osso, provenientes de outros estados brasileiros.
A norma regulamenta o ingresso no Rio Grande do Sul de animais susceptíveis da doença, permitindo também a entrada de produtos e subprodutos, desde que atendidas as disposições das Instruções Normativas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
Com relação à carne com osso, entretanto, outros controles devem ser atendidos, tais como pedido de autorização prévio do estabelecimento que vai adquirir a carne, endereçado à Gerência de Defesa Animal, da Seapa e, caso seja concedida a autorização, a mesma deve acompanhar a carga desde a origem até o destino. Também o produto deve estar embalado, identificado e com etiqueta de lacre de segurança tipo exportação (de metal).
Mainardi entendeu a necessidade de medidas restritivas à entrada de carne com osso no Rio Grande do Sul. Para a edição da norma - que valeu antes de dezembro último - foi considerado o surgimento de focos da doença em algumas regiões brasileiras há cerca de quatro anos, além da solicitação dos pecuaristas preocupados com o status sanitário do estado. As informações são da SAA/RS
FONTE: DBO
EXCLUSIVO: Baixa demanda enfraquece mercado do boi gordo; preços podem reagir no início do mês
O mercado do boi gordo segue enfraquecido neste início de semana com a diminiução da demanda por carnes no mercado atacadista. Em São Paulo, as negociações giram em torno de R$ 102,00 a R$ 103,00/@, à vista.
Mesmo com a diminuição das chuvas em algumas regiões produtoras, o consultor da Icap, Élio Micheloni Jr. diz que ainda não é possível saber se houve um aumento da oferta de animais. "Nós temos que ter agora, obrigatoriamente, um pouco mais de oferta. Se essa oferta não aparecer, o indicativo é de que realmente o volume disponível de boi é abaixo da necessidade do mercado", afirma.
Para Élio, os preços podem reagir no início do mês de abril com o aumento da demanda. "Isso novamente daria um novo fôlego para o mercado, voltando a ficar firme nos preços máximos que a gente observou no começo do mês", acredita.
Para esta semana, a expectativa é de que o mercado se mantenha firme. "Se a oferta não superar a demanda, os preços da arroba podem voltar aos patamares do início do mês, na faixa dos R$ 104,00 a R$ 105,00, à vista", conclui.
Fonte: Notícias Agrícolas // Aleksander Horta e Marília Pozzer
Boa troca mantém o mercado firme para o bezerro
Boi Gordo: Pressão de baixa aumentou e o preço referência caiu em diversas praças
Boi gordo: indicador registra forte retração
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 25/03/11
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para março/11
Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista (R$/cabeça)x relação de troca (boi gordo de 16,5@ por bezerros)
domingo, 27 de março de 2011
Brasil exporta 27 mil bois vivos ao Líbano
Os libaneses importaram 27.170 bovinos vivos do Brasil entre janeiro e fevereiro deste ano. A maior parte saiu do país via Porto de Barcarena, no estado do Pará.
Houve aumento de 273% em receita sobre o mesmo período de 2010 e de 352% em número de bois. Entre janeiro e fevereiro de 2010, a venda de gado em pé para o Líbano rendeu ao Brasil US$ 5,6 milhões. Foram enviados seis mil animais. O peso dos envios do primeiro bimestre deste ano foi de 9,8 mil toneladas e do ano passado 3,1 mil toneladas.
O secretário-geral da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby, explica que a compra de bovinos vivos é para gerar empregos no país comprador. "Quando você compra o bovino vivo, você transfere para o comprador o abate e a distribuição”, afirma. Apesar disso, o Brasil também envia carnes para o país árabe.
Sobre os dois primeiros meses do ano passado, houve uma queda no valor médio dos bovinos exportados do Brasil para o Líbano. Em janeiro e fevereiro de 2010, o preço era US$ 946. Ou seja, a queda foi de 17%, já que neste ano o valor foi de US$ 781. O Líbano foi o único país árabe que comprou gado vivo do Brasil.
O grande aumento ocorreu nos envios do estado do Pará, do Norte brasileiro. Do total, 23.346 cabeças foram exportadas via Porto de Vila do Conde, de Barcarena. No mesmo período de 2010, haviam saído do porto apenas seis mil bois. Do Porto de Rio Grande, no estado do Rio Grande do Sul, foram enviadas 3.824 unidades em janeiro e fevereiro deste ano. No mesmo período de 2010, não houve exportações do estado.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Boi gordo à vista e bezerro atingem recordes em 2011
Mesmo já estando quase no final de março, a oferta de bois gordos para o abate continua restrita e a maioria dos pecuaristas diz que não pretende vender nos preços que foram ofertados. Um bom exemplo disso é o comentário enviado pelo leitor Maurício Menegotto de Almeida. "A procura em Jardim/MS continua intensa, vendi 160 novilhas, que embarcaram na quarta-feira, com média de 13@, onde me pagaram o preço de R$ 90,00 à vista. Tenho boi gordo no pasto aguardando um preço no minimo com 3 três dígitos, e não entrego por menos. A maioria das fazendas está com sobra de pasto e para o pecuarista segurar o seu boi não existe empecilho nenhum. Portanto, ou o frigorifico paga o valor justo na arroba do boi ou não terá a sua matéria prima".
Assim o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista atingiu sua cotação mais alta em 2011, subindo R$ 0,56 nesta quinta-feira e sendo cotado a R$ 106,35/@. ao avaliarmos o gráfico podemos entender que o mercado se mantém firme nestes primeiros meses de 2011.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa à vista
Como Menegotto de Almeida a maioria dos pecuaristas ainda está otimista em relação aos preços, mas alguns agentes, avaliando o enfraquecimento do atacado, ressaltam que o mercado não está tão firme assim e pontuam que no próximo mês pode haver uma oferta maior de animais terminados a pasto sendo ofertados. Mesmo assim acreditam que é difícil esperar oscilações muito grandes nos preços arroba para os próximos dias.
Os preços de animais de reposição também subiram e o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista também registrou sua máxima em 2011 nesta quinta-feira. Na verdade, o valor de R$ 771,85/cabeça apurado nesta quinta-feira é o mais alto da série histórica do Cepea, que tem início no ano 2000. Com isso a relação de troca e a margem bruta recuaram.
Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista
Gráfico 3. Relação de troca na reposição (bezerros por boi gordo de 16,5@)
Gráfico 4. Margem bruta na reposição (resultado da operação de venda de um boi gordo de 16,5@ e compra de um bezerro para reposição)
Morte de pastagem em MT causa prejuízo de 3 bilhões
Boi-XP: frigoríficos conseguem aumentar um pouco a escala de abates
A safra já se faz presente, ainda que de forma modesta, uma vez que os frigoríficos conseguiram aumentar as escalas de abate. Entretanto, há um fato que ajudou algumas indústrias em determinadas praças além de um aumento natural da oferta. A paralisação de um grande frigorífico fez diminuir um pouco a competição pelo boi gordo em Minas Gerais, no Mato Grosso do Sul e Goiás, especialmente. As escalas nessas praças se alongaram um pouco e facilitaram a atuação de outras indústrias.
O consumo segue impedindo maiores reações dos preços pecuários. O varejo ainda está travado e há expectativa de que ocorra melhora apenas no início de abril, período em que o consumidor recebe os salários e vai às compras do mês. Dianteiro, ponta de agulha e traseiro seguem com liquidez dificultada. A vaca casada também está ofertada e sem demanda.
O mercado futuro perdeu toda a sua volatilidade frente a um mercado físico extremamente parado. O gráfico contínuo do BGIH11 (mar/11) continua testando a resistência dia após dia, mas ainda sem sucesso para rompê-la. A triangulação continua desenvolvendo um padrão de continuação, que poderá falhar caso o mercado não consiga ultrapassar os 105,75.
O BGIV11 (out/11) permanece com um spread positivo em relação ao contrato mais curto (BGIH11), mas segurou-se forte nos 104.
Confira a análise completa: BoiXP
Técnicos auditam MT
quinta-feira, 24 de março de 2011
Apesar da oferta ainda restrita, atacado enfraquece e começa a tirar sustentação dos preços
O mercado do boi gordo ainda apresenta oferta restrita, mesmo assim nesta semana seguiu pressionado. Com o mercado da carne bovina enfraquecido e os preços recuando, os compradores reduziram os preços ofertados pelo boi gordo, alegando que não podem pagar mais pela matéria-prima.
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 105,79/@ na última quarta-feira, registrando variação positiva de 0,04% na semana. Já o indicador acumulou retração de 1,09%, sendo cotado a R$ 106,62/@. Repare no gráfico abaixo como os preços da arroba para pagamento com 30 dias estão praticamente estáveis nos últimos meses, reflexo da oferta enxuta.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo a prazo
Rodrigo Belintani Swain, informou através do formulário de cotações do BeefPoint que em Guaraniaçu/PR, arroba do boi gordo está valendo R$ 98,00, à vista. "Se for conhecido pelo frigorífico e tiver animais de qualidade é possível conseguir até R$ 100,00/@".
Segundo Isaias Paulo Tomazinho, em Presidente Epitácio/SP, a arroba está sendo negociada a R$ 98,00/@, "mas existem ofertando somente R$ 93,00/@ de animal inteiro, mesmo confinado. Desagradável notícia".
O leitor do BeefPoint, Rubens Cunha, comentou que o preço do boi gordo em Araguaina/TO, está em R$ 91,00/@, com 30 dias de prazo para pagamento.
Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.
Enquanto isso, no atacado o valor do equivalente físico recuou 3,69% na semana, sendo calculado em R$ 97,17/@. O spread (diferença) entre indicador de boi gordo e equivalente subiu para R$ 8,62/@.
Tabela 2. Atacado da carne bovina
Segundo o Boletim Intercarnes, divulgado nesta quinta-feira, a procura por carne bovina no atacado segue literalmente calma acontecendo apenas especulações devido as sobras constantes que ocorreram nos entrepostos de mercadorias essa semana. As ofertas de carne com osso permanecem estáveis e mais regulares, com os preços não sustentando o mercado. A tendência para a carne bovina continua indefinida, já que na última semana do mês não existe expectativa na melhora no consumo.
Vendedores de carne comentavam que no início da semana ainda tinham cargas de carne bovina que não conseguiram escoar na semana passada e precisariam reduzir os preços para conseguir girar o estoque. Nessa situação diziam ser difícil continuar comprando nos preços pretendidos pelos pecuaristas.
No mercado futuro, com exceção dos contratos para março/11, que será liquidado na próxima semana, todos os vencimentos de boi gordo acumularam desvalorização durante a última semana. Outubro fechou o último pregão valendo R$ 104,65/@, com variação negativa de R$ 1,20 no período analisado. Vale ressaltar novamente que este valor (dos contratos considerados pico de entressafra) está abaixo dos preços praticados atualmente no mercado físico.
Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa e contratos futuros de boi gordo (valores à vista), em 16/03/11 e 23/03/11
FONTE: BEEFPOINT
URUGUAY - Aumentos en el precio del ganado
Nova composição de classes socias no Brasil entre 2005 e 2010. O que muda no seu negócio?
Aberto período de inscrições de animais para a Feira de Terneiros do Sindicato Rural
Conforme o presidente da entidade, José Roberto Pires Weber, em relação a questões sanitárias exigidas para a feira, as fêmeas inscritas deverão apresentar exame de tuberculose e atestado de vacinação da Brucelose ao entrar no parque. Todos os animais deverão ter antecipada a vacina contra a febre aftosa, cuja etapa vacinação no estado ocorre somente no mês de maio. - A inspetoria local estará liberando a autorização para que estes animais sejam vacinados em tempo hábil de participar da feira, disse Weber.
O presidente comentou ainda, os aspectos positivos da feira, que nas edições anteriores, atraíram compradores de várias regiões, conseguindo uma das mais altas médias do estado pela destacada qualidade genética ofertada – O diferencial de nossa feira está em oferecer animais padronizados, brincados, através de um evento organizado, com crédito oficial e juros subsidiados, disse Weber, salientando que a Feira de Terneiros de Dom Pedrito, consta no calendário oficial de feiras de outono do RS e tem financiamento garantido, por bancos oficiais e privados.
As inscrições dos animais para a feira já podem ser realizadas diretamente no setor de atendimento do Sindicato Rural impreterivelmente até o dia 20 de abril. – Cabe salientar ainda, que o Sindicato Rural novamente estará oferecendo o frete dos animais, gratuito aos vendedores, da propriedade até o Parque de Exposições, finalizou Weber.
FONTE :SINDICATO RURAL DE DOM PEDRITO
Confira a entrevista com Caio Junqueira - Cross Investimentos
FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS
Frente fria avança pelo RS e traz chuva à região
Carnes mais baratas
Pior entressafra do plano real
Mercado do boi segue com pouca volatilidade; oferta dá sinais de reação
O mercado do boi gordo segue lateral, com volatilidade diminuída. De um modo geral, os preços referência trabalham estáveis, baseados nos patamares verificados nas últimas semanas. Em São Paulo, por exemplo, o preço da arroba gira em torno de R$ 104,00, à vista. A oferta continua escassa e o consumo ainda segue tímido.
Os preços do boi casado no atacado tiveram a segunda queda consecutiva na semana, com negociações na faixa dos R$ 6,30, o que mostra o reflexo de um mercado varejista bastante travado. De acordo com a analista da XP Investimentos, Lygia Pimentel, isso mostra que o consumidor está evitando a carne bovina nesta época de final de mês.
Lygia diz que já há relatos de alongamento das escalas e que a oferta já deu alguns sinais leves de recuperação. Isso pode influenciar negativamente os preços no curto prazo. "Isso impossibilita os frigoríficas a pagarem um valor mais alto pela arroba. Como o consumo está tímido, o mercado fica bem lateralizado. Só que como a oferta não aumentou consideravelmente, então, não vamos conseguir observar uma queda ainda", afirma.
"Hoje, nós temos pouca oferta de boi em plena safra e, a não ser que o consumo lá na frente reduza muito ou o volume de animais confinados seja grande o suficiente para fazer o preço cair, o que não me parece por enquanto o caso, a gente vai ter preços mais altos do que vemos hoje", acredita.
FONTE: Notícias Agrícolas // Aleksander Horta e Marília Pozzer
BOI/CEPEA: Arroba segue negociada em torno de R$ 105,00
ENTREVISTA: Confira a entrevista com Péricles Salazar - Pres. Associação Brasileira Frigoríficos
STF confirma a decisão de inconstitucionalidade da cobrança do Funrural. Medida tira do pecuarista a bitributação, suspendendo o imposto e dá direito sobre a devolução do que foi indevidamente cobrado nos últimos 5 anos.
FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS
Exportações de gado em pé: recuo para Venezuela e aumento para o Líbano
Região de fronteira de MS liberada para exportação de carne bovina
quarta-feira, 23 de março de 2011
Rentabilidade para o pecuarista deve continuar favorável
Relação de troca entre uma arroba e sacas de milho deve se manter na média dos últimos cinco anos
Frigorífico Mataboi suspende compras de gado em quatro unidades
Motivo seria endividamento da empresa e a dificuldade de pagar os pecuaristas
Importações de carne do Japão deverão se manter firmes
Boi Europa: confira o diferencial pago em diversas regiões
Luciano Abrão Fagundes, de Corumbaíba/GO, nos enviou um comentário informando que conseguiu vender bois rastreados com um diferencial de R$ 4,00. "Segundo informações do frigorífico Mataboi, teremos pela frente uma crise de bois rastreados, ou seja, não terá essa mercadoria daqui alguns dias, sem falar da falta do próprio boi comum. Então acredito que quem tem essa mercadoria nas mãos pode esperar que vão pagar mais por ela", completou Fagundes.
De acordo com as informações de Fábio Henrique Ferreira, de Goianira/GO, "em Goiás está padrozinado em R$4,00 a R$5,00".
Segundo Germano Romao Borges de Queiroz, de Patos de Minas/MG, "na região do Triângulo Mineiro e Alto Paranaiba estão pagando um diferencial por volta de R$3,00 a R$4,00 por @".
José Ricardo Skowronek Rezende informou que em Rondonópolis/MT, "os frigoríficos estão pagando entre R$ 4,00 e R$ 5,00/@". "Na região de Cuiabá/MT a diferença gira em torno de R$ 3,00. É muito pouco, mal cobre os custos direto e indireto", informou Claudecir Mathias Scarmagnani.
"Consegui R$ 3,00 em Várzea Grande/MT, mas levei um grande susto. Boi gordo deu rendimento de 49%. Que decepção", comentou Jucelito Dal Santo, de Nova Mutum/MT.
Segundo Paulo Cesar Barbosa Vieira, de Dourados, "no MS raramente tem diferencial, eu mesmo já enviei animais para frigoríficos de mercado interno pois não havia diferença".
Clóvis Borborema Santana Filho informou que conseguiu R$ 1,00/@, em Campo Grande/MS. "Porém o rendimento da boiada foi péssimo não compensando. Antes eu tivesse vendido R$ 1,00 mais barato em outro frigorífico".
Aqui em Garça/SP, o máximo alcançado nestes últimos anos foi R$ 2,00, chegando a pagar até menos ou nada, informou Roberto Quartim Barbosa. Ele completou comentando: "definitivamente não compensa, temos que fazer igual ao que estamos fazendo com o boi hoje, quem manda no preço somos nós, ou paga ou fica sem boi. Desisti após um grande trabalho perdido".
Hugo Turchetto Filho, de Bebedouro/SP, comentou que "no norte de São Paulo, os frigoríficos não incentivaram em momento algum os produtores. Há alguns que desistiram da certificação, e outros com forte tendência a sair do processo, já que os frigorificos alegam que não podem pagar o diferencial nos animais confinados, pois a oferta é muito grande na safra. Na nossa região os ERAS vão acabar".
"Tema polêmico, mas se me permite comentar alguma coisa sobre isso, sempre acompanhei de perto essa questão de rastreabilidade e também o comércio da carne. A verdade é que a maioria dos pecuaristas estão um tanto quanto desacreditados. Nesse aspecto temos diferentes pontos de vistas e conflitos: 1- o pecuarista descontente com o frigorífico porque não paga diferencial, 2- o frigorífico administrando muito mal esse problema e a cada vez piorando a relação entre fornecedor e indústria, 3- realidade de mercado, pois as coisas não são tao maravilhosas como parecem, vender carne para Europa é muito bonito de se falar, mas é um mercado que além das milhões de exigências sofre altos e baixos como qualquer outro. Vender carne no mercado interno hoje talvez seja a melhor opção para a indústria", avaliou Luiz Gustavo Borba, de Campo Grande/MS.
Como sempre o assunto chama a atenção de todos da cadeia e merece ser discutido, para tentarmos chegar a um consenso e buscar melhoras. Assim outros temas relativos à rastreabilidade foram também abordados pelos leitores e merecem nossa atenção.
Um ponto abordado por José Ricardo Skowronek Rezende são os motivos para o pagamento ou não de diferencial. "Creio que a lista de propriedades habilitadas não está aumentando de forma massiva, pois devemos ter chegado em um ponto de equilíbrio entre demanda por animais rasteados e oferta dos mesmos. Se a oferta aumenta o diferencial de preços cai. Regulação natural ao meu ver. Ainda mais agora que MS, GO e MT já permitem aos pecuaristas decidir se querem ou não fornecer a rastreabilidade de seus animais aos frigoríficos".
Luciano Abrão Fagundes acredita que o sistema se estabilizou e não adianta querer simplificar muito. "Trabalho com Sisbov desde que começou e graças a Deus a coisa está se mantendo desde o início de 2008, e nós técnicos, produtores, frigoríficos e MAPA estamos aprendemos a atender e respeitar as normas com bom senso. E o momento agora é de quem acreditou, sofreu, persistiu, e pagou por isso. Não foi, não é e nunca será um mar de rosas trabalhar com essa imensidão de números de 15 dígitos somado a animais que não ficam em prateleiras e a mão de obra sem treinamento. O que está acontecendo agora é: nada mais, nada menos que um reconhecimento pelo trabalho".
Humberto de Freitas Tavares, que já deixou claro várias vezes que não brinca mais, analisou que quem ficar na lista pode ter lucro agora nas águas. "A renda nominal vai ficar melhor ainda para estes abnegados, pois segundo depoimento do Rodrigo Albuquerque no Twitter a lista está diminuindo. Na seca, como se sabe, o diferencial cai a zero, já que quase todos os confinamentos são ERAS. Lei da oferta e da procura".
Em Brasília, criadores de gado discutem mais recursos para o setor
Valor da linha de crédito foi tema de reunião. Proposta do setor será encaminhada ao Ministério da Agricultura para plano agrícola e pecuário.
Câmara da carne debate política de crédito
segunda-feira, 21 de março de 2011
ESTAMOS OFERTANDO PARA VENDA
ESTAMOS OFERTANDO PARA VENDA COM EXCLUSIVIDADE


Boi gordo desde o início do plano real
PREÇOS DE BOI GORDO E VACA GORDA PARA CARNE A RENDIMENTO
REGIÃO DE PELOTAS*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 21.03.2011
BOI: R$ 6,60 a R$ 6,75
VACA: R$ 6,20 a R$ 6,35
PRAZO: 30 DIAS
FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.
PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO/KG VIVO
REGIÃO DE PELOTAS
KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 3,30 A R$ 3,35
VACA GORDA: R$ 2,80 A R$ 2,95
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR www.lundnegocios.com.br
PREÇOS MÉDIOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO
EM 21.03.2011REGIÃO DE PELOTAS
TERNEIROS R$ 3,00 A R$ 3,20
TERNEIRAS R$ 2,80 A R$ 3,00
NOVILHOS R$ 2,80 A R$ 3,00
BOI MAGRO R$ 2,80 A R$ 2,90
VACA DE INVERNAR R$ 2,30 A R$ 2,50
*GADO PESADO NA FAZENDA
FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br
COTAÇÕES
RS adquire 210,7 mil doses de sêmen Angus
