quarta-feira, 6 de maio de 2015

Vll REMATE REDOMÃO CRIOULO

LOTE 27 SK MARINGÁ
VII Redomão Crioulo -13/05/15 - Pelotas/RS
Lote 27 - SK Maringa
Viscoso 420 Maufer x Capanegra Luna Roja
Fotografia: Gabriel Olivera / Ag. El Campo (www.agenciaelcampo.com.br)
Lindo potranco colorado, equilibrado e harmônico, com boas qualidades morfológicase grande potencial funcional. Pela linha alta, seu pai Viscoso 420Maufer, oriundo da cabanha Maufer, nos remete a Muchacho de Santa Angélicae Santa Elba Sinuelo e também a Aculeo Tapaboca. Por sua linha baixa,a mãe Capanegra Luna Roja égua de função e docilidade admirável, é de usono dia-dia de trabalho da fazenda. Capanegra Luna Roja trás em seu pedigreeSan Baldomero Puestero, BT Conquistador do Junco e La Invernada Horneroentre muitos outros cavalos de fundamento da raça crioula. Potranco de umadocilidade incrível pronto para doma.

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Brasil e China devem assinar em maio protocolo para liberar comércio

Nova versão do documento prevê somente a exportação de carnes provenientes de bois com idade até 30 meses
exportação 12
Mudança no protocolo não traz impactos negativos às exportações (Foto: reprodução/Google)
O Brasil deve assinar com a China no próximo mês protocolo sanitário para a retomada das exportações de carne bovina ao país, de acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec, São Paulo/SP). O primeiro-ministro Li Keqiang desembarca no Brasil no dia 19 de maio. O protocolo sanitário será assinado após mudanças feitas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA, Brasília/DF).
A nova versão do protocolo prevê que somente carne proveniente de bois com idade até 30 meses poderá ser exportada, para descartar qualquer risco de embarque de carne de animais com suspeita de encefalopatia espongiforme bovina (EEB). Para o diretor executivo da Abiec, Fernando Sampaio, a mudança não traz impactos negativos às perspectivas de exportação.
Após a assinatura, a retomada das exportações é quase imediata. Hoje, o Brasil possui oito unidades habilitadas para produzir carne bovina para o mercado chinês. Sozinhas, as fábricas respondiam pelo embarque de 17 mil toneladas por ano à China em 2012, quando o país embargou a carne bovina brasileira após a confirmação de um caso de EEB no Paraná.
A Abiec espera que o volume exportado e o número de unidades habilitadas sejam ampliados após a liberação dos embarques. A entidade afirma que outras onze fábricas já foram auditadas pelos chineses para serem credenciadas, enquanto outras aguardam por visitas de inspetores.
Fonte: Agência Estado, adaptado pela equipe feed&food. 

Liberação de carne bovina para os EUA abrirá outros mercados

Anúncio é esperado para o primeiro semestre, com o encontro entre  Barack Obama e Dilma Rousseff
A abertura do mercado dos Estados Unidos para carne bovina “in natura” do Brasil pode chegar em junho, por meio do encontro dos presidentes dos países, e abrirá outras importantes portas.
Os norte-americanos são os maiores importadores mundiais do produto – em 2013, o país comprou no exterior 1,021 milhão de toneladas de carne bovina- e a entrada nesse mercado exigente permitirá também a exportação para o Canadá, o México e países da América Central que ainda não são clientes do Brasil. “Os Estados Unidos vão nos dar um passaporte para o Nafta e quase todos os países da América Central”, diz o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec, São Paulo/SP), Antônio Jorge Camardelli.
O setor estima que só o mercado estadunidense represente para o Brasil um volume médio inicial de 40 mil toneladas ao ano, com a inserção por meio de matéria-prima.

Fonte: Folha de SP, adaptado pela equipe feed&food.

Na Feira Apas 2015, Marfrig apresenta novos cortes do dianteiro

Os visitantes poderão conferir no estande da Marfrig os novos cortes macios e suculentos do dianteiro.
Na Feira Apas 2015, Marfrig apresenta novos cortes do dianteiro
Na Feira Apas 2015, Marfrig apresenta novos cortes do dianteiro
Na Feira Apas 2015, Marfrig apresenta novos cortes do dianteiro
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 A Marfrig Global Foods, uma das maiores empresas globais de alimentos, apresenta na Feiras APAS 2015 os novos cortes do dianteiro bovino: Coração de Paleta (Shoulder), Raquete de Paleta (Shoulder Steak), Peixinho (chuck tender), Peito Granito ou BrisKet e Assado do Dianteiro (Baby Back Ribs) das linhas Bassi, Wagyu e Marfrig Angus – que são comercializados nos melhores empórios e redes especializadas em carne premium dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul.
Produzidos a partir de três partes bem conhecidas do boi e que até então não eram valorizadas - paleta, acém e peito – esses cortes são a nova tendência do churrasco brasileiro. Somente em 2014, a Marfrig registrou um crescimento de 40% nas vendas de cortes dianteiros.
Essa mudança teve início com a introdução de novas raças no rebanho brasileiro, como o Angus e o Hereford, com os investimentos em genética e também o manejo cuidadoso do gado, resultando na criação de animais de alta qualidade e permitindo o aproveitamento da parte dianteira do boi.
“Os novos cortes do dianteiro são macios e suculentos, portanto não devem nada para os seus concorrentes - a picanha, a fraldinha e a maminha – além de terem um preço muito mais acessível”, afirma Marcelo Proença, Diretor Comercial da Marfrig Beef Brasil.
Outro fator que influenciou o surgimento dos novos cortes dianteiros é o próprio padrão de comportamento do consumidor. “Antes, os brasileiros estavam mais preocupados com a quantidade da carne, hoje, o consumidor tem acesso mais fácil a carnes de qualidade, devido às evoluções em genética, nutrição e boas práticas de manejo, incluindo o “bem-estar animal”, comenta Proença.
Para o executivo, o momento é muito favorável para os fãs do churrasco, que nunca tiveram tantas opções de compra. Os visitantes da Feira Apas 2015, que acontece de 4 a 7 de maio, poderão conferir os novos cortes dianteiros da Marfrig no Pavilhão Vermelho, Rua P19, estande nº 850.
Da Redação BeefWorld, com informações de Assessoria de Imprensa

Brasil podría exportar directo a China un volumen similar al de Uruguay

El martes 18 se estaría firmando el acuerdo final que permitirá que quede operativa la exportación directa de empresas frigoríficas brasileñas a los puertos de China. En principio serán ocho plantas, entre las que se incluyen de las tres principales firmas exportadoras, JBS, Marfrig y Minerva. De acuerdo a proyecciones realizadas por Marfrig, en un principio implicaría una oferta brasileña que en volumen sería similar a la de Uruguay, comentó Marcelo Secco, principal de Marfrig en Uruguay, desde Shanghái. “Por lo tanto, no va a desestabilizar al mercado, pero implicará una competencia y en estos momentos los precios de China para Brasil son muy buenos”, expresó.
Consultado sobre cuáles serían los principales productos a ser colocados por Uruguay en China en el correr de Sial, Secco consideró que serían el asado, el garrón-brazuelo (shin/shank), algún delantero congelado, más allá de las menudencias. Opinó que “en menudencias, en algunos cortes del delantero, el shin/shank, quizás en la bola de lomo, por más que exista un componente de competencia brasileña inminente, parecería ser que China junto con el Nafta y la Unión Europea quedarán como los tres principales mercados. Eso parece estar sólido, dijo el principal en Uruguay de la primera empresa frigorífica del país. 
fonte: Tardaguila Agromercados

segunda-feira, 4 de maio de 2015

RS: ABA alerta para riscos da suspensão da vacinação contra aftosa

A notícia de que o Paraná solicitou suspensão da vacinação do rebanho bovino contra febre aftosa ao Ministério da Agricultura colocou em alerta criadores da raça Angus de todo o país. O temor é que a falta de imunização torne a região uma porta de entrada para o vírus no Brasil, o que pode comprometer a sanidade do rebanho e a própria atividade agropecuária.


Segundo o presidente da Associação Brasileira de Angus (ABA), José Roberto Pires Weber, a fronteira do estado do Paraná com o Paraguai é um perigo concreto tendo em vista que o controle da epizootia naquele país não segue o mesmo rigor do Brasil. "A decisão sobre a suspensão da vacinação em um determinado estado não pode ser tomada de modo isolado. É uma medida que impõe riscos a diversas outras regiões do Brasil e, por isso, deve ser debatida a fundo com o setor", pontua Weber.

Além do risco sanitário, a suspensão da imunização não deve trazer ganho econômico expressivos aos criadores, que já o Brasil vem galgando, ano a ano, novos mercados para a carne. "A iminente abertura do mercado americano e chinês para os cortes nacionais é prova de que há expansão de vendas mesmo com o status de zona livre de aftosa com vacinação", completou o gerente Nacional do Programa Carne Angus, Fábio Medeiros. "Os clientes hoje compram nossa carne e pagam bem por ela. Se tivermos um surto no Paraná, todo o país será prejudicado. Será que vale o risco?", questiona Reynaldo Titoff Salvador, diretor do Programa Carne Angus.

A decisão do Paraná ainda poderá trazer problemas para a sustentabilidade interna do rebanho, uma vez que a pecuária daquele estado não é autossuficiente na produção de bezerros. Com a suspensão da vacinação, as aquisições de outros estados com status inferior, como RS, SP e MS, ficariam inviabilizadas.  A estimativa é de que o déficit do Estado do Paraná seja superior a 200 mil bezerros por ano, segundo dados da Sociedade Rural de Maringa/PR. Medeiros ainda questiona a oportunidade da suspensão da imunização já que, não tendo tradição como exportador de carne, os benefícios ao Estado do Paraná seriam limitados.

Segundo o presidente da ABA, o mais apropriado seria unir secretários de estados e lideranças dos ministérios de Agricultura dos países da América Latina para discutir propostas conjuntas que busquem a erradicação da febre aftosa de forma continental. Um modelo nesse sentido vem sendo alinhado há anos pelo Panaftosa, mas, na prática, garante Weber muito pouco foi implementado. "O que acontece é que os países adotam suas próprias medidas e, às vezes, nem as adotam, e fica tudo por isso mesmo", salienta.

A proposta da ABA é trabalhar para construir, no futuro, uma zona livre de aftosa que integre MS, SP, PR, SC e RS, além de Uruguai, Argentina, Paraguai e Chile. "Para isso, a defesa agropecuária tem que ser vista como uma prioridade, assim como as políticas efetivas de controle de fronteira", concluir Weber.

Fonte: Associação Brasileira da Angus (ABA) 

Vuelven las consultas para exportar vacas hacia a Brasil


Vacas Brasil
A raíz de la escasa oferta de ganado con destino a faena en el sur de Brasil, algunas empresas comenzaron en las últimas horas a realizar consultas con la intención de importar vacas desde Uruguay.
Si bien no se han confirmado operaciones, producto de que recién están realizando consultas, un operador del mercado uruguayo confirmó a Tardáguila Agromercados que en las últimas horas recibió varias llamadas desde Brasil consultando precios para este tipo de negocios. “Nos llamaron preguntando si había oferta de vacas y consultando precios, no hemos recibido respuesta pero sabemos que están interesados en realizar negocios de exportación de vacas para faena, al menos cinco camiones”, profundizó el operador.
En lo que va del año desde Uruguay se han exportado, durante los meses de enero y febrero —según datos de Aduanas— un total de 1.556 vacas por un monto FOB de US$ 1.186.328. Luego esta corriente comercial se interrumpió y se estaría retomando en estos días. 
fonte: Tardaguila Agromercados

domingo, 3 de maio de 2015

ANPTC Sul - Associação dos Núcleos de Produtores de Terneiros de Corte

Lavras do Sul. Segunda etapa Feira de Terneiros ANPTC Sul. 2.564 animais em pista. 100% de venda. Faturamento de R$2.775.250,00. Valor médio por cabeça de R$1.082,39. Média de 187,44Kg/Cabeça. Média por quilo de R$5,77.
   Credito foto: Nina Chiappetta.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Utilização da Nota Fiscal Eletrônica avança na zona rural


Todos os produtores que estiverem obrigados ou aderirem à emissão da Nota Fiscal Eletrônica, independentemente de produto ou valor, devem seguir as seguintes orientações:
- Se for produtor rural/Empresa, deverá estar “credenciado” como emissor de Nota Fiscal Eletrônica no RS;
- se for produtor rural/Pessoa Física, deverá emitir a NF-e “avulsa” no site da Secretaria da Fazenda.
A Receita Estadual ressalta que os produtores rurais (Pessoa Física) dependem de habilitação via certificado digital/cartão Banrisul para terem acesso à Nota Fiscal Eletrônica “avulsa”. Portanto, para realizar operações interestaduais, deverá antecipadamente buscar as informações necessárias para habilitar-se à emissão da NF-e.
Informações no site https://www.sefaz.rs.gov.br/NFE/NFEindex.aspx, no item Emissão de NF-e para produtor rural.

Médias do remate da Calafate de Rio Grande/RS


Dia 29.04. 2015 estive presente no remate da Calafate e acompanhei a venda de em torno  de 200 vacas prenhas ou com serviço e 400 terneiros. As medias foram:
Terneiros certificados: R$ 1.106,00
Vacas prenhes: R$2.045,00
Prazo: 30 - 60 - 90 dias
fonte: Lund Negócios

Uruguay quedó habilitado para exportar ganado en pie a Emiratos Árabes

El Ministerio de Medio Ambiente y Agua de Emiratos Árabes Unidos, confirmó oficialmente que aprobó los certificados sanitarios que habilitan a Uruguay a exportar bovinos y ovinos en pie con ese destino.
En este sentido y tras una extensa reunión  realizada en Montevideo a principios de este año, el permiso otorgado es para bovinos con destino a reproducción, faena y engorde; y de ovinos para la reproducción y faena.
Alejandro Dutra, presidente de la Unión de Exportadores de Ganado en Pie, señaló que es una muy buena noticia “ que llega cuanto está empezando la zafra de terneros, en un momento con incertidumbres debido al clima” agregando que “hay mucho interés por parte de los operadores de Emiratos Árabes, algo que se pudo comprobar durante las primeras negociaciones generadas en su momento” por lo que “ahora con esta noticia vamos a retomar los contactos”.
Dutra señaló que es importante que haya un destino más para un mercado pujante, cuando hay 5 firmas comprando en todo el país desde hace varias semanas.

fonte: Tardaguila Agromercados

Previsões sobre confinamento em 2015 – Relatório Assocon

Entre 09 e 27 de fevereiro de 2015 foram entrevistados 85 confinadores por telefone. Esses produtores responderam perguntas relacionadas a produção de animais confinados em suas propriedades para o ano de 2015.
Em 2014, esses 85 confinadores produziram 769.600 animais e em 2015 a previsão é produzir 828.485 bovinos, crescimento estimado em 7,65%.
Até o final de fevereiro, os produtores entrevistados afirmaram que possuíam 530.588 animais garantidos para a produção de 2015, ou seja 64,04% do total previsto.
Esse total de animais garantidos para a produção de 2015 refere-se ao total de bovinos que já estão comprados, acordados e ou separados para serem colocados no confinamento, porém ainda não foram alocados nos currais. De acordo com informações coletadas, esses animais poderão entrar no confinamento a partir de meados da 2a quinzena de março, tendo seu pico ao redor de julho de 2015, segundo projeções iniciais.
Captura de Tela 2015-04-28 às 12.38.19
Em 2014 a produção foi de 1,61x a capacidade instalada. Para esse ano, é estimado em 1,74x o uso dos currais de engorda.
Captura de Tela 2015-04-28 às 12.39.09
Analise da ASSOCON
A expectativa de crescimento expressa nesse levantamento reflete um crescimento orgânico do sistema de confinamento.
Parte dos confinadores relataram grande dificuldade para originar animais com preços competitivos. A nutrição, nesse primeiro momento, não foi colocada como grande fator problemático. Existe certo otimismo em relação aos preços do boi gordo no 1o semestre de 2015 e o 2o semestre reserva mais incertezas ao produtor, por causa do risco de queda de demanda no mercado interno. Segundo a ABIEC, embora o 1o bimestre tenha sido ruim para as exportações, ainda esperam crescimento entre 10% e 15% em volume e faturamento.
Concluindo, os entrevistados não possuem animais suficientes para cumprir a meta de produção de 2015 ou atingir o volume de 2014. Ainda é cedo, poucos animais estão no confinamento e esse cenário pode ser alterado.
Observação: esses dados são referentes apenas ao grupo de produtores entrevistados.
Fonte: Associação Nacional de Confinadores (Assocon).

Prazo para fazer Cadastro Ambiental Rural (CAR) é prorrogado por um ano





Prazo para fazer Cadastro Ambiental Rural (CAR) é prorrogado por um ano

O governo federal confirmou nesta quinta-feira (30) que o prazo para adesão ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) será prorrogado por mais um ano. O anúncio foi feito pelo ministro substituto do Meio Ambiente (MMA), Francisco Gaetani, que também sinalizou que o decreto confirmando a mudança deve ser publicado na próxima segunda-feira (4).
A divulgação foi feita por Gaetani durante audiência pública que ocorre na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados. A fala complementa um decreto presidencial divulgado no Diário Oficial desta quinta, no qual a presidente Dilma Rousseff delegou ao MMA a decisão de alterar a data limite.
A decisão atende uma série de reivindicações apresentadas por governantes e pelo agronegócio, alegando que o prazo atual — que expiraria na próxima terça-feira (05) — não permitiria o cadastramento de todas os imóveis rurais do Brasil.
A possibilidade de extensão no prazo final para preenchimento do CAR era prevista em lei, mas nunca houve certeza de que a prorrogação realmente sairia. A própria ministra Izabella Teixeira chegou a afirmar em visita a Expolondrina, há duas semanas, que não haveria qualquer mudança na data.A indefinição gerou correria no campo e sobrecarregou o sistema em que é feito o CAR. Usuários reclamam de dificuldades em inserir os dados, fazer download das imagens de satélite e receber o recibo que comprova o cadastramento. O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) indica que só no estado 40 mil cadastramentos foram feitos durante o mês de abril. Ao todo já foram registradas mais de 92 mil propriedades rurais paranaense, ou 17% de um total de 532 mil existentes.
O CAR equivale a primeira etapa de adequação do campo ao Novo Código Florestal e é obrigatório para todos os imóveis rurais. Na prática o cadastro vai fazer um raio-x do passivo ambiental brasileiro, servindo de base para a estruturação de ações de recomposição das áreas verdes. É preciso apresentar informações georreferenciadas dos imóveis rurais, com delimitação das áreas de proteção permanente (APPs), reserva legal, remanescentes de vegetação nativa, área rural consolidada, áreas de interesse social e de utilidade pública.
fonte: Gazeta do Povo
 Diário Oficial da União, contendo o Decreto nº 8.439.

15ª FEIRA DE TERNEIROS(AS) E NOVILHAS EM 25/04/2015.

Aproximadamente 200 pessoas compareceram a 15ª Feira d Terneiros, Terneiras e Novilhas no Parque Davenir Peixoto Gomees em  São Francisco de Paula neste último sábado.
Tivemos uma oferta de 626 animais sendo comercializados 576,atingindo-se 92,1% com um faturamento de R$ 604.805,00(seiscentos e quatro mil e oitocentos e cinco reias).
O trio de jurados estava formado pelos Srs: Aldo Lourenço dos Reis, Renato Medeiros Marques e Luiz Roberto Cardoso.
Os proprietários da Fazenda Capão do Muniz, foram os doadores da terneira em prol da APAE, tendo sido arrematada pelos irmãos: Luis Escobar,Barlei e Margarete Medeiros Marques que também foram os maiores compradores da Feira.
A terneira doada à APAE foi comercializada no valor de R$ 1.500,00 (Hum mil e quinhentos reais)
A média da feira foi a seguinte:
Terneiros Castrados R$ 6,20Kg
Terneiros Inteiros R$ 6,10Kg
Terneiras: R$ 5,62Kg
Novilhas R$ 6,17Kg
Agradecemos a todos os expositores, compradores, camioneiros e a equipe Santa Úrsula, funcionários da Associação Rural e todas aquelas pessoas que de um jeito ou outra colaboraram para o sucesso do evento.
fonte: Associação Rural de São Francisco de Paula

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Regulamento do Registro Genealógico da raça Braford é aprovado pelo MAPA



O Serviço de Registro Genealógico da ABHB recebeu aprovação do Regulamento Braford, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA. Nesta última versão foi incluído o controle de tatuagens de matrizes para fins de cruzamento por absorção, para os criadores de outras raças que tenham interesse em padronizar o seu rebanho com Braford. O inspetor técnico fará a anotação das tatuagens que serão incluídas em um livro de controle de gerações. Todos os touros utilizados nos cruzamentos deverão ser registrados e confirmados. As filhas e netas (2º e 3º geração) das primeiras matrizes controladas serão classificadas como Produtos de Cruzamentos.  Será permitida a marcação das fêmeas de terceira geração como Origem Desconhecida, caso apresentem padrão racial e sejam selecionadas pelo inspetor técnico. A íntegra do documento está disponível no link:http://www.abhb.com.br/braford/registros/regulamento-do-registro-genealogico-da-raca-braford/

Marfrig aposta no avanço das exportações de carne bovina para 2015


O cenário de preço recorde do boi e de fraca demanda "apertou" a margem da operação de bovinos da Marfrig no Brasil no primeiro trimestre, reconheceu o diretor-presidente da Marfrig Beef Brasil, Andrew Murchie, em entrevista ao Valor. Mas o executivo ponderou que a fase mais difícil já passou.

De acordo com ele, um movimento de retomada gradual das margens já pode ser notado desde março, sustentado sobretudo pelo mercado externo, que superou o momento delicado do primeiro bimestre do ano e agora começa a colher os benefícios do real mais competitivo para a exportação.

"O segundo trimestre vai ser melhor. Por questão da recessão dos mercados de exportação, [criou-se] um cenário complicado em que as margens se apertaram [no começo do ano]. Mas, devagarzinho, as margens já começam a se expandir", disse Murchie. No ano passado, a margem Ebitda ajustada da Marfrig Beef (que inclui os negócios no Uruguai, Argentina e Chile) foi de 9,7%. O Brasil é o principal país da unidade.

Segundo o executivo, a conjuntura econômica, com forte depreciação do real e queda do consumo interno de carne bovina reforça a estratégia que a Marfrig Beef Brasil vem adotando desde 2014, no contexto da reestruturação financeira e operacional da grupo, de ampliar a fatia das exportações na receita.

"Até há alguns anos, o principal mercado para a Marfrig era o Brasil. Era um país pujante, descobrindo cortes especiais de carne. Mas esse cenário mudou um pouquinho, e [agora] a exportação vai tomar a frente", afirmou.

Para 2015, a expectativa da Marfrig é que o avanço das exportações de carne bovina a partir do Brasil eleve a participação das vendas externas da divisão Marfrig Beef para 50% da receita total. "Esse percentual vai colocar o grupo em uma posição confortável", disse. Em 2014, essa fatia foi de 45%. Em 2012, antes do início da reestruturação, era de 36,9%.

A Marfrig não detalha a receita com as operações de bovinos no Brasil, mas a Marfrig Beef com um todo teve receita líquida de R$ 9,6 bilhões em 2014, o equivalente a 46% do total de R$ 21 bilhões da Marfrig, empresa que tem outras duas divisões: a subsidiária irlandesa Moy Park, de carne de frango, e a americana Keystone, que é especializada no atendimento de redes de fast-food.

Se já pode contar com a melhora das exportações, Murchie também espera algum alívio dos preços do boi gordo ainda neste mês. Responsável por cerca de 80% dos custos de produção de um frigorífico, a matéria-prima segue com preço em patamar recorde - a R$ 149,78 por arroba em São Paulo, segundo o Cepea.

Conforme o executivo, os abates até caíram no Brasil devido à menor oferta de gado no primeiro trimestre, mas deve haver algum alívio daqui para frente. A questão é que, com o fim da estação de chuvas, a qualidade das pastagens diminui e leva consigo o poder de barganha dos pecuaristas, que vinham segurando a venda de boi.

Nesse contexto, Murchie acredita que não é necessário paralisar unidades por conta da escassez de oferta de boi. Atualmente, a empresa tem 13 unidades. No fim do ano passado, a Marfrig já fez um "ajuste", deixando de abater na unidade de Alegrete (RS) e em Rio Verde (GO).

Murchie não faz previsões sobre a demanda interna, dado o cenário de incerteza na economia brasileira. Por ora, a estratégia da empresa para o Brasil tem sido atuar na melhora de mix, com lançamentos de produtos como a carne de charque voltada para o Sudeste, com maior expectativa de margem do que as vendas tradicionais para Norte e Nordeste.

No momento, a Marfrig está adaptando sua fábrica em Itupeva (SP) para a produção de carne de charque ("jerked beef"). A intenção é vender o produto com as marcas Montana e Marfrig em pacotes de 500 gramas no varejo paulista e no Sul. Para o food service, serão comercializados pacotes de 5 quilos. A estimativa é vender, em um ano, 4 mil toneladas no Sul e Sudeste.

Segundo Luiz Firmino, diretor de novos negócios da Marfrig Beef, o produto voltado para o Sudeste tem um padrão diferente do destinado ao Norte e Nordeste, onde são comercializados em pacotes de 30 quilos. Nessas duas regiões, o supermercado é o responsável por separar o volume vendido aos consumidores.

Ele acrescentou que o charque fabricado em Itupeva terá maior valor agregado que o produzido em Rio Verde (GO) e vendido no Norte e Nordeste. O produto será feito a partir de cortes do dianteiro e traseiro bovinos, mais "nobres" do que a ponta de agulha usada na carne de charque do Norte e Nordeste. Com isso, a Marfrig espera melhorar o mix de vendas.

Fonte: Valor Econômico

Desempenho das carnes na quarta semana de abril

Embora ainda aquém do período inicial do mês, as exportações de carnes da quarta semana de abril (20 a 24, quatro dias úteis) mostraram recuperação em relação à semana anterior. Com isso, o resultado acumulado no mês (16 de um total de 20 dias úteis) – receita média diária de US$55,948 milhões – é, agora, 8,6% superior ao registrado em março passado.

Nesse contexto, a carne de frango continua sendo a única a apresentar tendência de redução em relação ao mês anterior, tanto na receita cambial como no volume embarcado. Este último, projetado para a totalidade do mês, projeta volume total ligeiramente inferior a 295 mil toneladas de produto in natura, o que, se confirmado, configura redução de cerca de 7% em relação a março de 2015.

Notar, de toda forma, que o mês anterior foi mais longo, com 22 dias úteis (10% a mais). E isso considerado, os embarques diários de abril corrente tendem a superar ligeiramente os números de março.

Como vinha ocorrendo e tende a continuar por algum tempo, em relação a abril de 2014 as três carnes devem apresentar resultados finais negativos, tanto no volume quanto na receita cambial.

(AviSite) 

terça-feira, 28 de abril de 2015

Projeto de Lei sobre o crime de abigeato é aprovado na CCJ


Os parlamentares que integram a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, aprovaram nesta terça-feira, o Projeto de Lei 6999/2013, de autoria do deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), que prevê penas mais graves para os crimes de furto e abate de animais. O relatório aprovado é de autoria do deputado Espiridião Amim (PP-SC). A matéria agora segue para tramitação no plenário da Câmara dos Deputados.

Hamm destaca a importância desse projeto, já que o crime de abigeato além de ocasionar enormes prejuízos ao produtor também pode gerar graves problemas ao consumidor, já que a carne abatida sem controle sanitário coloca em risco à saúde das pessoas. O parlamentar destaca que o furto de animais é muito comum em vários estados. “Somente no Rio Grande do Sul, conforme dados da Secretaria de Agricultura, 20% dos abates são clandestinos”, detalha.

Uma das alterações apontadas no relatório, conforme Hamm, é que teve maior abrangência inserindo todos os animais cuja finalidade é econômica (carne, leite, ovos, lã, pele, couro, entre outros).

Conforme o relator, a pena para quem subtrai com a finalidade de produção ou comercialização dos animais, ainda que abatidos ou divididos em partes no local do furto, será de reclusão, de dois a oito anos e mais multa. Essa mesma pena também será para receptação dos animais (receber, transportar, adquirir, conduzir, ocultar). Já a pena para quem vender, ter em depósito para venda ou entregar a carne ou outros alimentos sem procedência lícita, é de detenção, de dois a cinco anos e pagamento de R$ 500 a R$ 1.000,00 dias a multa.

O autor também salienta que no projeto uma das punições é a apreensão do bem utilizado, ou seja, o veículo em que o animal ou carne e os produtos estão sendo transportados.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Pecuaristas terminarão 5 milhões de cabeças em confinamento, estima Rally da Pecuária


Projeção aponta crescimento de 400 mil cabeças terminadas. Para certificar os dados, equipes avaliarão indicadores de oferta de animais para abate, quantidade de bezerros no próximo ciclo e produção estimada de carne
Estimulados pela boa perspectiva de preços e pela necessidade de elevar o nível tecnológico da produção, pecuaristas brasileiros deverão terminar cinco milhões de cabeças em confinamento em 2015, o que representa um acréscimo de 400 mil cabeças em relação ao ano passado, segundo projeção pré-Rally da Pecuária 2015 feita pela Agroconsult (São Paulo/SP), organizadora do projeto em parceria com a Sociedade Rural Brasileira (SRB, São Paulo/SP). 
O Rally da Pecuária vai a campo com o objetivo de realizar uma avaliação completa, in loco, das áreas de cria, recria, engorda e confinamento. Seis equipes técnicas medirão a quantidade confinada de animais em 2014, a intenção de confinamento para este ano, a oferta de animais de reposição, gado para abate e as condições das pastagens, fazendo amostras e avaliações aleatórias de mais de 500 pastos diferentes.
“A oferta total de animais abatidos no Brasil vai aumentar, mas ainda assim será inferior à demanda”, afirma o coordenador do Rally, Maurício Palma Nogueira (Foto: divulgação)
“A oferta total de animais abatidos no Brasil vai aumentar, mas ainda assim será inferior à demanda”, afirma o coordenador do Rally, Maurício Palma Nogueira (Foto: divulgação)
Nogueira explica que a oferta atual de animais para abate e, principalmente, nas categorias de reposição, está em níveis muito baixos. “O comprador de bezerros e de bois magros fica receoso em investir, pois não sabe como o mercado do boi gordo se comportará nos próximos meses. Nosso objetivo é medir indicadores zootécnicos, especialmente os da cria, para estimar a oferta ao longo do ano e a quantidade de bezerros para o próximo ciclo”, complementa.
As equipes visitarão propriedades no Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Pará, Mato Grosso, Rondônia e Acre, e teve saída no último domingo (26/04),  mapeando e fotografando pastagens, para obter informações como homogeneidade do pasto, volume de massa, população de plantas, altura do capim, presença de erosão, plantas invasoras, além de um histórico de utilização dessas pastagens relatado pelos pecuaristas. “As áreas visitadas respondem por mais de 83% do rebanho bovino nacional e 90% da produção de carne”, explica o sócio diretor da Agroconsult, André Pessôa.
Em encontros agendados com cerca de 120 pecuaristas, técnicos do Rally conduzirão entrevistas para levantar, entre outros dados, áreas de pastagem e de agricultura em cada propriedade, total de cabeças de gado, estratégias nutricionais, confinamento, índices de fertilidade, natalidade e mortalidade, manejo sanitário e de pastagens e comercialização de animais.
No total, serão percorridos cerca de 60 mil quilômetros, com a realização de 13 encontros, sendo 7 eventos regionais para discussão de tendências de mercado, cenários e iniciativas para aumentar a rentabilidade na pecuária, e cinco eventos no formato do Circuito Rural, que acontecerão sempre entre 13h30 e 19h. Além das tendências de mercado, o Circuito Rural discutirá com os pecuaristas temas como: “21 arrobas em 24 meses: conheça o boi 7-7-7”; controle de invasoras e pastagens de alto desempenho; correção, fertilização e garantia da longevidade das pastagens; crédito, financiamento e linha ABC para a pecuária; a sucessão familiar no contexto da modernização contínua da gestão na fazenda; custos, resultados e tendências da aplicação de tecnologia na pecuária.
“Um dos principais desafios da pecuária moderna é a necessidade de produzir mais com menos. Esse conceito de sustentabilidade passa pela intensificação dos sistemas de produção”, explica o presidente da Sociedade Rural Brasileira, Gustavo Diniz Junqueira. Durante os levantamentos do Rally será dada especial atenção a agricultores interessados no sistema de integração com pecuária.
O trabalho das equipes e o roteiro completo da expedição poderão ser acompanhados pelo site www.rallydapecuaria.com.br
Fonte: AI, adaptado pela equipe feed&food.

FILÉ DE MERCADO


  • Consolidado ao longo de 12 anos no mercado nacional, o selo do Programa Carne Angus Certificada quer ganhar espaço na vitrine do cobiçado mercado europeu. Parceria firmada com a certificadora alemã TÜV Rheinland é o primeiro passo na conquista de um espaço à mesa do exigente consumidor do continente.
    – São nichos que remuneram três vezes mais. Há redes de restaurantes que têm esse tipo de carne da Argentina e do Uruguai e que já sinalizaram interesse na nossa. A certificação é a chave de entrada – explica Reynaldo Titoff Salvador diretor do Programa Carne Angus Certificada.
    No ano passado, o programa certificou o abate de 330 mil bovinos no Brasil.
    Comitiva de 22 gaúchos participa da 19ª Agritech, de amanhã até quinta-feria, em Tel Aviv, Israel. Segundo, Sebastin Watenberg, vice-presidente da Federação Israelita, o grupo vai para “aprender e importar ideias para o Estado”.
Fonte: Zero Hora

UM PASSO À FRENTE


Nesta semana, quando abrir a campanha de vacinação contra a febre aftosa, o Paraná ficará a um passo do processo de mudança de status sanitário. Quer seguir o caminho de Santa Catarina e tornar-se livre da doença sem vacinação. 
A imunização, voltada a animais jovens, de até 24 meses, será a última. Terminada a campanha, o rebanho não mais receberá as doses. E aí, abre-se prazo de um ano para monitorar a situação. A meta, conforme o secretário de Agricultura do Paraná, Norberto Ortigara, é conseguir, em maio de 2017, a certificação da Organização Mundial de Saúde Animal. Na prática, é o passaporte para bater à porta de mercados como Japão e Coreia do Sul. 
– Estamos perseguindo um outro status sanitário. Atualmente, somos tolhidos dos melhores mercados do mundo – explica Ortigara que, com a medida, gostaria de duplicar a exportação de gado e suíno. 
O rebanho bovino soma 9,4 milhões de cabeças e o plantel de suínos, 5,6 milhões. 
Para fazer a mudança, o Paraná está reforçando a defesa sanitária com a contratação de servidores. No momento, 160. A estimativa é de que sejam necessários um total de 400 profissionais extras. 
O último caso da doença no Parána foi registrado em 2005. O Paraná mantém 33 barreiras sanitárias, 23 das quais na divisa com Mato Grosso do Sul e São Paulo, além de 11 unidades volantes. Tem ainda fronteira com Argentina e com Paraguai – onde foi registrado o último foco da aftosa no continente, em 2012.
– A fronteira com o Paraguai é competência do governo federal. Eles dizem que estão seguros – garante Ortigara. 
Ainda existem pontos de resistência no Paraná, e o trabalho do secretário é, agora, de convencimento. O documento com o pedido para a suspensão da vacinação está na mesa dele. 
A movimentação acelerou o debate sobre a retirada da vacina no Rio Grande do Sul. O Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa) irá se debruçar sobre a questão por meio do subgrupo de trabalho que tem como tarefa avaliar, tecnicamente, a possibilidade de evolução no status gaúcho.
fonte: Gisele Loeblein

Feira de terneiros de Cambará do Sul movimenta R$ 280 mil


A 9ª Feira Oficial de Terneiros e Terneiras, Novilhas e Vaquilhonas, realizada na terça-feira (21), na Pista de Remates de Azulega, em Cambará do Sul, encerrou com pista limpa.

Oito produtores de Cambará do Sul e São Francisco de Paula ofertaram 233 animais, a maioria proveniente de cruzamento Angus, e todos foram comercializados, movimentando mais de R$ 280 mil. O preço médio do quilo do terneiro, na feira, ficou em R$ 6,34, e o da terneira, em R$ 6,08, valor considerado bom. Conforme a Emater/RS-Ascar do município, a liquidez da feira se deu em virtude da grande procura de animais destas categorias para recria, terminação e reprodução.

"A feira atendeu as expectativas dos organizadores, tanto na participação dos produtores como na quantidade e qualidade dos animais, destacando-se a genética e padrão dos lotes", diz a técnica agrícola da Emater/RS-Ascar, Camila Trindade Prestes. A promoção foi da Emater/RS-Ascar, Secretaria de Agricultura, Inspetoria Veterinária - Seapa e produtores.

Fonte: Emater/RS