quarta-feira, 21 de agosto de 2013

José Roberto Puoli: uma análise diferente sobre o abate de fêmeas no Brasil – para onde nossa pecuária está indo?

O Workshop Análise sobre Mercado do Boi e da Carne aconteceu no dia 15 de Maio de 2013, em São Paulo, o 4º Workshop BeefPoint em 2013.
José Roberto Puoli, mais conhecido como Limão, é Engenheiro Agrônomo e consultor em produção de gado de corte. Atualmente também é pecuarista no Paraguai, e ministrou a palestra: Uma análise diferente sobre o abate de fêmeas no Brasil – para onde nossa pecuária está indo? 
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O palestrante inicia mostrando que a pecuária cresceu muito e dominou o Brasil. Segundo ele, as comodditties agrícolas atualmente estão muito mais caras. A área agricultável aumentou, porém a de pastagem diminuiu, contudo a taxa de lotação de pastagem também aumentou.
O rebanho bovino está em torno de 180-190 milhões de cabeças. Em resumo, houve diminuição das fronteiras agrícolas, reduziu desmatamento, porém houve aumento no valor dos alimentos.
O abate de fêmeas aumentou, pois até nov/2002 era em torno de 450 mil cab/mês, já em dez/2007 está em torno de 1.200.000. O abate de bois cresce de forma linear. Segundo Puoli, o abate de fêmeas cresceu e estabilizou.
O rebanho brasileiro não deve crescer como mostra o IBGE, na opinião do palestrante a pecuária está estável. É muito importante avaliar a exportação, pois antigamente não se exportava como hoje em dia, produção e exportação estão diretamente correlacionadas. O preço do boi gordo, da vaca gorda e da tonelada exportada andam juntos.
A pecuária no Brasil continuará sendo sustentada pelas pastagens, porém a expectativa é que haja melhoria nas pastagens, o zebu irá predominar porém os híbridos terão espaço grande. O confinamento será uma ferramenta para facilitar manejo e comercialização, segundo o palestrante não terá crescimento confinamento como negócio exclusivo.
Sobre terceirização de confinamento, o palestrante afirma que pode ser viável mas é preciso observar a região, se há empresas próximas, se a distância irá compensar e principalmente se o número de cabeças irá viabilizar o processo economicamente.
Puoli afirma que a integração lavoura-pecuária irá alavancar, o benefício para agricultura neste processo é extraordinário, afinal os solos ficam protegidos, as pastagens melhoram o desempenho. Haverá proteção e conservação do solo.
Nos próximos 10 anos haverá produção de 11 milhões de toneladas/ano de carne bovina. O rebanho continuará entre 180-190 milhões de cabeças.
O alto abate de fêmeas não pode mais ser determinante no ciclo da pecuária, é preciso correlacionar outras variáveis como o ágil do bezerro, e encontrar outras variáveis mais consistentes. A dinâmica da pecuária mudou, a tecnologia leva ao abate mais elevado de fêmeas. A tendência do ciclo brasileiro é de se assemelhar ao ciclo americano.
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Conclui-se que o abate de fêmeas será alto e constante, a pecuária usará mais tecnologia, o confinamento dará suporte para o processo, principalmente para as pastagens, pessoas será um problema, pois a mão-de-obra irá reduzir ainda mais, é necessário investir em gestão de pessoas. O rebanho brasileiro terá grandes mudanças estruturais. O Brasil é extremamente carente em dados de pecuária, o que é um fator limitante para o planejamento e análise de mercado.
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Artigo escrito por Flaviane Afonso Ferreira, coordenadora de conteúdo do BeefPoint, baseado na palestra Uma análise diferente sobre o abate de fêmeas no Brasil – para onde nossa pecuária está indo? , de José Roberto Puoli, no Workshop 2013 sobre análise do mercado do boi e da carne.

CNA entrega protocolo de segregação ao Mapa

Documento prevê separação de animais que vierem a ser tratados com beta-agonistas

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) informou ao Portal DBO ter entregue ao Ministério da Agricultura o protocolo para segregação de animais que vierem a ser tratados com beta-agonistas, substâncias melhoradoras de desempenho, por enquanto suspensas no País. 
 
O Presidente do Fórum Nacional Permanente da Pecuária de Corte da CNA, Antenor Nogueira, não adiantou o conteúdo do documento. Ele esclarece que a elaboração do texto não teve participação da indústria frigorífica, que estaria trabalhando nas regras para segregação dentro das plantas de abate. 
 
A aprovação do protocolo deve permitir que as substâncias zilpaterol e ractopamina possam finalmente ser comercializados  para bovinos. 
 
O uso em suínos está liberado desde 2001. Em bovinos, foi suspenso em 1º de novembro de 2012, em razão de pressões de importadores como Rússia e União Europeia, maiores compradores carne bovina brasileira, que restringem o uso do aditivo. A União Europeia não compra animais alimentados com beta-agonistas, enquanto a Rússia não admite carnes com resíduos dos produtos.
 
Procurado por DBO, o Mapa não confirmou a informação. 

Fonte: Portal DBO

terça-feira, 20 de agosto de 2013

X Workshop Carne Angus

Deputados ruralistas querem tirar Kátia Abreu da CNA


CRISE NO CAMPO Ruralistas temem que Kátia Abreu hasteie a bandeira do PT na CNA (Foto: Claudio Gonçalves/ Folha Press)
Uma parte da bancada ruralista tenta impedir que a senadora Kátia Abreu (PSD-TO) seja reeleita presidente da Confederação Nacional de Agricultura (CNA). Com representantes de vários partidos, a ala pretende lançar um candidato de oposição a Kátia Abreu. Procuram um ex-ministro da Agricultura com disposição para a tarefa. O grupo não está incomodado apenas com Kátia ter abandonado a bateria da oposição para bater bumbo para o PT. Temem que Kátia acabe conferindo à entidade dos fazendeiros uma coloração partidária – no caso, a vermelha. 
 fonte: Época

Chico Bento e a imagem do campo


Terminou com farol baixo o Congresso Brasileiro do Agronegócio, realizado recentemente na capital paulista. Seus participantes ficaram com a impressão de estar discutindo os mesmos problemas há anos, sem avanço na agenda. Percebem o enfraquecimento do Ministério da Agricultura. Parece até que a agricultura não tem importância na vida nacional.
Essa frustração pega longe. Nas fronteiras do Centro-Oeste, onde mais brilha a produção agropecuária, os produtores rurais não conseguem entender por que razão as ferrovias, hidrovias e rodovias nunca saem do papel. Estatísticas são conhecidas e consequências, avalizadas: sem boa logística os ganhos de produtividade dentro da porteira se esvaem pelos tortuosos e esburacados caminhos pós-colheita. Fora os discursos, nada acontece.
Assim como não anda, ao contrário, regride, a agricultura energética. Avançam as energias renováveis em todo o mundo, com decidido apoio público; por aqui, no país campeão mundial da fotossíntese, se estimulam os combustíveis fósseis. Mata-se o etanol, nossa "galinha dos ovos de ouro". Nos grãos, anuncia-se com estardalhaço crédito farto para o plantio, mas o seguro rural continua fora do jogo. Resultado: mais endividamento, menos garantia na renda agrícola.
A pesquisa com biotecnologia, que deveria deslanchar, encontra-se freada no acesso aos recursos genéticos da biodiversidade. Problemas variados. Fiscais do trabalho enxergam escravos onde bem entendem. Indígenas aculturados, apoiados pelo governo, tornam-se invasores de terras lavoradas, enquanto verdadeiros índios, abandonados pelo mesmo governo, desfalecem nas aldeias. Aumenta a insegurança jurídica da propriedade rural.
Se não fosse a pujança do campo, a economia brasileira estaria bem pior. No primeiro trimestre de 2013 o setor rural cresceu 9,7%; os serviços, 0,5%; e a indústria mostrou queda de 0,3%. A balança comercial do agronegócio no ano passado apresentou um superávit de US$ 79,4 bilhões, no mesmo período a indústria registrou déficit de US$ 94,9 bilhões. Quer dizer, os agronegócios pagam as contas externas do País. Em retribuição, migalhas.
Na geração de empregos, cerca de 15 milhões de pessoas trabalham nas atividades agrícolas, quase 20% da população economicamente ativa (PEA). Para comparação, nos EUA apenas 2,7% da PEA milita no agro. Embora o avanço da tecnologia, principalmente a mecanização, poupe emprego, a demanda por gente qualificada segue firme, principalmente nas recentes zonas de expansão agropecuária, onde faltam tratoristas, mecânicos, serviçais variados. Existe um verdadeiro "apagão de mão de obra".
Por que a agricultura brasileira, sendo tão importante, recebe pouca atenção da sociedade? Por que a política pública desmerece o campo? As respostas devem ser buscadas em sua representação simbólica: a imagem. Aqui reside o xis da questão. Na Europa e nos EUA a sociedade olha o campo de forma positiva, sabendo que sua permanência na terra propicia a segurança alimentar. Ademais, manter a população no campo significa menos disputa pelo emprego na cidade.
No Brasil, infelizmente, ao invés de valorizar, a urbe desdenha o campo. Em que pese a modernidade ter avançado, a opinião pública nacional ainda mantém uma imagem atrasada, quase sempre negativa, do mundo rural. Que razões levam a sociedade brasileira a menosprezar, a quase esquecer sua agricultura? Por que, ao contrário dos países desenvolvidos, nosso setor rural se encontra tão estigmatizado?
Difíceis são as respostas. Primeiro, a ocupação histórica. O Brasil iniciou sua agricultura com base no latifúndio e na escravidão. Os coronéis do sertão e, depois, a oligarquia agrária formaram um contraste marcante da opulência com a miséria rural. Mais tarde, já nos anos 1950, ao latifúndio, juntamente com o imperialismo, se imputou todo o mal que freava o progresso da Nação. Essa carga histórica, e ideológica, pejorativa permanece até hoje na consciência coletiva, sendo cultivada nos rançosos livros escolares. A imagem repudiada de outrora ofusca o brilho do presente.
Envolve, também, razões culturais. O Brasil rapidamente transitou de sociedade agrária para industrializada. O violento êxodo rural inchou as cidades. Novos valores, urbanos, passaram a predominar fortemente, sem tempo para acomodações. Resultado: a agricultura virou sinônimo de passado. Os famosos filmes de Mazzaropi, a começar do impiedoso Jeca Tatu (1959), ajudaram a substituir a imagem bucólica pelo preconceito.
No ambientalismo também se encontram justificativas. O Brasil ainda incorpora fronteiras agrícolas - e, portanto, derruba florestas e cerrados - numa época em que a consciência ecológica domina a elite da civilização pós-industrial. Antes, desmatar era sinônimo de progresso; agora, de destruição. Para não falar do uso descuidado de agrotóxicos, que macula a estampa da agricultura.
Como mudar essa situação? Como mostrar à sociedade que a agricultura não é problema, e sim solução para o Brasil?
O desafio passa pela melhoria da comunicação. Mas, com ela, deve-se implementar a lição de casa, e esta atende pelo nome de "agricultura sustentável". Mais, ainda: o ruralismo precisa renovar suas lideranças para se conectar com a juventude, trocar o discurso tradicional, chorão, pela atitude proativa. Investir no marketing para fortalecer sua posição na sociedade.
Maurício de Souza anunciou recentemente que Chico Bento vai estudar Agronomia. Que legal! Tomara que a inspiração dos quadrinhos traga uma mensagem positiva sobre nossa agricultura. Pode manter o sotaque puxado. Não pode discriminar.
*Xico Graziano é agrônomo, foi secretário de Agricultura e secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. E-mail:xicograziano@terra.com.br
fonte: Estadão

Movimento critica representantes de produtores

Líderes da Semana da Dependência reclamam da falta de apoio da CNA e das federações estaduais de agricultura
Nestor Tipa Júnior
Está marcada para começar hoje a mobilização nacional de produtores rurais chamada de Semana da Dependência. O objetivo é paralisar por 30 dias a entrega de produtos agropecuários por parte de agricultores e pecuaristas e sensibilizar o governo federal para temas como a demarcação de terras indígenas e a prorrogação de dívidas, entre outros assuntos.

Conforme o líder do movimento no País, o produtor rural do Mato Grosso do Sul Glauco Mascarenhas, a adesão ao movimento, em conversas com produtores por todo o País, tem sido grande. No entanto, admite que o efeito do protesto só poderá ser sentido depois de pelo menos uma semana. “A gente não consegue quantificar. Além de ser muito esparso, tem muita gente que está nos procurando para saber sobre o movimento. Acredito que vai haver um impacto”, ressalta.

Mascarenhas afirma que, por meio de deputados ligados à Frente Parlamentar da Agropecuária, foram tentadas reuniões com representantes do governo federal para discutir as reivindicações dos produtores, mas que não houve sucesso. “Tentamos contatos com o Executivo, mas não tivemos retorno. Os prazos deles não são tão urgentes quanto os nossos”, critica o líder do movimento.

Para Mascarenhas, entretanto, o principal problema para uma maior organização e adesão à mobilização está sendo a falta de apoio da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e as respectivas federações de agricultura dos estados. De acordo com o produtor, as entidades não estão representando mais as bases produtivas. “Estamos vendo a falta de representatividade que temos das federações e da nossa confederação. Ficam com medo de melindrar o governo e viram as costas para o produtor rural”, declara.

O coordenador da Semana da Dependência esteve no Rio Grande do Sul e sentiu que o produtor gaúcho está interessado nas ideias da organização dos produtores. Um dos líderes da mobilização no Estado, o presidente do Sindicato Rural de Tapes, Juarez Petry, afirma que o trabalho está sendo feito pelas redes sociais. “Alguns sindicatos rurais estão reproduzindo os materiais, e estamos aguardando como será a mobilização. Acredito que o movimento será forte no Mato Grosso do Sul e, se tiver êxito, devemos ter maior adesão no Estado. O produtor está cético, não em relação à ideia, na qual é favorável, mas, sim, à operacionalização da ideia”, salienta.

Petry concorda com a alegação de Mascarenhas sobre a falta de representatividade da CNA e de algumas federações estaduais, e também avalia que falta uma ação maior do governo sobre as questões que envolvem a produção agropecuária brasileira. “A CNA não representa mais o produtor, e a maioria das federações de agricultura do País se omite. Apesar de termos dobrado a produção e apesar de acreditar que o produtor tem condições de chegar a 300 milhões de toneladas em até sete anos, só não chegaremos a essa condição porque o governo não está fazendo a parte dele, com a infraestrutura de transporte e logística. Se o governo fizer tudo isso, estamos prontos para produzir. As nossas entidades de classe estão se omitindo na hora de cobrar. Este movimento que está se desenhando quer mostrar que o País depende muito da agricultura e da pecuária e que, se todo mundo fizesse sua parte, a situação seria bem melhor”, analisa.

A reportagem do Jornal do Comércio procurou a CNA e o Ministério da Agricultura para comentar sobre a mobilização. Conforme a assessoria de imprensa do ministério, o secretário de Política Agrícola, Neri Geller, seria a única pessoa a falar sobre a questão e está em viagem. A CNA não respondeu a solicitação feita na sexta-feira, dia 16. No Rio Grande do Sul, a Farsul informou que não está se manifestando sobre o tema.
Fonte: Jornal do Comercio

Frente Parlamentar da Agropecuária irá discutir e investigar cartéis no agronegócio brasileiro

A Frente Parlamentar da Agropecuária começa a discutir, a partir desta terça-feira (20), a cartelização do agronegócio no Brasil, segundo informações de sua assessoria. Na última semana, foi criada a Subcomissão Permanente de Combate à Cartelização do Agronegócio na FPA e o presidente da mesma será o deputado Moreira Mendes (PSD-RO) e, o relator do colegiado, o deputado Bernardo Santana (PR-MG).
Dessa forma, os deputados deverão buscar a aprovação de seis requerimentos na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Capadr), convidando a prestar esclarecimentos sobre a cadeia produtiva de carne no Brasil e no mercado internacional os grupos Friboi, Marfrig, Ouro Fino, Merck Brasil, Sindan e Abiec.
Alguns dos efeitos dessa cartelização já começam a ser discutidos pelo setor. A coluna do jornalista Mauro Zafalon, da Folha de S. Paulo nesta terça-feira (20), informou que a Abrafrigo enviou ao Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) um ofício pedidno a interrupção da comercial da JBS Friboi protagonizado pelo ator Tony Ramos.
Na visão da associação dos pequenos e médios frigoríficos, a campanha leva os consumidores a acreditarem que somente a carne da marca Friboi passa por inspeção e um controle de origem. Entretanto, como explica Zafalon, esse ofício não deverá ter efeito, uma vez que a Abrafrigo não é associada ao órgão regulador e essa é uma exigência para solicitar a intervenção do Conar em campanhas publicitárias.
Com informações da assessoria de imprensa da FPA e da Folha de S. Paulo. 
Fonte: Notícias Agrícolas // 

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

URUGUAY - Publicarán semanalmente los rendimientos ganaderos de cada frigorífico

El ministro Aguerre adelantó contenidos del nuevo decreto sobre venta de ganados a frigoríficos El ministro de Ganadería, Agricultura y Pesca (MGAP), Tabaré Aguerre, adelantó en su visita a INIA Treinta y Tres el pasado martes, que el decreto sobre comercialización de haciendas a frigoríficos que será aprobado en las próximas horas, dispondrá que semanalmente se publique toda la información que surge de la faena en los diferentes puestos de las plantas, incluyendo los rendimientos industriales. Explicó que como se hace en Irlanda o en Inglaterra, se publicará semanalmente la información de los rendimientos promedios en tercera y cuarta y balanza de los frigoríficos, también los porcentajes de dressing (emprolijamiento de la res) y el peso promedio en tercera y cuarta balanza de todas las plantas industriales. Aguerre dijo que el decreto va a transparentar toda la información, lo que permitirá que cada productor reciba su romaneo en primera, segunda, tercera y cuarta balanza y su precio equivalente y si vendió en cuarta balanza con su precio equivalente en tercera. El ministro afirmó que se divulgará toda esa información porque “estamos obligados a hacerlo por la ley de transparencia, porque el Instituto Nacional de Carnes (INAC) maneja información y no se viola ningún secreto, lo que permitirá que los operadores puedan tener información en base a la cual tomar decisiones”. El ministro argumentó que la decisión se toma en este momento, “porque tenemos la oportunidad de producir alrededor de tres millones de terneros y esos tres millones de terneros sin hacer algo que estimule la confianza van a ser solo tres millones de terneros y el péndulo si el precio no acompaña es peligroso que se vaya para atrás”. Aguerre sostuvo que este medida que se toma tratará de aportar a “la construcción de confianza entre compradores y vendedores. Explicó que no va a decir donde se tiene que hacer el negocio entre un privado y otro privado. “No va a decir en qué balanza se tiene que hacer”. “Por varias razones no lo va a decir. Porque tenemos una ganadería que es de fórmula uno, porque tenemos los mejores mercados, los mejores precios y porque hemos tenido la inversión en la industria frigorífica que es histórica, donde el Estado ha renunciado a US$ 293 millones incentivando las inversiones en este sector, para tener esa capacidad instalada de faena de 3,5 millones de cabezas por año”, dijo el ministro. Como se recordará el Instituto Nacional de Carnes (INAC) resolvió solicitar al MGAP que decretara que la venta de ganados se hiciera hasta la tercera balanza, para dejar al margen el polémico dressing que se efectúa luego antes de la cuarta balanza, donde se comercializa mayormente el ganado. El ministro se preguntó en cuánto ha incidido esa capacidad ociosa instalada en el precio del ternero, “porque los industriales compiten hasta lo último para tratar de tener un novillos más en la faena. En ese proceso, con una ganadería, que anda en fórmula uno, no anda en tercera, sino que anda en sexta, lo que significa dar la información en el desosado y el país está preparado tecnológicamente para hacerlo, hay que construir la confianza que no se construye por decreto”, afirmó el jerarca.
Fonte : El Observador

domingo, 18 de agosto de 2013

87ª Expofeira de Pelotas - Apresentação Lançamento

Confira a as novidades e parte da programação da 87ª Expofeira de Pelotas, que será realizada de 7 a 13 de outubro. Fonte: Associação Rural de Pelotas

É Friboi? Kátia Abreu diz que campanhas publicitárias da JBS “não têm moral” e causam “distorções”

Senadora pelo PSD do Tocantins fez discurso no último dia 15 de agosto para criticar campanha publicitária do grupo

A campanha publicitária do grupo Joaquim Batista Sobrinho (JBS), detentor da marca Friboi,veiculada no rádio, televisão, revistas e jornais impressos, foi alvo de críticas da senadora Kátia Abreu (PSD-TO) no Senado Federal na última quinta-feira (15/8). Em discurso de mais de 16 minutos, a parlamentar disse que as propagandas não têm ética, pois “são legais, mas não tem moral” e que elas também cometem “distorções”.

A senadora, que é presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), chama o conteúdo do frigorífico de “grande campanha” e disse que o seu pronunciamento serve “para alertar a população do que realmente é necessário e como as coisas acontecem no mundo da lei”. A parlamentar lembrou que o protagonista das propagandas, Tony Ramos, da TV Globo (que para ela tem “muita influência opinião pública), diz que a “única carne que é boa e tem garantida no Brasil é a marca Friboi.”

Ressaltando que a campanha é feita diariamente de forma “incisiva e repetitiva”, Kátia Abreu comentou que a campanha, “de acordo com o mercado”, não teria custado menos que R$ 50 milhões. Garantindo ser um direito das empresas de fazer o marketing de seus produtos, a senadora alertou que no país não existe somente uma marca boa do produto, mas sim centenas. “Temos que ter o cuidado e a cautela de não praticar o marketing enganoso. E cabe a mim, que conheço esse setor tão bem, dizer que nós não temos só uma marca boa no Brasil. Nós temos centenas de marcas boas.”

A empresária pecuarista, que apesar de ter sido eleita pelo Tocantins nasceu em Goiânia, explicou que, para uma marca ser boa, ela tem de possuir o selo Certificado de Inspeção Federal (CIF). “O CIF do JBS não é diferente do CIF das outras marcas. Porque na verdade essa propaganda deprecia o carimbo brasileiro de inspeção e nos atrapalha, inclusive, com a impressão internacional que pode ser contaminada com a opinião pública nacional,” argumentou.

A emissão é feita em toda e qualquer exportação de animais vivos ou produtos de origem animal e deve cumprir requisitos exigidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). 

Para a senadora, a campanha faz com que os brasileiros, “a dona de casa e o pai de família", pensem que estariam fazendo mal a família ao comprar carnes de outras marcas. “Não é verdade brasileiros. A carne bovina daqui é admirada no mundo inteiro. Aqui não tem boi fechado 24 horas em curral comendo ração animal. Não, nossos bois são verdes, criados a solta, nos pastos e que se alimentam apenas de sal mineral”, afirmou.


Recursos do BNDES

De forma contundente, Kátia Abreu lembrou que as outras marcas encontradas nas prateleiras dos supermercados que contém os selos são iguais ao grupo JBS. Ela lembrou que existem outras empresas e produtores com a “língua para fora” querendo a mesma oportunidade de contrair empréstimos com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Para ela, a empresa usou “toda a fortuna tomada no BNDES com recursos subsidiados pelo povo brasileiro, mais de R$ 7 bilhões”, e deixou em detrimento outros pequenos frigoríficos.

“Não queremos um mercado destrutivo. Vá e diga que a sua carne é boa, que tem boa qualidade, que é produzida em frigoríficos de primeira, mas não diga que é a única que o povo brasileiro pode comer. Porque, senão, nós estaríamos perdidos. Eu quero dizer a vocês, brasileiros de todos os lugares, de todas as classes sociais: tenham confiança na carne brasileira, porque são carnes que estão sendo fiscalizadas," garantiu a senadora.
Foto: Moreira Mariz/Agência Senado/ArquivoFonte: Marcello Dantas/Jornal OpçãoPostador: surgiu.com (abr)














FONTE: SURGIU

Lavouras de verão cresceram 14% em 10 anos no Estado

Avanço se deu sobre áreas de arroz e de pecuária e deve ser percebido como aliado na produção, dizem especialistas

Lavouras de verão cresceram 14% em 10 anos no Estado Tiago Francisco/Divulgação Farsul
Lavouras de verão podem beneficiar a pecuária de corteFoto: Tiago Francisco / Divulgação Farsul
Gisele Loeblein
As lavouras de verão tiveram um avanço de 14% nos últimos 10 anos no Rio Grande do Sul. Na safra passada, só a soja teve uma expansão de 600 mil hectares no Estado. Desse total, 320 mil hectares cresceram em área de campo, utilizadas para a pecuária, e 280 mil hectares em áreas de arroz.

Os dados foram apresentados nesta sexta-feira durante a 49ª Etapa do Fórum Permanente do Agronegócio, realizada em Alegrete na Fronteira Oeste. O evento coloca em debate o tema De Onde Virão os Terneiros?. As lavouras de verão, porém, podem beneficiar a pecuária de corte.

— A integração lavoura-pecuária vem nos beneficiando, sobretudo em áreas de arroz na Metade Sul — observou o professor do departamento de zootecnia da UFRGS, José Fernando Piva Lobato.

A rotação das culturas pode ter impacto positivo na alimentação dos animais. E a nutrição tem papel fundamental na eficiência reprodutiva.

— Temos de buscar alternativas para adaptar a lavoura de inverno à subsequente, quando ela existe — observou a zootecnista Luciana Pötter, que trabalha no laboratório de Pastos & Suplementos da Universidade Federal de Santa Maria.

Fonte: ZERO HORA

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

VIII Concurso de Carcaças Angus enfatiza potencial genético e aptidão da raça para carne de qualidade

O evento abre as portas para os produtores exibirem os novilhos, e trocar experiência
Com o objetivo de valorizar a qualidade produzida pelos produtores de Angus do Rio Grande do Sul (MS), demonstrar o potencial da genética Angus para produção de carne de qualidade e permitir o intercâmbio de tecnologia entre os produtores participantes, o Programa Carne Angus Certificada, da Associação Brasileira de Angus, em parceria com o Grupo Marfrig (São Paulo/SP), promove em 13 de setembro o VIII Concurso de Carcaças Angus RS. O evento acontece na unidade do Marfrig em Alegrete (RS).
O produtor gaúcho de carne Angus sabe que a participação neste evento é uma oportunidade para mostrar a qualidade dos novilhos que produz e para a troca de experiências com outros produtores de excelência. Em mais esta edição, o Concurso de Carcaças faz jus ao seu slogan: Os Melhores Produtores em um Show de Qualidade, comenta o diretor do Programa Carne Angus Certificada, Reynaldo Salvador.
As apostas são grandes e a disputa será acirrada. Além disso, podemos enfatizar o intercâmbio entre os participantes, que por meio do acompanhamento do abate técnico e da interação com os profissionais da indústria, levam para suas propriedades conhecimentos e experiências uns dos outros, afirma o gerente do programa de certificação da entidade, Fábio Medeiros.
Todos os lotes participantes receberão uma premiação adicional de 5% acima da tabela do Programa Carne Angus Marfrig RS. Para os lotes campeões de categoria a bonificação será de 10% acima da tabela. Esta premiação acumulada (concurso + tabela) proporcionará aos animais participantes do concurso valores muito superiores aos praticados no mercado, permitindo que o produtor participe com o que produz de melhor em sua propriedade, explica Medeiros.
O Concurso de Carcaças permite ao produtor visualizar que é possível obter melhores resultados e consequentemente gerar maior eficiência para a indústria, além de melhor atender o consumidor final. Com o Programa Carne Certificada Angus, por exemplo, o prêmio ao produtor pode chegar a 10%. Outra virtude de eventos como este é a integração gerada na cadeia produtiva, no qual associação, produtores, indústria e fornecedores de insumos avaliam juntos todo o processo de criação dos animais, entendendo e reciclando vários conceitos e técnicas aplicadas aos sistemas de produção.
“Este concurso é uma via de mão dupla, enquanto a premiação gera estímulo ao trabalho do produtor rural, a tecnologia usada para essa manutenção fica disponível para outros pecuaristas testemunharem que é possível adequar seus animais à indústria, ao mercado e ao consumidor”, finaliza Fábio Medeiros, lembrando que o abate técnico será realizado na unidade de Alegrete da Marfrig, em 13 de setembro, sendo realizado em categorias de animais definidos e cruzados de forma separada.
Podem participar do concurso lotes com no mínimo 22 cabeças de machos ou fêmeas. Os interessados podem efetuar a inscrição no junto a Associação Brasileira de Angus até 2 de setembro.
Julgamento. Será realizado por profissionais do Programa Carne Angus e da indústria.
Fonte: Programa Carne Angus Certificada – Associação Brasileira de Angus

Carne bovina sem osso registra maior valor dos últimos oito meses no MT

Oferta e demanda 
O volume de carne bovina mato-grossense exportado aumentou pelo segundo mês consecutivo, segundo dados da Secex. Em julho foram exportadas 25,9 mil TEC, uma elevação de 24,5% em relação ao mês de maio, quando foram enviadas 20,8 mil TEC. No mês de julho as exportações foram favorecidas pela alta do dólar, tornando a carne mais barata para nossos compradores e pressionando as cotações no mercado interno. A indústria é a mais interessada na valorização da moeda norte-americana, isso porque ela possui a alternativa de enviar carne ao exterior ou manter o produto aqui no Estado.
O preço da tonelada de carne bovina sem osso no mercado interno mato-grossense no mês de julho foi de R$ 7.276,19, o maior valor dos últimos oito meses. Na comparação com julho de 2012, em valores nominais, o preço atual está 3,18% mais valorizado. O mesmo produto, porém, com foco no mercado externo e considerando-se as especificidades dos compradores da carne mato-grossense, como, por exemplo, mercado de carne de qualidade e mercados com foco em preço, no mês de julho registrou o preço nominal de R$ 7.886,10/tonelada.
O resultado foi um ágio de R$ 609,91/tonelada para indústrias que focaram o mercado externo. Como pode ser verificado na figura, a tendência para preços nos mercados externo e interno é de alta, explicada, principalmente, pela demanda. Em um contexto mundial, o maior volume embarcado e os preços mais remunerados de alguns mercados, como a União Europeia, estão sustentando as valorizações nas cotações da carne sem osso.
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Preços da semana 
A arroba do boi gordo à vista, no Estado, foi cotada a R$ 88,23, variando negativamente 0,77% em relação aos preços da semana passada, quando a arroba era cotada a R$ 88,92. Da mesma forma, a arroba da vaca apresentou desvalorização em seus preços, sendo cotada atualmente a R$ 79,98, e há uma semana sua cotação era de R$ 80,30.
Noroeste: A média semanal desta região continua registrando queda. Nesta semana o registro foi de 0,35% de desvalorização, com a arroba do boi à vista cotada a R$ 86,34.
Norte: A região apresentou média semanal de preços da arroba de R$ 86,36, caindo 0,11% com relação à semana anterior, quando estava cotada a R$ 86,45.
Nordeste: Nesta porção do Estado a arroba terminou a semana com registro de baixa de 0,06%. A média encerrou cotada a R$ 86,73/@ nesta semana e a R$ 86,79/@ na semana passada.
Médio-Norte: A arroba fechou a semana com queda de 0,02%, saindo do patamar de R$ 86,61 para os atuais R$ 86,59 nesta semana. Em Lucas do Rio Verde, o preço referência foi de R$ 86,92/@.
Oeste: Nesta região, na semana anterior a arroba foi cotada a R$ 91,50. Nesta semana o preço caiu 1,70% com relação à média de preço da arroba atual (R$ 89,94). O oeste mato-grossense foi uma das regiões que mais apresentaram evolução em suas escalas, o que racionou fortemente os preços.
Centro-Sul: Nesta semana o preço da arroba do boi gordo à vista ficou cotado a R$ 90,49. Comparado à semana anterior a queda foi de 1,18%, quando a cotação era de R$ 91,57/@. Na cidade de Cuiabá foi registrada negociação com a arroba a R$ 90,08, à vista.
Sudeste: A variação da arroba no sudeste do Estado foi de R$ 1,21 a menos do que na média registrada na semana passada, o que representa queda de 1,32%. O preço está cotado a R$ 90,20/@, sendo precedido por R$ 91,40/@ na semana passada. Houve negociação com a arroba a R$ 89,00 à vista na cidade de Barra do Garças.
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Reposição
Segundo o levantamento de preços do gado de reposição do Imea, o mês de agosto inicia-se com cotações próximas da estabilidade para o garrote no Estado. Seus valores variaram negativamente em 0,11%, saindo de um preço médio de R$ 918,80/cabeça em julho para os atuais preços médios de R$ 917,76/cabeça.
No entanto, a incisiva procura pelos machos vem elevando suas cotações, que evoluíram 5,99% em relação a abril, mês de procura elevada para a categoria. Na ponta final, o boi gordo apresenta a mesma tendência, porém, menos intensa, com evolução de 2,09% nos preços desde maio.
Portanto, o resultado ao pecuarista é um só, hoje se adquirem menos garrotes com a venda de um boi gordo.
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Relação de troca
Atualmente, quem precisar reformar ou recuperar suas pastagens encontrará um cenário mais favorável para a compra das sementes de capim. No mês de julho de 2013 a arroba era cotada a R$ 88,36 e o valor de um saco de 15 quilogramas do insumo custava R$ 12,10, resultando em uma relação de troca para o pecuarista de 7,30 sacos da semente por arroba.
Quando comparada aos meses de junho e maio de 2013, a relação de troca está 5,4% e 12,4%, respectivamente, mais favorável ao produtor. O crescente estado favorável para o pecuarista é embasado pela valorização do preço da arroba na entressafra e também pelo decréscimo nas cotações das sementes de Brachiaria brizantha no Estado. Ainda assim, a atual relação de troca é menor que a média dos últimos 13 meses (8,10 sacas/arroba).
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 Fonte: Imea, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Kátia Abreu acusa Friboi de fazer propaganda enganosa sobre 'carne de qualidade

A senadora Kátia Abreu (PSD-TO) fez em Plenário ontem (15) duras críticas ao frigorífico Friboi pela propaganda divulgada nos meios de comunicação nas últimas semanas, em que a empresa afirma produzir a "única carne boa e que é garantida no Brasil". Na opinião da parlamentar, a empresa estaria praticando "marketing enganoso", uma vez que centenas de marcas de carne no país também são boas e possuem o Certificado de Inspeção Federal (CIF), documento oficial que assegura a procedência e qualidade do produto.
Na propaganda da empresa, veiculada em televisões, rádios e impressos, um ator da TV Globo recomenda a consumidores que se certifiquem de que a carne que está comprando no supermercado é da marca Friboi, por só ela teria garantia de qualidade. Para a senadora, a propaganda deprecia o carimbo brasileiro de inspeção e prejudica, inclusive, a imagem do país no mercado internacional, que pode ser contaminada por essa ideia.
Kátia Abreu explicou que a carne bovina brasileira passa por inspeção das autoridades federais e, quando aprovada, recebe um carimbo garantindo sua procedência e qualidade. A inspeção ocorre tanto para carne bovina quanto para ovinos e caprinos, frangos e suínos. Uma vez conquistado o selo, a qualidade daquela carne, assegurou, é igual à de qualquer outra marca que também tenha sido certificada. A senadora disse aplaudir a oportunidade e o enriquecimento de qualquer empresa, mas não aceitar um "capitalismo sujo e destrutivo" no setor.
"Vá e diga que a sua carne é boa, que tem boa qualidade, que é produzida em frigoríficos de primeira, mas não diga que é a única que o povo brasileiro pode comer. Porque, senão, nós estaríamos perdidos. Eu quero dizer a vocês, brasileiros de todos os lugares, de todas as classes sociais: tenham confiança na carne brasileira, porque são carnes que estão sendo fiscalizadas", afirmou, considerando que faltou ética à publicidade da Friboi.
Segundo a senadora, que é presidente da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), quase 80% da carne produzida no Brasil são consumidos no país. Apenas 20% da carne brasileira são exportados. A propaganda poderia, no entanto, colocar esse mercado interno em alerta, angustiado por não estar comprando "carne de qualidade", principalmente naquelas regiões do interior do país, onde a marca Friboi não é comercializada.
Em aparte, o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) reforçou a crítica à formação de cartel no mercado agropecuário e assegurou que pequenos frigoríficos que hoje atuam no país oferecem produtos de mesma qualidade das grandes empresas.

Veja o comercial:
http://www.youtube.com/watch?v=ttRSZNLI7O4
Fonte:  Agência Senado

Ficou complicado comprar um touro (que bom)

por Fernando Furtado Velloso

A Expointer está batendo na porta e, na sequência, a temporada de primavera com a venda de reprodutores. De setembro a meados de novembro, temos agenda cheia de leilões de touros, desde os tradicionais (tendo alguns cinquentenários) até os novatos e estreantes buscando algum espaço neste mercado disputado.

O pecuarista que vai às compras tem fartas opções e modalidades: remates particulares, leilões dos sindicatos em suas expofeiras, vendas diretas, vendas online, transmissão de leilões por televisão ou internet e por aí vai.

Pois bem, escolher e adquirir um touro tornou-se uma tarefa mais complexa, mas por bons motivos: hoje, temos mais ferramental técnico para avaliar um animal de forma objetiva. Os reprodutores são ofertados com dados técnicos de desempenho, DEPs das avaliações genéticas, medidas e DEPs das avaliações ultrassonográficas de carcaça (Área de Olho de Lombo, Cobertura de Gordura e Marmoreio), animais Dupla Marca ou possuidores de CEIP (Certificado Especial de Identificação e Produção) e até análises feitas a partir do DNA colhido de cada animal (chamados Marcadores Moleculares). É bastante coisa e, para complicar, mais esta tarefa, muitas das características têm correlações negativas, ou seja, o touro que é muito bom para uma característica, normalmente é inferior para outra. O DEP nos ajuda muito a reduzir os erros, pois é um índice que nos fala somente da genética do animal e do que será transmitido aos seus filhos (Diferença Esperada na Progênie).

Esta situação é positiva e entusiasmante, pois é um processo sem fim. A cada ano, são incorporadas novas tecnologias ou processos na seleção e melhoramento dos bovinos. Um ponto muito positivo, pensando em oportunidade, é que na fase que estamos vivendo é possível adquirir um touro muito bom por um valor médio de mercado. Pois, a grande maioria dos compradores de reprodutores, ainda não domina a tecnologia disponível para bem escolher o touro certo para seu rebanho. Aqui, cabe ainda, um parênteses: o melhor touro para a sua necessidade não é necessariamente o touro que todos entendem como o melhor do remate.

Estamos ainda com bom tempo para avaliar onde buscar os reprodutores que terão grande impacto em nossos rebanhos (positivo ou negativo!) e também tempo para buscar informação sobre os diferenciais das boas seleções (que tenham programas sérios e objetivos). Busque informações sobre os leilões de seu interesse, solicite os dados técnicos antecipadamente, analise a informação antes dos remates ou busque apoio especializado para interpretar os dados técnicos. Priorize leilões que vendem animais com Avaliação Genética (DEPs), pois não há porque comprar uma máquina sem especificações técnicas conhecidas.
De fato, ficou complicado comprar um touro. Que bom!

Publicado no Jornal Folha do Sul 

Tipos de nuvens

Tipos de Nubes

tipos-nubesJuan Pablo
Las nubes que observamos cotidianamente en el cielo fueron clasificadas formalmente por distintos parámetros. Podemos encontrar nubes asociadas según las distintas alturas, asociadas a frentes de aire o distintas fallas en el paisaje o por la forma que presentan.

Altura de las nubes

La clasificación por la altura generalmente se divide en tres categorías principales, mas una adicional para las nubes del tipo cúmulo.
Nubes bajas: Nubes cercanas a la superficie, cuya altura máxima es entre 2 a 3 kilómetros.
Nubes medias: Nubes en capas medias de la tropósfera, que se ubican entre los 3 y los 7 kilómetros de altura.
Nubes altas: Ubicadas en las capas superiores de la tropósfera, pueden llegar hasta los 14 kilómetros de altura.
Nubes con desarrollo vertical: Se originan en las capas bajas y, debido a su gran crecimiento, pueden llegar hasta las capas altas de la tropósfera.

Generación de las nubes

Generalmente se indican tres tipos de generación de nubes.
Nubes frontales: Nubes que se forman en asociación a un frente frío, cálido o ocluido. Dentro de esta clasificación, podemos encontrar nubes prefrontales (formadas por delante del frente) o postfrontales (formadas detrás).
Nubes orográficas: Asociadas a alguna característica geográfica del lugar, como montañas, valles o ríos.
Nubes convectivas: Formadas por procesos de convección cuando el calor y la humedad lo permiten. Es decir, sin que haya necesariamente un frente próximo, el calor solar junto con la humedad presente en la atmósfera pueden generar nubosidad.

Forma de las nubes

La Organización Mundial de Meteorología define 10 tipos principales de nubes por su forma.
Cirros
Son nubes altas que recuerdan al cabello humano o a hilos, de tenue color blanco. Su forma se debe a los fuertes vientos que podemos encontrar a esas alturas, que estiran las nubes hasta darles su forma característica. Se componen de cristales de hielo y las encontramos hasta los 12 kilómetros de altura.
Su presencia indica humedad en niveles altos. Podemos verlas días antes de la llegada de un frente frío, o en proximidad de un frente cálido si vienen desde el noreste.
Cirrostratos
Son también nubes de altura, aunque menor a los cirros. De mayor espesor que éstos, pueden llegar a tapar totalmente al sol. Muchas veces generan halos (arcoiris en el cielo) y están formadas por cristales de hielo.
Su presencia indica la pronta llegada de un frente. En Capital Federal y GBA solemos ver estas nubes hacia el atardecer, cuando un frente frío estará llegando a la madrugada siguiente.
Cirrocúmulos
Nubes altas con pequeños cúmulos alineados. Suelen tomar hermosos colores en los amaneceres y atardeceres. También compuestas por cristales de hielo.
Su presencia indica, como los cirros, humedad en capas altas y además inestabilidad. Es decir, movimiento ascendente de aire.
Altocúmulos
Son nubes de capa media, ya no compuestas por hielo sino por agua. Su forma es de cúmulos medianos también alineados en forma semirregular.
Cuando avanzan en forma alineada desde un origen en el cielo, pueden asociarse a eventos de mal tiempo. En forma aislada también pueden ocurrir en situaciones estables.
Altostratos
También de capa media, se distingue por parecer un manto gris que cubre gran parte o todo el cielo. Puede traslucir parcialmente al sol o cubrirlo totalmente. Se componen tanto de agua como de cristales de hielo.
Suelen anunciar lluvias cercanas, e incluso cuando tienen suficiente espesor pueden precipitar débilmente.
Nimbostratos
Ubicada en los niveles medios, se observa como un manto bastante mas espeso que el de los altostratos, y muchas veces con precipitación asociada.
Generalmente es la última transición en la llegada de un frente, luego de los cirros y altostratos. Por lo tanto al ver estas nubes estamos ya en la cercanía inmediate de un frente.
Estratos
Comenzamos con las nubes en capas bajas. En este caso estmamos hablando de una nubosidad muy uniforme en su base, generada principalmente por una gran saturación de humedad.
Su presencia puede indicar altas presiones, y muchas veces pueden aparecer al día siguiente de la llegada de un frente. También pueden aparecer aisladamente debajo de los cúmulos o en frentes de ráfagas.
Estratocúmulos
Se aprecian como nubes en capas bajas definidas, parcialmente unidas y con gran movimiento en el cielo. Su bien no tienen gran altura son claramente identificables por su forma algodonada pero con menor densidad que los cúmulos.
Su presencia suele indicar buen tiempo y altas presiones. En zonas costeras suelen formarse con la brisa de río cuando hay mucha humedad en niveles bajos, y en ocasiones pueden precipitar como lloviznas o pequeños chaparrones.
Cúmulos
Ingresamos a la categoría de nubes de desarrollo vertical. Estas nubes se distinguen como torres sin gran altura, ya que van desde los 700 metros hasta 1,5 kilómetros. En su zona superior son claramente blancas, y grisas en la inferior.
Su presencia, si tienen poca altura, indica buen tiempo. Pero bajo condiciones propensas a la convección pueden desarrollarse verticalmente hasta convertirse en cumulonimbus.
Cúmulonimbus
Nubes de gran desarrollo vertical. Cuando comienzan su desarrollo podemos verla como un cúmulo mas alto que los de su entorno, con forma similar al algodón y hasta podemos apreciar como crece en altura. Al llegar al tope, podemos ver una cima aplastada que le otorga una forma de yunque.
La base es gris oscura y, dependiendo del nivel de desarrollo, pueden estar ocurriendo precipitaciones de todo tipo. Un cúmulo altamente desarrollado puede llegar a superar los 14 kilómetros de altura.
Su presencia indica alta inestabilidad y su desarrollo puede generar tormentas, granizo ráfagas de viento y rayos a tierra. Estas nubes además pueden generar tornados en su base.
por Juan Pablo

Fiscais agropecuários entrarão em greve nesta sexta-feira


O Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários (ANFFA Sindical) decidiu em assembleia, na tarde de quina-feira (15/8), paralisar as atividades em âmbito nacional a partir da sexta-feira (16/8), por tempo indeterminado. Eles protestam contra a nomeação do advogado Rodrigo Figueiredo para o cargo de Secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura.

O presidente da ANFFA Sindical, Wilson Roberto de Sá, disse que a nomeação do advogado, por indicação do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB/RJ), "confirma as suspeitas dos fiscais federais de aparelhamento da Defesa Agropecuária para fins eleitoreiros e arrecadatórios, a partir da ocupação do principal cargo técnico por um intruso sem conhecimento técnico".

Fonte: Estadão Conteúdo

Associações e entidades preparam espaços no Parque da Expointer

Associações e entidades preparam espaços no Parque da Expointer Elio Bandeira/Agencia RBS

Na contagem regressiva para o início da Expointer, que começa no dia 24 de agosto, associações, entidades e até mesmo delegações de outros países já preparam seu espaço e ações no Parque de Exposições Assis Brasil. Confira algumas dessas atividades:

– Sucesso de público em edições anteriores, a Vitrine da Carne Gaúcha será a principal atração do estande do Programa Juntos para Competir – parceria entre Sebrae-RS, Senar-RS, Farsul e associações de raças. Especialistas fazem demonstração de cortes e desossa. A carne servirá para a preparação de pratos pela chef de cozinha Fernanda Moreira e poderá ser degustada pelos frequentadores do espaço.

– Com estande estrategicamente instalado no bulevar, onde ficam concentrados os restaurantes da feira, o Sindicato da Hotelaria e Gastronomia de Porto Alegre (Sindpoa) irá divulgar cursos organizados pelas empresas associadas e pela própria entidade. A ideia, segundo o presidente da entidade, José de Jesus Santos, é mostrar ao público que visita o local a importância das atividades.

– A Casa do Judiciário, organizada pela Corregedoria-Geral de Justiça, leva a Esteio, além de palestras, serviços que incluem informações processuais, emissão de certidão negativa cível e criminal, alvará de folha corrida, conciliação, mediação e atendimento no Juizado Especial Criminal. Neste ano, o tema central será conciliação e mediação.

– Quatro companhias da Nova Zelândia – a Livestock Improvement Corporation (LIC NZ Brasil), a ISL Animal Health, a PGW Sementes e a Quality Consultants of New Zealand (QCONZ) –, vêm a Esteio para mostrar tecnologias desenvolvidas para o setor. O país da Oceania terá uma espaço no Pavilhão Internacional.

ZERO HORA

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Rodrigo Figueiredo é o novo secretário de Defesa Agropecuária


Rodrigo Figueiredo é o novo secretário de Defesa Agropecuária

O advogado ocupou cargos no Ministério da Agricultura de 1999 a 2003

Rodrigo Figueiredo foi nomeado secretario de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SDA/Mapa) nesta quarta-feira, 14 de agosto. O advogado possui mais de 20 anos de serviço público, começou sua carreira no Banco do Brasil e já foi secretário-executivo do Ministério das Cidades. Rodrigo Figueiredo atualmente chefiava a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Prefeitura de Cuiabá (MT).

O novo secretário já foi coordenador-geral de Convênios do Mapa, assessor especial do ministro da Agricultura, chefe de Gabinete da Secretaria Executiva do Mapa e assessor da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC). Rodrigo Figueiredo atuou no Ministério da Agricultura de 1999 a agosto de 2003.

Com 47 anos, o secretário de Defesa Agropecuária também integrou os conselhos fiscais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e da Companhia de Armazéns e Silos do Estado de Minas Gerais (Casemg), além de participar do conselho administrativo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Sobre a nomeação, Rodrigo Figueiredo disse: “minha atuação será focada na gestão, para identificar oportunidades de melhorar o desempenho da Defesa Agropecuária brasileira. Para isso, vou seguir as orientações do ministro Antônio Andrade de aperfeiçoar o controle e a qualidade da sanidade animal e vegetal, sempre valorizando o corpo técnico da secretaria".