terça-feira, 29 de junho de 2010

Carne Pampa

PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 29/06/2010
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 28/06/2010 - PRAÇA RS


Ver todas cotações Ver gráfico

MACHOSPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 5,70R$ 5,53
KG VivoR$ 2,85R$ 2,77
FÊMEASPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 5,20R$ 5,07
KG VivoR$ 2,47R$ 2,41
** Programa - Indicador Esalq/Cepea MaxP(6)
*** H & B - Indicador Esalq/Cepea Prz(4)
PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA
FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD

COTAÇÕES




FONTE: CORREIO DO POVO

Observações sobre o mercado do boi gordo

Reprodução permitida desde que citada a fonte
Gostaria de fazer três observações sobre esse gráfico acima. É isso aí. Simples. Sem enrolação.
1ª Observação
Como havia dito anteriormente, em outras edições, estamos em uma fase de alta da arroba do boi. Essa alta vem desde o final de 2009, como demonstrado por essa reta verde acompanhando para cima os preços.
Antes disso, anteriormente a essa formação de alta, note que estávamos em uma fase de baixa, que veio desde o pico lá em 2008 até o final de 2009, como você pode ver com clareza nessa reta em amarelo acompanhando a baixa da arroba.
Essa é uma constatação bem simples da direção do mercado, e ela nos é muito útil no dia-a-dia, se você é pecuarista e tem boi gordo ou vaca gorda para vender.
Simplesmente, se o intuito era vender o animal gordo, as quedas da arroba durante esse primeiro semestre eram para serem desprezadas. Era melhor não vender os animais. Até aqui, essa foi uma escolha certeira de comercialização do gado.
2ª Observação
Dou extrema importância às médias dos preços. No gráfico você pode ver que a média de 40 meses em nenhum momento rompeu para baixo a média de 80 meses, mesmo depois de tudo que ocorreu na pecuária recentemente. Isso é altista, pois mostra robustez do mercado e relativa escassez de matéria prima, mesmo face à crise que acometeu as outras commodities.
Repare também que na evolução da alta da arroba, o piso de dez/09 ocorreu em cima da média de 80 meses. Nessa queda recente da arroba o piso de curto prazo se deu em cima da média de 40 meses.
Ainda sobre as médias, recentemente a linha preta dos preços semanais está trabalhando acima das duas médias. Repare. Isso também é uma formação altista. Mostra até agora que o movimento de alta tomou a frente da situação e está puxando o mercado para cima.
3ª Observação
Agora é sobre esse pequeno gráfico abaixo do gráfico dos preços. É o gráfico do IFR (Índice de Força Relativa), para mim o principal indicador técnico dos preços da arroba do boi.
Se você observar a linha pontilhada no decorrer da marcação do IFR verá que a alta transmitida pela ferramenta é para valer. Recentemente foi testado o suporte e, ele, aguentou a investida.
Mas, como não poderia deixar de ser, até para casar melhor com o meu caráter, não poderia deixar de fora uma sinalização de cautela. Está no próprio gráfico. Agora nesses últimos dias essa validade da alta está sendo posta novamente em teste.
O teste é o seguinte. A evolução recente do IFR está apresentando uma divergência negativa. Isso significa que internamente os preços não estão mais achando que essa alta terá essa força toda nas próximas semanas.
Essa divergência pode se mostrar falsa daqui a uns dias. A alta pode passar no teste. Hoje, porém, fico com um pé atrás.
Esse é o primeiro sinal desde o final do ano passado, mostrando uma certa fadiga, um certo cansaço no movimento da alta da arroba. Posso estar sendo precipitado, mas a idéia é sempre estar à frente dos acontecimentos e ir descartando as pistas falsas pelo caminho.
Semana que vem a gente atualiza essa conversa para ver como o mercado andou.
FONTE: SCOT CONSULTORIA

SINDICATO RURAL DE DOM PEDRITO- RS

DATA DA ATUALIZAÇÃO 24.06.2010


Arroz em casca (sc)R$ 26,00
Boi Gordo (kg)R$ 2,55
Capão (kg)R$ 2,00
Cordeiro (kg)R$ 2,20
Lã Cruza I (kg)R$ 3,50
Leite (L)R$ 0,59
Mel (Kg)R$ 3,60
Milho (sc)R$ 15,00
Soja (sc)R$ 34,50
Sorgo (sc)R$ 14,00
Terneiro (kg)R$ 2,70
Trigo (sc)R$ 22,00
Vaca de Invernar (kg)R$ 2,00
Vaca Gorda (kg)R$ 2,20



Preço Médio. As cotações acima foram fornecidas por diversas fontes e portanto, atrasos, inexatidões, erros ou omissões, não poderão servir de base para reclamações ou ação judicial.
FONTE : SINDICATO RURAL DE DOM PEDRITO

Boi gordo tem leve alta no início da semana

Nesta segunda-feira o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista voltou a subir, sendo cotado a R$ 83,12/@, com valorização de R$ 0,08. O indicador a prazo teve variação positiva de R$ 0,09, sendo cotado a R$ 83,93/@.

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio



Na BM&FBovespa, o primeiro vencimento, junho/10, fechou a R$ 83,20/@, com retração de R$ 0,20. Os contratos que vencem em outubro/10, considerado o pico da entressafra, apresentaram valorização de R$ 0,18, fechando a R$ 85,29/@, com 447 contratos negociados e 18.674 contratos em aberto.

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 28/06/10



Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para outubro/10



O leitor do BeefPoint, Antonio Geraldo Martinelli, informou que na região de Agua Clara/MS a arroba do boi gordo vale R$ 78,00. "O bezerro de cruzamento de industrial - com peso médio de 215 kg - está sendo vendido a R$ 780,00 e as bezerras, com 200Kg de média, saem por R$ 570,00.

José Luiz Kessler, comentou que no Rio Grande do Sul a falta de gado gordo provoca aceleração no aumento do preço. "Frigoríficos já estão oferecendo R$ 5,80 no kg de carcaça - aproxidamente R$ 2,90/kg vivo - para bois. Essa escassez provoca grande ociosidade na indústria e a projeção é de manutenção de boas cotações para os próximos 90 - 120 dias". Ele ainda ressalta que o atraso nas pastagens e a baixa cotação do arroz mantém em baixa mercado de reposição.

Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.

O abate de bovinos em Mato Grosso em maio somou 391 mil cabeças, segundo informação do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), com base em levantamento do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT). Ao analisar os dados, os técnicos do Imea avaliaram que o abate cresceu 4% em relação ao mês anterior, com destaque para aumento de 5% na oferta de machos. O abate de fêmeas permaneceu estável, na faixa de 35% do total abatido.

Os técnicos do Imea disseram que a participação das fêmeas em relação ao total abatido ficou na média deste ano, mantendo-se no mesmo ritmo visto em 2008 (38%) e 2009 (36%). "Este ritmo lento da participação das vacas no abate total do Estado pode ser explicado pelo bom momento do mercado de reposição", ressaltou o Imea.

No boletim semanal sobre a pecuária de corte, divulgado ontem, os técnicos relataram que o preço do boi gordo subiu 0,62% na semana passada, com o valor à vista de R$ 73,00/@. A vaca gorda foi negociada a R$ 67,34/@, com valorização de 0,14%. No mercado de reposição, os preços apresentaram leve recuo em junho, acompanhando a cotação da arroba do boi gordo, que registrou ligeira queda de 0,41%, para R$ 72,35/@.

Em relação a junho do ano passado o preço do boi gordo subiu 6,89%, impulsionando as cotações dos animais de reposição. Os técnicos do Imea destacam a valorização anual dos preços do bezerro e da bezerra de desmama, que subiram 5,81% e 7,00%, respectivamente.

O indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 716,67/cabeça, com valorização de R$ 4,24, assim a relação de troca recuou para 1:1,91.

No atacado, o traseiro foi cotado a R$ 6,40 (estável), o dianteiro a R$ 4,40 (+R$ 0,10) e a ponta de agulha a R$ 3,90 (estável). O equivalente físico foi calculado em R$ 79,43/@, com valorização de 0,74%. O spread (diferença) entre indicador e equivalente recuou para R$ 3,70/@.

Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico



FONTE: André Camargo, Equipe BeefPoint

Ruralistas apresentam opção mais permissiva

Alternativa será entregue hoje pela bancada ao relator do Código Florestal, Aldo Rebelo
A bancada ruralista apresenta hoje ao relator Aldo Rebelo (PCdoB-SP) uma proposta alternativa ao texto do novo Código Florestal Brasileiro, em debate há quase um ano na comissão especial da Câmara dos Deputados. Em reunião marcada para debater emendas propostas pelo governo e parlamentares, Rebelo deve acolher algumas sugestões.

LEIA MAIS: http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?CodNoticia=112997

FONTE: Valor Econômico

Saiba como comprar carne de forma consciente (vídeo)

O método de rastreamento da carne permite o consumo de forma consciente. Através do código, em cada produto, é possível saber a origem do alimento, assim como as áreas de distribuição e abatimento.

VEJA O VÍDEO: http://www.sitedacarne.com.br/CortesNoticia.aspx?codigoNot=k292gA8g71g=&title=+SAIBA+COMO+COMPRAR+CARNE+DE+FORMA+CONSCIENTE+(VIDEO)

Fonte: Globo.com

Boi: Cotações aumentam com menor oferta e redução de escalas

A baixa oferta de animais no mercado pecuário, somada à diminuição das escalas de abate, fez com que os negócios dos últimos dias fossem realizados a valores maiores que os observados na semana anterior. Apesar da cautela de compradores em função do ritmo das vendas de carne, responsável por influenciar na diminuição estratégica das escalas, a dificuldade para compra de novos lotes dentro e fora de São Paulo acaba por exercer maior influência na formação das médias. Entre 16 e 23 de junho, o Indicador do boi gordo Esalq/BM&FBovespa subiu 1,44%, fechando a R$ 82,87 na quarta. No mês, o aumento é de 1,36%.(Cepea/Esalq)

FONTE: SITE DA CARNE

Governo apresenta números da 1ª etapa 2010 da vacinação contra a Aftosa

O Governo do Estado, por meio do secretário da Agricultura, Gilmar Tietböhl, apresenta, nesta terça-feira (29), os números da 1ª etapa da campanha 2010 de vacinação contra Febre Aftosa. Na ocasião, também serão apresentados os dados do monitoramento sorológico de 2009 do Rio Grande do Sul. Estarão presentes o diretor do Departamento de Produção Animal, Cláudio Dagoberto Lucas Bueno e o chefe de Serviços de Doenças Vesiculares, Fernando Groff. A reunião ocorre às 16h30, na sala 51 da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Pesca e Agronegócio (Seappa), localizada na avenida Getúlio Vargas, 1384, no bairro Menino Deus, em Porto Alegre.

Fonte: Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Mercado firme e com tendência de alta

O mercado do boi gordo segue firme e com tendência de alta.
O cenário é de pouca oferta e programações de abate curtas, atendendo entre 2 e 3 dias, em média.
Segundo levantamento realizado pela Scot Consultoria, em São Paulo o preço referência na última semana subiu para R$82,00/@, a prazo, livre de funrural, mas existem negócios acontecendo em R$83,00/@, nas mesmas condições. Esses são os maiores preços registrados para a arroba do boi gordo no ano.
Apesar da queda na qualidade das pastagens, com a chegada do período frio, a disponibilidade de animais para abate não tem aumentado, o que demonstra que existem poucos animais para ser abatidos e, enquanto não começarem as ofertas de confinamento, a disponibilidade deve seguir pequena.
Dessa forma, em curto prazo, existe espaço para que a arroba do boi gordo ganhe sustentação e os preços continuem subindo.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Bovinos de MS alimentados com ração animal vão para abate sanitário

O Serviço de Inspeção Federal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) anunciou para hoje (29) o abate sanitário de um lote com bovinos apreendidos em Terenos (MS) porque foram alimentados com ração de origem animal

A prática é proibida pela legislação brasileira para prevenir moéstias como a Doença da Vaca Louca no rebanho.
Segundo o serviço de fiscalização agropecuária do Iagro (Agência Estadual de Defesa Agropecuária Animal e Vegetal) e do Serviço de Saúde Animal da Superintendência Federal de Agricultura (SSA/SFA/MS), a irregularidade foi flagrada após denúncias sobre a prática.
Na propriedade rural, os fiscais constataram que o criador utilizava os dejetos e detritos de uma criação de aves para alimentar os bovinos. Amostras da raçao foram coletada e enviadas para análise no Laboratório Oficial do Mapa, em Minas Gerais, onde foi identificado o uso da "cama de frango".
Segundo a legislação brasileira, o uso de ingredientes de origem animal na alimentação de ruminantes é punida com multa e com a interdição da propriedade. O abate sanitário dos animais apreendidos será feito em um frigorífico sob Inspeção Federal, onde serão removidas e destruídas as partes de tecidos que oferecem riscos de transmissão da Encefalopatia Espongiforme Bovina, ou Doença da Vaca Louca.
As informações partem do Midiamax.

Fonte: Centro de Inteligência em Genética Bovina

Boi gordo: mercado muito semelhante a 2007

Este ano o mercado do boi gordo em São Paulo tem se comportado de maneira muito semelhante a 2007. Veja na figura 1 o preço do boi gordo em Barretos-SP em 2007 e 2010, sendo que o início de cada ano se refere à base 100, para efeitos de comparação.



Os preços não são iguais, uma vez que 2007 começou com um boi gordo cotado em R$52,80/@ em São Paulo e 2010 iniciou com cotação em R$76,20/@. No entanto, o comportamento muito semelhante nestes dois períodos pode sugerir como o mercado poderá variar até o final do ano.

No entanto, é imprescindível fazer algumas ponderações. O mercado em 2007 estava saindo de um período de preços mais baixos da história e, sendo assim, seria um comportamento “natural” a recuperação nestas cotações. Além disso, o mercado externo estava muito firme, com faturamento e volume atingindo recordes neste ano. Fatores a favor de valorizações para o preço do boi gordo, que chegou a mais de 30% ao longo do ano.

Em 2010, apesar do comportamento bastante semelhante até agora, existem outros fatores que devem ser levados em consideração.

O preço do boi gordo já está em um nível acima do patamar observado em 2007. Na média do primeiro semestre, o preço do boi gordo, em 2010, está 43% mais alto que a média de 2007. Isso propicia maior resistência para aumentos. A maior concentração dos compradores também dificulta o movimento de alta.

Além do mais, as exportações ainda estão em recuperação após a crise de 2008, assim como a economia de uma maneira geral, o que pode servir também como um fator negativo às possíveis altas.

É possível esperar comportamento semelhante a 2007, no entanto, provavelmente as oscilações serão mais discretas.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Funrural: TRF derruba liminar da Aprosoja

Cinco meses após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que considerou inconstitucional a cobrança da contribuição ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural), a disputa que pode representar uma perda de R$ 2,8 bilhões por ano ao governo está longe de acabar. A Fazenda Nacional conseguiu suspender a liminar que havia sido concedida à Associação dos Produtores de Soja e Milho do Mato Grosso (Aprosoja), que representa dois mil produtores, e autorizava os filiados da entidade a não recolher o Funrural. É a primeira vitória da Fazenda na tentativa de conter as liminares que vêm sendo concedidas pela primeira instância da Justiça.

LEIA MAIS: Luiza de Carvalho, publicada no Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe AgriPoint.
http://www.beefpoint.com.br/funrural-trf-derruba-liminar-da-aprosoja_noticia_63921_15_166_.aspx

Governo lança Expointer 2010

O lançamento da Expointer pela governadora Yeda Crusius será realizado nesta quarta-feira (30), às 12h, no parque Assis Brasil, em Esteio/RS. No ano passado, a feira foi lançada em agosto. Não está prevista divulgação dos inscritos, pois o prazo ainda está aberto. A Expointer ocorre de 28 de agosto a 5 de setembro.

FONTE: Correio do Povo

Importações norte-americanas de gado vivo estão aquecidas

As importações norte-americanas de gado vivo no segundo trimestre devem ser substancialmente maiores do que as do ano passado, no mesmo período.
As importações foram fortalecidas pelo aumento dos negócios com bovinos para engorda e abate provenientes do Canadá e México. Margens de confinamento favoráveis e a boa situação cambial diante do dólar canadense e peso mexicano contribuíram para isto.
Dados indicam que as importações de gado para abate proveniente do Canadá subiram 21% no mês de maio em relação a 2009, fato que deverá se manter durante o terceiro trimestre.
Já as importações de gado para engorda, também vindo do Canadá, foram 57% maiores em abril de 2010 em relação ao ano passado.
Para as importações de animais vindos do México também houve crescimento. Em abril foi registrado um incremento de 21% em relação ao mesmo mês de 2009.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Bovinocultura reage em Mato Grosso

Na semana passada o Imea teve acesso aos dados do Indea sobre os abates em maio. No último mês foram abatidas 391 mil cabeças em Mato Grosso, apresentando aumento de 4% em relação a abril.
Por mais um mês o acréscimo observado no abate de machos (5%) foi o maior responsável por este incremento, uma vez que 35% do volume total corresponderam ao abate de fêmeas. Com isso, a participação anual das fêmeas foi para 37% mantendo-se no mesmo ritmo visto em 2008 (38%) e 2009 (36%).
Este ritmo lento da participação das fêmeas no abate total do Estado pode ser explicado pelo bom momento do mercado de reposição. No acumulado do ano os abates totais chegaram à marca de 1,88 milhões de cabeças, obtendo incremento de 13% em relação ao mesmo período em 2009 e 2% quando comparado com 2008. Neste sentido, o crescimento do abate anual o aquecimento do mercado de reposição e a evolução das exportações são fatores que demonstram a recuperação do setor no ano. O mês de maio registrou o segundo maior volume de abate do ano, ficando atrás apenas do mês de março por 665 cabeças. Todos os volumes de abates mensais deste ano superaram o registrado em iguais meses de 2009.

FONTE: Diário de Cuiabá

Exportações brasileiras de carne bovina em junho

Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), entre os dias 1 e 20 de junho o Brasil exportou 83,5 mil toneladas equivalente carcaça (tec), de carne bovina in natura, totalizando US$255 milhões.
Este volume, comparado com o mesmo período do ano passado, é 1% inferior, porém a receita é 24% maior.
Entre os principais compradores em junho está a Rússia, que segue na dianteira mesmo com a suspensão de algumas plantas frigoríficas importando 22,2 mil tec, seguido de Irã com 17,2 mil tec e Egito com 13 mil tec.
No acumulado do ano (até 20 de junho), o Brasil embarcou 331,5 mil tec, com faturamento total de US$1,7 bilhão.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Governo lança Expointer 2010

O lançamento da Expointer pela governadora Yeda Crusius será realizado nesta quarta-feira (30), às 12h, no parque Assis Brasil, em Esteio/RS. No ano passado, a feira foi lançada em agosto. Não está prevista divulgação dos inscritos, pois o prazo ainda está aberto. A Expointer ocorre de 28 de agosto a 5 de setembro.

FONTE: Correio do Povo

Importações norte-americanas de gado vivo estão aquecidas

As importações norte-americanas de gado vivo no segundo trimestre devem ser substancialmente maiores do que as do ano passado, no mesmo período.
As importações foram fortalecidas pelo aumento dos negócios com bovinos para engorda e abate provenientes do Canadá e México. Margens de confinamento favoráveis e a boa situação cambial diante do dólar canadense e peso mexicano contribuíram para isto.
Dados indicam que as importações de gado para abate proveniente do Canadá subiram 21% no mês de maio em relação a 2009, fato que deverá se manter durante o terceiro trimestre.
Já as importações de gado para engorda, também vindo do Canadá, foram 57% maiores em abril de 2010 em relação ao ano passado.
Para as importações de animais vindos do México também houve crescimento. Em abril foi registrado um incremento de 21% em relação ao mesmo mês de 2009.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Bovinocultura reage em Mato Grosso

Na semana passada o Imea teve acesso aos dados do Indea sobre os abates em maio. No último mês foram abatidas 391 mil cabeças em Mato Grosso, apresentando aumento de 4% em relação a abril.
Por mais um mês o acréscimo observado no abate de machos (5%) foi o maior responsável por este incremento, uma vez que 35% do volume total corresponderam ao abate de fêmeas. Com isso, a participação anual das fêmeas foi para 37% mantendo-se no mesmo ritmo visto em 2008 (38%) e 2009 (36%).
Este ritmo lento da participação das fêmeas no abate total do Estado pode ser explicado pelo bom momento do mercado de reposição. No acumulado do ano os abates totais chegaram à marca de 1,88 milhões de cabeças, obtendo incremento de 13% em relação ao mesmo período em 2009 e 2% quando comparado com 2008. Neste sentido, o crescimento do abate anual o aquecimento do mercado de reposição e a evolução das exportações são fatores que demonstram a recuperação do setor no ano. O mês de maio registrou o segundo maior volume de abate do ano, ficando atrás apenas do mês de março por 665 cabeças. Todos os volumes de abates mensais deste ano superaram o registrado em iguais meses de 2009.

FONTE: Diário de Cuiabá

Exportações brasileiras de carne bovina em junho

Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), entre os dias 1 e 20 de junho o Brasil exportou 83,5 mil toneladas equivalente carcaça (tec), de carne bovina in natura, totalizando US$255 milhões.
Este volume, comparado com o mesmo período do ano passado, é 1% inferior, porém a receita é 24% maior.
Entre os principais compradores em junho está a Rússia, que segue na dianteira mesmo com a suspensão de algumas plantas frigoríficas importando 22,2 mil tec, seguido de Irã com 17,2 mil tec e Egito com 13 mil tec.
No acumulado do ano (até 20 de junho), o Brasil embarcou 331,5 mil tec, com faturamento total de US$1,7 bilhão.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Análise de mercado - Boi Gordo

Como resultado dos jogos do Brasil hoje e na última sexta-feira, os mercados físicos e futuro do boi gordo sofrem com baixo volume de negócios.
Do lado da indústria, a expectativa é de melhora no escoamento de carne bovina para o varejo com a proximidade da virada do mês e pagamento dos salários. As vendas de carne sem osso já melhoraram na última semana.

Confira a análise completa: Boi_280610.pdf

Fonte: XP Investimentos

segunda-feira, 28 de junho de 2010

PREÇOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO*


EM 28.06.2010
REGIÃO DE PELOTAS
.
.

TERNEIROS R$ 2,50 A R$ 2,65
TERNEIRAS R$ 2,20 A R$ 2,40
NOVILHOS R$ 2,40 A R$ 2,55
BOI MAGRO R$ 2,40 A R$ 2,45
VACA DE INVERNAR R$ 1,90 A R$ 2,00
.
*GADO PESADO NA FAZENDA
.
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR http://www.lundnegocios.blogspot.com

PREÇOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO / KG VIVO

FRIGORÍFICOS REGIONAIS

EM 28.06.2010

REGIÃO DE PELOTAS

KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 2,70 A R$ 2,80
VACA GORDA: R$ 2,30 A R$ 2,40

A RENDIMENTO:
BOI GORDO R$ 5,50 A 5,60
VACA GORDA R$ 5,00 A 5,10

FONTE: PESQUISA REALIZADA POR WWW.LUNDNEGOCIOS.BLOGSPOT.COM

PREÇOS DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO


REGIÃO DE PELOTAS

INFORMAÇÃO MARFRIG

*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 28.06.2010

BOI: R$ 5,40 A R$ 5,50

VACA: R$ 5,00 A R$ 5,10

OBS: *LIVRE DE FUNRURAL
PRAZO: 30 DIAS
Compras só a rendimento.

FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
FONE: 9981.1203 Humberto Costa.

Carne Pampa

PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 28/06/2010
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 25/06/2010 - PRAÇA RS



MACHOSPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 5,60R$ 5,52
KG VivoR$ 2,80R$ 2,76
FÊMEASPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 5,20R$ 5,07
KG VivoR$ 2,47R$ 2,41
** Programa - Indicador Esalq/Cepea MaxP(6)
*** H & B - Indicador Esalq/Cepea Prz(4)
PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA
FONTE : ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD

Mercados Futuros - 25/06/10

Vencimento Fechamento Diferença do dia anteriorContratos em abertoContratos negociados
Jun/1083,400,392.168239
Jul/1084,110,242.864197
Ago/1084,350,2591612
Set/1084,460,311.04432
Out/1085,110,1018.6921.061
Nov/1085,510,312301
Dez/1085,440,31250
Jan/1184,950,3100






Indicador de Preço Disponível do Boi Gordo Esalq/BM&F - Estado de SPIndicador de Preço Disponível do Bezerro Esalq/BM&F - Estado de MS
DataA vista R$/@A prazo R$/@DataA vista R$/cabeçaA prazo R$/cabeça
17/06/1081,6482,3717/06/10730,66730,99
18/06/1082,0882,9418/06/10727,85728,28
21/06/1082,4983,3121/06/10720,69721,95
22/06/1082,8283,7622/06/10714,94714,66
23/06/1082,8783,7423/06/10712,85716,09
24/06/1083,0684,0524/06/10714,14716,99
25/06/1083,0483,8425/06/10712,43715,24

Carne de Qualidade:Consumidores exigentes já têm a Selection Braford Carrefour


Mesmo com o lançamento oficial marcado para o dia 1º de Setembro, na Expointer 2010, a Rede Carrefour já está disponibilizando aos consumidores a carne do Programa de Certificação Pampa ®, da ABHB, sob a marca Selection Braford Carrefour, uma carne de qualidade, inspecionada, com a garantia do Selo do Origem do Carrefour e do Selo Carne Certificada Pampa® da ABHB, e que promete atingir com eficiência o público consumidor de carne com sabor e qualidades superiores.
O primeiro abate foi realizado em Santa Maria, nas dependências do Frigorífico Silva no dia 25 de junho e acompanhado por representantes do Frigorífico, do certificador da ABHB e do Carrefour.
O produto com a etiqueta Selection Braford Carrefour vai primeiramente suprir as 8 lojas da rede no Rio Grande do Sul,em 10 cortes especiais, já com perspectivas de chegar às gôndolas do sudeste do país ainda este ano.
FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD

Preços do boi gordo no curto prazo

O mercado do boi gordo está firme, oferta enxuta e escalas curtas.

A proximidade do início do mês (quando o consumo tende a melhorar) faz com que os frigoríficos tenham maior necessidade por animais.

Veja na figura 1 os preços do boi gordo desde o início do ano. O aumento de oferta observado entre o final de abril e o início de maio não foi suficiente para uma queda expressiva na arroba.



O preço do boi gordo está no patamar mais alto em 2010.

No período da desova de animais, causada pela diminuição da qualidade da pastagem, a partir de maio, a redução no preço foi pequena, como pode ser observada no gráfico.

Em 2009, no fim de junho, o preço do boi gordo registrava queda de 5,75%, também influenciado pela crise econômica iniciada no fim de 2008.

Hoje ele vale 7,6% mais que no começo de janeiro.

Daqui até o início da oferta de animais de confinamento não há expectativa de aumento expressivo de oferta, o que deve manter o mercado firme no curto-prazo.
FONTE : SCOT CONSULTORIA

Consumo de carne bovina na China pode crescer 25%

O consumo de carne bovina na China é o que mais deve crescer até 2019, segundo informações do Instituto de Pesquisa em Políticas para a Alimentação e Agricultura (FAPRI, sigla em inglês).
De 2009 até 2019, o consumo de carne bovina na China deve passar de 5,7 milhões para 7,1 milhões de toneladas métricas, um aumento de 25%.
Em porcentagem, outros países também devem apresentar crescimento significativo nesses números, como Indonésia (33,6%), Egito (35,8%), México (22,8%) e Índia (21%).
No total, estes quatro países passarão de um consumo de 5,3 milhões para 6,65 milhões de toneladas métricas entre 2009 e 2019.
Fora a Índia e México, Indonésia e Egito são grandes compradores da carne bovina brasileira e o seu aumento na demanda pode ajudar na ampliação das exportações brasileiras.
Já os países mais ricos, como Estados Unidos e membros da União Européia, devem apresentar crescimento pouco representativo: 2,5% para o consumo norte americano e menos de 1% para os europeus.

FONTE: PANTANAL NEWS

Marfrig busca consolidar sinergias e marca global

Após a aquisição de 40 empresas, Marcos Antonio Molina dos Santos, presidente do grupo, diz que agora é hora de buscar mais clientes, principalmente com a oferta de produtos de maior valor agregado. A busca do crescimento se dará com a integração entre as empresas do grupo, que, geograficamente, ocupam cinco continentes.
"Nós já temos tudo. Os melhores clientes, os melhores fornecedores e os melhores parceiros. Qual o nosso desafio agora? Ficarmos mais eficientes", diz Molina.
A informação foi dada à Folha de S.Paulo no escritório da empresa, em São Paulo, após o jogo entre Brasil e Portugal, quando a transmissão da Fifa expôs para o mundo a Seara, marca que o grupo quer transformar em carro-chefe mundial de seus produtos.
Sorrindo, o corintiano Molina, que é um dos patrocinadores da seleção brasileira, da Fifa e do Santos, se diz surpreso com os resultados já obtidos com a campanha. "Não investimos tanto e estamos tendo ótimos resultados." Ele não revela o valor, mas diz que os US$ 100 milhões estimados pelo mercado são exagerados. A partir de agora, os consumidores brasileiros verão com mais frequência a marca Seara nos locais de compra, o que ocorrerá também fora do Brasil. As indústrias do grupo no exterior também passarão a comercializar a marca, inclusive nos EUA.
Uma das grandes cartadas do grupo foi a compra da norte-americana Keystone, há poucas semanas. Ao pagar US$ 1,26 bilhão pela empresa, o Marfrig eleva as receitas para R$ 27 bilhões por ano, reafirma a vocação para o setor de "food service" e coloca os pés no crescente mercado asiático, com indústria até na China. O Marfrig, que já era fornecedor de hambúrguer para a rede McDonald's, terá agora 28% de suas receitas vindas dessa cadeia de fast food após a compra da Keystone.
Para pagar a Keystone, o Marfrig deverá ter, mais uma vez, apoio do BNDES, que já tem 14% da empresa. Mesmo após tanta expansão, é difícil acreditar que o Marfrig tenha encerrado as compras. Logo após a aquisição da Seara, Molina também disse que o momento era apenas de concretizar o grupo, e não de novas compras. Acabou surpreendendo ao adquirir a Keystone.

FONTE: Mauro Zafalon e Tatiana Freitas, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

DF: Mapa deve liberar cargas de carne

O governo brasileiro planeja aprovar já na próxima semana os planos de ação de frigoríficos brasileiros para monitoramento de resíduos e liberar o embarque de carne processada para os Estados Unidos. Conforme o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura (Mapa), Nelmon Oliveira, duas ou três plantas já apresentaram propostas ao governo federal para análise e devem ser liberadas. Conforme Oliveira, as unidades do Marfrig e do Minerva poderão estar entre as autorizadas a exportar.
Os planos de ação integram estratégia do Ministério da Agricultura para garantir maior rigor no controle de resíduos ao governo norte-americano e retomar os embarques de carne processada. A exportação foi interrompida em 27 de maio de 2010, após a identificação de resíduos de ivermectina acima do permitido pelas autoridades norte-americanas em carga de carne processada da planta do JBS, de Lins (SP).
A previsão do ministério contraria o temor dos produtores de que as novas irregularidades identificadas em lotes de carne processada da mesma planta nos Estados Unidos possam retardar o processo. "Isso já está nos prejudicando", avalia o presidente da Abiec, Roberto Gianetti da Fonseca. Segundo o dirigente, os frigoríficos que trabalham com o mercado norte-americano comprometeram-se a intensificar a fiscalização e apresentar seus planos ao governo rapidamente. "Queremos assegurar que nestas unidades não há contaminação. É de lá (da unidade de Lins) que está vindo o problema. Os outros frigoríficos estão isentos", defendeu Fonseca.
A expectativa é que com a estratégia de isolar o problema na origem os exportadores consigam encontrar o caminho de volta ao mercado norte-americano com rapidez. Em nota, a associação reforçou a ideia ao declarar que "a inconformidade em lotes do produto destinado ao mercado americano não significa que toda a carne exportada pelos frigoríficos brasileiros aos Estados Unidos está imprópria".
Oliveira não acredita que o fato possa prejudicar sua projeção de retomada dos embarques e informa que, até o fim da tarde de ontem, o Mapa não havia recebido notificação oficial. "Se for em lotes já anteriores não vejo problema. O governo está garantindo o que for produzido após a liberação dos embarques", argumenta. Na quarta-feira, retornam ao Brasil técnicos do Mapa que estão nos Estados Unidos para debater e ajustar critérios de análise de resíduos dos dois países. A proposta é unificar os parâmetros para avaliação e evitar novos problemas.

Fonte: Correio do Povo

Adidos agrícolas vão “vender” o Brasil

Meta é ampliar exportação de carnes a países que ainda não confiam na qualidade e sanidade do produto nacional. Mercado ao qual o Brasil não tem acesso, por causa, principalmente, de barreiras sanitárias, é de US$ 19,2 bilhões.
O governo brasileiro enviou neste mês a primeira turma de adidos agrícolas a oito embaixadas, com o objetivo primordial de ampliar o volume de exportação de carnes a países ainda reticentes quanto à qualidade e à saúde do produto brasileiro.
Segundo estimativa do Ministério da Agricultura, há um mercado de US$ 19,2 bilhões ao qual o Brasil não tem acesso, por causa, principalmente, de barreiras sanitárias.
O maior importador individual de produtos agropecuários brasileiros, a China, ganhará um adido que é filho de chineses e tem fluência em mandarim -ele é o mais novo da turma, com 31 anos.
Em Bruxelas (Bélgica), o enviado cuidará das negociações com países da União Europeia, atualmente o principal destino das exportações do agronegócio brasileiro.
Haverá ainda adidos em Genebra (Suíça), por sediar órgãos como a OMC (Organização Mundial do Comércio), na Argentina, na Rússia, na África do Sul, nos Estados Unidos e, o mais estratégico deles, no Japão.
O funcionário sediado em Tóquio assume a missão de amaciar as negociações com o maior mercado comprador de carne e também o mais fechado ao produto brasileiro.

DESAFIO
O Japão, que importa mais da metade de todo alimento que consome, reconhece apenas a carne de Santa Catarina como livre da febre aftosa, mas mesmo assim não compra o produto bovino nem o suíno proveniente de qualquer região do Brasil.
Em 2008, o Japão importou US$ 6,3 bilhões de carnes de outros países, um nicho que enche os olhos do governo brasileiro.
Com as barreiras à carne, o Brasil é responsável por magros 9% dos US$ 22 bilhões anuais gastos pelo Japão em importação de produtos agropecuários. Na União Europeia, o Brasil tem 37% de presença na pauta de importações, e na China, 24%.
“Acho que esse é um desafio que justifica um movimento muito grande de autoridades brasileiras a esses lugares”, afirmou Célio Porto, secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, sobre a meta brasileira de incrementar a venda da carne “in natura”.
Os adidos trabalharão ao lado dos diplomatas com um conhecimento mais especializado, já que parte das negociações tem esbarrado em termos técnicos, diz Porto.
Os oito adidos, entre eles uma mulher, a da Argentina, foram escolhidos após seleção com 195 funcionários do Ministério da Agricultura e órgãos vinculados.
Cada missão vai durar, pelo menos, dois anos, prorrogáveis por mais dois. Segundo Porto, após a primeira etapa da missão agrícola, é possível que o Brasil envie adidos a outros postos.
Os países mais visados são México e Coreia do Sul, também bloqueados à carne suína e bovina brasileira, Índia e Oriente Médio. O México é o principal foco para o futuro, já que importa US$ 2,2 bilhões em carnes por ano (Folha de S.Paulo, 26/8/10)

FONTE: AGROMUNDO

Abiec esclarece problemas com carne exportado aos EUA

Com relação às ultimas ocorrências em relação à exportação de carne brasileira para os Estados Unidos, que levou o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a suspender toda a exportação de carne para aquele país no ultimo dia 27 de maio, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) esclarece:
"A inconformidade encontrada em lotes do produto destinado ao mercado americano não significa que toda a carne brasileira exportada pelos frigoríficos brasileiros para os Estados Unidos está imprópria para o consumo. As análises feitas até o momento mostram que o problema (presença de Ivermectina em carne processada acima do limite estabelecido pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) está localizado em lotes específicos, de uma única unidade industrial brasileira.
Desde que foi detectado o problema, a ABIEC tem trabalhado em estreita parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para prestar todas as informações necessárias e correlacionadas a este evento pontual.
A ABIEC está ao lado do MAPA e acredita no sucesso da ação do Governo Federal que já solicitou a abertura do mercado norte-americano às demais empresas que mantém relações comerciais com o referido mercado e que estão com seus produtos dentro das normas previstas pelas autoridades daquele país.
O Brasil se tornou o maior exportador de carne do mundo em 2003 e desde aquele ano vem mantendo a liderança graças à inegável qualidade de seu produto. Em 2009 houve uma redução nas exportações em função da crise econômica. Com a retomada da economia mundial o quadro começa a mudar. De janeiro a maio de 2010 a receita cambial com a exportação de carne cresceu 24%.
Com o investimento em genética e tecnologia da pecuária e da indústria, aliado ao incansável trabalho do MAPA na área sanitária, o Brasil mantém sua credibilidade no mercado mundial que reúne mais de 150 mercados consumidores do produto nacional.
Acreditamos que ocorrências isoladas, que logo serão amplamente esclarecidas, não afetarão a imagem que o setor soube - com muita competência - construir ao longo dos últimos dez anos."
Mapa
governo brasileiro planeja aprovar já na próxima semana os planos de ação de frigoríficos brasileiros para monitoramento de resíduos e liberar o embarque de carne processada para os Estados Unidos. Conforme o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura (Mapa), Nelmon Oliveira, duas ou três plantas já apresentaram propostas ao governo federal para análise e devem ser liberadas. Conforme Oliveira, as unidades do Marfrig e do Minerva poderão estar entre as autorizadas a exportar.
Os planos de ação integram estratégia do Ministério da Agricultura para garantir maior rigor no controle de resíduos ao governo norte-americano e retomar os embarques de carne processada. A exportação foi interrompida em 27 de maio de 2010, após a identificação de resíduos de ivermectina acima do permitido pelas autoridades norte-americanas em carga de carne processada da planta do JBS, de Lins (SP).
A previsão do ministério contraria o temor dos produtores de que as novas irregularidades identificadas em lotes de carne processada da mesma planta nos Estados Unidos possam retardar o processo. "Isso já está nos prejudicando", avalia o presidente da Abiec, Roberto Gianetti da Fonseca. Segundo o dirigente, os frigoríficos que trabalham com o mercado norte-americano comprometeram-se a intensificar a fiscalização e apresentar seus planos ao governo rapidamente. "Queremos assegurar que nestas unidades não há contaminação. É de lá (da unidade de Lins) que está vindo o problema. Os outros frigoríficos estão isentos", defendeu Fonseca. A expectativa é que com a estratégia de isolar o problema na origem os exportadores consigam encontrar o caminho de volta ao mercado norte-americano com rapidez.

FONTE: Abiec e do jornal Correio do Povo/RS, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

Feiras agropecuárias movimentam MT

Julho é um dos meses mais importantes para o agronegócio em termos de exposições agropecuárias em Mato Grosso. No total são 15 feiras neste período, inclusive a mais importante e maior delas, a 46ª Exposição Internacional, Agropecuária, Industrial e Comercial de Mato Grosso (Expoagro), em Cuiabá (leia mais nas páginas 4 e 5).
Já na primeira semana, 1º e 4 de julho, são 5 exposições, entre eleas a 14ª Exposição Agropecuária de Campo Novo dos Parecis (Expocampo). De acordo com o gerente do Sindicato Rural daquele município, Antônio de la Bandeira, as expectativas superam as edições anteriores em função de ser a primeira vez que o evento recebe dois shows nacionais - Chitãozinho e Xororó e Fernando e Sorocaba - além de outros regionais. O público esperado é de aproximadamente 30 mil pessoas nos quatro dias. Também haverá rodeio, exposições de máquinas, veículos e animais, praça de alimentação, somando um investimento de cerca de R$ 500 mil.
As outras feiras que acontecem no início do mês são 1º Exposição Agropecuária e Festa do Peão de Matupá, 12ª Exposição Agropecuária e Festa do Peão de Castanheira e 22ª Festa do peão (Expocas), 8ª Exposição Agropecuária de Tapurah (Expotapurah), 16ª Feira Industrial, Comercial, Agropecuária e Festa do Peão de Canarana (Feican), 16ª Feira Agropecuária, Comercial, Industrial e 25ª Festa do Peão de Guarantã do Norte.
A 8ª Exposição Agropecuária de Tapurah (Expotapurah), ficou dois anos sem acontecer e voltou em 2009, com sucesso de público, o que deve ocorrer novamente em 2010. O evento promete movimentar mais de 10 mil pessoas nos quatro dias. Entre suas atrações, estão rodeio com cavalos e touros, bingo com sorteio de um veículo zero quilômetro, motos, entre outros. Na opinião do presidente da feira, Odenir Luiz Zancanaro, o sucesso do evento mostra sua grandeza e comprova a aprovação do público.

FONTE: Gazeta Digital

Estatísticas da produção de carne bovina dos EUA

Segundo relatório de abates do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês), a produção de carne bovina em 2010 está menor do que o registrado no ano passado.
Em maio de 2010, foram produzidas 947 mil toneladas equivalente carcaça (tec), volume 2,4% inferior à produção de abril, que atingiu 970,7 mil tec.
No acumulado dos cinco primeiros meses, a produção de 2010 foi de 4,75 milhões de tec, 1% menor do que a do ano passado.
O principal motivo da queda de produção é o peso médio de carcaça, que está 2,3% abaixo do apresentado nos cinco primeiros meses de 2009, devido à maior participação de fêmeas no abate. Em 2010, a média está em 345 quilos.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Argentina: exportações de carne recuaram 73% em maio

A Argentina não somente deixará de exportar esse ano cerca de US$ 150 milhões da cota Hilton, mas também, os envios de carne bovina de forma geral para todos os mercados sofreram uma drástica redução até agora em 2010, que foi acentuada em maio passado, quando o volume vendido diminuiu em 72,6% com relação ao mesmo mês de 2009, segundo informações do Instituto de Promoção da Carne Bovina Argentina (IPCVA).
Foram exportadas no mês de maio somente 8.977 toneladas de cortes resfriados, congelados e carne processada, a menor quantidade mensal registrada em dois anos, desde maio de 2008, quando somou 7.160 toneladas em um dos piores momentos da greve no campo. Em valor, as exportações somaram US$ 74,2 milhões, 47,7% a menos que em maio de 2009.
"A redução se deve fundamentalmente à falta de permissões para exportar carne", comentou o presidente da Câmara da Indústria de Carne, Miguel Schiariti. "Apesar da promessa de Moreno em maio de que permitiria exportar 20.000 toneladas por mês em troca de oferecer cortes a valores mais baixos no mercado interno, não creio que sequer cheguemos a 200.000 toneladas no ano; se está cumprindo com a entrega a esses valores no mercado interno, mas não sua promessa".
As exportações começaram a ser restritas desde dezembro, para garantir o abastecimento de carne no mercado interno e tentar frear o aumento dos preços diante da escassez de gado.
Entre janeiro e maio, as exportações somaram 80.932 toneladas por US$ 467.817 milhões, uma redução de 44,1% em volume e 22,4% em valor FOB frente ao mesmo período de 2009, já que, pela alta dos preços internacionais, que se registra desde o segundo semestre de 2009, elevou-se em 35,6% o valor médio de exportação das carnes argentinas até agora nesse ano com relação ao mesmo período do ano anterior.
Quase nenhum destino ficou de fora da queda. Os envios à Rússia (primeiro mercado em volume), caíram em 57,7% em toneladas, enquanto para a Alemanha (segundo em volume, mas primeiro em valor, já que compra cortes mais caros) caíram em 21,7% em toneladas e somente 0,3% em valor.
"Além da proibição às exportações, a desvalorização do euro contra o dólar fazem com que cada vez mais sejamos menos competitivos", disse o presidente da câmara empresarial. O menor valor do euro faz com que na Europa os cortes argentinos, que são cotados em dólar, fiquem mais caros.
De qualquer forma, Schiariti descartou que a menor competitividade e o volume que a Argentina deixou de fornecer beneficie diretamente outros países. "Tanto o Uruguai como a Nova Zelândia ou Austrália chegaram a sua produção máxima, com a qual não podem suprir as vendas argentinas, enquanto que, no Brasil, as exportações caíram pelo aumento do consumo interno. Não se perderão mercados, mas sim, confiabilidade".

FONTE: Cronista.com, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Sisbov mais perto da gaveta do que do campo

Cinco meses após o término do período de consulta pública ainda não foi publicado o texto que substituirá a instrução normativa n° 17, que regra no Brasil o Serviço de Rastreabilidade de Bovinos e Bubalinos (Sisbov). As novas normas foram construídas pelo Ministério da Agricultura com recomendações da Comissão Técnica Consultiva do Sisbov. A reformulação desburocratiza o sistema, mas também reduz o rigor. Elimina, por exemplo, a tolerância zero a erros nos controles e também transfere para os pecuaristas a responsabilidade pela inserção de informações do rebanho na base nacional de dados, retirando a função das certificadoras.
Fontes do setor estão descrentes que as modificações saiam do papel, embora o coordenador do Sisbov no ministério, Naor Luna, afirme que o processo prossegue normalmente. E, que neste momento, depende apenas do desenvolvimento da Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA), que será o banco de informações de todas as propriedades rurais, contemplando as movimentações através da Guia de Trânsito Animal (GTA), as informações da identificação individual de animais Sisbov e as informações nos frigoríficos. Argumentam que os europeus finalmente estão satisfeitos com o sistema, que atingiu um estágio que permite auditar totalmente o processo, assegurando pontos do quais não abrem mão. Um deles, a garantia de que os animais estão na propriedade 40 dias antes do abate.
Detentora de 17% do mercado nacional, a Planejar dúvida que as normas sejam aceitas pela União Europeia. "O governo prometeu uma coisa tecnicamente impossível, inaplicável a campo, é um mico leão dourado", ironizou Luciano Antunes, diretor da certificadora. Ele acrescenta que, por seis meses, devido à expectativa da mudança, houve retração nos negócios, que agora voltaram ao normal, com média de 150 auditorias/mês no país.
Segundo Fernando Adauto, da Comissão Técnica Consultiva do Sisbov, a incerteza gerada pela demora na publicação retrai a adesão ao sistema, mesmo com o diferencial pago pela indústria, de até R$ 100,00 por cabeça rastreada. Ele acrescenta que, neste momento, a falta de interesse do pecuarista está relacionada também ao mercado interno aquecido pela escassez de gado. Além disso, a indústria tem compensado o encolhimento do mercado europeu com exportações para destinos como a Rússia, que responde por 25% dos embarques em 2010. Favorável à flexibilização das normas, Adauto argumenta que, com a atual burocracia, o Sisbov não sairá do lugar.
Os números de novas propriedades habilitadas espelha a estagnação. A atual lista Trace, de maio, tem 1.983 Estabelecimentos Rurais Aprovados (Eras), sendo 121 gaúchas.
No Estado, a concessão de novas Eras vem caindo. Entre maio de 2008 e 2009, foram aprovadas 140 propriedades fornecedoras para Europa. Nos 12 meses seguintes, 60. E de janeiro para cá, só 18 fazendas se habilitaram. De acordo com Roberto Schroeder, responsável pelo Sisbov no Estado, o reduzido número de habilitadas preocupa também os europeus já que fornecedores como Argentina dão sinais que não cumprirão a Cota Hilton, o que tende a inflacionar o preço da carne nos países integrantes do bloco.

FONTE: Correio do Povo

Japão sofre com epidemia de febre aftosa

Mais casos de suspeita de febre aftosa foram registrados no Japão neste domingo, na cidade Miyazaki, na ilha de Kiushu. De acordo com a prefeitura local, quatro vacas foram diagnosticadas com febre aftosa - doença altamente contagiosa - numa fazenda de 725 cabeças de gado bovino.
Segundo o comunicado da prefeitura de Miyazaki, todos os animais da propriedade terão que ser sacrificados para conter a propagação da doença.
O Japão exporta a melhor carne bovina do mundo, conhecida internacionalmente como Bife de Kobe, que chega a custar nos restaurantes R$ 125 por fatia. Para justificar o preço, o gado no país é alimentado com cerveja e recebe sessões de massagem.
Com a epidemia, as exportações japonesas estão suspensas desde 20 de abril deste ano, quando foi registrado o primeiro caso de febre aftosa no sul do arquipélago.

FONTE: SRZD - sidney rezende

Mercado de terras no MS se mantém estável

O mercado de terras no Mato Grosso do Sul permaneceu estável em relação a fevereiro de 2010.
Existe uma maior procura por terras de pastagens. Os negócios com terras para agricultura estão parados por conta dos preços em baixa para a soja e milho.
Na região de Bodoquena, terras de pastagens estão cotadas entre R$2,0 mil a R$5 mil por hectare. Essa oscilação de preços acontece em função da topografia acidentada da região.
Em Dourados, Naviraí e Rio Brilhante, apesar da menor procura, o valor de mercado de terras agrícolas podem chegar a R$15 mil por hectare.
O destaque no estado fica para as áreas de silvicultura.
Em Três Lagoas, os preços para áreas de eucalipto estão em R$5,0 mil por hectare, podendo alcançar valores maiores quando em produção.
Entre os anos de 2005 e 2009 segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Floresta (Abraf), houve um aumento de 156,4% no plantio de pinus e eucalipto.
O estado conta hoje, com 290,9 mil hectares de florestas plantadas.
A meta do governo estadual é de chegar a 2 milhões de hectares em florestas cultivadas no estado, para atender principalmente empresas de carvão vegetal e siderúrgicas.
A tendência em longo prazo é que estas áreas tenham maior procura e se valorizem.
Outra cultura que deve se destacar nos próximos anos é a cana de açúcar na região de Naviraí

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Programa Montana divulga seu trabalho de seleção

O Programa Montana trabalha há 18 anos na seleção de animais compostos geneticamente avaliados. O Composto Montana foi desenvolvido para a sustentabilidade do cruzamento industrial em clima tropical.

Entre suas principais vantagens, o melhoramento genético dos animais com base em avaliações, e a heterose gerada através de cruzamentos com o Montana.

A evolução genética dos animais do Programa Montana é garantida e confirmada pelo CEIP (Certificado Especial de Identificação e Produção), documento emitido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento que garante que apenas os 23% melhores machos de cada safra são comercializados como reprodutores.

O Montana é criado e comercializado através de um sistema de franquias. Ao todo, cerca de 20 mil matrizes integram o Programa, que avalia 100% dos animais nascidos. Algumas das características avaliadas são peso ao nascimento, peso a desmama, peso ao ano, ganho de peso pós- desmama, musculosidade e perímetro escrotal, no caso dos machos. A partir das DEPs (Diferença Esperada na Progênie) geradas por essas avaliações é composto o Índice Montana, uma forma simples de classificar e selecionar os melhores touros.

“Atualmente são 12 criadores em todo o Brasil e norte do Uruguai, envolvidos na criação e seleção de touros Montana. Todos os anos, cerca de 1.500 touros são produzidos, e comercializados, para pecuaristas profissionais de todo o país”, afirma Gabriela Giacomini, gerente de operações do Programa Montana.

A data para o Megaleilão Virtual Montana 2010 está marcada para o dia 9 de setembro. Serão vendidos os 100 melhores reprodutores da safra 2008 das regiões Sudeste e Centro-Oeste, touros com Índice Montana acima dos 5,0 pontos. Esse ano, o Programa oferta também 20 novilhas Montana com CEIP. O leilão é virtual e será transmitido pelo Canal do Boi, a partir das 20:30h.

Fonte: Programa Montana