terça-feira, 24 de agosto de 2010

Lucro líquido da Marfrig dispara no 2º tri

A Marfrig encerrou o 2º trimestre com lucro líquido de R$127,4 milhões, valor 206% superior ao do trimestre anterior, de R$41,7 milhões. No ano, o lucro líquido acumulado é de R$170 milhões.

Impulsionada pelo aumento das vendas a partir das operações no Brasil, a receita bruta da Marfrig atingiu R$3,8 bilhões neste 2º trimestre, valor 10% maior que o registrado no trimestre anterior. Acumulada, a receita bruta já ultrapassa R$ 7,2 bilhões neste ano, valor 43% maior que o apurado nos primeiros 6 meses de 2009.

A margem EBITDA de 8% registrada no período refletiu o bom desempenho operacional frente ao aumento dos investimentos em marketing, principalmente, com a marca global Seara.

Principais resultados do 2º trimestre e acumulado 2010, em R$ milhões

2010

SEMESTRE

2º Tri

1º Tri

% Variação

2010

2009

% Variação

Receita Bruta

3.770,3

3.431,90

9,86%

7.202,20

5.017,88

43,53%

Mercado Interno

2.140,8

1.954,70

9,52%

4.095,50

3.141,64

30,36%

Mercado Externo

1.629,5

1.477,20

10,31%

3.106,70

1.876,24

65,58%

Receita Líquida

3.558,7

3.222,50

10,43%

6.781,20

4.654,86

45,68%

Lucro Bruto

632,3

640,5

-1,28%

1.272,80

637,59

99,62%

Lucro Operacional

(87,3)

2

-

(85,30)

412,15

-

Resultado Líquido

127,4

41,7

205,52%

169,10

366,87

-53,90%

EBITDA

286,3

406,9

-29,64%

693,20

346,97

99,78%

Margem EBITDA

8,0%

12,6%

-460 p.b.

10,22%

7,45%

277 p.b.

O 2º trimestre registrou também movimentos importantes para o Grupo Marfrig e para o mercado de alimentos mundial, como a conclusão bem sucedida da emissão de bonds no Exterior no valor de US$500 milhões e a participação singular da marca Seara na Copa do Mundo Fifa da África do Sul.

Mas o fato mais relevante no período foi o anúncio da aquisição da multinacional americana Keystone Foods, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, presente em mais de 28 mil restaurantes e com 54 unidades operacionais nos Estados Unidos, Nova Zelândia e Austrália e países da Europa, Ásia e Oriente Médio. Após a consolidação deste negócio, o Grupo Marfrig passará a atuar através de 151 unidades operacionais distribuídas em 22 países e com 85 mil funcionários.

Investimentos
No trimestre foram investidos R$ 95,5 milhões na construção, manutenção, modernização e expansão das unidades operacionais. O resultado do fluxo de caixa das atividades de investimento totalizou R$ 188,9 milhões e os investimentos de capital (CAPEX) atingiram R$ 137,4 milhões no trimestre, incluindo os investimentos em matrizes. Sem considerar os investimentos em matrizes, o acumulado do ano é de R$ 205,5 milhões.

Desempenho das Ações
Em 1º de maio de 2010 as ações da Marfrig passaram a fazer parte do IVBX-2 (Índice Valor Bovespa), que compreende as 50 ações com maior liquidez nos últimos 12 meses, excluindo as 10 ações com maior índice de negociabilidade ou valor de mercado.
As ações da Marfrig encerraram o 2T10 cotadas a R$ 16,88, apresentando desvalorização de 11,7%, contra 11,2% do Ibovespa, no acumulado no ano. Desde janeiro de 2009, as ações da Marfrig registraram valorização de 125,1% contra 62,3% do Ibovespa. O gráfico abaixo mostra um comparativo do desempenho das ações da Marfrig com o Ibovespa, no período de 1 de janeiro de 2009 a 30 de junho de 2010.

As ações da Marfrig continuam ganhando liquidez, com maior volume negociado e maior número de negócios realizados. No 2T10, registrou-se a média diária de R$ 32,9 milhões de ações negociadas, contra R$ 9,8 milhões em igual período do ano anterior.
Além da maior liquidez, registrou-se aumento no número de acionistas da Companhia, especialmente de investidores do tipo Pessoas Físicas. Dos cerca de 1 mil acionistas em junho de 2009, a empresa passou para 5,5 mil em junho de 2010.

Prêmios

Em abril deste ano, a Marfrig recebeu 3 prêmios no IR Global Rankings (IRGR) Awards: The Best Investor Relations Website in the Consumer Goods Industry Worldwide, Top 5 Financial Disclosure in Latin America e Top 5 Investor Relations Website in Latin America. Também, a IR Magazine Awards, pelo segundo ano consecutivo, indicou a Marfrig no Top 5 na categoria Melhor Profissional de RI do mercado.

Recentemente, a Revista Exame, da Editora Abril, elegeu o Grupo Marfrig como Melhor Empresa do Agronegócio e Melhor Empresa de Carne Bovina na edição especial Melhores & Maiores Exame 2010. Também, a Revista Isto É Dinheiro, da Editora Três, conferiu ao Grupo Marfrig o título de Melhor Empresa em Sustentabilidade Financeira, no evento As Melhores da Dinheiro 2010.

Para informações detalhadas sobre o desempenho da empresa, acesse a área de Relações com Investidores no site www.marfrig.com.br.

As informações são da assessoria de imprensa da Marfrig.

FONTE: Agrolink

Até onde vai o boi

Analisando o comportamento dos preços do boi gordo nos últimos anos, temos que as oscilações dos preços em 2010 estão bastante semelhantes a de 2007. Os preços estão firmes e as altas têm sido sucessivas, porém comedidas ao longo do ano. Veja a figura 1.



Supondo que o mercado siga o mesmo comportamento observado em 2007, o boi gordo este ano poderiachegar a R$98,00/@ na média de dezembro (figura 2).



No entanto, é necessário considerar uma série de fatores que interferem diretamente neste cenário e que dificilmente permitirão tamanha alta nos preços até o final do ano. São eles:

Primeiro, é que os preços base no início de 2007 e 2010 são muito diferentes, com mais de 40% de variação entre um e outro (R$52,97/@ na média de janeiro de 2007 e R$75,20/@ na média de janeiro de 2010 para o boi em São Paulo). A resistência para uma alta quando os preços já estão em patamares mais elevados é muito maior.

Segundo, é que 2007 foi o ano da recuperação das cotações após vários anos de preço do boi gordo variando abaixo da inflação. Isso deu força ao movimento de alta.

Terceiro, é que o movimento de retenção de matrizes já existe e apesar da oferta de animais ainda não ter aumentado o suficiente para deprimir as cotações, é preciso comparar com a situação de 2007, no auge do abate de matrizes, quando a força para a alta era muito maior que a atual.

Portanto, apesar do comportamento do mercado em 2010 estar muito semelhante ao de 2007, dificilmente a alta observada a partir de setembro ocorrerá na mesma intensidade este ano devido aos fatores citados anteriormente.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Pecuária de Corte: Cenário favorável para pecuaristas de MT.

Boletim semanal do Imea destaca aumento das exportações e redução das escalas de abate.

De acordo com o técnicos do Imea, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária, a cotação do boi gordo deverá seguir firme nas próximas semanas. Na última sexta feira, 20, o contrato para vencimento em agosto fechou cotado a R$ 91,40 /@, mantendo a tendência de alta e registrando sua maior cotação desde a abertura do mês de julho do ano passado. Esta sequência de altas vistas no mercado futuro, segundo o Imea, é reflexo do recuo das escalas nos frigoríficos e a consequente valorização do boi gordo no mercado físico. O preço médio da arroba do boi gordo para pagamento á vista está em R$ 76,25, variação positiva de 1,36% em relação à semana passada.
No mercado externo, a comercialização do Estado registrou em julho aumento de 2,4% sobre o mês anterior. Segundo dados da Secex, Secretaria de Comércio Exterior do MDIC, as exportações mato- grossenses de carne bovina atingiram 24,25 mil toneladas em em equivalente carcaça no mês passado. O maior volume embarcado do ano até o momento. Quando comparado ao mesmo período do ano anterior, houve um aumento de 8,48 mil tec, o que representa um avanço de 53,8% . Desde o mês de abril , o volume exportado vem superando todos os meses do ano passado.
A escassez de animais para abate tem mantido as escalas dos frigoríficos entre quatro e cinco dias em média. O Imea afirma que o movimento de queda nas escalas de abates tem se mantido constante desde o início de maio no Estado.

Fonte: Imea

Medio Oriente será el mercado del futuro de las carnes uruguayas

El director de la empresa Mirasco, Samy Ragy, un profundo conocedor del mercado internacional, aseguró que Medio Oriente será, en el futuro y junto a Rusia, el gran comprador de carnes uruguayas.
“Creo que para Uruguay, en materia de mercados, el futuro estará entre Medio Oriente y Rusia. Medio Oriente es un mercado muy importante y en la región estará a la par o mejor que Rusia en cuanto a volumen”, sostuvo.
Acotó que Uruguay estará habilitado para exportar a Egipto carne ovina con hueso, dado que en estos momentos hay una misión auditando los frigoríficos para darles las autorización.
Agregó que para lo que resta del año el mercado estará firme. “Habrá una tendencia se suba de precios, pero todo dependerá de lo que ocurra en el corto plazo en el mercado europeo”, sostuvo.
En cuanto a Rusia señaló que actualmente la baja faena de Uruguay ha hecho mermar mucho la oferta mientras que ha tonificado los precios y los rusos todavía no están al día con ese ajuste.
“Creo que en setiembre y octubre, en la medida que vaya aumentando el volumen de faena, los precios tienden a estabilizarse. Hoy no es un mercado atractivo en cuanto a precios”, indicó.

FONTE: OBSERVA

Lula limita compra de terras por estrangeiros

A União limitou a compra de terras por estrangeiros.
O presidente Lula aprovou parecer da Advocacia-Geral da União que dá nova interpretação para uma lei de 1971, impondo regras para a venda de imóveis rurais a empresas com sede no Brasil controladas por estrangeiros, o que hoje não existe.
Publicadas no "Diário Oficial da União" ontem, as novas regras já estão em vigor.
Além de autorização do Incra para adquirir imóveis rurais, as empresas comandadas pelo capital externo não podem comprar mais de 25% das terras de um município nem fazer aquisições para projetos agrícolas, pecuários e industriais se esses objetivos não estiverem nos estatutos das companhias.
Está proibida ainda a venda de terras de mais de 250 hectares a 5.000 hectares, dependendo do Estado. As empresas estrangeiras perdem assim a igualdade que tinham em relação às empresas de capital nacional.
A AGU justifica a medida dizendo que "a crise de alimentos no mundo e a possibilidade de adoção, em larga escala, do biocombustível são os novos vetores dessa abordagem estratégica da questão da propriedade de terras no Brasil". A decisão de aprovar o parecer, porém, demorou quase dois anos.
O texto -de setembro de 2008- coincide com o início da crise global. Apesar da disposição do governo de controlar a presença estrangeira na Amazônia, avaliou-se que era preciso esperar o melhor momento para impor limites à compra de terras.

Fonte: Folha de São Paulo

Boi gordo: escalas seguem curtas

A oferta de animais para o abate e as escalas seguem curtas. O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 89,90/@, com valorização de R$ 0,31. O indicador a prazo recuou R$ 0,29, sendo cotado a R$ 90,30/@.

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio



A BM&FBovepa fechou em alta, com o primeiro vencimento, agosto/10, registrando alta de R$ 0,22 e valendo R$ 90,82/@. Os contratos que vencem em setembro/10 (R$ 91,56/@) foram os que apresentaram maior valorização, +R$ 0,76. Outubro/10 teve variação positiva de R$ 0,67, fechando a R$ 91,79/@.

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 23/08/10



Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para agosto/10


No atacado, o traseiro foi cotado a R$ 6,80, o dianteiro a R$ 4,80 e a ponta agulha a R$ 4,50. O equivalente físico foi calculado em R$ 85,82/@. O spread (diferença) entre indicador e equivalente físico subiu para R$ 4,09/@.

Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico



Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 678,00/cabeça, com valorização de R$ 8,50. A relação de troca recuou para 1:2,19.

FONTE: André Camargo, Equipe BeefPoint

El stock vacuno cayó al nivel de 2001



Bajó 15% en los últimos dos años y está en 48,9 millones de cabezas
Fernando Bertello
LA NACION

Si hacían falta más datos para confirmar el cimbronazo que sufrió la producción ganadera, el Servicio Nacional de Sanidad y Calidad Agroalimentaria (Senasa) los acaba de aportar. Según un informe hecho por este organismo oficial, entre marzo de 2008 y marzo de 2010, el rodeo bovino cayó un 14,99%. Concretamente, esto ocurrió al pasar de 57.583.122 cabezas a 48.949.743 animales. Se trata de 8.633.379 de cabezas menos disponibles en el país, sólo tomando ese período.
Aunque el trabajo no lo dice, las causas de la caída del stock son dos. Por un lado, la política de intervención en los mercados aplicada desde 2006 por el Gobierno, que llevó a que los productores tuvieran precios planchados durante casi cuatro años. También influyó la sequía de 2008/2009, que ocasionó una fuerte mortandad. "La política implementada en los últimos años ocasionó no sólo una liquidación de hembras [la fábrica para hacer terneros], sino de rodeos", opinó Ernesto Ambrosetti, economista en jefe de la Sociedad Rural Argentina (SRA).
Hay que volver hasta 2001/2002 para encontrar un nivel de stock tan bajo como el de ahora. En 2001, por ejemplo, la Argentina tenía 48,85 millones de cabezas y en 2002 bajó a 48,53 millones de cabezas. El año en que el país tuvo un nivel récord fue en 1977, cuando, según información disponible en la página de Internet del Instituto de Promoción de la Carne Vacuna (Ipcva), había 61,05 millones de vacunos.
A contramano del dato del Senasa, en una reciente reunión en "la escuelita", como llama el sector a la reunión con integrantes de la cadena cárnica que todos los viernes se hace en la Secretaría de Comercio Interior, Guillermo Moreno, insistió, según pudo saber LA NACION, en que en el país hay "más de 60 millones de cabezas".
Según el consultor Víctor Tonelli, para quien la baja del stock llega a 10 millones de cabezas si a la serie se la considera desde 2007, la merma en el rodeo equivale a 500.000 toneladas res con hueso menos por año. Y representa 13 kilos por habitante por año menos para el consumo.
Por si fuera poco, lo que perdió la Argentina es casi el 75% del rodeo que tienen por separado Paraguay y Uruguay, con 12 y 11,7 millones de cabezas, respectivamente.
El trabajo del Senasa, elaborado con información de gestión animal y sanitaria que el organismo recaba, revela también un cambio en la cantidad de establecimientos con bovinos. Hubo en igual período una baja del 3,80%, al reducirse el número de establecimientos con ganado vacuno de 218.463 a 210.158.
El escenario actual
Para Ignacio Iriarte, de Informe Ganadero, el estudio da cuenta de una caída del stock mayor a lo esperado. Según el analista, se proyectaba un rodeo de alrededor de 50 millones de cabezas, pero el Senasa ubicó el número en 48,9 millones.
Además, si bien el Senasa habla de ese rodeo para marzo de 2010, desde ese momento y hasta junio pasado continúo la faena (unas 900.000 cabezas por mes) y casi no hubo nuevos nacimientos, ya que el período de pariciones fuerte arrancó en julio. Así, la cifra actual total podría incluso ser menor.
Según Iriarte, la cantidad de terneros calculada por el Senasa también es menor a lo que se aguardaba. Concretamente, según el organismo, a marzo pasado había 11.481.610 terneros (entre machos y hembras), una cifra menor a los 12 millones que se preveía. En comparación con lo que ocurría en marzo de 2008, en el país hay 2.802.914 terneros menos. En marzo de 2008, el total de terneros, entre machos y hembras, era de 14.284.524 terneros.
Antes del boom
Otro dato es que el rodeo de vacas que informa el Senasa es levemente superior a lo que también aguardaban los expertos. A marzo, había 20.540.972 cabezas, según el organismo; los especialistas preveían un poco menos, 20 millones. De todos modos, el stock de vacas es menor de marzo de 2008, cuando se contabilizaban 23,7 millones de cabezas.
Daniel Rearte, especialista del Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (INTA), aportó otra visión. Asegura que el rodeo actual es incluso más bajo que antes que se desencadenara la expansión de la agricultura, sobre todo, la soja, que determinó que la ganadería cediera 13 millones de hectáreas. En 1994, previo al boom agrícola, había 54 millones de cabezas.
Por otra parte, para Iriarte, este año, el país va a tener una producción de 2,6 millones de toneladas de carne, contra 3,4 millones de 2009. "Es la caída más pronunciada desde 1914", subrayó.

FONTE: SIETEPUNTASDIGITAL.COM


Confinamento e preços no MS

A oferta curta e a demanda dos frigoríficos paulistas por animais no Mato Grosso do Sul causou reajustes nos preços do boi gordo nas três praças pesquisadas.
De acordo com levantamento da Scot Consultoria, o preço referência para o pagamento a prazo está em R$84,00/@, livre de imposto. Para o pagamento à vista os negócios ocorrem em R$83,00/@, livre de funrural.
Com essa alta, o preço do boi gordo no Mato Grosso do Sul está 6,3% maior que há trinta dias (figura 1).

O mercado segue firme desde o início do ano. Houve um momento de mercado mais frouxo apenas de meados de abril ao início de maio, quando as pastagens perderam capacidade de suporte e houve aumento na venda de bois.
Atualmente, as pastagens estão com capacidade de suporte baixa, o que praticamente descarta a retenção de animais. Isto mostra que a oferta é curta e deve manter o mercado firme até o aumento da saída de animais de confinamento.
No Mato Grosso do Sul a oferta de animais confinados é menor, quando comparada a Goiás, Mato Grosso ou São Paulo. Mas o confinamento tem efeito sobre os preços no MS porque supre a indústria paulista com animais de outros estados.
Isso diminui a demanda dos frigoríficos paulistas por bois do Mato Grosso do Sul.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Uruguaios esperam recuperação na demanda europeia

O mercado da União Europeia (UE) começou a se recuperar lentamente e há interesse na importação de certos cortes. Os últimos negócios de referência para o sistema de cortes bovinos que formam a cota Hilton estão em torno de US$ 12.300 por tonelada FOB, segundo confirmou o broker uruguaio, Alejandro Berruti.
Apesar da leve recuperação dos preços, os frigoríficos uruguaios se negam a ofertar, não somente porque dizem que os números não fecham, mas também, porque não têm matéria-prima necessária para poder cumprir com os negócios.
A UE é o segundo mercado em importância para a carne bovina uruguaia. Segundo dados estatísticos do Instituto Nacional de Carnes do Uruguai (INAC), até 14 de agosto, foram exportadas a esse mercado 49.444 toneladas de carne bovina, quando no mesmo período do ano anterior, o volume exportado foi de 63.586 toneladas (queda de 22,24%).
Com os sinais de recuperação que estão surgindo no mercado, o frigorífico Breeders & Packer Meat Uruguay (BPU) está tentando retomar seus negócios de cortes com as marcas Angus e Hereford. "Os negócios seguem muito quietos, mas o mercado está querendo se recuperar nas últimas duas semanas", disse o presidente da companhia, Roberto Palma.
A empresa vinha colocando cortes Angus e Hereford em importantes cadeias de supermercados da Itália e do Reino Unido. Para esse grupo de carnes, a Itália segue sendo o mercado prioritário, disse Palma.
No entanto, o Reino Unido ainda não voltou a comprar volumes significativos após a crise econômica que sacudiu o continente europeu e ainda se notam nesse mercado algumas sequelas do problema. Para Palma, os negócios serão retomados lentamente para chegar aos níveis que tinham no começo do ano, onde a colocação de contêineres de carne uruguaia com marca era muito fluida.

FONTE: El País Digital, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Alta das exportações australianas de carne bovina para a Ásia

As exportações australianas de carne bovina para a China e Sudoeste asiático estão aquecidas.
Em julho, os embarques totalizaram 13,2 mil toneladas equivalente carcaça, 18% acima do registrado no mesmo período do ano passado.
A demanda da China e dos países do Sudeste asiático por carne in natura está favorável em relação ao ano passado, embora a maior parte das exportações australianas para estes países seja de carne industrializada.
A expectativa é de que a demanda por carne bovina destes países permaneça em alta.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

SP: Banco do Brasil oferece crédito de R$ 8 bi para turbinar "bolsa do boi"

A Bolsa Brasileira de Mercadorias, controlada pela BM&FBovespa, fechou convênio com o Banco do Brasil para oferecer crédito agroindustrial à aquisição de matérias-primas por meio de operações nesses mercados. A linha de R$ 8 bilhões, que será anunciada hoje pelo BB, deve servir para alavancar o novo sistema eletrônico de comercialização de bois da bolsa. Até aqui em ritmo lento, o sistema receberá essa injeção para auxiliar frigoríficos médios e pequenos a superar a crise de liquidez.
"Como 90% têm que ser pago antecipado pelo frigorífico no nosso sistema, essa linha servirá para facilitar nosso volume de transações", resume o presidente do conselho da Bolsa, Joaquim da Silva Ferreira. O sistema eletrônico exige o depósito antecipado de 90% da aquisição do boi pelos frigoríficos em uma conta de liquidação operada pela bolsa. Os demais 10% são pagos após a retirada do gado da fazenda.
A linha terá juros de 12,5% a 13,5% ao ano e será oferecido prazo de 720 dias para quitação. "Serão condições atrativas porque o custo ficará abaixo do praticado no mercado", avalia Ferreira.
Para ter direito, a empresa terá que se cadastrar na bolsa, por meio de corretora associada. Depois, a bolsa emitirá um atestado de cadastro ao BB. Em seguida, o banco analisará a capacidade de crédito e o risco da operação. A empresa entrará no sistema da bolsa, comprará o gado ou registrará a operação no balcão. A bolsa emitirá uma nota de negociação e a empresa irá ao BB. Haverá um saque da conta-financiamento do frigorífico, que será enviado à conta da bolsa no BB. Cada operação terá uma retirada específica. Haverá uma taxa de negociação de 0,5% e um custo anual de adesão de 0,06%.
O dinheiro das operações via BB será vinculado à conta de liquidação. A bolsa será responsável pela quitação da compra diretamente com o pecuarista. O dinheiro não passará pela mão da indústria.
O modelo dará garantia ao pecuarista para evitar eventuais descumprimentos de contratos por frigoríficos. E reforçará a estratégia do governo de ajudar essas indústrias a superar a recente crise. Sem capital de giro, sobretudo para pagar a compra de gado, ao menos 10 frigoríficos entraram em recuperação judicial desde o início da crise financeira global de 2008. Os frigoríficos têm operado com capacidade ociosa e estão limitados pela baixa liquidez dos negócios, o que tem travado as operações de pagamento antecipado exigidas pela bolsa.
O convênio entre BB e a bolsa obrigará as empresas ao cadastramento. Só poderão ser feitas transações via operações fechadas diretamente na bolsa. O BB tem registrado "sobras" no crédito agroindustrial, e o convênio ajudará a elevar a demanda por esta linha. O BB deve conceder mais recursos à empresa que oferecer como garantia das operações recebíveis (duplicatas, promissórias rurais) dos clientes para quem vende a carne ) - como varejistas e atacadistas.
No longo prazo, o convênio BB-Bolsa ajudará os compradores diretos de outras matérias-primas. Granjas, beneficiadores, moinhos, cooperativas, agroindústrias e até produtores cuja atividade demande aquisição de outros produtos do setor terão acesso à linha. A nova parceria também deve ajudar a reduzir os custos para pecuaristas. Hoje, o frigorífico desconta até 5% do pecuarista como forma de financiar a captação de recursos no mercado. Com o convênio, o custo do dinheiro deve cair.

Mauro Zanatta
Fonte: Valor Econômico

MT: escassez eleva cotação da arroba

O cenário do mercado físico da bovinocultura de corte vem se apresentando mais favorável para os pecuaristas quando comparamos com o cenário visto em 2009, observa o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), em seu boletim semanal, órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato).
Apesar dos resquícios da paralisação de operação de alguns frigoríficos no país, as exportações vêm se recuperando e o mercado interno continua firme. Em decorrência disso, na maioria das praças do país os frigoríficos estão tendo dificuldades em alongar suas escalas por conta de uma oferta mais restrita do boi gordo.
Na última sexta-feira fechou o pregão com cotação de R$ 91,40/@, continuando sua tendência de alta e registrando sua maior cotação desde a abertura no mês de julho do ano passado. Esta sequência de altas nomercado futuro é reflexo do recuo nas escalas nos frigoríficos e a consequente valorização do boi gordo no físico. Com todo este cenário e seus reflexos no mercado físico, a pecuária de país parece estar relembrando a época da entressafra que há dois anos não dava as caras.

Fonte: Diário de Cuiabá

MT: exportações mato-grossenses de carne bovina registram alta

Cuiabá/MT
Segundos os dados da Secex, as exportações mato-grossenses da carne equivalente carcaça do mês de julho acumularam 24,25 mil de toneladas, registrando um aumento de 0,57 mil toneladas de comparado ao mês anterior, ou seja, registrando uma evolução de 2,4%.
O embarque de julho registrou o maior volume de 2010 até o momento. Quando comparado ao mesmo período no ano anterior, houve uma progressão de 8,48 mil de toneladas, o qual representa incremento 53,8%. Em relação com o mesmo mês em 2008, houve uma alta de 0,37 mil toneladas, ou seja, 1,5%.

Fonte: Diário de Cuiabá

DF: TRF dá decisão favorável à cobrança do Funrural

A cobrança do Fundo de Assistência ao Produtor Rural (Funrural) tem gerado cada vez mais controvérsias. O Supremo Tribunal Federal (STF) tinha decidido que o pagamento do fundo é inconstitucional o que fez surgir uma enxurrada de ações na Justiça para suspender a cobrança. Agora, o Tribunal Regional Federal da 1 Região de Brasília se manifestou sobre o assunto e decidiu que o fundo é constitucional e, por isso, deve continuar a ser pago pelos produtores.
O TRF cassou uma liminar obtida pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) que suspendia a cobrança do fundo. Segundo o advogado Paulo Sérgio Nied do escritório Assis Gonçalves, Kloss Neto e Advogados Associados, o TRF se baseou na Lei 10.256 /2001. De acordo com ele, essa nova legislação alterou apenas a redação de alguns dispositivos que tratam do Funrural.
Ele alertou que, com esta última decisão, o assunto ainda não está pacificado e há risco que a posição do TRF prevaleça, apesar de ser equivocada, na opinião do advogado. A dicadele é que os produtores esperem o desfecho do assunto para propor novas ações. No entanto, ele acredita que o contribuinte tem tudo para ganhar na Justiça e pedir ainda a devolução dos últimos cinco anos porque a cobrança é inconstitucional.
Vale destacar que a decisão do STF de fevereiro deste ano foi apenas para o Frigorífico Mataboi, com sede em Araguari (MG), mas com unidades no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
A decisão do TRF pode gerar incerteza de cooperativas, frigoríficos, agricultores e outras empresas no setor em relação ao pagamento ou não da contribuição e a restituição de valores já debitados.
Originalmente, o Funrural foi criado para os produtores que não tinham funcionários para que pudessem contribuir à Previdência Social e ficassem amparados nesse aspecto. Depois, a contribuição tornou-se uma previdência social dos trabalhadores rurais. É cobrado dos produtores que possuem funcionários, mediante desconto de 2,2% da produção comercializada. O principal argumento que levou o STF a declarar a inconstitucionalidade dos dispositivos que autorizavam a cobrança é a criação de nova fonte de custeio da previdência social sem amparo de lei complementar, como exige a Constituição Federal.
Para entrar com a ação, é necessário ter as notas fiscais que demonstram a venda do produto rural e o desconto do Funrural. Se o produtor não possuir as notas, pode requerer cópias nas empresas ou cooperativas a quem vendeu a produção.

Andréa Bertoldi

Fonte: Folha de Londrina

RS: primeiras estrelas chegam a Esteio

Foi dada a largada para Expointer 2010, que começa sábado e vai até 5 de setembro. Depois de 22 horas de deslocamento e espera para entrar no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, um borrego Corriedale, da Cabanha Recreio, de Uruguaiana, foi o primeiro a descer no desembarcadouro, ontem.
O secretário da Agricultura, Gilmar Tietböhl, abriu o portão pontualmente às 6h para as estrelas da mostra, que busca o recorde de R$ 1,01 bilhão registrado em 2009. "A feira está pronta, vamos trabalhar."
Segundo o cabanheiro Antônio da Silva, ao chegar cedo, a intenção foi recuperar o animal do estresse da viagem e evitar tumulto na recepção. A cabanha, de Pedro Bofill, participa com três ovinos. Os animais foram transportados com 18 exemplares Corriedale e Texel, todos da Fronteira-Oeste.
Os equinos da Estância Santa Marta, de São Borja, desembarcaram logo a seguir, após a noite naestrada e uma hora na fila em frente ao parque. A primeira a descer foi a égua Volumosa 437 Maufer, que disputará o Freio de Ouro.
De acordo com o chefe de Exposições e Feiras da Secretaria da Agricultura (Seappa), José Arthur Martins, dos 5.628 animais de argola inscritos, 4,8 mil devem confirmar presença. A feira teve inscrição, ainda, de 2.163 rústicos.
O chefe da Fiscalização e Defesa da Seappa, Nilton Rossato, aconselha aos expositores anteciparem a chegada para evitar movimento intenso. Os animais serão recebidos por 123 profissionais, entre veterinários, zootecnistas e auxiliares, que se revezarão das 6h às 24h.
Até as 22h de ontem, 293 haviam entrado no parque, sendo 120 equinos, 103 ovinos e 70 bovinos. Onze foram reprovados. Destes, quatro equinos estavam com corrimento nasal purulento. E três equinos e quatro bovinos tinham sintomas de papilomatose.

Fonte: Correio do Povo

EXCLUSIVO: Mercado físico do boi gordo registra hoje negócios acima de R$ 90

Boi gordo: Preços continuam em curva ascendente. Nesta segunda-feira, o mercado fisico de SP teve ofertas, à vista, de R$ 90. E na BM&F, o novembro já sinaliza que o contrato deverá bater nos R$ 93,00
Mercado físico do boi gordo registra hoje negócios a R$ 90,00 à vista em São Paulo e a escassez de oferta obriga até mesmo os frigoríficos maiores a pagar mais pela arroba, mas mesmo assim, não consegue animal para completar suas escalas de abate. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), já espera que as cotações ultrapasse a casa dos três dígitos, acima de R$ 100,00.

Em Mato Grosso do Sul, principal praça pecuária que abastece São Paulo, negócios à vista foram registrados a R$ 85,00 pela arroba a ser embarcada amanhã. Cenário atual prova que mesmo as empresas de grande porte já pagam à vista para o pecuarista soltar o seu animal. O mercado vislumbra preços futuros no físico a até R$ 90,00 em Mato Grosso do Sul.

Para o consumidor, a carne tenderá a subir a fim de que o repasse aos supermercados seja suficiente para que os frigoríficos tenham capital para pagar mais pelo boi. No entanto, esse repasse mais alto só mantém o mercado se a ponta consumidora aceitar pagar mais pelo produto.

VEJA O VÍDEO: http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=73835

Fonte: Redação NA

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

PREÇOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO / KG VIVO

FRIGORÍFICOS REGIONAIS

EM 23.08.2010
REGIÃO DE PELOTAS

KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 2,70 A R$ 2,80
VACA GORDA: R$ 2,40 A R$ 2,50

A RENDIMENTO:
BOI GORDO R$ 5,60 A 5,70
VACA GORDA R$ 5,30 A 5,40

FONTE: PESQUISA REALIZADA POR WWW.LUNDNEGOCIOS.BLOGSPOT.COM

PREÇOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO*

EM 23.08.2010
REGIÃO DE PELOTAS
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TERNEIROS R$ 2,55 A R$ 2,65
TERNEIRAS R$ 2,20 A R$ 2,40
NOVILHOS R$ 2,45 A R$ 2,55
BOI MAGRO R$ 2,40 A R$ 2,50
VACA DE INVERNAR R$ 2,00 A R$ 2,10
.
*GADO PESADO NA FAZENDA
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FONTE: PESQUISA REALIZADA POR http://www.lundnegocios.blogspot.com


PREÇOS DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO


REGIÃO DE PELOTAS
INFORMAÇÃO MARFRIG

*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 23.08.2010

BOI: R$ 5,50 a R$ 5,60
VACA: R$ 5,20 a R$ 5,30

OBS: *LIVRE DE FUNRURAL

PRAZO: 30 DIAS

Compras só a rendimento.

FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
FONE: 9981.1203 Humberto Costa.

Carne Pampa

PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 23/08/2010
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 20/08/2010 - PRAÇA RS


Ver todas cotações Ver gráfico

MACHOSPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 5,60R$ 5,58
KG VivoR$ 2,80R$ 2,79
FÊMEASPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 5,30R$ 5,21
KG VivoR$ 2,52R$ 2,47
** Programa - Indicador Esalq/Cepea MaxP(6)
*** H & B - Indicador Esalq/Cepea Prz(4)
PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA
FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD

COTAÇÕES CORREIO DO POVO

FONTE: CORREIO DO POVO

Pouca oferta de gado continua dando sustentação ao mercado do boi gordo

Boi em alta
A pouca oferta de gado, nesta época do ano, elevou os preços do boi gordo em São Paulo. No noroeste do estado, os criadores estão correndo para fechar negócio e aproveitar o momento de valorização.
A pecuarista Daniela Liranço confinou 400 animais na propriedade em Birigui, região noroeste de São Paulo, no início de julho. Nos próximos dias, uma parte vai ser vendida para o frigorífico, e Daniela está bastante satisfeita com os preços que está conseguindo pela arroba. “A gente já tinha projetado um lucro, mas agora aumentou o nosso lucro aqui no confinamento. Esse ano está sendo melhor que o ano passado”, diz.
Na primeira quinzena de agosto, a arroba teve uma valorização de 12% em relação ao mesmo período de 2009, de acordo com dados do Cepe, o centro de pesquisas econômicas da Universidade de São Paulo. Essa alta está relacionada com a oferta de animais no mercado, que diminuiu por conta da estiagem. O pasto seco dificultou a engorda dos bois.
Há quase três meses, não chove na região de Araçatuba, mas esse não é o único motivo da alta do preço do boi. A outra explicação é que o número de animais confinados caiu agora durante o período de seca. Alguns criadores não quiseram investir, com medo de arriscar, e o mercado, que seria abastecido pelo gado do confinamento, está carente de animais.
“Alguns pecuaristas que têm um algum sistema de produção que não tem escapatória e tem que fechar, esse pecuarista fechou. Se deu bem, a arroba hoje está em um preço razoável. Agora, o pecuarista que teve a opção de não fechar, ele não fechou porque olhava o preço no futuro. A conta dele não fechava, ele resolveu deixar esse animal a pasto. Foi um caso muito firme, faltando a mercadoria no mercado, faltando boi gordo, os frigoríficos concorrendo, com um pouco de animal que tem, e isso faz ter preços novos praticamente todo dia”, afirma o analista de mercado Gustavo Garcia.

Fonte: Globo Rural

Cenário fundamentalista do boi continua trabalhando em ambiente positivo

O cenário fundamentalista do boi continua trabalhando em ambiente positivo, com pouca oferta de boi e escalas curtas em praticamente todo o país.
As altas fortes e consecutivas em São Paulo acabaram causando uma distorção do diferencial de base das praças vizinhas, ou seja, há tendência de correção no curto-prazo.
Essa correção poderá se dar através de alta de preços nas praças vizinhas e manutenção das
cotações em São Paulo, visto que o mercado segue firme e não há espaço para quedas de preço.
Em Goiás as escalas andaram um pouco e atendem, em média, 5 dias. Alguns frigoríficos já fecharam a semana. Entretanto, isso só ocorreu após as indústrias terem subido o preço pago pela arroba, o que deixa claro que a oferta de animais de confi namento ainda é bastante escassa e deixa a desejar.
Enquanto esse quadro não se reverter, o mercado continuará trabalhando com viés de alta.

Clique aqui e confira a análise na íntegra.

Fonte: XP Agro

Bovinocultura de Corte: Cenário atual e mercado futuro podem trazer boas lembranças

“RELEMBRANDO OS VELHOS TEMPOS”: O cenário do mercado físico da bovinocultura de corte vem se apresentando mais favorável para os pecuaristas quando comparamos com o cenário visto em 2009. Apesar dos resquícios da paralisação de operação de alguns frigoríficos no país, as exportações vêm em recuperação e o mercado interno continua firme.

Clique aqui e confira a análise na íntegra.

Fonte: IMEA

Programa Montana coloca à venda os melhores touros da safra 2008


O Programa Montana selecionou os 100 melhores touros da safra 2008 para o Megaleilão Virtual Montana 2010, que acontece no dia 9 de setembro, a partir das 20:30h, com transmissão do Canal do Boi. Os touros à venda foram selecionados a dedo para participarem do principal evento do Programa Montana. Todos os animais são geneticamente avaliados e possuem o CEIP – Certificado Especial de Identificação e Produção – emitido pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento para os 23% melhores machos da safra.

Em 2008 nasceram cerca de 7.000 machos nas fazendas dos franqueados Montana. Esses animais são avaliados do nascimento aos 14 meses de idade. As DEPs (Diferença Esperada na Progênie) geradas a partir dessas avaliações compõem o Índice Montana, que inclui características como peso ao desmame (30%), ganho de peso pós-desmama (40%), musculosidade (10%), Circunferência Escrotal (10%) e Peso ao Nascer (-10%). Apenas os 23% melhores machos de cada safra recebem o CEIP, e podem ser comercializados. Os melhores da safra 2008, dos 5 franqueados das regiões Sudeste e Centro-oeste, com Índice Montana acima dos 5 pontos, serão ofertados no Megaleilão Montana 2010.

“No momento da seleção e marcação dos touros já selecionamos quem são os candidatos a participarem do Megaleilão. Devem ser os animais com as melhores avaliações genéticas e fenotipicamente perfeitos. Após o andrológico, os animais passam por uma segunda avaliação visual para confirmarem sua participação no evento. Além dos 100 touros de alto Índice Montana, também ofertaremos 4 touros do Teste de Progênie deste ano. É a oportunidade do cliente se tornar parceiro do Programa Montana e adquirir a genética TOP da safra 2008,” informa Gabriela Giacomini, gerente de operações do Programa.

Os compradores do Megaleilão têm vantagens de frete e pontos de entrega de touros para facilitar a retirada. O frete rodoviário é livre para cargas de 16 ou 24 touros, para qualquer lugar do país. Outra opção é retirar os touros nos seguintes pontos de entrega: Pontes Gestal/SP, Presidente Venceslau/SP, Aporé/GO, Miranda/MS, e Rio Brilhante/MS.

As informações são da assessoria de imprensa do evento.
FONTE: Agrolink

Charolês inova na Expointer 2010


Novidade será palco não só da comercialização de reprodutores selecionados, mas também de solenidades como a inauguração das novas instalações do estande da raça e da entrega de prêmios e comendas aos criadores vitoriosos
Este ano a área de marketing da Associação Brasileira de Criadores de Charolês (ABCCharolês) desenvolveu uma estratégia inovadora para realizar, no ambiente da conturbada e competitiva feira, no parque de Esteio, não só a comercialização de animais, como também as concorridas solenidades de entrega dos troféus e comendas aos homenageados e proprietários dos animais vencedores na raça.
“Pensamos em algo que atenda aos interesses dos criadores e dos investidores e que ao mesmo tempo seja prático, evitando os problemas dos dificultosos deslocamentos dentro do parque”, descreve o Diretor Operacional da entidade, Eldomar Kommers.
Tudo está programado para acontecer ao cair da noite (após 18h) do dia 2 de setembro (uma quinta-feira), em frente ao novo estande da raça – a Casa do Charolês na Expointer, no pavilhão do gado de corte do parque Assis Brasil.
Todos os animais inscritos para aprsentação das cabanhas proprietárias e colocação à venda no Shopping Charolês estarão alojados em frente ao estande da raça. Ao todo a oferta será entre 25 a 30 reprodutores. A operacionalização das vendas estará a cargo do Escritório Knorr Remates, que colocará a disposição dos interessados (para consultas e outros dados), no local do evento, dois assessores de negócios.
A partir das 18 horas, haverá um coquetel, com a apresentação das cabanhas participantes e o desfile dos animais em oferta. Também será apresentado um histórico de cada uma das Cabanhas. E todos os animais a serem comercializados ficarão totalmente à disposição dos interessados, para serem revisados, em seus respectivos boxes, onde haverá um representante da cabanha proprietária, para prestar outras informações sobre o animal. Terminada a apresentação, haverá um intervalo de 30 a 40 minutos, para que as avaliações se desenvolvam, assim como as conversas entre os interessados e os representantes das cabanhas.
Às 20h30min haverá a SOLENIDADE DE INAUGURAÇÃO DAS AMPLIAÇÕES E REVITALIZAÇÕES DO ESTANDE DO CHAROLÊS, com descerramento de placa alusiva ao evento. Às 21h será realizada a ENTREGA DE PRÊMIOS E DE COMENDAS. ÀS 22h será servido o JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO, no restaurante da Casa do Charolês.
Segundo Kommers, o grupo organizador do evento está pensando em tudo, para que a data seja mesmo inesquecível, prazerosa e muito parecida com o gado Charolês, consolidado no Projeto Charolês Futuro & Grandeza, ou seja, bem funcional!
“Teremos à disposição, além das acomodações para as pessoas, equipamentos de sonorização, de iluminação, pista de apresentação dos animais, placa de inauguração das ampliações do estande, fita de inauguração do estande, anfitrião/apresentador oficial dos animais e das cabanhas participantes, consultores de negócios e tudo o mais, como coquetel para animar o ambiente e jantar para a confraternização dos presentes”, descreve Eldomar Kommers.
Para mais informações e especialmente para as inscrições dos animais à venda, os interessados podem fazer contato com a ABCCharolês, ou pelos fones 55.3222.7822 e 55.9613.4522 ou pelo e-mail:charoles@charoles.org.br
CHAROLÊS VEM FORTE PARA A FEIRA INTERNACIONAL DE ESTEIO
Mantendo a performance de anos anteriores e a tradição de ser uma das grandes raças de corte presentes na Expointer, a raça Charolês comparece este ano a esta que é a maior feira do agribusiness da América Latina, com uma representação formada por mais de uma centena de animais, entre machos e fêmeas, produzidos pelas mais qualificadas criações de selecionadores de todo o Brasil. A 33ª Expointer será realizada no período de 28 de agosto a 5 de setembro, sempre no moderno e funcional Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, RS.
Ponte: portal do agronegócio

Parque Assis Brasil se apronta para a Expointer

Animais chegam a partir de hoje para participar da exposição

A poucos dias do início da 33ª edição da Expointer, o Parque Assis Brasil, em Esteio, é um grande canteiro de obras. Estandes sendo montados pelas empresas participantes, operários carregando placas e caminhões transportando materiais de construção podem ser observados em todas as ruas que compõem o complexo estruturado em um terreno de 114 hectares de extensão. Desse total, 45,3 mil metros quadrados abrigam os pavilhões cobertos, 70 mil metros quadrados são de área para exposição e o estacionamento comporta 5,5 mil veículos, uma verdadeira cidade, que todos os anos recebe mais de 400 mil visitantes em nove dias de feira.
Hoje começam a chegar os 7,7 mil animais inscritos. Neste ano, o Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-RS) vai acompanhar a entrada e saída dos animais que participam da Expointer. “A ação reduz pontos de conflito principalmente no momento da admissão dos exemplares para participação na feira”, diz o médico-veterinário Luiz Carlos Pascotini, que irá verificar a documentação apresentada pelos criadores e atuar principalmente na mediação de casos de discordância de informações e na avaliação dos animais.
Com R$ 6 milhões em verbas reservadas pelo governo do Estado para melhorias do parque durante todo este ano, R$ 3 milhões foram investidos para as reformas do local até o início da Expointer. Além da construção de um pavilhão próprio para o recolhimento das 26,8 toneladas/dia (dados de 2009) de lixo - sendo 50 toneladas recicláveis -, duas ruas internas foram pavimentadas e a cobertura metalizada de um dos cinco pavilhões foi recuperada.
Do total da verba, R$ 1,4 milhão foram gastos apenas na construção de 328 baias para equinos. O dinheiro ainda foi aplicado na recuperação da rede elétrica e na melhoria dos sanitários do local. Além da melhoria na infraestrutura, os visitantes também terão disponível neste ano internet grátis em espaços como o boulevard e nas praças.
Também o Pavilhão da Agricultura Familiar ganha novo layout e aumenta o número de estandes para 193, contra os 166 da última edição. A Expointer 2010 deverá contar com as presenças de 330 agroindústrias e cooperativas, somatório que alcança cerca de 9 mil famílias de agricultores. A responsabilidade do Pavilhão é do Programa da Agroindústria Familiar, da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Pesca e Agronegócio (Seappa), que completa 10 anos em 2010. Para marcar a data será lançado selo comemorativo.
Combate a ações criminais será intensificado na feira
Nesta edição da Expointer, pela primeira vez todas as áreas da segurança pública estarão reunidas no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil (PEEAB) durante uma feira. Além da presença das polícias Civil e Militar, o Fórum de Esteio será transferido para dentro da feira e a juíza Uiara Maria Castilho dos Reis despachará diretamente do local. O Juizado Especial do Crime (Jecrim) funcionará durante os nove dias de evento, que de acordo com o administrador do PEEAB, Paulo Demoliner, é alvo de muitos delitos, a maioria deles pequenos furtos. “Esse ano a tolerância será zero”, garante. O Fórum funcionará 24 horas por dia e caso haja algum flagrante, o criminoso sairá da Expointer diretamente para a prisão. “O julgamento será feito aqui mesmo”, assegura o administrador.

FONTE: Jornal do Comércio

Boi gordo: indicador é cotado a R$ 90,59/@

Na última sexta-feira, o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 89,59/@, com leve valorização positiva (+R$ 0,01). O indicador a prazo teve baixa de R$ 0,04, sendo cotado a R$ 90,59/@.

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio



A BM&FBovespa fechou em baixa. O primeiro vencimento, agosto/10, registrou recuo de R$ 0,01, fechando a R$ 90,60/@. Os contratos que vencem em outubro/10 fecharam a R$ 91,12/@, com desvalorização de R$ 0,13.

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 20/08/10



Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para outubro/10



No atacado, o traseiro foi cotado a R$ 6,80, o dianteiro a R$ 4,80 e a ponta de agulha a R$ 4,50. O equivalente físico foi calculado em R$ 85,82/@. O spread ( diferença) entre indicador e equivalente está em R$ 3,78/@.

Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico



Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 669,50/cabeça, com valorização de R$ 3,71. A relação de troca está em 1:2,21.

FONTE: André Camargo, Equipe BeefPoint

A retomada depois da crise

Sem os resquícios da crise e da seca que inibiram os negócios com animais na última edição, a Expointer deste ano caminha para pelo menos repetir os R$ 10,56 milhões de 2008. Mercado de cavalos aquecido, preço do boi gordo em recuperação, maior oferta e crédito abundante conspiram para que as vendas das grandes estrelas da feira recuperem o brilho, após a queda de 20% em 2009.
Na raça crioula, que ponteia os negócios da Expointer, cerca de 350 animais – 40% a mais em relação ao ano passado – desfilarão na pista em sete remates. Além da quantidade, a valorização observada na temporada e o interesse antecipado por potenciais compradores indicam que os preços médios podem chegar a R$ 25 mil, ante R$ 20 mil da última feira, aposta o leiloeiro Marcelo Silva, da Trajano Silva Remates. Caso a projeção se confirme, os crioulos poderiam ser responsáveis por uma movimentação próxima de R$ 9 milhões – em 2009, foi de R$ 5 milhões.
– O mercado está em alta, e a tendência é de preços superiores ao do ano passado – confirma Roberto Davis, presidente da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC).
Uma novidade nos equinos é a volta de um leilão do árabe, após dois anos. Serão comercializados 40 animais de haras do Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais. Como a maior parte dos compradores deve estar em outros Estados e países, o remate será transmitido pela internet, conta José Antônio Jacovas, presidente da Associação Gaúcha de Cavalo Árabe (AGCA).
O ânimo recobrado da pecuária gaúcha também tende a se reproduzir nos negócios com bovinos, prevê Fábio Gomes, vice-presidente da Associação Brasileira de Angus (ABA). Além do movimento de alta do preço do boi gordo, uma média de R$ 2,78 hoje no Estado conforme a Emater, Gomes lembra que a reação das cotações das commodities agrícolas também se reflete no ímpeto dos compradores de animais. Mais representativa raça britânica em Esteio, o angus terá um leilão conjunto reunindo exemplares rústicos e de argola. A estratégia é agregar a clientela do angus em apenas um evento.
– A Expointer acontece em um momento melhor do que o do ano passado. Espero médias 20% acima – diz Gomes.
Outro retorno na Expointer é o leilão de bovinos simental, após seis anos de jejum. O remate que reunirá 40 animais da Fazenda Santa Terezinha, de São Francisco de Paula, e dos criatórios paulistas Agropecuária Anguita e AgroZurita, do presidente da Nestlé no Brasil, Ivan Zurita, é presença inédita na Expointer.
– Queremos ampliar o mercado para a raça no Estado – diz Eduardo Borges de Assis, proprietário da Santa Terezinha.

CAIO CIGANA

Pista quente
CRIOULO

- A Expointer terá sete leilões da raça, um a mais do que no ano passado.

Serão comercializados cerca de 350 animais, 40% a mais do que em 2009.

ÁRABE

- Após dois anos, a raça equina volta a ter um leilão na Expointer.

Será dia 2 de setembro, às 20h, no Restaurante Internacional.

ANGUS

- Até o ano passado, a associação de criadores realizava remates

separados de rústicos e de animais de argola.

Este ano, exemplares de elite e criados a campo estarão junto no Leilão Seleção Angus,

dia 31 de agosto, às 19h, na pista J.

SIMENTAL

- Seis anos depois, a raça bovina simental volta a ter um remate na Expointer.

O Leilão Simental – Novas Fronteiras está marcado para o dia 31 de agosto, às 20h, na pista B.

NOVILHAS

- A 6ª Feira de Novilhas Selecionadas tem mil animais inscritos, ante 700 do ano passado.

O remate será dia quatro de setembro, às 14h, na pista J.

A EXPOINTER
- De 28 de agosto a 5 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.
Fonte: Zero Hora

Preços pagos pela carne paraguaia seguem em alta

Segundo dados oficiais do Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa) do Paraguai, o país exportou 172.000 toneladas de produtos e subprodutos de carne de origem animal, frente às 145.000 toneladas exportadas no ano passado. Até 31 de julho de 2010, a venda alcançou US$ 535 milhões, o dobro do registrado no mesmo período do ano anterior. Isso evidencia que os mercados internacionais estão pagando cerca de 30% a mais por toneladas que no ano passado.
Os dados indicam que, nesse período, o Paraguai exportou 18,37% mais carne bovina que no mesmo período de 2009, com um volume exportado de 172,769 mil toneladas. No entanto, em valor, houve um aumento de 49,5% com relação ao mesmo período do ano anterior, uma variação significativa a favor da indústria nacional.
O presidente do Senacsa, Daniel Rojas, disse que não houve grande aumento no rebanho bovino nem no nível de animais destinados às exportações, mas sim, que o bom preço possibilitou os maiores ganhos. Isso foi produto da alta no preço da carne.

FONTE: ABC Color e do La Nación, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Recuperação da relação de troca entre o boi e a reposição em São Paulo

A oferta restrita mantém os preços da reposição altos.
Porém, as relações de troca entre o boi gordo e as categorias de reposição, que vinham em queda desde o início do ano, vêm se recuperando em função da alta do boi gordo.
O mercado é firme também para o boi magro. A relação de troca permanece praticamente estável em virtude das altas registradas para essa categoria.
Já para o bezerro, a menor demanda, típica da época do ano, segura o preço.
Como consequência, a relação de troca está melhor para o recriador.
De acordo com o levantamento da Scot Consultoria, em relação à maio, onde a relação de troca entre o boi e o bezerro desmamado atingiu o ponto mais baixo de 2010 (1,85), já houve recuperação de 9,7%, estando o patamar atual em 2,03 bezerros por boi gordo.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

SP: Wagner Rossi defende retenção de matrizes bovinas em reunião do Conselhão

Ribeirão Preto/SP
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi, defendeu hoje (20), o estímulo à retenção de matrizes bovinas (fêmeas em idade de reprodução), como forma de aumentar a competitividade da carne brasileira no mercado externo. A proposta foi apresentada em reunião ampliada do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), também chamado de Conselhão, que é um órgão consultivo da Presidência da República. O encontro foi realizado em Ribeirão Preto (SP). “No passado, infelizmente, cometeu-se o crime, justificado pelas dificuldades do setor, de sacrificar matrizes em um nível impossível de ser aceito. Por isso, tivemos um decréscimo do nosso plantel e hoje temos que recuperar”, disse.

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FONTE: MAPA

Boi: Preços altos se mantêm para a reposição

Não está fácil repor, seja pela dificuldade de oferta ou pelos altos preços.
Mercado lento para as categorias jovens. A oferta está escassa, porém a demanda também aparece enfraquecida.
Parece que a frouxidão nos preços do bezerro foi pontual, motivada pelo frio, que chegou de maneira brusca.
A baixa disponibilidade de animais anulou essa tendência.
Já para o boi magro, existe procura, em função da firmeza do mercado do boi gordo.
Porém, mesmo com a alta do boi, os preços do boi magro não parecem confortáveis para aqueles que ainda pensam em confinar.
A demanda por fêmeas continua boa, principalmente por novilhas e vacas.
De maneira geral, a expectativa para o mercado de reposição é de firmeza.
Esta tendência é impulsionada pela pequena oferta de gado para reposição, aliada ao movimento de alta para os animais terminados.

Fonte: Scot Consultoria

Boi gordo: indicador é cotado a R$ 90,63/@

Nesta quinta-feira, o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista apresentou valorização de R$ 0,11, sendo cotado a R$ 89,58/@. O indicador a prazo foi cotado a R$ 90,63/@, com variação positiva de R$ 0,04.

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio



A BM&FBovespa fechou em alta. O primeiro vencimento, agosto/10, fechou a R$ 90,61/@, com valorização de R$ 0,90. Os contratos que vencem em outubro/10 registraram alta de R$ 0,91, fechando a R$ 91,25/@.

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 19/08/10



Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para outubro/10



O leitor do BeefPoint, Edison Poyato, de Presidente Prudente/SP, informou que em sua região lotes de novilhas estão sendo negociados a R$ 82,00/@, para pagamento à vista.

Márcio Vinícius Ribeiro de Moraes, de Rondonópolis/MT, informou através doformulário de cotações do BeefPoint que o boi gordo está sendo cotado a R$ 80,00/@ e a vaca a R$ 75,00/@, ambos com 30 dias de prazo. Ele completa informando que o boi rastreado e apto para exportação para a Europa está sendo negociado a R$ 85,00/@ e a R$ 79,00/@, ambos com 30 dias de prazo.

Antonio Pires Braga Júnior, de Belo Horizonte/MG, comentou: "consegui no máximo R$ 80,00/@".

Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.

No atacado, o traseiro foi cotado a R$ 6,80, o dianteiro a R$ 4,80 e a ponta de agulha a R$ 4,50. O equivalente físico foi calculado a R$ 85,82/@, com valorização de 1,78%. O spread (diferença) entre indicador e equivalente físico recuou para R$ 3,77/@.

Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico



Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 665,79/cabeça, com valorização de R$ 2,07. A relação de troca está em 1:2,22.

FONTE: André Camargo, Equipe BeefPoint

Boi: preços pecuários seguem bastante firmes

Ainda sob efeito da oferta reduzida e das escalas consequentemente curtas, os preços pecuários seguem bastante firmes.
Em São Paulo o mercado se mostrou praticamente estável, refletindo a tendência de negócios mais lentos às sextas-feiras.
As escalas, entretanto, continuam curtas, entre 3 e 4 dias, o que possibilita a ocorrência de novas altas na próxima semana.
A falta de animais nas praças vizinhas atrapalha os frigoríficos paulistas, que encontram grande dificuldade em comprar boi também em outros Estados.
No Mato Grosso do Sul é possível observar ofertas mais altas, bem como em minas Gerais e no Mato Grosso.
A situação é semelhante em praticamente todo o País e não deixa espaço para regressões de preço no curto prazo.

Clique aqui e confira a análise na íntegra.

Fonte: Scot Consultoria

Governo restringe pontos de entrada e saída de animais vivos no Brasil

Sete portos, aeroportos e aduanas foram fechados para o comércio de animais
O Ministério da Agricultura restringiu os pontos de entrada e saída de animais vivos no Brasil. A intenção é manter o rebanho nacional livre de doenças e garantir a credibilidade no mercado.
Sete portos, aeroportos e aduanas foram fechados para o comércio de animais - entre eles Guarulhos e o Porto de São Sebastião, em São Paulo, além das fronteiras do Mato Grosso do Sul e Paraná com o Paraguai e Argentina. A Vigilância Sanitária Federal constatou que os locais não tinham infraestrutura adequada para garantir a saúde do rebanho que entra no país ou é vendido para o exterior.
— O Mapa tem que ter uma infraestrutura mínima que permita uma análise clínica para que a gente possa certificar se esses animais estão seguros do ponto de vista sanitário. Igualmente a questão do bem-estar animal é extremamente importante porque a gente verificou que os animais estavam sendo transportados e embarcados em condições extremamente precárias comprometendo o bem-estar animal — disse o coordenador geral do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), Oscar Rosa.
O trânsito internacional de animais vivos só pode ser feito por Viracopos, em São Paulo, e Galeão, no Rio de Janeiro. Os portos são os de Vila do Conde, no Pará, e Rio Grande, no Rio Grande do Sul. Já nas fronteiras, estão autorizados embarques e desembarques em Guajará Mirim (Roraima), Corumbá (em Mato Grosso do Sul) e Foz do Iguaçu (Paraná). Os acessos também são liberados nas cidades gaúchas de Santana do Livramento, Bagé, Uruguaiana e Jaguarão.
— Nós temos várias opções que hoje permitem minimamente uma segurança nesses procedimentos de fiscalização do trânsito — diz Rosa.
O Ministério da Agricultura sabe que, para um país do tamanho do Brasil, ainda são poucas as portas de entrada e saída de animais. Por isso, prepara regras claras que devem ser seguidas pelos estabelecimentos interessados em fazer o trânsito internacional. Porém, ainda não foi definido quando uma nova instrução normativa vai entrar em vigor.
Em caso de dúvidas sobre os procedimentos, a Secretaria de Defesa Agropecuária recomenda entrar em contato com as Superintendências do Ministério da Agricultura nos Estados.

Fonte: Canal Rural

Boi gordo

A arroba do Boi Gordo no Estado de São Paulo, segundo informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) encerrou a quinta-feira cotada a R$ 89,58, com a variação em relação ao dia anterior de 0,12%. A variação registrada no mês de Agosto é de 4,19%. (Valor por arroba, descontado o Prazo de Pagamento pela taxa CDI/CETIP).
O valor da arroba em dólar fechou ontem cotado a US$ 51,01, com a variação em relação ao dia anterior de -0,06% e com a variação de 4,12% no acumulado do mês na moeda norte-americana.
Média ponderada de arroba do boi gordo no Estado de São Paulo - base de ponderação é a mesma usada para o Indicador Esalq/BM&F.
Valores a prazo são convertidos para à vista pela taxa NPR.
A referência para contratos futuros da BM&F é o Indicador Esalq/BM&F.

FONTE: IEPEC

Boi gordo à vista teve alta de 2,16%

Nesta semana o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista teve alta de 2,16%, sendo cotado a R$ 89,47/@ na última quarta-feira. O indicador a prazo foi cotado a R$ 90,59/@, acumulando valorização de 2,59% durante a semana (11/08 a 18/08). “Estamos observando variações positivas nos preços da arroba em praticamente todas as principais regiões pecuárias do país, que têm sido motivadas pela oferta restrita e dificuldade em efetivar negócios nos patamares atuais de preços”, destaca informativo da Scot Consultoria.

Fonte: Diário de Cuiabá

Frigoríficos tentam fortalecer marcas e integrar logística

Os frigoríficos brasileiros JBS e Marfrig agora põem à prova suas estratégias para transformar a alta de escala em ganhos operacionais, após se tornarem grandes consolidadores da indústria de carnes.
Cada um à sua maneira, os dois buscam as chamadas sinergias, economias e vantagens competitivas que podem conseguir por ter um porte maior e por produzir as três principais tipos de proteína animal: bovina, suína e de aves.
Os caminhos, no entanto, são distintos. O JBS espera ampliar seus ganhos com um plano de investimento bilionário na distribuição, integrando a logística das diferentes empresas que adquiriu. Já o Marfrig usa sua maior musculatura para realizar investimentos de marketing que as empresas adquiridas, separadamente, não teriam condições de fazer.
O JBS possui grandes marcas, como a Swift, mas o foco na eficiência da operação fez o grupo definir um plano de investimentos de US$ 2 bilhões na distribuição, já que os recursos aplicados nessa área podem ser aproveitados por todas as empresas e marcas, em conjunto.
"É na distribuição que as três proteínas se encontram", diz o diretor de Relações com Investidores do JBS, Jeremiah O'Callaghan.
O objetivo da companhia é ampliar e integrar os centros de distribuição e o transporte de suas várias áreas de negócio para reduzir os custos com armazenagem e transporte.
Agora, um caminhão poderá levar a uma pequena cidade americana tanto as carnes bovina e suína da Swift (adquirida em 2007) quanto os produtos de frango da Pilgrim's Pride, recém integrada ao JBS.
Os esforços na distribuição já fizeram o grupo ampliar o número de clientes atendidos em 22% no último trimestre, superando a marca de 300 mil.
O frigorífico também conseguiu capturar sinergias de US$ 34,5 milhões no transporte com a compra da Pilgrim's, e espera economizar mais US$ 50 milhões por ano com a otimização da logística da empresa de aves. O mesmo vale para as exportações.
Com a absorção do frigorífico Bertin, seu maior concorrente no Brasil, o JBS capturou em seis meses R$ 89 milhões em sinergias anuais de exportação e logística. Além da melhoria logística, o porte maior permite a renegociação de contratos de frete.
Marcas
Já o Marfrig está apostando, e alto, na construção de uma marca global que sirva de guarda-chuva para todas as suas proteínas e no fortalecimento de suas marcas regionais.
A brasileira Seara, adquirida da americana Cargill, concentra os investimentos em marketing para vender produtos oriundos de qualquer fábrica do Marfrig: desde uma picanha de boi abatido no Mato Grosso até uma linguiça suína fabricada no interior de Santa Catarina.
Ganhar sinergias na área de marcas é um desafio dos frigoríficos, habituados a trabalhar no segmento de carnes bovinas.
"Basta ver que no supermercado as pessoas escolhem a marca do frango e da linguiça suína, mas não a do corte bovino", diz o consultor Osler Desouozart, ex-diretor de companhias como Perdigão e Sadia.
O Marfrig aproveitou sua escala para dar maior projeção às suas principais marcas como patrocinador da Copa do Mundo de Futebol na África do Sul.
Com apenas uma cota de patrocínio, o frigorífico variava as marcas em destaque conforme a região das seleções em jogo, mas sempre expondo também a Seara, presente em mais de 100 países.
Já a distribuição não está no foco dos R$ 400 milhões de investimentos do Marfrig para 2010. Mas é nela que podem aparecer as primeiras sinergias da aquisição da americana Keystone, a ser concluída até o fim do ano.
"As sinergias mais evidentes serão na distribuição na Europa, onde já temos uma operação grande, mas haverá muitas outras", afirma Ricardo Florence, diretor de Relações com Investidores do Marfrig.

FONTE: Brasil Econômico

Carne: produtividade melhora

Produtor pode aumentar sua rentabilidade por hectare de R$ 100 para até R$ 1.500.
Produzir mais carne em uma mesma área é o mais recente desafio dos bovinocultores brasileiros. Associando sistemas de produção como, por exemplo, integração lavoura pecuária e floresta, é possível também elevar os índices de produtividade das lavouras e recuperar as áreas de pastagens degradadas. Essas foram algumas das conclusões apresentadas no 3° Workshop sobre Intensificação de Sistemas Agropastoris para Produção de Bovinos de Corte, realizado no último dia 12, em Goiânia (GO), pela Embrapa Arroz e Feijão (Santo Antônio de Goiás-GO) e Cerrados (Planalatina-DF), e Associação Goiana dos Criadores de Zebu.
No dia 13, os participantes do evento verificaram na prática as informações técnicas divulgadas no dia anterior. Durante o Dia de Campo realizado na Embrapa Arroz e Feijão, foram demonstrados os benefícios da Integração Lavoura Pecuária e Floresta, as formas de manejo de pastagens, alimentação e saúde em bovinos de corte. Os participantes ainda acompanharam as avaliações visual e de carcaça dos animais.
A integração lavoura pecuária e floresta (ILPF) reúne, na mesma área, atividades agrícolas, pecuárias e florestais, com o sistema de cultivo consorciado, em sucessão ou rotação de culturas. Desenvolvendo várias atividades em uma mesma área, o produtor reduz seus custos e, consequentemente, tem maior rentabilidade econômica.
De acordo com Tarcísio Cobucci, pesquisador da Embrapa Arroz e Feijão, o pecuarista que adota esse sistema aumenta sua produção de seis arrobas de carne por hectare para 20 arrobas; de 50 sacas para até 80 sacas de grãos; e recebe, em média, R$ 1 mil por hectare pela venda de madeira. "O produtor pode aumentar sua rentabilidade de R$ 100 para até R$ 1.500 hectares", garante Cobucci ao explicar que alternando lavoura e pecuária, o produtor não sofre oscilações econômicas, pois uma atividade compensa a outra.
A menor emissão de gases de efeito estufa também é uma das vantagens da integração lavoura pecuária e floresta. Isso, porque a pastagem mais produtiva absorve e acumula carbono no solo, o que compensa a emissão de metano pelos animais. Outro sistema que também reduz a emissão é o confinamento.
Roberto Sainz, professor da Universidade da Califórnia, apresentou resultados de um estudo que teve a participação de pesquisadores da Embrapa, em que a emissão de gás cabônico por quilo de produto cai de 25,8 com animais manejados em pastos degradados para 15,8 para sistema de confinamento.

Avaliação genética
Para melhorar o desempenho animal, o pecuarista pode optar pelo melhoramento genético do rebanho. Cláudio Magnabosco, pesquisador da Embrapa Cerrados, apresentou, durante o Worshop, os conceitos básicos de melhoramento, a importância da escolha da raça de acordo com ambiente em que o animal é criado e os critérios na seleção de reprodutores bovinos. Segundo ele, os animais de genética superior, identificados de acordo com as estimativas de Diferença Esperada na Progénie (DEPs), garantem maior produtividade dos descendentes e valorização na comercialização.
O programa de melhoramento genético, segundo Magnabosco, é um dos fatores que gera uma pecuária competitiva sustentável. "Embora o Brasil seja o maior exportador de carne bovina, a pecuária nacional ainda apresenta baixa produtividade. Ao implantarmos novas tecnologias podemos conquistar novos mercados com carne de maior qualidade, que consequentemente terá maior valor agregado", assegurou.
Carina Ubirajara de Faria, professora da Universidade Federal de Uberlândia, explicou que o diagnóstico genético do rebanho subsidia as informações para direcionar a seleção. Assim, o pecuarista deverá escolher os touros para melhorar seu rebanho conforme as características de interesse. Se a necessidade, por exemplo, é de um animal com maior habilidade materna, deverá ser escolhido um touro com DEP positivo para esta característica, que será transmitida para suas filhas.
O rebanho nelore do pecuarista Marco Aurélio de Oliveira Fernandes tem passado por uma evolução genética. Integrante do programa de melhoramento genético da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), Fernandes considera que cada vez mais o mercado exige touros com avaliações genéticas. "O pecuarista procura touros de acordo com DEPs para obter melhores resultados. Quanto mais técnicas forem difundidas e mostrarem resultados, mais pessoas se interessarão pelo melhoramento", disse.

Fonte: Jornal de Brasília