“O Código Florestal precisa ser atualizado para que o Brasil continue produzindo alimentos e preservando o meio ambiente. Não queremos autorização para desmatar. Queremos trabalhar na legalidade. Com segurança jurídica. A agropecuária brasileira tem potencial para multiplicar a produção de alimentos sem derrubar nenhuma árvore.” Essa é a grande verdade que a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, Senadora Kátia Abreu, tem repetido, incansavelmente, para esclarecer a população sobre a necessidade de aprovação da proposta de alteração do Código Florestal, do deputado Aldo Rebelo, e a razão de ser do hotsite que está sendo lançado, nesta quarta-feira, 23 de fevereiro.
Este novo espaço dentro do Canal do Produtor, site do Sistema CNA/SENAR/ICNA, foi construído para que o produtor rural acompanhe a construção do novo Código e para que a sociedade brasileira saiba o que é verdadeiro e o que é falso no debate da proposta.
CONTEÚDO
O hotsite www.canaldoprodutor.com.br/codigoflorestal é de fácil navegação, didático e traz o seguinte conteúdo:
Histórico do Código Florestal: uma linha do tempo com as principais modificações do Código Florestal Brasileiro, desde 1934 até a aprovação da proposta de atualização do deputado Aldo Rebelo, em Comissão Especial do Congresso, em 2010.
Porque é preciso modificar o Código Florestal: De forma clara e direta, a CNA faz um pequeno resgate da evolução da agropecuária brasileira e explica o que vai acontecer com a produção brasileira, caso a proposta do deputado Aldo Rebelo não seja aprovada até junho deste ano.
A Proposta do Relator: Íntegra da proposta e os principais pontos.
Mapa: Os seis Biomas brasileiros, com áreas totais e preservadas.
Gráficos: Área das propriedades rurais privadas e ocupação do território brasileiro.
Verdadeiro e Falso: Neste espaço, a CNA esclarece o que é verdadeiro e o que é falso no debate da proposta de atualização do Código Florestal, que está sendo feito desde a aprovação na Comissão Especial do Congresso.
“As mudanças propostas estão sendo preparadas para beneficiar os grandes produtores.”
[Falso]
A lei se aplica a todos. Mas as mudanças beneficiam prioritariamente os pequenos produtores, que terão obrigatoriamente a preservação da APP, mas serão dispensados de recompor o eventual passivo da Reserva Legal em sua propriedade desde que o desmatamento tenha ocorrido até julho de 2008.
Quadro Comparativo: Entre o Código Florestal (Lei 4771/65) e o Substitutivo de autoria do Deputado Aldo Rebelo ao PL 1.876/99, com comentários sobre as mudanças.
Artigos: Neste espaço haverá sempre um artigo sobre Código Florestal em destaque e links para outros publicados no Site www.canaldoprodutor.com.br
Notícias: Área com as notícias já publicadas no Canal do Produtor desde o início dos debates e acompanhamento das discussões, com a com a volta do assunto à pauta do Congresso Nacional.
FONTE: CNA
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
CNA lança site sobre o Novo Código Florestal
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Abrafrigo pede ao BNDES apoio a pequenos frigoríficos
A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) enviou hoje uma carta ao presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, pedindo apoio, por meio de financiamentos, aos pequenos e médios frigoríficos de carne bovina dentro da nova Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), em elaboração pelo governo federal.
De acordo com a entidade, em nota, há um número significativo de empresas instaladas no País sob supervisão do Serviço de Inspeção Federal (SIF) que demandam apoio para os seus projetos de crescimento e desenvolvimento sustentável. "Para os projetos que eventualmente forem apresentados ao BNDES, os quais tenham as devidas garantias reais, essa ajuda é necessária. Assim como o estabelecimento de uma política de médio e longo prazo para os pequenos e médios frigoríficos brasileiros, em particular no âmbito do PDP que ora se encontra em fase de definições", declarou o presidente da Abrafrigo, Péricles Salazar, na nota.
Salazar ressaltou que os pequenos e médios frigoríficos possuem significativa participação econômica nos municípios nos quais atuam, "configurando-se como verdadeiras unidades de produção com elevado coeficiente multiplicador na geração de renda e riqueza do vasto interior do País."
FONTE: YAHOO!NOTICIAS
De acordo com a entidade, em nota, há um número significativo de empresas instaladas no País sob supervisão do Serviço de Inspeção Federal (SIF) que demandam apoio para os seus projetos de crescimento e desenvolvimento sustentável. "Para os projetos que eventualmente forem apresentados ao BNDES, os quais tenham as devidas garantias reais, essa ajuda é necessária. Assim como o estabelecimento de uma política de médio e longo prazo para os pequenos e médios frigoríficos brasileiros, em particular no âmbito do PDP que ora se encontra em fase de definições", declarou o presidente da Abrafrigo, Péricles Salazar, na nota.
Salazar ressaltou que os pequenos e médios frigoríficos possuem significativa participação econômica nos municípios nos quais atuam, "configurando-se como verdadeiras unidades de produção com elevado coeficiente multiplicador na geração de renda e riqueza do vasto interior do País."
FONTE: YAHOO!NOTICIAS
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ENTREVISTA: Confira a entrevista com Caio Junqueira - Cross Investimentos
Boi: a oferta é muito restrita em todas as praças frigorificas do país. A semana tem reajuste de até R$ 2,00 no preço da arroba. Pecuarista deve liberar seu animal pronto em março e abril, mas não pressiona os preços que alcançaram o patamar de R$ 100,00 por arroba.
FONTE:NOTICIAS AGRICOLAS
FONTE:NOTICIAS AGRICOLAS
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Oferta segue curta, arroba registra valorização e reposição melhora
Durante essa semana a oferta de boi gordo para o abate continuou restrita e preços novos estão pipocando na maioria das regiões do País. O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 105,51/@ na última quarta-feira, com valorização de 1,11% na semana. O indicador a prazo acumulou alta de 0,79% no mesmo período, sendo cotado a R$ 107,14/@.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo a prazo

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio

Segundo o Cepea, representantes de frigoríficos estão recuados e inseguros quanto às vendas de carne nas próximas semanas. "Esse posicionamento recuado da indústria, por sua vez, até limita aumentos mais significativos nos preços da arroba, mas não tem sido suficiente para frear as altas. Isso ocorre porque, além de a oferta seguir bastante restrita, pecuaristas estão firmes em seus pedidos".
O leitor do BeefPoint, Eduardo Terra Peixoto, de Rondonópolis/MT, informou através do formulário de cotações do BeefPoint, que na sua região a arroba do boi gordo está sendo negociada a R$ 96,00 e a da vaca a R$ 87,00, ambas com prazo de 7 dias para pagamento. "Existe pouco boi gordo na região e o mercado está firme com tendência de alta, quem tem boi está dosando as ofertas no mercado. Está ocorrendo grande abate de fêmeas, pois a vaca está dando mais margem aos frigoríficos, estão melhor acabadas. Tem muito produtor trocando uma vaca por 1,6 bezerros", comentou Peixoto.
Pecuaristas do Mato Grosso reclamam da falta de manutenção e pavimentação das vias de escoamento no Estado, agravada ainda mais durante o escoamento da safra de grãos. Há casos em que a precariedade de acesso aos animais nas fazendas está afugentando os frigoríficos, que responsáveis pelo transporte, acabam desistindo das compras.
Diogo Castilho comentou: "vendemos hoje mais boi de R$106,00/@ no prazo, para carregar na terça e morrer na quarta dia 2/03. Negócios só saem na banda mais alta".
Manoel Torres Filho, de Tupi Paulista/SP, afirmou que o mercado do boi segue firme, "sempre com aquela briga entre frigorífico querendo pagar 1 ou 2 reais a menos, mas acaba pagando o que o pecuarista quer". Ele completou dizendo que "o mercado de reposição está calmo e com poucos negócios, a oferta de bezerros também não é grande".
Eduardo Lund, de Pelotas/RS, disse que na sua região o mercado de gado magro quase não tem oferta. "Não temos terneiros, novilhos, vaca de invernar, etc".
Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.
Na reposição o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 706,20/cabeça na última quarta-feira, com variação negativa de 2,73% na semana. Assim a relação de troca melhorou, subindo para 1:2,47.
A margem bruta na reposição também melhorou, acumulando alta de 3,91% e sendo calculada em R$ 1034,72. Este valor está 53,21% acima do apurado no mesmo período ano passado, quando valor que sobra da operação de venda de um boi gordo de 16,5@ e compra de um bezerro desmamado e que será usado para investimentos, pagamento de contas e salários e lucro, era de R$ 675,38.
Gráfico 2. Margem bruta na reposição

Segundo o Boletim Intercarnes, a demanda segue retraída. Apesar dos recuos registrados no início da semana, os frigoríficos trabalham com escalas curtas, as ofertas de carne com osso continuam regulares e vão mantendo os preços estáveis. Com o início do mês de março e o feriado do Carnaval o consumo deve melhorar, sustentando os preços nos próximos dias.
No atacado paulista, o traseiro foi negociado a R$ 7,80, o dianteiro a R$ 5,20 e a ponta de agulha a R$ 4,80. O equivalente físico foi calculado em R$ 95,94/@, acumulando desvalorização de 2,07% na semana. O spread (diferença) entre indicador e equivalente está em R$ 9,57/@, bem acima da média dos últimos 12 meses, que é de R$ 4,68/@ e causando apreensão nos compradores que seguem tentando evitar novas elevações nos preços da arroba.
Tabela 2. Atacado da carne bovina

Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo a prazo
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio
Segundo o Cepea, representantes de frigoríficos estão recuados e inseguros quanto às vendas de carne nas próximas semanas. "Esse posicionamento recuado da indústria, por sua vez, até limita aumentos mais significativos nos preços da arroba, mas não tem sido suficiente para frear as altas. Isso ocorre porque, além de a oferta seguir bastante restrita, pecuaristas estão firmes em seus pedidos".
O leitor do BeefPoint, Eduardo Terra Peixoto, de Rondonópolis/MT, informou através do formulário de cotações do BeefPoint, que na sua região a arroba do boi gordo está sendo negociada a R$ 96,00 e a da vaca a R$ 87,00, ambas com prazo de 7 dias para pagamento. "Existe pouco boi gordo na região e o mercado está firme com tendência de alta, quem tem boi está dosando as ofertas no mercado. Está ocorrendo grande abate de fêmeas, pois a vaca está dando mais margem aos frigoríficos, estão melhor acabadas. Tem muito produtor trocando uma vaca por 1,6 bezerros", comentou Peixoto.
Pecuaristas do Mato Grosso reclamam da falta de manutenção e pavimentação das vias de escoamento no Estado, agravada ainda mais durante o escoamento da safra de grãos. Há casos em que a precariedade de acesso aos animais nas fazendas está afugentando os frigoríficos, que responsáveis pelo transporte, acabam desistindo das compras.
Diogo Castilho comentou: "vendemos hoje mais boi de R$106,00/@ no prazo, para carregar na terça e morrer na quarta dia 2/03. Negócios só saem na banda mais alta".
Manoel Torres Filho, de Tupi Paulista/SP, afirmou que o mercado do boi segue firme, "sempre com aquela briga entre frigorífico querendo pagar 1 ou 2 reais a menos, mas acaba pagando o que o pecuarista quer". Ele completou dizendo que "o mercado de reposição está calmo e com poucos negócios, a oferta de bezerros também não é grande".
Eduardo Lund, de Pelotas/RS, disse que na sua região o mercado de gado magro quase não tem oferta. "Não temos terneiros, novilhos, vaca de invernar, etc".
Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.
Na reposição o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 706,20/cabeça na última quarta-feira, com variação negativa de 2,73% na semana. Assim a relação de troca melhorou, subindo para 1:2,47.
A margem bruta na reposição também melhorou, acumulando alta de 3,91% e sendo calculada em R$ 1034,72. Este valor está 53,21% acima do apurado no mesmo período ano passado, quando valor que sobra da operação de venda de um boi gordo de 16,5@ e compra de um bezerro desmamado e que será usado para investimentos, pagamento de contas e salários e lucro, era de R$ 675,38.
Gráfico 2. Margem bruta na reposição
Segundo o Boletim Intercarnes, a demanda segue retraída. Apesar dos recuos registrados no início da semana, os frigoríficos trabalham com escalas curtas, as ofertas de carne com osso continuam regulares e vão mantendo os preços estáveis. Com o início do mês de março e o feriado do Carnaval o consumo deve melhorar, sustentando os preços nos próximos dias.
No atacado paulista, o traseiro foi negociado a R$ 7,80, o dianteiro a R$ 5,20 e a ponta de agulha a R$ 4,80. O equivalente físico foi calculado em R$ 95,94/@, acumulando desvalorização de 2,07% na semana. O spread (diferença) entre indicador e equivalente está em R$ 9,57/@, bem acima da média dos últimos 12 meses, que é de R$ 4,68/@ e causando apreensão nos compradores que seguem tentando evitar novas elevações nos preços da arroba.
Tabela 2. Atacado da carne bovina
Podemos dizer que com o desemprego nos menores níveis da história do País e a renda média da população avançando, o apetite do consumidor brasileiro pelos cortes de carne bovina vem aumentando. Mas a produção não tem acompanhado essa ampliação da demanda.
Fábio Romão, economista da consultoria LCA, destaca que os preços da carne já estão em nível historicamente alto, e não deve haver uma nova elevação nos moldes de 2010, mas sim a manutenção dos preços no atual patamar elevado. "Projetamos uma alta da carne em torno de 2% no IPCA de 2011", disse Romão. "Mas os preços seguirão pressionados em 2011 e 2012. Poderemos ver, por conta do ciclo de safra, pequenas quedas ou altas", destacou.
De acordo com dados do Cepea, o preço da carne bovina no atacado está 113% acima do valor do frango negociado pelos frigoríficos. Segundo a analista Camila Ortelar, a média da carcaça bovina está em R$ 6,49 o quilo neste mês, ante o preço médio de R$ 3,04 do quilo do frango congelado.
A diferença entre o preço das duas proteínas é a maior pelo menos desde 2004 -ano de início da base de dados do Cepea para esses produtos. Em fevereiro de 2010, por exemplo, a carne bovina estava 80% mais cara do que a de frango. Quanto maior essa diferença, maior é o estímulo para o consumidor trocar a carne bovina pelo frango no cardápio.
Fábio Romão, economista da consultoria LCA, destaca que os preços da carne já estão em nível historicamente alto, e não deve haver uma nova elevação nos moldes de 2010, mas sim a manutenção dos preços no atual patamar elevado. "Projetamos uma alta da carne em torno de 2% no IPCA de 2011", disse Romão. "Mas os preços seguirão pressionados em 2011 e 2012. Poderemos ver, por conta do ciclo de safra, pequenas quedas ou altas", destacou.
De acordo com dados do Cepea, o preço da carne bovina no atacado está 113% acima do valor do frango negociado pelos frigoríficos. Segundo a analista Camila Ortelar, a média da carcaça bovina está em R$ 6,49 o quilo neste mês, ante o preço médio de R$ 3,04 do quilo do frango congelado.
A diferença entre o preço das duas proteínas é a maior pelo menos desde 2004 -ano de início da base de dados do Cepea para esses produtos. Em fevereiro de 2010, por exemplo, a carne bovina estava 80% mais cara do que a de frango. Quanto maior essa diferença, maior é o estímulo para o consumidor trocar a carne bovina pelo frango no cardápio.
FONTE: BEEFPOINT
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Dilma e Obama vão discutir abertura do mercado da carne
O governo brasileiro aproveitará a visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao país para avançar em temas agrícolas bilaterais. O Brasil tentará, por exemplo, "colocar no papel" o compromisso dos americanos de iniciar o processo que permitirá a exportação de carnes bovina e suína in natura de 14 Estados do Brasil.
Em conversas "pontuais", os negociadores também vão manter na agenda bilateral dois temas, cuja resolução deve exigir mais tempo: a eliminação dos subsídios americanos concedidos aos produtores de algodão e a urgência de substituir o milho como principal matéria-prima do etanol fabricado nos EUA.
No caso das carnes, o Brasil cobrará um compromisso formal da cúpula do governo americano. "Tem que ser uma autoridade do ministro para cima", diz uma fonte negociadora. Isso porque os EUA descumpriram o primeiro prazo, fixado em 31 de janeiro deste ano.
O subsecretário do Departamento de Agricultura dos EUA, Edward Ávalos, assinou uma carta fixando a data-limite, mas até hoje não publicou a proposta de regulamento para reconhecer o status de livre de febre aftosa com vacinação de 14 Estados do país. "A promessa é de publicar até meados do ano. Mas temos que marcar sob pressão", diz um dirigente do governo.
No fim de 2010, sob muita pressão, os EUA abriram seu mercado às carnes de Santa Catarina, único Estado com status de livre sem vacinação. O sinal verde dos EUA só saiu por força de um acordo derivado do contencioso do algodão. O Brasil ganhou, na Organização Mundial do Comércio (OMC), o direito de retaliar os EUA pelos subsídios ilegais. Mesmo reconhecendo Santa Catarina, os EUA ainda não habilitaram os frigoríficos que poderão exportar suínos e bovinos ao seu mercado. O setor privado nacional corre contra o tempo para indicar os estabelecimentos. Mas essa nova etapa deve levar alguns meses até ser concluída.
Nos outros temas agrícolas bilaterais, o Brasil tratará de "manter em pauta" assuntos que ainda estão "verdes", mas que precisam de um atento acompanhamento. É o caso do subsídio de US$ 0,45 por galão à produção de etanol e a sobretaxa de US$ 0,54 por galão imposta ao produto brasileiro nos EUA.
"Vamos pontuar esses temas para reforçar nossa estratégia", informa uma fonte do Ministério da Agricultura. O Brasil insistirá na "urgência" de os EUA substituírem o milho como principal matéria-prima do etanol. O governo brasileiro reafirmará que isso tem contribuído para aumentar a pressão sobre as cotações globais das commodities e despertado preocupações de todos os países com a inflação dos alimentos. O "efeito-cascata" de fabricar etanol do milho esbarra também em questões ambientais e em acordos internacionais de mudanças climáticas.
No caso do algodão, o Brasil quer reiterar a necessidade da "retirada efetiva" dos subsídios declarados ilegais pela OMC. Os EUA perderam a batalha na OMC, mas não reformaram seus programas de subsídios, o que segue como uma ameaça de distorção futura do mercado internacional. Com as cotações do algodão hoje em níveis históricos, a pressão diminuiu nos últimos meses. Daí a estratégia de manter o tema sob o holofote bilateral. As discussões sobre um eventual fim desses subsídios só devem ocorrer em 2012, durante a reforma da Lei Agrícola (Farm Bill). "Toda atenção é pouca nesse tema", diz a fonte.
Na semana passada, um deputado dos EUA tentou derrubar a compensação de US$ 147 milhões concedida aos produtores brasileiros anualmente, em razão dos subsídios julgados ilegais. A OMC autorizou o Brasil a retaliar os EUA em US$ 829 milhões. Isso seria feito por meio da elevação de tarifas de importação contra produtos americanos e a quebra de patentes de medicamentos e outros produtos industriais americanos.
Ontem, em Washington, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Antônio Patriota, e a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, discutiram a viagem do presidente Barack Obama ao país, marcada para 19 e 20 de março. Depois do encontro, ambos deram uma entrevista à imprensa, na qual Hillary elogiou a "crescente liderança mundial " do Brasil. Obama encontra a presidente Dilma Rousseff em Brasília, no dia 19, e depois, no domingo, dia 20, vai ao Rio de Janeiro.
Patriota falou da reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidos, incitando o governo Obama a participar do processo. Hillary falou das iniciativas brasileiras, mas não deu apoio às pretensões brasileiras. Sobre a agenda da viagem de Obama ao Brasil, a relação bilateral de comércio foi destacada como preferencial, além de direitos humanos, energia e segurança alimentar.
FONTE: Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
Em conversas "pontuais", os negociadores também vão manter na agenda bilateral dois temas, cuja resolução deve exigir mais tempo: a eliminação dos subsídios americanos concedidos aos produtores de algodão e a urgência de substituir o milho como principal matéria-prima do etanol fabricado nos EUA.
No caso das carnes, o Brasil cobrará um compromisso formal da cúpula do governo americano. "Tem que ser uma autoridade do ministro para cima", diz uma fonte negociadora. Isso porque os EUA descumpriram o primeiro prazo, fixado em 31 de janeiro deste ano.
O subsecretário do Departamento de Agricultura dos EUA, Edward Ávalos, assinou uma carta fixando a data-limite, mas até hoje não publicou a proposta de regulamento para reconhecer o status de livre de febre aftosa com vacinação de 14 Estados do país. "A promessa é de publicar até meados do ano. Mas temos que marcar sob pressão", diz um dirigente do governo.
No fim de 2010, sob muita pressão, os EUA abriram seu mercado às carnes de Santa Catarina, único Estado com status de livre sem vacinação. O sinal verde dos EUA só saiu por força de um acordo derivado do contencioso do algodão. O Brasil ganhou, na Organização Mundial do Comércio (OMC), o direito de retaliar os EUA pelos subsídios ilegais. Mesmo reconhecendo Santa Catarina, os EUA ainda não habilitaram os frigoríficos que poderão exportar suínos e bovinos ao seu mercado. O setor privado nacional corre contra o tempo para indicar os estabelecimentos. Mas essa nova etapa deve levar alguns meses até ser concluída.
Nos outros temas agrícolas bilaterais, o Brasil tratará de "manter em pauta" assuntos que ainda estão "verdes", mas que precisam de um atento acompanhamento. É o caso do subsídio de US$ 0,45 por galão à produção de etanol e a sobretaxa de US$ 0,54 por galão imposta ao produto brasileiro nos EUA.
"Vamos pontuar esses temas para reforçar nossa estratégia", informa uma fonte do Ministério da Agricultura. O Brasil insistirá na "urgência" de os EUA substituírem o milho como principal matéria-prima do etanol. O governo brasileiro reafirmará que isso tem contribuído para aumentar a pressão sobre as cotações globais das commodities e despertado preocupações de todos os países com a inflação dos alimentos. O "efeito-cascata" de fabricar etanol do milho esbarra também em questões ambientais e em acordos internacionais de mudanças climáticas.
No caso do algodão, o Brasil quer reiterar a necessidade da "retirada efetiva" dos subsídios declarados ilegais pela OMC. Os EUA perderam a batalha na OMC, mas não reformaram seus programas de subsídios, o que segue como uma ameaça de distorção futura do mercado internacional. Com as cotações do algodão hoje em níveis históricos, a pressão diminuiu nos últimos meses. Daí a estratégia de manter o tema sob o holofote bilateral. As discussões sobre um eventual fim desses subsídios só devem ocorrer em 2012, durante a reforma da Lei Agrícola (Farm Bill). "Toda atenção é pouca nesse tema", diz a fonte.
Na semana passada, um deputado dos EUA tentou derrubar a compensação de US$ 147 milhões concedida aos produtores brasileiros anualmente, em razão dos subsídios julgados ilegais. A OMC autorizou o Brasil a retaliar os EUA em US$ 829 milhões. Isso seria feito por meio da elevação de tarifas de importação contra produtos americanos e a quebra de patentes de medicamentos e outros produtos industriais americanos.
Ontem, em Washington, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Antônio Patriota, e a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, discutiram a viagem do presidente Barack Obama ao país, marcada para 19 e 20 de março. Depois do encontro, ambos deram uma entrevista à imprensa, na qual Hillary elogiou a "crescente liderança mundial " do Brasil. Obama encontra a presidente Dilma Rousseff em Brasília, no dia 19, e depois, no domingo, dia 20, vai ao Rio de Janeiro.
Patriota falou da reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidos, incitando o governo Obama a participar do processo. Hillary falou das iniciativas brasileiras, mas não deu apoio às pretensões brasileiras. Sobre a agenda da viagem de Obama ao Brasil, a relação bilateral de comércio foi destacada como preferencial, além de direitos humanos, energia e segurança alimentar.
FONTE: Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
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PALESTRA na 1ª Expo Dinâmica e Tecnológica - Manoel de Souza Maia
FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS
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Boi custa 113% mais que frango
O preço da carne bovina no atacado está 113% acima do valor do frango negociado pelos frigoríficos.
Segundo cálculos da analista Camila Ortelar, do Cepea, a média da carcaça bovina está em R$ 6,49 o quilo neste mês, ante o preço médio de R$ 3,04 do quilo do frango congelado.
A diferença entre o preço das duas proteínas é a maior pelo menos desde 2004 -ano de início da base de dados do Cepea para esses produtos.
Em fevereiro de 2010, por exemplo, a carne bovina estava 80% mais cara do que a de frango. Quanto maior essa diferença, maior é o estímulo para o consumidor trocar a carne bovina pelo frango no cardápio.
FONTE: Folha de São Paulo
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BOI/CEPEA: Valor da arroba continua firme
Cepea, 24 – O Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa fechou a R$ 105,51 nessa quarta-feira, 23, aumento de 1,11% entre 16 e 23 de fevereiro. No acumulado do mês, a alta é de 2,6%. Segundo pesquisadores do Cepea, representantes de frigoríficos estão recuados, inseguros quanto às vendas de carne nas próximas semanas. Esse posicionamento recuado da indústria, por sua vez, até limita aumentos mais significativos nos preços da arroba, mas não tem sido suficiente para frear as altas. Isso ocorre porque, além de a oferta seguir bastante restrita, pecuaristas estão firmes em seus pedidos.
Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br
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Banco Central já investiga o caso JBS
O JBS não cumpriu a ordem judicial da 1ª. Vara Cível do Foro Regional IV de São Paulo que determinou a exibição de documentos confidenciais, a pedido do produtor rural que quer obrigar ao Banco JBS e demais empresas do grupo (Frigorífico JBS e JBS Negócios) a cumprir contrato. O JBS não exibiu os documentos relacionados à negociação da taxa de desconto de CPR’s financeiras alegando que não foram “apresentados simplesmente porque inexistem”. Ao reconhecer que os documentos não existem o Banco JBS confessa não cumprir a Resolução 3517 do Banco Central do Brasil, que já está investigando as práticas do Banco JBS.
O juiz Júlio César Silva de Mendonça Franco, da 1ª. Vara Cível da Lapa havia determinado também a exibição do projeto para a produção de bovinos de corte no sistema de cria e recria em pastagens, e engorda em confinamentos de animais precoces, mas o JBS juntou cópia de um documento sem a assinatura dos responsáveis técnicos, reforçando as suspeitas do advogado do produtor rural Nacir Sales “Você consegue descontar um cheque sem assinatura no Banco JBS? No campo de assinaturas consta o nome de dois profissionais, a assinatura implica em responsabilidade técnica: faltou assinatura e coragem. O CNPJ é falso, as assinaturas são invisíveis... o que mais falta acontecer?” pergunta questiona o advogado Nacir Sales que prepara o lançamento do livro “JBNDES – Ainda não Proibido”.
Este caso já está sob a investigação do Departamento de Investigação a Ilícitos Financeiros do Banco Central do Brasil.
A notícia foi divulgada no mesmo momento que o Procurador da República Carlos Alberto Bermond Natal iniciou o Inquér
FONTE: JORNOW
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Uruguai comemora melhora da receita com exportação.
Na Argentina, entidade afirma que plantel nacional perdeu mais de 10 milhões de cabeças.
Segundo o INAC , Instituto Uruguaio de Carnes, desde o início do ano até meados de fevereiro, o país o já abateu 232.859 mil bovinos. O volume 9,6% menor que o registrado no mesmo período do ano passado, 255.180 mil cabeças.
As exportações também sofreram redução, na mesma base de comparação. Foram embarcadas cerca de 40 mil toneladas ( em equivalente carcaça) de carne bovina, volume 14% menor que o resultado de 2010. Mas a receita, de US$146,0 milhões, obtida até agora pelos pecuaristas uruguaios, já está 24% acima do alcançado no ano passado.
Pecuária argentina enfrenta pior crise dos últimos 50 anos.
Dados da CICCRA, Câmara da Indústria da Carne da Republica Argentina, baseados em números oficiais, mostraram que as exportações argentinas caíram 52,7% em 2010 sobre 2009, somando 302.034 mil toneladas. A produção caiu 20,7% na mesma comparação, para 2,68 milhões de toneladas. O consumo interno de carne bovina caiu 13,2%, ficando em 2,38 milhões de toneladas. Foi a maior baixa dos últimos oito anos.
O produto símbolo do cardápio dos argentinos está perdendo espaço para outras carnes. Em 2010, o consumo per capita de carne bovina na Argentina foi de 55 quilos. No ano anterior, havia sido de 72 quilos por habitante.
De acordo com o Miguel Schiaritti, presidente da CICCRA, esta é "a pior crise" do setor pecuário dos últimos cinquenta anos. "Estamos enfrentando pelo menos quatro anos de políticas contrárias ao setor pecuário", disse. "Perdemos 10 milhões de cabeças de gado, nos últimos anos, e essa produção não foi renovada", concluiu
Fontes: Scot Consultoria e Valor Econômico
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ENQUETE
PECUARISTAS DO RS: RESPONDAM AO LADO A NOSSA ENQUETE!!!
OBRIGADO.
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Socorro contra seca em Bagé/RS será em etapas

O secretário de Desenvolvimento Rural do RS, Ivar Pavan, esteve nesta terça-feira (22) em Bagé e explicou a representantes de 13 municípios da região que a entrega de trigo para alimentação animal será em três etapas, um lote a cada dez dias. O transporte do armazém até o município será de responsabilidade da Defesa Civil e, até os produtores, das prefeituras.
FONTE: Correio do Povo
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Exportações da JBS-Friboi têm alta de 184% em janeiro
O grupo JBS-Friboi obteve a maior porcentual de crescimento nas vendas externas de carne em janeiro na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), divulgados nesta quarta, dia 23.
A receita das exportações da companhia no período somou US$ 172,249 milhões, aumento de 183,98%. Em janeiro de 2010, a JBS exportou US$ 60,656 milhões. No ranking das 40 principais exportadoras do país, a JBS aparece em sexto lugar.
O Bertin, incorporado em setembro de 2009 pelo grupo, cujos números ainda são divulgados separadamente pela Secex, não figurou na lista de janeiro. Porém, entre as companhias do setor, a maior receita com vendas externas é da BRF - Brasil Foods, com US$ 359,866 milhões, aumento de 34,4% ante os US$ 267,738 milhões registrados em janeiro de 2009.
Somente a Sadia, que ocupou o quinto lugar no ranking, exportou US$ 199,006 milhões, alta de 58,09%, e a BRF (antiga Perdigão), US$ 160,860 milhões, incremento de 13,40%, ficando em nono lugar na lista. Embora a Sadia tenha sido incorporada contabilmente pela BRF, as empresas continuam separadas operacionalmente, aguardando a aprovação da fusão pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a Secex divulga os dados das duas companhias separadamente.
A Seara Alimentos, adquirida pela Marfrig Alimentos no início de 2010, ficou na 24ª posição entre as 40 principais exportadoras do País, com receita de US$ 107,059 milhões, avanço de 86,31% ante os US$ 57,464 milhões de janeiro de 2010. A Marfrig e o frigorífico Minerva não apareceram na lista da Secex de janeiro.
FONTE: CANAL RURAL
A receita das exportações da companhia no período somou US$ 172,249 milhões, aumento de 183,98%. Em janeiro de 2010, a JBS exportou US$ 60,656 milhões. No ranking das 40 principais exportadoras do país, a JBS aparece em sexto lugar.
O Bertin, incorporado em setembro de 2009 pelo grupo, cujos números ainda são divulgados separadamente pela Secex, não figurou na lista de janeiro. Porém, entre as companhias do setor, a maior receita com vendas externas é da BRF - Brasil Foods, com US$ 359,866 milhões, aumento de 34,4% ante os US$ 267,738 milhões registrados em janeiro de 2009.
Somente a Sadia, que ocupou o quinto lugar no ranking, exportou US$ 199,006 milhões, alta de 58,09%, e a BRF (antiga Perdigão), US$ 160,860 milhões, incremento de 13,40%, ficando em nono lugar na lista. Embora a Sadia tenha sido incorporada contabilmente pela BRF, as empresas continuam separadas operacionalmente, aguardando a aprovação da fusão pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a Secex divulga os dados das duas companhias separadamente.
A Seara Alimentos, adquirida pela Marfrig Alimentos no início de 2010, ficou na 24ª posição entre as 40 principais exportadoras do País, com receita de US$ 107,059 milhões, avanço de 86,31% ante os US$ 57,464 milhões de janeiro de 2010. A Marfrig e o frigorífico Minerva não apareceram na lista da Secex de janeiro.
FONTE: CANAL RURAL
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ESTAMOS COMPRANDO PARA CLIENTES
PAGAMENTO À VISTA
PESADO NA FAZENDA
FRETE POR CONTA DO COMPRADOR
SOMENTE RAÇAS EUROPÉIAS OU CRUZAS EUROPÉIAS.
TERNEIROS ACIMA DE 150 KG ATÉ 250 KG
NOVILHAS ACIMA DE 300 KG
NOVILHOS ACIMA DE 250 KG
VACAS COM CRIA AO PÉ
VACAS DE INVERNAR
INFORMAÇÕES COM LUND
FONES 8111.3550 (TIM) - 9994.1513 (VIVO) - 3028.3550
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Expectativa de preços para o mercado de boi gordo é positiva
Grandes criadores no sistema de confinamento em SP já fizeram o planejamento do próximo ciclo de produção
Sebastião Garcia | Guararapes (SP)
É muito boa a expectativa de preços para o mercado de boi gordo este ano. No Estado de São Paulo os grandes criadores no sistema de confinamento já fizeram o planejamento do próximo ciclo de produção. Mesmo com o preço dos grãos em alta, a previsão é que a rentabilidade seja boa para os pecuaristas este ano.
O gado do pecuarista Natal Scatolin Neto vai entrar no confinamento em dois meses. Esse é o lote do primeiro ciclo de produção deste ano. O rebanho de cerca de cem cabeças é apenas uma amostra. Já no final do primeiro semestre devem ir pro abate mais de 1.500 animais desta propriedade.
– O primeiro ciclo começa geralmente de abril a maio, depende de São Pedro. É a hora que parar de chover. Aí sai geralmente de julho a agosto. Depois eles entram em agosto e saem em outubro, novembro, dezembro e termina o segundo ciclo – ressalta o pecuarista.
Em geral, no confinamento a ração representa 90% do custo. Na sua fazenda, Natal usou na composição gérmen de trigo, caroço de algodão, polpa cítrica e o bagaço da cana.
– Em 2010 o meu custo de produção foi de R$ 65 por arroba. E a gente vendeu de R$ 95 a R$ 100 a arroba – comenta.
Este período agora é de entressafra na criação do gado em confinamento. Nesta região do Estado de São Paulo, que tem tradição na criação neste sistema, os produtores estão com o planejamento da próxima safra já feito, bem definido. Para este ano, segundo os consultores de mercado, mesmo que o preço da ração fique alto o pecuarista não vai perder em rentabilidade.
– A gente deve ter uma rentabilidade muito favorável, que deve trabalhar aí de 35 a 50% em cima do custo da arroba – afirma Alberto Belentani, consultor de mercado.
Belentani tem 45 pecuaristas como clientes na empresa em que trabalha. O planejamento da safra de engorda já foi feito em dezembro do ano passado, segundo ele. E o cenário positivo, só se confirma a cada dia.
– A gente teve uma crise internacional muito forte que reduziu a demanda de carne. As exportações brasileiras caíram significativamente, mas em contrapartida o mercado interno conseguiu absorver surpreendentemente mais do que a gente esperava (cobrir com carne bovina e rebanho). Então este crescimento do mercado interno aqui tem criado uma estabilidade nesses preços aí, até uma tendência de alta. Estamos muito pressionados com esses preços, o que reforça ainda mais esta posição de cenário positivo para este ano – conclui.
FONTE: CANAL RURAL
Sebastião Garcia | Guararapes (SP)
É muito boa a expectativa de preços para o mercado de boi gordo este ano. No Estado de São Paulo os grandes criadores no sistema de confinamento já fizeram o planejamento do próximo ciclo de produção. Mesmo com o preço dos grãos em alta, a previsão é que a rentabilidade seja boa para os pecuaristas este ano.
O gado do pecuarista Natal Scatolin Neto vai entrar no confinamento em dois meses. Esse é o lote do primeiro ciclo de produção deste ano. O rebanho de cerca de cem cabeças é apenas uma amostra. Já no final do primeiro semestre devem ir pro abate mais de 1.500 animais desta propriedade.
– O primeiro ciclo começa geralmente de abril a maio, depende de São Pedro. É a hora que parar de chover. Aí sai geralmente de julho a agosto. Depois eles entram em agosto e saem em outubro, novembro, dezembro e termina o segundo ciclo – ressalta o pecuarista.
Em geral, no confinamento a ração representa 90% do custo. Na sua fazenda, Natal usou na composição gérmen de trigo, caroço de algodão, polpa cítrica e o bagaço da cana.
– Em 2010 o meu custo de produção foi de R$ 65 por arroba. E a gente vendeu de R$ 95 a R$ 100 a arroba – comenta.
Este período agora é de entressafra na criação do gado em confinamento. Nesta região do Estado de São Paulo, que tem tradição na criação neste sistema, os produtores estão com o planejamento da próxima safra já feito, bem definido. Para este ano, segundo os consultores de mercado, mesmo que o preço da ração fique alto o pecuarista não vai perder em rentabilidade.
– A gente deve ter uma rentabilidade muito favorável, que deve trabalhar aí de 35 a 50% em cima do custo da arroba – afirma Alberto Belentani, consultor de mercado.
Belentani tem 45 pecuaristas como clientes na empresa em que trabalha. O planejamento da safra de engorda já foi feito em dezembro do ano passado, segundo ele. E o cenário positivo, só se confirma a cada dia.
– A gente teve uma crise internacional muito forte que reduziu a demanda de carne. As exportações brasileiras caíram significativamente, mas em contrapartida o mercado interno conseguiu absorver surpreendentemente mais do que a gente esperava (cobrir com carne bovina e rebanho). Então este crescimento do mercado interno aqui tem criado uma estabilidade nesses preços aí, até uma tendência de alta. Estamos muito pressionados com esses preços, o que reforça ainda mais esta posição de cenário positivo para este ano – conclui.
FONTE: CANAL RURAL
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ENTREVISTA: Confira a entrevista com Alex Santos Lopes da Silva - Consultor - Scot Consultoria
Boi : novas altas nas cotações são esperadas a partir de março. Aumento no consumo com recebimento do salário e carnaval darão sustentação aos preços.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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Oferta de boi gordo está restrita no país

Demanda de frigoríficos paulistas por gado de praças vizinhas deixa o mercado firme nessas regiões
por Globo Rural Online
A oferta de bovinos é pequena na maior parte do país. Em São Paulo, as escalas atendem de 2 a 3 dias, em média.
Segundo Hyberville Neto, analista da Scot Consultoria, o preço de referência subiu. “Os bois gordos são negociados por R$102,50 a arroba, à vista, livre de imposto. As fêmeas são negociadas por R$93,50 a arroba, nas mesmas condições”, diz.
A demanda dos frigoríficos paulistas por gado das praças vizinhas deixa o mercado firme nessas regiões. No Mato Grosso do Sul, os preços subiram em todas as praças. O boi gordo é negociado por R$96,50 a arroba, à vista, livre de funrural, em Dourados, Três Lagoas e Campo Grande.
Houve reajuste também em Rondônia e no Sul de Tocantins. Nessas regiões, os negócios ocorrem por R$91 e R$88 a arroba, à vista, livre de imposto, respectivamente.
De acordo com Neto, para os próximos dias a expectativa é de melhora na demanda, com as empresas se estocando para o início de mês, quando o consumo normalmente melhora. “Isto pode fazer surgir novas altas”, afirma.
No mercado atacadista, as vendas estão fracas e os preços estáveis.
FONTE: GLOBO RURAL
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À espera da recuperação, Frigol foca mercado interno
A um mês de apresentar o plano de recuperação judicial a seus credores, o frigorífico paulista Frigol trabalha com 70% dos abates de bovinos nas duas unidades em operação, paga o boi à vista e tem conseguido faturar R$ 55 milhões mensais, com vendas principalmente ao mercado interno (85% do total).
A empresa pediu recuperação judicial no fim de julho do ano passado, mas não ficou sem operar, de acordo com o diretor da companhia, Djalma Gonzaga de Oliveira, pois conseguiu linhas de crédito com bancos que já eram credores ou não.
Problemas de liquidez e dívidas da ordem de R$ 144 milhões levaram a empresa, que faturou R$ 467 milhões em 2009, a pedir a proteção contra a falência no dia 30 de julho de 2010. O balanço "especial", publicado no plano a ser apresentado aos credores, mostra receita bruta de R$ 375 milhões e prejuízo de R$ 78,6 milhões de janeiro a 30 de julho do ano passado, data do pedido de recuperação.
Apesar de bem menos endividado que outros frigoríficos de carne bovina que também recorreram à recuperação judicial, o Frigol teve de fazer demissões por conta das dificuldades financeiras. Foram 380 pessoas, mas 250 já foram recontratadas, segundo Oliveira. Hoje, a empresa tem 850 funcionários nas duas fábricas de Lençóis Paulista e em Água Azul do Norte (PA). A unidade de Pimenta Bueno (RO), que era arrendada, foi devolvida, segundo o diretor do Frigol.
Do total de dívidas de R$ 144 milhões do frigorífico, R$ 4,427 milhões são credores trabalhistas, R$ 31,016 milhões com garantia real e R$ 108,7 milhões com credores quirografários (sem garantia).
O diretor afirma que o plano de recuperação da empresa vai priorizar o pagamento a pecuaristas e outros fornecedores, que somam R$ 60 milhões. Não haverá deságio nesses créditos, conforme o plano. Créditos até R$ 10 mil serão pagos integralmente em 30 dias a contar da aprovação do plano. Entre R$ 10 mil e R$ 20 mil, o pagamento será em seis parcelas mensais.
Para créditos acima desse valor, o Frigol propõe que, caso haja entrada de recursos provenientes de créditos tributários junto à Fazenda Estadual Paulista e de novos recursos para capitalização (a empresa negocia ambos), sejam destinados 75% do valor aos credores em até 30 dias após a entrada desse montante no caixa da companhia. O saldo remanescente seria pago em 24 meses com um ano de carência.
No caso de credores financeiros, o Frigol propõe um deságio de 60% sobre as dívidas e pagamentos anuais por meio da destinação de um percentual a ser aplicado sobre a receita líquida a ser realizada nos 12 meses anteriores ao pagamento. A carência é de 48 meses.
O plano que será apresentado aos credores também prevê a possibilidade de venda de ativos do grupo para fomentar as operações, "e possibilitando assim o pagamento a seus credores e o cumprimento do plano de recuperação".
Considerando a conjuntura de mercado e de custos no setor de carne bovina, a projeção do Frigol para o primeiro ano de recuperação judicial é alcançar uma receita bruta de R$ 656,3 milhões. Para o décimo ano, a previsão é de faturamento de R$ 1,114 bilhão, conforme o plano.
Fonte: Valor Econômico
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Carne bovina perde espaço na Argentina
As disputas entre o governo da presidente Cristina Kirchner e de seu antecessor Nestor Kirchner, morto em outubro passado, com o setor agropecuário afetaram a produção, o consumo e a exportação de carne bovina da Argentina.
Dados da Câmara da Indústria da Carne da Republica Argentina (CICCRA), baseados em números oficiais, mostraram que as exportações argentinas caíram 52,7% em 2010 sobre 2009, somando 302.034 toneladas. A produção caiu 20,7% na mesma comparação, para 2,68 milhões de toneladas. O consumo interno de carne bovina caiu 13,2%, ficando em 2,38 milhões de toneladas. Foi a maior baixa dos últimos oito anos.
Assessores do Escritório Nacional de Controle Comercial Agropecuário (ONCCA, na sigla em espanhol) confirmaram os números que mostram que o produto símbolo do cardápio dos argentinos perde espaço para outras carnes. Em 2010, o consumo per capita na Argentina foi de 55 quilos de carne bovina. No ano anterior, havia sido de 72 quilos por habitante.
Para assessores do governo, os argentinos estão aprendendo a "diversificar" o cardápio. De acordo com o ONCCA, o consumo de suínos e de aves subiu em substituição à carne bovina. No caso da carne suína, por exemplo, o consumo per capita saiu de 8,5 quilos em 2009 para 9,2 quilos ano passado.
Em diversas ocasiões, Cristina Kirchner já defendeu o consumo de frango, peixe e de suíno. Num comício, no ano passado, ela causou polêmica ao afirmar que a carne de porco "melhora a atividade sexual".
Para o presidente da CICCRA, Miguel Schiaritti, a "responsabilidade" pelo novo quadro de consumo e da queda das exportações é do governo. "Estamos enfrentando pelo menos quatro anos de políticas contrárias ao setor pecuário", disse. "Durante mais de quarenta meses, as vacas, que são a matriz dessa produção, foram usadas para o consumo porque muitos deixaram o setor. Perdemos 10 milhões de cabeças de gado, nos últimos anos, e essa produção não foi renovada", afirmou.
Segundo Schiaritti, esta é "a pior crise" do setor pecuário "dos últimos cinquenta anos". O dirigente afirma que 25 frigoríficos fecharam nesse período.
A redução no consumo, reconheceu, deve-se também à disparada no preço da carne bovina, o que ele atribuiu à queda no estoque nacional do produto. "Nos últimos quinze meses, o consumidor passou a pagar preço 110% mais alto para a carne nos supermercados", disse.
A Argentina trava uma batalha interna para saber qual é a sua real inflação dos últimos tempos. O Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (INDEC, equivalente ao IBGE) afirma que a alta de preços foi de cerca de 10% no ano passado. Mas consultorias privadas apontam "maquiagem" nos dados e indicam que a inflação teria sido entre 20% e 26%. Na prática, a Argentina, que no século passado, foi líder mundial de produção e exportação de carne bovina, já foi superada pelo Uruguai no ranking do setor. Também já começa a enfrentar a concorrência mais forte do Paraguai, que tem ampliado sua atuação em carne bovina.
Fonte: Valor Econômico
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Abras: arroba do boi acumulou alta maior que a carne
O presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) estima aumento de, no mínimo, 8,97% no preço da carne suína e de aves em 2011. A previsão tem por base a nova regra tributária determinada pelo governo que isentou os frigoríficos do recolhimento do PIS e da Cofins.
Para Sussumu Honda, o consumidor que, em virtude do aumento de preço da carne bovina, passou a aumentar a participação das carnes de frango e suína em suas compras terá mais uma vez dificuldade em adquirir o produto. "Na nossa cesta dos 35 produtos mais consumidos nos supermercados, as carnes representam quase 15% do valor. Essa participação é muito alta e deverá pressionar os índices de inflação", comenta.
"O que defendemos é a desoneração de toda a cadeia. Ao isentar apenas uma parte dela, o governo deixa o ônus somente para o varejista. Já vimos esse filme antes", declara Honda, referindo-se à carne bovina, que foi submetida à mesma regra em dezembro de 2009.
Segundo dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada - Esalq/USP), o preço da arroba do boi teve uma alta acumulada de 33,5% no período de janeiro de 2010 a janeiro de 2011, enquanto que o preço da carne praticado pelos supermercados apresentou um aumento acumulado de 26,8%, de acordo com pesquisa realizada pelo instituto alemão GFK. Em outubro de 2010, mês que o preço da carne atingiu o seu pico, a arroba do boi variou 20,2% (na comparação com o mês anterior), ao passo que nos supermercados, esta variação foi de apenas 3,5%.
"Já absorvemos o que era possível. Além do custo da produção repassado pelos frigoríficos, arcamos com a incidência de tributos de toda a cadeia, o que onerou a carne bovina em 6,12%. Apesar dos aumentos, repassamos o mínimo ao consumidor, que agora, com as regras estendidas também às carnes de aves e de suínos, ficará sem a alternativa", finaliza Honda.
Gráfico 1. Evolução do preço da arroba do boi X carne no varejo

Fonte: BeefPoint
Para Sussumu Honda, o consumidor que, em virtude do aumento de preço da carne bovina, passou a aumentar a participação das carnes de frango e suína em suas compras terá mais uma vez dificuldade em adquirir o produto. "Na nossa cesta dos 35 produtos mais consumidos nos supermercados, as carnes representam quase 15% do valor. Essa participação é muito alta e deverá pressionar os índices de inflação", comenta.
"O que defendemos é a desoneração de toda a cadeia. Ao isentar apenas uma parte dela, o governo deixa o ônus somente para o varejista. Já vimos esse filme antes", declara Honda, referindo-se à carne bovina, que foi submetida à mesma regra em dezembro de 2009.
Segundo dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada - Esalq/USP), o preço da arroba do boi teve uma alta acumulada de 33,5% no período de janeiro de 2010 a janeiro de 2011, enquanto que o preço da carne praticado pelos supermercados apresentou um aumento acumulado de 26,8%, de acordo com pesquisa realizada pelo instituto alemão GFK. Em outubro de 2010, mês que o preço da carne atingiu o seu pico, a arroba do boi variou 20,2% (na comparação com o mês anterior), ao passo que nos supermercados, esta variação foi de apenas 3,5%.
"Já absorvemos o que era possível. Além do custo da produção repassado pelos frigoríficos, arcamos com a incidência de tributos de toda a cadeia, o que onerou a carne bovina em 6,12%. Apesar dos aumentos, repassamos o mínimo ao consumidor, que agora, com as regras estendidas também às carnes de aves e de suínos, ficará sem a alternativa", finaliza Honda.
Gráfico 1. Evolução do preço da arroba do boi X carne no varejo
Fonte: BeefPoint
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
El ternero alcanzó un precio máximo de 9,80 $/kg en Liniers
Dicha categoría se negoció hoy a un valor promedio de 8,56 kg/kg en la plaza porteña. La vaca buena registró un tope de 8,20 $/kg. Se comercializaron 6709 cabezas versus 5355 ejemplares el martes pasado.

En la jornada de hoy martes se comercializaron 6709 cabezas en el Mercado de Liniers, una cifra menor a la registrada el mismo día de la semana pasada cuando se vendieron 5355 animales.
La categoría con mayor volumen de operaciones hoy fue el ternero con 1416 ejemplares comercializados registrando un precio promedio de 8,56 $/kg (8,86 $/kg ayer lunes) y un máximo de 9,80 $/kg (9,76 $/kg).
La vaca conserva buena (156 cabezas) registró un valor medio de 4,84 $/kg (4,50 $/kg), mientras que la vaca conserva inferior (185 cabezas) se negoció a 4,74 $/kg (3,92 $/kg).
En lo que respecta a la hacienda liviana, los novillitos buenos de 351/390 kilos (781 cabezas) registraron un precio promedio de 8,64 $/kg (8,40 $/kg) y un tope de 9,40 $/kg (9,34 $/kg). Mientras que los novillitos buenos de 391/430 kilos (710 cabezas) recibieron un valor medio de 8,41 $/kg (8,32 $/kg) con un máximo de 9,10 $/kg (9,00 $/kg).
Por su parte, la vaca buena (1338 cabezas) recibió un precio promedio de 6,00 $/kg (5,96 $/kg) alcanzando un tope de 8,20 $/kg (8,21 $/kg).
R$ 1,00 (REAL) = $ 2,407 (PESOS ARGENTINOS )
FONTE: INFOCAMPO
En la jornada de hoy martes se comercializaron 6709 cabezas en el Mercado de Liniers, una cifra menor a la registrada el mismo día de la semana pasada cuando se vendieron 5355 animales.
La categoría con mayor volumen de operaciones hoy fue el ternero con 1416 ejemplares comercializados registrando un precio promedio de 8,56 $/kg (8,86 $/kg ayer lunes) y un máximo de 9,80 $/kg (9,76 $/kg).
La vaca conserva buena (156 cabezas) registró un valor medio de 4,84 $/kg (4,50 $/kg), mientras que la vaca conserva inferior (185 cabezas) se negoció a 4,74 $/kg (3,92 $/kg).
En lo que respecta a la hacienda liviana, los novillitos buenos de 351/390 kilos (781 cabezas) registraron un precio promedio de 8,64 $/kg (8,40 $/kg) y un tope de 9,40 $/kg (9,34 $/kg). Mientras que los novillitos buenos de 391/430 kilos (710 cabezas) recibieron un valor medio de 8,41 $/kg (8,32 $/kg) con un máximo de 9,10 $/kg (9,00 $/kg).
Por su parte, la vaca buena (1338 cabezas) recibió un precio promedio de 6,00 $/kg (5,96 $/kg) alcanzando un tope de 8,20 $/kg (8,21 $/kg).
R$ 1,00 (REAL) = $ 2,407 (PESOS ARGENTINOS )
FONTE: INFOCAMPO
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Valor do boi anima pecuaristas gaúchos
O preço do quilo do boi fechou, na semana passada, em R$ 3,22, segundo o levantamento da Emater. O valor representa aumento de 4% em relação ao mês passado e 15% se comparado a 2010.
De acordo com o presidente da Comissão de Bovinocultura de Corte da Farsul, não foi a produção que aumentou, mas o consumo. Carlos Simm afirma que o mercado brasileiro, atualmente, é um dos principais do mundo.
- A Argentina está com a pecuária bastante comprometida. Já o Uruguai está limitado na sua capacidade, e a Austrália com os problemas de inundações. O Brasil passa a ser o mercado da vez – salienta.
A estimativa é de uma redução no número de terneiros devido ao rigoroso inverno do ano passado, seguido da seca na Metade Sul. Nos supermercados, os preços mantem a estabilidade. De acordo com a associação do setor, os cortes nobres ficaram mais baratos nos últimos dias.
FONTE: CAMPO E LAVOURA
De acordo com o presidente da Comissão de Bovinocultura de Corte da Farsul, não foi a produção que aumentou, mas o consumo. Carlos Simm afirma que o mercado brasileiro, atualmente, é um dos principais do mundo.
- A Argentina está com a pecuária bastante comprometida. Já o Uruguai está limitado na sua capacidade, e a Austrália com os problemas de inundações. O Brasil passa a ser o mercado da vez – salienta.
A estimativa é de uma redução no número de terneiros devido ao rigoroso inverno do ano passado, seguido da seca na Metade Sul. Nos supermercados, os preços mantem a estabilidade. De acordo com a associação do setor, os cortes nobres ficaram mais baratos nos últimos dias.
FONTE: CAMPO E LAVOURA
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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Boi gordo: oferta segue curta e indicador fecha em alta
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 104,76/@ com variação positiva de R$ 0,33. O indicador a prazo registrou alta de R$ 0,21, sendo cotado a R$ 106,66/@.
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio
FONTE: BEEFPOINT
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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Safra 2011/2012: Banco do Brasil se antecipa e já disponibiliza crédito
Os agropecuaristas já podem procurar o Banco do Brasil para obter crédito para custeio e investimento para Safra 2011/2012. Além das tradicionais linhas de custeio agropecuário com recursos controlados o BB ampliou os prazos na linha MCR 6-2 Investimento.
O produtor rural pode contratar custeio agropecuário com recursos controlados (MCR –6-4) com encargos de 6,75 % a.a. e FCO custeio com juros pré-fixados que oscilam entre 5% a.a. e 8,50% a.a., com bônus de adimplência de 15% , sem incidência de IOF. Além disso, o teto das linhas de custeio podem ser elevados em até 45% quando da contratação de mitigadores de preço e /ou produção ou quando ocorrer plantio direto na palha.
Para complementar a necessidade de crédito o BB oferece também CPRF (Cédula de Produto Rural Financeira) para os produtos arroz, milho, soja e para bovinos, ou Custeios com Recursos Não Controlados. Ambos com encargos bastante competitivos em relação ao mercado.
Para o produtor que quer investir estão disponíveis para as linhas de investimento do FCO, BNDES, MCR 6-2 e Recursos Não Controlados. A inovação ocorreu nos prazos do MCR 6-2 Investimento, que possui teto de R$ 200 mil por beneficiário/safra e juros pré-fixados de 6,75% a.a.. Os novos prazos são: 05 (cinco) anos para aquisição de bovinos e correção de solo 06 (seis) anos para tratores 08 (oito) para colheitadeiras e 12 (doze) anos para equipamentos de irrigação ou armazenagem.
Vale ressaltar que a aprovação de propostas está sujeita à análise cadastral e de crédito do proponente.
Fonte: Canal Rural
O produtor rural pode contratar custeio agropecuário com recursos controlados (MCR –6-4) com encargos de 6,75 % a.a. e FCO custeio com juros pré-fixados que oscilam entre 5% a.a. e 8,50% a.a., com bônus de adimplência de 15% , sem incidência de IOF. Além disso, o teto das linhas de custeio podem ser elevados em até 45% quando da contratação de mitigadores de preço e /ou produção ou quando ocorrer plantio direto na palha.
Para complementar a necessidade de crédito o BB oferece também CPRF (Cédula de Produto Rural Financeira) para os produtos arroz, milho, soja e para bovinos, ou Custeios com Recursos Não Controlados. Ambos com encargos bastante competitivos em relação ao mercado.
Para o produtor que quer investir estão disponíveis para as linhas de investimento do FCO, BNDES, MCR 6-2 e Recursos Não Controlados. A inovação ocorreu nos prazos do MCR 6-2 Investimento, que possui teto de R$ 200 mil por beneficiário/safra e juros pré-fixados de 6,75% a.a.. Os novos prazos são: 05 (cinco) anos para aquisição de bovinos e correção de solo 06 (seis) anos para tratores 08 (oito) para colheitadeiras e 12 (doze) anos para equipamentos de irrigação ou armazenagem.
Vale ressaltar que a aprovação de propostas está sujeita à análise cadastral e de crédito do proponente.
Fonte: Canal Rural
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ESTAMOS COMPRANDO PARA CLIENTES
PAGAMENTO À VISTA
PESADO NA FAZENDA
FRETE POR CONTA DO COMPRADOR
SOMENTE RAÇAS EUROPÉIAS OU CRUZAS EUROPÉIAS.
TERNEIROS ACIMA DE 150 KG ATÉ 250 KG
NOVILHAS ACIMA DE 300 KG
NOVILHOS ACIMA DE 250 KG
VACAS COM CRIA AO PÉ
VACAS DE INVERNAR
INFORMAÇÕES COM LUND
FONES 8111.3550 (TIM) - 9994.1513 (VIVO) - 3028.3550
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PREÇOS DE BOI GORDO E VACA GORDA PARA CARNE A RENDIMENTO
REGIÃO DE PELOTAS*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 21.02.2011
BOI: R$ 6,80 a R$ 6,90
VACA: R$ 6,40 a R$ 6,50
PRAZO: 30 DIAS
FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.
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PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO/KG VIVO
EM 21.02.2011
REGIÃO DE PELOTAS
KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 3,30 A R$ 3,40
VACA GORDA: R$ 2,80 A R$ 2,95
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR www.lundnegocios.com.br
REGIÃO DE PELOTAS
KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 3,30 A R$ 3,40
VACA GORDA: R$ 2,80 A R$ 2,95
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR www.lundnegocios.com.br
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PREÇOS MÉDIOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO*
EM 21.02.2011REGIÃO DE PELOTAS
TERNEIROS R$ 3,00 A R$ 3,10
TERNEIRAS R$ 2,60 A R$ 2,80
NOVILHOS R$ 2,80 A R$ 2,90
BOI MAGRO R$ 2,70 A R$ 2,80
VACA DE INVERNAR R$ 2,30 A R$ 2,50
*GADO PESADO NA FAZENDA
FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br
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COTAÇÕES
FONTE: CORREIO DO POVO
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COTAÇÕES
| PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 21/02/2011 INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 18/02/2011 - PRAÇA RS Ver todas cotações Ver gráfico
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FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD
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ESTAMOS COMPRANDO TERNEIROS
SOMENTE EUROPEUS
INTEIROS OU CASTRADOS

INFORMAÇÕES COM LUND
8111.3550 ou 9994.1513
INTEIROS OU CASTRADOS
INFORMAÇÕES COM LUND
8111.3550 ou 9994.1513
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Boi Gordo: Mercado segue firme, com escalas de abate curtas
Poucos negócios, com vários frigoríficos aguardando para então abrirem preços.
As escalas de abate continuam curtas, atendendo em média, entre 3 e 4 dias em São Paulo.
Com isso o mercado está firme, apesar da lentidão típica de início de semana.
O preço referência do boi gordo em São Paulo é R$103,00/@, a prazo livre de imposto, com alguns negócios em preços maiores.
Existem compras ocorrendo em praças vizinhas, como no Mato Grosso do Sul, em até R$97,00/@, à vista, livre de imposto.
Na Bahia a dificuldade de compras é grande e os preços subiram nas duas praças pesquisadas pela Scot Consultoria.
No geral, a expectativa é de mercado firme, com possíveis reajustes, conforme os frigoríficos voltam ao mercado neste início de semana.
O mercado atacadista de carne com osso está com demanda lenta.
Clique aqui e confira as cotações do boi.
Fonte: Scot Consultoria
As escalas de abate continuam curtas, atendendo em média, entre 3 e 4 dias em São Paulo.
Com isso o mercado está firme, apesar da lentidão típica de início de semana.
O preço referência do boi gordo em São Paulo é R$103,00/@, a prazo livre de imposto, com alguns negócios em preços maiores.
Existem compras ocorrendo em praças vizinhas, como no Mato Grosso do Sul, em até R$97,00/@, à vista, livre de imposto.
Na Bahia a dificuldade de compras é grande e os preços subiram nas duas praças pesquisadas pela Scot Consultoria.
No geral, a expectativa é de mercado firme, com possíveis reajustes, conforme os frigoríficos voltam ao mercado neste início de semana.
O mercado atacadista de carne com osso está com demanda lenta.
Clique aqui e confira as cotações do boi.
Fonte: Scot Consultoria
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Abras defende isenção de PIS e Cofins para a cadeia da carne
O presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) estima aumento de, no mínimo, 8,97% no preço da carne suína e de aves em 2011. A previsão tem por base a nova regra tributária determinada pelo governo que isentou os frigoríficos do recolhimento do PIS e da Cofins.Para Sussumu Honda, o consumidor que, em virtude do aumento de preço da carne bovina, passou a aumentar a participação das carnes de frango e suína em suas compras terá mais uma vez dificuldade em adquirir o produto. “Na nossa cesta dos 35 produtos mais consumidos nos supermercados, as carnes representam quase 15% do valor. Essa participação é muito alta e deverá pressionar os índices de inflação”, comenta.
“O que defendemos é a desoneração de toda a cadeia. Ao isentar apenas uma parte dela, o governo deixa o ônus somente para o varejista. Já vimos esse filme antes”, declara Honda, referindo-se à carne bovina, que foi submetida à mesma regra em dezembro de 2009.
Segundo dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada – Esalq/USP), o preço da arroba do boi teve uma alta acumulada de 33,5% no período de janeiro de 2010 a janeiro de 2011, enquanto que o preço da carne praticado pelos supermercados apresentou um aumento acumulado de 26,8%, de acordo com pesquisa realizada pelo instituto alemão GFK. Em outubro de 2010, mês que o preço da carne atingiu o seu pico, a arroba do boi variou 20,2% (na comparação com o mês anterior), ao passo que nos supermercados, esta variação foi de apenas 3,5%.
“Já absorvemos o que era possível. Além do custo da produção repassado pelos frigoríficos, arcamos com a incidência de tributos de toda a cadeia, o que onerou a carne bovina em 6,12%. Apesar dos aumentos, repassamos o mínimo ao consumidor, que agora, com as regras estendidas também às carnes de aves e de suínos, ficará sem a alternativa”, finaliza Honda.
Legislação
• Lei 12.058/09, aprovada em outubro de 2009, isentou os frigoríficos com a suspensão do recolhimento de PIS e Cofins sobre as vendas da carne vermelha;
• Lei 12.350/10, aprovada em dezembro de 2010, isentou os frigoríficos com a suspensão do recolhimento de PIS e Cofins sobre as vendas das carnes suínas e de aves.
FONTE: Abras
• Lei 12.058/09, aprovada em outubro de 2009, isentou os frigoríficos com a suspensão do recolhimento de PIS e Cofins sobre as vendas da carne vermelha;
• Lei 12.350/10, aprovada em dezembro de 2010, isentou os frigoríficos com a suspensão do recolhimento de PIS e Cofins sobre as vendas das carnes suínas e de aves.
FONTE: Abras
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ENTREVISTA: Confira a entrevista com Caio Junqueira - Cross Investimentos
Boi: preços elevados da carne travam compras no varejo e dificultam evolução dos negócios entre pecuaristas e frigoríficos.
FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS
FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS
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RS: chuvas não são suficientes para recuperar pastagem
As chuvas registradas na ultima semana trouxeram um alento aos pecuaristas das regiões da Campanha e Zona Sul no estado do Rio Grande do Sul. Apesar da pequena recuperação das pastagens, a situação segue crítica e causando um menor desempenho da atividade, que se reflete em uma menor oferta de animais para o abate.
O fornecimento de água aos animais continua precário, principalmente nos municípios mais atingidos pela estiagem. Nestas regiões, os animais seguem perdendo peso e o estado geral do rebanho é considerado apenas razoável. Em melhor estado estão os animais que pastejam em áreas que dispõem de sorgo forrageiro, cultura mais adaptada às restrições de umidade.
Já é esperada uma redução no número de nascimentos para próxima primavera devido à visível diminuição da ocorrência de cio nas fêmeas e ao baixo índice de prenhes registrados até o momento. Caso não haja alteração neste quadro de baixas precipitações nos próximos períodos, a situação pode se agravar ainda mais devido à ampliação do déficit hídrico, que continua bastante baixo.
Nas demais regiões do Estado, as chuvas ocorridas mantiveram o quadro de normalidade e o bom desempenho da atividade. O desenvolvimento das pastagens está bom, o que tem refletido em uma melhor condição corporal dos animais, favorecendo também o desempenho reprodutivo do rebanho, que esta em pleno período de entoure. O índice de prenhez e o aparecimento de cio nestas regiões seguem superiores aos registrados nas regiões assoladas pela estiagem. O índice de ganho de peso agrada os pecuaristas, que ficam mais tranquilos em relação à entrada da estação fria, quando os animais geralmente perdem peso.
A oferta de animais para abate nestas regiões está normal. O último levantamento de preços realizado nas principais praças de comercialização demonstrou um comportamento semelhante ao observado no período anterior. Estabilidade e pequena variação dos preços médios praticados em decorrência da menor oferta de animais para abate na principal região de criação.
A vaca gorda apresentou tendência de alta passando de R$ 2,84 para R$ 2,85 o kg vivo, o que representa um aumento de 0,94% no período. Já o boi gordo ficou estável, mantendo seu preço médio de comercialização em R$ 3,22 o kg vivo.
FONTE: Emater/RS, adaptadas pela Equipe AgriPoint.
O fornecimento de água aos animais continua precário, principalmente nos municípios mais atingidos pela estiagem. Nestas regiões, os animais seguem perdendo peso e o estado geral do rebanho é considerado apenas razoável. Em melhor estado estão os animais que pastejam em áreas que dispõem de sorgo forrageiro, cultura mais adaptada às restrições de umidade.
Já é esperada uma redução no número de nascimentos para próxima primavera devido à visível diminuição da ocorrência de cio nas fêmeas e ao baixo índice de prenhes registrados até o momento. Caso não haja alteração neste quadro de baixas precipitações nos próximos períodos, a situação pode se agravar ainda mais devido à ampliação do déficit hídrico, que continua bastante baixo.
Nas demais regiões do Estado, as chuvas ocorridas mantiveram o quadro de normalidade e o bom desempenho da atividade. O desenvolvimento das pastagens está bom, o que tem refletido em uma melhor condição corporal dos animais, favorecendo também o desempenho reprodutivo do rebanho, que esta em pleno período de entoure. O índice de prenhez e o aparecimento de cio nestas regiões seguem superiores aos registrados nas regiões assoladas pela estiagem. O índice de ganho de peso agrada os pecuaristas, que ficam mais tranquilos em relação à entrada da estação fria, quando os animais geralmente perdem peso.
A oferta de animais para abate nestas regiões está normal. O último levantamento de preços realizado nas principais praças de comercialização demonstrou um comportamento semelhante ao observado no período anterior. Estabilidade e pequena variação dos preços médios praticados em decorrência da menor oferta de animais para abate na principal região de criação.
A vaca gorda apresentou tendência de alta passando de R$ 2,84 para R$ 2,85 o kg vivo, o que representa um aumento de 0,94% no período. Já o boi gordo ficou estável, mantendo seu preço médio de comercialização em R$ 3,22 o kg vivo.
FONTE: Emater/RS, adaptadas pela Equipe AgriPoint.
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Mejora el panorama para exportar carnes mexicanas
Sagarpa
El mercado internacional se encuentra en un momento propicio para las exportaciones de cortes de carnes, tanto de res como de cerdo y pollo, de modo que los productores pecuarios mexicanos tienen la opción de aprovechar una importante oportunidad de negocios, aseguró el coordinador general de Ganadería de la Secretaría federal de Agricultura, Everardo González Padilla.
El cierre de 2010 trajo consigo la exportación de 70 mil toneladas de carne de res a 10 países, con Rusia como un nuevo nicho que hay que aprovechar. El funcionario citó que los becerros de engorda que se exportaron fueron criados en varios estados, pero en su mayoría, fueron finalizados en corrales del Norte del país.
En la carne bovina, el principal destino es Estados Unidos, y Japón para la carne de cerdo. Dijo que incluso para este año se espera que varios estados comiencen a exportar producto al contar con el aval correspondiente del Gobierno de Estados Unidos. Detalló que el año pasado se exportaron 60 mil toneladas de carne de marrano.
Ante las perspectivas de los nuevos mercados que se han abierto, como Corea y Rusia, adujo que hay más oportunidades para aprovechar.
FONTE: GANADERIA.COM.MX E RESUMIDA POR LUNDNEGOCIOS
El mercado internacional se encuentra en un momento propicio para las exportaciones de cortes de carnes, tanto de res como de cerdo y pollo, de modo que los productores pecuarios mexicanos tienen la opción de aprovechar una importante oportunidad de negocios, aseguró el coordinador general de Ganadería de la Secretaría federal de Agricultura, Everardo González Padilla.
El cierre de 2010 trajo consigo la exportación de 70 mil toneladas de carne de res a 10 países, con Rusia como un nuevo nicho que hay que aprovechar. El funcionario citó que los becerros de engorda que se exportaron fueron criados en varios estados, pero en su mayoría, fueron finalizados en corrales del Norte del país.
En la carne bovina, el principal destino es Estados Unidos, y Japón para la carne de cerdo. Dijo que incluso para este año se espera que varios estados comiencen a exportar producto al contar con el aval correspondiente del Gobierno de Estados Unidos. Detalló que el año pasado se exportaron 60 mil toneladas de carne de marrano.
Ante las perspectivas de los nuevos mercados que se han abierto, como Corea y Rusia, adujo que hay más oportunidades para aprovechar.
FONTE: GANADERIA.COM.MX E RESUMIDA POR LUNDNEGOCIOS
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Arroba do boi gordo firme no MS
O boi gordo no Mato Grosso do Sul foi negociado nesta última semana a R$97,00/@, a prazo, livre de funrural.
Com as chuvas atrapalhando o embarque dos animais, a oferta se manteve fraca. Nas três praças pesquisadas o preço seguiu firme durante toda a semana.
O fato de os frigoríficos paulistas iniciarem a semana passada pagando mais pelos animais sul mato-grossenses pressionou os preços para cima até o atual patamar. Houve negócios R$98,00/@, a prazo, livre de imposto.
As escalas atendem de dois a três dias, em média.
Veja na figura 1 a evolução dos preços do boi gordo em Campo Grande-MS.
Desde o início do ano a arroba do boi gordo valorizou 1%, em Campo Grande e Dourados, já em Três Lagoas a valorização foi de 2%.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Com as chuvas atrapalhando o embarque dos animais, a oferta se manteve fraca. Nas três praças pesquisadas o preço seguiu firme durante toda a semana.
O fato de os frigoríficos paulistas iniciarem a semana passada pagando mais pelos animais sul mato-grossenses pressionou os preços para cima até o atual patamar. Houve negócios R$98,00/@, a prazo, livre de imposto.
As escalas atendem de dois a três dias, em média.
Veja na figura 1 a evolução dos preços do boi gordo em Campo Grande-MS.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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Uruguai: frigoríficos enfrentam problemas de oferta
O frigorífico uruguaio Inaler irá dispensar mais de 600 funcionários devido à falta de gado gordo no mercado, enquanto outras plantas reduzem o ritmo de abate semanal. O recente aumento da carne bovina no varejo é consequência direta da falta de gado gordo no mercado.
O frigorífico Inaler - planta de San José do grupo Tacuarembó-Marfrig - resolveu dispensar os funcionários porque não consegue um bom volume de gado gordo para manter os abates estáveis, disse o gerente da empresa, Daniel Andino.
A Federação dos Trabalhadores da Indústria da Carne (Foica) garante que, até agora, além do Inaler, não se tem notícia de que outro frigorífico fechará por falta de gado. "É um problema muito complexo e estamos muito preocupados", disse o diretor da Foica, Ariel Yaques. "Os preços sobem, o gado não aparece e aumentaram as exportações de gado em pé".
A Foica pretende formar uma Comissão Multisetorial e estudar o problema a fundo para buscar uma solução. "Se estamos tendo esta situação agora em fevereiro e, possivelmente, em março, não quero nem saber quando chegar em julho-agosto, que são os meses onde a falta de gado preparado no mercado se acentua".
Várias plantas estão baixando o ritmo de abate semanal e, em vez de abater animais cinco ou seis dias por semana, estão apenas conseguindo oferta para trabalhar dois ou três dias. Até agora nesse ano os abates caíram em 9,2% no Uruguai. Entre 2 de janeiro e 12 de fevereiro, foram abatidas 232.859 cabeças de gado frente às 256.456 cabeças abatidas no mesmo período de 2010. A queda nos abates vem acontecendo de forma consecutiva nas últimas quatro semanas.
Em um ano normal, nesses primeiros meses do ano, os frigoríficos aproveitam para abater a maior quantidade de gado que podem. Porém, este é um ano atípico e, apesar de os preços do gado gordo no mercado interno continuarem subindo todas as semanas, a oferta de gado gordo continua escassa.
"Se a estes preços não se consegue uma boa oferta é porque faltam animais gordos", disse o presidente da Associação de Consignatários de Gado, Alejandro Zambrano.
Esse ano, os criadores uruguaios tiveram menos pastos e grande parte desses se perdeu pela seca. Os pecuaristas, no geral, terminam o gado em março, abril e maio, dando uma terminação com grãos e, assim, obtêm melhores preços. Hoje, com o aumento do preço dos grãos, está difícil começar a engordá-los antes, porque os números fecham.
FONTE: El País Digital, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
O frigorífico Inaler - planta de San José do grupo Tacuarembó-Marfrig - resolveu dispensar os funcionários porque não consegue um bom volume de gado gordo para manter os abates estáveis, disse o gerente da empresa, Daniel Andino.
A Federação dos Trabalhadores da Indústria da Carne (Foica) garante que, até agora, além do Inaler, não se tem notícia de que outro frigorífico fechará por falta de gado. "É um problema muito complexo e estamos muito preocupados", disse o diretor da Foica, Ariel Yaques. "Os preços sobem, o gado não aparece e aumentaram as exportações de gado em pé".
A Foica pretende formar uma Comissão Multisetorial e estudar o problema a fundo para buscar uma solução. "Se estamos tendo esta situação agora em fevereiro e, possivelmente, em março, não quero nem saber quando chegar em julho-agosto, que são os meses onde a falta de gado preparado no mercado se acentua".
Várias plantas estão baixando o ritmo de abate semanal e, em vez de abater animais cinco ou seis dias por semana, estão apenas conseguindo oferta para trabalhar dois ou três dias. Até agora nesse ano os abates caíram em 9,2% no Uruguai. Entre 2 de janeiro e 12 de fevereiro, foram abatidas 232.859 cabeças de gado frente às 256.456 cabeças abatidas no mesmo período de 2010. A queda nos abates vem acontecendo de forma consecutiva nas últimas quatro semanas.
Em um ano normal, nesses primeiros meses do ano, os frigoríficos aproveitam para abater a maior quantidade de gado que podem. Porém, este é um ano atípico e, apesar de os preços do gado gordo no mercado interno continuarem subindo todas as semanas, a oferta de gado gordo continua escassa.
"Se a estes preços não se consegue uma boa oferta é porque faltam animais gordos", disse o presidente da Associação de Consignatários de Gado, Alejandro Zambrano.
Esse ano, os criadores uruguaios tiveram menos pastos e grande parte desses se perdeu pela seca. Os pecuaristas, no geral, terminam o gado em março, abril e maio, dando uma terminação com grãos e, assim, obtêm melhores preços. Hoje, com o aumento do preço dos grãos, está difícil começar a engordá-los antes, porque os números fecham.
FONTE: El País Digital, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
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Seapa alerta para a proliferação de carrapato na Fronteira Oeste/RS
Com as chuvas que caíram nos últimos dias na Fronteira Oeste e em outras regiões do Estado, técnicos da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa) voltam a se preocupar com a proliferação do carrapato nos campos. "A união de altas temperaturas (acima de 27°) e de umidade do ar (cerca de 70%) faz com que os carrapatos multipliquem-se", alerta Joal Pontes, da Regional de Alegrete. O veterinário da Seapa diz que agora é período de tratar os animais contra o parasita.O parasita Boophilus microplus, popularmente conhecido como carrapato, provoca o emagrecimento do bovino, ou seja, retarda o engorde dos animais, exatamente na época quando inicia-se a safra do ano (começo do inverno). "Os produtores, ressalta Pontes, devem fazer tratamento contra o parasita, seja pelo uso de produtos injetáveis (endectocidas), pulverização ou banho de imersão".
O carrapato
As altas proliferações do parasita dão-se em três períodos do ano, são as chamadas gerações. A primeira geração ocorre em setembro/outubro, a segunda em dezembro/janeiro e a terceira em abril/maio. Neste verão, entretanto, devido a seca que assolou algumas regiões do Rio Grande do Sul até final de janeiro, somada com as chuvas que caíram, criaram-se as condições para o surgimento do binômio ideal para a multiplicação do carrapato no campo.
O tratamento escolhido deve ser aplicado no bovino pelo produtor rural antes destes períodos, evitando, assim, chegar aos meses apontados com grandes infestações. O ciclo de vida do carrapato é de 21 dias no solo e de 30 dias a seis meses no animal. Cada fêmea põe de dois a três mil ovos e cada ovo se transforma em um novo carrapato.
FONTE: Governo do Estado do Rio Grande do Sul
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Evolução da produção mundial de carne bovina
Comparou-se a evolução de alguns parâmetros da pecuária mundial nos últimos 30 anos.
O rebanho mundial, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, passou de 1,05 bilhão de cabeças em 1980 para os atuais 991 milhões. Queda de 6,1%.
Sua utilização, no entanto, se tornou mais eficiente. Os abates totais passaram de 202,7 para 227,7 milhões. Aumento de 12,4%.
O desfrute passou de 19,2% para 23,0%.
Devido ao incremento de 17,7% no peso médio de carcaça (de 212kg para 249kg), a produção de carne aumentou mais que os abates. A produção mundial passou de 42,9 milhões em 1980, para 56,8 milhões de toneladas equivalente carcaça (tec) em 2010, aumento de 32,2%.
A produção anual de carcaça por hectare de pastagem passou de 13,4kg para 16,9kg, aumento de 26,6%.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
O rebanho mundial, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, passou de 1,05 bilhão de cabeças em 1980 para os atuais 991 milhões. Queda de 6,1%.
Sua utilização, no entanto, se tornou mais eficiente. Os abates totais passaram de 202,7 para 227,7 milhões. Aumento de 12,4%.
O desfrute passou de 19,2% para 23,0%.
Devido ao incremento de 17,7% no peso médio de carcaça (de 212kg para 249kg), a produção de carne aumentou mais que os abates. A produção mundial passou de 42,9 milhões em 1980, para 56,8 milhões de toneladas equivalente carcaça (tec) em 2010, aumento de 32,2%.
A produção anual de carcaça por hectare de pastagem passou de 13,4kg para 16,9kg, aumento de 26,6%.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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1º Fórum de Agronegócios do Centro-Sul do PR
PALESTRA QUE VALE A PENA SER VISTA
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Pecuarista questiona remuneração
A Cabanha Santa Nélia (Jaguarão-RS) é uma das mais tradicionais selecionadoras da raça Angus na Região Sul do RS. A criação e seleção de reprodutores Angus têm mais de 50 anos e nos últimos ofertou os seus reprodutores no “Leilão 5 Raças”, em eventos promovidos nos municípios de Pelotas e Jaguarão.
Pecuaristas de Alegrete que fornecem boi gordo ao frigorífico Marfrig estão questionando os resultados de rendimento de carcaças. Eles afirmam que, nos últimos meses, a avaliação da empresa tem sido 2% abaixo dos percentuais normais. Os produtores pretendem reunir-se com a direção do frigorífico para questionar os resultados e também reivindicar a retirada da penalização de 20% no preço das carcaças destinadas ao Tratamento Frio. Segundo o presidente do Sindicato Rural de Alegrete, Pedro Pífero, geralmente a carcaça rende 50% do quilo do boi vivo, mas está sendo avaliada em 48%. "O produtor investe em genética, em pasto e, mesmo em outros períodos históricos de estiagem, manteve os índices. Não entendemos o que está acontecendo agora", questiona.
Com relação ao Tratamento Frio, Pífero explica que o desconto ocorre quando a carcaça apresenta doença como a cisticercose, que pode ser resolvida com a permanência da carcaça em câmaras frias. "Essa carne depois é consumida no mercado interno." O Grupo Marfrig informou que não irá pronunciar-se publicamente sobre o assunto.
FONTE: CORREIO DO POVO
Pecuaristas de Alegrete que fornecem boi gordo ao frigorífico Marfrig estão questionando os resultados de rendimento de carcaças. Eles afirmam que, nos últimos meses, a avaliação da empresa tem sido 2% abaixo dos percentuais normais. Os produtores pretendem reunir-se com a direção do frigorífico para questionar os resultados e também reivindicar a retirada da penalização de 20% no preço das carcaças destinadas ao Tratamento Frio. Segundo o presidente do Sindicato Rural de Alegrete, Pedro Pífero, geralmente a carcaça rende 50% do quilo do boi vivo, mas está sendo avaliada em 48%. "O produtor investe em genética, em pasto e, mesmo em outros períodos históricos de estiagem, manteve os índices. Não entendemos o que está acontecendo agora", questiona.
Com relação ao Tratamento Frio, Pífero explica que o desconto ocorre quando a carcaça apresenta doença como a cisticercose, que pode ser resolvida com a permanência da carcaça em câmaras frias. "Essa carne depois é consumida no mercado interno." O Grupo Marfrig informou que não irá pronunciar-se publicamente sobre o assunto.
FONTE: CORREIO DO POVO
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Cabanha Santa Nélia faz liquidação parcial de plantel Angus
Este ano, a Cabanha Santa Nélia promove no dia 27 de maio em Pelotas – RS, a Liquidação Parcial de Angus. Por estar ampliando sua atuação na agricultura, será ofertado durante o ano cerca de 60% do plantel da produção da Santa Nélia (alguns lotes do remate já estão disponíveis na Galeria de Imagens do site Santa Nélia – 2011).Durante o leilão, em maio, serão ofertadas aproximadamente 260 animais Angus registrados CA (Vacas de cria, novilhas, touros de 18 e 30 meses, terneiros(as) desmamados).
O leilão acontece juntamente com Feira de Ventres promovida pela Knorr Remates, sendo possível, desta forma, possibilidade de aquisição de animais Angus registrados (CA) e também gado comercial (geral).
Conheça o sistema de criação e seleção da Santa Nélia
Para garantir animais adaptados às condições de produção de qualidade, o sistema de criação e manejo utilizado no rebanho da Cabanha Santa Nélia sempre foi com condições similares aos da pecuária de corte da Zona Sul do RS, baseada em campos nativos e na integração com a lavoura de arroz. Em relação a fertilidade do rebanho, sempre com especial atenção, descartou sistematicamente os animais vazios. Isso contribuiu com a eficiência do rebanho e qualifica o gado ofertado na Liquidação Parcial Angus como animais de alta fertilidade.
Promebo e Destaques no Promebo (Animais Líderes)
Como uma das pioneiras do Programa de Melhoramento de Bovinos de Corte (Promebo), a primeira avaliação de animais foi realizada pelo Dr. Luiz Alberto Fries, pioneiro deste trabalho no Brasil. A Santa Nélia começou o trabalho de avaliação de seu rebanho a mais de 30 anos, utilizando como critério e método de seleção os dados do próprio programa, tomando suas decisões de seleção e melhoramento baseadas em dados objetivos. Hoje a Cabanha Santa Nélia possui a vaca número 1 na relação de Vacas Líderes do Promebo, aSanta Nélia 1912.
Da mesma forma, nos machos o destaque da cabanha é o mesmo, pois possui o touro jovem número 1 entre os Touros Jovens S.A. (Superiores para Acasalamento), o Santa Nélia 2679. Entre 132 touros superiores da Geração 2008 a Santa Nélia detém o melhor.
Transferência de embriões
Desde 2005 a cabanha iniciou seus investimentos em Transferência de Embriões. Como particularidade e exceção a Santa Nélia selecionou suas doadoras por dados do Promebo (DEPs) e atualmente diversos ventres do plantel são produtos deste programa. Os trabalhos foram realizados pelo Med. Vet. Carlos Eduardo Martins e parte das doadoras estão atualmente na Central Galapa (Rio Grande).
Provavelmente a Santa Nélia é uma das pouquíssimas selecionadoras que coleta ventres PC. Este fato ocorre porque a cabanha tem certeza que suas doadoras são superiores e foram identificadas por dados objetivos.
Dia de Campo
No mês de abril, para que os interessados sejam apresentados ao trabalho da Santa Nélia, a cabanha promove um dia de campo, onde os animais já estarão loteados para o remate e os criadores poderão revisar os lotes ofertados, um a um.
Segundo Clóvis Teixeira Gonçalves da Silva, um dos sócio-proprietários da Cabanha Santa Nélia, a expectativa é de uma grande comercialização.
- Nossos animais são selecionados através de dados técnicos, o que assegura a qualidade do rebanho, além disso, a oferta de animais pode ser considerada pequena. Esperamos fazer uma grande comercialização no leilão parcial. Nosso trabalho com bovinos teve início em 1980, e de lá pra cá é feita uma rigorosa seleção, que leva muito em consideração a eficiência reprodutiva dos animais, disse Teixeira.
Serviço :
Luiquidação Parcial Angus – Cabanha Santa Nélia
Quando : 27/05/2011
Onde : Parque de Exposições – Pelotas (RS)
Leiloeira : Knorr Remates
Assessoria : FFVelloso & Dimas Rocha
Fotos: veja fotos de parte do gado em Galeria de Imagens
http://www.assessoriaagropecuaria.com.br/galeriaConteudo.inc.php?tipo=galeria&conteudo=42
Informações:
Clóvis Teixeira Gonçalves da Silva / Cabanha Santa Nélia (53) 3261 2299 – (053) 8407 3351 clovis@arrozqueroquero.com.br
Ou diretamente com a FFVelloso & Dimas Rocha Assessoria Agropecuária (051) 9835 8100 ou contato@assessoriaagropecuaria.com.br).
FONTE: FFVelloso & Dimas Rocha Assessoria Agropecuária
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Escassez de produto faz cotação do quilo do boi gordo aumentar no Rio Grande do Sul
Valor médio chegou a R$ 3,22 na semana passada, 23% acima da média para o mês
A estiagem que atinge Campanha, Fronteira Oeste e Zona Sul do Rio Grande do Sul, três das principais regiões de pecuária no Estado, fez o preço do quilo do boi gordo bater no teto em fevereiro. Dados da Emater mostram que, semana passada, chegou a R$ 3,22 o valor médio no mercado gaúcho, 23% acima da média para o mês, conforme série histórica iniciada em 2005.
Como a alta está mais relacionada a um problema de oferta no Rio Grande do Sul do que ao avanço do consumo, o momento não se traduz em ganhos generalizados para os pecuaristas, diz o economista Antônio da Luz, da Federação da Agricultura do Estado (Farsul).
— Não são todos os produtores que estão conseguindo aproveitar este momento. Se Campanha, Fronteira Oeste e Zona Sul sofrem com a seca, as outras regiões não fazem cócegas na oferta — entende o economista, que prevê a continuidade do quadro de valorização pelo menos nos próximos dois meses.
Além de afetar a disponibilidade de gado, a falta de chuva também prejudica a qualidade e abre uma frente de atrito entre produtores e indústria. Os animais ofertados pelos produtores estão mais magros e o percentual de rendimento avaliado pelos frigoríficos diminuiu de 52% para cerca de 48% nos bovinos machos, descontentando os produtores.
Criadores querem novo debate com a indústria
Pecuaristas de Alegrete, na Fronteira Oeste do Estado, procuraram durante a semana passada o Sindicato Rural do município buscando intervenção nas negociações com o frigorífico de maior número de plantas de abate no Estado.
— Os frigoríficos historicamente avaliam de 50% a 52% o rendimento de bois. Houve secas bem piores que a atual e a equivalência foi sempre esta. O produtor não pode ser castigado por um fenômeno climático. Esta semana deve haver uma reunião entre frigorífico e produtores — comenta o presidente do Sindicato Rural de Alegrete, Pedro Pires Pífero.
Para o diretor executivo do Sindicato da Indústria da Carne e Derivados no Estado, Zilmar Moussalle, além do fator climático, nos meses de janeiro e fevereiro houve uma retração no consumo de carne por parte do consumidor, o que dificulta a negociação da indústria com o varejo, que não tem como repassar os mesmos valores antes praticados para produtor.
Fernando Velloso, consultor da FF Velloso & Dimas Rocha Assessoria Agropecuária, lembra que a avaliação do rendimento sempre foi motivo de discórdia entre produtor e frigoríficos:
— Nem sempre os produtores acompanham o abate para ver o que o animal vai render. Esperam um rendimento e o frigorífico acaba pagando outro. Os produtores se sentem penalizados.
FONTE: ZERO HORA
A estiagem que atinge Campanha, Fronteira Oeste e Zona Sul do Rio Grande do Sul, três das principais regiões de pecuária no Estado, fez o preço do quilo do boi gordo bater no teto em fevereiro. Dados da Emater mostram que, semana passada, chegou a R$ 3,22 o valor médio no mercado gaúcho, 23% acima da média para o mês, conforme série histórica iniciada em 2005.
Como a alta está mais relacionada a um problema de oferta no Rio Grande do Sul do que ao avanço do consumo, o momento não se traduz em ganhos generalizados para os pecuaristas, diz o economista Antônio da Luz, da Federação da Agricultura do Estado (Farsul).
— Não são todos os produtores que estão conseguindo aproveitar este momento. Se Campanha, Fronteira Oeste e Zona Sul sofrem com a seca, as outras regiões não fazem cócegas na oferta — entende o economista, que prevê a continuidade do quadro de valorização pelo menos nos próximos dois meses.
Além de afetar a disponibilidade de gado, a falta de chuva também prejudica a qualidade e abre uma frente de atrito entre produtores e indústria. Os animais ofertados pelos produtores estão mais magros e o percentual de rendimento avaliado pelos frigoríficos diminuiu de 52% para cerca de 48% nos bovinos machos, descontentando os produtores.
Criadores querem novo debate com a indústria
Pecuaristas de Alegrete, na Fronteira Oeste do Estado, procuraram durante a semana passada o Sindicato Rural do município buscando intervenção nas negociações com o frigorífico de maior número de plantas de abate no Estado.
— Os frigoríficos historicamente avaliam de 50% a 52% o rendimento de bois. Houve secas bem piores que a atual e a equivalência foi sempre esta. O produtor não pode ser castigado por um fenômeno climático. Esta semana deve haver uma reunião entre frigorífico e produtores — comenta o presidente do Sindicato Rural de Alegrete, Pedro Pires Pífero.
Para o diretor executivo do Sindicato da Indústria da Carne e Derivados no Estado, Zilmar Moussalle, além do fator climático, nos meses de janeiro e fevereiro houve uma retração no consumo de carne por parte do consumidor, o que dificulta a negociação da indústria com o varejo, que não tem como repassar os mesmos valores antes praticados para produtor.
Fernando Velloso, consultor da FF Velloso & Dimas Rocha Assessoria Agropecuária, lembra que a avaliação do rendimento sempre foi motivo de discórdia entre produtor e frigoríficos:
— Nem sempre os produtores acompanham o abate para ver o que o animal vai render. Esperam um rendimento e o frigorífico acaba pagando outro. Os produtores se sentem penalizados.
FONTE: ZERO HORA
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Com aumento de preço, consumidor migra para "carne de segunda"
A queda do preço da carne no atacado demora para chegar ao varejo, o que começa a provocar a migração do consumo de itens mais nobres para os cortes de "segunda".
O quilo da picanha, que em meados de novembro era vendido pelos frigoríficos por R$ 30, em janeiro foi comercializado por R$ 19 -queda de 37%, segundo levantamento da Scot Consultoria.
O valor do filé mignon, por sua vez, caiu 42% no mesmo período na saída dos frigoríficos, de R$ 32 para R$ 18,50.
Nas gôndolas, no entanto, o preço continuou nas alturas. Em janeiro, a picanha ainda estava 10% mais cara do que em novembro de 2010 e o filé mignon era vendido por um valor 9% maior na mesma comparação, segundo dados do IPC-S, da FGV (Fundação Getulio Vargas).
"O varejo não reduziu os preços na mesma proporção que os frigoríficos. Os valores não caíram a ponto de estimular o consumo", afirma Alex Lopes da Silva, consultor de mercado da Scot.
Diante do alto valor dos cortes de traseiro (os mais nobres), crescem as vendas de cortes de dianteiro, mais conhecidos como "carne de segunda".
A defasagem no repasse de mudanças de preço do atacado para o varejo é habitual, mas a maior demanda por carnes menos nobres já provoca a valorização desses produtos no atacado.
Na segunda semana deste mês, o quilo do acém (um dos cortes de dianteiro) foi vendido a R$ 7,41 pelos frigoríficos, em média, com alta de 13% em relação a igual período de janeiro. A paleta bovina também subiu (13%) na mesma comparação.
Ao mesmo tempo, os cortes nobres mantêm queda no atacado -sinal de que a demanda na ponta final de consumo ainda não reagiu.
Na semana encerrada na última quinta-feira, os frigoríficos vendiam o filé mignon por R$ 16,55 o quilo, com retração de 11% ante igual intervalo de janeiro.
A picanha baixou 8% na mesma comparação, agora vendida no atacado a R$ 17,56 o quilo
FONTE: Últimas notícias
O quilo da picanha, que em meados de novembro era vendido pelos frigoríficos por R$ 30, em janeiro foi comercializado por R$ 19 -queda de 37%, segundo levantamento da Scot Consultoria.
O valor do filé mignon, por sua vez, caiu 42% no mesmo período na saída dos frigoríficos, de R$ 32 para R$ 18,50.
Nas gôndolas, no entanto, o preço continuou nas alturas. Em janeiro, a picanha ainda estava 10% mais cara do que em novembro de 2010 e o filé mignon era vendido por um valor 9% maior na mesma comparação, segundo dados do IPC-S, da FGV (Fundação Getulio Vargas).
"O varejo não reduziu os preços na mesma proporção que os frigoríficos. Os valores não caíram a ponto de estimular o consumo", afirma Alex Lopes da Silva, consultor de mercado da Scot.
Diante do alto valor dos cortes de traseiro (os mais nobres), crescem as vendas de cortes de dianteiro, mais conhecidos como "carne de segunda".
A defasagem no repasse de mudanças de preço do atacado para o varejo é habitual, mas a maior demanda por carnes menos nobres já provoca a valorização desses produtos no atacado.
Na segunda semana deste mês, o quilo do acém (um dos cortes de dianteiro) foi vendido a R$ 7,41 pelos frigoríficos, em média, com alta de 13% em relação a igual período de janeiro. A paleta bovina também subiu (13%) na mesma comparação.
Ao mesmo tempo, os cortes nobres mantêm queda no atacado -sinal de que a demanda na ponta final de consumo ainda não reagiu.
Na semana encerrada na última quinta-feira, os frigoríficos vendiam o filé mignon por R$ 16,55 o quilo, com retração de 11% ante igual intervalo de janeiro.
A picanha baixou 8% na mesma comparação, agora vendida no atacado a R$ 17,56 o quilo
FONTE: Últimas notícias
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
EMATER - RS
ACOMPANHAMENTO DE PREÇOS RECEBIDOS PELOS
PRODUTORES DO RIO GRANDE DO SUL
SEMANA DE 14.02.11 a 18.02.11
BOI GORDO kg vivo * minimo:R$ 2,90 médio:R$ 3,22 maximo R$: 3,40
VACA GORDAkg vivo * minimo:R$ 2,60 médio R$: 2,85 máximoR$ 3,01
FONTE: EMATER- RS
PRODUTORES DO RIO GRANDE DO SUL
SEMANA DE 14.02.11 a 18.02.11
BOI GORDO kg vivo * minimo:R$ 2,90 médio:R$ 3,22 maximo R$: 3,40
VACA GORDAkg vivo * minimo:R$ 2,60 médio R$: 2,85 máximoR$ 3,01
FONTE: EMATER- RS
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Mercado segue firme e indicador é cotado a R$ 106,74
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 104,42/@ com variação positiva de R$ 0,07. O indicador a prazo registrou alta de R$ 0,44, sendo cotado a R$ 106,74/@.
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 17/02/11

FONTE: BEEFPOINT
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 17/02/11
FONTE: BEEFPOINT
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Pequena oferta de boi gordo pressiona mercado para cima
Oferta pequena de animais terminados em quase todo o país.
O efeito da safra ainda não apareceu.
Isso tem pressionado os preços da arroba do boi gordo, embora poucas alterações tenham ocorrido nos últimos dias.
Em São Paulo, por exemplo, os preços sofreram reajuste de R$0,50/@ durante a semana, com grande dificuldade nas compras, e hoje os preços estão em R$103,00/@, à prazo livre de funrural.
O que tem segurado um pouco o mercado paulista é a pressão de compra sobre estados vizinhos, principalmente Mato Grosso do Sul, onde se encontram animais terminados com maior facilidade.
A arroba sul mato-grossense, cotada em R$96,00, à vista, já é negociada com maior frequência a R$97,00, à vista e R$98,00/@ a prazo, ambos livres de funrural.
O “freio” para altas mais expressivas para a arroba do boi gordo é a venda de carne lenta.
A tendência é que esse cenário se agrave nos próximos dias, já que a partir da segunda quinzena do mês a demanda normalmente cai.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
O efeito da safra ainda não apareceu.
Isso tem pressionado os preços da arroba do boi gordo, embora poucas alterações tenham ocorrido nos últimos dias.
Em São Paulo, por exemplo, os preços sofreram reajuste de R$0,50/@ durante a semana, com grande dificuldade nas compras, e hoje os preços estão em R$103,00/@, à prazo livre de funrural.
O que tem segurado um pouco o mercado paulista é a pressão de compra sobre estados vizinhos, principalmente Mato Grosso do Sul, onde se encontram animais terminados com maior facilidade.
A arroba sul mato-grossense, cotada em R$96,00, à vista, já é negociada com maior frequência a R$97,00, à vista e R$98,00/@ a prazo, ambos livres de funrural.
O “freio” para altas mais expressivas para a arroba do boi gordo é a venda de carne lenta.
A tendência é que esse cenário se agrave nos próximos dias, já que a partir da segunda quinzena do mês a demanda normalmente cai.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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A picanha está cara? Troque pelo bacalhau
Pedaços nobres de carne bovina estão disputando a preferência dos consumidores com alguns pescados mais refinados
O churrasco está caminhando para o hall das carnes nobres. Com o preço em alta, a carne bovina disputa mercado com pratos mais refinados. Um bom pedaço de picanha pode custar mais do que pescados como salmão e o bacalhau.
Após a disparada nos preços da carne bovina em 2010, os valores se estabilizaram neste início de ano. No ano passado, a seca nas regiões produtoras e o consumo aquecido para as festas foram apontados como justificativas para o reajuste. Agora, segundo o presidente da Associação Catarinense de Supermercados (Acats), Adriano Manoel dos Santos, os preços e a demanda se estabilizaram.
Ontem, em pesquisa em seis supermercados da Grande Florianópolis – Angeloni, Bistek, Comper, Giassi, Hippo e Imperatriz, a reportagem do Diário Catarinense confirmou a concorrência acirrada do corte da picanha com os pescados nobres (veja preços acima). O quilo mais caro do bacalhau é vendido por R$ 59,98, apenas R$ 2,83 a mais do que o preço mais alto da picanha (R$ 57,15). Em alguns estabelecimentos, a picanha chega a ultrapassar o preço dos pescados nobres.
Zefiro Giassi, dono da rede de supermercados Giassi, diz que é comum que o preço da picanha ultrapasse o dos peixes nobres em dezembro. Mas ele afirma que o corte nunca esteve tão caro como no ano passado. No fim de 2010, segundo ele, a picanha custava R$ 40, em média, nos supermercados. Agora, o preço começa a cair em relação a dezembro, porque a procura pela carne está diminuindo muito em função do custo elevado.
O empresário Beto Barreiros, dono restaurante Box 32, lembra que o bacalhau, além de mais barato do que a picanha em alguns mercados, tem um rendimento maior do que a carne bovina. E o salmão é, ainda, uma opção mais saudável, defende.
– O brasileiro é muito carnívoro, prefere os cortes nobres de carnes vermelhas. Essa mudança nos preços é uma oportunidade para trocar esse foco e descobrir os pescados. Os cortes bovinos de segunda também são uma opção a ser descoberta. Sendo bem preparados, eles ficam macios e saborosos – afirma.
Barreiros reconhece que os preços em alta da carne bovina refletem diretamente no cardápio dos restaurantes. E o cliente nem sempre se mostra compreensível. O presidente da regional da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) em SC, Fábio Queiroz, confirma que o reajuste foi repassado para o consumidor, mas diz que não na mesma proporção que chegou aos restaurantes.
– A carne bovina foi a maior vilã no aumento dos preços dos últimos meses – reclama.
A maior demanda por cortes nobres, diante do ganho do poder de compra do brasileiro, é apontado por Queiroz como um dos fatores que impulsionam os preços para cima.
– Com mais dinheiro, o brasileiro está comendo mais carne. E mais carnes nobres. Mas com os preços em alta, neste verão já percebemos uma procura maior pelos pescados em relação ao ano passado – acrescenta.
FONTE: DIÁRIO CATARINENSE
O churrasco está caminhando para o hall das carnes nobres. Com o preço em alta, a carne bovina disputa mercado com pratos mais refinados. Um bom pedaço de picanha pode custar mais do que pescados como salmão e o bacalhau.
Após a disparada nos preços da carne bovina em 2010, os valores se estabilizaram neste início de ano. No ano passado, a seca nas regiões produtoras e o consumo aquecido para as festas foram apontados como justificativas para o reajuste. Agora, segundo o presidente da Associação Catarinense de Supermercados (Acats), Adriano Manoel dos Santos, os preços e a demanda se estabilizaram.
Ontem, em pesquisa em seis supermercados da Grande Florianópolis – Angeloni, Bistek, Comper, Giassi, Hippo e Imperatriz, a reportagem do Diário Catarinense confirmou a concorrência acirrada do corte da picanha com os pescados nobres (veja preços acima). O quilo mais caro do bacalhau é vendido por R$ 59,98, apenas R$ 2,83 a mais do que o preço mais alto da picanha (R$ 57,15). Em alguns estabelecimentos, a picanha chega a ultrapassar o preço dos pescados nobres.
Zefiro Giassi, dono da rede de supermercados Giassi, diz que é comum que o preço da picanha ultrapasse o dos peixes nobres em dezembro. Mas ele afirma que o corte nunca esteve tão caro como no ano passado. No fim de 2010, segundo ele, a picanha custava R$ 40, em média, nos supermercados. Agora, o preço começa a cair em relação a dezembro, porque a procura pela carne está diminuindo muito em função do custo elevado.
O empresário Beto Barreiros, dono restaurante Box 32, lembra que o bacalhau, além de mais barato do que a picanha em alguns mercados, tem um rendimento maior do que a carne bovina. E o salmão é, ainda, uma opção mais saudável, defende.
– O brasileiro é muito carnívoro, prefere os cortes nobres de carnes vermelhas. Essa mudança nos preços é uma oportunidade para trocar esse foco e descobrir os pescados. Os cortes bovinos de segunda também são uma opção a ser descoberta. Sendo bem preparados, eles ficam macios e saborosos – afirma.
Barreiros reconhece que os preços em alta da carne bovina refletem diretamente no cardápio dos restaurantes. E o cliente nem sempre se mostra compreensível. O presidente da regional da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) em SC, Fábio Queiroz, confirma que o reajuste foi repassado para o consumidor, mas diz que não na mesma proporção que chegou aos restaurantes.
– A carne bovina foi a maior vilã no aumento dos preços dos últimos meses – reclama.
A maior demanda por cortes nobres, diante do ganho do poder de compra do brasileiro, é apontado por Queiroz como um dos fatores que impulsionam os preços para cima.
– Com mais dinheiro, o brasileiro está comendo mais carne. E mais carnes nobres. Mas com os preços em alta, neste verão já percebemos uma procura maior pelos pescados em relação ao ano passado – acrescenta.
FONTE: DIÁRIO CATARINENSE
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Porto do Pecém já pode escoar carne para Rússia
Pecém é credenciado para exportação de carne para a Rússia após inves- timentos na Câmara de Inspeção Animal

A carne brasileira ganha mais um portão de saída para o mercado consumidor da Rússia. O Porto do Pecém recebeu aprovação do Ministério da Agricultura para uso de sua Câmara de Inspeção Animal em apoio às exportações de carne para o mercado russo.
Segundo o diretor comercial da CearáPortos, Mário Lima, foi feito um investimento de R$ 2 milhões para equipar a câmara com piso e pintura especiais, bancada de exame, balanças automáticas, termômetros especiais, instrumento de coleta de amostra e de análise de material.
"A Rússia tem exigências maiores do que os outros países", explica Lima. "A carne, hoje, é exportada obedecendo a padrões nacionais, lacrada, higienizada e vai para contêineres frigoríficos, viajam por via terrestre até o Pecém. Mas o mercado russo exige que a inspeção seja feita antes de embarcar".
"O Pecém conta com linhas de navegação regulares, ou seja, com frequência semanal para norte da Europa com conexão para o leste europeu, particularmente a Rússia", diz Lima.
Ele projeta um crescimento de 50% nas exportação de carne pelo Pecém em 2011.
O Centro-Oeste brasileiro é grande exportador de carne bovina e o Pecém está sendo apontado como a grande via de escoamento da produção. Estima-se em 30.000 toneladas a expectativa de exportação de carnes para o ano de 2011, incluindo os mercados da China, Mediterrâneo e Europa, além da Rússia.
Em 2010, as exportações de carnes pelo porto do Pecém totalizaram 16,8 milhões de quilos, gerando receita de US$ 64 milhões. Pelo Pecém, foram realizadas exportações de carne bovina para 23 países. Israel foi o destino mais utilizado, com quatro milhões de quilos, seguindo-se o Egito com 3,3 milhões, Irã com 2,9 milhões, Argélia com 1,8 e Hong Kong com 985 mil quilos.
O produto é proveniente de vários estados brasileiros, com destaque para Tocantins, que exportou nove milhões de quilos. O Pará contribuiu com seis milhões de quilos e São Paulo com 399 mil.
FONTE: DIARIO DO NORTE
A carne brasileira ganha mais um portão de saída para o mercado consumidor da Rússia. O Porto do Pecém recebeu aprovação do Ministério da Agricultura para uso de sua Câmara de Inspeção Animal em apoio às exportações de carne para o mercado russo.
Segundo o diretor comercial da CearáPortos, Mário Lima, foi feito um investimento de R$ 2 milhões para equipar a câmara com piso e pintura especiais, bancada de exame, balanças automáticas, termômetros especiais, instrumento de coleta de amostra e de análise de material.
"A Rússia tem exigências maiores do que os outros países", explica Lima. "A carne, hoje, é exportada obedecendo a padrões nacionais, lacrada, higienizada e vai para contêineres frigoríficos, viajam por via terrestre até o Pecém. Mas o mercado russo exige que a inspeção seja feita antes de embarcar".
"O Pecém conta com linhas de navegação regulares, ou seja, com frequência semanal para norte da Europa com conexão para o leste europeu, particularmente a Rússia", diz Lima.
Ele projeta um crescimento de 50% nas exportação de carne pelo Pecém em 2011.
O Centro-Oeste brasileiro é grande exportador de carne bovina e o Pecém está sendo apontado como a grande via de escoamento da produção. Estima-se em 30.000 toneladas a expectativa de exportação de carnes para o ano de 2011, incluindo os mercados da China, Mediterrâneo e Europa, além da Rússia.
Em 2010, as exportações de carnes pelo porto do Pecém totalizaram 16,8 milhões de quilos, gerando receita de US$ 64 milhões. Pelo Pecém, foram realizadas exportações de carne bovina para 23 países. Israel foi o destino mais utilizado, com quatro milhões de quilos, seguindo-se o Egito com 3,3 milhões, Irã com 2,9 milhões, Argélia com 1,8 e Hong Kong com 985 mil quilos.
O produto é proveniente de vários estados brasileiros, com destaque para Tocantins, que exportou nove milhões de quilos. O Pará contribuiu com seis milhões de quilos e São Paulo com 399 mil.
FONTE: DIARIO DO NORTE
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
17:42
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