Os criadores de gado de raças europeias da região da Campanha, membros do Programa Carne do Pampa, comemoraram, ontem, o atendimento de suas duas principais reivindicações pelos dirigentes do projeto. Reunidos em Bagé, os técnicos aceitaram a inclusão de animais sintéticos – braford e brangus – e também a suplementação alimentar a campo. Ambas as medidas deverão eliminar o principal problema do programa, que era a falta de animais para abate – antes só eram aceitos animais hereford e angus - e, assim, haverá maior oferta desta carne de qualidade, inclusive com possibilidade de exportar, segundo o criador Valter José Pötter, de Dom Pedrito. Também foi eleito o presidente do grupo, José Carlos Paiva Severo, criador em Lavras do Sul, e assinado convênio com o frigorífico Marfrig, para abater o gado e também buscar o mercado externo para a carne verde do Pampa gaúcho.
FONTE: JORNAL DO COMÉRCIO
terça-feira, 13 de julho de 2010
Carne do Pampa gaúcho
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EUA vetam exportações de carne do Brasil
Governo queria liberar vendas, mas americanos querem aguardar plano de controle sanitário
As exportações de carne bovina processada para os Estados Unidos continuam suspensas. As autoridades sanitárias americanas frustraram as expectativas do governo brasileiro e não concordaram em liberar os embarques provenientes de alguns frigoríficos.
Na semana passada, o Ministério da Agricultura divulgou que entre quatro e seis plantas seriam autorizadas a retomar os embarques a partir de ontem. Fontes próximas às negociações disseram que os EUA preferiram aguardar que o plano de ação proposto pelo Brasil esteja funcionando, o que ainda pode demorar algumas semanas.
As exportações de carne bovina processada para os EUA estão suspensas desde o fim de maio, depois que as autoridades sanitárias americanas encontraram vestígios acima do permitido de Ivermectina, um vermífugo usado na criação de bovinos.
Uma missão técnica brasileira esteve em Washington na quinta-feira e sexta-feira da semana passada, mas não teve sucesso em liberar os embarques. Foi a terceira missão que visitou o país com esse objetivo.
A recusa dos americanos causou estranheza porque o Brasil suspendeu voluntariamente as exportações. Em teoria, bastaria o governo brasileiro voltar a autorizar os embarques. Mas, na prática, os americanos precisam concordar para evitar que os EUA vetem a entrada de carne brasileira.
O secretário de Defesa Agropecuária, Francisco Jardim, e o diretor do Departamento de Defesa Animal (Dipoa), Nelmon Oliveira, estão em Bruxelas e não responderam às ligações do Estado. A assessoria do ministério não quis comentar o assunto ontem e informou que fará hoje uma conferência de imprensa.
Empresas. Os frigoríficos Marfrig e Minerva estão pressionando o governo a liberar parcialmente as exportações para os EUA. As empresas dizem que não podem "pagar pelos erros do concorrente". Por enquanto, só foi detectada presença de vermífugo acima do limite em produtos do JBS.
A Associação Brasileira dos Exportadores de Carne Bovina (Abiec), que representa o Marfrig e a Minerva, não quis se pronunciar, porque não foi informada oficialmente sobre o assunto.
Existe uma discordância pública entre as empresas e o governo sobre a origem do problema. Na semana passada, o diretor do Dipoa, Nelmon Oliveira, responsabilizou os pecuaristas. Em entrevista ao Estado, ele disse que os pecuaristas não estão respeitando o prazo de carência do medicamento antes de enviar o animal para o abate.
Na visão do governo e do JBS, o problema é "sistêmico", já que os pecuaristas vendem seus animais para diferentes frigoríficos. Para os concorrentes, o problema está no sistema de produção do JBS.
PARA LEMBRAR
As exportações de carne para os EUA estão suspensas desde o fim de maio, depois que foi detectada a presença acima do permitido de Ivermectina, vermífugo usado na criação de bovinos. Antes da suspensão, 10 plantas estavam autorizadas a vender para os EUA diretamente e 11 tinham autorização para fornecer matéria-prima.
FONTE: ESTADÃO
As exportações de carne bovina processada para os Estados Unidos continuam suspensas. As autoridades sanitárias americanas frustraram as expectativas do governo brasileiro e não concordaram em liberar os embarques provenientes de alguns frigoríficos.
Na semana passada, o Ministério da Agricultura divulgou que entre quatro e seis plantas seriam autorizadas a retomar os embarques a partir de ontem. Fontes próximas às negociações disseram que os EUA preferiram aguardar que o plano de ação proposto pelo Brasil esteja funcionando, o que ainda pode demorar algumas semanas.
As exportações de carne bovina processada para os EUA estão suspensas desde o fim de maio, depois que as autoridades sanitárias americanas encontraram vestígios acima do permitido de Ivermectina, um vermífugo usado na criação de bovinos.
Uma missão técnica brasileira esteve em Washington na quinta-feira e sexta-feira da semana passada, mas não teve sucesso em liberar os embarques. Foi a terceira missão que visitou o país com esse objetivo.
A recusa dos americanos causou estranheza porque o Brasil suspendeu voluntariamente as exportações. Em teoria, bastaria o governo brasileiro voltar a autorizar os embarques. Mas, na prática, os americanos precisam concordar para evitar que os EUA vetem a entrada de carne brasileira.
O secretário de Defesa Agropecuária, Francisco Jardim, e o diretor do Departamento de Defesa Animal (Dipoa), Nelmon Oliveira, estão em Bruxelas e não responderam às ligações do Estado. A assessoria do ministério não quis comentar o assunto ontem e informou que fará hoje uma conferência de imprensa.
Empresas. Os frigoríficos Marfrig e Minerva estão pressionando o governo a liberar parcialmente as exportações para os EUA. As empresas dizem que não podem "pagar pelos erros do concorrente". Por enquanto, só foi detectada presença de vermífugo acima do limite em produtos do JBS.
A Associação Brasileira dos Exportadores de Carne Bovina (Abiec), que representa o Marfrig e a Minerva, não quis se pronunciar, porque não foi informada oficialmente sobre o assunto.
Existe uma discordância pública entre as empresas e o governo sobre a origem do problema. Na semana passada, o diretor do Dipoa, Nelmon Oliveira, responsabilizou os pecuaristas. Em entrevista ao Estado, ele disse que os pecuaristas não estão respeitando o prazo de carência do medicamento antes de enviar o animal para o abate.
Na visão do governo e do JBS, o problema é "sistêmico", já que os pecuaristas vendem seus animais para diferentes frigoríficos. Para os concorrentes, o problema está no sistema de produção do JBS.
PARA LEMBRAR
As exportações de carne para os EUA estão suspensas desde o fim de maio, depois que foi detectada a presença acima do permitido de Ivermectina, vermífugo usado na criação de bovinos. Antes da suspensão, 10 plantas estavam autorizadas a vender para os EUA diretamente e 11 tinham autorização para fornecer matéria-prima.
FONTE: ESTADÃO
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Exportações
As exportações brasileiras de carne aumentaram 10,7% no mês de junho, segundo o ministério da Agricultura. Foram carnes bovina, suína e de aves. Ontem, em reuniões com autoridades da Comunidade Econômica Europeia, o ministro Wagner Rossi obteve a promessa de que a CEE vai voltar a importar carne brasileira. No ano passado, houve uma retração de 85% nas exportações de carne bovina brasileira.
FONTE: JORNAL DO COMÉRCIO
FONTE: JORNAL DO COMÉRCIO
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Seminário destaca pastos e pastagens
As novas oportunidades do agronegócio e o desenvolvimento acadêmico sobre a criação de gado são a base do 18 Seminário Pastos, Pastagens e Suplementos. O evento que será quinta e sexta-feira, no Parque Juventino Corrêa de Moura, em Dom Pedrito/RS, é promovido pelo sindicato rural e pela Unipampa. Segundo o coordenador do Seminário, César Gomes, a intenção é receber mais de 500 pessoas por dia, a exemplo de anos anteriores.
Fonte: Correio do Povo
Fonte: Correio do Povo
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Inmet prevê neve no Sul do País
A massa de ar frio que atua sobre a região Sul do Brasil no início da semana pode provocar queda de neve na manhã desta terça-feira (13) em áreas isoladas da Serra Nordeste do Rio Grande do Sul e no Planalto Sul de Santa Catarina. Também pode ocorrer declínio acentuado de temperatura do ar no centro, sul e sudoeste de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo, além de formação de geada em áreas isoladas no centro, sul e oeste do Rio Grande do Sul.
O dia fica encoberto a nublado com pancadas de chuva em Roraima, oeste e norte do Amazonas, nordeste do Pará, Amapá, Acre e Rondônia. O sol aparece entre nuvens com névoa seca em Tocantins. No Nordeste do País, o tempo será nublado a parcialmente nublado com chuva esparsa na região Cacaueira, chapada, planalto e nordeste da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, com de possibilidade de chuva no Rio Grande do Norte e Ceará.
FONTE: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
O dia fica encoberto a nublado com pancadas de chuva em Roraima, oeste e norte do Amazonas, nordeste do Pará, Amapá, Acre e Rondônia. O sol aparece entre nuvens com névoa seca em Tocantins. No Nordeste do País, o tempo será nublado a parcialmente nublado com chuva esparsa na região Cacaueira, chapada, planalto e nordeste da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, com de possibilidade de chuva no Rio Grande do Norte e Ceará.
FONTE: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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Congresso discute fabricação de medicamentos genéricos veterinários
Proposta agrada aos produtores rurais, que apostam na redução dos custos
A fabricação de medicamentos genéricos veterinários está sendo discutida no Congresso Nacional. A proposta agrada aos produtores rurais, que apostam na redução dos custos. Porém, se não houver um controle rigoroso, os veterinários alertam que as falsificações de remédios podem aumentar.
O produtor rural Ademir Cenci segue à risca as recomendações do veterinário: além das vacinas obrigatórias, aplica os vermífugos e outros medicamentos que garantem a saúde do rebanho. No ano passado, gastou mais de R$ 25 mil em remédios para as três mil cabeças de gado. A despesa seria menor, se houvesse produtos similares no mercado.
— A gente crê que poderia economizar algo em torno de 25% a 30% por ano. Seria de grande valia, dado que a cadeia produtiva da carne tem, a cada ano, sua margem de lucro cada vez mais reduzida — explica Cenci.
Desde 2005, o Congresso Nacional discute a possibilidade dos laboratórios nacionais e estrangeiros fabricarem aqui no Brasil os medicamentos genéricos veterinários. No entanto, a proposta que já passou pela Câmara, desde novembro está parada no Senado. Recentemente, alguns parlamentares pediram urgência na aprovação da matéria.
Para a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o ano eleitoral atrapalhou a votação da lei.
— O ano eleitoral torna um pouco mais lento o processo legislativo, na medida em que há sessões mais esparsas e há um acúmulo de Projetos de Lei nesse período — diz a assessora técnica da CNA, Rosemeire dos Santos.
A medida deve beneficiar principalmente os pequenos criadores.
— A gente tem casos aqui no Hospital Veterinário da UnB em que o tratamento é mais caro do que o preço do animal. Então, isso desestimula muito o produtor a tratar — defende o professor do curso de Veterinária da UnB, José Renato Borges.
Porém, a Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária defende também o reforço na fiscalização, para evitar que produtos adulterados sejam vendidos, sem controle, em farmácias agropecuárias.
— O Ministério da Agricultura tem um quadro de fiscais ainda pequeno para atender a essa nova demanda. Hoje já não é tão suficiente para atender o mercado atual e, com os genéricos, vai precisar de uma fiscalização maior, porque o número de empresas que vão produzir os genéricos é muito maior do que as empresas de patentes — avalia o presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária, Josélio Moura.
FONTE: CANAL RURAL
A fabricação de medicamentos genéricos veterinários está sendo discutida no Congresso Nacional. A proposta agrada aos produtores rurais, que apostam na redução dos custos. Porém, se não houver um controle rigoroso, os veterinários alertam que as falsificações de remédios podem aumentar.
O produtor rural Ademir Cenci segue à risca as recomendações do veterinário: além das vacinas obrigatórias, aplica os vermífugos e outros medicamentos que garantem a saúde do rebanho. No ano passado, gastou mais de R$ 25 mil em remédios para as três mil cabeças de gado. A despesa seria menor, se houvesse produtos similares no mercado.
— A gente crê que poderia economizar algo em torno de 25% a 30% por ano. Seria de grande valia, dado que a cadeia produtiva da carne tem, a cada ano, sua margem de lucro cada vez mais reduzida — explica Cenci.
Desde 2005, o Congresso Nacional discute a possibilidade dos laboratórios nacionais e estrangeiros fabricarem aqui no Brasil os medicamentos genéricos veterinários. No entanto, a proposta que já passou pela Câmara, desde novembro está parada no Senado. Recentemente, alguns parlamentares pediram urgência na aprovação da matéria.
Para a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o ano eleitoral atrapalhou a votação da lei.
— O ano eleitoral torna um pouco mais lento o processo legislativo, na medida em que há sessões mais esparsas e há um acúmulo de Projetos de Lei nesse período — diz a assessora técnica da CNA, Rosemeire dos Santos.
A medida deve beneficiar principalmente os pequenos criadores.
— A gente tem casos aqui no Hospital Veterinário da UnB em que o tratamento é mais caro do que o preço do animal. Então, isso desestimula muito o produtor a tratar — defende o professor do curso de Veterinária da UnB, José Renato Borges.
Porém, a Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária defende também o reforço na fiscalização, para evitar que produtos adulterados sejam vendidos, sem controle, em farmácias agropecuárias.
— O Ministério da Agricultura tem um quadro de fiscais ainda pequeno para atender a essa nova demanda. Hoje já não é tão suficiente para atender o mercado atual e, com os genéricos, vai precisar de uma fiscalização maior, porque o número de empresas que vão produzir os genéricos é muito maior do que as empresas de patentes — avalia o presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária, Josélio Moura.
FONTE: CANAL RURAL
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segunda-feira, 12 de julho de 2010
ATENÇÃO: ESTAMOS COMPRANDO TERNEIROS
- EUROPEUS

- PESO MÉDIO 160 A 180 KG
- MACHOS
- DE PREFERÊNCIA CASTRADOS

TRATAR COM LUND PELOS TELEFONES 8111.3550 OU 9994.1513
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Análise de mercado do boi gordo
Início de semana com poucos negócios.
O mercado do boi gordo segue firme, com oferta enxuta na maioria das praças. Em São Paulo os negócios ocorrem entre R$83,00/@ e R$84,00/@, a prazo, livre de imposto.
O preço à vista está entre R$81,00/@ e R$82,00/@, livre de imposto. Existem negócios em preços maiores, negociados em prazos intermediários (entre 10 e 15 dias).
As escalas atendem entre 3 e 4 dias. A ligeira melhora nas programações, comparando às da semana passada, fez surgirem tentativas de recuo nos preços. Nos valores menores os negócios travam.
A maior parte dos animais é trazida das praças vizinhas. No Mato Grosso do Sul os frigoríficos têm pago R$78,00/@, à vista e R$79,00/@, a prazo, livre de imposto.
A oferta enxuta valorizou as fêmeas na região de Três Lagoas, onde os negócios ocorrem por R$75,00/@, a prazo, livre de imposto. Com oferta de bois enxuta, a demanda por fêmeas aumenta.
No Sul de Minas os frigoríficos aumentaram as ofertas para conseguirem comprar animais. Hoje o boi gordo está cotado em R$77,00/@, a prazo, livre de imposto.
No mercado atacadista com osso os preços estão estáveis. Houve melhora na demanda por dianteiros.
Clique aqui e veja as cotações do boi.
Fonte: Scot Consultoria
O mercado do boi gordo segue firme, com oferta enxuta na maioria das praças. Em São Paulo os negócios ocorrem entre R$83,00/@ e R$84,00/@, a prazo, livre de imposto.
O preço à vista está entre R$81,00/@ e R$82,00/@, livre de imposto. Existem negócios em preços maiores, negociados em prazos intermediários (entre 10 e 15 dias).
As escalas atendem entre 3 e 4 dias. A ligeira melhora nas programações, comparando às da semana passada, fez surgirem tentativas de recuo nos preços. Nos valores menores os negócios travam.
A maior parte dos animais é trazida das praças vizinhas. No Mato Grosso do Sul os frigoríficos têm pago R$78,00/@, à vista e R$79,00/@, a prazo, livre de imposto.
A oferta enxuta valorizou as fêmeas na região de Três Lagoas, onde os negócios ocorrem por R$75,00/@, a prazo, livre de imposto. Com oferta de bois enxuta, a demanda por fêmeas aumenta.
No Sul de Minas os frigoríficos aumentaram as ofertas para conseguirem comprar animais. Hoje o boi gordo está cotado em R$77,00/@, a prazo, livre de imposto.
No mercado atacadista com osso os preços estão estáveis. Houve melhora na demanda por dianteiros.
Clique aqui e veja as cotações do boi.
Fonte: Scot Consultoria
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Rússia avalia importar gado em pé do RS
Ministério da Agricultura vai entrar em contato com associações de raça para apreciar oferta
A estratégia do Brasil de colocar encarregados de negócios agrícolas nas embaixadas pode em breve causar o primeiro impacto na pecuária do Rio Grande do Sul. O superintendente do Ministério da Agricultura no Estado, Francisco Signor, recebeu a informação do adido agrícola Reinaldo Junqueira, instalado há menos de dois meses em Moscou, de que a Rússia quer importar gado em pé.
A intenção dos russos seria adquirir animais jovens para abate no destino.
– Eles querem animais de raças europeias, que podem suportar o inverno deles. Seria para logo e em grandes volumes. Um navio leva de 10 mil a 15 mil animais. Isso é um atestado de sanidade do nosso rebanho – diz Signor.
Segundo o superintendente, o próximo passo será entrar em contato com as associações de raça no Estado para confirmar a existência de oferta e viabilizar a operação. Seria um negócio semelhante às exportações que ocorrem hoje para países do Oriente Médio, uma alternativa contestada pelos frigoríficos. A indústria alega que a exportação diminui o abate no RS, deixa de gerar empregos e de agregar valor na cadeia.
O presidente da Associação Brasileira de Angus, Joaquim Mello, considera positivo o interesse russo por ser uma notícia que deve ter reflexos nos preços pagos aos pecuaristas.
– Vejo isso com bons olhos. Sempre que entra alguém novo comprando, mexe com o mercado – afirma Mello, lembrando que o início da exportação de animais em pé para o Oriente Médio, em 2005, ajudou a enxugar a oferta no Estado.
FONTE: Zero Hora
A estratégia do Brasil de colocar encarregados de negócios agrícolas nas embaixadas pode em breve causar o primeiro impacto na pecuária do Rio Grande do Sul. O superintendente do Ministério da Agricultura no Estado, Francisco Signor, recebeu a informação do adido agrícola Reinaldo Junqueira, instalado há menos de dois meses em Moscou, de que a Rússia quer importar gado em pé.
A intenção dos russos seria adquirir animais jovens para abate no destino.
– Eles querem animais de raças europeias, que podem suportar o inverno deles. Seria para logo e em grandes volumes. Um navio leva de 10 mil a 15 mil animais. Isso é um atestado de sanidade do nosso rebanho – diz Signor.
Segundo o superintendente, o próximo passo será entrar em contato com as associações de raça no Estado para confirmar a existência de oferta e viabilizar a operação. Seria um negócio semelhante às exportações que ocorrem hoje para países do Oriente Médio, uma alternativa contestada pelos frigoríficos. A indústria alega que a exportação diminui o abate no RS, deixa de gerar empregos e de agregar valor na cadeia.
O presidente da Associação Brasileira de Angus, Joaquim Mello, considera positivo o interesse russo por ser uma notícia que deve ter reflexos nos preços pagos aos pecuaristas.
– Vejo isso com bons olhos. Sempre que entra alguém novo comprando, mexe com o mercado – afirma Mello, lembrando que o início da exportação de animais em pé para o Oriente Médio, em 2005, ajudou a enxugar a oferta no Estado.
FONTE: Zero Hora
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PREÇOS DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO

REGIÃO DE PELOTAS
INFORMAÇÃO MARFRIG
*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 12.07.2010
BOI: R$ 5,70 A R$ 5,80
BOI: R$ 5,70 A R$ 5,80
VACA: R$ 5,30 A R$ 5,40
OBS: *LIVRE DE FUNRURAL
PRAZO: 30 DIAS
Compras só a rendimento.
FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
FONE: 9981.1203 Humberto Costa.
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PREÇOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO*

EM 12.07.2010
REGIÃO DE PELOTAS
.
.
TERNEIROS R$ 2,50 A R$ 2,65
TERNEIRAS R$ 2,20 A R$ 2,40
NOVILHOS R$ 2,40 A R$ 2,50
BOI MAGRO R$ 2,40 A R$ 2,45
VACA DE INVERNAR R$ 1,95 A R$ 2,00
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*GADO PESADO NA FAZENDA
.
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR http://www.lundnegocios.blogspot.com
REGIÃO DE PELOTAS
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TERNEIROS R$ 2,50 A R$ 2,65
TERNEIRAS R$ 2,20 A R$ 2,40
NOVILHOS R$ 2,40 A R$ 2,50
BOI MAGRO R$ 2,40 A R$ 2,45
VACA DE INVERNAR R$ 1,95 A R$ 2,00
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*GADO PESADO NA FAZENDA
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FONTE: PESQUISA REALIZADA POR http://www.lundnegocios.
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PREÇOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO / KG VIVO
FRIGORÍFICOS REGIONAIS
EM 12.07.2010
REGIÃO DE PELOTAS
KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 2,80 A R$ 2,90
VACA GORDA: R$ 2,40 A R$ 2,50
A RENDIMENTO:
BOI GORDO R$ 5,70 A 5,80
VACA GORDA R$ 5,30 A 5,40
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR WWW.LUNDNEGOCIOS.BLOGSPOT.COM
EM 12.07.2010
REGIÃO DE PELOTAS
KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 2,80 A R$ 2,90
VACA GORDA: R$ 2,40 A R$ 2,50
A RENDIMENTO:
BOI GORDO R$ 5,70 A 5,80
VACA GORDA R$ 5,30 A 5,40
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR WWW.LUNDNEGOCIOS.BLOGSPOT.
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Carne Pampa
| PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 12/07/2010 INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 09/07/2010 - PRAÇA RS Ver todas cotações Ver gráfico
| |||||||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||||||
FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD
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COTAÇÃO CORREIO DO POVO
FONTE: CORREIO DO POVO
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Argentina volta a frear permissões de exportações
Na última semana, o secretário de Comércio Interior da Argentina, Guillermo Moreno, voltou a paralisar a entrega de permissões de exportação para cortes frescos de carne bovina não pertencentes à cota Hilton.
Fontes do setor frigorífico exportador indicaram que Moreno tomou a decisão de frear a autorização de embarque ao considerar que as empresas do setor não cumpriram com o compromisso de fornecer ao mercado interno 2.000 toneladas semanais de carne a um preço inferior ao do mercado - da ordem de 10 pesos (US$ 2,54) por quilo de carcaça.
Na semana passada, as empresas que integram o Consórcio de Exportadores de Carnes Argentinas ABC indicaram que não poderão cumprir com o acordo firmado com Moreno por causa de uma greve realizada por técnicos do Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar (Senasa). Porém, Moreno não aceitou essa explicação.
Embora as exportações de cortes bovinos não estejam interrompidas porque continuam sendo despachadas autorizações de embarque obtidas anteriormente à decisão de Moreno, fontes do setor indicaram que, no caso de não se voltar a conceder a permissão nos próximos dias, em breve começará a funcionar o fechamento das exportações de cortes bovinos frescos.
Os empresários esperam resolver esse problema na próxima reunião com Moreno. Os representantes dos frigoríficos exportadores também esperam obter informações sobre a devolução das "garantias de cumprimento" abonadas pelos embarques de cota Hilton no ciclo de 2009/10 e sobre a data da oficialização da distribuição do primeiro adiantamento da cota Hilton correspondente ao período de 2010/11.
Em 09/07/10:
1 Peso Argentino = US$ 0,25410
3,92833 Peso Argentino = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)
A reportagem é do Infocampo, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
Fontes do setor frigorífico exportador indicaram que Moreno tomou a decisão de frear a autorização de embarque ao considerar que as empresas do setor não cumpriram com o compromisso de fornecer ao mercado interno 2.000 toneladas semanais de carne a um preço inferior ao do mercado - da ordem de 10 pesos (US$ 2,54) por quilo de carcaça.
Na semana passada, as empresas que integram o Consórcio de Exportadores de Carnes Argentinas ABC indicaram que não poderão cumprir com o acordo firmado com Moreno por causa de uma greve realizada por técnicos do Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar (Senasa). Porém, Moreno não aceitou essa explicação.
Embora as exportações de cortes bovinos não estejam interrompidas porque continuam sendo despachadas autorizações de embarque obtidas anteriormente à decisão de Moreno, fontes do setor indicaram que, no caso de não se voltar a conceder a permissão nos próximos dias, em breve começará a funcionar o fechamento das exportações de cortes bovinos frescos.
Os empresários esperam resolver esse problema na próxima reunião com Moreno. Os representantes dos frigoríficos exportadores também esperam obter informações sobre a devolução das "garantias de cumprimento" abonadas pelos embarques de cota Hilton no ciclo de 2009/10 e sobre a data da oficialização da distribuição do primeiro adiantamento da cota Hilton correspondente ao período de 2010/11.
Em 09/07/10:
1 Peso Argentino = US$ 0,25410
3,92833 Peso Argentino = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)
A reportagem é do Infocampo, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
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Genética bovina no Paraguai
Integrantes do projeto de promoção de exportações de material genético Brazilian Hereford & Braford participam da Exposição Internacional de Animais do Paraguai. O evento vai até dia 25 na cidade de Mariano Roque Alonso. No estande, as empresas apresentam genética bovina brasileira.
FONTE: Correio do Povo
FONTE: Correio do Povo
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Exportar ganado en pie a Brasil no es negocio
Los últimos negocios se han hecho por vacas a US$ 2,90 y novillos por hasta US$ 3,10
Por Martín Olaverry, especial para Observa
El consignatario Pablo Valdéz, integrante de la firma José A. Valdez y Cia., aseguró Uruguay con respecto a Brasil siempre está un poco por debajo en materia del valor del ganado, pero que los costos de importación y exportación de Brasil no dejan un buen margen para concretar negocios.
“Siempre hay demanda de Brasil pero nosotros superamos el precio al que ellos compran allá y eso no nos permite exportar en pie. La semana pasada ellos estaban subiendo los precios y nosotros ya los habíamos subido”, indicó. No obstante, dijo que sí se han vendido dos barcos para Turquía, un nuevo mercado para la producción local.
Con respecto a la disponibilidad de ganado, señaló que “hay poca oferta y por eso el mercado está muy demandado. Los valores suben todas las semanas y las referencias de precio no son importantes para tener en cuenta porque si hay ganado para vender el productor debe asesorarse, fijar una posición y negociar. Pero precios tarifados no hay y cualquier camión con animales es importante”.
Los últimos negocios se han hecho por vacas a US$ 2,90 y novillos por hasta US$ 3,10.
En cuanto al mercado de reposición dijo que están saliendo camadas de terneros y son bastante demandadas.
FONTE: OBSERVA
Por Martín Olaverry, especial para Observa
El consignatario Pablo Valdéz, integrante de la firma José A. Valdez y Cia., aseguró Uruguay con respecto a Brasil siempre está un poco por debajo en materia del valor del ganado, pero que los costos de importación y exportación de Brasil no dejan un buen margen para concretar negocios.
“Siempre hay demanda de Brasil pero nosotros superamos el precio al que ellos compran allá y eso no nos permite exportar en pie. La semana pasada ellos estaban subiendo los precios y nosotros ya los habíamos subido”, indicó. No obstante, dijo que sí se han vendido dos barcos para Turquía, un nuevo mercado para la producción local.
Con respecto a la disponibilidad de ganado, señaló que “hay poca oferta y por eso el mercado está muy demandado. Los valores suben todas las semanas y las referencias de precio no son importantes para tener en cuenta porque si hay ganado para vender el productor debe asesorarse, fijar una posición y negociar. Pero precios tarifados no hay y cualquier camión con animales es importante”.
Los últimos negocios se han hecho por vacas a US$ 2,90 y novillos por hasta US$ 3,10.
En cuanto al mercado de reposición dijo que están saliendo camadas de terneros y son bastante demandadas.
FONTE: OBSERVA
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Reposição em Santa Catarina
Nas últimas semanas o mercado de reposição em Santa Catarina esteve mais aquecido para o boi magro.
Houve maior volume de negociações com esta categoria e o gado magro já está em engorda, ocupando principalmente as pastagens de inverno.
Os bezerros desmama e sobreano de cruzamento industrial estão cotados em R$490,00 e R$560,00, respectivamente.
Já o boi magro de 11@ está valendo R$870,00 ou R$2,64/kg vivo.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Houve maior volume de negociações com esta categoria e o gado magro já está em engorda, ocupando principalmente as pastagens de inverno.
Os bezerros desmama e sobreano de cruzamento industrial estão cotados em R$490,00 e R$560,00, respectivamente.
Já o boi magro de 11@ está valendo R$870,00 ou R$2,64/kg vivo.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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Após retração em 2009, confinamento bovino deve cair de novo, diz pesquisa
De São Paulo
O confinamento de gado bovino recuou em 2009 e deve voltar a cair este ano, de acordo com levantamento da consultoria Agripoint feito com os 50 maiores confinamentos do Brasil. A Pesquisa Top 50 BeefPoint de Confinamentos mostra que em 2009 esses estabelecimentos engordaram 1.322.764 animais, 17,3% menos do que haviam confinado no ano anterior - 1.599.465 bovinos.
De acordo com a pesquisa, em 2010 a retração deve ser de 4,3%, e o número de animais confinados nos 50 estabelecimentos deve alcançar 1.267.250 bovinos. Considerando apenas os confinamentos que participaram das duas pesquisas, a retração é de 15%, para 1.154.103 animais. A previsão desses confinamentos é reduzir em 5% o número de animais confinados este ano em relação a 2009.
A maior parte dos confinamentos está localizada em São Paulo (28%). Atrás, vem Goiás com 24%, depois Mato Grosso (22%) e Mato Grosso do Sul (14%). Do total de animais, 39% estão em Goiás, 28% em São Paulo e 18% em Mato Grosso.
A pesquisa mostrou que dos 50 estabelecimentos 48% pretende ampliar o número de animais sob engorda intensiva este ano em relação ao que foi confinado em 2009. Uma fatia de 40% prevê diminuir o número de bois confinados e 12% devem manter a quantidade de bois sob esse sistema de engorda.
Entre as razões para manter ou ampliar o número de animais confinados estão, segundo a pesquisa: redução no preço de grãos, terminação de animais próprios, aumento de investimento nesse setor, expectativa de mercado positivo. Os que pretendem reduzir o confinamento ou deixar de confinar apontam como principais razões o alto custo de animais para reposição e expectativas negativas quanto ao preço do boi gordo em relação ao boi magro. Os confinadores alegam, segundo a pesquisa, que "está difícil achar boi".
O levantamento mostrou ainda que aumentou o número de estabelecimentos que fazem parte da lista Traces, por conta do maior interesse dos frigoríficos para exportar à União Europeia e do ágio no preço. Em 2008, 34% dos 50 maiores confinamentos estavam habilitados; no ano passado, eram 76%.(Alda do Amaral Rocha)
FONTE: Valor Econômico
O confinamento de gado bovino recuou em 2009 e deve voltar a cair este ano, de acordo com levantamento da consultoria Agripoint feito com os 50 maiores confinamentos do Brasil. A Pesquisa Top 50 BeefPoint de Confinamentos mostra que em 2009 esses estabelecimentos engordaram 1.322.764 animais, 17,3% menos do que haviam confinado no ano anterior - 1.599.465 bovinos.
De acordo com a pesquisa, em 2010 a retração deve ser de 4,3%, e o número de animais confinados nos 50 estabelecimentos deve alcançar 1.267.250 bovinos. Considerando apenas os confinamentos que participaram das duas pesquisas, a retração é de 15%, para 1.154.103 animais. A previsão desses confinamentos é reduzir em 5% o número de animais confinados este ano em relação a 2009.
A maior parte dos confinamentos está localizada em São Paulo (28%). Atrás, vem Goiás com 24%, depois Mato Grosso (22%) e Mato Grosso do Sul (14%). Do total de animais, 39% estão em Goiás, 28% em São Paulo e 18% em Mato Grosso.
A pesquisa mostrou que dos 50 estabelecimentos 48% pretende ampliar o número de animais sob engorda intensiva este ano em relação ao que foi confinado em 2009. Uma fatia de 40% prevê diminuir o número de bois confinados e 12% devem manter a quantidade de bois sob esse sistema de engorda.
Entre as razões para manter ou ampliar o número de animais confinados estão, segundo a pesquisa: redução no preço de grãos, terminação de animais próprios, aumento de investimento nesse setor, expectativa de mercado positivo. Os que pretendem reduzir o confinamento ou deixar de confinar apontam como principais razões o alto custo de animais para reposição e expectativas negativas quanto ao preço do boi gordo em relação ao boi magro. Os confinadores alegam, segundo a pesquisa, que "está difícil achar boi".
O levantamento mostrou ainda que aumentou o número de estabelecimentos que fazem parte da lista Traces, por conta do maior interesse dos frigoríficos para exportar à União Europeia e do ágio no preço. Em 2008, 34% dos 50 maiores confinamentos estavam habilitados; no ano passado, eram 76%.(Alda do Amaral Rocha)
FONTE: Valor Econômico
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Ocorrências climáticas e tendências para os próximos meses
Previsão de muito frio e chuva nesta semana. Deve nevar na Serra gaucha e Planalto Sul de Santa Catarina. Chance de geada no trigo do Oeste e Norte do Paraná
No decorrer do mês de junho, ocorreu uma diminuição nas precipitações das principais regiões produtoras de grãos do Sul, Sudeste e Centro-oeste do Brasil, em relação à média dos últimos anos. A avaliação é do meteorologista Luiz Renato Lazinski, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Nestas regiões, as precipitações ficaram abaixo da média para a época do ano, apresentando grande irregularidade na sua distribuição, com chuvas concentradas no início de junho. Entretanto, explica, na última metade do mês choveu pouco e, em muitas regiões, não foram registradas precipitações.
As temperaturas se comportaram dentro da média esperada para o mês, apresentando variação abaixo da média para a primeira quinzena e acima na última quinzena. Com o clima mais seco da última metade do mês, também foi possível observar variação nas temperaturas diárias, com amplitude térmica elevada entre as mínimas e as máximas.
Conforme Lazinski, outro parâmetro que chamou a atenção foi a baixa umidade relativa do ar, que atingiu valores abaixo de 20% nas horas mais quentes do dia, na maior parte das regiões citadas. “Estes valores, normalmente ocorrem entre o final de julho e agosto, mas com a diminuição das precipitações, a umidade relativa do ar atingiu valores abaixo da média para a época do ano, contribuindo assim para uma maior evapotranspiração e o aparecimento do déficit hídrico em algumas regiões, como o Sul do Mato Grosso do Sul, onde as lavouras de trigo já começam a sentir os efeitos da falta de umidade no solo”, explica.
As temperaturas superficiais das águas do Oceano Pacífico Equatorial continuam apresentando um acentuado resfriamento no decorrer de junho. Associado a isto, existe o resfriamento das águas superficiais próximas a costa do litoral Sul e Sudeste do Brasil, em relação aos últimos meses (Figura 1). Este resfriamento já deixou uma extensa área do Oceano Pacífico Equatorial, com temperaturas superficiais do oceano abaixo da média, o que caracterizaria a rápida passagem de uma situação de neutralidade climática para um novo episódio de “La Niña”.

Para os próximos meses, os modelos de previsão de longo prazo, continuam mantendo a tendência de continuidade do resfriamento das águas do Oceano Pacífico Equatorial (Figura 2). Com isto, a influência da “La Niña” nos próximos meses deve afetar nosso clima durante o período das safras de inverno e verão. O prognóstico continua sendo de , precipitações abaixo da média para os próximos meses, com distribuição irregular, podendo apresentar períodos de estiagem, mas que não devem comprometer o desenvolvimento das lavouras de inverno, no Cetro-sul do Brasil. Já na Região Centro-oeste, a antecipação do período seco deve aumentar o déficit hídrico. Para o segundo semestre deste ano a tendência é de que as precipitações se tornem mais irregulares, intercalando períodos de muita chuva, com períodos maiores de pouca ou nenhuma precipitação, com possibilidade de períodos de estiagem mais prolongados no período de final de ano.

As temperaturas continuaram apresentando grandes variações, intercalando períodos mais quentes, com entradas de massas de ar frio de forte intensidade, que devem provocar mudanças bruscas nas temperaturas, com quedas acentuadas. Os extremos devem se acentuar. Possibilidade de frio tardio.
No cenário agrícola, os riscos são maiores para a safra 2010/2011, frente aos prognósticos que estão sendo estabelecidos (junho e julho). O alerta é do coordenador da área de grãos da Emater do Paraná, Nelson Harger.
Neste momento de planejamento da próxima safra e frente a estes riscos, o especialista chama a atenção para a importância de se estabelecer estratégias visando à redução dos custos de produção. De acordo com Harger, uma boa estratégia é a racionalização do uso de fertilizantes químicos. A redução ou mesmo a supressão das adubações, podem ser feitas nas diversas culturas através de informações de interpretações dos resultados das análises de solos.
Além disto, existe a possibilidade de diminuição da pressão sobre as doenças na safra de verão em função da volta do fenômeno climático da "La Niña, semelhante ao observado na cultura do trigo.
A maior preocupação, porém, fica com o prognóstico da redução mais acentuada das chuvas no final do ano e as consequências sobre as culturas, principalmente nas regiões oeste e sudoeste do Paraná.
*Colaborou José Luis da Silva Nunes
No decorrer do mês de junho, ocorreu uma diminuição nas precipitações das principais regiões produtoras de grãos do Sul, Sudeste e Centro-oeste do Brasil, em relação à média dos últimos anos. A avaliação é do meteorologista Luiz Renato Lazinski, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Nestas regiões, as precipitações ficaram abaixo da média para a época do ano, apresentando grande irregularidade na sua distribuição, com chuvas concentradas no início de junho. Entretanto, explica, na última metade do mês choveu pouco e, em muitas regiões, não foram registradas precipitações.
As temperaturas se comportaram dentro da média esperada para o mês, apresentando variação abaixo da média para a primeira quinzena e acima na última quinzena. Com o clima mais seco da última metade do mês, também foi possível observar variação nas temperaturas diárias, com amplitude térmica elevada entre as mínimas e as máximas.
Conforme Lazinski, outro parâmetro que chamou a atenção foi a baixa umidade relativa do ar, que atingiu valores abaixo de 20% nas horas mais quentes do dia, na maior parte das regiões citadas. “Estes valores, normalmente ocorrem entre o final de julho e agosto, mas com a diminuição das precipitações, a umidade relativa do ar atingiu valores abaixo da média para a época do ano, contribuindo assim para uma maior evapotranspiração e o aparecimento do déficit hídrico em algumas regiões, como o Sul do Mato Grosso do Sul, onde as lavouras de trigo já começam a sentir os efeitos da falta de umidade no solo”, explica.
As temperaturas superficiais das águas do Oceano Pacífico Equatorial continuam apresentando um acentuado resfriamento no decorrer de junho. Associado a isto, existe o resfriamento das águas superficiais próximas a costa do litoral Sul e Sudeste do Brasil, em relação aos últimos meses (Figura 1). Este resfriamento já deixou uma extensa área do Oceano Pacífico Equatorial, com temperaturas superficiais do oceano abaixo da média, o que caracterizaria a rápida passagem de uma situação de neutralidade climática para um novo episódio de “La Niña”.
Para os próximos meses, os modelos de previsão de longo prazo, continuam mantendo a tendência de continuidade do resfriamento das águas do Oceano Pacífico Equatorial (Figura 2). Com isto, a influência da “La Niña” nos próximos meses deve afetar nosso clima durante o período das safras de inverno e verão. O prognóstico continua sendo de , precipitações abaixo da média para os próximos meses, com distribuição irregular, podendo apresentar períodos de estiagem, mas que não devem comprometer o desenvolvimento das lavouras de inverno, no Cetro-sul do Brasil. Já na Região Centro-oeste, a antecipação do período seco deve aumentar o déficit hídrico. Para o segundo semestre deste ano a tendência é de que as precipitações se tornem mais irregulares, intercalando períodos de muita chuva, com períodos maiores de pouca ou nenhuma precipitação, com possibilidade de períodos de estiagem mais prolongados no período de final de ano.
As temperaturas continuaram apresentando grandes variações, intercalando períodos mais quentes, com entradas de massas de ar frio de forte intensidade, que devem provocar mudanças bruscas nas temperaturas, com quedas acentuadas. Os extremos devem se acentuar. Possibilidade de frio tardio.
No cenário agrícola, os riscos são maiores para a safra 2010/2011, frente aos prognósticos que estão sendo estabelecidos (junho e julho). O alerta é do coordenador da área de grãos da Emater do Paraná, Nelson Harger.
Neste momento de planejamento da próxima safra e frente a estes riscos, o especialista chama a atenção para a importância de se estabelecer estratégias visando à redução dos custos de produção. De acordo com Harger, uma boa estratégia é a racionalização do uso de fertilizantes químicos. A redução ou mesmo a supressão das adubações, podem ser feitas nas diversas culturas através de informações de interpretações dos resultados das análises de solos.
Além disto, existe a possibilidade de diminuição da pressão sobre as doenças na safra de verão em função da volta do fenômeno climático da "La Niña, semelhante ao observado na cultura do trigo.
A maior preocupação, porém, fica com o prognóstico da redução mais acentuada das chuvas no final do ano e as consequências sobre as culturas, principalmente nas regiões oeste e sudoeste do Paraná.
*Colaborou José Luis da Silva Nunes
FONTE : Agrolink
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Especialista alerta para semana de muito frio no Sul do país
O frio intenso deverá estar atuando até o final da semana
Nesta segunda-feira (12), uma frente fria de intensidade forte deverá promover chuva, trovoadas, com risco de granizo e vento forte, em alguns momentos, em todo o estado do Rio Grande do Sul.
Segundo Homero Haymussi, climatologista do Portal Agrolink, em algumas regiões a chuva poderá ser de forte intensidade. “No período da tarde esta frente fria já deverá estar em Santa Catarina e no Paraná, onde também deverá ocorrer chuva forte em algumas regiões, acompanhada de trovoadas, risco de granizo e vento forte em alguns momentos”.
“As baixas temperaturas são benéficas para os cereais de inverno, pois estes necessitam de frio para a indução floral e formação das espigas”, explica o Engenheiro Agrônomo responsável pela área técnica do Portal Agrolink, Dr. em Fitotecnia, José Luis da Silva Nunes.
Logo após a passagem desta frente fria, uma massa de ar polar aproxima-se do Brasil. “Essa massa de ar polar provocará uma extrema onda de frio, será muito intensa e poderá deixar marcas históricas na meteorologia”, alerta o climatologista. Os valores de pressão atmosférica são muito altos e sugerem isso. O sul do Rio Grande do Sul deverá sentir o frio no decorrer desta segunda-feira e restante do Estado na parte da noite. Nos demais estados da região sul, o frio chegará já na terça-feira a noite e assim sucessivamente nas regiões sudeste e centro-oeste.
Segundo Haymussi, a geada deverá ocupar vastas regiões dos estados citados acima, principalmente as regiões que fazem fronteira com a Argentina, Paraguai e Bolívia.
“Devido a extrema intensidade do avanço desse ar polar, não deverá ser muito difícil de acontecer neve nas serras catarinense e gaúcha e nas regiões mais altas desses estados e do Paraná. O frio intenso a princípio deverá estar atuando até o final da semana, não se descartando a possibilidade de um reforço de frio com mais uma massa de ar polar no final desta semana”.
FONTE: Agrolink
Nesta segunda-feira (12), uma frente fria de intensidade forte deverá promover chuva, trovoadas, com risco de granizo e vento forte, em alguns momentos, em todo o estado do Rio Grande do Sul.
Segundo Homero Haymussi, climatologista do Portal Agrolink, em algumas regiões a chuva poderá ser de forte intensidade. “No período da tarde esta frente fria já deverá estar em Santa Catarina e no Paraná, onde também deverá ocorrer chuva forte em algumas regiões, acompanhada de trovoadas, risco de granizo e vento forte em alguns momentos”.
“As baixas temperaturas são benéficas para os cereais de inverno, pois estes necessitam de frio para a indução floral e formação das espigas”, explica o Engenheiro Agrônomo responsável pela área técnica do Portal Agrolink, Dr. em Fitotecnia, José Luis da Silva Nunes.
Logo após a passagem desta frente fria, uma massa de ar polar aproxima-se do Brasil. “Essa massa de ar polar provocará uma extrema onda de frio, será muito intensa e poderá deixar marcas históricas na meteorologia”, alerta o climatologista. Os valores de pressão atmosférica são muito altos e sugerem isso. O sul do Rio Grande do Sul deverá sentir o frio no decorrer desta segunda-feira e restante do Estado na parte da noite. Nos demais estados da região sul, o frio chegará já na terça-feira a noite e assim sucessivamente nas regiões sudeste e centro-oeste.
Segundo Haymussi, a geada deverá ocupar vastas regiões dos estados citados acima, principalmente as regiões que fazem fronteira com a Argentina, Paraguai e Bolívia.
“Devido a extrema intensidade do avanço desse ar polar, não deverá ser muito difícil de acontecer neve nas serras catarinense e gaúcha e nas regiões mais altas desses estados e do Paraná. O frio intenso a princípio deverá estar atuando até o final da semana, não se descartando a possibilidade de um reforço de frio com mais uma massa de ar polar no final desta semana”.
FONTE: Agrolink
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Europa avalia normas para venda de carnes
A União Europeia (UE) vai estudar o pedido apresentado nesta segunda-feira (12/7) pelo governo brasileiro para ampliar a exportação de carnes para o bloco. O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Wagner Rossi, esteve nesta manhã, com o comissário de Saúde e Defesa do Consumidor, John Dalli, para avaliar medidas que permitam a retomada da venda de carne brasileira para o mercado europeu, em níveis anteriores a 2008.
No ano passado, houve uma retração de 85% nas exportações de carne bovina brasileira. Wagner Rossi também confirmou a entrega de relatório técnico em cumprimento às exigências europeias para permitir a importação de carne suína pela UE. Uma reunião de técnicos do Ministério da Agricultura e da Comissão de Saúde e Defesa do Consumidor da UE tratou do tema, após o encontro das autoridades.
O comissário ressaltou que o Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo, ocupando papel de destaque no mercado mundial de carne bovina e a Europa é o destino de boa parte dessa produção. Ele reiterou que a questão da segurança de alimentos não é traçada pelas autoridades apenas para produtos estrangeiros, mas também europeus.
Rossi ouviu de Dalli que a União Europeia está aberta a estudar, com cautela, a demanda brasileira sobre a rastreabilidade animal. O ministro pediu às autoridades européias permissão para o Brasil indicar as fazendas credenciadas a exportar carne para aquele mercado.
Em contrapartida, Dalli sugeriu atenção especial às missões de inspeção. Rossi afirmou que as autoridades brasileiras estão dispostas a dar todo o apoio logístico e operacional para os fiscais europeus. Outro tema da reunião foi o mecanismo de consulta em temas sanitários e fitossanitários. O ministro ratificou a importância que o governo brasileiro dispensa a essa medida.
O comissário foi convidado por Rossi a vir ao Brasil para conhecer pessoalmente a pecuária nacional. O comissário sinalizou o seu interesse e uma visita ao Brasil deve ocorrer nos próximos meses. De acordo com o ministro da Agricultura, o convite será estendido a outras autoridades europeias, que receberão a comitiva brasileira. Além do ministro, os secretários de Defesa Agropecuária, Francisco Jardim, e de Relações Internacionais do Mapa, Célio Porto, integram a missão oficial, que também inclui técnicos das áreas de defesa e sanidade. Diplomatas da missão junto à Comunidade Europeia acompanharam as reuniões.
FONTE: CORREIO BRAZILIENSE
No ano passado, houve uma retração de 85% nas exportações de carne bovina brasileira. Wagner Rossi também confirmou a entrega de relatório técnico em cumprimento às exigências europeias para permitir a importação de carne suína pela UE. Uma reunião de técnicos do Ministério da Agricultura e da Comissão de Saúde e Defesa do Consumidor da UE tratou do tema, após o encontro das autoridades.
O comissário ressaltou que o Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo, ocupando papel de destaque no mercado mundial de carne bovina e a Europa é o destino de boa parte dessa produção. Ele reiterou que a questão da segurança de alimentos não é traçada pelas autoridades apenas para produtos estrangeiros, mas também europeus.
Rossi ouviu de Dalli que a União Europeia está aberta a estudar, com cautela, a demanda brasileira sobre a rastreabilidade animal. O ministro pediu às autoridades européias permissão para o Brasil indicar as fazendas credenciadas a exportar carne para aquele mercado.
Em contrapartida, Dalli sugeriu atenção especial às missões de inspeção. Rossi afirmou que as autoridades brasileiras estão dispostas a dar todo o apoio logístico e operacional para os fiscais europeus. Outro tema da reunião foi o mecanismo de consulta em temas sanitários e fitossanitários. O ministro ratificou a importância que o governo brasileiro dispensa a essa medida.
O comissário foi convidado por Rossi a vir ao Brasil para conhecer pessoalmente a pecuária nacional. O comissário sinalizou o seu interesse e uma visita ao Brasil deve ocorrer nos próximos meses. De acordo com o ministro da Agricultura, o convite será estendido a outras autoridades europeias, que receberão a comitiva brasileira. Além do ministro, os secretários de Defesa Agropecuária, Francisco Jardim, e de Relações Internacionais do Mapa, Célio Porto, integram a missão oficial, que também inclui técnicos das áreas de defesa e sanidade. Diplomatas da missão junto à Comunidade Europeia acompanharam as reuniões.
FONTE: CORREIO BRAZILIENSE
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sexta-feira, 9 de julho de 2010
Mercado de bovinos para abate está valorizado no RS
O mercado estadual de bovinos para abate está registrando bons níveis de valorização. Esse resultado é apontado em consequência da redução na oferta de animais aptos para o abate e a consequente elevação dos preços, devido à escassez. Segundo o último levantamento realizado nas principais praças de comercialização, a vaca gorda passou de R$ 2,34 para R$ 2,40 o kg vivo, aumento de 2,56%, já o boi gordo passou seu preço médio de R$ 2,66 para R$ 2,73 o kg vivo, aumentando 2,63%. Aumentou também a oferta de boi magro no mercado, movimentando esse setor que estava realizando poucos negócios nos últimos períodos. As perspectivas de boas pastagens alimentam as expectativas de bons negócios para este segmento. . As informações são da assessoria de imprensa da Emater/RS-Ascar.
FONTE: Agrolink
FONTE: Agrolink
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Uruguay - Escasa oferta de ganado en el litoral
Gabriel Indarte, consignatario de ganado del departamento de Río Negro, explicó que “ha bajado mucho en esta zona la cantidad de cabezas de ganado. Hay poca dotación en pasturas aunque sí hay animales en encierro
La oferta de ganado en el litoral es sumamente escasa. Gabriel Indarte, integrante de la firma Héctor Indarte del departamento de Río Negro, explicó que “ha bajado mucho en esta zona la cantidad de cabezas de ganado. Hay poca dotación en pasturas aunque sí hay animales en encierro. Con respecto a años anteriores la oferta será muy inferior. Se me ocurre que ya estamos transitando la post zafra. Los valores se han mantenido en un nivel que sube o baja en una franja muy fina, pero no creo que la suba sea demasiado importante”, indicó.
Dijo que se han hecho negocios por tres dólares para los novillos mientras que por vacas se ha llegado a 2,80.
“Ahora no hay oferta pero esperamos que de a poco vaya apareciendo. Creo que en 15 o 20 días estaría empezando a aparecer algo de ganado gordo dado que ha empezado a llover más y la temperatura bajó bastante”, explicó.
Indarte dijo además que la reposición es poca, lo que aparece se comercializa, la demanda supera a la oferta y los valores son muy firmes.
Por Martín Olaverry, especial para Observa
La oferta de ganado en el litoral es sumamente escasa. Gabriel Indarte, integrante de la firma Héctor Indarte del departamento de Río Negro, explicó que “ha bajado mucho en esta zona la cantidad de cabezas de ganado. Hay poca dotación en pasturas aunque sí hay animales en encierro. Con respecto a años anteriores la oferta será muy inferior. Se me ocurre que ya estamos transitando la post zafra. Los valores se han mantenido en un nivel que sube o baja en una franja muy fina, pero no creo que la suba sea demasiado importante”, indicó.
Dijo que se han hecho negocios por tres dólares para los novillos mientras que por vacas se ha llegado a 2,80.
“Ahora no hay oferta pero esperamos que de a poco vaya apareciendo. Creo que en 15 o 20 días estaría empezando a aparecer algo de ganado gordo dado que ha empezado a llover más y la temperatura bajó bastante”, explicó.
Indarte dijo además que la reposición es poca, lo que aparece se comercializa, la demanda supera a la oferta y los valores son muy firmes.
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CASARÃO REMATES
Medias leilão do dia 08 de julho
Leilao ocorreu nesta ultima quinta feira na Rural de Pelotas
Categorias
- vacas de invernar 688,00
- vacas com cria ao pe 847,00
- vaquilhonas 2 anos 670,00
- novilhos criados ( 3 acima ) 992,00
- novilhos 2 anos
FONTE : CASARÃO REMATES
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Confinamento expresso democratiza engorda intensiva
O confinamento de bovinos na entressafra está se tornando acessível a médios e pequenos pecuaristas brasileiros.
Por Maristela Franco Com adaptações simples, é possível confinar os animais no próprio pasto, sem alterar muito a rotina da fazenda. Melhor ainda, sem demandar investimentos pesados em instalações e máquinas, ao custo médio de R$ 250 a R$ 500 por cabeça. Para arraçoar os lotes, basta subdividir alguns piquetes, construir bebedouros, instalar um misturador (se o produtor ainda não o tiver) e aumentar o número de cochos, que podem ser feitos de bombona plástica ou cimento.
Três empresas estão difundindo a técnica: Bellman, Gasparim e Agrocria. É uma alternativa interessante, do ponto de vista técnico e econômico, pois os produtores não precisam vender seus animais para invernistas ou colocá-los em parceria nos boitéis. Pudem terminá-los na própria fazenda, a custos competitivos, já que não há necessidade de se produzir ou adquirir volumosos. O próprio capim desempenha essa função. "Nas fazendas que acompanhamos, a diária de engorda saiu por R$ 2,30-R$ 3,20/cab, contra R$ 4,00-R$ 4,50/cab, nos confinamentos convencionais", diz Eliane Gatto, zootecnista da Bellman.
Fonte: Revista DBO
Por Maristela Franco Com adaptações simples, é possível confinar os animais no próprio pasto, sem alterar muito a rotina da fazenda. Melhor ainda, sem demandar investimentos pesados em instalações e máquinas, ao custo médio de R$ 250 a R$ 500 por cabeça. Para arraçoar os lotes, basta subdividir alguns piquetes, construir bebedouros, instalar um misturador (se o produtor ainda não o tiver) e aumentar o número de cochos, que podem ser feitos de bombona plástica ou cimento.
Três empresas estão difundindo a técnica: Bellman, Gasparim e Agrocria. É uma alternativa interessante, do ponto de vista técnico e econômico, pois os produtores não precisam vender seus animais para invernistas ou colocá-los em parceria nos boitéis. Pudem terminá-los na própria fazenda, a custos competitivos, já que não há necessidade de se produzir ou adquirir volumosos. O próprio capim desempenha essa função. "Nas fazendas que acompanhamos, a diária de engorda saiu por R$ 2,30-R$ 3,20/cab, contra R$ 4,00-R$ 4,50/cab, nos confinamentos convencionais", diz Eliane Gatto, zootecnista da Bellman.
Fonte: Revista DBO
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Boi gordo: indicador sobe e é cotado a R$ 84,38/@
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 83,52/@, com valorização de R$ 0,58. O indicador a prazo teve alta de R$ 0,76, sendo cotado a R$ 84,38/@. Apesar dos recuos observados durante a semana, de maneira geral, a oferta de animais para o abate segue restrita e as escalas não apresentaram grande variação.
Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio

A BM&FBovespa fechou em baixa, com exceção dos contratos que vencem em agosto/10, todos apresentaram variação negativa. O primeiro vencimento, julho/10, fechou a R$ 82,93/@, com retração de R$ 0,15. Outubro/10 registrou recuo de R$ 0,16, fechando a R$ 84,20/@.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 08/07/10

Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para outubro/10

No atacado, o traseiro foi cotado a R$ 6,50, o dianteiro a R$ 4,50 e a ponta de agulha a R$ 4,00. O equivalente físico foi calculado em R$ 80,93/@. O spread (diferença) entre indicador e equivalente físico subiu para R$ 2,60/@.
Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico

Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 688,03/cabeça, com desvalorização de R$ 0,33. A relação de troca está em 1:2,00.
FONTE: André Camargo, Equipe BeefPoint
Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio
A BM&FBovespa fechou em baixa, com exceção dos contratos que vencem em agosto/10, todos apresentaram variação negativa. O primeiro vencimento, julho/10, fechou a R$ 82,93/@, com retração de R$ 0,15. Outubro/10 registrou recuo de R$ 0,16, fechando a R$ 84,20/@.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 08/07/10
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para outubro/10
No atacado, o traseiro foi cotado a R$ 6,50, o dianteiro a R$ 4,50 e a ponta de agulha a R$ 4,00. O equivalente físico foi calculado em R$ 80,93/@. O spread (diferença) entre indicador e equivalente físico subiu para R$ 2,60/@.
Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 688,03/cabeça, com desvalorização de R$ 0,33. A relação de troca está em 1:2,00.
FONTE: André Camargo, Equipe BeefPoint
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Rossi vai à UE negociar carne e transgênicos
Ministro quer que bloco flexibilize regra sobre fornecimento de gado e maior tolerância com OGMs
O governo vai tentar convencer as autoridades da União Europeia a reduzir as exigências para a importação de carne bovina e produtos transgênicos origem nacional. Desde 2008, quando a UE impôs uma lista prévia de fazendas autorizadas a vender gado aos frigoríficos habilitados, os embarques caíram de 20 mil para menos de 4 mil toneladas mensais. E os exportadores têm sofrido com o rigor na detecção de grãos transgênicos em seus embarques ao bloco.
LEIA MAIS: http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?CodNoticia=113692
FONTE: VALOR ECONÔMICO
O governo vai tentar convencer as autoridades da União Europeia a reduzir as exigências para a importação de carne bovina e produtos transgênicos origem nacional. Desde 2008, quando a UE impôs uma lista prévia de fazendas autorizadas a vender gado aos frigoríficos habilitados, os embarques caíram de 20 mil para menos de 4 mil toneladas mensais. E os exportadores têm sofrido com o rigor na detecção de grãos transgênicos em seus embarques ao bloco.
LEIA MAIS: http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?CodNoticia=113692
FONTE: VALOR ECONÔMICO
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Números provam que não há boi preso no pasto
“Aqui está a resposta àqueles que acusam o pecuarista de segurar o boi no pasto para forçar a alta da arroba. O pecuarista não está com boi pronto para abate no pasto. Os bezerros que não nasceram em 2006 e 2007 estão fazendo falta e mesmo confinando e até abatendo mais cedo os animais, não teremos boi gordo suficiente para atender à demanda crescente”, afirma o superintendente da Acrimat.
“E a demanda vem crescendo”. Segundo levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), nos cinco primeiros meses de 2010, comparados com o mesmo período de 2009, houve um aumento de 13% no abate total em Mato Grosso e de 20% no abate apenas de machos. “Com base nisso estimamos que este ano o abate total cresça 10% com relação a 2009 e nos próximos anos, consideramos um aumento de 5% nos abates. A demanda é crescente”, disse o analista de bovinocultura do Imea, Daniel Latorraca Ferreira.
Tomando como base os dados de vacinação contra a febre aftosa do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea/MT), dos últimos cinco anos, a Acrimat e o Imea fizeram uma análise da evolução do rebanho bovino por idade, onde pôde ser constatada a queda de nascimento de bezerros e de oferta de boi gordo. Em 2005 eram 3,1 milhões de cabeças de animais de zero a 12 meses, em 2006 caiu para 2,8 milhões e em 2007, o número permaneceu em 2,8 milhões.
POSTURA - Diante desse quadro, o pecuarista tem agora uma ferramenta para fazer a gestão de seu rebanho e planejar o melhor momento para comercializar seu gado. “A orientação é que o produtor continue vendendo pequenos lotes, pois a oferta de boi gordo vai continuar restrita nos próximos anos. Ele tem o comando do seu negocio e não precisa trabalhar com a pressão do mercado, principalmente dos frigoríficos, e nem fazer previsões de mercado baseado em palpites”, comentou Campiolo.
FONTE: Diário de Cuiabá
“E a demanda vem crescendo”. Segundo levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), nos cinco primeiros meses de 2010, comparados com o mesmo período de 2009, houve um aumento de 13% no abate total em Mato Grosso e de 20% no abate apenas de machos. “Com base nisso estimamos que este ano o abate total cresça 10% com relação a 2009 e nos próximos anos, consideramos um aumento de 5% nos abates. A demanda é crescente”, disse o analista de bovinocultura do Imea, Daniel Latorraca Ferreira.
Tomando como base os dados de vacinação contra a febre aftosa do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea/MT), dos últimos cinco anos, a Acrimat e o Imea fizeram uma análise da evolução do rebanho bovino por idade, onde pôde ser constatada a queda de nascimento de bezerros e de oferta de boi gordo. Em 2005 eram 3,1 milhões de cabeças de animais de zero a 12 meses, em 2006 caiu para 2,8 milhões e em 2007, o número permaneceu em 2,8 milhões.
POSTURA - Diante desse quadro, o pecuarista tem agora uma ferramenta para fazer a gestão de seu rebanho e planejar o melhor momento para comercializar seu gado. “A orientação é que o produtor continue vendendo pequenos lotes, pois a oferta de boi gordo vai continuar restrita nos próximos anos. Ele tem o comando do seu negocio e não precisa trabalhar com a pressão do mercado, principalmente dos frigoríficos, e nem fazer previsões de mercado baseado em palpites”, comentou Campiolo.
FONTE: Diário de Cuiabá
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La Niña deve se formar em julho; previsão é de seca no Brasil
NOVA YORK (Reuters) - O fenômeno climático anômalo La Niña, o oposto de seu primo El Niño, ocorrerá no oceano Pacífico equatorial em julho e agosto, previu o Centro de Predição Climática (CPC) nesta quinta-feira (8).
O La Niña intensificará a formação de furacões no Golfo do México e ameaça as plantações no Meio-Oeste dos Estados Unidos e em países como Brasil, Argentina e Índia.
"As condições do La Niña provavelmente vão se desenvolver durante julho e agosto de 2010", informou o CPC, escritório que responde à Administração Nacional Atmosférica e Oceânica dos Estados Unidos (NOAA), em sua atualização mensal.
"A maioria dos modelos (de computador) agora prevê o desenvolvimento das condições do La Niña durante junho-agosto e a sua continuidade até o começo de 2011", acrescentou o centro.
O La Niña abrange águas mais frias que o normal no oceano Pacífico equatorial. Em contraste, o El Niño é o aquecimento anormal dessas águas. Ambos têm consequência sobre o clima dos Estados Unidos à Índia e ocorrem a cada três ou quatro anos.
A emergência do La Niña é especialmente preocupante para a indústria do petróleo no Golfo, já prejudicada pelo derramamento gigante de petróleo vinda de um poço danificado da British Petroleum.
Muitos meteorologistas dizem que o número de furacões nos Estados Unidos aumenta muito durante os anos do La Niña e diminui quando chega o El Niño.
Para os agricultores norte-americanos, o La Niña aumenta a possibilidade de seca no Cinturão do Milho, especialmente no período crucial para a plantação, em julho.
O efeito do fenômeno poderá se espalhar para países como o Brasil, uma das potências agrícolas do mundo, e a Índia, importante produtor e consumidor de vários produtos, como açúcar e sementes oleaginosas.
O CPC afirmou que o clima poderá ficar mais seco do que o normal desde o sul do Brasil até o centro da Argentina neste inverno.
Além da cana-de-açúcar, isso pode afetar também a produção de café no Brasil, o maior produtor mundial de café e o segundo maior exportador de soja. A Argentina é a maior exportadora de óleo e farelo de soja.
No Brasil, as chuvas fortes provocadas pelo El Niño em 2009 dificultaram a colheita da cana. Mas agora o país poderá enfrentar uma estiagem prolongada com o fortalecimento do La Niña.
Por outro lado, o La Niña tende a aumentar as chuvas na Indonésia, na Malásia, nas Filipinas e no norte da Austrália. Todos esses países sofrem com fortes secas quando ocorre o El Niño.
FONTE: Reuters
O La Niña intensificará a formação de furacões no Golfo do México e ameaça as plantações no Meio-Oeste dos Estados Unidos e em países como Brasil, Argentina e Índia.
"As condições do La Niña provavelmente vão se desenvolver durante julho e agosto de 2010", informou o CPC, escritório que responde à Administração Nacional Atmosférica e Oceânica dos Estados Unidos (NOAA), em sua atualização mensal.
"A maioria dos modelos (de computador) agora prevê o desenvolvimento das condições do La Niña durante junho-agosto e a sua continuidade até o começo de 2011", acrescentou o centro.
O La Niña abrange águas mais frias que o normal no oceano Pacífico equatorial. Em contraste, o El Niño é o aquecimento anormal dessas águas. Ambos têm consequência sobre o clima dos Estados Unidos à Índia e ocorrem a cada três ou quatro anos.
A emergência do La Niña é especialmente preocupante para a indústria do petróleo no Golfo, já prejudicada pelo derramamento gigante de petróleo vinda de um poço danificado da British Petroleum.
Muitos meteorologistas dizem que o número de furacões nos Estados Unidos aumenta muito durante os anos do La Niña e diminui quando chega o El Niño.
Para os agricultores norte-americanos, o La Niña aumenta a possibilidade de seca no Cinturão do Milho, especialmente no período crucial para a plantação, em julho.
O efeito do fenômeno poderá se espalhar para países como o Brasil, uma das potências agrícolas do mundo, e a Índia, importante produtor e consumidor de vários produtos, como açúcar e sementes oleaginosas.
O CPC afirmou que o clima poderá ficar mais seco do que o normal desde o sul do Brasil até o centro da Argentina neste inverno.
Além da cana-de-açúcar, isso pode afetar também a produção de café no Brasil, o maior produtor mundial de café e o segundo maior exportador de soja. A Argentina é a maior exportadora de óleo e farelo de soja.
No Brasil, as chuvas fortes provocadas pelo El Niño em 2009 dificultaram a colheita da cana. Mas agora o país poderá enfrentar uma estiagem prolongada com o fortalecimento do La Niña.
Por outro lado, o La Niña tende a aumentar as chuvas na Indonésia, na Malásia, nas Filipinas e no norte da Austrália. Todos esses países sofrem com fortes secas quando ocorre o El Niño.
FONTE: Reuters
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Touros Montana apresentam resultados diferenciados no cruzamento industrial
A principal vantagem do cruzamento entre raças é, sem dúvida, a heterose. O Montana, por ser um composto formado por raças de diferentes origens, utiliza a complementaridade e dessa forma, aproveita o que cada raça tem de melhor. Com a variação da composição racial dos animais, é possível escolher o touro mais indicado para o cruzamento com fêmeas zebuínas, européias ou meio sangue. Além disso, os touros Montana possuem avaliação genética completa e através das DEPs (Diferença Esperada na Progênie), podemos saber quais serão os resultados do trabalho de cada animal.
“Ao realizar o cruzamento o criador passa a produzir animais mais eficientes, capazes de maior ganho de peso numa área menor e num menor espaço de tempo, melhorando as margens e lucrando mais. Sem mencionar a produção de carne de qualidade, com valor agregado. O Montana é simples de usar e traz resultados já na primeira safra de bezerros”, afirma Gabriela Giacomini, gerente de operações do Programa Montana.
O pecuarista Mauro Shinkai, da Fazenda Coroado, adquiriu touros Montana para fazer cruzamento com vacas Nelore. A fazenda fica no município de Lagoa Santa/GO, e começou a utilizar Montana há seis anos. Shinkai destaca que com o Montana obteve animais mais precoces e mais dóceis, mantendo a rusticidade. E segundo ele, a principal vantagem foi conseguir antecipar em 6 meses o abate dos animais.
“Animais geneticamente avaliados com DEPs e com CEIP (Certificado Especial de Identificação e Produção) têm um grande diferencial porque a gente consegue trabalhar com maior confiança no resultado. A garantia dos meus resultados e usar touros avaliados”, afirma o pecuarista Mauro Shinkai.
Para os pecuaristas que querem investir em genética avaliada, a melhor oportunidade será no dia 9 de setembro, data do Megaleilão Virtual Montana 2010. Serão vendidos os 100 melhores reprodutores da safra 2008 das regiões Sudeste e Centro-Oeste, touros com Índice Montana acima dos 5,0 pontos. Esse ano, o Programa oferta também 20 novilhas Montana com CEIP. O leilão é virtual e será transmitido pelo Canal do Boi, a partir das 20:30h.
Fonte: Assessoria de Imprensa
www.compostomontana.com.br
“Ao realizar o cruzamento o criador passa a produzir animais mais eficientes, capazes de maior ganho de peso numa área menor e num menor espaço de tempo, melhorando as margens e lucrando mais. Sem mencionar a produção de carne de qualidade, com valor agregado. O Montana é simples de usar e traz resultados já na primeira safra de bezerros”, afirma Gabriela Giacomini, gerente de operações do Programa Montana.
O pecuarista Mauro Shinkai, da Fazenda Coroado, adquiriu touros Montana para fazer cruzamento com vacas Nelore. A fazenda fica no município de Lagoa Santa/GO, e começou a utilizar Montana há seis anos. Shinkai destaca que com o Montana obteve animais mais precoces e mais dóceis, mantendo a rusticidade. E segundo ele, a principal vantagem foi conseguir antecipar em 6 meses o abate dos animais.
“Animais geneticamente avaliados com DEPs e com CEIP (Certificado Especial de Identificação e Produção) têm um grande diferencial porque a gente consegue trabalhar com maior confiança no resultado. A garantia dos meus resultados e usar touros avaliados”, afirma o pecuarista Mauro Shinkai.
Para os pecuaristas que querem investir em genética avaliada, a melhor oportunidade será no dia 9 de setembro, data do Megaleilão Virtual Montana 2010. Serão vendidos os 100 melhores reprodutores da safra 2008 das regiões Sudeste e Centro-Oeste, touros com Índice Montana acima dos 5,0 pontos. Esse ano, o Programa oferta também 20 novilhas Montana com CEIP. O leilão é virtual e será transmitido pelo Canal do Boi, a partir das 20:30h.
Fonte: Assessoria de Imprensa
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quinta-feira, 8 de julho de 2010
Análise de mercado do boi gordo
Mercado com poucos negócios. O feriado em São Paulo atrapalha a evolução das compras.
Em São Paulo não houve alteração nos preços. Os negócios à vista ocorrem entre R$81,00 e 82,00/@, livre do funrural, com alguns frigoríficos tentando pagar R$1,00/@ a menos.
Já nas negociações a prazo, o preço de referência segue em R$83,00/@, livre do imposto. Existem frigoríficos ofertando até R$2,00 a menos pela arroba, sem sucesso. Por outro lado, algumas boiadas são negociadas em R$84,00/@ nas mesmas condições.
Em Marabá-PA, após os frigoríficos alongarem ligeiramente suas escalas de abate, o preço do boi gordo caiu R$1,00/@. No entanto, os negócios acontecem com maior dificuldade após o recuo.
No Sudoeste do Mato Grosso, depois da alta de 3% nos preços na última semana, as programações de abate evoluíram. Com isso os frigoríficos diminuíram a pressão de compra reduzindo R$1,00 o pagamento pela arroba.
No mercado atacadista de carne bovina os preços estão estáveis. Porém, o resultado das vendas de carne desta semana, considerada favorável para o consumo, deve determinar o rumo do mercado na próxima semana.
Clique aqui e veja as cotações do boi.
Fonte: Scot Consultoria
Em São Paulo não houve alteração nos preços. Os negócios à vista ocorrem entre R$81,00 e 82,00/@, livre do funrural, com alguns frigoríficos tentando pagar R$1,00/@ a menos.
Já nas negociações a prazo, o preço de referência segue em R$83,00/@, livre do imposto. Existem frigoríficos ofertando até R$2,00 a menos pela arroba, sem sucesso. Por outro lado, algumas boiadas são negociadas em R$84,00/@ nas mesmas condições.
Em Marabá-PA, após os frigoríficos alongarem ligeiramente suas escalas de abate, o preço do boi gordo caiu R$1,00/@. No entanto, os negócios acontecem com maior dificuldade após o recuo.
No Sudoeste do Mato Grosso, depois da alta de 3% nos preços na última semana, as programações de abate evoluíram. Com isso os frigoríficos diminuíram a pressão de compra reduzindo R$1,00 o pagamento pela arroba.
No mercado atacadista de carne bovina os preços estão estáveis. Porém, o resultado das vendas de carne desta semana, considerada favorável para o consumo, deve determinar o rumo do mercado na próxima semana.
Clique aqui e veja as cotações do boi.
Fonte: Scot Consultoria
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Oferta de boi gordo vai reduzir nos próximos 3 anos em Mato Grosso
O abate de fêmea em 2006 e 2007 atingiu altos índices. Em julho de 2006 foram abatidas 250 mil fêmeas em janeiro de 2007, 263 mil
A Acrimat – Associação dos Criadores de Mato Grosso – constatou através de um levantamento, que nos próximos 3 anos vai diminuir a oferta de boi gordo em consequência do grande abate de fêmeas que aconteceu nos anos de 2006 e 2007. “A conta é simples, o bezerro que nasceu em 2007 é o boi gordo desde ano, 2010. Como nasceram menos bezerros, porque as matrizes foram abatidas, teremos menos oferta de boi gordo”, explicou o diretor da Acrimat, Mauricio Campiolo.
Tomando como base os dados de vacinação contra a febre aftosa do Indea (Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso), dos últimos cinco anos, a Acrimat e Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária) fizeram um levantamento da evolução do rebanho bovino por idade, onde pôde ser constatada a queda de nascimento de bezerros e de oferta de boi gordo. Em 2005 eram 3,1 milhões de cabeças de animais de zero a 12 meses, em 2006 caiu para 2,8 milhões e em 2007, o número permaneceu em 2,8 milhões.
O abate de fêmeas em 2006 e 2007 atingiu altos índices. Em julho de 2006 foram abatidas 250 mil fêmeas em janeiro de 2007, 263 mil. Nesses períodos o preço dos bezerros a linha do gráfico era decrescente e eram comercializados a R$ 325,00 em junho de 2006 e R$ 369,59 em janeiro de 2007. “O produtor mata a matriz (fêmea) quando o preço do bezerro está muito baixo e não vale a pena a manter o processo de cria”, analise o superintendente da Acrimat, Luciano Vacari.
A linha do gráfico muda em 2008 quando o abate de fêmeas caiu para 87 mil cabeças no mês de outubro e o preço do bezerro nesse período era de R$ 650,00. “A moeda do pecuarista é o bezerro. Se o preço do bezerro está alto o da arroba também está. Em 2008 o preço da arroba chegou a quase R$ 90 reais em junho de 2008”, analisou Vacari.
Por conta do alto abate de fêmeas em 2006 e 2007 a oferta de boi gordo, acima de 36 meses, vai ter um forte impacto a partir deste ano. Em 2007 eram 1,8 milhões de cabeças de animais acima de 36 meses, em 2010 baixou para 1,5 milhões. Tendo como base a evolução desses números, em 2011 Mato Grosso terá um estoque de 1,2 milhão, baixando para 1.096 milhão em 2012 e 1.045 milhão em 2013. “Aqui esta a resposta para aqueles que acusam o pecuarista de segurar o boi no pasto para forçar a alta da arroba. O pecuarista não esta com boi pronto para abate no pasto. Os bezerros que não nasceram em 2006 e 2007 estão fazendo falta e mesmo confinando e até abatendo mais cedo os animais, não teremos boi gordo suficiente para atender a demanda crescente”, disse o superintendente da Acrimat.
E a demanda vem crescendo. Segundo levantamento do Imea, nos cinco primeiros meses de 2010, comparados com o mesmo período de 2009, houve um aumento de 13% no abate total em Mato Grosso e de 20% no abate apenas de machos. “Com base nisso estimamos que este ano o abate total cresça 10% com relação a 2009 e nos próximos anos, consideramos um aumento de 5% nos abates. A demanda é crescente”, disse o analista de bovinocultura do Imea, Daniel Latorraca Ferreira.
Diante desse quadro, o pecuarista tem agora uma ferramenta para fazer a gestão de seu rebanho e planejar o melhor momento para comercializar seu gado. “A orientação é que o produtor continue vendendo pequenos lotes, pois a oferta de boi gordo vai continuar restrita nos próximos anos. Ele tem o comando do seu negocio e não precisa trabalhar com a pressão do mercado, principalmente dos frigoríficos, e nem fazer previsões de mercado baseado em palpites”, comentou Campiolo. As informações são de assessoria de imprensa.
FONTE: Agrolink
A Acrimat – Associação dos Criadores de Mato Grosso – constatou através de um levantamento, que nos próximos 3 anos vai diminuir a oferta de boi gordo em consequência do grande abate de fêmeas que aconteceu nos anos de 2006 e 2007. “A conta é simples, o bezerro que nasceu em 2007 é o boi gordo desde ano, 2010. Como nasceram menos bezerros, porque as matrizes foram abatidas, teremos menos oferta de boi gordo”, explicou o diretor da Acrimat, Mauricio Campiolo.
Tomando como base os dados de vacinação contra a febre aftosa do Indea (Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso), dos últimos cinco anos, a Acrimat e Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária) fizeram um levantamento da evolução do rebanho bovino por idade, onde pôde ser constatada a queda de nascimento de bezerros e de oferta de boi gordo. Em 2005 eram 3,1 milhões de cabeças de animais de zero a 12 meses, em 2006 caiu para 2,8 milhões e em 2007, o número permaneceu em 2,8 milhões.
O abate de fêmeas em 2006 e 2007 atingiu altos índices. Em julho de 2006 foram abatidas 250 mil fêmeas em janeiro de 2007, 263 mil. Nesses períodos o preço dos bezerros a linha do gráfico era decrescente e eram comercializados a R$ 325,00 em junho de 2006 e R$ 369,59 em janeiro de 2007. “O produtor mata a matriz (fêmea) quando o preço do bezerro está muito baixo e não vale a pena a manter o processo de cria”, analise o superintendente da Acrimat, Luciano Vacari.
A linha do gráfico muda em 2008 quando o abate de fêmeas caiu para 87 mil cabeças no mês de outubro e o preço do bezerro nesse período era de R$ 650,00. “A moeda do pecuarista é o bezerro. Se o preço do bezerro está alto o da arroba também está. Em 2008 o preço da arroba chegou a quase R$ 90 reais em junho de 2008”, analisou Vacari.
Por conta do alto abate de fêmeas em 2006 e 2007 a oferta de boi gordo, acima de 36 meses, vai ter um forte impacto a partir deste ano. Em 2007 eram 1,8 milhões de cabeças de animais acima de 36 meses, em 2010 baixou para 1,5 milhões. Tendo como base a evolução desses números, em 2011 Mato Grosso terá um estoque de 1,2 milhão, baixando para 1.096 milhão em 2012 e 1.045 milhão em 2013. “Aqui esta a resposta para aqueles que acusam o pecuarista de segurar o boi no pasto para forçar a alta da arroba. O pecuarista não esta com boi pronto para abate no pasto. Os bezerros que não nasceram em 2006 e 2007 estão fazendo falta e mesmo confinando e até abatendo mais cedo os animais, não teremos boi gordo suficiente para atender a demanda crescente”, disse o superintendente da Acrimat.
E a demanda vem crescendo. Segundo levantamento do Imea, nos cinco primeiros meses de 2010, comparados com o mesmo período de 2009, houve um aumento de 13% no abate total em Mato Grosso e de 20% no abate apenas de machos. “Com base nisso estimamos que este ano o abate total cresça 10% com relação a 2009 e nos próximos anos, consideramos um aumento de 5% nos abates. A demanda é crescente”, disse o analista de bovinocultura do Imea, Daniel Latorraca Ferreira.
Diante desse quadro, o pecuarista tem agora uma ferramenta para fazer a gestão de seu rebanho e planejar o melhor momento para comercializar seu gado. “A orientação é que o produtor continue vendendo pequenos lotes, pois a oferta de boi gordo vai continuar restrita nos próximos anos. Ele tem o comando do seu negocio e não precisa trabalhar com a pressão do mercado, principalmente dos frigoríficos, e nem fazer previsões de mercado baseado em palpites”, comentou Campiolo. As informações são de assessoria de imprensa.
FONTE: Agrolink
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Agência Alegretense de Negócios Rurais - Médias
|
FONTE : AGENCIA ALEGRETENSE DE NEGÓCIOS RURAIS
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Mercados Futuros - 07/07/10
| Vencimento | Fechamento | Diferença do dia anterior | Contratos em aberto | Contratos negociados | |
| Jul/10 | 83,08 | -0,43 | 3.413 | 483 | |
| Ago/10 | 83,34 | -0,45 | 1.354 | 142 | |
| Set/10 | 83,52 | -0,38 | 1.099 | 37 | |
| Out/10 | 84,36 | -0,31 | 19.422 | 1.140 | |
| Nov/10 | 84,55 | -0,31 | 289 | 5 | |
| Dez/10 | 84,35 | -0,43 | 25 | 10 | |
| Jan/11 | 83,87 | -0,43 | 0 | 0 | |
| Mai/11 | 82,43 | -0,30 | 5 | 0 | |
| Indicador de Preço Disponível do Boi Gordo Esalq/BM&F - Estado de SP | Indicador de Preço Disponível do Bezerro Esalq/BM&F - Estado de MS | ||||
| Data | A vista R$/@ | A prazo R$/@ | Data | A vista R$/cabeça | A prazo R$/cabeça |
| 29/06/10 | 83,62 | 84,58 | 29/06/10 | 714,91 | 716,18 |
| 30/06/10 | 84,07 | 84,98 | 30/06/10 | 708,25 | 708,96 |
| 01/07/10 | 84,02 | 84,98 | 01/07/10 | 707,27 | 708,96 |
| 02/07/10 | 83,95 | 85,10 | 02/07/10 | 705,52 | 708,96 |
| 05/07/10 | 83,60 | 84,57 | 05/07/10 | 705,59 | 711,25 |
| 06/07/10 | 83,49 | 84,31 | 06/07/10 | 690,54 | 695,55 |
| 07/07/10 | 82,94 | 83,62 | 07/07/10 | 688,36 | 691,82 |
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Radiofreqüência elimina papelada na rastreabilidade
Tecnologia desenvolvida pela Embrapa visa facilitar a vida do pecuarista
Por R$ 2.000,00, mais R$ 5,50 por brinco eletrônico, o pecuarista pode dar adeus à papelada que até agora o incomodou quando o assunto é o Sisbov - o sistema de rastreabilidade brasileiro. É que a Embrapa Pecuária Sudeste, de São Carlos, SP, em parceria com a empresa AnimallTag, da mesma cidade, anunciou, em maio, o lançamento de um leitor portátil, que utiliza a tecnologia de radiofreqüência.
Por ela, com o brinco aplicado no animal, a leitura ou o registro de informações se dá instantaneamente, exigindo um mínimo de digitação no console que tem capacidade de armazenamento de até 17.000 informações. Basta o funcionário aproximar o bastão da orelha do animal - a uma distância de 30 cm.
A liberação do equipamento para venda está prometida para o mês de setembro, faltando apenas algumas validações da tecnologia a campo. Junto com ela também estará disponível outra tecnologia, da mesma natureza, esta direcionada para caminhões boiadeiros, frigoríficos e barreiras sanitárias instaladas em rodovias: o "tag ativo", dispositivo eletrônico fixo aplicado nos caminhões e que tem como leitor, também fixo, um painel instalado na barreira sanitária ou na entrada do frigorífico. Funciona como o sistema "sem parar", instalado principalmente nos pedágios das rodovias paulistas. Com ele, espera-se maior agilidade na vistoria dos caminhões e uma cobertura de inspeção de 100% dos veículos.
FONTE: REVISTA DBO
Por R$ 2.000,00, mais R$ 5,50 por brinco eletrônico, o pecuarista pode dar adeus à papelada que até agora o incomodou quando o assunto é o Sisbov - o sistema de rastreabilidade brasileiro. É que a Embrapa Pecuária Sudeste, de São Carlos, SP, em parceria com a empresa AnimallTag, da mesma cidade, anunciou, em maio, o lançamento de um leitor portátil, que utiliza a tecnologia de radiofreqüência.
Por ela, com o brinco aplicado no animal, a leitura ou o registro de informações se dá instantaneamente, exigindo um mínimo de digitação no console que tem capacidade de armazenamento de até 17.000 informações. Basta o funcionário aproximar o bastão da orelha do animal - a uma distância de 30 cm.
A liberação do equipamento para venda está prometida para o mês de setembro, faltando apenas algumas validações da tecnologia a campo. Junto com ela também estará disponível outra tecnologia, da mesma natureza, esta direcionada para caminhões boiadeiros, frigoríficos e barreiras sanitárias instaladas em rodovias: o "tag ativo", dispositivo eletrônico fixo aplicado nos caminhões e que tem como leitor, também fixo, um painel instalado na barreira sanitária ou na entrada do frigorífico. Funciona como o sistema "sem parar", instalado principalmente nos pedágios das rodovias paulistas. Com ele, espera-se maior agilidade na vistoria dos caminhões e uma cobertura de inspeção de 100% dos veículos.
FONTE: REVISTA DBO
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Procura maior pelo boi magro
Mercado de reposição frouxo para as categorias mais jovens, em comparação com as demais.
Esse cenário é devido ao pequeno aumento da oferta de bezerros, ainda que de forma localizada, ao mesmo tempo em que a demanda está enfraquecida. A maior procura tem sido pelo boi magro.
Com isso, as alterações registradas foram: queda na cotação do bezerro e alta para o garrote e boi magro em algumas praças, melhorando a relação de troca entre o boi gordo e o bezerro.
Em São Paulo, por exemplo, houve recuo de 1,4% nos preços do bezerro desmama e no Mato Grosso do Sul, queda de 0,7% para a mesma categoria.
A piora das condições das pastagens e a menor movimentação no mercado do boi gordo ajudam a esfriar as cotações.
Na região Sul, o gado já está em sua maioria em processo de engorda nas pastagens de inverno. O maior volume de negociações com o boi magro já foi realizado.
Em São Paulo, Goiás e Mato Grosso, o boi magro anelorado de 12@ está cotado em R$1.080,00; R$1.000,00 e R$920,00/cabeça, respectivamente.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Esse cenário é devido ao pequeno aumento da oferta de bezerros, ainda que de forma localizada, ao mesmo tempo em que a demanda está enfraquecida. A maior procura tem sido pelo boi magro.
Com isso, as alterações registradas foram: queda na cotação do bezerro e alta para o garrote e boi magro em algumas praças, melhorando a relação de troca entre o boi gordo e o bezerro.
Em São Paulo, por exemplo, houve recuo de 1,4% nos preços do bezerro desmama e no Mato Grosso do Sul, queda de 0,7% para a mesma categoria.
A piora das condições das pastagens e a menor movimentação no mercado do boi gordo ajudam a esfriar as cotações.
Na região Sul, o gado já está em sua maioria em processo de engorda nas pastagens de inverno. O maior volume de negociações com o boi magro já foi realizado.
Em São Paulo, Goiás e Mato Grosso, o boi magro anelorado de 12@ está cotado em R$1.080,00; R$1.000,00 e R$920,00/cabeça, respectivamente.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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Boi: Indicador cai com redução de negócios a valores máximos
Frigoríficos de São Paulo vêm tentando comprar animais para abate a valores mais baixos que os até então praticados. De modo geral, no entanto, a oferta de boi gordo pronto para o abate no estado continua pequena. Apesar disso, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa tem registrado leves oscilações negativas desde 1º de julho. Segundo pesquisadores do Cepea, isso ocorre devido à menor participação de valores mais altos na composição das médias diárias. Entre 30 de junho e 7 de julho, o Indicador recuou 1,34%, fechando em R$ 82,94 nessa quarta-feira.
FONTE: Cepea/Esalq
FONTE: Cepea/Esalq
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MT: Acrimat e IMEA apontam redução na oferta de animais
A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) divulgará hoje (08/07), às 14 horas, em Cuiabá, um balanço da oferta de gado no Estado, resultado de um trabalho elaborado pelo Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), com a coordenação da Acrimat, que aponta que o Estado tem apenas 1,54 milhão de cabeças de gado na idade de 36 meses para abate neste ano.
O problema é que os abates avançam em ritmo acelerado e 1,17 milhão desses animais já foi abatido de janeiro a maio. Os abates de machos com idade superior a 36 meses neste ano já superam em 20% os de igual período de 2009.
O ano passado foi um período difícil para o setor devido aos sérios problemas financeiros de vários frigoríficos. Muitos, inclusive, interromperam os abates. Se o cenário é ruim para este ano, não melhora para os próximos. Os dados do estudo apontam que o gado acima de 36 meses disponível em 2011 será de apenas 1,24 milhão de cabeças. Para 2012, a oferta é 1,1 milhão, recuando para 1,04 milhão de animais em 2013. Esses números ficam bem abaixo de 2007, quando o Estado abateu 1,8 milhão de cabeças acima de 36 meses.
A oferta de gado em Mato Grosso é importante porque o Estado tem o maior rebanho nacional, somando 27 milhões de cabeças. A capacidade de abate de Mato Grosso é de 5 milhões de cabeças por ano. Em 2009, foram abatidos 4,2 milhões de animais.
Essa redução na oferta de boi ocorre devido ao descasamento dos preços no setor. O preço do bezerro, que caiu forte há quatro anos, fez os pecuaristas aumentarem o abate de fêmeas, o que reflete atualmente na oferta reduzida.
FONTE: Folha de S.Paulo, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.
O problema é que os abates avançam em ritmo acelerado e 1,17 milhão desses animais já foi abatido de janeiro a maio. Os abates de machos com idade superior a 36 meses neste ano já superam em 20% os de igual período de 2009.
O ano passado foi um período difícil para o setor devido aos sérios problemas financeiros de vários frigoríficos. Muitos, inclusive, interromperam os abates. Se o cenário é ruim para este ano, não melhora para os próximos. Os dados do estudo apontam que o gado acima de 36 meses disponível em 2011 será de apenas 1,24 milhão de cabeças. Para 2012, a oferta é 1,1 milhão, recuando para 1,04 milhão de animais em 2013. Esses números ficam bem abaixo de 2007, quando o Estado abateu 1,8 milhão de cabeças acima de 36 meses.
A oferta de gado em Mato Grosso é importante porque o Estado tem o maior rebanho nacional, somando 27 milhões de cabeças. A capacidade de abate de Mato Grosso é de 5 milhões de cabeças por ano. Em 2009, foram abatidos 4,2 milhões de animais.
Essa redução na oferta de boi ocorre devido ao descasamento dos preços no setor. O preço do bezerro, que caiu forte há quatro anos, fez os pecuaristas aumentarem o abate de fêmeas, o que reflete atualmente na oferta reduzida.
FONTE: Folha de S.Paulo, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.
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Pesquisa Top 50 BeefPoint de Confinamentos 2009/10
Este ano, a Pesquisa Top 50 BeefPoint de Confinamentos chegou a sua 8ª edição e apurou que em 2009 os 50 maiores confinamentos do Brasil engordaram 1.322.764 animais, o que representa uma redução de 17,3% em relação à quantidade confinada pelos estabelecimentos listados na pesquisa anterior. Segundo perspectivas dos confinadores consultados, deverá ocorrer retração também em 2010. A expectativa é de redução de 4,3%, com uma previsão de confinamento de 1.267.250 bovinos. |
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Demanda por carne bovina melhorou
A demanda por carne bovina melhorou em São Paulo.
Os cortes tipo grill, contra filé, alcatra, picanha e fraldinha puxam as vendas, impulsionadas pelo feriado (9/7) e pelo pagamento dos salários.
Existe grande dificuldade em comprar boiadas no estado, o que acaba enxugando o mercado. Alguns frigoríficos paulistas trabalham com escalas de abate de dois dias.
Na média geral, os preços ficaram praticamente estáveis, com ligeira alta de 0,8%.
O preço do boi em São Paulo, que atingiu o maior patamar desde o início do ano, ajuda a forçar valorizações na carne.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Os cortes tipo grill, contra filé, alcatra, picanha e fraldinha puxam as vendas, impulsionadas pelo feriado (9/7) e pelo pagamento dos salários.
Existe grande dificuldade em comprar boiadas no estado, o que acaba enxugando o mercado. Alguns frigoríficos paulistas trabalham com escalas de abate de dois dias.
Na média geral, os preços ficaram praticamente estáveis, com ligeira alta de 0,8%.
O preço do boi em São Paulo, que atingiu o maior patamar desde o início do ano, ajuda a forçar valorizações na carne.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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Produtores gaúchos que tiveram animais abatidos por doenças serão indenizados
Fundesa define critério para pagamento de recursos conforme cadeia produtiva do gado
O conselho deliberativo do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do Rio Grande do Sul (Fundesa/RS) definiu os critérios de indenização dos produtores que tiveram animais abatidos por apresentarem brucelose e tuberculose em Arroio do Meio, no norte daquele Estado. A decisão foi anunciada nessa quarta, dia 7, em reunião na Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul).
A Fundesa paga indenizações com valores diferentes, dependendo da cadeia produtiva que integrava os animais, sendo que os pagos pelo gado leiteiro são ligeiramente superiores aos pagos aos animais de corte. Segundo o coordenador do conselho técnico operacional da pecuária de corte do Fundesa, Fernando Adauto, o órgão teve dificuldade em definir qual animal pertencia a cada cadeia, já que na região existem tanto animais de corte como de leite, sendo que muitos desses são mistos.
De acordo com Adauto, foram analisados os resultados do projeto piloto de sanidade animal realizado naquela região. O índice de doenças apresentado pelos animais é baixo.
– A bruceleose está praticamente erradicada, já que os casos são muito pontuais. Os poucos casos de tuberculose que foram achados, ficaram em níveis muito inferiores aos que esperávamos e se situam muito mais na pecuária de leite de subsistência do que comercial, o que é muito satisfatório – comentou Adauto.
FONTE: FARSUL
O conselho deliberativo do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do Rio Grande do Sul (Fundesa/RS) definiu os critérios de indenização dos produtores que tiveram animais abatidos por apresentarem brucelose e tuberculose em Arroio do Meio, no norte daquele Estado. A decisão foi anunciada nessa quarta, dia 7, em reunião na Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul).
A Fundesa paga indenizações com valores diferentes, dependendo da cadeia produtiva que integrava os animais, sendo que os pagos pelo gado leiteiro são ligeiramente superiores aos pagos aos animais de corte. Segundo o coordenador do conselho técnico operacional da pecuária de corte do Fundesa, Fernando Adauto, o órgão teve dificuldade em definir qual animal pertencia a cada cadeia, já que na região existem tanto animais de corte como de leite, sendo que muitos desses são mistos.
De acordo com Adauto, foram analisados os resultados do projeto piloto de sanidade animal realizado naquela região. O índice de doenças apresentado pelos animais é baixo.
– A bruceleose está praticamente erradicada, já que os casos são muito pontuais. Os poucos casos de tuberculose que foram achados, ficaram em níveis muito inferiores aos que esperávamos e se situam muito mais na pecuária de leite de subsistência do que comercial, o que é muito satisfatório – comentou Adauto.
FONTE: FARSUL
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Argentina busca abrir mercado chinês para carne bovina
O Governo da Argentina buscará nos próximos dias, durante a viagem da presidente, Cristina Fernández de Kirchner, começar a exportar carne bovina a esse país. Atualmente, a Argentina não vende carne bovina à China e, segundo estimativas do setor, em uma primeira etapa, as vendas poderiam alcançar US$ 40 milhões anuais.
Após uma série de negociações de nível público e privado, no ano passado chegaram na Argentina autoridades chinesas para começar a delinear uma missão técnica que fizesse um estudo de risco em que se avaliasse as condições macro-econômicas em que se desenvolve o mercado de carnes argentino, de forma a medir a capacidade de poder produzir o que a China precisa de carne argentina em longo prazo.
Os representantes do Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar (Senasa) estiveram na China junto com uma delegação do Ministério das Relações Exteriores avaliando o estado das negociações. Nesse sentido, fontes do Senasa destacaram que "a resposta do serviço sanitário chinês foi que, em pouco tempo, enviarão uma auditoria para visitar plantas frigoríficas de nosso país que desejem enviar sua produção à China".
Uma das condições para chegar ao gigante asiático foi a abertura do mercado nacional à carne suína chinesa, mas isso foi rechaçado, ainda que se tentará solucionar essa diferença, disseram fontes do setor.
O presidente do Instituto de Promoção de Carne Bovina Argentina (IPCVA), Dardo Chiesa, destacou que "a abertura da China é muito importante para a Argentina e que hoje estamos nas vésperas de voltar a abrir esse mercado".
Atualmente, Hong Kong é o primeiro país asiático a comprar miúdos da Argentina, já que importou no ano passado 45.582 toneladas por um valor total de US$ 90,867 milhões. Isso significou uma melhora de 44% e 37%, em volume e em valor, com relação a 2008. Nesse sentido, Chiesa estimou que, se a Argentina abrir o mercado chinês, "as vendas seriam em princípio de US$ 48 milhões".
O diretor executivo da Câmara de Produção, Indústria e Comércio argentino-chinesa, Ernesto Taboada, calculou que "as primeiras vendas chegariam a US$ 30 milhões". No entanto, ele também disse que, atualmente, a China está "buscando aumentar seus rebanhos bovinos através da compra de embriões congelados, que têm um valor de US$ 400 cada um".
As informações partem do ElArgentino.com, conforme noticiou o BeefPoint.
Fonte: Centro de Inteligência em Genética Bovina
Após uma série de negociações de nível público e privado, no ano passado chegaram na Argentina autoridades chinesas para começar a delinear uma missão técnica que fizesse um estudo de risco em que se avaliasse as condições macro-econômicas em que se desenvolve o mercado de carnes argentino, de forma a medir a capacidade de poder produzir o que a China precisa de carne argentina em longo prazo.
Os representantes do Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar (Senasa) estiveram na China junto com uma delegação do Ministério das Relações Exteriores avaliando o estado das negociações. Nesse sentido, fontes do Senasa destacaram que "a resposta do serviço sanitário chinês foi que, em pouco tempo, enviarão uma auditoria para visitar plantas frigoríficas de nosso país que desejem enviar sua produção à China".
Uma das condições para chegar ao gigante asiático foi a abertura do mercado nacional à carne suína chinesa, mas isso foi rechaçado, ainda que se tentará solucionar essa diferença, disseram fontes do setor.
O presidente do Instituto de Promoção de Carne Bovina Argentina (IPCVA), Dardo Chiesa, destacou que "a abertura da China é muito importante para a Argentina e que hoje estamos nas vésperas de voltar a abrir esse mercado".
Atualmente, Hong Kong é o primeiro país asiático a comprar miúdos da Argentina, já que importou no ano passado 45.582 toneladas por um valor total de US$ 90,867 milhões. Isso significou uma melhora de 44% e 37%, em volume e em valor, com relação a 2008. Nesse sentido, Chiesa estimou que, se a Argentina abrir o mercado chinês, "as vendas seriam em princípio de US$ 48 milhões".
O diretor executivo da Câmara de Produção, Indústria e Comércio argentino-chinesa, Ernesto Taboada, calculou que "as primeiras vendas chegariam a US$ 30 milhões". No entanto, ele também disse que, atualmente, a China está "buscando aumentar seus rebanhos bovinos através da compra de embriões congelados, que têm um valor de US$ 400 cada um".
As informações partem do ElArgentino.com, conforme noticiou o BeefPoint.
Fonte: Centro de Inteligência em Genética Bovina
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Possível aumento na oferta derruba os preços do boi gordo
O mercado do boi gordo segue de lado no físico e fechou em queda nos futuros. A pressão por recuo nos preços deve-se à melhora na oferta de gado para abate e pela possibilidade de aumento na oferta na próxima semana com a chegada de boi a termo para o mercado. A demanda, entretanto, segue melhorando e o preço da carne está próximo do máximo registrado este ano. A @ da carne (traseiro + dianteiro + ponta de agulha) estava cotada em R$ 80,36/@ nesta terça-feira, pouco abaixo do patamar máximo no dia 14 de abril (R$ 80,68/@).
As dúvidas quanto à tendência do mercado, com a possibilidade de chegada de boi a termo, resultam nesse movimento lateral onde o range de negociações na BM&F está reduzido entre 84,30 e 85,60, registrado no último mês. Esse cenário incerto foi um dos motivos que resultou em queda de 29,7% no volume de negócios na BM&F em junho, além do fator Copa do Mundo. Com o feriado de sexta-feira, os frigoríficos pulam um dia de abate, mas na próxima semana isso significa um dia a menos de estoque também.
A informação é da XP Investimentos
As dúvidas quanto à tendência do mercado, com a possibilidade de chegada de boi a termo, resultam nesse movimento lateral onde o range de negociações na BM&F está reduzido entre 84,30 e 85,60, registrado no último mês. Esse cenário incerto foi um dos motivos que resultou em queda de 29,7% no volume de negócios na BM&F em junho, além do fator Copa do Mundo. Com o feriado de sexta-feira, os frigoríficos pulam um dia de abate, mas na próxima semana isso significa um dia a menos de estoque também.
A informação é da XP Investimentos
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