terça-feira, 28 de setembro de 2010

Carne Pampa

PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 27/09/2010
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 24/09/2010 - PRAÇA RS


Ver todas cotações Ver gráfico

MACHOSPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 5,63R$ 5,45
KG VivoR$ 2,82R$ 2,73
FÊMEASPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 5,23R$ 5,12
KG VivoR$ 2,48R$ 2,43
** Programa - Indicador Esalq/Cepea MaxP(6)
*** H & B - Indicador Esalq/Cepea Prz(4)
PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA
FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD

Boi-XP: preços fecham com alta em dia de poucos negócios

A sexta-feira sempre é marcada por um ritmo mais lento de negócios. Hoje não foi diferente. A paradeira se estende por todas as praças pecuárias e poucos negócios foram concluídos, o que deverá fazer com que os frigoríficos voltem à ativa na segunda-feira precisando de animais. Novamente foi possível observar a redução da diferença entre boi e vaca em algumas praças, mostrando uma tentativa dos frigoríficos de preencher as escalas com fêmeas para evitar maior pressão de alta sobre o boi gordo.
No Pará, além da pequena oferta de gado, os frigoríficos sofrem com outro problema: a falta de chuvas. Além de comprometer as pastagens e atrapalhar a engorda dos animais de pasto, a estiagem prejudica os reservatórios de água, elemento fundamental para dar continuidade aos abates. Dificilmente a situação será revertida no curto ou médio prazo. Na BM&F, contrariando o indicador, o mercado deu continuidade ao ritmo altista. O out/10 respeitou a LTA de longo prazo e o suporte formado nos 92,80 foi respeitado, com fechamento em alta.

Confira a análise completa: boi2409.pdf

Fonte: XP Agro

Boi Gordo: Mercado típico de segunda-feira, com poucos negócios realizados

Mercado típico de segunda-feira, com poucos negócios sendo realizados.
Em São Paulo alguns frigoríficos estão fora das compras esperando o resultado das vendas de carne do final de semana, para então posicionar suas ofertas de compra.
As escalas de abate no estado variam de 2 a 5 dias, e são compostas quase que totalmente por animais de confinamento, porém, a dificuldade na compra segue grade.
A saída de animais de cocho e a expectativa de aumento na oferta, à medida que avança o mês e se aproxima outubro, época de maior oferta de animas confinados, no entanto, pode ser o fator que tem segurado o mercado estável desde o dia 9 de setembro em São Paulo.
No Mato Grosso do Sul, o preço de referência segue estável em R$88,00/@, à vista, e R$89,00/@, a prazo, ambos livre de funrural, mas o volume de negócios acontecendo por R$1,00/@ acima tem crescido.
No Norte de Minas Gerais, a dificuldade nas compras fez os frigoríficos aumentarem em R$1,00 o preço da arroba. A cotação já acumula alta de 24% desde o início do ano.
No Sudeste do Mato Grosso, houve queda de R$1,00/@ nos preços da arroba do boi gordo, mas é grande a dificuldade em comprar nesses valores. Já a vaca gorda sofreu reajuste de R$1,00/@ e tem ajudado a completar as escalas.
No mercado atacadista de carne com osso a ponta de agulha charque teve queda de R$0,10/kg, como reflexo de redução nas vendas.
Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

COTAÇÕES



FONTE: CORREIO DO POVO

Países do Mercosul discutem desafios de exportar carne bovina para União Europeia

Argentina, Uruguai, Paraguai e Brasil se reuniram para fazer uma avaliação da bovinocultura da região
Especialistas do setor de carnes estão reunidos na Argentina para discutir as tendências e as novidades da cadeia. O congresso mundial começa nesta terça, dia 28, mas integrantes do Mercosul começaram a discutir já nesta segunda, dia 27, os desafios para aumentar as exportações de carne bovina para a Europa.
Argentina, Uruguai, Paraguai e Brasil, se reuniram para fazer uma avaliação da bovinocultura da região. As plenárias foram direcionadas aos participantes com direito a voto nas comissões de carne de ovinos, suínos e bovinos e do Escritório Permanente Internacional da Carne.
Na plenária, o Presidente do Conselho Nacional de Pecuária de Corte, Sebastião Costa Guedes, fez uma alerta quanto à falta de padronização nas analises técnicas para exportação dentro da cota Hilton. Ele sugeriu uma ação conjunta dos países participantes para melhor a posição dos exportadores dentro do mercado europeu.
Guedes falou sobre mercado e deu ênfase aos critérios de avaliação que os importadores usam para avaliar a qualidade da carne para a cota Hilton. Ele pede a padronização desse trabalho de avaliação, que é diferente para o Brasil e para outros países.

Fonte: CANAL RURAL

Un millar de expertos analiza en Argentina los desafíos de la industria cárnica

Más de mil expertos de todo el mundo se reúnen desde hoy en Buenos Aires en la decimoctava edición del Congreso Mundial de la Carne para debatir el devenir de la industria cárnica y los desafíos que debe afrontar el sector en términos de sustentabilidad, informaron los organizadores del encuentro.
"Carne para un mundo sustentable" es el lema de la nueva edición de este evento que organiza cada dos años la Oficina Permanente Internacional de la Carne (OPIC), entidad privada que reúne a empresarios, productores y exportadores de ese producto de todo el mundo.
En el marco del encuentro, se celebra hoy en la capital argentina la Asamblea General de la comisión directiva de la OPIC, a la vez que se reúnen sus diferentes comisiones de carne bovina, porcina y ovina.
El congreso, que se desarrollará en Buenos Aires hasta el miércoles, está dividido en cinco sesiones que ahondarán en el futuro de la industria de la carne a nivel mundial, sus desafíos de cara a un desarrollo sustentable, la salud animal y los operadores del mercado.
Abordarán los retos de sustentabilidad el coordinador de Ganadería, Medio Ambiente e Iniciativa de Desarrollo de la organización de Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación (FAO), Henning Steinfeld, y el director general adjunto de Desarrollo Agrícola y Rural de la Unión Europea, Lars Hoelgaard, entre otros.
El administrador del Programa de Ganadería y Semillas del departamento de Agricultura de Estados Unidos, Craig Morris, analizará el desarrollo de prácticas sustentables a partir de la seguridad y la protección de los alimentos.
Por su parte, la directora del departamento de Comercio Internacional de la Organización Internacional de la Sanidad Animal (OIE), Sarah Kahn, disertará acerca de la salud y el bienestar animal en este proceso de cambio de la industria.
Entre los participantes destacados del congreso figuran también el presidente de la Federación de Exportaciones de Carnes de Estados Unidos, Philip Seng, y el director de la División de Políticas y Medioambiente en la Dirección de Agricultura y Comercio de la Organización para el Desarrollo y la Cooperación Económica (OECD), Wilfrid Legg.
Esta es la segunda vez que Argentina acoge este encuentro, en esta ocasión en un contexto de crisis del sector ganadero en el país, que aunque se sigue jactando de tener más vacas que habitantes, ha visto como en los últimos años su población vacuna ha sufrido un creciente retroceso.
Las fuertes sequías registradas en los últimos años, las medidas restrictivas a la exportación y el auge del más rentable negocio de la soja son las principales causas de esta inédita situación que vive Argentina, donde el consumo doméstico de carne vacuna es de los mayores del mundo, únicamente superado por su vecino Uruguay.
No obstante, el ministro de Agricultura, Ganadería y Pesca, Julián Domínguez, afirmó hoy que existen "indicadores que permiten avizorar un comienzo de recuperación para el sector ganadero", al considerar que en los próximos cuatro años el rodeo de cabezas vacunas, que actualmente es de 48 millones, crecerá un 20 por ciento.

FONTE: WWW.QUE.ES

Mercado do boi gordo continua firme


O cenário do mercado do boi gordo continua firme com pouco boi e escalas curtas
O cenário do mercado do boi gordo continua firme, com pouco boi e escalas curtas. Com o fim de semana, as escalas dos frigoríficos encurtaram ainda mais, deixando a situação complicada outra vez. Apesar disso, hoje é dia de poucos negócios quando compradores e vendedores observam a movimentação do mercado para então se posicionarem.
O fato é que mesmo com um ritmo menos acelerado, setembro ainda foi positivo para o boi gordo, que subiu 0,55% em São Paulo.
Entretanto, foi nas outras praças pecuárias que a valorização realmente chamou a atenção. No Mato Grosso do Sul, subiu 4,30%, em Goiás 5,5%, em Minas Gerais, 3,6%, no Tocantins
6,25% e no Pará, praça onde há maior dificuldade de encontrar animais terminados,
subiu incríveis 10,50%.
A saída do frigoríficos para evitar novos reajustes em São Paulo foi intensificar a compra
nos Estados vizinhos, fato comprovado pelos aumentos ocorridos.
FONTE: AGROCIM

Evolução da inseminação artificial no Brasil

A movimentação no mercado de sêmen é boa com a chegada da estação de monta.

As vendas seguem aquecidas, mas boa parte dos pecuaristas espera a melhoria das condições das pastagens para realizar os trabalhos reprodutivos, seja IATF (inseminação artificial em tempo fixo) ou inseminação convencional.

O boi gordo valorizado, mesmo já com a saída de animais de confinamento anima quem pensa em investir na pecuária.

O bezerro, acompanhando o boi gordo, segue em bom patamar, apesar da maior valorização do boi nos últimos meses, que acabou melhorando a relação de troca entre eles. Mais um fator positivo para a cria.

A utilização de inseminação e IATF têm ganhado adeptos, o que influencia diretamente nas vendas de sêmen.

Veja na figura 1 a evolução das vendas de sêmen desde 1983. Entre 1983 e 2009 as vendas aumentaram 680%, saindo de 1,17 para 9,16 milhões de doses.



Em relação ao câmbio, o real em patamar valorizado influencia positivamente as vendas de sêmen importado e deixa mais competitivos os produtos importados relacionados à reprodução, como é o caso de alguns hormônios.

Desde 2006 a participação de fêmeas nos abates tem diminuído, aumentando o número de vacas e novilhas para a reprodução, demandando mais sêmen.

Este conjunto de fatores faz com que as expectativas de boas vendas no setor reprodutivo comecem a se consolidar.
FONTE: SCOT CONSULTORIA

7º Grande Leilão Red Angus acontece na Sociedade Hípica Paulista

A Fazenda MC colocará 29 lotes da raça Aberdeen Angus em pista, sendo 24 fêmeas e cinco machos
O 7º Grande Leilão Red Angus da Fazenda MC, do empresário e criador Eloy Tuffi, acontece nesta segunda-feira (27/09), na Sociedade Hípica Paulista, em São Paulo às 21 horas, com oferta de 24 fêmeas (sendo uma prenhez) e cinco machos, totalizando 29 lotes. O leilão terá chancela da Associação Brasileira de Angus (ABA).
O destaque entre as fêmeas será Rincon Embusteira 1270 del Sarandy, pelagem preta, que faturou, em 2010, os títulos de reservada grande campeã da raça em Avaré (SP) e Londrina (PR), além de contar com o título de grande campeã da Feicorte e de reservada grande campeã em Esteio, ambos em 2009. Serão ofertadas cinco cotas de 10% do animal. Entre os touros, destaque para MC Humbert, reservado grande campeão em Araçatuba 2010. “Neste ano estamos muito bem representados assim prevendo faturar cerca de R$ 2 milhões neste evento”, diz Eloy Tuffi.
De acordo com informações da assessoria de imprensa da Fazenda MC, o investimento em gado como uma opção de negócio tem atraído, nos últimos anos, pessoas de diferentes perfis, quebrando o paradigma de que apenas um fazendeiro com propriedade possa criar Angus. “A diversidade dos compradores se deve ao sistema de hospedagem, alimentação, vacinas periódicas de animais oferecidos pela fazenda”, explica Tuffi. Informações adicionais pelo sitewww.fazendamc.com.br.
Personalidades famosas como Adriane Galisteu – que fará sua primeira aparição pós-maternidade -, Ana Hickmann e Maria Fernanda Cândido já confirmaram presença no tradicional Leilão da Fazenda MC. A leiloeira Trajano Silva Remates terá Nilson Francisco Genevose no martelo e transmissão ao vivo pelo Canal Rural. Condições de pagamento serão em 30 parcelas sem juros (1+29).
As informações são da assessoria de imprensa da Associação Brasileira de Angus.

FONTE: Agrolink

Bom desempenho das exportações paraguaias de carne bovina

Durante o período compreendido entre maio e agosto de 2010, as exportações de carne bovina do Paraguai subiram para 113,8 mil toneladas gerando uma receita de US$435 milhões, quase 90% acima de igual período do ano passado.
No mesmo quadrimestre de 2009 as vendas atingiram 93,9 mil toneladas, gerando receita de US$229 milhões. Se a tendência se mantiver inalterada durante 2010, o Paraguai vai estabelecer um novo recorde para as exportações de carne, superando uma receita de US$800 milhões até ao final deste ano.
Os principais mercados para a carne paraguaia no período foram o Chile com US$223 milhões e a Rússia com US$113 milhões.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

DF: governo monitora rebanho para atestar sanidade

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com a Secretaria da Agricultura, inicia, em 4 de outubro, a coleta de amostras de sangue do rebanho gaúcho para a avaliação da circulação viral em zona livre de febre aftosa e da eficiência da vacinação. O trabalho que envolverá 20 equipes compostas por veterinários e técnicos agrícolas deverá ser concluído em novembro.
Segundo o chefe do Serviço de Saúde Animal da Superintendência do Mapa/RS, Bernardo Todeschini, o monitoramento da circulação de vírus será feito em áreas de maior trânsito de animais no Estado. Serão visitadas 350 propriedades, em 130 municípios, totalizando 9 mil coletas dentre 50 mil previstas no país. Essa análise será feita em animais entre 6 e 12 meses, que devem ter sido imunizados em maio e novembro de 2009.
Já o estudo da eficiência vacinal será feito a partir de coletas em cem propriedades gaúchas de 50 municípios. Passarão por análise 500 animais, com idade entre 12 e 24 meses. "É um trabalho meticuloso, objeto de auditoria e que atrai atenção internacional. O resultado é a principal sustentação para a zona livre de aftosa."

Fonte: Correio do Povo

Remate em Quaraí (RS) abre temporada de bons negócios para a pecuária gaúcha

Leilão da GAP teve faturamento acima de R$ 2,2 milhões
Marina Lopes
Se o bom momento da pecuária indicava uma primavera promissora, o remate da GAP na Estância São Pedro, em Quarai (RS), neste domingo, dia 26, confirmou a previsão. A venda de 373 animais arrecadou mais de R$ 2,2 milhões, em 98% das negociações registradas até as 19h30min.
Com pista rápida, o leilão confirmou a preferência de compradores por raças sintéticas (resultado de cruzamento). A rusticidade e facilidade de adaptação ao clima do centro do país de brangus e braford conquistaram compradores de fora do Rio Grande do Sul e garantiram as melhores médias. Ricardo Rodrigues Cardona representou oito compradores do Paraná, de São Paulo e de Mato Grosso.
– Devido à mistura com zebuínos, as raças sintéticas são mais rústicas, adaptam-se melhor e não necessitam de tantos cuidados, barateando a manutenção – explicou Cardona.
Técnico da Associação Brasileira de Brangus, Gérson Lima representou compradores de São Paulo e Mato Grosso e adquiriu três touros brangus por cerca de R$ 9 mil cada.
– A GAP costuma ter grande oferta e tradição. Os animais são uniformes, isso é garantia na hora da compra – ressaltou Lima.
A uniformidade percebida em pista foi obtida com esforço este ano. O inverno rigoroso dificultou a preparação dos animais, explicou o diretor comercial da GAP, João Paulo da Silva.
– Tivemos de dar atenção exclusiva aos animais que entrariam em pista e deixamos de lado os outros para atingir a meta de não apresentar animais com menos de 600 quilos. Foi difícil, porque a pastagem estava escassa – destacou Silva.
Dois touros brangus dos lotes 158 e 159 entraram na pista juntos e conseguiram o melhor preço: R$ 13,5 mil cada. O leiloeiro Marcelo Silva destacou que o leilão superou a expectativa porque foram oferecidos menos animais do que em 2009.
– Achamos que seria difícil chegar à marca de R$ 2 milhões, mas conseguimos. Isso destaca o excelente trabalho da GAP. As raças sintéticas foram destaque, parece que serão a sensação da primavera por aqui – analisou o leiloeiro.
No ano passado, a GAP faturou mais de R$ 2,7 milhões na negociação de mais de 450 animais. O resultado final será divulgado nesta segunda, dia 27.
Confira as médias
ANGUS
Fêmeas (51)* R$ 4,2 mil
Machos (108) R$ 7,3 mil
BRANGUS
Fêmeas (32) R$ 2,9 mil
Machos (100) R$ 7,7 mil
HEREFORD
Fêmeas (20) R$ 2,2 mil
Machos (13) R$ 7,4 mil
BRAFORD
Fêmeas (21) R$ 2,1 mil
Machos (28) R$ 7,5 mil
*Números entre parênteses indicam a quantidade de animais

FONTE: ZERO HORA

Banco do RS disponibiliza R$ 20 milhões para leilões e remates

Prazo para pagamento pode variar de um a dois anos
O Banrisul anunciou nesta sexta, dia 24, recursos da Poupança Rural no valor de R$ 20 milhões para aquisição de animais em leilões de feiras não oficiais e remates particulares. As exposições acontecerão entre setembro e dezembro em todas as regiões do Rio Grande do Sul.
Poderão ser financiadas matrizes, reprodutores e animais para recria e engorda com taxas de juros de 10,75%. O prazo para pagamento pode variar de um a dois anos de acordo com atividade pecuária desenvolvida pelo produtor.
Para o diretor de Crédito do Banrisul, Bruno Fronza, os leilões são fundamentais para incrementar o agronegócio gaúcho.
– Por meio do crédito pré-aprovado, os produtores terão um atendimento rápido e sem burocracia, agilizando as suas compras nas feiras.

Fonte: BANRISUL

Austrália tem boas previsões para 2010-11

As previsões para a indústria de carne bovina da Austrália são positivas, com os preços médios dos bovinos, volumes e valores de exportação devendo aumentar em média em 2010-11, embora os abates totais de bovinos adultos devam continuar sem mudanças com relação ao ano anterior, de acordo com o último relatório da Agência Australiana de Agricultura e Recursos Econômicos (Australian Bureau of Agricultural and Resource Economics - ABARE).
De acordo com a ABARE, os preços médios do gado para 2010-11 deverão ficar 4,5% maiores do que no ano anterior (uma média dos preços dos novilhos, vacas e novilhos pesados comercializados em 2010-11, ponderada pela proporção de machos e fêmeas abatidas no ano). Com as excelentes condições climáticas nos estados do leste do país até agora em 2010-11, a forte demanda por bovinos jovens têm pressionado os retornos nos leilões para os níveis mais altos dos últimos quatro anos. Para o período de 12 semanas desde o começo do ano fiscal de 2010-11, os preços nacionais de novilhos comerciais foram em média 5% maiores do que no mesmo período de 2009-10, enquanto os preços das vacas e dos novilhos pesados aumentaram em 7% e 3%, respectivamente.
Após um ano muito difícil em 2009-10, as exportações australianas de carne bovina deverão começar lentamente a aumentar, crescendo em 1% em 2010-11, para 920.000 toneladas. As exportações para os dois maiores mercados da Austrália, Japão e Estados Unidos, deverão aumentar em 3% e 14%, para 360.000 toneladas e 240.000 toneladas, respectivamente. Entretanto, é necessário notar que o aumento de 14% de vendas aos Estados Unidos é mais um reflexo dos baixos níveis de 2009-10, que, com 210.000 toneladas exportadas, foi o menor resultado em um ano fiscal desde 1996-97.
Os preços médios indicativos de importação de carne bovina para Japão e Estados Unidos para 2010-11 deverão aumentar em termos de dólares por quilo, aumentando em 2% e 10%, respectivamente. Entretanto, para os exportadores australianos, qualquer beneficio dos maiores preços nesses mercados pode ser prejudicado pelo alto dólar australiano. No entanto, mesmo com o forte dólar australiano, a ABARE previu que o valor total das exportações de carne bovina e de vitelo deverá aumentar em 10% em 2010-11, para A$ 4,4 bilhões (US$ 4,18 bilhões).
Considerando as melhores condições climáticas na maioria das regiões produtoras de bovinos, o rebanho bovino australiano deverá se expandir em 0,7% no ano, para 28,4 milhões de cabeças, à medida que muitos produtores tomam medidas para começar a reconstruir seus rebanhos, que foram reduzidos por causa da seca.
Em 24/09/10:
1 Dólar Australiano = US$ 0,95177
1,05032 Dólar Australiano = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)

FONTE: A reportagem é do Meat and Livestock Australia (MLA).

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Um dos maiores eventos especializados em pecuária do mundo acontece em Clermont-Ferrand na França

Nos dias 6, 7 e 8 de outubro de 2010 será realizado um dos maiores encontros europeus de profissionais da criação bovina, ovina e equina, oSOMMET DE L’ÉLEVAGE. O evento acontece na cidade de Clermont-Ferrand, a 425 km de Paris e contará com a presença de 380 expositores internacionais e 820 locais, num total de 1200 stands para 76 mil profissionais visitantes do mundo inteiro sendo 2 500 estrangeiros provenientes de 60 países. Maior encontro europeu dos profissionais da criação, o SOMMET DE L’ELEVAGE é um dos principais salões internacionais especializados em produção animal.
Situado no centro do Maciço Central, berço europeu da criação de bovinos de carne, o SOMMET DE L’ELEVAGE constitui uma vitrine excepcional da criação francesa com exposição de 1 900 animais de alto valor genético. Em 2010, o SOMMET receberá o concurso nacional da raça Charolaise com seus 500 melhores exemplares.
A edição deste ano apresenta três novidades: o novo espaço para ovinos, uma tenda dedicada especialmente à criação de ovinos; uma área externa para demonstrações; e atividades profissionais.
A área do espaço ‘Edifícios e Energias’ teve seu tamanho dobrado para que o desenvolvimento sustentável seja melhor discutido.
As raças britânicas: Angus, Hereford e Galloway atravessam o Canal da Mancha para se apresentarem pela primeira vez no SOMMET DE L’ÉLEVAGE.
Vitrine da criação francesa, o SOMMET DE L’ELEVAGE receberá aproximadamente 1900 animais durante três dias, em concurso ou em apresentação. Serão 22 raças bovinas, 26 raças ovinas e 16 raças equinas em concursos e apresentações.
O concurso dos “Sommets d’Or” (concurso das melhores inovações técnicas – reservado aos expositores), o “Trophée des Massifs” (concurso de avaliação dos animais pelos jovens), o concurso dos “Fermiers d’Or” (concurso de produtos alimentares) e o concurso dos “Sabots d’Or” completarão o programa das atividades profissionais.
Clube de negócios internacional
Instalado à entrada do salão e animado pela ADEPTA, o Clube internacional é tanto um local de recepção como um clube de negócios. Durante três dias, os visitantes estrangeiros beneficiam de um atendimento personalizado e de um programa especialmente concebido para eles: visitas de criações e de locais técnicos, apresentações de genética, organização de encontros de negócios.

Um evento no coração da atualidade agrícola
Conferências, colóquios e encontros profissionais sucedem-se ao longo dos três dias no centro de conferências do parque de exposições.
Responsáveis políticos e responsáveis agrícolas fazem do SOMMET uma verdadeira tribuna internacional enquanto as empresas, organismos especializados e expositores se encontram para trocar ideias sobre os grandes temas da atualidade: saúde animal, energias renováveis, formação profissional

Embarque com a Agritours Brasil (www.agritoursbrasil.com.br) para conhecer o que há de mais moderno na criação de animais. Roteiros técnicos personalizados agribussines.

Impacto midiático
- Mais de 100 jornalistas franceses e 21 medias internacionais cobriram o evento em 2009.
- Mais de 1 500 artigos de imprensa, reportagens rádio e televisão abordaram o SOMMET 2009.
- 272 000 pessoas visitaram o www.sommet-elevage.fr

Por Arno Dallmeyer, Dr. Agr.
Fonte: Agritours

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Governo adota medidas para manter exportações de carne bovina

Ministério da Agricultura quer evitar que o excesso de medicamentos no produto prejudique novamente a imagem do mesmo no mercado internacional
Letícia Luvison Brasília (DF)
Depois da suspensão das vendas de carne bovina para os Estados Unidos, o governo brasileiro adota medidas para retomar das exportações, como mudanças nos rótulos dos vermífugos. O Ministério da Agricultura quer evitar que o excesso de medicamentos na carne prejudique novamente a imagem do produto no mercado internacional.
O pecuarista Claudio Maliski cria 400 cabeças de gado de corte no Distrito Federal. Para manter a saúde do rebanho, segue à risca as recomendações na hora de aplicar o vermífugo: um mililitro para cada 50 quilos de boi vivo, pelo menos 20 dias antes do abate.
— Eu aplico normalmente dentro do período de carência, inclusive os animais que procuramos criar são mais resistentes, adaptados ao Centro-oeste. Normalmente são quatro aplicações anuais, eu tenho feito três — diz Maliski.
Porém, nem todos os produtores respeitam o prazo. Alguns sequer lêem as indicações. Por isso, o governo determinou que a indústria veterinária deixe os dados mais claros a partir de 2011.
As informações sobre a carência do produto deverão ganhar destaque nos rótulos, com letras diferenciadas no espaço principal da embalagem. A intenção é não deixar dúvidas quanto ao intervalo necessário entre a aplicação do medicamento e o abate do animal.
— Esse período de carência é exatamente o período necessário para que todo o medicamento, após a sua aplicação no animal, não tenha nenhum resíduo desse medicamento ou tóxico que ele pode deixar na carne, ovo ou leite do animal para o consumo — explica Egon Silva, da Divisão de Produtos Farmacêuticos do Departamento de Fiscalização de Insumos Pecuários do Ministério da Agricultura.
A pasta quer evitar que episódios como o da suspensão das vendas para os Estados Unidos, por excesso de resíduos, se repitam. Para o setor, a mudança deve aumentar ainda mais a competitividade do produto brasileiro.
— A medida vem ao encontro da melhor qualidade da carne para o consumidor brasileiro e também para a carne que é exportada, uma vez que o Brasil também depende de exportações para a pecuária brasileira continuar crescendo — diz o assistente técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Paulo Mustefaga.

FONTE: CANAL RURAL

Europa reduz em 50% os subsídios na exportação de carne bovina

A Friboi e Marfrig informaram que estão cientes da decisão da União Europeia, mas não se manifesteram a respeito da questão.

O grupo Minerva divulgou comunicado ao mercado nesta sexta-feira informando que a União Europeia reduziu em 50% os subsídios destinados às exportações de carne bovina de todo o bloco.

Segundo o grupo, esta medida beneficiará o Brasil e especialmente o Minerva, que por meio "de seus canais de vendas externas deverá acelerar o aumento de participação nos principais mercados hoje atendidos pela União Europeia.

O Minerva é um dos líderes no Brasil na produção e comercialização de carne bovina, couro e exportação de boi vivo e está entre os três maiores exportadores brasileiros do setor em termos de receita bruta de vendas, comercializando seus produtos para cerca de 100 países.

A Friboi e Marfrig informaram que estão cientes da decisão da União Europeia, mas não se manifesteram a respeito da questão.

Fonte: folha.com

Exposição Nacional Hereford e Braford 2010 terá mais 250 animais

Pelotas vai receber, de 28 de setembro a 1º de outubro durante a Exposição Nacional das raças Hereford e Braford, 25 expositores e 214 animais , sendo 54 trios de rústicos (23 braford – 31 hereford) e 52 galpão (30 braford – 22 hereford) e cerca de 60 reprodutores a venda.
A exposição nacional é a segunda maior mostra das raças, ficando atrás somente da Expointer e a cada ano crescem em número de expositores, de animais e na qualidade das raças tipo exportação. A Exposição Nacional em 2010 terá uma ampla programação:

28/09 - 8 h - Entrada e Admissão dos animais a Galpão e Entrada dos Rústicos
29/09 - 8h - Entrada e Admissão Animais Rústicos até às 16 horas
9h - Início Julgamento de Classificação Animais a Galpão (hereford e braford)
19h - Círculo de Palestras Técnicas: Sede da Associação dos Engenheiros Agrônomos de Pelotas (AEPEL)
- Como comprar e vender com sucesso em gado de corte? - Dr. Júlio Barcellos (Nespro - UFRGS/RS)
- Exames Andrológicos em Touros - Dr. Walter Ney Louzada Ribeiro
- A Associação Brasileira de Hereford e Braford - Projetos para a próxima década - Fernando Lopa (Presidente da ABHB)
30/09 -9h - Julgamento de Classificação de Animais Rústicos (todo dia)
20h - Jantar de Confraternização na sede da Associação Rural de Pelotas (ARPEL)
1º/10 –09 h – Grande Campeonatos de Rústicos Hereford e Braford
16 h - Concurso Jurado Jovem
18h - Coquetel de Entrega de Prêmios no Salão Nobre da Associação Rural de Pelotas
20h – Remate da Exposição Nacional

Os Jurados:
Para apontar os melhores das raças Hereford e Braford, a diretoria do Núcleo Sudeste escolheu dois profissionais do país vizinho, Uruguai. A raça hereford terá como jurado o senhor Hector Bonomi, médico veterinário e gerente da Gensur LTDA. Bonomi trabalha para o Programa Genético de Bovinocultura de Corte do Uruguai e Argentina, presta assessoria para fazendas além de ser criador da raça há muitos anos no Uruguai onde junto com os irmãos cuida da Cabanha Torill em Lavalleja – Uruguai.
O jurado Martín Gil fará o julgamento da raça Braford. Gil é técnico e há 12 anos trabalha na Fazenda La Victória, estabelecimento com tradição na criação de braford no Uruguai. Gil é também um dos diretores da Sociedade de Criadores de Braford e Zebu do Uruguai.
As informações são da assessoria de imprensa da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB).

FONTE: Agrolink

Boi-XP: preços fecham com alta em dia de poucos negócios

A sexta-feira sempre é marcada por um ritmo mais lento de negócios. Hoje não foi diferente. A paradeira se estende por todas as praças pecuárias e poucos negócios foram concluídos, o que deverá fazer com que os frigoríficos voltem à ativa na segunda-feira precisando de animais. Novamente foi possível observar a redução da diferença entre boi e vaca em algumas praças, mostrando uma tentativa dos frigoríficos de preencher as escalas com fêmeas para evitar maior pressão de alta sobre o boi gordo.
No Pará, além da pequena oferta de gado, os frigoríficos sofrem com outro problema: a falta de chuvas. Além de comprometer as pastagens e atrapalhar a engorda dos animais de pasto, a estiagem prejudica os reservatórios de água, elemento fundamental para dar continuidade aos abates. Dificilmente a situação será revertida no curto ou médio prazo. Na BM&F, contrariando o indicador, o mercado deu continuidade ao ritmo altista. O out/10 respeitou a LTA de longo prazo e o suporte formado nos 92,80 foi respeitado, com fechamento em alta.

Confira a análise completa: boi2409.pdf

Fonte: XP Agro

Mercado do boi gordo segue firme

Mercado do boi gordo firme.
Pouca movimentação, quadro típico de sexta-feira. As escalas estão um pouco maiores que nas últimas semanas, e atendem entre 3 e 4 dias, no geral. No entanto, entre ontem e hoje algumas programações diminuíram.
Em São Paulo o preço referência segue estável, em R$92,00/@, a prazo, livre de imposto, mas existem negociações em até R$94,00/@, nas mesmas condições, em alguns casos.
As escalas curtas e a pouca oferta provocaram reajuste no preço no Sudoeste do Mato Grosso. Hoje o boi gordo é negociado por R$86,00/@, a prazo, livre de imposto. O preço na região é 8,2% maior que há 30 dias.
Houve reajustes nos preços do boi gordo também em Paragominas-PA, Três Lagoas-MS e Oeste de Santa Catarina.
A valorização média no último mês, considerando todas as praças, foi de 6,3%. Desde o início do ano a valorização média foi de 22,3%.
No mercado atacadista de carne com osso os preços estão estáveis.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

Comissão quer trazer para MS o congresso mundial da carne

Uma comissão formada por cerca de 30 pessoas ligadas ao setor rural de Mato Grosso do Sul embarca nesta sexta-feira (24-09) rumo a Buenos Aires, Argentina, onde acontecerá o XVIII Congresso Mundial da Carne, de 26 a 29 de setembro. Liderada pela Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul), a comissão tem o objetivo não só de representar a pecuária sul-mato-grossense, mas de captar para Campo Grande a próxima edição do evento, um dos mais representativos do segmento da carne no mundo.
Como argumentos a serem apresentados no evento do país vizinho para conquistar a confiança dos organizadores, o grupo vai mostrar o portfólio da rede hoteleira e de restaurantes existente na Capital, a qualidade dos espaços disponíveis para a realização de eventos, a localização geográfica privilegiada com ligação rodoviária e aérea com cinco estados e os países vizinhos. “Vamos mostrar também a organização da cadeia produtiva da carne do Estado e as possibilidades de desenvolvimento de diferentes sistemas de produção”, enfatiza o presidente da Famasul, Eduardo Riedel.
Apresentando-se como principal concorrente para sediar o evento no ano que vem, Campo Grande também tem a seu favor o reconhecimento do mercado nacional e internacional em relação à qualidade da carne produzida no Estado. Com o terceiro maior rebanho do País, formado por 22,5 milhões de cabeças, MS virou referência por meio de iniciativas como o programa Boas Práticas Agropecuárias (BPA). Desenvolvida pela Embrapa Gado de Corte, a iniciativa favorece a produção de um bife mais saboroso, nutritivo e suculento. A qualidade é produto da adaptação das propriedades para oferecer ao animal água limpa, alimento nutritivo e sombra para aliviar o calor, um conjunto de procedimentos que garante o bem-estar do rebanho. Atualmente, o programa é desenvolvido também em fazendas de São Paulo e Minas Gerais.
Outro ponto que pesa favoravelmente à escolha de Campo Grande para sediar o congresso mundial da carne de 2011 é a diversidade da pecuária nacional, formada por segmentos como a criação extensiva, de confinamento e orgânica. O Brasil é o único país do mundo onde a maior parte do rebanho é composta de variedades do zebu, raça que gera uma carne mais nutritiva e segura para a saúde em termos de composição lipídica, ou seja, os valores de gordura presentes.
A organização da missão que participa do congresso teve participação de representantes da Famasul, Associação Brasileira de Pecuária (Abrapec), Sebrae, Associação Brasileira de Pecuária Orgânica (ABPO), Sindicato Rural de Campo Grande, Sindicato Rural de Três Lagoas, Secretaria de Produção (Seprotur) e Convention Bureau.
As informações são da assessoria de imprensa da Famasul/Senar-MS.

FONTE: Agrolink

PREÇOS MÉDIOS EM DÓLARES/@ DO BOI GORDO NO MUNDO




Compra de gado vivo para exportação

* ESTAMOS COMPRANDO À PARTIR DE SEGUNDA-FEIRA DIA 26.09.2010 GADO PARA EXPORTAÇÃO
CONDIÇÕES:
-SOMENTE GADO EUROPEU
-PESO MÍNIMO 380 KG
-CASTRADOS
-MÁXIMO 4 DENTES
OBS:EM CASO DE ANIMAIS COM GUAMPA, NÃO CORTADAS E NEM APARADAS SÃO PREFERÊNCIA
-PESAGEM NO CONFINAMENTO OU EM BALANÇA TERCEIRIZADA VIZINHA A MESMA

Preço: R$ 2,80 kg/vivo

Condições de pagamento: 10 dias

CONTATOS COM LUND PELO TELEFONE 81113550 OU 30283550

Arroba do boi ameaça ultrapassar dos R$ 90 em MS

As cotações da arroba do boi gordo em São Paulo devem superar R$ 100 nos meses de novembro e dezembro. Segundo Fernando Henrique Iglesias, analista da Safras & Mercado, o ritmo altista dos preços da carne vai embalar também Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás, onde os valores devem ultrapassar a casa dos R$ 90.
"O aumento da demanda no fim do ano e a oferta apertada, mesmo com a entrada de animais confinados da segunda rodada, vão provocar o avanço", afirma.
Para o analista, após as constantes altas nas cotações no último mês, o mercado bovino brasileiro atualmente experimenta acomodação. "O boi de confinamento começou a aparecer e as escalas de abate melhoraram, o que está segurando os preços."
O mercado paulista, que chegou a operar com a arroba a R$ 94, livre de Funrural, à vista, no início de setembro, agora trabalha em um intervalo de preços entre R$ 90 e R$ 94 entre à vista e a prazo nesta semana.
No centro-oeste, as cotações se mantiveram estáveis entre R$ 87 e R$ 88 a arroba em Mato Grosso do Sul e entre R$ 80 e R$ 81 em Mato Grosso, como base Cuiabá.
No entanto, de acordo com Ricardo de Castro Merola, presidente da Associação Nacional dos Confinadores (Assocon), esse conforto nas escalas de abate é temporário. "Em pouco tempo vai faltar boi", afirma.
Diante desse cenário, segundo Iglesias, os preços é que vão definir o rumo que a carne bovina vai tomar daqui para a frente, se no mercado interno ou externo.
Merola explicou que no mês de outubro geralmente a oferta de gado confinado é maior, já que a bolsa possui um volume mais acentuado de contratos neste período e é justamente quando o confinador aproveita para fazer hedge. "Mesmo assim, este ano, outubro teve menos oferta."
De acordo com Iglesias, a primeira rodada de animal em confinamento a chegar na indústria ocorre de 15 de setembro a 15 de outubro. A segunda rodada, em meados de novembro.
Segundo Merola, do total de bois confinados, em torno de 1,3 milhão de cabeças no Brasil, cerca de 70% foram abatidos. A entrada do restante estaria promovendo a folga nas escalas, que de acordo com o analista, antes era de dois e três dias, passa agora para quatro e cinco dias.
Os cortes casados de traseiro e dianteiro, segundo o analista, que no início de setembro atingiram patamares recordes de R$ 7,30 x 5,20 estão sendo negociados a R$ 7,00 x 4,80, reflexo dessa melhor condição das escalas desta segunda quinzena de setembro.
A seca no centro-oeste e o fogo nas pastagens são outros fatores determinantes no cenário de oferta de bovino no País.
Para o início do próximo ano, a expectativa da indústria é de entrada de boi a pasto, mas de acordo com Merola, se não chover no fim de outubro, a oferta de animais esperada para janeiro e fevereiro estará comprometida. "Os preços podem fraquejar agora, mas com essa perspectiva, a partir de novembro voltam a subir."
De acordo com o analista, a escassez de boi registrada em agosto, quando os preços dispararam, deve se repetir. "A tendência é de que os preços da carne subam também no varejo", diz Iglesias.
Outro sinalizador de que os preços poderão se sustentar em 2011, segundo Iglesias, é o fato de a oferta mundial estar diminuindo nos principais países produtores. "A Argentina exportou 200 mil toneladas a menos nos primeiros seis meses do ano."

Rio Grande do Sul
Segundo Ronei Alberto Lauxen, presidente do Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Rio Grande do Sul (Sicadergs), a realidade na região é diferente do resto do País.
Como nas outras praças, de acordo com Lauxen, as escalas no estado também estão acomodadas, mesmo sem a incidência de boi confinado. No Rio Grande do Sul, de acordo com o presidente do Sicadergs, quase não existe este perfil de criador. "Até novembro as escalas devem se manter assim, mas em janeiro podem ficar complicadas."
No Rio Grande do Sul, a previsão também é de queda na oferta de gado e aumento nas cotações no início de 2011. "Hoje os preços do quilo da carcaça estão na faixa de R$ 5,40 e R$ 5,50.

Fonte: DCI + Acrissul

Preço médio da carne exportada para a União Europeia tem queda nos últimos meses

A baixa atrapalha preço do gado pago pelos frigoríficos
Dados analisados pela Scot Consultoria, com base em números divulgados pelo Ministério da Indústria e Comércio, mostram que o preço médio da carne bovina in-natura exportada para a União Europeia caiu nos últimos meses. Na comparação com os dois últimos anos, o preço atual está abaixo da média quando convertido para Real.

A queda no preço da carne exportada nos últimos meses atrapalha um maior pagamento pelo boi gordo cadastrado na Lista Trace, que são animais aptos a ser exportados para o bloco europeu.

A analista da Scot Consultoria, Maria Gabriela Tonini, ressalta que, com isso, o frigorífico não consegue pagar mais pelo animal.

- Isso acaba interferindo na possibilidade do frigorífico pagar mais por esse gado que vai ser exportado para a União Europeia. Essa relação do frigorífico e o interesse em exportar para a União Europeia tem relação direta com o pagamento pelo boi gordo, porque ele tem um pagamento diferenciado em relação ao comum - explica.

No mês de agosto, o valor se manteve estável. Mas, de acordo com a especialista, a manutenção dos preços vai depender da demanda do bloco europeu.

FONTE: AgroCIM

LA NIÑA


la-nina

Sob La Niña, estação terá pouca chuva


O prognóstico da meteorologia para a primavera, que começou à 0h09 de ontem (23), é preocupante para a agricultura, em especial a produção de tabaco. Sob influência do La Niña – caracterizado pelo resfriamento das águas do Pacífico na região equatorial –, a estação terá chuvas irregulares e abaixo da média, não se descartando o risco de estiagem no decorrer do verão. O fenômeno deverá ser um dos mais significativos das últimas décadas.

De acordo com boletim divulgado ontem pela MetSul Meteorologia, mais do que a provável escassez de chuva é o risco acentuado do aumento dos casos de granizo que preocupa os fumicultores. Uma granizada na metade da primavera, por exemplo, pode representar perdas significativas em uma plantação. De acordo com a MetSul, dados do setor do tabaco comprovam que em anos de La Niña os danos por granizo tendem a ser maiores.

É que, segundo os meteorologistas, quando ocorre o resfriamento das águas do Pacífico o número de temporais no Estado diminui. Os que ocorrem, no entanto, tendem a ser mais intensos. A primavera de 2007, quando a estação tinha as mesmas características da que começa hoje, foi marcada por intensas tempestades de vento e granizo principalmente no Noroeste gaúcho. Chuvas em grandes volumes em pequenas áreas podem ser comuns.

Na safra 2007/2008 a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) pagou a maior volume de auxílios até então dentro de seu programa de mutualidade, em operação há mais de cinco décadas. Foram mais de R$ 90 milhões, sendo R$ 82 milhões relativos a danos provocados por granizo nas plantações. Nos três estados do Sul o município mais atingido pelas tempestades naquele ano foi Vidal Ramos (SC). No Estado, os maiores prejuízos foram em Arroio do Tigre.

Além dos temporais mais intensos, a primavera sob influência do fenômeno La Niña pode registrar tornados no Rio Grande do Sul. A meteorologia lembra que o mais intenso verificado até hoje foi em outubro de 2000 na região de Viamão. O prognóstico divulgado ontem pela MetSul informa ainda que é muito comum a formação noturna de nuvens muito carregadas, o que provoca chuva forte e temporais, principalmente devido às baixas pressões atmosféricas.

Entre outubro e novembro os gaúchos ainda poderão enfrentar pequenas ondas de frio, inclusive com o risco de geadas tardias, outra consequência do La Niña. A partir de novembro, no entanto, as características se aproximam das do verão e os temporais de fim de tarde se tornam frequentes. Este ano as chuvas de verão poderão vir acompanhadas de ventos fortes e granizo.

Ventos fortes

Os temporais registrados ontem nas regiões Norte, Noroeste e Metropolitana do Rio Grande do Sul deixaram pelo menos 12 mil clientes da RGE e da AES Sul sem luz até o começo da noite. Em Santo Angelo o vento e a chuva destelharam casas. Não houve feridos. Na Fronteira Oeste um raio matou quatro vacas que estavam no pasto. Em Santa Cruz do Sul havia chovido 14 milímetros até o fim da tarde. Às 2h40 as rajadas de vento chegaram a 62 quilômetros por hora no Centro. A Defesa Civil não registrou prejuízos.

CASARÃO REMATES

Médias do leilão, dia 21 de setembro em Canguçu

Leilão realizado nesta ultima terça feira, dia 21 de setembro, em Canguçu

* Vacas de Invernar 671,00

* Vacas com cria ao pé 960,00

* Novilhos 2 anos 711,00

* Novilhos 1,5 anos 600,00

* Terneiros 442,00

* Terneiras 339,00

FONTE: CASARÃO REMATES

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Mercado do boi gordo segue estável na maior parte do país

Os sucessivos aumentos no preço do boi gordo e o início da dificuldade no repasse dessas altas para a carne, somados ao ligeiro aumento da oferta de animais terminados em confinamento deixaram o mercado estável na maior parte do país.
De maneira geral, ainda falta boi. Muitas indústrias estão trabalhando com dias de abate alternados e matança reduzida, mesmo com o recente pequeno aumento na disponibilidade de animais.
Em São Paulo o mercado se estabilizou em R$91,00/@, à vista, livre do funrural, com negócios em R$1,00/@ a mais em algumas ocasiões. As escalas estão um pouco menos apertadas, na média de 3 ou 4 dias.
Já no Mato Grosso do Sul, mediante oferta de R$88,00/@, à vista, livre do funrural, as compras de boi gordo estão travadas. Alguns negócios foram fechados por R$89,00/@, nas mesmas condições, mas a maioria das indústrias mantém o preço no patamar mais baixo, na tentativa de segurar o mercado.
No Pará, em função da oferta reduzida os preços do boi gordo subiram R$1,00/@ nas três regiões.
No mercado atacadista de carne bovina os preços estão estáveis.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

Boi: cenário físico ainda reflete firmeza e dificilmente mudará no curto-prazo

O cenário físico do boi ainda reflete firmeza e dificilmente mudará no curto-prazo, uma vez que a participação de animais de confinamento nas escalas já é bastante representativa, mostrando que a indústria absorve a oferta disponível (mesmo que tenha aumentado ligeiramente nos últimos dias) com
facilidade.
As escalas atendem entre 3 e 5 dias úteis em São Paulo, sendo que ainda observase reações nas praças vizinhas, encurtando os diferenciais de base e distorcendo-os em relação às médias históricas.
Um movimento notado hoje foi o aumento dos preços oferecidos pela vaca gorda e diminuição do diferencial entre boi/ vaca em alguns Estados. Essa pode ser uma tentativa de preencher as escalas com fêmeas sem pressionar para cima as cotações do boi.
O primeiro turno do confinamento não satisfaz o apetite da indústria. As especulações agora começam a girar em torno do segundo.

Clique aqui e confira a análise na íntegra.

Fonte: XP Agro

Aumento do volume de carne bovina exportada para o Chile

O embargo chileno à carne bovina brasileira terminou no final de abril de 2009, e desde então, o volume embarcado para o país custa a aumentar.

É um mercado que exige qualidade e compra preferencialmente cortes do traseiro, sendo uma boa opção para o escoamento da carne brasileira. No entanto, segundo os próprios exportadores, o Chile exige muito pelo que paga pela carne, o que acaba dificultando o crescimento deste mercado.

Mas em agosto a exportação atingiu o volume recorde desde abril de 2009, chegando a 3,8 mil toneladas equivalente carcaça (tec). Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), analisados pela Scot Consultoria. Observe a figura 1.



É um volume pouco representativo no total da exportação brasileira, de pouco mais de 2% do total, mas trata-se de mais um mercado dentre os mais de 150 atendidos pelo Brasil.

O Brasil chegou a exportar quase 90 mil toneladas de carne bovina em 2005 para o Chile. No entanto, para atingir valor semelhante, as exportações mensais devem aumentar muito, chegando a 7,3 mil toneladas, quase o dobro do exportado em agosto.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Número de abates volta a crescer em 2010

Indústria espera este ano ter um volume 20% maior do que o de 2009
Patrícia Lima
Depois de atingir o status – e o preço – de artigo de luxo, o equilíbrio deve voltar ao mercado de carne bovina no Estado. Com reduções no número de animais para o abate desde 2007, a indústria de beneficiamento espera este ano ter um volume 20% maior do que o de 2009.
Elaborada pelo Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados do Rio Grande do Sul (Sicadergs), a estimativa reflete uma realidade originada nos campos. O Rio Grande do Sul fechou 2006 com 2,2 milhões de abates. Em 2009, o número caiu para 1,4 milhão. Mas a qualidade do rebanho, as vantagens na tributação e os investimentos na produção e na indústria são os motivos do otimismo do setor.
– A carne gaúcha tem uma qualidade superior, comprovada pelo nível apresentado na Expointer – afirma o presidente do Sicadergs, Ronei Lauxen, reempossado para mais três anos.
Durante a solenidade de posse, ontem, Lauxen convocou o segmento para formar um grupo de trabalho, em conjunto com o governo do Estado, e acelerar o processo de rastreamento do rebanho bovino gaúcho.
Para Ronaldo Santos, proprietário de um frigorífico em Santo Antônio da Patrulha, o setor precisa de integração com o produtor. Segundo Santos, de nada servem os investimentos em tecnologia feitos na indústria se a aquisição de matéria-prima está sujeita às variações do mercado.
Gilmar Tietböhl, secretário de Agricultura do RS, aponta que a harmonia entre todos os elos da cadeia, respaldada por uma política agrícola nacional bem definida, vai possibilitar a concretização das previsões positivas.

FONTE: ZERO HORA

BOI/CEPEA: Baixa oferta segue sustentando preço

Cepea, 23 – Os preços do boi gordo subiram nos últimos dias no mercado paulista, de acordo com pesquisas do Cepea. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa fechou em R$ 93,84 nessa quarta-feira, 22, alta de 0,55% em relação à quarta passada. Em quase todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, frigoríficos continuam enfrentando dificuldades na compra de animais para abate no mercado spot. Algumas unidades paulistas, conforme pesquisadores do Cepea, seguem tentando adquirir animais fora do estado.

Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Arroba do boi ameaça subir a R$ 100 no mercado paulista

Com oferta apertada, a aumento da demanda no fim do ano preço ameaça provocar avanço

As cotações da arroba do boi gordo em São Paulo devem superar R$ 100 nos meses de novembro e dezembro. Segundo Fernando Henrique Iglesias, analista da Safras & Mercado, o ritmo altista dos preços da carne vai embalar também Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás, onde os valores devem ultrapassar a casa dos R$ 90.
"O aumento da demanda no fim do ano e a oferta apertada, mesmo com a entrada de animais confinados da segunda rodada, vão provocar o avanço", afirma.
Para o analista, após as constantes altas nas cotações no último mês, o mercado bovino brasileiro atualmente experimenta acomodação. "O boi de confinamento começou a aparecer e as escalas de abate melhoraram, o que está segurando os preços."
O mercado paulista, que chegou a operar com a arroba a R$ 94, livre de Funrural, à vista, no início de setembro, agora trabalha em um intervalo de preços entre R$ 90 e R$ 94 entre à vista e a prazo nesta semana.
No centro-oeste, as cotações se mantiveram estáveis entre R$ 87 e R$ 88 a arroba em Mato Grosso do Sul e entre R$ 80 e R$ 81 em Mato Grosso, como base Cuiabá.
No entanto, de acordo com Ricardo de Castro Merola, presidente da Associação Nacional dos Confinadores (Assocon), esse conforto nas escalas de abate é temporário. "Em pouco tempo vai faltar boi", afirma.
Diante desse cenário, segundo Iglesias, os preços é que vão definir o rumo que a carne bovina vai tomar daqui para a frente, se no mercado interno ou externo.
Merola explicou que no mês de outubro geralmente a oferta de gado confinado é maior, já que a bolsa possui um volume mais acentuado de contratos neste período e é justamente quando o confinador aproveita para fazer hedge. "Mesmo assim, este ano, outubro teve menos oferta."
De acordo com Iglesias, a primeira rodada de animal em confinamento a chegar na indústria ocorre de 15 de setembro a 15 de outubro. A segunda rodada, em meados de novembro.
Segundo Merola, do total de bois confinados, em torno de 1,3 milhão de cabeças no Brasil, cerca de 70% foram abatidos. A entrada do restante estaria promovendo a folga nas escalas, que de acordo com o analista, antes era de dois e três dias, passa agora para quatro e cinco dias.
Os cortes casados de traseiro e dianteiro, segundo o analista, que no início de setembro atingiram patamares recordes de R$ 7,30 x 5,20 estão sendo negociados a R$ 7,00 x 4,80, reflexo dessa melhor condição das escalas desta segunda quinzena de setembro.
A seca no centro-oeste e o fogo nas pastagens são outros fatores determinantes no cenário de oferta de bovino no País.
Para o início do próximo ano, a expectativa da indústria é de entrada de boi a pasto, mas de acordo com Merola, se não chover no fim de outubro, a oferta de animais esperada para janeiro e fevereiro estará comprometida. "Os preços podem fraquejar agora, mas com essa perspectiva, a partir de novembro voltam a subir."
De acordo com o analista, a escassez de boi registrada em agosto, quando os preços dispararam, deve se repetir. "A tendência é de que os preços da carne subam também no varejo", diz Iglesias.
Outro sinalizador de que os preços poderão se sustentar em 2011, segundo Iglesias, é o fato de a oferta mundial estar diminuindo nos principais países produtores. "A Argentina exportou 200 mil toneladas a menos nos primeiros seis meses do ano."
Rio Grande do Sul
Segundo Ronei Alberto Lauxen, presidente do Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Rio Grande do Sul (Sicadergs), a realidade na região é diferente do resto do País.
Como nas outras praças, de acordo com Lauxen, as escalas no estado também estão acomodadas, mesmo sem a incidência de boi confinado. No Rio Grande do Sul, de acordo com o presidente do Sicadergs, quase não existe este perfil de criador. "Até novembro as escalas devem se manter assim, mas em janeiro podem ficar complicadas."
No Rio Grande do Sul, a previsão também é de queda na oferta de gado e aumento nas cotações no início de 2011. "Hoje os preços do quilo da carcaça estão na faixa de R$ 5,40 e R$ 5,50."

FONTE: DCI

Exportação uruguaia de carne bovina deverá ser de 400 mil tec em 2011

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês), as exportações uruguaias de carne bovina em 2011 deverão atingir 400 mil toneladas equivalente carcaça (tec), devido à forte demanda dos importadores.
A previsão é de que o rebanho aumente devido à alta da taxa de natalidade - e conseqüente produção de bezerros, enquanto a exportação de gado em pé tende a diminuir.
O Departamento ainda projeta que a produção de carne permaneça estável em 600 mil tec, em virtude da manutenção dos níveis de abate.
Já o consumo de carne bovina deve apresentar ligeira queda, devido a aumentos de preços e volume de exportações.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Sicadergs foca na rastreabilidade

Porto Alegre/RS
Com o objetivo de aquecer o mercado, a nova diretoria do Sicadergs, empossada ontem, irá focar a administração 2010/2013 na diferenciação do produto gaúcho, principalmente através da rastreabilidade do rebanho. Esta é a meta principal do sindicato, liderado pelo administrador de empresas Ronei Lauxen. "Vamos retomar esse projeto que não avançou e que pode ser o grande diferencial da nossa indústria."
Lauxen destaca que os produtores desejam receber uma premiação pelo rebanho rastreado, bonificação que a indústria aplica apenas para os proprietários de carcaças destinadas à exportação. "Esse plus varia de R$ 80,00 a 100,00 por cabeça quando a carne é destinada para a União Europeia, único mercado que atendemos que exige a rastreabilidade", comenta.
Atualmente, cem propriedades gaúchas contam com este serviço. "O ideal seria que todo o rebanho fosse rastreado, o que possibilitaria a entrada em mercados como os Estados Unidos e o Japão."

Fonte: Correio do Povo

Argentina compra mais carne, inclusive do Brasil

São Paulo/SP
Os problemas vividos pelos argentinos há dois anos na pecuária começam a refletir nas exportações do país. Dados divulgados ontem pela Senasa mostram que as exportações de carne fresca recuaram para 100,4 mil toneladas de janeiro a agosto deste ano, 54% menos do que as 219,4 mil de igual período do ano passado.
A forte seca vivida pelo país e uma política de contenção de preços artificialmente promovida pelo governo reduziram o rebanho dos argentinos, levando à situação atual.
A situação é tão grave que os argentinos, líderes mundiais na exportação de carne bovina no passado, passaram a acelerar as importações neste ano.
A fonte principal dos argentinos para abastecer o mercado interno tem sido o Uruguai, mas até o Brasil elevou a oferta de alguns derivados de carne para o país vizinho. Em alguns casos, com aumento de até 140%.
As importações argentinas de carne fresca do Uruguai já somam 1.156 toneladas neste ano. Trata-se de volume pequeno, mas que mostra crescimento de 83% em relação às de igual período de 2009.
A Argentina perde espaço também nas exportações mundiais de leite e derivados. As vendas externas do país somaram 89 mil toneladas entre janeiro e agosto, 27% menos do que as de igual período de 2009.
Sem renda, os produtores de leite reduziram o rebanho de vacas leiteiras, e o país vive, atualmente, uma grande concentração na produção.
A Argentina perdeu espaço também nas exportações de queijos. O volume recuou para 26,2 mil toneladas até agosto, 19% menos do que em igual período anterior.
A situação só não foi pior porque o mercado brasileiro continuou aquecido para as exportações argentinas.
Os brasileiros já compraram 6.082 toneladas de queijo do vizinho até agosto, 29% mais do que em igual período do ano passado.

Fonte: Folha de São Paulo

Norte-americanos encerram missão ao Brasil para verificar controles sanitários

Com o objetivo de verificar se o sistema de segurança alimentar do Brasil é equivalente ao norte-americano, uma missão do Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar (FSIS, sigla em inglês) dos Estados Unidos permaneceu no País, no período de 31 de agosto a 22 de setembro. Os técnicos norte-americanos consideraram que os inspetores brasileiros estão habilitados a fazer as auditorias e que o sistema de inspeção é organizado. A informação foi repassada, nesta quarta-feira, na reunião final realizada no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Brasília.

LEIA MAIS: http://www.grupocultivar.com.br/noticias/noticia.asp?id=42165

FONTE: GRUPO CULTIVAR

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Mercado do boi gordo segue firme

O mercado segue firme, mesmo com a ligeira melhora na oferta de animais confinados.
As escalas em São Paulo atendem entre 3 e 4 dias, com algumas programações em patamares mais confortáveis, quando os animais foram negociados a termo ou são de confinamentos próprios.
Mesmo com as escalas um pouco melhores, em relação às das últimas semanas, não houve recuo nos preços e a referência para o boi gordo está em R$92,00/@, a prazo, livre de imposto. As fêmeas são negociadas por R$86,00/@, nas mesmas condições.
Os preços do boi gordo estão estáveis na maioria das praças. A exceção é o Sudoeste do Mato Grosso, onde a pouca oferta causou reajuste de R$1,00/@. Esta categoria é negociada por R$84,00/@, a prazo, livre de imposto.
Com oferta escassa de bois gordos na maior parte das regiões, os frigoríficos aumentam a demanda por vacas gordas para abate, o que as valorizou em cinco praças. Houve reajuste para as fêmeas em Goiânia – GO, Sul de Minas, norte e sudoeste do Mato Grosso, e Rio de Janeiro.
No mercado atacadista com osso houve recuo no preço da ponta de agulha para charque.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

Boi: velocista ou maratonista?

A alta quase que constante nos preços do boi gordo desde o final de 2009 começa a preocupar outros setores, em parte devido à velocidade que ocorreu. O temor sobre uma possível inflação dos alimentos ou agroinflação virou tema recorrente no noticiário econômico, sobretudo devido ao consumo elevado de carne bovina pela população brasileira. O consumo per capita atual é estimado em 35,4 kg/habitante/ano, abaixo dos principais carnívoros (Uruguai e Argentina), mas acima de inúmeros países desenvolvidos (Canadá, Austrália, União Europeia). A preocupação, portanto, é válida.
Entre janeiro e agosto deste ano, a carne bovina acumulou alta de 18,2% no atacado, enquanto a carne suína reagiu 7,9% e a carne de frango registrou queda de 5,0%. No mesmo período, a carne bovina no varejo registrou alta de 2,3%, mas tanto a carne suína (-6,2%) quanto de frango (-12,2%) recuaram de maneira expressiva.
Em setembro esse movimento sinalizou reversão, com alta de 5,5% para a carne suína e 17,3% para a carne de frango. Entretanto, apesar do reajuste, o diferencial entre as proteínas em comparação com a carne bovina permanece elevado. O diferencial entre carne bovina e carne de frango entre 2001 e 2009 é de 1,56, mas neste ano subiu para 2,81, com aumento de 80%. Para a carne suína, a média histórica ficou em 0,25, enquanto em 2010 está em 1,01, ou seja, 302% acima.
A recuperação econômica e o aumento do poder aquisitivo, com mobilidade entre as classes sociais e mudança dos padrões de consumo, reduz o risco de queda no consumo frente às sucessivas altas. De acordo com estudo recente da LCA Consultores, a carne bovina pode subir mais 6,5% até o final do ano com baixo impacto no poder de compra do consumidor final.
No longo prazo existe a preocupação quanto à possível elitização do consumo de carne bovina, devido a inúmeros fatores, como ciclo produtivo mais longo, maior dificuldade na aplicação de tecnologia e pressão para redução de área do lado dos ambientalistas. No curto prazo, entretanto, o mercado confirma que ainda têm fôlego e o sprint final pode não ter ocorrido ainda.

FONTE: www.agroblog.com.br / AUTOR LEONARDO ALENCAR

ENTREVISTA: Confira a entrevista com Lygia Pimentel - Consultora - XP Investimentos

Boi: entrada de bois negociados em contrato a termo ajuda a alongar escalas das empresas maiores, mas menores ainda pagam mais para abater boi gordo. Estiagem faz pecuarista entregar o boi ainda magro para aproveitar cenário atual de preços.

VEJA O VÍDEO: http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=75557

FONTE: NOTÍCIAS AGRÍCOLAS

Boi: Preços permanecem firmes

Apesar de leve alongamento das escalas em São Paulo, a indústria absorve facilmente o aumento de oferta e os preços permanecem firmes, sem indícios de reversão de tendência.
Há relatos de valores mais altos, mas os preços de balcão permanecem os mesmos. As escalas de abate, entretanto, divergem entre grandes frigoríficos (5 dias) e pequenos frigoríficos (3 dias).
No Mato Grosso do Sul a situação diverge de acordo com a praça pesquisada. Quanto mais próxima ao Norte do Estado, menor é a oferta de gado e mais firmes são os preços.
No Pará a situação continua complicada. Em Redenção existem plantas em férias coletivas, em uma tentativa de reduzir custos operacionais. Como não há oferta, o melhor é ficar fora do mercado. De toda forma, o volume de negócios parece melhorar ligeiramente nos preços mais altos, e negócios de até R$85,00/@ à vista são reportados.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: XP Agro

Ligeira melhora na oferta de boiadas faz preço da carne cair

O mercado atacadista de carne bovina com osso perdeu sustentação.

Embora a oferta de animais terminados continue restrita, a saída de gado de confinamento tem ajudado as empresas de São Paulo a comprarem com um pouco mais de facilidade nos últimos dias.

Sendo assim, a oferta de carne bovina aumentou.

Além disso, à medida que avança o mês, a tendência é que as vendas sofram uma retração natural.

Sendo assim, segundo levantamento realizado pela Scot Consultoria, os preços do traseiro casado, além do dianteiro avulso e casado, ponta de agulha (consumo), boi e vaca casados caíram. Veja tabela 1.



Apesar da queda, o traseiro casado, por exemplo, em valores nominais, registra o maior preço desde janeiro de 2009.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Boi gordo: indicador sobe e é cotado a R$ 95,27/@

Na última terça-feira, o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 93,88/@, com valorização de R$ 0,30. O indicador a prazo teve alta de R$ 0,47, sendo cotado a R$ 95,27/@.

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio



A BM&FBovespa registrou alta em todos os vencimentos. Setembro/10 teve variação positiva de R$ 0,63 - a maior alta do pregão -, fechando a R$ 92,70/@. Os contratos que vencem em outubro registraram valorização de R$ 0,51, fechando a R$ 91,68/@.

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 21/09/10



Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para setembro/10



No atacado, o traseiro foi cotado a R$ 7,30, o dianteiro a R$ 4,90 e a ponta de agulha a R$ 5,00. O equivalente físico permaneceu estável em R$ 90,98/@. O spread (diferença) entre indicador e equivalente subiu para R$ 2,90/@.

Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico



Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 698,20/cabeça, com valorização de R$ 2,53. A relação de troca permaneceu em 1:2,22.

Rogério Goular, editor da Carta Pecuária, postou no twitter o seguinte comentário sobre o mercado de reposição no MS: "Muita fazenda queimada, com animais de reposição dentro precisando vender. Tem saído negócios diferenciados por causa da urgência".

FONTE: André Camargo, Equipe BeefPoint

Custo de produção da pecuária continua subindo

Os custos de produção da pecuária bovina vêm aumentando nos últimos meses. Isso em reflexo do aumento dos preços dos insumos utilizados na produção.
De acordo com o índice de custo de produção calculado pela Scot Consultoria, para pecuária de corte de alta tecnologia, houve aumento de 4,0% em setembro, comparado com agosto último. Já na comparação entre setembro de 2010 e o mesmo mês de 2009, o aumento é de 6,0%.
Para a pecuária de baixa tecnologia o custo também está em alta. O valor aumentou 3,7% entre agosto e setembro e na comparação com setembro de 2009, houve aumento de 6,7%.
De maneira geral, os aumentos no custo de produção foram puxados pela alta dos alimentos concentrados e fertilizantes. O milho subiu 38% em dois meses, o farelo de soja acumula alta de 22% desde abril e os fertilizantes estão, em média, 6% mais caros em relação a julho.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Operação anti-aftosa

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Pesca e Agronegócio (Seappa) do Rio Grande do Sul deu início nessa terça-feira (21), ao curso de capacitação do corpo técnico para assegurar o status do estado de zona livre da Febre Aftosa com vacinação.

Os encontros teóricos prosseguem até amanhã (22), na sede no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Porto Alegre.

Coordenado pela Seappa e pelo Mapa, o treinamento está previsto no Programa Nacional de Febre Aftosa e será realizado em duas etapas. A primeira compõe os encontros teóricos, ministrados pelos coordenadores do Programa em Brasília,
Geraldo Marcos de Moraes e Eliana Lara, hoje e amanhã. A segunda etapa contará com saídas a campo para coleta e análise do sangue de 9,5 mil bovinos.

Durante todo o mês de outubro, 20 grupos, com um médico veterinário e um auxiliar de campo cada, farão pesquisas em 401 propriedades rurais de 93 municípios gaúchos. Dessas propriedades, 315 servirão para pesquisa de circulação viral e 86 para eficiência vacinal.

A sorologia, coleta de sangue do animal e processamento posterior, objetiva confirmar a ausência da Febre Aftosa no Rio Grande do Sul, explica o coordenador do Serviço de Doenças Vesiculares da Seappa, Fernando Groff.

A permanência do status de imune à doença mantém as exportações de carne e propicia a abertura de novos mercados, complementa o representante do Mapa, Geraldo Marcos de Moraes. As informações partem da Seappa.

FONTE: Agência Safras

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Boi Gordo: Melhora de oferta nas praças com animais de confinamento

Pequena melhora de oferta nas praças onde existem animais de confinamento.
Em São Paulo, embora os frigoríficos tenham conseguido comprar um pouco melhor nos últimos dias, os preços seguem inalterados e a referência continua sendo R$91,00/@ à vista e R$92,00/@ a prazo, ambos livres do funrural.
Além disso, existe relato de empresas pagando até R$2,00/@ a mais nos negócios a prazo, o que mostra que mesmo com os animais de cocho, a oferta não é abundante.
Outro fator que tem ajudado as compras das empresas paulistas são os animais negociados no Mato Grosso do Sul. Devido a essa forte pressão de compra já existem boiadas compradas por R$90,00/@ à vista, livre de imposto.
De forma geral, a dificuldade nas compras continua. No norte do Mato Grosso, com os frigoríficos buscando alongar as escalas de abate, houve alta de R$1,00/@.
Em Redenção – PA, onde boi subiu 6,5% em setembro (maior alta no mês no país), houve reajuste de R$1,00/@ na abertura do mercado dessa quarta-feira. No Pará, aliás, todas as regiões apresentaram alta. A falta de animais somada a demanda para exportação de bovinos vivos, tem puxado os preços para cima.
No mercado atacadista de carne bovina houve queda de preços para o traseiro 1x1 e traseiro casado, além do dianteiro avulso, ponta de agulha (consumo) e boi e vaca casados. Com a melhora nas compras de bovinos, houve ligeiro aumento na disponibilidade de carne.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

Boi-XP: preços seguem firmes com pouca oferta

Com pouca oscilação entre os preços oferecidos pelo boi gordo, o cenário segue praticamente estável em São Paulo. Entretanto, a situação muda de acordo com o porte da empresa. Os frigoríficos de maior porte detêm escalas mais longas, quase fechando o mês, enquanto frigoríficos menores ainda tentam completar as escalas da semana. A ocorrência de valores mais altos nas praças vizinhas é menos frequente, mas ainda ocorre, mostrando que há busca por animais de outros Estados para abastecer a indústria local e a paulista.
Fato é que a oferta continua curta. Há melhora pontual em algumas praças, como Minas Gerais, por exemplo, mas não há sucesso em tentar emplacar valores mais baixos. Traduzindo: o mercado ainda é firme. De acordo com análise publicada ontem pela LCA Consultores, ainda há espaço para alta de preços da carne bovina, em um acumulado de 6,5% até o fim do ano sem que isso reflita negativamente sobre o consumo.
Também não foi descartada uma alta de 9% com forte correção para baixo porteriormente. Na BM&F, a estabilidade do mercado foi refletida positivamente, com tentativa de venda até um fundo de 90,80 fechando na máxima de 91,70.

Confira a análise completa: boi2109.pdf

Fonte: XP Agro

ABRAFRIGO assina acordo histórico com russos


A Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO) assinou no dia 16 de setembro último acordo histórico com a Associação Nacional da Carne (ANC), entidade que representa as empresas russas. O sucesso da missão brasileira em Moscou, composta pelo Presidente Executivo Péricles Salazar e pelo diretor da área internacional da ABRAFRIGO, Thomas Kim, resultou em um acordo de cooperação entre a entidade e a associação russa, cujo diretor-executivo é o Dr. Serguey Yuschin, que prevê, dentre outras, a manutenção e ampliação do leque de fornecedores brasileiros de carne bovina, incluindo os pequenos e médios frigoríficos. Isso porque a cota de entrada do produto neste ano, por exemplo, é superior a 950 mil toneladas, e o Brasil deverá ser responsável por uma fatia na ordem de 550 mil toneladas. A comitiva da ABRAFRIGO contou com a presença do Dr. Inácio Kroetz, ex-Secretário de Defesa Agropecuária, do Ministério da Agricultura.
“Este acordo representa um grande avanço na relação institucional entre os agentes públicos e privados dos dois países. Além da inclusão desses frigoríficos na lista de estabelecimentos brasileiros habilitados, as relações comerciais no setor de carne bovina entre os dois países tende a se disciplinar”, afirma Péricles Salazar. Com o acordo, também está previsto o intercâmbio de informações sobre mercados da Rússia e do Brasil, troca de experiências, harmonização de procedimentos, e uma compreensão mais profunda das normas veterinárias da Rússia.
Principal importador da carne bovina brasileira desde 2004, a Rússia está em busca de carne com preços menores que os praticados na União Européia, devido ao forte crescimento da indústria de fast food, capitaneada pela rede McDonald’s. Atualmente, a maior parte da carne do hambúrger consumido pelos russos vem do Mercosul, tendo como maior fornecedor o Brasil, por apresentar baixa contaminação e boa padronização. Com isso, o Brasil vem diminuindo sua dependência dos tradicionais compradores de carne bovina, exportando não apenas as partes nobres do boi. Isso tem proporcionado a conquista de novos mercados. E, de fato, a Rússia, deve se firmar como um dos principais importadores mundiais de carne bovina, pois sua produção cresce apenas 3% ao ano, enquanto o consumo avança 10%.
FONTE: As informações são da assessoria de imprensa da Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO).

Genética Catanduva é Grande Campeã no Uruguai


A genética Catanduva foi coroada no dia 17 de setembro na Exposição do Prado em Montevideo (UY). O touro La Coqueta Excêntrico foi escolhido o Grande Campeão da raça Angus no maior evento agropecuário do país. O animal, de três anos, foi gerado a partir de um embrião produzido pela Catanduva no Brasil e exportado para o Uruguai. É filho de Catanduva Huntress, uma importante mãe da cabanha com sede em Cachoeira do Sul.
O Grande Campeão pertence à uruguaia Cabanha La Coqueta, situada em Tacuarembó e de propriedade de Fábio Gomes, o mesmo dono da Catanduva. “Este resultado comprova a consistência da genética produzida pela Catanduva”, comemora Fábio. Este é o 7º Prêmio conquistado na exposição uruguaia em 11 anos.
As informações são da assessoria de imprensa do evento.
FONTE: Agrolink

Casa Branca oferta 40 touros prontos para estação de monta

A Casa Branca Agropastoril coloca à disposição dos pecuaristas 40 touros Angus no “2º Leilão Virtual de Touros Angus”, dia 06 de outubro de 2010, às 21 h. O remate será transmitido ao vivo pelo Canal Rural. Também serão oferecidos lotes de fêmeas a campo.
São reprodutores jovens (idade média: 24 meses), de alta qualidade genética, férteis, com exame andrológico e todos os controles sanitários. “Nossos machos Angus são extremamente produtivos e estão prontos para trabalho a campo já na próxima estação de monta. O Angus Casa Branca é extremamente precoce, de alta produtividade e fertilidade indiscutível”, informa Paulo de Castro Marques, proprietário da Casa Branca.
Leonardo Pinheiro Machado, responsável técnico da Casa Branca, destaca que os machos Angus comprovadamente agregam valor à pecuária brasileira porque são eficientes a campo, geram elevado volume de bezerros por estação de monta e contribuem para a melhoria dos índices de produtividade das fazendas.
O 2o Leilão Virtual de Touros Angus Casa Branca objetiva atender à crescente demanda por reprodutores de qualidade, especialmente num momento de valorização do segmento de cria. “Para atender a essa alta procura por touros, a Casa Branca venderá machos selecionados com o máximo rigor zootécnico, possibilitando aos criadores a oportunidade de adquirir animais jovens provados e avaliados e que representam o melhor da seleção Angus Casa Branca”, afirma Paulo de Castro Marques.
* Mais informações sobre o “2º Leilão Virtual de Touros Angus Casa Branca” pelo telefone (35) 3452-0828.

As informações são da assessoria de imprensa da Casa Branca Agropastoril.
FONTE: Agrolink

Embrapa realiza seminário sobre controle do carrapato

No dia 4 de outubro, a Embrapa Pecuária Sul, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Pinheiro Machado (RS), a Emater/RS e a Associação para o Desenvolvimento Sustentável do Alto Camaquã (ADAC) promovem o Seminário Regional sobre Controle do Carrapato dos Bovinos. Destinada a pecuaristas familiares, técnicos e agentes ligados ao segmento, a atividade será realizada no CCTG Lila Alves, que fica na rodovia RS 608, próximo ao Parque Charrua.
Para participar, os interessados devem fazer a inscrição até o dia 30 de setembro (por telefone ou presencialmente) no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Pinheiro Machado – Avenida Protásio Alves, 1032. O telefone é (53) 3248-1603. Será oferecido almoço aos participantes.
Programação
9h – Abertura
9h30 – “Perspectivas e oportunidades da organização em rede dos pecuaristas familiares” – Marcos Borba (pesquisador da Embrapa Pecuária Sul)
10h15 – “O que nos interessa saber sobre a biologia e controle do carrapato” – Claudia Gulias Gomes (pesquisadora da Embrapa Pecuária Sul)
11h – Perguntas
11h15 – “A vacina (Gavac) como ferramenta de controle do carrapato bovino” –Egedan Santos Lima (médico veterinário da Basso Pancotte)
12h – Perguntas
12h30 – Almoço
13h30 – Mesa redonda: “Que estratégia devemos adotar para o controle do carrapato dos bovinos? O que os pecuaristas devem fazer?” – Claudia Gulias Gomes (pesquisadora da Embrapa Pecuária Sul), Egedan Santos Lima (médico veterinário da Basso Pancotte) e Mateus Garcia (presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Pinheiro Machado)
15h – Intervalo
15h30 – Encaminhamentos (princípios que deverão orientar as ações de controle do carrapato a partir da primavera de 2010)
16h45 – Encerramento
As informações são da assessoria de imprensa da Embrapa Pecuária Sul.

FONTE: Agrolink