O mercado físico do boi gordo, depois da euforia registrada em outubro (alta de 20,4% entre dia 1 e 29) e agito registrado em novembro (volatilidade acima de 25%), agora perdeu rumo. Frente aos preços mais altos, a oferta de gado para abate melhorou no último mês, com a saída do final dos confinamentos e pecuaristas aproveitando a melhora das pastagens e o ganho compensatório em função da seca para acelerar a engorda e, consequentemente, o abate.
Dessa forma, a indústria conseguiu reduzir a ociosidade e iniciou pressão de baixa, o que há um bom tempo não se observava no mercado. A oferta, entretanto, não é abundante e os animais provenientes do pasto estão mais leves, escorridos, o que poderá ter impacto na oferta dos próximos meses pela antecipação do abate, além de afetar a qualidade da carne. Atacadistas relataram piora na homogeneidade dos carregamentos de carne justamente pela presença de cortes de animais mais leves.
Nos últimos dias foi possível observar que a oferta de animais retraiu. A estratégia dos frigoríficos é alongar as escalas através da redução do abate diário e remanejamento dos lotes. Ou seja, o volume de compras voltou a cair, mas a indústria não retomou as compras como esperado.
Diante da demanda enfraquecida da 2ª quinzena de novembro, somada à redução no processamento de embutidos e perspectiva de aumento na concorrência com carne suína, de frango e até de peru devido às festividades, os estoques de carne bovina permaneceram altos. Sem sustentação da demanda, os preços recuaram em novembro apesar de a média mensal ter fechado acima de outubro. Atualmente a carne com osso está cotada em R$6,20/kg, ou R$93,00/@, o que tira o fôlego dos frigoríficos pequenos em pagaram acima de R$100,00/@ no boi gordo e até favorece a compra de carcaça no lugar do boi.
As indústrias também estão realocando carne para o mercado interno, em função da lentidão nas exportações registrada em novembro. A firmeza do dólar nos últimos dias pode reverter esse movimento, mas o aumento na oferta de carne foi suficiente pra forçar negócios até R$6,00/kg no mercado atacadista de São Paulo.
A dúvida fica por conta da previsão de demanda para dezembro, uma vez que o pagamento dos salários somado ao 13º favorece o consumo de carne bovina, sobretudo dos cortes nobres. Historicamente a oferta de boi gordo cai na 2ª quinzena de dezembro e pode ser outro fator de sustentação do mercado.
Deixando os fundamentos do mercado de lado, ao analisar de um ponto de vista técnico, houve uma queda nos preços do boi gordo com aumento no volume de negócios, o que confirma esse movimento. Atualmente, entretanto, os preços estão caindo com volume cada vez menor, indicando que não é um movimento consistente ou que será de curta duração. Agora é esperar pra ver de que lado a corda estoura!
FONTE: www.agroblog.com.br
autor LEONARDO ALENCAR
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Pressão de baixa no boi… mas cadê o boi?
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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BOI GORDO/SCOT CONSULTORIA
FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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Frigoríficos seguem pressionando e indicador recua
O mercado do boi gordo segue pressionado e o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 105,39/@, nesta terça-feira, com desvalorização de R$ 1,00. O indicador a prazo registrou queda de R$ 2,32, sendo cotado a R$ 106,18/@.
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio

Na BM&FBovespa, os contratos de boi gordo também recuaram. Novembro/10 fechou a R$ 107,98/@, com retração de R$ 0,55 no último dia de negociação deste contrato. Os contratos que vencem em dezembro/10 registrou variação negativa de R$ 1,25, fechando a R$ 96,70/@. Este valor está R$ 8,69 abaixo do valor atual do indicador à vista levantado pelo Cepea nesta terça-feira, será que a pressão imposta pelos frigoríficos irá se consolidar fazendo os preços da arroba recuarem a esses patamares até o final do mês?
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 30/11/10

Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para dezembro/10

No atacado os preços seguem em baixa, o traseiro foi cotado a R$ 8,50 (-R$ 0,10), o dianteiro a R$ 4,50 (estável) e a ponta de agulha a R$ 4,60 (-R$ 0,10). Assim o equivalente físico registrou retração de 0,94%, sendo calculado em R$ 96,50/@. O spread (diferença) entre indicador e equivalente recuou para R$ 8,90/@, mesmo assim ainda está bem acima da média dos últimos 12 meses que é de R$ 3,45/@.
Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico

Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 727,57/cabeça, com valorização de R$ 2,83. A relação de troca está valendo 1:2,39.
FONTE: André Camargo, Equipe BeefPoint
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio
Na BM&FBovespa, os contratos de boi gordo também recuaram. Novembro/10 fechou a R$ 107,98/@, com retração de R$ 0,55 no último dia de negociação deste contrato. Os contratos que vencem em dezembro/10 registrou variação negativa de R$ 1,25, fechando a R$ 96,70/@. Este valor está R$ 8,69 abaixo do valor atual do indicador à vista levantado pelo Cepea nesta terça-feira, será que a pressão imposta pelos frigoríficos irá se consolidar fazendo os preços da arroba recuarem a esses patamares até o final do mês?
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 30/11/10
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para dezembro/10
No atacado os preços seguem em baixa, o traseiro foi cotado a R$ 8,50 (-R$ 0,10), o dianteiro a R$ 4,50 (estável) e a ponta de agulha a R$ 4,60 (-R$ 0,10). Assim o equivalente físico registrou retração de 0,94%, sendo calculado em R$ 96,50/@. O spread (diferença) entre indicador e equivalente recuou para R$ 8,90/@, mesmo assim ainda está bem acima da média dos últimos 12 meses que é de R$ 3,45/@.
Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 727,57/cabeça, com valorização de R$ 2,83. A relação de troca está valendo 1:2,39.
FONTE: André Camargo, Equipe BeefPoint
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RS: Mapa confirma que vacinação vai até dia 10
O diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA) do Ministério da Agricultura (Mapa), Jamil Gomes de Souza, afirmou que se equivocou ao informar que a segunda etapa da campanha de vacinação contra a aftosa no Estado terminaria em 15 de dezembro. "A informação que eu tinha era esta, mas, o RS está numa situação diferente dos demais Estados."
Souza corrigiu a informação, afirmando que a campanha termina dia 10.
FONTE: Correio do Povo/RS, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.
Souza corrigiu a informação, afirmando que a campanha termina dia 10.
FONTE: Correio do Povo/RS, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.
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Carne bovina em queda, mas preços continuam altos
Os preços no atacado de carne bovina com osso de São Paulo continuam em queda.
Segundo levantamento realizado pela Scot Consultoria, na última terça-feira, dia 30, o mercado trabalhou em baixa pelo quarto dia consecutivo, para todas as peças com osso.
O traseiro 1x1, por exemplo, depois de atingir o preço recorde, R$9,00/kg, caiu 8% em novembro.
As recentes altas nos preços da carne bovina afetaram o consumo.
Já a carne de frango está em alta. Em São Paulo, o frango abatido voltou ao patamar recorde de R$2,00/kg, registrado no final de outubro.
O consumo de carne de frango tem crescido. A alta de preços da carne bovina estimula a demanda por proteínas alternativas.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Segundo levantamento realizado pela Scot Consultoria, na última terça-feira, dia 30, o mercado trabalhou em baixa pelo quarto dia consecutivo, para todas as peças com osso.
O traseiro 1x1, por exemplo, depois de atingir o preço recorde, R$9,00/kg, caiu 8% em novembro.
As recentes altas nos preços da carne bovina afetaram o consumo.
Já a carne de frango está em alta. Em São Paulo, o frango abatido voltou ao patamar recorde de R$2,00/kg, registrado no final de outubro.
O consumo de carne de frango tem crescido. A alta de preços da carne bovina estimula a demanda por proteínas alternativas.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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Mercado pressionado
A pressão de baixa continua, apesar de não haver oferta abundante.
Mesmo sem excesso de animais disponíveis, os preços menores, aos poucos, têm se consolidado. De acordo com levantamento da Scot Consultoria, o preço referência em São Paulo está em R$105,00/@, a prazo, livre de imposto.
Vários frigoríficos estão fora das compras. As escalas atendem entre quatro e cinco dias.
Na segunda-feira o mercado estava especulado, com tentativas de recuo de preços por parte dos frigoríficos na maior parte das regiões. Em algumas houve realmente queda, em outras os negócios travaram.
No Mato Grosso do Sul, por exemplo, os preços caíram nas três regiões, Dourados, Três Lagoas e Campo Grande. Nas três regiões os negócios ocorrem por R$97,00/@, a prazo, livre de imposto.
No Norte do Tocantins e Sudeste do Mato Grosso a pressão de baixa travou o mercado e a referência se manteve. Nestas praças os negócios com o boi gordo ocorrem em 94,00/@ e 95,00/@, respectivamente, a prazo, livres de imposto.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Mesmo sem excesso de animais disponíveis, os preços menores, aos poucos, têm se consolidado. De acordo com levantamento da Scot Consultoria, o preço referência em São Paulo está em R$105,00/@, a prazo, livre de imposto.
Vários frigoríficos estão fora das compras. As escalas atendem entre quatro e cinco dias.
Na segunda-feira o mercado estava especulado, com tentativas de recuo de preços por parte dos frigoríficos na maior parte das regiões. Em algumas houve realmente queda, em outras os negócios travaram.
No Mato Grosso do Sul, por exemplo, os preços caíram nas três regiões, Dourados, Três Lagoas e Campo Grande. Nas três regiões os negócios ocorrem por R$97,00/@, a prazo, livre de imposto.
No Norte do Tocantins e Sudeste do Mato Grosso a pressão de baixa travou o mercado e a referência se manteve. Nestas praças os negócios com o boi gordo ocorrem em 94,00/@ e 95,00/@, respectivamente, a prazo, livres de imposto.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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Recuperação do rebanho nacional reflete a retenção de fêmeas
De acordo com Imea, tamanho do rebanho nacional divulgado pelo IBGE é o terceiro maior da históriaImea - Dados do rebanho nacional referentes ao ano de 2009 divulgados pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia Estatística, mostram que o rebanho do Brasil ficou em 205,29 milhões de cabeças, alta de 1,49%.
Segundo o Imea, Instituto Mato Grossense de Economia Agropecuária, este número para o rebanho é o terceiro maior da história do país, perdendo apenas para os números vistos em 2005 e 2006. Quando comparado ao rebanho nacional de 20 anos, o crescimento é de 42% e, nos últimos 10 anos o, plantel brasileiro teve uma evolução de 25%. Esta volta do rebanho brasileiro para o patamar dos 205,29 milhões pode ser explicada pela retenção de fêmeas iniciada em 2008.
Com exceção dos estados da Roraima, Piauí, Bahia, Rio de Janeiro, Paraná e Mato Grosso do Sul, todas as unidades da federação registram incremento em seus rebanhos.
O ranking nacional tem Mato Grosso como o 1º, seguido por Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás e Pará. Mato Grosso, confirmando os números da vacinação de novembro/09, registrou 27,36 milhões de cabeças, alta de 5,15%, ficando acima em 2,15 pontos percentuais do crescimento médio nacional no mesmo período.
Com base em estatísticas sobre população do IBGE (2007), no Brasil se têm 1,12 bovinos por pessoa; quando se observa apenas o estado de Mato Grosso, o número é de 9,58 bovinos por habitante.
FONTE: DBO - Editores Associados
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Faturamento das exportações de carne bovina para o Oriente Médio quase dobrou
As exportações brasileiras de carne bovina para o Oriente Médio estão crescendo.
Nos primeiros dez meses de 2010, o faturamento das exportações para o Oriente Médio quase dobrou em comparação ao mesmo período do ano anterior e o volume cresceu mais de 60%, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
O faturamento passou de US$561,7 milhões entre janeiro e outubro de 2009 para US$1,1 bilhão no mesmo período de 2010. Já o volume saiu de 221,2 mil toneladas equivalente carcaça (tec) em 2009 para 356,1 mil tec em 2010.
Um aumento expressivo, fruto de esforços brasileiros, recuperação da economia e crescimento da demanda nesses países.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Nos primeiros dez meses de 2010, o faturamento das exportações para o Oriente Médio quase dobrou em comparação ao mesmo período do ano anterior e o volume cresceu mais de 60%, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
O faturamento passou de US$561,7 milhões entre janeiro e outubro de 2009 para US$1,1 bilhão no mesmo período de 2010. Já o volume saiu de 221,2 mil toneladas equivalente carcaça (tec) em 2009 para 356,1 mil tec em 2010.
Um aumento expressivo, fruto de esforços brasileiros, recuperação da economia e crescimento da demanda nesses países.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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terça-feira, 30 de novembro de 2010
Boi Gordo: Pressão de baixa continua
A pressão de baixa continua, apesar de não haver oferta abundante.
Mesmo sem excesso de animais disponíveis, os preços menores, aos poucos, têm se consolidado. Hoje o preço referência em São Paulo está em R$105,00/@, a prazo, livre de imposto.
Vários frigoríficos estão fora das compras. As escalas atendem entre quatro e cinco dias.
Ontem o mercado estava especulado, com tentativas de recuo de preços por parte dos frigoríficos na maior parte das regiões. Em algumas houve realmente queda, em outras os negócios travaram.
No Mato Grosso do Sul, por exemplo, os preços caíram nas três regiões, Dourados, Três Lagoas e Campo Grande. Nas três regiões os negócios ocorrem por R$97,00/@, a prazo, livre de imposto.
No Norte do Tocantins e Sudeste do Mato Grosso a pressão de baixa travou o mercado e a referência se manteve. Nestas praças os negócios com o boi gordo ocorrem em 94,00/@ e 95,00/@, respectivamente, a prazo, livres de imposto.
No mercado atacadista houve queda de preços para todas as peças, exceto para a ponta de agulha (charque).
Clique aqui e confira as cotações do boi.
Fonte: Scot Consultoria
Mesmo sem excesso de animais disponíveis, os preços menores, aos poucos, têm se consolidado. Hoje o preço referência em São Paulo está em R$105,00/@, a prazo, livre de imposto.
Vários frigoríficos estão fora das compras. As escalas atendem entre quatro e cinco dias.
Ontem o mercado estava especulado, com tentativas de recuo de preços por parte dos frigoríficos na maior parte das regiões. Em algumas houve realmente queda, em outras os negócios travaram.
No Mato Grosso do Sul, por exemplo, os preços caíram nas três regiões, Dourados, Três Lagoas e Campo Grande. Nas três regiões os negócios ocorrem por R$97,00/@, a prazo, livre de imposto.
No Norte do Tocantins e Sudeste do Mato Grosso a pressão de baixa travou o mercado e a referência se manteve. Nestas praças os negócios com o boi gordo ocorrem em 94,00/@ e 95,00/@, respectivamente, a prazo, livres de imposto.
No mercado atacadista houve queda de preços para todas as peças, exceto para a ponta de agulha (charque).
Clique aqui e confira as cotações do boi.
Fonte: Scot Consultoria
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Cobrança do FUNRURAL é considerada ilegal
Decisão do STF e do Tribunal Regional da 4ª Região beneficia produtores ruraisA legalidade da cobrança do FUNRURAL, tributo com alíquota de 2,1% sobre a comercialização da produção, está há anos em discussão na justiça.
O advogado e colunista do Agrolink, Fábio Lamônica Pereira, em sua mais recente coluna, esclarece que o Supremo Tribunal Federal declarou que “o imposto estava baseado em lei inconstitucional e, portanto, não poderia ser exigido dos produtores”.
No início deste mês, o Tribunal Regional da 4ª Região (TRF4), com sede em Porto Alegre (RS) e que abrange todos os estados da região sul, também considerou a cobrança ilegal e inconstitucional. “Dessa forma, os produtores passam a contar com mais segurança jurídica, no âmbito do TRF4, no sentido de que os pedidos de ressarcimento dos valores recolhidos indevidamente serão tratados de acordo com o posicionamento do STF”, destaca Lamônica.
Para saber mais sobre a cobrança do FUNRURAL, leia a coluna “FUNRURAL: nova vitória dos produtores”, de Fábio Lamônica Pereira.
FONTE: Agrolink
Autor: Marianna Rebelatto
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ENTREVISTA - MERCADO DO BOI GORDO
FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS
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Novembro seco reduz nível do rio Uruguai
O déficit de chuvas em novembro prenuncia dificuldades para a agropecuária de Uruguaiana e região. Segundo o sargento meteorologista do Aeroporto Internacional Rubem Berta, Anderson Biassus da Silva, houve precipitação apenas em quatro dias deste mês (9, 23, 24 e 28), somando 15,5 milímetros, quando a média histórica do período, de acordo com a Emater, é de 105 milímetros. Um contraste com as chuvas registradas em novembro de 2009, que totalizaram 698,4 mm.Na área rural, o volume oscilou entre 10 mm e 35 mm. O índice amenizou, sem solucionar, o quadro da lavoura de arroz, que utiliza prematuramente reservas hídricas. Campos nativos queimados provocam a perda de peso dos bovinos. A baixa umidade relativa do ar ocasiona processos alérgicos e bronco-respiratórios. De acordo com João Carlos Battassini, agrônomo da Emater, a partir de hoje até 31 de março não se pode pensar em produzir hortaliças a céu aberto.
Ontem à tarde, o rio Uruguai media 2,14 metros, o nível mais baixo do triênio nesta época, conforme a Delegacia Fluvial. No ano passado a marca foi de 8,86 m e, em 2008, de 3,20 m. As margens estão crestadas, revelando milhares de conchas esparramas pela costa. O ambientalista Juraci Luques Jacques, presidente da Comissão Binacional dos Recursos Naturais Renováveis, atribuiu a mortandade ao binômio desequilíbrio e poluição.
FONTE: Correio do Povo
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Margem Bruta e Taxa de Reposição
Correria, caro leitor, correria... Estou mexendo com gado, andando nos pastos, verificando saldos, estoques, enfim, finalizando o ano de 2010 e já definindo o que vamos fazer em investimentos e manutenções para 2011. Estou no Tocantins esses dias.
De qualquer forma, paralelo a isso esses últimos dias surgiu uma discussão no site do BeefPoint e eu quis contribuir com minha análise. No meio dos argumentos que fiz, um gráfico chamou a atenção do Miguel Calvalcanti. Se chamou a atenção do Miguel pensei que talvez chamaria a atenção de vocês.
Obviamente, antes de mais nada, não estou tentando ensinar ninguém a mexer com boi aqui. Cada um sabe onde aperta o calo. A idéia é só esclarecer uns conceitos que se fragmentam em um jogo de espelhos e o pessoal perde um pouco a referência do caminho e das proporções.
O gráfico que estou me referindo é o gráfico da margem bruta e da taxa de reposição. Conceitualmente, em mercado, a margem bruta é adiferença pura e simples entre o valor de um boi gordo e um bezerro. A taxa de reposiçõ é a divisão entre o valor de um boi gordo e um bezerro.
Os resultados, como você pode ver, são completamente diferentes. Enquanto a margem bruta só subiu, praticamente, entre 1999 até hoje, a taxa de reposição oscilou fortemente dentro desses 11 anos.

Mas qual a razão de resultados tão diferentes? Não são formados pelos mesmos valores? Deveria resultar em coisas parecidas, não é?
Na realidade, não.
Quando se compara dois mercados diferentes, o que você faz é uma arbitragem, que é uma forma diferente de spread. O boi e o bezerro sãode fato dois mercados diferentes -- respondem a estímulos diferentes no dia-a-dia. Não dá para compará-los simplesmente diminuindo um pelo outro. O resultado dessa conta pode levar a uma conclusão que ela é uma informação à primeira vista aparentemente boa. Está melhorando a margem ao longo dos anos, não está?
Porém, quando se leva em consideração o valor de compra de um boi gordo, que nada mais seria, em outras palavras, a taxa de reposição, a coisa se complica. Você vê dessa outra forma que o valor de compra de um boi oscila muito e drasticamente durante os anos. Isso acaba gerando uma informação mais precisa, mais verídica, sobre o comportamento do mercado e calibra melhor as tomadas de decisão no dia-a-dia.
Pegue meados de 2010, por exemplo, onde a margem bruta estava ao redor de R$ 700 reais e a taxa de reposição ao redor de 1,90. Foi uma das piores taxas de reposição da história, que destruiu a lucratividade de muitos invernistas, mas você não saberia disso olhando somente pela margem, a não senhor, pois, hei!, a margem de meados de 2010 estava 700 reais... bem melhor que os 400 reais de 2000, não é mesmo?
Porém o ano de 2000, com seus 400 reais de margem foi um ano muito melhor em lucro para o invernista que os 700 reais de margem de 2010. Você saberia disso olhando para a taxa de reposição. Sei disso também baseado nos nossos próprios resultados financeiros de engorda.
Então, verifique suas premissas, por dois motivos.
1) Em dois mercados diferentes você faz é a divisão entre eles, a arbitragem, e não a subtração, que é o tal conhecido spread.
2) No Brasil é que pouquíssimos pecuaristas calculam de verdade seus custos de produção.
FONTE: CARTA PECUÁRIA
De qualquer forma, paralelo a isso esses últimos dias surgiu uma discussão no site do BeefPoint e eu quis contribuir com minha análise. No meio dos argumentos que fiz, um gráfico chamou a atenção do Miguel Calvalcanti. Se chamou a atenção do Miguel pensei que talvez chamaria a atenção de vocês.
Obviamente, antes de mais nada, não estou tentando ensinar ninguém a mexer com boi aqui. Cada um sabe onde aperta o calo. A idéia é só esclarecer uns conceitos que se fragmentam em um jogo de espelhos e o pessoal perde um pouco a referência do caminho e das proporções.
O gráfico que estou me referindo é o gráfico da margem bruta e da taxa de reposição. Conceitualmente, em mercado, a margem bruta é adiferença pura e simples entre o valor de um boi gordo e um bezerro. A taxa de reposiçõ é a divisão entre o valor de um boi gordo e um bezerro.
Os resultados, como você pode ver, são completamente diferentes. Enquanto a margem bruta só subiu, praticamente, entre 1999 até hoje, a taxa de reposição oscilou fortemente dentro desses 11 anos.

Mas qual a razão de resultados tão diferentes? Não são formados pelos mesmos valores? Deveria resultar em coisas parecidas, não é?
Na realidade, não.
Quando se compara dois mercados diferentes, o que você faz é uma arbitragem, que é uma forma diferente de spread. O boi e o bezerro sãode fato dois mercados diferentes -- respondem a estímulos diferentes no dia-a-dia. Não dá para compará-los simplesmente diminuindo um pelo outro. O resultado dessa conta pode levar a uma conclusão que ela é uma informação à primeira vista aparentemente boa. Está melhorando a margem ao longo dos anos, não está?
Porém, quando se leva em consideração o valor de compra de um boi gordo, que nada mais seria, em outras palavras, a taxa de reposição, a coisa se complica. Você vê dessa outra forma que o valor de compra de um boi oscila muito e drasticamente durante os anos. Isso acaba gerando uma informação mais precisa, mais verídica, sobre o comportamento do mercado e calibra melhor as tomadas de decisão no dia-a-dia.
Pegue meados de 2010, por exemplo, onde a margem bruta estava ao redor de R$ 700 reais e a taxa de reposição ao redor de 1,90. Foi uma das piores taxas de reposição da história, que destruiu a lucratividade de muitos invernistas, mas você não saberia disso olhando somente pela margem, a não senhor, pois, hei!, a margem de meados de 2010 estava 700 reais... bem melhor que os 400 reais de 2000, não é mesmo?
Porém o ano de 2000, com seus 400 reais de margem foi um ano muito melhor em lucro para o invernista que os 700 reais de margem de 2010. Você saberia disso olhando para a taxa de reposição. Sei disso também baseado nos nossos próprios resultados financeiros de engorda.
Então, verifique suas premissas, por dois motivos.
1) Em dois mercados diferentes você faz é a divisão entre eles, a arbitragem, e não a subtração, que é o tal conhecido spread.
2) No Brasil é que pouquíssimos pecuaristas calculam de verdade seus custos de produção.
FONTE: CARTA PECUÁRIA
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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Governo prorroga vacinação até dia 15
A campanha de imunização contra a febre aftosa, prevista para terminar hoje, será prorrogada até 15 de dezembro. O pedido da Secretaria da Agricultura (Seappa) e da Superintendência do Ministério da Agricultura no Estado (Mapa/RS) foi aprovado ontem pelo Departamento de Saúde Animal (DSA) do Ministério da Agricultura (Mapa). O período concedido segue o exemplo de estados como Mato Grosso, Amazonas e Acre, que também tiveram a extensão concedida. De acordo com o chefe do Serviço de Sanidade Agropecuária do Mapa/RS, Bernardo Todeschini, a medida será válida para todos os municípios do Estado, que havia pedido dez dias corridos, "Desta forma, é mais fácil e homogêneo para trabalhar", afirma.A solicitação foi encaminhada por conta de um atraso na entrega das doses aos produtores beneficiados pelo Pronaf e em algumas agropecuárias. Porém, criadores que encontraram dificuldades para adquirir o medicamento ou estiverem atrasados poderão aproveitar o período para também imunizar o rebanho. "A quantidade de doses que faltou não compromete a campanha", destaca o chefe do Serviço de Doenças Vesiculares da Seappa, Fernando Gröff. De acordo com o diretor do DSA, Jamil Gomes de Souza, a prorrogação não interfere no controle da circulação do vírus, apenas dos animais. "Os bovinos de até 24 meses devem esperar 15 dias após a vacinação para serem movimentados. Já os de mais idade, sete dias", explica.
O assessor de Política Agrícola da Fetag, Airton Hochscheid, comemora a decisão. "É fundamental porque os criadores estavam sem a vacina", frisa. A federação havia levado o tema para debata na Seappa há 15 dias. Conforme Hochscheid, a preocupação é com os municípios que não fazem fronteira, colocados em segundo plano na distribuição da primeira leva das doses. O diretor da Farsul, Fernando Adauto, afirma que a maioria dos pecuaristas empresariais já imunizou o rebanho e que a medida não tem grande efeito nestes casos.
FONTE: CORREIO DO POVO
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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Preço da carne bovina in natura exportada para União Européia justifica esforços
O preço médio da carne bovina in natura exportada para a União Européia sempre registra valores mais altos que a média de carne in natura exportada pelo Brasil. A Europa exige mais, compra cortes mais nobres e paga mais por isso.
Veja na figura 1 os preços médios da carne bovina brasileira in natura exportada para a União Européia e no geral.

Atualmente, a carne in natura exportada para a União Européia está 80% acima do valor da média do mesmo tipo de carne exportado total. A carne bovina in natura exportada para a União Européia valia US$6,0mil/ tec, enquanto que no geral o Brasil exportou o mesmo produto por US$3,5 mil/tec.
Tal diferença justifica todos os esforços para atender as exigências daqueles países, em termos de qualidade, controle de processo, Sisbov, e assim por diante.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Veja na figura 1 os preços médios da carne bovina brasileira in natura exportada para a União Européia e no geral.
Atualmente, a carne in natura exportada para a União Européia está 80% acima do valor da média do mesmo tipo de carne exportado total. A carne bovina in natura exportada para a União Européia valia US$6,0mil/ tec, enquanto que no geral o Brasil exportou o mesmo produto por US$3,5 mil/tec.
Tal diferença justifica todos os esforços para atender as exigências daqueles países, em termos de qualidade, controle de processo, Sisbov, e assim por diante.
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Rússia irá manter cotas de importação de carne bovina
A substituição da importação de carnes pela Rússia está se acelerando mais do que previsto, devendo afetar vendas do Brasil para aquele mercado no próximo ano. O governo russo anunciou que vai cortar em 50% a cota de importação de frango, ao invés de um terço previsto inicialmente, mas não vai alterar as cotas para carnes suína e bovina.
De maneira geral, a Rússia aumentou sua produção de carne em 12% este ano e reduziu as importações em 20%. A tendência é de continuar diminuindo as compras de frango e de suíno, mas não de carne bovina.
O vice-primeiro-ministro, Viktor Zubkov, anunciou em Moscou que a importação de carne de frango, que chegou a 700 mil toneladas no ano passado, será limitada a 350 mil em 2011. A cota para importação de carne suína será de 472.100 toneladas, incluindo a cota de 57.500 toneladas para os EUA. A cota para carne bovina será de 530.000 toneladas.
Os russos podem fazer o que quiserem, unilateralmente, porque continuam fora da Organização Mundial do Comércio (OMC). O Brasil negocia com Moscou a situação para quando o país aderir à entidade global de comércio. "Na prática, não muda quase nada para o Brasil entre 2010 e 2011, mas vamos ver para depois", diz um negociador brasileiro.
Atualmente, o Brasil não tem cota específica, ao contrário dos EUA e da União Europeia. Mas no caso da carne bovina, grande parte da cota, atribuída aos europeus, é na prática preenchida pelo Brasil, que exportou US$ 1 bilhão no ano passado.
Já a parte brasileira de carne suína não está sendo preenchida por causa do preço salgado do produto brasileiro.
O processo de entrada da Rússia na OMC está acelerado. Moscou assinou recentemente acordo bilateral com a UE. Mas ainda falta rever as condições para o Brasil dar seu apoio à entrada no clube multilateral.
FONTE: Assis Moreira, publicada no Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
De maneira geral, a Rússia aumentou sua produção de carne em 12% este ano e reduziu as importações em 20%. A tendência é de continuar diminuindo as compras de frango e de suíno, mas não de carne bovina.
O vice-primeiro-ministro, Viktor Zubkov, anunciou em Moscou que a importação de carne de frango, que chegou a 700 mil toneladas no ano passado, será limitada a 350 mil em 2011. A cota para importação de carne suína será de 472.100 toneladas, incluindo a cota de 57.500 toneladas para os EUA. A cota para carne bovina será de 530.000 toneladas.
Os russos podem fazer o que quiserem, unilateralmente, porque continuam fora da Organização Mundial do Comércio (OMC). O Brasil negocia com Moscou a situação para quando o país aderir à entidade global de comércio. "Na prática, não muda quase nada para o Brasil entre 2010 e 2011, mas vamos ver para depois", diz um negociador brasileiro.
Atualmente, o Brasil não tem cota específica, ao contrário dos EUA e da União Europeia. Mas no caso da carne bovina, grande parte da cota, atribuída aos europeus, é na prática preenchida pelo Brasil, que exportou US$ 1 bilhão no ano passado.
Já a parte brasileira de carne suína não está sendo preenchida por causa do preço salgado do produto brasileiro.
O processo de entrada da Rússia na OMC está acelerado. Moscou assinou recentemente acordo bilateral com a UE. Mas ainda falta rever as condições para o Brasil dar seu apoio à entrada no clube multilateral.
FONTE: Assis Moreira, publicada no Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
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Boi gordo em 2010
Este ano o mercado do boi gordo retomou a tendência de alta interrompida pela crise mundial do final de 2008. Em 2009 os preços patinaram.
A queda de preços entre o fim de 2008 e início de 2009 ocorreu devido à menor demanda. Não foi ocasionada por sobreoferta de animais. Com isto, as valorizações do boi gordo voltaram a ocorrer assim que o consumo retomou patamares melhores.
Veja na figura 1 as variações dos preços do boi gordo entre o início e o final de novembro de cada ano.

Em 2010 os preços subiram até maio, quando os pastos perderam capacidade de suporte devido à diminuição das chuvas e os pecuaristas entregaram os animais. O preço do boi gordo caiu 3,7% entre meados de abril e maio.
Entre 14/5 e 11/11 o mercado não registrou recuos e acumulou valorização de 45,6%, até o pico de preços, com a referência em São Paulo em R$115,00/@, a prazo, livre de imposto. Esse preço era 50,9% maior que o do início de janeiro.
Os patamares maiores de preços atraíram pecuaristas que passaram a vender animais, mesmo relativamente leves, para aproveitar a alta. Com isto, os frigoríficos conseguiram melhorar as programações e impor pressão negativa sobre os preços.
Desde o início do mês o preço referência caiu 7,8% e a pressão de baixa continua. A tendência é de aumento gradual na oferta, embora não se espere nenhuma bolha de vendas, uma vez que não há retenção. O que ocorre é que os animais estão “chegando”.
O preço atual ainda é 39,1% superior ao do início do ano.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
A queda de preços entre o fim de 2008 e início de 2009 ocorreu devido à menor demanda. Não foi ocasionada por sobreoferta de animais. Com isto, as valorizações do boi gordo voltaram a ocorrer assim que o consumo retomou patamares melhores.
Veja na figura 1 as variações dos preços do boi gordo entre o início e o final de novembro de cada ano.
Em 2010 os preços subiram até maio, quando os pastos perderam capacidade de suporte devido à diminuição das chuvas e os pecuaristas entregaram os animais. O preço do boi gordo caiu 3,7% entre meados de abril e maio.
Entre 14/5 e 11/11 o mercado não registrou recuos e acumulou valorização de 45,6%, até o pico de preços, com a referência em São Paulo em R$115,00/@, a prazo, livre de imposto. Esse preço era 50,9% maior que o do início de janeiro.
Os patamares maiores de preços atraíram pecuaristas que passaram a vender animais, mesmo relativamente leves, para aproveitar a alta. Com isto, os frigoríficos conseguiram melhorar as programações e impor pressão negativa sobre os preços.
Desde o início do mês o preço referência caiu 7,8% e a pressão de baixa continua. A tendência é de aumento gradual na oferta, embora não se espere nenhuma bolha de vendas, uma vez que não há retenção. O que ocorre é que os animais estão “chegando”.
O preço atual ainda é 39,1% superior ao do início do ano.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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Consumidor não aceita pagar mais pela arroba e derruba o mercado do boi gordo
FONTE: Fonte: Notícias Agrícolas // João Batista Olivi e Juliana Ibanhes
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Banco do Brasil informa prazo
Termina hoje (30) o prazo para agricultores, inscritos na dívida ativa da União, negociarem seus débitos. O Banco do Brasil já fez mais de 12 mil acordos, no valor R$ 1,72 bilhão. Os produtores rurais que estiverem inscritos na dívida ativa da União devem procurar a central de atendimento do BB. Para capitais e regiões metropolitanas, o telefone é 4003-0494; e para as demais localidades, 0800 88 00494. O contribuinte deverá informar à central o número de CPF ou número de CNPJ vinculado a dívida ativa da União, em que está inscrito.Fonte: Diário de Cuiabá
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Frigorífico Frialto lança linha de produtos de carne bovina em parceria com o Corinthians
LEIA MAIS: http://www.lr1.com.br/index.php?pagina=noticia&categoria=mundo¬icia=12719
FONTE: www.lr1.com.br
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Boi Gordo: Mercado especulado e com poucos negócios
Cerceada por duras barreiras sanitárias da China continental, a carne bovina brasileira encontrou em Hong Kong um caminho mais livre -e ilegal - para chegar aos pratos da segunda maior economia mundial.
Com uma população de 7 milhões de habitantes, Hong Kong é o quarto maior comprador de carne bovina brasileira. Neste ano, foram 77,5 mil toneladas nos primeiros dez meses, um negócio de US$ 206,6 milhões.
Mercado especulado e com poucos negócios.
Embora o patamar de oferta atual esteja melhor que nas últimas semanas, na manhã desta segunda-feira foram poucos os negócios fechados.
Além da menor movimentação, típica de início de semana, boa parte dos frigoríficos começou o dia fora das compras. Os que estavam comprando testavam preços menores, mas o mercado trava em tais valores.
A maioria dos frigoríficos está comprando para o início da próxima semana e a pressão de baixa continua.
No mercado atacadista com osso houve recuo em todas as peças, exceto para a ponta de agulha (consumo), que se manteve estável.
Os preços atuais no mercado atacadista estão, em uma média das peças, 17,6% menores que os picos de preços atingidos no início do mês. O maior recuo foi da ponta de agulha para charque, que caiu 26,3% desde o começo de novembro.
Em relação ao mesmo período do ano passado, no entanto, os valores atuais estão 36,7% maiores. A maior valorização ocorreu para o dianteiro casado, 40,6%.
Clique aqui e confira as cotações do boi.
Fonte: Scot Consultoria
Com uma população de 7 milhões de habitantes, Hong Kong é o quarto maior comprador de carne bovina brasileira. Neste ano, foram 77,5 mil toneladas nos primeiros dez meses, um negócio de US$ 206,6 milhões.
Mercado especulado e com poucos negócios.
Embora o patamar de oferta atual esteja melhor que nas últimas semanas, na manhã desta segunda-feira foram poucos os negócios fechados.
Além da menor movimentação, típica de início de semana, boa parte dos frigoríficos começou o dia fora das compras. Os que estavam comprando testavam preços menores, mas o mercado trava em tais valores.
A maioria dos frigoríficos está comprando para o início da próxima semana e a pressão de baixa continua.
No mercado atacadista com osso houve recuo em todas as peças, exceto para a ponta de agulha (consumo), que se manteve estável.
Os preços atuais no mercado atacadista estão, em uma média das peças, 17,6% menores que os picos de preços atingidos no início do mês. O maior recuo foi da ponta de agulha para charque, que caiu 26,3% desde o começo de novembro.
Em relação ao mesmo período do ano passado, no entanto, os valores atuais estão 36,7% maiores. A maior valorização ocorreu para o dianteiro casado, 40,6%.
Clique aqui e confira as cotações do boi.
Fonte: Scot Consultoria
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Hong Kong vira porta de entrada de carne brasileira para China
O próximo país do ranking com uma população equivalente é Israel: 28,8 mil toneladas (9º lugar), vendidas a US$ 90,9 milhões.
Já a China, que autoriza importações de apenas quatro frigoríficos brasileiros (outros 14 estão em análise), importou apenas 1.279 toneladas (US$ 3,38 milhões) até outubro deste ano, apesar da sua população de 1,4 bilhão.
Os números foram compilados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).
Mercados Distintos
Embora Hong Kong pertença à China, a região tem um regime administrativo diferenciado, resultado do acordo com o Reino Unido para a sua transferência, realizada em 1997. Na prática, portanto, são dois mercados distintos, com regras próprias.
Representantes do setor ouvidos pela Folha admitem que a carne é repassada pela China, mas que o contrabando não tem participação direta de empresas brasileiras. O ideal, afirmam, é a maior abertura do mercado chinês.
Parte dessa carne acaba apreendida pelo país. Em 10 de setembro, autoridades alfandegárias de Guangzhou, a 170 km de Hong Kong, recolheram "milhares" de toneladas de carne vindas do Brasil, da Polônia e dos EUA, informou o site de notícias "China News".
A reportagem da Folha telefonou para o Escritório Anticontrabando da província de Guangdong, onde está Guangzhou, entretanto, a resposta foi a de que o caso estava "sob investigação" e que eles não podiam dar informações adicionais.
Em Pequim, a Administração-Geral de Supervisão de Qualidade, Supervisão e Quarentena, órgão máximo da China para o controle de importação de carnes, ignorou pedidos de entrevista feitos por telefone e fax sobre o contrabando de carne brasileira na Ásia.
Há anos que o Brasil tenta ampliar as vendas de carne bovina, suína e de aves para a China, mas o processo tem sido bastante lento.
Uma missão chinesa esteve no Brasil na semana passada para avaliar a liberação das exportações de carne suína brasileira para a China.
Os chineses, que estão visitando 13 frigoríficos, devem aprovar exportações por 25 unidades brasileiras. As condições de saúde animal já foram avaliadas e aprovadas, restando agora a habilitação das unidades frigoríficas. Atualmente, o país não pode exportar esse tipo de carne para a China.
No caso de aves, o Brasil tem 25 frigoríficos habilitados e 41 sob análise, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
FONTE: Folha de São Paulo
Já a China, que autoriza importações de apenas quatro frigoríficos brasileiros (outros 14 estão em análise), importou apenas 1.279 toneladas (US$ 3,38 milhões) até outubro deste ano, apesar da sua população de 1,4 bilhão.
Os números foram compilados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).
Mercados Distintos
Embora Hong Kong pertença à China, a região tem um regime administrativo diferenciado, resultado do acordo com o Reino Unido para a sua transferência, realizada em 1997. Na prática, portanto, são dois mercados distintos, com regras próprias.
Representantes do setor ouvidos pela Folha admitem que a carne é repassada pela China, mas que o contrabando não tem participação direta de empresas brasileiras. O ideal, afirmam, é a maior abertura do mercado chinês.
Parte dessa carne acaba apreendida pelo país. Em 10 de setembro, autoridades alfandegárias de Guangzhou, a 170 km de Hong Kong, recolheram "milhares" de toneladas de carne vindas do Brasil, da Polônia e dos EUA, informou o site de notícias "China News".
A reportagem da Folha telefonou para o Escritório Anticontrabando da província de Guangdong, onde está Guangzhou, entretanto, a resposta foi a de que o caso estava "sob investigação" e que eles não podiam dar informações adicionais.
Em Pequim, a Administração-Geral de Supervisão de Qualidade, Supervisão e Quarentena, órgão máximo da China para o controle de importação de carnes, ignorou pedidos de entrevista feitos por telefone e fax sobre o contrabando de carne brasileira na Ásia.
Há anos que o Brasil tenta ampliar as vendas de carne bovina, suína e de aves para a China, mas o processo tem sido bastante lento.
Uma missão chinesa esteve no Brasil na semana passada para avaliar a liberação das exportações de carne suína brasileira para a China.
Os chineses, que estão visitando 13 frigoríficos, devem aprovar exportações por 25 unidades brasileiras. As condições de saúde animal já foram avaliadas e aprovadas, restando agora a habilitação das unidades frigoríficas. Atualmente, o país não pode exportar esse tipo de carne para a China.
No caso de aves, o Brasil tem 25 frigoríficos habilitados e 41 sob análise, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
FONTE: Folha de São Paulo
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ANÁLISE DO MERCADO DO BOI GORDO
FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS
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PREÇOS MÉDIOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO*
EM 29.11.2010REGIÃO DE PELOTAS
TERNEIROS R$ 2,70 A R$ 2,90
TERNEIRAS R$ 2,40 A R$ 2,60
NOVILHOS R$ 2,70 A R$ 2,80
BOI MAGRO R$ 2,60 A R$ 2,70
VACA DE INVERNAR R$ 2,10 A R$ 2,20
*GADO PESADO NA FAZENDA
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR www.lundnegocios.com.br
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PREÇOS DE BOI GORDO E VACA GORDA PARA CARNE A RENDIMENTO
REGIÃO DE PELOTAS*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 29.11.2010
BOI: R$ 6,00 a R$ 6,20
VACA: R$ 5,70 a R$ 5,90
PRAZO: 30 DIAS
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR www.lundnegocios.com.br
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PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO/KG VIVO
EM 29.11.2010
REGIÃO DE PELOTAS
KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 3,00 A R$ 3,05
VACA GORDA: R$ 2,60 A R$ 2,70
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR www.lundnegocios.com.br
REGIÃO DE PELOTAS
KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 3,00 A R$ 3,05
VACA GORDA: R$ 2,60 A R$ 2,70
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR www.lundnegocios.com.br
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ATENÇÃO - COMPRA DE TERNEIROS
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COTAÇÕES
PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 29/11/2010
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 26/11/2010 - PRAÇA RS
Ver todas cotações Ver gráfico
FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 26/11/2010 - PRAÇA RS
Ver todas cotações Ver gráfico
| MACHOS | Programa** | H & B*** |
| Carcaça | R$ 6,10 | R$ 6,03 |
| KG Vivo | R$ 3,05 | R$ 3,02 |
| FÊMEAS | Programa** | H & B*** |
| Carcaça | R$ 5,83 | R$ 5,74 |
| KG Vivo | R$ 2,77 | R$ 2,73 |
| ** Programa - Indicador Esalq/Cepea MaxP L(6) *** H & B - Indicador Esalq/Cepea Prz L(4) | ||
| PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA | |
FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD
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COTAÇÕES
FONTE: CORREIO DO POVO
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Maior preço da carne bovina para a União Européia
Conforme demonstrado recentemente nesta mesma seção, o faturamento com as exportações de carne bovina para a União Européia cresceu 13% no acumulado de 2010, comparando com o mesmo período de 2009, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), analisados pela Scot Consultoria.
Isso ocorreu em função do aumento do preço da carne exportada para o bloco, já que o volume permaneceu praticamente o mesmo.
Aliás, outubro deste ano registrou o maior preço médio de carne bovina exportada para a União Européia desde outubro de 2007. Em seguida houve a paralisação das exportações por problemas no Sisbov, por isso a queda brusca das cotações, já que o Brasil parou de exportar carne in natura e passou a exportar mais carne industrializada.

De qualquer forma, pelo menos em dólares, os preços médios da carne brasileira na União Européia estão aumentando. Agora só faltava o câmbio ajudar um pouquinho.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Isso ocorreu em função do aumento do preço da carne exportada para o bloco, já que o volume permaneceu praticamente o mesmo.
Aliás, outubro deste ano registrou o maior preço médio de carne bovina exportada para a União Européia desde outubro de 2007. Em seguida houve a paralisação das exportações por problemas no Sisbov, por isso a queda brusca das cotações, já que o Brasil parou de exportar carne in natura e passou a exportar mais carne industrializada.
De qualquer forma, pelo menos em dólares, os preços médios da carne brasileira na União Européia estão aumentando. Agora só faltava o câmbio ajudar um pouquinho.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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RS: preço da arroba não acompanha alta do varejo
Os pecuaristas gaúchos questionam o aumento de até 50% no preço dos cortes nobres de carne bovina praticado pelo varejo nos últimos 40 dias. A principal argumentação é que o mesmo repasse não chega dentro da porteira. Conforme o consultor de pecuária de corte da Farsul, Fernando Adauto, o reajuste ao produtor não passou de 10% no mesmo período. "Para nós, não houve este aumento que o varejo está praticando. O preço não está ruim, mas é mais ou menos o mesmo do ano passado. Isso não se justifica", critica. Conforme o último levantamento conjuntural da Emater, entre 28 de outubro e 25 de novembro, a média do quilo vivo passou de R$ 2,75 para R$ 2,96, representando uma alta de 7%. "Não posso concordar que a carne subiu tanto. O varejo está especulando", afirma Adauto.
O presidente da Agas, Antonio Cesa Longo, afirma que o preço médio dos cortes ao consumidor aumentou entre 8% e 10% no período, e que apenas a picanha e o filé mignon subiram na casa dos 50%. "O produto gaúcho não abastece a demanda do Rio Grande do Sul e também é mais caro por ser de raças europeias enquanto no centro do país predominam as zebuínas", afirma. O dirigente destaca que o incremento é o mesmo do frigorífico, de 10%. Mas que cortes com preços menores acabam se diluindo no aumento das peças nobres. "A comparação entre os preços ao produtor e os praticados no varejo é ''um cálculo burro''. Não compramos o boi vivo."
O presidente do Sicadergs, Ronei Lauxen, admite que o preço dos cortes nobres repassado ao varejo cresceu entre 20% e 25% no período. Mas que, em contrapartida, outros obtiveram recuo como a paleta, corte de segunda, que caiu 15%. "A oferta diminuiu porque estamos saindo da safra e há uma pressão muito forte dos preços do centro do país, que estão vindo muito caros para cá. Repassamos ao produtor exatamente o mesmo percentual de aumento", garante.
A coordenadora de projetos da consultoria Boviplan, Andreia Brasil Vieira José, ressalta que o problema está sendo a estiagem, que gera falta de pasto para os animais. O vice-presidente da Farsul, Gedeão Pereira, reconhece que a oferta de gado é menor do que há alguns meses devido à seca e à dificuldade com as pastagens de inverno. No entanto, acredita que o incremento praticado pelo varejo não se justifica.
FONTE: Correio do Povo, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint
O presidente da Agas, Antonio Cesa Longo, afirma que o preço médio dos cortes ao consumidor aumentou entre 8% e 10% no período, e que apenas a picanha e o filé mignon subiram na casa dos 50%. "O produto gaúcho não abastece a demanda do Rio Grande do Sul e também é mais caro por ser de raças europeias enquanto no centro do país predominam as zebuínas", afirma. O dirigente destaca que o incremento é o mesmo do frigorífico, de 10%. Mas que cortes com preços menores acabam se diluindo no aumento das peças nobres. "A comparação entre os preços ao produtor e os praticados no varejo é ''um cálculo burro''. Não compramos o boi vivo."
O presidente do Sicadergs, Ronei Lauxen, admite que o preço dos cortes nobres repassado ao varejo cresceu entre 20% e 25% no período. Mas que, em contrapartida, outros obtiveram recuo como a paleta, corte de segunda, que caiu 15%. "A oferta diminuiu porque estamos saindo da safra e há uma pressão muito forte dos preços do centro do país, que estão vindo muito caros para cá. Repassamos ao produtor exatamente o mesmo percentual de aumento", garante.
A coordenadora de projetos da consultoria Boviplan, Andreia Brasil Vieira José, ressalta que o problema está sendo a estiagem, que gera falta de pasto para os animais. O vice-presidente da Farsul, Gedeão Pereira, reconhece que a oferta de gado é menor do que há alguns meses devido à seca e à dificuldade com as pastagens de inverno. No entanto, acredita que o incremento praticado pelo varejo não se justifica.
FONTE: Correio do Povo, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint
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Expectativas para a relação de troca com o bezerro
As relações de troca com a reposição se recuperaram desde junho em São Paulo. A maior alta ocorreu para o bezerro.
Em parte porque esta categoria atingiu o ponto mais baixo das últimas décadas em meados do ano, mas também pela estabilidade nas cotações da categoria nos últimos meses, aliada à forte alta para o boi gordo.
Porém acredita-se que a troca com esta categoria poderá cair nos próximos meses, reflexo do aumento da demanda pelo bezerro para este período.
A atual troca, considerando o boi gordo de 16,5@ e o bezerro de 7@, é de 2,17 bezerros por boi.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Em parte porque esta categoria atingiu o ponto mais baixo das últimas décadas em meados do ano, mas também pela estabilidade nas cotações da categoria nos últimos meses, aliada à forte alta para o boi gordo.
Porém acredita-se que a troca com esta categoria poderá cair nos próximos meses, reflexo do aumento da demanda pelo bezerro para este período.
A atual troca, considerando o boi gordo de 16,5@ e o bezerro de 7@, é de 2,17 bezerros por boi.
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Boi gordo: indicador fecha a semana valendo R$ 109,35/@
Nesta sexta-feira, o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 108,78/@, com variação negativa de R$ 0,10. O indicador a prazo registrou alta de R$ 0,32, sendo cotado a R$ 109,35/@. Mesmo com a forte pressão por parte dos frigoríficos, na semana a variação foi positiva (+0,29%).
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio

Na BM&FBovespa, o primeiro vencimento, novembro/10, que será liquidado amanhã, fechou a R$ 108,04/@, com valorização de R$ 0,33. Já os contratos que vencem em dezembro/10 apresentaram movimento inverso, caindo para R$ 97,65/@, com retração de R$ 0,59.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 26/11/10

Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para dezembro/10

No Rio Grande do Sul, pecuaristas questionam o aumento de até 50% no preço dos cortes nobres de carne bovina praticado pelo varejo nos últimos 40 dias. A principal argumentação é que o mesmo repasse não chega dentro da porteira.
Conforme o consultor de pecuária de corte da Farsul, Fernando Adauto, o reajuste ao produtor não passou de 10% no mesmo período. "Para nós, não houve este aumento que o varejo está praticando. O preço não está ruim, mas é mais ou menos o mesmo do ano passado. Isso não se justifica", critica. Conforme o último levantamento conjuntural da Emater, entre 28 de outubro e 25 de novembro, a média do quilo vivo passou de R$ 2,75 para R$ 2,96, representando uma alta de 7%. "Não posso concordar que a carne subiu tanto. O varejo está especulando", afirma Adauto.
O vice-presidente da Farsul, Gedeão Pereira, reconhece que a oferta de gado é menor do que há alguns meses devido à seca e à dificuldade com as pastagens de inverno. No entanto, acredita que o incremento praticado pelo varejo não se justifica.
No atacado paulista, o traseiro foi cotado a R$ 8,70 (-R$ 0,10), o dianteiro a R$ 4,50 (-R4 0,30) e a ponta de agulha a R$ 5,30 (-R$ 0,10). Diante desses recuos, o equivalente físico foi calculado em R$ 99,30/@, com desvalorização de 2,62%, na semana o recuo chegou a 5,81%. O spread (diferença) entre indicador e equivalente voltou a subir, ficando em R$ 9,48/@.
Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico

Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 722,79/cabeça, com valorização de R$ 3,85. A relação de troca recuou para 1:2,48.
FONTE: André Camargo, Equipe BeefPoint
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio
Na BM&FBovespa, o primeiro vencimento, novembro/10, que será liquidado amanhã, fechou a R$ 108,04/@, com valorização de R$ 0,33. Já os contratos que vencem em dezembro/10 apresentaram movimento inverso, caindo para R$ 97,65/@, com retração de R$ 0,59.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 26/11/10
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para dezembro/10
No Rio Grande do Sul, pecuaristas questionam o aumento de até 50% no preço dos cortes nobres de carne bovina praticado pelo varejo nos últimos 40 dias. A principal argumentação é que o mesmo repasse não chega dentro da porteira.
Conforme o consultor de pecuária de corte da Farsul, Fernando Adauto, o reajuste ao produtor não passou de 10% no mesmo período. "Para nós, não houve este aumento que o varejo está praticando. O preço não está ruim, mas é mais ou menos o mesmo do ano passado. Isso não se justifica", critica. Conforme o último levantamento conjuntural da Emater, entre 28 de outubro e 25 de novembro, a média do quilo vivo passou de R$ 2,75 para R$ 2,96, representando uma alta de 7%. "Não posso concordar que a carne subiu tanto. O varejo está especulando", afirma Adauto.
O vice-presidente da Farsul, Gedeão Pereira, reconhece que a oferta de gado é menor do que há alguns meses devido à seca e à dificuldade com as pastagens de inverno. No entanto, acredita que o incremento praticado pelo varejo não se justifica.
No atacado paulista, o traseiro foi cotado a R$ 8,70 (-R$ 0,10), o dianteiro a R$ 4,50 (-R4 0,30) e a ponta de agulha a R$ 5,30 (-R$ 0,10). Diante desses recuos, o equivalente físico foi calculado em R$ 99,30/@, com desvalorização de 2,62%, na semana o recuo chegou a 5,81%. O spread (diferença) entre indicador e equivalente voltou a subir, ficando em R$ 9,48/@.
Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 722,79/cabeça, com valorização de R$ 3,85. A relação de troca recuou para 1:2,48.
FONTE: André Camargo, Equipe BeefPoint
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Carnes especiais são tendência no mercado
Em busca de alternativas de mercado e fidelização de público, a indústria da carne investe em produtos diferenciados para clientes exigentes e dispostos a pagar mais pela qualidade extra. A iniciativa acaba tendo reflexos em toda cadeia produtiva da carne, dos produtores aos restaurantes, e a consolidação dos produtos ocorre em alta velocidade no Estado e em todo o país. Dos pequenos aos grandes, o objetivo é diversificar mercadorias e ainda oferecer qualidade certificada, desde a origem dos animais.
Com sua pequena produção de ovinos, o produtor rural e empresário Marco Túlio Duarte Soares identificou que o espaço ocioso em seu frigorífico (em decorrência da falta de animais para abater) poderia ser ocupado por bovinos. "Minha ideia era iniciar os abates bovinos no início de 2011, mas como havia esta capacidade, que não era ocupada, antecipei o projeto, que é todo diferenciado".
E o trabalho do frigorífico Celeiro começa no relacionamento com o pecuarista. Prezando pela qualidade, a empresa paga entre 3% e 5% a mais pela arroba dos animais das raças inglesas Angus e Hereford, que possuem um fina camada de gordura entre as fibras musculares que lhes concedem o marmoreio, ou seja, maciez e mais sabor. "Além de exemplares das raças europeias ou de cruzamentos dessas raças, os animais têm no máximo 24 meses e no caso de machos, são capões", conta referindo-se ao animais castrados.
A atuação do Celeiro no mercado surgiu da necessidade de diferenciar o produto e o modo de produção para se tornar competitivo. "Minha produção é em pequena escala, não teria como competir com grandes grupos que abatem em grandes escalas e vendem para o mundo inteiro. Percebi a demanda que havia e investi neste nicho", afirma ao comentar que grandes empresas até fazem este trabalho diferenciado, mas geralmente é voltado para o mercado internacional.
Na mesma direção, o grupo Frialto também inicia parceria para entrar neste mercado de cortes selecionados e de pecuária selecionada. O diretor do grupo, Paulo Bellincanta explica que o frigorífico precisa abrir uma outra marca para apresentar um novo produto com preços também diferenciados. Para isso, em uma ação inédita no país, o Frialto fechou uma parceria com o Esporte Clube Corinthias Paulista para que pudesse agregar às carnes, a marca do time. "Primeiramente serão dois projetos. O Timão, com exclusividade de picanhas selecionadas e em um ano o Corinthians Premiun, que serão cortes de animais de raça europeia, com pouca idade e criados em propriedades que respeitem a legislação ambiental e trabalhista". Bellincanta ressalta que o grupo fará parcerias com produtores para incentivar a pecuária diferenciada.
Para o superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Luciano Vacari, este sistema de cria e de abate é uma tendência de mercado. "Existe um grande nicho de consumidores exigentes que estão dispostos a pagar a mais para ter uma carne de qualidade, acima do padrão", afirma ao comentar que em geral a carne brasileira já é de considerada muito boa. Segundo Vacari, a Associação estimula este tipo de produção por entender que Mato Grosso tem capacidade para atender qualquer demanda e criar todos os tipos de raças e realizar cruzamentos. "Estamos abertos para aproximar os pecuaristas e os empresários em busca de investimento em tecnologia".
O frigorífico Marfrig iniciou este ano a ampliação do programa Qualidade Nelore Natural, que acompanha, por meio de uma equipe técnica, o sistema de criação e características como peso mínimo, acabamento de gordura e idade, que quando dentro do padrão, são selecionados e os cortes recebem o selo Nelore Natural. Além disso, o programa também aproxima a indústria do produtor e permite um acompanhamento sobre o sistema de produção, se se enquadra ou não às exigências socioambientais. Em Mato Grosso, o município de Tangará da Serra irá participar do programa e até 2011, o acompanhamento terá iniciado.
O pecuarista Jorge Pires é um dos que investem na criação de raças e cruzamentos para atender a um mercado específico. Segundo ele, a inseminação e o manejo incrementam o custo de produção, mas que o retorno é garantido porque há quem queira pagar pelo diferencial. O Marfrig afirma que os produtores que participam do programa Qualidade Nelore Natural recebem até 4% a mais sobre o preço de mercado e ainda garantem a qualidade dos animais.
Aliás, pagar a mais não parece um problema. Nos supermercados que revendem essas marcas, os clientes não reclamam o alto valor porque sabem o que vão levar. O gerente de uma das lojas do supermercado Comper, que oferece carnes em cortes nobres e de novilho precoce, Edilson da Silva, diz que a linha tem tido crescimento constante e desde que chegou ao supermercado é comum ver clientes procurando pelo produto. Quanto ao preço, Silva diz que os consumidores estão cientes da qualidade do produto e não questionam o custo elevado. "Os clientes até reclamam quando a carne tradicional sofre aumento de preço, mas com relação aos cortes nobres isso não acontece".
Nos restaurantes que também elaboram pratos a partir dos cortes especiais, o produto fideliza o cliente. No Mahalo, a subchef, Claudineia Portela, diz que os clientes chegam a ligar um dia antes para pedir o preparo, principalmente do "flinstone", um pedaço que vem com osso e carne extremamente macia. "Este corte é preparado às quartas-feiras, mas nos outros dias os clientes ligam e pedem para deixar preparado porque querem exclusivamente aquele corte. Sem falar no "chorizo", que também tem ótima aceitação".
Luciano Vacari diz que grandes redes de supermercados, como Pão-de-Açúcar e Carrefour buscam fidelizar o cliente com o oferecimento de produtos exclusivos. Segundo Vacari, eles buscam uma raça em todo o mundo que se adapte no Brasil com qualidade extra e faz parcerias para que produtores e frigoríficos iniciem os trabalhos de cria e abate.
FONTE:Gazeta Digital
Autor: Laís Costa Marques
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Governo do RS monitora efeitos dos fenômenos climáticos no meio rural
De acordo com o secretário da Agricultura do RS, Gilmar Tietböhl, não se pode dizer, ainda, que haverá perdas nas lavouras. "As previsões de poucas chuvas neste mês de dezembro, mas de chuvas regulares (se comparadas com anos anteriores) em janeiro, de acordo com os prognósticos do Conselho de Agrometeorologia do Estado, indicam que podemos esperar para dizer se efetivamente vamos ter perdas. Estamos atentos, mas ainda é cedo para previsões", afirmou. O secretário lembrou os programas de irrigação que o Governo do Estado vem desenvolvendo para auxiliar os produtores em períodos de estiagem, como a construção de mais de 5 mil microaçudes no Interior gaúcho e a perfuração de 390 poços artesianos.
Até a semana passada, segundo a Emater/RS, o volume de chuva acumulado no mês estava 72% abaixo da média histórica no Estado, e a situação ameaçava ampliar a quebra prevista inicialmente pela instituição em relação ao ciclo 2009/10, quando o clima favorável ajudou na safra recorde do RS, totalizada em 24,3 milhões de toneladas de grãos. O boletim climático do Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs), coordenado pela Seappa, indica precipitações abaixo do padrão climatológico para o próximo trimestre. Para dezembro, estão confirmadas chuvas abaixo do padrão, especialmente na Metade Sul e Oeste do Estado.
Para janeiro, a escassez de chuvas persistirá apenas na região Sudoeste, aproximando-se mais de média normal nas demais regiões. Novos prognósticos para os próximos meses serão discutidos na reunião do Copaaergs, que ocorre na próxima quinta-feira (2), na sede da Seappa.
FONTE: Governo do Estado do Rio Grande do Sul
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Mercado e considerações sobre a IATF
A maior parte das vendas de hormônios e materiais para inseminação já foi feita.
Acompanhando os demais setores do mercado reprodutivo, como tourinhos e sêmen, as vendas foram boas.
A IATF (Inseminação Artificial em Tempo Fixo) ganha adeptos a cada ano. A tecnologia tem se popularizado.
Um dos fatores que deixa o pecuarista com “um pé atrás” em relação à IATF são as taxas relativamente baixas de prenhez.
O que se deve levar em conta ao analisar a taxa de prenhez é que essas fêmeas que emprenham, o fazem nos primeiros dez dias da estação.
Com isso, o tempo para que se faça outra inseminação ou o repasse com tourinhos é maior.
A tecnologia tem um custo maior, que precisa ser considerado, mas a julgar pelo avanço do seu uso, o pecuarista tem acreditado que é uma boa opção.
Além da própria tecnificação da produção, necessária, tem-se este ano as valorizações do boi gordo e reposição até as vésperas da estação de monta, que animaram os criadores a investir na atividade.
Fica a expectativa de quando as fêmeas retidas nos últimos anos produzirão bezerros a ponto de afrouxar o mercado e quão fortemente isto impactará no avanço do uso de tecnologia na cria.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Acompanhando os demais setores do mercado reprodutivo, como tourinhos e sêmen, as vendas foram boas.
A IATF (Inseminação Artificial em Tempo Fixo) ganha adeptos a cada ano. A tecnologia tem se popularizado.
Um dos fatores que deixa o pecuarista com “um pé atrás” em relação à IATF são as taxas relativamente baixas de prenhez.
O que se deve levar em conta ao analisar a taxa de prenhez é que essas fêmeas que emprenham, o fazem nos primeiros dez dias da estação.
Com isso, o tempo para que se faça outra inseminação ou o repasse com tourinhos é maior.
A tecnologia tem um custo maior, que precisa ser considerado, mas a julgar pelo avanço do seu uso, o pecuarista tem acreditado que é uma boa opção.
Além da própria tecnificação da produção, necessária, tem-se este ano as valorizações do boi gordo e reposição até as vésperas da estação de monta, que animaram os criadores a investir na atividade.
Fica a expectativa de quando as fêmeas retidas nos últimos anos produzirão bezerros a ponto de afrouxar o mercado e quão fortemente isto impactará no avanço do uso de tecnologia na cria.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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Comissão restringe compra de terras rurais por estrangeiro
A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional aprovou, nesta quarta-feira, proposta que limita a compra de terras rurais por estrangeiros. O texto aprovado é o substitutivo do deputado Claudio Cajado (DEM-BA) ao Projeto de Lei 2289/07, do deputado Beto Faro (PT-PA).
Cajado manteve os principais pontos do projeto original. Pelo texto, pessoas físicas ou jurídicas estrangeiras, inclusive organizações não-governamentais, não poderão comprar ou arrendar mais de 35 módulos fiscaisÉ a unidade de medida em hectares definida pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para cada município, para cobrança do Imposto Territorial Rural. As variações levam em conta qualidade do solo, relevo, acesso e capacidade produtiva. Na região Norte, um módulo fiscal varia de 50 a 100 hectares; no Nordeste, de 15 a 90 hectares; no Centro-Oeste, de 5 a 110 hectares; na região Sul, de 5 a 40 hectares; e na Sudeste, de 5 a 70 hectares., em área contínua ou descontínua, observado o limite de até 2,5 mil hectares.
Além disso, a soma das áreas rurais pertencentes a pessoas estrangeiras será de no máximo ¼ dos municípios em que se situem, e pessoas de mesma nacionalidade não poderão comprar ou arrendar mais de 40% desse limite, a não ser que sejam casados com brasileiros em comunhão de bens. O objetivo, segundo Cajado, é evitar eventuais fraudes contra os limites estabelecidos na norma.
O Congresso, com o aval do Executivo, poderá autorizar a compra por estrangeiros de imóveis que ultrapassem esses limites, desde que os projetos implantados sejam considerados prioritários para o desenvolvimento do País. A venda ou doação de terras públicas ficará proibida a qualquer título.
Meio ambiente
O projeto define que pessoas ou instituições estrangeiras só poderão arrendar ou comprar terras se os projetos agropecuários, florestais e agroindustriais forem ambientalmente sustentáveis e aprovados pelo Executivo. Se o imóvel estiver na Amazônia LegalA Amazônia Legal é compreendida pela totalidade dos estados do Acre, do Amapá, de Amazonas, do Pará, de Rondônia e de Roraima e parte dos estados do Mato Grosso, de Tocantins e do Maranhão. A região engloba uma superfície de aproximadamente 5.217.423 km² e correspondente a cerca de 61% do território brasileiro. Foi instituída com o objetivo de definir a delimitação geográfica da região política captadora de incentivos fiscais com o propósito de promoção do seu desenvolvimento regional. A região é povoada por 24 milhões de pessoas., será necessário ainda o consentimento do Conselho de Defesa Nacional. Ficará dispensada a licença para a compra de até quatro módulos fiscais e o arrendamento de até dez módulos.
Outro limite imposto determina que metade da área total dos loteamentos rurais seja ocupada por brasileiros. O relator argumenta que a restrição atende aos movimentos sociais por reforma agrária. “A garantia de um percentual de área de loteamento obrigatoriamente ocupada por brasileiros reduz focos de tensão que poderiam ter reflexos negativos sobre a ordem interna e a paz social”, defende.
Alterações
O substitutivo de Cajado compatibiliza o projeto com outras propostas sobre o tema (PLs 2376/07, 3483/08 e 4240/08), com o objetivo principal de tornar a redação da proposta mais clara. Por exemplo, é alterado o termo “organização não governamental estabelecida no Brasil” para “com atuação no território brasileiro”. A última definição permite limitar uma ONG que atue no País, mas não esteja estabelecida no nosso território.
Norma atual
A lei atual limita a compra de propriedade rural com base em outra unidade de medida, o módulo ruralÉ a propriedade familiar ou o imóvel rural que, pessoalmente explorado pelo agricultor e sua família, absorva toda sua força de trabalho. É a quantidade de terra necessária para um trabalhador e sua família (de quatro pessoas) se sustentar, podendo, eventualmente, ser trabalhada com a ajuda de terceiros. A propriedade deve garantir à família a subsistência e o progresso social e econômico, com área máxima fixada para cada região e tipo de exploração. Assim, o módulo rural é variável de acordo com fatores naturais e socioeconômicos.. A Lei 5.709/71 limita em 50 módulos rurais, em área contínua ou descontínua, a compra por estrangeiros. Ligado ao conceito de propriedade familiar, o módulo rural é a área mínima para que um trabalhador rural possa se sustentar com a sua família.
O módulo fiscal, por outro lado, é calculado para o município e leva em consideração o tipo de exploração dominante, a renda dessa atividade e outras explorações no município. É a unidade usada para caracterizar uma área como minifúndio, pequena ou média propriedade. Em Hidrolândia (GO), por exemplo, um módulo rural mede 3 hectares, ao passo que o módulo fiscal tem 12 hectares.
Tramitação
O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
FONTE: Agência Câmara
Autor: Carol Siqueira
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RS pode prorrogar vacinação do rebanho
O atraso na entrega de vacinas poderá motivar a prorrogação da segunda etapa de imunização contra a aftosa no Rio Grande do Sul, que abrange bovinos e bubalinos de até 24 meses. Segundo o chefe do Serviço de Doenças Vesiculares da Secretaria da Agricultura (Seappa), Fernando Gröff, houve problemas de logística tanto na entrega das doses destinadas a agricultores do Pronaf como nas vendidas nas agropecuárias, o que impactou na chegada do medicamento ao campo. A medida será avaliada pela Seappa hoje, que definirá se encaminha ou não o pedido ao Ministério da Agricultura. "Isso não ocorreu em todo o Estado e não é a maioria dos municípios que está nesta situação", explica Gröff.
Nas doses distribuídas gratuitamente, o atraso está relacionado à mudança na embalagem dos frascos que passou a contar com dez unidades, e não mais com 50 como era até então. "Pedimos às indústrias que fosse assim porque é mais fácil de entregar e manter as doses em condições de uso, já que algumas propriedades têm poucos animais." A ampliação na compra das doses aos enquadrados do Pronaf também influenciou, já que foram necessárias mais 600 mil. "Houve aumento no rebanho jovem. Chegaremos a 14,3 milhões de animais este ano." Normalmente, o RS destina 5 milhões de doses ao Pronaf, sendo 4 milhões na primeira etapa e o restante, na segunda. Neste ano, foram 4,5 milhões de doses na primeira e 1,1 milhão na segunda.
Nas agropecuárias, a dificuldade ocorreu naquelas que estavam sem estoque. O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) afirma desconhecer problemas na entrega do medicamento.
Fonte: Correio do Povo
Nas doses distribuídas gratuitamente, o atraso está relacionado à mudança na embalagem dos frascos que passou a contar com dez unidades, e não mais com 50 como era até então. "Pedimos às indústrias que fosse assim porque é mais fácil de entregar e manter as doses em condições de uso, já que algumas propriedades têm poucos animais." A ampliação na compra das doses aos enquadrados do Pronaf também influenciou, já que foram necessárias mais 600 mil. "Houve aumento no rebanho jovem. Chegaremos a 14,3 milhões de animais este ano." Normalmente, o RS destina 5 milhões de doses ao Pronaf, sendo 4 milhões na primeira etapa e o restante, na segunda. Neste ano, foram 4,5 milhões de doses na primeira e 1,1 milhão na segunda.
Nas agropecuárias, a dificuldade ocorreu naquelas que estavam sem estoque. O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) afirma desconhecer problemas na entrega do medicamento.
Fonte: Correio do Povo
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MT: Mapa prorroga campanha de vacinação contra aftosa
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) acatou o pedido de prorrogação ao período de vacinação contra a febre aftosa em todo Mato Grosso. Com o deferimento, a Diretoria Técnica do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea/MT) foi informada de que ao invés do término da campanha na próxima terça-feira, dia 30, as doses contra a doença, assim como a comunicação da vacinação, poderão ser realizadas até o dia 15 de dezembro. O pleito da Famato era de uma dilatação até 31 de dezembro.
Os pecuaristas do Estado, por meio da Federação da Agricultura e Pecuária (Famato), protocolaram um documento no início deste mês junto ao Indea/MT, reivindicando um prazo maior para a vacinação. O pedido demandava aval do Mapa, pois a instituição é a responsável pela vacinação em todo país. Mato Grosso detém o maior rebanho bovino do Brasil, com 27,35 milhões de cabeças, volume confirmado nesta semana pelo IBGE.
As confirmações da vacina deverão ser comunicadas em qualquer uma das 138 Unidades de Locais de Execução do Indea/MT, espalhadas pelo Estado. Para os pecuaristas da região de fronteira e no Pantanal Mato-Grossense o prazo final de comunicação continua até o dia 17 do próximo mês.
O diretor de relações institucionais da Famato, Rogério Romanini, informa que a medida tomada atende ao pedido dos produtores rurais que entraram em contato com a entidade. Os pecuaristas relataram que o longo período de seca dificultou a vacinação. A chuva ainda não foi suficiente para recompor as pastagens. Além disso, com as águas, o manejo do gado ficou mais difícil e acarretou estresse nos animais.
Se a vacinação não for confirmada dentro do prazo previsto, o pecuarista fica sujeito às sanções administrativas e pecuniárias, como por exemplo, proibição de transitar animais pelo dobro do tempo que ficou sem comunicar, pagar multa de R$ 74,25 por animal não-vacinado e não ter acesso à Guia de Trânsito Animal (GTA).
O presidente do Indea/MT, Valney Sousa Corrêa, observa que a prorrogação do prazo da vacinação é fundamental para os produtores, que estavam preocupados com o bem estar dos seus animais, "que em função de um longo período de seca estavam muito sofridos. Assim, esse prazo um pouco mais estendido vai beneficiar tanto os produtores como o Estado, pois certamente o índice de 100% de cobertura vacinal será atingido".
A etapa de novembro é a mais importante entre as três que são executadas no Estado, porque abrange animais de todas as idades, como é popular no campo, "animais de mamando a caducando". A campanha teve início no dia 1º.
FONTE: Diário de Cuiabá, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.
Os pecuaristas do Estado, por meio da Federação da Agricultura e Pecuária (Famato), protocolaram um documento no início deste mês junto ao Indea/MT, reivindicando um prazo maior para a vacinação. O pedido demandava aval do Mapa, pois a instituição é a responsável pela vacinação em todo país. Mato Grosso detém o maior rebanho bovino do Brasil, com 27,35 milhões de cabeças, volume confirmado nesta semana pelo IBGE.
As confirmações da vacina deverão ser comunicadas em qualquer uma das 138 Unidades de Locais de Execução do Indea/MT, espalhadas pelo Estado. Para os pecuaristas da região de fronteira e no Pantanal Mato-Grossense o prazo final de comunicação continua até o dia 17 do próximo mês.
O diretor de relações institucionais da Famato, Rogério Romanini, informa que a medida tomada atende ao pedido dos produtores rurais que entraram em contato com a entidade. Os pecuaristas relataram que o longo período de seca dificultou a vacinação. A chuva ainda não foi suficiente para recompor as pastagens. Além disso, com as águas, o manejo do gado ficou mais difícil e acarretou estresse nos animais.
Se a vacinação não for confirmada dentro do prazo previsto, o pecuarista fica sujeito às sanções administrativas e pecuniárias, como por exemplo, proibição de transitar animais pelo dobro do tempo que ficou sem comunicar, pagar multa de R$ 74,25 por animal não-vacinado e não ter acesso à Guia de Trânsito Animal (GTA).
O presidente do Indea/MT, Valney Sousa Corrêa, observa que a prorrogação do prazo da vacinação é fundamental para os produtores, que estavam preocupados com o bem estar dos seus animais, "que em função de um longo período de seca estavam muito sofridos. Assim, esse prazo um pouco mais estendido vai beneficiar tanto os produtores como o Estado, pois certamente o índice de 100% de cobertura vacinal será atingido".
A etapa de novembro é a mais importante entre as três que são executadas no Estado, porque abrange animais de todas as idades, como é popular no campo, "animais de mamando a caducando". A campanha teve início no dia 1º.
FONTE: Diário de Cuiabá, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.
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sábado, 27 de novembro de 2010
ACNB e Marfrig ampliam Programa de Qualidade Nelore Natural
FONTE: YOU TUBE
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Moreno aseguró que estudia la posibilidad de establecer precios máximos para la carne
ARGENTINA - MERCADO DA CARNE
El secretario de Comercio Interior hizo referencia a esa medida durante la reunión de "la escuelita". Además reclamó a los representantes de los frigoríficos exportadores que continúen cumpliendo la entrega semanal de cortes populares a cadenas de supermercados.
El secretario de Comercio Interior Guillermo Moreno hizo hoy referencia a la posibilidad de aplicar precios máximos a los cortes bovinos más populares en caso de que los valores minoristas del producto sigan subiendo en los principales centros urbanos del país.
La nueva idea de Moreno fue presentada hoy durante la reunión de "la escuelita", que se lleva cabo todos los viernes en la sede porteña de Comercio Interior con la presencia de diferentes representantes de la cadena cárnica local.
Representantes del sector frigorífico indicaron al funcionario que, antes de implementar esa medida, sería conveniente seguir de cerca la evolución de los precios de la hacienda liviana, dado que la misma viene registrando un descenso en el Mercado de Liniers.
En la presente semana comprendida entre el martes 23 y hoy viernes 26 se negociaron en Liniers 2551 novillitos buenos con un peso de 351-390 kilos a un valor promedio de 8,54 $/kg. Pero en la primera semana de noviembre (1/11 al 5/11) se habían comercializado 3559 animales de esa categoría con un valor promedio de 8,65 $/kg.
Durante la reunión de hoy Moreno hizo un análisis de los distintos precios minoristas que los principales cortes bovinos tienen en las grandes cadenas de supermercados que operan en la ciudad de Buenos Aires.
El funcionario además reclamó a los representantes de los frigoríficos exportadores que continúen cumpliendo la entrega semanal de cortes populares que conforman "las baratas" (eso ante la queja de algunos supermercadistas que presentaron reclamos por la escasa disponibilidad de esa mercadería).
Moreno prometió que durante la próxima reunión de "la escuelita" se continuará analizando la situación del mercado cárinico y pidió a los representantes de los frigoríficos consumeros que hagan el mayor esfuerzo en el control de los precios las medias reses que entregan a carnicerías.
Según el último informe de inflación publicado por la consultora Buenos Aires City, entre octubre de 2009 y septiembrede 2010 los precios de los principales cortes bovinos comercializados en la ciudad de Buenos Aires registraron en ese período un incremento del 69,1%.
FONTE: INFOCAMPO
El secretario de Comercio Interior hizo referencia a esa medida durante la reunión de "la escuelita". Además reclamó a los representantes de los frigoríficos exportadores que continúen cumpliendo la entrega semanal de cortes populares a cadenas de supermercados.
El secretario de Comercio Interior Guillermo Moreno hizo hoy referencia a la posibilidad de aplicar precios máximos a los cortes bovinos más populares en caso de que los valores minoristas del producto sigan subiendo en los principales centros urbanos del país.
La nueva idea de Moreno fue presentada hoy durante la reunión de "la escuelita", que se lleva cabo todos los viernes en la sede porteña de Comercio Interior con la presencia de diferentes representantes de la cadena cárnica local.
Representantes del sector frigorífico indicaron al funcionario que, antes de implementar esa medida, sería conveniente seguir de cerca la evolución de los precios de la hacienda liviana, dado que la misma viene registrando un descenso en el Mercado de Liniers.
En la presente semana comprendida entre el martes 23 y hoy viernes 26 se negociaron en Liniers 2551 novillitos buenos con un peso de 351-390 kilos a un valor promedio de 8,54 $/kg. Pero en la primera semana de noviembre (1/11 al 5/11) se habían comercializado 3559 animales de esa categoría con un valor promedio de 8,65 $/kg.
Durante la reunión de hoy Moreno hizo un análisis de los distintos precios minoristas que los principales cortes bovinos tienen en las grandes cadenas de supermercados que operan en la ciudad de Buenos Aires.
El funcionario además reclamó a los representantes de los frigoríficos exportadores que continúen cumpliendo la entrega semanal de cortes populares que conforman "las baratas" (eso ante la queja de algunos supermercadistas que presentaron reclamos por la escasa disponibilidad de esa mercadería).
Moreno prometió que durante la próxima reunión de "la escuelita" se continuará analizando la situación del mercado cárinico y pidió a los representantes de los frigoríficos consumeros que hagan el mayor esfuerzo en el control de los precios las medias reses que entregan a carnicerías.
Según el último informe de inflación publicado por la consultora Buenos Aires City, entre octubre de 2009 y septiembrede 2010 los precios de los principales cortes bovinos comercializados en la ciudad de Buenos Aires registraron en ese período un incremento del 69,1%.
FONTE: INFOCAMPO
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Aumento de 13% no faturamento das exportações de carne bovina para a UE
As exportações de carne bovina para a União Européia estão aumentando pouco a pouco. Nos primeiros dez meses de 2010, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), analisados pela Scot Consultoria, o faturamento chegou a US$548,2 milhões. Uma alta de 13,3% na comparação com o mesmo período de 2009, quando exportamos US$483,7 milhões.
Exceto por setembro, todos os meses de 2010 registraram maior faturamento na comparação com o mesmo mês de 2009. Veja figura 1.

O aumento do faturamento aconteceu principalmente em função da recuperação dos preços, uma vez que o volume exportado ficou muito parecido no período.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Exceto por setembro, todos os meses de 2010 registraram maior faturamento na comparação com o mesmo mês de 2009. Veja figura 1.
O aumento do faturamento aconteceu principalmente em função da recuperação dos preços, uma vez que o volume exportado ficou muito parecido no período.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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REPOSIÇÃO NA REGIÃO DE PELOTAS-RS

Mercado com preços em alta (principalmente na última semana) de terneiros e novilhos.
Oferta razoável com a procura aquecida, além da estabilidade do preço do boi gordo ,nos leva a crer que este cenário deverá perdurar ,com possibilidade de um bom ano para venda de terneiros no ano de 2011.
FONTE: LUND NEGÓCIOS
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Boi Gordo: Mercado sem referência em muitas praças
Mercado sem referência em muitas praças.
Em São Paulo, as escalas atendem entre 3 e 5 dias, o que permite a ausência de negócios nesta manhã. O mercado está bastante especulado no estado e sem referência de preços para o boi gordo e vaca gorda.
No Mato Grosso do Sul (Dourados e Três Lagoas) os últimos negócios foram fechados por R$98,00/@, à vista, livre do funrural, mas com volume reduzido de compras.
Já no Sudoeste do Mato Grosso, o recuo do preço do boi gordo de R$5,00/@ em seis dias foi além da disponibilidade de animais e hoje cotação subiu R$1,00/@, chegando a R$96,00/@, a prazo, livre do funrural.
De modo geral, por ser sexta-feira e em função do comportamento não esperado dos preços da carne com osso no atacado, a maior parte dos frigoríficos optou por permanecer fora de mercado.
O mercado atacadista de carne bovina não conseguiu evoluir com as vendas e os preços de todas as peças caíram. O boi casado recuou 5,8%.
Clique aqui e confira a análise na íntegra.
Fonte: Hencorp Commcor
Em São Paulo, as escalas atendem entre 3 e 5 dias, o que permite a ausência de negócios nesta manhã. O mercado está bastante especulado no estado e sem referência de preços para o boi gordo e vaca gorda.
No Mato Grosso do Sul (Dourados e Três Lagoas) os últimos negócios foram fechados por R$98,00/@, à vista, livre do funrural, mas com volume reduzido de compras.
Já no Sudoeste do Mato Grosso, o recuo do preço do boi gordo de R$5,00/@ em seis dias foi além da disponibilidade de animais e hoje cotação subiu R$1,00/@, chegando a R$96,00/@, a prazo, livre do funrural.
De modo geral, por ser sexta-feira e em função do comportamento não esperado dos preços da carne com osso no atacado, a maior parte dos frigoríficos optou por permanecer fora de mercado.
O mercado atacadista de carne bovina não conseguiu evoluir com as vendas e os preços de todas as peças caíram. O boi casado recuou 5,8%.
Clique aqui e confira a análise na íntegra.
Fonte: Hencorp Commcor
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Reposição na semana
Mercado de reposição bastante especulado, da mesma forma que o mercado para o boi gordo. O que se observa é que as atenções estão começando novamente a se voltar para o bezerro.
Dessa forma, a cotação dessa categoria animal vem subindo, ainda que aos poucos, que o mercado afrouxou para a reposição mais erada. O recriador que vendeu o boi gordo já busca garantir a reposição, temendo a valorização da mesma em curto prazo.
O fato marcante que impulsiona esse movimento é o bom patamar da atual troca em relação aos últimos meses. Porém, a retomada do movimento de alta já elevou a cotação do bezerro em 8,6%, desde julho, em São Paulo.
Para o curto prazo, espera-se que a trajetória de baixa da relação de troca boi-bezerro prossiga, em virtude da recente perda de sustentação do boi gordo e provável aumento na demanda para o bezerro.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Dessa forma, a cotação dessa categoria animal vem subindo, ainda que aos poucos, que o mercado afrouxou para a reposição mais erada. O recriador que vendeu o boi gordo já busca garantir a reposição, temendo a valorização da mesma em curto prazo.
O fato marcante que impulsiona esse movimento é o bom patamar da atual troca em relação aos últimos meses. Porém, a retomada do movimento de alta já elevou a cotação do bezerro em 8,6%, desde julho, em São Paulo.
Para o curto prazo, espera-se que a trajetória de baixa da relação de troca boi-bezerro prossiga, em virtude da recente perda de sustentação do boi gordo e provável aumento na demanda para o bezerro.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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Preço da carne bovina caiu no atacado, mas no varejo segue em alta
Queda de preços no mercado atacadista de carne bovina sem osso em São Paulo.
De acordo com levantamento da Scot Consultoria, a desvalorização média foi de 1,7% em uma semana.
Destaque para os cortes de traseiro. Considerando somente esse tipo de produto, a queda foi de 4%.
Com a ligeira melhora nas compras por parte dos frigoríficos, a oferta de carne no atacado aumentou.
No varejo, por outro lado, a alta de preços continua. Em São Paulo, em uma semana, os preços dos açougues e supermercados subiram em média 2%.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
De acordo com levantamento da Scot Consultoria, a desvalorização média foi de 1,7% em uma semana.
Destaque para os cortes de traseiro. Considerando somente esse tipo de produto, a queda foi de 4%.
Com a ligeira melhora nas compras por parte dos frigoríficos, a oferta de carne no atacado aumentou.
No varejo, por outro lado, a alta de preços continua. Em São Paulo, em uma semana, os preços dos açougues e supermercados subiram em média 2%.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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Por que o boi subiu tanto e o que esperar pela frente?
Essa semana fiz uma apresentação para uma série de analistas de investimentos em São Paulo, a convite do Citibank. A principal pergunta foi: porque o boi subiu tanto? Esse artigo é uma reflexão sobre os pontos apresentados e uma busca por entender o que pode acontecer daqui em diante.
O mercado do boi gordo é influenciado por uma série de fatores que interligados formam o preço do boi. Vou tentar listar e avaliar cada um deles.
Do lado da demanda, a economia mundial, em especial os países emergentes, está em recuperação, com aumento da demanda por todo tipo de produto, com destaque para alimentos de maior qualidade, como carnes e lácteos. No Brasil, o consumo segue muito aquecido. Mercado interno e externo demandam mais carne bovina. Isso é um fator altista. Vale lembrar que o Brasil é o segundo país com maior paridade de poder de compra segundo o índice BigMac da revista The Economist. Esse índice é calculado duas vezes ao ano e compara o preço do sanduíche mais famoso do McDonalds em diferentes lugares do mundo. O preço brasileiro, em outubro, era o segundo mais caro do mundo, abaixo apenas da Suíça.
As exportações estão firmes, bem acima dos valores de 2009 no acumulado do ano e no mercado interno, o consumo está ainda mais aquecido. Devido a facilidade de se medir numericamente as exportações e a cotação do dólar, acabamos prestando mais atenção a esses dois indicadores do que ao consumo interno, que representa por volta de 80% da produção brasileira. A força do consumo interno é um fator cerca de quatro vezes mais importante que as exportações.
Do lado da oferta, temos uma série de fatores altistas, uns de longo prazo e outros de curto prazo. O abate de fêmeas se elevou muito de 2002 a 2007, com destaque para os anos 2005, 06 e 07. Nesse período, o pecuarista desinvestiu, vendeu ativos (vacas) para pagar seus custos. Isso gerou preços ainda piores no período, pela maior oferta de carne (de vaca) no mercado, e agora gera a escassez de bezerros para reposição.
O aumento da produção de carne bovina nos últimos 10 anos se deu mais pelo abate de fêmeas do que pelo maior número de machos abatidos. Isso está cobrando seu preço agora.
O aumento da eficiência e produtividade da recria e engorda (a pasto e em confinamento) ajudaram a pressionar ainda mais a falta de gado para abate hoje, pois no período que tivemos maior abate de fêmeas, a maior produtividade alongou o ciclo de baixa, pois mais tecnologia significa mais carne com menos gado. Além disso, a tendência é que o ciclo de produção fique mais curto, com o maior uso de tecnologia, pois leva-se menos tempo a produzir um animal.
O ciclo de baixa mais longo gera um ciclo de alta mais intenso, mais forte ou mais duradouro. É claro que uma das saídas é o uso ainda maior de tecnologia, como estamos vendo na cria o crescimento da IATF, por exemplo.
O longo ciclo de produção do gado de corte torna mais difícil, caro e demorado recompor o rebanho. O mundo produtor de carne bovina está cada vez mais consciente que produzir carne bovina é mais caro, mais difícil e mais demorado do que outras carnes como frangos, suínos e aves.
Outro fator importante, e muitas vezes esquecido, é o impacto das mudanças ambientais na pecuária. Desde que se começou a criar gado de corte no Brasil, se expande a área, se abre novas fazendas.
Essa era a realidade do Brasil e que não acreditamos que vá continuar assim, pelo menos nos próximos 10 anos. Pela primeira vez na história da pecuária de corte brasileira, vamos ter uma grande dificuldade de expansão da área de pastagens, de abrir novas fazendas. Isso é visto por quem quer abrir novas fazendas, mas é muito positivo para quem já tem áreas abertas. Sem novas áreas, a fonte de gado barato seca. Teremos menos oferta, vindo de novas fazendas. Em especial no mercado de bezerros, isso causa um impacto muito forte. E a agricultura tem crescido em áreas de pastagens.
Tudo isso levou a um longo período em que o gado teve queda real (deflacionada) no seu valor. De 1999 a 2006, o preço da arroba deflacionada caiu. Isso não aconteceu apenas com o gado. A tendência histórica das commodities agrícolas e não agrícolas era de queda de preço. O mundo passou por décadas em que a produção crescia mais facilmente que a demanda, ou seja, um cenário vendedor. E agora, com o rápido crescimento da demanda dos emergentes, estamos vivendo um mercado comprador.
Para complicar a situação da oferta (impactada por fatores de longo prazo como abate de fêmeas e restrições ambientais), esse ano o confinamento foi menor, pois os preços futuros no primeiro semestre não indicavam viabilidade econômica para a atividade em muitos casos. E por último, a seca desse ano foi mais intensa do que no ano passado, em especial no MT e GO.
Tudo isso contribuiu ainda mais para a redução da oferta e para preços máximos quase na casa dos R$120/@. Para surpresa de todos, o preço da carne sustentou o preço do boi gordo, uma comprovação que realmente o poder de compra, o apetite por carne pelo brasileiro, está bem alto. Nem as exportações recuaram, em outubro/10 vendemos o mesmo volume de setembr/10, com preço médio 8% maior. Em relação a outubro/09, vendemos 7% menos em volume, mas com preço médio 30% superior.
E 2011? Minha avaliação para o ano que vem é que o consumo interno e externo vão se manter firmes, em crescimento. Isso é muito positivo para o preço do boi e da carne. Do lado da oferta, teremos uma produção um pouco maior que em 2010, pois o cenário de preços é mais convidativo ao uso de tecnologia e confinamento. Vale lembrar que com exceção da seca (que não sabemos como será em 2011) e do confinamento, os demais fatores continuam válidos para o ano que vem.
Para finalizar, uma consulta, avaliando o cenário do ano que vem. Faz sentido termos preços do boi para safra 2011 (abril-maio) abaixo de R$90/@? Faz sentido termos preço do boi para entressafra (outubro-11) abaixo de R$100? Me parece que essa é a faixa mínima que vamos trabalhar ano que vem.
FONTE: BEEFPOINT
O mercado do boi gordo é influenciado por uma série de fatores que interligados formam o preço do boi. Vou tentar listar e avaliar cada um deles.
Do lado da demanda, a economia mundial, em especial os países emergentes, está em recuperação, com aumento da demanda por todo tipo de produto, com destaque para alimentos de maior qualidade, como carnes e lácteos. No Brasil, o consumo segue muito aquecido. Mercado interno e externo demandam mais carne bovina. Isso é um fator altista. Vale lembrar que o Brasil é o segundo país com maior paridade de poder de compra segundo o índice BigMac da revista The Economist. Esse índice é calculado duas vezes ao ano e compara o preço do sanduíche mais famoso do McDonalds em diferentes lugares do mundo. O preço brasileiro, em outubro, era o segundo mais caro do mundo, abaixo apenas da Suíça.
As exportações estão firmes, bem acima dos valores de 2009 no acumulado do ano e no mercado interno, o consumo está ainda mais aquecido. Devido a facilidade de se medir numericamente as exportações e a cotação do dólar, acabamos prestando mais atenção a esses dois indicadores do que ao consumo interno, que representa por volta de 80% da produção brasileira. A força do consumo interno é um fator cerca de quatro vezes mais importante que as exportações.
Do lado da oferta, temos uma série de fatores altistas, uns de longo prazo e outros de curto prazo. O abate de fêmeas se elevou muito de 2002 a 2007, com destaque para os anos 2005, 06 e 07. Nesse período, o pecuarista desinvestiu, vendeu ativos (vacas) para pagar seus custos. Isso gerou preços ainda piores no período, pela maior oferta de carne (de vaca) no mercado, e agora gera a escassez de bezerros para reposição.
O aumento da produção de carne bovina nos últimos 10 anos se deu mais pelo abate de fêmeas do que pelo maior número de machos abatidos. Isso está cobrando seu preço agora.
O aumento da eficiência e produtividade da recria e engorda (a pasto e em confinamento) ajudaram a pressionar ainda mais a falta de gado para abate hoje, pois no período que tivemos maior abate de fêmeas, a maior produtividade alongou o ciclo de baixa, pois mais tecnologia significa mais carne com menos gado. Além disso, a tendência é que o ciclo de produção fique mais curto, com o maior uso de tecnologia, pois leva-se menos tempo a produzir um animal.
O ciclo de baixa mais longo gera um ciclo de alta mais intenso, mais forte ou mais duradouro. É claro que uma das saídas é o uso ainda maior de tecnologia, como estamos vendo na cria o crescimento da IATF, por exemplo.
O longo ciclo de produção do gado de corte torna mais difícil, caro e demorado recompor o rebanho. O mundo produtor de carne bovina está cada vez mais consciente que produzir carne bovina é mais caro, mais difícil e mais demorado do que outras carnes como frangos, suínos e aves.
Outro fator importante, e muitas vezes esquecido, é o impacto das mudanças ambientais na pecuária. Desde que se começou a criar gado de corte no Brasil, se expande a área, se abre novas fazendas.
Essa era a realidade do Brasil e que não acreditamos que vá continuar assim, pelo menos nos próximos 10 anos. Pela primeira vez na história da pecuária de corte brasileira, vamos ter uma grande dificuldade de expansão da área de pastagens, de abrir novas fazendas. Isso é visto por quem quer abrir novas fazendas, mas é muito positivo para quem já tem áreas abertas. Sem novas áreas, a fonte de gado barato seca. Teremos menos oferta, vindo de novas fazendas. Em especial no mercado de bezerros, isso causa um impacto muito forte. E a agricultura tem crescido em áreas de pastagens.
Tudo isso levou a um longo período em que o gado teve queda real (deflacionada) no seu valor. De 1999 a 2006, o preço da arroba deflacionada caiu. Isso não aconteceu apenas com o gado. A tendência histórica das commodities agrícolas e não agrícolas era de queda de preço. O mundo passou por décadas em que a produção crescia mais facilmente que a demanda, ou seja, um cenário vendedor. E agora, com o rápido crescimento da demanda dos emergentes, estamos vivendo um mercado comprador.
Para complicar a situação da oferta (impactada por fatores de longo prazo como abate de fêmeas e restrições ambientais), esse ano o confinamento foi menor, pois os preços futuros no primeiro semestre não indicavam viabilidade econômica para a atividade em muitos casos. E por último, a seca desse ano foi mais intensa do que no ano passado, em especial no MT e GO.
Tudo isso contribuiu ainda mais para a redução da oferta e para preços máximos quase na casa dos R$120/@. Para surpresa de todos, o preço da carne sustentou o preço do boi gordo, uma comprovação que realmente o poder de compra, o apetite por carne pelo brasileiro, está bem alto. Nem as exportações recuaram, em outubro/10 vendemos o mesmo volume de setembr/10, com preço médio 8% maior. Em relação a outubro/09, vendemos 7% menos em volume, mas com preço médio 30% superior.
E 2011? Minha avaliação para o ano que vem é que o consumo interno e externo vão se manter firmes, em crescimento. Isso é muito positivo para o preço do boi e da carne. Do lado da oferta, teremos uma produção um pouco maior que em 2010, pois o cenário de preços é mais convidativo ao uso de tecnologia e confinamento. Vale lembrar que com exceção da seca (que não sabemos como será em 2011) e do confinamento, os demais fatores continuam válidos para o ano que vem.
Para finalizar, uma consulta, avaliando o cenário do ano que vem. Faz sentido termos preços do boi para safra 2011 (abril-maio) abaixo de R$90/@? Faz sentido termos preço do boi para entressafra (outubro-11) abaixo de R$100? Me parece que essa é a faixa mínima que vamos trabalhar ano que vem.
FONTE: BEEFPOINT
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sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Expectativas para mercados de carnes são apresentadas ao setor privado
União Europeia, Malásia, Japão, Coreia do Sul e Canadá são alguns dos países importadores de carne que o Brasil pretende acessar em 2011. As perspectivas de novos mercados foram apresentadas pelo diretor de Negociações Sanitárias e Fitossanitárias do Ministério da Agricultura, Lino Colsera, na reunião que define a estratégia internacional do agronegócio para o próximo ano.
Colsera e avaliou algumas ações realizadas este ano para inserção de produtos de origem animal em novos países. A carne suína in natura é a proteína que terá mais mercados a serem conquistados. União Europeia, Japão, Coreia do Sul, Canadá, México, Uruguai e África do Sul serão foco do governo brasileiro na busca pela ampliação das vendas internacionais em 2011.
O reconhecimento por parte dos Estados Unidos do status sanitário de Santa Catarina em relação à febre aftosa foi uma conquista importante este ano, na opinião do diretor. “Essa medida é um trunfo para o Brasil atuar em outras frentes de negociação e reforça a imagem da qualidade da carne brasileira no exterior”, afirmou.
Para a carne bovina in natura, a expectativa é de crescimentos das exportações para a União Europeia e abertura para o mercado da Malásia, que também é alvo do setor de aves in natura. Na carne de frango in natura, as negociações em 2011 estarão voltadas para a Indonésia e países africanos.
O diretor lembrou que a atuação nos Comitês Consultivos Agrícolas (CCA) que o ministério mantém com os governos dos Estados Unidos, Canadá, Chile, China, Coreia do Sul, Indonésia e Rússia é fundamental para a aceleração da abertura de novos mercados. “Esse fórum de discussão entre governos é uma forma nos aproximar e cobrar tendências em relação à abertura de novos mercados”, disse
Eline Santos
Mapa
(61) 3218-2203
FONTE: imprensa@agricultura.gov.br
Colsera e avaliou algumas ações realizadas este ano para inserção de produtos de origem animal em novos países. A carne suína in natura é a proteína que terá mais mercados a serem conquistados. União Europeia, Japão, Coreia do Sul, Canadá, México, Uruguai e África do Sul serão foco do governo brasileiro na busca pela ampliação das vendas internacionais em 2011.
O reconhecimento por parte dos Estados Unidos do status sanitário de Santa Catarina em relação à febre aftosa foi uma conquista importante este ano, na opinião do diretor. “Essa medida é um trunfo para o Brasil atuar em outras frentes de negociação e reforça a imagem da qualidade da carne brasileira no exterior”, afirmou.
Para a carne bovina in natura, a expectativa é de crescimentos das exportações para a União Europeia e abertura para o mercado da Malásia, que também é alvo do setor de aves in natura. Na carne de frango in natura, as negociações em 2011 estarão voltadas para a Indonésia e países africanos.
O diretor lembrou que a atuação nos Comitês Consultivos Agrícolas (CCA) que o ministério mantém com os governos dos Estados Unidos, Canadá, Chile, China, Coreia do Sul, Indonésia e Rússia é fundamental para a aceleração da abertura de novos mercados. “Esse fórum de discussão entre governos é uma forma nos aproximar e cobrar tendências em relação à abertura de novos mercados”, disse
Eline Santos
Mapa
(61) 3218-2203
FONTE: imprensa@agricultura.gov.br
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quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Carne Corinthians é lançada com show de Leonardo
Na noite desta quarta-feira (24), o Corinthians, em parceria com a Vale Grande Indústria e Comércio de Alimentos S/A , promoveu um jantar de lançamento da mais nova linha de carnes do Corinthians.
O evento, que aconteceu no Salão Nobre do Parque São Jorge, contou com a presença de cerca de 500 convidados, que saborearam as carnes do Corinthians. O cantor sertanejo Leonardo fez o show de encerramento do jantar. Manoel Cintra, vice-presidente da diretoria, representou o presidente Andrés Sanchez e o diretor de marketing Luis Paulo Rosenberg, que não puderam prestigiar o evento. O diretor financeiro Raul Corrêa da Silva e o diretor social Waldir Rozante também estiveram presentes.
As Carnes Corinthians serão vendidas pelo preço de mercado, estando disponíveis para compra a partir do dia 21 de dezembro, nas principais redes de São Paulo.
FONTE: CORINTHIANS.COM.BR
O evento, que aconteceu no Salão Nobre do Parque São Jorge, contou com a presença de cerca de 500 convidados, que saborearam as carnes do Corinthians. O cantor sertanejo Leonardo fez o show de encerramento do jantar. Manoel Cintra, vice-presidente da diretoria, representou o presidente Andrés Sanchez e o diretor de marketing Luis Paulo Rosenberg, que não puderam prestigiar o evento. O diretor financeiro Raul Corrêa da Silva e o diretor social Waldir Rozante também estiveram presentes.
As Carnes Corinthians serão vendidas pelo preço de mercado, estando disponíveis para compra a partir do dia 21 de dezembro, nas principais redes de São Paulo.
FONTE: CORINTHIANS.COM.BR
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Mercado do boi gordo segue pressionado
O mercado segue pressionado.
Em São Paulo a maior parte dos frigoríficos oferta entre R$104,00/@ e R$105,00/@, à vista, livre do funrural, mas com significativa dificuldade em comprar. No entanto, a maioria dos negócios registrados ocorreu em R$106,00/@, nas mesmas condições, já que muitos compradores acabam pagando um pouco mais do que o mostrado de balcão. Além disso, existem negócios um pouco mais altos em ocasiões especificas.
De forma geral, a pressão para recuo nas cotações segue em todo o país, mas se mostra mais intensa em determinadas regiões: caso de Mato Grosso, Rondônia, Pará e Tocantins, seguidos do Mato Grosso do Sul e Espírito Santo.
O movimento para recuo nos preços acabou influenciando todo o mercado e, mediante oferta relativamente maior no estado, os preços do Mato Grosso caíram entre R$4,0/@ e R$5,0/@ nos últimos cinco dias, com compradores ofertando cotações ainda mais baixas.
No Pará os preços caíram em média R$5,0/@ no mesmo período, com ofertas de compra em até R$5,0/@ a menos que os preços de referência em algumas regiões do estado.
No mercado atacadista de carne bovina houve recuo de R$0,10/kg no dianteiro avulso e ponta de agulha para consumo.
Clique aqui e confira as cotações do boi.
Fonte: Scot Consultoria
Em São Paulo a maior parte dos frigoríficos oferta entre R$104,00/@ e R$105,00/@, à vista, livre do funrural, mas com significativa dificuldade em comprar. No entanto, a maioria dos negócios registrados ocorreu em R$106,00/@, nas mesmas condições, já que muitos compradores acabam pagando um pouco mais do que o mostrado de balcão. Além disso, existem negócios um pouco mais altos em ocasiões especificas.
De forma geral, a pressão para recuo nas cotações segue em todo o país, mas se mostra mais intensa em determinadas regiões: caso de Mato Grosso, Rondônia, Pará e Tocantins, seguidos do Mato Grosso do Sul e Espírito Santo.
O movimento para recuo nos preços acabou influenciando todo o mercado e, mediante oferta relativamente maior no estado, os preços do Mato Grosso caíram entre R$4,0/@ e R$5,0/@ nos últimos cinco dias, com compradores ofertando cotações ainda mais baixas.
No Pará os preços caíram em média R$5,0/@ no mesmo período, com ofertas de compra em até R$5,0/@ a menos que os preços de referência em algumas regiões do estado.
No mercado atacadista de carne bovina houve recuo de R$0,10/kg no dianteiro avulso e ponta de agulha para consumo.
Clique aqui e confira as cotações do boi.
Fonte: Scot Consultoria
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BOI SOBE OU DESCE ?
FONTE : SCOT CONSULTORIA
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Arroba do boi permanecerá em alta até fim de dezembro
O preço da arroba do boi no mercado brasileiro deve se estabilizar em patamares elevados até o final de dezembro. Segundo o setor pecuarista, os preços irão ficar na faixa de R$ 110 por arroba. Para os dois primeiros meses de 2011, a expectativa é de que os valores recuem, mas se mantenham acima dos R$ 100 por arroba, dado principalmente ao atraso na entrada no mercado do boi de pasto.
Mesmo com a chegada efetiva dos bovinos de confinamento no mercado, nos últimos dois meses, os baixos estoques, as festividades de final de ano e a demanda crescente devem manter os altos preços da carne. Para Fernando Henrique Iglesias, analista da Safras & Mercado, apesar da chegada de confinados no mercado ter rebaixado o valor da arroba na ultima semana, isso não é uma tendência. "O potencial de demanda ainda está muito aquecido, e isso fará com que o mercado fique pressionado no próximo mês. Aliado a isso tem as comemorações de final de ano e o décimo terceiro salário, que irão ajudar a pressionar os preços para cima".
Diante deste cenário, Iglesias não acredita que a arroba atinja patamares de R$ 115 novamente. "Não acredito que os preços atinjam R$115 por arroba como ocorreu no início deste mês. Acredito que o preço chegue no máximo a R$ 113 a arroba nesse final de ano", contou Iglesias.
Para Gustavo Aguiar, zootecnista e consultor da Scott Consultoria, as quedas observadas nesta semana não possuem fundamentos para se manter e em dezembro certamente os preços voltarão a patamares elevados e estáveis. "Não acredito que isso seja uma tendência sustentável. Não vimos muitos negócios sendo fechados este mês. Sendo assim, os preços estão caindo um pouco, mas não tem muita oferta para testar esses preços", disse.
Aguiar comentou que somente em janeiro e fevereiro de 2011 o preço da arroba irá cair um pouco, por ser um mês de férias e a demanda perde força. No entanto, por conta da estiagem prolongada vista até setembro, as pastagens do centro-oeste tiveram sua recuperação afetada, o que causou o adiamento, em mais de um mês, para o abate do boi de pastagem, contribuindo para a manutenção dos altos preços da carne. "Em janeiro e fevereiro o preço do boi deve ter uma ligeira queda, e ficar entre R$ 100 e R$ 110 no máximo, acredito".
Já os produtores de gado de corte acreditam que o boi de pasto não será abatido antes de março, o que isso pode manter os preços aquecidos no começo do ano. Para Antonio Carlos Ferreira, presidente do Sindicato Rural da Alta Noroeste (Siran), e criador de bovinos no interior de São Paulo, em janeiro e fevereiro de 2011 o mercado contará apenas com o rebanho do ultimo confinamento e que, por conta de dezembro, o estoque seguirá em baixa. "A única alternativa seria o boi de pasto que somente sairá em março, tenho certeza. Com isso, esse boi de confinamento, que saiu agora, servirá para atender os meses de dezembro, janeiro e fevereiro e os preços não devem cair muito", afirmou.
Ferreira ainda comentou que em 2011 devido aos baixos estoques de bovinos no Brasil, e o aumento crescente da demanda o criador de gado terá um ótimo ano, com preços variando entre R$ 90 a R$ 95 a arroba. "Ano que vem será mais positivo para a pecuária, que tem sido sacrificada nos últimos 4 anos, e ganhou um certo fôlego há três meses. Então 2011 será um ano de mais equilíbrio em relação aos preços, e talvez mude os patamares de preços. Acho que o novo patamar ficará em torno de 15%", finalizou o presidente do sindicato.
O diretor de pecuária da Fazenda Quilombo, Frederico Martins Moreno também espera uma pequena queda nos valores da arroba do boi no começo do ano, mas aposta que, durante todo o ano de 2011 o preço do boi ficará 20% acima dos valores observados em 2009. "Com essa demanda crescente não consigo prever uma data para normalização. Trabalhamos com a expectativa que o preço do bovino, em 2011, fique 20% mais caro que 2009", frisou.
Moreno acredita que o centro-oeste, que é responsável por concentrar aproximadamente 60% do rebanho do país, por conta do grande período de estiagem, sofreu ainda mais com as diversas queimadas. "Até agosto deste ano o cenário para o produtor brasileiro era muito ruim, e agora está melhorando", disse.
FONTE:DCI - Diário do Comércio & Indústria
Autor: Daniel Popov
Mesmo com a chegada efetiva dos bovinos de confinamento no mercado, nos últimos dois meses, os baixos estoques, as festividades de final de ano e a demanda crescente devem manter os altos preços da carne. Para Fernando Henrique Iglesias, analista da Safras & Mercado, apesar da chegada de confinados no mercado ter rebaixado o valor da arroba na ultima semana, isso não é uma tendência. "O potencial de demanda ainda está muito aquecido, e isso fará com que o mercado fique pressionado no próximo mês. Aliado a isso tem as comemorações de final de ano e o décimo terceiro salário, que irão ajudar a pressionar os preços para cima".
Diante deste cenário, Iglesias não acredita que a arroba atinja patamares de R$ 115 novamente. "Não acredito que os preços atinjam R$115 por arroba como ocorreu no início deste mês. Acredito que o preço chegue no máximo a R$ 113 a arroba nesse final de ano", contou Iglesias.
Para Gustavo Aguiar, zootecnista e consultor da Scott Consultoria, as quedas observadas nesta semana não possuem fundamentos para se manter e em dezembro certamente os preços voltarão a patamares elevados e estáveis. "Não acredito que isso seja uma tendência sustentável. Não vimos muitos negócios sendo fechados este mês. Sendo assim, os preços estão caindo um pouco, mas não tem muita oferta para testar esses preços", disse.
Aguiar comentou que somente em janeiro e fevereiro de 2011 o preço da arroba irá cair um pouco, por ser um mês de férias e a demanda perde força. No entanto, por conta da estiagem prolongada vista até setembro, as pastagens do centro-oeste tiveram sua recuperação afetada, o que causou o adiamento, em mais de um mês, para o abate do boi de pastagem, contribuindo para a manutenção dos altos preços da carne. "Em janeiro e fevereiro o preço do boi deve ter uma ligeira queda, e ficar entre R$ 100 e R$ 110 no máximo, acredito".
Já os produtores de gado de corte acreditam que o boi de pasto não será abatido antes de março, o que isso pode manter os preços aquecidos no começo do ano. Para Antonio Carlos Ferreira, presidente do Sindicato Rural da Alta Noroeste (Siran), e criador de bovinos no interior de São Paulo, em janeiro e fevereiro de 2011 o mercado contará apenas com o rebanho do ultimo confinamento e que, por conta de dezembro, o estoque seguirá em baixa. "A única alternativa seria o boi de pasto que somente sairá em março, tenho certeza. Com isso, esse boi de confinamento, que saiu agora, servirá para atender os meses de dezembro, janeiro e fevereiro e os preços não devem cair muito", afirmou.
Ferreira ainda comentou que em 2011 devido aos baixos estoques de bovinos no Brasil, e o aumento crescente da demanda o criador de gado terá um ótimo ano, com preços variando entre R$ 90 a R$ 95 a arroba. "Ano que vem será mais positivo para a pecuária, que tem sido sacrificada nos últimos 4 anos, e ganhou um certo fôlego há três meses. Então 2011 será um ano de mais equilíbrio em relação aos preços, e talvez mude os patamares de preços. Acho que o novo patamar ficará em torno de 15%", finalizou o presidente do sindicato.
O diretor de pecuária da Fazenda Quilombo, Frederico Martins Moreno também espera uma pequena queda nos valores da arroba do boi no começo do ano, mas aposta que, durante todo o ano de 2011 o preço do boi ficará 20% acima dos valores observados em 2009. "Com essa demanda crescente não consigo prever uma data para normalização. Trabalhamos com a expectativa que o preço do bovino, em 2011, fique 20% mais caro que 2009", frisou.
Moreno acredita que o centro-oeste, que é responsável por concentrar aproximadamente 60% do rebanho do país, por conta do grande período de estiagem, sofreu ainda mais com as diversas queimadas. "Até agosto deste ano o cenário para o produtor brasileiro era muito ruim, e agora está melhorando", disse.
FONTE:DCI - Diário do Comércio & Indústria
Autor: Daniel Popov
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
18:57
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