quinta-feira, 4 de março de 2010

Confinamento de gado ainda é rentável no Brasil

Assocon comparou o valor da arroba do boi gordo com o preço da saca de milho em 47 praças brasileiras
Mariane De Luca São Paulo (SP)

Apesar de os preços do boi magro ser alto e os do boi gordo continuarem baixos, o confinamento de gado ainda é rentável no Brasil. É o que afirma a Associação Nacional dos Confinadores (Assocon). A entidade elaborou um índice mostrando que a perspectiva é boa para a atividade.
A alimentação é o segundo insumo mais importante no confinamento de gado, representando cerca de 17% do custo e só perde para o boi magro. O milho é o principal ingrediente da ração animal. Para saber se o confinamento é vantajoso, a Assocon comparou o valor da arroba do boi gordo com o preço da saca de milho, em 47 praças brasileiras.

O sistema é rentável, se a relação ficar acima de 3,5, o que significa que o produtor pode comprar três sacas e meio com uma arroba. A média do Brasil está em 4,3. Só em Macaé, no Rio de Janeiro, a relação está abaixo de 3,5.

Essa relação entre o milho e a arroba do boi também está sendo usada pela Assocon para propor uma nova forma de venda. É uma relação de troca e o boi passa a ser uma moeda de negociação. O confinador compra o milho e só paga pelo produto na hora do abate. O valor é definido pela cotação da arroba no dia da negociação.

Se um pecuarista de Goiás comprasse hoje 50 sacas de milho, ele teria que pagar 11,5 arrobas de boi. A cotação do boi pode mudar, mas o valor a ser pago no final do ciclo é aquele mesmo que já foi determinado, as 11,5 arrobas.

Tudo isso está sendo feito num momento considerado bom para a atividade. Os custos com alimentação estão mais baixos do que no ano passado. O milho caiu 18% e o farelo de soja 27%. Além disso, a relação entre o preço do boi magro e do boi gordo está melhorando. Nos dois primeiros meses do ano, o pecuarista pagou pelo boi magro 11% a mais do que recebeu no boi gordo. No ano passado, ele pagava 18% a mais, de acordo com a MB Agro.
O cenário melhor está levando frigoríficos como o Minerva a ampliar o confinamento esse ano. A empresa vai confinar 20 mil cabeças, um aumento de 20%.

Entretanto, o custo mais baixo não é suficiente para garantir uma ampliação no confinamento em 2010. O consultor Cesar de Castro Alves explica que muitos produtores tiveram prejuízo no ano passado, e por isso estão mais cautelosos esse ano.

FONTE CANAL RURAL

Novo Sisbov é tema de seminário em Belo Horizonte

No dia 22 de março acontece o seminário técnico para discutir mudanças no Serviço de Rastreabilidade da cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (Sisbov). O evento, que será na escola de veterinária da UFMG das 13h às 18h, tem o objetivo de despertar discussão sobre a nova instrução normativa que trata da rastreabilidade.

A proposta de atualização do Sisbov inclui processos operacionais para o produtor rural, agente certificador, frigoríficos e fornecedores de elementos de identificação. Além disso, traz novidades na planilha de identificação dos animais. A expectativa é que 350 pessoas, incluindo médicos veterinários, representantes dos conselhos de classe, produtores, e certificadoras compareçam ao evento.

O diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, informa que o evento é de cunho informativo e destaca a importância da participação de todos os setores nas discussões. “A participação das entidades de classe, dos profissionais do interior do estado, e dos órgãos públicos é fundamental para democratizar as discussões”. Ainda de acordo com Altino, o esclarecimento sobre o novo Sisbov é necessário para manter o desempenho positivo do sistema de defesa agropecuário estadual e nacional.

O seminário é uma promoção do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) em parceria com o Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), com apoio do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV), Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais (CREA), e Federação da Agricultura do Estado de Minas Gerais (Faemg).

Sisbov
O Sisbov tem como objetivo o controle e rastreabilidade do processo produtivo no âmbito das propriedades rurais de bovinos e bubalinos. Toda a cadeia produtiva da carne, incluindo produtores rurais, certificadoras, e frigoríficos participam do Sisbov.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimentos (Mapa) é o responsável pela coordenação nacional do Sisbov, e o IMA pela coordenação estadual do serviço.
A adesão ao Sisbov é voluntária, mas para alguns mercados, principalmente o da União Européia, a rastreabilidade é obrigatória.

FONTE Governo do Estado de Minas Gerais

Kátia Abreu defende revisão das normas trabalhistas para o setor rural

Para Kátia Abreu, NR 31, que traz as regras de segurança e saúde no trabalho, tem itens inaplicáveis e desnecessários

A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Conselho Deliberativo do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), senadora Kátia Abreu, defendeu nesta quarta-feira (3) a revisão das normas trabalhistas para o setor rural. Ao falar para presidentes e dirigentes de mais de 60 sindicatos rurais de Mato Grosso, que participaram do programa Campo vai à CNA, ela fez alusão à Norma Regulamentadora 31, do Ministério do Trabalho, que determina regras de saúde e segurança no trabalho para o setor agropecuário, a partir de 252 itens. Segundo Kátia Abreu, esta NR tem pontos positivos, mas também tem dispositivos considerados exorbitantes e inaplicáveis. “Nem as fazendas mais bem estruturadas atendem a todas as exigências”, afirmou.

LEIA MAIS http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?CodNoticia=106309

FONTE CNA

EXPORTAÇÕES DE CARNE BOVINA IN NATURA

quarta-feira, 3 de março de 2010

Análise de mercado do boi gordo

Hyberville Paulo D´Athayde Neto médico veterinário Scot Consultoria

Mercado firme. Oferta restrita na maioria das praças.
Em São Paulo o preço referência se mantém estável em R$77,00/@, a prazo, livre de funrural. As ofertas de compra variam entre R$74,00/@ e R$78,00/@, nas mesmas condições, com poucos negócios nos preços mais baixos. Frigoríficos paulistas que buscam animais terminados no Mato Grosso do Sul pagam entre R$72,00 e R$73,00/@, a prazo, livre de imposto.
No Norte do Mato Grosso, a boa oferta de animais permitiu que os frigoríficos alongassem um pouco as escalas e houve queda nos preços do boi e da vaca. Hoje o boi vale R$68,00/@, a prazo, livre de imposto, e a vaca, R$64,00, nas mesmas condições.
Em Goiás e no Tocantins, a oferta restrita deixa o mercado com expectativa de alta. Além da disponibilidade de animais terminados não estar abundante, existe retenção do gado à espera de preços maiores. Estratégia subsidiada pelas boas condições das pastagens.
O mercado atacadista de São Paulo se mantém estável. A demanda por dianteiro segue firme. Vejamos como ela reage perante as últimas quedas no preço da carne de frango.

Fonte: Scot Consultoria

Produtores rurais terão linha especial para retomar produção no campo


Os produtores gaúchos que perderam a capacidade produtiva em decorrência das enchentes terão uma nova linha de financiamento. O anuncio foi feito pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, durante a reunião com a Bancada Gaúcha, na terça-feira, dia 2 de março, em Brasília. Ele informou sobre uma linha especial de crédito para os produtores que perderam a condição de produção, nos casos em que as enchentes além de acabarem com a produção, levaram máquinas, equipamentos e outros bens. O recurso é de R$ 175 milhões, com três anos de carência. A informação é do deputado federal Afonso Hamm (PP-RS) que participou da reunião no ministério.
Hamm comenta que os produtores que tiveram prejuízos nas propriedades poderão ter novos empréstimos. “Esses recursos são importantes para que os produtores possam voltar a produzir, comprar equipamentos, sementes e seguir investindo na atividade agropecuária”, assinala o deputado ao comentar que os produtores estão sem condições de replantar as áreas alagadas e por isso a necessidade urgente de crédito emergencial.
O ministro informou que mesmo o produtor endividado poderá contar com essa linha especial, já que o objetivo é dar condições claras para que ele retorne a ter capacidade de produção.
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Aquisição de maquinários
Outro assunto em debate foram os recursos sinalizados pelo governo federal para amenizar os problemas ocasionados pelas enchentes na zona rural. Em dezembro, 106 municípios foram contemplados com a indicação de recursos visando aquisição de maquinários para recuperação das estradas. Em fevereiro, o Ministério da Agricultura divulgou a segunda lista dos municípios gaúchos que receberão a verba emergencial para reparar os danos das fortes chuvas que atingiram o Estado. Desta vez, serão contemplados 134 municípios. Os repasses serão de R$ 200 mil a R$ 600 mil para aquisição de máquinas ou caminhões visando recuperação de ruas e estradas municipais. O deputado federal Afonso Hamm gestionou junto ao Ministério a liberação desses recursos.
Durante a reunião com o Stephanes, Hamm solicitou agilidade para liberar o financeiro com maior brevidade, com o intuito de que os municípios possam adquirir os maquinários para iniciar as obras de recuperação das estradas.
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Exportações ao Irã crescem 76%

Apesar da expansão no 1º bimestre do ano, país islâmico compra só 1% das exportações brasileiras
Setor agropecuário puxa a expansão, e Irã deve se tornar neste ano o segundo maior importador de carne bovina "in natura" do país
O estreitamento de relações políticas entre Brasil e Irã começa a dar resultados comerciais. Num momento em que o governo Lula apoia Teerã em meio à pressão mundial para o isolamento do país islâmico devido ao seu programa nuclear, as exportações brasileiras ao Irã cresceram 76% no primeiro bimestre deste ano em relação a igual período do ano passado.
No bimestre, os iranianos já gastaram US$ 217,7 milhões com compras no Brasil, deixando um superavit de US$ 215 milhões para os brasileiros.
Fábio Faria, diretor de planejamento da Secretaria de Comércio Exterior, diz que ainda há espaço para crescimento. Os iranianos receberam reforço de caixa com a recuperação dos preços do petróleo e poderão importar mais, diz ele. Hoje, a participação iraniana é de só 1% das exportações brasileiras.

LEIA MAIS http://portosenavios.com.br/site/noticiario/geral/1421-exportacoes-ao-ira-crescem-76

FONTE PORTOSENAVIOS.COM.BR

Kátia Abreu lança versão online do Programa “Com Licença Vou à Luta”

No dia internacional da mulher, a Presidente da CNA, Senadora Kátia Abreu, lançará a versão online do Programa “Com Licença Vou à Luta”.

O lançamento da versão online do Programa “Com Licença Vou à Luta” será realizado no dia 8 de março, em Salvador, com palestra da Presidente da CNA, Senadora Kátia Abreu, sobre a importância da participação feminina como fator decisivo para o sucesso da empresa rural. A palestra será transmitida ao vivo, pela Internet, às 16 horas do dia 8 de março. Para assistir, basta acessar o Canal do Produtor.

O Programa “Com Licença Vou à Luta” foi lançado, no formato presencial, pelo Sistema CNA/SENAR, em 2009, com o objetivo de capacitar mulheres com noções de gestão.

Enquanto projeto-piloto, o Programa já capacitou 130 mulheres de 6 Estados do país. Agora, com o lançamento da versão online, onde as mulheres poderão acessar pela Internet, o Sistema CNA/ SENAR espera capacitar muito mais mulheres, de todos os Estados brasileiros. “Apesar dos preconceitos, a presença do trabalho feminino nas propriedades rurais é realidade, porém ainda carente de qualificação”, afirma a Presidente da CNA, Senadora Kátia Abreu.

O programa é composto por cinco módulos com conteúdo técnico e de desenvolvimento humano, com seguintes temas:
1 – Empreendedorismo
2 – Gestão Financeira
3 – Liderança, Relações Interpessoais e Trabalho em Equipe
4 - Conhecimentos sobre Direito Trabalhista
5 – Planejamento de Negócio

As inscrições para a versão online do programa de capacitação para mulheres estarão disponíveis a partir do dia 8 de março, no site www.canaldoprodutor.com.br.

Metodologia - As atividades, composta por cinco módulos, envolvendo conteúdos técnicos e de desenvolvimento humano, consistem em habilitar mulheres rurais a empreenderem na atividade de gestão, desenvolvendo competências para aplicação no seu próprio negócio; elaborar um plano de negócio compatível com sua realidade, para implementação ao final do programa; proporcionar atividades que possibilitem independência financeira, contribuindo para o aumento da renda familiar com melhorias na eficiência de gestão.

FONTE CNA

Carne - Expectativas do mercado internacional para 2010 vem se confirmando

A previsão de que o mercado internacional de carne elevará os índices da balança comercial brasileira neste ano vem se confirmando diante dos últimos resultados registrados pelo setor pecuário. A avaliação é da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato). “Com o aumento mundial no consumo de alimentos, principalmente por proteínas animais, um dos desafios ao agronegócio mato-grossense fica por conta da pecuária que têm buscado constantemente alternativas de ganho em produtividade por meio de novas tecnologias sem abertura de novas áreas”, disse o diretor-tesoureiro Eduardo Alves Ferreira.

LEIA MAIS http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?codNoticia=106245

FONTE FAMATO

Kátia Abreu defende protagonismo do produtor para garantir alimento seguro

Presidente da CNA e do Conselho Deliberativo do SENAR falou para lideranças sindicais do Rio Grande do Sul

A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Conselho Deliberativo do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), senadora Kátia Abreu (DEM-TO), convocou os produtores rurais para assumir papel protagonista nas discussões para assegurar a marca do alimento saudável para os produtos brasileiros. “É uma exigência que teremos de atender. Por isso, nós é que temos que nos adiantar e puxar os debates, não puxados a reboque”, disse a senadora, ao falar para dirigentes de 86 sindicatos rurais do Rio Grande do Sul, no segundo dia do programa Campo vai à CNA, que receberá nesta semana lideranças sindicais de Mato Grosso e Goiás, que terão a oportunidade de conhecer as ações e bandeiras defendidas pela entidade e as ações elaboradas por CNA, SENAR e Instituto CNA.

LEIA MAIS http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?CodNoticia=106243

FONTE CNA

'VACINA PURA' CHEGA AO MERCADO

De acordo com o coordenador da Central de Selagem de Vacinas, Silvio Cardoso Pinto, as doses contra a vacina de febre aftosa que os laboratórios brasileiros colocam no mercado neste ano estão mais evoluídas em relação aos últimos anos. Trata-se de uma "vacina purificada", que deixará de ter resíduos de vírus, o que acontecia anteriormente.
"A vacina é produzida a partir de vírus, em laboratórios. Acontecia de estilhaços, vestígios de vírus, que não causam problema algum ao animal, sobrarem no meio da vacina. Com os laboratórios, a partir de agora, produzindo vacinas sem esses vestígios, poderemos ter a certeza de que a doença não contaminou um rebanho ao fazermos o exame de sorologia. Antes, quando se examinava um animal e encontrava nele estilhaços de vírus da aftosa era impossível saber se ele havia ficado doente ou se era resto de vacina", explica o biólogo.
Essa novidade deve dar mais segurança aos órgãos governamentais para determinar se alguns estados brasileiros realmente estão livres da febre aftosa.

FONTE Folha de Londrina

Silvio Cardoso Pinto: é perigoso suspender a vacinação

Biólogo desde 1965 e com a experiência de mais de 30 anos de trabalho em laboratórios de produção de vacina de aftosa, o coordenador da Central de Selagem de Vacinas, de Vinhedo/SP, Silvio Cardoso Pinto, classifica a decisão do Paraná de suspender a vacinação contra a Febre Aftosa como ''temerária''. ''É perigosa a idéia de suspender a vacinação em qualquer estado brasileiro que esteja em área de fronteira com outros países da América do Sul. Na minha opinião pessoal, o Paraná deveria primeiro restringir a vacinação, fazendo apenas uma campanha por ano, antes de suspender definitivamente a aplicação de vacina em seu rebanho. Há muito tempo atuo nessa área e, sempre que há um surto, é por falta de vacinação'', comenta.
Questionado sobre o impacto financeiro da decisão paranaense nos laboratórios, ele minimizou o fato, dizendo que a produção de vacina para aftosa não é a única fonte de renda dessas empresas. Ele também disse não entender como o fato da não vacinação pode ajudar nas exportações da carne oriunda do rebanho paranaense.
''Os órgãos internacionais que representam os países que compram carne do Brasil nos visitam para checar se a vacinação de fato está acontecendo, ou seja, querem comprar carne de gado que foi vacinado e, seguramente, está livre da doença. É bom ressaltar que, na carne do animal, não fica qualquer vestígio da vacina. Se o Paraná tiver seu pedido atendido pelo MAPA e realmente parar de vacinar, vai precisar fazer um trabalho muito sério para conquistar a confiança do mercado internacional de que é área livre de aftosa sem vacinação'', finalizou.
A Central de Selagem de Vacinas (CSV) existe desde 1998, quando nasceu de uma parceria entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), com a missão de apoiar o Plano Nacional de Erradicação de Febre Aftosa (Pnefa). É lá que cada frasco de vacina contra a aftosa fabricada no Brasil recebe um selo holográfico - o mesmo utilizado nas notas de euro, oriundo de uma empresa alemã - que permite a rastreabilidade total do produto, garantindo a procedência e facilitando a fiscalização, o controle de qualidade e a distribuição das vacinas.

FONTE As informações são da Folha de Londrina, resumidas e adaptadas pela Equipe AgriPoint.

Bem-estar animal aumenta produtividade e lucratividade

O bem-estar animal caracteriza-se pelo estado de harmonia que o animal tem em relação ao ambiente em que vive. Abrange tanto a saúde física do rebanho, relacionada às necessidades biológicas – como alimentação e prevenção de doenças, quanto a saúde mental, promovida com o uso de técnicas de manejo humanizadas. Seu foco é promover o conforto dos animais.
Para falar sobre a importância do bem-estar animal para rebanhos bovinos, esta semana, o programa Prosa Rural conversa com dois pesquisadores da Embrapa Pecuária Sudeste, Carlos Eduardo Silva e Rymer Ramiz Túlio.
“Ao tratar bem os animais, oferecendo tudo de que precisam para um bom desenvolvimento, o pecuarista faz com que seus rebanhos produzam mais”, diz Carlos Eduardo. “O criador deve fornecer boas instalações aos animais, além de trabalhadores treinados e que saibam conduzir o rebanho sem gritaria, sem agressão, para evitar o estresse da criação. Assim o produtor terá um resultado humanitário e econômico, com maior produção de carne, couro e de leite”, completa o pesquisador.
Ou seja, mais do que uma questão ética, o bem-estar animal é um fator econômico: promove aumento da produtividade e da lucratividade do rebanho uma vez que influencia na qualidade da carne e do leite produzidos.
“Um animal que vive em um ambiente estressado, não consegue ganhar peso como os que vivem em ambiente saudável. O animal tem que chegar ao matadouro sem estresse nenhum. Deve estar descansado para que mantenha toda a sua reserva de energia. Assim, quando ocorrer o rigor mortis, a transformação do músculo em carne, essa transformação vai ocorrer sem prejudicar a qualidade da carne”, explica Rymer Ramiz Túlio.
O Prosa Rural é o programa de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

FONTE EMBRAPA INFORMAÇÃO TECNOLÓGICA

terça-feira, 2 de março de 2010

ALERTA DE MERCADO – CARNE BOVINA IN NATURA BRASIL

MÉDIA DE PREÇO EM DÓLAR DA TONELADA EXPORTADA EM FEV/10 REGISTROU RECORDE HISTÓRICO P/ O PERÍODO, EM 11 ANOS

















FONTE RURAL BUSINESS

O boi, os custos e a inflação

Em uma análise conjunta do comportamento do preço da arroba do boi gordo, dos custos de produção e da inflação, desde o início do Plano Real, podemos traçar um panorama econômico da atividade pecuária no País.
Desde agosto de 1994, os valores do boi gordo variaram abaixo da inflação, ao contrário dos custos, utilizando o Índice Geral de Preços (IGP-DI).
Desde a criação do Plano Real, em termos reais, o boi perdeu valor. E para piorar, os custos dos dois níveis tecnológicos, calculados pela Scot Consultoria, variaram acima da inflação (aumento real).
Esse quadro caracteriza o processo de encurtamento histórico das margens do pecuarista, ainda que os custos tenham caído em maiores proporções no segundo semestre de 2008 e no ano de 2009, quando comparado ao boi.

Fonte: Pantanal News

Exportações de carne bovina crescem e ensaiam retomada

Segundo O Mistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), nos 18 dias úteis de fevereiro de 2010 a balança comercial brasileira apresentou superávit de US$ 394 milhões. No mês, as exportações somaram US$ 12,197 bilhões e a corrente de comércio - que é a soma das exportações com as importações - foi de US$ 24 bilhões, o que significou movimentações médias diárias de US$ 1,333 bilhão.

Pelo critério da média diária, as exportações em fevereiro foram 27,2% maiores que o desempenho médio diário registrado no mesmo mês de 2009. Na comparação com janeiro de 2010, quando a média diária das exportações foi de US$ 565,3 milhões, o aumento foi de 19,9%.

No ano, até fevereiro, as exportações brasileiras somaram US$ 23,502 bilhões. Esse valor foi 24,5% maior que o verificado no mesmo período de 2009. As importações totalizaram US$ 23,274 bilhões,com incremento de US$ 31,7% na comparação com o mesmo período de 2009..


Carne bovina in natura

Em fevereiro os exportadores brasileiros enviaram ao exterior 74.300 toneladas de carne bovina in natura, responsáveis pela receita de Us$ 265 milhões. Em relação ao mês de janeiro a receita divulgada pelo MDIC foi 9,92% superio e o volume cresceu 10,85%.

Frente ao mesmo período de 2009, a receita da exportações do mês passado aumentou 42,57%, enquanto o volume embarcado foi 12,59% maior. Estas variações evidenciam a valorização do produto brasileiro no mercado internacional.


Tabela 1. Exportações brasileiras de carne bovina in natura















Gráfico 1. Exportações brasileiras de carne bovina in natura















Apesar da variação negativa em relação aos valores de janeiro de 2010, preço médio da carne bovina in natura exportada (US$ 3.567/tonelada) sofreu acréscimo de 26,63% frente ao registrado em fevereiro de 2009.

FONTE Equipe BeefPoint, com dados do MDIC

Boi valorizado anima pecuaristas

Pecuaristas de Mato Grosso do Sul estão mais otimistas com o preço da arroba do boi. Apesar do valor ainda estar menor que o esperado, o mercado começou a reagir.
O criador Jorge Tupirajá tem duas fazendas em Campo Grande. Ele tem o ciclo completo. Cria, recria e engorda os animais para mandar pro abate. O produtor contou que por causa dos preços baixos da arroba segurou o boi no pasto por dois meses. Agora, que o valor reagiu, ele resolveu vender.

“Hoje, já está ensaiando um pouco mais de R$ 70. Agora, já se torna uma coisa mais agradável. Quando a gente vê um valor mínimo e aumenta esse valor, por menos que seja, já se torna um bom negócio”, disse seu Jorge.

Em janeiro, o preço da arroba do boi em Mato Grosso do Sul girava em torno de R$ 68. Em fevereiro, houve uma pequena alta. Agora, está em R$ 71. Mesmo assim, o valor é 10% menor do que o registrado em fevereiro do ano passado.

Júlio Brissac acompanha o mercado do boi diariamente. De acordo com ele, a explicação para o preço da arroba estar abaixo da média do ano passado está no aumento da oferta. “Praticamente, todas as praças no país tiveram um volume muito grande de chuva. Isso fez com que o gado, que deveria ser terminado a pasto na safra, chegasse cedo ao mercado. Agora, a gente começa a perceber os problemas de oferta porque o rebanho não cresceu”, falou.

Na propriedade em Campo Grande o criador Luiz Vieira acabou de negociar 80 cabeças de gado. De olho na alta dos preços, ele finalmente espera conseguir valores próximos aos obtidos no ano passado. “Nós estamos com a expectativa que o boi vá subir e que vamos vender boi no mínimo por R$ 75 daqui a 15 dias”, falou.

FONTE Globo Rural

Agronegócios: Equipes da União Européia auditam fazendas de MT para exportar carne bovina


Duas equipes da União Europeia chegaram nesta segunda-feira a Mato Grosso para auditar fazendas para exportar carne bovina para o mercado europeu. No Estado são 338 propriedades aptas para exportar para o bloco econômico. Ainda estão na lista de espera outras 99.
As auditorias da Superintendência do Ministério da Agricultura no Estado devem retornar em março, após a visita dos técnicos europeus. A missão técnica vai passar por Mato Grosso e mais cinco Estados.
A missão técnica do FVO (Food and Veterinary Office), órgão da comunidade europeia responsável por fiscalizar o cumprimento da legislação sobre segurança alimentar, saúde animal, sanidade vegetal e bem-estar animal, fará uma auditoria dos serviços veterinários oficiais dos estados exportadores nesta terça-feira.
Durante a missão, haverá visitas a fazendas, frigoríficos e escritórios do serviço de defesa sanitária oficial de cada Estado. O objetivo da vistoria é verificar se as exigências do sistema de rastreabilidade bovina vêm sendo cumpridas pelas indústrias e propriedades credenciadas. Os técnicos vão checar a situação das propriedades enquadradas no Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina (Sisbov).

Fonte:Redação site TVCA

Brasil poderá se tornar livre da aftosa

Curitiba/ABr - O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, afirmou nesta segunda-feira (1º) que o Brasil vai se tornar, ainda este ano, livre de aftosa com vacinação. Segundo ele, isso já é um grande passo. E o estado do Paraná deverá ser o segundo estado brasileiro a suspender as campanhas de vacinação contra a febre aftosa o primeiro foi Santa Catarina. "A condição de ser livre sem vacinação se deve a uma longa caminhada de preparação sanitária e também ao fato de o estado estar há 15 anos sem registro de focos da doença", observou o ministro. Os focos de febre aftosa ocorridos no Estado em 2005 teriam sido provenientes de vírus de Mato Grosso do Sul, estado com o qual o Paraná faz divisa. Stephanes destacou que os trabalhos de vacinação e os cuidados com a fronteira têm sido " excelentes", principalmente no que diz respeito ao Paraguai. Ele disse, porém, que, nas regiões de fronteira, a situação sempre é mais complicada. As áreas de fronteira de Mato Grosso do Sul e do Rio Grande do Sul obedecem a normas específicas da Organização Internacional de Saúde Animal (OIE).
Stephanes alertou que, apesar de as possibilidades do Paraná serem muito boas, o estado tem que aguardar o resultado de uma auditoria prevista para os próximos dias, obedecendo a normas nacionais e internacionais de condutas sanitárias e exigências de países consumidores. "São poucos os que exigem que o país seja livre da aftosa sem vacinação". O resultado dessa auditoria pode ser divulgado até o final deste ano, mas, para Stephanes, o prazo não é importante, o que vale é que isso aconteça.
Se o pedido for aceito, a suspensão das campanhas de vacinação será válida a partir de junho deste ano. A campanha prevista para o mês de maio será realizada, mas somente para os animais jovens até os 24 meses.

FONTE Gazeta Digital
Autor: Lúcia Nórcio

segunda-feira, 1 de março de 2010

MERCADO FUTURO DA ARROBA DO BOI EM 26.02.2010


PR busca status de livre de aftosa sem vacinação

Hoje a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná deve formalizar o pedido que será feito ao governo federal para suspender as campanhas de vacinação contra febre aftosa. Se aceito, o Estado será o segundo a solicitar o reconhecimento de área livre de febre aftosa sem vacinação. Atualmente apenas Santa Catarina é área livre de febre aftosa sem vacinação.

O pedido para a suspensão da vacinação será feito pelo secretário da Agricultura e do Abastecimento, Valter Bianchini, ao ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, que estará em Curitiba nesta segunda-feira (1), na Emater-PR. O ministro vai chegar ao meio dia, quando será finalizada a reunião extraordinária do Conselho Estadual de Sanidade Agropecuária (Conesa), que irá avaliar os procedimentos técnicos adotados pelo governo do Paraná para promover esse avanço, que terá impactos no comércio nacional e internacional de carnes. "É isso que queremos", diz o presidente do Sindicarne, Péricles Salazar. "Temos fronteiras, vamos correr riscos, mas eles foram bem avaliados", completa.

A solicitação tem o apoio da iniciativa privada, que estará representada nas 38 entidades que compõem o Conesa. A iniciativa do Paraná acontece após 40 anos de campanhas ininterruptas de vacinação, que são feitas duas vezes por ano.

Se for aceito o pedido, a suspensão das campanhas de vacinação já irá ocorrer em junho de 2010. Até lá, equipes do Ministério da Agricultura vão vistoriar o cumprimento pelo Estado das normas nacionais e internacionais estabelecidas para a sanidade agropecuária. Entre elas, uma completa infraestrutura de pessoal, veículos, equipamentos que possam dar garantias e sustentação a essa nova realidade sanitária.

Segundo o secretário Valter Bianchini as campanhas de vacinação serão substituídas por um sistema de vigilância e controle de trânsito de animais eficaz. "Isso só se faz com infraestrutura completa e adequada".

FONTE As informações são da Agência Estadual de Notícias/PR e do jornal Valor Econômico, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

O ano do boi

Aumento do consumo interno e a possibilidade real de novos clientes no exterior embasam boas perspectivas para o mercado da carne no Brasil este ano, apesar de algumas dificuldades previsíveis dentro da dinâmica na produção. Segundo especialistas, atualmente os pecuaristas precisam desembolsar quantia razoável - cerca de R$ 960 por cabeça - para comprar animais para a engorda, o que fatalmente interfere na disposição em fazer a reposição do rebanho.
Porém, 2010 promete ser um ano de retomada do mercado, principalmente nas negociações externas. Tanto que a previsão é de reabertura de 16 das 50 plantas de frigoríficos fechadas no ano passado em função da crise mundial. De acordo com Lygia Pimentel, da Scot Consultoria, de Bebedouro (SP), se algumas indústrias retornarem o abate com 50% da capacidade haverá uma demanda de cerca de 3,5 milhões de cabeças.

LEIA MAIS http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?CodNoticia=106045

FONTE FOLHA DE LONDRINA

Apenas o boi tem média maior na BM&FBovespa

De São Paulo - Se entre as commodities negociadas nas bolsas de Nova York e Chicago apenas o algodão fechou fevereiro com preço médio superior ao de janeiro, na BM&FBovespa só o boi gordo registrou valorização no mês passado, conforme cálculos do Valor Data baseados nos contratos futuros de segunda posição de entrega.

LEIA MAIS http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?CodNoticia=106052

FONTE VALOR ECONÔMICO

Boi está na mira

O Brasil não aceitará propostas para restringir a criação de gado como uma das medidas para controlar o nível de emissões de gases no setor agrícola global, avisou ontem o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Edílson Guimarães. Ele representou o Brasil na reunião de ministros de Agricultura de 40 países na Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico, que terminou na última sexta-feira e teve, no centro da agenda, o vínculo entre agricultura e mudanças climáticas, com desdobramentos em futuras políticas nacionais e internacionais do setor. O texto de nove páginas não fala explicitamente em restrição da criação de gado. Basicamente, sugere nova nutrição para animais afim de reduzir as emissões de metano.

FONTE TRIBUNA DO NORTE

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Custo da pecuária teve queda de 7,5% em 2009

Na pecuária de corte, os custos de produção no acumulado de 2009 caíram em média 3,7% nos 10 principais Estados produtores pesquisados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, assim como o preço pago pela arroba do boi gordo, que registrou retração média de 7,28%.
Em Mato Grosso não foi diferente. No custo operacional efetivo, a redução foi de 7,56%. Outros estados acompanharam a tendência: Goiás (-9,13%), Pará (-8,62%) e Paraná (-8,2%).
No Estado, a arroba do boi gordo registrou desvalorização de 4,45% no acumulado entre janeiro e dezembro de 2009. Em Goiás, chegou a 9,21%. Em Minas Gerais, o recuo foi de 9,85% e em Mato Grosso do Sul, 8,92%.
"Em fevereiro de 2007, o preço pago pela arroba em Cuiabá era de R$ 75. Neste mês, está sendo pago R$ 70", informa o superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Luciano Vacari.
Apesar do cenário ruim para os pecuaristas mato-grossenses no último ano, a perspectiva para 2010 é de crescimento nas exportações. "Agora, uma coisa que precisa ser resolvida e é primordial para o setor é a recuperação judicial das plantas frigoríficas que ainda estão paradas no Estado". Ele lembra que os grupos Arantes e Independência tiveram seus planos aprovados, portanto já poderiam retomar os abates. "Mas comprando e pagando à vista".

Fonte: Folha do Estado

Falta de seriedade pode prejudicar indústria de carne bovina

A indústria de carne bovina, que vem tendo atritos com os europeus, pode enfrentar mais um sério problema. Um frigorífico de Mato Grosso adulterou o certificado sanitário internacional de carne que foi enviada à União Europeia. (Coluna Vaivém das Commodities)

FONTE Jornal Folha de S. Paulo – SP

Restrições prejudicam imagem da carne Argentina

As fortes restrições às exportações de carne bovina que o Governo Argentino vem aplicando desde dezembro não somente estão gerando problemas no setor frigorífico local: muitos importadores e distribuidores de cortes bovinos argentinos na Europa estão começando a enfrentar sérios inconvenientes comerciais pela falta de disponibilidade do produto."La Pampa" é um restaurante e distribuidor de carne argentina. A empresa, localizada no município de Castelldefels (Barcelona), tem a representação na Espanha da carne argentina marca "Maredo", que é uma importante cadeia de restaurantes na Alemanha (conta com mais de 80 estabelecimentos) que administra suas próprias importações do produto.

LEIA MAIS http://www.sitedacarne.com.br/MercadoNoticia.aspx?codigoNot=1QIIH3tFXSI=&title=+RESTRICOES+PREJUDICAM+IMAGEM+DA+CARNE+ARGENTINA

FONTE www.sitedacarne.com.br

CULINÁRIA: Tiras de filé mignon ao catupiry

* 1 kg de file mignon
* 1 cebola g
* 200 g de catupiry
* 300 g de mussarela
* Molho inglês
* Sal

* Modo de Preparo
1. Fatiar o filé Mignon em tiras com cerca de 1 dedo (mindinho) de comprimento e largura
2. Fatiar a cebola
3. Fritar as tiras de filé mignon colocando molho inglês e sal a gosto
4. Esta etapa é só para corar a carne, pois ela vai para o forno depois
5. Fritar as fatias de cebola com molho inglês e sal a gosto
6. Depois de fritar tudo, colocar a uma camada de carne (como se fosse a montagem de uma lasanha) no fundo de um refratário
7. Em cima da camada de carne, colocar uma camada generosa de cebola e depois catupiry, por último, colocar uma camada de mussarela
8. Repetir o passo acima, pois no refratário médio vamos ter 2 camadas de carne, 2 camadas de cebola, 2 camadas de catupiry e 2 camadas de mussarela
9. Após colocar a segunda camada de todos os ingredientes, colocar um pouco de orégano em cima da mussarela (colocar quatro fatias de tomate também é opcional)
10. Pré-aquecer o forno
11. Colocar o refratário no forno pré-aquecido, na temperatuta média, por cerca de 15 - 20 minutos (para que além da mussarela, o catupiry também derreta além da dar uma "assada" na carne)

Informações Adicionais
Obs.: Vai bem como prato principal acompanhado de arroz branco ou ainda como petisco acompanhado por exemplo de pão com alho feito no forno. Fica uma delícia!

FONTE www.tudogostodo.uol.com.br

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

EXCLUSIVO:Liminar aprova direito de não-inscritos a pagamento das dívidas de securitização que estavam inscritos na dívida ativa

Após muitas instâncias, produtores do Rio Grande do Sul inscritos na dívida ativa da União conseguem liminar para pagar suas dívidas de securitização como não-inscritos. A vitória abre caminho para os demais produtores rurais do país.
Para entender melhor, o presidente da Instituição de Estudos Jurídicos da Atividade Rural, Ricardo Alfonsín, explica que o produtor inscrito na dívida ativa tem apenas 10 anos para o pagamento ao Governo, corrigido pela taxa Selic e permanecendo no registro do Cadin como inadimplente até o final do pagamento. O não-inscrito em dívida ativa, agora entra na normalidade, com até 17 anos para pagamento da sua dívida, apenas 3% de juro e sem qualquer correção monetária sobre o valor.
“O que se alegou em juízo é que exatamente não se pode tratar iguais de formas diferentes. A lei feriu o principio da igualdade e isonomia, por isso, os produtores obtiveram essa vantagem e poderão voltar a sua normalidade dentro do crédito pagando em 17 anos”, afirma o presidente.
Alfonsín lembra que o prazo para os produtores interessados por esta opção vence no dia 30 de março a fim de se beneficiarem da vitória jurídica.

Assista a entrevista http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=62553

Fonte: Redação Notícias Agrícolas

ATENÇÃO PECUARISTAS DA ZONA SUL

ESTÃO TAMBÉM SENDO ACEITOS ANIMAIS CASTRADOS PARA EXPORTAÇÃO DE GADO VIVO,DESDE QUE PREENCHAM AS EXIGÊNCIAS ABAIXO.

CONFIRA
Angus International Exportação de Animais Ltda.
CNPJ 07.302.549/0001-80 IE: 0930373570


Pelotas, 08 de fevereiro de 2010.
Prezados senhores,
Abaixo nossas condições de compra;
- GADO EUROPEU PESO MÍNIMO 170 KG até 300 KG, EM NOSSA FAZENDA , PESO INDIVIDUAL - INTEIRO
Preço:
R$ 2,50 p/Kg – EUROPEU PURO
R$ 2,30 p/Kg – CRUZA DE RAÇAS EUROPÉIAS
- GADO EUROPEU PESO MÍNIMO 200 KG até 400 KG, EM NOSSA FAZENDA , PESO INDIVIDUAL - CASTRADO
Preço:
R$ 2,40 p/Kg – EUROPEU PURO
R$ 2,30 p/Kg – CRUZA DE RAÇAS EUROPÉIAS
- TOURO EUROPEU PESO MÍNIMO 300 KG até 400 KG, EM NOSSA FAZENDA , PESO INDIVIDUAL - INTEIRO
Preço:
R$ 2,30 p/Kg – EUROPEU PURO
R$ 2,15 p/Kg – CRUZA DE RAÇAS EUROPÉIAS

Lembramos da importância de que os animais que sejam enviados a nossa concentração se ajustem as condições de compra.
1) Condições de pagamento : 10 dias úteis, a partir da chegada em nossa fazenda.
2) Condições Físicas e Sanitárias : Os animais recebidos deveram encontrar-se em boas condições físicas e sanitárias, do contrario serão refugados.
3) Pesagem / Balança : Salientamos aos senhores que a pesagem será em local a definir no ato da negociação, porém esclarecemos que será em nossa propriedade ou em balança terceirizada vizinha à mesma.
- Solicitamos nos confirmarem via fax ou telefone os lotes comprado, mencionando categoria, peso, procedência e raça, para que possamos planejar as cargas.
Vimos por meio deste fax informar aos senhores que nossos preços se manterão os mesmos desta condição até o final do embarque, assim como a pesagem na balança na Vila da Quinta - Rio Grande, por conseqüência não insistir neste assunto.

FONTE ANGUS INTERNATIONAL EXPORTAÇÃO DE ANIMAIS LTDA

PREÇOS DE GADO- MERCADO FISICO / KG VIVO

EM 25.0.2010

TERNEIROS R$ 2,40 A R$ 2,50
TERNEIRAS R$ 2,30 A R$ 2,40
NOVILHOS R$ 2,15 A R$ 2,30
VACA DE INVERNAR R$ 1,90 A R$ 2,00

PREÇOS DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO


INFORMAÇÃO
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*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 25.02.2010
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BOI: DE R$ 5,10 a R$ 5,20
VACA: DE R$ 4,80 a R$ 4,90
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OBS: Compras só a rendimento.
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FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
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FONE: 9981.1203 Humberto Costa

Funrural: restituição é do produtor, afirma procurador

Os produtores rurais e as empresas que adquirem a produção agrícola - especialmente os frigoríficos - iniciaram na Justiça uma disputa pelos bilhões de reais que foram pagos nos últimos cinco anos de contribuição ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural), declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no início do mês. Os produtores, baseados no entendimento da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), alegam que o tributo foi descontado deles, sobre a receita bruta obtida com a venda da produção. Já os frigoríficos, que conseguiram levar o assunto ao Supremo, argumentam que são os responsáveis - como substitutos tributários - pelo recolhimento da contribuição e devem receber o que foi pago indevidamente.

LEIA MAIS http://www.beefpoint.com.br/funrural-restituicao-e-do-produtor-afirma-procurador_noticia_60759_15_166_.aspx

FONTE www.beefpoint.com.br

O contra-ataque ambiental dos ruralistas

Os produtores rurais começaram ontem a colocar em prática uma estratégia política para "sair das cordas" na contenda ambiental ao anunciar um amplo programa de pesquisas para revisar os conceitos e índices hoje utilizados na proteção de biomas e ecossistemas do país.
O "Projeto Biomas", que custará R$ 20 milhões ao longo de nove anos, oferecerá as bases científicas para a alteração dos critérios de áreas de proteção ambiental, criando um novo conceito de "áreas sensíveis" e fixando graus diferentes de preservação a ser aplicados em áreas de preservação permanente (APPs) e de reserva legal (RLs).

LEIA MAIS http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?CodNoticia=105917

FONTE VALOR ECONÔMICO

Governo argentino limita exportação de carne bovina

Com objetivo de aumentar a oferta interna de carne bovina e evitar um avanço dos preços ao consumidor, o governo Argentino está dificultando as exportações no país. Embora a medida não seja oficial, as empresas exportadoras reclamam das dificuldades que estão sendo colocadas para a venda do produto. Desde 2006, o governo vem frequentemente bloqueando os embarques quando os preços domésticos sobem.
Em Janeiro deste ano , o país exportou 25,68 mil toneladas de carne, um acréscimo de 1% no volume exportado em janeiro de 2009, período que registrou forte recuo por causa da crise financeira internacional. O faturamento foi de US$ 120 milhões, 13% mais que no mesmo período do ano passado.
De acordo com o Serviço Nacional de Sanidade Animal e Qualidade Agroalimentar (Senasa).a Rússia foi o maior comprador de carne fresca em janeiro de 2010, com 6,47 mil toneladas.

Fonte: Da redação DO NOTÍCIAS AGRÍCOLAS

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Exportação de gado vivo amplia a renda na pecuária

Rio Grande do Sul é o segundo maior vendedor de bovinos em pé do País

Está previsto para as próximas semanas o envio de mais uma remessa de boi em pé para o Líbano. Desta vez, devem deixar o Rio Grande do Sul entre seis e oito mil animais. A prática tem crescido exponencialmente no País nos últimos anos e no Estado, apesar de ter apresentado queda no ano passado, deve continuar sendo considerada como boa opção de comercialização. "Vale a pena para os produtores, que podem antecipar as vendas dos terneiros, sem precisar esperar pelas feiras de outono", diz o diretor da Farsul, Carlos Simm.

O dirigente reforça que, em alguns casos, é possível conseguir incremento de até 10% nos preços pagos pelos importadores, se comparado com os valores praticados no mercado interno. A opção por essa modalidade de exportação contribui também para o enxugamento da produção gaúcha e costuma ter reflexo direto na alta dos preços no mercado doméstico. "Os preços pagos com a exportação de gado em pé muitas vezes servem como referência de valores aqui dentro", completa Simm.

Conforme pesquisa da Scot Consultoria, a exportação de boi vivo no Brasil cresceu, em seis anos, 24 mil por cento. O analista de mercado Alex Santos Lopes da Silva acredita que a queda do Rio Grande do Sul no volume exportado, que de um total de 16 mil cabeças enviadas em 2008, passou para pouco mais de 6 mil no ano passado, seja sazonal e não deva continuar. Parte dessa redução é atribuída à entrada do Pará nessa modalidade de negócios, estado que hoje ocupa o primeiro lugar em volume exportado. "Vale a pena comprar dos paraenses, especialmente por parte da Venezuela, pela proximidade dos portos e baixo custo de produção", explica o consultor da Scot. O estado exportou 506 mil cabeças, em 2009, em função do constante aumento de demanda por carne por parte do país vizinho. Juntas, as duas regiões respondem por 98% das negociações do setor no mercado externo. "Começamos em 2003 exportando duas mil cabeças, hoje são 518 mil no País", diz Silva.

Mesmo com o volume expressivo, o especialista afirma que os envios ainda são muito inexpressivos a ponto de fazer concorrência com a exportação de carcaças. "Apenas 1% do gado que seria abatido é destinado ao mercado externo ainda vivo." O presidente do Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados do Rio Grande do Sul (Sicadergs), Ronei Lauxen, discorda e diz que se trata de uma influência negativa, especialmente em uma época em que a indústria gaúcha trabalha com ociosidade. "Temos capacidade de absorver mais carne, e os abates caíram cerca de 20% entre dezembro e janeiro", apontou.

De acordo com números da Scot, no ano passado, o faturamento com as exportações de gado em pé no Brasil foi de US$ 419,5 milhões ante os US$ 740,2 mil de 2003. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o País deve avançar, em 2010, mais 20%, enquanto a taxa mundial de crescimento por ano varia entre 3% e 4%. Para Silva, caso esse ritmo se mantenha por mais cinco anos, além de o Brasil ser o primeiro no ranking mundial de carne in natura, também será possível liderar o de boi vivo. Nessa modalidade de negócio, o Brasil ocupa hoje o quarto lugar, depois do líder Canadá, seguido do México e da Austrália.

Fonte: Jornal do Comércio

Diminui a diferença de preço entre o boi e a vaca gorda

Mais informações em: http://www.scotconsultoria.com.br:80/noticia.asp?idN=6503
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FONTE www.scotconsultoria.com.br

* MERCADO FUTURO DA ARROBA DO BOI EM 22.02.2010


Famasul quer melhorar comercialização de boi gordo

A Comissão Técnica de Pecuária de Corte da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul) e a Bolsa Brasileira de Mercadorias (BBM) estão elaborando um projeto piloto para mudar o sistema de comercialização do gado gordo. O objetivo da proposta é fazer com que as relações de compra e venda entre pecuaristas e a rede frigorífica sejam mais transparentes e com garantia de liquidez.

O coordenador da comissão, José Lemos Monteiro, explica que a discussão veio à tona após os últimos acontecimentos envolvendo a falta de pagamento por parte de algumas redes de frigorífico. "O que queremos é dar ao produtor uma oportunidade diferente de comercialização dos produtos, garantindo melhores condições de recebimento", destaca.

A BBM é uma das opções para fazer com que os produtores tenham um novo mecanismo de venda. A proposta já foi apresentada para a CNA, Federação de Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG) e Fórum Nacional da Pecuária de Corte. No próximo dia 25, quinta-feira, a iniciativa será apresentada para a Associação Brasileira dos Frigoríficos, em São Paulo.

O vice-presidente da BBM no Estado, Carlos Eduardo Dupas, afirma que a bolsa é capaz de fazer essa aproximação entre os dois agentes da relação, garantindo mais transparência e liquidez nas operações. "Antigamente os problemas de falta de pagamento nessas transações eram pontuais, mas de uns dois anos para cá se tornaram recorrentes. Com esta operação via BBM, ambos os lados (pecuaristas e frigoríficos) serão beneficiados", diz.

Segundo Dupas, com a nova transação os pecuaristas terão garantia de recebimento, maior competição dos preços, maior número de frigoríficos competindo e não havendo distinção entre os frigoríficos menores e as grandes indústrias, além de maior transparência. Os frigoríficos de pequeno porte terão mais credibilidade, regularidade de oferta e melhor gestão de compra de animais.

No caso da carne, a BBM vai fazer com que vendedor e comprador fixem preço no produto antes dos bois serem embarcados. Os frigoríficos farão um depósito de 90% do valor que fica fixado na operação, em uma conta de liquidação financeira da BBM, e somente depois dessa garantia a mercadoria será embarcada. O acerto final será feito após o abate dos animais, com o repasse do valor pela conta de liquidação.

Para o dirigente, o interesse que está sendo demonstrado por parte dos produtores e dos frigoríficos indica que o projeto deverá ser um sucesso, com previsão de iniciar os primeiros negócios já no próximo mês. "Este é primeiro de um dos grandes problemas da pecuária sul-mato-grossense que está prestes a ser resolvido", conclui.

FONTE As informações são da Famasul, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

Estado se prepara para vistoria

Visita de técnicos da União Europeia pode ampliar a perspectiva de negócios no embarque de carne bovina para o bloco

Interessados na ampliação das exportações de carne, técnicos e produtores gaúchos se mobilizam para receber uma missão da União Europeia na próxima semana. Os fiscais estrangeiros pretendem vistoriar propriedades credenciadas, avaliando os controles de saúde pública e rastreabilidade do rebanho.

A visita é de rotina e não tem a intenção de incluir novas fazendas na lista de liberação para o comércio, mas a expectativa é de abertura para possibilidade de novos contratos.
– Se tudo for considerado dentro das exigências, a tendência é que melhore as relações para ampliação dos negócios – comenta um líder do setor ligado ao Ministério da Agricultura, que não quis de identificar.

Veterinários da Secretaria de Agricultura já percorrem fazendas conferindo se os dados das propriedades correspondem às informações encaminhadas ao serviço sanitário local. Para aferir o nível de controle do rebanho e confrontar os dados em todas as etapas, a missão europeia deve inspecionar também o frigorífico Marfrig, em Capão do Leão.

No Rio Grande do Sul, serão inspecionadas fazendas na região de Pelotas. Entre os dias 8 e 9 de março, os auditores europeus pretendem conferir os dados enviados por pecuaristas que já foram liberados a exportar carne bovina para os países do bloco. Atualmente, das cerca de 1,8 mil propriedades brasileiras autorizadas a vender para a União Europeia, 112 são gaúchas. A última inspeção feita pelos europeus no Sistema de Rastreabilidade Bovina e Bubalina (Sisbov) do Brasil foi em fevereiro do ano passado.

Será a primeira vez que auditores europeus visitam o Rio Grande do Sul depois que o Estado substituiu o trabalho das duas certificadoras que atendiam os pecuaristas. No novo modelo, 30 veterinários particulares – e cadastrados pelo governo gaúcho – examinam e orientam as propriedades para alcançar o status de credenciadas ao Sisbov.

– Quem compra dita as regras. Vamos mostrar boas condições para aumentar o número de fazendas gaúchas na lista de exportadores – afirma Nilton Rossato, chefe da Divisão de Fiscalização e Defesa Sanitária da Secretaria de Agricultura.

O cronograma dos europeus está previsto para começar na capital federal no dia 3 de março com uma reunião técnica no Ministério da Agricultura. Além do Rio Grande do Sul, os técnicos vão percorrer outros cinco Estados com propriedades autorizadas a embarcar carne bovina para a Europa: Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, São Paulo e Minas Gerais. O roteiro termina no dia 15 de março com um encontro em Brasília.

debora.santos@gruporbs.com.br
FONTE ZERO HORA

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Preço médio da carne exportada para a UE cresceu 32%

O preço médio da carne bovina in natura brasileira exportada para a União Européia tem crescido nos últimos meses. Na comparação com o preço médio de janeiro de 2009, o valor da tonelada da carne exportada em janeiro de 2010 cresceu quase 32%, passando de US$4,2 mil/tec para US$5,6 mil/tec. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
O aumento do valor em dólares ajuda a dar certo alívio aos frigoríficos que atendem este mercado. No entanto, fazendo a conversão para reais, os valores da carne de janeiro passado estão bem próximos aos de janeiro de 2009 e bem abaixo dos valores do primeiro semestre de 2009.
A influência do câmbio tem sido um grande problema para as exportações brasileiras, já que, por mais que os preços estejam se recuperando no mercado internacional, o real valorizado acaba diminuindo as margens dos exportadores.

FONTE www.twitter.com/PantanalNews

Aftosa: é hora de eliminar a vacinação no RS?

Representantes do setor discutem a suspensão da imunização como forma de ganhar mais mercados

Dez anos depois da primeira tentativa de suspender a vacinação contra a aftosa, o agronegócio gaúcho volta a discutir o assunto. Se obter o status de livre da doença sem vacinação será igualado a Santa Catarina, único Estado no país com esta condição.
O Rio Grande do Sul chegou a interromper a imunização em abril de 2000, manteve a decisão apesar de focos no município de Jóia, quando animais infectados foram abatidos, e retomou a vacinação em 2001, após novos casos da doença.
Quase uma década após esse fato, técnicos da Federação da Agricultura do Estado defendem os pontos que podem mudar o status gaúcho. Uruguai e Argentina também têm situação estável, mas a mudança exigiria aumentar a fiscalização nas fronteiras.
– Ser “livre sem” é uma meta nossa. Teríamos de avaliar um controle de fronteira mais rigoroso – explica Carlos Sperotto, presidente da entidade.
Secretário estadual de Agricultura, João Carlos Machado diz que essa não é uma questão difícil de ser alcançada:
– Devemos abrir 250 vagas de agentes administrativos que cuidarão da parte burocrática, liberando técnicos e veterinários para irem a campo.
Por que não vacinar?
— O Estado poderia ganhar mercados exigentes, como EUA e Japão, que restringem importação de carne in natura de áreas que não estão livres de aftosa sem vacinação. Isso também beneficiaria produtores de suínos e aves.
-— Os custos com vacinação no Estado são de quase R$ 30 milhões.

FONTE Zero Hora

Autor: Bruna Maia, Especial

Estados Unidos fazem auditoria no Uruguai

Uma nova auditoria sanitária dos Estados Unidos na cadeia de carnes do Uruguai teve início na quinta-feira e continuará até 3 de março. A missão está a cargo de somente um inspetor e se centrará em analisar se os procedimentos e controles realizados pela Direção da Indústria Animal do Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca (MGAP) do Uruguai aos frigoríficos exportadores cumprem com os requisitos impostos pelas autoridades sanitárias norte-americanas.
Inicialmente foi realizada a avaliação preliminar entre as autoridades da Direção Geral de Serviços Pecuários, o auditor e a equipe da Embaixada dos Estados Unidos que acompanhará todo o trabalho.
No marco de uma agenda aberta, onde o país auditor é que decide, estabeleceu-se que serão revisadas três plantas frigoríficas que formam uma lista de mais de 20 empresas habilitadas para exportar (incluídos também os depósitos refrigerados).
Além das visitas aos frigoríficos, a missão incluirá uma análise detalhada dos resultados do Programa Nacional de Resíduos Biológicos feito pela Direção do Laboratório Veterinário "Miguel C. Rubino" (Dilave). Mediante essa ferramenta, são monitoradas aleatoriamente amostras de carne remetidas pelos frigoríficos, buscando substâncias proibidas, para dar mais garantias aos importadores de alimentos do mundo inteiro.
Na reunião preliminar, o auditor começou expondo as observações registradas nas missões de 2008 e 2009, que tinham sido resolvidas e são consideradas "leves" pelas autoridades sanitárias uruguaias. Finalizada a visita, o auditor apresentará um relatório e o Uruguai terá um prazo de 40 dias para resolver as observações anotadas.
Até o dia 6 de fevereiro, segundo dados estatísticos do Instituto Nacional de Carnes do Uruguai (INAC), foram exportadas aos Estados Unidos 1.868 toneladas de carne, quando no mesmo período de 2009, foram exportadas 4.093 toneladas.

FONTE A reportagem é do El País Digital, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

FUNRURAL (Decisão do STF)

Em recente (03/02/10) decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiram os Ministros, por unanimidade, pela inconstitucionalidade da cobrança do FUNRURAL, tributo pago pelos produtores rurais, pessoa físicas e jurídicas, na ocasião em que comercializam com a indústria. Preocupada em esclarecer seus clientes, produtores rurais, a empresa Safras & Cifras Ltda submeteu o tema à apreciação de nosso escritório, solicitando informação completa e acessível, o que se pretende fazer sinteticamente na sequência.

Entenda a inconstitucionalidade do FUNRURAL.

LEIA MAIS http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=62386

FONTE SAFRAS E CIFRAS

Lauxen comemora bom período para boi gordo



Pecuaristas argumentam que retenção ocorre para a engorda dos animais



As chuvas de verão no Rio Grande do Sul foram tão benéficas à bovinocultura que os criadores não têm pressa de vender seus animais. Esse é o cenário atual dos criadores gaúchos, que têm preferido deixar os bois engordando no pasto a vender para o abate, o que tem forçado o preço pago pelos frigoríficos para cima.
Em janeiro, segundo o Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Rio Grande do Sul (Sicadergs), a quantidade de animais entregues aos frigoríficos gaúchos caiu 15% em dezembro. Com isso, o preço pago ao produtor subiu cerca de 10% no último mês. "Como as condições do pasto permitem, os criadores estão retendo os animais no campo, reduzindo a oferta e buscando elevar os preços", afirma Ronei Lauxen, presidente do Sicadergs.
No entanto, segundo os pecuaristas, a retenção do gado não tem relação com o preço oferecido, mas sim com a possibilidade de aproveitar o momento para engordar os animais. Atualmente, o preço do boi no Estado gira em torno de R$ 2,50 a R$ 2,65 o quilo. "Esse não é um valor problemático, embora já tenhamos vendido por mais, se analisarmos o preço em dólar; em comparação com o mercado internacional não está ruim", afirma Fernando Adauto, consultor de Pecuária da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul).
Segundo Adauto, com a quantidade de chuvas dos últimos meses, especialmente na Metade Sul, criou-se uma abundância de pastos que obriga os criadores a manter os animais no campo. O consultor lembra que os pecuaristas não podem deixar as pastagens crescerem em excesso, para não se tornarem bravias, e como isso também faz com que o animal tenha um ganho de peso expressivo, o que implica ganhos financeiros, acaba sendo inibida a oferta de gado para abate.
Essa é a situação de Guilherme Vasconcellos, criador nos municípios de Rosário do Sul e Santana do Livramento. Segundo o produtor, o ganho médio de peso de seus animais nos últimos meses tem atingido 1.200 a 1.300 gramas por dia, resultado que era mais difícil de se conseguir em anos anteriores, quando os pastos foram afetados por secas de verão. "Com essa estação mais chuvosa, eu posso reter os animais por 10 ou 15 dias a mais, possibilitando que tenham um acabamento perfeito", destacou.
Já para Miguel Augusto Silva Barbará, proprietário de 3.200 reses na Cabanha Santa Ana, de Uruguaiana, outra causa apontada pelos produtores para a demora em enviar os animais para os frigoríficos é a dificuldade em repor as cabeças comercializadas. "Como todo mundo está deixando os animais no campo para engorda, quem vender seu rebanho não encontra gado para reposição", informa o produtor.
No entanto, segundo os criadores, essas condições do mercado não deverão continuar por muito tempo. "Essa é uma situação pontual, uma vez que grande parte dos animais deve ser comercializada antes do inverno, então nos próximos meses já devemos ter um abate no Estado rigorosamente normal", conclui Fernando Adauto.

FONTE JORNAL DO COMÉRCIO

sábado, 20 de fevereiro de 2010

ALERTA DE MERCADO - PECUÁRIA DE CORTE CONE SUL



CRIADOR URUGUAIO JÁ RECEBE US$ 400,00 POR CABEÇA DE TERNEIRA EXPORTADA P/ CHINA

FONTE www.ruralbusiness.com.br

MERCADO DO BOI GORDO FIRME

OUÇA OS COMENTÁRIOS DA CONSULTORA DA SCOT CONSULTORIA, MARIA GABRIELA TONINI:

http://www.scotconsultoria.com.br/radioscot.asp?idN=8813

FONTE www.scotconsultoria.com.br

Opinião: 2010 será um bom ano para a bovinocultura?

De acordo com o USDA – Departamento da Agricultura dos Estados Unidos, apenas Brasil e Uruguai terão aumento no volume de carne bovina produzida neste ano.

Países como Argentina, Austrália, Rússia e o próprio Estados Unidos, deverão ter queda em suas produções de carne bovina, o que poderá tornar o mercado internacional bem atrativo em 2010.

A Scot consultoria, estima um aumento nas exportações do Brasil de 20,3% a mais do que em 2009, enquanto que os países já citados deverão ter queda nas exportações. Além do Brasil, somente o Uruguai deverá ter aumento nas exportações de carne bovina.

Além disso, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, afirmou que as exportações de carnes em 2010, são prioridade. O governo tem a expectativa de enviar 19 comissões a 23 países em busca de novos mercados, que já vem sendo trabalhados ha cinco anos atrás, como é o caso de Taiwan, Malásia e Indonésia, que tem a Austrália como principal fornecedora.

Na cadeia produtiva do leite, as expectativas também são positivas. Segundo Mauricio Palma Nogueira, consultor da Bigma Consultoria, neste inicio de 2010, o mercado vem atravessando uma dobradinha positiva de baixa oferta e alto consumo. Como reflexo, os preços pagos ao produtor já vem subindo, com tendência de se consolidar a partir de março. Segundo ele, tudo sinaliza para que 2010 seja um ano melhor do que 2009 para a cadeia do leite.

Resta agora deixar o tempo passar para que os bovinocultores de Mato Grosso, tanto da cadeia leiteira quanto da cadeia da carne, possam colher os benefícios que despontam nestas estimativas de mercado. Se nem um outro fator externo atrapalhar, como preço de insumos, saúde financeira das indústrias e consumo da população, pode ser que 2010 finalmente seja um ano positivo para a bovinocultura matogrossense.

FONTE: Guto Zanata é Médico Veterinário do Departamento Técnico da Famato

ARTIGO - Carne bovina: aposta no mercado interno.

A cadeia produtiva da carne bovina também sofreu com a crise financeira mundial e o diretor Técnico da Agra FNP (São Paulo/SP), José Vicente Ferraz, conta como foi o ano de 2009.

Do ponto de vista dos preços, lembra Ferraz, acreditava-se que seriam superiores em 2009 e, apesar da turbulência na economia internacional, até certo ponto as previsões foram otimistas, mas o resultado ficou muito abaixo dos resultados de 2008.

Um fato que marcou, frisa Ferraz, foram as fusões de grandes frigoríficos como, por exemplo, a JBS e Bertin. “Para os pecuaristas, a questão teve dois lados. Foi negativa no que diz respeito aos preços, pois não há opção de compradores. Já com relação à segurança de venda do boi a prazo a um frigorífico e a certeza de que ele não vai falir, foi um ponto positivo”, salienta.

Com relação ao mercado internacional, Ferraz explica que muitos fatores influenciaram como o fato de que grandes importadores de carne bovina, entre eles, Rússia e países do Oriente Médio, que tinham suas economias baseadas no petróleo, viram essa commoditie despencar em 2009. “E para o Brasil foi uma demanda que deixou de existir”, conta e acrescenta: “a Venezuela também é um exemplo, que viu o preço do barril de petróleo despencar, de US$ 140 para US$ 70 em 2009, e diminuiu as exportações de carne bovina em 50%”.

Em 2010, as perspectivas são boas para o mercado interno, afirma Ferraz, tendo em vista as previsões de crescimento de 6% do Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil. “Com o aumento da renda e por ser um ano de eleições, quando há mais dinheiro em giro, a expectativa é que o consumo aumente”, destaca.

Hoje o consumo per capita/ano no Brasil está em torno de 31 kg, informa Ferraz, muito aquém de outros países como Argentina, onde o consumo por pessoa está em aproximadamente 70 kg de carne bovina/ano. “Mas sabemos que o consumo não está dividido igualmente no País. Por exemplo, no Sul, podemos ter gaúchos comendo 80 kg de carne bovina/ano. Já no Nordeste, a média pode não chegar a 10 kg. Por isso a carne bovina tem muito espaço ainda na mesa dos brasileiros e o ponto-chave é a renda”, acredita.

No que diz respeito ao mercado internacional, Ferraz frisa que todos terão que esperar as mudanças estruturais que deverão acontecer nas principais economias do mundo, como Estados Unidos e Europa. “Teremos que ter muita paciência, pois o mercado externo não se recuperará tão rápido como desejamos”, finaliza.

FONTE www.abipecs.org.br

Brasileiros devem comer mais carne em 2010

Exportações menores de carne bovina em 2009, melhora na oferta interna e preços mais acessíveis levaram ao aumento do consumo per capita do produto no ano passado.

Pelas estimativas da AgraFNP, o consumo de carne bovina por habitante no mercado brasileiro ficou entre 33 e 34 quilos no ano passado - havia sido de 30 quilos no anterior. "Os preços da carne caíram, o que estimulou o consumo", disse José Vicente Ferraz , diretor da AgraFNP.

Ele observou que tais números podem sofrer alguma alteração após a divulgação de dados oficiais de abate de bovinos em 2009 pelo IBGE, ainda neste primeiro semestre.

Para este ano, o analista estima novo aumento do consumo per capita de carne bovina no Brasil. "Não vai crescer tanto [como em 2009], mas deve crescer", afirmou. Ele acredita em incremento menor porque espera melhora nas exportações do produto este ano. Em 2009, foram 1,139 milhão de toneladas, queda de 12%.

Ferraz observou que o comportamento do câmbio também influenciará o desempenho das exportações, mas lembrou que há uma recuperação da demanda internacional após um período desaquecimento em função da crise internacional.

Ele citou Rússia e Venezuela como exemplo de mercados que devem voltar a comprar do Brasil, já que estão sendo beneficiados pela alta do petróleo, o que eleva a receita desses países.
Com exportações maiores, os preços ao consumidor doméstico tendem a subir, o que deve segurar a demanda, acrescentou.

FONTE A matéria é de Alda do Amaral Rocha, publicada no Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Carne Com Legumes


Ingredientes
2 colheres (sopa) de óleo
1 quilo de carne bovina (lagarto, coxão duro, patinho) em
peça
3 cubos de caldo de picanha Knorr
1 xícara (chá) e meia de água fervente
2 colheres (sopa) de extrato de tomate Elefante
3 batatas descascadas e cortadas em cubos médios
200 g de couve-de-bruxelas
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Modo de Preparo
1- Em uma panela de pressão, aqueça o óleo em fogo alto e frite a
carne de todos os lados por 10 minutos ou até dourar.
2- Dissolva os cubos de caldo de picanha Knorr na água fervente e
acrescente à panela.
3- Junte o extrato de tomate Elefante, tampe a panela e cozinhe
por 30 minutos, contados a partir do início da pressão, ou até a
carne ficar macia.
4- Retire o vapor, abra a panela, junte as batatas, a couve e
cozinhe por mais 25 minutos ou até ficarem macios.
5- Corte a carne em fatias e transfira para uma travessa. Coloque
os legumes em volta. Sirva em seguida.
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Fonte: Mais Você

RANKING

FONTE RURAL BUSINESS

Argentina aumenta a importação de carne bovina do Uruguai

Diante da escassez de carne bovina para abastecer a demanda interna, a Argentina está aumentando a importação do produto, especialmente do Uruguai. Segundo números do Serviço Nacional de Sanidade Animal e Qualidade Agroalimentar (Senasa), a importação de carne fresca subiu de 28 toneladas, em novembro, para 90 toneladas, em dezembro. Estimativas de consultores indicam que em janeiro a compra de carne uruguaia teria sido de 110 toneladas, enquanto nas duas primeiras semanas de fevereiro chegaria à metade do volume.

O Senasa afirma que, durante 2009, foram importadas 793 toneladas de carnes frescas ao custo de US$ 1,47 milhão. Para um país que possui um consumo per capita anual de 73 quilos, o volume importado é irrisório, mas evidencia a crise da pecuária na Argentina. Com base nas estimativas de janeiro, o consultor pecuarista Ignácio Iriarte projeta um aumento das importações argentinas de carne uruguaia durante 2010, chegando a 2.400 toneladas. O volume representa menos de 1% do consumo argentino.

As províncias de Entre Ríos, Corrientes e Misiones compram 90% do asado (costela) uruguaio, conforme Iriarte. Das 580 mil toneladas de carne bovina que o Uruguai produz, 80% são para exportação. Contudo, com uma alta de preços que varia de 35% a 70%, desde o início do ano, a carne está sofrendo um boicote natural por parte dos argentinos. As associações de consumidores estão convocando a população a deixar de consumir carne bovina.

O vice-presidente da Associação de Proprietários de Açougues, Alberto Williams, disse que o consumo caiu 15% nos últimos 15 dias. Mas o vice-presidente da Câmara da Indústria e Comércio de Carnes da Argentina, Miguel Schiaretti, disse que o consumo de carne bovina no país terá uma queda de 25% neste ano.

Williams explicou que o governo está negociando um novo acordo de preços com os frigoríficos para baixar o preço da carne. O anúncio seria feito nesta sexta-feira pelo secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, que restringiu as exportações de carne desde 20 de dezembro. Durante a reunião semanal da sexta-feira passada que o secretário manteve com os representantes da indústria, Moreno avisou que as exportações continuarão restritas por mais três meses.

O novo acordo incluiria divisão de categorias dos cortes de carne, segundo a qualidade. Segundo a imprensa local, os cortes serão divididos em segmentos de consumo massivo, selecionado e premium.

DCI - Diário do Comércio & Indústria

Mercado da carne bovina deverá continuar patinando em fevereiro

O início de fevereiro parece ter desapontado quem esperava um incremento da demanda por carne.
A volta às aulas, o recebimento dos salários no início do mês e o carnaval eram apontados como possíveis fatores de recuperação para o preço da carne bovina no mercado atacadista, mas nenhuma das situações pareceu ter interferido de maneira verdadeiramente positiva sobre os preços. Aliás, o consumo tem se mostrado surpreendentemente fraco.
Mesmo assim, o mercado do boi gordo está firme.
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LEIA MAIS http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?CodNoticia=105581
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FONTE www.agrolink.com.br

Marfrig dobra a receita com exportações em janeiro

As maiores exportadoras de carnes brasileiras registraram aumento das exportações em janeiro, em comparação ao mesmo período de 2009, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

De acordo com o levantamento do órgão que pertence ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a Marfrig Alimentos foi a companhia do setor que apresentou o maior avanço no intervalo, de 110,6% na receita obtida com as vendas externas. A companhia exportou o equivalente a US$ 48,15 milhões no mês passado, ante US$ 22,86 milhões em janeiro de 2009. Em relação a dezembro, a expansão foi de 0,5%.

A Brasil Foods, no entanto, ocupa a posição de líder nas exportações de carnes e aparece como a oitava maior exportadora brasileira na relação do Ministério. Em janeiro de 2010, a antiga Perdigão vendeu ao exterior US$ 141,85 milhões. O levantamento do MDIC não fornece comparativo para essa indústria, que no ano passado passou por uma reestruturação. Em comparação com dezembro, houve uma queda de 14,8% nas exportações da companhia, que somaram US$ 166,62 milhões na ocasião.

A Sadia, que mesmo após a fusão continua separada da BRF operacionalmente, em obediência ao Acordo de Preservação da Reversibilidade da Operação (Apro) assinado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), vendeu a outros países US$ 125,88 milhões em janeiro, um crescimento de 2% em comparação ao mesmo período do ano passado, mas uma queda de 26,3% ante dezembro.

O Minerva, por sua vez, avança na lista dos maiores exportadores brasileiros, com um aumento de 57,6% nas vendas externas em janeiro. No mês passado, as exportações do frigorífico somaram US$ 64,95 milhões, ante US$ 41,2 milhões em janeiro de 2009. Em comparação a dezembro, houve retração de 10,9%.

As vendas externas da JBS Friboi a partir do Brasil cresceram 39,6% no primeiro mês de 2010, ante janeiro de 2009, para US$ 60,65 milhões. Em relação a dezembro, porém, o MDIC apurou uma retração de 25,2%. Já as exportações do frigorífico Bertin, que no ano passado se associou à JBS, permaneceram praticamente estáveis em janeiro e caíram 20,8% ante dezembro, somando US$ 79,82 milhões no mês passado.

FONTE A matéria é de Tatiana Freitas, da Agência Estado, resumida e adaptada pela equipe BeefPoint.

Consumo per capita de carne bovina sobe no Brasil

Exportações menores de carne bovina em 2009, melhora na oferta interna - graças à recomposição do rebanho - e preços mais acessíveis levaram ao aumento do consumo per capita do produto no ano passado.

Pelas estimativas da AgraFNP, o consumo de carne bovina por habitante no mercado brasileiro ficou entre 33 e 34 quilos no ano passado - havia sido de 30 quilos no anterior. "Os preços da carne caíram, o que estimulou o consumo", disse José Vicente Ferraz , diretor da AgraFNP.
Ele observou que tais números podem sofrer alguma alteração após a divulgação de dados oficiais de abate de bovinos em 2009 pelo IBGE, ainda neste primeiro semestre.

Para este ano, o analista estima novo aumento do consumo per capita de carne bovina no Brasil. "Não vai crescer tanto [como em 2009], mas deve crescer", afirmou. Ele acredita em incremento menor porque espera melhora nas exportações do produto este ano. Em 2009, foram 1,139 milhão de toneladas, queda de 12%.

Ferraz observou que o comportamento do câmbio também influenciará o desempenho das exportações, mas lembrou que há uma recuperação da demanda internacional após um período desaquecimento em função da crise internacional.

Ele citou Rússia e Venezuela como exemplo de mercados que devem voltar a comprar do Brasil, já que estão sendo beneficiados pela alta do petróleo, o que eleva a receita desses países.
Com exportações maiores, os preços ao consumidor doméstico tendem a subir, o que deve segurar a demanda, acrescentou. (AAR)

FONTE Valor Econômico

Maria Gabriela Tonini comenta preços do boi gordo

Maria Gabriela Tonini, analista de mercado, fala sobre os preços do boi gordo. Segundo ela, o mercado está firme devido às chuvas das últimas semanas. Para a analista, o carnaval também influenciou o mercado
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Brasil ganha espaço na venda de boi em pé e ameaça líderes

SÃO PAULO - A exportação de boi em pé no Brasil cresceu, em seis anos, 24.000%. De acordo com o departamento de agricultura dos Estados Unidos (USDA), o País deve avançar, em 2010, mais 20%, enquanto a taxa mundial de crescimento por ano varia entre 3% e 4%. Segundo Alex Santos Lopes da Silva, analista de mercado da Scot Consultoria, se este ritmo se mantiver por mais cinco anos, além de o Brasil ser o primeiro no ranking mundial de carne in natura, também pode liderar o de boi vivo. O Brasil ocupa hoje o quarto lugar, depois do líder Canadá, seguido do México e da Austrália.

O Pará é o maior estado produtor, seguido pelo Rio Grande do Sul. Juntas, as duas regiões respondem por 98% das negociações do setor no mercado externo. "Começamos em 2003 exportando duas mil cabeças, hoje são 518 mil", diz Silva.
De acordo com números da Scot, no ano passado, o faturamento do setor no Brasil foi de US$ 419,5 milhões ante os US$ 740,2 mil de 2003.

A estimativa positiva da USDA, segundo Silva, se deve a sinalização da Venezuela: somente em janeiro, os venezuelanos adquiriram 35% a mais do que no mesmo período em 2009. O analista afirma ainda que mesmo com a desvalorização do dólar, o que encarece o produto brasileiro no mercado externo, as exportações de bois vivos em janeiro, se comparado ao mesmo período de 2009, recuou 1%, enquanto o faturamento cresceu 18%.

O Líbano - que prefere fazer o abate religioso em seu território, o halal, de acordo com os rituais islâmicos - importa do Brasil desde 2003. No entanto, de acordo com levantamento da Scot, a Venezuela, que começou a negociar com o País apenas em 2007, importou em três anos 139, 5 mil cabeças a mais do que os libaneses. "A política de tabelamento do preço interno na Venezuela, em 2007, desestimulou a produção local, acarretando em aumento de importação", diz Silva.

De acordo com o analista, o estudo da USDA aponta que os números de exportação do Canadá devem se manter estáveis em 2010, em torno de 1,2 milhão de cabeças. Já o México pode avançar este ano além da taxa mundial de crescimento (8%). Em 2009, os mexicanos exportaram 925 mil cabeças. A Austrália também se estabilizará na casa dos 910 mil animais vivos vendidos.

Para Ricardo Merola, pecuarista e presidente da Associação Nacional de Confinadores (Assocon), o crescimento das exportações de boi em pé está beneficiando os produtores do norte, Pará e Tocantins que vendiam gado abaixo do preço de mercado. "Vem em boa hora. O excesso de oferta permitia que os frigoríficos pagassem pouco", comenta.
Até o ano retrasado, ainda segundo o pecuarista, o Brasil comercializava apenas boi gordo, de aproximadamente 450 quilos. Hoje, a tendência é ganhar mercado externo com o gado de 300 quilos (ou 10 arrobas).

"O Oriente e a América Central tiveram problemas com rebanho e para repor estoque devem comprar gado magro." De acordo com o analista, Tocantins começou a exportar em 2009.
Silva disse que o Pará tem a vantagem também de contar com condições geográficas favoráveis que facilitam a comercialização, além de um custo de produção menor.

Segundo o analista, as chances de o Brasil ampliar ainda mais o leque de países compradores e seguir rumo ao topo do ranking mundial também depende da não sobrevalorização do real. "Uma cotação ideal seria o dólar entre R$ 1,90 e R$ 1,95", estima.

Para Merola e Silva, o avanço das exportações de animais vivos não compromete o setor de carne in natura. "O vivo responde por 1% do montante abatido", afirma o analista.
De acordo com o pecuarista, o crescimento de mercado externo para o País vai ocorrer até que os preços estejam equilibrados, ou seja, se um subir o outro tende a cair . "A disputa seria semelhante a do álcool com a gasolina em relação aos carros bicombustíveis", compara Merola.

Em 2009, o Brasil também exportou para o Egito um total de 8.208 cabeças, e para Angola, em 2008 e no ano passado, 120 bois em pé. Em anos anteriores, o Uruguai, em 2003, o Paraguai, em 2004 e 2005, e a Bolívia, em 2007 e 2008 também importaram do País um total de 1.701 bois em pé.

FONTE www.dci.com.br

Pecuária cresce no mundo e precisa de investimentos, diz FAO

A demanda global por produtos pecuários deve apresentar um forte crescimento até 2050 em meio a aumentos de população, e investimentos substanciais no setor são necessários para ampliar a produção, afirmou a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).
A pecuária, que contribui com 40% do valor global da produção agropecuária e tem crescido rapidamente, deve se ampliar impulsionada pela demanda em países em desenvolvimento já que a renda das pessoas aumenta e elas se mudam para as cidades, de acordo com a FAO.

LEIA MAIS http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=62325

FONTE IG/ULTIMO SEGUNDO

Expansão do mercado externo para carne brasilelira é prioridade em 2010

A abertura de novos mercados para a exportação de carne brasileira, é uma das prioridades para o ano de 2010, no setor da agropecuária. Segundo o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, o Brasil vende para quase 180 países, mas ainda há mercado para serem abertos.
De acordo com o ministro, as negociações para a venda de carne suína estão sendo intensificadas ao Japão, China, União Europeia e Croácia, países que juntos podem importar US$ 49,7 bilhões ao ano. Para a carne bovina, o governo brasileiro pretende chegar a mercados como Taiwan, Malásia e Indonésia, que têm a Austrália como principal fornecedora e compram, anualmente, US$ 763 milhões.
Para o ministro, o México é um dos países mais difíceis de ser acessado, por três questões: facilidade logística de importar dos Estados Unidos, o acordo do Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta), que permite o estreito comércio dos mexicanos; e o desenvolvimento da produção interna.
"Poderíamos fornecer carne suína e lácteos, por exemplo, a preços mais competitivos, mas por conta de um mercado ajustado, temos dificuldades", disse.
Para o ano de 2010, a estratégia de ampliação das exportações é a persistência. Stephanes informou que há previstas 19 missões de negociações a 23 países, além de 12 missões comerciais.

FONTE: Nadia Nadalon-estagiária (www.capitalnews.com.br)

Funrural: Contribuição ao SENAR continua valendo

O Supremo Tribunal Federal (STF), por decisão unânime, julgou no dia 03 de fevereiro, inconstitucional a contribuição previdenciária pelo empregador rural pessoa física para o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (FUNRURAL) sobre a receita bruta proveniente da comercialização da produção rural, como prevista no artigo 1º da Lei 8.540/92.
O STF declarou a inconstitucionalidade do artigo 1º da Lei 8.540/92 ao julgar o Recurso Extraordinário nº 363852, interposto pelo Frigorífico Mataboi S.A., de Mato Grosso do Sul, por entender que a contribuição previdenciária do FUNRURAL foi instituída por uma lei ordinária e não por uma lei complementar, como deveria ter ocorrido. O STF conheceu e deu provimento ao recurso extraordinário para desobrigar os recorrentes da retenção e do recolhimento da contribuição previdenciária ou do seu recolhimento por subrrogação sobre a “receita bruta proveniente da comercialização da produção rural” de empregadores, pessoas físicas, fornecedores de bovinos para abate, declarando a inconstitucionalidade do artigo 1º da Lei nº 8.540/92, que deu nova redação aos artigos 12, incisos V e VII, 25, incisos I e II, e 30, inciso IV, da Lei nº 8.212/91, com a redação atualizada até a Lei nº 9.528/97, até que legislação nova, arrimada na Emenda Constitucional nº 20/98, venha a instituir a contribuição.
O Tribunal julgou o caso concreto de uma empresa, o Frigorífico Mataboi. Portanto, a declaração de inconstitucionalidade aplica-se apenas a essa empresa, não se estendendo aos demais produtores.
O FUNRURAL é uma contribuição substitutiva da cota patronal do encargo previdenciário (20%) mais o percentual do RAT – Riscos Ambientais do Trabalho (3%) dos produtores rurais pessoas físicas e jurídicas e também das empresas agroindustriais. Para o segurado especial o FUNRURAL é o custeio de sua previdência, servindo para aposentadoria e outros benefícios junto ao INSS.
A alíquota do FUNRURAL é de 2,1%, sendo 2,0% para o INSS e 0,1% para o RAT. A contribuição ao SENAR, de 0,2%, não faz parte do FUNRURAL, ainda que seja sobre o valor da comercialização da produção e recolhida na mesma GPS – Guia da Previdência Social, pois tem natureza jurídica diferente do FUNRURAL.
A contribuição devida ao SENAR sobre a receita bruta da comercialização da produção, prevista no artigo 1º da Lei nº 8.315/91, artigo 2º da Lei 8.540/92 e na Lei 9.528/97, com a redação dada pela Lei 10.256/2001, continua sendo obrigatória, eis que a mesma possui natureza jurídica distinta e o STF declarou inconstitucional tão somente a contribuição devida à previdência social, não eximindo os produtores rurais pessoas físicas e jurídicas de efetuar o recolhimento da contribuição ao SENAR.
Permanece também a obrigação prevista no parágrafo 5º do artigo 11 do Decreto 566/92, com a redação dada pelo Decreto 790/93, a empresa adquirente, consumidora ou consignatária ou a cooperativa ser subrrogadas na obrigação de reter e efetuar o recolhimento da contribuição ao SENAR do valor descontado do produtor rural pessoa física, sob pena de responsabilidade.
Não houve, portanto, qualquer alteração quanto ao recolhimento da contribuição para o SENAR, permanecendo a obrigação da retenção e do recolhimento por subrrogação da contribuição sobre a receita bruta proveniente da comercialização da produção rural, na alíquota de 0,2% para os produtores rurais pessoas físicas (empregadores), bem como para os Produtores Segurados Especiais.
O recolhimento para o SENAR continuará a ser efetuado através da Guia da Previdência Social (GPS) e arrecadada pela Receita Federal, como contribuição devida a Terceiros (SENAR), Códigos de Pagamento 2704, 2607, 2437 2011 se houver recolhimento concomitante para a Previdência Social, ou os Códigos de Pagamento 2615 e 2712, se for recolhimento apenas para o SENAR – Campo 09 – Valor de Outras Entidades.
Fonte: CNA